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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Num jantar a 15 de Dezembro de 1922, Virginia Woolf conheceu a escritora e aristocrata Vita Sackville-West, que lhe haveria de inspirar mais tarde a personagem de Orlando. Virginia Woolf parece não ter apreciado particularmente as opiniões de Vita, mas a impressão que esta lhe causou foi intensa. Foi o início de uma relação amorosa, de amizade e colaboração literária. A correspondência entre elas prolongou-se por quase vinte anos, até ao suicídio de Virginia Woolf em 1941. Através desta antologia, conhecemos a evolução dessa relação sentimental.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Num jantar a 15 de Dezembro de 1922, Virginia Woolf conheceu a escritora e aristocrata Vita Sackville-West, que lhe haveria de inspirar mais tarde a personagem de Orlando. Virginia Woolf parece não ter apreciado particularmente as opiniões de Vita, mas a impressão que esta lhe causou foi intensa. Foi o início de uma relação amorosa, de amizade e colaboração literária. A correspondência entre elas prolongou-se por quase vinte anos, até ao suicídio de Virginia Woolf em 1941. Através desta antologia, conhecemos a evolução dessa relação sentimental.
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 576
Sinopse:
"As cartas deste livro foram escritas por um homem de 28 anos na privacidade da sua relação com a mulher, isolado de tudo e de todos durante dois anos de guerra colonial em Angola, sem pensar que algum dia viriam a ser lidas por mais alguém. Não vamos aqui descrever o que são essas cartas: cada pessoa irá lê-las de forma diferente, seguramente distinta da nossa. Mas qualquer que seja a abordagem, literária, biográfica, documento de guerra ou história de amor, sabemos que é extraordinária em todos esses aspectos (...) Este é o livro do amor dos nossos pais, de onde nascemos e do qual nos orgulhamos. Nascemos de duas pessoas invulgares em tudo, que em parte vos damos a conhecer nestas cartas. O resto é nosso." Maria José Lobo Antunes Joana Lobo Antunes Do Prefácio
Nº Páginas: 576
Sinopse:
"As cartas deste livro foram escritas por um homem de 28 anos na privacidade da sua relação com a mulher, isolado de tudo e de todos durante dois anos de guerra colonial em Angola, sem pensar que algum dia viriam a ser lidas por mais alguém. Não vamos aqui descrever o que são essas cartas: cada pessoa irá lê-las de forma diferente, seguramente distinta da nossa. Mas qualquer que seja a abordagem, literária, biográfica, documento de guerra ou história de amor, sabemos que é extraordinária em todos esses aspectos (...) Este é o livro do amor dos nossos pais, de onde nascemos e do qual nos orgulhamos. Nascemos de duas pessoas invulgares em tudo, que em parte vos damos a conhecer nestas cartas. O resto é nosso." Maria José Lobo Antunes Joana Lobo Antunes Do Prefácio
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Através destas cartas, Mario Vargas Llosa fala-nos com grande lucidez da arte de narrar, da vocação literária e do exercício dessa vocação. Nesse sentido, discorre sobre o poder de persuasão das histórias, o estilo, os vários tipos de narrador, o espaço e o tempo, os níveis de realidade, a estrutura do romance, a autenticidade e a eficácia da escrita e, claro, a coerência interna da narrativa, que emana da própria linguagem. Uma demonstração de sabedoria e experiência, ilustrada por inúmeros exemplos de escritores e romances, descritos com pinceladas breves e certeiras, e que acaba com um conselho definitivo: «Querido amigo: estou a tentar dizer-lhe que esqueça tudo o que leu nas minhas cartas sobre a forma romanesca e que se ponha a escrever romances de uma vez por todas."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Através destas cartas, Mario Vargas Llosa fala-nos com grande lucidez da arte de narrar, da vocação literária e do exercício dessa vocação. Nesse sentido, discorre sobre o poder de persuasão das histórias, o estilo, os vários tipos de narrador, o espaço e o tempo, os níveis de realidade, a estrutura do romance, a autenticidade e a eficácia da escrita e, claro, a coerência interna da narrativa, que emana da própria linguagem. Uma demonstração de sabedoria e experiência, ilustrada por inúmeros exemplos de escritores e romances, descritos com pinceladas breves e certeiras, e que acaba com um conselho definitivo: «Querido amigo: estou a tentar dizer-lhe que esqueça tudo o que leu nas minhas cartas sobre a forma romanesca e que se ponha a escrever romances de uma vez por todas."
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nestas cartas procurei dividir com o leitor, especialmente os mais jovens, experiências que vivi em meus vinte e sete anos de política, lições que aprendi dentro e fora do governo e conhecimentos que fui adquirindo ao longo da vida." - Fernando Henrique Cardoso.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nestas cartas procurei dividir com o leitor, especialmente os mais jovens, experiências que vivi em meus vinte e sete anos de política, lições que aprendi dentro e fora do governo e conhecimentos que fui adquirindo ao longo da vida." - Fernando Henrique Cardoso.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 400
Sinopse:
1943, nas ruínas de uma Londres arrasada pelo Blitz. Stella é casada. Dan é um soldado americano prestes a partir para a guerra. Quando um encontro acidental os junta, os dois apaixonam-se de forma inesperada. Mas o amor deles é tão intenso quanto impossível. Obrigados a uma separação dolorosa, Stella e Dan começam a trocar cartas todos os dias, sendo esta a única forma de se manterem juntos. Setenta anos depois. Dan ainda não desistiu de voltar a encontrar a sua amada. Apesar da idade, vai tentar uma última vez. A carta que envia, para a única morada que conhece, é recebida por Jess. Embora assoberbada com os seus problemas, ao ler a história comovente da carta, Jess ganha uma nova determinação. É impossível ignorar um amor tão bonito, que ardeu tão forte, e que a vida separou.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
1943, nas ruínas de uma Londres arrasada pelo Blitz. Stella é casada. Dan é um soldado americano prestes a partir para a guerra. Quando um encontro acidental os junta, os dois apaixonam-se de forma inesperada. Mas o amor deles é tão intenso quanto impossível. Obrigados a uma separação dolorosa, Stella e Dan começam a trocar cartas todos os dias, sendo esta a única forma de se manterem juntos. Setenta anos depois. Dan ainda não desistiu de voltar a encontrar a sua amada. Apesar da idade, vai tentar uma última vez. A carta que envia, para a única morada que conhece, é recebida por Jess. Embora assoberbada com os seus problemas, ao ler a história comovente da carta, Jess ganha uma nova determinação. É impossível ignorar um amor tão bonito, que ardeu tão forte, e que a vida separou.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Compiladas pela primeira vez em volume em 1945, as quatro cartas que aqui se apresentam foram escritas por Albert Camus durante a ocupação de França pelas forças nazis e publicadas na clandestinidade. Nelas encontra-se expressa a doutrina desenvolvida em A Peste ou O Homem Revoltado: de que o homem é um ser mortal, mas que não deve morrer sem resistência, sem lutar pela justiça. Cartas a Um Amigo Alemão é, nas palavras do próprio autor, um "documento da luta contra a violência" e, prestando testemunho de um dos momentos mais avassaladores da história recente da Europa, revela-se, acima de tudo, um texto de defesa do ideal europeu, cujos argumentos permanecem ainda hoje tão pertinentes.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Compiladas pela primeira vez em volume em 1945, as quatro cartas que aqui se apresentam foram escritas por Albert Camus durante a ocupação de França pelas forças nazis e publicadas na clandestinidade. Nelas encontra-se expressa a doutrina desenvolvida em A Peste ou O Homem Revoltado: de que o homem é um ser mortal, mas que não deve morrer sem resistência, sem lutar pela justiça. Cartas a Um Amigo Alemão é, nas palavras do próprio autor, um "documento da luta contra a violência" e, prestando testemunho de um dos momentos mais avassaladores da história recente da Europa, revela-se, acima de tudo, um texto de defesa do ideal europeu, cujos argumentos permanecem ainda hoje tão pertinentes.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Cartas a Sandra, a simbiose entre o privado e o filosófico Cartas a Sandra é uma obra póstuma de Vergílio Ferreira, que morreu dias antes da sua publicação. Consiste numa longa carta de amor composta por 10 missivas de Paulo para Sandra.
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Cartas a Sandra, a simbiose entre o privado e o filosófico Cartas a Sandra é uma obra póstuma de Vergílio Ferreira, que morreu dias antes da sua publicação. Consiste numa longa carta de amor composta por 10 missivas de Paulo para Sandra.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 136
Sinopse:
James Joyce encontrou Nora Barnacle em 1904 em Dublin quando ela era ainda uma jovem de cabelos ruivos e ondulados e andar altivo. Joyce era então um jovem tímido que passeava as suas ambições literárias em longos passeios solitários pela cidade. Estas cartas de Joyce tornaram-se famosas há duas décadas pela crua descrição das suas fantasias sexuais, mas são muito mais do que isso. Nora desempenhou um papel essencial na vida de Joyce e na criação das personagens femininas. O próprio Joyce reconhece numa das cartas que o corpo "musical e estranho e perfumado" de Gretta Conroy em "Os Mortos" é inspirado em Nora, que reaparece na Bertha de Exílios, na Molly Bloom de Ulisses, e até na Anna Livia de Finnegans Wake. As cartas a Nora concentram-se em dois grandes períodos. O primeiro é em 1904, ano do seu encontro. É a emocionante crónica do surgimento de uma paixão amorosa, ao mesmo tempo romântica e erótica, atravessada pelas dúvidas e os ciúmes de Joyce. Outro período tem começo em Julho de 1909, quando Joyce está em Dublin com o filho e Nora permanece em Trieste, onde o casal se havia fixado. Esta separação e a provável intriga de um amigo do escritor vão provocar uma profunda crise em Joyce, cujos ciúmes se intensificam. É neste período que as cartas oscilam entre o céu e o inferno, o ciúme e a entrega, o romântico e o obsceno.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
James Joyce encontrou Nora Barnacle em 1904 em Dublin quando ela era ainda uma jovem de cabelos ruivos e ondulados e andar altivo. Joyce era então um jovem tímido que passeava as suas ambições literárias em longos passeios solitários pela cidade. Estas cartas de Joyce tornaram-se famosas há duas décadas pela crua descrição das suas fantasias sexuais, mas são muito mais do que isso. Nora desempenhou um papel essencial na vida de Joyce e na criação das personagens femininas. O próprio Joyce reconhece numa das cartas que o corpo "musical e estranho e perfumado" de Gretta Conroy em "Os Mortos" é inspirado em Nora, que reaparece na Bertha de Exílios, na Molly Bloom de Ulisses, e até na Anna Livia de Finnegans Wake. As cartas a Nora concentram-se em dois grandes períodos. O primeiro é em 1904, ano do seu encontro. É a emocionante crónica do surgimento de uma paixão amorosa, ao mesmo tempo romântica e erótica, atravessada pelas dúvidas e os ciúmes de Joyce. Outro período tem começo em Julho de 1909, quando Joyce está em Dublin com o filho e Nora permanece em Trieste, onde o casal se havia fixado. Esta separação e a provável intriga de um amigo do escritor vão provocar uma profunda crise em Joyce, cujos ciúmes se intensificam. É neste período que as cartas oscilam entre o céu e o inferno, o ciúme e a entrega, o romântico e o obsceno.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""A ti, por sua causa e tua, uma pessoa pode dizer a verdade como a mais ninguém, mais até, pode saber a sua verdade directamente de ti." Talvez como mais nenhum outro, este passo da carta escrita por Franz Kafka em 25 de Setembro de 1920 a Milena Pollak dá testemunho não apenas da intensidade da relação entre ambos — provavelmente, a relação amorosa mais profunda da vida de Kafka —, mas também do extremo de exposição pessoal a que o autor d’O Processo estava disposto no âmbito dessa relação. "Poucos dias antes, a 22 de Setembro, esse extremo expressara-se numa imagem de inultrapassável violência — "o amor é seres para mim a faca com que remexo as minhas entranhas" —, mostrando com clareza como, analogamente à escrita literária e aos textos diarísticos, as cartas constituem para Kafka um meio de exploração o mais intensa possível dos seus próprios e de todos os limites." Do Prefácio Esta é a primeira edição integral das "Cartas a Milena" de Kafka
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""A ti, por sua causa e tua, uma pessoa pode dizer a verdade como a mais ninguém, mais até, pode saber a sua verdade directamente de ti." Talvez como mais nenhum outro, este passo da carta escrita por Franz Kafka em 25 de Setembro de 1920 a Milena Pollak dá testemunho não apenas da intensidade da relação entre ambos — provavelmente, a relação amorosa mais profunda da vida de Kafka —, mas também do extremo de exposição pessoal a que o autor d’O Processo estava disposto no âmbito dessa relação. "Poucos dias antes, a 22 de Setembro, esse extremo expressara-se numa imagem de inultrapassável violência — "o amor é seres para mim a faca com que remexo as minhas entranhas" —, mostrando com clareza como, analogamente à escrita literária e aos textos diarísticos, as cartas constituem para Kafka um meio de exploração o mais intensa possível dos seus próprios e de todos os limites." Do Prefácio Esta é a primeira edição integral das "Cartas a Milena" de Kafka
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Edição: Dez 2003
Nº Páginas: 126
Sinopse:
"As sugestões que Virginia Woolf e Rilke fazem aos jovens poetas vão em sentidos opostos - e daí o interesse maior da sua publicação conjunta. Rilke e Woolf coincidem apenas no conselho que dão aos seus correspondentes para que não tenham pressa em publicar (...). É provável que as suas diferentes abordagens da criação poética tenham a ver com a diversidade da poesia alemã e inglesa no início do século XX e o facto de Rilke ser sobretudo um poeta e Woolf uma romancista. Mas isso foi certamente acentuado pela sensibilidade de cada um e por as disposições dos jovens poetas a que escrevem, John e Kappus, serem também elas distintas - o primeiro voltado para a expressão das suas emoções mais íntimas e Kappus para o exterior." (Do Prefácio)
Nº Páginas: 126
Sinopse:
"As sugestões que Virginia Woolf e Rilke fazem aos jovens poetas vão em sentidos opostos - e daí o interesse maior da sua publicação conjunta. Rilke e Woolf coincidem apenas no conselho que dão aos seus correspondentes para que não tenham pressa em publicar (...). É provável que as suas diferentes abordagens da criação poética tenham a ver com a diversidade da poesia alemã e inglesa no início do século XX e o facto de Rilke ser sobretudo um poeta e Woolf uma romancista. Mas isso foi certamente acentuado pela sensibilidade de cada um e por as disposições dos jovens poetas a que escrevem, John e Kappus, serem também elas distintas - o primeiro voltado para a expressão das suas emoções mais íntimas e Kappus para o exterior." (Do Prefácio)
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 408
Sinopse:
As cartas do amor proibido de Arendt e Heidegger. Que estranha afinidade electiva poderá ter juntado a estudante judia e o filósofo filiado no partido nazi? Toda a correspondência entre Hannah Arendt e Martin Heidegger reunida num único volume. Este é o diálogo entre duas das mais importantes vozes filosóficas do século XX. Arendt conheceu Heidegger na Universidade de Marburgo. Ela era estudante, ele era professor. Ela tinha 19 anos. O professor tinha 36 e era casado. Tiveram uma relação amorosa, central na vida de ambos. Heidegger afirmou que o romance deles foi o "mais excitante, mais orientado e mais rico" período da sua vida e que essa criatividade foi fecundadora do Ser e Tempo - a mais importante e seminal das suas obras. Como é que se pode compreender que Hannah Arendt e Martin Heidegger - a judia alemã que denunciou o totalitarismo e o filósofo seduzido pelo nazismo - tenham sido amantes antes da Guerra e tenham voltado a ser amigos depois do Holocausto?
Nº Páginas: 408
Sinopse:
As cartas do amor proibido de Arendt e Heidegger. Que estranha afinidade electiva poderá ter juntado a estudante judia e o filósofo filiado no partido nazi? Toda a correspondência entre Hannah Arendt e Martin Heidegger reunida num único volume. Este é o diálogo entre duas das mais importantes vozes filosóficas do século XX. Arendt conheceu Heidegger na Universidade de Marburgo. Ela era estudante, ele era professor. Ela tinha 19 anos. O professor tinha 36 e era casado. Tiveram uma relação amorosa, central na vida de ambos. Heidegger afirmou que o romance deles foi o "mais excitante, mais orientado e mais rico" período da sua vida e que essa criatividade foi fecundadora do Ser e Tempo - a mais importante e seminal das suas obras. Como é que se pode compreender que Hannah Arendt e Martin Heidegger - a judia alemã que denunciou o totalitarismo e o filósofo seduzido pelo nazismo - tenham sido amantes antes da Guerra e tenham voltado a ser amigos depois do Holocausto?
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Edição: Jun 2008
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"As duas principais correntes filosóficas helenísticas, o epicurismo e o estoicismo, surgiram quase em simultâneo, tendo os seus fundadores, Epicuro e Zenão de Cício, formado em Atenas escolas rivais."
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"As duas principais correntes filosóficas helenísticas, o epicurismo e o estoicismo, surgiram quase em simultâneo, tendo os seus fundadores, Epicuro e Zenão de Cício, formado em Atenas escolas rivais."
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
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Edição: Dez 2004
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Claro que não quero dizer que aquilo que sou se deve apenas à tua influência. Seria um grande exagero (e eu até tenho tendência para estes exageros). É bem possível que, mesmo se tivesse crescido completamente fora da tua influência, não conseguisse vir a ser um indivíduo a teu contento. Ter-me-ia tornado, talvez, um indivíduo mais fraco, mais ansioso, mais indeciso, mais inquieto, nem um Robert Kafka, nem um Karl Hermann, mas um ser completamente diferente daquilo que sou, e teríamos conseguido darmo-nos às mil maravilhas. Ter-me-ia sentido feliz por te ter como amigo, chefe, tio, avô, e até mesmo (se bem que com alguma reserva) como sogro. Só que como pai foste forte de mais para mim, sobretudo atendendo a que os meus irmãos morreram de tenra idade, e que só muito mais tarde viriam as minhas irmãs, pelo que tive de aguentar o primeiro embate completamente sozinho, sendo eu fraco de mais para isso."
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Claro que não quero dizer que aquilo que sou se deve apenas à tua influência. Seria um grande exagero (e eu até tenho tendência para estes exageros). É bem possível que, mesmo se tivesse crescido completamente fora da tua influência, não conseguisse vir a ser um indivíduo a teu contento. Ter-me-ia tornado, talvez, um indivíduo mais fraco, mais ansioso, mais indeciso, mais inquieto, nem um Robert Kafka, nem um Karl Hermann, mas um ser completamente diferente daquilo que sou, e teríamos conseguido darmo-nos às mil maravilhas. Ter-me-ia sentido feliz por te ter como amigo, chefe, tio, avô, e até mesmo (se bem que com alguma reserva) como sogro. Só que como pai foste forte de mais para mim, sobretudo atendendo a que os meus irmãos morreram de tenra idade, e que só muito mais tarde viriam as minhas irmãs, pelo que tive de aguentar o primeiro embate completamente sozinho, sendo eu fraco de mais para isso."
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 102
Sinopse:
Carta ao Futuro é exactamente aquilo que o titulo indica - é uma longa carta, escrita por Vergílio Ferreira, destinada a ser lida daqui a alguns séculos ou milénios, cujo propósito é, identificando todas as questões existenciais existentes agora e desde sempre, perguntar ao futuro se lá essas ainda existem ou se já foram resolvidas.
Nº Páginas: 102
Sinopse:
Carta ao Futuro é exactamente aquilo que o titulo indica - é uma longa carta, escrita por Vergílio Ferreira, destinada a ser lida daqui a alguns séculos ou milénios, cujo propósito é, identificando todas as questões existenciais existentes agora e desde sempre, perguntar ao futuro se lá essas ainda existem ou se já foram resolvidas.
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Edição: Ago 2022
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Numa carta ao seu misterioso amigo Cavaleiro de Nada, o pequeno Fernando Pessoa conta a fantástica aventura que viveu a bordo de um barco chamado Castelo, a caminho da África do Sul. Aí, perseguiu um gato ladrão, desvendou enigmas e conheceu três novos amigos, todos especiais e diferentes - o Alberto, o Álvaro e o Ricardo.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Numa carta ao seu misterioso amigo Cavaleiro de Nada, o pequeno Fernando Pessoa conta a fantástica aventura que viveu a bordo de um barco chamado Castelo, a caminho da África do Sul. Aí, perseguiu um gato ladrão, desvendou enigmas e conheceu três novos amigos, todos especiais e diferentes - o Alberto, o Álvaro e o Ricardo.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Quando, em dezembro de 1940, atravessei Portugal de passagem para os Estados Unidos, Lisboa surgiu-me como uma espécie de paraíso luminoso e triste. Falava-se então muito de uma invasão iminente, e Portugal apegava-se à ilusão da sua felicidade. Lisboa, que organizara a mais encantadora exposição que já se vira no mundo, sorria com um sorriso um tanto pálido, semelhante ao daquelas mães que, não tendo notícias de um filho que está na guerra, se esforçam por o salvar através da sua confiança: "O meu filho está vivo, porque eu estou a sorrir…", "Vejam como estou feliz, tranquila e bem iluminada…", assim dizia Lisboa. O continente inteiro pesava sobre Portugal como uma montanha selvagem cheia de tribos predatórias; Lisboa em festa desafiava a Europa: "Como poderão tomar-me por alvo quando tenho tanto cuidado em não me esconder! Quando eu sou tão vulnerável!…""
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Quando, em dezembro de 1940, atravessei Portugal de passagem para os Estados Unidos, Lisboa surgiu-me como uma espécie de paraíso luminoso e triste. Falava-se então muito de uma invasão iminente, e Portugal apegava-se à ilusão da sua felicidade. Lisboa, que organizara a mais encantadora exposição que já se vira no mundo, sorria com um sorriso um tanto pálido, semelhante ao daquelas mães que, não tendo notícias de um filho que está na guerra, se esforçam por o salvar através da sua confiança: "O meu filho está vivo, porque eu estou a sorrir…", "Vejam como estou feliz, tranquila e bem iluminada…", assim dizia Lisboa. O continente inteiro pesava sobre Portugal como uma montanha selvagem cheia de tribos predatórias; Lisboa em festa desafiava a Europa: "Como poderão tomar-me por alvo quando tenho tanto cuidado em não me esconder! Quando eu sou tão vulnerável!…""
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na Carta a um Bom Português, o autor apresenta-nos um manual para fazer a Revolução de Cidadania que falta no País de modo a que se possa criar uma Economia mais produtiva e uma Sociedade mais equilibrada; uma Revolução de Cidadania para ajudar os governantes a resolver os bloqueios gravíssimos que nos prejudicam; para obrigar os políticos a fazerem o que têm de fazer: reduzir a influência dos lóbis que nos esmagam a todos, cidadãos e empresas. Uma Revolução que à partida não é destinada a derrubar Governos, mas sim a fixar-lhes um objectivo prioritário - Obrigá-los a reconstruir Portugal. E se não forem capazes, então sim, forçar os políticos incapazes a abandonar o Poder.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na Carta a um Bom Português, o autor apresenta-nos um manual para fazer a Revolução de Cidadania que falta no País de modo a que se possa criar uma Economia mais produtiva e uma Sociedade mais equilibrada; uma Revolução de Cidadania para ajudar os governantes a resolver os bloqueios gravíssimos que nos prejudicam; para obrigar os políticos a fazerem o que têm de fazer: reduzir a influência dos lóbis que nos esmagam a todos, cidadãos e empresas. Uma Revolução que à partida não é destinada a derrubar Governos, mas sim a fixar-lhes um objectivo prioritário - Obrigá-los a reconstruir Portugal. E se não forem capazes, então sim, forçar os políticos incapazes a abandonar o Poder.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 244
Sinopse:
Em Julho de 1945, depois de sobreviver ao campo de concentração de Bergen-Belsen, Miklós, um jovem húngaro de vinte e cinco anos, é enviado para um campo de refugiados na Suécia. Pele e osso, desdentado, doente, o médico dá-lhe poucos meses de vida. Mas morrer depois de sobreviver a uma guerra não está nos planos de Miklós. Ele não se sente sozinho. Sabe que há 117 mulheres da sua terra a viver em campos de refugiados na Suécia. Ignorando a sentença de morte da febre que o atormenta todas as manhãs, envia uma carta a cada uma delas. Alguma haverá de sucumbir à sua veia poética e sedutora caligrafia. A centena de quilómetros, Lili responde. Assim começa uma história de amor redentora e inesquecível entre dois sobreviventes que eram também sonhadores. Baseada na história real dos pais do autor e narrada a partir das cartas trocadas entre os dois, o romance de Péter Gárdos relembra-nos que o amor é uma força de vida, capaz de vencer a própria morte.
Nº Páginas: 244
Sinopse:
Em Julho de 1945, depois de sobreviver ao campo de concentração de Bergen-Belsen, Miklós, um jovem húngaro de vinte e cinco anos, é enviado para um campo de refugiados na Suécia. Pele e osso, desdentado, doente, o médico dá-lhe poucos meses de vida. Mas morrer depois de sobreviver a uma guerra não está nos planos de Miklós. Ele não se sente sozinho. Sabe que há 117 mulheres da sua terra a viver em campos de refugiados na Suécia. Ignorando a sentença de morte da febre que o atormenta todas as manhãs, envia uma carta a cada uma delas. Alguma haverá de sucumbir à sua veia poética e sedutora caligrafia. A centena de quilómetros, Lili responde. Assim começa uma história de amor redentora e inesquecível entre dois sobreviventes que eram também sonhadores. Baseada na história real dos pais do autor e narrada a partir das cartas trocadas entre os dois, o romance de Péter Gárdos relembra-nos que o amor é uma força de vida, capaz de vencer a própria morte.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Maya Angelou tinha 17 anos quando, de uma relação fortuita e infeliz, nasceu o seu primeiro e único filho. Foi a maior dádiva de uma relação sem amor, mas teria muitas outras ao longo de uma vida extraordinária. E teria muitas "filhas" também: as milhares de mulheres de todo o mundo que nela encontraram uma referência, uma permanente fonte de inspiração. Uma delas chamava-se Oprah Winfrey. E foi a pensar nela, nos recados e mensagens que lhe enviou ao longo de décadas, que Maya Angelou decidiu fazer este livro. Reuniu aqui, em 28 textos, que sintetizam décadas de experiência - e a sabedoria acumulada ao longo delas. Numa voz sempre poética, terna e calorosa, a autora fala de si, da sua infância e adolescência, e de um caminho onde todos os obstáculos foram sendo superados. Nesta pequena obra, onde cada palavra conta, devolve-nos as suas memórias, a sua relação com o mundo, discute o papel da raça e do racismo, do medo, do amor, do papel da mulher. "Carta à Minha Filha" é um livro que não se explica, que não se resume. É uma voz vertida no papel, que nos envolve, aquece e guia.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Maya Angelou tinha 17 anos quando, de uma relação fortuita e infeliz, nasceu o seu primeiro e único filho. Foi a maior dádiva de uma relação sem amor, mas teria muitas outras ao longo de uma vida extraordinária. E teria muitas "filhas" também: as milhares de mulheres de todo o mundo que nela encontraram uma referência, uma permanente fonte de inspiração. Uma delas chamava-se Oprah Winfrey. E foi a pensar nela, nos recados e mensagens que lhe enviou ao longo de décadas, que Maya Angelou decidiu fazer este livro. Reuniu aqui, em 28 textos, que sintetizam décadas de experiência - e a sabedoria acumulada ao longo delas. Numa voz sempre poética, terna e calorosa, a autora fala de si, da sua infância e adolescência, e de um caminho onde todos os obstáculos foram sendo superados. Nesta pequena obra, onde cada palavra conta, devolve-nos as suas memórias, a sua relação com o mundo, discute o papel da raça e do racismo, do medo, do amor, do papel da mulher. "Carta à Minha Filha" é um livro que não se explica, que não se resume. É uma voz vertida no papel, que nos envolve, aquece e guia.
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Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Catástrofe climática? Inexorável!
Extinção da biodiversidade? Irremediável!
Globalização financeira, deslocalizações, explosão das desigualdades? Fatal!
Declínio das democracias, erosão dos direitos, crescimento dos ódios? Irreversível!
Todos vos dizem que é assim, que nada podem fazer. Então para quê lutar, agir, sonhar?"
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Catástrofe climática? Inexorável!
Extinção da biodiversidade? Irremediável!
Globalização financeira, deslocalizações, explosão das desigualdades? Fatal!
Declínio das democracias, erosão dos direitos, crescimento dos ódios? Irreversível!
Todos vos dizem que é assim, que nada podem fazer. Então para quê lutar, agir, sonhar?"
"A indiferença e a resignação são mortíferas. Não se desinteressem pelo vosso futuro. Não se resignem. Não se tornem cínicos antes de terem experimentado o idealismo. Não sejam velhos antes de serem jovens.
Tenho um só objectivo na política: devolver à democracia a sua juventude perdida, a sua força e a sua beleza. Para isso, são vocês a chave, a única chave.
Esta é a vossa vez! É a hora. A vossa hora."
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Edição: Ago 2019
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Já pensaste como seria fascinante para uma pessoa do século XVI entrar numa embarcação e ir conhecer realidades completamente novas? Este livro conta como foi a reação dos portugueses ao encontrar, pela primeira vez, terras brasileiras e os índios que lá viviam! O talentoso Pero Vaz de Caminha conseguiu aliar, nesta obra, a fiabilidade de um relato histórico, contado na primeira pessoa, a um estilo de escrita verdadeiramente fascinante. Queres saber como foi o primeiro encontro do Capitão Pedro Álvares Cabral com os índios? Ou descobrir como é que estes se vestiam, onde dormiam e como se comportavam? Então não deixes de ler este surpreendente e interessante livro!
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Já pensaste como seria fascinante para uma pessoa do século XVI entrar numa embarcação e ir conhecer realidades completamente novas? Este livro conta como foi a reação dos portugueses ao encontrar, pela primeira vez, terras brasileiras e os índios que lá viviam! O talentoso Pero Vaz de Caminha conseguiu aliar, nesta obra, a fiabilidade de um relato histórico, contado na primeira pessoa, a um estilo de escrita verdadeiramente fascinante. Queres saber como foi o primeiro encontro do Capitão Pedro Álvares Cabral com os índios? Ou descobrir como é que estes se vestiam, onde dormiam e como se comportavam? Então não deixes de ler este surpreendente e interessante livro!
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Fialho de Almeida (1857-1911) pertence àquela família de médicos que se tornam escritores porque vêem na literatura uma forma de medicina e na palavra um ácido corrosivo mas terapêutico. Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia só podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi. O primeiro cadáver que ele cortou com os instrumentos cirúrgicos da literatura foi o da Ruiva, essa compleição de estátua num corpo de operária lisboeta, em 1878. Tinha vinte anos e o resultado é uma nova histologia social. Louis-Ferdinand Céline, médico como ele, escreverá depois o breviário da profissão destes novos higienistas: saturar o negro de negro, saciar o veneno de veneno, porque as epidemias só desaparecem quando os micróbios se enjoam das suas toxinas.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Fialho de Almeida (1857-1911) pertence àquela família de médicos que se tornam escritores porque vêem na literatura uma forma de medicina e na palavra um ácido corrosivo mas terapêutico. Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia só podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi. O primeiro cadáver que ele cortou com os instrumentos cirúrgicos da literatura foi o da Ruiva, essa compleição de estátua num corpo de operária lisboeta, em 1878. Tinha vinte anos e o resultado é uma nova histologia social. Louis-Ferdinand Céline, médico como ele, escreverá depois o breviário da profissão destes novos higienistas: saturar o negro de negro, saciar o veneno de veneno, porque as epidemias só desaparecem quando os micróbios se enjoam das suas toxinas.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Na famosa Escola de Magia de Watford, Simon desempenha um papel especial: ele é o Escolhido, aquele que irá salvar todos do Mal. Mas a verdade é que, metade das vezes, Simon não consegue fazer a sua varinha funcionar, e, na outra metade, pega fogo a tudo. O seu mentor evita-o, a sua namorada deixou-o, e existe um monstro que se alimenta de magia e que utiliza o rosto de Simon. Para piorar as coisas, Baz, a némesis irritante de Simon, desapareceu. Só pode estar a preparar alguma! "Carry On - A História de Simon Snow" está repleto de fantasmas, amor, mistérios. Tem exatamente a quantidade de beijos e de conversa que seria de esperar numa história de Rainbow Rowell - mas muito, muito mais monstros. Esta é a história de Simon Snow, a personagem fictícia que povoava a vida e imaginação de Cath em Fangirl, o fabuloso romance de Rainbow Rowell.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Na famosa Escola de Magia de Watford, Simon desempenha um papel especial: ele é o Escolhido, aquele que irá salvar todos do Mal. Mas a verdade é que, metade das vezes, Simon não consegue fazer a sua varinha funcionar, e, na outra metade, pega fogo a tudo. O seu mentor evita-o, a sua namorada deixou-o, e existe um monstro que se alimenta de magia e que utiliza o rosto de Simon. Para piorar as coisas, Baz, a némesis irritante de Simon, desapareceu. Só pode estar a preparar alguma! "Carry On - A História de Simon Snow" está repleto de fantasmas, amor, mistérios. Tem exatamente a quantidade de beijos e de conversa que seria de esperar numa história de Rainbow Rowell - mas muito, muito mais monstros. Esta é a história de Simon Snow, a personagem fictícia que povoava a vida e imaginação de Cath em Fangirl, o fabuloso romance de Rainbow Rowell.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 32
Sinopse:
O Faísca estava muito feliz por receber em Radiador Springs uma superestrela das corridas: Jeff Gorvette. A missão de Jeff era promover uma corrida para apoiar a Fundação Contagem Máxima. Todos os amigos do Faísca se reuniram em Radiador Springs para participarem nesta corrida da amizade. Até o malandro do Chick Hicks lá estava a participar, mas será que ele percebeu que aquela corrida não era para competir?Não percas tempo e acelera para descobrires esta e outras surpresas neste livro cheio de emoção e velocidade. Os teus heróis favoritos de quatro rodas esperam por ti. Ca-tchau!
Nº Páginas: 32
Sinopse:
O Faísca estava muito feliz por receber em Radiador Springs uma superestrela das corridas: Jeff Gorvette. A missão de Jeff era promover uma corrida para apoiar a Fundação Contagem Máxima. Todos os amigos do Faísca se reuniram em Radiador Springs para participarem nesta corrida da amizade. Até o malandro do Chick Hicks lá estava a participar, mas será que ele percebeu que aquela corrida não era para competir?Não percas tempo e acelera para descobrires esta e outras surpresas neste livro cheio de emoção e velocidade. Os teus heróis favoritos de quatro rodas esperam por ti. Ca-tchau!
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Faísca McQueen, depois de um aparatoso acidente, regressa às pistas para concorrer com a nova geração de carros de alta velocidade! Será que ele vai conseguir vencer o lendário campeonato da Taça Pistão?
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Faísca McQueen, depois de um aparatoso acidente, regressa às pistas para concorrer com a nova geração de carros de alta velocidade! Será que ele vai conseguir vencer o lendário campeonato da Taça Pistão?
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Edição: Jul 2011
Nº Páginas: 24
Sinopse:
Abre as fantásticas páginas e desfruta de um livro repleto de engenhocas incríveis, intriga internacional e muita acção nas pistas! Acompanha a corrida em Tóquio, vê o espião Mate em acção em Londres e regressa a Radiador Springs com o Faísca e os outros carros, para a aventura mais perigosa de sempre!
Nº Páginas: 24
Sinopse:
Abre as fantásticas páginas e desfruta de um livro repleto de engenhocas incríveis, intriga internacional e muita acção nas pistas! Acompanha a corrida em Tóquio, vê o espião Mate em acção em Londres e regressa a Radiador Springs com o Faísca e os outros carros, para a aventura mais perigosa de sempre!
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Descobre a nova aventura do Faísca e dos seus amigos nas páginas deste livro cheio de velocidade. Desta vez, o Faísca e os melhores corredores do mundo vão participar no Grande Prémio Mundial. Juntos vão acelerar por Londres, Paris, Tóquio e muitas outras cidades. E o Mate até se transforma em agente secreto. Não percas esta corrida.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Descobre a nova aventura do Faísca e dos seus amigos nas páginas deste livro cheio de velocidade. Desta vez, o Faísca e os melhores corredores do mundo vão participar no Grande Prémio Mundial. Juntos vão acelerar por Londres, Paris, Tóquio e muitas outras cidades. E o Mate até se transforma em agente secreto. Não percas esta corrida.
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 16
Sinopse:
Não percas as aventuras dos teus aceleras preferidos neste maravilhoso livro de actividades a cores. O Faísca e os novos amigos querem que tu consigas sair vencedor destas provas. E como tem uma pega, podes levar este livrinho para qualquer lugar e resolver as tuas actividades favoritas. Diverte-te a valer!
Nº Páginas: 16
Sinopse:
Não percas as aventuras dos teus aceleras preferidos neste maravilhoso livro de actividades a cores. O Faísca e os novos amigos querem que tu consigas sair vencedor destas provas. E como tem uma pega, podes levar este livrinho para qualquer lugar e resolver as tuas actividades favoritas. Diverte-te a valer!
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