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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Aprendizagem À beira de um precipício, de cabeça para baixo, pelo seu mais ilustre professor agarrado somente pelos pés, eis que o aprendiz repete, assustado, a lição da manhã. O perigo Nada é tão perigoso como teres cumprido todos os teus deveres do dia e ainda ser manhã, teres cumprido todos os teus deveres na vida e ainda não estares morto. Uma razão para o fazeres Se não acorreres ao local, nunca poderás saber se quem grita por socorro o quer receber ou dar.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Aprendizagem À beira de um precipício, de cabeça para baixo, pelo seu mais ilustre professor agarrado somente pelos pés, eis que o aprendiz repete, assustado, a lição da manhã. O perigo Nada é tão perigoso como teres cumprido todos os teus deveres do dia e ainda ser manhã, teres cumprido todos os teus deveres na vida e ainda não estares morto. Uma razão para o fazeres Se não acorreres ao local, nunca poderás saber se quem grita por socorro o quer receber ou dar.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Os contos de Oscar Wilde são narrativas marcadas pela sensibilidade, humor refinado e crítica social, misturando contos de fadas com temas éticos profundos. Frequentemente exploram o altruísmo, a beleza e o sacrifício, com personagens marcantes como O Príncipe Feliz, O Gigante Egoísta e o Rouxinol.
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Os contos de Oscar Wilde são narrativas marcadas pela sensibilidade, humor refinado e crítica social, misturando contos de fadas com temas éticos profundos. Frequentemente exploram o altruísmo, a beleza e o sacrifício, com personagens marcantes como O Príncipe Feliz, O Gigante Egoísta e o Rouxinol.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Ópera da compositora portuguesa Ana Seara. “Até que a morte nos separe”, revela-nos a história de um inspector da polícia assombrado por ter morto, num fogo cruzado, um inocente professor de literatura, acabando por ter um caso com uma jovem misteriosa, com quem casa e leva a morar com a sua filha cega.
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Ópera da compositora portuguesa Ana Seara. “Até que a morte nos separe”, revela-nos a história de um inspector da polícia assombrado por ter morto, num fogo cruzado, um inocente professor de literatura, acabando por ter um caso com uma jovem misteriosa, com quem casa e leva a morar com a sua filha cega.
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Edição: Jul 2000
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Livre Mente" de Fernando Savater é uma coletânea de artigos que funcionam como um "diário intelectual, ético e político" do autor, reunindo textos publicados ao longo de quatro anos. A obra reflete sobre temas da atualidade, cultura, política e sociedade, marcando o pensamento de Savater no período pós-ditadura e no contexto contemporâneo.
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Livre Mente" de Fernando Savater é uma coletânea de artigos que funcionam como um "diário intelectual, ético e político" do autor, reunindo textos publicados ao longo de quatro anos. A obra reflete sobre temas da atualidade, cultura, política e sociedade, marcando o pensamento de Savater no período pós-ditadura e no contexto contemporâneo.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Escrito numa linguagem clara e expressiva (mas que não trai o necessário rigor científico) e, profusamente ilustrado a cores com belíssimas fotografias e admiráveis desenhos a cores de António Cidadão, «Portugal Animal» é, ao mesmo tempo, uma obra de consulta, um guia de campo e um livro que se lê por puro prazer. Edição de muito apuro gráfico, nitidamente estampada a cores sobre bom papel. Encadernação do editor com sobrecapa impressa a cores.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Escrito numa linguagem clara e expressiva (mas que não trai o necessário rigor científico) e, profusamente ilustrado a cores com belíssimas fotografias e admiráveis desenhos a cores de António Cidadão, «Portugal Animal» é, ao mesmo tempo, uma obra de consulta, um guia de campo e um livro que se lê por puro prazer. Edição de muito apuro gráfico, nitidamente estampada a cores sobre bom papel. Encadernação do editor com sobrecapa impressa a cores.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"Textos e Canções", de José Afonso (disponível em edições como a da Assírio & Alvim), é uma obra fundamental que reúne a totalidade do repertório cantado e textos poéticos do autor, organizado com notas de J. H. Santos Barros. A obra divide-se entre letras de canções (poesia para música) e textos escritos para leitura, evidenciando o lirismo, a métrica e o trabalho poético de "Zeca" para além da sua vertente política.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"Textos e Canções", de José Afonso (disponível em edições como a da Assírio & Alvim), é uma obra fundamental que reúne a totalidade do repertório cantado e textos poéticos do autor, organizado com notas de J. H. Santos Barros. A obra divide-se entre letras de canções (poesia para música) e textos escritos para leitura, evidenciando o lirismo, a métrica e o trabalho poético de "Zeca" para além da sua vertente política.
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Edição: Jul 2000
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"Memória de Lisboa", publicado postumamente, é um álbum que combina textos de António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho) com fotografias da cidade, retratando uma Lisboa dos anos 70 e 80 através de uma perspetiva histórica, erudita e nostálgica. A obra foca-se em monumentos e locais emblemáticos, unindo a descrição física à vivência pessoal.
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Sinopse:
"Memória de Lisboa", publicado postumamente, é um álbum que combina textos de António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho) com fotografias da cidade, retratando uma Lisboa dos anos 70 e 80 através de uma perspetiva histórica, erudita e nostálgica. A obra foca-se em monumentos e locais emblemáticos, unindo a descrição física à vivência pessoal.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 146
Sinopse:
"Os Tarahumaras" (ou Viagem ao País dos Tarahumaras), de Antonin Artaud, é uma obra que relata a experiência mística e antropológica do autor no México em 1936. Artaud descreve o povo Tarahumara e o seu ritual do peiote como uma forma de "teatro em estado puro" e magia, buscando uma revolução interior e a cura para a civilização ocidental decadente.
Nº Páginas: 146
Sinopse:
"Os Tarahumaras" (ou Viagem ao País dos Tarahumaras), de Antonin Artaud, é uma obra que relata a experiência mística e antropológica do autor no México em 1936. Artaud descreve o povo Tarahumara e o seu ritual do peiote como uma forma de "teatro em estado puro" e magia, buscando uma revolução interior e a cura para a civilização ocidental decadente.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em 1992, Álvaro Siza Vieira recebeu o prémio de arquitectura Pritzker pelos seus quase 40 anos de trabalho efectuado à margem das grandes correntes da moda e, com frequência, em condições de construção pouco adequadas. A arquitectura de Siza é, por vezes, caracterizada como «regional», devido ao seu inconfundível espírito nortenho, ao modo como se relaciona com as pessoas e com os trabalhos, apesar do crescente reconhecimento e procura internacionais. Contudo, para Siza Vieira, «regional» não é sinónimo de acomodação ou estilo, mas de percepção da paisagem que lhe adestra a sobriedade, o despojamento, as rupturas rigorosas, adquirindo por tudo isso uma abstracção própria. O percurso de Siza enquanto arquitecto, é aqui detalhadamente descrito. Começou por construir moradias no Porto e no Norte de Portugal às quais se seguiram numerosos projectos na Alemanha, Holanda, Suíça e Espanha. O edifício da Faculdade de Arquitectura do Porto, teve para ele um significado muito especial: nessa escola foi aluno de Fernando Távora, aí foi constituído o círculo de arquitectos a que chamamos hoje «Escola do Porto» e aí se tornou professor. Em 1988, foi-lhe confiada a reconstrução do Chiado, uma distinção máxima. A capital, com uma escola de arquitectura própria, elegera o «arquitecto do Porto». Brigitte Fleck é licenciada em Engenharia e Arquitectura. Participou muitos anos no planeamento urbanístico de Berlim, tendo publicado numerosos trabalhos sobre esse tema. Conhecedora desde longa data dos trabalhos de Siza, incentivou a sua participação nos concursos internacionais de construção de Berlim.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em 1992, Álvaro Siza Vieira recebeu o prémio de arquitectura Pritzker pelos seus quase 40 anos de trabalho efectuado à margem das grandes correntes da moda e, com frequência, em condições de construção pouco adequadas. A arquitectura de Siza é, por vezes, caracterizada como «regional», devido ao seu inconfundível espírito nortenho, ao modo como se relaciona com as pessoas e com os trabalhos, apesar do crescente reconhecimento e procura internacionais. Contudo, para Siza Vieira, «regional» não é sinónimo de acomodação ou estilo, mas de percepção da paisagem que lhe adestra a sobriedade, o despojamento, as rupturas rigorosas, adquirindo por tudo isso uma abstracção própria. O percurso de Siza enquanto arquitecto, é aqui detalhadamente descrito. Começou por construir moradias no Porto e no Norte de Portugal às quais se seguiram numerosos projectos na Alemanha, Holanda, Suíça e Espanha. O edifício da Faculdade de Arquitectura do Porto, teve para ele um significado muito especial: nessa escola foi aluno de Fernando Távora, aí foi constituído o círculo de arquitectos a que chamamos hoje «Escola do Porto» e aí se tornou professor. Em 1988, foi-lhe confiada a reconstrução do Chiado, uma distinção máxima. A capital, com uma escola de arquitectura própria, elegera o «arquitecto do Porto». Brigitte Fleck é licenciada em Engenharia e Arquitectura. Participou muitos anos no planeamento urbanístico de Berlim, tendo publicado numerosos trabalhos sobre esse tema. Conhecedora desde longa data dos trabalhos de Siza, incentivou a sua participação nos concursos internacionais de construção de Berlim.
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Edição: Jul 2005
Nº Páginas: 210
Sinopse:
Em A Casa Eterna, a reconstituição quase detectivesca de uma estranha morte dá ensejo a curiosas mini-histórias e flagrantes caracterizações conotativas dos narradores. Ficava mal naquele papel de morte, de anjo transmigrador, pensava Álvaro, porém era preciso ali alguém que lhe desse a passagem, que soprasse depois sobre o seu rasto para que os grãos de terra novamente poisassem, alisados, sem máculas do tempo. E, de qualquer maneira, as mulheres que encontrara nunca tinham servido inteiramente, estoiravam com os frágeis tecidos de desgraça em que as queria envolver, levantavam-se, obscenas, com a sua saúde e as suas lavagens, a rir, conciliadas com os dias.
Nº Páginas: 210
Sinopse:
Em A Casa Eterna, a reconstituição quase detectivesca de uma estranha morte dá ensejo a curiosas mini-histórias e flagrantes caracterizações conotativas dos narradores. Ficava mal naquele papel de morte, de anjo transmigrador, pensava Álvaro, porém era preciso ali alguém que lhe desse a passagem, que soprasse depois sobre o seu rasto para que os grãos de terra novamente poisassem, alisados, sem máculas do tempo. E, de qualquer maneira, as mulheres que encontrara nunca tinham servido inteiramente, estoiravam com os frágeis tecidos de desgraça em que as queria envolver, levantavam-se, obscenas, com a sua saúde e as suas lavagens, a rir, conciliadas com os dias.
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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"Para Além do Bem e do Mal" (1886), de Friedrich Nietzsche, é uma obra fundamental que critica radicalmente a moralidade ocidental e a filosofia tradicional, propondo uma inversão de valores. Nietzsche desafia a dicotomia rígida entre bem e mal, argumentando que a moralidade cristã enfraquece a humanidade e defende a criação de valores próprios baseados na vontade de poder e no perspectivismo.
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"Para Além do Bem e do Mal" (1886), de Friedrich Nietzsche, é uma obra fundamental que critica radicalmente a moralidade ocidental e a filosofia tradicional, propondo uma inversão de valores. Nietzsche desafia a dicotomia rígida entre bem e mal, argumentando que a moralidade cristã enfraquece a humanidade e defende a criação de valores próprios baseados na vontade de poder e no perspectivismo.
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Edição: Jul 1999
Nº Páginas: 206
Sinopse:
"Nevermind", dos Nirvana, foi o mais importante álbum de rock do princípio dos anos 90. No entanto, o seu criador, Kurt Cobain, suicidou-se três anos após o seu lançamento. Foi o acontecimento mais singular e trágico que ocorreu no mundo do rock mais recente. "Nirvana & o Som de Seattle", publicado originalmente em 1993, e agora numa nova edição, dá-nos conta dos elementos que conduziram à tragédia. O sucesso dos Nirvana atraiu as atenções para a cidade natal dos seus membros, Seattle - a base de uma geração de bandas influenciadas pelas tendências mais antigas do rock e que foi invadida pela atenção mundial dos meios de comunicação. Como é que Kurt Cobain, Chris Novosalic e David Grohl se libertaram do gueto indie (de música independente) e conquistaram o mundo? Porque razão punks conservadores os consideram uma fraude colectiva? Há alguma filosofia que una os novos ídolos de Seattle, dos Soundgarden e Pearl Jam aos Mudhoney e Hole? O grunge provocou uma revolução sexual? Como é que Seattle se tornou na nova capital do rock do mundo? E porque é que Kurt Cobain se suicidou? Algumas respostas estão neste livro, que percorre o declínio e a queda dos Nirvana e explica como o pequeno cenário do rock alternativo deu origem a bandas sonoras de filmes de Hollywood e a fantasias de adolescentes por todo o mundo.
Nº Páginas: 206
Sinopse:
"Nevermind", dos Nirvana, foi o mais importante álbum de rock do princípio dos anos 90. No entanto, o seu criador, Kurt Cobain, suicidou-se três anos após o seu lançamento. Foi o acontecimento mais singular e trágico que ocorreu no mundo do rock mais recente. "Nirvana & o Som de Seattle", publicado originalmente em 1993, e agora numa nova edição, dá-nos conta dos elementos que conduziram à tragédia. O sucesso dos Nirvana atraiu as atenções para a cidade natal dos seus membros, Seattle - a base de uma geração de bandas influenciadas pelas tendências mais antigas do rock e que foi invadida pela atenção mundial dos meios de comunicação. Como é que Kurt Cobain, Chris Novosalic e David Grohl se libertaram do gueto indie (de música independente) e conquistaram o mundo? Porque razão punks conservadores os consideram uma fraude colectiva? Há alguma filosofia que una os novos ídolos de Seattle, dos Soundgarden e Pearl Jam aos Mudhoney e Hole? O grunge provocou uma revolução sexual? Como é que Seattle se tornou na nova capital do rock do mundo? E porque é que Kurt Cobain se suicidou? Algumas respostas estão neste livro, que percorre o declínio e a queda dos Nirvana e explica como o pequeno cenário do rock alternativo deu origem a bandas sonoras de filmes de Hollywood e a fantasias de adolescentes por todo o mundo.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 462
Sinopse:
A Antologia Poética de Pablo Neruda é uma seleção abrangente da obra do Prémio Nobel chileno, reunindo poemas desde Crepusculario (1923) até fases posteriores. A obra destaca a versatilidade do autor, cobrindo temáticas amorosas, melancolia, natureza e compromisso político, refletindo a intensidade e a sensibilidade do autor.
Nº Páginas: 462
Sinopse:
A Antologia Poética de Pablo Neruda é uma seleção abrangente da obra do Prémio Nobel chileno, reunindo poemas desde Crepusculario (1923) até fases posteriores. A obra destaca a versatilidade do autor, cobrindo temáticas amorosas, melancolia, natureza e compromisso político, refletindo a intensidade e a sensibilidade do autor.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"A Paixão do Jovem Werther" (1774), de Johann Wolfgang Goethe, é um romance epistolar fundamental do Romantismo alemão, retratando o amor trágico e obsessivo de Werther por Charlotte, uma mulher noiva. Através de cartas ao amigo Wilhelm, Werther descreve o seu declínio emocional, culminando num desfecho trágico devido à impossibilidade amorosa
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"A Paixão do Jovem Werther" (1774), de Johann Wolfgang Goethe, é um romance epistolar fundamental do Romantismo alemão, retratando o amor trágico e obsessivo de Werther por Charlotte, uma mulher noiva. Através de cartas ao amigo Wilhelm, Werther descreve o seu declínio emocional, culminando num desfecho trágico devido à impossibilidade amorosa
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 270
Sinopse:
"O Retrato de Dorian Gray" (1890), único romance de Oscar Wilde, é uma obra de terror gótico e filosófico sobre hedonismo e vaidade. Narra a história de um jovem belo que, influenciado por Lorde Henry, vende a alma para que um retrato seu envelheça enquanto ele permanece jovem, resultando na sua deterioração moral e física oculta na pintura
Nº Páginas: 270
Sinopse:
"O Retrato de Dorian Gray" (1890), único romance de Oscar Wilde, é uma obra de terror gótico e filosófico sobre hedonismo e vaidade. Narra a história de um jovem belo que, influenciado por Lorde Henry, vende a alma para que um retrato seu envelheça enquanto ele permanece jovem, resultando na sua deterioração moral e física oculta na pintura
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 178
Sinopse:
“A pequena Marta viveu na grande casa de família como se estivesse em permanente exílio, como se do quarto de sua mãe a tivessem levado para longínquos quartos e não soubesse a razão e o tempo da mudança. Também a pequena alma de Marta, à força da crueldade mortal desses corredores e quartos, se exilava a pouco e pouco na Natureza viva. O testemunho dessa entrega, muito variado e longo, desde os cuidados dispensados aos pequenos coelhos nas luras, esfregando as mãos com funcho para que a mãe não os enjeitasse, até à contemplação imóvel de qualquer das árvores ou ervas é, em parte, este relato.”
Nº Páginas: 178
Sinopse:
“A pequena Marta viveu na grande casa de família como se estivesse em permanente exílio, como se do quarto de sua mãe a tivessem levado para longínquos quartos e não soubesse a razão e o tempo da mudança. Também a pequena alma de Marta, à força da crueldade mortal desses corredores e quartos, se exilava a pouco e pouco na Natureza viva. O testemunho dessa entrega, muito variado e longo, desde os cuidados dispensados aos pequenos coelhos nas luras, esfregando as mãos com funcho para que a mãe não os enjeitasse, até à contemplação imóvel de qualquer das árvores ou ervas é, em parte, este relato.”
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Edição: Jul 1995
Nº Páginas: 182
Sinopse:
A 'A Música das Esferas' reúne, prefaciados e revistos pela autora, três livros anteriormente publicados nas 'Edições Rolim': 'Um Esquema', 'O Príncipe Imperfeito', e 'Campos de Morangos para Sempre'.
Nº Páginas: 182
Sinopse:
A 'A Música das Esferas' reúne, prefaciados e revistos pela autora, três livros anteriormente publicados nas 'Edições Rolim': 'Um Esquema', 'O Príncipe Imperfeito', e 'Campos de Morangos para Sempre'.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Assim Falava Zaratustra (1883-1885), de Friedrich Nietzsche, é uma obra filosófica fundamental escrita em estilo poético e aforístico. Narra a jornada do profeta Zaratustra, que desce da montanha para ensinar a superação do homem, a morte de Deus, o eterno retorno e a vontade de poder, propondo o Übermensch (Super-homem) como sentido da terra.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Assim Falava Zaratustra (1883-1885), de Friedrich Nietzsche, é uma obra filosófica fundamental escrita em estilo poético e aforístico. Narra a jornada do profeta Zaratustra, que desce da montanha para ensinar a superação do homem, a morte de Deus, o eterno retorno e a vontade de poder, propondo o Übermensch (Super-homem) como sentido da terra.
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Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 260
Sinopse:
“neste O Amor É, com o imprescindível suporte da comunicadora Inês Meneses, o médico psiquiatra Júlio Machado Vaz, o grande desconstrutor dos tabus em torno da sexualidade em Portugal, conduz o leitor pelos temas que a todos nos interessam e apaixonam: as paixões adolescentes, os amores adiados, os eficazes e os impossíveis, o alargamento da adolescência, a nostalgia da paixão, a inversão dos estereótipos culturais, a obsessão pela infância e pela morte, a omnipotência do teclado, as coisas das quais queremos livrar-nos porque nos trazem recordações amargas, a culpa judaico-cristã dos que querem partir mas ficam, os homens sós que antes não cozinhavam e hoje cozinham, a apologia do engate, a monogamia, as implicações da internet nas relações amorosas, as pessoas certas e as pessoas erradas (que por vezes se buscam), as separações e os divórcios, a ligação com os filhos, as compensações, os equilíbrios e as asneiras, a maturidade sexual dos homens, a disfunção eréctil, o pecado de ser mulher, a homossexualidade hoje e na Roma Antiga, a coabitação que não garante o amor, a casa própria que não o nega, os lutos das relações passadas, entre muitos outros. Um livro imperdível, sobre muito do que o amor é.”
Nº Páginas: 260
Sinopse:
“neste O Amor É, com o imprescindível suporte da comunicadora Inês Meneses, o médico psiquiatra Júlio Machado Vaz, o grande desconstrutor dos tabus em torno da sexualidade em Portugal, conduz o leitor pelos temas que a todos nos interessam e apaixonam: as paixões adolescentes, os amores adiados, os eficazes e os impossíveis, o alargamento da adolescência, a nostalgia da paixão, a inversão dos estereótipos culturais, a obsessão pela infância e pela morte, a omnipotência do teclado, as coisas das quais queremos livrar-nos porque nos trazem recordações amargas, a culpa judaico-cristã dos que querem partir mas ficam, os homens sós que antes não cozinhavam e hoje cozinham, a apologia do engate, a monogamia, as implicações da internet nas relações amorosas, as pessoas certas e as pessoas erradas (que por vezes se buscam), as separações e os divórcios, a ligação com os filhos, as compensações, os equilíbrios e as asneiras, a maturidade sexual dos homens, a disfunção eréctil, o pecado de ser mulher, a homossexualidade hoje e na Roma Antiga, a coabitação que não garante o amor, a casa própria que não o nega, os lutos das relações passadas, entre muitos outros. Um livro imperdível, sobre muito do que o amor é.”
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Edição: Jul 1996
Nº Páginas: 229
Sinopse:
Folhetim saído semanalmente no Diário de Notícias entre Outubro e Maio de 1986, em colaboração com a escritora Clara Pinto Correia. Cada capítulo foi escrito por um dos autores sem prévia consulta ao outro. Os capítulos terminam deixando as personagens numa situação embaraçosa. História mirabolante que percorre territórios e tempos de fantasia que fazem lembrar os dias de hoje.
Nº Páginas: 229
Sinopse:
Folhetim saído semanalmente no Diário de Notícias entre Outubro e Maio de 1986, em colaboração com a escritora Clara Pinto Correia. Cada capítulo foi escrito por um dos autores sem prévia consulta ao outro. Os capítulos terminam deixando as personagens numa situação embaraçosa. História mirabolante que percorre territórios e tempos de fantasia que fazem lembrar os dias de hoje.
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Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"O Nascimento da Tragédia" (1872), frequentemente publicado com o ensaio "Acerca da Verdade e da Mentira no Sentido Extramoral", é a obra inaugural de Friedrich Nietzsche. Nela, o autor desafia a visão clássica dos gregos como povo sereno, propondo que a sua cultura atingiu o apogeu através do equilíbrio entre as forças dionisíacas (caos, êxtase) e apolíneas (ordem, forma), cuja fusão na tragédia grega justificava a vida como fenómeno estético
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"O Nascimento da Tragédia" (1872), frequentemente publicado com o ensaio "Acerca da Verdade e da Mentira no Sentido Extramoral", é a obra inaugural de Friedrich Nietzsche. Nela, o autor desafia a visão clássica dos gregos como povo sereno, propondo que a sua cultura atingiu o apogeu através do equilíbrio entre as forças dionisíacas (caos, êxtase) e apolíneas (ordem, forma), cuja fusão na tragédia grega justificava a vida como fenómeno estético
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Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 135
Sinopse:
O Número dos Vivos (1982), considerado o primeiro romance da autora, sendo as restantes obras usualmente consideradas novelas, situa-se mais uma vez num contexto de província, sendo as personagens principais mulheres, das quais se destacam Romana e Maria Emília, que parecem formar um binómio. Maria Emília recebe de presente da madrinha um espelho aos dezasseis anos, objecto simbólico – «foi aquele pequeno espelho que lhe abriu o destino» (p. 23) – que parece, primeiro, conferir uma nova identidade à jovem, que abandona a vida pobre no campo para passar a viver com uma família em Sangréus, como acompanhante de Romana, a única filha do casal. Maria Emília vai ganhando posição dentro da casa, enquanto que Romana acaba por desaparecer com um grupo de ciganos. Mais tarde, casa-se com Henrique e aos elementos neo-fantásticos do romance alia-se o que pode ser uma reescrita paródica de Madame Bovary. Maria Emília parece condensar em si certos traços de vampira, o que pode ser uma forma de evidenciar a vampirização social que realiza, ao ascender de posição. Entretanto, numa atitude de revolta para com aquele mundo de pequena burguesia em que se vê encurralada, entre a sogra e o marido, envolve-se com o sogro, e é também nessa relação incestuosa que parece recuperar do desprezo a que se sentia votada pelo marido, enquanto que o sogro vai definhando. Maria do Rosário, a filha ilegítima, nasce muda, o que Maria Emília acredita ser punição divina, e acaba por enlouquecer – «riso ácido dos loucos» (p. 177) – enquanto crê ser visitada por Romana em visões e aparições. Romana aparece aliás, por diversas vezes, descrita de forma ambígua, como uma presença fantasmática: «Tinha o rosto marmóreo e os olhos parados, muito claros e lisos, como que desprovidos de toda a consistência.» (p. 71); «Por onde ela passava, os móveis, os objectos, os quadros das paredes resplandeciam num luar de fósforo.» (p. 78).
Nº Páginas: 135
Sinopse:
O Número dos Vivos (1982), considerado o primeiro romance da autora, sendo as restantes obras usualmente consideradas novelas, situa-se mais uma vez num contexto de província, sendo as personagens principais mulheres, das quais se destacam Romana e Maria Emília, que parecem formar um binómio. Maria Emília recebe de presente da madrinha um espelho aos dezasseis anos, objecto simbólico – «foi aquele pequeno espelho que lhe abriu o destino» (p. 23) – que parece, primeiro, conferir uma nova identidade à jovem, que abandona a vida pobre no campo para passar a viver com uma família em Sangréus, como acompanhante de Romana, a única filha do casal. Maria Emília vai ganhando posição dentro da casa, enquanto que Romana acaba por desaparecer com um grupo de ciganos. Mais tarde, casa-se com Henrique e aos elementos neo-fantásticos do romance alia-se o que pode ser uma reescrita paródica de Madame Bovary. Maria Emília parece condensar em si certos traços de vampira, o que pode ser uma forma de evidenciar a vampirização social que realiza, ao ascender de posição. Entretanto, numa atitude de revolta para com aquele mundo de pequena burguesia em que se vê encurralada, entre a sogra e o marido, envolve-se com o sogro, e é também nessa relação incestuosa que parece recuperar do desprezo a que se sentia votada pelo marido, enquanto que o sogro vai definhando. Maria do Rosário, a filha ilegítima, nasce muda, o que Maria Emília acredita ser punição divina, e acaba por enlouquecer – «riso ácido dos loucos» (p. 177) – enquanto crê ser visitada por Romana em visões e aparições. Romana aparece aliás, por diversas vezes, descrita de forma ambígua, como uma presença fantasmática: «Tinha o rosto marmóreo e os olhos parados, muito claros e lisos, como que desprovidos de toda a consistência.» (p. 71); «Por onde ela passava, os móveis, os objectos, os quadros das paredes resplandeciam num luar de fósforo.» (p. 78).
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