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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
""De Quanta Terra Precisa o Homem", de Tolstoi (que Joyce considerava como "a melhor literatura do mundo"), só podia ter sido escrita, no século dezanove, por um russo ou por um americano. É uma parábola da imensidade da terra; não teria feito sentido nem na paisagem de Kent de Dickens, nem na Normandia de Flaubert."George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski
Nº Páginas: 264
Sinopse:
""De Quanta Terra Precisa o Homem", de Tolstoi (que Joyce considerava como "a melhor literatura do mundo"), só podia ter sido escrita, no século dezanove, por um russo ou por um americano. É uma parábola da imensidade da terra; não teria feito sentido nem na paisagem de Kent de Dickens, nem na Normandia de Flaubert."George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""A ti, por sua causa e tua, uma pessoa pode dizer a verdade como a mais ninguém, mais até, pode saber a sua verdade directamente de ti." Talvez como mais nenhum outro, este passo da carta escrita por Franz Kafka em 25 de Setembro de 1920 a Milena Pollak dá testemunho não apenas da intensidade da relação entre ambos — provavelmente, a relação amorosa mais profunda da vida de Kafka —, mas também do extremo de exposição pessoal a que o autor d’O Processo estava disposto no âmbito dessa relação. "Poucos dias antes, a 22 de Setembro, esse extremo expressara-se numa imagem de inultrapassável violência — "o amor é seres para mim a faca com que remexo as minhas entranhas" —, mostrando com clareza como, analogamente à escrita literária e aos textos diarísticos, as cartas constituem para Kafka um meio de exploração o mais intensa possível dos seus próprios e de todos os limites." Do Prefácio Esta é a primeira edição integral das "Cartas a Milena" de Kafka
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""A ti, por sua causa e tua, uma pessoa pode dizer a verdade como a mais ninguém, mais até, pode saber a sua verdade directamente de ti." Talvez como mais nenhum outro, este passo da carta escrita por Franz Kafka em 25 de Setembro de 1920 a Milena Pollak dá testemunho não apenas da intensidade da relação entre ambos — provavelmente, a relação amorosa mais profunda da vida de Kafka —, mas também do extremo de exposição pessoal a que o autor d’O Processo estava disposto no âmbito dessa relação. "Poucos dias antes, a 22 de Setembro, esse extremo expressara-se numa imagem de inultrapassável violência — "o amor é seres para mim a faca com que remexo as minhas entranhas" —, mostrando com clareza como, analogamente à escrita literária e aos textos diarísticos, as cartas constituem para Kafka um meio de exploração o mais intensa possível dos seus próprios e de todos os limites." Do Prefácio Esta é a primeira edição integral das "Cartas a Milena" de Kafka
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"— Ninguém há de arrancar-me um "ai" — dizia Twainy. A verdade é que ninguém tencionava arrancar-lhe coisa alguma." Este é o início de um livro de Hélia Correia (com ilustrações de Rachel Caiano) que revela uma nova fada, Twainy.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"— Ninguém há de arrancar-me um "ai" — dizia Twainy. A verdade é que ninguém tencionava arrancar-lhe coisa alguma." Este é o início de um livro de Hélia Correia (com ilustrações de Rachel Caiano) que revela uma nova fada, Twainy.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"— Esforcei-me por obter uma superfície com uma tonalidade uniforme, mate, com um mínimo de relevo. Pretendia uma superfície lisa, sem rugosidades visíveis, neutra, repousante para quem olha. Quis que a cor fosse refractária a qualquer tentativa para a nomear: cor de terracota, alaranjado, ocre, rosa. Quanto ao formato, pode parecer um círculo perfeito com as fronteiras muito nítidas, quase recortadas, mas na verdade não é um círculo perfeito. É uma elipse muito pouco excêntrica, e com algumas irregularidades muito subtis. Só estou arrependido de a ter pintado tão alto. Precisava de subir ao degrau mais alto do escadote para chegar lá, e mesmo assim não conseguia pintar numa posição normal. Tinha de esticar muito o braço. Era cansativo."
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"— Esforcei-me por obter uma superfície com uma tonalidade uniforme, mate, com um mínimo de relevo. Pretendia uma superfície lisa, sem rugosidades visíveis, neutra, repousante para quem olha. Quis que a cor fosse refractária a qualquer tentativa para a nomear: cor de terracota, alaranjado, ocre, rosa. Quanto ao formato, pode parecer um círculo perfeito com as fronteiras muito nítidas, quase recortadas, mas na verdade não é um círculo perfeito. É uma elipse muito pouco excêntrica, e com algumas irregularidades muito subtis. Só estou arrependido de a ter pintado tão alto. Precisava de subir ao degrau mais alto do escadote para chegar lá, e mesmo assim não conseguia pintar numa posição normal. Tinha de esticar muito o braço. Era cansativo."
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Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 110
Sinopse:
" "Elogio da Sombra" é uma das principais obras de Tanizaki (1886-1965) e um dos mais fascinantes ensaios sobre as diferenças entre o Ocidente e o Oriente. Para os ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos. Neste ensaio de 1933, Tanizaki fala-nos da cor das lacas, dos actores de nô, das paredes dos corredores, dos beirais das casas, da luz que há na sombra, para nos prevenir contra tudo o que brilha. Revela-nos o que sentia ao olhar o papel dos shôji, a visão de um universo ambíguo onde luz e sombra se confundem numa impressão de eternidade. "
Nº Páginas: 110
Sinopse:
" "Elogio da Sombra" é uma das principais obras de Tanizaki (1886-1965) e um dos mais fascinantes ensaios sobre as diferenças entre o Ocidente e o Oriente. Para os ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos. Neste ensaio de 1933, Tanizaki fala-nos da cor das lacas, dos actores de nô, das paredes dos corredores, dos beirais das casas, da luz que há na sombra, para nos prevenir contra tudo o que brilha. Revela-nos o que sentia ao olhar o papel dos shôji, a visão de um universo ambíguo onde luz e sombra se confundem numa impressão de eternidade. "
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 240
Sinopse:
DOIS LIVROS DE RUI TAVARES NUM SÓ: De um lado, as crónicas que há muito alertavam para a ameaça do autoritarismo Do outro, aquelas que nos apontam o caminho para um Portugal melhor. NÃO FOI POR FALTA DE AVISO Na última década e meia, enquanto o mundo lutava com as sequelas de uma crise financeira e enfrentava uma pandemia, crescia uma ameaça maior à nossa forma democrática de vida. O regresso do autoritarismo estava à vista de todos. Mas poucos o quiseram ver, e menos ainda nomear desde tão cedo. Não Foi por Falta de Aviso é um desses raros relatos. Porque o resto da história ainda pode ser diferente. AINDA O APANHAMOS! Nos 50 anos do 25 Abril, que inaugurou o nosso regime mais livre e generoso, é tempo de revisitar uma tensão fundamental ao ser português: a tensão entre pequenez e grandeza, entre velho e novo. Esta ideia de que estamos quase sempre a chegar lá, ou prontos a desistir a meio do caminho. Para desatar o nó, não basta o «dizer umas coisas» dos populistas e não chegam as folhas de cálculo dos tecnocratas. É preciso descrever a visão de um Portugal melhor e partilhar um caminho para lá chegar.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
DOIS LIVROS DE RUI TAVARES NUM SÓ: De um lado, as crónicas que há muito alertavam para a ameaça do autoritarismo Do outro, aquelas que nos apontam o caminho para um Portugal melhor. NÃO FOI POR FALTA DE AVISO Na última década e meia, enquanto o mundo lutava com as sequelas de uma crise financeira e enfrentava uma pandemia, crescia uma ameaça maior à nossa forma democrática de vida. O regresso do autoritarismo estava à vista de todos. Mas poucos o quiseram ver, e menos ainda nomear desde tão cedo. Não Foi por Falta de Aviso é um desses raros relatos. Porque o resto da história ainda pode ser diferente. AINDA O APANHAMOS! Nos 50 anos do 25 Abril, que inaugurou o nosso regime mais livre e generoso, é tempo de revisitar uma tensão fundamental ao ser português: a tensão entre pequenez e grandeza, entre velho e novo. Esta ideia de que estamos quase sempre a chegar lá, ou prontos a desistir a meio do caminho. Para desatar o nó, não basta o «dizer umas coisas» dos populistas e não chegam as folhas de cálculo dos tecnocratas. É preciso descrever a visão de um Portugal melhor e partilhar um caminho para lá chegar.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
A colecção Na Ponta do Lápis - Actividades de Inglês propõe exercícios divertidos para a aprendizagem da Língua Inglesa, especialmente concebidas para serem realizadas em família.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
A colecção Na Ponta do Lápis - Actividades de Inglês propõe exercícios divertidos para a aprendizagem da Língua Inglesa, especialmente concebidas para serem realizadas em família.
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Edição: Mai 2005
Sinopse:
As palavras podem ser um divertimento fantástico, principalmente quando as usamos para tentar definir o que nunca ninguém antes consegui ver definido. As palavras tornam-se um jogo, um desafio, uma aventura e encontram imagens com quem podem casar-se e viver felizes. Tudo se passa no domínio da mais pura imaginação verbal e visual, para dar alegria e causar surpresa aos leitores de todas as idades.
Sinopse:
As palavras podem ser um divertimento fantástico, principalmente quando as usamos para tentar definir o que nunca ninguém antes consegui ver definido. As palavras tornam-se um jogo, um desafio, uma aventura e encontram imagens com quem podem casar-se e viver felizes. Tudo se passa no domínio da mais pura imaginação verbal e visual, para dar alegria e causar surpresa aos leitores de todas as idades.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 206
Sinopse:
O «poeta militante» José Gomes Ferreira nasceu no ano de 1900, na cidade do Porto. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1924 e no ano seguinte rumava como cônsul à Noruega, país onde permaneceu até 1929. Regressado a Portugal, dedicou-se à escrita. Apesar de já ter publicado dois livros de poemas em 1918 e 1921 - "Lírios do Monte" e "Longe" -, livros que, aliás, foram esquecidos e retirados da sua bibliografia, só em 1931 se encontra verdadeiramente como poeta. Nesse ano, é publicado na revista Presença um poema seu, hoje dos mais conhecidos, "Viver também cansa". Dezassete anos depois, isto é, em 1948, sai o primeiro volume de Poesia, a que se seguiram outros, até ao sexto volume em 1975. Posteriormente estes seis volumes vieram a incorporar, juntamente com as colectâneas "Viagem do Outro Lado" e "Circunstanciais" a obra "Poeta Militante" (3 volumes). Militante significava para Gomes Ferreira ser «militante da poesia total». No subtítulo da obra - "imagens do Século Vinte em Mim" - outra pista é-nos deixada: o interesse do poeta pelo real, pelo quotidiano, o seu interesse em revelar uma experiência pessoal, logo, subjectiva.
Nº Páginas: 206
Sinopse:
O «poeta militante» José Gomes Ferreira nasceu no ano de 1900, na cidade do Porto. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1924 e no ano seguinte rumava como cônsul à Noruega, país onde permaneceu até 1929. Regressado a Portugal, dedicou-se à escrita. Apesar de já ter publicado dois livros de poemas em 1918 e 1921 - "Lírios do Monte" e "Longe" -, livros que, aliás, foram esquecidos e retirados da sua bibliografia, só em 1931 se encontra verdadeiramente como poeta. Nesse ano, é publicado na revista Presença um poema seu, hoje dos mais conhecidos, "Viver também cansa". Dezassete anos depois, isto é, em 1948, sai o primeiro volume de Poesia, a que se seguiram outros, até ao sexto volume em 1975. Posteriormente estes seis volumes vieram a incorporar, juntamente com as colectâneas "Viagem do Outro Lado" e "Circunstanciais" a obra "Poeta Militante" (3 volumes). Militante significava para Gomes Ferreira ser «militante da poesia total». No subtítulo da obra - "imagens do Século Vinte em Mim" - outra pista é-nos deixada: o interesse do poeta pelo real, pelo quotidiano, o seu interesse em revelar uma experiência pessoal, logo, subjectiva.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 18
Sinopse:
O Simão e a Beatriz são os pequenos heróis desta divertida série. São muito corajosos e possuem uma grande imaginação, a qual os ajuda a ultrapassar todos os perigos. São também muito sonhadores, pois a partir de situações tão normais como tomar banho, sonham acordados e partem para as aventuras mais inimagináveis. Simão está prestes a ir almoçar, quando o seu inseparável ursinho, Pimpão Bill, lhe diz que o seu irmão, o Bebé Chorão, foi sequestrado pelo malvado El Trapo e seu bando de malfeitores.
Nº Páginas: 18
Sinopse:
O Simão e a Beatriz são os pequenos heróis desta divertida série. São muito corajosos e possuem uma grande imaginação, a qual os ajuda a ultrapassar todos os perigos. São também muito sonhadores, pois a partir de situações tão normais como tomar banho, sonham acordados e partem para as aventuras mais inimagináveis. Simão está prestes a ir almoçar, quando o seu inseparável ursinho, Pimpão Bill, lhe diz que o seu irmão, o Bebé Chorão, foi sequestrado pelo malvado El Trapo e seu bando de malfeitores.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Turno da Noite A atraente locutora de rádio de um programa da noite, Cilla O’Roarke, devia ser protegida a qualquer preço, mas a sua personalidade começava a afetar o seu protetor. Tinha uma voz rouca, suave e potente, mas foram as contradições de Cilla que fascinaram o detetive Boyd Fletcher, a vulnerabilidade que existia por baixo da sua carapaça… A Sombra da Noite Ele caminhava sozinho pelos becos escuros, era a sombra entre as sombras, e era assim que gostava de viver. Até à noite em que salvou Deborah O’ Roarke das mãos de um criminoso e redescobriu a calma que residia no seu coração. Deborah era uma idealista que fazia tudo de acordo com a lei, porém viu-se obrigada a fazer um acordo com um delinquente em troca de informação e, a partir daí, vê-se imersa num mundo perigoso que a levará a conhecer Gage Guthrie, o Némesis… Um Grito na Noite Quando pôs os olhos em Colt Nightshade, soube que ele representava problemas. Mas a tenente de polícia Althea Grayson tinha orgulho em ser uma mulher implacável, eficaz, e em ter um grande autocontrolo e não seria o seu novo parceiro que iria mudar isso. Aquele homem não tinha qualquer respeito pelas regras, e o pior é que isso estava a afetá-la. Colt desafiava Althea, olhando-a diretamente nos olhos e segurando-a pelos braços… Fumo na Noite O investigador de incêndios Ryan Piasecki é um homem que leva o seu trabalho muito a sério e está disposto a ultrapassar qualquer obstáculo ou mulher bonita. a sua missão é descobrir quem tentou transformar o negócio da elegante executiva Natalie Fletcher em cinzas. Ela precisava dos serviços de Ryan para apanhar o incendiário mas, se ele não tivesse cuidado, as faíscas entre eles fariam surgir algo muito mais impressionante do que um incêndio…
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Turno da Noite A atraente locutora de rádio de um programa da noite, Cilla O’Roarke, devia ser protegida a qualquer preço, mas a sua personalidade começava a afetar o seu protetor. Tinha uma voz rouca, suave e potente, mas foram as contradições de Cilla que fascinaram o detetive Boyd Fletcher, a vulnerabilidade que existia por baixo da sua carapaça… A Sombra da Noite Ele caminhava sozinho pelos becos escuros, era a sombra entre as sombras, e era assim que gostava de viver. Até à noite em que salvou Deborah O’ Roarke das mãos de um criminoso e redescobriu a calma que residia no seu coração. Deborah era uma idealista que fazia tudo de acordo com a lei, porém viu-se obrigada a fazer um acordo com um delinquente em troca de informação e, a partir daí, vê-se imersa num mundo perigoso que a levará a conhecer Gage Guthrie, o Némesis… Um Grito na Noite Quando pôs os olhos em Colt Nightshade, soube que ele representava problemas. Mas a tenente de polícia Althea Grayson tinha orgulho em ser uma mulher implacável, eficaz, e em ter um grande autocontrolo e não seria o seu novo parceiro que iria mudar isso. Aquele homem não tinha qualquer respeito pelas regras, e o pior é que isso estava a afetá-la. Colt desafiava Althea, olhando-a diretamente nos olhos e segurando-a pelos braços… Fumo na Noite O investigador de incêndios Ryan Piasecki é um homem que leva o seu trabalho muito a sério e está disposto a ultrapassar qualquer obstáculo ou mulher bonita. a sua missão é descobrir quem tentou transformar o negócio da elegante executiva Natalie Fletcher em cinzas. Ela precisava dos serviços de Ryan para apanhar o incendiário mas, se ele não tivesse cuidado, as faíscas entre eles fariam surgir algo muito mais impressionante do que um incêndio…
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 192
Nº Páginas: 192
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Edição: Mar 2002
Nº Páginas: 64
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 32
Nº Páginas: 32
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Edição: Nov 2007
Nº Páginas: 144
Sinopse:
" E o que a autora vê e descreve num registo muito original e peculiar, são personagens de forte recorte psicológico, são momentos fugazes mas plenos de significado, e tudo num contexto de profunda reflexão crítica sobre os valores frívolos dominantes da sociedade em que vivemos."
Nº Páginas: 144
Sinopse:
" E o que a autora vê e descreve num registo muito original e peculiar, são personagens de forte recorte psicológico, são momentos fugazes mas plenos de significado, e tudo num contexto de profunda reflexão crítica sobre os valores frívolos dominantes da sociedade em que vivemos."
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Edição: Fev 2009
Nº Páginas: 264
Sinopse:
«Aparentemente a estação de caminho-de-ferro do Union Pacific está ainda intacta, tal como descrita em Playback. Estação que eu tinha visitado em filmes sem conta. Mas faltava em tudo aquilo qualquer coisa de essencial. Demasiada luz. Uma inundação de claridade. Era isso. Faltava a noite. Faltavam as sombras. Faltava a chuvada negra do Bip Sleep. Faltava a face obscura com que os homens contagiam as cidades que povoam. Faltava a lucidez gelada da escuridão. Faltava também o Humphrey Bogart. Faltava a Lauren Bacall. Eventualmente faltaremos todos. Permanecendo, porém, como deuses imortais, os sítios para continuarem a prestar o seu indiferente testemunho de silêncio.»
Nº Páginas: 264
Sinopse:
«Aparentemente a estação de caminho-de-ferro do Union Pacific está ainda intacta, tal como descrita em Playback. Estação que eu tinha visitado em filmes sem conta. Mas faltava em tudo aquilo qualquer coisa de essencial. Demasiada luz. Uma inundação de claridade. Era isso. Faltava a noite. Faltavam as sombras. Faltava a chuvada negra do Bip Sleep. Faltava a face obscura com que os homens contagiam as cidades que povoam. Faltava a lucidez gelada da escuridão. Faltava também o Humphrey Bogart. Faltava a Lauren Bacall. Eventualmente faltaremos todos. Permanecendo, porém, como deuses imortais, os sítios para continuarem a prestar o seu indiferente testemunho de silêncio.»
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Um novo dicionário para o 1º Ciclo. O livro "Exercícios de Matemática A - 11º Ano" é o Caderno de Exercícios do projeto MAT 11 (escolar). Dos mesmos autores que o projeto Xeqmat – um projeto reconhecido pelo seu rigor – este é o livro que pretende dar continuidade a esse legado – além das adoções ser também um livro de recurso obrigatório em explicações, aulas de apoio, etc..
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Um novo dicionário para o 1º Ciclo. O livro "Exercícios de Matemática A - 11º Ano" é o Caderno de Exercícios do projeto MAT 11 (escolar). Dos mesmos autores que o projeto Xeqmat – um projeto reconhecido pelo seu rigor – este é o livro que pretende dar continuidade a esse legado – além das adoções ser também um livro de recurso obrigatório em explicações, aulas de apoio, etc..
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A histórica revista literária Paris Review fez as melhores entrevistas aos melhores escritores, e influenciou para sempre o fascínio pela arte da escrita. Depois de duas colectâneas de sucesso, o terceiro volume apresenta uma nova selecção de conversas inesquecíveis para os amantes de literatura: do recente enigma Elena Ferrante à irreverência histórica de Henry Miller, do humor certeiro de Julian Barnes e de Dorothy Parker à inteligência sóbria de George Steiner e de Susan Sontag, passando pela audácia de Karl Ove Knausgård e de Lydia Davis, e pelo desconcerto de Emmanuel Carrère e W.H. Auden. Um livro que dá voz a romancistas, contistas, poetas e ensaístas, encontrando-se entre eles dois prémios Nobel da Literatura — John Steinbeck (1962) e Alice Munro (2013). Susan Sontag — «Um romance que valha a pena ler é uma educação sentimental. Amplia a nossa percepção do potencial da humanidade, do que a natureza humana é, do que se passa no mundo. É um criador de vida interior.» George Steiner — «A grande escrita e o grande pensamento prosperam sob pressão. Pensar é uma actividade solitária, cancerosa, autista e louca.» Karl Ove Knausgård — «Tenho plena consciência do facto de as mulheres serem objectos no livro, porque é assim para mim. Sempre que vejo uma mulher penso: como seria ir para a cama com ela? Acho que é o primeiro pensamento de todos os homens.» Elena Ferrante — «Quando escrevia histórias sobre raparigas, queria que a heroína tivesse uma riqueza de experiências, uma liberdade, uma determinação que tentava imitar dos grandes romances escritor por homens.» John Steinbeck — «Tenho levado uma existência estranhamente incompleta. Sou totalmente desmiolado. Talvez seja uma vantagem. Se tivesse miolos, provavelmente estourá-los-ia.» Dorothy Parker — «Gostaria de ter dinheiro. E gostava de escrever bem. Estes dois elementos poderiam coexistir, se possível, mas se for demasiado difícil, preferia ter dinheiro. Detesto quase todas as pessoas ricas, mas acho que eu própria seria amorosa se tivesse esse tipo de vida.» Henry Miller — «Os tabus não passam de heranças vestigiais, pode-se dizer que são criados por espíritos doentes, pessoas medrosas que não tiveram a coragem de viver.» Alice Munro — «Sinto que fiz tudo ao contrário: fui uma escritora obstinada enquanto as minhas filhas eram pequenas e precisavam de mim desesperadamente. E agora, quando não precisam de mim para nada, sinto um grande amor por elas.» Lydia Davis — «Fugi da escola com uma mochila cheia de pequenos volumes de Shakespeare. Pensei que ia viver nos bosques e ler Shakespeare. Não sei o que pensava que comeria.» W.H. Auden — «Não consigo compreender como se pode gostar de escrever sem qualquer forma. Quando participamos num jogo, tem de haver regras; caso contrário, não é divertido.» Emmanuel Carrère — «Certa vez ouvi uma menina dizer uma coisa de que gostei muito. Tinha-se portado mal e a mãe ralhava-lhe, dizendo: põe-te no lugar das outras pessoas! E a menina respondeu: mas se eu fizer isso, para onde irão essas pessoas?» Julian Barnes — «Seria mais fácil fazer uma lista dos desportos que não sigo, como natação sincronizada e carpet bowls, embora ao fim da noite, de bebida na mão, as transmissões televisivas de carpet bowls possam parecer estranhamente interessantes.» - info
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A histórica revista literária Paris Review fez as melhores entrevistas aos melhores escritores, e influenciou para sempre o fascínio pela arte da escrita. Depois de duas colectâneas de sucesso, o terceiro volume apresenta uma nova selecção de conversas inesquecíveis para os amantes de literatura: do recente enigma Elena Ferrante à irreverência histórica de Henry Miller, do humor certeiro de Julian Barnes e de Dorothy Parker à inteligência sóbria de George Steiner e de Susan Sontag, passando pela audácia de Karl Ove Knausgård e de Lydia Davis, e pelo desconcerto de Emmanuel Carrère e W.H. Auden. Um livro que dá voz a romancistas, contistas, poetas e ensaístas, encontrando-se entre eles dois prémios Nobel da Literatura — John Steinbeck (1962) e Alice Munro (2013). Susan Sontag — «Um romance que valha a pena ler é uma educação sentimental. Amplia a nossa percepção do potencial da humanidade, do que a natureza humana é, do que se passa no mundo. É um criador de vida interior.» George Steiner — «A grande escrita e o grande pensamento prosperam sob pressão. Pensar é uma actividade solitária, cancerosa, autista e louca.» Karl Ove Knausgård — «Tenho plena consciência do facto de as mulheres serem objectos no livro, porque é assim para mim. Sempre que vejo uma mulher penso: como seria ir para a cama com ela? Acho que é o primeiro pensamento de todos os homens.» Elena Ferrante — «Quando escrevia histórias sobre raparigas, queria que a heroína tivesse uma riqueza de experiências, uma liberdade, uma determinação que tentava imitar dos grandes romances escritor por homens.» John Steinbeck — «Tenho levado uma existência estranhamente incompleta. Sou totalmente desmiolado. Talvez seja uma vantagem. Se tivesse miolos, provavelmente estourá-los-ia.» Dorothy Parker — «Gostaria de ter dinheiro. E gostava de escrever bem. Estes dois elementos poderiam coexistir, se possível, mas se for demasiado difícil, preferia ter dinheiro. Detesto quase todas as pessoas ricas, mas acho que eu própria seria amorosa se tivesse esse tipo de vida.» Henry Miller — «Os tabus não passam de heranças vestigiais, pode-se dizer que são criados por espíritos doentes, pessoas medrosas que não tiveram a coragem de viver.» Alice Munro — «Sinto que fiz tudo ao contrário: fui uma escritora obstinada enquanto as minhas filhas eram pequenas e precisavam de mim desesperadamente. E agora, quando não precisam de mim para nada, sinto um grande amor por elas.» Lydia Davis — «Fugi da escola com uma mochila cheia de pequenos volumes de Shakespeare. Pensei que ia viver nos bosques e ler Shakespeare. Não sei o que pensava que comeria.» W.H. Auden — «Não consigo compreender como se pode gostar de escrever sem qualquer forma. Quando participamos num jogo, tem de haver regras; caso contrário, não é divertido.» Emmanuel Carrère — «Certa vez ouvi uma menina dizer uma coisa de que gostei muito. Tinha-se portado mal e a mãe ralhava-lhe, dizendo: põe-te no lugar das outras pessoas! E a menina respondeu: mas se eu fizer isso, para onde irão essas pessoas?» Julian Barnes — «Seria mais fácil fazer uma lista dos desportos que não sigo, como natação sincronizada e carpet bowls, embora ao fim da noite, de bebida na mão, as transmissões televisivas de carpet bowls possam parecer estranhamente interessantes.» - info
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 1368
Sinopse:
Este Dicionário, que tem por base o Dicionário Verbo de Língua Portuguesa, reflete uma revisão completa dessa base e, no quadro dos ajustamentos necessários à sua atualização, integra cerca de 3000 novas unidades lexicais. Os ajustamentos completam e aperfeiçoam a obra original, salvaguardando os aspetos que a distinguem de obras congéneres, a saber: - nomenclatura baseada sobretudo em listas de frequência objetiva e em terminologias específicas de programas curriculares; - abordagem integrada de Léxico e Gramática, associada à função de Prontuário; - microestrutura ancorada em verbetes padronizados de acordo com as propriedades de cada classe de palavras; - modelo de definição léxica que privilegia as paráfrases definidoras, muitas vezes seguidas de sinónimos (22 979) e de exemplos de uso (80 911) que as completam e/ou contextualizam; - conjunto alargado de verbos (4608) cujo verbete-tipo inclui paradigma de flexão, exemplos de uso que ilustram as construções sintáticas consideradas em cada aceção, quadro com todas as formas irregulares e, ainda, observações sobre particularidades, ou remissão para o Anexo I, Verbos-Conjugação, Flexão e Paradigmas; - diversos quadros sinóticos, de ordem gramatical e textual, e um total de cinco anexos.
Nº Páginas: 1368
Sinopse:
Este Dicionário, que tem por base o Dicionário Verbo de Língua Portuguesa, reflete uma revisão completa dessa base e, no quadro dos ajustamentos necessários à sua atualização, integra cerca de 3000 novas unidades lexicais. Os ajustamentos completam e aperfeiçoam a obra original, salvaguardando os aspetos que a distinguem de obras congéneres, a saber: - nomenclatura baseada sobretudo em listas de frequência objetiva e em terminologias específicas de programas curriculares; - abordagem integrada de Léxico e Gramática, associada à função de Prontuário; - microestrutura ancorada em verbetes padronizados de acordo com as propriedades de cada classe de palavras; - modelo de definição léxica que privilegia as paráfrases definidoras, muitas vezes seguidas de sinónimos (22 979) e de exemplos de uso (80 911) que as completam e/ou contextualizam; - conjunto alargado de verbos (4608) cujo verbete-tipo inclui paradigma de flexão, exemplos de uso que ilustram as construções sintáticas consideradas em cada aceção, quadro com todas as formas irregulares e, ainda, observações sobre particularidades, ou remissão para o Anexo I, Verbos-Conjugação, Flexão e Paradigmas; - diversos quadros sinóticos, de ordem gramatical e textual, e um total de cinco anexos.
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Edição: Mai 2009
Sinopse:
O livro Dias Coloridos apresenta uma forma lúdica e pedagógica de trabalhar os dias da semana. Através de jogos e actividades diversificadas, a criança aprende de uma forma divertida. Este livro revela-se uma excelente ferramenta de trabalho que permite aos adultos participarem nas aprendizagens das crianças.
Sinopse:
O livro Dias Coloridos apresenta uma forma lúdica e pedagógica de trabalhar os dias da semana. Através de jogos e actividades diversificadas, a criança aprende de uma forma divertida. Este livro revela-se uma excelente ferramenta de trabalho que permite aos adultos participarem nas aprendizagens das crianças.
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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 1788
Sinopse:
Miguel Torga, pseudónimo literário de Adolfo Correia Rocha, nasceu em São Martinho de Anta, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907, e faleceu em Coimbra, a 17 de Janeiro de 1995. Formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, colaborou na revista Presença, e dirigiu as revistas Sinal e Manifesto. Em 1976 foi distinguido com o Grande Prémio Internacional de Poesia das Bienais Internacionais de Knokke-Heist, em 1980 com o Prémio Morgado de Mateus, em 1981 com o Prémio Montaigne (Alemanha), em 1989 com o Prémio Camões e em 1992 com os prémios Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e Figura do Ano da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira, bem como o Prémio Écureuil de Literatura Estrangeira (Bordéus). A sua obra encontra-se traduzida em diversas línguas.
Nº Páginas: 1788
Sinopse:
Miguel Torga, pseudónimo literário de Adolfo Correia Rocha, nasceu em São Martinho de Anta, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907, e faleceu em Coimbra, a 17 de Janeiro de 1995. Formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, colaborou na revista Presença, e dirigiu as revistas Sinal e Manifesto. Em 1976 foi distinguido com o Grande Prémio Internacional de Poesia das Bienais Internacionais de Knokke-Heist, em 1980 com o Prémio Morgado de Mateus, em 1981 com o Prémio Montaigne (Alemanha), em 1989 com o Prémio Camões e em 1992 com os prémios Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e Figura do Ano da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira, bem como o Prémio Écureuil de Literatura Estrangeira (Bordéus). A sua obra encontra-se traduzida em diversas línguas.
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Edição: Nov 2008
Sinopse:
"A cozinha foi aparecendo e desaparecendo do meu percurso de forma intermitente, tal como a escrita. Duas paixões que convivem na Cozinha Divina, livro escrito e cozinhado a partir do mais profundo de mim. Espero conseguir que compreendam através das palavras, das viagens e das receitas a simplicidade deste trabalho que é dividido, como tantas outras coisas, por uma fina linha entre a arte e o artesanato. Cozinhar não é mais difícil do que somar dois e dois. Tal como em tudo, o importante é a base, saber para onde vamos e o que queremos ou não queremos. Quando se começa a cozinhar é preciso acreditar no que se faz. Primeiro, sentamo-nos; depois ficamos contentes; a seguir pensamos na receita e já temos meio caminho andado." - Chakall
Sinopse:
"A cozinha foi aparecendo e desaparecendo do meu percurso de forma intermitente, tal como a escrita. Duas paixões que convivem na Cozinha Divina, livro escrito e cozinhado a partir do mais profundo de mim. Espero conseguir que compreendam através das palavras, das viagens e das receitas a simplicidade deste trabalho que é dividido, como tantas outras coisas, por uma fina linha entre a arte e o artesanato. Cozinhar não é mais difícil do que somar dois e dois. Tal como em tudo, o importante é a base, saber para onde vamos e o que queremos ou não queremos. Quando se começa a cozinhar é preciso acreditar no que se faz. Primeiro, sentamo-nos; depois ficamos contentes; a seguir pensamos na receita e já temos meio caminho andado." - Chakall
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Edição: Abr 2018
Sinopse:
Fica a saber tudo sobre: - Fracções: O que é uma fracção, tipos de frações, fracções equivalentes, fracções decimais e operações com frações. - Geometria: Reta, segmento de reta e semirreta, ângulo, circunferência e círculo, superfície esférica e esfera, polígonos e sólidos geométricos - Tabudas: Algoritmo da multiplicação, tabuadas de 1 a 12 e tabela da multiplicação, Dicas para fixares as tabuadas - Verbos: Verbos regulares e irregulares nas diversas conjugações Quatro desdobráveis que te vão ensinar estas matérias de modo muito prático. De trás para a frente a coleção essencial para o 1.º Ciclo!
Sinopse:
Fica a saber tudo sobre: - Fracções: O que é uma fracção, tipos de frações, fracções equivalentes, fracções decimais e operações com frações. - Geometria: Reta, segmento de reta e semirreta, ângulo, circunferência e círculo, superfície esférica e esfera, polígonos e sólidos geométricos - Tabudas: Algoritmo da multiplicação, tabuadas de 1 a 12 e tabela da multiplicação, Dicas para fixares as tabuadas - Verbos: Verbos regulares e irregulares nas diversas conjugações Quatro desdobráveis que te vão ensinar estas matérias de modo muito prático. De trás para a frente a coleção essencial para o 1.º Ciclo!
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 20
Sinopse:
Uma colecção destinada a crianças a partir dos três anos, cuja protagonista - a adorável Camila - reúne todas as características habituais de uma menina dessa idade: a inocência e a imaginação, a alegria e a «traquinice», a doçura e a teimosia, a curiosidade e a ousadia. As histórias, também elas, retratam situações comuns do dia-a-dia de uma criança dessa faixa etária: os medos e as inseguranças, as alegrias e as tristezas, as «birras» e as travessuras, os jogos e as brincadeiras.
Nº Páginas: 20
Sinopse:
Uma colecção destinada a crianças a partir dos três anos, cuja protagonista - a adorável Camila - reúne todas as características habituais de uma menina dessa idade: a inocência e a imaginação, a alegria e a «traquinice», a doçura e a teimosia, a curiosidade e a ousadia. As histórias, também elas, retratam situações comuns do dia-a-dia de uma criança dessa faixa etária: os medos e as inseguranças, as alegrias e as tristezas, as «birras» e as travessuras, os jogos e as brincadeiras.
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Edição: Nov 2005
Sinopse:
No seu dia de anos, a Camila convida todos os seus amiguinhos para a festa de aniversário. Enquanto lê a história, a criança pode acompanhar todos os passos da Camila e ir marcando no relógio as horas correspondentes a cada um dos momentos desse dia tão especial! Uma maneira bem gira de aprender as horas!
Sinopse:
No seu dia de anos, a Camila convida todos os seus amiguinhos para a festa de aniversário. Enquanto lê a história, a criança pode acompanhar todos os passos da Camila e ir marcando no relógio as horas correspondentes a cada um dos momentos desse dia tão especial! Uma maneira bem gira de aprender as horas!
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