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Nº Páginas: 176
Sinopse:
Ser feliz na Dinamarca e noutros países prósperos é fácil. Com uma boa lareira por perto e um ordenado confortável para se fazer umas viagens aos trópicos duas ou três vezes por ano, quem é que consegue ser infeliz? Já a felicidade em Portugal, onde o salário mínimo é mesmo mínimo, os transportes públicos estão sempre atrasados e é preciso dormir à porta da Segurança Social para se ser atendido, é um assunto intrigante que desperta o fascínio da comunidade científica mundial. É, de facto, um case study que merece ser escrutinado e compreendido em toda a sua profundidade - até porque, segundo sondagens recentes, cerca de 97% dos portugueses são felizes. Porquê? Porque levam a vida, passe a expressão singela, "na boa". Esta é uma das conclusões mais interessantes dos estudos aprofundados que, desde o início do novo milénio, têm sido levados a cabo pelo Instituto Português para os Altos Estudos da Felicidade (IPPAEF), os quais são divulgados pela primeira vez com a publicação desta obra. Numa linguagem rigorosa mas acessível, o presidente e fundador do IPPAEF, Diogo Faro, que tem percorrido o mundo a dissertar sobre este fenómeno em palestras de acesso restrito, explica agora ao grande público o extraordinário segredo da felicidade do povo português. ""Na boa", "um gajo safa-se", "claro que se desenrasca isso", os problemas resolvem-se e a vida leva-se de sorriso na cara", escreve o autor. "Com mais ou menos sobressaltos, descobrimos constantemente maneiras de saltar de nenúfar em nenúfar mesmo quando à nossa volta tudo é um lago de problemas." Porque de vez em quando é bom olharmo-nos ao espelho e gostarmos do que vemos, a leitura deste livro fará o leitor sentir-se ainda mais feliz. Por si. Pelo seu país. Por todos nós.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
De líder de audiências a grande best-seller.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Já ouviu as rubricas radiofónicas de Ricardo Araújo Pereiras nas manhãs da Rádio Comercial, no trânsito ou no comboio a caminho do trabalho; já as encontrou nas redes sociais e partilhou com mais alguns amigos; e agora já as pode ler e guardar em formato de livro. Depois de vender mais de 50 mil exemplares com as versões em livro das séries Ribeiro e Miranda, chegou a vez da Série Lobato, uma das mais queridas do público, que contém gatos fofinhos, jedis de Fafe e seres mitológicos metade peixe/metade mulher que são escamados impiedosamente. "Eu: Bom, esteve-se ali um bocadinho a contemplar nalgas bem contempladas, houve malta que tirou fotografias, e o Rocha todo contente, porque ele é que tinha descoberto as nalgas. Nisto, a senhora acaba de urinar, levanta-se e o Rocha percebe que é a mulher dele. E diz o Rocha: ‘Eh, mas o que é isto? Parece que nunca viram umas nalgas. Mas que é isto? Tudo de roda das nalgas da minha esposa?’ E diz o Zé Carlos: ‘Ó Rocha, a tua esposa é que veio urinar em património mundial. Uma pessoa vem ver património, leva com as nalgas da tua esposa. Eu sou muito sincero: eu vim mais pelo património.’ Pedro: E depois? O que é que se passou? Eu: Depois, o Zé Carlos perguntou: ‘Olha lá, ó Rocha, como é que tu não viste logo que eram as nalgas da tua esposa? Não conheces as nalgas da tua esposa?’ E o Rocha: ‘Eh pá, eu já não as via há muito tempo. Nos primeiros anos do casamento via-as todos os dias, mas depois o contacto vai-se perdendo, é como tudo. Há mais de 20 anos que não as via.’ E diz o Zé Carlos: ‘Por isso é que eu defendo há muito tempo que devia haver um Facebook de nalgas. Nalgas que a gente não vê há muito tempo, vai à procura delas no Facebook e sempre mantém algum contacto com nalgas antigas. E organiza-se um jantar, e tal. Nada disto acontecia se tu fosses amigo das nalgas da tua mulher no Facebook.’ Vanda: Então mas isto é que é uma história enriquecedora em termos humanos? Eu: Então, tem turismo, tem ideias para novas tecnologias, tem nalgas. O que é que se quer mais? As pessoas, às vezes, também gostam de chatear por chatear."
Nº Páginas: 170
Sinopse:
DESDE A CADERNETA DE CROMOS QUE NÃO SE VIA UM NUNO MARKL ASSIM!"O meu nome é Nuno Markl. Aqui dentro falo de bifes, lagostas, leitões, circos, touradas, a minha barriga de camionista, as minhas pernas de Popeye, os meus pulsos de bailarina, cães, gatos, filmes para adultos, acordo ortográfico, Scrabble, dinheiro, empresas, cronistas cor-de-rosa, censos, lojas chinesas, música pop, televisão, assaltos, os 40 anos, saladas, telemóveis, praia, almoços de trabalho, filmes, séries, patuscadas, beijos, vandalismo, Espanha, TV Shop, spam, futebol, feiras medievais, sinais, e há-de haver mais qualquer coisa que agora me escapa. É questão de ler. Mas em casa. Não é aqui na loja sem pagar. Pronto."
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um livro que é um 2 em 1 Com textos humorísticos e com os famosos jogos do programa para promover o convívio! Coragem! Redenção! Relações tórridas com uma cascata como cenário! Nada disto pode ser encontrado neste livro, que basicamente reúne as manias apresentadas pela Susana Romana nas Manhãs da M80 - manias essas que talvez até reconheça e partilhe. Afinal, se calhar os macaquinhos dos nossos sótãos não são assim tão diferentes. Aqui tem temas que vão desde o terror dos parques infantis às partidas que se pregavam pelo telefone nos anos 80, passando por como se comportam as pessoas num grupo de WhatsApp, pela inutilidade de passar a ferro ou pelas melhores técnicas para enfardar num buffet. Mas se achar que ler um livro é uma experiência demasiado solitária, nada tema: tal como aqueles iogurtes que afinal também são uma gelatina, este volume é um 2 em 1. Encontra aqui uma segunda parte com jogos para fazer com família, amigos, inimigos ou desconhecidos numa paragem de autocarro. E sim, pode fazer batotice para ganhar sempre, especialmente se for a pessoa que gastou efectivamente dinheiro a comprar o livro.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Idiotas Úteis e Inúteis reúne mais de cem crónicas humorísticas que RAP escreveu originalmente para o jornal brasileiro de maior tiragem, a Folha de S. Paulo. Da vida política brasileira à cirurgia cosmética facial de Rambo, da etiqueta respiratória sob pandemia ao teorema dos macacos infinitos, da higiene pessoal de James Bond ao cabeleireiro de Medusa, da infância Fortnite ao politicamente correcto, este volume percorre os temas caros ao comediante e o seu modo muito particular de observar o mundo. "Toda a gente tolera os idiotas úteis — que são, aliás, o melhor tipo de idiota. Os idiotas inúteis, pelo contrário, geram muito menos simpatia, uma vez que juntam a inutilidade à idiotice. Mas os idiotas úteis obtêm um certo tipo de redenção porque, sendo idiotas (uma circunstância infeliz da qual, em princípio, nem têm culpa), têm um préstimo. Se quiséssemos estabelecer uma hierarquia entre espertos úteis, espertos inúteis, idiotas úteis e idiotas inúteis, os idiotas úteis ocupariam um honroso segundo lugar, atrás dos espertos úteis mas à frente dos espertos inúteis, que, sendo embora espertos, não nos ajudam em nada."
Nº Páginas: 140
Sinopse:
O autor de "História de Portugal à La Carte" confessa-se: Noites sem dormir. Insónias e desassossego. Tudo me aconteceu. Tempos de pandemia. Tendo dedicado os últimos anos da minha vida a assuntos tão sérios, como os livros, nem por isso deixei de ser quem sou. Gosto de rir. Foi então que me lembrei de viver e recordar histórias que me descontraíam. Histórias que me faziam rir. Histórias que me faziam viver. Quando numa reportagem de televisão um indivíduo respondeu que o primeiro rei de Portugal foi Ramalho Eanes Não. Não se pense que ri. Mas pensei: Ora aqui está um belo argumento para uma bela história. Pode rir-se com a História? Claro que sim. que mal tem pôr D. Afonso III a dialogar com o motorista de José Sócrates? Ou Jorge Jesus a acompanhar Vasco da Gama na viagem à Índia? Ou o Dr. Bayard a consultar D. João V? Brincadeiras à parte. Eles até se conheciam. Pessoas tão distantes no tempo e na forma. História de Portugal à La Carte.
Nº Páginas: 124
Sinopse:
Gajas, porrada, copos, carros, pêlos no peito, futebol, gadgets, bares de strip, rabos, regabofe, vaginas. Este livro é de homem! Neste manual de instruções para que o leitor se faça homem, Luís Coelho trata as inquietações mais prementes e profundas do homem moderno com humor e inteligência. Um livro com a garantia de lhe fazer crescer pelos onde só o Tony Ramos os tem.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da crítica ao império dos telemóveis e das redes sociais ao elogio do silêncio, passando pela acérrima defesa da liberdade de expressão e pela metafísica do pecado, estes textos tanto falam de Cristiano Ronaldo como de Kierkegaard ou do Candy Crush. Pelo caminho, desmonta-se o mito da auto-ajuda, discutem-se eternos problemas de linguagem que só a RAP apoquentam, questionam-se intolerâncias alimentares e o complexo de Édipo, e levantam-se questões prementes para os casais da sociedade actual, como a escolha entre ter filhos ou ser feliz para sempre.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Quantas mães judias são necessárias para trocar uma lâmpada? Uma, mas ela não trocará. Prefere ficar no escuro, chorando." Mais do que uma antologia de piadas e anedotas, Do Éden ao Divã é um retrato único das especificidades do humor judaico, com todos os seus contornos de melancolia, neurose e auto-ironia. Um livro que, partindo de tudo o que ao longo da História tem sido matéria-prima para o riso do povo hebreu, alcança, com erudição e graça, o seu éthos. De passagens bíblicas e do Talmude a Woody Allen ou Philip Roth, de piadas sobre Hitler ao humor científico de Einstein, passando por ilustrações de Moisés a brincar com a sopa e por muita psicanálise, esta colectânea palmilha vários continentes, acolhe muitas influências, abrange diversos autores, e não deixa escapar nada.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro nasce de um grito de revolta: porque é que as mulheres hão-de ter o exclusivo das queixinhas sobre a vida doméstica? O que não falta por aí é literatura sobre a sacrificada mulher moderna e a forma heróica como ela conjuga o trabalho e a família. Nada contra. É tudo verdade. Mas e os homens? Alguém acha que o mundo está fácil para nós? Hoje em dia, qualquer homem digno desse nome tem de ganhar a vida, amar a esposa, tratar dos filhos, cuidar da casa, fazer o jantar, baixar a tampa da sanita, e, já agora, telefonar à sogra no seu dia de anos, com voz fofinha. E no entanto, quem fala de nós? Quem derrama uma única lágrima pelo nosso esforço? O sofrimento masculino anda há décadas a ser silenciado. Mas isso acabou. Não mais. Sou um jornalista de 37 anos com três filhos e uma certeza: o homem moderno precisa de mimo, como nunca precisou desde que o primeiro australopiteco pisou o planeta. Precisa de ajuda, de atenção, de carinho. E por isso precisa de um livro como este: orgulhosamente queixinhas, que ninguém é de ferro.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A irreverência de José Sesinando, ausente das livrarias há duas décadas, regressa agora, na Colecção de Literatura de Humor de Ricardo Araújo Pereira. Edição e prefácio de Abel Barros Baptista e Luísa Costa Gomes. Trocadilhos, aforismos, paródia, troça, variações literárias, inteligência e, acima de tudo, um exercício radical de liberdade criativa - José Sesinando foi um caso único do humor em língua portuguesa, marcou a sua própria geração e as que lhe sucederam, e tornou-se quase um mito, alimentado pela sua prolongada ausência das livrarias. Obra Perfeitamente Incompleta reúne num único volume os livros Obra Ântuma, Heteropsicografia e Olha, Daisy, oferecendo de novo aos leitores uma verve humorística muito singular, que esteve indisponível por demasiado tempo. Opinião da crítica, ou seja , de José Sesinando: "Cadência fortemente sugestiva, encadeamento complexo das imagens, autêntico sortilégio verbal, riqueza expressiva reveladora de uma vincada personalidade — nada disso, infelizmente, se encontra na obra de José Sesinando." "Esta obra de José Sesinando ficará assinalando, como um marco geodésico, um momento da literatura portuguesa. Um momento péssimo."
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Ahhhh, 2020. Ora aqui está a prova de como a vida consegue ter um sentido de humor... humm, como dizer... Horrível? Depravado? a abarrotar de alucinogénios? Talvez sociopata seja a palavra mais adequada. Bem, o que interessa é continuar a rir no meio de tanta desgraça - mesmo que a piada não tenha graça nenhuma. Para dar uma ajudinha aos mais desprovidos de humor, os autores bestsellers de O Caderno das Piadas Secas trazem-lhe um caderno sagrado repleto de piadas secas, blasfémias e obscenidades. Aqui, encontra as mais profanas ironias sobre doenças, miséria alheia, desgraças e outros temas igualmente sensíveis. Uma espécie de humor aos pecados, ilustrado de forma tosca e fraquinha, para ler enquanto o diabo esfrega um olho. Pois é, é muita desgraça junta... EXCERTOS "Porque é que a cigarra morreu? - Tentou acasalar com um cigarro." "Comprei um novo DVD chamado "Como Lidar com a Desilusão". A caixa estava vazia." Pedro Pinto, Gonçalo Castro e João Ramalhinho, O Sagrado Caderno das Piadas
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Piropos com humor e amor para corações apaixonados. Quem não ouviu já, na rua, estas portuguesíssimas bocas: "ó fêvera, junta¬-te aqui à brasa" ou "ó jóia, anda aqui ao ourives"? O que se pretende com uma "boca" destas? O que se pretende com o piropo? Fazer um elogio a quem passa? Seduzir? Ou é só um a forma de ver de longe, como a raposa as uvas, o que não se pode tocar? O piropo é universal, mas nós achamos que o nacional - como sempre - é que é bom. Até porque é nosso e é falado e imaginado em português. Há quem discuta o bom ou mau gosto de alguns trocadilhos, mas a verdade é que o piropo faz parte da nossa cultura e, conforme o tipo e o contexto em que é dito, tanto tem o condão de provocar boas gargalhadas como, nunca se sabe, o de ajudar a aquecer os lençóis. Tire as medidas à sua conquista e calcule a raiz quadrada do amor. Neste livro, tem a solução, com piropos para todas as ocasiões: românticos e melosos; da literatura e do cinema; para as mulheres dizerem aos homens; para os aficionados das novas tecnologias; para ajudar a quebrar o gelo e iniciar uma conversa; respostas à altura para maus piropos; em verso; para quem reage mal à rejeição; brejeiros e muito brejeiros. E até - veja lá - um "faça você mesmo"! Siga as nossas dicas para se tornar no campeão ou na campeã do piropo! Uma coisa lhe garantimos: com este livro tem uma leitura divertida na mão.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"O Pior Cenário Possível" ajudará os leitores a ultrapassar as crises do dia a dia, como: sem papel higiénico na casa de banho pública, estômago ruidoso, soluços, disfarçar a nome da/do ex com nova tatuagem, esconder piercing dos pais, cocó de cão no sapato, lidar com o engraçadinho do escritório, silêncio embaraçoso no elevador, vídeo sexual na internet, férias conjuntas com os sogros, amigo rouba namorada, nada para dizer ao jantar na vida de casado, o seu cônjuge ressona, disfarçar barriga de cerveja, bebé faz cocó quando o tem ao colo, escapar a uma multa, não adormecer ao volante e apanhado a olhar para uma desconhecida atraente.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Avisam-se os amantes de linguagem extremamente ofensiva que este livro inclui frases de elevado requinte literário. O palavrão é o destemido herói que visita, sem inibições morais, as mais proibidas e sagradas fendas, colinas, picos, matas, dunas e enseadas do corpo humano. O palavrão tira-nos do sério ao pôr em causa a paternidade e a maternidade. O palavrão espatifa todos os tabus. Com sensibilidade, elegância e bom-senso, este é o livro que junta os mais impressionantes palavrões da língua portuguesa. Tratados com humor, estão aqui os grandes insultos, aqueles que, de vez em quando, usamos para ferir de morte alguém. E estão aqui as lengalengas brejeiras, como a que começa em "Abreu" e termina em "lá vou eu", e estão as expressões chulas, mas já idiomáticas, que conquistaram um lugar na nossa língua, e estão também os insultos americanos, chineses, catalães ou mesmo finlandeses. Uma viagem arrojada à montanha-russa dos insultos. Um livro que não se deseja aos piores inimigos. Este é o livro para partilhar com os melhores amigos.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Hitler era vegetariano? Por que razão o Moisés de Miguel Ângelo tem cornos? Catarina a Grande morreu a fornicar com um cavalo? As Pirâmides foram construídas por aliens? Por que razão os muçulmanos não comem porco? Mandou Nero incendiar Roma? Este livro coloca 222 perguntas, históricas como esta e sobre todos os temas — guerra, ciência, sexo, comida, política, economia e, é claro, "Homeo-historia", entre outras — e, como se isso não bastasse, dá respostas à maioria delas.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"O Homem que Mordeu o Cão" é uma rubrica radiofónica de enorme sucesso, criada por Nuno Markl no ano de 1997 e que revolucionou a forma de fazer rádio em Portugal. Regressou em 2013 à antena no programa da manhã na Rádio Comercial, a rádio líder no seu segmento. Todo o material deste livro é inédito. O livro é todo ilustrado pelo próprio autor. Autor aplaudido e querido do público, com mais de 500 mil fãs no Facebook, presente em vários órgãos de comunicação social.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Como se haviam encontrado? Por acaso, como toda a gente. Como se chamavam? Que vos interessa isso? Donde vinham? Do lugar mais próximo. Para onde iam? Sabe alguém para onde vai? Que diziam? O amo não dizia nada e Jacques dizia que o seu capitão dizia que tudo o que nos acontece de bem e de mal cá em baixo está escrito lá em cima. " O Amo — Aí está uma grande frase! Jacques — O meu capitão acrescentava que cada bala que partia de uma espingarda tinha o seu destino. O Amo — E tinha razão..." Após uma curta pausa, Jacques exclamou: "Diabos levem o taberneiro mais a sua taberna!" O Amo — Porquê mandar o próximo para o diabo? Isso não é cristão. Jacques — É que, quando me embebedava com a zurrapa dele, esquecia-me de levar os cavalos a beber. O meu pai dava por isso e zangava-se. Eu abanava a cabeça mas ele pega num pau e dá-me uma esfrega nos ombros bastante dura. Ia a passar um regimento a caminho do acampamento em frente de Fontenoy, e eu, por despeito, alisto-me. Chegamos; trava-se a batalha... O Amo — E recebes a bala que te ia destinada. Jacques — Adivinhastes; um tiro no joelho. E sabe Deus as boas e más aventuras provocadas por este tiro. Estão tão exac- tamente agarradas umas às outras como os elos da corrente do cavalo. Por exemplo, se não fora aquele tiro, acho que nunca na minha vida ficaria apaixonado, nem coxo. O Amo — Estiveste então apaixonado? Jacques — Se estive!... O Amo — E isso por causa de um tiro? Jacques — Por causa de um tiro. O Amo — Nunca me disseste uma palavra sobre isso. Jacques — Acho que não. O Amo — E então porquê? Jacques — Porque não podia ter sido dito nem mais cedo nem mais tarde. O Amo — E chegou agora o momento de saber desses amores? Jacques — Quem sabe? O Amo — Seja como for, começa lá..." Jacques começou a história dos seus amores. Era depois do jantar. Estava um tempo pesado, e o amo adormeceu. A noite surpreendeu-os em pleno campo; ei-los perdidos. E temos o amo numa fúria terrível, caindo sobre o criado com grandes chicotadas, e o pobre diabo dizendo a cada uma: "Pelos vistos, também esta estava escrita lá em cima."
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"A humorista mais querida dos portugueses", disse ninguém nunca sobre ela, Joana Marques partilha agora o seu bloco de notas com toda a gente. "Apontar é Feio" trata-se de um caderno com apontamentos que obedece à estratégia que Joana Marques sempre usou para tomar notas na escola: enquanto lá à frente o professor dava a matéria, ela ia escrevendo sobre assuntos irrelevantes. Em dias bons, porque nos outros fazia só um jogo do galo contra ela própria (e às vezes perdia). Nestas páginas, reflecte sobre temas tão importantes como compostagem humana, queijo comido às escondidas dos filhos, juízes sem juízo nenhum, sintomatologia do mau perder, neologismos das Spice Girls, festas da espuma, veados em Odivelas, o Ranger do Texas, um divórcio provocado por bananas, pijaminhas de sobremesas, viagens a Bali, lançamento de búzios, alinhamento de chakras ou a importância dos cheeseburgers no sucesso de Cristiano Ronaldo.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 150
Sinopse: O Roscas e o Estacionâncio estão de parabéns! Para celebrar, apresentam num único livro os conselhos, as anedotas, as histórias e os patrocínios que os acompanharam ao longo de vinte e cinco anos. Tão icónicas como as personagens que as protagonizam, estas piadas fazem rir os graúdos que as conhecem desde sempre e os miúdos que, agora, começam a ter idade para gargalharem com elas. Este livro permite ao leitor recordar, sempre que lhe apetecer, anedotas apresentadas em espetáculos nas mais variadas alturas da carreira da dupla. Cada capítulo garante risos e evoca memórias que ajudam a reconstruir este percurso tão duradouro quanto engraçado. Quim Roscas & Zeca Estacionâncio - 25 Anos não é apenas um testemunho escrito de uma das carreiras humorísticas mais longas e reconhecidas em Portugal. É também uma forma de manter sempre presentes os seus momentos mais memoráveis, agora à distância de um virar de página.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Questão: em que área se destacou Lenine? Resposta: Lenine é um importante músico brasileiro. Questão: Refira a importância da Batalha de Waterloo para a História da Europa. Resposta: Waterloo foi muito importante para a Europa, com este tema os ABBA venceram o Festival Eurovisão da Canção. Conhecem estas estórias da História? Calculo que não! Mas elas existem, pelo menos assim creem alguns dos alunos, que os mencionam em fichas de trabalho, testes de avaliação, nas aulas e até mesmo em exames. Ainda que não se acredite, é real e, quando se lê, a reação é uma gargalhada se bem que, em alguns casos, à autora, enquanto professora, lhe apeteça chorar… Neste livro encontra mais de 100 erros da História de Portugal e da História Universal. Mas não nos ficamos pelo erro. Para que este não se repita, contamos a história tal como ela é.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Ora bem, isto o que se passou foi o seguinte…. A FANFA DESAPARECEU DO CURRAL DE MOINAS! Não se encontra em parte alguma, a desgraçada da cadela. Destroçados, o Zé e o Quim põem-se a caminho por esse Portugal fora, em busca da sua cadela perdida. Montados na sua potente mota, percorrem quilómetros e quilómetros e vivem aventuras em Bragança, Vila Real, Porto, Santarém, Viseu, entre outras cidades…. sempre atrás das pistas da sua Fanfa. Se virem a Fanfa ao longo deste livro, avisem o Quim e o Zé, se faz favor! Os autores Henrique Dias e Frederico Pombares, responsáveis pelo sucesso do filme 7 Pecados Rurais, trazem-nos uma história divertida de duas personagens que já fazem parte do imaginário de todos os portugueses. O Zé e o Quim, de Curral de Moinas, vivem mais uma aventura insólita que o vai fazer rir da primeira à última página.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A Presença publicou desta série os títulos "90 Livros Clássicos para Pessoas com Pressa" e "99 Clássicos do Cinema para Pessoas com Pressa".
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse: Personagens menores de momentos maiores A História pertence aos heróis, certo, mas é preciso conhecer os seus autores secundários para termos um retrato completo dos acontecimentos e dos próprios protagonistas. Figurões como Da Vinci, Henrique VIII ou a rainha Vitória continuam a fascinar estudiosos de todo o mundo. No entanto, o furão que posou para o génio renascentista (por acaso, um grande procrastinador), o desgraçado que supervisionava as idas à casa de banho do rei inglês (sim, havia gente com essa função) ou o cavalo que tanto entusiasmou a poderosa Vitória (o equídeo é aqui mais importante do que a soberana) não mereceram praticamente nenhuma atenção ao longo dos tempos Uma injustiça. Já basta de fazer incidir os holofotes sobre os mesmos. Agora, graças à descoberta de cartas antigas, transcrições de tribunal e até de mensagens encontradas em garrafas, é possível reparar essa tremenda falha, e é exatamente isso que este livro faz. Os Grandes Ninguéns da História dá finalmente o merecido destaque a personagens do passado tão desprezadas como importantes (sejam elas bípedes ou não), apresentando relatos inéditos que vão desde a Grécia Antiga (e os seus problemas de higiene urbana) a uma certa guerra australiana contra aves de grande porte (que triunfaram sobre os homens), passando por uma entrevista exclusiva com a famigerada Yersinia (aka Peste Negra). Tudo o que se conta nestas páginas aconteceu mesmo. E mais: algumas destas histórias podem até ser verdadeiras
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 72
Sinopse: Gatos, os mestres da dissimulação, do atrevimento e do caos organizado, andam há séculos a dar-nos lições de sobrevivência. Eles é que nunca foram muito explícitos. Até agora. Com humor, observações aguçadas e cheio de garra, este livro ilustra, com onze estratégias felinas fundamentais, as melhores formas para resistir ao controlo e recuperar o poder. Desde aprenderes a manteres-te ágil e imprevisível ou a exigir o que precisas, com a confiança de um gato esfomeado, cada capítulo contém lições que são tão subversivas como práticas. Quer estejas a enfrentar um sistema que vive de controlo ou a tentar entender o mundo caótico em que vivemos, estas lições dão-te as ferramentas ¿ e a atitude certa ¿ para enfrentares tudo com bigodes em riste. Os gatos não pedem permissão. Tu também não o devias fazer.
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 288
Sinopse: Ricardo Araújo Pereira, um dos ateus mais públicos de Portugal, aprofunda como nunca antes as suas questões com Deus, com a morte e com o humor enquanto resposta. Apesar de ter estudado em escolas religiosas, Ricardo Araújo Pereira é ateu e fala regularmente sobre isso em público. É com frequência o ateu convocado para conferências e debates sobre questões existenciais entre crentes e não¿crentes. Sempre que escreve sobre o seu tema de eleição ¿ o humor ¿, debruça¿ se inevitavelmente sobre as religiões, a Bíblia e a história da Igreja Católica. É um ateu fascinado pela questão de Deus: tem uma coleção de Bíblias e inúmeros livros sobre religião na biblioteca. Admite que humor e religião têm algo em comum: talvez sejam respostas paralelas às grandes inquietações da Humanidade. Neste livro de conversas com o jornalista João Francisco Gomes, Ricardo Araújo Pereira lembra a sua educação católica e entra no debate filosófico em torno dos argumentos para a existência de Deus, falando sobre os pontos de contacto entre a comédia e a teologia, a relação desconfiada entre a religião e o riso e a inevitabilidade da morte. «Gostaria de afirmar o respeito pela posição ateia de Ricardo Araújo Pereira. Nela pode existir certamente um elevado padrão moral, uma busca sincera da verdade ou até formas de espiritualidade. Revejo-me em particular nisso que afirma sobre não ser indiferente morrer com a consciência de ter procurado o bem em vez do mal.» José Tolentino Mendonça, Prefácio
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 104
Sinopse: coisa que não edifica nem destrói é uma experiência social em que ricardo araújo pereira divaga sozinho durante bastante tempo sobre assuntos que o entusiasmam muito mas talvez não interessem a mais ninguém. às vezes, aborrece as pessoas. o objectivo comecou por ser obter o maior número possível de ouvintes, como «quando aquele ovo era a fotografia com mais likes do instagram, e agora é obter também o maior número possível de leitores. partindo de temas específicos ¿ como o medo, a precisão de uma piada, excrementos, moscas, irritacões e, sempre, o humor ¿, rap ilustra os seus argumentos recorrendo a textos, desde a antiguidade clássica até aos nossos dias, que usam a linguagem como motor da eficácia nos mecanismos humorísticos. o podcast homónimo está disponível nas plataformas do expresso e da sic. «vai falar-se desavergonhadamente de humor. é melhor dizer esavergonhadamente, porque isto de um humorista falar do seu ofício é um passatempo que às vezes é não só escarnecido, como até desaconselhado. a primeira frase da história do riso e do escárnio, de georges minois, é: `o riso é assunto demasiadamente sério para ser deixado aos cómicos.¿ ora, eu estou-me borrifando para as advertenciazinhas do georges e falo do que eu quiser. mas de facto não falta quem ache esquisito que um humorista se entretenha a falar de humor, e eu tenho impressão que isso se deve a algumas expectativas que nós costumamos ter não só em relacão ao humor, mas também, por extensão, aos humoristas. Por exemplo, isto não acontece em outras área de actividade, muito pelo contrário. O que causaria estranheza seria que um músico, um pintor ou um realizador não tivessem uma ideia sobre o que o seu trabalho deveria ser. E um escritor que não saiba nada de literatura é, aliás, muito justamente, reputado de idiota. Quando se trata de humor, parece que se considera que falar do assunto estraga uma espécie de magia, ou destrói aquela espontaneidade que está normalmente associada ao discurso humorístico. Mas convém não perder de vista que essa espontaneidade é quase sempre apenas aparente e que é tanto mais persuasiva e eficaz quanto melhor for fingida. No fundo, o que eu quero dizer é que isto do humor tem tanto de místico como qualquer outra forma de escrita ou de trabalho, ou seja, nada.» ¿RICARDO ARAÚJO PEREIRA
Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 120
Sinopse: para quem já tem o primeiro livro, para quem ainda não tem volume nenhum, para quem ouviu este podcast sobre humor e também para quem não ouviu. ou seja, um livro para toda a gente. «comeco por avisar que vou ensaiar uma teoria. já sei que, quando alguém ensaia uma teoria, há sempre um desmancha-prazeres que tenta contestá-la, apontar-lhe fragilidades, inconsistências, excepcões. não me interessa. a teoria é esta: na epopeia, nós saímos de casa e vamos matar gente de outras famílias; na tragédia, ficamos em casa a matar gente da nossa família; na comédia, não saímos do quarto e ficamos sobretudo a pensar na nossa própria morte.» ricardo araújo pereira
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 176
Sinopse: marco horácio era um quarentão que não acreditava no amor quando o destino lhe pôs sara à frente(ou melhor, impôs, caso contrário, teria continuado na «toca» a pensar mais no lar para a terceira idade do que em casamento e chuchas). ele bem tentou resistir, afinal de contas(e estas não são difíceis de fazer), sara era 20 anos mais nova, mas não conseguiu. e assim, sem perceber bem como, o solteirão com um filho adolescente voltou a apaixonar-se(mesmo a sério), rendeu-se a cães(coisa nunca imaginada até então), pediu a namorada em casamento(ela disse «sim»)e voltou a ser pai. mostrando o lado menos cor-de-rosa da paternidade, as inseguranças masculinas e o lugar do romance numa vida com bebés, cães e noites mal dormidas, o humorista e apresentador dá voz a muitos pais que vão perceber que rir é o melhor remédio, sobretudo naqueles dias em que o choro e as birras são a música ambiente.
