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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Mergulha na mais pura descontração com Dias ainda Mais Fofinhos, um livro de colorir que te convida a desfrutar da arte de viver com aconchego, apreciando aqueles instantes e espaços que nos aquecem o coração e a vida. Dias ainda Mais Fofinhos celebra a beleza das pequenas coisas, e é o ideal para quem precisa de momentos de lazer prazerosos e relaxantes. Desafia-te a desacelerar, respirar fundo e encontrar alegria no dia a dia. Por isso, pega no teu material de pintura favorito, senta-te num recanto aconchegante e deixa que Dias ainda Mais Fofinhos te leve para um mundo de reconfortante alegria!
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Mergulha na mais pura descontração com Dias ainda Mais Fofinhos, um livro de colorir que te convida a desfrutar da arte de viver com aconchego, apreciando aqueles instantes e espaços que nos aquecem o coração e a vida. Dias ainda Mais Fofinhos celebra a beleza das pequenas coisas, e é o ideal para quem precisa de momentos de lazer prazerosos e relaxantes. Desafia-te a desacelerar, respirar fundo e encontrar alegria no dia a dia. Por isso, pega no teu material de pintura favorito, senta-te num recanto aconchegante e deixa que Dias ainda Mais Fofinhos te leve para um mundo de reconfortante alegria!
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Enriqueça sem abdicar do que ama. Este livro mostra-lhe o caminho. Já parou para pensar qual é o seu sonho? Qual é o seu propósito? O que realmente deseja? Será que tem o poder de o tornar realidade? Desde cedo, somos ensinados que só há uma maneira de ter sucesso: estudar, tirar boas notas, conseguir um bom emprego e evitar o fracasso a todo o custo. E se lhe dissessem que esse não é o segredo para uma vida de sucesso? É esta a missão de Simon Squibb, empreendedor multimilionário: partilhar as lições que aprendeu ao longo da vida - desde os dias difíceis de sem-abrigo até à venda de um negócio de milhões. Uma jornada real, feita de quedas e conquistas, que tem hoje um único objetivo: inspirar, capacitar e transformar quem o lê. Num livro prático e entusiasmante, Simon Squibb ajuda-nos a definir o nosso próprio sonho e partilha as ferramentas certas para construir a autoconfiança. Um guia passo a passo para transformar o seu sonho em realidade e saber como o preservar sempre, apesar dos obstáculos, afastando do caminho os bloqueios e os medos que tantas vezes nos impedem de agir.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Enriqueça sem abdicar do que ama. Este livro mostra-lhe o caminho. Já parou para pensar qual é o seu sonho? Qual é o seu propósito? O que realmente deseja? Será que tem o poder de o tornar realidade? Desde cedo, somos ensinados que só há uma maneira de ter sucesso: estudar, tirar boas notas, conseguir um bom emprego e evitar o fracasso a todo o custo. E se lhe dissessem que esse não é o segredo para uma vida de sucesso? É esta a missão de Simon Squibb, empreendedor multimilionário: partilhar as lições que aprendeu ao longo da vida - desde os dias difíceis de sem-abrigo até à venda de um negócio de milhões. Uma jornada real, feita de quedas e conquistas, que tem hoje um único objetivo: inspirar, capacitar e transformar quem o lê. Num livro prático e entusiasmante, Simon Squibb ajuda-nos a definir o nosso próprio sonho e partilha as ferramentas certas para construir a autoconfiança. Um guia passo a passo para transformar o seu sonho em realidade e saber como o preservar sempre, apesar dos obstáculos, afastando do caminho os bloqueios e os medos que tantas vezes nos impedem de agir.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A longa história da «vocação» de Portugal para o turismo e as consequências na economia, na precariedade e, mais do que nunca, na habitação A «vocação natural» do país para o turismo foi sempre invocada pelas elites governativas quando outros sectores económicos, mais produtivos, enfrentaram dificuldades. No Estado Novo, o turismo foi pensado como actividade exportadora, mas também como encenação identitária. No período democrático, tornou-se central nas relações entre elites empresariais, Estado e sistema financeiro, em projetos megalómanos que transformaram o território. E, já no século xxi, torna-se central num regime de crescimento armadilhado. Depois da Grande Crise Financeira de 2008, o turismo ganhou uma nova importância. O número de visitantes disparou, o comércio descaracterizou-se e o alojamento para turistas transformou cidades e bairros. O turismo criou milhares de postos de trabalho e reforçou o seu peso nas exportações portuguesas, mas acentuou velhas fragilidades da economia portuguesa e contribuiu para novos problemas sociais. Afinal, a economia do turismo é de baixa produtividade, assente em precariedade e salários baixos, e está a agigantar a crise na habitação. Este livro refaz parte da longa e atribulada história do turismo em Portugal, analisando as suas vantagens e desafios e ousando uma pergunta incómoda: será a especialização turística uma oportunidade ou uma maldição?
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A longa história da «vocação» de Portugal para o turismo e as consequências na economia, na precariedade e, mais do que nunca, na habitação A «vocação natural» do país para o turismo foi sempre invocada pelas elites governativas quando outros sectores económicos, mais produtivos, enfrentaram dificuldades. No Estado Novo, o turismo foi pensado como actividade exportadora, mas também como encenação identitária. No período democrático, tornou-se central nas relações entre elites empresariais, Estado e sistema financeiro, em projetos megalómanos que transformaram o território. E, já no século xxi, torna-se central num regime de crescimento armadilhado. Depois da Grande Crise Financeira de 2008, o turismo ganhou uma nova importância. O número de visitantes disparou, o comércio descaracterizou-se e o alojamento para turistas transformou cidades e bairros. O turismo criou milhares de postos de trabalho e reforçou o seu peso nas exportações portuguesas, mas acentuou velhas fragilidades da economia portuguesa e contribuiu para novos problemas sociais. Afinal, a economia do turismo é de baixa produtividade, assente em precariedade e salários baixos, e está a agigantar a crise na habitação. Este livro refaz parte da longa e atribulada história do turismo em Portugal, analisando as suas vantagens e desafios e ousando uma pergunta incómoda: será a especialização turística uma oportunidade ou uma maldição?
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O mais eficaz e testado programa dedefinição e cumprimento de objetivos Porque é que algumas pessoas atingem os seus objetivos enquanto outras apenas sonham ter uma vida melhor? Porque umas fracassam e outras vencem? Este clássico internacional, com mais de 1.000.000 de exemplares vendidos, mostra ao leitor que o caminho da frustração à realização depende da capacidade de definir objetivos e de ter um plano. A presente edição, com novos capítulos e conteúdos, reforça o sistema simples e poderoso de Brian Tracy de vinte e duas estratégias para concretizar objetivos em todos os aspetos da vida. Mais importante, permite desenvolver uma mentalidade de crescimento ao longo da vida que guiará um futuro mais bem-sucedido.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O mais eficaz e testado programa dedefinição e cumprimento de objetivos Porque é que algumas pessoas atingem os seus objetivos enquanto outras apenas sonham ter uma vida melhor? Porque umas fracassam e outras vencem? Este clássico internacional, com mais de 1.000.000 de exemplares vendidos, mostra ao leitor que o caminho da frustração à realização depende da capacidade de definir objetivos e de ter um plano. A presente edição, com novos capítulos e conteúdos, reforça o sistema simples e poderoso de Brian Tracy de vinte e duas estratégias para concretizar objetivos em todos os aspetos da vida. Mais importante, permite desenvolver uma mentalidade de crescimento ao longo da vida que guiará um futuro mais bem-sucedido.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Embrenhados numa ditadura da felicidade, habituámo-nos a varrer a dor para debaixo do tapete, como se não nos fosse permitido sentir e validar as sombras que carregamos. Mas a vida, mais cedo ou mais tarde, impõe-se e não há fuga possível - temos inevitavelmente de Aprender a andar no escuro. O médico psiquiatra João Perestrelo conhece de perto esta realidade. Todos os dias escuta mulheres e homens que chegam ao seu consultório mergulhados num sofrimento que, por vezes, nem sabem nomear. Sentem-se desesperados, culpados, isolados e, como tantos descrevem, fracos psicologicamente. É com base no conhecimento profundo desta realidade que nasceu Aprender a Andar no Escuro - Da ciência à prática de viver com menos sofrimento, um livro que propõe uma reflexão sobre a forma como validamos as nossas emoções, apontando ainda caminhos para que possamos, com todas as dificuldades, viver de forma mais consciente e plena. Porque «todos, sem exceção e em algum momento, sentiremos a dor da perda, a desilusão de uma meta não alcançada, a frustração da derrota e as inúmeras adversidades que a vida nos apresenta», este livro, urgente e obrigatório, apresenta-se como uma lanterna que nos ajuda a perceber que, mesmo na sombra, se vislumbra um caminho..
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Embrenhados numa ditadura da felicidade, habituámo-nos a varrer a dor para debaixo do tapete, como se não nos fosse permitido sentir e validar as sombras que carregamos. Mas a vida, mais cedo ou mais tarde, impõe-se e não há fuga possível - temos inevitavelmente de Aprender a andar no escuro. O médico psiquiatra João Perestrelo conhece de perto esta realidade. Todos os dias escuta mulheres e homens que chegam ao seu consultório mergulhados num sofrimento que, por vezes, nem sabem nomear. Sentem-se desesperados, culpados, isolados e, como tantos descrevem, fracos psicologicamente. É com base no conhecimento profundo desta realidade que nasceu Aprender a Andar no Escuro - Da ciência à prática de viver com menos sofrimento, um livro que propõe uma reflexão sobre a forma como validamos as nossas emoções, apontando ainda caminhos para que possamos, com todas as dificuldades, viver de forma mais consciente e plena. Porque «todos, sem exceção e em algum momento, sentiremos a dor da perda, a desilusão de uma meta não alcançada, a frustração da derrota e as inúmeras adversidades que a vida nos apresenta», este livro, urgente e obrigatório, apresenta-se como uma lanterna que nos ajuda a perceber que, mesmo na sombra, se vislumbra um caminho..
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O nosso mundo moderno já não exige conexão, mas oferece infinitas oportunidades de autonomia, e esta assimetria está na raiz de muitas das dificuldades que sentimos hoje. Compreender a interação entre as nossas duas necessidades psicológicas mais básicas - conexão e autonomia - é fundamental para alcançar a felicidade. A evolução tornou-nos dependentes uns dos outros para sobreviver, incutindo em nós uma forte necessidade de conexão. Também nos fez procurar a autonomia, para que os nossos antepassados pudessem distinguir-se dentro dos seus grupos, aumentando as suas probabilidades de procriar e ganhar estatuto. O psicólogo William von Hippel apresenta neste livro uma reflexão sobre os elementos constitutivos fundamentais da vida e da sociedade - política, religião, vida urbana, casamento - de uma maneira totalmente nova. Reconhecer este desequilíbrio e trabalhar para o combater pode mudar drasticamente a forma como tomamos decisões, gastamos o nosso tempo e encontramos a felicidade.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O nosso mundo moderno já não exige conexão, mas oferece infinitas oportunidades de autonomia, e esta assimetria está na raiz de muitas das dificuldades que sentimos hoje. Compreender a interação entre as nossas duas necessidades psicológicas mais básicas - conexão e autonomia - é fundamental para alcançar a felicidade. A evolução tornou-nos dependentes uns dos outros para sobreviver, incutindo em nós uma forte necessidade de conexão. Também nos fez procurar a autonomia, para que os nossos antepassados pudessem distinguir-se dentro dos seus grupos, aumentando as suas probabilidades de procriar e ganhar estatuto. O psicólogo William von Hippel apresenta neste livro uma reflexão sobre os elementos constitutivos fundamentais da vida e da sociedade - política, religião, vida urbana, casamento - de uma maneira totalmente nova. Reconhecer este desequilíbrio e trabalhar para o combater pode mudar drasticamente a forma como tomamos decisões, gastamos o nosso tempo e encontramos a felicidade.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um comovente romance sobre o luto, impregnado de um humor inesperado e corrosivo para falar de coisas difíceis Ela coleciona camisolas. Ele tem dois gatos. Ambos adoram Nova Iorque e, aconteça o que acontecer, hão de mudar-se para lá quando fizerem 28 anos. Porém, de repente, ele diz que quer passar algum tempo sozinho. E se uma das metades de um par de gémeos não quiser continuar a viver? E se a outra não conseguir viver sem essa metade? É esta a questão central do presente romance, em que a narradora é a gémea de um rapaz que se suicidou e relembra muitas histórias de infância e também as suas vidas adultas com mágoa, saudade, raiva e insegurança em relação ao futuro. De uma maneira aparentemente desprendida mas muito perspicaz, Aquilo em Que Preferia não Pensar conta a história do que acontece quando a pessoa com quem construímos as bases de toda uma vida desaparece subitamente, e as memórias que restam são as de um pai que já era ausente antes de ter morrido e de uma mãe geóloga, fria como uma pedra. Finalista do Booker Prize Internacional, traduzido em mais de uma dezena de línguas, o romance de Jente Posthuma é uma exploração comovente do luto, contada através de episódios breves e cirúrgicos, impregnados de uma suave melancolia e, o que é surpreendente, de um humor inesperado e corrosivo. Um livro que se debruça também sobre o facto de a saúde mental depender tantas vezes da vida familiar.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um comovente romance sobre o luto, impregnado de um humor inesperado e corrosivo para falar de coisas difíceis Ela coleciona camisolas. Ele tem dois gatos. Ambos adoram Nova Iorque e, aconteça o que acontecer, hão de mudar-se para lá quando fizerem 28 anos. Porém, de repente, ele diz que quer passar algum tempo sozinho. E se uma das metades de um par de gémeos não quiser continuar a viver? E se a outra não conseguir viver sem essa metade? É esta a questão central do presente romance, em que a narradora é a gémea de um rapaz que se suicidou e relembra muitas histórias de infância e também as suas vidas adultas com mágoa, saudade, raiva e insegurança em relação ao futuro. De uma maneira aparentemente desprendida mas muito perspicaz, Aquilo em Que Preferia não Pensar conta a história do que acontece quando a pessoa com quem construímos as bases de toda uma vida desaparece subitamente, e as memórias que restam são as de um pai que já era ausente antes de ter morrido e de uma mãe geóloga, fria como uma pedra. Finalista do Booker Prize Internacional, traduzido em mais de uma dezena de línguas, o romance de Jente Posthuma é uma exploração comovente do luto, contada através de episódios breves e cirúrgicos, impregnados de uma suave melancolia e, o que é surpreendente, de um humor inesperado e corrosivo. Um livro que se debruça também sobre o facto de a saúde mental depender tantas vezes da vida familiar.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Uma escolha. Um instante. E tudo podia ter sido diferente. Marta sempre acreditou que podia controlar tudo ¿ até perceber que alguns caminhos, mesmo os não escolhidos, continuam a viver dentro de nós. Entre reencontros inesperados, noites de riso e memórias que teimam em não desaparecer, Marta é forçada a confrontar os seus «e se¿s» ¿ e a descobrir que, às vezes, é nas metades estilhaçadas que nos encontramos completos. Uma história sobre amores que moldam, caminhos que redefinem e a coragem de aceitar o que ficou por viver.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Uma escolha. Um instante. E tudo podia ter sido diferente. Marta sempre acreditou que podia controlar tudo ¿ até perceber que alguns caminhos, mesmo os não escolhidos, continuam a viver dentro de nós. Entre reencontros inesperados, noites de riso e memórias que teimam em não desaparecer, Marta é forçada a confrontar os seus «e se¿s» ¿ e a descobrir que, às vezes, é nas metades estilhaçadas que nos encontramos completos. Uma história sobre amores que moldam, caminhos que redefinem e a coragem de aceitar o que ficou por viver.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A história de uma aldeia a emergir da Revolução pela pena de um escritor virtuoso Pouco depois do 25 de Abril, os trabalhadores rurais do Sul ocupam a terra dos latifundiários para quem trabalharam como escravos ao longo de décadas. Em Aldeia Velha ¿ o lugar onde decorre a acção deste romance ¿ a sociedade depara-se de repente com as mudanças criadas pela Reforma Agrária, mas também com as consequências do fim da Guerra Colonial e as novas liberdades trazidas pela Revolução. Veremos, por isso, como reagem os que perderam as propriedades (e se insurgem ou resignam com a situação) e os que continuam a trabalhar de sol a sol, embora agora para seu próprio sustento. E também os que, depois de terem lutado anos pela democracia, são agora membros do Partido e ocupam funções de relevo, ou os que acreditaram no mundo perfeito e vêem os seus sonhos esfarelar-se todos os dias. Mas há também coisas que nunca mudam, por mais que os tempos tenham mudado: a bisbilhotice, a mentira, a má-língua, a maldade, o sofrimento. Num romance em que a verdadeira personagem é a própria aldeia ¿ na qual o bulício das vidas individuais funciona como uma espécie de música de fundo ¿ é curiosamente o carteiro ¿ aquele que passa em todas as ruas e portas ¿ o elo de ligação entre o padre, o merceeiro, o médico, a amante, o corno, o ricaço, o presidente da Junta e muitos outros, trazendo-nos a forma como cada um assimila os novos tempos e perspectiva o futuro. Porém, o muito que este homem cala é talvez aquilo que mais importa. Carlos Campaniço, no seu estilo inconfundível e uma linguagem que é um tremendo veículo sensorial, oferece-nos com A Cinco Palmos dos Olhos mais uma obra profundamente original.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A história de uma aldeia a emergir da Revolução pela pena de um escritor virtuoso Pouco depois do 25 de Abril, os trabalhadores rurais do Sul ocupam a terra dos latifundiários para quem trabalharam como escravos ao longo de décadas. Em Aldeia Velha ¿ o lugar onde decorre a acção deste romance ¿ a sociedade depara-se de repente com as mudanças criadas pela Reforma Agrária, mas também com as consequências do fim da Guerra Colonial e as novas liberdades trazidas pela Revolução. Veremos, por isso, como reagem os que perderam as propriedades (e se insurgem ou resignam com a situação) e os que continuam a trabalhar de sol a sol, embora agora para seu próprio sustento. E também os que, depois de terem lutado anos pela democracia, são agora membros do Partido e ocupam funções de relevo, ou os que acreditaram no mundo perfeito e vêem os seus sonhos esfarelar-se todos os dias. Mas há também coisas que nunca mudam, por mais que os tempos tenham mudado: a bisbilhotice, a mentira, a má-língua, a maldade, o sofrimento. Num romance em que a verdadeira personagem é a própria aldeia ¿ na qual o bulício das vidas individuais funciona como uma espécie de música de fundo ¿ é curiosamente o carteiro ¿ aquele que passa em todas as ruas e portas ¿ o elo de ligação entre o padre, o merceeiro, o médico, a amante, o corno, o ricaço, o presidente da Junta e muitos outros, trazendo-nos a forma como cada um assimila os novos tempos e perspectiva o futuro. Porém, o muito que este homem cala é talvez aquilo que mais importa. Carlos Campaniço, no seu estilo inconfundível e uma linguagem que é um tremendo veículo sensorial, oferece-nos com A Cinco Palmos dos Olhos mais uma obra profundamente original.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 268
Sinopse:
Numa casa modesta vivem Laura e Margarida, neta e avó ligadas por um amor silencioso e profundo. Enquanto a menina atravessa os últimos momentos da infância, entre a escola e as brincadeiras com as amigas, a avó dedica-se à leitura de mãos numa feira de antiguidades, esforçando-se por manter o pequeno lar que criou para as proteger do mundo. Mas a chegada inesperada de Filipa, mãe de Margarida e bisavó de Laura, rompe o frágil equilíbrio desta convivência íntima. Com as suas malas, silêncios e dores antigas, Filipa ocupa os espaços da casa e desencadeia mudanças que alteram profundamente o quotidiano das três mulheres. Perdida nos primeiros desejos e descobertas do corpo, Laura sente-se invisível e deslocada. Margarida, sobrecarregada pelas novas exigências, encontra em Camilo ¿ um velho conhecido da feira ¿ o apoio e a companhia de que precisava para continuar a sustentar a família. Em Uma Delicada Coleção de Ausências, Aline Bei oferece um romance poderoso e delicado sobre as heranças emocionais entre gerações, o peso do cuidado e os vazios que se instalam numa casa ¿ e dentro de nós.
Nº Páginas: 268
Sinopse:
Numa casa modesta vivem Laura e Margarida, neta e avó ligadas por um amor silencioso e profundo. Enquanto a menina atravessa os últimos momentos da infância, entre a escola e as brincadeiras com as amigas, a avó dedica-se à leitura de mãos numa feira de antiguidades, esforçando-se por manter o pequeno lar que criou para as proteger do mundo. Mas a chegada inesperada de Filipa, mãe de Margarida e bisavó de Laura, rompe o frágil equilíbrio desta convivência íntima. Com as suas malas, silêncios e dores antigas, Filipa ocupa os espaços da casa e desencadeia mudanças que alteram profundamente o quotidiano das três mulheres. Perdida nos primeiros desejos e descobertas do corpo, Laura sente-se invisível e deslocada. Margarida, sobrecarregada pelas novas exigências, encontra em Camilo ¿ um velho conhecido da feira ¿ o apoio e a companhia de que precisava para continuar a sustentar a família. Em Uma Delicada Coleção de Ausências, Aline Bei oferece um romance poderoso e delicado sobre as heranças emocionais entre gerações, o peso do cuidado e os vazios que se instalam numa casa ¿ e dentro de nós.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Entre a recordação e a pequena crónica, trocando os nomes e avariando as grandes teorias sobre o funcionamento da pátria, estas memórias de J. Rentes de Carvalho retratam o país com humor, cumplicidade, atrevimento, ou uma compreensão que não pede distância, mas proximidade. Este pequeno diário de 2007-2008 mostra-nos o país através de pequenos apontamentos sobre personagens e vidas comuns, populares, rurais, desconhecidas ¿ e sobre um escritor que observa, rindo ou ficando macambúzio. Ou fingindo-se macambúzio, que é a melhor forma de viver em Portugal.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Entre a recordação e a pequena crónica, trocando os nomes e avariando as grandes teorias sobre o funcionamento da pátria, estas memórias de J. Rentes de Carvalho retratam o país com humor, cumplicidade, atrevimento, ou uma compreensão que não pede distância, mas proximidade. Este pequeno diário de 2007-2008 mostra-nos o país através de pequenos apontamentos sobre personagens e vidas comuns, populares, rurais, desconhecidas ¿ e sobre um escritor que observa, rindo ou ficando macambúzio. Ou fingindo-se macambúzio, que é a melhor forma de viver em Portugal.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Actual e muito corajoso, o novo romance de Rita Ferro. «Cuidado, está ali um homem...» ¿ a cautela começa na infância, preparando as meninas para a imprevisibilidade dos homens e, ao mesmo tempo, para o amor e a vida a dois. Mas como se pode crescer amando-os, desejando-os e temendo-os? Como se distingue, a tempo, quem nos beija de quem nos faz mal? Um medo hereditário, passado de avós para filhas e para netas que, parecendo exuberante, se fundamenta: entre a população mundial, 95% dos homicídios, do espancamento de mulheres e dos assaltos sexuais são executados por homens. Maria da Graça, filha única de inexplicável beleza, cresce alarmada com esta ameaça, mas vence o medo para abrir todas as portas. Em casa, é envolvida pelos seus numa teia opressiva de segredos que vai descerrando aos poucos e dá razão a quem a preparou para o pior. O Surpreendente Silêncio dos Homens é um grito de alerta ante a escalada mundial da brutalidade contra as mulheres e um romance emocionante sobre o papel redentor, sempre desdenhado, que elas desempenham no equilíbrio da humanidade, escrito por quem há muito reflecte sobre os labirintos da natureza feminina, para lá da poesia e dos lugares-comuns do amor e da paixão.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Actual e muito corajoso, o novo romance de Rita Ferro. «Cuidado, está ali um homem...» ¿ a cautela começa na infância, preparando as meninas para a imprevisibilidade dos homens e, ao mesmo tempo, para o amor e a vida a dois. Mas como se pode crescer amando-os, desejando-os e temendo-os? Como se distingue, a tempo, quem nos beija de quem nos faz mal? Um medo hereditário, passado de avós para filhas e para netas que, parecendo exuberante, se fundamenta: entre a população mundial, 95% dos homicídios, do espancamento de mulheres e dos assaltos sexuais são executados por homens. Maria da Graça, filha única de inexplicável beleza, cresce alarmada com esta ameaça, mas vence o medo para abrir todas as portas. Em casa, é envolvida pelos seus numa teia opressiva de segredos que vai descerrando aos poucos e dá razão a quem a preparou para o pior. O Surpreendente Silêncio dos Homens é um grito de alerta ante a escalada mundial da brutalidade contra as mulheres e um romance emocionante sobre o papel redentor, sempre desdenhado, que elas desempenham no equilíbrio da humanidade, escrito por quem há muito reflecte sobre os labirintos da natureza feminina, para lá da poesia e dos lugares-comuns do amor e da paixão.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Todos nós, em algum momento, já dissemos ou pensámos talvez um dia. Talvez um dia, eu diga o que sinto. Talvez um dia, eu entenda o que aconteceu. Talvez um dia, eu me perdoe. Este livro é uma forma de concretização, uma forma de levar por diante a decisão de fazer algo, de seguir em frente pelo caminho escolhido. Por vezes, um talvez é o suficiente para continuar a viver. E no fim, talvez não seja a conquista que nos define, mas a sede que nos empurrou até ela. Helena Sacadura Cabral, uma mulher que não desiste de ser feliz.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Todos nós, em algum momento, já dissemos ou pensámos talvez um dia. Talvez um dia, eu diga o que sinto. Talvez um dia, eu entenda o que aconteceu. Talvez um dia, eu me perdoe. Este livro é uma forma de concretização, uma forma de levar por diante a decisão de fazer algo, de seguir em frente pelo caminho escolhido. Por vezes, um talvez é o suficiente para continuar a viver. E no fim, talvez não seja a conquista que nos define, mas a sede que nos empurrou até ela. Helena Sacadura Cabral, uma mulher que não desiste de ser feliz.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Rodeada por milhares de seguidores, as marcas de luxo que promove e os livros que lança, Mila está a sentir-se ofuscada pela vida que leva. E tudo isso se agrava quando chega a pior altura do ano, o Natal. Subitamente, sente vontade de fugir, e ruma ao único sítio onde jurou nunca mais voltar: aquela pequena aldeia de xisto na serra da Lousã onde, anos antes, o seu coração se partiu. Já Lucas precisa de pouco para ser feliz: estar rodeado pela natureza, brincar com os gatos vadios da aldeia e encontrar-se com os amigos para jogos de tabuleiro. Mas, quando num dia de tempestade Mila regressa, conseguirá ele esquecer o passado e agir como se nunca se tivessem conhecido, ou será o reencontro com uma paixão antiga o suficiente para ambos perceberem o que realmente lhes faz falta? Repleta de momentos caricatos e apaixonados, esta é uma história coberta de espírito natalício que nos faz pensar no verdadeiro significado de lar e como este se pode traduzir não num local, mas nas pessoas que temos connosco.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Rodeada por milhares de seguidores, as marcas de luxo que promove e os livros que lança, Mila está a sentir-se ofuscada pela vida que leva. E tudo isso se agrava quando chega a pior altura do ano, o Natal. Subitamente, sente vontade de fugir, e ruma ao único sítio onde jurou nunca mais voltar: aquela pequena aldeia de xisto na serra da Lousã onde, anos antes, o seu coração se partiu. Já Lucas precisa de pouco para ser feliz: estar rodeado pela natureza, brincar com os gatos vadios da aldeia e encontrar-se com os amigos para jogos de tabuleiro. Mas, quando num dia de tempestade Mila regressa, conseguirá ele esquecer o passado e agir como se nunca se tivessem conhecido, ou será o reencontro com uma paixão antiga o suficiente para ambos perceberem o que realmente lhes faz falta? Repleta de momentos caricatos e apaixonados, esta é uma história coberta de espírito natalício que nos faz pensar no verdadeiro significado de lar e como este se pode traduzir não num local, mas nas pessoas que temos connosco.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Como voltar a viver quando todas as certezas desaparecem? Morgan e a sua filha adolescente, Clara, parecem não ter nada em comum. Depois de ter engravidado e casado quando era muito jovem, Morgan viu-se obrigada a adiar os seus sonhos e está determinada a não deixar que a filha cometa os mesmos erros. Clara não quer seguir os passos da mãe, que considera demasiado previsível, e é na sua tia Jenny que encontra uma confidente. Quando Chris, marido de Morgan e pai de Clara, sofre um trágico e inexplicável acidente, o equilíbrio precário entre mãe e filha é quebrado e as consequências parecem alastrar-se às pessoas que as rodeiam. Enquanto tentam reconstruir as suas vidas, Morgan encontra conforto num amigo do passado e Clara aproxima-se de Miller, uma companhia que a sua família não aprova." À medida que novos segredos e mal-entendidos surgem entre mãe e filha, ambas terão de lutar por uma reconciliação, antes que as suas diferenças e ressentimentos consigam afastá-las de modo irremediável.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Como voltar a viver quando todas as certezas desaparecem? Morgan e a sua filha adolescente, Clara, parecem não ter nada em comum. Depois de ter engravidado e casado quando era muito jovem, Morgan viu-se obrigada a adiar os seus sonhos e está determinada a não deixar que a filha cometa os mesmos erros. Clara não quer seguir os passos da mãe, que considera demasiado previsível, e é na sua tia Jenny que encontra uma confidente. Quando Chris, marido de Morgan e pai de Clara, sofre um trágico e inexplicável acidente, o equilíbrio precário entre mãe e filha é quebrado e as consequências parecem alastrar-se às pessoas que as rodeiam. Enquanto tentam reconstruir as suas vidas, Morgan encontra conforto num amigo do passado e Clara aproxima-se de Miller, uma companhia que a sua família não aprova." À medida que novos segredos e mal-entendidos surgem entre mãe e filha, ambas terão de lutar por uma reconciliação, antes que as suas diferenças e ressentimentos consigam afastá-las de modo irremediável.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Catalina Martinez é madrinha de casamento da irmã. Vai sorrir e fazer tudo para tornar perfeito o dia mais importante da vida da noiva. Apesar de o noivo ser o seu ex-namorado. No entanto, quando conhece o p adrinho, tem dificuldade em manter a fachada. Luke Darling é o único homem que Catalina deveria evitar a todo o custo - é um médico demasiado charmoso, atraente e bem-sucedido. Luke está determinado a quebrar o gelo entre eles, mas Catalina mantém-se conscientemente à distância. Sem grande sucesso, pois Luke torna a época natalícia cada vez mais agradável¿ para ela. Ah, para piorar tudo, Catalina vai mudar de casa depois do casamento..."
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Catalina Martinez é madrinha de casamento da irmã. Vai sorrir e fazer tudo para tornar perfeito o dia mais importante da vida da noiva. Apesar de o noivo ser o seu ex-namorado. No entanto, quando conhece o p adrinho, tem dificuldade em manter a fachada. Luke Darling é o único homem que Catalina deveria evitar a todo o custo - é um médico demasiado charmoso, atraente e bem-sucedido. Luke está determinado a quebrar o gelo entre eles, mas Catalina mantém-se conscientemente à distância. Sem grande sucesso, pois Luke torna a época natalícia cada vez mais agradável¿ para ela. Ah, para piorar tudo, Catalina vai mudar de casa depois do casamento..."
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O arquiteto nova-iorquino Tate Donovan é chamado a ajudar o melhor amigo na construção da sua casa de verão. Em Cape Cod, rodeado por praias a perder de vista, dunas dramáticas e densas florestas de pinheiros, Tate sente-se capaz de começar de novo após a depressão provocada pela morte da irmã. O que não esperava era sentir uma ligação profunda com uma desconhecida – que é exatamente o que acontece com uma jovem chamada Wren. A intensidade dos sentimentos entre ambos é inédita. Mas aos poucos, Tate descobre que, sob a superfície da idílica cidade pequena, o ódio, o ciúme e a cobiça espalham as suas sementes, ameaçando a frágil relação. O destino de Wren afigura-se inquietante. Para a ajudar, ele terá de descobrir a verdade sobre o seu passado... uma busca que o fará pôr em causa as suas convicções mais profundas. Uma história sobre a transcendência da experiência humana, Além do Amor levanta a eterna questão: poderá o amor transpor a fronteira entre a vida e a morte.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O arquiteto nova-iorquino Tate Donovan é chamado a ajudar o melhor amigo na construção da sua casa de verão. Em Cape Cod, rodeado por praias a perder de vista, dunas dramáticas e densas florestas de pinheiros, Tate sente-se capaz de começar de novo após a depressão provocada pela morte da irmã. O que não esperava era sentir uma ligação profunda com uma desconhecida – que é exatamente o que acontece com uma jovem chamada Wren. A intensidade dos sentimentos entre ambos é inédita. Mas aos poucos, Tate descobre que, sob a superfície da idílica cidade pequena, o ódio, o ciúme e a cobiça espalham as suas sementes, ameaçando a frágil relação. O destino de Wren afigura-se inquietante. Para a ajudar, ele terá de descobrir a verdade sobre o seu passado... uma busca que o fará pôr em causa as suas convicções mais profundas. Uma história sobre a transcendência da experiência humana, Além do Amor levanta a eterna questão: poderá o amor transpor a fronteira entre a vida e a morte.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 672
Sinopse:
"A PRINCESA E O PLEBEU Depois de ter sido raptada, a princesa Gabriella sofre um ataque de amnésia. Enquanto recupera, nos braços de Reeve MacGee, um guarda-costas encantador, descobrirá uma paixão indescritível. POSTA EM CENA Embora o destino de Sua Alteza Real, o príncipe Alexander, fosse governar Cordina, era a bela e independente produtora de teatro, Eve Hamilton, quem, de facto, mandava no seu coração. UM PRÍNCIPE MUITO ATRAENTE Porque é que uma pessoa tão reservada como Hannah Rothchild era tão intrigante para um mulherengo como o príncipe Bennett? Seria por intuir que tinha uma missão secreta... ou simplesmen - te por estar fascinado por ela"
Nº Páginas: 672
Sinopse:
"A PRINCESA E O PLEBEU Depois de ter sido raptada, a princesa Gabriella sofre um ataque de amnésia. Enquanto recupera, nos braços de Reeve MacGee, um guarda-costas encantador, descobrirá uma paixão indescritível. POSTA EM CENA Embora o destino de Sua Alteza Real, o príncipe Alexander, fosse governar Cordina, era a bela e independente produtora de teatro, Eve Hamilton, quem, de facto, mandava no seu coração. UM PRÍNCIPE MUITO ATRAENTE Porque é que uma pessoa tão reservada como Hannah Rothchild era tão intrigante para um mulherengo como o príncipe Bennett? Seria por intuir que tinha uma missão secreta... ou simplesmen - te por estar fascinado por ela"
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"April sente-se sozinha. Desde que a empresa decretou o regime de teletrabalho a tempo inteiro, ela está um pouco perdida. Numa tentativa de sair da sua rotina e da sua solidão, decide escrever um bilhete anónimo, colocá-lo dentro de um livro e deixá-lo na pilha de livros usados na livraria do seu bairro. O destinatário: o rapaz giro, de sorriso tímido e ar intelectual, que trabalha na livraria. Laura é mãe solteira e está sempre ocupada a cuidar da sua filha. Por obra do destino, é ela quem acaba por encontrar o bilhete de April, e acredita que foi deixado para si, pelo funcionário da livraria. Um pequeno flirt com um homem atraente que adora livros pode ser exatamente aquilo de que precisa. Westley, bonito, tímido e não muito perspicaz no que toca a mulheres, está demasiado distraído com a rodagem de um filme na sua livraria para reparar nos olhares furtivos de April e Laura, ou nos bilhetes trocados entre prateleiras. "
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"April sente-se sozinha. Desde que a empresa decretou o regime de teletrabalho a tempo inteiro, ela está um pouco perdida. Numa tentativa de sair da sua rotina e da sua solidão, decide escrever um bilhete anónimo, colocá-lo dentro de um livro e deixá-lo na pilha de livros usados na livraria do seu bairro. O destinatário: o rapaz giro, de sorriso tímido e ar intelectual, que trabalha na livraria. Laura é mãe solteira e está sempre ocupada a cuidar da sua filha. Por obra do destino, é ela quem acaba por encontrar o bilhete de April, e acredita que foi deixado para si, pelo funcionário da livraria. Um pequeno flirt com um homem atraente que adora livros pode ser exatamente aquilo de que precisa. Westley, bonito, tímido e não muito perspicaz no que toca a mulheres, está demasiado distraído com a rodagem de um filme na sua livraria para reparar nos olhares furtivos de April e Laura, ou nos bilhetes trocados entre prateleiras. "
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
UM PODEROSO RELATO SOBRE O QUE ESTÁ A ACONTECER AGORA NA PALESTINA E AS CONTRADIÇÕES MORAIS DO OCIDENTE A 25 de Outubro de 2023, após apenas três semanas da intensificação dos bombardeamentos em Gaza, Omar El Akkad publicou um tuite: «Um dia, quando for seguro, quando não houver consequências pessoais por chamar as coisas pelos nomes, quando for demasiado tarde para responsabilizar quem quer que seja, sempre teremos sido todos contra isto.» Teve mais de dez milhões de visualizações. Enquanto imigrante que veio para o Ocidente, El Akkad acreditava que este prometia liberdade e justiça. Mas nos últimos 20 anos, ao fazer a cobertura de guerras e protestos, e sobretudo ao assistir ao massacre em Gaza, chegou à conclusão de que grande parte do que o Ocidente promete é mentira, e que haverá sempre grupos de seres humanos a não serem tratados como tal ¿ não apenas árabes, muçulmanos ou imigrantes, mas quem quer que fique de fora das fronteiras do privilégio. Um Dia, sempre Teremos Sido Todos contra Isto é uma crónica dessa dolorosa constatação, um debate moral sobre o que significa, enquanto cidadão, talhar um qualquer sentido de possibilidade numa era de carnificina. Relato cru e vulnerável, registo de uma matança inominável e uma desolada carta de ruptura com o Ocidente, este livro é para todas as pessoas que ambicionam algo melhor para o mundo. Este é o livro do nosso tempo. «Gaza matou alguma coisa em todos nós. Este é um livro poderoso, irresistível, assustador.» ¿ The Guardian, Sean O¿Hagan «Um estimulante manifesto e um importante registo da actualidade.» ¿ The New York Times «Uma defesa poderosa da empatia¿ o que é necessário para que o horror que acontece `lá¿ seja tão urgente como o que acontece `cá¿?» ¿ The Washington Post, Elamin Abdelmahmoud «Agonizante, este livro é um grito perturbador mas eloquente contra a nossa tolerância perante o sofrimento dos outros.» ¿ The New York Times Book Review, Fintan O¿Toole «Tão furiosamente marcante como tem de ser um grito de raiva e luto contra o status quo.» ¿ Financial Times, Alex Clark «Brutal, raivoso mas sempre inatacável na sua lógica¿ no final, o meu coração estava aos saltos.» ¿ The Guardian, Dina Nayeri «Foi preciso muita coragem para escrever este livro. Também é preciso coragem para o ler¿ porque El Akkad tem toda a razão.» ¿ The Globe and Mail, Lawrence Hill - Tradução: Guilherme Pires
Nº Páginas: 160
Sinopse:
UM PODEROSO RELATO SOBRE O QUE ESTÁ A ACONTECER AGORA NA PALESTINA E AS CONTRADIÇÕES MORAIS DO OCIDENTE A 25 de Outubro de 2023, após apenas três semanas da intensificação dos bombardeamentos em Gaza, Omar El Akkad publicou um tuite: «Um dia, quando for seguro, quando não houver consequências pessoais por chamar as coisas pelos nomes, quando for demasiado tarde para responsabilizar quem quer que seja, sempre teremos sido todos contra isto.» Teve mais de dez milhões de visualizações. Enquanto imigrante que veio para o Ocidente, El Akkad acreditava que este prometia liberdade e justiça. Mas nos últimos 20 anos, ao fazer a cobertura de guerras e protestos, e sobretudo ao assistir ao massacre em Gaza, chegou à conclusão de que grande parte do que o Ocidente promete é mentira, e que haverá sempre grupos de seres humanos a não serem tratados como tal ¿ não apenas árabes, muçulmanos ou imigrantes, mas quem quer que fique de fora das fronteiras do privilégio. Um Dia, sempre Teremos Sido Todos contra Isto é uma crónica dessa dolorosa constatação, um debate moral sobre o que significa, enquanto cidadão, talhar um qualquer sentido de possibilidade numa era de carnificina. Relato cru e vulnerável, registo de uma matança inominável e uma desolada carta de ruptura com o Ocidente, este livro é para todas as pessoas que ambicionam algo melhor para o mundo. Este é o livro do nosso tempo. «Gaza matou alguma coisa em todos nós. Este é um livro poderoso, irresistível, assustador.» ¿ The Guardian, Sean O¿Hagan «Um estimulante manifesto e um importante registo da actualidade.» ¿ The New York Times «Uma defesa poderosa da empatia¿ o que é necessário para que o horror que acontece `lá¿ seja tão urgente como o que acontece `cá¿?» ¿ The Washington Post, Elamin Abdelmahmoud «Agonizante, este livro é um grito perturbador mas eloquente contra a nossa tolerância perante o sofrimento dos outros.» ¿ The New York Times Book Review, Fintan O¿Toole «Tão furiosamente marcante como tem de ser um grito de raiva e luto contra o status quo.» ¿ Financial Times, Alex Clark «Brutal, raivoso mas sempre inatacável na sua lógica¿ no final, o meu coração estava aos saltos.» ¿ The Guardian, Dina Nayeri «Foi preciso muita coragem para escrever este livro. Também é preciso coragem para o ler¿ porque El Akkad tem toda a razão.» ¿ The Globe and Mail, Lawrence Hill - Tradução: Guilherme Pires
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"As brasas da rebelião ainda ardem¿ Ano 61 d. C. A Britânia está dividida. A horda rebelde foi derrotada, mas a sua líder, Boudica, e os guerreiros que restam continuam a monte. Com eles está o estandarte da Nona Legião, capturado numa emboscada, e exibido como prova de que Roma pode ser vencida. O custo da guerra foi brutal: milhares de homens perdidos e as principais cidades reduzidas a ruínas. Para o centurião Macro, a dor é ainda mais profunda sabendo que a sua mãe foi morta no ataque a Londinium. Com um desejo ardente de vingança, Macro e o seu irmão de batalha, o Prefeito Cato, recebem a missão de encontrar e destruir o que resta do exército inimigo. Não poderá haver paz até que a rainha seja capturada ou morta. E a honra de Roma só será restaurada quando o estandarte da águia for recuperado."
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"As brasas da rebelião ainda ardem¿ Ano 61 d. C. A Britânia está dividida. A horda rebelde foi derrotada, mas a sua líder, Boudica, e os guerreiros que restam continuam a monte. Com eles está o estandarte da Nona Legião, capturado numa emboscada, e exibido como prova de que Roma pode ser vencida. O custo da guerra foi brutal: milhares de homens perdidos e as principais cidades reduzidas a ruínas. Para o centurião Macro, a dor é ainda mais profunda sabendo que a sua mãe foi morta no ataque a Londinium. Com um desejo ardente de vingança, Macro e o seu irmão de batalha, o Prefeito Cato, recebem a missão de encontrar e destruir o que resta do exército inimigo. Não poderá haver paz até que a rainha seja capturada ou morta. E a honra de Roma só será restaurada quando o estandarte da águia for recuperado."
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Um mineiro com um dom. Uma sacerdotisa que acredita no impossível. Um monumento que definirá uma civilização. Seft é um mineiro experiente, que atravessa a árida Grande Planície, sob o calor escaldante do verão, para assistir aos rituais que marcam o início de um novo ano e, acima de tudo, encontrar Neen, a jovem por quem se apaixonou. Joia, irmã de Neen, é uma sacerdotisa dotada de extraordinários dons. Desde criança, sonha com a construção de um milagroso círculo de pedras durante a cerimónia do Solstício de Verão. A visão de Joia inspira Seft, que se compromete a realizar tamanho monumento grandioso. A Grande Planície enfrenta uma seca devastadora e a desconfiança aumenta entre pastores, agricultores e habitantes das florestas. O que começou como uma visão inspiradora depressa se torna uma corrida contra o tempo e um conflito violento. Ken Follett, um dos autores mais lidos em todo o mundo, regressa com uma obra épica e arrebatadora, e convida-nos a mergulhar num dos maiores mistérios da História: Stonehenge.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Um mineiro com um dom. Uma sacerdotisa que acredita no impossível. Um monumento que definirá uma civilização. Seft é um mineiro experiente, que atravessa a árida Grande Planície, sob o calor escaldante do verão, para assistir aos rituais que marcam o início de um novo ano e, acima de tudo, encontrar Neen, a jovem por quem se apaixonou. Joia, irmã de Neen, é uma sacerdotisa dotada de extraordinários dons. Desde criança, sonha com a construção de um milagroso círculo de pedras durante a cerimónia do Solstício de Verão. A visão de Joia inspira Seft, que se compromete a realizar tamanho monumento grandioso. A Grande Planície enfrenta uma seca devastadora e a desconfiança aumenta entre pastores, agricultores e habitantes das florestas. O que começou como uma visão inspiradora depressa se torna uma corrida contra o tempo e um conflito violento. Ken Follett, um dos autores mais lidos em todo o mundo, regressa com uma obra épica e arrebatadora, e convida-nos a mergulhar num dos maiores mistérios da História: Stonehenge.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Um dos mais notáveis portugueses revisita os momentos marcantes de uma vida intensa, que se construiu numa simbiose íntima com o mundo, e partilha agora o muito do tanto que ensinou e aprendeu. Alexandre Quintanilha é um cientista de uma curiosidade imensa, com investigação transversal, da Física à Biologia. Político comprometido, foi deputado e empenhado autor de propostas legislativas em temas como a morte assistida, as alterações climáticas ou a toxicodependência. Filho de mãe alemã e de pai português, nasceu em Moçambique em 1945, num tempo em que Portugal empurrava para as colónias os que ousavam pensar de forma diferente, como Aurélio Quintanilha, seu pai, saneado da Universidade de Coimbra. Depois de Moçambique, Alexandre Quintanilha estudou e doutorou-se na África do Sul, onde também foi au -pair. A carreira como investigador teve em Berkeley, Universidade da Califórnia, o seu epicentro, mas o grande terramoto foi o encontro, do outro lado da Baía de S. Francisco, com Richard Zimler, com quem vive há mais de 40 anos. No início dos anos 90, o casal trocou os Estados Unidos pelo Porto, onde o cientista passou a lecionar no ICBAS, anos antes de fundar o Instituto de Biologia Molecular e Celular e o i3S. Nesta Última Lição, Alexandre Quintanilha recorda as pessoas que o ajudaram a crescer e os lugares que o edificaram como um ser livre; reitera a ligação entre saber e liberdade e declara o seu amor pela ciência, música, literatura, pintura, filosofia, política e ainda pela espiritualidade, assumindo-se como um diletante que tem como valor maior a dignidade humana.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Um dos mais notáveis portugueses revisita os momentos marcantes de uma vida intensa, que se construiu numa simbiose íntima com o mundo, e partilha agora o muito do tanto que ensinou e aprendeu. Alexandre Quintanilha é um cientista de uma curiosidade imensa, com investigação transversal, da Física à Biologia. Político comprometido, foi deputado e empenhado autor de propostas legislativas em temas como a morte assistida, as alterações climáticas ou a toxicodependência. Filho de mãe alemã e de pai português, nasceu em Moçambique em 1945, num tempo em que Portugal empurrava para as colónias os que ousavam pensar de forma diferente, como Aurélio Quintanilha, seu pai, saneado da Universidade de Coimbra. Depois de Moçambique, Alexandre Quintanilha estudou e doutorou-se na África do Sul, onde também foi au -pair. A carreira como investigador teve em Berkeley, Universidade da Califórnia, o seu epicentro, mas o grande terramoto foi o encontro, do outro lado da Baía de S. Francisco, com Richard Zimler, com quem vive há mais de 40 anos. No início dos anos 90, o casal trocou os Estados Unidos pelo Porto, onde o cientista passou a lecionar no ICBAS, anos antes de fundar o Instituto de Biologia Molecular e Celular e o i3S. Nesta Última Lição, Alexandre Quintanilha recorda as pessoas que o ajudaram a crescer e os lugares que o edificaram como um ser livre; reitera a ligação entre saber e liberdade e declara o seu amor pela ciência, música, literatura, pintura, filosofia, política e ainda pela espiritualidade, assumindo-se como um diletante que tem como valor maior a dignidade humana.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"«Desde meados do século xx, os debates sobre a questão da relação de Paulo com o judaísmo têm sido intensos. No entanto, tais debates permanecem pouco conhecidos do público. Matthew Thiessen procura remediar essa situação neste livro e, na verdade, consegue-o fazer admiravelmente com uma prosa clara e convincente. Porém, o livro não é uma mera introdução aos debates sobre Paulo e o judaísmo. Thiessen não percorre de modo neutro as várias posições académicas. Em vez disso, defende com veemência que Paulo permaneceu plena e firmemente dentro do judaísmo, desde o nascimento até à morte. É uma tese convincente que, sem dúvida, prenderá a atenção dos académicos mais conhecedores, ao mesmo tempo que proporcionará aos leitores não iniciados uma introdução clara a este importante debate.»"
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"«Desde meados do século xx, os debates sobre a questão da relação de Paulo com o judaísmo têm sido intensos. No entanto, tais debates permanecem pouco conhecidos do público. Matthew Thiessen procura remediar essa situação neste livro e, na verdade, consegue-o fazer admiravelmente com uma prosa clara e convincente. Porém, o livro não é uma mera introdução aos debates sobre Paulo e o judaísmo. Thiessen não percorre de modo neutro as várias posições académicas. Em vez disso, defende com veemência que Paulo permaneceu plena e firmemente dentro do judaísmo, desde o nascimento até à morte. É uma tese convincente que, sem dúvida, prenderá a atenção dos académicos mais conhecedores, ao mesmo tempo que proporcionará aos leitores não iniciados uma introdução clara a este importante debate.»"
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O songbook que reúne as mais emblemáticas composições de Pedro Abrunhosa. «Como será escrever uma canção? O que sentirá alguém que escreve uma canção e depois percebe que ela ganha vida e corpo na sua voz e também naqueles que, mais tarde, a irão reproduzir e cantar também? Fico sempre a pensar nisto. Fico genuinamente a pensar nisto e no misto de entusiasmo das canções que se tornam bem-sucedidas e das outras, as canções que vão diretamente para o balde do lixo. Ou talvez para um planeta onde vivem e são cantadas as canções que não tiveram sucesso algum. Este livro que agora é lançado não tem nenhuma desse planeta que muitos - pelas razões que facilmente adivinharão - querem que seja distante. Pelo contrário, todas elas têm uma vida. Sim, uma vida. Uma canção tem uma vida igual à nossa, só que muitas delas, ao contrário de nós, tornam-se imortais.» Fernando Alvim, no prefácio
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O songbook que reúne as mais emblemáticas composições de Pedro Abrunhosa. «Como será escrever uma canção? O que sentirá alguém que escreve uma canção e depois percebe que ela ganha vida e corpo na sua voz e também naqueles que, mais tarde, a irão reproduzir e cantar também? Fico sempre a pensar nisto. Fico genuinamente a pensar nisto e no misto de entusiasmo das canções que se tornam bem-sucedidas e das outras, as canções que vão diretamente para o balde do lixo. Ou talvez para um planeta onde vivem e são cantadas as canções que não tiveram sucesso algum. Este livro que agora é lançado não tem nenhuma desse planeta que muitos - pelas razões que facilmente adivinharão - querem que seja distante. Pelo contrário, todas elas têm uma vida. Sim, uma vida. Uma canção tem uma vida igual à nossa, só que muitas delas, ao contrário de nós, tornam-se imortais.» Fernando Alvim, no prefácio
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 348
Sinopse:
A biografia da fundadora da DQ no momento em que a editora faz 60 anos. Agora em capa dura. Snu Abecassis nasce na Dinamarca, vive na Suécia, em Inglaterra e nos Estados Unidos antes de chegar a Lisboa, em 1962. Conhece o ar livre das sociedades abertas onde não faz sentido, sequer, questionar a liberdade de expressão. O choque com o país que escolhe, por amor ao português Vasco Abecassis, é violento, e a fundação de uma editora, a Dom Quixote, é o seu contributo para uma sociedade portuguesa mais moderna. Depois do primeiro casamento, do qual nascem três filhos, Snu apaixona¿se por Francisco Sá Carneiro, no qual descobre um político pouco dado a consensos, motivado pelas suas próprias ideias. Dá-lhe serenidade e mundo, partilham determinação e ambição, postas à prova por uma união de facto violentamente criticada pela moral e costumes nacionais, pouco habituados à frontalidade. Snu nunca se retrai face às adversidades, choca o país com o seu charme e a sua personalidade, está à frente do seu tempo mas é sempre reservada e fugidia. Em Portugal, muitos conhecem-na apenas como a protagonista de uma relação fora da lei com Sá Carneiro. Snu é muito mais do que isso.
Nº Páginas: 348
Sinopse:
A biografia da fundadora da DQ no momento em que a editora faz 60 anos. Agora em capa dura. Snu Abecassis nasce na Dinamarca, vive na Suécia, em Inglaterra e nos Estados Unidos antes de chegar a Lisboa, em 1962. Conhece o ar livre das sociedades abertas onde não faz sentido, sequer, questionar a liberdade de expressão. O choque com o país que escolhe, por amor ao português Vasco Abecassis, é violento, e a fundação de uma editora, a Dom Quixote, é o seu contributo para uma sociedade portuguesa mais moderna. Depois do primeiro casamento, do qual nascem três filhos, Snu apaixona¿se por Francisco Sá Carneiro, no qual descobre um político pouco dado a consensos, motivado pelas suas próprias ideias. Dá-lhe serenidade e mundo, partilham determinação e ambição, postas à prova por uma união de facto violentamente criticada pela moral e costumes nacionais, pouco habituados à frontalidade. Snu nunca se retrai face às adversidades, choca o país com o seu charme e a sua personalidade, está à frente do seu tempo mas é sempre reservada e fugidia. Em Portugal, muitos conhecem-na apenas como a protagonista de uma relação fora da lei com Sá Carneiro. Snu é muito mais do que isso.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Um testemunho poderoso e urgente sobre a vida invisível que sustenta a economia digital. Um relato deliciosamente honesto e bem-humorado, dando um rosto e uma voz ao futuro do trabalho ¿Um dos novos talentos literários mais notáveis da China. Leitores de todas as esferas da vida vão encontrar paralelos com a rotina implacável das suas próprias vidas profissionais.¿ Financial Times Hu Anyan, ex-estafeta e trabalhador de armazéns em Pequim, transformou a sua experiência em literatura de impacto mundial. Com uma escrita crua e intimista, o autor revela o quotidiano dos estafetas ¿ longas jornadas, pressões extremas, salários precários ¿ e como, apesar de tudo, persistem sonhos, dignidade e esperança.Este não é apenas um retrato da China urbana contemporânea. É uma reflexão universal sobre precariedade laboral, desigualdade social e o valor humano por detrás das estatísticas. ¿ É um Fenómeno internacionalcom direitos vendidos para mais de 17 países.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Um testemunho poderoso e urgente sobre a vida invisível que sustenta a economia digital. Um relato deliciosamente honesto e bem-humorado, dando um rosto e uma voz ao futuro do trabalho ¿Um dos novos talentos literários mais notáveis da China. Leitores de todas as esferas da vida vão encontrar paralelos com a rotina implacável das suas próprias vidas profissionais.¿ Financial Times Hu Anyan, ex-estafeta e trabalhador de armazéns em Pequim, transformou a sua experiência em literatura de impacto mundial. Com uma escrita crua e intimista, o autor revela o quotidiano dos estafetas ¿ longas jornadas, pressões extremas, salários precários ¿ e como, apesar de tudo, persistem sonhos, dignidade e esperança.Este não é apenas um retrato da China urbana contemporânea. É uma reflexão universal sobre precariedade laboral, desigualdade social e o valor humano por detrás das estatísticas. ¿ É um Fenómeno internacionalcom direitos vendidos para mais de 17 países.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 424
Sinopse:
O segredo mais bem guardado da Guerra Fria No confronto silencioso da Guerra Fria, travado em grande parte nos campos da mente e do intelecto, uma arma insuspeita foi fulcral: o livro. O Clube de Leitura da CIA revela a extraordinária história verídica de um programa secreto da inteligência dos EUA que conseguiu contrabandear dez milhões de volumes através da vastíssima e fortemente vigiada Cortina de Ferro. A missão, de um alcance e audácia sem precedentes, visava minar diretamente a sufocante censura imposta pelo regime soviético e levar visões políticas e culturais alternativas a um povo privado de acesso à informação livre. Liderado por George Minden a partir dos escritórios da CIA em Manhattan, um homem nascido em Bucareste que compreendia profundamente as realidades e necessidades culturais do Leste, o programa enviava uma diversificada seleção de literatura para a Europa de Leste ¿ de clássicos subversivos como George Orwell a autores populares como Agatha Christie. Estes livros, que funcionavam como faróis de esperança e ar fresco intelectual, eram transportados através de todos os meios imagináveis de contrabando: a bordo de camiões e iates, enviados por balões, escondidos em compartimentos secretos de comboios, ou dissimulados na bagagem de viajantes comuns. A operação não só desafiava as autoridades comunistas, como procurava estabelecer uma ligação genuína com os leitores no Leste, reconhecendo a sua inteligência e a sua sede por diversidade cultural e dignidade humana. O impacto desta torrente clandestina de literatura foi particularmente forte na Polónia, onde os livros circularam avidamente e inspiraram dissidentes a iniciar operações de impressão subterrâneas, arriscando espancamentos, prisão e exílio. A disseminação da literatura ilícita tornou-se tão massiva que, no final dos anos 1980, a censura na Polónia colapsou, um fator crucial que ajudou a pavimentar o caminho para a eventual queda da própria Cortina de Ferro. Narrada em detalhe cativante pelo jornalista Charlie English, esta é uma saga real de espionagem, sobrevivência e resistência, uma prova arrebatadora do poder inabalável da palavra escrita como força de libertação e de mudança histórica.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
O segredo mais bem guardado da Guerra Fria No confronto silencioso da Guerra Fria, travado em grande parte nos campos da mente e do intelecto, uma arma insuspeita foi fulcral: o livro. O Clube de Leitura da CIA revela a extraordinária história verídica de um programa secreto da inteligência dos EUA que conseguiu contrabandear dez milhões de volumes através da vastíssima e fortemente vigiada Cortina de Ferro. A missão, de um alcance e audácia sem precedentes, visava minar diretamente a sufocante censura imposta pelo regime soviético e levar visões políticas e culturais alternativas a um povo privado de acesso à informação livre. Liderado por George Minden a partir dos escritórios da CIA em Manhattan, um homem nascido em Bucareste que compreendia profundamente as realidades e necessidades culturais do Leste, o programa enviava uma diversificada seleção de literatura para a Europa de Leste ¿ de clássicos subversivos como George Orwell a autores populares como Agatha Christie. Estes livros, que funcionavam como faróis de esperança e ar fresco intelectual, eram transportados através de todos os meios imagináveis de contrabando: a bordo de camiões e iates, enviados por balões, escondidos em compartimentos secretos de comboios, ou dissimulados na bagagem de viajantes comuns. A operação não só desafiava as autoridades comunistas, como procurava estabelecer uma ligação genuína com os leitores no Leste, reconhecendo a sua inteligência e a sua sede por diversidade cultural e dignidade humana. O impacto desta torrente clandestina de literatura foi particularmente forte na Polónia, onde os livros circularam avidamente e inspiraram dissidentes a iniciar operações de impressão subterrâneas, arriscando espancamentos, prisão e exílio. A disseminação da literatura ilícita tornou-se tão massiva que, no final dos anos 1980, a censura na Polónia colapsou, um fator crucial que ajudou a pavimentar o caminho para a eventual queda da própria Cortina de Ferro. Narrada em detalhe cativante pelo jornalista Charlie English, esta é uma saga real de espionagem, sobrevivência e resistência, uma prova arrebatadora do poder inabalável da palavra escrita como força de libertação e de mudança histórica.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Plano Nacional de Leitura Literatura - Maiores de 18 anos PRÉMIO NOBEL DE LITERATURA A 26 de abril de 1986, Chernobyl foi palco do pior desastre nuclear de sempre. As autoridades soviéticas esconderam a gravidade dos factos da população e da comunidade internacional, e tentaram controlar os danos enviando milhares de homens mal equipados e impreparados para o vórtice radioativo em que se transformara a região. O acidente acabou por contaminar quase três quartos da Europa. Numa prosa pungente e desarmante, Svetlana Alexievich da voz a centenas de pessoas que viveram a tragédia: desde cidadãos comuns, bombeiros e médicos, que sentiram na pele as violentas consequências do desastre, até as forças do regime soviético que tentaram esconder o ocorrido. " "Os testemunhos, resultantes de mais de 500 entrevistas realizadas pela autora, são apresentados através de monólogos tecidos entre si com notável sensibilidade, apesar da disparidade e dos fortes contrastes que separam estas vozes. «A sua técnica é uma mistura vigorosa de eloquência e de silêncio, descrevendo a incompetência, o heroísmo e o luto: a partir dos monólogos dos seus entrevistados, ela cria uma história que o leitor consegue de facto palpar. Ao lê-la, percebi pela primeira vez que Chernobyl foi o tsunami da Europa: mas fomos nós, humanos, que o criámos, e este tsunami é interminável.» - The Telegraph Tradução direta do russo por Galina Mitrakhovich"
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Plano Nacional de Leitura Literatura - Maiores de 18 anos PRÉMIO NOBEL DE LITERATURA A 26 de abril de 1986, Chernobyl foi palco do pior desastre nuclear de sempre. As autoridades soviéticas esconderam a gravidade dos factos da população e da comunidade internacional, e tentaram controlar os danos enviando milhares de homens mal equipados e impreparados para o vórtice radioativo em que se transformara a região. O acidente acabou por contaminar quase três quartos da Europa. Numa prosa pungente e desarmante, Svetlana Alexievich da voz a centenas de pessoas que viveram a tragédia: desde cidadãos comuns, bombeiros e médicos, que sentiram na pele as violentas consequências do desastre, até as forças do regime soviético que tentaram esconder o ocorrido. " "Os testemunhos, resultantes de mais de 500 entrevistas realizadas pela autora, são apresentados através de monólogos tecidos entre si com notável sensibilidade, apesar da disparidade e dos fortes contrastes que separam estas vozes. «A sua técnica é uma mistura vigorosa de eloquência e de silêncio, descrevendo a incompetência, o heroísmo e o luto: a partir dos monólogos dos seus entrevistados, ela cria uma história que o leitor consegue de facto palpar. Ao lê-la, percebi pela primeira vez que Chernobyl foi o tsunami da Europa: mas fomos nós, humanos, que o criámos, e este tsunami é interminável.» - The Telegraph Tradução direta do russo por Galina Mitrakhovich"
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Em Reparações e Outras Penitências Históricas, João Pedro Marques responde a algumas questões: Decorridos 158 anos desde que o último navio negreiro aportou a Cuba, deverá Portugal dizer sim às reparações pela existência de um tráfico que foi feito em parceria com os africanos, e que terminou graças aos esforços dos povos ocidentais (portugueses incluídos), ou deverá recusá-las firmemente? Deveremos pagar indemnizações a populações afrodescendentes que se consideram vítimas das actuações erradas ou criminosas de distantes antepassados nossos, ou essa é uma obrigação que não nos cabe? E deveremos permitir que se introduzam no nosso ensino narrativas tendentes a flagelar a memória dos Descobrimentos, ou há que reagir fortemente contra isso? Este livro é, na Guerra e Paz, o quarto round do combate que João Pedro Marques trava contra a visão woke do mundo ¿ que, com a pretensão de corrigir injustiças presentes e passadas, não se coíbe
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Em Reparações e Outras Penitências Históricas, João Pedro Marques responde a algumas questões: Decorridos 158 anos desde que o último navio negreiro aportou a Cuba, deverá Portugal dizer sim às reparações pela existência de um tráfico que foi feito em parceria com os africanos, e que terminou graças aos esforços dos povos ocidentais (portugueses incluídos), ou deverá recusá-las firmemente? Deveremos pagar indemnizações a populações afrodescendentes que se consideram vítimas das actuações erradas ou criminosas de distantes antepassados nossos, ou essa é uma obrigação que não nos cabe? E deveremos permitir que se introduzam no nosso ensino narrativas tendentes a flagelar a memória dos Descobrimentos, ou há que reagir fortemente contra isso? Este livro é, na Guerra e Paz, o quarto round do combate que João Pedro Marques trava contra a visão woke do mundo ¿ que, com a pretensão de corrigir injustiças presentes e passadas, não se coíbe
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