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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Gino, estudante de cinema, e Maria, uma jovem poetisa, refugiados de uma guerra da Europa Central, são as figuras centrais de "O Dia Claro". Quando chegam a Lisboa, uma teia de personagens e relações se vai construindo à sua volta: um conde aristocrata, um candidato a primeiroministro, uma mulher misteriosa que dirige um salão literário, uma psicanalista lésbica, uma astróloga com actividades pouco claras, entre outras, dão corpo a um conjunto de figuras, cujas histórias se vão entrecruzando e em que cada uma está mais dependente da outra do que julga e deseja. É pela voz destas personagens que o leitor vai acompanhando o processo da sua convergência para uma situação complexa em que todos dependem de todos. E quando Marcelo, político em ascensão, aparece morto, todos são, naturalmente, suspeitos. A originalidade do enredo, a limpidez da escrita e o retrato exímio de diversos tipos sociais - dos meandros da política ao mundo financeiro, do artista falhado ao refugiado que vai perdendo a sua identidade, dos excessos da burguesia bem instalada aos problemas quotidianos da classe média - são elementos que assinalam o feliz regresso de Júlio Moreira e que fazem de "O Dia Claro" um romance vigoroso e actual, que não deixará de seduzir e prender o leitor até à última página.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Gino, estudante de cinema, e Maria, uma jovem poetisa, refugiados de uma guerra da Europa Central, são as figuras centrais de "O Dia Claro". Quando chegam a Lisboa, uma teia de personagens e relações se vai construindo à sua volta: um conde aristocrata, um candidato a primeiroministro, uma mulher misteriosa que dirige um salão literário, uma psicanalista lésbica, uma astróloga com actividades pouco claras, entre outras, dão corpo a um conjunto de figuras, cujas histórias se vão entrecruzando e em que cada uma está mais dependente da outra do que julga e deseja. É pela voz destas personagens que o leitor vai acompanhando o processo da sua convergência para uma situação complexa em que todos dependem de todos. E quando Marcelo, político em ascensão, aparece morto, todos são, naturalmente, suspeitos. A originalidade do enredo, a limpidez da escrita e o retrato exímio de diversos tipos sociais - dos meandros da política ao mundo financeiro, do artista falhado ao refugiado que vai perdendo a sua identidade, dos excessos da burguesia bem instalada aos problemas quotidianos da classe média - são elementos que assinalam o feliz regresso de Júlio Moreira e que fazem de "O Dia Claro" um romance vigoroso e actual, que não deixará de seduzir e prender o leitor até à última página.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Só partem para um país diferente para começar do zero as pessoas destemidas, que assumem o destino com as suas próprias mãos, orgulhosas e empreendedoras, sem implorar a ninguém o que quer que seja, nada exigindo e tudo construindo." - José Rodrigues dos Santos, Prefácio Respeitada pelo seu trabalho, pela sua dinâmica e pela sua integração exemplar nos tecidos sociais locais, a imagem da nossa diáspora está hoje bem longe da dos clichés do passado. Este livro abre-nos as portas da memória e da reflexão, é uma fonte de conhecimento, uma primeira tentativa de balanço, mas também uma obra contra o esquecimento - e esta é uma das suas maiores virtudes. Esta nossa reflexão é também uma ferramenta essencial para instigar mentes inquietas, capazes de ir além na construção de um futuro que torne real uma verdadeira identidade lusófona renovada, moderna e progressista, da qual todos somos autores. Assumamos a nossa quota-parte nessa reconfiguração do mundo. Podemos cimentar um espírito de solidariedade com base nos atos, que constitui a própria essência da Lusofonia, contribuindo para a afirmação e a difusão dos valores que a mesma veicula.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Só partem para um país diferente para começar do zero as pessoas destemidas, que assumem o destino com as suas próprias mãos, orgulhosas e empreendedoras, sem implorar a ninguém o que quer que seja, nada exigindo e tudo construindo." - José Rodrigues dos Santos, Prefácio Respeitada pelo seu trabalho, pela sua dinâmica e pela sua integração exemplar nos tecidos sociais locais, a imagem da nossa diáspora está hoje bem longe da dos clichés do passado. Este livro abre-nos as portas da memória e da reflexão, é uma fonte de conhecimento, uma primeira tentativa de balanço, mas também uma obra contra o esquecimento - e esta é uma das suas maiores virtudes. Esta nossa reflexão é também uma ferramenta essencial para instigar mentes inquietas, capazes de ir além na construção de um futuro que torne real uma verdadeira identidade lusófona renovada, moderna e progressista, da qual todos somos autores. Assumamos a nossa quota-parte nessa reconfiguração do mundo. Podemos cimentar um espírito de solidariedade com base nos atos, que constitui a própria essência da Lusofonia, contribuindo para a afirmação e a difusão dos valores que a mesma veicula.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
BOOKER PRIZE 1997 "O Deus das Pequenas Coisas" é a história de três gerações de uma família da região de Kerala, no sul da Índia, que se dispersa por todo o mundo e se reencontra na sua terra natal. Uma história feita de muitas histórias. A histórias dos gémeos Estha e Rahel, nascidos em 1962, por entre notícias de uma guerra perdida. A de sua mãe Ammu, que ama de noite o homem que os filhos amam de dia, e de Velutha, o intocável deus das pequenas coisas. A da avó Mammachi, a matriarca cujo corpo guarda cicatrizes da violência de Pappachi. A do tio Chacko, que anseia pela visita da ex-mulher inglesa, Margaret, e da filha de ambos, Sophie Mol. A da sua tia-avó mais nova, Baby Kochamma, resignada a adiar para a eternidade o seu amor terreno pelo Padre Mulligan. Estas são as pequenas histórias de uma família que vive numa época conturbada e de um país cuja essência parece eterna. Onde só as pequenas coisas são ditas e as grandes coisas permanecem por dizer. "O Deus das Pequenos Coisas" é uma apaixonante saga familiar que, pelos seus rasgos de realismo mágico, levou a crítica a comparar Arundhati Roy com Salmon Rushdie e García Márquez.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
BOOKER PRIZE 1997 "O Deus das Pequenas Coisas" é a história de três gerações de uma família da região de Kerala, no sul da Índia, que se dispersa por todo o mundo e se reencontra na sua terra natal. Uma história feita de muitas histórias. A histórias dos gémeos Estha e Rahel, nascidos em 1962, por entre notícias de uma guerra perdida. A de sua mãe Ammu, que ama de noite o homem que os filhos amam de dia, e de Velutha, o intocável deus das pequenas coisas. A da avó Mammachi, a matriarca cujo corpo guarda cicatrizes da violência de Pappachi. A do tio Chacko, que anseia pela visita da ex-mulher inglesa, Margaret, e da filha de ambos, Sophie Mol. A da sua tia-avó mais nova, Baby Kochamma, resignada a adiar para a eternidade o seu amor terreno pelo Padre Mulligan. Estas são as pequenas histórias de uma família que vive numa época conturbada e de um país cuja essência parece eterna. Onde só as pequenas coisas são ditas e as grandes coisas permanecem por dizer. "O Deus das Pequenos Coisas" é uma apaixonante saga familiar que, pelos seus rasgos de realismo mágico, levou a crítica a comparar Arundhati Roy com Salmon Rushdie e García Márquez.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Quem é Benjamim Tormenta, o famoso detetive do oculto que se move na Lisboa do século XIX? Benjamim Tormenta. Figura elegante e misteriosa, tanto é avistada nos salões luxuosos da capital como nas ruelas decadentes de Alfama, em palacetes de Sintra ou casas de ópio de Macau. Cruzando-se com figuras como o rei D. Luís, Fontes Pereira de Melo ou Eça de Queiroz, ele usa as suas habilidades na Lisboa secreta: a dos deuses negros convocados por burgueses ociosos, das aberrações vindas do outro lado do Cosmos, dos livros amaldiçoados e da mais perigosa sociedade secreta do império português: a Irmandade da Serpente Verde. O que poucos sabem é que também Tormenta esconde um segredo tenebroso. Preso no seu corpo pela magia de muitas tatuagens está um demónio milenar que se quer soltar e espalhar a destruição, primeiro em Lisboa e depois no mundo.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Quem é Benjamim Tormenta, o famoso detetive do oculto que se move na Lisboa do século XIX? Benjamim Tormenta. Figura elegante e misteriosa, tanto é avistada nos salões luxuosos da capital como nas ruelas decadentes de Alfama, em palacetes de Sintra ou casas de ópio de Macau. Cruzando-se com figuras como o rei D. Luís, Fontes Pereira de Melo ou Eça de Queiroz, ele usa as suas habilidades na Lisboa secreta: a dos deuses negros convocados por burgueses ociosos, das aberrações vindas do outro lado do Cosmos, dos livros amaldiçoados e da mais perigosa sociedade secreta do império português: a Irmandade da Serpente Verde. O que poucos sabem é que também Tormenta esconde um segredo tenebroso. Preso no seu corpo pela magia de muitas tatuagens está um demónio milenar que se quer soltar e espalhar a destruição, primeiro em Lisboa e depois no mundo.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Dois anos após a sua última transladação para o Reino das Fadas, Henry encontra, no jardim da Casa Análoga do Sr. Fogarty, um Pyrgus extremamente envelhecido, acompanhado da esposa Ninfa. Ambos lhe relatam os últimos acontecimentos do Reino das Fadas: este fora assolado por uma praga que provocava o envelhecimento prematuro e terrivelmente rápido de todas as fadas. Determinado a ajudar novamente os seus amigos, Henry regressa ao Reino das Fadas na expectativa não só de encontrar uma solução para a praga, mas também de conquistar o coração da sua querida Azul Celeste. Mas a praga não é o que parecia, e quando os maléficos Tenebrosos entram em acção, tudo pode acontecer. Que destino estará reservado para as fadas? Verdadeiro conto de fadas realista para leitores de todas as idades, este é o quarto título da série "Guerra das Fadas" que, nas palavras de Eoin Colfer, autor das famosas aventuras de Artemis Fowl, constitui "uma espantosa mistura de fantasia, mitologia e ciência." E, acrescenta o mesmo autor, "Brennan é mestre em todas elas!"
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Dois anos após a sua última transladação para o Reino das Fadas, Henry encontra, no jardim da Casa Análoga do Sr. Fogarty, um Pyrgus extremamente envelhecido, acompanhado da esposa Ninfa. Ambos lhe relatam os últimos acontecimentos do Reino das Fadas: este fora assolado por uma praga que provocava o envelhecimento prematuro e terrivelmente rápido de todas as fadas. Determinado a ajudar novamente os seus amigos, Henry regressa ao Reino das Fadas na expectativa não só de encontrar uma solução para a praga, mas também de conquistar o coração da sua querida Azul Celeste. Mas a praga não é o que parecia, e quando os maléficos Tenebrosos entram em acção, tudo pode acontecer. Que destino estará reservado para as fadas? Verdadeiro conto de fadas realista para leitores de todas as idades, este é o quarto título da série "Guerra das Fadas" que, nas palavras de Eoin Colfer, autor das famosas aventuras de Artemis Fowl, constitui "uma espantosa mistura de fantasia, mitologia e ciência." E, acrescenta o mesmo autor, "Brennan é mestre em todas elas!"
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em 1945, enquanto o mundo celebra a vitória sobre o exército nazi, a Alemanha derrotada é dividida. De um lado, a União Soviética. Do outro, os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a França. A Guerra Fria está prestes a começar. Em Hamburgo, grupos de crianças esfomeadas vasculham os destroços em busca de alimentos, famílias desalojadas lutam por abrigos imundos. É nesta cidade arruinada que o coronel Lewis Morgan é encarregado de repor a paz. O governo inglês requisita uma casa para o acolher a ele e à família. Aos proprietários da mansão resta a indigência. É então que o coronel propõe uma solução inédita: a partilha do espaço. Mas ao contrário do que coronel espera, este pacto vai ser explosivo. A sua mulher, Rachel, vive fechada em si própria. O filho de ambos, Edmund, debate-se com uma solidão extrema. A alemã Freda é a adolescente rebelde, filha de Herr Lubert, um homem de elite inconformado com a submissão que lhe é imposta. Entre segredos e traições, a vida na casa é uma bomba-relógio que uma paixão proibida ameaça ativar.. Baseado no extraordinário ato de bondade do avô do autor, "O Despertar do Mundo" pinta um retrato único da guerra vista do lado dos perdedores.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em 1945, enquanto o mundo celebra a vitória sobre o exército nazi, a Alemanha derrotada é dividida. De um lado, a União Soviética. Do outro, os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a França. A Guerra Fria está prestes a começar. Em Hamburgo, grupos de crianças esfomeadas vasculham os destroços em busca de alimentos, famílias desalojadas lutam por abrigos imundos. É nesta cidade arruinada que o coronel Lewis Morgan é encarregado de repor a paz. O governo inglês requisita uma casa para o acolher a ele e à família. Aos proprietários da mansão resta a indigência. É então que o coronel propõe uma solução inédita: a partilha do espaço. Mas ao contrário do que coronel espera, este pacto vai ser explosivo. A sua mulher, Rachel, vive fechada em si própria. O filho de ambos, Edmund, debate-se com uma solidão extrema. A alemã Freda é a adolescente rebelde, filha de Herr Lubert, um homem de elite inconformado com a submissão que lhe é imposta. Entre segredos e traições, a vida na casa é uma bomba-relógio que uma paixão proibida ameaça ativar.. Baseado no extraordinário ato de bondade do avô do autor, "O Despertar do Mundo" pinta um retrato único da guerra vista do lado dos perdedores.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O objetivo do ser humano é a busca da felicidade, mas para alcançar esse estado temos um longo caminho pela frente. A felicidade é algo que não é palpável; ela está ao nível dos sentidos e cada um de nós deverá procurar o sentido da sua vida, percebendo, no dia-a-dia, o que lhe dá mais prazer fazer ou, pelo contrário, o que o torna mais frágil. Todos trazemos uma matriz para nos ajudar a percorrer este caminho, que pode ser tortuoso se não soubermos ouvir o nosso sistema interno e divino. Se estivermos atentos ao nosso corpo Físico e energético, vamos perceber as diferentes reações e o que elas nos estão a indicar.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O objetivo do ser humano é a busca da felicidade, mas para alcançar esse estado temos um longo caminho pela frente. A felicidade é algo que não é palpável; ela está ao nível dos sentidos e cada um de nós deverá procurar o sentido da sua vida, percebendo, no dia-a-dia, o que lhe dá mais prazer fazer ou, pelo contrário, o que o torna mais frágil. Todos trazemos uma matriz para nos ajudar a percorrer este caminho, que pode ser tortuoso se não soubermos ouvir o nosso sistema interno e divino. Se estivermos atentos ao nosso corpo Físico e energético, vamos perceber as diferentes reações e o que elas nos estão a indicar.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Aos catorze anos, Matias Fluss é um adolescente preocupado com três coisas: o sexo, um tio enlouquecido e as fábulas budistas. Vive com a mãe e a irmã mais velha, Cecilia, numa espécie de ninho onde lambe as feridas da juventude: a primeira paixão, as dúvidas existenciais, os conflitos de afirmação. Sempre que sente o copo a transbordar, refugia-se na cabana isolada do tio Elias. Cedo, contudo, a inocência lhe será arrancada. Ao virar da esquina, encontra-se o golpe mais duro da sua vida: o desaparecimento súbito de Cecilia que, afundada numa paixão por um homem desconhecido, é vista pela última vez a saltar de uma ponte. Muito mais tarde, Matias será obrigado a revisitar a dor, quando a sua pacata vida de professor universitário é interrompida por uma carta vinda das sombras do passado, lançando a suspeita sobre o que aconteceu realmente à sua irmã — sem saber ainda que regressar ao passado poderá significar, também, resgatar-se a si mesmo. No final desta "trilogia dos lugares sem nome", iniciada com O luto de Elias Gro, João Tordo explora, através de personagens únicas e universais, numa geografia singular, os temas da memória e do afecto, do amor e da desolação, da vida terrena e espiritual, procurando aquilo que com mais força nos liga aos outros e a nós próprios.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Aos catorze anos, Matias Fluss é um adolescente preocupado com três coisas: o sexo, um tio enlouquecido e as fábulas budistas. Vive com a mãe e a irmã mais velha, Cecilia, numa espécie de ninho onde lambe as feridas da juventude: a primeira paixão, as dúvidas existenciais, os conflitos de afirmação. Sempre que sente o copo a transbordar, refugia-se na cabana isolada do tio Elias. Cedo, contudo, a inocência lhe será arrancada. Ao virar da esquina, encontra-se o golpe mais duro da sua vida: o desaparecimento súbito de Cecilia que, afundada numa paixão por um homem desconhecido, é vista pela última vez a saltar de uma ponte. Muito mais tarde, Matias será obrigado a revisitar a dor, quando a sua pacata vida de professor universitário é interrompida por uma carta vinda das sombras do passado, lançando a suspeita sobre o que aconteceu realmente à sua irmã — sem saber ainda que regressar ao passado poderá significar, também, resgatar-se a si mesmo. No final desta "trilogia dos lugares sem nome", iniciada com O luto de Elias Gro, João Tordo explora, através de personagens únicas e universais, numa geografia singular, os temas da memória e do afecto, do amor e da desolação, da vida terrena e espiritual, procurando aquilo que com mais força nos liga aos outros e a nós próprios.
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Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Obra representativa do talento de Abdulrazak Gurnah, "O Desertor" evoca o complexo ambiente social, religioso e cultural da África Oriental na época colonial através de duas histórias de amor, separadas pelo tempo, mas unidas pelo seu desfecho, evidenciando o intricado mosaico de uma África ainda desconhecida. Ao romper de mais uma manhã, Hassanali está a caminho da mesquita quando um forasteiro branco, vindo do deserto, desaba a seus pés. Hassanali decide ajudar aquele homem — um explorador e orientalista inglês de nome Martin Pearce — levando-o depois para casa de um oficial, seu conterrâneo. Quando Pearce regressa para agradecer a Hassanali por lhe ter salvado a vida, também conhece a irmã dele, Rehana, com quem viverá uma história de amor proibido.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Obra representativa do talento de Abdulrazak Gurnah, "O Desertor" evoca o complexo ambiente social, religioso e cultural da África Oriental na época colonial através de duas histórias de amor, separadas pelo tempo, mas unidas pelo seu desfecho, evidenciando o intricado mosaico de uma África ainda desconhecida. Ao romper de mais uma manhã, Hassanali está a caminho da mesquita quando um forasteiro branco, vindo do deserto, desaba a seus pés. Hassanali decide ajudar aquele homem — um explorador e orientalista inglês de nome Martin Pearce — levando-o depois para casa de um oficial, seu conterrâneo. Quando Pearce regressa para agradecer a Hassanali por lhe ter salvado a vida, também conhece a irmã dele, Rehana, com quem viverá uma história de amor proibido.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma incrível história real sobre como viver plenamente, enfrentando de forma consciente as verdades mais duras.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma incrível história real sobre como viver plenamente, enfrentando de forma consciente as verdades mais duras.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 156
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
Nº Páginas: 156
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 16
Sinopse:
Será que o desejo de Natal da Peppa se vai concretizar? Junta-te à Peppa e ao Jorge e celebra o Natal com muita magia.
Nº Páginas: 16
Sinopse:
Será que o desejo de Natal da Peppa se vai concretizar? Junta-te à Peppa e ao Jorge e celebra o Natal com muita magia.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Na noite de 30 de Julho de 1994, a pacata vila de Orphea, na costa leste dos Estados Unidos, assiste ao grande espectáculo de abertura do festival de teatro. Mas o presidente da Câmara está atrasado para a cerimónia Ao mesmo tempo, Samuel Paladin percorre as ruas desertas da vila à procura da mulher, que saiu para correr e não voltou. Só pára quando encontra o seu corpo em frente à casa do presidente da Câmara. Dentro da casa, toda a família do presidente está morta. O que aconteceu a Stephanie Mailer? E o que aconteceu realmente no Verão de 1994?
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Na noite de 30 de Julho de 1994, a pacata vila de Orphea, na costa leste dos Estados Unidos, assiste ao grande espectáculo de abertura do festival de teatro. Mas o presidente da Câmara está atrasado para a cerimónia Ao mesmo tempo, Samuel Paladin percorre as ruas desertas da vila à procura da mulher, que saiu para correr e não voltou. Só pára quando encontra o seu corpo em frente à casa do presidente da Câmara. Dentro da casa, toda a família do presidente está morta. O que aconteceu a Stephanie Mailer? E o que aconteceu realmente no Verão de 1994?
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Odiado, procurado pela Mossad e pelo caçador de nazis Simon Wiesenthal, o lendário e tenebroso médico de Auschwitz, Josef Mengele, nunca foi julgado ou sequer encontrado. Acabada a guerra e depois de matar e torturar mais de 400 mil homens, mulheres e crianças, o chamado Anjo da Morte refugia-se na América do Sul. A Argentina de Perón é acolhedora, o mundo inteiro quer esquecer os crimes nazis. Mas a caçada recomeça e o criminoso tem de fugir para o Paraguai, e depois para o Brasil. O penoso errar de esconderijo em esconderijo, roído pela angústia e pela paranóia, não conhecerá tréguas... até à sua misteriosa morte. O Desaparecimento de Josef Mengele é um espantoso mergulho nas trevas. Antigos nazis, agentes da Mossad, mulheres cúpidas e ditadores de opereta evoluem num mundo corrompido pelo fanatismo, a realpolik, o dinheiro e a ambição. Esta é a odisseia dantesca de Mengele na América do Sul. O romance-verídico da fuga de um dos mais execráveis símbolos da barbárie nazi.
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Odiado, procurado pela Mossad e pelo caçador de nazis Simon Wiesenthal, o lendário e tenebroso médico de Auschwitz, Josef Mengele, nunca foi julgado ou sequer encontrado. Acabada a guerra e depois de matar e torturar mais de 400 mil homens, mulheres e crianças, o chamado Anjo da Morte refugia-se na América do Sul. A Argentina de Perón é acolhedora, o mundo inteiro quer esquecer os crimes nazis. Mas a caçada recomeça e o criminoso tem de fugir para o Paraguai, e depois para o Brasil. O penoso errar de esconderijo em esconderijo, roído pela angústia e pela paranóia, não conhecerá tréguas... até à sua misteriosa morte. O Desaparecimento de Josef Mengele é um espantoso mergulho nas trevas. Antigos nazis, agentes da Mossad, mulheres cúpidas e ditadores de opereta evoluem num mundo corrompido pelo fanatismo, a realpolik, o dinheiro e a ambição. Esta é a odisseia dantesca de Mengele na América do Sul. O romance-verídico da fuga de um dos mais execráveis símbolos da barbárie nazi.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma história pungente sobre os laços inquebráveis entre pai e filha, a tentação de fazer de Deus e as suas perigosas repercussões. Trixie Stone tem catorze anos e está apaixonada pela primeira vez. É a menina dos olhos do pai, uma aluna excelente, bonita e popular, até o seu mundo virar de pernas para o ar com um ato de violência. De súbito, tudo o que Trixie julgava saber sobre a sua família e sobre si própria parece ser mentira. Será possível que o namorado que um dia fez Trixie tão feliz seja o mesmo que tenha posto fim à sua infância? Ela diz que sim, o que faz com que o pai, um artista de banda desenhada de brandos modos com um passado turbulento que esconde de todos, até da família, se disponha ao ir ao inferno e voltar para proteger a filha. Uma história fortíssima que explora os laços inquebráveis entre pai e filha e levanta a questão: será possível reinventarmo-nos no decurso da nossa vida ou seremos obrigados a carregar os nossos erros connosco para sempre?
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma história pungente sobre os laços inquebráveis entre pai e filha, a tentação de fazer de Deus e as suas perigosas repercussões. Trixie Stone tem catorze anos e está apaixonada pela primeira vez. É a menina dos olhos do pai, uma aluna excelente, bonita e popular, até o seu mundo virar de pernas para o ar com um ato de violência. De súbito, tudo o que Trixie julgava saber sobre a sua família e sobre si própria parece ser mentira. Será possível que o namorado que um dia fez Trixie tão feliz seja o mesmo que tenha posto fim à sua infância? Ela diz que sim, o que faz com que o pai, um artista de banda desenhada de brandos modos com um passado turbulento que esconde de todos, até da família, se disponha ao ir ao inferno e voltar para proteger a filha. Uma história fortíssima que explora os laços inquebráveis entre pai e filha e levanta a questão: será possível reinventarmo-nos no decurso da nossa vida ou seremos obrigados a carregar os nossos erros connosco para sempre?
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Este livro era inevitável. Reúne receitas sem coesão aparentemente nenhuma, numa espécie de resumo da matéria dada, na missão de fazer com que todos ocupem as suas cozinhas com muita alegria e consciência de que cozinhar é um superpoder do quotidiano. Acima de tudo, são receitas simples e fáceis de confecionar, que privilegiam o consumo de produtos que estão sempre ali à mão de semear e que podem ser cozinhados de muitas formas. É aparentemente simples, porém está carregadinho de ativismo nas entrelinhas. Reflete o nosso tempo como espelho de todos os tempos que nos estão a acontecer ao mesmo tempo. É sobre celebrar um dos melhores momentos da rotina diária: cozinhar.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Este livro era inevitável. Reúne receitas sem coesão aparentemente nenhuma, numa espécie de resumo da matéria dada, na missão de fazer com que todos ocupem as suas cozinhas com muita alegria e consciência de que cozinhar é um superpoder do quotidiano. Acima de tudo, são receitas simples e fáceis de confecionar, que privilegiam o consumo de produtos que estão sempre ali à mão de semear e que podem ser cozinhados de muitas formas. É aparentemente simples, porém está carregadinho de ativismo nas entrelinhas. Reflete o nosso tempo como espelho de todos os tempos que nos estão a acontecer ao mesmo tempo. É sobre celebrar um dos melhores momentos da rotina diária: cozinhar.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ó da Casa reúne várias dicas e projetos surpreendentes da arquiteta e criadora de conteúdos no seu programa homónimo no canal Casa e Cozinha, onde cria peças únicas ou reutiliza algo que iria para o lixo e que se pode transformar numa peça de luxo. Este livro é uma ferramenta importante para as pessoas mais inexperientes em DIY, que vai ajudar a arriscar, a aprender com os erros e a transformar as casas em espaços de sonho.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ó da Casa reúne várias dicas e projetos surpreendentes da arquiteta e criadora de conteúdos no seu programa homónimo no canal Casa e Cozinha, onde cria peças únicas ou reutiliza algo que iria para o lixo e que se pode transformar numa peça de luxo. Este livro é uma ferramenta importante para as pessoas mais inexperientes em DIY, que vai ajudar a arriscar, a aprender com os erros e a transformar as casas em espaços de sonho.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1937, um promissor pintor de Leninegrado vê-se reduzido à tarefa ingrata de "apagar", de pinturas e fotografias, os dissidentes do regime soviético. Entre os inúmeros rostos que faz desaparecer, está o do seu próprio irmão, condenado à morte. Na atualidade, uma historiadora de arte dedica-se a estudar o mistério que se esconde na obra desse censor. Nas centenas de imagens que alterou, ele introduziu obsessivamente um rosto. Quem foi essa figura anónima, a um tempo dissimulada e omnipresente na História da Rússia? O segredo do criador de rostos atravessa décadas e fronteiras e confunde-se com a memória do país. Cruza as trajectórias de uma bailarina caída em desgraça, espiões polacos, mercenários, um aprendiz de mendigo, uma beldade siberiana, e até um lobo. E como pano de fundo, uma cidade com um lago de mercúrio, um céu sem estrelas e uma floresta de plástico. Um livro profundamente original, que nos leva de S. Petersburgo aos confins da Sibéria e à Chechénia, e consolida Anthony Marra como um dos jovens escritores americanos mais aclamados da atualidade.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1937, um promissor pintor de Leninegrado vê-se reduzido à tarefa ingrata de "apagar", de pinturas e fotografias, os dissidentes do regime soviético. Entre os inúmeros rostos que faz desaparecer, está o do seu próprio irmão, condenado à morte. Na atualidade, uma historiadora de arte dedica-se a estudar o mistério que se esconde na obra desse censor. Nas centenas de imagens que alterou, ele introduziu obsessivamente um rosto. Quem foi essa figura anónima, a um tempo dissimulada e omnipresente na História da Rússia? O segredo do criador de rostos atravessa décadas e fronteiras e confunde-se com a memória do país. Cruza as trajectórias de uma bailarina caída em desgraça, espiões polacos, mercenários, um aprendiz de mendigo, uma beldade siberiana, e até um lobo. E como pano de fundo, uma cidade com um lago de mercúrio, um céu sem estrelas e uma floresta de plástico. Um livro profundamente original, que nos leva de S. Petersburgo aos confins da Sibéria e à Chechénia, e consolida Anthony Marra como um dos jovens escritores americanos mais aclamados da atualidade.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"O Curso do Amor" é um romance que explora o que acontece após os dias de paixão, bem como o que é necessário fazer para manter o amor vivo, e o que acontece aos nossos ideais românticos originais quando confrontados com a pressão da vida quotidiana. Através de Rabih e Kirsten, o leitor experimenta os primeiros momentos do enamoramento, a facilidade com que se cai no amor romântico, e a vida após esses momentos tumultuosos. Intercalando a história e os desafios deste casal, estão comentários filosóficos, anotações e um guia sobre o que estamos a ler.Esta é uma novela romântica no verdadeiro sentido do termo, interessada em explorar a possibilidade de o amor poder sobreviver, e mesmo florescer, com o tempo. O resultado é uma experiência sensorial - ficcional, filosófica e psicológica - que nos interpela a identificarmos profundamente com as personagens, e a reflectir sobre as experiências de Rabih e de Kirsten sobre o amor. Fresco, visceral e muito convincente, O Curso do Amor é um romance provocador e verosímil para todos os que acreditam no amor.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"O Curso do Amor" é um romance que explora o que acontece após os dias de paixão, bem como o que é necessário fazer para manter o amor vivo, e o que acontece aos nossos ideais românticos originais quando confrontados com a pressão da vida quotidiana. Através de Rabih e Kirsten, o leitor experimenta os primeiros momentos do enamoramento, a facilidade com que se cai no amor romântico, e a vida após esses momentos tumultuosos. Intercalando a história e os desafios deste casal, estão comentários filosóficos, anotações e um guia sobre o que estamos a ler.Esta é uma novela romântica no verdadeiro sentido do termo, interessada em explorar a possibilidade de o amor poder sobreviver, e mesmo florescer, com o tempo. O resultado é uma experiência sensorial - ficcional, filosófica e psicológica - que nos interpela a identificarmos profundamente com as personagens, e a reflectir sobre as experiências de Rabih e de Kirsten sobre o amor. Fresco, visceral e muito convincente, O Curso do Amor é um romance provocador e verosímil para todos os que acreditam no amor.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 32
Sinopse:
ALTO LÁ?! Chegou o livro de atividades do Cuquedo! Muitos jogos e atividades divertidas, para pintar, rabiscar, descobrir, criar e aprender, sempre a brincar com... o Cuquedo! BUUUU
Nº Páginas: 32
Sinopse:
ALTO LÁ?! Chegou o livro de atividades do Cuquedo! Muitos jogos e atividades divertidas, para pintar, rabiscar, descobrir, criar e aprender, sempre a brincar com... o Cuquedo! BUUUU
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 12
Sinopse:
O Cuquedo, um dos livros infantis mais vendidos em Portugal chega agora aos mais pequeninos em formato puzzle. Um livro muito divertido para ler e 4 puzzles para fazer. Joga com o Cuquedo e os animais da selva.
Nº Páginas: 12
Sinopse:
O Cuquedo, um dos livros infantis mais vendidos em Portugal chega agora aos mais pequeninos em formato puzzle. Um livro muito divertido para ler e 4 puzzles para fazer. Joga com o Cuquedo e os animais da selva.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Toda a gente sabe que os crocodilos adoram água. Bem, mas este crocodilo não. Este não gosta NADA de água. Na verdade prefere trepar às árvores! Será que este pequeno crocodilo afinal não é nada um crocodilo?
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Toda a gente sabe que os crocodilos adoram água. Bem, mas este crocodilo não. Este não gosta NADA de água. Na verdade prefere trepar às árvores! Será que este pequeno crocodilo afinal não é nada um crocodilo?
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 20
Sinopse:
Todos temos um papel a desempenhar neste mundo...
Nº Páginas: 20
Sinopse:
Todos temos um papel a desempenhar neste mundo...
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
E se "Cristo" for apenas uma palavra para o transcendente, ou um termo para referir um horizonte infinito que nos puxa? Poderá ser, em alternativa, uma palavra para o que é tudo? Richard Rohr, frade franciscano e autor bestseller, traz-nos uma obra que promete ser um guia na exploração destas e outras perguntas sobre Cristo, bem como sobre a realidade que representa para cada um de nós. De acordo com o autor, a mensagem aqui presente pode mudar a forma como se vive o quotidiano, tornando acessível algum do significado profundo de que o mundo ocidental parece necessitar e porque anseia. Mais do que isso, este livro tem o potencial de refundar o Cristianismo enquanto religião inata, ao invés de uma crença assente numa revelação especial, acessível apenas a alguns iluminados. "Cristo está em toda a parte. Nele, todos os tipos de vida têm um sentido e uma ligação sólida."
Nº Páginas: 304
Sinopse:
E se "Cristo" for apenas uma palavra para o transcendente, ou um termo para referir um horizonte infinito que nos puxa? Poderá ser, em alternativa, uma palavra para o que é tudo? Richard Rohr, frade franciscano e autor bestseller, traz-nos uma obra que promete ser um guia na exploração destas e outras perguntas sobre Cristo, bem como sobre a realidade que representa para cada um de nós. De acordo com o autor, a mensagem aqui presente pode mudar a forma como se vive o quotidiano, tornando acessível algum do significado profundo de que o mundo ocidental parece necessitar e porque anseia. Mais do que isso, este livro tem o potencial de refundar o Cristianismo enquanto religião inata, ao invés de uma crença assente numa revelação especial, acessível apenas a alguns iluminados. "Cristo está em toda a parte. Nele, todos os tipos de vida têm um sentido e uma ligação sólida."
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1961, encontramos neste livro uma expressiva influência que sobre ele teve João Cabral de Melo Neto, um dos maiores poetas brasileiros de todos os tempos e outra das vozes maiores da língua portuguesa. No prefácio de Rosa Maria Martelo a esta edição podemos ler que "[…] O Cristo Cigano é um livro absolutamente singular no conjunto da poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, ao que não será alheio o facto de ter sido escrito sob o signo do encontro da autora com um poeta que também tinha a paixão da geometria e do concreto e a mesma solidariedade com o sofrimento humano." O AMOR Não há para mim outro amor nem tardes limpas A minha própria vida a desertei Só existe o teu rosto geometria Clara que sem descanso esculpirei. E noite onde sem fim me afundarei.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1961, encontramos neste livro uma expressiva influência que sobre ele teve João Cabral de Melo Neto, um dos maiores poetas brasileiros de todos os tempos e outra das vozes maiores da língua portuguesa. No prefácio de Rosa Maria Martelo a esta edição podemos ler que "[…] O Cristo Cigano é um livro absolutamente singular no conjunto da poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, ao que não será alheio o facto de ter sido escrito sob o signo do encontro da autora com um poeta que também tinha a paixão da geometria e do concreto e a mesma solidariedade com o sofrimento humano." O AMOR Não há para mim outro amor nem tardes limpas A minha própria vida a desertei Só existe o teu rosto geometria Clara que sem descanso esculpirei. E noite onde sem fim me afundarei.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Nesta obra polémica que gerou a contestação por parte da Igreja Católica portuguesa e, mais tarde, de outros que acusaram o autor de plágio, Eça de Queiroz definiu o que, para si, seria a principal função da Arte: uma extraordinária ferramenta de reforma social. É através do amor proibido entre Amaro, pároco recém-chegado à cidade de Leiria, e a jovem Amélia, filha da mulher que o hospeda, que se critica o clero católico e a sua promíscua influência nas relações domésticas. Se este livro parecia e poderia ser a morte anunciada de uma carreira literária sólida, tornou-se na verdade um dos textos centrais da obra de Eça de Queiroz, que prova aqui, mais uma vez, ser a voz da frente na denúncia da hipocrisia dos valores da sociedade portuguesa.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Nesta obra polémica que gerou a contestação por parte da Igreja Católica portuguesa e, mais tarde, de outros que acusaram o autor de plágio, Eça de Queiroz definiu o que, para si, seria a principal função da Arte: uma extraordinária ferramenta de reforma social. É através do amor proibido entre Amaro, pároco recém-chegado à cidade de Leiria, e a jovem Amélia, filha da mulher que o hospeda, que se critica o clero católico e a sua promíscua influência nas relações domésticas. Se este livro parecia e poderia ser a morte anunciada de uma carreira literária sólida, tornou-se na verdade um dos textos centrais da obra de Eça de Queiroz, que prova aqui, mais uma vez, ser a voz da frente na denúncia da hipocrisia dos valores da sociedade portuguesa.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Amaro Vieira, recém-chegado a Leiria, conhece Amélia Caminha, filha da dona da pensão onde fica hospedado. Apaixonam-se. Nada de invulgar teria esta história, não fosse Amaro um padre atraído pela transgressão e pela vertigem do amor proibido. Mais ainda: ele não teme a reprovação dos outros membros do clero, mergulhados também numa rede de perversa ocultação e fingimento. Num meio provinciano em que as aparências ocultam a realidade, Eça de Queiroz desvenda a hipocrisia das suas personagens, numa devastadora e impiedosa crítica à decadência moral do clero. Em tempos, um livro censurado e impregnado de um erotismo esconso a roçar o sórdido, o primeiro romance de Eça de Queiroz, que contou com três versões ao longo da vida do autor, é aqui cuidadosamente fixado de acordo com a versão de 1889 - a última.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Amaro Vieira, recém-chegado a Leiria, conhece Amélia Caminha, filha da dona da pensão onde fica hospedado. Apaixonam-se. Nada de invulgar teria esta história, não fosse Amaro um padre atraído pela transgressão e pela vertigem do amor proibido. Mais ainda: ele não teme a reprovação dos outros membros do clero, mergulhados também numa rede de perversa ocultação e fingimento. Num meio provinciano em que as aparências ocultam a realidade, Eça de Queiroz desvenda a hipocrisia das suas personagens, numa devastadora e impiedosa crítica à decadência moral do clero. Em tempos, um livro censurado e impregnado de um erotismo esconso a roçar o sórdido, o primeiro romance de Eça de Queiroz, que contou com três versões ao longo da vida do autor, é aqui cuidadosamente fixado de acordo com a versão de 1889 - a última.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Na versão definitiva desta obra (1880), conjugam-se três fatores já previamente salientes na carreira de Eça mas cuja importância relativa e cujo significado se irão modificando: um dado propósito de crítica social contemporânea; uma dada perceção de como determinadas personagens, enganando as outras, se enganam afinal a si próprias, fingindo acatar pautas morais de comportamento; e uma certa auréola de sonho que elas exalam. Assim, em qualquer das três versões deste romance se evidencia uma violenta crítica ao clero católico que já tem raízes nos Iluministas ou no romantismo liberal, e aos efeitos da sua burocratização constitucionalista, da sua presença em lares burgueses.A. J. Saraiva e Óscar Lopes, in "História da Literatura Portuguesa", 17.ª ed., Porto Editora (adaptado)
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Na versão definitiva desta obra (1880), conjugam-se três fatores já previamente salientes na carreira de Eça mas cuja importância relativa e cujo significado se irão modificando: um dado propósito de crítica social contemporânea; uma dada perceção de como determinadas personagens, enganando as outras, se enganam afinal a si próprias, fingindo acatar pautas morais de comportamento; e uma certa auréola de sonho que elas exalam. Assim, em qualquer das três versões deste romance se evidencia uma violenta crítica ao clero católico que já tem raízes nos Iluministas ou no romantismo liberal, e aos efeitos da sua burocratização constitucionalista, da sua presença em lares burgueses.A. J. Saraiva e Óscar Lopes, in "História da Literatura Portuguesa", 17.ª ed., Porto Editora (adaptado)
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O brutal assassinato do velho milionário filantropo Benjamin H. Kyle tornou-se quase imediatamente conhecido como o crime do escaravelho. Bastou que fosse descoberto junto ao corpo ensanguentado da vítima, num museu privado de egiptologia, um valioso alfinete de gravata adornado com a imagem de um escaravelho azul, esculpido num pequeno pedaço de lápis-lazúli. Com efeito, artefactos e referências ocultas da mitologia egípcia parecem ser os fumos escolhidos pelo culpado para encobrir a sua identidade. Mas conseguirá ele ludibriar Philo Vance? Recorrendo aos seus vastos conhecimentos sobre a história do Egito, o genial detetive amador terá de contornar as pistas falsas deixadas pelo caminho e, apenas após descortinar o seu perfil psicológico, conseguirá apontar o dedo ao verdadeiro assassino. Esta que foi a quinta aventura policial de Philo Vance em parceria com o procurador público do distrito de Nova Iorque, John Markham, foi publicada originalmente em 1929 e é apontada como um dos melhores exemplos dos talentos narrativos de S. S. Van Dine.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O brutal assassinato do velho milionário filantropo Benjamin H. Kyle tornou-se quase imediatamente conhecido como o crime do escaravelho. Bastou que fosse descoberto junto ao corpo ensanguentado da vítima, num museu privado de egiptologia, um valioso alfinete de gravata adornado com a imagem de um escaravelho azul, esculpido num pequeno pedaço de lápis-lazúli. Com efeito, artefactos e referências ocultas da mitologia egípcia parecem ser os fumos escolhidos pelo culpado para encobrir a sua identidade. Mas conseguirá ele ludibriar Philo Vance? Recorrendo aos seus vastos conhecimentos sobre a história do Egito, o genial detetive amador terá de contornar as pistas falsas deixadas pelo caminho e, apenas após descortinar o seu perfil psicológico, conseguirá apontar o dedo ao verdadeiro assassino. Esta que foi a quinta aventura policial de Philo Vance em parceria com o procurador público do distrito de Nova Iorque, John Markham, foi publicada originalmente em 1929 e é apontada como um dos melhores exemplos dos talentos narrativos de S. S. Van Dine.
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