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Edição: Ago 2011
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Imaginem que o vosso pai é médico, cientista, e um dos mais famosos mestres espirituais do mundo. Agora imaginem esse homem rigoroso, preocupado com as grandes questões da humanidade, a ser confrontado em casa com um cão travesso, trapalhão, e pouco dado à inteligência... "Conversas Com o Meu Pai" revela-nos a intimidade de uma família peculiar. Deepak Chopra, um dos mais conhecidos mestres espirituais do mundo, nunca foi um pai vulgar, e desde cedo começou a querer transmitir aos filhos os seus ensinamentos. O mais velho, Gotham Chopra, pouco se interessava pelos ensinamentos do pai - e o que queria era ter um cão. Anos mais tarde, quando a mãe vai para a Índia numa longa viagem, pai e filho reencontram-se. E todos os dias, ao passearem a cadela Cleo, falam sobre o passado, a família, a procura da felicidade. Desses longos passeios e conversas nasce este livro, uma evocação terna e tocante do que é viver na família de um guru mundialmente famoso. E de como um tão reputado mestre pode aprender tanto com uma rafeira chamada Cleo.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Imaginem que o vosso pai é médico, cientista, e um dos mais famosos mestres espirituais do mundo. Agora imaginem esse homem rigoroso, preocupado com as grandes questões da humanidade, a ser confrontado em casa com um cão travesso, trapalhão, e pouco dado à inteligência... "Conversas Com o Meu Pai" revela-nos a intimidade de uma família peculiar. Deepak Chopra, um dos mais conhecidos mestres espirituais do mundo, nunca foi um pai vulgar, e desde cedo começou a querer transmitir aos filhos os seus ensinamentos. O mais velho, Gotham Chopra, pouco se interessava pelos ensinamentos do pai - e o que queria era ter um cão. Anos mais tarde, quando a mãe vai para a Índia numa longa viagem, pai e filho reencontram-se. E todos os dias, ao passearem a cadela Cleo, falam sobre o passado, a família, a procura da felicidade. Desses longos passeios e conversas nasce este livro, uma evocação terna e tocante do que é viver na família de um guru mundialmente famoso. E de como um tão reputado mestre pode aprender tanto com uma rafeira chamada Cleo.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Cada um de nós vive e sente a fé de forma distinta.Nesta obra, Helena Sacadura Cabral partilha as suas preces mais íntimas à Virgem Maria, algumas da sua autoria, revelando a sua devoção à Mãe de todos nós.Do século III aos dias de hoje, Conversas com Maria reúne também as preces dos Santos, dos Papas e as devoções populares a Nossa Senhora.O livro inclui orações dedicadas às mulheres, às mães, aos filhos, à família, ao lar, aos viajantes, à fé, à paz, ao amor, para que cada um descubra o seu caminho espiritual.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Cada um de nós vive e sente a fé de forma distinta.Nesta obra, Helena Sacadura Cabral partilha as suas preces mais íntimas à Virgem Maria, algumas da sua autoria, revelando a sua devoção à Mãe de todos nós.Do século III aos dias de hoje, Conversas com Maria reúne também as preces dos Santos, dos Papas e as devoções populares a Nossa Senhora.O livro inclui orações dedicadas às mulheres, às mães, aos filhos, à família, ao lar, aos viajantes, à fé, à paz, ao amor, para que cada um descubra o seu caminho espiritual.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Sentados a uma mesa da taberna A Catedral, o jornalista Santiago Zavala conversa com o seu amigo Ambrosio. Estamos em Lima, na época ditatorial do general Manuel A. Odría (1948-1956), e dessa conversa acompanhada de cerveja emerge um Peru cruel, corrupto, desesperançado, matéria-prima ideal, portanto, para um romance que só um grande jornalista e escritor como Vargas Llosa poderia ter produzido. Uma história esplêndida que reúne muitos dos ingredientes que fizeram a fama do autor peruano - as críticas ácidas, a irreverência, a rebeldia e o humor sarcástico. "Conversa n’A Catedral" é a crónica de uma ditadura e da resistência possível graças à palavra. Uma aguda reflexão sobre a identidade latino-americana e sobre a perda da liberdade. Um romance que, mais do que um marco na carreira literária do autor, é um ponto de referência inevitável na história da literatura universal.
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Sentados a uma mesa da taberna A Catedral, o jornalista Santiago Zavala conversa com o seu amigo Ambrosio. Estamos em Lima, na época ditatorial do general Manuel A. Odría (1948-1956), e dessa conversa acompanhada de cerveja emerge um Peru cruel, corrupto, desesperançado, matéria-prima ideal, portanto, para um romance que só um grande jornalista e escritor como Vargas Llosa poderia ter produzido. Uma história esplêndida que reúne muitos dos ingredientes que fizeram a fama do autor peruano - as críticas ácidas, a irreverência, a rebeldia e o humor sarcástico. "Conversa n’A Catedral" é a crónica de uma ditadura e da resistência possível graças à palavra. Uma aguda reflexão sobre a identidade latino-americana e sobre a perda da liberdade. Um romance que, mais do que um marco na carreira literária do autor, é um ponto de referência inevitável na história da literatura universal.
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Edição: Abr 2020
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Escritor, viajante, ex-jornalista, ex-oficial do Exército britânico, formado em Oxford, casado, cinco filhos. Assim poderia resumir-se a vida de James Morris. E todavia falta o essencial, aqui contado na primeira pessoa: uma imensa viagem interior ao longo de dez anos, que o transformou em Jan. "Perguntam-me muitas vezes se não lamento nada, e eu respondo em tom frívolo que não. Mas é claro que lamento várias coisas. Lamento o choque que causei nas outras pessoas. Esporadicamente, lamento a perda da minha masculinidade, nos momentos em que gostava que os outros ouvissem a minha opinião. Lamento que tudo isto tenha sido necessário, assim como lamento os anos perdidos de plenitude, enquanto homem ou enquanto mulher, de que poderia ter gozado. Mas nem por um momento me arrependo da mudança em si. Não via outra alternativa, e a operação a que me submeti tornou-me feliz. Ao olhar para as minhas paixões ininterruptas, ainda estupefacta perante a sensualidade universal da vida, chego à conclusão de que não há outra pessoa no mundo que eu preferisse ser em lugar de mim própria."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Escritor, viajante, ex-jornalista, ex-oficial do Exército britânico, formado em Oxford, casado, cinco filhos. Assim poderia resumir-se a vida de James Morris. E todavia falta o essencial, aqui contado na primeira pessoa: uma imensa viagem interior ao longo de dez anos, que o transformou em Jan. "Perguntam-me muitas vezes se não lamento nada, e eu respondo em tom frívolo que não. Mas é claro que lamento várias coisas. Lamento o choque que causei nas outras pessoas. Esporadicamente, lamento a perda da minha masculinidade, nos momentos em que gostava que os outros ouvissem a minha opinião. Lamento que tudo isto tenha sido necessário, assim como lamento os anos perdidos de plenitude, enquanto homem ou enquanto mulher, de que poderia ter gozado. Mas nem por um momento me arrependo da mudança em si. Não via outra alternativa, e a operação a que me submeti tornou-me feliz. Ao olhar para as minhas paixões ininterruptas, ainda estupefacta perante a sensualidade universal da vida, chego à conclusão de que não há outra pessoa no mundo que eu preferisse ser em lugar de mim própria."
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Uma mulher fica viúva com dois filhos. Alguns anos depois da morte do marido, a vida não se refez e o filho mais velho, agora adolescente, cresce contra a mãe, num silêncio obstinado que só quebra nas histórias que se conta para adormecer e nos desenhos que faz de forma compulsiva. Com o anúncio do chumbo escolar, a mãe decide, sem grandes reflexões, fazer uma viagem com este filho, deixando o pequeno com os avós. Não se trata de uma viagem com destino, mas antes uma procura. Contracorpo é um livro contra o silêncio e sobre o silêncio. É uma história de procura de identidades distintas - da mulher e do quase homem - e ainda de descobertas. Uma mãe nunca é o que se espera. Um filho é sempre uma surpresa. O encontro dá-se enquanto procuram caminhos, de Lisboa a Roma, num jogo de claro escuro. Como se tudo fosse uma imagem.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Uma mulher fica viúva com dois filhos. Alguns anos depois da morte do marido, a vida não se refez e o filho mais velho, agora adolescente, cresce contra a mãe, num silêncio obstinado que só quebra nas histórias que se conta para adormecer e nos desenhos que faz de forma compulsiva. Com o anúncio do chumbo escolar, a mãe decide, sem grandes reflexões, fazer uma viagem com este filho, deixando o pequeno com os avós. Não se trata de uma viagem com destino, mas antes uma procura. Contracorpo é um livro contra o silêncio e sobre o silêncio. É uma história de procura de identidades distintas - da mulher e do quase homem - e ainda de descobertas. Uma mãe nunca é o que se espera. Um filho é sempre uma surpresa. O encontro dá-se enquanto procuram caminhos, de Lisboa a Roma, num jogo de claro escuro. Como se tudo fosse uma imagem.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 840
Sinopse:
"Após a Segunda Guerra Mundial, a ameaça de partilha das colónias portuguesas desvaneceu-se, dando lugar a uma outra - a da descolonização, tocando sucessivamente a Ásia e a África. É da evolução do sistema colonial português nesta nova situação que trata o presente livro - estudando a descolonização e as resistências que Portugal lhe opôs, não, como tem sido habitual, numa perspetiva de tempo curto (incidindo no período que vai da revolução do 25 de Abril de 1974 até à data da proclamação da independência de Angola, a 11 de novembro do ano seguinte), mas numa análise de um tempo mais longo e de ordem comparativa. [...] Deve salientar-se, no entanto, que este não é um trabalho sobre Salazar e a sua política. A partir da documentação do seu arquivo - e com o recurso, sempre que necessário, a fontes de outra natureza -, procurámos ir mais longe, seguindo a evolução do Império, nos seus diversos aspetos: o da política colonial; o da economia colonial; o da política externa; o das relações entre o Estado português e a Igreja Católica; e o da defesa militar e policial." Da Introdução
Nº Páginas: 840
Sinopse:
"Após a Segunda Guerra Mundial, a ameaça de partilha das colónias portuguesas desvaneceu-se, dando lugar a uma outra - a da descolonização, tocando sucessivamente a Ásia e a África. É da evolução do sistema colonial português nesta nova situação que trata o presente livro - estudando a descolonização e as resistências que Portugal lhe opôs, não, como tem sido habitual, numa perspetiva de tempo curto (incidindo no período que vai da revolução do 25 de Abril de 1974 até à data da proclamação da independência de Angola, a 11 de novembro do ano seguinte), mas numa análise de um tempo mais longo e de ordem comparativa. [...] Deve salientar-se, no entanto, que este não é um trabalho sobre Salazar e a sua política. A partir da documentação do seu arquivo - e com o recurso, sempre que necessário, a fontes de outra natureza -, procurámos ir mais longe, seguindo a evolução do Império, nos seus diversos aspetos: o da política colonial; o da economia colonial; o da política externa; o das relações entre o Estado português e a Igreja Católica; e o da defesa militar e policial." Da Introdução
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Edição: Jul 2007
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Peter Kramer é um estudioso de excepcional sensibilidade e discernimento. Ler a sua prosa sobre qualquer assunto é ser provocado, seduzido e iluminado." "Joyce Carol Oates" "Em Contra a Depressão, Peter Kramer abre-nos novamente os olhos para um inovador e importante entendimento da condição humana. O seu audacioso pensamento sobre esse estado interior a que chamamos "depressão" dá-nos uma visão clara que nos pode libertar do poder dessa doença dolorosa." "Daniel Goleman, autor de Emotional Intelligence" "O nosso estimado sentido do eu é frequentemente questionado pela neurociência — como incluir o "Eu" entre neurónios, sinapses e neurotransmissores? Ninguém escreveu sobre estas questões de forma tão sensível, estimulante e acessível, e chegou a tanta gente ao longo do processo como Peter Kramer." "Robert Sapolsky, Professor de Ciências Biológicas, Stanford University" "Sofrer de depressão não tem nada de romântico. Kramer revela-nos a terrível realidade desta doença, afastando mitos que marcam a cultura popular. Este livro deverá inaugurar uma era em que a química desregrada do cérebro é encarada com a mesma preocupação e o mesmo cuidado que marcam o tratamento de qualquer doença." "Jerome Groopman, Professor de Medicina, Harvard University e autor de The Anatomy of Hope"
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Peter Kramer é um estudioso de excepcional sensibilidade e discernimento. Ler a sua prosa sobre qualquer assunto é ser provocado, seduzido e iluminado." "Joyce Carol Oates" "Em Contra a Depressão, Peter Kramer abre-nos novamente os olhos para um inovador e importante entendimento da condição humana. O seu audacioso pensamento sobre esse estado interior a que chamamos "depressão" dá-nos uma visão clara que nos pode libertar do poder dessa doença dolorosa." "Daniel Goleman, autor de Emotional Intelligence" "O nosso estimado sentido do eu é frequentemente questionado pela neurociência — como incluir o "Eu" entre neurónios, sinapses e neurotransmissores? Ninguém escreveu sobre estas questões de forma tão sensível, estimulante e acessível, e chegou a tanta gente ao longo do processo como Peter Kramer." "Robert Sapolsky, Professor de Ciências Biológicas, Stanford University" "Sofrer de depressão não tem nada de romântico. Kramer revela-nos a terrível realidade desta doença, afastando mitos que marcam a cultura popular. Este livro deverá inaugurar uma era em que a química desregrada do cérebro é encarada com a mesma preocupação e o mesmo cuidado que marcam o tratamento de qualquer doença." "Jerome Groopman, Professor de Medicina, Harvard University e autor de The Anatomy of Hope"
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Estes contos são vagabundos porque não param de caminhar, percorrem as estradas do arco-da-velha, deambulam pelos recantos mais sombrios, mas também surgem à claridade do dia, marcham alegremente e intrometem-se, com ironia, nas tramas do nosso quotidiano. Pelo caminho, vão deixando o mundo às avessas, interpelando o leitor e desafiando-o para a aventura e para as perplexidades da vida e da literatura. O demónio também faz por aqui as suas andanças. Insiste em pôr-nos um espelho na frente.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Estes contos são vagabundos porque não param de caminhar, percorrem as estradas do arco-da-velha, deambulam pelos recantos mais sombrios, mas também surgem à claridade do dia, marcham alegremente e intrometem-se, com ironia, nas tramas do nosso quotidiano. Pelo caminho, vão deixando o mundo às avessas, interpelando o leitor e desafiando-o para a aventura e para as perplexidades da vida e da literatura. O demónio também faz por aqui as suas andanças. Insiste em pôr-nos um espelho na frente.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Do Ladrão da mão cortada à Menina Fina, da Menina sem olhos à Esmola do Diabo, o mundo encantado do imaginário português, em 55 contos. Estes contos tradicionais viajaram de boca em boca, de geração em geração, até terem sido imortalizados na escrita. São 55 contos maravilhosos, sentimentais, jocosos, religiosos e de animais. Esta literatura de tradição oral revela muito do país que somos, da cultura popular, dos nossos costumes e tradições. São histórias conservadas e contadas pelo povo: a acção é simples, predominando o elemento mágico sobrenatural, o sentimento, a jocosidade, o maravilhoso. Por vezes, até os animais falam! Leia agora estes contos e volte a contá-los, ao calor da lareira ou nas redes sociais. E, como diz o ditado, a cada conto acrescente um ponto.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Do Ladrão da mão cortada à Menina Fina, da Menina sem olhos à Esmola do Diabo, o mundo encantado do imaginário português, em 55 contos. Estes contos tradicionais viajaram de boca em boca, de geração em geração, até terem sido imortalizados na escrita. São 55 contos maravilhosos, sentimentais, jocosos, religiosos e de animais. Esta literatura de tradição oral revela muito do país que somos, da cultura popular, dos nossos costumes e tradições. São histórias conservadas e contadas pelo povo: a acção é simples, predominando o elemento mágico sobrenatural, o sentimento, a jocosidade, o maravilhoso. Por vezes, até os animais falam! Leia agora estes contos e volte a contá-los, ao calor da lareira ou nas redes sociais. E, como diz o ditado, a cada conto acrescente um ponto.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Ah, como é bom rir!A tradição oral portuguesa está cheia de contos divertidos e hilariantes que, ao longo dos tempos, têm feito rir muita gente tristonha e sisuda.Como quem conta um conto acrescenta um ponto, Luísa Ducla Soares acrescentou-lhes peripécias originais com muito, muito humor.Abram o livro e sorriam, riam ou soltem mesmo umas boas gargalhadas, pois rir é sempre um grande remédio.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Ah, como é bom rir!A tradição oral portuguesa está cheia de contos divertidos e hilariantes que, ao longo dos tempos, têm feito rir muita gente tristonha e sisuda.Como quem conta um conto acrescenta um ponto, Luísa Ducla Soares acrescentou-lhes peripécias originais com muito, muito humor.Abram o livro e sorriam, riam ou soltem mesmo umas boas gargalhadas, pois rir é sempre um grande remédio.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Esta seleção de contos é o resultado de uma paixão pela Ásia e pela busca do conhecimento ancestral. Cada pessoa é um universo interior e os pensamentos profundos da tradição oriental são como mestres que nos podem acompanhar na nossa descoberta individual. Por vezes é a reflexão que nos conduz aos pensamentos mais simples e poderosos.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Esta seleção de contos é o resultado de uma paixão pela Ásia e pela busca do conhecimento ancestral. Cada pessoa é um universo interior e os pensamentos profundos da tradição oriental são como mestres que nos podem acompanhar na nossa descoberta individual. Por vezes é a reflexão que nos conduz aos pensamentos mais simples e poderosos.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Poucos leitores parecem estar cientes de que Hermann Hesse, o autor de romances épicos como "O Lobo das Estepes" ou "Siddharta", também escreveu magníficos textos de prosa poética. Esta coletânea reúne os contos mais emblemáticos da obra do autor, e nela se inclui "Os Dois Irmãos" (Die beiden Brüder), o seu primeiro trabalho em prosa, escrito quando Hesse tinha apenas dez anos, que é exemplo disso: imbuído de alguns dos imaginários e sentimentos típicos dos romances de Hesse, mas escrito com uma clareza e ressonância próprias, um sentimento de saudade para o amor e para a casa, é, simultaneamente, extremamente simples e profundamente poético. São pequenas histórias, em linguagem simples mas plenas de simbolismo e referências filosóficas que remetem para um mundo além da efabulação. A experiência como elemento unificador do homem e do universo, a busca de harmonia e unidade do indivíduo no seu confronto com o mundo são temas que perpassam estes contos onde habitam a fantasia e a visão mágica dos seres e da Natureza num registo poético singular.
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Poucos leitores parecem estar cientes de que Hermann Hesse, o autor de romances épicos como "O Lobo das Estepes" ou "Siddharta", também escreveu magníficos textos de prosa poética. Esta coletânea reúne os contos mais emblemáticos da obra do autor, e nela se inclui "Os Dois Irmãos" (Die beiden Brüder), o seu primeiro trabalho em prosa, escrito quando Hesse tinha apenas dez anos, que é exemplo disso: imbuído de alguns dos imaginários e sentimentos típicos dos romances de Hesse, mas escrito com uma clareza e ressonância próprias, um sentimento de saudade para o amor e para a casa, é, simultaneamente, extremamente simples e profundamente poético. São pequenas histórias, em linguagem simples mas plenas de simbolismo e referências filosóficas que remetem para um mundo além da efabulação. A experiência como elemento unificador do homem e do universo, a busca de harmonia e unidade do indivíduo no seu confronto com o mundo são temas que perpassam estes contos onde habitam a fantasia e a visão mágica dos seres e da Natureza num registo poético singular.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Os contos de Hans Christian Andersen foram transmitidos de geração em geração, sem nunca perderem a sua magia e encanto. Textos integrais, com nova tradução diretamente do original dinamarquês. Hans Christian Andersen foi muito influenciado pelas experiências pessoais, sobretudo da infância marcada pela miséria. Os seus contos são espelho dos contrastes da condição humana: alegria e tristeza; riqueza e pobreza; sonho e realidade; vaidade e humildade; amor e dor. Quem lhes dá corpo são personagens imaginárias, que quase sempre adquirem uma nova vida, envoltas numa admirável narração. Esta obra reúne nove dos mais belos contos da literatura mundial: "As Roupas Novas do Imperador", "A Princesa e a Ervilha", "O Rouxinol", "A Pequena Sereia", "O Soldadinho de Chumbo", "O Patinho Feio", "A Menina dos Fósforos", "Os Sapatos Vermelhos" e "O Abeto". "Hans Christian Andersen é recordado sobretudo pelos seus fantásticos contos, que nos transmitem, após tantos anos decorridos, valiosas lições de vida." in Prefácio de João Reis A Coleção Tesouros da Literatura, da qual este livro faz parte, oferece uma cuidada seleção de obras fundamentais da Literatura Universal, muitas das quais são recomendadas pelas Metas Curriculares de Português e pelo Plano Nacional de Leitura.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Os contos de Hans Christian Andersen foram transmitidos de geração em geração, sem nunca perderem a sua magia e encanto. Textos integrais, com nova tradução diretamente do original dinamarquês. Hans Christian Andersen foi muito influenciado pelas experiências pessoais, sobretudo da infância marcada pela miséria. Os seus contos são espelho dos contrastes da condição humana: alegria e tristeza; riqueza e pobreza; sonho e realidade; vaidade e humildade; amor e dor. Quem lhes dá corpo são personagens imaginárias, que quase sempre adquirem uma nova vida, envoltas numa admirável narração. Esta obra reúne nove dos mais belos contos da literatura mundial: "As Roupas Novas do Imperador", "A Princesa e a Ervilha", "O Rouxinol", "A Pequena Sereia", "O Soldadinho de Chumbo", "O Patinho Feio", "A Menina dos Fósforos", "Os Sapatos Vermelhos" e "O Abeto". "Hans Christian Andersen é recordado sobretudo pelos seus fantásticos contos, que nos transmitem, após tantos anos decorridos, valiosas lições de vida." in Prefácio de João Reis A Coleção Tesouros da Literatura, da qual este livro faz parte, oferece uma cuidada seleção de obras fundamentais da Literatura Universal, muitas das quais são recomendadas pelas Metas Curriculares de Português e pelo Plano Nacional de Leitura.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Esta colectânea de contos foi pela primeira vez publicada em 1962 e o título faz uma referência explícita a uma citação presente no início do livro, às "Novelas Exemplares" de Cervantes. Inclui os contos "O Jantar do Bispo", "A Viagem", "Retrato de Mónica", "Praia", "Homero", "O Homem" e "Os Três Reis do Oriente". Como nos diz Federico Bertolazzi no seu prefácio, ""Não aceitar o escândalo", não "ceder ao desastre", é esta a lição de Sophia. A sua clara integridade atravessou as turbulências políticas e sociais com a firmeza de quem procura a verdade e quer desmascarar a mentira. Num tempo em que a palavra tinha sido profanada, Sophia reagiu para lhe restituir a sua sacralidade e o seu condão: revelar ao homem o seu próprio rosto.". Nesta edição é mantida a grafia antiga.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Esta colectânea de contos foi pela primeira vez publicada em 1962 e o título faz uma referência explícita a uma citação presente no início do livro, às "Novelas Exemplares" de Cervantes. Inclui os contos "O Jantar do Bispo", "A Viagem", "Retrato de Mónica", "Praia", "Homero", "O Homem" e "Os Três Reis do Oriente". Como nos diz Federico Bertolazzi no seu prefácio, ""Não aceitar o escândalo", não "ceder ao desastre", é esta a lição de Sophia. A sua clara integridade atravessou as turbulências políticas e sociais com a firmeza de quem procura a verdade e quer desmascarar a mentira. Num tempo em que a palavra tinha sido profanada, Sophia reagiu para lhe restituir a sua sacralidade e o seu condão: revelar ao homem o seu próprio rosto.". Nesta edição é mantida a grafia antiga.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Um ladrão estava muito compenetrado, com toda a sua energia canalizada numa fechadura, alheio a qualquer outra coisa. Um homem puro ficou a contemplar o ladrão, observando que este se encontrava num estado invejável de concentração. - Amigo ladrão - disse o homem puro -, gostaria que fosses meu mestre. - Teu mestre? - respondeu verdadeiramente perplexo o ladrão. - De que posso eu, um miserável ladrão insignificante, ser mestre? - Da concentração. Nomeio-te meu mestre. Em troca serei teu mestre. - De quê? - Da pureza. Se ambos conseguirmos adquirir estas duas joias, a pureza e a concentração, o que poderemos temer?" Ramiro Calle apresenta-nos contos que foi ouvindo de diversos mestres e que reuniu ao longo de dezenas de viagens à Índia. São narrativas encantadoras e subtis que podem ser lidas e apreciadas, tanto por crianças como por adultos, e que, tocam diretamente a mente e o coração de quem as lê.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Um ladrão estava muito compenetrado, com toda a sua energia canalizada numa fechadura, alheio a qualquer outra coisa. Um homem puro ficou a contemplar o ladrão, observando que este se encontrava num estado invejável de concentração. - Amigo ladrão - disse o homem puro -, gostaria que fosses meu mestre. - Teu mestre? - respondeu verdadeiramente perplexo o ladrão. - De que posso eu, um miserável ladrão insignificante, ser mestre? - Da concentração. Nomeio-te meu mestre. Em troca serei teu mestre. - De quê? - Da pureza. Se ambos conseguirmos adquirir estas duas joias, a pureza e a concentração, o que poderemos temer?" Ramiro Calle apresenta-nos contos que foi ouvindo de diversos mestres e que reuniu ao longo de dezenas de viagens à Índia. São narrativas encantadoras e subtis que podem ser lidas e apreciadas, tanto por crianças como por adultos, e que, tocam diretamente a mente e o coração de quem as lê.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 160
Sinopse:
A genialidade de Oscar Wilde continua a fascinar leitores de todas as idades, de todos os tempos. Oscar Wilde consagrou-se, ainda em vida, um dos mais importantes escritores da língua inglesa no século XIX. Através das suas histórias cativantes e das mais improváveis personagens, procurava desmascarar vícios e defeitos da sociedade e apresentar questões éticas e morais, sem cair num falso moralismo. O Amigo Dedicado, O Príncipe Feliz, O Menino-Estrela, O Gigante Egoísta, O Aniversário da Infanta e O Foguete Distinto, contos aqui reunidos, revelam a subtileza da inteligência, do humor e da sensibilidade de Oscar Wilde.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
A genialidade de Oscar Wilde continua a fascinar leitores de todas as idades, de todos os tempos. Oscar Wilde consagrou-se, ainda em vida, um dos mais importantes escritores da língua inglesa no século XIX. Através das suas histórias cativantes e das mais improváveis personagens, procurava desmascarar vícios e defeitos da sociedade e apresentar questões éticas e morais, sem cair num falso moralismo. O Amigo Dedicado, O Príncipe Feliz, O Menino-Estrela, O Gigante Egoísta, O Aniversário da Infanta e O Foguete Distinto, contos aqui reunidos, revelam a subtileza da inteligência, do humor e da sensibilidade de Oscar Wilde.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Este livro reúne narrativas extraídas sobretudo de Exército de Cavalaria e de Contos de Odessa. J. L. Borges e Harold Bloom contam-se entre os críticos que chamaram a atenção para a singular importância da obra de Isaac Babel.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Este livro reúne narrativas extraídas sobretudo de Exército de Cavalaria e de Contos de Odessa. J. L. Borges e Harold Bloom contam-se entre os críticos que chamaram a atenção para a singular importância da obra de Isaac Babel.
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Edição: Jul 2011
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Na presente edição reúne-se uma selecção de contos daquele que é considerado o grande mestre do conto francês, e um dos seus maiores expoentes na história da literatura: Guy de Maupassant.A escolha dos contos deve-se a uma estreita colaboração entre Miguel Viqueira e Pedro Tamen, que os traduz, com a mão do grande poeta que é, de forma soberba.Da vasta obra literária que o autor nos deixou, foram escolhidos quarenta e dois contos, divididos em três partes: "Contos mundanos, amorosos, eróticos e galantes", "Contos inquietantes, de horror e de mistério" e "Contos exemplares".Esta recolha procura dar a conhecer aos leitores portugueses a maravilha que é a prosa deste grande escritor do século XIX.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Na presente edição reúne-se uma selecção de contos daquele que é considerado o grande mestre do conto francês, e um dos seus maiores expoentes na história da literatura: Guy de Maupassant.A escolha dos contos deve-se a uma estreita colaboração entre Miguel Viqueira e Pedro Tamen, que os traduz, com a mão do grande poeta que é, de forma soberba.Da vasta obra literária que o autor nos deixou, foram escolhidos quarenta e dois contos, divididos em três partes: "Contos mundanos, amorosos, eróticos e galantes", "Contos inquietantes, de horror e de mistério" e "Contos exemplares".Esta recolha procura dar a conhecer aos leitores portugueses a maravilha que é a prosa deste grande escritor do século XIX.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Reúnem-se aqui doze contos de Carson McCullers numa selecção feita por Ana Teresa Pereira. Embora seja conhecida pelos seus romances, Carson McCullers foi uma notável contista, inserindo-se na tradição sulista da literatura norte-americana. Carson McCullers dedicou-se aos contos desde os 17 anos, ano em que escreveu "Sucker", tendo muitos deles começando por aparecer em revistas literárias. As suas capacidades de observação e o seu estilo revelam uma assumida filiação em autores tão diversos como Flaubert e Dostoievski. Julie Harris considerou-a mesmo "uma mulher encantadora e misteriosa que escrevia como um anjo". Carson McCullers foi reconhecida pelos grandes escritores da sua época. Graham Greene declarou preferi-la a Faulkner, e Tennessee Williams disse que a sua obra "não se eclipsará com o tempo, mas irradiará cada vez mais fulgor".
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Reúnem-se aqui doze contos de Carson McCullers numa selecção feita por Ana Teresa Pereira. Embora seja conhecida pelos seus romances, Carson McCullers foi uma notável contista, inserindo-se na tradição sulista da literatura norte-americana. Carson McCullers dedicou-se aos contos desde os 17 anos, ano em que escreveu "Sucker", tendo muitos deles começando por aparecer em revistas literárias. As suas capacidades de observação e o seu estilo revelam uma assumida filiação em autores tão diversos como Flaubert e Dostoievski. Julie Harris considerou-a mesmo "uma mulher encantadora e misteriosa que escrevia como um anjo". Carson McCullers foi reconhecida pelos grandes escritores da sua época. Graham Greene declarou preferi-la a Faulkner, e Tennessee Williams disse que a sua obra "não se eclipsará com o tempo, mas irradiará cada vez mais fulgor".
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Fadas e meninas solitárias. Os tempos de escola. O amor do pai. Os sonhos de futuro e o medo da guerra. A par do seu famoso diário, Anne Frank escreveu contos, fábulas, memórias, ensaios e uma novela que deixaria inacabada, produzindo um conjunto de textos que confirmam o génio extraordinário de uma jovem determinada, dona de um poderoso espírito criativo, que o terror da época em que viveu e a reclusão rigorosa a que se viu forçada nunca conseguiram quebrar. Neste volume, onde pela primeira vez em Portugal se apresenta a coletânea completa desta sua produção literária, existe fantasia e rebeldia, risos e comoção, personagens enternecedoras e audazes - e em todas elas a voz vibrante de uma menina com um gigantesco amor à vida.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Fadas e meninas solitárias. Os tempos de escola. O amor do pai. Os sonhos de futuro e o medo da guerra. A par do seu famoso diário, Anne Frank escreveu contos, fábulas, memórias, ensaios e uma novela que deixaria inacabada, produzindo um conjunto de textos que confirmam o génio extraordinário de uma jovem determinada, dona de um poderoso espírito criativo, que o terror da época em que viveu e a reclusão rigorosa a que se viu forçada nunca conseguiram quebrar. Neste volume, onde pela primeira vez em Portugal se apresenta a coletânea completa desta sua produção literária, existe fantasia e rebeldia, risos e comoção, personagens enternecedoras e audazes - e em todas elas a voz vibrante de uma menina com um gigantesco amor à vida.
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Edição: Ago 2014
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Era uma vez uma menina que pediu ao pai que fosse apanhar a lua para ela. O pai meteu-se num barco e remou para longe. Quando chegou à dobra do horizonte pôs-se em bicos de sonhos para alcançar as alturas. Segurou o astro com as duas mãos, com mil cuidados. O planeta era leve como uma baloa. Quando ele puxou para arrancar aquele fruto do céu se escutou um rebentamento. A lua se cintilhaçou em mil estrelinhações. O mar se encrespou, o barco se afundou, engolido num abismo. A praia se cobriu de prata, flocos de luar cobriram o areal. A menina se pôs a andar ao contrário de todas as direções, para lá e para além, recolhendo os pedaços lunares. Olhou o horizonte e chamou: - Pai! Então, se abriu uma fenda funda, a ferida de nascença da própria terra. Dos lábios dessa cicatriz se derramava sangue. A água sangrava? O sangue se aguava? E foi assim. Essa foi uma vez.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Era uma vez uma menina que pediu ao pai que fosse apanhar a lua para ela. O pai meteu-se num barco e remou para longe. Quando chegou à dobra do horizonte pôs-se em bicos de sonhos para alcançar as alturas. Segurou o astro com as duas mãos, com mil cuidados. O planeta era leve como uma baloa. Quando ele puxou para arrancar aquele fruto do céu se escutou um rebentamento. A lua se cintilhaçou em mil estrelinhações. O mar se encrespou, o barco se afundou, engolido num abismo. A praia se cobriu de prata, flocos de luar cobriram o areal. A menina se pôs a andar ao contrário de todas as direções, para lá e para além, recolhendo os pedaços lunares. Olhou o horizonte e chamou: - Pai! Então, se abriu uma fenda funda, a ferida de nascença da própria terra. Dos lábios dessa cicatriz se derramava sangue. A água sangrava? O sangue se aguava? E foi assim. Essa foi uma vez.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Como foi que o elefante ficou com uma tromba tão comprida? Porque é que o hipopótamo tem a pele engelhada? Estas e outras perguntas sobre caraterísticas de animais serviram de mote para Rudyard Kipling criar os Contos do Foi Assim, uma obra com histórias bem-humoradas que se tornou num clássico da literatura infantoLiteratura Juvenil. As histórias fantasiosas sobre os animais foram originalmente imaginadas por Kipling para adormecer a sua filha Josephine. Esta pedia ao pai para contar todas as noites, pedindo que fossem sempre contadas da mesma maneira, "foi Assim", dando mais tarde mote ao título, "Contos do Foi Assim". Esta obra é, na verdade, como que um tributo à sua querida filha, que morreu de pneumonia com apenas 7 anos. Neste livro são apresentadas algumas das mais brilhantes histórias desta obra, com novas ilustrações e recontadas em verso. Uma combinação perfeita entre imaginação prodigiosa, talento de escrita e deslumbrantes ilustrações da premiada Marta Altés.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Como foi que o elefante ficou com uma tromba tão comprida? Porque é que o hipopótamo tem a pele engelhada? Estas e outras perguntas sobre caraterísticas de animais serviram de mote para Rudyard Kipling criar os Contos do Foi Assim, uma obra com histórias bem-humoradas que se tornou num clássico da literatura infantoLiteratura Juvenil. As histórias fantasiosas sobre os animais foram originalmente imaginadas por Kipling para adormecer a sua filha Josephine. Esta pedia ao pai para contar todas as noites, pedindo que fossem sempre contadas da mesma maneira, "foi Assim", dando mais tarde mote ao título, "Contos do Foi Assim". Esta obra é, na verdade, como que um tributo à sua querida filha, que morreu de pneumonia com apenas 7 anos. Neste livro são apresentadas algumas das mais brilhantes histórias desta obra, com novas ilustrações e recontadas em verso. Uma combinação perfeita entre imaginação prodigiosa, talento de escrita e deslumbrantes ilustrações da premiada Marta Altés.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A coletânea das histórias mais arrepiantes da Rainha do Crime. Visões mediúnicas, espectros que pairam nas sombras, encontros com seres divinos, misteriosas mensagens do Além, e até uma estranha troca entre um homem e um gato… Com a presença ocasional de Hercule Poirot e Miss Marple, este volume apresenta-nos o lado mais obscuro da escritora policial mais famosa do mundo. Essencial para os amantes do sobrenatural e os admiradores de Agatha Christie. Prepare-se para ficar acordado!
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A coletânea das histórias mais arrepiantes da Rainha do Crime. Visões mediúnicas, espectros que pairam nas sombras, encontros com seres divinos, misteriosas mensagens do Além, e até uma estranha troca entre um homem e um gato… Com a presença ocasional de Hercule Poirot e Miss Marple, este volume apresenta-nos o lado mais obscuro da escritora policial mais famosa do mundo. Essencial para os amantes do sobrenatural e os admiradores de Agatha Christie. Prepare-se para ficar acordado!
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Edição: Dez 1994
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Este livro reúne alguns dos mais inovadores contos escritos em inglês. É certo que Virginia Woolf não é sobretudo conhecida como contista e que foi em romances como "Orlando" e "As Ondas" que cumpriu o "insaciável desejo de escrever alguma coisa antes de morrer" .Mas é em contos como "A Marca na Parede", "Lappin e Lapinova" e "O Legado", que melhor nos revela o modo como soube captar a evanescente matéria da vida, um universo feminino que os homens desfazem revelando que a marca na parede é uma lesma, recusando-se a recriar a vida de coelhos no ribeiro ao fundo da floresta ou tornando-se apenas desatentos.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Este livro reúne alguns dos mais inovadores contos escritos em inglês. É certo que Virginia Woolf não é sobretudo conhecida como contista e que foi em romances como "Orlando" e "As Ondas" que cumpriu o "insaciável desejo de escrever alguma coisa antes de morrer" .Mas é em contos como "A Marca na Parede", "Lappin e Lapinova" e "O Legado", que melhor nos revela o modo como soube captar a evanescente matéria da vida, um universo feminino que os homens desfazem revelando que a marca na parede é uma lesma, recusando-se a recriar a vida de coelhos no ribeiro ao fundo da floresta ou tornando-se apenas desatentos.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Vergílio Ferreira, escrevendo no Portugal de Salazar, descreve um país ancorado nos confins dos tempos e que permaneceu inalterado quase até aos nossos dias. Frases magníficas, num português sem rugas, mas que nos introduzem afinal num mundo primitivo, com as suas anacrónicas noções de honra e os seus insólitos rituais de inspiração bíblica. O Vergílio Ferreira-contista nada fica a dever ao Vergílio Ferreira-romancista: em qualquer dos casos é sempre um vulto maior das nossas letras.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Vergílio Ferreira, escrevendo no Portugal de Salazar, descreve um país ancorado nos confins dos tempos e que permaneceu inalterado quase até aos nossos dias. Frases magníficas, num português sem rugas, mas que nos introduzem afinal num mundo primitivo, com as suas anacrónicas noções de honra e os seus insólitos rituais de inspiração bíblica. O Vergílio Ferreira-contista nada fica a dever ao Vergílio Ferreira-romancista: em qualquer dos casos é sempre um vulto maior das nossas letras.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 390
Sinopse: Andrew Lang baseia-se nos seus estudos clássicos para contar a lenda homérica das guerras entre os gregos e os troianos. Páris, Helena, Aquiles, Heitor, Ulisses, as Amazonas e o Cavalo de Troia figuram nesta mágica introdução a uma das maiores lendas já contadas. Também estão incluídas neste livro as aventuras de Teseu e a sua dramática batalha com o Minotauro.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Que segredos unem Nouchi, bailarina vienense de dezoito anos, a Bernard de Jonsac, que toda a gente pensa ser um diplomata ligado à embaixada de França? Saídos de Ancara, chegam a Istambul. Vivem como amigos, apesar de Jonsac a desejar como amante. As noites do Bósforo são povoadas por variadas personagens, um artista, um jornalista, um nobre arruinado e um banqueiro, que se cruzam, odeiam e por vezes se sentem cúmplices. Nouchi é mais ou menos amada por todos eles. E tudo parece imutável neste cenário, envolto em torpor. Quando uma mulher, Lélia, fica gravemente ferida na sequências de vários episódios amorosos, Nouchi sente-se fascinada pelos acontecimentos e Bernard de Jonsac esforça-se por não compreender o que se passa.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Que segredos unem Nouchi, bailarina vienense de dezoito anos, a Bernard de Jonsac, que toda a gente pensa ser um diplomata ligado à embaixada de França? Saídos de Ancara, chegam a Istambul. Vivem como amigos, apesar de Jonsac a desejar como amante. As noites do Bósforo são povoadas por variadas personagens, um artista, um jornalista, um nobre arruinado e um banqueiro, que se cruzam, odeiam e por vezes se sentem cúmplices. Nouchi é mais ou menos amada por todos eles. E tudo parece imutável neste cenário, envolto em torpor. Quando uma mulher, Lélia, fica gravemente ferida na sequências de vários episódios amorosos, Nouchi sente-se fascinada pelos acontecimentos e Bernard de Jonsac esforça-se por não compreender o que se passa.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Este volume VIII reúne 28 contos de Tchékhov, de "Flores Tardias" a "O Sangue Frio". Como disse Nabokov, nas personagens de Tchékhov "não existe uma mensagem social ou ética directa". São pessoas "capazes de sonhar, mas incapazes de governar", "tolas, fracas, fúteis, histéricas".
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Este volume VIII reúne 28 contos de Tchékhov, de "Flores Tardias" a "O Sangue Frio". Como disse Nabokov, nas personagens de Tchékhov "não existe uma mensagem social ou ética directa". São pessoas "capazes de sonhar, mas incapazes de governar", "tolas, fracas, fúteis, histéricas".
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Tomando a forma de médico, de estudante, de mestre-escola e de gente de muitos outros ofícios, é este o ser humano que atravessa todos os contos de Tchékhov." Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Tomando a forma de médico, de estudante, de mestre-escola e de gente de muitos outros ofícios, é este o ser humano que atravessa todos os contos de Tchékhov." Vladimir Nabokov
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 336
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
Nº Páginas: 336
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
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