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Edição: Dez 2010
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Dez contos inéditos da vencedora do Man Booker International Prize de 2009. Na primeira história, uma jovem mãe é libertada, por um volte-face surpreendente, do sofrimento de ter perdido os seus três filhos. Noutra história, uma rapariga reage a um caso humilhante de sedução com uma solução astuta ainda que pouco louvável. Outros contos revelam as zonas de sombra de um casamento, a crueldade insuspeita das crianças ou a maneira como a cara desfigurada de um rapaz é o motor de tudo o que há de bom e de mau na sua vida. E na longa história que dá título ao livro, acompanhamos Sophia Kovalevsky — emigrante russa e matemática de finais do século XIX — numa viagem que empreende no Inverno através da Europa, até chegar à Suécia onde encontra finalmente uma universidade disposta a contratar uma mulher para leccionar Matemática. Alice Munro transforma uma vez mais acontecimentos e emoções complexos em histórias que iluminam a maneira imprevisível como os homens e as mulheres acomodam e muitas vezes transcendem o que acontece nas suas vidas.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Dez contos inéditos da vencedora do Man Booker International Prize de 2009. Na primeira história, uma jovem mãe é libertada, por um volte-face surpreendente, do sofrimento de ter perdido os seus três filhos. Noutra história, uma rapariga reage a um caso humilhante de sedução com uma solução astuta ainda que pouco louvável. Outros contos revelam as zonas de sombra de um casamento, a crueldade insuspeita das crianças ou a maneira como a cara desfigurada de um rapaz é o motor de tudo o que há de bom e de mau na sua vida. E na longa história que dá título ao livro, acompanhamos Sophia Kovalevsky — emigrante russa e matemática de finais do século XIX — numa viagem que empreende no Inverno através da Europa, até chegar à Suécia onde encontra finalmente uma universidade disposta a contratar uma mulher para leccionar Matemática. Alice Munro transforma uma vez mais acontecimentos e emoções complexos em histórias que iluminam a maneira imprevisível como os homens e as mulheres acomodam e muitas vezes transcendem o que acontece nas suas vidas.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma investigação meticulosa que expõe uma perspetiva surpreendente da Segunda Guerra Mundial: a elevada dependência de drogas da Alemanha nazi. O regime nazi pregava uma ideologia de pureza física, mental e moral. Mas, como Norman Ohler revela nesta envolvente história baseada em fontes até agora inéditas, o Terceiro Reich estava saturado de drogas: cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas, usadas por toda a gente — de operários fabris a donas de casa — e vitais para a resistência das tropas, explicando, em parte, o rápido avanço e a vitória alemã em 1940. O uso promíscuo de drogas, inclusive ao mais alto nível, também afetou a tomada de decisões, com Hitler e o seu séquito a refugiarem-se em cocktails de estimulantes potencialmente letais, administrados pelo médico Theo Morell, incapazes de reverter o curso da guerra, que se virava contra a Alemanha. Embora as drogas por si só não possam explicar as tóxicas teorias raciais dos nazis ou os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, esta descoberta leva-nos a ver os crimes de guerra cometidos contra a humanidade a uma nova luz. "Delírio Total" é, assim, uma peça crucial para entendermos a História mundial.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma investigação meticulosa que expõe uma perspetiva surpreendente da Segunda Guerra Mundial: a elevada dependência de drogas da Alemanha nazi. O regime nazi pregava uma ideologia de pureza física, mental e moral. Mas, como Norman Ohler revela nesta envolvente história baseada em fontes até agora inéditas, o Terceiro Reich estava saturado de drogas: cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas, usadas por toda a gente — de operários fabris a donas de casa — e vitais para a resistência das tropas, explicando, em parte, o rápido avanço e a vitória alemã em 1940. O uso promíscuo de drogas, inclusive ao mais alto nível, também afetou a tomada de decisões, com Hitler e o seu séquito a refugiarem-se em cocktails de estimulantes potencialmente letais, administrados pelo médico Theo Morell, incapazes de reverter o curso da guerra, que se virava contra a Alemanha. Embora as drogas por si só não possam explicar as tóxicas teorias raciais dos nazis ou os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, esta descoberta leva-nos a ver os crimes de guerra cometidos contra a humanidade a uma nova luz. "Delírio Total" é, assim, uma peça crucial para entendermos a História mundial.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
50 RECEITAS DELICIOSAS SEM PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL. Se é daquelas pessoas que desconfia da comida vegan e que acha impossível que uma receita sem carne, peixe ou derivados de animais (sim, o queijo também) o delicie, deixe que Filipa Ruas o convença. Neste livro vai encontrar exemplos deliciosos de como os pratos vegans podem dar tanta felicidade como um bife malpassado. Esqueça os brócolos demasiado cozidos dos jantares de família quando era miúdo, a sopa aguada com legumes estranhos a boiar. Aqui vai encontrar receitas de pastas, como o simples (e delicioso) guacamole, ao incrível queijo creme de caju, com trufa e tomilho, sopas tão aveludadas que nunca mais dirá que não gosta de sopa, e um bolo de chocolate sem glúten que destronará todo os bolos de chocolate que alguma vez comeu. Dividido entre entradas, sopas e cremes aveludados, pratos principais e sobremesas, este livro é para todas as pessoas que gostem de comer. Sejam vegan, ou não. MENSAGEM DA AUTORA Espero que se deliciem com todas estas minhas Receitas Vegan. Arrisque novos sabores! A Pipa (Filipa Ruas)
Nº Páginas: 192
Sinopse:
50 RECEITAS DELICIOSAS SEM PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL. Se é daquelas pessoas que desconfia da comida vegan e que acha impossível que uma receita sem carne, peixe ou derivados de animais (sim, o queijo também) o delicie, deixe que Filipa Ruas o convença. Neste livro vai encontrar exemplos deliciosos de como os pratos vegans podem dar tanta felicidade como um bife malpassado. Esqueça os brócolos demasiado cozidos dos jantares de família quando era miúdo, a sopa aguada com legumes estranhos a boiar. Aqui vai encontrar receitas de pastas, como o simples (e delicioso) guacamole, ao incrível queijo creme de caju, com trufa e tomilho, sopas tão aveludadas que nunca mais dirá que não gosta de sopa, e um bolo de chocolate sem glúten que destronará todo os bolos de chocolate que alguma vez comeu. Dividido entre entradas, sopas e cremes aveludados, pratos principais e sobremesas, este livro é para todas as pessoas que gostem de comer. Sejam vegan, ou não. MENSAGEM DA AUTORA Espero que se deliciem com todas estas minhas Receitas Vegan. Arrisque novos sabores! A Pipa (Filipa Ruas)
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
O açúcar é considerado, hoje em dia, pela generalidade dos especialistas, como o mais problemático dos ingredientes alimentares. Neste livro, o autor, explica, em linguagem simples e direta, como o açúcar pode provocar danos irreparáveis no nosso organismo, e apresenta um conjunto de mais de 50 receitas, muito apetitosas e de fazer crescer água na boca, sem… açúcar. Para ajudar os pais a induzir os filhos numa alimentação igualmente saborosa e atraente, mas simultaneamente saudável e nutritiva.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
O açúcar é considerado, hoje em dia, pela generalidade dos especialistas, como o mais problemático dos ingredientes alimentares. Neste livro, o autor, explica, em linguagem simples e direta, como o açúcar pode provocar danos irreparáveis no nosso organismo, e apresenta um conjunto de mais de 50 receitas, muito apetitosas e de fazer crescer água na boca, sem… açúcar. Para ajudar os pais a induzir os filhos numa alimentação igualmente saborosa e atraente, mas simultaneamente saudável e nutritiva.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Saboreie este delicioso livro e deixe-se guiar pela Cristina Ferreira numa original viagem culinária. Para petiscar com os amigos pode experimentar uma ATREVIDA frigideira de batata com morcela. Para um jantar ELEGANTE nada melhor do que um filete de Linguado com amêndoa. E que tal umas DIVERTIDAS tiras de peru crocantes para uma refeição ligeira? Se quer surpreender num momento a dois, arrisque um SENSUAL linguini negro com camarões. Se o objectivo é agradar à família, escolha uma receita CRIATIVA como franguinho recheado com alheira. Para adoçar a boca, não há guloseima mais ROMÂNTICA do que cupcakes com doce de leite. Mas são igualmente irresistíveis todas as outras receitas GULOSAS.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Saboreie este delicioso livro e deixe-se guiar pela Cristina Ferreira numa original viagem culinária. Para petiscar com os amigos pode experimentar uma ATREVIDA frigideira de batata com morcela. Para um jantar ELEGANTE nada melhor do que um filete de Linguado com amêndoa. E que tal umas DIVERTIDAS tiras de peru crocantes para uma refeição ligeira? Se quer surpreender num momento a dois, arrisque um SENSUAL linguini negro com camarões. Se o objectivo é agradar à família, escolha uma receita CRIATIVA como franguinho recheado com alheira. Para adoçar a boca, não há guloseima mais ROMÂNTICA do que cupcakes com doce de leite. Mas são igualmente irresistíveis todas as outras receitas GULOSAS.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Está comprovado que o glúten tem efeitos adversos no bem-estar quotidiano, bem como efeitos nocivos na saúde a longo prazo. A sensibilidade e a intolerância ao glúten estão na origem de diversos problemas digestivos e de sintomas como obstipação, gases, fadiga crónica, e dores de cabeça e de articulações. Reduzir ou eliminar o glúten da sua dieta pode trazer benefícios consideráveis para a sua saúde e o seu bem-estar. Contudo, considerando que ele se encontra em tantos alimentos e ingredientes, como se pode ter uma alimentação rica e saborosa sem glúten? A resposta encontra-se em Delícias sem Glúten, com mais de 100 receitas irresistíveis de sopas, saladas, snacks, refeições completas, sobremesas e doces, tão deliciosos quanto saudáveis.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Está comprovado que o glúten tem efeitos adversos no bem-estar quotidiano, bem como efeitos nocivos na saúde a longo prazo. A sensibilidade e a intolerância ao glúten estão na origem de diversos problemas digestivos e de sintomas como obstipação, gases, fadiga crónica, e dores de cabeça e de articulações. Reduzir ou eliminar o glúten da sua dieta pode trazer benefícios consideráveis para a sua saúde e o seu bem-estar. Contudo, considerando que ele se encontra em tantos alimentos e ingredientes, como se pode ter uma alimentação rica e saborosa sem glúten? A resposta encontra-se em Delícias sem Glúten, com mais de 100 receitas irresistíveis de sopas, saladas, snacks, refeições completas, sobremesas e doces, tão deliciosos quanto saudáveis.
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Tudo o que nunca se soube sobre a insurreição de jogadores do México 86, conhecida como o 25 de Abril do futebol português. "Deixem-me sonhar", clamou José Torres, o "Bom Gigante" do futebol português, antes do jogo de apuramento decisivo entre Portugal e a República Federal Alemã. Quem viveu, não esquece: Jaime Pacheco cortou uma bola, passou-a a Carlos Manuel, que rematou para o fundo da baliza. O jogo ia no minuto 53. Daí até ao final, Bento ficou a defender e o país a sofrer, mas aconteceu. Vinte anos depois, pela segunda vez na História, a selecção portuguesa apurou-se para um Mundial de futebol: o México 86. Só que não estava pronta para isso, e o "milagre de Estugarda" transformou-se no pesadelo do "caso Saltillo". Com Portugal em ebulição e o futebol a ser transformado pela FIFA num negócio gigantesco, os jogadores chegaram a Saltillo, no México, para encontrar um motel degradado, um campo inclinado, uma ausência de plano de treinos e prémios de cem contos por jogo - em contraste com os 143 mil recebidos pela Federação. Estavam lançadas as condições para uma reivindicação sem precedentes, que dividiu a sociedade portuguesa e lançou os alicerces para a profissionalização do futebol nacional. Uma história que estava por contar e que é agora, finalmente, relatada por inteiro.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Tudo o que nunca se soube sobre a insurreição de jogadores do México 86, conhecida como o 25 de Abril do futebol português. "Deixem-me sonhar", clamou José Torres, o "Bom Gigante" do futebol português, antes do jogo de apuramento decisivo entre Portugal e a República Federal Alemã. Quem viveu, não esquece: Jaime Pacheco cortou uma bola, passou-a a Carlos Manuel, que rematou para o fundo da baliza. O jogo ia no minuto 53. Daí até ao final, Bento ficou a defender e o país a sofrer, mas aconteceu. Vinte anos depois, pela segunda vez na História, a selecção portuguesa apurou-se para um Mundial de futebol: o México 86. Só que não estava pronta para isso, e o "milagre de Estugarda" transformou-se no pesadelo do "caso Saltillo". Com Portugal em ebulição e o futebol a ser transformado pela FIFA num negócio gigantesco, os jogadores chegaram a Saltillo, no México, para encontrar um motel degradado, um campo inclinado, uma ausência de plano de treinos e prémios de cem contos por jogo - em contraste com os 143 mil recebidos pela Federação. Estavam lançadas as condições para uma reivindicação sem precedentes, que dividiu a sociedade portuguesa e lançou os alicerces para a profissionalização do futebol nacional. Uma história que estava por contar e que é agora, finalmente, relatada por inteiro.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Depois de uma estreia fulgurante na ficção com E Se Eu Gostasse Muito de Morrer, Rui Cardoso Martins conquistou definitivamente a crítica com este segundo romance, Deixem Passar o Homem Invisível, vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE 2009. Agora, dez anos depois, o livro volta às livrarias e reforça a presença do autor no catálogo da Tinta-da-china, no mesmo ano em que será lançado o seu muito aguardado novo romance. Este livro acompanha a viagem de um homem - cego desde os 8 anos - e de um pequeno escuteiro por uma Lisboa subterrânea, depois de uma enxurrada os empurrar para uma caixa de esgoto. Pelo meio desta aventura complexa e intensa, que é também um caminho de memórias difíceis, há um ilusionista, um camaleão que não acerta com a cor e todas as pessoas que continuam a acreditar no salvamento, apesar de tudo.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Depois de uma estreia fulgurante na ficção com E Se Eu Gostasse Muito de Morrer, Rui Cardoso Martins conquistou definitivamente a crítica com este segundo romance, Deixem Passar o Homem Invisível, vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE 2009. Agora, dez anos depois, o livro volta às livrarias e reforça a presença do autor no catálogo da Tinta-da-china, no mesmo ano em que será lançado o seu muito aguardado novo romance. Este livro acompanha a viagem de um homem - cego desde os 8 anos - e de um pequeno escuteiro por uma Lisboa subterrânea, depois de uma enxurrada os empurrar para uma caixa de esgoto. Pelo meio desta aventura complexa e intensa, que é também um caminho de memórias difíceis, há um ilusionista, um camaleão que não acerta com a cor e todas as pessoas que continuam a acreditar no salvamento, apesar de tudo.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
No dia em que se ia casar, Nicolau Manuel foi levado pela Guarda para um interrogatório e já não voltou. Viveu, assim, quase toda a vida na urgência de contar a verdade a Graça dos Penedo, a noiva que mais tarde lhe seria arrebatada pelo alfaiate que lhe fizera o fato do casamento. Porém, sempre que se abria uma possibilidade, uma ameaça desviava-o dramaticamente do seu destino - e agora, meio século volvido, está velho de mais para querer mudar as coisas, gastando os dias com telenovelas. De tanto ter ouvido ao avô a sua história rocambolesca, Valdemar - um rapaz violento e obeso apaixonado pela vizinha anoréctica - não desistiu, mesmo assim, de fazer justiça por ele. E, ao encontrar casualmente a notícia da morte do alfaiate, sabe que chegou a hora de ir falar com a viúva: até porque essa será a única forma de resgatar Nicolau Manuel da modorra em que se deixou afundar. Alternando a narrativa dos sucessivos infortúnios de Nicolau Manuel - que é também a história de Portugal sob a ditadura, com os seus enganos, perseguições e injustiças - com a de um adolescente que mantém um diário com numerosas passagens rasuradas como instrumento de luta contra o mundo -, "Deixem Falar as Pedras" é um romance maduro e fascinante sobre a transmissão das memórias de geração em geração, nunca isenta de cortes e acrescentos que fazem da verdade não o que aconteceu, mas o que recordamos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
No dia em que se ia casar, Nicolau Manuel foi levado pela Guarda para um interrogatório e já não voltou. Viveu, assim, quase toda a vida na urgência de contar a verdade a Graça dos Penedo, a noiva que mais tarde lhe seria arrebatada pelo alfaiate que lhe fizera o fato do casamento. Porém, sempre que se abria uma possibilidade, uma ameaça desviava-o dramaticamente do seu destino - e agora, meio século volvido, está velho de mais para querer mudar as coisas, gastando os dias com telenovelas. De tanto ter ouvido ao avô a sua história rocambolesca, Valdemar - um rapaz violento e obeso apaixonado pela vizinha anoréctica - não desistiu, mesmo assim, de fazer justiça por ele. E, ao encontrar casualmente a notícia da morte do alfaiate, sabe que chegou a hora de ir falar com a viúva: até porque essa será a única forma de resgatar Nicolau Manuel da modorra em que se deixou afundar. Alternando a narrativa dos sucessivos infortúnios de Nicolau Manuel - que é também a história de Portugal sob a ditadura, com os seus enganos, perseguições e injustiças - com a de um adolescente que mantém um diário com numerosas passagens rasuradas como instrumento de luta contra o mundo -, "Deixem Falar as Pedras" é um romance maduro e fascinante sobre a transmissão das memórias de geração em geração, nunca isenta de cortes e acrescentos que fazem da verdade não o que aconteceu, mas o que recordamos.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Isabel recebe um manuscrito em condições inesperadas e misteriosas. O seu autor, Rodrigo, desaparecido há seis anos e dado como morto pelos seus amigos, relata as experiências e as vivências, os factos e as emoções, os encontros e os desencontros que marcaram a sua vida.O leitor é levado numa viagem que o transporta aos loucos anos sessenta do século passado na alta sociedade lisboeta; e, à sedução de África. Se encontramos a guerra de guerrilha, difícil e intensa, deparamo-nos também com o glamour de uma vida aventureira, célebre pelos safaris e pela ousadia do quotidiano das fazendas. As relações pessoais espelham-se num pano de fundo caracterizado por uma época politicamente moralista, marcada por valores tradicionais e pela Guerra Colonial.Uma história que reflecte tanto os avatares da guerra como as encruzilhadas do amor de uma sociedade representativa de um Portugal esquecido por alguns e inesquecível para muitos. Uma história escrita com o coração de quem viveu em África e o deixou lá para sempre. Para muitos o romance que melhor retrata a sociedade da África Portuguesa e a Guerra Colonial.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Isabel recebe um manuscrito em condições inesperadas e misteriosas. O seu autor, Rodrigo, desaparecido há seis anos e dado como morto pelos seus amigos, relata as experiências e as vivências, os factos e as emoções, os encontros e os desencontros que marcaram a sua vida.O leitor é levado numa viagem que o transporta aos loucos anos sessenta do século passado na alta sociedade lisboeta; e, à sedução de África. Se encontramos a guerra de guerrilha, difícil e intensa, deparamo-nos também com o glamour de uma vida aventureira, célebre pelos safaris e pela ousadia do quotidiano das fazendas. As relações pessoais espelham-se num pano de fundo caracterizado por uma época politicamente moralista, marcada por valores tradicionais e pela Guerra Colonial.Uma história que reflecte tanto os avatares da guerra como as encruzilhadas do amor de uma sociedade representativa de um Portugal esquecido por alguns e inesquecível para muitos. Uma história escrita com o coração de quem viveu em África e o deixou lá para sempre. Para muitos o romance que melhor retrata a sociedade da África Portuguesa e a Guerra Colonial.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Acalme-se. Pare de se stressar. Faça yoga. Medite. Desligue o telemóvel. Agradeça ao Universo. Seja positivo... Vivemos esmagados por esta tirania - politicamente correta - da felicidade e da perfeição que, em vez de nos trazer o tão desejado bem-estar emocional, apenas serve para nos torturar e fazer-nos sentir frustrados. É tempo de parar de nos obrigarmos a fazer o que é suposto e permitirmo-nos ser simplesmente nós próprios. É tempo de deixarmo-nos de m**rdas e permitirmo-nos estar zangados, cansados, impacientes. É tempo de dizer não, de largar o que não o satisfaz, sem se sentir culpado e... começar a viver a vida. Neste fenómeno internacional de vendas, o conceituado filósofo e professor de meditação francês, Fabrice Midal, explica-nos, de forma clara e divertida, que a chave para alcançarmos o verdadeiro estado de mindfulness, nesta vida demasiado intensa e rápida, é libertarmo-nos destas imposições sociais. Libertar-nos do que não nos traz felicidade para termos espaço na nossa vida para o que realmente nos traz alegria. Fabrice Midal aconselha os seus leitores a: deixe de estar calmo e esteja em paz; deixe de querer ser perfeito e aceite as intempéries; deixe de se comparar e seja você mesmo; deixe de ter vergonha de si e seja vulnerável, deixe de se torturar e seja o seu melhor amigo. Pare, respire fundo e deixe-se estar em paz.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Acalme-se. Pare de se stressar. Faça yoga. Medite. Desligue o telemóvel. Agradeça ao Universo. Seja positivo... Vivemos esmagados por esta tirania - politicamente correta - da felicidade e da perfeição que, em vez de nos trazer o tão desejado bem-estar emocional, apenas serve para nos torturar e fazer-nos sentir frustrados. É tempo de parar de nos obrigarmos a fazer o que é suposto e permitirmo-nos ser simplesmente nós próprios. É tempo de deixarmo-nos de m**rdas e permitirmo-nos estar zangados, cansados, impacientes. É tempo de dizer não, de largar o que não o satisfaz, sem se sentir culpado e... começar a viver a vida. Neste fenómeno internacional de vendas, o conceituado filósofo e professor de meditação francês, Fabrice Midal, explica-nos, de forma clara e divertida, que a chave para alcançarmos o verdadeiro estado de mindfulness, nesta vida demasiado intensa e rápida, é libertarmo-nos destas imposições sociais. Libertar-nos do que não nos traz felicidade para termos espaço na nossa vida para o que realmente nos traz alegria. Fabrice Midal aconselha os seus leitores a: deixe de estar calmo e esteja em paz; deixe de querer ser perfeito e aceite as intempéries; deixe de se comparar e seja você mesmo; deixe de ter vergonha de si e seja vulnerável, deixe de se torturar e seja o seu melhor amigo. Pare, respire fundo e deixe-se estar em paz.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Javier Urra, conceituado psicólogo e autor do bestseller O Pequeno Ditador, com mais de 33 mil exemplares vendidos, apresenta-nos o seu novo livro Deixe-o Crescer, porque acredita que, mais do que superproteger, os pais têm de ensinar a antecipar, prever e prevenir, e explica-nos quais as consequências da superproteção e as estratégias que pais e educadores deverão adotar para criarem um filho com autoestima, confiança, autónomo e tolerante à frustração que se torne um adulto consciente.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Javier Urra, conceituado psicólogo e autor do bestseller O Pequeno Ditador, com mais de 33 mil exemplares vendidos, apresenta-nos o seu novo livro Deixe-o Crescer, porque acredita que, mais do que superproteger, os pais têm de ensinar a antecipar, prever e prevenir, e explica-nos quais as consequências da superproteção e as estratégias que pais e educadores deverão adotar para criarem um filho com autoestima, confiança, autónomo e tolerante à frustração que se torne um adulto consciente.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um silêncio antigo selou durante 200 anos, o mistério de uma família muito semelhante às tragédias e ambições do Peru. Este romance recorda-nos que as famílias estão feitas de tudo o que escondem e que só uma prosa capaz de atravessar o visível e o soterrado pode rastear o caudal a que chamamos identidade. "As nossas famílias, como em qualquer sociedade conservadora e tradicional, querem calar certos assuntos que não convém trazer à luz e fi-lo [este livro] através de um romance como forma de não pôr em evidência a família, mas de pôr em evidência todas as famílias." Renato Cisneros
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um silêncio antigo selou durante 200 anos, o mistério de uma família muito semelhante às tragédias e ambições do Peru. Este romance recorda-nos que as famílias estão feitas de tudo o que escondem e que só uma prosa capaz de atravessar o visível e o soterrado pode rastear o caudal a que chamamos identidade. "As nossas famílias, como em qualquer sociedade conservadora e tradicional, querem calar certos assuntos que não convém trazer à luz e fi-lo [este livro] através de um romance como forma de não pôr em evidência a família, mas de pôr em evidência todas as famílias." Renato Cisneros
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este premiado romance de Philippe Besson, "o "Brokeback Mountain "francês", como o classificou a revista "Elle", conta a história de amor entre dois rapazes adolescentes na França de 1984. À entrada de um hotel em Bordéus um conhecido escritor cruza-se com um jovem estranhamente parecido com o seu primeiro amor, Thomas. Olha então para trás, para uma relação nunca esquecida, uma relação escondida do último ano do liceu. O erotismo e a ternura de um primeiro amor e a dor da perda e da passagem do tempo. Publicado em 2017 e galardoado com o Prémio Maison de la Presse," Deixa-te de Mentiras" está a ser adaptado para o cinema. A sua versão em língua inglesa obteve um assinalável êxito internacional: Melhor Livro LGBTQ da "Oprah Magazine", Escolha do Editor da "New York Times Book Review" e Melhor Romance Gay da "The Advocate".
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este premiado romance de Philippe Besson, "o "Brokeback Mountain "francês", como o classificou a revista "Elle", conta a história de amor entre dois rapazes adolescentes na França de 1984. À entrada de um hotel em Bordéus um conhecido escritor cruza-se com um jovem estranhamente parecido com o seu primeiro amor, Thomas. Olha então para trás, para uma relação nunca esquecida, uma relação escondida do último ano do liceu. O erotismo e a ternura de um primeiro amor e a dor da perda e da passagem do tempo. Publicado em 2017 e galardoado com o Prémio Maison de la Presse," Deixa-te de Mentiras" está a ser adaptado para o cinema. A sua versão em língua inglesa obteve um assinalável êxito internacional: Melhor Livro LGBTQ da "Oprah Magazine", Escolha do Editor da "New York Times Book Review" e Melhor Romance Gay da "The Advocate".
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Maribeth Klein é mãe de gémeos e editora de uma revista de moda. Conciliar essas duas facetas da vida tem sido um desafio quase impossível e Maribeth sente-se esgotada. A azáfama do dia a dia, cada vez mais intensa, não a deixa parar um segundo, nem para perceber que acaba de ter um ataque cardíaco. Durante a recuperação, dispondo finalmente de algum tempo para pensar, Maribeth decide fazer as malas e partir. Longe das obrigações familiares e apoiada por novas amizades, pode por fim lidar com os problemas que a atormentam há muito e enveredar por uma jornada de descoberta que lhe permitirá perceber o que é realmente importante.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Maribeth Klein é mãe de gémeos e editora de uma revista de moda. Conciliar essas duas facetas da vida tem sido um desafio quase impossível e Maribeth sente-se esgotada. A azáfama do dia a dia, cada vez mais intensa, não a deixa parar um segundo, nem para perceber que acaba de ter um ataque cardíaco. Durante a recuperação, dispondo finalmente de algum tempo para pensar, Maribeth decide fazer as malas e partir. Longe das obrigações familiares e apoiada por novas amizades, pode por fim lidar com os problemas que a atormentam há muito e enveredar por uma jornada de descoberta que lhe permitirá perceber o que é realmente importante.
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Nelson Dyar, um jovem americano cansado da monotonia da sua vida de empregado bancário, chega, depois da Segunda Guerra Mundial, à Zona Internacional de Tânger para começar uma nova vida. Wilcox, um vago conhecimento de infância, oferecera-lhe emprego na sua agência de viagens. Transposto para um meio que lhe é totalmente estranho, Dyar vagueia perdido entre os salões dos residentes ocidentais e os bares e bordéis da casbá e entre as duas culturas - a árabe e a ocidental -, sem compreender nenhuma das duas. Paul Bowles retrata as figuras dessa sociedade que tão bem conheceu e inclui mesmo uma caricatura de si próprio. Dyar é, no entanto, uma personagem totalmente inventada. Um zé-ninguém, uma vítima, como ele próprio se descreve, com uma personalidade que se define apenas em termos da situação, alguém que nunca viveu. Retirado do ambiente ordenado em que existira até então, Dyar não consegue interpretar as reações daqueles com quem se cruza: Hadija, a pequena prostituta, a terrível Eunice Goode, Thami, o contrabandista árabe que faz a ponte entre os salões do palácio dos Beidaoui e os bares da casbá, Daisy de Valverde, Wilcox, com os seus negócios escuros, Madame Jouvenon e a espionagem, os berberes e o povo das montanhas, a população dos bairros indígenas e os cambistas judeus. A chuva cai incessante, transformando em rios as ruelas da casbá e marcando as alterações do estado de espírito de Dyar. Se o céu do romance O Céu que Nos Protege era vasto e azul, o céu de Deixa a Chuva Cair, também omnipresente, é opressivo e escuro. A chuva que teima em cair, as nuvens que se acumulam, as ondas do estreito de Gibraltar, o vento que assobia e faz bater a porta da cabana nas montanhas acompanham o percurso de Dyar até ao abismo inevitável.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Nelson Dyar, um jovem americano cansado da monotonia da sua vida de empregado bancário, chega, depois da Segunda Guerra Mundial, à Zona Internacional de Tânger para começar uma nova vida. Wilcox, um vago conhecimento de infância, oferecera-lhe emprego na sua agência de viagens. Transposto para um meio que lhe é totalmente estranho, Dyar vagueia perdido entre os salões dos residentes ocidentais e os bares e bordéis da casbá e entre as duas culturas - a árabe e a ocidental -, sem compreender nenhuma das duas. Paul Bowles retrata as figuras dessa sociedade que tão bem conheceu e inclui mesmo uma caricatura de si próprio. Dyar é, no entanto, uma personagem totalmente inventada. Um zé-ninguém, uma vítima, como ele próprio se descreve, com uma personalidade que se define apenas em termos da situação, alguém que nunca viveu. Retirado do ambiente ordenado em que existira até então, Dyar não consegue interpretar as reações daqueles com quem se cruza: Hadija, a pequena prostituta, a terrível Eunice Goode, Thami, o contrabandista árabe que faz a ponte entre os salões do palácio dos Beidaoui e os bares da casbá, Daisy de Valverde, Wilcox, com os seus negócios escuros, Madame Jouvenon e a espionagem, os berberes e o povo das montanhas, a população dos bairros indígenas e os cambistas judeus. A chuva cai incessante, transformando em rios as ruelas da casbá e marcando as alterações do estado de espírito de Dyar. Se o céu do romance O Céu que Nos Protege era vasto e azul, o céu de Deixa a Chuva Cair, também omnipresente, é opressivo e escuro. A chuva que teima em cair, as nuvens que se acumulam, as ondas do estreito de Gibraltar, o vento que assobia e faz bater a porta da cabana nas montanhas acompanham o percurso de Dyar até ao abismo inevitável.
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Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Porque é que algumas pessoas atingem os seus objetivos enquanto outras apenas sonham em ter uma vida melhor? Com mais de 650.000 exemplares vendidos nos Estados Unidos, este clássico sobre como definir e atingir objetivos, é a mais recente edição do best-seller de Brian Tracy, autor e orador motivacional de sucesso em vários países do mundo. Este livro mostra ao leitor que o caminho da frustração à realização já foi descoberto, graças ao programa apresentado nas suas páginas. Usando as vinte e uma estratégias, qualquer pessoa será capaz de alcançar qualquer objetivo que defina - independentemente da dimensão e em qualquer área da vida. Descobrirá como usar as suas próprias forças, construir a autoestima e autoconfiança, abordar cada problema ou obstáculo, ultrapassar dificuldades, responder a desafios. Mais importante, aprenderá um sistema de concretização que irá utilizar para o resto da sua vida.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Porque é que algumas pessoas atingem os seus objetivos enquanto outras apenas sonham em ter uma vida melhor? Com mais de 650.000 exemplares vendidos nos Estados Unidos, este clássico sobre como definir e atingir objetivos, é a mais recente edição do best-seller de Brian Tracy, autor e orador motivacional de sucesso em vários países do mundo. Este livro mostra ao leitor que o caminho da frustração à realização já foi descoberto, graças ao programa apresentado nas suas páginas. Usando as vinte e uma estratégias, qualquer pessoa será capaz de alcançar qualquer objetivo que defina - independentemente da dimensão e em qualquer área da vida. Descobrirá como usar as suas próprias forças, construir a autoestima e autoconfiança, abordar cada problema ou obstáculo, ultrapassar dificuldades, responder a desafios. Mais importante, aprenderá um sistema de concretização que irá utilizar para o resto da sua vida.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Sem tabus, de coração aberto, têm a palavra os combatentes da Guerra Colonial. Estas são as histórias em carne viva dos soldados portugueses: o que viram, sentiram e pensaram - e os estilhaços físicos e psicológicos de uma juventude perdida que ainda hoje os atormentam. De 1961 a 1974, Portugal travou uma guerra em três frentes: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Do lado português, quase um milhão de mobilizados, perto de dez mil mortos, dezenas de milhares de mutilados e um número indeterminado de stressados de guerra. Este livro reúne 48 relatos emocionantes, que testemunham diferentes experiências de combate. Do militar inadaptado ao que se guia por um escrupuloso sentido de dever; do que lamenta não ter desertado ao que tem gosto em matar. Uns sentiam empatia pelo inimigo, outros moviam-se pelo desejo de aniquilação e extermínio, numa guerra que as mudanças no mundo tinham tornado obsoleta antes mesmo de começar.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Sem tabus, de coração aberto, têm a palavra os combatentes da Guerra Colonial. Estas são as histórias em carne viva dos soldados portugueses: o que viram, sentiram e pensaram - e os estilhaços físicos e psicológicos de uma juventude perdida que ainda hoje os atormentam. De 1961 a 1974, Portugal travou uma guerra em três frentes: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Do lado português, quase um milhão de mobilizados, perto de dez mil mortos, dezenas de milhares de mutilados e um número indeterminado de stressados de guerra. Este livro reúne 48 relatos emocionantes, que testemunham diferentes experiências de combate. Do militar inadaptado ao que se guia por um escrupuloso sentido de dever; do que lamenta não ter desertado ao que tem gosto em matar. Uns sentiam empatia pelo inimigo, outros moviam-se pelo desejo de aniquilação e extermínio, numa guerra que as mudanças no mundo tinham tornado obsoleta antes mesmo de começar.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 200
Sinopse:
O estilo de vida atual das sociedades ocidentais está a levar o planeta a um estado de rutura: quanto mais extraímos, produzimos e consumimos, mais frágil se torna e mais comprometido fica o nosso futuro - assim como o das próximas gerações. Todos temos direito a viver num planeta saudável e com um ambiente sadio, assim como o dever de o proteger e de lutar para que isso aconteça. Diminuir o consumo e tentar viver com o mínimo desperdício possível são duas das coisas que pode começar a fazer já hoje, mas será que bastam? Ao longo das páginas deste livro vai ficar a conhecer os principais problemas de cariz ambiental da atualidade, e perceber que, para conseguirmos viver em comunhão com o planeta, precisamos de alterar de forma estrutural o nosso modo de estar na vida - mas não deixe que isso o assuste. Em Defender o Futuro - Manual para o Cidadão Consciente vai encontrar dicas simples e práticas que o irão ajudar a adotar novas mudanças e comportamentos rumo a um mundo mais sustentável, para que também possa ser um herói pelo planeta. Mas, mais que mostrar os problemas, é um livro que apresenta soluções e que o guia pelos caminhos a seguir. Afinal, está do seu lado dar o primeiro passo. Aceita o desafio?
Nº Páginas: 200
Sinopse:
O estilo de vida atual das sociedades ocidentais está a levar o planeta a um estado de rutura: quanto mais extraímos, produzimos e consumimos, mais frágil se torna e mais comprometido fica o nosso futuro - assim como o das próximas gerações. Todos temos direito a viver num planeta saudável e com um ambiente sadio, assim como o dever de o proteger e de lutar para que isso aconteça. Diminuir o consumo e tentar viver com o mínimo desperdício possível são duas das coisas que pode começar a fazer já hoje, mas será que bastam? Ao longo das páginas deste livro vai ficar a conhecer os principais problemas de cariz ambiental da atualidade, e perceber que, para conseguirmos viver em comunhão com o planeta, precisamos de alterar de forma estrutural o nosso modo de estar na vida - mas não deixe que isso o assuste. Em Defender o Futuro - Manual para o Cidadão Consciente vai encontrar dicas simples e práticas que o irão ajudar a adotar novas mudanças e comportamentos rumo a um mundo mais sustentável, para que também possa ser um herói pelo planeta. Mas, mais que mostrar os problemas, é um livro que apresenta soluções e que o guia pelos caminhos a seguir. Afinal, está do seu lado dar o primeiro passo. Aceita o desafio?
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Não existe um treinador que não queira ganhar e que não faça o que acha que é o melhor para atingir esse fim! Mas diferentes pessoas tomam diferentes decisões. E a decisão é irrepetível. As equipas são a imagem do treinador! O treinador é o homem, como sente e vive! Enquanto treinador, Gil Sousa vivenciou momentos com líderes totalmente distintos e que, em contextos semelhantes, sentiam e decidiam de forma completamente diferente, umas vezes com resultados semelhantes, outras com resultados díspares. E essas diferentes formas de sentir, estar, pensar, agir e, consequentemente, de decidir, estão bem patentes em todos os testemunhos dos treinadores - Ilídio Vale, Jorge Braz, Juan Manuel Lillo, Julian Nagelsmann, Paulo Bento, Pedro Martins, Rui Jorge e Vítor Oliveira - que colaboram neste livro. As Decisões do Treinador é um jogo de reflexões para aqueles que se identificam com essa sede de "sentir os porquês" de temas tão crus, tão reais e tão importantes como é o poder de decisão, pois a reflexão ajuda-nos sempre a melhorar e criar espaço para nos reinventarmos.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Não existe um treinador que não queira ganhar e que não faça o que acha que é o melhor para atingir esse fim! Mas diferentes pessoas tomam diferentes decisões. E a decisão é irrepetível. As equipas são a imagem do treinador! O treinador é o homem, como sente e vive! Enquanto treinador, Gil Sousa vivenciou momentos com líderes totalmente distintos e que, em contextos semelhantes, sentiam e decidiam de forma completamente diferente, umas vezes com resultados semelhantes, outras com resultados díspares. E essas diferentes formas de sentir, estar, pensar, agir e, consequentemente, de decidir, estão bem patentes em todos os testemunhos dos treinadores - Ilídio Vale, Jorge Braz, Juan Manuel Lillo, Julian Nagelsmann, Paulo Bento, Pedro Martins, Rui Jorge e Vítor Oliveira - que colaboram neste livro. As Decisões do Treinador é um jogo de reflexões para aqueles que se identificam com essa sede de "sentir os porquês" de temas tão crus, tão reais e tão importantes como é o poder de decisão, pois a reflexão ajuda-nos sempre a melhorar e criar espaço para nos reinventarmos.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Este livro reproduz o debate realizado a 4 de março de 2015 pelos economistas Paul Krugman, Joseph Stiglitz e Thomas Piketty.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Este livro reproduz o debate realizado a 4 de março de 2015 pelos economistas Paul Krugman, Joseph Stiglitz e Thomas Piketty.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 354
Sinopse:
«Creio que Debaixo do Vulcão poderá ser um livro realmente bom: poderá sê-lo, é a ameaça que faço, afirmou Malcolm Lowry numa das primeiras cartas que escreveu ao seu agente literário Harold Matson, em Julho de 1940. Lowry acabara de se instalar numa cabana na praia de Dollerton, perto de Vancouver, na Colúmbia Britânica, e trabalhava numa nova versão do romance que tinha concebido e escrito pela primeira vez no México, país a que havia chegado no Dia dos Mortos de 1936. De início o romance foi descaradamente autobiográfico, fruto e reflexo do México e das experiências que aí teve, desde os decadentes jardins de Cuernavaca e as cantinas onde podia afogar-se em mescal apenas por alguns pesos, até ao terrível episódio da prisão e ao delirium tremens em Oaxaca, depois de ter sido abandonado pela mulher. Uma descida aos infernos fielmente registada no primeiro Manuscrito, porque mesmo nos seus piores momentos, Lowry nunca renunciou a escrever, a reflectir sobre o papel a incrível realidade. “Podia dizer-se que era como um registador,” afirmou o escritor e poeta americano Conrad Aiken, que visitou Lowry durante a sua estada em Cuernavaca, declarando depois que “o romance estava essencialmente pronto em Julho de 1937” e concluindo que “o livro iria ser reescrito durante os próximos nove anos”. Não é de estranhar, dado o seu génio para a linguagem, que se convertesse nesse milagre da prosa inglesa que, em minha opinião, é o seu melhor conseguimento. Efectivamente, no seu paraíso privado de Dollerton “entre o bosque e o mar”, Lowry reescreveu uma e outra vez o Manuscrito, construindo o seu romance como quem compõe uma sinfonia, introduzindo novas formas e desenvolvendo as existentes num jogo contrapontístico de secretas correspondências e sugestivas alusões poéticas. Ao fim de nove anos, a sua experiência mexicana havia-se transformado num monumento barroco de profundas ressonâncias simbólicas (…).» Carmen Virgili «O sentido do passado, da dor, da morte: estes são factores intrínsecos ao México. Mas apesar disso, os mexicanos são o povo mais alegre do mundo, capaz de transformar qualquer acontecimento, incluindo o Dia dos Mortos, numa festa. Riem-se da morte, o que não quer dizer que não a levem a sério. É talvez por possuírem um profundo sentimento trágico da vida que a alegria e a festa estão sempre presentes: a sua atitude é o melhor testemunho da dignidade do homem. A morte, derrotada pelo renascimento, é ora trágica ora cómica.» Malcolm Lowry, em United Nations World, Junho de 1950
Nº Páginas: 354
Sinopse:
«Creio que Debaixo do Vulcão poderá ser um livro realmente bom: poderá sê-lo, é a ameaça que faço, afirmou Malcolm Lowry numa das primeiras cartas que escreveu ao seu agente literário Harold Matson, em Julho de 1940. Lowry acabara de se instalar numa cabana na praia de Dollerton, perto de Vancouver, na Colúmbia Britânica, e trabalhava numa nova versão do romance que tinha concebido e escrito pela primeira vez no México, país a que havia chegado no Dia dos Mortos de 1936. De início o romance foi descaradamente autobiográfico, fruto e reflexo do México e das experiências que aí teve, desde os decadentes jardins de Cuernavaca e as cantinas onde podia afogar-se em mescal apenas por alguns pesos, até ao terrível episódio da prisão e ao delirium tremens em Oaxaca, depois de ter sido abandonado pela mulher. Uma descida aos infernos fielmente registada no primeiro Manuscrito, porque mesmo nos seus piores momentos, Lowry nunca renunciou a escrever, a reflectir sobre o papel a incrível realidade. “Podia dizer-se que era como um registador,” afirmou o escritor e poeta americano Conrad Aiken, que visitou Lowry durante a sua estada em Cuernavaca, declarando depois que “o romance estava essencialmente pronto em Julho de 1937” e concluindo que “o livro iria ser reescrito durante os próximos nove anos”. Não é de estranhar, dado o seu génio para a linguagem, que se convertesse nesse milagre da prosa inglesa que, em minha opinião, é o seu melhor conseguimento. Efectivamente, no seu paraíso privado de Dollerton “entre o bosque e o mar”, Lowry reescreveu uma e outra vez o Manuscrito, construindo o seu romance como quem compõe uma sinfonia, introduzindo novas formas e desenvolvendo as existentes num jogo contrapontístico de secretas correspondências e sugestivas alusões poéticas. Ao fim de nove anos, a sua experiência mexicana havia-se transformado num monumento barroco de profundas ressonâncias simbólicas (…).» Carmen Virgili «O sentido do passado, da dor, da morte: estes são factores intrínsecos ao México. Mas apesar disso, os mexicanos são o povo mais alegre do mundo, capaz de transformar qualquer acontecimento, incluindo o Dia dos Mortos, numa festa. Riem-se da morte, o que não quer dizer que não a levem a sério. É talvez por possuírem um profundo sentimento trágico da vida que a alegria e a festa estão sempre presentes: a sua atitude é o melhor testemunho da dignidade do homem. A morte, derrotada pelo renascimento, é ora trágica ora cómica.» Malcolm Lowry, em United Nations World, Junho de 1950
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Edição: Jul 2012
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Escolhidas e editadas por Elizabeth Chatwin e Nicholas Shakespeare Bruce Chatwin é um dos mais notáveis escritores britânicos dos nossos tempos, quer no romance, quer na literatura de viagem. Os seus livros tornaram-se clássicos contemporâneos e desafiam qualquer tipo de categorização: assimilam elementos de ficção, de ensaio, de reportagem, de história, de mexerico, e são inspirados ao mesmo tempo que espelham as suas incríveis viagens. Tragicamente, a sua voz narrativa foi interrompida no momento em que a encontrou. Um mês antes da sua morte, Chatwin lamentava-se: "Há tantas coisas que quero fazer." "Bruce tinha acabado de começar" - diria o seu amigo Salman Rushdie - "Só vimos o primeiro ato."Chatwin deixou um conjunto de escritos de uma frescura avassaladora, que nos permitem regressar ao seu universo: um legado de cartas e postais que escreveu à família e aos amigos ao longo da sua curta vida."Debaixo do Sol" revela mais de si do que ele quis mostrar nos seus livros: o seu património; as suas finanças; as suas ambições e preferências literárias; os seus gostos; o desassossego quanto à sua orientação sexual; a procura constante do lugar certo para viver - uma súmula vívida da variedade dos seus interesses e preocupações, um registo altamente revelador de um dos maiores e mais enigmáticos escritores do século XX.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Escolhidas e editadas por Elizabeth Chatwin e Nicholas Shakespeare Bruce Chatwin é um dos mais notáveis escritores britânicos dos nossos tempos, quer no romance, quer na literatura de viagem. Os seus livros tornaram-se clássicos contemporâneos e desafiam qualquer tipo de categorização: assimilam elementos de ficção, de ensaio, de reportagem, de história, de mexerico, e são inspirados ao mesmo tempo que espelham as suas incríveis viagens. Tragicamente, a sua voz narrativa foi interrompida no momento em que a encontrou. Um mês antes da sua morte, Chatwin lamentava-se: "Há tantas coisas que quero fazer." "Bruce tinha acabado de começar" - diria o seu amigo Salman Rushdie - "Só vimos o primeiro ato."Chatwin deixou um conjunto de escritos de uma frescura avassaladora, que nos permitem regressar ao seu universo: um legado de cartas e postais que escreveu à família e aos amigos ao longo da sua curta vida."Debaixo do Sol" revela mais de si do que ele quis mostrar nos seus livros: o seu património; as suas finanças; as suas ambições e preferências literárias; os seus gostos; o desassossego quanto à sua orientação sexual; a procura constante do lugar certo para viver - uma súmula vívida da variedade dos seus interesses e preocupações, um registo altamente revelador de um dos maiores e mais enigmáticos escritores do século XX.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ao serviço da BBC, Expresso e SIC, Paulo Camacho cobriu uma boa parte dos conflitos mais importantes que ocorreram no mundo desde meados da década de 80. Esteve em Bagdad no início das duas guerras do Golfo, várias vezes na guerra civil angolana, na guerra civil de Moçambique, no caos da Somália, nos confrontos da África do Sul depois da queda do apartheid, na guerra do Congo/Zaire quando o ditador Mobutu foi afastado, nos ataques israelitas ao Líbano ou na queda dos regimes do Bloco de Leste, como na Roménia e Checoslováquia. Neste livro, partilha as suas memórias desses tempos, as emoções de quem presenciou o inferno na Terra e a forma que encontrou para se defender de experiências extremas, como assistir à morte de crianças. Com prefácio de Ricardo Costa.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ao serviço da BBC, Expresso e SIC, Paulo Camacho cobriu uma boa parte dos conflitos mais importantes que ocorreram no mundo desde meados da década de 80. Esteve em Bagdad no início das duas guerras do Golfo, várias vezes na guerra civil angolana, na guerra civil de Moçambique, no caos da Somália, nos confrontos da África do Sul depois da queda do apartheid, na guerra do Congo/Zaire quando o ditador Mobutu foi afastado, nos ataques israelitas ao Líbano ou na queda dos regimes do Bloco de Leste, como na Roménia e Checoslováquia. Neste livro, partilha as suas memórias desses tempos, as emoções de quem presenciou o inferno na Terra e a forma que encontrou para se defender de experiências extremas, como assistir à morte de crianças. Com prefácio de Ricardo Costa.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, "Debaixo de Algum Céu" retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, "Debaixo de Algum Céu" retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, Debaixo de Algum Céu retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, Debaixo de Algum Céu retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Júlia nunca contou toda a verdade sobre o que lhe aconteceu. Nem aos pais, que a sentem cada vez mais distante; nem às amigas, que não vê há meses. Acreditou que dessa forma seria possível esquecer tudo; mas a memória que o seu corpo guarda não pode ser apagada, e por isso, apesar dos seus dezanove anos, Júlia só deseja ficar quieta, encolhida numa vida vazia, longe de tudo e de todos. No prédio onde mora, vive Catarina, uma menina de quatro ou cinco anos, filha de uns vizinhos cujas discussões violentas Júlia escuta através das paredes. Salvar essa criança torna-se então essencial à sua própria salvação. Mas será possível fugir do passado quando ele permanece debaixo da pele? Eis o ponto de partida deste romance fascinante e profundamente actual, que acompanhará os momentos cruciais das vidas de Júlia e Catarina ao longo de mais de trinta anos, nos quais as suas histórias ora se entretecem, ora se afastam.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Júlia nunca contou toda a verdade sobre o que lhe aconteceu. Nem aos pais, que a sentem cada vez mais distante; nem às amigas, que não vê há meses. Acreditou que dessa forma seria possível esquecer tudo; mas a memória que o seu corpo guarda não pode ser apagada, e por isso, apesar dos seus dezanove anos, Júlia só deseja ficar quieta, encolhida numa vida vazia, longe de tudo e de todos. No prédio onde mora, vive Catarina, uma menina de quatro ou cinco anos, filha de uns vizinhos cujas discussões violentas Júlia escuta através das paredes. Salvar essa criança torna-se então essencial à sua própria salvação. Mas será possível fugir do passado quando ele permanece debaixo da pele? Eis o ponto de partida deste romance fascinante e profundamente actual, que acompanhará os momentos cruciais das vidas de Júlia e Catarina ao longo de mais de trinta anos, nos quais as suas histórias ora se entretecem, ora se afastam.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Um dead boy paga com sangue a traição, com o sangue dos seus e o próprio sangue: quando se denuncia um dos irmãos, quando se abandona a irmandade... Estou a sangrar, velhota, mas como vou ligar-te? E à Ana, a qualquer um dos que poderia salvar-me? Por que doi tanto a solidão, tanto, tanto...? Aqui estou, deitado entre os contentores do lixo. A minha única esperança é que a polícia não demore. É tarde demais. Aconteceu aquilo do chinês e isso mudou tudo. De onde veio aquela pistola? Converteu-se numa questão de honra, da honra dos Dead Boys. Estou a ligar-te porque se encontrarem meu telefone, se eu morrer, vão localizar-te, vão encontrar-te e colocar-te num centro de menores. Eu era carne para canhão. Sabem que estou vivo. Sabem e vêm buscar-me para acabar comigo de uma vez por todas.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Um dead boy paga com sangue a traição, com o sangue dos seus e o próprio sangue: quando se denuncia um dos irmãos, quando se abandona a irmandade... Estou a sangrar, velhota, mas como vou ligar-te? E à Ana, a qualquer um dos que poderia salvar-me? Por que doi tanto a solidão, tanto, tanto...? Aqui estou, deitado entre os contentores do lixo. A minha única esperança é que a polícia não demore. É tarde demais. Aconteceu aquilo do chinês e isso mudou tudo. De onde veio aquela pistola? Converteu-se numa questão de honra, da honra dos Dead Boys. Estou a ligar-te porque se encontrarem meu telefone, se eu morrer, vão localizar-te, vão encontrar-te e colocar-te num centro de menores. Eu era carne para canhão. Sabem que estou vivo. Sabem e vêm buscar-me para acabar comigo de uma vez por todas.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Para qualquer empresário, em qualquer ramo de negócio, a maior ameaça é sempre a concorrência. E no entanto, todos os dias, em todo o mundo, nascem milhares de negócios num contexto onde concorrência já existe e é feroz - o exemplo típico são os restaurantes. Mas porquê? O que leva um empreendedor a dar um tiro no pé logo à partida? Peter Thiel, o lendário fundador da PayPal, quando criou a empresa, em 1998, sabia que não havia concorrência à altura e quatro anos depois vendeu-a por 1,5 mil milhões de dólares. O princípio que o guiou então determinou todos os investimentos que viria a fazer. Foi o primeiro a entrar no capital do Facebook (tem hoje cerca de 10 por cento da empresa) e fundou ou financiou a LinkedIn, a Airbnb e a Palantir, só para citar as mais conhecidas. Em todos os casos, partiu do "0" (zero concorrência) para o "1" (número um no mercado). Apostando em tecnologias que permitiam acrescentar valor, onde antes não havia nada. O modo como repetiu os sucessos e a raiz da sua filosofia foram explicados num pequeno curso na Universidade de Stanford. Um dos seus alunos, Blake Masters, começou a tirar apontamentos e a publicá-los na Internet. O sucesso foi tal rápido (2,6 milhões de visualizações), que teve de pedir a Peter autorização para prosseguir. Nasceu assim "De Zero a Um", uma versão refinada e trabalhada das aulas - o curso completo.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Para qualquer empresário, em qualquer ramo de negócio, a maior ameaça é sempre a concorrência. E no entanto, todos os dias, em todo o mundo, nascem milhares de negócios num contexto onde concorrência já existe e é feroz - o exemplo típico são os restaurantes. Mas porquê? O que leva um empreendedor a dar um tiro no pé logo à partida? Peter Thiel, o lendário fundador da PayPal, quando criou a empresa, em 1998, sabia que não havia concorrência à altura e quatro anos depois vendeu-a por 1,5 mil milhões de dólares. O princípio que o guiou então determinou todos os investimentos que viria a fazer. Foi o primeiro a entrar no capital do Facebook (tem hoje cerca de 10 por cento da empresa) e fundou ou financiou a LinkedIn, a Airbnb e a Palantir, só para citar as mais conhecidas. Em todos os casos, partiu do "0" (zero concorrência) para o "1" (número um no mercado). Apostando em tecnologias que permitiam acrescentar valor, onde antes não havia nada. O modo como repetiu os sucessos e a raiz da sua filosofia foram explicados num pequeno curso na Universidade de Stanford. Um dos seus alunos, Blake Masters, começou a tirar apontamentos e a publicá-los na Internet. O sucesso foi tal rápido (2,6 milhões de visualizações), que teve de pedir a Peter autorização para prosseguir. Nasceu assim "De Zero a Um", uma versão refinada e trabalhada das aulas - o curso completo.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 40
Sinopse:
A dado momento, um pedacinho de tronco de árvore descobre-se lápis, um dedal de água do rio descobre-se floco de neve e, num ecrã ou teclado de telemóvel, um dedo polegar descobre-se instrumento de escrita. De umas coisas nascem ouras. A Lua afinal é um botão, a chama é uma bandeira e a pantufa, mesmo nova, tem sempre um ar de coisa velha.Este livro, que pode ser lido começando por qualquer página, fala destes e doutros assuntos. Ah, é verdade, e há prosa que parece poesia, poesia que parece prosa… Tudo continua a ser outra coisa.Este é o terceiro livro desta dupla de autores.
Nº Páginas: 40
Sinopse:
A dado momento, um pedacinho de tronco de árvore descobre-se lápis, um dedal de água do rio descobre-se floco de neve e, num ecrã ou teclado de telemóvel, um dedo polegar descobre-se instrumento de escrita. De umas coisas nascem ouras. A Lua afinal é um botão, a chama é uma bandeira e a pantufa, mesmo nova, tem sempre um ar de coisa velha.Este livro, que pode ser lido começando por qualquer página, fala destes e doutros assuntos. Ah, é verdade, e há prosa que parece poesia, poesia que parece prosa… Tudo continua a ser outra coisa.Este é o terceiro livro desta dupla de autores.
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