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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 544
Sinopse:
António Ferro, extraordinária e controversa personalidade do século XX português, morre um ano depois de a neta Rita nascer. Todavia, a mancha matizada que lhe sobrevém quando o evoca, gerada por tudo o que foi ouvindo e conjecturando ao longo de décadas dentro da família, bastaria para que alguém na sua circunstância - romancista, descendente directa e utilizadora privilegiada do espólio da família - se sentisse mais do que tentada a concorrer com a sua própria ideia do Avô, acrescentando outro frescor e outra vivacidade aos vastos e especulativos estudos, quase todos politizados, que têm sido publicados, traçando uma perspectiva do seu lado mais íntimo e humano, a ideia de que ninguém é todo bom ou todo mau, como na má literatura. Não se trata de uma biografia e menos ainda de um romance histórico, embora a narrativa não deixe de seguir os cânones de uma história, a tensão de uma novela e a imprevisibilidade de um romance. Bem-humorado, carinhoso, imprevisível e indiscreto - mas não inocente - este livro, em que os anacronismos são deliberados é composto por um conjunto de frescos avulsos sobre o lado menos público de António Ferro, inspirados em factos reais, terminando com um lote de correspondência inédita.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
António Ferro, extraordinária e controversa personalidade do século XX português, morre um ano depois de a neta Rita nascer. Todavia, a mancha matizada que lhe sobrevém quando o evoca, gerada por tudo o que foi ouvindo e conjecturando ao longo de décadas dentro da família, bastaria para que alguém na sua circunstância - romancista, descendente directa e utilizadora privilegiada do espólio da família - se sentisse mais do que tentada a concorrer com a sua própria ideia do Avô, acrescentando outro frescor e outra vivacidade aos vastos e especulativos estudos, quase todos politizados, que têm sido publicados, traçando uma perspectiva do seu lado mais íntimo e humano, a ideia de que ninguém é todo bom ou todo mau, como na má literatura. Não se trata de uma biografia e menos ainda de um romance histórico, embora a narrativa não deixe de seguir os cânones de uma história, a tensão de uma novela e a imprevisibilidade de um romance. Bem-humorado, carinhoso, imprevisível e indiscreto - mas não inocente - este livro, em que os anacronismos são deliberados é composto por um conjunto de frescos avulsos sobre o lado menos público de António Ferro, inspirados em factos reais, terminando com um lote de correspondência inédita.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 392
Sinopse:
É impossível entender o salazarismo em toda a sua extensão sem conhecer a figura singular de António Ferro. A originalidade do regime autoritário português, envolto numa cortina de brandos costumes habilmente tecida, é, de resto, uma resultante directa da sua intervenção; e a sua essência não pode, por isso, ser dissociada das manobras e expedientes que usou para construir a imagem política do ditador. Ao leme do aparelho de propaganda, foi a proa e o mastro do regime pró-fascista, manipulando os órgãos de Comunicação, perseguindo e excluindo adversários, falsificando hábitos e costumes e inventando tradições que nunca existiram - do Galo de Barcelos às Marchas Populares de Lisboa. Usando (e abusando) do poder que lhe foi criteriosamente entregue, sentou à mesa do orçamento intelectuais e artistas, arquitectando com eles a figura de um ditador messiânico num país pobre que dança o vira e o fandango. Levou a farsa panfletária ao ponto de comparar Salazar a "uma máquina de raciocinar", vergado ao "espectáculo" da sua inteligência. Verdadeiro "workaholic" - sempre solícito, venerando e obrigado -, manteve com o ditador uma intimidade única, testemunhando conversas privadas que nunca chegou a contar. Desassossegado, ambicioso e extremamente culto e criativo, foi o homem certo no lado errado da História. Orlando Raimundo traça-lhe nesta obra um retrato fiel.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
É impossível entender o salazarismo em toda a sua extensão sem conhecer a figura singular de António Ferro. A originalidade do regime autoritário português, envolto numa cortina de brandos costumes habilmente tecida, é, de resto, uma resultante directa da sua intervenção; e a sua essência não pode, por isso, ser dissociada das manobras e expedientes que usou para construir a imagem política do ditador. Ao leme do aparelho de propaganda, foi a proa e o mastro do regime pró-fascista, manipulando os órgãos de Comunicação, perseguindo e excluindo adversários, falsificando hábitos e costumes e inventando tradições que nunca existiram - do Galo de Barcelos às Marchas Populares de Lisboa. Usando (e abusando) do poder que lhe foi criteriosamente entregue, sentou à mesa do orçamento intelectuais e artistas, arquitectando com eles a figura de um ditador messiânico num país pobre que dança o vira e o fandango. Levou a farsa panfletária ao ponto de comparar Salazar a "uma máquina de raciocinar", vergado ao "espectáculo" da sua inteligência. Verdadeiro "workaholic" - sempre solícito, venerando e obrigado -, manteve com o ditador uma intimidade única, testemunhando conversas privadas que nunca chegou a contar. Desassossegado, ambicioso e extremamente culto e criativo, foi o homem certo no lado errado da História. Orlando Raimundo traça-lhe nesta obra um retrato fiel.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"Eu tinha 22 anos quando Salazar abandonou o governo, em 27 de Setembro de 1968, e 24 quando ele morreu, em 27 de Julho de 1970. (…) Na memória tenho aquela voz característica, com convicção mas ainda clerical e guardando sempre um fundo de pronúncia beirã." Durante 40 anos, António de Oliveira Salazar comandou os destinos de Portugal. Mais de três décadas após a sua morte, o seu nome continua a suscitar polémica. Defendido por uns, acusado por outros. Idolatrado ou odiado, símbolo de uma época de ouro recordada com saudade ou da estagnação e do "atraso português"? Jaime Nogueira Pinto apresenta-nos o outro retrato de António de Oliveira Salazar, pensador, político e homem de Estado. Restaurou as Finanças Públicas, substituiu a Ditadura Militar por um Estado constitucional autoritário, disciplinou os seus "amigos" e aliados de direita e conduziu uma arrojada e bem sucedida política externa na década de grandes conflitos europeus. Para Jaime Nogueira Pinto, quando Salazar abandona o poder, deixa um país mais desenvolvido, material e espiritualmente, do que aquele que encontrou em 1928.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"Eu tinha 22 anos quando Salazar abandonou o governo, em 27 de Setembro de 1968, e 24 quando ele morreu, em 27 de Julho de 1970. (…) Na memória tenho aquela voz característica, com convicção mas ainda clerical e guardando sempre um fundo de pronúncia beirã." Durante 40 anos, António de Oliveira Salazar comandou os destinos de Portugal. Mais de três décadas após a sua morte, o seu nome continua a suscitar polémica. Defendido por uns, acusado por outros. Idolatrado ou odiado, símbolo de uma época de ouro recordada com saudade ou da estagnação e do "atraso português"? Jaime Nogueira Pinto apresenta-nos o outro retrato de António de Oliveira Salazar, pensador, político e homem de Estado. Restaurou as Finanças Públicas, substituiu a Ditadura Militar por um Estado constitucional autoritário, disciplinou os seus "amigos" e aliados de direita e conduziu uma arrojada e bem sucedida política externa na década de grandes conflitos europeus. Para Jaime Nogueira Pinto, quando Salazar abandona o poder, deixa um país mais desenvolvido, material e espiritualmente, do que aquele que encontrou em 1928.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 400
Sinopse:
À data da sua morte, em 2004, António Champalimaud construíra uma fortuna incomparável entre os mais ricos de Portugal. Aos 19 anos pegara nos negócios do pai e multiplicara o seu valor várias vezes com apostas bem-sucedidas na banca, cimentos e seguros. A sua vida foi, no entanto, muito mais do que gerir negócios e acumular riqueza. Tinha uma personalidade forte e carismática que marcou familiares e amigos e lhe deu visibilidade na sociedade portuguesa. Um temperamento apaixonado, que se comprazia com a natureza africana e o mato brasileiro. Uma curiosidade intelectual grande, que o fez ter interesses variados e aprofundar gostos. Sempre, uma vontade de deixar marca para a posteridade, que o levou a entregar-se de corpo e alma a tudo o que fez, e a enveredar no final da vida pela filantropia. Ninguém melhor do que Jaime Nogueira Pinto para retratar esta personalidade fascinante, seu percurso, obra e legado. Tendo privado com António Champalimaud e conhecendo muitos dos seus familiares, amigos e colaboradores chegados, Jaime Nogueira Pinto escreveu este "Olhar" para dar a conhecer histórias desconhecidas e fotografias nunca antes vistas de um dos portugueses que mais marcou a sociedade e a economia do século XX português.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
À data da sua morte, em 2004, António Champalimaud construíra uma fortuna incomparável entre os mais ricos de Portugal. Aos 19 anos pegara nos negócios do pai e multiplicara o seu valor várias vezes com apostas bem-sucedidas na banca, cimentos e seguros. A sua vida foi, no entanto, muito mais do que gerir negócios e acumular riqueza. Tinha uma personalidade forte e carismática que marcou familiares e amigos e lhe deu visibilidade na sociedade portuguesa. Um temperamento apaixonado, que se comprazia com a natureza africana e o mato brasileiro. Uma curiosidade intelectual grande, que o fez ter interesses variados e aprofundar gostos. Sempre, uma vontade de deixar marca para a posteridade, que o levou a entregar-se de corpo e alma a tudo o que fez, e a enveredar no final da vida pela filantropia. Ninguém melhor do que Jaime Nogueira Pinto para retratar esta personalidade fascinante, seu percurso, obra e legado. Tendo privado com António Champalimaud e conhecendo muitos dos seus familiares, amigos e colaboradores chegados, Jaime Nogueira Pinto escreveu este "Olhar" para dar a conhecer histórias desconhecidas e fotografias nunca antes vistas de um dos portugueses que mais marcou a sociedade e a economia do século XX português.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Quando se percorre a poesia escrita por mulheres ao longo do século XX português, o nome de Natália Correia continua a surgir como um dos que causaram uma repercussão mais duradoura, quer pela sua personalidade forte e polémica, quer pelo alcance da sua obra literária", diz Fernando Pinto do Amaral no Prefácio a esta obra. Realizada tendo como base a edição mais recente da "Poesia Completa de Natália Correia" (Dom Quixote, 1999), esta antologia destina-se sobretudo à divulgação do principal da sua obra poética. O critério posto em jogo para seleccionar os poemas pretendeu obedecer a um equilíbrio (naturalmente sempre instável) entre o gosto pessoal do organizador e a representatividade dos diversos períodos da sua escrita. Este é, sem dúvida, um livro que poderá facultar aos leitores do século XXI uma visão de conjunto da grande poetisa Natália Correia.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Quando se percorre a poesia escrita por mulheres ao longo do século XX português, o nome de Natália Correia continua a surgir como um dos que causaram uma repercussão mais duradoura, quer pela sua personalidade forte e polémica, quer pelo alcance da sua obra literária", diz Fernando Pinto do Amaral no Prefácio a esta obra. Realizada tendo como base a edição mais recente da "Poesia Completa de Natália Correia" (Dom Quixote, 1999), esta antologia destina-se sobretudo à divulgação do principal da sua obra poética. O critério posto em jogo para seleccionar os poemas pretendeu obedecer a um equilíbrio (naturalmente sempre instável) entre o gosto pessoal do organizador e a representatividade dos diversos períodos da sua escrita. Este é, sem dúvida, um livro que poderá facultar aos leitores do século XXI uma visão de conjunto da grande poetisa Natália Correia.
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Edição: Jan 2014
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Querido Leitor: Gostaria de conversar contigo alguns momentos no pórtico desta antologia. Para já, quero que saibas que hesitei muito antes de me decidir a organizá-la. Perguntava a mim mesmo se seria legítimo desirmanar cada um dos poemas que nela agora figuram dos outros com que emparelham em livros entendidos como unidades redondas. Temia, além disso, a precariedade do critério que os escolhesse. Nem sempre um autor é bom juiz em causa própria. (…) Mas como a minha vida é um extenso rol de perplexidades e nunca saí de nenhuma em perfeita paz de espírito, resolvi averbar à conta mais uma parcela e levar a empresa por diante. É que, contra todas as razões, seduzia-me a perspectiva de reviver o longo caminho órfico que iniciei às cegas, calcorreei a tactear e estou em vias de concluir de olhos abertos, no espanto de quem vê finalmente, a plena luz, a fundura dos abismos a que desceu."
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Querido Leitor: Gostaria de conversar contigo alguns momentos no pórtico desta antologia. Para já, quero que saibas que hesitei muito antes de me decidir a organizá-la. Perguntava a mim mesmo se seria legítimo desirmanar cada um dos poemas que nela agora figuram dos outros com que emparelham em livros entendidos como unidades redondas. Temia, além disso, a precariedade do critério que os escolhesse. Nem sempre um autor é bom juiz em causa própria. (…) Mas como a minha vida é um extenso rol de perplexidades e nunca saí de nenhuma em perfeita paz de espírito, resolvi averbar à conta mais uma parcela e levar a empresa por diante. É que, contra todas as razões, seduzia-me a perspectiva de reviver o longo caminho órfico que iniciei às cegas, calcorreei a tactear e estou em vias de concluir de olhos abertos, no espanto de quem vê finalmente, a plena luz, a fundura dos abismos a que desceu."
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Edição: Dez 1993
Nº Páginas: 421
Sinopse:
Federico García Lorca (1898-1936) é um dos poetas decisivos da cultura do século XX. A sua voz pessoal, dotada de uma riqueza de tons e de imagens muito reconhecível, faz com que a mais impressionante agilidade formal se transforme numa profunda reflexão sobre as questões centrais do mundo contemporâneo: a identidade entendida como conflito, o questionamento das ligações entre o indivíduo e a sociedade, as tensões entre a inocência e a lucidez, a dessacralização da realidade, o desenraizamento da vida urbana e os desafios da liberdade amorosa, literária e cívica. O poeta Luis García Montero, responsável por esta antologia, analisa num minucioso prefácio a evolução da obra lorquiana, empenhada numa leitura modernizadora da tradição romântica. Através do simbolismo, da elaboração da poesia popular, do surrealismo e do diálogo com as formas clássicas, García Lorca impõe a sua personalidade num dos momentos mais brilhantes da lírica espanhola e europeia.
Nº Páginas: 421
Sinopse:
Federico García Lorca (1898-1936) é um dos poetas decisivos da cultura do século XX. A sua voz pessoal, dotada de uma riqueza de tons e de imagens muito reconhecível, faz com que a mais impressionante agilidade formal se transforme numa profunda reflexão sobre as questões centrais do mundo contemporâneo: a identidade entendida como conflito, o questionamento das ligações entre o indivíduo e a sociedade, as tensões entre a inocência e a lucidez, a dessacralização da realidade, o desenraizamento da vida urbana e os desafios da liberdade amorosa, literária e cívica. O poeta Luis García Montero, responsável por esta antologia, analisa num minucioso prefácio a evolução da obra lorquiana, empenhada numa leitura modernizadora da tradição romântica. Através do simbolismo, da elaboração da poesia popular, do surrealismo e do diálogo com as formas clássicas, García Lorca impõe a sua personalidade num dos momentos mais brilhantes da lírica espanhola e europeia.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao morrer em 30 de Novembro de 1935, Pessoa deixava dispersa uma obra já ampla em poesia e prosa e amigos que reconheciam ou suspeitavam o seu génio por entre o alheamento do público.Foi lentamente que a sua dimensão emergiu da mítica arca que legou à posteridade.Esta Antologia pretende tornar mais acessível a melhor poesia ortónima e heterónima de Pessoa.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao morrer em 30 de Novembro de 1935, Pessoa deixava dispersa uma obra já ampla em poesia e prosa e amigos que reconheciam ou suspeitavam o seu génio por entre o alheamento do público.Foi lentamente que a sua dimensão emergiu da mítica arca que legou à posteridade.Esta Antologia pretende tornar mais acessível a melhor poesia ortónima e heterónima de Pessoa.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Numa altura em que se fala tanto na Revolução Russa e na Rússia actual de Putin, José Milhazes e João Domingues propõem a leitura dos excertos mais importantes dos grandes autores do pensamento geopolítico e filosófico daquele país: Lenine, Bakunine, Tolstoi, Estaline, Soljenitsin e muitos outros. Cada autor leva uma pequena biografia e retrato, um texto explicativo da importância da sua obra para a Rússia, e finalmente os textos que escreveu mais importantes. O prefácio é de Jaime Gama.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Numa altura em que se fala tanto na Revolução Russa e na Rússia actual de Putin, José Milhazes e João Domingues propõem a leitura dos excertos mais importantes dos grandes autores do pensamento geopolítico e filosófico daquele país: Lenine, Bakunine, Tolstoi, Estaline, Soljenitsin e muitos outros. Cada autor leva uma pequena biografia e retrato, um texto explicativo da importância da sua obra para a Rússia, e finalmente os textos que escreveu mais importantes. O prefácio é de Jaime Gama.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 462
Sinopse:
A Antologia Poética de Pablo Neruda é uma seleção abrangente da obra do Prémio Nobel chileno, reunindo poemas desde Crepusculario (1923) até fases posteriores. A obra destaca a versatilidade do autor, cobrindo temáticas amorosas, melancolia, natureza e compromisso político, refletindo a intensidade e a sensibilidade do autor.
Nº Páginas: 462
Sinopse:
A Antologia Poética de Pablo Neruda é uma seleção abrangente da obra do Prémio Nobel chileno, reunindo poemas desde Crepusculario (1923) até fases posteriores. A obra destaca a versatilidade do autor, cobrindo temáticas amorosas, melancolia, natureza e compromisso político, refletindo a intensidade e a sensibilidade do autor.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ser um grande poeta da língua de Shakespeare foi a maior ambição de Fernando Pessoa enquanto jovem escritor. Mesmo após o seu regresso da África do Sul para Lisboa, com 17 anos de idade, continuou durante largos anos a escrever muita poesia em inglês, incluindo dezenas de sonetos shakespearianos. Só viria a tornar-se um poeta universal, contudo, graças ao que escreveu em português. Embora não tenha realizado a sua ambição juvenil, deixou-nos alguns grandes poemas em inglês, como "Antinous", o seu mais belo poema de amor. A presente antologia, em versão bilingue, inclui todos os poemas em inglês publicados em vida de Pessoa, bem como uma seleção dos que ficaram para a famosa arca e para nós, seus futuros leitores.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ser um grande poeta da língua de Shakespeare foi a maior ambição de Fernando Pessoa enquanto jovem escritor. Mesmo após o seu regresso da África do Sul para Lisboa, com 17 anos de idade, continuou durante largos anos a escrever muita poesia em inglês, incluindo dezenas de sonetos shakespearianos. Só viria a tornar-se um poeta universal, contudo, graças ao que escreveu em português. Embora não tenha realizado a sua ambição juvenil, deixou-nos alguns grandes poemas em inglês, como "Antinous", o seu mais belo poema de amor. A presente antologia, em versão bilingue, inclui todos os poemas em inglês publicados em vida de Pessoa, bem como uma seleção dos que ficaram para a famosa arca e para nós, seus futuros leitores.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A MELHOR POESIA ERÓTICA DO BRASIL REUNIDA PELA PRIMEIRA VEZ NUM ÚNICO LIVRO Do vivíssimo Arnaldo Antunes a Carlos Drummond de Andrade, de Gregório de Matos a Hilda Hilst, de Vinícius de Moraes a Ferreira Gullar, sem esquecer os mais incontornáveis dos anónimos, esta Antologia da Poesia Erótica Brasileira apresenta ao leitor as principais figuras da lírica erótica do Brasil desde o século XVII até aos dias de hoje. Figuram neste livro mais de 170 poemas de épocas, estéticas e contextos diversos, alternando entre a sensualidade meramente alusiva e a obscenidade mais provocante.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A MELHOR POESIA ERÓTICA DO BRASIL REUNIDA PELA PRIMEIRA VEZ NUM ÚNICO LIVRO Do vivíssimo Arnaldo Antunes a Carlos Drummond de Andrade, de Gregório de Matos a Hilda Hilst, de Vinícius de Moraes a Ferreira Gullar, sem esquecer os mais incontornáveis dos anónimos, esta Antologia da Poesia Erótica Brasileira apresenta ao leitor as principais figuras da lírica erótica do Brasil desde o século XVII até aos dias de hoje. Figuram neste livro mais de 170 poemas de épocas, estéticas e contextos diversos, alternando entre a sensualidade meramente alusiva e a obscenidade mais provocante.
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Edição: Fev 2009
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Cada livro da colecção proporciona uma abrangente introdução a um período fascinante da História, fazendo referência a alimentos e bebidas, à firma de vestir dos povos, aos edifícios que habitavam, às suas crenças e festas, à sua vida familiar e organização social. Entra no mundo dos Antigos Egípcios! Usa um colar de contas, joga senet com um amigo, faz um papiro, aprende a escrever em hieróglifos, mede o tempo com um relógio de água e pinta um faraó em tamanho real. Cada livro da colecção Mãos na História conjuga textos informativos com fantásticos trabalhos manuais que dão vida à História. Para crianças a partir dos 7 anos.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Cada livro da colecção proporciona uma abrangente introdução a um período fascinante da História, fazendo referência a alimentos e bebidas, à firma de vestir dos povos, aos edifícios que habitavam, às suas crenças e festas, à sua vida familiar e organização social. Entra no mundo dos Antigos Egípcios! Usa um colar de contas, joga senet com um amigo, faz um papiro, aprende a escrever em hieróglifos, mede o tempo com um relógio de água e pinta um faraó em tamanho real. Cada livro da colecção Mãos na História conjuga textos informativos com fantásticos trabalhos manuais que dão vida à História. Para crianças a partir dos 7 anos.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Este livro reúne os melhores trabalhos da série bíblica de Chagall, fundindo-os com as histórias do Velho Testamento que as inspiraram. As gravuras reflectem a herança judaica de Chagall e a sua visão da complexa relação entre Deus e o homem.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Este livro reúne os melhores trabalhos da série bíblica de Chagall, fundindo-os com as histórias do Velho Testamento que as inspiraram. As gravuras reflectem a herança judaica de Chagall e a sua visão da complexa relação entre Deus e o homem.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Nicolas Nassim Taleb o autor do sucesso de vendas O Cisne Negro e um dos pensadores mais importantes do nosso tempo, revela de que forma podemos sobreviver e até prosperar num mundo de enorme incerteza. Em O Cisne Negro, Taleb demonstrou que acontecimentos improváveis e imprevisíveis dominam as nossas existências. Em Antifrágil, mantém a atenção nessa incerteza, mas desta vez explica porque é que ela é desejável, até mesmo necessária, às nossas vidas, e propõe que as coisas sejam construídas de uma forma antifrágil. O antifrágil está para além do resiliente ou do robusto. O resiliente resiste aos choques e permanece o mesmo; o antifrágil aperfeiçoa-se.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Nicolas Nassim Taleb o autor do sucesso de vendas O Cisne Negro e um dos pensadores mais importantes do nosso tempo, revela de que forma podemos sobreviver e até prosperar num mundo de enorme incerteza. Em O Cisne Negro, Taleb demonstrou que acontecimentos improváveis e imprevisíveis dominam as nossas existências. Em Antifrágil, mantém a atenção nessa incerteza, mas desta vez explica porque é que ela é desejável, até mesmo necessária, às nossas vidas, e propõe que as coisas sejam construídas de uma forma antifrágil. O antifrágil está para além do resiliente ou do robusto. O resiliente resiste aos choques e permanece o mesmo; o antifrágil aperfeiçoa-se.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A inevitabilidade do envelhecimento é um conceito que está, hoje, completamente desactualizado. E, durante anos, impediu que procurássemos ajuda para reverter os sintomas relacionados com a idade. É possível envelhecer com energia e alegria, mantendo o corpo forte e saudável. Este livro é uma ajuda valiosa para envelhecer melhor, aproveitar a vida e ter um corpo jovem.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A inevitabilidade do envelhecimento é um conceito que está, hoje, completamente desactualizado. E, durante anos, impediu que procurássemos ajuda para reverter os sintomas relacionados com a idade. É possível envelhecer com energia e alegria, mantendo o corpo forte e saudável. Este livro é uma ajuda valiosa para envelhecer melhor, aproveitar a vida e ter um corpo jovem.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Com um menino vamos conhecer o significado das palavras antes, agora, depois. De bebé a crescido, os dias, as horas e até as estações do ano conseguimos aprender. Sem comprar bilhete, vamos com ele correr mundo e viajar, pois a viajar no tempo, ninguém nos pode parar. Também aprenderemos que para passear vários meios de transporte podemos apanhar. Vamos passear com uma menina e o seu cão a pé, de carro, de barco ou mesmo de foguetão!
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Com um menino vamos conhecer o significado das palavras antes, agora, depois. De bebé a crescido, os dias, as horas e até as estações do ano conseguimos aprender. Sem comprar bilhete, vamos com ele correr mundo e viajar, pois a viajar no tempo, ninguém nos pode parar. Também aprenderemos que para passear vários meios de transporte podemos apanhar. Vamos passear com uma menina e o seu cão a pé, de carro, de barco ou mesmo de foguetão!
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Neste novo livro de Margarida Rebelo Pinto encontramos três mulheres de gerações diferentes, desde os anos 60 até aos dias de hoje, com vidas sentimentais atribuladas e algo em comum: a atração pelo proibido. Antes que seja tarde é um romance sobre o lado mais selvagem do amor, quando a paixão manda mais do que a razão e os sentidos falam mais alto. Os amores proibidos nunca caem na rotina, mas serão o caminho certo para o verdadeiro amor? O que fazer quando não se pode construir uma vida com quem se ama? O destino cruzado destas 3 mulheres leva-nos a uma viagem alucinante sobre o lado obscuro das relações, onde a mentira, a traição e o adultério andam a par com a dignidade de uma grande história de amor.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Neste novo livro de Margarida Rebelo Pinto encontramos três mulheres de gerações diferentes, desde os anos 60 até aos dias de hoje, com vidas sentimentais atribuladas e algo em comum: a atração pelo proibido. Antes que seja tarde é um romance sobre o lado mais selvagem do amor, quando a paixão manda mais do que a razão e os sentidos falam mais alto. Os amores proibidos nunca caem na rotina, mas serão o caminho certo para o verdadeiro amor? O que fazer quando não se pode construir uma vida com quem se ama? O destino cruzado destas 3 mulheres leva-nos a uma viagem alucinante sobre o lado obscuro das relações, onde a mentira, a traição e o adultério andam a par com a dignidade de uma grande história de amor.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Tudo se passa numa vila pitoresca, onde cabem o amor, o mar bravio, homens e mulheres errantes e a esperança na superação. Afastada dos grandes centros, existe uma vila habitada por gente solitária, marinheiros, padres, músicos, mulheres desamparadas, crianças que teimosamente querem viver no mundo dos adultos e amantes que recomeçam ou desistem. Todos eles gente como nós, figuras aparentemente comuns e imperfeitas que pelas circunstâncias do coração, ocasionalmente se entrelaçam arriscando a felicidade. São aqui contadas a várias vozes as histórias da morte que estrebucha pelas esquinas, do amor que persiste e da saudade de garras afiadas. Falam-nos de um escritor e dos seus exorcismos, de Maria do Mar que da mágoa se dilui com o marido que o oceano engoliu, do homem que regressou para o funeral do seu pai e acabou a encontrar-se, de Marco Marreco que lê poesia às pedras, do padre Dâmaso que em garrafas lança cartas às ondas.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Tudo se passa numa vila pitoresca, onde cabem o amor, o mar bravio, homens e mulheres errantes e a esperança na superação. Afastada dos grandes centros, existe uma vila habitada por gente solitária, marinheiros, padres, músicos, mulheres desamparadas, crianças que teimosamente querem viver no mundo dos adultos e amantes que recomeçam ou desistem. Todos eles gente como nós, figuras aparentemente comuns e imperfeitas que pelas circunstâncias do coração, ocasionalmente se entrelaçam arriscando a felicidade. São aqui contadas a várias vozes as histórias da morte que estrebucha pelas esquinas, do amor que persiste e da saudade de garras afiadas. Falam-nos de um escritor e dos seus exorcismos, de Maria do Mar que da mágoa se dilui com o marido que o oceano engoliu, do homem que regressou para o funeral do seu pai e acabou a encontrar-se, de Marco Marreco que lê poesia às pedras, do padre Dâmaso que em garrafas lança cartas às ondas.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Hannah é uma mulher independente e determinada que não quer seguir os passos da sua mãe amargurada. Mas através de amigos, conhece certo verão, em Nova Iorque, Mark Reilly, e apaixona-se de tal modo que muda de ideias sobre o casamento. Agora vive na sua elegante casa em Londres, com um marido que adora e sente-se feliz. Mas quando ele não regressa de uma viagem de negócios aos EUA e as horas de espera se alongam em dias, Hannah começa a duvidar. Porque é que os colegas do marido acham que ele está em Paris, não NI? Porque não há registos seus no hotel? E quem é esta mulher que lhe anda a telefonar? Hannah começa a investigar a vida do marido e descobre coisas que a fazem duvidar de tudo o que julgava saber sobre ele. Da história de encantar que vive, é levada para um mundo de violência e medo. Mas será que os segredos de Mark se destinam a protegê-lo a ele ou a ela?
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Hannah é uma mulher independente e determinada que não quer seguir os passos da sua mãe amargurada. Mas através de amigos, conhece certo verão, em Nova Iorque, Mark Reilly, e apaixona-se de tal modo que muda de ideias sobre o casamento. Agora vive na sua elegante casa em Londres, com um marido que adora e sente-se feliz. Mas quando ele não regressa de uma viagem de negócios aos EUA e as horas de espera se alongam em dias, Hannah começa a duvidar. Porque é que os colegas do marido acham que ele está em Paris, não NI? Porque não há registos seus no hotel? E quem é esta mulher que lhe anda a telefonar? Hannah começa a investigar a vida do marido e descobre coisas que a fazem duvidar de tudo o que julgava saber sobre ele. Da história de encantar que vive, é levada para um mundo de violência e medo. Mas será que os segredos de Mark se destinam a protegê-lo a ele ou a ela?
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Vivemos numa sociedade urgente, rápida e ansiosa. Nunca as pessoas tiveram uma mente tão agitada e stressada. Paciência e tolerância para as contrariedades estão a tornar-se artigos de luxo. Quando o computador demora a iniciar, são poucas as pessoas que não se irritam. E quando não estão a dedicar-se a atividades interessantes, facilmente se angustiam. Raros são os que contemplam as flores nos jardins ou se sentam para conversar nas suas varandas ou à janela. Estamos na era da indústria do entretenimento e, paradoxalmente, na era do tédio. É muito triste descobrir que a maior parte dos seres humanos de todas as nações não sabem ficar sozinhos, interiorizar, refletir sobre as nuances da existência, desfrutar da sua própria companhia, ter um autodiálogo. Estas pessoas conhecem muitas outras nas redes sociais, mas raramente conhecem alguém a fundo e, o que é pior, raramente se conhecem a si próprias. Este livro fala do mal do século. Muitos pensam que o mal do século é a depressão, mas aqui apresento outro mal, talvez mais grave, mas menos percetível: a ansiedade decorrente da Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA). Pensar é bom, pensar com lucidez é ótimo, porém pensar demais é uma bomba contra a saúde psíquica, o prazer de viver e a criatividade."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Vivemos numa sociedade urgente, rápida e ansiosa. Nunca as pessoas tiveram uma mente tão agitada e stressada. Paciência e tolerância para as contrariedades estão a tornar-se artigos de luxo. Quando o computador demora a iniciar, são poucas as pessoas que não se irritam. E quando não estão a dedicar-se a atividades interessantes, facilmente se angustiam. Raros são os que contemplam as flores nos jardins ou se sentam para conversar nas suas varandas ou à janela. Estamos na era da indústria do entretenimento e, paradoxalmente, na era do tédio. É muito triste descobrir que a maior parte dos seres humanos de todas as nações não sabem ficar sozinhos, interiorizar, refletir sobre as nuances da existência, desfrutar da sua própria companhia, ter um autodiálogo. Estas pessoas conhecem muitas outras nas redes sociais, mas raramente conhecem alguém a fundo e, o que é pior, raramente se conhecem a si próprias. Este livro fala do mal do século. Muitos pensam que o mal do século é a depressão, mas aqui apresento outro mal, talvez mais grave, mas menos percetível: a ansiedade decorrente da Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA). Pensar é bom, pensar com lucidez é ótimo, porém pensar demais é uma bomba contra a saúde psíquica, o prazer de viver e a criatividade."
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Finalmente, um traço dominante deste período é o do uso intensivo e persistente da propaganda e de todas as formas de construção e orientação da informação. Estes últimos anos marcam a consolidação do modo profissional de informar a população. Governo, partidos políticos, grupos parlamentares, grandes grupos económicos, associações empresariais e sindicatos recorrem, cada vez mais e agora de modo consistente, a organizações especializadas de comunicação. Este esforço é, obviamente, liderado pelo governo, com recursos ilimitados para dirigir a informação e organizar a comunicação, de acordo com os seus interesses e conveniências. São centenas, talvez milhares de profissionais, incluindo muitos jornalistas, a exercer as suas actividades de comunicação em conformidade com as expectativas dos seus mandantes. A actividade política desenrola-se agora de acordo com o que se chama, na gíria, a "agenda" política. Esta é uma mera construção de conveniência, uma maneira de condicionar a informação e a opinião."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Finalmente, um traço dominante deste período é o do uso intensivo e persistente da propaganda e de todas as formas de construção e orientação da informação. Estes últimos anos marcam a consolidação do modo profissional de informar a população. Governo, partidos políticos, grupos parlamentares, grandes grupos económicos, associações empresariais e sindicatos recorrem, cada vez mais e agora de modo consistente, a organizações especializadas de comunicação. Este esforço é, obviamente, liderado pelo governo, com recursos ilimitados para dirigir a informação e organizar a comunicação, de acordo com os seus interesses e conveniências. São centenas, talvez milhares de profissionais, incluindo muitos jornalistas, a exercer as suas actividades de comunicação em conformidade com as expectativas dos seus mandantes. A actividade política desenrola-se agora de acordo com o que se chama, na gíria, a "agenda" política. Esta é uma mera construção de conveniência, uma maneira de condicionar a informação e a opinião."
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Edição: Fev 2009
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Os textos de Alexandre O’Neill que compõem este volume nunca foram por ele incluídos em livros seus. À excepção de dois, recuperados de uma antologia, e de três encontrados no espólio, o autor publicou-os em jornais e revistas durante a década de 70. O conjunto aqui editado resultou da pesquisa feita no âmbito da biografia do poeta (Maria Antónia Oliveira, "Alexandre O’Neill, Uma Biografia Literária", Dom Quixote, no prelo). Pôde constatar-se que, embora o poeta viesse publicando regularmente desde os finais da década anterior, os anos 70 eram aqueles em que a sua produção se tornava mais assídua, e em que mais textos haveriam de ficar confinados às páginas dos periódicos. Reúnem-se também poemas escritos para os jornais "Diário de Lisboa" e "A Luta", e para as revistas "Flama" e "Ele". Foram encontrados no espólio do poeta os poemas "Magritte" e "Azul Ar", bem como os poemas sem título designados por "Fragmentos", inéditos. Acrescentam-se ainda dois poemas datados de 1972 que E.M. e Castro e JoséAlberto Marques incluíram na "Antologia da Poesia Concreta em Portugal" (Lisboa, Assírio & Alvim, 1973). Em anexo, publicam-se dois textos com poemas, e uma versão em prosa da primeira parte de "Rã & Descobridor".
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Os textos de Alexandre O’Neill que compõem este volume nunca foram por ele incluídos em livros seus. À excepção de dois, recuperados de uma antologia, e de três encontrados no espólio, o autor publicou-os em jornais e revistas durante a década de 70. O conjunto aqui editado resultou da pesquisa feita no âmbito da biografia do poeta (Maria Antónia Oliveira, "Alexandre O’Neill, Uma Biografia Literária", Dom Quixote, no prelo). Pôde constatar-se que, embora o poeta viesse publicando regularmente desde os finais da década anterior, os anos 70 eram aqueles em que a sua produção se tornava mais assídua, e em que mais textos haveriam de ficar confinados às páginas dos periódicos. Reúnem-se também poemas escritos para os jornais "Diário de Lisboa" e "A Luta", e para as revistas "Flama" e "Ele". Foram encontrados no espólio do poeta os poemas "Magritte" e "Azul Ar", bem como os poemas sem título designados por "Fragmentos", inéditos. Acrescentam-se ainda dois poemas datados de 1972 que E.M. e Castro e JoséAlberto Marques incluíram na "Antologia da Poesia Concreta em Portugal" (Lisboa, Assírio & Alvim, 1973). Em anexo, publicam-se dois textos com poemas, e uma versão em prosa da primeira parte de "Rã & Descobridor".
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Anormalmente Bom" é a história da extraordinária caminhada de superação de John, que tinha uma vida aparentemente perfeita: uma família encantadora, um emprego de sonho e amigos fantásticos. Sentia-se, no entanto, muito insatisfeito, e o brilho nos olhos, que tão bem o caracterizava, começava a desaparecer a uma velocidade alucinante, levado pelo conformismo. John começava a acreditar que não estava destinado a ser quem sonhava ser. Ao longo da caminhada, John apercebe-se gradualmente de que ser o melhor significa muito pouco e que lutar diariamente por ser cada vez melhor significa tudo. E apercebe-se também de que ser anormalmente bom não implica ser-se um visionário que vai mudar o mundo, como Bill Gates ou Steve Jobs, implica apenas que se escolha uma missão especial e que se lute diariamente por ser anormalmente bom na sua concretização, esteja ela ligada à educação de um filho, à prática de um desporto, à criação de arte ou à gestão de uma empresa. A vida de John mudou para sempre depois desta caminhada. Esperamos que "Anormalmente Bom" ajude também a mudar para sempre a sua vida.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Anormalmente Bom" é a história da extraordinária caminhada de superação de John, que tinha uma vida aparentemente perfeita: uma família encantadora, um emprego de sonho e amigos fantásticos. Sentia-se, no entanto, muito insatisfeito, e o brilho nos olhos, que tão bem o caracterizava, começava a desaparecer a uma velocidade alucinante, levado pelo conformismo. John começava a acreditar que não estava destinado a ser quem sonhava ser. Ao longo da caminhada, John apercebe-se gradualmente de que ser o melhor significa muito pouco e que lutar diariamente por ser cada vez melhor significa tudo. E apercebe-se também de que ser anormalmente bom não implica ser-se um visionário que vai mudar o mundo, como Bill Gates ou Steve Jobs, implica apenas que se escolha uma missão especial e que se lute diariamente por ser anormalmente bom na sua concretização, esteja ela ligada à educação de um filho, à prática de um desporto, à criação de arte ou à gestão de uma empresa. A vida de John mudou para sempre depois desta caminhada. Esperamos que "Anormalmente Bom" ajude também a mudar para sempre a sua vida.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Do Texas ao Chile, do México a Nova Iorque, Lucia Berlin vislumbra beleza nos lugares mais sombrios e pressente escuridão quando tudo parece ser cristalino. Há um par de anos, o panorama literário mundial foi sacudido por uma colectânea de contos de uma escritora desaparecida e quase esquecida. Era Manual para mulheres de limpeza. A autora, Lucia Berlin, conquistou então o lugar que justamente lhe deveria ter pertencido antes: colocando-se entre os favoritos da crítica e dos leitores e ganhando comparações a Raymond Carver, Alice Munro, Anton Chekhov, Charles Bukowski. A singular capacidade de Berlin para representar a beleza e a dor da rotina e da vida, a sua desarmante honestidade, o seu irresistível magnetismo, a sua subtil mas inquietante melancolia, as suas personagens tão próximas da vida. Tudo isto se encontra com grande intensidade em Anoitecer no paraíso, uma colectânea que é um deleite para os todos os leitores que se apaixonaram por Lucia Berlin ou um convite aos que ainda não o fizeram. Volume indispensável da obra de Lucia Berlin, Anoitecer no paraíso foi preparado pelo filho da autora, e está recheado de pequenos tesouros da literatura, inéditos em português.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Do Texas ao Chile, do México a Nova Iorque, Lucia Berlin vislumbra beleza nos lugares mais sombrios e pressente escuridão quando tudo parece ser cristalino. Há um par de anos, o panorama literário mundial foi sacudido por uma colectânea de contos de uma escritora desaparecida e quase esquecida. Era Manual para mulheres de limpeza. A autora, Lucia Berlin, conquistou então o lugar que justamente lhe deveria ter pertencido antes: colocando-se entre os favoritos da crítica e dos leitores e ganhando comparações a Raymond Carver, Alice Munro, Anton Chekhov, Charles Bukowski. A singular capacidade de Berlin para representar a beleza e a dor da rotina e da vida, a sua desarmante honestidade, o seu irresistível magnetismo, a sua subtil mas inquietante melancolia, as suas personagens tão próximas da vida. Tudo isto se encontra com grande intensidade em Anoitecer no paraíso, uma colectânea que é um deleite para os todos os leitores que se apaixonaram por Lucia Berlin ou um convite aos que ainda não o fizeram. Volume indispensável da obra de Lucia Berlin, Anoitecer no paraíso foi preparado pelo filho da autora, e está recheado de pequenos tesouros da literatura, inéditos em português.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Annie, a pequena órfã de enorme coração, tem a capacidade incrível de superar os problemas e de ver sempre o lado positivo das coisas. Esta é a história de Annie, uma menina adorável, que foi abandonada num orfanato de Nova Iorque quando tinha somente alguns dias de vida. Ao longo de 11 anos, Annie aguardou, cheia de esperança e otimismo, pelo regresso dos pais. Até que um dia, cansada dos maus-tratos e da exploração da maléfica diretora Hannigan, decide fugir e perseguir o seu sonho: encontrar os pais. Sozinha numa Nova Iorque bastante afetada pela Grande Depressão, em 1933, a corajosa Annie vai deparar-se com situações extraordinárias, como o encontro com Sandy, o cachorro que se torna o seu melhor amigo, ou a súbita amizade com o milionário Oliver Warbucks, que vai mudar o rumo da sua vida.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Annie, a pequena órfã de enorme coração, tem a capacidade incrível de superar os problemas e de ver sempre o lado positivo das coisas. Esta é a história de Annie, uma menina adorável, que foi abandonada num orfanato de Nova Iorque quando tinha somente alguns dias de vida. Ao longo de 11 anos, Annie aguardou, cheia de esperança e otimismo, pelo regresso dos pais. Até que um dia, cansada dos maus-tratos e da exploração da maléfica diretora Hannigan, decide fugir e perseguir o seu sonho: encontrar os pais. Sozinha numa Nova Iorque bastante afetada pela Grande Depressão, em 1933, a corajosa Annie vai deparar-se com situações extraordinárias, como o encontro com Sandy, o cachorro que se torna o seu melhor amigo, ou a súbita amizade com o milionário Oliver Warbucks, que vai mudar o rumo da sua vida.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Meninas pequenas, grandes sonhos é uma colecção de contos sobre algumas das mulheres mais importantes da nossa história, para que as crianças de hoje saibam quem foram e o que alcançaram com a sua determinação. Anne Frank viveu um momento trágico e excecional da história do mundo, mas nunca perdeu a esperança e alimentou sempre o seu maior sonho: ser escritora. Hoje, é por esse sonho tornado realidade que a conhecemos.
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Meninas pequenas, grandes sonhos é uma colecção de contos sobre algumas das mulheres mais importantes da nossa história, para que as crianças de hoje saibam quem foram e o que alcançaram com a sua determinação. Anne Frank viveu um momento trágico e excecional da história do mundo, mas nunca perdeu a esperança e alimentou sempre o seu maior sonho: ser escritora. Hoje, é por esse sonho tornado realidade que a conhecemos.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Muita gente disse : A vida de Annie Silva Pais dava um romance. Aí está ele. A Annie é uma personagem. Há outras. Das quais destacamos Fidel Castro e o narrador.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Muita gente disse : A vida de Annie Silva Pais dava um romance. Aí está ele. A Annie é uma personagem. Há outras. Das quais destacamos Fidel Castro e o narrador.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Ao criar a personagem de Anne, Lucy Montgomery deu ao mundo da ficção clássica uma das suas mais importantes heroínas.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Ao criar a personagem de Anne, Lucy Montgomery deu ao mundo da ficção clássica uma das suas mais importantes heroínas.
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Edição: Mar 2007
Nº Páginas: 896
Sinopse:
"Embora seja uma das maiores histórias de amor da literatura mundial, Anna Karénina não é apenas um romance de aventura. Verdadeiramente interessado por temas morais, Tolstoi era um eterno preocupado com questões que são importantes para a humanidade em todas as épocas. Bom, há uma questão moral em Anna Karénina, embora não aquela que o leitor habitual possa crer que seja. Esta moral não é certamente o ter cometido adultério, Anna pagou por isso (num sentido vago pode dizer-se que é esta a moral do final de Madame Bovary). Não é isto, seguramente, por razões óbvias: se Anna ficasse com Karenin e escondesse do mundo o seu affair, não pagaria por isso primeiro com a felicidade e depois com a própria vida. Anna não foi castigada pelo seu pecado (podia muito bem ter-se safado deste) nem por violar as convenções da sociedade, muito temporais como aliás são todas as convenções e sem ter nada a ver com as eternas exigências da moralidade. Qual era então a «mensagem» moral que Tolstoi queria passar neste romance? Entendemo-la melhor se olharmos o resto do livro e compararmos a história de Lévin e Kiti com a de Vronski e Anna. O casamento de Lévin é baseado num conceito metafísico, não apenas físico, do amor, na boa-vontade e no sacrifício, no respeito mútuo. A aliança Anna-Vronski é fundada apenas no amor carnal e é aqui que reside a sua ruína." - Do Posfácio, de Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 896
Sinopse:
"Embora seja uma das maiores histórias de amor da literatura mundial, Anna Karénina não é apenas um romance de aventura. Verdadeiramente interessado por temas morais, Tolstoi era um eterno preocupado com questões que são importantes para a humanidade em todas as épocas. Bom, há uma questão moral em Anna Karénina, embora não aquela que o leitor habitual possa crer que seja. Esta moral não é certamente o ter cometido adultério, Anna pagou por isso (num sentido vago pode dizer-se que é esta a moral do final de Madame Bovary). Não é isto, seguramente, por razões óbvias: se Anna ficasse com Karenin e escondesse do mundo o seu affair, não pagaria por isso primeiro com a felicidade e depois com a própria vida. Anna não foi castigada pelo seu pecado (podia muito bem ter-se safado deste) nem por violar as convenções da sociedade, muito temporais como aliás são todas as convenções e sem ter nada a ver com as eternas exigências da moralidade. Qual era então a «mensagem» moral que Tolstoi queria passar neste romance? Entendemo-la melhor se olharmos o resto do livro e compararmos a história de Lévin e Kiti com a de Vronski e Anna. O casamento de Lévin é baseado num conceito metafísico, não apenas físico, do amor, na boa-vontade e no sacrifício, no respeito mútuo. A aliança Anna-Vronski é fundada apenas no amor carnal e é aqui que reside a sua ruína." - Do Posfácio, de Vladimir Nabokov
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