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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 381
Sinopse:
Incrível! A sensação de impotência torna-se quase insuportável. Prepare-se para ranger os dentes e roer as unhas quase até ao amargo desenlace. O novo thriller do autor do bestseller Lies que já atingiu as 300 000 cópias vendidas. Perfeito para os fãs de Pedido de amizade, de Laura Marshall, e Bring me back, de BA Paris.
Nº Páginas: 381
Sinopse:
Incrível! A sensação de impotência torna-se quase insuportável. Prepare-se para ranger os dentes e roer as unhas quase até ao amargo desenlace. O novo thriller do autor do bestseller Lies que já atingiu as 300 000 cópias vendidas. Perfeito para os fãs de Pedido de amizade, de Laura Marshall, e Bring me back, de BA Paris.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Composto por três livros, um de cada autor, este volume ganhará garantidamente um lugar na sua mesa de cabeceira. Certos princípios sustentam a forma como os nossos desejos se materializam na nossa vida e no mundo ao nosso redor. Esses são os ensinamentos que estes três mestres do sucesso e felicidade nos transmitem de forma clara e direta. Estudados e recomendados atualmente nas universidades, estes três clássicos são os pilares de qualquer biblioteca pessoal: "Pense e Fique Rico", de Napoleon Hill; "Como Influenciar Pessoas", de Dale Carnegie e "O Poder do Subconsciente", de Joseph Murphy. Os mais de 100 milhões de vendas de Napoleon Hill tornam-no um dos autores mais vendidos de sempre. Mas a sabedoria de Dale Carnegie no que respeita a como influenciar pessoas não fica atrás, sendo ainda hoje o autor mais recomendado nas listas de livros de liderança ou empreendedorismo. A empresa que fundou, a Dale Carnegie Training, é hoje uma organização multinacional que se tornou líder mundial em formação para empresas, com mais de 8 milhões de cursos ministrados. Joseph Murphy faz parte desta elite de autores, e foi talvez o primeiro autor a falar sobre a forma como o nosso mindset pode influenciar fortemente os resultados que alcançamos na vida.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Composto por três livros, um de cada autor, este volume ganhará garantidamente um lugar na sua mesa de cabeceira. Certos princípios sustentam a forma como os nossos desejos se materializam na nossa vida e no mundo ao nosso redor. Esses são os ensinamentos que estes três mestres do sucesso e felicidade nos transmitem de forma clara e direta. Estudados e recomendados atualmente nas universidades, estes três clássicos são os pilares de qualquer biblioteca pessoal: "Pense e Fique Rico", de Napoleon Hill; "Como Influenciar Pessoas", de Dale Carnegie e "O Poder do Subconsciente", de Joseph Murphy. Os mais de 100 milhões de vendas de Napoleon Hill tornam-no um dos autores mais vendidos de sempre. Mas a sabedoria de Dale Carnegie no que respeita a como influenciar pessoas não fica atrás, sendo ainda hoje o autor mais recomendado nas listas de livros de liderança ou empreendedorismo. A empresa que fundou, a Dale Carnegie Training, é hoje uma organização multinacional que se tornou líder mundial em formação para empresas, com mais de 8 milhões de cursos ministrados. Joseph Murphy faz parte desta elite de autores, e foi talvez o primeiro autor a falar sobre a forma como o nosso mindset pode influenciar fortemente os resultados que alcançamos na vida.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Em Janeiro de 2014, dois homens tiveram uma ideia: um programa de televisão. Nascia o "28 Minutos e 7 Segundos de Vida". Uma conversa entre Manuel Forjaz e José Alberto Carvalho sobre a vida. A nossa. A dos outros. A do nosso país. Ao longo de nove semanas ouvimos falar de assuntos tão diversos como economia, religião, prazer, morte. Não foram os temas escolhidos que convenceram quem assistiu aos programas, mas a sim a forma inquietante como os dois homens discutiam as temáticas e a mensagem que sempre conseguiam transmitir: obrigar-nos e ensinar-nos a pensar.De uma ideia de dois amigos criou-se um espaço de discussão, e por isso logo luminoso, na televisão nacional e na memória de quem acompanhou estes dois homens da comunicação. "28 Minutos e 7 Segundos de Vida" é um livro que faz perdurar a memória de Manuel Forjaz, cumpre um desejo e deixa-nos uma mensagem a que devemos, muitas vezes, voltar.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Em Janeiro de 2014, dois homens tiveram uma ideia: um programa de televisão. Nascia o "28 Minutos e 7 Segundos de Vida". Uma conversa entre Manuel Forjaz e José Alberto Carvalho sobre a vida. A nossa. A dos outros. A do nosso país. Ao longo de nove semanas ouvimos falar de assuntos tão diversos como economia, religião, prazer, morte. Não foram os temas escolhidos que convenceram quem assistiu aos programas, mas a sim a forma inquietante como os dois homens discutiam as temáticas e a mensagem que sempre conseguiam transmitir: obrigar-nos e ensinar-nos a pensar.De uma ideia de dois amigos criou-se um espaço de discussão, e por isso logo luminoso, na televisão nacional e na memória de quem acompanhou estes dois homens da comunicação. "28 Minutos e 7 Segundos de Vida" é um livro que faz perdurar a memória de Manuel Forjaz, cumpre um desejo e deixa-nos uma mensagem a que devemos, muitas vezes, voltar.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Entrei no comboio das 5h42 armada com um bom livro. Folheei até à sétima página a contar do fim e escrevi: Tens um excelente gosto literário. Queres sair comigo? O meu plano? Usar as palavras heroicas e românticas de alguns dos meus livros favoritos para preencher o vazio que coloquei entre mim e as outras pessoas. É hora de arriscar na vida e no amor! Os livros sempre foram um conforto para Frankie Rose. As palavras de Jane Austen ou de Charles Dickens são as suas melhores conselheiras, mas, fora do mundo literário que a encanta, Frankie sente-se sozinha e desiludida com a sua vida amorosa. No entanto, está confiante de que a sua alma gémea literária existe. E é por isso que decide espalhar os seus romances favoritos pelos bancos dos transportes públicos, com uma nota no interior para quem os encontrar. Certamente o homem ideal saberá apreciar uma boa leitura e não resistirá a um gesto tão romântico! O que Frankie não esperava era cruzar-se com Sunny, que, apesar de ser um leitor ávido, tem um grande problema: adora o tipo de livros que ela despreza. Conseguirá ela deixar o seu preconceito de lado? Ou irá continuar a vaguear pelas estações de comboios à procura do Mr. Darcy dos tempos modernos? Uma história obrigatória para quem acredita que um livro pode mudar uma vida!
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Entrei no comboio das 5h42 armada com um bom livro. Folheei até à sétima página a contar do fim e escrevi: Tens um excelente gosto literário. Queres sair comigo? O meu plano? Usar as palavras heroicas e românticas de alguns dos meus livros favoritos para preencher o vazio que coloquei entre mim e as outras pessoas. É hora de arriscar na vida e no amor! Os livros sempre foram um conforto para Frankie Rose. As palavras de Jane Austen ou de Charles Dickens são as suas melhores conselheiras, mas, fora do mundo literário que a encanta, Frankie sente-se sozinha e desiludida com a sua vida amorosa. No entanto, está confiante de que a sua alma gémea literária existe. E é por isso que decide espalhar os seus romances favoritos pelos bancos dos transportes públicos, com uma nota no interior para quem os encontrar. Certamente o homem ideal saberá apreciar uma boa leitura e não resistirá a um gesto tão romântico! O que Frankie não esperava era cruzar-se com Sunny, que, apesar de ser um leitor ávido, tem um grande problema: adora o tipo de livros que ela despreza. Conseguirá ela deixar o seu preconceito de lado? Ou irá continuar a vaguear pelas estações de comboios à procura do Mr. Darcy dos tempos modernos? Uma história obrigatória para quem acredita que um livro pode mudar uma vida!
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 168
Sinopse:
O ELÉCTRICO 28, verdadeiro ex-líbris de Lisboa desde 1985, larga do Martim Moniz e nos Prazeres vai a enterrar, ressuscitando ali para regresso da circulação. É a linha mais longa e complexa da cidade, e riquíssima de informação urbana - subindo à Graça, descendo pela Sé até à Baixa para trepar à Estrela, de colina para colina. E, como deve ser, "vendo por onde se vai antes de lá chegar".
Nº Páginas: 168
Sinopse:
O ELÉCTRICO 28, verdadeiro ex-líbris de Lisboa desde 1985, larga do Martim Moniz e nos Prazeres vai a enterrar, ressuscitando ali para regresso da circulação. É a linha mais longa e complexa da cidade, e riquíssima de informação urbana - subindo à Graça, descendo pela Sé até à Baixa para trepar à Estrela, de colina para colina. E, como deve ser, "vendo por onde se vai antes de lá chegar".
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Para celebrar os 45 anos do 25 de Abril de 1974, a Tinta-da-china lança um livro composto pelas imagens que fazem parte da memória histórica, política e afectiva de toda uma geração. Alfredo Cunha, autor do célebre retrato de Salgueiro Maia no Largo do Carmo e de muitas outras imagens que eternizam a Revolução de Abril, reúne agora em livro as fotografias que fez no dia em que o destino de Portugal começou a mudar.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Para celebrar os 45 anos do 25 de Abril de 1974, a Tinta-da-china lança um livro composto pelas imagens que fazem parte da memória histórica, política e afectiva de toda uma geração. Alfredo Cunha, autor do célebre retrato de Salgueiro Maia no Largo do Carmo e de muitas outras imagens que eternizam a Revolução de Abril, reúne agora em livro as fotografias que fez no dia em que o destino de Portugal começou a mudar.
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Edição: Dez 2023
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Com textos originais de Carlos Matos Gomes, Adelino Gomes e Fernando Rosas, e intervenções de Vhils sobre imagens icónicas de Cunha - para a capa e separadores. No dia 25 de Abril de 1974 (uma quinta-feira, tal como voltará a acontecer em 2024), Alfredo Cunha estava em Lisboa e fotografou a revolução nos seus principais cenários, captando imagens icónicas que perduram até hoje associadas ao acontecimento que mudou a História de Portugal. Para celebrar os 50 anos de democracia, Alfredo Cunha concebeu, a partir das suas imagens, um livro em três partes: "Guerra" — com texto de Carlos Matos Gomes, militar de Abril e da guerra colonial; "Dia 25 de Abril" — com texto de Adelino Gomes, repórter que acompanhou os acontecimentos em Lisboa; "Depois de Abril" — com texto de Fernando Rosas, historiador e protagonista destes anos quentes.
"Este dia 25 de Abril não me pertence. É o 25 de Abril do Alfredo Cunha, então com 20 anos e que logo no início da carreira tem inesperadamente o dia mais importante da sua vida de fotógrafo. Uma dádiva e uma maldição. Há 50 anos que incansavelmente fotografa, expõe e publica como que para fugir e de novo voltar a esse dia. Quando me apresentou a maqueta deste livro, colocou-a em cima da mesa e disse: ‘Acabou. Está resolvido.’ Esta é uma obra monumental, histórica e teoricamente impossível. Meio século depois do 25 de Abril, consegue reunir o fotógrafo que esteve presente em quase todos os momentos do dia e dos meses que se seguiram; o olhar do militar no terreno, Carlos Matos Gomes, que pertenceu ao Movimento dos Capitães; o olhar do repórter suspenso, Adelino Gomes, que perante o desenrolar dos acontecimentos marca o momento em que nasce a liberdade de expressão, ao conseguir um microfone emprestado para colocar a revolução no ar; e o do ativista na clandestinidade, Fernando Rosas, hoje historiador jubilado. Pediram a Vhils para selar esta obra, como se se tratasse de uma cápsula feita para enviar para o futuro, para ser lida e vivida, dado ter sido escrita e fotografada por quem viveu apaixonadamente uma revolução, mas, 50 anos depois, se prestou a depositar aqui o seu testemunho analítico." - Luís Pedro Nunes, Prefácio
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Com textos originais de Carlos Matos Gomes, Adelino Gomes e Fernando Rosas, e intervenções de Vhils sobre imagens icónicas de Cunha - para a capa e separadores. No dia 25 de Abril de 1974 (uma quinta-feira, tal como voltará a acontecer em 2024), Alfredo Cunha estava em Lisboa e fotografou a revolução nos seus principais cenários, captando imagens icónicas que perduram até hoje associadas ao acontecimento que mudou a História de Portugal. Para celebrar os 50 anos de democracia, Alfredo Cunha concebeu, a partir das suas imagens, um livro em três partes: "Guerra" — com texto de Carlos Matos Gomes, militar de Abril e da guerra colonial; "Dia 25 de Abril" — com texto de Adelino Gomes, repórter que acompanhou os acontecimentos em Lisboa; "Depois de Abril" — com texto de Fernando Rosas, historiador e protagonista destes anos quentes.
"Este dia 25 de Abril não me pertence. É o 25 de Abril do Alfredo Cunha, então com 20 anos e que logo no início da carreira tem inesperadamente o dia mais importante da sua vida de fotógrafo. Uma dádiva e uma maldição. Há 50 anos que incansavelmente fotografa, expõe e publica como que para fugir e de novo voltar a esse dia. Quando me apresentou a maqueta deste livro, colocou-a em cima da mesa e disse: ‘Acabou. Está resolvido.’ Esta é uma obra monumental, histórica e teoricamente impossível. Meio século depois do 25 de Abril, consegue reunir o fotógrafo que esteve presente em quase todos os momentos do dia e dos meses que se seguiram; o olhar do militar no terreno, Carlos Matos Gomes, que pertenceu ao Movimento dos Capitães; o olhar do repórter suspenso, Adelino Gomes, que perante o desenrolar dos acontecimentos marca o momento em que nasce a liberdade de expressão, ao conseguir um microfone emprestado para colocar a revolução no ar; e o do ativista na clandestinidade, Fernando Rosas, hoje historiador jubilado. Pediram a Vhils para selar esta obra, como se se tratasse de uma cápsula feita para enviar para o futuro, para ser lida e vivida, dado ter sido escrita e fotografada por quem viveu apaixonadamente uma revolução, mas, 50 anos depois, se prestou a depositar aqui o seu testemunho analítico." - Luís Pedro Nunes, Prefácio
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 82
Sinopse:
Livro que reúne algumas das mais significativas citações retiradas da Bíblia. Este livro é um percurso inspirador composto por algumas das mais marcantes citações retiradas dos textos sagrados que ajudam a olhar para nós mesmos e para os outros. Os caminhos sinuosos com que por vezes a vida nos presenteia implicam, por vezes, fazer-nos parar por um momento e deixar que a nossa mente se deixa ancorar na voz sábia da fé; na voz que nos anima, motiva e inspira e nos reposiciona no centro daquilo que é essencial. Um belo livro entre a autoajuda do sagrado e a auto inspiração para a vida, para ler em momentos de sossego, ao acordar, ao deitar ou quando a nossa mente careça de um impulso ou de um bálsamo contra a contaminação do dia-a-dia.
Nº Páginas: 82
Sinopse:
Livro que reúne algumas das mais significativas citações retiradas da Bíblia. Este livro é um percurso inspirador composto por algumas das mais marcantes citações retiradas dos textos sagrados que ajudam a olhar para nós mesmos e para os outros. Os caminhos sinuosos com que por vezes a vida nos presenteia implicam, por vezes, fazer-nos parar por um momento e deixar que a nossa mente se deixa ancorar na voz sábia da fé; na voz que nos anima, motiva e inspira e nos reposiciona no centro daquilo que é essencial. Um belo livro entre a autoajuda do sagrado e a auto inspiração para a vida, para ler em momentos de sossego, ao acordar, ao deitar ou quando a nossa mente careça de um impulso ou de um bálsamo contra a contaminação do dia-a-dia.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 64
Sinopse:
23 projetos, explicados passo a passo, para muitas horas de diversão.Vais aprender a usar ferramentas e a reciclar materiais e descobrir como fazer: um carro de corridas, um sabre de espuma, um inseto robot, entre tantos outros projetos fantásticos.Num abrir e fechar de olhos serás capaz de construir objetos incríveis e, pelo meio e sem dares por isso, vais aprender muito mais sobre o ambiente e sobre ciências! Mostra aos teus amigos as tuas criações e prepara-te para muita brincadeira!
Nº Páginas: 64
Sinopse:
23 projetos, explicados passo a passo, para muitas horas de diversão.Vais aprender a usar ferramentas e a reciclar materiais e descobrir como fazer: um carro de corridas, um sabre de espuma, um inseto robot, entre tantos outros projetos fantásticos.Num abrir e fechar de olhos serás capaz de construir objetos incríveis e, pelo meio e sem dares por isso, vais aprender muito mais sobre o ambiente e sobre ciências! Mostra aos teus amigos as tuas criações e prepara-te para muita brincadeira!
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 64
Sinopse:
23 projetos, explicados passo a passo, para muitas horas de diversão.Vais aprender a criar novos objetos a partir de materiais usados e quais as melhores e mais fáceis técnicas para fazeres: um saco a partir de uma t-shirt, uma tenda camuflada, um esconderijo para morcegos, entre tantos outros projetos fantásticos. Num abrir e fechar de olhos vais aprender a reutilizar, a reciclar e, pelo meio e sem dares por isso, também estarás a ajudar o ambiente.Junta os teus amigos numa fantástica equipa de eco-heróis, pronta para salvar o mundo!
Nº Páginas: 64
Sinopse:
23 projetos, explicados passo a passo, para muitas horas de diversão.Vais aprender a criar novos objetos a partir de materiais usados e quais as melhores e mais fáceis técnicas para fazeres: um saco a partir de uma t-shirt, uma tenda camuflada, um esconderijo para morcegos, entre tantos outros projetos fantásticos. Num abrir e fechar de olhos vais aprender a reutilizar, a reciclar e, pelo meio e sem dares por isso, também estarás a ajudar o ambiente.Junta os teus amigos numa fantástica equipa de eco-heróis, pronta para salvar o mundo!
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Edição: Fev 2006
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Tudo o que sempre quis saber sobre uma alimentação equilibrada. Na linha ligeira que caracteriza os seus dois primeiros livros, ambos "bestsellers", a autora responde às interrogações mais comuns que se colocam a quem pretende emagrecer, ou equilibrar melhor a sua alimentação, sem recorrer a médicos mas com a confiança em conselhos dados por uma das maiores especialistas portuguesas em nutrição.
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Tudo o que sempre quis saber sobre uma alimentação equilibrada. Na linha ligeira que caracteriza os seus dois primeiros livros, ambos "bestsellers", a autora responde às interrogações mais comuns que se colocam a quem pretende emagrecer, ou equilibrar melhor a sua alimentação, sem recorrer a médicos mas com a confiança em conselhos dados por uma das maiores especialistas portuguesas em nutrição.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um romance-fábula aterrador, inspirado em 1984, de George Orwell, sobre o estabelecimento de uma ditadura religiosa de raiz muçulmana. Prémio da Academia Francesa. A globalização vai conduzir o Islamismo ao poder, por todo o mundo, dentro de 50 anos, a começar pela Europa - é a previsão do escritor argelino Boualem Sansal, em "2084", um romance-fábula, aterrador, inspirado em 1984, de George Orwell, sobre o estabelecimento de uma ditadura religiosa. Segundo Sansal - Grande Prémio da Francofonia da Academia Francesa, em 2013 -, os três totalitarismos imaginados por Orwell coincidiram na globalização financeira de hoje, que vai a breve prazo ser tomada pelo Islamismo. É a primeira vez que afirmações desta dimensão são proferidas por um autor de educação muçulmana, que vive na Argélia. O Abistão, imenso império, deriva do nome do profeta Abi, "representante" e "delegado" de Yölah, na Terra. O seu sistema de vida baseia-se na amnésia - e na submissão a um deus único, cruel e todo-poderoso. Qualquer pensamento pessoal é banido; um sistema de vigilância omnipresente permite às autoridades conhecer as ideias e os "atos desviantes".Oficialmente, o povo vive na maior das felicidades, proporcionada por uma fé religiosa inquestionável.A personagem central, Ati, questiona as certezas impostas pelos dirigentes políticos e imãs, lançando-se, então, numa investigação para descobrir um povo suspeito, renegado, que vive em guetos desconhecidos, ao arrepio do poder das autoridades religiosas.Boualem Sansal constrói uma distopia violenta e macabra, que se filia diretamente em George Orwell e no seu 1984, para abordar o poder, o alcance e a hipocrisia do radicalismo religioso muçulmano que ameaça as nossas democracias.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um romance-fábula aterrador, inspirado em 1984, de George Orwell, sobre o estabelecimento de uma ditadura religiosa de raiz muçulmana. Prémio da Academia Francesa. A globalização vai conduzir o Islamismo ao poder, por todo o mundo, dentro de 50 anos, a começar pela Europa - é a previsão do escritor argelino Boualem Sansal, em "2084", um romance-fábula, aterrador, inspirado em 1984, de George Orwell, sobre o estabelecimento de uma ditadura religiosa. Segundo Sansal - Grande Prémio da Francofonia da Academia Francesa, em 2013 -, os três totalitarismos imaginados por Orwell coincidiram na globalização financeira de hoje, que vai a breve prazo ser tomada pelo Islamismo. É a primeira vez que afirmações desta dimensão são proferidas por um autor de educação muçulmana, que vive na Argélia. O Abistão, imenso império, deriva do nome do profeta Abi, "representante" e "delegado" de Yölah, na Terra. O seu sistema de vida baseia-se na amnésia - e na submissão a um deus único, cruel e todo-poderoso. Qualquer pensamento pessoal é banido; um sistema de vigilância omnipresente permite às autoridades conhecer as ideias e os "atos desviantes".Oficialmente, o povo vive na maior das felicidades, proporcionada por uma fé religiosa inquestionável.A personagem central, Ati, questiona as certezas impostas pelos dirigentes políticos e imãs, lançando-se, então, numa investigação para descobrir um povo suspeito, renegado, que vive em guetos desconhecidos, ao arrepio do poder das autoridades religiosas.Boualem Sansal constrói uma distopia violenta e macabra, que se filia diretamente em George Orwell e no seu 1984, para abordar o poder, o alcance e a hipocrisia do radicalismo religioso muçulmano que ameaça as nossas democracias.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O clássico de ficção científica que revolucionou a forma como olhamos para as estrelas e para nós próprios Estamos no início do século XXI e a Discovery viaja a cento e cinquenta mil quilómetros por hora no espaço. A bordo da nave espacial viajam navegadores, astronautas e Hal, um supercomputador cujo funcionamento cognitivo rivaliza com a mente humana. No entanto, a missão é ameaçada quando Hal começa a falhar. Será um problema técnico? E que influência tem o monólito encontrado na Lua? Com estas perguntas surgem outras: que lugar ocupa o Homem na complexa estrutura do infinito? O que é o tempo, a vida, a morte? "2001: Odisseia no Espaço" é uma viagem espacial de tirar o fôlego na busca por evidências de que o ser humano não está sozinho no cosmos. Uma expedição aos confins do Universo e da alma, na qual passado, presente e futuro se mesclam num contínuo enigmático. Um extraordinário romance épico, com um amplo leque de interpretações e que permanece como um dos grandes clássicos da ficção científica.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O clássico de ficção científica que revolucionou a forma como olhamos para as estrelas e para nós próprios Estamos no início do século XXI e a Discovery viaja a cento e cinquenta mil quilómetros por hora no espaço. A bordo da nave espacial viajam navegadores, astronautas e Hal, um supercomputador cujo funcionamento cognitivo rivaliza com a mente humana. No entanto, a missão é ameaçada quando Hal começa a falhar. Será um problema técnico? E que influência tem o monólito encontrado na Lua? Com estas perguntas surgem outras: que lugar ocupa o Homem na complexa estrutura do infinito? O que é o tempo, a vida, a morte? "2001: Odisseia no Espaço" é uma viagem espacial de tirar o fôlego na busca por evidências de que o ser humano não está sozinho no cosmos. Uma expedição aos confins do Universo e da alma, na qual passado, presente e futuro se mesclam num contínuo enigmático. Um extraordinário romance épico, com um amplo leque de interpretações e que permanece como um dos grandes clássicos da ficção científica.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 584
Sinopse:
De São Pedro a Francisco, todos os papas que lideraram a Igreja Católica nos últimos dois mil anos têm uma história, um percurso e um papel na História. Dois Mil Anos de Papas reúne e contextualiza, por ordem cronológica e de forma breve, os perfis biográficos de todos eles, ilustrados por gravuras retiradas da emblemática obra Album dei Papi, datada de 1885, da autoria do primeiro director dos Arquivos do Vaticano, Joseph Hergenröther. Apenas os três últimos papas foram retratados pelo lápis de Davide Le Grazzie. Os pontífices são homens reais que, apesar de muitas quedas, tendem à sublimação: na sua história alternam fraquezas e virtudes, traições e arrependimentos, limitações e santidade, sempre imersos no fluxo da história. Aos seus retratos soma-se ainda um perfil sucinto dos incontornáveis antipapas e um breve glossário sobre as principais heresias.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
De São Pedro a Francisco, todos os papas que lideraram a Igreja Católica nos últimos dois mil anos têm uma história, um percurso e um papel na História. Dois Mil Anos de Papas reúne e contextualiza, por ordem cronológica e de forma breve, os perfis biográficos de todos eles, ilustrados por gravuras retiradas da emblemática obra Album dei Papi, datada de 1885, da autoria do primeiro director dos Arquivos do Vaticano, Joseph Hergenröther. Apenas os três últimos papas foram retratados pelo lápis de Davide Le Grazzie. Os pontífices são homens reais que, apesar de muitas quedas, tendem à sublimação: na sua história alternam fraquezas e virtudes, traições e arrependimentos, limitações e santidade, sempre imersos no fluxo da história. Aos seus retratos soma-se ainda um perfil sucinto dos incontornáveis antipapas e um breve glossário sobre as principais heresias.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Augusto Cury, um dos mais respeitados psiquiatras brasileiros e autor de inúmeros best-sellers, dedica-se ao estudo da educação há várias décadas. 20 Regras de Ouro para Educar Filhos e Alunos é um guia prático que sintetiza a vasta experiência do autor e a coloca à disposição de pais e professores. Estas são apenas algumas das regras de ouro de gestão da emoção que Augusto Cury oferece neste livro: Compreender o eu maduro e o imaturo; Colocar limites inteligentes; Pacificar a mente dos filhos e alunos; Nunca levantar a voz; Jamais criticar excessivamente; Prevenir a intoxicação digital; Ter alergia a ser entediante e chato; Dialogar com inteligência. Cada regra é explicada através de exemplos práticos e é acompanhada de dicas úteis para a sua implementação.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Augusto Cury, um dos mais respeitados psiquiatras brasileiros e autor de inúmeros best-sellers, dedica-se ao estudo da educação há várias décadas. 20 Regras de Ouro para Educar Filhos e Alunos é um guia prático que sintetiza a vasta experiência do autor e a coloca à disposição de pais e professores. Estas são apenas algumas das regras de ouro de gestão da emoção que Augusto Cury oferece neste livro: Compreender o eu maduro e o imaturo; Colocar limites inteligentes; Pacificar a mente dos filhos e alunos; Nunca levantar a voz; Jamais criticar excessivamente; Prevenir a intoxicação digital; Ter alergia a ser entediante e chato; Dialogar com inteligência. Cada regra é explicada através de exemplos práticos e é acompanhada de dicas úteis para a sua implementação.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Mais do que um programa de rádio, o Linha Avançada é hoje uma referência na rádio, pela forma como nos habituou a tratar o futebol, com muito humor, boa disposição e a voz inconfundível de José Nunes. Vinte anos depois da estreia, a L.A. continua a coleccionar fãs e a recrutar novos admiradores. Neste livro reúnem-se os nomes das equipas que fizeram o programa, as histórias das personalidades mais emblemáticas do desporto rei. Tudo acompanhado dos gadgets que já todos conhecem, das referências cinematográficas e musicais que enriquecem cada episódio. Carneiros Amigos considerem-se convidados para esta festa de aniversário!
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Mais do que um programa de rádio, o Linha Avançada é hoje uma referência na rádio, pela forma como nos habituou a tratar o futebol, com muito humor, boa disposição e a voz inconfundível de José Nunes. Vinte anos depois da estreia, a L.A. continua a coleccionar fãs e a recrutar novos admiradores. Neste livro reúnem-se os nomes das equipas que fizeram o programa, as histórias das personalidades mais emblemáticas do desporto rei. Tudo acompanhado dos gadgets que já todos conhecem, das referências cinematográficas e musicais que enriquecem cada episódio. Carneiros Amigos considerem-se convidados para esta festa de aniversário!
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Edição: Dez 2006
Nº Páginas: 38
Sinopse:
Uma criança não quer acreditar que o Pai Natal não existe, como os pais lhe querem fazer crer. Um Pai Natal que acha que também tem direito a receber presentes. São duas histórias de Alice Vieira, com belíssimas ilustrações de João Caetano, para oferecer aos mais pequenos (e que os graúdos também vão gostar de ler) neste Natal. "Quando o despertador tocou, a casa inteira parecia ainda adormecida. Lavínia sentou-se na cama e, de repente, lembrou-se que o Natal estava à porta. "Meu Deus", exclamou, "tanta coisa para fazer e eu aqui deitada!" Não tardaria a ver a Mãe chegar a pedir-lhe o pequeno-almoço, ou o Pai a resmungar porque queria ter ficado mais tempo na cama. "Adultos...", pensou, "é preciso ter muita paciência com eles..." A Mãe andava agora com aquela mania de que o Pai Natal não existia! Lavínia sorrira, e cheia de boa vontade lá lhe explicara que isso era mentira, que ela não devia acreditar em tudo o que lhe diziam no emprego. O emprego era para onde Lavínia levava a Mãe e o Pai todos os dias. Lá estavam outros adultos, e todos brincavam muito uns com os outros, até que chegava o momento de voltarem para casa. Depois era a hora de tomar banho, Lavínia contava-lhes uma história e eles adormeciam. Mas nestes últimos tempos, com o Natal à porta, andavam muito excitados. — O Pai Natal não existe. Eu sei — dizia a Mãe. — O Pai Natal é mentira. Toda a gente sabe — dizia o Pai. Então Lavínia, cheia de paciência, contava-lhes a história verdadeira do Pai Natal, e todo o trabalho que ele tinha na noite de 24 de Dezembro, para escorregar pelas chaminés abaixo e deixar, na cozinha de cada criança, aquilo que cada criança tinha pedido. — E como é que ele cabe na chaminé? — perguntava a Mãe. — Não se está mesmo a ver que é mentira? — dizia o Pai. Lavínia sorria, sorria sempre. Eram tão engraçados, os adultos! O pior é que o tempo passava muito depressa. Não tardariam a ficar crianças, e então perdiam a graça toda. Era aproveitar agora. [...]"
Nº Páginas: 38
Sinopse:
Uma criança não quer acreditar que o Pai Natal não existe, como os pais lhe querem fazer crer. Um Pai Natal que acha que também tem direito a receber presentes. São duas histórias de Alice Vieira, com belíssimas ilustrações de João Caetano, para oferecer aos mais pequenos (e que os graúdos também vão gostar de ler) neste Natal. "Quando o despertador tocou, a casa inteira parecia ainda adormecida. Lavínia sentou-se na cama e, de repente, lembrou-se que o Natal estava à porta. "Meu Deus", exclamou, "tanta coisa para fazer e eu aqui deitada!" Não tardaria a ver a Mãe chegar a pedir-lhe o pequeno-almoço, ou o Pai a resmungar porque queria ter ficado mais tempo na cama. "Adultos...", pensou, "é preciso ter muita paciência com eles..." A Mãe andava agora com aquela mania de que o Pai Natal não existia! Lavínia sorrira, e cheia de boa vontade lá lhe explicara que isso era mentira, que ela não devia acreditar em tudo o que lhe diziam no emprego. O emprego era para onde Lavínia levava a Mãe e o Pai todos os dias. Lá estavam outros adultos, e todos brincavam muito uns com os outros, até que chegava o momento de voltarem para casa. Depois era a hora de tomar banho, Lavínia contava-lhes uma história e eles adormeciam. Mas nestes últimos tempos, com o Natal à porta, andavam muito excitados. — O Pai Natal não existe. Eu sei — dizia a Mãe. — O Pai Natal é mentira. Toda a gente sabe — dizia o Pai. Então Lavínia, cheia de paciência, contava-lhes a história verdadeira do Pai Natal, e todo o trabalho que ele tinha na noite de 24 de Dezembro, para escorregar pelas chaminés abaixo e deixar, na cozinha de cada criança, aquilo que cada criança tinha pedido. — E como é que ele cabe na chaminé? — perguntava a Mãe. — Não se está mesmo a ver que é mentira? — dizia o Pai. Lavínia sorria, sorria sempre. Eram tão engraçados, os adultos! O pior é que o tempo passava muito depressa. Não tardariam a ficar crianças, e então perdiam a graça toda. Era aproveitar agora. [...]"
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O Livro 3 revela o estilo forte e truculento de uma personagem única, Ushikawa de seu nome. A par de Tengo e Aomame, a voz da Ushikawa ecoa nas páginas do terceiro volume de 1Q84 e provoca as reações mais intensas. Amem-no ou detestem-no, mas deixem-no entregue à sua sorte. Tengo e Aomame continuam sem saber, mas aquele é o único lugar perfeito no mundo. Um lugar perfeitamente isolado e, ao mesmo tempo, o único que escapa às malhas da solidão. Este mundo também deverá ter as suas ameaças, os seus perigos, claro, e estar cheio dos seus próprios enigmas e de contradições. Mas não faz mal. A páginas tantas, é preciso acreditar. Sob as duas luas de 1Q84, Aomame e Tengo deixam de estar sozinhos... Inspirado em parte no romance 1984, de George Orwell, 1Q84 é uma surpreendente obra de ficção, escrita de forma poderosa e imaginativa - a um tempo um thriller e uma tocante história de amor. Murakami continua a provocar o espanto e a emoção, comunicando com milhões de pessoas de todas as idades, espalhadas pelo mundo inteiro. Ao pousar este livro, quantos leitores não se sentirão desafiados a ver o mundo com outros olhos?
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O Livro 3 revela o estilo forte e truculento de uma personagem única, Ushikawa de seu nome. A par de Tengo e Aomame, a voz da Ushikawa ecoa nas páginas do terceiro volume de 1Q84 e provoca as reações mais intensas. Amem-no ou detestem-no, mas deixem-no entregue à sua sorte. Tengo e Aomame continuam sem saber, mas aquele é o único lugar perfeito no mundo. Um lugar perfeitamente isolado e, ao mesmo tempo, o único que escapa às malhas da solidão. Este mundo também deverá ter as suas ameaças, os seus perigos, claro, e estar cheio dos seus próprios enigmas e de contradições. Mas não faz mal. A páginas tantas, é preciso acreditar. Sob as duas luas de 1Q84, Aomame e Tengo deixam de estar sozinhos... Inspirado em parte no romance 1984, de George Orwell, 1Q84 é uma surpreendente obra de ficção, escrita de forma poderosa e imaginativa - a um tempo um thriller e uma tocante história de amor. Murakami continua a provocar o espanto e a emoção, comunicando com milhões de pessoas de todas as idades, espalhadas pelo mundo inteiro. Ao pousar este livro, quantos leitores não se sentirão desafiados a ver o mundo com outros olhos?
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 436
Sinopse:
O Livro 1 revelou a existência do mundo de "1Q84". Algumas perguntas encontraram resposta. Outras permanecem em aberto: Quem é o Povo Pequeno? Como farão esses seres para abrir caminho até ao mundo real? Existirão mesmo?, como sugere Fuka-Eri. Chegarão Aomame e Tengos a reencontrar-se? "Há coisas neste mundo que é melhor nem saber", como diz o sinistro Ushikawa. Em todo o caso, o destino dos heróis de 1Q84 está em marcha. No céu, distinguem-se nitidamente duas luas. Não é uma ilusão. Murakami descreve aqui um universo singular, que absorve, que imita a realidade, e a faz sua. A narrativa decorre em dois mundos que se cruzam, qual deles o mais real e o mais fascinante - o de 1984 e o de 1Q84. A perturbante história de um amor adiado, recortada num cenário marcado pelo desencanto e pela violência. Uma fábula sobre os dilemas do mundo contemporâneo. Murakami retrata o mal-estar da sociedade japonesa que se esconde por debaixo de uma aparente quietude.
Nº Páginas: 436
Sinopse:
O Livro 1 revelou a existência do mundo de "1Q84". Algumas perguntas encontraram resposta. Outras permanecem em aberto: Quem é o Povo Pequeno? Como farão esses seres para abrir caminho até ao mundo real? Existirão mesmo?, como sugere Fuka-Eri. Chegarão Aomame e Tengos a reencontrar-se? "Há coisas neste mundo que é melhor nem saber", como diz o sinistro Ushikawa. Em todo o caso, o destino dos heróis de 1Q84 está em marcha. No céu, distinguem-se nitidamente duas luas. Não é uma ilusão. Murakami descreve aqui um universo singular, que absorve, que imita a realidade, e a faz sua. A narrativa decorre em dois mundos que se cruzam, qual deles o mais real e o mais fascinante - o de 1984 e o de 1Q84. A perturbante história de um amor adiado, recortada num cenário marcado pelo desencanto e pela violência. Uma fábula sobre os dilemas do mundo contemporâneo. Murakami retrata o mal-estar da sociedade japonesa que se esconde por debaixo de uma aparente quietude.
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 324
Sinopse:
Winston Smith é um homem com um ofício peculiar: enquanto funcionário do Ministério da Verdade, corrige documentos. Ou melhor, reescreve a história a fim de legitimar o Partido que governa Londres, peça-chave do superestado da Oceânia. Diluída no nevoeiro, a cidade parece-lhe mais cinzenta agora, por baixo da vigilância permanente das câmaras e do olhar penetrante das imagens do Grande Irmão. Embora todos os seus movimentos sejam monitorizados, Winston inicia um relacionamento secreto com Julia. "Mil Novecentos e Oitenta e Quatro" é o mundo distópico que Orwell viu aproximar-se no final dos seus dias, tornando-se a sua última obra publicada em vida. Nela imprimiu a sensação incómoda de que vivemos sob a influência de um olho que tudo vê – e de que urge defender a ideia de um mundo politicamente livre, intelectualmente livre.
Nº Páginas: 324
Sinopse:
Winston Smith é um homem com um ofício peculiar: enquanto funcionário do Ministério da Verdade, corrige documentos. Ou melhor, reescreve a história a fim de legitimar o Partido que governa Londres, peça-chave do superestado da Oceânia. Diluída no nevoeiro, a cidade parece-lhe mais cinzenta agora, por baixo da vigilância permanente das câmaras e do olhar penetrante das imagens do Grande Irmão. Embora todos os seus movimentos sejam monitorizados, Winston inicia um relacionamento secreto com Julia. "Mil Novecentos e Oitenta e Quatro" é o mundo distópico que Orwell viu aproximar-se no final dos seus dias, tornando-se a sua última obra publicada em vida. Nela imprimiu a sensação incómoda de que vivemos sob a influência de um olho que tudo vê – e de que urge defender a ideia de um mundo politicamente livre, intelectualmente livre.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Um mundo aparentemente normal, duas personagens - Aomame, uma mulher independente, professora de artes marciais, e Tengo, professor de matemática - que não são o que aparentam e ambos se dão conta de ligeiros desajustamentos à sua volta, que os conduzirão fatalmente a um destino comum. Um universo romanesco dissecado com precisão orwelliana, em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Em "1Q84", Haruki Murakami constrói um universo romanesco em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Onde acaba o Japão e começa o admirável mundo novo em que vivemos? Uma ficção que ilumina de forma transversal a aldeia global em que vivemos.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Um mundo aparentemente normal, duas personagens - Aomame, uma mulher independente, professora de artes marciais, e Tengo, professor de matemática - que não são o que aparentam e ambos se dão conta de ligeiros desajustamentos à sua volta, que os conduzirão fatalmente a um destino comum. Um universo romanesco dissecado com precisão orwelliana, em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Em "1Q84", Haruki Murakami constrói um universo romanesco em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Onde acaba o Japão e começa o admirável mundo novo em que vivemos? Uma ficção que ilumina de forma transversal a aldeia global em que vivemos.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Vencedor do Eisner 2022 - Melhor adaptação No ano 1984, Londres é uma cidade lúgubre, em que a Polícia do Pensamento vigia de forma asfixiante a vida dos cidadãos. O mais grave dos crimes é ter uma mente livre. Winston Smith é um peão nesta engrenagem perversa e a sua função é reescrever a História para a adaptar ao que o Partido considera a versão oficial dos feitos. É o que faz, até decidir questionar a verdade do sistema repressor. Na ânsia de liberdade e verdade, arrisca a vida ao apaixonar-se por uma colega, a bela Julia, e rebelar-se contra o poder vigente. Publicada originalmente em 1949, a obra mais poderosa de George Orwell é, pela primeira vez, adaptada a novela gráfica, no traço do artista brasileiro Fido Nesti, que capta magistralmente os rostos, corpos e cenários de um mundo que, cada dia, é menos difícil de imaginar.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Vencedor do Eisner 2022 - Melhor adaptação No ano 1984, Londres é uma cidade lúgubre, em que a Polícia do Pensamento vigia de forma asfixiante a vida dos cidadãos. O mais grave dos crimes é ter uma mente livre. Winston Smith é um peão nesta engrenagem perversa e a sua função é reescrever a História para a adaptar ao que o Partido considera a versão oficial dos feitos. É o que faz, até decidir questionar a verdade do sistema repressor. Na ânsia de liberdade e verdade, arrisca a vida ao apaixonar-se por uma colega, a bela Julia, e rebelar-se contra o poder vigente. Publicada originalmente em 1949, a obra mais poderosa de George Orwell é, pela primeira vez, adaptada a novela gráfica, no traço do artista brasileiro Fido Nesti, que capta magistralmente os rostos, corpos e cenários de um mundo que, cada dia, é menos difícil de imaginar.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1983, o público afluiu ao cinema para ver o último filme de James Bond, no qual Roger Moore derrota um general soviético que se prepara para lançar um ataque nuclear contra o Ocidente. Como em todos os filmes de Bond, o público acreditava que o enredo era inteiramente fictício. Mal sabia que os soviéticos estavam de facto a preparar-se para lançar um ataque nuclear ao Ocidente. Esse ano viu o presidente Ronald Reagan aumentar os gastos com a Defesa, lançando o programa Guerra das Estrelas. E quando um avião civil coreano foi abatido em espaço aéreo soviético, e Reagan o descreveu como um crime contra a humanidade, Moscovo, cada vez mais ansiosa com a linguagem e o comportamento dos americanos, perguntou-se: irão eles atacar? Então, no auge das tensões, a NATO deu início a um jogo de guerra chamado Able Archer 83, no âmbito do qual pediu permissão para usar os códigos de lançamento de armas nucleares. Nervosos, os soviéticos convenceram-se de que, a coberto de um exercício, o Ocidente preparava-se para arrasar a União Soviética.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1983, o público afluiu ao cinema para ver o último filme de James Bond, no qual Roger Moore derrota um general soviético que se prepara para lançar um ataque nuclear contra o Ocidente. Como em todos os filmes de Bond, o público acreditava que o enredo era inteiramente fictício. Mal sabia que os soviéticos estavam de facto a preparar-se para lançar um ataque nuclear ao Ocidente. Esse ano viu o presidente Ronald Reagan aumentar os gastos com a Defesa, lançando o programa Guerra das Estrelas. E quando um avião civil coreano foi abatido em espaço aéreo soviético, e Reagan o descreveu como um crime contra a humanidade, Moscovo, cada vez mais ansiosa com a linguagem e o comportamento dos americanos, perguntou-se: irão eles atacar? Então, no auge das tensões, a NATO deu início a um jogo de guerra chamado Able Archer 83, no âmbito do qual pediu permissão para usar os códigos de lançamento de armas nucleares. Nervosos, os soviéticos convenceram-se de que, a coberto de um exercício, o Ocidente preparava-se para arrasar a União Soviética.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 548
Sinopse:
"O voto do Povo Português não vai ser exercido contra a liberdade; tem de ser exercido pela liberdade. Nós não vamos perder, por via eleitoral, aquilo que tanto tem custado aos Portugueses." Vasco Gonçalves "Tão bom socialista é aquele que vai à Missa como aquele que não vai." Mário Soares, em campanha "E digo-lhe mais: em Portugal, doravante, não existirá qualquer hipótese para a instauração de uma democracia como as que se conhecem na Europa Ocidental. Nunca mais!" Álvaro Cunhal, entrevista a Oriana Fallaci "É tarefa de génios gizar uma Constituição Revolucionária tão avançada que não seja ultrapassada [...] tão justa que seja digna dos trabalhadores de Portugal." Costa Gomes, na abertura dos trabalhos da Constituinte "Povo que somos, choramos lágrimas de felicidade e verdade revolucionária. Felizes como estamos, garantimos a vitória do poder popular. Viva a aliança Povo-MFA! Pela revolução até ao fim!" Telegrama enviado às redações pelos trabalhadores de escritório do distrito de Setúbal
Nº Páginas: 548
Sinopse:
"O voto do Povo Português não vai ser exercido contra a liberdade; tem de ser exercido pela liberdade. Nós não vamos perder, por via eleitoral, aquilo que tanto tem custado aos Portugueses." Vasco Gonçalves "Tão bom socialista é aquele que vai à Missa como aquele que não vai." Mário Soares, em campanha "E digo-lhe mais: em Portugal, doravante, não existirá qualquer hipótese para a instauração de uma democracia como as que se conhecem na Europa Ocidental. Nunca mais!" Álvaro Cunhal, entrevista a Oriana Fallaci "É tarefa de génios gizar uma Constituição Revolucionária tão avançada que não seja ultrapassada [...] tão justa que seja digna dos trabalhadores de Portugal." Costa Gomes, na abertura dos trabalhos da Constituinte "Povo que somos, choramos lágrimas de felicidade e verdade revolucionária. Felizes como estamos, garantimos a vitória do poder popular. Viva a aliança Povo-MFA! Pela revolução até ao fim!" Telegrama enviado às redações pelos trabalhadores de escritório do distrito de Setúbal
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Abril foi o mês que mudou Portugal e os portugueses. 1974 fez cair Marcelo Caetano e, com ele, o regime de ditadura que vigorava desde 1926. As certezas de um regime que parecia inamovível desfizeram-se num dia. Passados 40 anos, eis o registo de um ano histórico, página a página, através de um jornal, o "Diário de Notícias", e uma revista, a "Flama". Os sonhos, as ambições, as promessas, os desafios, despertando memórias e provocando surpresas.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Abril foi o mês que mudou Portugal e os portugueses. 1974 fez cair Marcelo Caetano e, com ele, o regime de ditadura que vigorava desde 1926. As certezas de um regime que parecia inamovível desfizeram-se num dia. Passados 40 anos, eis o registo de um ano histórico, página a página, através de um jornal, o "Diário de Notícias", e uma revista, a "Flama". Os sonhos, as ambições, as promessas, os desafios, despertando memórias e provocando surpresas.
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Em 1973, os portugueses vivam sob o jugo do Estado Novo há quarenta anos. Se era já inevitável, para alguns, o fim do regime, para muitos outros, era apenas mais um ano do século XX, em que notícias, livros, guiões de cinema e peças de teatro continuavam a ser censurados, em que milhares de jovens perdiam a vida na absurda e injusta guerra colonial, em que, para uma percentagem grande da população, a emigração era a única alternativa à miséria. Ainda não o sabiam, mas 1973 seria o último ano civil sob a égide do Estado Novo. A edição inaugural do Expresso, a declaração unilateral de independência da Guiné-Bissau, as eleições legislativas - as últimas em ditadura -, a participação no Festival da Eurovisão, com a famosa canção Tourada, com letra do poeta Ary dos Santos e interpretada por Fernando Tordo, as manifestações estudantis violentamente reprimidas, as ondas de choque da crise internacional do petróleo, tudo concorre para o dia de abril que ficaria para sempre assinalado nos calendários dos portugueses. Passados cinquenta anos, Tiago Beato, jornalista e escritor, viaja até esse período e faz, neste 1973 - Uma Cronologia do Ano Zero, uma compilação dos momentos mais paradigmáticos de um país em ebulição, pautados pelos acontecimentos internacionais que marcavam a atualidade na altura. Da política à cultura, passando pela sociedade e pelo desporto, 1973 faz um retrato social e cultural do país, com um olhar que se alarga ao mundo, nos últimos meses de uma ditadura com os dias contados.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Em 1973, os portugueses vivam sob o jugo do Estado Novo há quarenta anos. Se era já inevitável, para alguns, o fim do regime, para muitos outros, era apenas mais um ano do século XX, em que notícias, livros, guiões de cinema e peças de teatro continuavam a ser censurados, em que milhares de jovens perdiam a vida na absurda e injusta guerra colonial, em que, para uma percentagem grande da população, a emigração era a única alternativa à miséria. Ainda não o sabiam, mas 1973 seria o último ano civil sob a égide do Estado Novo. A edição inaugural do Expresso, a declaração unilateral de independência da Guiné-Bissau, as eleições legislativas - as últimas em ditadura -, a participação no Festival da Eurovisão, com a famosa canção Tourada, com letra do poeta Ary dos Santos e interpretada por Fernando Tordo, as manifestações estudantis violentamente reprimidas, as ondas de choque da crise internacional do petróleo, tudo concorre para o dia de abril que ficaria para sempre assinalado nos calendários dos portugueses. Passados cinquenta anos, Tiago Beato, jornalista e escritor, viaja até esse período e faz, neste 1973 - Uma Cronologia do Ano Zero, uma compilação dos momentos mais paradigmáticos de um país em ebulição, pautados pelos acontecimentos internacionais que marcavam a atualidade na altura. Da política à cultura, passando pela sociedade e pelo desporto, 1973 faz um retrato social e cultural do país, com um olhar que se alarga ao mundo, nos últimos meses de uma ditadura com os dias contados.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Entre o final de 1963 e o início de 1964, quatro rapazes embarcaram numa viagem que os marcaria para sempre, e ao mundo, transformando-os num sucesso internacional e mudando o curso da história da música. Paul McCartney, um dos "Fab Four" de Liverpool, usa a sua máquina fotográfica de 35mm para fazer o registo desses dias passados em seis cidades – Liverpool, Londres, Paris, Nova Iorque, Washington, D.C., e Miami. Resgatadas ao acervo particular do autor, estas 275 fotografias que aqui se apresentam, muitas delas pela primeira vez, revelam-nos a essência dessa ocasião explosiva e mágica. "1964: Olhos da Tempestade" inclui ainda um prefácio pessoal, no qual McCartney relembra o pandemónio dos espetáculos na Grã-Bretanha, e a histeria com que a banda foi recebida na sua primeira visita aos Estados Unidos; e Beatlelândia, uma introdução da historiadora Jill Lepore, que descreve como os Beatles se tornaram o primeiro fenómeno verdadeiramente global da cultura de massas. Com um design elegante, este livro cria um registo intensamente dramático da primeira viagem transatlântica dos Beatles, documentando essa "abrupta alteração na juventude, que parece ter-se cristalizado em 1964".
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Entre o final de 1963 e o início de 1964, quatro rapazes embarcaram numa viagem que os marcaria para sempre, e ao mundo, transformando-os num sucesso internacional e mudando o curso da história da música. Paul McCartney, um dos "Fab Four" de Liverpool, usa a sua máquina fotográfica de 35mm para fazer o registo desses dias passados em seis cidades – Liverpool, Londres, Paris, Nova Iorque, Washington, D.C., e Miami. Resgatadas ao acervo particular do autor, estas 275 fotografias que aqui se apresentam, muitas delas pela primeira vez, revelam-nos a essência dessa ocasião explosiva e mágica. "1964: Olhos da Tempestade" inclui ainda um prefácio pessoal, no qual McCartney relembra o pandemónio dos espetáculos na Grã-Bretanha, e a histeria com que a banda foi recebida na sua primeira visita aos Estados Unidos; e Beatlelândia, uma introdução da historiadora Jill Lepore, que descreve como os Beatles se tornaram o primeiro fenómeno verdadeiramente global da cultura de massas. Com um design elegante, este livro cria um registo intensamente dramático da primeira viagem transatlântica dos Beatles, documentando essa "abrupta alteração na juventude, que parece ter-se cristalizado em 1964".
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A história de um jovem dividido entre a tradição e a liberdade, entre a família e a autodeterminação, numa sociedade ressequida por uma devastadora crise económica. Um romance cómico e comovente sobre a juventude e a sua dissolução na vida adulta.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A história de um jovem dividido entre a tradição e a liberdade, entre a família e a autodeterminação, numa sociedade ressequida por uma devastadora crise económica. Um romance cómico e comovente sobre a juventude e a sua dissolução na vida adulta.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O ano de 1924 marcou a vida de Adolf Hitler e o destino da Humanidade. Detido na sequência do putsch em Munique, um golpe falhado, e rodeado pelos seus coconspiradores, Hitler passa na prisão por um período intenso de leitura e escrita enquanto aguarda um julgamento por traição. Nesse ano sedimenta as bases do que viria a ser a ideologia do Terceiro Reich, arquiteta a então aparentemente impossível subida ao poder e escreve Mein Kampf, o seu manifesto infame. Tudo o que a História presenciou depois - a violência, a ditadura, a guerra mais mortífera de sempre - encontrava-se cristalizado nesse ano paradigmático. Até agora, tal período ficou por analisar com a devida profundidade. O jornalista Peter Ross Range fá-lo magistralmente, descrevendo os episódios do ano mais importante para perceber a mente de Hitler numa obra pioneira e de leitura empolgante: "1924 - O Ano que criou Hitler".
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O ano de 1924 marcou a vida de Adolf Hitler e o destino da Humanidade. Detido na sequência do putsch em Munique, um golpe falhado, e rodeado pelos seus coconspiradores, Hitler passa na prisão por um período intenso de leitura e escrita enquanto aguarda um julgamento por traição. Nesse ano sedimenta as bases do que viria a ser a ideologia do Terceiro Reich, arquiteta a então aparentemente impossível subida ao poder e escreve Mein Kampf, o seu manifesto infame. Tudo o que a História presenciou depois - a violência, a ditadura, a guerra mais mortífera de sempre - encontrava-se cristalizado nesse ano paradigmático. Até agora, tal período ficou por analisar com a devida profundidade. O jornalista Peter Ross Range fá-lo magistralmente, descrevendo os episódios do ano mais importante para perceber a mente de Hitler numa obra pioneira e de leitura empolgante: "1924 - O Ano que criou Hitler".
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em março, uma força revolucionária "democrática" obriga o Czar Nicolau II a abdicar. Em abril, os EUA entram na Primeira Guerra Mundial. Em maio, três pastorinhos vêm uma "Senhora" vestida de branco em Fátima. Em julho, nasce a Jugoslávia. E em agosto Bento XV insurge-se contra o "massacre inútil" que assola a Europa e o Mundo. Em setembro, diferentes cidades manifestam-se contra a Guerra. Em outubro, Margaretha Zelle - a bailarina conhecida por Mata Hari - é executada em Paris e meros dias depois as tropas italianas são derrotadas em Caporetto. Em novembro, dá-se o primeiro passo para a criação do Estado de Israel e para uma nova organização do Médio Oriente. Em dezembro, cerca de 200 deputados nacionalistas italianos organizam-se no Fascio Parlamentare di Difesa Nazionale, um precursor do fascismo de Mussolini. Dividido em 12 capítulos, um por cada mês, este livro acompanha detalhadamente os acontecimentos de um ano turbulento e marcante para a nossa História atual, sugerindo ligações e estabelecendo paralelos com os nossos dias, nos quais ainda vivemos, de diversas formas, as consequências desse legado.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em março, uma força revolucionária "democrática" obriga o Czar Nicolau II a abdicar. Em abril, os EUA entram na Primeira Guerra Mundial. Em maio, três pastorinhos vêm uma "Senhora" vestida de branco em Fátima. Em julho, nasce a Jugoslávia. E em agosto Bento XV insurge-se contra o "massacre inútil" que assola a Europa e o Mundo. Em setembro, diferentes cidades manifestam-se contra a Guerra. Em outubro, Margaretha Zelle - a bailarina conhecida por Mata Hari - é executada em Paris e meros dias depois as tropas italianas são derrotadas em Caporetto. Em novembro, dá-se o primeiro passo para a criação do Estado de Israel e para uma nova organização do Médio Oriente. Em dezembro, cerca de 200 deputados nacionalistas italianos organizam-se no Fascio Parlamentare di Difesa Nazionale, um precursor do fascismo de Mussolini. Dividido em 12 capítulos, um por cada mês, este livro acompanha detalhadamente os acontecimentos de um ano turbulento e marcante para a nossa História atual, sugerindo ligações e estabelecendo paralelos com os nossos dias, nos quais ainda vivemos, de diversas formas, as consequências desse legado.
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