25001 produtos
Ordenar por:
25001 produtos
Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Nesta viagem à Índia, Orlando e os seus amigos Ana e João enfrentaram tempestades, incêndios, conflitos, traições, perigos de toda a ordem ao lado dos marinheiros ousados que acompanharam Vasco da Gama. E com eles saborearam também o prazer das grandes descobertas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Nesta viagem à Índia, Orlando e os seus amigos Ana e João enfrentaram tempestades, incêndios, conflitos, traições, perigos de toda a ordem ao lado dos marinheiros ousados que acompanharam Vasco da Gama. E com eles saborearam também o prazer das grandes descobertas.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/viagem-a-india-de-ana-maria-magalhaes-e-isabel-alcada-2767192');
});">
Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Quando o magnata inglês Sir Robert Waldo Hardwick morre de forma misteriosa num acidente de viação, deixa uma carta a nomear seis pessoas que suspeita lhe tenham desejado a morte. Daisy Keane e o investigador Harry Montana juntam-se para levar os suspeitos (e outros convidados como manobra de diversão) num fabuloso cruzeiro pelo Mediterrâneo, com todas as despesas pagas pelo falecido Sir Robert. O mistério aumenta à medida que vão aportando em Monte Carlo, Saint-Tropez e Sorrento. E as reviravoltas inesperadas são apenas o princípio. Por fim, chegam à bela Villa Belkiss em Capri, onde será lido o testamento de Sir Robert... e o assassino desmascarado. Com a beleza da paisagem do Yorkshire, as estâncias do Mediterrâneo e o magnífico iate de cruzeiro, mais a atracção intensa entre o solitário Harry Montana e a desconfiada Daisy, as paixões inflamam-se e o encanto da Villa Belkiss deslumbra. Ninguém escreve viagens maravilhosas ou suspense como Elizabeth Adler.
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Quando o magnata inglês Sir Robert Waldo Hardwick morre de forma misteriosa num acidente de viação, deixa uma carta a nomear seis pessoas que suspeita lhe tenham desejado a morte. Daisy Keane e o investigador Harry Montana juntam-se para levar os suspeitos (e outros convidados como manobra de diversão) num fabuloso cruzeiro pelo Mediterrâneo, com todas as despesas pagas pelo falecido Sir Robert. O mistério aumenta à medida que vão aportando em Monte Carlo, Saint-Tropez e Sorrento. E as reviravoltas inesperadas são apenas o princípio. Por fim, chegam à bela Villa Belkiss em Capri, onde será lido o testamento de Sir Robert... e o assassino desmascarado. Com a beleza da paisagem do Yorkshire, as estâncias do Mediterrâneo e o magnífico iate de cruzeiro, mais a atracção intensa entre o solitário Harry Montana e a desconfiada Daisy, as paixões inflamam-se e o encanto da Villa Belkiss deslumbra. Ninguém escreve viagens maravilhosas ou suspense como Elizabeth Adler.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/viagem-a-capri-de-elizabeth-adler-4627185');
});">
Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Neste livro, as crianças podem vestir o Panda e os amigos com as roupas que quiserem. Vão poder acompanhar viagens até ao tempo dos reis e das rainhas numa aventura pela época medieval, desde a pré-história até ao futuro numa aventura intemporal, e ainda conhecer alguns monstros que roubam gargalhadas assustadoras! Com mais de 150 autocolantes e muitas atividades para a diversão total!
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Neste livro, as crianças podem vestir o Panda e os amigos com as roupas que quiserem. Vão poder acompanhar viagens até ao tempo dos reis e das rainhas numa aventura pela época medieval, desde a pré-história até ao futuro numa aventura intemporal, e ainda conhecer alguns monstros que roubam gargalhadas assustadoras! Com mais de 150 autocolantes e muitas atividades para a diversão total!
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/veste-o-panda-e-os-amigos-7424413');
});">
Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 24
Sinopse:
Estes livros encantadores têm bonecas para vestir, gatinhos/cachorrinhos para brincar e cenários para decorar, com mais de 300 autocolantes reutilizáveis.
Nº Páginas: 24
Sinopse:
Estes livros encantadores têm bonecas para vestir, gatinhos/cachorrinhos para brincar e cenários para decorar, com mais de 300 autocolantes reutilizáveis.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/veste-as-tuas-melhores-amigas-cachorrinhos-7084632');
});">
Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1973, "Véspera da Água" é um dos livros de Eugénio de Andrade onde, porventura, está mais presente o ofício da poesia e o exercício extremo da razão e da depuração da escrita. Disse Eugénio de si próprio não ser "[…] um poeta inspirado, o poema é em mim conquistado sílaba a sílaba." Como diz Carlo Vittorio Cattaneo, "Esta predisposição a racionalizar o processo criativo encontra um dos seus mais altos momentos em "Véspera da Água", uma obra dentre as mais complexas e homogéneas do poeta." O prefácio da presente edição é assinado por Federico Bertolazzi, que nos lança este repto: "O leitor que estiver disposto a abandonar o cais seguro das suas certezas poderá empreender a mais fascinante das navegações, num domínio para ele descortinado […]."
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1973, "Véspera da Água" é um dos livros de Eugénio de Andrade onde, porventura, está mais presente o ofício da poesia e o exercício extremo da razão e da depuração da escrita. Disse Eugénio de si próprio não ser "[…] um poeta inspirado, o poema é em mim conquistado sílaba a sílaba." Como diz Carlo Vittorio Cattaneo, "Esta predisposição a racionalizar o processo criativo encontra um dos seus mais altos momentos em "Véspera da Água", uma obra dentre as mais complexas e homogéneas do poeta." O prefácio da presente edição é assinado por Federico Bertolazzi, que nos lança este repto: "O leitor que estiver disposto a abandonar o cais seguro das suas certezas poderá empreender a mais fascinante das navegações, num domínio para ele descortinado […]."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/vespera-da-agua-de-eugenio-de-andrade-5272783');
});">
Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"O nosso objectivo era fazer o melhor que pudéssemos para caracterizar Portugal, de forma geral, em nove episódios de temas diversos. Queríamos criar uma Bíblia de costumes, tradições, taras, defeitos e manias (meti o "defeitos" ali no meio, porque ficava estranho "taras" e "manias" junto) dos portugueses. Não seremos nós a dizer se conseguimos ou não. Resta-nos a glória de podermos afirmar que tudo o que está neste livro, aconteceu na realidade." - RSC"Very Typical" é o livro humorístico que retrata os piores hábitos dos portugueses, dividido pelos seguintes temas: férias, noite, as dez pessoas que não deviam existir, mulheres, homens, as dez piores coisas que podem acontecer a um português, tradições, redes sociais e música.Sempre com uma visão mordaz que choca as sensibilidades mais conservadoras, que não se inibe de exemplificar com personalidades nacionais e internacionais, Rui Sinel de Cordes retrata o povo português com a intensidade e a caricatura que o humor levado ao extremo permite.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"O nosso objectivo era fazer o melhor que pudéssemos para caracterizar Portugal, de forma geral, em nove episódios de temas diversos. Queríamos criar uma Bíblia de costumes, tradições, taras, defeitos e manias (meti o "defeitos" ali no meio, porque ficava estranho "taras" e "manias" junto) dos portugueses. Não seremos nós a dizer se conseguimos ou não. Resta-nos a glória de podermos afirmar que tudo o que está neste livro, aconteceu na realidade." - RSC"Very Typical" é o livro humorístico que retrata os piores hábitos dos portugueses, dividido pelos seguintes temas: férias, noite, as dez pessoas que não deviam existir, mulheres, homens, as dez piores coisas que podem acontecer a um português, tradições, redes sociais e música.Sempre com uma visão mordaz que choca as sensibilidades mais conservadoras, que não se inibe de exemplificar com personalidades nacionais e internacionais, Rui Sinel de Cordes retrata o povo português com a intensidade e a caricatura que o humor levado ao extremo permite.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/very-typical-os-piores-habitos-dos-portugueses-de-rui-sinel-de-cordes-5741931');
});">
Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/very-short-history-of-portugal-de-a-h-de-oliveira-marques-6533323');
});">
Edição: Out 2017
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Paris, 1940. O ex-detetive Roger Flavières é contactado por um velho conhecido, que lhe pede um estranho favor. A mulher tem tido um comportamento invulgar - ausências misteriosas, uma melancolia que a leva a contemplar as águas do Sena durante horas a fio, visitas a um cemitério - e ele quer que o amigo a vigie para descobrir o que se passa. Intrigado, Flavières aceita… e dedica-se a seguir todos os passos da estonteante Madeleine. A curiosidade depressa dá lugar à obsessão, os sonhos ao pesadelo, à medida que a linha entre realidade e ilusão se esbate. De Paris a Marselha, de Madeleine a Renée, esta é a história de um homem desesperado, atormentado pela busca da verdade, e que acaba por ser destruído por um segredo obscuro e terrível. Foi este livro que serviu de inspiração ao filme de Alfred Hitchcock, A Mulher Que Viveu Duas Vezes, com James Stewart e Kim Novak nos papéis principais, considerado obra-prima e filme de culto.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Paris, 1940. O ex-detetive Roger Flavières é contactado por um velho conhecido, que lhe pede um estranho favor. A mulher tem tido um comportamento invulgar - ausências misteriosas, uma melancolia que a leva a contemplar as águas do Sena durante horas a fio, visitas a um cemitério - e ele quer que o amigo a vigie para descobrir o que se passa. Intrigado, Flavières aceita… e dedica-se a seguir todos os passos da estonteante Madeleine. A curiosidade depressa dá lugar à obsessão, os sonhos ao pesadelo, à medida que a linha entre realidade e ilusão se esbate. De Paris a Marselha, de Madeleine a Renée, esta é a história de um homem desesperado, atormentado pela busca da verdade, e que acaba por ser destruído por um segredo obscuro e terrível. Foi este livro que serviu de inspiração ao filme de Alfred Hitchcock, A Mulher Que Viveu Duas Vezes, com James Stewart e Kim Novak nos papéis principais, considerado obra-prima e filme de culto.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/vertigo-de-thomas-narcejac-e-pierre-boileau-6344061');
});">
Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Depois de um embate com um famigerado terrorista conhecido como O Leopardo, John Corey saiu da Unidade Antiterrorista e regressou a casa, na cidade de Nova Iorque. Arranjou emprego no Grupo de Vigilância Diplomática (DSG). Embora se pense que a nova tarefa de Corey no DSG - vigiar diplomatas russos que trabalham na missão na ONU - é um "trabalho calmo", ele não se importou nada de se livrar das garras do FBI, libertando-se da burocracia da vida de escritório. Corey apercebe-se, contudo, de algo que o Governo dos Estados Unidos deixou escapar: a ameaça bem real de uma Rússia que está a ressurgir. Clarividente e arrepiante, o novo romance de DeMille levanos ao coração de uma nova Guerra Fria, com uma conspiração que tem Manhattan na mira e obriga a um verdadeiro contrarrelógio.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Depois de um embate com um famigerado terrorista conhecido como O Leopardo, John Corey saiu da Unidade Antiterrorista e regressou a casa, na cidade de Nova Iorque. Arranjou emprego no Grupo de Vigilância Diplomática (DSG). Embora se pense que a nova tarefa de Corey no DSG - vigiar diplomatas russos que trabalham na missão na ONU - é um "trabalho calmo", ele não se importou nada de se livrar das garras do FBI, libertando-se da burocracia da vida de escritório. Corey apercebe-se, contudo, de algo que o Governo dos Estados Unidos deixou escapar: a ameaça bem real de uma Rússia que está a ressurgir. Clarividente e arrepiante, o novo romance de DeMille levanos ao coração de uma nova Guerra Fria, com uma conspiração que tem Manhattan na mira e obriga a um verdadeiro contrarrelógio.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/vertigem-assassina-de-nelson-demille-5857741');
});">
Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Composto por poemas em prosa, "Vertentes do Olhar" é composto por poemas que abarcam mais de quarenta anos de produção poética do autor. "Entre o mais antigo poema deste livro ("Fábula", 1946) e o mais recente ("A Sereia do Báltico", 1988) passaram mais de quarenta anos. É uma vida à procura de uma voz. A melodia do homem nasce dessa busca incessante: descobre-se quando nos descobrimos. Não foi fácil: desaprender custa mais do que aprender. Estarei agora, ao menos, mais perto desse dizer que ajude outros a falar?". COM OS OLHOS Talvez um dia. Talvez um dia alcancemos essa voz, já sem o peso da luz sobre os ombros. Os olhos chegarão então ao fim da sua tarefa; os olhos, instrumentos felizes da realidade mais real. Porque ver sempre foi tocar. Tocar uma a uma cada coisa com os olhos, antes da mão se aproximar para recolher os últimos brilhos de setembro. Vede como se afasta com fulva lentidão de tigre.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Composto por poemas em prosa, "Vertentes do Olhar" é composto por poemas que abarcam mais de quarenta anos de produção poética do autor. "Entre o mais antigo poema deste livro ("Fábula", 1946) e o mais recente ("A Sereia do Báltico", 1988) passaram mais de quarenta anos. É uma vida à procura de uma voz. A melodia do homem nasce dessa busca incessante: descobre-se quando nos descobrimos. Não foi fácil: desaprender custa mais do que aprender. Estarei agora, ao menos, mais perto desse dizer que ajude outros a falar?". COM OS OLHOS Talvez um dia. Talvez um dia alcancemos essa voz, já sem o peso da luz sobre os ombros. Os olhos chegarão então ao fim da sua tarefa; os olhos, instrumentos felizes da realidade mais real. Porque ver sempre foi tocar. Tocar uma a uma cada coisa com os olhos, antes da mão se aproximar para recolher os últimos brilhos de setembro. Vede como se afasta com fulva lentidão de tigre.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/vertentes-do-olhar-de-eugenio-de-andrade-5802931');
});">
Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Na primeira parte deste livro, dirigida aos mais novos, as palavras entretêm-se por vezes nos seus jogos de sons e de significados. Na segunda parte, disfarçadas de meninas sérias, convidam leitores mais crescidos a partir com elas a descobrir mundos: o dia, a noite, os seres que os povoam. E assim procuram dar a ver o avesso de cada coisa ou de cada criatura, escondido no reverso de um verso ou de uma palavra. Não foi sempre essa uma das ambições da poesia?
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Na primeira parte deste livro, dirigida aos mais novos, as palavras entretêm-se por vezes nos seus jogos de sons e de significados. Na segunda parte, disfarçadas de meninas sérias, convidam leitores mais crescidos a partir com elas a descobrir mundos: o dia, a noite, os seres que os povoam. E assim procuram dar a ver o avesso de cada coisa ou de cada criatura, escondido no reverso de um verso ou de uma palavra. Não foi sempre essa uma das ambições da poesia?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/versos-com-reversos-de-joao-pedro-messeder-5596538');
});">
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Veronika parece ter tudo aquilo que alguém pode desejar: juventude e beleza, namorados e amigos, uma família que a ama, um trabalho que a satisfaz. Mas falta algo na sua vida. Por isso, na manhã de 11 de Novembro de 1997, Veronika decide morrer. Toda uma mão-cheia de comprimidos, pensando nunca mais acordar… mas desperta num hospital, onde lhe dizem que, como consequência da sobredose que tomou, tem apenas alguns dias para viver. Ao longo destas páginas, acompanhamos estes intensos dias em que, num estado de sensibilidade apurada, Veronika descobre emoções que nunca se tinha permitido sentir: ódio, medo, curiosidade, amor e até atração sexual. Pouco a pouco, compreende que, no cruzamento entre o desespero e a liberdade, cada momento da vida constitui uma escolha - e uma nova oportunidade.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Veronika parece ter tudo aquilo que alguém pode desejar: juventude e beleza, namorados e amigos, uma família que a ama, um trabalho que a satisfaz. Mas falta algo na sua vida. Por isso, na manhã de 11 de Novembro de 1997, Veronika decide morrer. Toda uma mão-cheia de comprimidos, pensando nunca mais acordar… mas desperta num hospital, onde lhe dizem que, como consequência da sobredose que tomou, tem apenas alguns dias para viver. Ao longo destas páginas, acompanhamos estes intensos dias em que, num estado de sensibilidade apurada, Veronika descobre emoções que nunca se tinha permitido sentir: ódio, medo, curiosidade, amor e até atração sexual. Pouco a pouco, compreende que, no cruzamento entre o desespero e a liberdade, cada momento da vida constitui uma escolha - e uma nova oportunidade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/veronika-decide-morrer-de-paulo-coelho-8013577');
});">
Edição: Ago 2011
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quando um mercenário ucraniano conhecido por Gengis Khan assalta a casa do banqueiro Ramiro de Sá, além de um segurança morto e das jóias roubadas, deixa atrás de si um problema inesperado: do cofre do banqueiro foi também levado o passaporte de Valentim Zadenko, um emissário do partido comunista da União Soviética que entrou em Lisboa no dia 24 de Novembro de 1975 e aí desapareceu misteriosamente. Enquanto o inspector Joel Franco, da Polícia Judiciária, investiga o homicídio do vigilante, o passaporte torna-se uma relíquia que muitos querem deitar a mão: não só o próprio Ramiro de Sá, mas também o chefe da máfia russa, um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, um veterano do PCUS que foi camarada de Zadenko e ainda Svetlana, a filha do operacional desaparecido, que vem para Lisboa à sua procura, alertada por um angolano que estudou em Moscovo e participou no assalto. Na busca do documento, todos os caminhos acabarão, mais tarde ou mais cedo, por ir dar a Ulianov, um ex-KGB especialmente treinado que em Portugal se tornou dirigente de um grupo criminoso. Joel terá de contar com a sua ajuda para desenterrar uma conspiração criminosa que nasceu no PREC e envolveu militares revolucionários, banqueiros, assassinos … e várias garrafas de Barca Velha. "Não Matarás" é uma série de thrillers ambientados em Portugal e com personagens portuguesas. O seu protagonista é Joel Franco, inspector na Secção de Homicídios da Polícia Judiciária que, em todos os crimes que resolve, sabe estar a vingar uma morte a que assistiu na infância.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quando um mercenário ucraniano conhecido por Gengis Khan assalta a casa do banqueiro Ramiro de Sá, além de um segurança morto e das jóias roubadas, deixa atrás de si um problema inesperado: do cofre do banqueiro foi também levado o passaporte de Valentim Zadenko, um emissário do partido comunista da União Soviética que entrou em Lisboa no dia 24 de Novembro de 1975 e aí desapareceu misteriosamente. Enquanto o inspector Joel Franco, da Polícia Judiciária, investiga o homicídio do vigilante, o passaporte torna-se uma relíquia que muitos querem deitar a mão: não só o próprio Ramiro de Sá, mas também o chefe da máfia russa, um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, um veterano do PCUS que foi camarada de Zadenko e ainda Svetlana, a filha do operacional desaparecido, que vem para Lisboa à sua procura, alertada por um angolano que estudou em Moscovo e participou no assalto. Na busca do documento, todos os caminhos acabarão, mais tarde ou mais cedo, por ir dar a Ulianov, um ex-KGB especialmente treinado que em Portugal se tornou dirigente de um grupo criminoso. Joel terá de contar com a sua ajuda para desenterrar uma conspiração criminosa que nasceu no PREC e envolveu militares revolucionários, banqueiros, assassinos … e várias garrafas de Barca Velha. "Não Matarás" é uma série de thrillers ambientados em Portugal e com personagens portuguesas. O seu protagonista é Joel Franco, inspector na Secção de Homicídios da Polícia Judiciária que, em todos os crimes que resolve, sabe estar a vingar uma morte a que assistiu na infância.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/vermelho-da-cor-do-sangue-de-pedro-garcia-rosado-4760247');
});">
Edição: Jul 2011
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O Ruizinho gosta muito de jogar futebol, mas os pais não têm dinheiro para lhe comprar uma bola. O Ruizinho estava furioso com isso e nem se despediu da mãe quando foi para a escola. E no caminho zangou-se também com a Caty, de quem gostava muito, só por ela lhe dizer que não devia ter inveja dos meninos que têm uma bola. Quando chegou a hora do recreio, o Ruizinho foi jogar à bola com o Miguel Broncas, um colega muito traquina que impunha uma regra muito antipática: como a bola era dele, só ele é que podia marcar golos. A meio do jogo, o Ruizinho faz um passe para o Miguel Broncas para ele marcar um golo, mas a bola acertou-lhe em cheio na cara e todos os colegas se desataram a rir. O Ruizinho estava em apuros. Será que o Dragãozinho Azul apareceu para o salvar?
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O Ruizinho gosta muito de jogar futebol, mas os pais não têm dinheiro para lhe comprar uma bola. O Ruizinho estava furioso com isso e nem se despediu da mãe quando foi para a escola. E no caminho zangou-se também com a Caty, de quem gostava muito, só por ela lhe dizer que não devia ter inveja dos meninos que têm uma bola. Quando chegou a hora do recreio, o Ruizinho foi jogar à bola com o Miguel Broncas, um colega muito traquina que impunha uma regra muito antipática: como a bola era dele, só ele é que podia marcar golos. A meio do jogo, o Ruizinho faz um passe para o Miguel Broncas para ele marcar um golo, mas a bola acertou-lhe em cheio na cara e todos os colegas se desataram a rir. O Ruizinho estava em apuros. Será que o Dragãozinho Azul apareceu para o salvar?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/verde-de-inveja-de-paulo-sousa-e-costa-4734756');
});">
Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este livro vai tornar-te um verdadeiro sabichão!Passas um ano da tua vida na casa de banho. Fumar leva a que os dentes caiam. O teu corpo contém ferro suficiente para se fazer um prego. Ler debaixo do cobertor dá cabo dos olhos.A partir de crenças populares sobre o corpo humano, este livro desconstrói lendas e mitos urbanos, aponta o dedo para grandes mentiras e revela aspetos tanto fascinantes como repugnantes do nosso organismo.Totalmente à prova de tretas...100% garantido!
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este livro vai tornar-te um verdadeiro sabichão!Passas um ano da tua vida na casa de banho. Fumar leva a que os dentes caiam. O teu corpo contém ferro suficiente para se fazer um prego. Ler debaixo do cobertor dá cabo dos olhos.A partir de crenças populares sobre o corpo humano, este livro desconstrói lendas e mitos urbanos, aponta o dedo para grandes mentiras e revela aspetos tanto fascinantes como repugnantes do nosso organismo.Totalmente à prova de tretas...100% garantido!
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/verdade-ou-mito-podes-encher-uma-piscina-com-o-teu-proprio-cuspo-corpo-humano-de-paul-mason-5575561');
});">
Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Haveria de chegar o dia em que as palavras encostar-se-iam umas às outras a fazer cama de vento, assobio chuvoso de prosa em distância de ponte, falésia morna para receber as quatro chuvas, a muitas mãos, a muitos sonhos.Este livrinho nasceu pelo e para o afeto das amizades. E está inconcluso, em progresso, porque, mesmo para o leitor, outros verbetes estarão nas vizinhanças das páginas, como que em revoo de pássaros. E é um livro da nossa língua, a nossa língua brasileira, angolana, portuguesa, diversa e única, cordas de muitos tons em um mesmo instrumento. Pela língua, a nossa língua, fotografamos as nossas memórias verdadeiras e inventadas, porque recriam o que já ficou tão distante e também não nos abandona.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Haveria de chegar o dia em que as palavras encostar-se-iam umas às outras a fazer cama de vento, assobio chuvoso de prosa em distância de ponte, falésia morna para receber as quatro chuvas, a muitas mãos, a muitos sonhos.Este livrinho nasceu pelo e para o afeto das amizades. E está inconcluso, em progresso, porque, mesmo para o leitor, outros verbetes estarão nas vizinhanças das páginas, como que em revoo de pássaros. E é um livro da nossa língua, a nossa língua brasileira, angolana, portuguesa, diversa e única, cordas de muitos tons em um mesmo instrumento. Pela língua, a nossa língua, fotografamos as nossas memórias verdadeiras e inventadas, porque recriam o que já ficou tão distante e também não nos abandona.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/verbetes-para-um-dicionario-afetivo-de-paulinho-assuncao-5752568');
});">
Edição: Out 2012
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Há tragédias e há comédias, não é verdade? E são frequentemente semelhantes, um pouco como os homens e as mulheres. Uma comédia depende de parar a história exactamente no momento certo." Esta é a voz de Mia Fredrickson, a viperina e trágico-cómica narradora de "Verão Sem Homens". Mia é obrigada a examinar a sua vida no dia em que, sem pré-aviso e depois de trinta anos de casamento, o seu marido lhe pede "um tempo". Após um período de internamento num hospital psiquiátrico, ela decide passar o Verão na sua cidade natal, onde a mãe vive num lar de idosos. Sozinha em casa, Mia entrega-se à fúria e à autocomiseração. Mas, lenta e ardilosamente, a pequena comunidade rural insinua-se na sua esfera pessoal. Os "Cinco Cisnes" - um surpreendente grupo constituído pela sua mãe e as amigas -, a jovem vizinha, as adolescentes que frequentam o seu workshop de poesia… uma multiplicidade de vozes, vulnerabilidades, pequenas tiranias e desafios que resultarão na mais improvável das relações.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Há tragédias e há comédias, não é verdade? E são frequentemente semelhantes, um pouco como os homens e as mulheres. Uma comédia depende de parar a história exactamente no momento certo." Esta é a voz de Mia Fredrickson, a viperina e trágico-cómica narradora de "Verão Sem Homens". Mia é obrigada a examinar a sua vida no dia em que, sem pré-aviso e depois de trinta anos de casamento, o seu marido lhe pede "um tempo". Após um período de internamento num hospital psiquiátrico, ela decide passar o Verão na sua cidade natal, onde a mãe vive num lar de idosos. Sozinha em casa, Mia entrega-se à fúria e à autocomiseração. Mas, lenta e ardilosamente, a pequena comunidade rural insinua-se na sua esfera pessoal. Os "Cinco Cisnes" - um surpreendente grupo constituído pela sua mãe e as amigas -, a jovem vizinha, as adolescentes que frequentam o seu workshop de poesia… uma multiplicidade de vozes, vulnerabilidades, pequenas tiranias e desafios que resultarão na mais improvável das relações.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/verao-sem-homens-de-siri-hustvedt-4968842');
});">
Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em 1959, a revista "Life" encarregou Ernest Hemingway de fazer a cobertura de um acontecimento extraordinário que ia ter lugar em Espanha, durante esse verão. Com efeito, estava previsto que aí se defrontassem, na arena, dois dos mais célebres toureiros de todos os tempos, Antonio Ordóñez e Luis Miguel Dominguín. Durante meses, Hemingway viveu junto destes carismáticos matadores, acompanhou os seus esplendorosos triunfos e as suas derrotas dolorosas. O livro que nasceu dessa encomenda, "Verão Perigoso", é uma das obras de referência sobre a arte do toureio, mas é também o testemunho melancólico de um homem que, aos sessenta anos, sabe que se aproxima da morte e regressa a um palco que tanto o havia cativado na sua juventude. Foi o último trabalho de fôlego realizado por Hemingway.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em 1959, a revista "Life" encarregou Ernest Hemingway de fazer a cobertura de um acontecimento extraordinário que ia ter lugar em Espanha, durante esse verão. Com efeito, estava previsto que aí se defrontassem, na arena, dois dos mais célebres toureiros de todos os tempos, Antonio Ordóñez e Luis Miguel Dominguín. Durante meses, Hemingway viveu junto destes carismáticos matadores, acompanhou os seus esplendorosos triunfos e as suas derrotas dolorosas. O livro que nasceu dessa encomenda, "Verão Perigoso", é uma das obras de referência sobre a arte do toureio, mas é também o testemunho melancólico de um homem que, aos sessenta anos, sabe que se aproxima da morte e regressa a um palco que tanto o havia cativado na sua juventude. Foi o último trabalho de fôlego realizado por Hemingway.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/verao-perigoso-de-ernest-hemingway-6003722');
});">
Edição: Fev 2010
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um jovem biógrafo inglês trabalha num livro sobre o falecido escritor John Coetzee. O seu projecto é concentrar-se nos anos entre 1972 e 1977, época em que Coetzee, então na casa dos 30, compartilhava com o pai viúvo uma degradada casa rural nos arredores da Cidade do Cabo. Trata-se, segundo o biógrafo depreende, do período em que aquele estava "a apalpar terreno como escritor".Sem nunca ter conhecido pessoalmente Coetzee, abalança-se a uma série de entrevistas a pessoas que foram importantes para ele: uma mulher casada com quem teve um caso, a sua prima preferida, Margot, uma bailarina brasileira cuja filha teve aulas de Inglês com ele, e velhos amigos e colegas. A partir dos seus testemunhos surge um retrato do jovem Coetzee como um indivíduo desajeitado e livresco, dotado de pouco talento para se abrir com os outros. No seio da família é visto como um forasteiro, alguém que tentou fugir da tribo e que agora voltou, mais contido. Na África do Sul da época, a sua obstinação em fazer trabalhos braçais, o cabelo e a barba crescidos e os boatos segundo os quais escreve poesia, não suscitam outra coisa que não a desconfiança. Ora comovente, ora francamente divertido, "Verão" mostra-nos um grande escritor em pleno aquecimento para o seu trabalho. "Verão" completa a trilogia de memórias ficcionadas que se iniciou com "Boyhood" e "Youth".
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um jovem biógrafo inglês trabalha num livro sobre o falecido escritor John Coetzee. O seu projecto é concentrar-se nos anos entre 1972 e 1977, época em que Coetzee, então na casa dos 30, compartilhava com o pai viúvo uma degradada casa rural nos arredores da Cidade do Cabo. Trata-se, segundo o biógrafo depreende, do período em que aquele estava "a apalpar terreno como escritor".Sem nunca ter conhecido pessoalmente Coetzee, abalança-se a uma série de entrevistas a pessoas que foram importantes para ele: uma mulher casada com quem teve um caso, a sua prima preferida, Margot, uma bailarina brasileira cuja filha teve aulas de Inglês com ele, e velhos amigos e colegas. A partir dos seus testemunhos surge um retrato do jovem Coetzee como um indivíduo desajeitado e livresco, dotado de pouco talento para se abrir com os outros. No seio da família é visto como um forasteiro, alguém que tentou fugir da tribo e que agora voltou, mais contido. Na África do Sul da época, a sua obstinação em fazer trabalhos braçais, o cabelo e a barba crescidos e os boatos segundo os quais escreve poesia, não suscitam outra coisa que não a desconfiança. Ora comovente, ora francamente divertido, "Verão" mostra-nos um grande escritor em pleno aquecimento para o seu trabalho. "Verão" completa a trilogia de memórias ficcionadas que se iniciou com "Boyhood" e "Youth".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/verao-de-j-m-coetzee-4404616');
});">
Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Poucas mulheres marcaram tanto o século XX português como Vera Lagoa. De carácter destemido e opiniões fortes, a sua voz livre foi uma lufada de ar fresco no jornalismo português. Na coluna "Bisbilhotices", no "Diário Popular", comentou a sociedade do final do Estado Novo de forma atrevida, mordaz, indiscreta ao ponto de provocar o escândalo. No pós-25 de Abril, foi das raras vozes independentes, dissonantes, sem compromissos nem cálculo, que se atreveu a criticar os novos poderes instituídos. Pela mão da historiadora Maria João da Câmara chega-nos finalmente a sua biografia. De uma menina marcada pela figura trágica do pai até à jovem precoce no trabalho, no casamento e na maternidade; de uma habitué dos ambientes intelectuais e artísticos sofisticados da Lisboa do pós-guerra - onde encontra Amália Rodrigues, Sttau Monteiro, Cesariny, Natália Correia, Ary dos Santos e José Manuel Tengarrinha, o amor da sua vida - à sua entrada nos meios oposicionistas e apoio à candidatura de Humberto Delgado, em 1956. Da invenção "por desespero" do pseudónimo Vera Lagoa para o "Diário Popular" de Pinto Balsemão, à sua grande esperança, e posterior desilusão, com o regime democrático, registadas de forma corajosa e contundente no seu jornal "O Diabo", "Vera Lagoa - Um diabo de saias" é o registo do percurso tão notável quanto acidentado de uma mulher à frente do seu tempo. Fruto de uma pesquisa admirável com recurso a diversas fontes históricas, nomeadamente ao arquivo pessoal de Vera Lagoa e a entrevistas com familiares, amigos e colaboradores que a conheceram de perto, através da história desta mulher, Maria João da Câmara dá a conhecer uma sociedade, se não desconhecida, pelo menos esquecida, que vale a pena conhecer: a sociedade portuguesa na segunda metade do século passado.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Poucas mulheres marcaram tanto o século XX português como Vera Lagoa. De carácter destemido e opiniões fortes, a sua voz livre foi uma lufada de ar fresco no jornalismo português. Na coluna "Bisbilhotices", no "Diário Popular", comentou a sociedade do final do Estado Novo de forma atrevida, mordaz, indiscreta ao ponto de provocar o escândalo. No pós-25 de Abril, foi das raras vozes independentes, dissonantes, sem compromissos nem cálculo, que se atreveu a criticar os novos poderes instituídos. Pela mão da historiadora Maria João da Câmara chega-nos finalmente a sua biografia. De uma menina marcada pela figura trágica do pai até à jovem precoce no trabalho, no casamento e na maternidade; de uma habitué dos ambientes intelectuais e artísticos sofisticados da Lisboa do pós-guerra - onde encontra Amália Rodrigues, Sttau Monteiro, Cesariny, Natália Correia, Ary dos Santos e José Manuel Tengarrinha, o amor da sua vida - à sua entrada nos meios oposicionistas e apoio à candidatura de Humberto Delgado, em 1956. Da invenção "por desespero" do pseudónimo Vera Lagoa para o "Diário Popular" de Pinto Balsemão, à sua grande esperança, e posterior desilusão, com o regime democrático, registadas de forma corajosa e contundente no seu jornal "O Diabo", "Vera Lagoa - Um diabo de saias" é o registo do percurso tão notável quanto acidentado de uma mulher à frente do seu tempo. Fruto de uma pesquisa admirável com recurso a diversas fontes históricas, nomeadamente ao arquivo pessoal de Vera Lagoa e a entrevistas com familiares, amigos e colaboradores que a conheceram de perto, através da história desta mulher, Maria João da Câmara dá a conhecer uma sociedade, se não desconhecida, pelo menos esquecida, que vale a pena conhecer: a sociedade portuguesa na segunda metade do século passado.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/vera-lagoa-um-diabo-de-saias-de-maria-joao-da-camara-7441406');
});">
Edição: Set 2014
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Neste poderoso romance de um dos mais importantes escritores de Israel, Momik, o único filho de um casal de sobreviventes do Holocausto, cresce à sombra da história dos pais.Decidido a exorcizar a "Besta nazi" das suas vidas destruídas, e preparando-se para um segundo holocausto que sabe que virá, Momik protege-se de todo o sentimento e apego. Mas através das histórias que o seu tio-avô lhe conta - as mesmas que contou ao comandante de um campo de concentração nazi -, Momik fica, também ele, "infetado de humanidade".Fundindo magistralmente visão, pensamento e emoção, "Ver: Amor", de David Grossman, é um romance luminoso, imaginativo e profundamente tocante.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Neste poderoso romance de um dos mais importantes escritores de Israel, Momik, o único filho de um casal de sobreviventes do Holocausto, cresce à sombra da história dos pais.Decidido a exorcizar a "Besta nazi" das suas vidas destruídas, e preparando-se para um segundo holocausto que sabe que virá, Momik protege-se de todo o sentimento e apego. Mas através das histórias que o seu tio-avô lhe conta - as mesmas que contou ao comandante de um campo de concentração nazi -, Momik fica, também ele, "infetado de humanidade".Fundindo magistralmente visão, pensamento e emoção, "Ver: Amor", de David Grossman, é um romance luminoso, imaginativo e profundamente tocante.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/ver-amor-de-david-grossman-5407623');
});">
Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 84
Sinopse:
Novo título da colecção de Pedro Mexia. Uma das vozes mais promissoras e desconcertantes da nova poesia portuguesa.
Nº Páginas: 84
Sinopse:
Novo título da colecção de Pedro Mexia. Uma das vozes mais promissoras e desconcertantes da nova poesia portuguesa.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/ver-no-escuro-de-claudia-r-sampaio-5767843');
});">
Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Antologia dos principais textos de uns dos mais marcantes pensadores da cultura portuguesa do século XX falecido no final de 2020. Selecção das principais questões e autores sobres os quais Eduardo Lourenço reflectiu feita por Guilherme d’Oliveira Martins, um profundo conhecedor da obra do ensaísta e um dos seus amigos mais próximos. Textos sobre a saudade, Camões, Antero e Pessoa, entre outros, num livro de homenagem a Eduardo Lourenço e que introduz de forma privilegiada o leitor no seu pensamento. Uma excelente introdução que permite aos que queiram aprofundar as leituras das suas obras o façam com maior segurança e conhecimento. "Antologiar um autor tão diverso e multifacetado é tarefa complexa, mas apaixonante. Os textos e as ideias encadeiam-se - numa procura permanente de posição e de sentido. O labirinto que o ensaísta percorre traz-nos a saudade não como melancolia ou como lembrança e desejo, mas como interrogação e dúvida, paradoxo e demanda de síntese. A paixão por Camões, Antero e Pessoa significa a procura de compreender a cultura como um diálogo permanente entre o sublime e a vida comum, a unidade e a diversidade..." "Guilherme d’Oliveira Martins" "A Eduardo Lourenço devemos a lição de interrogar não só a vida, mas também a morte com sabedoria, distanciamento e serenidade, lutando para conter a história nos limites do humanamente aceitável, tarefa como sabemos trabalhosa e inacabada, mas também indeclinável se quisermos que a civilização e o humanismo sejam mais do que uma abstração." "José Tolentino Mendonça"
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Antologia dos principais textos de uns dos mais marcantes pensadores da cultura portuguesa do século XX falecido no final de 2020. Selecção das principais questões e autores sobres os quais Eduardo Lourenço reflectiu feita por Guilherme d’Oliveira Martins, um profundo conhecedor da obra do ensaísta e um dos seus amigos mais próximos. Textos sobre a saudade, Camões, Antero e Pessoa, entre outros, num livro de homenagem a Eduardo Lourenço e que introduz de forma privilegiada o leitor no seu pensamento. Uma excelente introdução que permite aos que queiram aprofundar as leituras das suas obras o façam com maior segurança e conhecimento. "Antologiar um autor tão diverso e multifacetado é tarefa complexa, mas apaixonante. Os textos e as ideias encadeiam-se - numa procura permanente de posição e de sentido. O labirinto que o ensaísta percorre traz-nos a saudade não como melancolia ou como lembrança e desejo, mas como interrogação e dúvida, paradoxo e demanda de síntese. A paixão por Camões, Antero e Pessoa significa a procura de compreender a cultura como um diálogo permanente entre o sublime e a vida comum, a unidade e a diversidade..." "Guilherme d’Oliveira Martins" "A Eduardo Lourenço devemos a lição de interrogar não só a vida, mas também a morte com sabedoria, distanciamento e serenidade, lutando para conter a história nos limites do humanamente aceitável, tarefa como sabemos trabalhosa e inacabada, mas também indeclinável se quisermos que a civilização e o humanismo sejam mais do que uma abstração." "José Tolentino Mendonça"
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/ver-e-ser-visto-de-eduardo-lourenco-7442657');
});">
Edição: Set 2022
Nº Páginas: 16
Sinopse:
Dos animais da capoeira aos legumes e utensílios da horta, este livro apresenta uma variada seleção de palavras e imagens sobre a QUINTA, que estimularão a criança na descoberta do mundo que a rodeia.
Nº Páginas: 16
Sinopse:
Dos animais da capoeira aos legumes e utensílios da horta, este livro apresenta uma variada seleção de palavras e imagens sobre a QUINTA, que estimularão a criança na descoberta do mundo que a rodeia.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/ver-e-aprender-a-vida-na-quinta-de-carine-fontaine-e-adeline-pierre-7645145');
});">
Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Carlos Moedas apresenta as grandes questões Europeias, abrindo-as ao debate público, numa linguagem clara e sem os habituais eufemismos políticos. "Vento Suão, Portugal e a Europa" é também uma forma de levar o leitor a partilhar o dia a dia da Comissão Europeia, a experiência ao vivo do projecto europeu em que os portugueses acreditam. Um livro no olho do furacão que foram os últimos anos, cinco anos em que a Europa enfrentou o Brexit, a crise dos refugiados, o terrorismo, as dificuldades na Grécia, populismos de diversos tipos e geografias e um crescimento do eurocepticismo. E numa nota pessoal, Carlos Moedas diz que chamou "Vento Suão" a este seu livro "em homenagem ao meu pai, um homem que durante toda a vida lutou pela liberdade e que por muitos anos assinou uma coluna no Diário do Alentejo com o mesmo nome. Essa brisa quente e suave vinda do Sul era para ele um convite a uma salutar inquietude, um sinal que nos lembra que na vida nada pode ser dado como certo. Esta menção não poderia estar mais ajustada à União Europeia."
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Carlos Moedas apresenta as grandes questões Europeias, abrindo-as ao debate público, numa linguagem clara e sem os habituais eufemismos políticos. "Vento Suão, Portugal e a Europa" é também uma forma de levar o leitor a partilhar o dia a dia da Comissão Europeia, a experiência ao vivo do projecto europeu em que os portugueses acreditam. Um livro no olho do furacão que foram os últimos anos, cinco anos em que a Europa enfrentou o Brexit, a crise dos refugiados, o terrorismo, as dificuldades na Grécia, populismos de diversos tipos e geografias e um crescimento do eurocepticismo. E numa nota pessoal, Carlos Moedas diz que chamou "Vento Suão" a este seu livro "em homenagem ao meu pai, um homem que durante toda a vida lutou pela liberdade e que por muitos anos assinou uma coluna no Diário do Alentejo com o mesmo nome. Essa brisa quente e suave vinda do Sul era para ele um convite a uma salutar inquietude, um sinal que nos lembra que na vida nada pode ser dado como certo. Esta menção não poderia estar mais ajustada à União Europeia."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/vento-suao-portugal-e-a-europa-de-carlos-moedas-7116637');
});">
Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Custódio é um camponês beirão que decide vir para Lisboa estudar. Lurdes, uma lisboeta da Mouraria que sempre conseguiu recompor-se dos duros golpes da vida. Quando o caminho dos dois se cruza, a vida de ambos mudará para sempre. A sua história inicia-se em Portugal e estende-se, depois, a uma Espanha mergulhada na Guerra Civil. É aí que Custódio e Lurdes vão entrelaçar os seus destinos com três outros personagens: o violento Zanelli, o tenente fascista para quem o brado "¡Viva la Muerte!" é um lema de vida; a corajosa Maria del Carmen, uma madrilena das classes altas que se guia por princípios de humanidade num tempo em que a moderação desapareceu; e o sagaz Vorobiov, coronel soviético profundamente desiludido com os rumos da revolução bolchevique. "Vento de Espanha" é um romance sobre amor e coragem, arrependimento e expiação. É também uma impressionante viagem à década de 1930. Seja nos bairros populares de Lisboa, seja na Espanha rasgada em dois, o leitor visitará as ilusões e desilusões políticas daqueles anos de ferro. E irá ver, acima de tudo, os encontros e desencontros das pessoas num mundo em profunda convulsão.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Custódio é um camponês beirão que decide vir para Lisboa estudar. Lurdes, uma lisboeta da Mouraria que sempre conseguiu recompor-se dos duros golpes da vida. Quando o caminho dos dois se cruza, a vida de ambos mudará para sempre. A sua história inicia-se em Portugal e estende-se, depois, a uma Espanha mergulhada na Guerra Civil. É aí que Custódio e Lurdes vão entrelaçar os seus destinos com três outros personagens: o violento Zanelli, o tenente fascista para quem o brado "¡Viva la Muerte!" é um lema de vida; a corajosa Maria del Carmen, uma madrilena das classes altas que se guia por princípios de humanidade num tempo em que a moderação desapareceu; e o sagaz Vorobiov, coronel soviético profundamente desiludido com os rumos da revolução bolchevique. "Vento de Espanha" é um romance sobre amor e coragem, arrependimento e expiação. É também uma impressionante viagem à década de 1930. Seja nos bairros populares de Lisboa, seja na Espanha rasgada em dois, o leitor visitará as ilusões e desilusões políticas daqueles anos de ferro. E irá ver, acima de tudo, os encontros e desencontros das pessoas num mundo em profunda convulsão.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/vento-de-espanha-de-joao-pedro-marques-6119617');
});">
Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 408
Sinopse:
O legado que os Romanos deixaram, assim como a sua influência, podem ainda ser sentidos à nossa volta - do nosso calendário às moedas, da nossa língua às leis - mas o que sabemos ao certo sobre eles?Este livro conta a fantástica, e muitas vezes surpreendente, história dos Romanos e do Império de maior duração da História."Abrange 1200 anos da história de Roma com entusiasmo sem paralelo." Sunday Times
Nº Páginas: 408
Sinopse:
O legado que os Romanos deixaram, assim como a sua influência, podem ainda ser sentidos à nossa volta - do nosso calendário às moedas, da nossa língua às leis - mas o que sabemos ao certo sobre eles?Este livro conta a fantástica, e muitas vezes surpreendente, história dos Romanos e do Império de maior duração da História."Abrange 1200 anos da história de Roma com entusiasmo sem paralelo." Sunday Times
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/veni-vidi-vici-de-peter-jones-5811797');
});">
Edição: Jan 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São raríssimas as autoras portuguesas que abrem a porta da sua intimidade aos leitores. Ao fim de duas dezenas de títulos, Rita Ferro corre esse risco oferecendo-nos a narrativa diária de alguns meses da sua vida, sem artifícios literários, num dos períodos mais sombrios e no rescaldo de perdas nucleares: o maior amigo, a casa onde investiu todas as economias, a mãe, o afastamento daquele que pode ter sido o seu grande amor. "Veneza Pode Esperar" é o balanço autobiográfico de uma pósfeminista pragmática, mas aberta ao mistério, às voltas com o malestar contemporâneo, ao longo de 240 páginas tonalizadas pelo humor, a auto-ironia e a amarga lucidez de quem sabe perder, onde o presente se confunde com a memória e a escritora com uma das suas personagens. Trata-se do primeiro volume de um diário íntimo, coleccionável como um folhetim, sem happy end nem beijos ao pôr do Sol.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São raríssimas as autoras portuguesas que abrem a porta da sua intimidade aos leitores. Ao fim de duas dezenas de títulos, Rita Ferro corre esse risco oferecendo-nos a narrativa diária de alguns meses da sua vida, sem artifícios literários, num dos períodos mais sombrios e no rescaldo de perdas nucleares: o maior amigo, a casa onde investiu todas as economias, a mãe, o afastamento daquele que pode ter sido o seu grande amor. "Veneza Pode Esperar" é o balanço autobiográfico de uma pósfeminista pragmática, mas aberta ao mistério, às voltas com o malestar contemporâneo, ao longo de 240 páginas tonalizadas pelo humor, a auto-ironia e a amarga lucidez de quem sabe perder, onde o presente se confunde com a memória e a escritora com uma das suas personagens. Trata-se do primeiro volume de um diário íntimo, coleccionável como um folhetim, sem happy end nem beijos ao pôr do Sol.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/veneza-pode-esperar-de-rita-ferro-5254483');
});">
Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Jan Morris é hoje o nome mais importante de entre os autores vivos de literatura de viagens. Nas palavras de Paul Theroux, outro dos grandes escritores viajantes do nosso tempo, é "um dos maiores escritores descritivos da língua inglesa". De hoje e de sempre, depreende-se. Por isso ele lhe chama também "um génio da viagem". O livro que tem nas mãos, caro leitor, é já um clássico. Publicado originalmente há meio século, é muitas vezes referido como o livro sobre Veneza. Nele, Jan Morris entrelaça o H grande da História com um apuradíssimo sentido de observação para o h pequeno das histórias do quotidiano. É assim - para dar apenas um exemplo comezinho - que ficamos a saber porque há tantos gatos e porque deixou de haver cavalos em Veneza. A autora, que publicou pela primeira vez este livro, em 1960, ainda com o nome de James Morris e cuja mudança de sexo na década seguinte acrescentou notoriedade à sua já famosa carreira jornalística, é uma figura extraordinária também por razões biográficas. É numa permanente inquietação da viagem que Jan Morris, percorrendo o mundo para o interpretar, tenta revelar o enigma dos lugares que visita tal como se propõe desvendar o seu próprio enigma interior. "Por vezes, rio abaixo, quase penso que o consigo; mas então a luz muda, o vento vira, uma nuvem atravessa-se à frente do sol e o significado de tudo isto volta uma vez mais a escapar-me."
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Jan Morris é hoje o nome mais importante de entre os autores vivos de literatura de viagens. Nas palavras de Paul Theroux, outro dos grandes escritores viajantes do nosso tempo, é "um dos maiores escritores descritivos da língua inglesa". De hoje e de sempre, depreende-se. Por isso ele lhe chama também "um génio da viagem". O livro que tem nas mãos, caro leitor, é já um clássico. Publicado originalmente há meio século, é muitas vezes referido como o livro sobre Veneza. Nele, Jan Morris entrelaça o H grande da História com um apuradíssimo sentido de observação para o h pequeno das histórias do quotidiano. É assim - para dar apenas um exemplo comezinho - que ficamos a saber porque há tantos gatos e porque deixou de haver cavalos em Veneza. A autora, que publicou pela primeira vez este livro, em 1960, ainda com o nome de James Morris e cuja mudança de sexo na década seguinte acrescentou notoriedade à sua já famosa carreira jornalística, é uma figura extraordinária também por razões biográficas. É numa permanente inquietação da viagem que Jan Morris, percorrendo o mundo para o interpretar, tenta revelar o enigma dos lugares que visita tal como se propõe desvendar o seu próprio enigma interior. "Por vezes, rio abaixo, quase penso que o consigo; mas então a luz muda, o vento vira, uma nuvem atravessa-se à frente do sol e o significado de tudo isto volta uma vez mais a escapar-me."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/veneza-de-jan-morris-4328496');
});">
Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 200
Sinopse:
O jovem médico português Sidónio Rosa, perdido de amores pela mulata moçambicana Deolinda, que conheceu em Lisboa num congresso médico, deslocou-se como cooperante para Moçambique em busca da sua amada. Em Vila Cacimba, onde encontra os pais dela, espera pacientemente que ela regresse do estágio que está a frequentar algures. Mas regressará ela algum dia? Entretanto vão-selhe revelando, por entre a névoa que a cobre, os segredos e mistérios, as histórias não contadas de Vila Cacimba — a família dos Sozinhos, Munda e Bartolomeu, o velho marinheiro, o administrador, Suacelência e sua Esposinha, a misteriosa mensageira do vestido cinzento espalhando as flores do esquecimento
Nº Páginas: 200
Sinopse:
O jovem médico português Sidónio Rosa, perdido de amores pela mulata moçambicana Deolinda, que conheceu em Lisboa num congresso médico, deslocou-se como cooperante para Moçambique em busca da sua amada. Em Vila Cacimba, onde encontra os pais dela, espera pacientemente que ela regresse do estágio que está a frequentar algures. Mas regressará ela algum dia? Entretanto vão-selhe revelando, por entre a névoa que a cobre, os segredos e mistérios, as histórias não contadas de Vila Cacimba — a família dos Sozinhos, Munda e Bartolomeu, o velho marinheiro, o administrador, Suacelência e sua Esposinha, a misteriosa mensageira do vestido cinzento espalhando as flores do esquecimento
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/venenos-de-deus-remedios-do-diabo-de-mia-couto-4932148');
});">
