25001 produtos
Ordenar por:
25001 produtos
Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
As Histórias Tradicionais estão de volta com o mesmo encanto, mas agora em rima. O Capuchinho Vermelho, O Patinho Feio ou mesmo a Rapunzel fazem parte do imaginário de qualquer um e são contadas e recontadas há gerações. Com nove histórias, este é um livro que vai maravilhar pais e filhos e que vai fazer de cada momento uma história para recordar.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
As Histórias Tradicionais estão de volta com o mesmo encanto, mas agora em rima. O Capuchinho Vermelho, O Patinho Feio ou mesmo a Rapunzel fazem parte do imaginário de qualquer um e são contadas e recontadas há gerações. Com nove histórias, este é um livro que vai maravilhar pais e filhos e que vai fazer de cada momento uma história para recordar.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/era-uma-vez-historias-tradicionais-para-contar-a-rimar-de-helen-anderton-5749549');
});">
Edição: Out 2017
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A histórica revista literária Paris Review fez as melhores entrevistas aos melhores escritores, e influenciou para sempre o fascínio pela arte da escrita. Depois de duas colectâneas de sucesso, o terceiro volume apresenta uma nova selecção de conversas inesquecíveis para os amantes de literatura: do recente enigma Elena Ferrante à irreverência histórica de Henry Miller, do humor certeiro de Julian Barnes e de Dorothy Parker à inteligência sóbria de George Steiner e de Susan Sontag, passando pela audácia de Karl Ove Knausgård e de Lydia Davis, e pelo desconcerto de Emmanuel Carrère e W.H. Auden. Um livro que dá voz a romancistas, contistas, poetas e ensaístas, encontrando-se entre eles dois prémios Nobel da Literatura — John Steinbeck (1962) e Alice Munro (2013). Susan Sontag — «Um romance que valha a pena ler é uma educação sentimental. Amplia a nossa percepção do potencial da humanidade, do que a natureza humana é, do que se passa no mundo. É um criador de vida interior.» George Steiner — «A grande escrita e o grande pensamento prosperam sob pressão. Pensar é uma actividade solitária, cancerosa, autista e louca.» Karl Ove Knausgård — «Tenho plena consciência do facto de as mulheres serem objectos no livro, porque é assim para mim. Sempre que vejo uma mulher penso: como seria ir para a cama com ela? Acho que é o primeiro pensamento de todos os homens.» Elena Ferrante — «Quando escrevia histórias sobre raparigas, queria que a heroína tivesse uma riqueza de experiências, uma liberdade, uma determinação que tentava imitar dos grandes romances escritor por homens.» John Steinbeck — «Tenho levado uma existência estranhamente incompleta. Sou totalmente desmiolado. Talvez seja uma vantagem. Se tivesse miolos, provavelmente estourá-los-ia.» Dorothy Parker — «Gostaria de ter dinheiro. E gostava de escrever bem. Estes dois elementos poderiam coexistir, se possível, mas se for demasiado difícil, preferia ter dinheiro. Detesto quase todas as pessoas ricas, mas acho que eu própria seria amorosa se tivesse esse tipo de vida.» Henry Miller — «Os tabus não passam de heranças vestigiais, pode-se dizer que são criados por espíritos doentes, pessoas medrosas que não tiveram a coragem de viver.» Alice Munro — «Sinto que fiz tudo ao contrário: fui uma escritora obstinada enquanto as minhas filhas eram pequenas e precisavam de mim desesperadamente. E agora, quando não precisam de mim para nada, sinto um grande amor por elas.» Lydia Davis — «Fugi da escola com uma mochila cheia de pequenos volumes de Shakespeare. Pensei que ia viver nos bosques e ler Shakespeare. Não sei o que pensava que comeria.» W.H. Auden — «Não consigo compreender como se pode gostar de escrever sem qualquer forma. Quando participamos num jogo, tem de haver regras; caso contrário, não é divertido.» Emmanuel Carrère — «Certa vez ouvi uma menina dizer uma coisa de que gostei muito. Tinha-se portado mal e a mãe ralhava-lhe, dizendo: põe-te no lugar das outras pessoas! E a menina respondeu: mas se eu fizer isso, para onde irão essas pessoas?» Julian Barnes — «Seria mais fácil fazer uma lista dos desportos que não sigo, como natação sincronizada e carpet bowls, embora ao fim da noite, de bebida na mão, as transmissões televisivas de carpet bowls possam parecer estranhamente interessantes.» - info
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A histórica revista literária Paris Review fez as melhores entrevistas aos melhores escritores, e influenciou para sempre o fascínio pela arte da escrita. Depois de duas colectâneas de sucesso, o terceiro volume apresenta uma nova selecção de conversas inesquecíveis para os amantes de literatura: do recente enigma Elena Ferrante à irreverência histórica de Henry Miller, do humor certeiro de Julian Barnes e de Dorothy Parker à inteligência sóbria de George Steiner e de Susan Sontag, passando pela audácia de Karl Ove Knausgård e de Lydia Davis, e pelo desconcerto de Emmanuel Carrère e W.H. Auden. Um livro que dá voz a romancistas, contistas, poetas e ensaístas, encontrando-se entre eles dois prémios Nobel da Literatura — John Steinbeck (1962) e Alice Munro (2013). Susan Sontag — «Um romance que valha a pena ler é uma educação sentimental. Amplia a nossa percepção do potencial da humanidade, do que a natureza humana é, do que se passa no mundo. É um criador de vida interior.» George Steiner — «A grande escrita e o grande pensamento prosperam sob pressão. Pensar é uma actividade solitária, cancerosa, autista e louca.» Karl Ove Knausgård — «Tenho plena consciência do facto de as mulheres serem objectos no livro, porque é assim para mim. Sempre que vejo uma mulher penso: como seria ir para a cama com ela? Acho que é o primeiro pensamento de todos os homens.» Elena Ferrante — «Quando escrevia histórias sobre raparigas, queria que a heroína tivesse uma riqueza de experiências, uma liberdade, uma determinação que tentava imitar dos grandes romances escritor por homens.» John Steinbeck — «Tenho levado uma existência estranhamente incompleta. Sou totalmente desmiolado. Talvez seja uma vantagem. Se tivesse miolos, provavelmente estourá-los-ia.» Dorothy Parker — «Gostaria de ter dinheiro. E gostava de escrever bem. Estes dois elementos poderiam coexistir, se possível, mas se for demasiado difícil, preferia ter dinheiro. Detesto quase todas as pessoas ricas, mas acho que eu própria seria amorosa se tivesse esse tipo de vida.» Henry Miller — «Os tabus não passam de heranças vestigiais, pode-se dizer que são criados por espíritos doentes, pessoas medrosas que não tiveram a coragem de viver.» Alice Munro — «Sinto que fiz tudo ao contrário: fui uma escritora obstinada enquanto as minhas filhas eram pequenas e precisavam de mim desesperadamente. E agora, quando não precisam de mim para nada, sinto um grande amor por elas.» Lydia Davis — «Fugi da escola com uma mochila cheia de pequenos volumes de Shakespeare. Pensei que ia viver nos bosques e ler Shakespeare. Não sei o que pensava que comeria.» W.H. Auden — «Não consigo compreender como se pode gostar de escrever sem qualquer forma. Quando participamos num jogo, tem de haver regras; caso contrário, não é divertido.» Emmanuel Carrère — «Certa vez ouvi uma menina dizer uma coisa de que gostei muito. Tinha-se portado mal e a mãe ralhava-lhe, dizendo: põe-te no lugar das outras pessoas! E a menina respondeu: mas se eu fizer isso, para onde irão essas pessoas?» Julian Barnes — «Seria mais fácil fazer uma lista dos desportos que não sigo, como natação sincronizada e carpet bowls, embora ao fim da noite, de bebida na mão, as transmissões televisivas de carpet bowls possam parecer estranhamente interessantes.» - info
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/entrevistas-da-3-de-paris-review-6385575');
});">
Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O entretenimento, a distração e a intranscendência afirmam-se nos mais diversos âmbitos da sociedade ocidental, alterando a compreensão do mundo. "A totalização do entretenimento tem como consequência um mundo hedonista." Os valores que se lhe opõem são os da paixão, próprios das culturas cristãs, em que tradicionalmente se enaltece o trabalho, o esforço, o sofrimento e a seriedade. A arte relacionada com esses valores é a que integra o sofrimento e o combate entre o bem e o mal. Perante esta oposição, parece impossível qualquer reconciliação. Mas, como mostra Byung-Chul Han, o jogo e a paixão talvez não sejam tão antagónicos como poderiam parecer. Para o provar, o filósofo germano-coreano toma como referência Kant, Hegel, Nietzsche, Heidegger, Luhmann e Rauschenberg, e analisa as formas de entretenimento surgidas ao longo da história, evidenciando a importância do ócio nos nossos sistemas sociais.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O entretenimento, a distração e a intranscendência afirmam-se nos mais diversos âmbitos da sociedade ocidental, alterando a compreensão do mundo. "A totalização do entretenimento tem como consequência um mundo hedonista." Os valores que se lhe opõem são os da paixão, próprios das culturas cristãs, em que tradicionalmente se enaltece o trabalho, o esforço, o sofrimento e a seriedade. A arte relacionada com esses valores é a que integra o sofrimento e o combate entre o bem e o mal. Perante esta oposição, parece impossível qualquer reconciliação. Mas, como mostra Byung-Chul Han, o jogo e a paixão talvez não sejam tão antagónicos como poderiam parecer. Para o provar, o filósofo germano-coreano toma como referência Kant, Hegel, Nietzsche, Heidegger, Luhmann e Rauschenberg, e analisa as formas de entretenimento surgidas ao longo da história, evidenciando a importância do ócio nos nossos sistemas sociais.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/entretenimento-e-paixao-na-historia-do-ocidente-de-byung-chul-han-6900115');
});">
Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Entre os Actos é um inovador romance em que as "correntes de consciência" de diferentes personagens se entrecruzam em torno de uma peça teatral representada ao ar livre num dia de 1939, e que acaba por devolver aos que a ela assistem o espectáculo que eles próprios representam. O centro é ocupado por Isa e Giles, um casal reunido pelo amor e o ódio dos gestos de infidelidade. O livro, que ficaria sem uma revisão final da autora e seria publicado por Leonard Woolf alguns meses depois da morte de Virginia, revela uma escritora em plena posse das suas capacidades criativas. A sua atmosfera é a da incerta claridade, ou como diria Jorge de Sena, "de uma luz acesa dentro do nevoeiro do tempo".
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Entre os Actos é um inovador romance em que as "correntes de consciência" de diferentes personagens se entrecruzam em torno de uma peça teatral representada ao ar livre num dia de 1939, e que acaba por devolver aos que a ela assistem o espectáculo que eles próprios representam. O centro é ocupado por Isa e Giles, um casal reunido pelo amor e o ódio dos gestos de infidelidade. O livro, que ficaria sem uma revisão final da autora e seria publicado por Leonard Woolf alguns meses depois da morte de Virginia, revela uma escritora em plena posse das suas capacidades criativas. A sua atmosfera é a da incerta claridade, ou como diria Jorge de Sena, "de uma luz acesa dentro do nevoeiro do tempo".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/entre-os-actos-de-virginia-woolf-4907191');
});">
Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Reúnem-se aqui trinta e cinco ensaios que nos falam de autores como Jane Austen, Defoe, Henry James, Christina Rossetti, Conrad, Sterne, Thomas Hardy, Turgenev e Walt Whitman. Virginia Woolf escreve ainda sobre a personagem ficcional, o romance gótico, histórias de fantasmas, o tempo passado em bibliotecas e a situação de estar doente.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Reúnem-se aqui trinta e cinco ensaios que nos falam de autores como Jane Austen, Defoe, Henry James, Christina Rossetti, Conrad, Sterne, Thomas Hardy, Turgenev e Walt Whitman. Virginia Woolf escreve ainda sobre a personagem ficcional, o romance gótico, histórias de fantasmas, o tempo passado em bibliotecas e a situação de estar doente.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/ensaios-escolhidos-de-virginia-woolf-5361110');
});">
Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Este livro reúne uma ampla seleção de textos de George Orwell, o mais importante ensaísta inglês do século XX.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Este livro reúne uma ampla seleção de textos de George Orwell, o mais importante ensaísta inglês do século XX.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/ensaios-escolhidos-de-george-orwell-5873999');
});">
Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Com os "Ensaios", Montaigne criou um género literário em que se reflete sobre a vida, a amizade e a filosofia.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Com os "Ensaios", Montaigne criou um género literário em que se reflete sobre a vida, a amizade e a filosofia.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/ensaios-antologia-de-michel-de-montaigne-5874002');
});">
Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 56
Sinopse:
"Quem viveu já um dia conseguido? À partida, a maioria não hesitará talvez em afirmá-lo. Será, pois, necessário continuar a perguntar. Queres dizer "conseguido" ou apenas "belo"?"
Nº Páginas: 56
Sinopse:
"Quem viveu já um dia conseguido? À partida, a maioria não hesitará talvez em afirmá-lo. Será, pois, necessário continuar a perguntar. Queres dizer "conseguido" ou apenas "belo"?"
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/ensaio-sobre-o-dia-conseguido-de-peter-handke-7208836');
});">
Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas."Do Posfácio
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas."Do Posfácio
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/emma-de-jane-austen-5961620');
});">
Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Vive em direto as emoções deste talentoso grupo de jovens! O programa televisivo Rock War é agora o mais visto em horário nobre e ainda vai a meio! Jay, Summer, Dylan e as respetivas bandas passaram pela famosa Academia e os seis finalistas vão agora lutar por um lugar na final, na véspera de Natal. Mas nem tudo é cantiga. Summer foi atropelada por uma mota no final da Academia. O irmão de Jay, Theo, só se mete em sarilhos. E Dylan, o eterno rebelde, descobre que o concurso talvez não seja tão sério assim… A parada está muito alta, por isso… escolhe a tua banda, sente o ritmo, vive a aventura. O terceiro livro - e também o mais dramático - desta espetacular nova coleção do autor bestseller de CHERUB.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Vive em direto as emoções deste talentoso grupo de jovens! O programa televisivo Rock War é agora o mais visto em horário nobre e ainda vai a meio! Jay, Summer, Dylan e as respetivas bandas passaram pela famosa Academia e os seis finalistas vão agora lutar por um lugar na final, na véspera de Natal. Mas nem tudo é cantiga. Summer foi atropelada por uma mota no final da Academia. O irmão de Jay, Theo, só se mete em sarilhos. E Dylan, o eterno rebelde, descobre que o concurso talvez não seja tão sério assim… A parada está muito alta, por isso… escolhe a tua banda, sente o ritmo, vive a aventura. O terceiro livro - e também o mais dramático - desta espetacular nova coleção do autor bestseller de CHERUB.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-direto-livro-3-de-robert-muchamore-6184981');
});">
Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-do-tempo-perdido-sodoma-e-gomorra-volume-iv-de-marcel-proust-4845685');
});">
Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Neste terceiro volume de "Em Busca do Tempo Perdido", o narrador conhece o fascínio e a desilusão pelos Guermantes. Volta a encontrar Albertine, uma das raparigas em flor, que se transformou em mulher. Estabelece relação com o desconcertante barão Charlus, que há-de reaparecer em "Sodoma e Gomorra".
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Neste terceiro volume de "Em Busca do Tempo Perdido", o narrador conhece o fascínio e a desilusão pelos Guermantes. Volta a encontrar Albertine, uma das raparigas em flor, que se transformou em mulher. Estabelece relação com o desconcertante barão Charlus, que há-de reaparecer em "Sodoma e Gomorra".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-do-tempo-perdido-o-lado-de-guermantes-volume-iii-de-marcel-proust-2783599');
});">
Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-do-tempo-perdido-o-tempo-reencontrado-volume-vii-de-marcel-proust-6024054');
});">
Edição: Mai 2005
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-do-tempo-perdido-o-tempo-reencontrado-volume-vii-de-marcel-proust-4845889');
});">
Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 447
Sinopse:
A tradução de "Em Busca do Tempo Perdido" por Pedro Tamen era uma das mais aguardadas dos últimos tempos. E os leitores não ficarão, decerto, desiludidos. Pelo contrário. Mesmo quem já conhecia o original, lê, fascinado, e até ao fim, esta tradução. Aqueles que não o conhecem, mas certamente dele já ouviram falar ("Em Busca do Tempo Perdido" é uma das obras-primas da literatura do século XX, ao lado de "Ulisses" de Joyce, do "Livro do Desassossego" de Pessoa, e poucos outros) não podem perder esta edição. Acaba de sair o primeiro volume, "Do Lado de Swann", o segundo sairá ainda este Verão, e os outros até ao final do primeiro semestre de 2004. Como afirmou o poeta e tradutor Pedro Tamen em entrevista a Maria da Conceição Caleiro ("Público, Mil Folhas", 21/06/03), "não é possível contar ["Em Busca do Tempo Perdido"] a ninguém, não existe como história, há meia dúzia de peripécias, de personagens... Ao nível das peripécias há muitas coisas apaixonantes. As mutações quase rocambolescas das personagens, o que era Odette e o que Odette vai sendo ao longo das 3000 páginas... Mas não é isso que interessa. O que interessa é o que isso significa, é o facto de a vida, o mundo, o tempo correr mais depressa do que nós, e no fundo só podermos descobrir o sentido disso quando o tornamos arte, quando o concretizamos em literatura. (...) ["Em Busca do Tempo Perdido"] é a criação de um universo, no sentido mais universal que a palavra possa conter, através da linguagem." "["Em Busca do Tempo Perdido" tem] múltiplas personagens e peripécias, que se encaixam, que se ramificam como num tema musical e as suas variações, que voltam as mesmas e sempre já outras, ou melhor, um ciclo na arquitectura, montando pedra a pedra, uma catedral incompleta. Embora se possa, naturalmente, dizer que se trata da lenta preparação do narrador, desde criança, para se tornar o escritor da obra que nos é dada. Mas no nosso quotidiano íntimo ou mundano, o que quer que seja que nos aconteça, há sempre um nome que pode vir de Proust, uma situação marcada por um 'antes' familiar, um já escrito: quem não cruzou um Legrandin na sua vida? Ou sorriu enternecido para o acompanhamento, que uma Madame de Cambremer faz de uma melodia em desuso? Quem não inscreveu o nome de alguém amantíssimo numa frase musical, antes de a imaterializar e expandir o efeito possível da música na percepção do mundo? Quem não conheceu Sras Verdurins que lá bem no fundo querem devir Guermantes." Maria da Conceição Caleiro, "Público, Mil Folhas", 21/06/03
Nº Páginas: 447
Sinopse:
A tradução de "Em Busca do Tempo Perdido" por Pedro Tamen era uma das mais aguardadas dos últimos tempos. E os leitores não ficarão, decerto, desiludidos. Pelo contrário. Mesmo quem já conhecia o original, lê, fascinado, e até ao fim, esta tradução. Aqueles que não o conhecem, mas certamente dele já ouviram falar ("Em Busca do Tempo Perdido" é uma das obras-primas da literatura do século XX, ao lado de "Ulisses" de Joyce, do "Livro do Desassossego" de Pessoa, e poucos outros) não podem perder esta edição. Acaba de sair o primeiro volume, "Do Lado de Swann", o segundo sairá ainda este Verão, e os outros até ao final do primeiro semestre de 2004. Como afirmou o poeta e tradutor Pedro Tamen em entrevista a Maria da Conceição Caleiro ("Público, Mil Folhas", 21/06/03), "não é possível contar ["Em Busca do Tempo Perdido"] a ninguém, não existe como história, há meia dúzia de peripécias, de personagens... Ao nível das peripécias há muitas coisas apaixonantes. As mutações quase rocambolescas das personagens, o que era Odette e o que Odette vai sendo ao longo das 3000 páginas... Mas não é isso que interessa. O que interessa é o que isso significa, é o facto de a vida, o mundo, o tempo correr mais depressa do que nós, e no fundo só podermos descobrir o sentido disso quando o tornamos arte, quando o concretizamos em literatura. (...) ["Em Busca do Tempo Perdido"] é a criação de um universo, no sentido mais universal que a palavra possa conter, através da linguagem." "["Em Busca do Tempo Perdido" tem] múltiplas personagens e peripécias, que se encaixam, que se ramificam como num tema musical e as suas variações, que voltam as mesmas e sempre já outras, ou melhor, um ciclo na arquitectura, montando pedra a pedra, uma catedral incompleta. Embora se possa, naturalmente, dizer que se trata da lenta preparação do narrador, desde criança, para se tornar o escritor da obra que nos é dada. Mas no nosso quotidiano íntimo ou mundano, o que quer que seja que nos aconteça, há sempre um nome que pode vir de Proust, uma situação marcada por um 'antes' familiar, um já escrito: quem não cruzou um Legrandin na sua vida? Ou sorriu enternecido para o acompanhamento, que uma Madame de Cambremer faz de uma melodia em desuso? Quem não inscreveu o nome de alguém amantíssimo numa frase musical, antes de a imaterializar e expandir o efeito possível da música na percepção do mundo? Quem não conheceu Sras Verdurins que lá bem no fundo querem devir Guermantes." Maria da Conceição Caleiro, "Público, Mil Folhas", 21/06/03
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-do-tempo-perdido-do-lado-de-swann-volume-i-de-marcel-proust-2720669');
});">
Edição: Set 2016
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-do-tempo-perdido-o-lado-de-guermantes-volume-iii-de-marcel-proust-5961637');
});">
Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-do-tempo-perdido-do-lado-de-swann-volume-i-de-marcel-proust-5874010');
});">
Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 470
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 470
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-do-tempo-perdido-a-sombra-das-raparigas-em-flor-volume-ii-de-marcel-proust-5874012');
});">
Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544
Sinopse:
A edição de "Em Busca do Tempo Perdido", traduzido pelo poeta Pedro Tamen, é, sem dúvida, um dos acontecimentos editoriais do ano. Prossegue agora com o segundo volume, "À Sombra das Raparigas em Flor" (Prémio Goncourt). Combray e a infância ficaram para trás. E Gilberte também. O narrador segue agora pelas reminiscências da adolescência, e visita a estância de Balbec, com a avó. Surgem Albertine, rodeada pelas amigas, e o pintor Elstir, com os seus quadros de marinhas. "Através desta tradução, sente-se a presença de um poeta e de um profundo conhecedor da literatura portuguesa. No texto, ecoa a memória do mais parisiense dos nossos escritores - Eça de Queirós - que semeia os seus romances de expressões francesas. Pedro Tamen oscila entre a tradução de topónimos e a sua manutenção na língua de partida, seguindo de perto as hesitações de "A Cidade e as Serras", criando uma atmosfera próxima e distante, como se estivéssemos ainda nos finais do século XIX ou, talvez, no início do século XX. Conserva, na língua original, os nomes das personagens, mesmo quando seria possível traduzi-los, fiel a um autor que acredita no poder de nomear. Faz nascer o desejo de leitura, como se agora Marcel Proust começasse a ser, de uma outra forma, a sua própria tradução." Teresa Almeida, "Expresso, Actual" 12/07/03
Nº Páginas: 544
Sinopse:
A edição de "Em Busca do Tempo Perdido", traduzido pelo poeta Pedro Tamen, é, sem dúvida, um dos acontecimentos editoriais do ano. Prossegue agora com o segundo volume, "À Sombra das Raparigas em Flor" (Prémio Goncourt). Combray e a infância ficaram para trás. E Gilberte também. O narrador segue agora pelas reminiscências da adolescência, e visita a estância de Balbec, com a avó. Surgem Albertine, rodeada pelas amigas, e o pintor Elstir, com os seus quadros de marinhas. "Através desta tradução, sente-se a presença de um poeta e de um profundo conhecedor da literatura portuguesa. No texto, ecoa a memória do mais parisiense dos nossos escritores - Eça de Queirós - que semeia os seus romances de expressões francesas. Pedro Tamen oscila entre a tradução de topónimos e a sua manutenção na língua de partida, seguindo de perto as hesitações de "A Cidade e as Serras", criando uma atmosfera próxima e distante, como se estivéssemos ainda nos finais do século XIX ou, talvez, no início do século XX. Conserva, na língua original, os nomes das personagens, mesmo quando seria possível traduzi-los, fiel a um autor que acredita no poder de nomear. Faz nascer o desejo de leitura, como se agora Marcel Proust começasse a ser, de uma outra forma, a sua própria tradução." Teresa Almeida, "Expresso, Actual" 12/07/03
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-do-tempo-perdido-a-sombra-das-raparigas-em-flor-volume-ii-de-marcel-proust-2753288');
});">
Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-do-tempo-perdido-a-prisioneira-de-marcel-volume-v-de-marcel-proust-6024042');
});">
Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 414
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 414
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-do-tempo-perdido-a-prisioneira-volume-v-de-marcel-proust-4845688');
});">
Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-do-tempo-perdido-a-fugitiva-volume-vi-de-marcel-proust-6024043');
});">
Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-do-tempo-perdido-a-fugitiva-volume-vi-de-marcel-proust-4845726');
});">
Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 64
Sinopse:
José Gil prossegue neste livro a sua investigação sobre os processos individuais e colectivos de subjectivação em Portugal. Quais são esses processos neste período marcado pela globalização, a crise económica e a hegemonia política do PS? Que formas assume essa subjectivação quando "a falha de sentido que as promessas por cumprir do 25 de Abril não conseguiram colmatar" foi suprida por antigos hábitos e "mentalidades"? Reinventando conceitos de Ferenczi e Foucault no sentido de uma abordagem original, José Gil mostra como os portugueses tentaram conquistar "formas de subjectivação individuais em desfasamento ou inadequação aos quadros de vida colectiva que se iam edificando progressivamente". O autor de "Portugal Hoje: O Medo de Existir" considera que "fizemos da identidade o território da sujectividade" e "esforçamo-nos por resistir ao "fora" que aí vem, do exterior ou do interior, que ameaça destruir as nossas velhas subjectividades". Em sua opinião, a única maneira de remover o obstáculo da "identidade" é "deixarmos de ser primeiro portugueses para poder existir primeiro como homens". É à luz dessa preocupação que se analisa o discurso dos actuais governantes que consideram que Portugal entrou "num processo irreversível de modernização", um discurso "anti-ideológico e de via única" em que a avaliação "surge como método universal de formação de identidades". José Gil aborda em particular o "chico-espertismo" enquanto fenómeno que atravessa todo o "tipo de subjectividade da nossa sociedade, sendo transversal a todas as classes, grupos, géneros e gerações".
Nº Páginas: 64
Sinopse:
José Gil prossegue neste livro a sua investigação sobre os processos individuais e colectivos de subjectivação em Portugal. Quais são esses processos neste período marcado pela globalização, a crise económica e a hegemonia política do PS? Que formas assume essa subjectivação quando "a falha de sentido que as promessas por cumprir do 25 de Abril não conseguiram colmatar" foi suprida por antigos hábitos e "mentalidades"? Reinventando conceitos de Ferenczi e Foucault no sentido de uma abordagem original, José Gil mostra como os portugueses tentaram conquistar "formas de subjectivação individuais em desfasamento ou inadequação aos quadros de vida colectiva que se iam edificando progressivamente". O autor de "Portugal Hoje: O Medo de Existir" considera que "fizemos da identidade o território da sujectividade" e "esforçamo-nos por resistir ao "fora" que aí vem, do exterior ou do interior, que ameaça destruir as nossas velhas subjectividades". Em sua opinião, a única maneira de remover o obstáculo da "identidade" é "deixarmos de ser primeiro portugueses para poder existir primeiro como homens". É à luz dessa preocupação que se analisa o discurso dos actuais governantes que consideram que Portugal entrou "num processo irreversível de modernização", um discurso "anti-ideológico e de via única" em que a avaliação "surge como método universal de formação de identidades". José Gil aborda em particular o "chico-espertismo" enquanto fenómeno que atravessa todo o "tipo de subjectividade da nossa sociedade, sendo transversal a todas as classes, grupos, géneros e gerações".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/em-busca-da-identidade-de-jose-gil-4845500');
});">
Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Para os Ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Para os Ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/elogio-da-sombra-de-junichiro-tanizaki-5782074');
});">
Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 110
Sinopse:
" "Elogio da Sombra" é uma das principais obras de Tanizaki (1886-1965) e um dos mais fascinantes ensaios sobre as diferenças entre o Ocidente e o Oriente. Para os ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos. Neste ensaio de 1933, Tanizaki fala-nos da cor das lacas, dos actores de nô, das paredes dos corredores, dos beirais das casas, da luz que há na sombra, para nos prevenir contra tudo o que brilha. Revela-nos o que sentia ao olhar o papel dos shôji, a visão de um universo ambíguo onde luz e sombra se confundem numa impressão de eternidade. "
Nº Páginas: 110
Sinopse:
" "Elogio da Sombra" é uma das principais obras de Tanizaki (1886-1965) e um dos mais fascinantes ensaios sobre as diferenças entre o Ocidente e o Oriente. Para os ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos. Neste ensaio de 1933, Tanizaki fala-nos da cor das lacas, dos actores de nô, das paredes dos corredores, dos beirais das casas, da luz que há na sombra, para nos prevenir contra tudo o que brilha. Revela-nos o que sentia ao olhar o papel dos shôji, a visão de um universo ambíguo onde luz e sombra se confundem numa impressão de eternidade. "
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/elogio-da-sombra-de-junichiro-tanizaki-4845874');
});">
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 364
Sinopse:
Quando Clitemnestra se casa com Agamémnon ignora os sussurros insidiosos sobre a linhagem familiar do marido, a Casa de Atreu. Em Troia, a princesa Cassandra tem o dom da profecia, mas carrega uma maldição. Electra, a filha mais nova de Clitemnestra e de Agamémnon, quer apenas que o seu amado pai regresse da guerra. Mas poderá escapar à história sangrenta da família ou estará o seu destino também ligado à violência?
Nº Páginas: 364
Sinopse:
Quando Clitemnestra se casa com Agamémnon ignora os sussurros insidiosos sobre a linhagem familiar do marido, a Casa de Atreu. Em Troia, a princesa Cassandra tem o dom da profecia, mas carrega uma maldição. Electra, a filha mais nova de Clitemnestra e de Agamémnon, quer apenas que o seu amado pai regresse da guerra. Mas poderá escapar à história sangrenta da família ou estará o seu destino também ligado à violência?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/electra-de-jennifer-saint-7739741');
});">
Edição: Jul 2003
Nº Páginas: 150
Sinopse:
"Ora aqui está. Uma rapariga de dezassete anos. Com o aspecto de uma Vénus de Milo com braços — talvez não gostem da ideia, mas então é porque também não gostam de certeza de uma bela égua bem lançada —, uma rapariga com umas coxas, uns seios e um corpo como não há por aí às dúzias, e uma bela cabeça de eslava, um pouco achatada, com olhos oblíquos e cabelo loiro todo ondulado. E uma rapariga que, além disso, tem de seu. Tem dezassete anos; é assim e deixa-se injectar com morfina por um tipo que parece um chulo de baixa categoria…, e que, ainda por cima, tem maquilhagem. Juro-lhes que elas não percebem nada. Agarro nela e ponho-a de pé. — Vamos lá, minha lorpa — digo-lhe eu. Estou-me nas tintas para a hipótese de alguém entrar. Não se esqueçam de que estou vestido de mulher… e nada tem de chocante ver uma velha amiga meter na cama outra velha amiga que se meteu um pouco nos copos."
Nº Páginas: 150
Sinopse:
"Ora aqui está. Uma rapariga de dezassete anos. Com o aspecto de uma Vénus de Milo com braços — talvez não gostem da ideia, mas então é porque também não gostam de certeza de uma bela égua bem lançada —, uma rapariga com umas coxas, uns seios e um corpo como não há por aí às dúzias, e uma bela cabeça de eslava, um pouco achatada, com olhos oblíquos e cabelo loiro todo ondulado. E uma rapariga que, além disso, tem de seu. Tem dezassete anos; é assim e deixa-se injectar com morfina por um tipo que parece um chulo de baixa categoria…, e que, ainda por cima, tem maquilhagem. Juro-lhes que elas não percebem nada. Agarro nela e ponho-a de pé. — Vamos lá, minha lorpa — digo-lhe eu. Estou-me nas tintas para a hipótese de alguém entrar. Não se esqueçam de que estou vestido de mulher… e nada tem de chocante ver uma velha amiga meter na cama outra velha amiga que se meteu um pouco nos copos."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/elas-nao-percebem-nada-de-boris-vian-4844365');
});">
Edição: Set 2019
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Estratégias simples e eficazes, com exemplos práticos e reais, para superar os desafios da educação. Educar pela Positiva é um guia para apoiar pais e educadores na mais exigente e emocionante das missões: educar. Com uma linguagem simples e acessível, o autor desmonta as razões por detrás do mau comportamento, apela à reflexão e apresenta um conjunto de dicas, estratégias e poderosas ferramentas para uma relação mais efetiva (e afetiva) com as crianças. Este livro dá-lhe pistas concretas para ajudar os mais novos a resolverem problemas, a superarem os desafios do crescimento e a desenvolverem autonomia, responsabilidade, cooperação e autoestima - características essenciais para que cresçam felizes e se tornem adultos realizados.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Estratégias simples e eficazes, com exemplos práticos e reais, para superar os desafios da educação. Educar pela Positiva é um guia para apoiar pais e educadores na mais exigente e emocionante das missões: educar. Com uma linguagem simples e acessível, o autor desmonta as razões por detrás do mau comportamento, apela à reflexão e apresenta um conjunto de dicas, estratégias e poderosas ferramentas para uma relação mais efetiva (e afetiva) com as crianças. Este livro dá-lhe pistas concretas para ajudar os mais novos a resolverem problemas, a superarem os desafios do crescimento e a desenvolverem autonomia, responsabilidade, cooperação e autoestima - características essenciais para que cresçam felizes e se tornem adultos realizados.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/educar-pela-positiva-de-nuno-pinto-martins-7018288');
});">
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Sebastião José de Carvalho e Melo nasceu em 1699 e viria a morrer em 1782. O que aconteceu, entre o primeiro e o último dia da sua vida, que fez dele o homem que foi? Uma nova política socioeconómica, com reformas esclarecidas da administração, do ensino, da indústria e do comércio, entre outras, e a magnífica reconstrução da parte baixa de Lisboa após o terramoto de 1755, são elementos de um importante legado. Agora, enquanto surpreendente herói ficcional, este romance desvenda a linha em que se tocam a psicologia individual do homem e o jogo político de alto nível numa das mais importantes épocas da história portuguesa, pois o rei D. José I, como outros, não raras vezes se tornou uma marioneta nas mãos do hábil e narcísico Sebastião José. Começando no dia 1 de Novembro de 1755, "Dia de Todos os Santos em que o demónio saiu a semear o Inferno em Lisboa com tremendos abalos, vastíssimas ondas e intensas labaredas", e discorrendo sobre as memórias e as humilhações de Sebastião José antes e depois da sua ascensão ao poder, a forma como enfrentou os inimigos e os venceu, deixando-os sem terra onde semear mais injúrias, mas também o casamento, o nascimento dos seus filhos, a fortuna do amor - e os gritos suplicantes dos condenados pela ambição ou capricho do Marquês -, El-rei, Nosso Senhor, Sebastião José é uma história de ambição, paixão e traição desde a glória da vitória até à decadência do fim. Alvo de uma pesquisa histórica irrepreensível, a vida deste genial e sofisticado político, mas senhor da brutalidade e da manipulação, implacável ao perseguir os seus interesses, presta-se agora à imaginação de um romance pela mão de mestre de Ana Cristina Silva.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Sebastião José de Carvalho e Melo nasceu em 1699 e viria a morrer em 1782. O que aconteceu, entre o primeiro e o último dia da sua vida, que fez dele o homem que foi? Uma nova política socioeconómica, com reformas esclarecidas da administração, do ensino, da indústria e do comércio, entre outras, e a magnífica reconstrução da parte baixa de Lisboa após o terramoto de 1755, são elementos de um importante legado. Agora, enquanto surpreendente herói ficcional, este romance desvenda a linha em que se tocam a psicologia individual do homem e o jogo político de alto nível numa das mais importantes épocas da história portuguesa, pois o rei D. José I, como outros, não raras vezes se tornou uma marioneta nas mãos do hábil e narcísico Sebastião José. Começando no dia 1 de Novembro de 1755, "Dia de Todos os Santos em que o demónio saiu a semear o Inferno em Lisboa com tremendos abalos, vastíssimas ondas e intensas labaredas", e discorrendo sobre as memórias e as humilhações de Sebastião José antes e depois da sua ascensão ao poder, a forma como enfrentou os inimigos e os venceu, deixando-os sem terra onde semear mais injúrias, mas também o casamento, o nascimento dos seus filhos, a fortuna do amor - e os gritos suplicantes dos condenados pela ambição ou capricho do Marquês -, El-rei, Nosso Senhor, Sebastião José é uma história de ambição, paixão e traição desde a glória da vitória até à decadência do fim. Alvo de uma pesquisa histórica irrepreensível, a vida deste genial e sofisticado político, mas senhor da brutalidade e da manipulação, implacável ao perseguir os seus interesses, presta-se agora à imaginação de um romance pela mão de mestre de Ana Cristina Silva.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/el-rei-nosso-senhor-sebastiao-jose-de-ana-cristina-silva-8059363');
});">
