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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A ciência responde a todas as perguntas dos pais. Saber o que é certo para nós e para os nossos filhos parece, por vezes, impossível. Familiares, amigos, colegas e vizinhos estão sempre prontos a dar conselhos, e os muitos blogues que existem podem confundir-nos com as suas informações contraditórias. À medida que a barriga da mãe cresce, aumentam os conselhos não solicitados. Mas, quando se está à espera de um filho, em particular na primeira gravidez, os "factos alternativos" podem criar ansiedade, numa fase em que é fundamental a tranquilidade. Neste livro, a Dra. Agnes Wold, nomeada "Mulher do Ano" na Suécia pelo seu trabalho de informação sobre a saúde das mulheres, e a Dra. Cecilia Chrapkowska, pediatra e especialista em vacinação infantil, fazem uso da sua formação para expor os mitos e rumores que rodeiam a gravidez, o parto, a maternidade e os primeiros anos, mostrando de que forma a realidade sueca e as práticas neste país podem ajudar mães e pais a terem a melhor experiência possível. Do nascimento à amamentação, das alergias às vacinas, saiba o que realmente fazer em cada fase da gravidez e nos primeiros meses de vida do bebé.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A ciência responde a todas as perguntas dos pais. Saber o que é certo para nós e para os nossos filhos parece, por vezes, impossível. Familiares, amigos, colegas e vizinhos estão sempre prontos a dar conselhos, e os muitos blogues que existem podem confundir-nos com as suas informações contraditórias. À medida que a barriga da mãe cresce, aumentam os conselhos não solicitados. Mas, quando se está à espera de um filho, em particular na primeira gravidez, os "factos alternativos" podem criar ansiedade, numa fase em que é fundamental a tranquilidade. Neste livro, a Dra. Agnes Wold, nomeada "Mulher do Ano" na Suécia pelo seu trabalho de informação sobre a saúde das mulheres, e a Dra. Cecilia Chrapkowska, pediatra e especialista em vacinação infantil, fazem uso da sua formação para expor os mitos e rumores que rodeiam a gravidez, o parto, a maternidade e os primeiros anos, mostrando de que forma a realidade sueca e as práticas neste país podem ajudar mães e pais a terem a melhor experiência possível. Do nascimento à amamentação, das alergias às vacinas, saiba o que realmente fazer em cada fase da gravidez e nos primeiros meses de vida do bebé.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Lisboa é uma das mais fascinantes e carismáticas capitais europeias, mas para lá das suas ruas sinuosas e dos seus esplêndidos miradouros, a apenas uma hora de carro em direção a oeste ou a sul, encontram-se das mais deslumbrantes praias da Europa. Mas atenção: apesar de esta região ter sido abençoada com belíssimos areais, perfeitos para banhos de sol, ir à praia pode ser bem mais do que isso, e em Praias Escondidas vai descobrir sugestões para as explorar de uma forma diferente. De passeios de caiaque a caminhadas com o seu cão e a snorkeling em águas cristalinas, encontrará aqui indicações sobre praias para todos os gostos, sejam areais "selvagens", enseadas isoladas ou baías recônditas. E se o que gosta mesmo é de passar horas ao sol ou a dar belos mergulhos… bom, este livro também é para si! Com informação detalhada sobre 32 maravilhosas praias a oeste e a sul de Lisboa, listas de locais ideais para uma vasta gama de atividades e fantásticas fotografias, Praias Escondidas é o seu guia essencial para ficar a conhecer a fundo o nosso belíssimo litoral.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Lisboa é uma das mais fascinantes e carismáticas capitais europeias, mas para lá das suas ruas sinuosas e dos seus esplêndidos miradouros, a apenas uma hora de carro em direção a oeste ou a sul, encontram-se das mais deslumbrantes praias da Europa. Mas atenção: apesar de esta região ter sido abençoada com belíssimos areais, perfeitos para banhos de sol, ir à praia pode ser bem mais do que isso, e em Praias Escondidas vai descobrir sugestões para as explorar de uma forma diferente. De passeios de caiaque a caminhadas com o seu cão e a snorkeling em águas cristalinas, encontrará aqui indicações sobre praias para todos os gostos, sejam areais "selvagens", enseadas isoladas ou baías recônditas. E se o que gosta mesmo é de passar horas ao sol ou a dar belos mergulhos… bom, este livro também é para si! Com informação detalhada sobre 32 maravilhosas praias a oeste e a sul de Lisboa, listas de locais ideais para uma vasta gama de atividades e fantásticas fotografias, Praias Escondidas é o seu guia essencial para ficar a conhecer a fundo o nosso belíssimo litoral.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Retrato de uma burguesia dourada com ampla escolha nas realizações pessoais e profissionais mas que, mesmo assim, sofre um certo desencanto. É um romance que estabelece pontos de identidade e de comunicações fáceis com a geração dos quarenta. Praia das Maçãs tem uma série de personagens soltas mas que acabam por cruzar-se numa tapeçaria literária bem urdida. Cada uma das personagens não tem grandes projectos para o futuro, vivem com raiva e sabor o dia-a-dia, deixando traços do passado, os suficientes para compormos o retrato de cada um deles. A seu modo cada personagem consegue um certo registo de “savoir vivre”, o que não impede de se verem também forçados a dialogar com a angústia. O cenário em Lisboa, Sintra e Praia das Maçãs é magnificamente manejado, completando a identidade do leitor com personagens de que é fácil concluir: “mas nós conhecemos pessoas como estas”.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Retrato de uma burguesia dourada com ampla escolha nas realizações pessoais e profissionais mas que, mesmo assim, sofre um certo desencanto. É um romance que estabelece pontos de identidade e de comunicações fáceis com a geração dos quarenta. Praia das Maçãs tem uma série de personagens soltas mas que acabam por cruzar-se numa tapeçaria literária bem urdida. Cada uma das personagens não tem grandes projectos para o futuro, vivem com raiva e sabor o dia-a-dia, deixando traços do passado, os suficientes para compormos o retrato de cada um deles. A seu modo cada personagem consegue um certo registo de “savoir vivre”, o que não impede de se verem também forçados a dialogar com a angústia. O cenário em Lisboa, Sintra e Praia das Maçãs é magnificamente manejado, completando a identidade do leitor com personagens de que é fácil concluir: “mas nós conhecemos pessoas como estas”.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Aviso: Este livro é contagioso!A terrível história de doenças mortais contadas pelas pestes nojentas que propagam os germes!Testemunha as grandes descobertas científicas e conhece as pessoas que cozinharam as curas.Descobre as piores epidemias da História, da peste negra à tuberculose.Junta-te à guerra aos germes e vê como a ciência ataca as doenças do mundo atual.Este livro divertido e fascinantevai-te contagiar com conhecimento…
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Aviso: Este livro é contagioso!A terrível história de doenças mortais contadas pelas pestes nojentas que propagam os germes!Testemunha as grandes descobertas científicas e conhece as pessoas que cozinharam as curas.Descobre as piores epidemias da História, da peste negra à tuberculose.Junta-te à guerra aos germes e vê como a ciência ataca as doenças do mundo atual.Este livro divertido e fascinantevai-te contagiar com conhecimento…
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Um romance de surpreendente qualidade literária.Uma trama amorosa, várias histórias de vida, que têm como pano de fundo Moçambique da Guerra Colonial e São Tomé da atualidade.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Um romance de surpreendente qualidade literária.Uma trama amorosa, várias histórias de vida, que têm como pano de fundo Moçambique da Guerra Colonial e São Tomé da atualidade.
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Edição: Mai 2008
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Cinco narrativas que oscilam entre o intimista e o irónico. Em Praça de Londres, reúnem-se 5 contos de Lídia Jorge. Além do conto que dá o título à recolha, dela ainda fazem parte "Rue du Rhône", "Branca de Neve" e" Viagem para Dois", narrativas já antes publicadas. O último conto, "Perfume", é um inédito que a autora dedica ao realizador turco Yilmaz Güney, autor do filme Yol. Trata-se de uma espécie de réplica à história de amor que esse filme narra, transplantada para uma outra geografia humana. "Praça de Londres" tem como subtítulo "Cinco Contos Situados", por se tratar de narrativas inscritas em espaços urbanos reconhecíveis e por invocar instantes de vida marcantes, colhidos do quotidiano normal. De um modo geral, o tom destas cinco narrativas oscila entre o intimista e o irónico. A questão da inocência e da perda é um dos temas que lhes dá unidade.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Cinco narrativas que oscilam entre o intimista e o irónico. Em Praça de Londres, reúnem-se 5 contos de Lídia Jorge. Além do conto que dá o título à recolha, dela ainda fazem parte "Rue du Rhône", "Branca de Neve" e" Viagem para Dois", narrativas já antes publicadas. O último conto, "Perfume", é um inédito que a autora dedica ao realizador turco Yilmaz Güney, autor do filme Yol. Trata-se de uma espécie de réplica à história de amor que esse filme narra, transplantada para uma outra geografia humana. "Praça de Londres" tem como subtítulo "Cinco Contos Situados", por se tratar de narrativas inscritas em espaços urbanos reconhecíveis e por invocar instantes de vida marcantes, colhidos do quotidiano normal. De um modo geral, o tom destas cinco narrativas oscila entre o intimista e o irónico. A questão da inocência e da perda é um dos temas que lhes dá unidade.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"A única coisa que Garibaldo não conseguia compreender da vida era a morte." Uma aldeia toscana perto do mar. Uma família de anarquistas, rebeldes por temperamento e tradição, personaliza-se, no decurso de três gerações, em três personagens com nomes emblemáticos: Garibaldo, Quarto e Volturno e nas mulheres combativas e corajosas que os acompanham. É o primeiro livro de Antonio Tabucchi, mas estão já nele todos os elementos das suas obras mais maduras, desde "O Jogo do Reverso" a "Afirma Pereira": o duplo, o gosto pelos equívocos, o fascínio épico, a tensão moral. Nestas páginas, o autor recria com humor e uma subtil melancolia um mundo campesino, arcaico, hoje desaparecido, e reconstrói com fantasiosas trouvailles uma anti-história da Itália do lado dos vencidos, uma fábula popular impregnada do sentido secreto, mas não obscuro, da fragilidade da vida.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"A única coisa que Garibaldo não conseguia compreender da vida era a morte." Uma aldeia toscana perto do mar. Uma família de anarquistas, rebeldes por temperamento e tradição, personaliza-se, no decurso de três gerações, em três personagens com nomes emblemáticos: Garibaldo, Quarto e Volturno e nas mulheres combativas e corajosas que os acompanham. É o primeiro livro de Antonio Tabucchi, mas estão já nele todos os elementos das suas obras mais maduras, desde "O Jogo do Reverso" a "Afirma Pereira": o duplo, o gosto pelos equívocos, o fascínio épico, a tensão moral. Nestas páginas, o autor recria com humor e uma subtil melancolia um mundo campesino, arcaico, hoje desaparecido, e reconstrói com fantasiosas trouvailles uma anti-história da Itália do lado dos vencidos, uma fábula popular impregnada do sentido secreto, mas não obscuro, da fragilidade da vida.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Praça da Canção", de Manuel Alegre, há muito ultrapassou as fronteiras da literatura para assumir uma dimensão simbólica ou mesmo mítica. Quando saiu, no início do ano de 1965, há 50 anos, que com esta edição se assinalam, foi também um incisivo retrato de uma "[…] pátria parada / à beira de um rio triste", foi uma bandeira desfraldada e um rastilho de resistência e luta contra a ditadura. Hoje, cerca de quatro décadas depois da profunda mudança da realidade (aparentemente?) na génese da maioria dos seus poemas, e que em parte explica a sua imediata extraordinária repercussão e influência, a Praça da Canção "continua": sucessivas gerações a leram, ouviram, se calhar cantaram, de certo modo viveram. E isto diz muito, se não tudo.[…]Os versos de PdaC andaram, desde sempre, de boca em boca, de mão em mão, de coração em coração, em simultâneo singular expressão individual de um poeta e vigorosa voz coletiva de um povo.(do Prefácio de José Carlos de Vasconcelos)
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Praça da Canção", de Manuel Alegre, há muito ultrapassou as fronteiras da literatura para assumir uma dimensão simbólica ou mesmo mítica. Quando saiu, no início do ano de 1965, há 50 anos, que com esta edição se assinalam, foi também um incisivo retrato de uma "[…] pátria parada / à beira de um rio triste", foi uma bandeira desfraldada e um rastilho de resistência e luta contra a ditadura. Hoje, cerca de quatro décadas depois da profunda mudança da realidade (aparentemente?) na génese da maioria dos seus poemas, e que em parte explica a sua imediata extraordinária repercussão e influência, a Praça da Canção "continua": sucessivas gerações a leram, ouviram, se calhar cantaram, de certo modo viveram. E isto diz muito, se não tudo.[…]Os versos de PdaC andaram, desde sempre, de boca em boca, de mão em mão, de coração em coração, em simultâneo singular expressão individual de um poeta e vigorosa voz coletiva de um povo.(do Prefácio de José Carlos de Vasconcelos)
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Um livro com conteúdo chocante, um debate imprescindível. "Na Internet e nas redes sociais, a maldade grassa, o fel destila. Assusta-me perceber que há gente que se alimenta disso, que julga e agride os outros com facilidade e sem pudor. Este livro é sobre a violência e sobre a necessidade urgente de mudar. Com ele, pretendo confrontar-nos com a impunidade das agressões que, nas redes sociais, se dirigem não interessa a quem ou com que consequências. Muitos considerarão que este título e o que aqui mostro constituem mais uma provocação. É verdade, este livro é uma provocação, uma chamada de atenção. Mas é também um testemunho que acredito que posso deixar. É uma parte da História e da história das pessoas que, impunemente, optam por agredir. Esta maledicência, esta imensa maldade, num mundo que precisa tanto do oposto, surge porquê? O que leva o ser humano a escrever este tipo de comentários? Um dia, daqui a muito tempo, alguém pegará neste livro e conseguirá entender como eram as redes sociais nesta década do século XXI. Talvez encontre algumas pistas. O que aqui mostro pretende ser uma abertura de caminho para uma análise sociológica que é preciso fazer. Não é para terem pena de mim ou da minha família. É para percebermos que mulheres e homens atacam ferozmente. Na maioria das vezes, sem conhecimento de causa, por inveja pura e simples ou por qualquer outro sentimento que os especialistas saberão identificar melhor do que eu. Quero que este debate se faça. Sou uma profissional da área da comunicação e chego a muita gente. Quero usar essa influência para tentar criar reflexão e discussão em torno de algo que não me afeta só a mim, de algo que me parece que faz de nós, enquanto sociedade, gente menor do que poderíamos ser."
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Um livro com conteúdo chocante, um debate imprescindível. "Na Internet e nas redes sociais, a maldade grassa, o fel destila. Assusta-me perceber que há gente que se alimenta disso, que julga e agride os outros com facilidade e sem pudor. Este livro é sobre a violência e sobre a necessidade urgente de mudar. Com ele, pretendo confrontar-nos com a impunidade das agressões que, nas redes sociais, se dirigem não interessa a quem ou com que consequências. Muitos considerarão que este título e o que aqui mostro constituem mais uma provocação. É verdade, este livro é uma provocação, uma chamada de atenção. Mas é também um testemunho que acredito que posso deixar. É uma parte da História e da história das pessoas que, impunemente, optam por agredir. Esta maledicência, esta imensa maldade, num mundo que precisa tanto do oposto, surge porquê? O que leva o ser humano a escrever este tipo de comentários? Um dia, daqui a muito tempo, alguém pegará neste livro e conseguirá entender como eram as redes sociais nesta década do século XXI. Talvez encontre algumas pistas. O que aqui mostro pretende ser uma abertura de caminho para uma análise sociológica que é preciso fazer. Não é para terem pena de mim ou da minha família. É para percebermos que mulheres e homens atacam ferozmente. Na maioria das vezes, sem conhecimento de causa, por inveja pura e simples ou por qualquer outro sentimento que os especialistas saberão identificar melhor do que eu. Quero que este debate se faça. Sou uma profissional da área da comunicação e chego a muita gente. Quero usar essa influência para tentar criar reflexão e discussão em torno de algo que não me afeta só a mim, de algo que me parece que faz de nós, enquanto sociedade, gente menor do que poderíamos ser."
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Vamos recuar os relógios até 1989. O Muro de Berlim acaba de cair, e com ele a ameaça comunista. Francis Fukuyama decreta "o fim da história": já nada poderá deter as democracias liberais. Passou um quarto de século. Em vários pontos do globo, mesmo nas democracias mais funcionais, abrem-se fissuras. Segundo Yascha Mounk, três transformações sísmicas explicam o fenómeno. Primeiro, a economia estagnou, e a perda do poder de compra acarretou uma maior desigualdade de rendimentos. Segundo, intensificaram-se os movimentos migratórios, agudizando o sentimento de revolta contra imigrantes. Terceiro, as redes sociais deram voz a uma série de partidos e líderes populistas que antes não tinham tempo de antena - e o que eles prometem, embora irrealizável, é o que as pessoas querem ouvir. É um cocktail explosivo. E os resultados estão à vista. O Brexit, ou as vitórias de Trump e de Bolsonaro são exemplos gritantes - porque mais próximos. Mas mesmo dentro da aparentemente inexpugnável fortaleza europeia abrem-se brechas - da escalada da extrema-direita na Hungria à subida ao poder de populistas nos países mediterrânicos. À nossa porta temos a Turquia, mais longe ainda a Venezuela de Chávez e Maduro ou a Índia de Modi. Yascha Mounk, considerado um dos maiores especialistas mundiais na matéria, aponta como causa o crescente divórcio entre os direitos individuais e a vontade popular - um dos combates do século: Povo vs. Democracia.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Vamos recuar os relógios até 1989. O Muro de Berlim acaba de cair, e com ele a ameaça comunista. Francis Fukuyama decreta "o fim da história": já nada poderá deter as democracias liberais. Passou um quarto de século. Em vários pontos do globo, mesmo nas democracias mais funcionais, abrem-se fissuras. Segundo Yascha Mounk, três transformações sísmicas explicam o fenómeno. Primeiro, a economia estagnou, e a perda do poder de compra acarretou uma maior desigualdade de rendimentos. Segundo, intensificaram-se os movimentos migratórios, agudizando o sentimento de revolta contra imigrantes. Terceiro, as redes sociais deram voz a uma série de partidos e líderes populistas que antes não tinham tempo de antena - e o que eles prometem, embora irrealizável, é o que as pessoas querem ouvir. É um cocktail explosivo. E os resultados estão à vista. O Brexit, ou as vitórias de Trump e de Bolsonaro são exemplos gritantes - porque mais próximos. Mas mesmo dentro da aparentemente inexpugnável fortaleza europeia abrem-se brechas - da escalada da extrema-direita na Hungria à subida ao poder de populistas nos países mediterrânicos. À nossa porta temos a Turquia, mais longe ainda a Venezuela de Chávez e Maduro ou a Índia de Modi. Yascha Mounk, considerado um dos maiores especialistas mundiais na matéria, aponta como causa o crescente divórcio entre os direitos individuais e a vontade popular - um dos combates do século: Povo vs. Democracia.
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Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 64
Sinopse:
O objetivo desta obra é tornar o yoga mais acessível e ajudá-lo a cultivar um exercício regular. É ideal para praticar um pouco todos os dias e fazer uma sessão mais longa uma vez por semana. Aqui irá encontrar sequências para reduzir as dores de costas, aliviar a tensão no pescoço e nos ombros, fortalecer a parte superior do corpo, melhorar a flexibilidade, estimular um sono profundo, equilibrar os chakras e aumentar a energia matinal, entre outras. Inclui um manual ilustrado e a oferta de um baralho de 50 cartas.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
O objetivo desta obra é tornar o yoga mais acessível e ajudá-lo a cultivar um exercício regular. É ideal para praticar um pouco todos os dias e fazer uma sessão mais longa uma vez por semana. Aqui irá encontrar sequências para reduzir as dores de costas, aliviar a tensão no pescoço e nos ombros, fortalecer a parte superior do corpo, melhorar a flexibilidade, estimular um sono profundo, equilibrar os chakras e aumentar a energia matinal, entre outras. Inclui um manual ilustrado e a oferta de um baralho de 50 cartas.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 32
Sinopse:
O Pato quer juntar-se a um clube, para fazer novos amigos. Mas cada clube em que ele tenta entrar faz muitas exigências e ele não consegue rugir como um leão ou ter a memória de um elefante… resultado? "Candidatura recusada" é o que ele ouve a cada tentativa… O que poderá o pobre pato fazer?
Nº Páginas: 32
Sinopse:
O Pato quer juntar-se a um clube, para fazer novos amigos. Mas cada clube em que ele tenta entrar faz muitas exigências e ele não consegue rugir como um leão ou ter a memória de um elefante… resultado? "Candidatura recusada" é o que ele ouve a cada tentativa… O que poderá o pobre pato fazer?
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Quem nunca quis dormir na cama dos pais que levante o dedo! A Gabriela quer muito dormir na cama dos pais. Mas o pai, para convencê-la a desistir da ideia, inventa mil e uma desculpas esfarrapadas. A pequena Gabriela não vai na conversa e, como é muito espertalhona, tem sempre respostas criativas na ponta da língua. E no fim? Quem será que vai ganhar este desafio? Um livro maravilhoso que explora as etapas próprias do crescimento das crianças: o relacionamento entre pais e filhos e as dinâmicas da hora de dormir.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Quem nunca quis dormir na cama dos pais que levante o dedo! A Gabriela quer muito dormir na cama dos pais. Mas o pai, para convencê-la a desistir da ideia, inventa mil e uma desculpas esfarrapadas. A pequena Gabriela não vai na conversa e, como é muito espertalhona, tem sempre respostas criativas na ponta da língua. E no fim? Quem será que vai ganhar este desafio? Um livro maravilhoso que explora as etapas próprias do crescimento das crianças: o relacionamento entre pais e filhos e as dinâmicas da hora de dormir.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa altura em que o país está ainda a lidar com pandemia, os efeitos na economia já se sentem mas ainda se desconhece o verdadeiro impacto no tecido empresarial português, na taxa de desemprego e na perda de poder de compra das famílias, este livro capitalizará a incerteza dos tempos e oferecerá conselhos concretos numa época em que o futuro se mantém indefinido. Pandemias, guerras, depressões estes choques são dolorosos, mas os tempos que se seguem são, frequentemente, os mais produtivos da história humana. O autor Scott Galloway argumenta que a pandemia não foi um agente de mudança, mas um acelerador de tendências já em andamento. Neste livro, ele traça os contornos da crise e as oportunidades que se avizinham. A dispersão do trabalho, o comércio online, o futuro do ensino, a importância das redes sociais, o reforço de alguns monopólios, o papel dos governos, o fosso entre ricos e pobres são alguns dos temas que o autor explora.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa altura em que o país está ainda a lidar com pandemia, os efeitos na economia já se sentem mas ainda se desconhece o verdadeiro impacto no tecido empresarial português, na taxa de desemprego e na perda de poder de compra das famílias, este livro capitalizará a incerteza dos tempos e oferecerá conselhos concretos numa época em que o futuro se mantém indefinido. Pandemias, guerras, depressões estes choques são dolorosos, mas os tempos que se seguem são, frequentemente, os mais produtivos da história humana. O autor Scott Galloway argumenta que a pandemia não foi um agente de mudança, mas um acelerador de tendências já em andamento. Neste livro, ele traça os contornos da crise e as oportunidades que se avizinham. A dispersão do trabalho, o comércio online, o futuro do ensino, a importância das redes sociais, o reforço de alguns monopólios, o papel dos governos, o fosso entre ricos e pobres são alguns dos temas que o autor explora.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Ao longo dos últimos dois séculos, o capitalismo reinventou-se continuamente, intercalando ciclos de pujante crescimento com momentos de gravosa recessão. De todas as vezes, o sistema sobreviveu às crises e emergiu dos escombros - sempre renovado, sempre mais forte. Mas isso acabou. O capitalismo atingiu o seu limite. Paul Mason leva-nos numa incrível viagem pela turbulenta história do para demonstrar como este imenso e complexo organismo financeiro e social deixou de conseguir adaptar-se às mudanças que estão em curso. Falamos das novas tecnologias de informação e de uma revolução profunda no modo de encarar o trabalho e as formas de produção; uma mudança irreversível no valor do trabalho e de quem o faz. E será esta mudança de paradigma a responsável pela destruição das antigas (embora ainda vigentes) concepções de economia de mercado e propriedade privada, os fundamentos do próprio capitalismo. O capitalismo é um sistema falido, incapaz de encontrar soluções viáveis para as crises que o têm atingido. Mas a alternativa existe e está em marcha. E trará uma sociedade mais justa e igualitária e uma economia mais sustentável. Chama-se o Pós-Capitalismo.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Ao longo dos últimos dois séculos, o capitalismo reinventou-se continuamente, intercalando ciclos de pujante crescimento com momentos de gravosa recessão. De todas as vezes, o sistema sobreviveu às crises e emergiu dos escombros - sempre renovado, sempre mais forte. Mas isso acabou. O capitalismo atingiu o seu limite. Paul Mason leva-nos numa incrível viagem pela turbulenta história do para demonstrar como este imenso e complexo organismo financeiro e social deixou de conseguir adaptar-se às mudanças que estão em curso. Falamos das novas tecnologias de informação e de uma revolução profunda no modo de encarar o trabalho e as formas de produção; uma mudança irreversível no valor do trabalho e de quem o faz. E será esta mudança de paradigma a responsável pela destruição das antigas (embora ainda vigentes) concepções de economia de mercado e propriedade privada, os fundamentos do próprio capitalismo. O capitalismo é um sistema falido, incapaz de encontrar soluções viáveis para as crises que o têm atingido. Mas a alternativa existe e está em marcha. E trará uma sociedade mais justa e igualitária e uma economia mais sustentável. Chama-se o Pós-Capitalismo.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Toda a verdade sobre os portugueses deportados para os campos de concentração nazis.Portugal adoptou uma posição neutral durante a Segunda Guerra Mundial, mas isso não significa que os seus cidadãos se tenham mantido à margem do conflito que devastou a Europa pela segunda vez no mesmo século, depois da guerra de 1914-1918. Ao mesmo tempo que, no território nacional, se desenvolviam as contradições de uma política espartilhada entre alguma simpatia por Adolf Hitler e a antiga amizade com Inglaterra, com Salazar a fazer tudo para manter o país fora do conflito, os portugueses que tinham emigrado para França sentiam na pele os efeitos da ocupação, dos bombardeamentos e das prisões.Enquanto Lisboa era solo fértil para os espiões, e os refugiados que conseguiam ultrapassar os entraves da política salazarista aguardavam por um barco que os levaria para outros destinos, havia portugueses a juntarem-se à Resistência ou a serem apanhados em buscas a aldeias francesas, que culminavam na detenção de todos os homens que não fossem jovens ou velhos demais para trabalhar a favor do esforço de guerra alemão.Enquanto Portugal era palco de trocas de prisioneiros de guerra, alguns portugueses desapareciam no sistema de campos de concentração nazis.Este livro precioso resulta de uma investigação que deu também origem à reportagem homónima publicada em 2014 pelo jornal, vencedora, entre outros, do prémio Melhor Reportagem Multimédia, atribuído nesse ano pelo Observatório do Ciberjornalismo. O objectivo dessa reportagem foi, em primeiro lugar, descobrir se tinham existido portugueses nos campos de concentração e, em segundo, confirmada a sua existência, contar as suas histórias. Este é um trabalho fundamental, que dá a conhecer factos inéditos sobre os portugueses que, nascidos de norte a sul do país, tiveram passagem, muitas vezes fatal, pelos infames campos disseminados pelo nazismo.Com fotografias do premiado fotojornalista Nelson Garrido.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Toda a verdade sobre os portugueses deportados para os campos de concentração nazis.Portugal adoptou uma posição neutral durante a Segunda Guerra Mundial, mas isso não significa que os seus cidadãos se tenham mantido à margem do conflito que devastou a Europa pela segunda vez no mesmo século, depois da guerra de 1914-1918. Ao mesmo tempo que, no território nacional, se desenvolviam as contradições de uma política espartilhada entre alguma simpatia por Adolf Hitler e a antiga amizade com Inglaterra, com Salazar a fazer tudo para manter o país fora do conflito, os portugueses que tinham emigrado para França sentiam na pele os efeitos da ocupação, dos bombardeamentos e das prisões.Enquanto Lisboa era solo fértil para os espiões, e os refugiados que conseguiam ultrapassar os entraves da política salazarista aguardavam por um barco que os levaria para outros destinos, havia portugueses a juntarem-se à Resistência ou a serem apanhados em buscas a aldeias francesas, que culminavam na detenção de todos os homens que não fossem jovens ou velhos demais para trabalhar a favor do esforço de guerra alemão.Enquanto Portugal era palco de trocas de prisioneiros de guerra, alguns portugueses desapareciam no sistema de campos de concentração nazis.Este livro precioso resulta de uma investigação que deu também origem à reportagem homónima publicada em 2014 pelo jornal, vencedora, entre outros, do prémio Melhor Reportagem Multimédia, atribuído nesse ano pelo Observatório do Ciberjornalismo. O objectivo dessa reportagem foi, em primeiro lugar, descobrir se tinham existido portugueses nos campos de concentração e, em segundo, confirmada a sua existência, contar as suas histórias. Este é um trabalho fundamental, que dá a conhecer factos inéditos sobre os portugueses que, nascidos de norte a sul do país, tiveram passagem, muitas vezes fatal, pelos infames campos disseminados pelo nazismo.Com fotografias do premiado fotojornalista Nelson Garrido.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Os Portugueses costumam ser ignorados pelas outras nações e quando são mencionados, é frequente serem-no de maneira pejorativa. Para muitos estrangeiros, Portugal nem sequer é um lugar que saibam localizar no mapa. A maioria das descrições externas da expansão europeia ultramarina pouco ou nunca mencionam o pioneirismo e a importância portugueses. Cristóvão Colombo e o corsário inglês Francis Drake são muito mais referenciados do que Vasco da Gama, o infante D. Henrique e Pedro Álvares Cabral. Quando se fala de portugueses em países como França e Brasil, é para os descrever como imigrantes ignorantes, com bigode, inteligência limitada e empregos mal pagos. Para o melhor e para o pior, muitos foram os lusíadas que deixaram marcas em todo o planeta. Poucos os conhecem e, em geral, mesmo os casos conhecidos são raros. Sem transmitir a história completa, o autor procura dar uma ideia da importância da emigração portuguesa ao longo da história, visando estimular a curiosidade do leitor e, quem sabe, a vontade de se informar melhor sobre o assunto, noutras fontes.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Os Portugueses costumam ser ignorados pelas outras nações e quando são mencionados, é frequente serem-no de maneira pejorativa. Para muitos estrangeiros, Portugal nem sequer é um lugar que saibam localizar no mapa. A maioria das descrições externas da expansão europeia ultramarina pouco ou nunca mencionam o pioneirismo e a importância portugueses. Cristóvão Colombo e o corsário inglês Francis Drake são muito mais referenciados do que Vasco da Gama, o infante D. Henrique e Pedro Álvares Cabral. Quando se fala de portugueses em países como França e Brasil, é para os descrever como imigrantes ignorantes, com bigode, inteligência limitada e empregos mal pagos. Para o melhor e para o pior, muitos foram os lusíadas que deixaram marcas em todo o planeta. Poucos os conhecem e, em geral, mesmo os casos conhecidos são raros. Sem transmitir a história completa, o autor procura dar uma ideia da importância da emigração portuguesa ao longo da história, visando estimular a curiosidade do leitor e, quem sabe, a vontade de se informar melhor sobre o assunto, noutras fontes.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Acreditei e já perdi a fantasia de uma nação luso-brasileira de espírito, à qual todos os que tivemos a sorte de experimentar os dois países pudéssemos pertencer. Por essa fantasia, vivi anos a escrever sobre Portugal no Brasil e sobre o Brasil em Portugal. Neste livro, alinhado por ordem alfabética, são os nomes de batismo a formar a sequência dos entrevistados. Porque é a vida privada que vou espreitando através do discurso direto, e a primeira pessoa do singular que tento guardar intacta no texto. E o desvio da formalidade para a linguagem coloquial, com as suas entoações, as suas perplexidades, as suas incursões no passado, os seus momentos de emoção.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Acreditei e já perdi a fantasia de uma nação luso-brasileira de espírito, à qual todos os que tivemos a sorte de experimentar os dois países pudéssemos pertencer. Por essa fantasia, vivi anos a escrever sobre Portugal no Brasil e sobre o Brasil em Portugal. Neste livro, alinhado por ordem alfabética, são os nomes de batismo a formar a sequência dos entrevistados. Porque é a vida privada que vou espreitando através do discurso direto, e a primeira pessoa do singular que tento guardar intacta no texto. E o desvio da formalidade para a linguagem coloquial, com as suas entoações, as suas perplexidades, as suas incursões no passado, os seus momentos de emoção.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Mais do que um livro de retratos, este trabalho é, em si mesmo, um retrato da Mulher enquanto elemento essencial na criação de um Portugal melhor. Em "Portuguesas", Veríssimo Dias regista em foto 150 mulheres notáveis e inspiradoras - porque um livro precisa de um limite de páginas - que, sendo ou não figuras públicas, são marcos nos respetivos campos de atuação. Assim se elogia a igualdade de género e se regista o agradecimento pelo papel de cada uma destas pessoas na construção do nosso país.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Mais do que um livro de retratos, este trabalho é, em si mesmo, um retrato da Mulher enquanto elemento essencial na criação de um Portugal melhor. Em "Portuguesas", Veríssimo Dias regista em foto 150 mulheres notáveis e inspiradoras - porque um livro precisa de um limite de páginas - que, sendo ou não figuras públicas, são marcos nos respetivos campos de atuação. Assim se elogia a igualdade de género e se regista o agradecimento pelo papel de cada uma destas pessoas na construção do nosso país.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Neste ensaio, Miguel Real reflecte sobre os efeitos da interrupção do processo de modernização europeia de Portugal nos últimos quinze anos e o que representam para diferentes grupos sociais antes e depois dessa interrupção figuras como Siza Vieira e Olga Roriz, Joana Vasconcelos, Cristiano Ronaldo ou José Mourinho.O presente título insere-se numa colecção na qual foram já publicados três outros títulos de Miguel Real: "Nova Teoria do Mal", "Nova Teoria da Felicidade" e "Nova Teoria do Sebastianismo".
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Neste ensaio, Miguel Real reflecte sobre os efeitos da interrupção do processo de modernização europeia de Portugal nos últimos quinze anos e o que representam para diferentes grupos sociais antes e depois dessa interrupção figuras como Siza Vieira e Olga Roriz, Joana Vasconcelos, Cristiano Ronaldo ou José Mourinho.O presente título insere-se numa colecção na qual foram já publicados três outros títulos de Miguel Real: "Nova Teoria do Mal", "Nova Teoria da Felicidade" e "Nova Teoria do Sebastianismo".
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 184
Sinopse:
De todos os países da Europa, Portugal é o mais vulnerável às alterações climáticas. Por um lado, sofremos com o aumento da temperatura e com a diminuição da chuva que são próprios de um clima com influência mediterrânica; por outro, estamos expostos à agressividade do oceano Atlântico, também ele vítima da poluição e das emissões de gases com efeito de estufa. Os fenómenos extremos vão intensificar-se em todo o mundo, mas é no litoral que as consequências serão mais severas - e o nosso país está na linha da frente. Este livro apresenta o impacto das alterações climáticas para os próximos cinquenta anos em Portugal. É uma projecção, não uma premonição. Foram ouvidos trinta especialistas de diferentes áreas, da geografia à biologia, da saúde à física. Por sermos um país que reúne tanto conhecimento científico, existe uma esperança de que as medidas necessárias sejam concretizadas. Ainda estamos a tempo de evitar o pior dos cenários. Saiba o que pode, ou não, acontecer.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
De todos os países da Europa, Portugal é o mais vulnerável às alterações climáticas. Por um lado, sofremos com o aumento da temperatura e com a diminuição da chuva que são próprios de um clima com influência mediterrânica; por outro, estamos expostos à agressividade do oceano Atlântico, também ele vítima da poluição e das emissões de gases com efeito de estufa. Os fenómenos extremos vão intensificar-se em todo o mundo, mas é no litoral que as consequências serão mais severas - e o nosso país está na linha da frente. Este livro apresenta o impacto das alterações climáticas para os próximos cinquenta anos em Portugal. É uma projecção, não uma premonição. Foram ouvidos trinta especialistas de diferentes áreas, da geografia à biologia, da saúde à física. Por sermos um país que reúne tanto conhecimento científico, existe uma esperança de que as medidas necessárias sejam concretizadas. Ainda estamos a tempo de evitar o pior dos cenários. Saiba o que pode, ou não, acontecer.
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Edição: Set 2009
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Do que mais se queixam os Portugueses? Do desemprego elevado, dos salários baixos, das pensões exíguas, da pobreza crescente, dos impostos altos, da "hipoteca" dos endividamentos e do futuro sem esperança. Há uma única solução para estes males: a "construção" de uma economia mais dinâmica, mais produtiva e mais competitiva. Para tanto, a próxima legislatura será decisiva porque, se for falhada, como as três últimas, cairemos num período prolongado de empobrecimento. Em debate com Eduardo Dâmaso, no livro "Portugal, Que Futuro?", Medina Carreira formula o seu diagnóstico e esboça algumas "receitas". Pretende apenas contribuir para um debate que, mais tarde, será inútil. Para Medina Carreira a "economia" portuguesa é o primeiro, o mais grave e o mais difícil de todos os nossos problemas actuais. A Democracia de 1976 poderá soçobrar se os responsáveis políticos não souberem enfrentar e vencer, em tempo útil, a doença que mina profundamente a nossa economia.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Do que mais se queixam os Portugueses? Do desemprego elevado, dos salários baixos, das pensões exíguas, da pobreza crescente, dos impostos altos, da "hipoteca" dos endividamentos e do futuro sem esperança. Há uma única solução para estes males: a "construção" de uma economia mais dinâmica, mais produtiva e mais competitiva. Para tanto, a próxima legislatura será decisiva porque, se for falhada, como as três últimas, cairemos num período prolongado de empobrecimento. Em debate com Eduardo Dâmaso, no livro "Portugal, Que Futuro?", Medina Carreira formula o seu diagnóstico e esboça algumas "receitas". Pretende apenas contribuir para um debate que, mais tarde, será inútil. Para Medina Carreira a "economia" portuguesa é o primeiro, o mais grave e o mais difícil de todos os nossos problemas actuais. A Democracia de 1976 poderá soçobrar se os responsáveis políticos não souberem enfrentar e vencer, em tempo útil, a doença que mina profundamente a nossa economia.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
No ano em que se comemora o 40.º aniversário da Revolução dos Cravos, a publicação de "Portugal, a Flor e a Foice", até aqui inédito em Portugal, promete dar que falar. Escrito em 1975, em cima dos acontecimentos que então convulsionavam Portugal (e que eram acompanhados com entusiasmo e apreensão pela Europa e o resto do Mundo), "Portugal, a Flor e a Foice" é a observação pessoal que um português culto e estrangeirado faz do seu país em mudança. Nesta apreciação aguda e de tom sempre crítico, todos os mitos da História Portuguesa são, senão destruídos, pelo menos questionados: o Sebastianismo, os Descobrimentos, Fátima; denunciadas instituições como a Monarquia e a Igreja; e impiedosamente escalpelizado não apenas o antigo regime mas também, e sobretudo, o 25 de Abril. Com acesso a círculos restritos nos anos que antecederam e sucederam a Abril de 1974, e a documentos ainda hoje classificados, J. Rentes de Carvalho faz uma História alternativa da Revolução e das suas figuras de proa, em que novos factos e relações de poder se conjugam num relato "sui generis", revelador e, no mínimo, desconcertante.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
No ano em que se comemora o 40.º aniversário da Revolução dos Cravos, a publicação de "Portugal, a Flor e a Foice", até aqui inédito em Portugal, promete dar que falar. Escrito em 1975, em cima dos acontecimentos que então convulsionavam Portugal (e que eram acompanhados com entusiasmo e apreensão pela Europa e o resto do Mundo), "Portugal, a Flor e a Foice" é a observação pessoal que um português culto e estrangeirado faz do seu país em mudança. Nesta apreciação aguda e de tom sempre crítico, todos os mitos da História Portuguesa são, senão destruídos, pelo menos questionados: o Sebastianismo, os Descobrimentos, Fátima; denunciadas instituições como a Monarquia e a Igreja; e impiedosamente escalpelizado não apenas o antigo regime mas também, e sobretudo, o 25 de Abril. Com acesso a círculos restritos nos anos que antecederam e sucederam a Abril de 1974, e a documentos ainda hoje classificados, J. Rentes de Carvalho faz uma História alternativa da Revolução e das suas figuras de proa, em que novos factos e relações de poder se conjugam num relato "sui generis", revelador e, no mínimo, desconcertante.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Várias personalidades fazem um retrato intemporal do país escrevendo porque é que Portugal vale a pena. Perspectivas distintas num mesmo objectivo: valorizar o país que temos. Quantos textos, quantas visões positivas de um mesmo Portugal. Autores: Alexandre Quintanilha, Ana Maria Magalhães, Alexandra Lucas Coelho, Ana Sousa Dias, António José Teixeira, António Mega Ferreira, Artur Santos Silva, Bárbara Coutinho, Carlos Coelho, Clara Ferreira Alves, Carlos Vaz Marques, Domingos Amaral, Emílio Rui Vilar, Fernando Alves, Frei Bento Domingues, Fernanda Câncio, Ferreira Fernandes, Filipa Melo, Francisco Camacho, Gonçalo M. Tavares, Hélder Macedo, Inês Meneses, Isabel Stilwell, João Adelino Faria, João Lobo Antunes, João Macdonald, João Paulo Cotrim, João Pereira Coutinho, Jorge Araújo, Jorge Rodrigues, Jorge Sampaio, José Carlos de Vasconcelos, José Cutileiro, José Luís Peixoto, José Miguel Júdice, Leonor Xavier, Lídia Jorge, Luísa Schmidt, Maria João Seixas, Marta e Joana Afonso, Martim Avillez Figueiredo, Miguel Sousa Tavares, Miguel Vale de Almeida, Nicolau Santos, Ondjaki, Onésimo Teotónio de Almeida, Pacman, Patrícia Barnabé, Patrícia Reis, Pedro Adão e Silva, Pedro Bidarra, Pedro Mexia, Pedro Rosa Mendes, Pilar del Río, Ricardo Alexandre, Rui Tavares, Tiago Torres da Silva, Valter Hugo Mãe, Vicente Jorge Silva
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Várias personalidades fazem um retrato intemporal do país escrevendo porque é que Portugal vale a pena. Perspectivas distintas num mesmo objectivo: valorizar o país que temos. Quantos textos, quantas visões positivas de um mesmo Portugal. Autores: Alexandre Quintanilha, Ana Maria Magalhães, Alexandra Lucas Coelho, Ana Sousa Dias, António José Teixeira, António Mega Ferreira, Artur Santos Silva, Bárbara Coutinho, Carlos Coelho, Clara Ferreira Alves, Carlos Vaz Marques, Domingos Amaral, Emílio Rui Vilar, Fernando Alves, Frei Bento Domingues, Fernanda Câncio, Ferreira Fernandes, Filipa Melo, Francisco Camacho, Gonçalo M. Tavares, Hélder Macedo, Inês Meneses, Isabel Stilwell, João Adelino Faria, João Lobo Antunes, João Macdonald, João Paulo Cotrim, João Pereira Coutinho, Jorge Araújo, Jorge Rodrigues, Jorge Sampaio, José Carlos de Vasconcelos, José Cutileiro, José Luís Peixoto, José Miguel Júdice, Leonor Xavier, Lídia Jorge, Luísa Schmidt, Maria João Seixas, Marta e Joana Afonso, Martim Avillez Figueiredo, Miguel Sousa Tavares, Miguel Vale de Almeida, Nicolau Santos, Ondjaki, Onésimo Teotónio de Almeida, Pacman, Patrícia Barnabé, Patrícia Reis, Pedro Adão e Silva, Pedro Bidarra, Pedro Mexia, Pedro Rosa Mendes, Pilar del Río, Ricardo Alexandre, Rui Tavares, Tiago Torres da Silva, Valter Hugo Mãe, Vicente Jorge Silva
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Há mais de três anos que a vida dos portugueses foi completamente alterada pela entrada em vigor do chamado programa da troika, com o seu respetivo crédito de emergência. Este pedido de ajuda não se tratou, apenas, de mais um evento de aperto financeiro como aqueles que Portugal havia conhecido em 1977 e em 1983. Nem sequer é comparável com a bancarrota de 1892. É bastante mais grave do que qualquer um desses precedentes históricos. [...] O objetivo deste livro é simples. Partilhar com o leitor as dúvidas, mas também os resultados positivos do estudo e da investigação, traduzidos em teses e hipótese de trabalho, sobre as causas profundas e próximas desta crise, bem como sobre os possíveis caminhos de saída. Este livro fala sobre uma situação que é ameaçadora para o país e para a Europa no seu conjunto. [...] Nesta encruzilhada histórica, que justifica o passado e condiciona todo o futuro, talvez tenhamos de apelar ao milagre. Contudo, é esse milagre, sobre o qual este livro se debruça, a força poderosa que, por seu turno, nos convoca para a tarefa da sua própria realização.
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Há mais de três anos que a vida dos portugueses foi completamente alterada pela entrada em vigor do chamado programa da troika, com o seu respetivo crédito de emergência. Este pedido de ajuda não se tratou, apenas, de mais um evento de aperto financeiro como aqueles que Portugal havia conhecido em 1977 e em 1983. Nem sequer é comparável com a bancarrota de 1892. É bastante mais grave do que qualquer um desses precedentes históricos. [...] O objetivo deste livro é simples. Partilhar com o leitor as dúvidas, mas também os resultados positivos do estudo e da investigação, traduzidos em teses e hipótese de trabalho, sobre as causas profundas e próximas desta crise, bem como sobre os possíveis caminhos de saída. Este livro fala sobre uma situação que é ameaçadora para o país e para a Europa no seu conjunto. [...] Nesta encruzilhada histórica, que justifica o passado e condiciona todo o futuro, talvez tenhamos de apelar ao milagre. Contudo, é esse milagre, sobre o qual este livro se debruça, a força poderosa que, por seu turno, nos convoca para a tarefa da sua própria realização.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Portugal é um país que tem sido ocasionalmente tratado como pequeno e relativamente pouco importante.Contudo, este livro demonstra que a realidade é o oposto, mostrando que Portugal tem sido crucial para o desenvolvimento da Europa e do mundo moderno.Abarcando vários séculos, das invasões árabes ao império atlântico, as alianças com Inglaterra, as colónias africanas, o regime de Salazar e a revolução liberal de 1974, o autor tece um elogio da história portuguesa e do seu papel no mundo.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Portugal é um país que tem sido ocasionalmente tratado como pequeno e relativamente pouco importante.Contudo, este livro demonstra que a realidade é o oposto, mostrando que Portugal tem sido crucial para o desenvolvimento da Europa e do mundo moderno.Abarcando vários séculos, das invasões árabes ao império atlântico, as alianças com Inglaterra, as colónias africanas, o regime de Salazar e a revolução liberal de 1974, o autor tece um elogio da história portuguesa e do seu papel no mundo.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Os textos negam a tese de extermínio. Se as cabeças decepadas dos mouros (e cristãos) poderiam espreitar quase de casa em casa, os mouros não se ergueram da terra para serem o só alimento das espadas, primeiro no Garbe europeu, depois espetados de novo pelas lanças de Afonso V. Numa frase, mesmo quase quatro décadas depois, António Borges Coelho surpreende com este seu longo fôlego histórico. DN Artes, 9-8-2008
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Os textos negam a tese de extermínio. Se as cabeças decepadas dos mouros (e cristãos) poderiam espreitar quase de casa em casa, os mouros não se ergueram da terra para serem o só alimento das espadas, primeiro no Garbe europeu, depois espetados de novo pelas lanças de Afonso V. Numa frase, mesmo quase quatro décadas depois, António Borges Coelho surpreende com este seu longo fôlego histórico. DN Artes, 9-8-2008
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é." (Excerto do primeiro capítulo)
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é." (Excerto do primeiro capítulo)
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