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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Um rei bárbaro enfrenta a poderosa civilização de Roma O Império Romano governa grande parte do mundo conhecido. Além da fronteira norte, encontra-se a Britânia, onde as disputas incessantes entre os Celtas deixam a ilha vulnerável às ambições de Roma. Carátaco, filho de um rei poderoso, não imagina o destino que o aguarda quando é enviado para treinar com os Druidas. O jovem príncipe transforma-se num guerreiro com habilidades militares incomparáveis e astúcia estratégica essencial para iludir um inimigo mais forte. Mas nada pode preparar um homem para a realidade cruel da guerra. Quando o pai de Carátaco decide enfrentar as tribos vizinhas, os exercícios de combate terminam. Apenas as táticas mais impiedosas oferecem alguma esperança de vitória. Mas Carátaco e os seus leais companheiros estão prontos a fazer o que for preciso, e a enfrentar qualquer dificuldade, para derrotar aqueles que estão decididos a destruí-los. À medida que o caos e a carnificina se espalham pela terra, por toda a parte se sente a infl uência maléfica de Roma. Mesmo que as tribos mais agressivas vão ganhando as escaramuças, espera-as um conflito final contra o Império.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Um rei bárbaro enfrenta a poderosa civilização de Roma O Império Romano governa grande parte do mundo conhecido. Além da fronteira norte, encontra-se a Britânia, onde as disputas incessantes entre os Celtas deixam a ilha vulnerável às ambições de Roma. Carátaco, filho de um rei poderoso, não imagina o destino que o aguarda quando é enviado para treinar com os Druidas. O jovem príncipe transforma-se num guerreiro com habilidades militares incomparáveis e astúcia estratégica essencial para iludir um inimigo mais forte. Mas nada pode preparar um homem para a realidade cruel da guerra. Quando o pai de Carátaco decide enfrentar as tribos vizinhas, os exercícios de combate terminam. Apenas as táticas mais impiedosas oferecem alguma esperança de vitória. Mas Carátaco e os seus leais companheiros estão prontos a fazer o que for preciso, e a enfrentar qualquer dificuldade, para derrotar aqueles que estão decididos a destruí-los. À medida que o caos e a carnificina se espalham pela terra, por toda a parte se sente a infl uência maléfica de Roma. Mesmo que as tribos mais agressivas vão ganhando as escaramuças, espera-as um conflito final contra o Império.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Na Lisboa do século XXI, José Filemom Marques, dono de uma loja de computadores antigos, recebe a visita de um americano com os gestos e a pose de Morgan Freeman. A estranha proposta que este lhe faz leva-o numa série de viagens entre a Europa e a América, e que vem a desembocar na pitoresca cidade da Horta, nos Açores, onde dormem agora os últimos sinais do grande vulcão. Oitenta anos antes, o tio Hansi Abke integrara a elite de telegrafistas alemães, ingleses e americanos que, na ilha do Faial, se empenhavam em pôr o mundo em contacto, vivendo em harmonia (e em festa) em plena Segunda Guerra Mundial. No mar em frente emergiam os periscópios de Hitler; dezenas de navios britânicos eram afundados todos os meses; os aviões de Roosevelt demoravam a chegar. Já em terra, as crianças inglesas continuavam a frequentar a escola alemã, dividindo as carteiras com meninos adornados de suásticas. As famílias juntavam-se para piqueniques e bailes de jazz. Os hidroaviões da Pan American faziam desembarcar músicos e estrelas de cinema, estadistas e campeões de boxe. Viviam-se as mais arrebatadoras histórias de amor - inclusive essa que separara Hansi e o amigo inglês, o belo e vigoroso Roy Groves... Mas quem foi Hansi Abke? Que sombra lança hoje sobre o destino de José Filemom, o sobrinho criado no Brasil? Um romance que vai de Lisboa a Nova Iorque, de Friburgo a Praga, de Bristol a Porto Alegre e às ilhas açorianas, onde todos são descobertos e ninguém pode ser apanhado. Um reencontro entre dois homens de tempos distintos, e que talvez tenham mais em comum do que aquilo que gostariam de ter...
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Na Lisboa do século XXI, José Filemom Marques, dono de uma loja de computadores antigos, recebe a visita de um americano com os gestos e a pose de Morgan Freeman. A estranha proposta que este lhe faz leva-o numa série de viagens entre a Europa e a América, e que vem a desembocar na pitoresca cidade da Horta, nos Açores, onde dormem agora os últimos sinais do grande vulcão. Oitenta anos antes, o tio Hansi Abke integrara a elite de telegrafistas alemães, ingleses e americanos que, na ilha do Faial, se empenhavam em pôr o mundo em contacto, vivendo em harmonia (e em festa) em plena Segunda Guerra Mundial. No mar em frente emergiam os periscópios de Hitler; dezenas de navios britânicos eram afundados todos os meses; os aviões de Roosevelt demoravam a chegar. Já em terra, as crianças inglesas continuavam a frequentar a escola alemã, dividindo as carteiras com meninos adornados de suásticas. As famílias juntavam-se para piqueniques e bailes de jazz. Os hidroaviões da Pan American faziam desembarcar músicos e estrelas de cinema, estadistas e campeões de boxe. Viviam-se as mais arrebatadoras histórias de amor - inclusive essa que separara Hansi e o amigo inglês, o belo e vigoroso Roy Groves... Mas quem foi Hansi Abke? Que sombra lança hoje sobre o destino de José Filemom, o sobrinho criado no Brasil? Um romance que vai de Lisboa a Nova Iorque, de Friburgo a Praga, de Bristol a Porto Alegre e às ilhas açorianas, onde todos são descobertos e ninguém pode ser apanhado. Um reencontro entre dois homens de tempos distintos, e que talvez tenham mais em comum do que aquilo que gostariam de ter...
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A história de Estée Lauder, a mulher extraordinária que transformou o seu sonho numa marca mundial. Ela não seguiu as tendências. Criou-as. «COM OS PERFUMES É COMO NO AMOR. UM POUCO NUNCA É SUFICIENTE.» ESTÉE LAUDER Nova Iorque, 1928. A jovem Esty começa a misturar cremes artesanais no quintal do tio. Apaixonada por fragrâncias e determinada a criar algo único, desenvolve os seus próprios cremes. Estas primeiras criações, ainda embaladas em frascos de compota, são vendidas pela própria na praia, apenas com uma pequena mesa desdobrável e um sonho maior do que o mundo. As suas primeiras clientes ficam maravilhadas! É o início de um percurso notável. Determinada a deixar a sua marca no mundo da cosmética, Esty assume o nome Estée, muda-se do bairro operário de Queens para o coração sofisticado de Manhattan, e luta por conquistar um lugar nos balcões do luxuoso armazém Saks na Quinta Avenida. Com ideias revolucionárias para a época como oferecer amostras grátis para conquistar clientes e uma dedicação incansável, rapidamente se torna uma referência no universo da beleza. Mas todo o sucesso tem um custo. As exigências da sua carreira ameaçam afastá-la do homem que ama. A SÉRIE BESTSELLER COM 500 000 EXEMPLARES VENDIDOS Os romances históricos da série Mulheres que Mudaram o Mundo trazem aos leitores a vida de figuras extraordinárias.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A história de Estée Lauder, a mulher extraordinária que transformou o seu sonho numa marca mundial. Ela não seguiu as tendências. Criou-as. «COM OS PERFUMES É COMO NO AMOR. UM POUCO NUNCA É SUFICIENTE.» ESTÉE LAUDER Nova Iorque, 1928. A jovem Esty começa a misturar cremes artesanais no quintal do tio. Apaixonada por fragrâncias e determinada a criar algo único, desenvolve os seus próprios cremes. Estas primeiras criações, ainda embaladas em frascos de compota, são vendidas pela própria na praia, apenas com uma pequena mesa desdobrável e um sonho maior do que o mundo. As suas primeiras clientes ficam maravilhadas! É o início de um percurso notável. Determinada a deixar a sua marca no mundo da cosmética, Esty assume o nome Estée, muda-se do bairro operário de Queens para o coração sofisticado de Manhattan, e luta por conquistar um lugar nos balcões do luxuoso armazém Saks na Quinta Avenida. Com ideias revolucionárias para a época como oferecer amostras grátis para conquistar clientes e uma dedicação incansável, rapidamente se torna uma referência no universo da beleza. Mas todo o sucesso tem um custo. As exigências da sua carreira ameaçam afastá-la do homem que ama. A SÉRIE BESTSELLER COM 500 000 EXEMPLARES VENDIDOS Os romances históricos da série Mulheres que Mudaram o Mundo trazem aos leitores a vida de figuras extraordinárias.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Dois italianos condenados à morte. Um dos crimes mais estudados nos Estados Unidos. Terá sido um açoriano o verdadeiro responsável? Na década de 1920, os Estados Unidos da América implementam a Lei Seca. Na sombra de Al Capone, proliferam gangues que dominam o tráfico de bebidas destiladas e que procuram sangue novo para recrutar. Saído de uma comunidade açoriana do Massachusetts que produz aguardente em alambiques ilegais, o jovem Salvador Silver vai aprender as rígidas leis da delinquência com o trapaceiro Arthur Trato e vai envolver-se com os Morelli, uma família mafiosa. Mais tarde, cometerá delitos graves que o colocam ao lado dos anarquistas Sacco e Vanzetti, que seriam celebremente julgados e condenados à cadeira elétrica. Porém, terá sido Salvador Silver o verdadeiro responsável pelos crimes que levaram ao fim da vida daqueles dois italianos? Nesta história baseada em factos documentados pela imprensa americana da época, o autor Pedro Almeida Maia traz à luz o percurso de um português imponderado, que foi, por um século, abafado pelo mediatismo de um dos casos mais estudados dos tribunais estadunidenses.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Dois italianos condenados à morte. Um dos crimes mais estudados nos Estados Unidos. Terá sido um açoriano o verdadeiro responsável? Na década de 1920, os Estados Unidos da América implementam a Lei Seca. Na sombra de Al Capone, proliferam gangues que dominam o tráfico de bebidas destiladas e que procuram sangue novo para recrutar. Saído de uma comunidade açoriana do Massachusetts que produz aguardente em alambiques ilegais, o jovem Salvador Silver vai aprender as rígidas leis da delinquência com o trapaceiro Arthur Trato e vai envolver-se com os Morelli, uma família mafiosa. Mais tarde, cometerá delitos graves que o colocam ao lado dos anarquistas Sacco e Vanzetti, que seriam celebremente julgados e condenados à cadeira elétrica. Porém, terá sido Salvador Silver o verdadeiro responsável pelos crimes que levaram ao fim da vida daqueles dois italianos? Nesta história baseada em factos documentados pela imprensa americana da época, o autor Pedro Almeida Maia traz à luz o percurso de um português imponderado, que foi, por um século, abafado pelo mediatismo de um dos casos mais estudados dos tribunais estadunidenses.
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Portugal respira de alívio: o 25 de Abril acabou com a ditadura do Estado Novo. Seguem-se meses turbulentos, mas o povo deleita-se com o cheiro a liberdade que se sente no ar. Oxalá que não tenhamos de meter os contrarrevolucionários no Campo Pequeno antes que nos metam lá a nós. Em 1975, uma nova revolução abala o país. Apoiado pela União Soviética, Otelo Saraiva de Carvalho assassina o general Spínola e estabelece um regime comunista em Portugal. O socialismo soviético nunca devia ter tomado Portugal. Há que corrigir este erro o quanto antes. Volvida década e meia, George H. W. Bush chega à presidência dos EUA e decide acabar com o comunismo em pleno seio da NATO. Para isso, incumbe Frank Carlucci, agente da CIA, de derrubar Otelo e acabar com a influência soviética em Portugal. A União Soviética não deve respostas a ninguém. Muito menos aos Estados Unidos da América! Para fazer frente aos Americanos, a URSS envia um dos seus melhores agentes: Vladimir Putin, um jovem KGB com umas quantas cartas na manga e segredos muito próprios. Em menos de nada, começam as conspirações, as mortes, e as movimentações de espiões com Lisboa como pano de fundo. Portugal Vermelho é uma realidade alternativa inspirada em histórias verídicas que vai deixar o leitor agarrado da primeira à última página.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Portugal respira de alívio: o 25 de Abril acabou com a ditadura do Estado Novo. Seguem-se meses turbulentos, mas o povo deleita-se com o cheiro a liberdade que se sente no ar. Oxalá que não tenhamos de meter os contrarrevolucionários no Campo Pequeno antes que nos metam lá a nós. Em 1975, uma nova revolução abala o país. Apoiado pela União Soviética, Otelo Saraiva de Carvalho assassina o general Spínola e estabelece um regime comunista em Portugal. O socialismo soviético nunca devia ter tomado Portugal. Há que corrigir este erro o quanto antes. Volvida década e meia, George H. W. Bush chega à presidência dos EUA e decide acabar com o comunismo em pleno seio da NATO. Para isso, incumbe Frank Carlucci, agente da CIA, de derrubar Otelo e acabar com a influência soviética em Portugal. A União Soviética não deve respostas a ninguém. Muito menos aos Estados Unidos da América! Para fazer frente aos Americanos, a URSS envia um dos seus melhores agentes: Vladimir Putin, um jovem KGB com umas quantas cartas na manga e segredos muito próprios. Em menos de nada, começam as conspirações, as mortes, e as movimentações de espiões com Lisboa como pano de fundo. Portugal Vermelho é uma realidade alternativa inspirada em histórias verídicas que vai deixar o leitor agarrado da primeira à última página.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 260
Sinopse:
UM ROMANCE OUSADO SOBRE UMA DAS FIGURAS MAIS MISTERIOSAS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL A Paixão do Infante é um fascinante ponto de encontro entre lendas, relatos históricos e a imaginação do seu autor, o jornalista João Fernando Ramos, que transporta os leitores a um passado longínquo e glorioso. Terá sido o Infante D. Henrique o religioso, casto e celibatário, que ficou para a História? Que paixão inconfessável e arrebatadora levou o grande impulsionador dos Descobrimentos a recusar várias pretendentes, desiludindo o pai, D. João I, que sonhava com um casamento feliz para o filho predileto? Que amor foi esse que impôs barreiras intransponíveis a Henrique e moldou os destinos do reino de Portugal? O Infante de Sagres é uma das personagens mais importantes da nossa História, mas faltam registos sobre a sua vida que não se prendam com intrigas na corte ou os planos de expansão marítima que o imortalizaram. Pouco sabemos sobre os amores de Henrique, é certo, mas a promoção de Leonor de Aragão ao estatuto de rainha de Portugal, através do matrimónio com o irmão do Infante, D. Duarte, esconde um mistério sobre o qual este romance tenta trazer alguma luzUm relato apaixonante sobre uma das maiores figuras do passado português e a mitologia de uma nação.
Nº Páginas: 260
Sinopse:
UM ROMANCE OUSADO SOBRE UMA DAS FIGURAS MAIS MISTERIOSAS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL A Paixão do Infante é um fascinante ponto de encontro entre lendas, relatos históricos e a imaginação do seu autor, o jornalista João Fernando Ramos, que transporta os leitores a um passado longínquo e glorioso. Terá sido o Infante D. Henrique o religioso, casto e celibatário, que ficou para a História? Que paixão inconfessável e arrebatadora levou o grande impulsionador dos Descobrimentos a recusar várias pretendentes, desiludindo o pai, D. João I, que sonhava com um casamento feliz para o filho predileto? Que amor foi esse que impôs barreiras intransponíveis a Henrique e moldou os destinos do reino de Portugal? O Infante de Sagres é uma das personagens mais importantes da nossa História, mas faltam registos sobre a sua vida que não se prendam com intrigas na corte ou os planos de expansão marítima que o imortalizaram. Pouco sabemos sobre os amores de Henrique, é certo, mas a promoção de Leonor de Aragão ao estatuto de rainha de Portugal, através do matrimónio com o irmão do Infante, D. Duarte, esconde um mistério sobre o qual este romance tenta trazer alguma luzUm relato apaixonante sobre uma das maiores figuras do passado português e a mitologia de uma nação.
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Corre o ano da graça de 1630 - estando Portugal sob a dominação espanhola - quando é apresentada queixa da profanação nocturna da Igreja de Santa Engrácia, em Lisboa, envolvendo, entre outras coisas, o escandaloso roubo de hóstias. Do alegado crime herético é imediatamente acusado, embora sem quaisquer provas, Simão Pires Sólis - um cristão-novo de trinta e cinco anos conhecido pelo seu êxito com as mulheres, visto a rondar o templo na noite anterior, montado num cavalo de patas entrapadas para evitar o ruído. Condenado à morte na fogueira, Simão ter-se-á proclamado inocente de um roubo que, afinal, talvez nem tenha sido cometido; e, no instante da execução da sentença, lança uma maldição sobre a igreja inacabada, dizendo a sua inocência tão certa quanto as obras de Santa Engrácia nunca chegarem a conhecer o fim (praga que, como sabemos, teve um efeito deveras duradouro). O homem de leis Antero Figueira, testemunha daquele martírio injusto, decide, logo após a execução, investigar por sua conta e risco os motivos obscuros das andanças do judeu a horas tardias e as razões que o levaram à condenação, expondo num relato escrito as contradições do caso e as consequentes impunidades da Justiça. Da leitura deste caderno, escrito com linguagem da época por um autor sempre versátil como Tiago Salazar, muitas das surpresas prometem deixar-nos realmente boquiabertos.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Corre o ano da graça de 1630 - estando Portugal sob a dominação espanhola - quando é apresentada queixa da profanação nocturna da Igreja de Santa Engrácia, em Lisboa, envolvendo, entre outras coisas, o escandaloso roubo de hóstias. Do alegado crime herético é imediatamente acusado, embora sem quaisquer provas, Simão Pires Sólis - um cristão-novo de trinta e cinco anos conhecido pelo seu êxito com as mulheres, visto a rondar o templo na noite anterior, montado num cavalo de patas entrapadas para evitar o ruído. Condenado à morte na fogueira, Simão ter-se-á proclamado inocente de um roubo que, afinal, talvez nem tenha sido cometido; e, no instante da execução da sentença, lança uma maldição sobre a igreja inacabada, dizendo a sua inocência tão certa quanto as obras de Santa Engrácia nunca chegarem a conhecer o fim (praga que, como sabemos, teve um efeito deveras duradouro). O homem de leis Antero Figueira, testemunha daquele martírio injusto, decide, logo após a execução, investigar por sua conta e risco os motivos obscuros das andanças do judeu a horas tardias e as razões que o levaram à condenação, expondo num relato escrito as contradições do caso e as consequentes impunidades da Justiça. Da leitura deste caderno, escrito com linguagem da época por um autor sempre versátil como Tiago Salazar, muitas das surpresas prometem deixar-nos realmente boquiabertos.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O Cozinheiro da Rainha Adúltera revela-nos a conjura para a usurpação do trono de D. Afonso VI pelo seu irmão, D. Pedro, recorrendo a um vergonhoso julgamento da nulidade do seu matrimónio por impotência, a pedido da esposa francesa. Esta é uma trama de traições, adultério e incesto, descoberta pelo cozinheiro-mor Domingos Rodrigues e a sua rede de espiões espalhados pelo Paço, com acesso a conversas, cartas e outros documentos oficiais. Mas também pelas notícias avulsas, boatos e escritos satíricos impressos em folhas volantes, recolhidos pelas personagens e transcritos no romance. Com o cozinheiro Domingos Rodrigues, o leitor percorrerá as ruas de Lisboa do século XVII, enojado pelo mau cheiro e sujidade, mas deslumbrado com a sua beleza. Vai parar nos mercados para comprar especiarias e na zona do Malcozinhado da Ribeira, para comer um petisco, ouvindo ler as notícias pelos pregoeiros da capital. Assistirá ainda aos banquetes e festividades do casamento real, às touradas e torneios, admirando o fausto dos trajos, perucas e jóias. O Cozinheiro da Rainha Adúltera é uma viagem intensa e inesquecível às paisagens, vivências e segredos da lisboa seiscentista.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O Cozinheiro da Rainha Adúltera revela-nos a conjura para a usurpação do trono de D. Afonso VI pelo seu irmão, D. Pedro, recorrendo a um vergonhoso julgamento da nulidade do seu matrimónio por impotência, a pedido da esposa francesa. Esta é uma trama de traições, adultério e incesto, descoberta pelo cozinheiro-mor Domingos Rodrigues e a sua rede de espiões espalhados pelo Paço, com acesso a conversas, cartas e outros documentos oficiais. Mas também pelas notícias avulsas, boatos e escritos satíricos impressos em folhas volantes, recolhidos pelas personagens e transcritos no romance. Com o cozinheiro Domingos Rodrigues, o leitor percorrerá as ruas de Lisboa do século XVII, enojado pelo mau cheiro e sujidade, mas deslumbrado com a sua beleza. Vai parar nos mercados para comprar especiarias e na zona do Malcozinhado da Ribeira, para comer um petisco, ouvindo ler as notícias pelos pregoeiros da capital. Assistirá ainda aos banquetes e festividades do casamento real, às touradas e torneios, admirando o fausto dos trajos, perucas e jóias. O Cozinheiro da Rainha Adúltera é uma viagem intensa e inesquecível às paisagens, vivências e segredos da lisboa seiscentista.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Anna Maria só conheceu a vida dentro da Pietà, um orfanato para crianças nascidas de prostitutas. Mas as meninas da Pietà têm sorte num certo sentido: a maioria dos bebés nascidos na sua condição eram afogados nos canais da cidade. E apesar das regras rígidas, as meninas recebem aulas de canto e música desde tenra idade. As músicas mais promissoras têm a hipótese de escapar ao destino das restantes: o casamento forçado com qualquer um que as aceite. Anna Maria está determinada a ser a melhor violinista que existe e tudo o que Anna Maria se propõe a fazer, ela consegue. Afinal, as apostas não poderiam ser mais altas. Mas estamos em 1704, e ela é uma menina. Em busca da sua ambição, irá pôr à prova tudo o que lhe é querido, especialmente quando se torna claro que o seu instrutor, Antonio Vivaldi, lhe ensinará tudo o que sabe mas não sem receber algo em troca. Dos opulentos palácios de Veneza aos seus canais cobertos de lama, A Violinista é um retrato escaldante de ambição e traição. É a história da ambição irreprimível de uma mulher e da sua ascensão ao topo. É também a história das órfãs de Veneza que superaram a miséria e o abuso para fazer música, e cujas contribuições para algumas das obras mais importantes da música clássica, incluindo As Quatro Estações, foram ignoradas durante demasiado tempo. Uma exploração apaixonada e vívida da arte e da ambição, do génio e da exploração, da perda e do triunfo.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Anna Maria só conheceu a vida dentro da Pietà, um orfanato para crianças nascidas de prostitutas. Mas as meninas da Pietà têm sorte num certo sentido: a maioria dos bebés nascidos na sua condição eram afogados nos canais da cidade. E apesar das regras rígidas, as meninas recebem aulas de canto e música desde tenra idade. As músicas mais promissoras têm a hipótese de escapar ao destino das restantes: o casamento forçado com qualquer um que as aceite. Anna Maria está determinada a ser a melhor violinista que existe e tudo o que Anna Maria se propõe a fazer, ela consegue. Afinal, as apostas não poderiam ser mais altas. Mas estamos em 1704, e ela é uma menina. Em busca da sua ambição, irá pôr à prova tudo o que lhe é querido, especialmente quando se torna claro que o seu instrutor, Antonio Vivaldi, lhe ensinará tudo o que sabe mas não sem receber algo em troca. Dos opulentos palácios de Veneza aos seus canais cobertos de lama, A Violinista é um retrato escaldante de ambição e traição. É a história da ambição irreprimível de uma mulher e da sua ascensão ao topo. É também a história das órfãs de Veneza que superaram a miséria e o abuso para fazer música, e cujas contribuições para algumas das obras mais importantes da música clássica, incluindo As Quatro Estações, foram ignoradas durante demasiado tempo. Uma exploração apaixonada e vívida da arte e da ambição, do génio e da exploração, da perda e do triunfo.
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 252
Sinopse:
Baseado numa cuidada investigação histórica, Haiti leva-nos aos dias tumultuosos e sangrentos que antecederam o nascimento de um novo país, não deixando de mostrar que, mesmo em períodos de tremenda insegurança e de indizível horror, os sentimentos fundamentais, como o amor de um pai por uma filha, subsistem e podem ser a chave para salvar aqueles que amamos.
Nº Páginas: 252
Sinopse:
Baseado numa cuidada investigação histórica, Haiti leva-nos aos dias tumultuosos e sangrentos que antecederam o nascimento de um novo país, não deixando de mostrar que, mesmo em períodos de tremenda insegurança e de indizível horror, os sentimentos fundamentais, como o amor de um pai por uma filha, subsistem e podem ser a chave para salvar aqueles que amamos.
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Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Uma mulher presa entre o desejo de liberdade e o peso das suas escolhas. Uma família destroçada. E um passado que ameaça o seu futuro. Malásia, 1945. A família de Cecily Alcantara corre perigo: o filho de quinze anos, Abel, desapareceu, e a filha mais nova, Jasmin, está confinada numa cave para evitar o terrível destino de serviços forçados nos «campos de prazer». A filha mais velha, Jujube, trabalha numa casa de chá frequentada por soldados japoneses bêbedos, e todos os dias se sente mais zangada e frustrada. Cecily sabe duas coisas: que tudo isto é culpa dela e que a sua família nunca poderá saber a verdade. Passaram dez anos desde que Cecily cortou com a vida entediante que levava como esposa de um burocrata na Malásia colonizada pelos britânicos. Um encontro aparentemente casual com o carismático general Fujiwara arrastou-a para uma excitante vida de espionagem em que, pela primeira vez, se sente protagonista de um grande sonho: devolver «a Ásia aos asiáticos». Em vez disso, sem se aperceber, contribuiu indiretamente para agravar a brutalidade da ocupação japonesa. Agora, a sua família está à beira do colapso e ela fará tudo para os salvar. Uma saga surpreendente, contada da perspetiva de quarto personagens inesquecíveis, sobre os horrores da guerra, as relações entre colonizados e opressores e a ambiguidade moral que surge quando a sobrevivência está em jogo.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Uma mulher presa entre o desejo de liberdade e o peso das suas escolhas. Uma família destroçada. E um passado que ameaça o seu futuro. Malásia, 1945. A família de Cecily Alcantara corre perigo: o filho de quinze anos, Abel, desapareceu, e a filha mais nova, Jasmin, está confinada numa cave para evitar o terrível destino de serviços forçados nos «campos de prazer». A filha mais velha, Jujube, trabalha numa casa de chá frequentada por soldados japoneses bêbedos, e todos os dias se sente mais zangada e frustrada. Cecily sabe duas coisas: que tudo isto é culpa dela e que a sua família nunca poderá saber a verdade. Passaram dez anos desde que Cecily cortou com a vida entediante que levava como esposa de um burocrata na Malásia colonizada pelos britânicos. Um encontro aparentemente casual com o carismático general Fujiwara arrastou-a para uma excitante vida de espionagem em que, pela primeira vez, se sente protagonista de um grande sonho: devolver «a Ásia aos asiáticos». Em vez disso, sem se aperceber, contribuiu indiretamente para agravar a brutalidade da ocupação japonesa. Agora, a sua família está à beira do colapso e ela fará tudo para os salvar. Uma saga surpreendente, contada da perspetiva de quarto personagens inesquecíveis, sobre os horrores da guerra, as relações entre colonizados e opressores e a ambiguidade moral que surge quando a sobrevivência está em jogo.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Baruch Espinosa, o filósofo holandês de origem portuguesa, morreu aos 44 anos, em 1677, deixando uma obra filosófica revolucionária - mas também alguns enigmas, alguns inimigos e muitas perguntas. E se a sua morte não tivesse sido causada pela frágil saúde - mas tivesse sido assassinado? Quem é a pessoa que o visitou no dia em que morreu? Que cartas e manuscritos não publicados desapareceram de sua secretária? Quem beneficia com um crime desta natureza? Católicos, protestantes, judeus, adversários filosóficos, franceses, holandeses, todos são suspeitos. Muitos desconfiam de Espinosa, demasiado livre, inclassificável, corajoso demais. A sua filosofia perturba tanto quanto fascina, numa época em que as guerras religiosas destroem a Europa. Do topo do Estado ao pequeno presbitério, incluindo a Sinagoga e círculos de pensamento menos combativos, todos conspiram, em segredo, para silenciar este génio que abala a filosofia do seu tempo. Neste thriller filosófico e histórico, Jean-François Bensahel reconstitui a obra e a vida de Espinosa - e deixa aberta a porta para resolver esse grande mistério: quem matou Espinosa?
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Baruch Espinosa, o filósofo holandês de origem portuguesa, morreu aos 44 anos, em 1677, deixando uma obra filosófica revolucionária - mas também alguns enigmas, alguns inimigos e muitas perguntas. E se a sua morte não tivesse sido causada pela frágil saúde - mas tivesse sido assassinado? Quem é a pessoa que o visitou no dia em que morreu? Que cartas e manuscritos não publicados desapareceram de sua secretária? Quem beneficia com um crime desta natureza? Católicos, protestantes, judeus, adversários filosóficos, franceses, holandeses, todos são suspeitos. Muitos desconfiam de Espinosa, demasiado livre, inclassificável, corajoso demais. A sua filosofia perturba tanto quanto fascina, numa época em que as guerras religiosas destroem a Europa. Do topo do Estado ao pequeno presbitério, incluindo a Sinagoga e círculos de pensamento menos combativos, todos conspiram, em segredo, para silenciar este génio que abala a filosofia do seu tempo. Neste thriller filosófico e histórico, Jean-François Bensahel reconstitui a obra e a vida de Espinosa - e deixa aberta a porta para resolver esse grande mistério: quem matou Espinosa?
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Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Quando viajou pela Malásia em 1921, Somerset Maugham passou uma temporada em casa de um velho amigo, Robert Hamlyn, em Penang. Robert é um próspero advogado que, com Lesley, uma interessante branca (ou euroasiática), forma um respeitável casal. A presença de Maugham traz animação ao dia-a-dia dos Hamlyns e da sociedade de Penang ele é, afinal, um dos grandes escritores do seu tempo. Mas Maugham está a passar por uma crise, conjugal (a mulher, em Londres, já não lhe aceita as liberdades e as viagens com o «secretário») e financeira. Mas o pior de tudo é faltar-lhe assunto para o seu próximo livro. À medida que a amizade com Lesley Hamlyn se vai consolidando, ela descobre que Maugham não tem outra escolha se não a de mascarar o seu verdadeiro eu do mundo. E conta-lhe as extraordinárias histórias do Estreito: entre elas, a de ter conhecido o Dr. Sun Yat Sen, carismático revolucionário em luta pelo derrube da dinastia imperial chinesa, e o escândalo da mulher inglesa acusada de homicídio em Kuala Lumpur uma história verídica digna da melhor ficção.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Quando viajou pela Malásia em 1921, Somerset Maugham passou uma temporada em casa de um velho amigo, Robert Hamlyn, em Penang. Robert é um próspero advogado que, com Lesley, uma interessante branca (ou euroasiática), forma um respeitável casal. A presença de Maugham traz animação ao dia-a-dia dos Hamlyns e da sociedade de Penang ele é, afinal, um dos grandes escritores do seu tempo. Mas Maugham está a passar por uma crise, conjugal (a mulher, em Londres, já não lhe aceita as liberdades e as viagens com o «secretário») e financeira. Mas o pior de tudo é faltar-lhe assunto para o seu próximo livro. À medida que a amizade com Lesley Hamlyn se vai consolidando, ela descobre que Maugham não tem outra escolha se não a de mascarar o seu verdadeiro eu do mundo. E conta-lhe as extraordinárias histórias do Estreito: entre elas, a de ter conhecido o Dr. Sun Yat Sen, carismático revolucionário em luta pelo derrube da dinastia imperial chinesa, e o escândalo da mulher inglesa acusada de homicídio em Kuala Lumpur uma história verídica digna da melhor ficção.
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Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Maine, 1789. Quando o rio Kennebec congela e devolve o corpo de um homem, Martha Ballard é chamada a examiná-lo. Parteira e curandeira respeitada, Martha conhece como ninguém os segredos que se escondem por detrás das portas fechadas de Hallowell. Regista-os com precisão no seu diário: nascimentos, mortes, crimes, escândalos. Meses antes, anotara o testemunho de uma jovem que acusava dois homens influentes da cidade de violação. Agora, um deles aparece morto, enterrado no gelo. Quando um médico local desmente as suas conclusões e declara a morte como acidental, Martha recusa-se a aceitar o silêncio e decide investigar por conta própria. Rio de Gelo dá voz a uma mulher determinada e corajosa, numa época em que as mulheres eram esperadas para escutar, não para falar. Baseado na vida e no diário real de Martha Ballard, parteira do século XVIII, este é um mistério histórico envolvente sobre justiça, coragem e memória e sobre como
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Maine, 1789. Quando o rio Kennebec congela e devolve o corpo de um homem, Martha Ballard é chamada a examiná-lo. Parteira e curandeira respeitada, Martha conhece como ninguém os segredos que se escondem por detrás das portas fechadas de Hallowell. Regista-os com precisão no seu diário: nascimentos, mortes, crimes, escândalos. Meses antes, anotara o testemunho de uma jovem que acusava dois homens influentes da cidade de violação. Agora, um deles aparece morto, enterrado no gelo. Quando um médico local desmente as suas conclusões e declara a morte como acidental, Martha recusa-se a aceitar o silêncio e decide investigar por conta própria. Rio de Gelo dá voz a uma mulher determinada e corajosa, numa época em que as mulheres eram esperadas para escutar, não para falar. Baseado na vida e no diário real de Martha Ballard, parteira do século XVIII, este é um mistério histórico envolvente sobre justiça, coragem e memória e sobre como
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em vésperas da ocupação nazi, a vida dos moradores do número 33 da Place Brugmann está prestes a mudar. Charlotte Sauvin é estudante de Arte e mora com o pai no apartamento 4L. Conhece todos os detalhes do prédio e das vidas dos vizinhos. Da luz a incidir nos soalhos de madeira ao eco na escadaria de mármore, das intrigas às celebrações, nada lhe escapa. A sua atenção, porém, concentra-se no apartamento do outro lado do corredor, onde Julian Raphaël, o seu grande amigo, mora com a família. Mas um dia os Raphaël desaparecem sem avisar, deixando para trás o coração de Charlotte destroçado. É então que os rumores sobre a ocupação alemã se tornam realidade, e as vidas dos residentes se complicam definitivamente. Masha, a madrinha de Charlotte, que vive no andar de cima, arrisca tudo num caso amoroso. O coronel Warlemont do 3L revela ser mais calculista do que os vizinhos imaginam. E quando um funcionário nazi obcecado pelos Raphaël se muda para o edifício, saber em quem se pode ou não confiar torna-se uma questão de vida ou morte. Colocados perante uma escolha angustiante submeterem-se ao regime nazi ou arriscarem a vida para se salvarem uns aos outros ¿, os membros desta comunidade acidental aprenderão a verdade sobre o que (e quem) mais importa. Um romance de estreia excecional uma história de amor, mistério e filosofia ¿, Place Brugmann, 33 é uma ode à coragem em tempos de guerra.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em vésperas da ocupação nazi, a vida dos moradores do número 33 da Place Brugmann está prestes a mudar. Charlotte Sauvin é estudante de Arte e mora com o pai no apartamento 4L. Conhece todos os detalhes do prédio e das vidas dos vizinhos. Da luz a incidir nos soalhos de madeira ao eco na escadaria de mármore, das intrigas às celebrações, nada lhe escapa. A sua atenção, porém, concentra-se no apartamento do outro lado do corredor, onde Julian Raphaël, o seu grande amigo, mora com a família. Mas um dia os Raphaël desaparecem sem avisar, deixando para trás o coração de Charlotte destroçado. É então que os rumores sobre a ocupação alemã se tornam realidade, e as vidas dos residentes se complicam definitivamente. Masha, a madrinha de Charlotte, que vive no andar de cima, arrisca tudo num caso amoroso. O coronel Warlemont do 3L revela ser mais calculista do que os vizinhos imaginam. E quando um funcionário nazi obcecado pelos Raphaël se muda para o edifício, saber em quem se pode ou não confiar torna-se uma questão de vida ou morte. Colocados perante uma escolha angustiante submeterem-se ao regime nazi ou arriscarem a vida para se salvarem uns aos outros ¿, os membros desta comunidade acidental aprenderão a verdade sobre o que (e quem) mais importa. Um romance de estreia excecional uma história de amor, mistério e filosofia ¿, Place Brugmann, 33 é uma ode à coragem em tempos de guerra.
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Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Allie, uma académica inteligente à procura do seu lugar no mundo, apaixona-se profunda e inesperadamente por Eyal, um jovem israelita que cumpre o serviço militar. A relação entre ambos é intensa, sensual e marcada tanto pelo desejo como pelos silêncios vivida nos intervalos das missões de Eyal, entre cartas apaixonadas e reencontros breves. Mas quando Eyal regressa de uma ofensiva em Gaza, a intimidade dá lugar a um confronto difícil com as realidades do conflito. O amor entre os dois revela-se frágil perante tensões políticas, feridas históricas e dilemas morais que não podem ser ignorados. Amar em Telavive é uma narrativa envolvente e profundamente humana que resiste a visões simplistas do conflito israelo-palestiniano. Uma história de amor marcada pela complexidade, que questiona os limites da empatia, da identidade e do que significa amar num contexto de guerra. Um romance arrebatador que expõe as contradições de amar em terra ocupada. «Inquietante e cheio de nuances, o romance de Sacks irá ficar com os leitores muito depois de terem virado a última página.» Booklist
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Allie, uma académica inteligente à procura do seu lugar no mundo, apaixona-se profunda e inesperadamente por Eyal, um jovem israelita que cumpre o serviço militar. A relação entre ambos é intensa, sensual e marcada tanto pelo desejo como pelos silêncios vivida nos intervalos das missões de Eyal, entre cartas apaixonadas e reencontros breves. Mas quando Eyal regressa de uma ofensiva em Gaza, a intimidade dá lugar a um confronto difícil com as realidades do conflito. O amor entre os dois revela-se frágil perante tensões políticas, feridas históricas e dilemas morais que não podem ser ignorados. Amar em Telavive é uma narrativa envolvente e profundamente humana que resiste a visões simplistas do conflito israelo-palestiniano. Uma história de amor marcada pela complexidade, que questiona os limites da empatia, da identidade e do que significa amar num contexto de guerra. Um romance arrebatador que expõe as contradições de amar em terra ocupada. «Inquietante e cheio de nuances, o romance de Sacks irá ficar com os leitores muito depois de terem virado a última página.» Booklist
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Teerão, Década de 1950. Ellie, de 7 anos, vive uma vida confortável, até que a morte do pai a obriga a mudar-se com a mãe para uma pequena casa no centro da cidade. Solitária e suportando o peso das mágoas da mãe, Ellie passa os dias a sonhar com uma amiga. Felizmente, no primeiro dia de aulas, conhece Homa, uma rapariga de espírito corajoso e irreprimível. Juntas, as meninas brincam, aprendem a cozinhar na pequena casa de Homa, passeiam pelas tendas coloridas do Grande Bazar e partilham as suas ambições de se tornarem Shir zan, a expressão persa que significa mulheres corajosas como leoas. Mas a sua amizade é interrompida quando Ellie e a mãe têm a oportunidade de regressar à antiga vida burguesa. Agora uma aluna popular na melhor escola secundária para raparigas, as memórias de Ellie sobre Homa começam a desvanecer-se. Anos mais tarde, porém, Homa reaparece no mundo privilegiado de Ellie e, à medida que as duas jovens atingem a maioridade e perseguem os seus próprios objetivos, tanto o passado como a violenta turbulência pela qual o país passa irão alterar implacavelmente o rumo das suas vidas.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Teerão, Década de 1950. Ellie, de 7 anos, vive uma vida confortável, até que a morte do pai a obriga a mudar-se com a mãe para uma pequena casa no centro da cidade. Solitária e suportando o peso das mágoas da mãe, Ellie passa os dias a sonhar com uma amiga. Felizmente, no primeiro dia de aulas, conhece Homa, uma rapariga de espírito corajoso e irreprimível. Juntas, as meninas brincam, aprendem a cozinhar na pequena casa de Homa, passeiam pelas tendas coloridas do Grande Bazar e partilham as suas ambições de se tornarem Shir zan, a expressão persa que significa mulheres corajosas como leoas. Mas a sua amizade é interrompida quando Ellie e a mãe têm a oportunidade de regressar à antiga vida burguesa. Agora uma aluna popular na melhor escola secundária para raparigas, as memórias de Ellie sobre Homa começam a desvanecer-se. Anos mais tarde, porém, Homa reaparece no mundo privilegiado de Ellie e, à medida que as duas jovens atingem a maioridade e perseguem os seus próprios objetivos, tanto o passado como a violenta turbulência pela qual o país passa irão alterar implacavelmente o rumo das suas vidas.
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Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Yaroslav Trofimov, nascido na Ucrânia e correspondente de guerra do Wall Street Journal, passou todo o ano de 2022 na linha da frente da invasão russa. A reportagem que daí nasceu, finalista do Prémio Pulitzer, e a memória da sua avó inspiraram este poderoso romance, ancorado na Ucrânia do século XX. Debora Rosenbaum, uma jovem ambiciosa e apaixonada por literatura, chega a Kharkiv, a capital da nova República Soviética Ucraniana, determinada a construir o seu próprio futuro - o passado, com as suas formas obsoletas e proibitivas, ficou para trás. Mas os ideais da era soviética rapidamente se revelam ilusórios: a fome varre os campos e o menor desvio da ideologia ditada por Moscovo é punido. Quando a Segunda Guerra Mundial lança os exércitos sobre a Ucrânia, os campos dourados de trigo tingem-se de sangue. Debora é forçada a abandonar tudo e a enfrentar escolhas impossíveis num país dilacerado por dois regimes totalitários, que se transforma no lugar mais mortífero do mundo.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Yaroslav Trofimov, nascido na Ucrânia e correspondente de guerra do Wall Street Journal, passou todo o ano de 2022 na linha da frente da invasão russa. A reportagem que daí nasceu, finalista do Prémio Pulitzer, e a memória da sua avó inspiraram este poderoso romance, ancorado na Ucrânia do século XX. Debora Rosenbaum, uma jovem ambiciosa e apaixonada por literatura, chega a Kharkiv, a capital da nova República Soviética Ucraniana, determinada a construir o seu próprio futuro - o passado, com as suas formas obsoletas e proibitivas, ficou para trás. Mas os ideais da era soviética rapidamente se revelam ilusórios: a fome varre os campos e o menor desvio da ideologia ditada por Moscovo é punido. Quando a Segunda Guerra Mundial lança os exércitos sobre a Ucrânia, os campos dourados de trigo tingem-se de sangue. Debora é forçada a abandonar tudo e a enfrentar escolhas impossíveis num país dilacerado por dois regimes totalitários, que se transforma no lugar mais mortífero do mundo.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Lisboa, 1943. A 2.ª Mundial assola a Europa. Cidade glamorosa à beira do caos, Lisboa aloja espiões de duas fações. Entre eles, encontram-se Selene Delmont e Beatrice Sullivan, bibliotecárias de Boston. Oficialmente recrutadas para recolher livros proibidos, ambas são, na verdade, agentes secretas cuja missão consiste em infiltrarem-se na rede de espionagem do Eixo. Em breve, contudo, dão por si envolvidas em jogos de enganos com dois dos homens mais conhecidos da cidade: um barão português exilado, Luca Caldeira, e um espião letal de nome de código Gable. Enquanto Selene seduz Luca nos seus luxuosos salões de baile, Bea, mais dada aos livros, mergulha no mundo sombrio dos informadores de Gable. Quando, porém, uma traição desvenda uma teia de mentiras cuidadosamente tecida, tudo aquilo por que ambas lutaram é posto em causa. Será este o seu ponto de rutura?" Inspirada por acontecimentos reais, Suzanne Nelson cria um enredo cativante com duas mulheres singulares, cuja coragem, determinação e amizade foram capazes de resistir à devastação da guerra.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Lisboa, 1943. A 2.ª Mundial assola a Europa. Cidade glamorosa à beira do caos, Lisboa aloja espiões de duas fações. Entre eles, encontram-se Selene Delmont e Beatrice Sullivan, bibliotecárias de Boston. Oficialmente recrutadas para recolher livros proibidos, ambas são, na verdade, agentes secretas cuja missão consiste em infiltrarem-se na rede de espionagem do Eixo. Em breve, contudo, dão por si envolvidas em jogos de enganos com dois dos homens mais conhecidos da cidade: um barão português exilado, Luca Caldeira, e um espião letal de nome de código Gable. Enquanto Selene seduz Luca nos seus luxuosos salões de baile, Bea, mais dada aos livros, mergulha no mundo sombrio dos informadores de Gable. Quando, porém, uma traição desvenda uma teia de mentiras cuidadosamente tecida, tudo aquilo por que ambas lutaram é posto em causa. Será este o seu ponto de rutura?" Inspirada por acontecimentos reais, Suzanne Nelson cria um enredo cativante com duas mulheres singulares, cuja coragem, determinação e amizade foram capazes de resistir à devastação da guerra.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Pêro Pinheiro, 1965. Contra Salazar, erguem-se as mulheres e os homens feitos de pedra. Cinco mil operários. centenas de fábricas, oficinas e pedreiras. Doze dias de protesto. ao regime só restou a violência. Em maio de 1965, cinco mil operários de centenas de fábricas, oficinas e pedreiras paralisaram durante 12 dias a extração e transformação do lioz, pedra única da região de Pêro Pinheiro, no norte do concelho de Sintra, e com a qual se fizeram alguns dos mais emblemáticos edifícios de Portugal ao longo dos seus nove séculos. Às forças da ordem, no auge do regime ditatorial salazarista e perante a perspetiva do embaraço político, restou o costume: mentiras, ameaças, cargas de cavalaria da GNR e inúmeras detenções e torturas feitas pela PIDE. Foi, ainda assim, a maior greve com a qual o Estado Novo se deparou. Baseando-se em factos reais, Luís Corredoura, autor de A Recriação do Mundo, O Segredo de Wuhan e A Bomba de Lisboa, volta a partilhar com o leitor o seu olhar sensível e especializado, detalhando com impacto os contornos assustadores da violência e da tortura, conduzindo o leitor às casas dos protagonistas e ao ambiente detalhadamente recriado dos lugares públicos (e privados...) dos anos 60 de Pêro Pinheiro e arredores de Lisboa. Uma viagem inesquecível a um Portugal sem medo, aos pensamentos e corações de homens e mulheres que mostraram ao Estado Novo de que eram feitos: pedra (lioz, concretamente). Um protesto escondido na história. Até agora.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Pêro Pinheiro, 1965. Contra Salazar, erguem-se as mulheres e os homens feitos de pedra. Cinco mil operários. centenas de fábricas, oficinas e pedreiras. Doze dias de protesto. ao regime só restou a violência. Em maio de 1965, cinco mil operários de centenas de fábricas, oficinas e pedreiras paralisaram durante 12 dias a extração e transformação do lioz, pedra única da região de Pêro Pinheiro, no norte do concelho de Sintra, e com a qual se fizeram alguns dos mais emblemáticos edifícios de Portugal ao longo dos seus nove séculos. Às forças da ordem, no auge do regime ditatorial salazarista e perante a perspetiva do embaraço político, restou o costume: mentiras, ameaças, cargas de cavalaria da GNR e inúmeras detenções e torturas feitas pela PIDE. Foi, ainda assim, a maior greve com a qual o Estado Novo se deparou. Baseando-se em factos reais, Luís Corredoura, autor de A Recriação do Mundo, O Segredo de Wuhan e A Bomba de Lisboa, volta a partilhar com o leitor o seu olhar sensível e especializado, detalhando com impacto os contornos assustadores da violência e da tortura, conduzindo o leitor às casas dos protagonistas e ao ambiente detalhadamente recriado dos lugares públicos (e privados...) dos anos 60 de Pêro Pinheiro e arredores de Lisboa. Uma viagem inesquecível a um Portugal sem medo, aos pensamentos e corações de homens e mulheres que mostraram ao Estado Novo de que eram feitos: pedra (lioz, concretamente). Um protesto escondido na história. Até agora.
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Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Perceber o estado caótico do mundo actual O mundo está a mudar a uma velocidade vertiginosa. Todos os dias somos confrontados com o que julgávamos não poder acontecer, a cada momento as nossas certezas são testadas. Guerras sangrentas, fronteiras imemoriais desabadas, nações falidas, sociedades desnorteadas, instituições disfuncionais, famílias e povos estilhaçados, passaram a fazer parte do nosso quotidiano. «Até dentro de portas» notamos as transformações profundas. Tendo como ponto de partida a distopia de Aldous Huxley escrita há quase cem anos, Nuno Rogeiro escreveu este ABOMINÁVEL MUNDO NOVO para «identificar o turbilhão» e dar a conhecer o nosso caos. Um livro de enorme poder de fogo intelectual que é de leitura obrigatória.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Perceber o estado caótico do mundo actual O mundo está a mudar a uma velocidade vertiginosa. Todos os dias somos confrontados com o que julgávamos não poder acontecer, a cada momento as nossas certezas são testadas. Guerras sangrentas, fronteiras imemoriais desabadas, nações falidas, sociedades desnorteadas, instituições disfuncionais, famílias e povos estilhaçados, passaram a fazer parte do nosso quotidiano. «Até dentro de portas» notamos as transformações profundas. Tendo como ponto de partida a distopia de Aldous Huxley escrita há quase cem anos, Nuno Rogeiro escreveu este ABOMINÁVEL MUNDO NOVO para «identificar o turbilhão» e dar a conhecer o nosso caos. Um livro de enorme poder de fogo intelectual que é de leitura obrigatória.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 200
Sinopse:
São muitos os enredos que podem ferir um coração: traições e mentiras na vida amorosa, palavras que cortam, vozes que se calam, um amigo que sofre, um animal de estimação que se vai. Se as causas são muitas, o remédio é um só: o amor, nas suas mais diversas formas. O amor que se manifesta pelo meio do cuidado com o outro, pela vitalidade do sexo, pelos valores humanistas, pela atenção ao planeta e aos seus habitantes. Tantas formas de amor, nem sempre visíveis a olho nu. As 88 crónicas deste livro iluminam detalhes do quotidiano que passam despercebidos a muitos de nós, mas não ao olhar sensível de Bruna Lombardi. Juntas, elas compõem um guião no qual o amor nos conforta e, suavemente, nos conduz à cura das nossas feridas emocionais.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
São muitos os enredos que podem ferir um coração: traições e mentiras na vida amorosa, palavras que cortam, vozes que se calam, um amigo que sofre, um animal de estimação que se vai. Se as causas são muitas, o remédio é um só: o amor, nas suas mais diversas formas. O amor que se manifesta pelo meio do cuidado com o outro, pela vitalidade do sexo, pelos valores humanistas, pela atenção ao planeta e aos seus habitantes. Tantas formas de amor, nem sempre visíveis a olho nu. As 88 crónicas deste livro iluminam detalhes do quotidiano que passam despercebidos a muitos de nós, mas não ao olhar sensível de Bruna Lombardi. Juntas, elas compõem um guião no qual o amor nos conforta e, suavemente, nos conduz à cura das nossas feridas emocionais.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em qualquer lugar do mundo, seja a navegar pelo Volga, a avaliar os efeitos do colonialismo francês na Argélia ou a procurar o Yeti (o abominável homem das neves) nos Himalaias, Chatwin, que morreu em 1989, transpira curiosidade natural e faro para a aventura. Do autor de Na Patagónia ou Canto Nómada, este livro é um mosaico de relatos de viagens, perfis, histórias semificcionais e fragmentos de mapas, rico em pequenas descobertas. Na Índia, Chatwin investiga o caso de um menino-lobo que sobreviveu anos a viver na floresta. Em Hong Kong conhece um geomante, que determina o melhor local para uma construção ou um leito conjugal. Há ainda peças sobre leilões de arte, nómadas, o Afeganistão, um guru do LSD da Califórnia que pensa ser o Salvador, a política na China antiga, e também encontros com o cineasta Werner Herzog, Nadejda Mandelstam, Indira Gandhi ou André Malraux - e com o seu pai.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em qualquer lugar do mundo, seja a navegar pelo Volga, a avaliar os efeitos do colonialismo francês na Argélia ou a procurar o Yeti (o abominável homem das neves) nos Himalaias, Chatwin, que morreu em 1989, transpira curiosidade natural e faro para a aventura. Do autor de Na Patagónia ou Canto Nómada, este livro é um mosaico de relatos de viagens, perfis, histórias semificcionais e fragmentos de mapas, rico em pequenas descobertas. Na Índia, Chatwin investiga o caso de um menino-lobo que sobreviveu anos a viver na floresta. Em Hong Kong conhece um geomante, que determina o melhor local para uma construção ou um leito conjugal. Há ainda peças sobre leilões de arte, nómadas, o Afeganistão, um guru do LSD da Califórnia que pensa ser o Salvador, a política na China antiga, e também encontros com o cineasta Werner Herzog, Nadejda Mandelstam, Indira Gandhi ou André Malraux - e com o seu pai.
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Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
No conflito israelo-palestiniano joga-se o futuro do mundo ocidental Neste seu novo livro, Douglas Murray confronta a questão mais urgente do nosso tempo: porque é que os apoiantes ocidentais da Palestina estão, inadvertidamente, alinhados com um império maligno? O autor argumenta que o conflito não é uma simples história de opressor contra oprimido, mas um choque entre uma democracia multirracial próspera e um culto da morte determinado a destruí-la. Baseado numa extensa investigação no território de Israel, em Gaza e no Líbano, Murray apresenta um argumento convincente que contextualiza a violência mais recente e leva os leitores numa cruciante jornada do pós-massacre de 7 de outubro, combinando relatos exclusivos de vítimas, sobreviventes e até dos terroristas responsáveis pelas atrocidades. Sobre Democracias e Cultos de Morte ilustra como a concordância do estado de Israel para com os valores fundamentais do Ocidente capitalismo, direitos individuais, democracia e razão o tornou num farol de progresso numa região dominada pelo autoritarismo e extremismo. Murray contrasta os princípios de Israel com a ideologia do Hamas, que proclama abertamente o seu amor pela morte ao invés da vida. Fundamentado, esclarecedor e baseado em factos, esta é uma leitura essencial para quem procura compreender as complexidades do conflito israelo-palestiniano e as suas implicações para o futuro da democracia no mundo.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
No conflito israelo-palestiniano joga-se o futuro do mundo ocidental Neste seu novo livro, Douglas Murray confronta a questão mais urgente do nosso tempo: porque é que os apoiantes ocidentais da Palestina estão, inadvertidamente, alinhados com um império maligno? O autor argumenta que o conflito não é uma simples história de opressor contra oprimido, mas um choque entre uma democracia multirracial próspera e um culto da morte determinado a destruí-la. Baseado numa extensa investigação no território de Israel, em Gaza e no Líbano, Murray apresenta um argumento convincente que contextualiza a violência mais recente e leva os leitores numa cruciante jornada do pós-massacre de 7 de outubro, combinando relatos exclusivos de vítimas, sobreviventes e até dos terroristas responsáveis pelas atrocidades. Sobre Democracias e Cultos de Morte ilustra como a concordância do estado de Israel para com os valores fundamentais do Ocidente capitalismo, direitos individuais, democracia e razão o tornou num farol de progresso numa região dominada pelo autoritarismo e extremismo. Murray contrasta os princípios de Israel com a ideologia do Hamas, que proclama abertamente o seu amor pela morte ao invés da vida. Fundamentado, esclarecedor e baseado em factos, esta é uma leitura essencial para quem procura compreender as complexidades do conflito israelo-palestiniano e as suas implicações para o futuro da democracia no mundo.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"A afirmação pode parecer surpreendente na altura em que uma preocupante mistura de entrincheiramento identitário e neoliberalismo resignado parece prevalecer em quase todo o lado. Mas mesmo assim continuo otimista. Na condição de termos em conta todas as transformações institucionais que isso implica, assimilarmos todas as lições das estratégias políticas que daí resultam e, sobretudo, nunca deixarmos para os outros a solução das questões sociais e económicas e as reflexões sobre o sistema socioeconómico alternativo. São questões eminentemente políticas sobre as quais todos os cidadãos devem ter uma opinião, e nas quais devem envolver-se. Só invertendo as relações de saber e poder, e retomando o curso das mobilizações sociais e coletivas, poderá a marcha para a igualdade e dignidade recuperar os seus direitos e o parêntesis nacional-liberal ser encerrado.» Thomas Piketty"
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"A afirmação pode parecer surpreendente na altura em que uma preocupante mistura de entrincheiramento identitário e neoliberalismo resignado parece prevalecer em quase todo o lado. Mas mesmo assim continuo otimista. Na condição de termos em conta todas as transformações institucionais que isso implica, assimilarmos todas as lições das estratégias políticas que daí resultam e, sobretudo, nunca deixarmos para os outros a solução das questões sociais e económicas e as reflexões sobre o sistema socioeconómico alternativo. São questões eminentemente políticas sobre as quais todos os cidadãos devem ter uma opinião, e nas quais devem envolver-se. Só invertendo as relações de saber e poder, e retomando o curso das mobilizações sociais e coletivas, poderá a marcha para a igualdade e dignidade recuperar os seus direitos e o parêntesis nacional-liberal ser encerrado.» Thomas Piketty"
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Este livro reúne reportagens, crónicas, alguns textos nunca publicados e 148 fotografias a cores, quase todas inéditas. Ao começar a organizá-lo fui em busca da revista com a última ida a Gaza. Tinha pensado talvez pô-la em anexo, já que o livro seria pós-7 de Outubro de 2023 e a reportagem era seis anos anterior. Mas quando a li, do título à última linha, parecia a véspera do 7 de Outubro. Nunca estivera online, não circulara. E dias depois achei na ¿nuvemas 282 fotografias dessa última ida. Não podia ser um anexo. Então é assim que o livro abre, dentro de Gaza, onde os jornalistas do mundo estão impedidos de entrar desde 7 de Outubro: primeiro a reportagem, depois uma sequência de 37 imagens. Seguem-se os textos pós-7 de Outubro, sempre por ordem cronológica. A parte II reportagens na Cisjordânia, em Jerusalém Oriental e em Israel também fecha com imagens: uma série de 111 (de entre as mais de 4000 que fiz lá entre fins de 2023, início de 2024). Todas as fotografias estão legendadas no fim. Editei os textos para limpar repetições fastidiosas de contexto e coisas toscas de escrever em cima da actualidade, até ao limite em que o jornal tinha de ir para a gráfica. Acrescentei notas de rodapé com actualizações, referências, fontes. A data por cima dos títulos é a da publicação (no caso de um texto ter ficado online antes do papel, conta essa data). As origens dos textos estão indicadas. Há quatro mapas, o primeiro na Introdução, os restantes na parte II. A história que leva ao 7 de Outubro remonta ao século XIX. Escrevi sobre partes dela em três livros anteriores (Oriente Próximo; E a Noite Roda; Líbano, Labirinto). Todos os outros textos sobre Israel/Palestina desde 2002 continuam por compilar. Este é um livro pós-7 de Outubro, com a excepção dessa última ida a Gaza. A.L.C., Março de 2025
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Este livro reúne reportagens, crónicas, alguns textos nunca publicados e 148 fotografias a cores, quase todas inéditas. Ao começar a organizá-lo fui em busca da revista com a última ida a Gaza. Tinha pensado talvez pô-la em anexo, já que o livro seria pós-7 de Outubro de 2023 e a reportagem era seis anos anterior. Mas quando a li, do título à última linha, parecia a véspera do 7 de Outubro. Nunca estivera online, não circulara. E dias depois achei na ¿nuvemas 282 fotografias dessa última ida. Não podia ser um anexo. Então é assim que o livro abre, dentro de Gaza, onde os jornalistas do mundo estão impedidos de entrar desde 7 de Outubro: primeiro a reportagem, depois uma sequência de 37 imagens. Seguem-se os textos pós-7 de Outubro, sempre por ordem cronológica. A parte II reportagens na Cisjordânia, em Jerusalém Oriental e em Israel também fecha com imagens: uma série de 111 (de entre as mais de 4000 que fiz lá entre fins de 2023, início de 2024). Todas as fotografias estão legendadas no fim. Editei os textos para limpar repetições fastidiosas de contexto e coisas toscas de escrever em cima da actualidade, até ao limite em que o jornal tinha de ir para a gráfica. Acrescentei notas de rodapé com actualizações, referências, fontes. A data por cima dos títulos é a da publicação (no caso de um texto ter ficado online antes do papel, conta essa data). As origens dos textos estão indicadas. Há quatro mapas, o primeiro na Introdução, os restantes na parte II. A história que leva ao 7 de Outubro remonta ao século XIX. Escrevi sobre partes dela em três livros anteriores (Oriente Próximo; E a Noite Roda; Líbano, Labirinto). Todos os outros textos sobre Israel/Palestina desde 2002 continuam por compilar. Este é um livro pós-7 de Outubro, com a excepção dessa última ida a Gaza. A.L.C., Março de 2025
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
+ 13 Casos de Morte, Perversão e Horror Neste terceiro volume de uma série iniciada em 2019, a psicóloga clínica e criminóloga Joana Amaral Dias expõe alguns dos casos mais sangrentos, brutais e inquietantes ocorridos no «país dos brandos costumes», ou envolvendo cidadãos nacionais residentes no estrangeiro. Entre a análise psicológica forense, a reconstituição detalhada dos crimes e as circunstâncias de vida dos seus protagonistas, PSICOPATAS PORTUGUESES LIVRO TERCEIRO completa assim um retrato abrangente e verdadeiramente perturbador sobre o lado mais negro da natureza humana. Ao mesmo tempo, destapa recantos esquecidos, silenciados e votados ao abandono da nossa sociedade, onde tantas vezes a perversão cresce à sombra de um dos seus principais pilares, a família na qual a tragédia também se abate sobre os mais frágeis, como as crianças. Uma leitura desaconselhável a mentes sensíveis. Os carrascos torturadores de Jéssica * Rosa, a mãe carcereira * José e Amélia: pais na casa dos horrores * Fábio, o padrasto sádico-sexual * Beatriz, a assassina adolescente da irmã * Olegário, o avozinho que matou a neta * As sete facadas da mãe Odete * As seis vítimas do engenheiro Valdo * Os 28 dias sangrentos de Pedro * Delfim, o maior recluso português * João, escuteiro pedófilo * Domingos, político criminoso * António, o Mata-Mulheres
Nº Páginas: 328
Sinopse:
+ 13 Casos de Morte, Perversão e Horror Neste terceiro volume de uma série iniciada em 2019, a psicóloga clínica e criminóloga Joana Amaral Dias expõe alguns dos casos mais sangrentos, brutais e inquietantes ocorridos no «país dos brandos costumes», ou envolvendo cidadãos nacionais residentes no estrangeiro. Entre a análise psicológica forense, a reconstituição detalhada dos crimes e as circunstâncias de vida dos seus protagonistas, PSICOPATAS PORTUGUESES LIVRO TERCEIRO completa assim um retrato abrangente e verdadeiramente perturbador sobre o lado mais negro da natureza humana. Ao mesmo tempo, destapa recantos esquecidos, silenciados e votados ao abandono da nossa sociedade, onde tantas vezes a perversão cresce à sombra de um dos seus principais pilares, a família na qual a tragédia também se abate sobre os mais frágeis, como as crianças. Uma leitura desaconselhável a mentes sensíveis. Os carrascos torturadores de Jéssica * Rosa, a mãe carcereira * José e Amélia: pais na casa dos horrores * Fábio, o padrasto sádico-sexual * Beatriz, a assassina adolescente da irmã * Olegário, o avozinho que matou a neta * As sete facadas da mãe Odete * As seis vítimas do engenheiro Valdo * Os 28 dias sangrentos de Pedro * Delfim, o maior recluso português * João, escuteiro pedófilo * Domingos, político criminoso * António, o Mata-Mulheres
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Nestes textos, Valter Hugo Mãe revela parte do seu ouro mais caro. Um muito íntimo retrato da tristeza que não se quer vencedora. Muito ao contrário. Uma tristeza educada não desaparece, ela torna-se respeitosa com a necessidade de sobreviver, de continuar a lembrar, de continuar a amar.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Nestes textos, Valter Hugo Mãe revela parte do seu ouro mais caro. Um muito íntimo retrato da tristeza que não se quer vencedora. Muito ao contrário. Uma tristeza educada não desaparece, ela torna-se respeitosa com a necessidade de sobreviver, de continuar a lembrar, de continuar a amar.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um Homem Comum num Tempo Incomum é mais do que um livro de memórias é um testemunho pessoal e reflexivo de um médico que, inesperadamente, se viu envolvido na política, especialmente durante a pandemia da COVID-19. A obra revisita as origens e valores que moldaram o autor, a vocação pela medicina e a entrada acidental na política. O livro detalha os bastidores do combate à pandemia, destacando os desafios enfrentados como secretário de Estado da Saúde e as decisões difíceis tomadas em momentos críticos. Apesar das dificuldades, o autor valoriza cada vida salva e os ensinamentos que daí resultaram. Além disso, apresenta um balanço das suas vivências políticas, das ilusões e desilusões, e reflete sobre o futuro do sistema de saúde em Portugal, defendendo a importância de consensos e reformas duradouras. A obra termina com uma mensagem de esperança: tempos difíceis podem formar gerações extraordinárias e a memória, se bem usada, ajuda a construir um futuro melhor.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um Homem Comum num Tempo Incomum é mais do que um livro de memórias é um testemunho pessoal e reflexivo de um médico que, inesperadamente, se viu envolvido na política, especialmente durante a pandemia da COVID-19. A obra revisita as origens e valores que moldaram o autor, a vocação pela medicina e a entrada acidental na política. O livro detalha os bastidores do combate à pandemia, destacando os desafios enfrentados como secretário de Estado da Saúde e as decisões difíceis tomadas em momentos críticos. Apesar das dificuldades, o autor valoriza cada vida salva e os ensinamentos que daí resultaram. Além disso, apresenta um balanço das suas vivências políticas, das ilusões e desilusões, e reflete sobre o futuro do sistema de saúde em Portugal, defendendo a importância de consensos e reformas duradouras. A obra termina com uma mensagem de esperança: tempos difíceis podem formar gerações extraordinárias e a memória, se bem usada, ajuda a construir um futuro melhor.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Anatomia de Um Totalitarismo Suave «O wokismo é um fenómeno de origem universitária. No entanto, o impacto que tem hoje em vários âmbitos das nossas políticas públicas da educação à família, da saúde ao desporto, da cultura aos media transportam-no inevitavelmente do campus universitário para o espaço alargado da sociedade e da política. É hoje neste espaço que é discutido, e é nestas discussões públicas que emergem as maiores perplexidades. As perguntas que quase sempre afloram são sobretudo estimuladas pelo futuro. Onde iremos parar? Como aceitar que, no seio de instituições seculares como as universidades, no lugar da liberdade e do gosto pela discussão, se tenha instalado uma cultura de cancelamento em que jovens se entretêm a policiar a linguagem usada por colegas e professores, ou a derrubar estátuas no espaço público? Como interpretar a banalização de atitudes censórias e a normalização das discussões sobre quem afinal deve ter ou não ter palco? Que esperar da transformação da imprensa em instrumento de promoção ou detracção de políticos? Sobre tudo isso se interroga hoje, angustiado, o cidadão comum das sociedades ocidentais.» Alexandre Franco de Sá
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Anatomia de Um Totalitarismo Suave «O wokismo é um fenómeno de origem universitária. No entanto, o impacto que tem hoje em vários âmbitos das nossas políticas públicas da educação à família, da saúde ao desporto, da cultura aos media transportam-no inevitavelmente do campus universitário para o espaço alargado da sociedade e da política. É hoje neste espaço que é discutido, e é nestas discussões públicas que emergem as maiores perplexidades. As perguntas que quase sempre afloram são sobretudo estimuladas pelo futuro. Onde iremos parar? Como aceitar que, no seio de instituições seculares como as universidades, no lugar da liberdade e do gosto pela discussão, se tenha instalado uma cultura de cancelamento em que jovens se entretêm a policiar a linguagem usada por colegas e professores, ou a derrubar estátuas no espaço público? Como interpretar a banalização de atitudes censórias e a normalização das discussões sobre quem afinal deve ter ou não ter palco? Que esperar da transformação da imprensa em instrumento de promoção ou detracção de políticos? Sobre tudo isso se interroga hoje, angustiado, o cidadão comum das sociedades ocidentais.» Alexandre Franco de Sá
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