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Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Plano Nacional de Leitura Literatura - Maiores de 18 anos PRÉMIO NOBEL DE LITERATURA A 26 de abril de 1986, Chernobyl foi palco do pior desastre nuclear de sempre. As autoridades soviéticas esconderam a gravidade dos factos da população e da comunidade internacional, e tentaram controlar os danos enviando milhares de homens mal equipados e impreparados para o vórtice radioativo em que se transformara a região. O acidente acabou por contaminar quase três quartos da Europa. Numa prosa pungente e desarmante, Svetlana Alexievich da voz a centenas de pessoas que viveram a tragédia: desde cidadãos comuns, bombeiros e médicos, que sentiram na pele as violentas consequências do desastre, até as forças do regime soviético que tentaram esconder o ocorrido. " "Os testemunhos, resultantes de mais de 500 entrevistas realizadas pela autora, são apresentados através de monólogos tecidos entre si com notável sensibilidade, apesar da disparidade e dos fortes contrastes que separam estas vozes. «A sua técnica é uma mistura vigorosa de eloquência e de silêncio, descrevendo a incompetência, o heroísmo e o luto: a partir dos monólogos dos seus entrevistados, ela cria uma história que o leitor consegue de facto palpar. Ao lê-la, percebi pela primeira vez que Chernobyl foi o tsunami da Europa: mas fomos nós, humanos, que o criámos, e este tsunami é interminável.» - The Telegraph Tradução direta do russo por Galina Mitrakhovich"
Nº Páginas: 424
Sinopse:
O segredo mais bem guardado da Guerra Fria No confronto silencioso da Guerra Fria, travado em grande parte nos campos da mente e do intelecto, uma arma insuspeita foi fulcral: o livro. O Clube de Leitura da CIA revela a extraordinária história verídica de um programa secreto da inteligência dos EUA que conseguiu contrabandear dez milhões de volumes através da vastíssima e fortemente vigiada Cortina de Ferro. A missão, de um alcance e audácia sem precedentes, visava minar diretamente a sufocante censura imposta pelo regime soviético e levar visões políticas e culturais alternativas a um povo privado de acesso à informação livre. Liderado por George Minden a partir dos escritórios da CIA em Manhattan, um homem nascido em Bucareste que compreendia profundamente as realidades e necessidades culturais do Leste, o programa enviava uma diversificada seleção de literatura para a Europa de Leste ¿ de clássicos subversivos como George Orwell a autores populares como Agatha Christie. Estes livros, que funcionavam como faróis de esperança e ar fresco intelectual, eram transportados através de todos os meios imagináveis de contrabando: a bordo de camiões e iates, enviados por balões, escondidos em compartimentos secretos de comboios, ou dissimulados na bagagem de viajantes comuns. A operação não só desafiava as autoridades comunistas, como procurava estabelecer uma ligação genuína com os leitores no Leste, reconhecendo a sua inteligência e a sua sede por diversidade cultural e dignidade humana. O impacto desta torrente clandestina de literatura foi particularmente forte na Polónia, onde os livros circularam avidamente e inspiraram dissidentes a iniciar operações de impressão subterrâneas, arriscando espancamentos, prisão e exílio. A disseminação da literatura ilícita tornou-se tão massiva que, no final dos anos 1980, a censura na Polónia colapsou, um fator crucial que ajudou a pavimentar o caminho para a eventual queda da própria Cortina de Ferro. Narrada em detalhe cativante pelo jornalista Charlie English, esta é uma saga real de espionagem, sobrevivência e resistência, uma prova arrebatadora do poder inabalável da palavra escrita como força de libertação e de mudança histórica.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Gareth Harney conta a história da Roma Antiga, desde a fundação ao colapso, através da sua coleção de moedas. Doze capítulos, cada um dedicado a uma moeda e a uma época específica, com informação bem fundamentada e pequenas narrativas ficionadas a partir dos textos históricos conhecidos, com fotografias ilustrativas, a que acresce um extratexto a cores.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Dinheiro: o objeto dos nossos desejos. O motor da nossa perdição. A maior invenção da humanidade. O dinheiro é poder ¿ e o poder seduz. Nada que tenhamos inventado definiu tão profundamente a nossa evolução ou alterou tão dramaticamente o rumo da história do planeta. O dinheiro moldou a própria essência do que significa ser humano. O nosso mundo gira em torno do dinheiro, mas raramente paramos para pensar nele. O que é o dinheiro, de onde vem e poderá esgotar-se? O que é esta substância que impulsiona o comércio, revoluções, descobertas, e inspira a arte, a filosofia e a ciência? Nesta viagem épica e fascinante, o economista David McWilliams traça a relação entre os seres humanos e o dinheiro ¿ desde uma simples vara de contagem na África antiga às moedas da Grécia Republicana, da matemática do mundo árabe medieval à Revolução Francesa, e da ascensão do dólar americano às criptomoedas dos dias de hoje. Pelo caminho, encontramos personagens que inovaram com o dinheiro, desafiando a sociedade e transformando a nossa forma de viver, numa evolução monetária contínua que, ao longo dos últimos 5000 anos, tem impulsionado o progresso humano. Uma obra esclarecedora, abrangente e irreverente, que desvenda os mistérios e o poder do dinheiro, explicando porque é tão importante e como molda o nosso mundo.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Um livro que retrata o Ultramar desde o fim do século XIX até à descolonização das colónias. Rico em imagens, tanto dá voz à elite governante portuguesa como à poesia e pensamento africanos. Traz um prefácio muito elogioso de Marcelo Rebelo de Sousa.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
«O maior historiador do mundo secreto» Em 30 de abril de 1980, seis homens fortemente armados irromperam na embaixada iraniana em Londres. Aí fizeram 26 reféns, incluindo funcionários da embaixada, visitantes e três cidadãos britânicos. Seguiu-se um tenso cerco de seis dias, enquanto milhões de pessoas se reuniam em torno dos ecrãs em todo o mundo para assistirem ao noticiário mais longo da história da televisão britânica, no qual negociadores da polícia e psiquiatras procuravam pôr um fim ao impasse sem derramamento de sangue. Enquanto isso, o SAS até então uma organização envolta em secretismo planeava uma ousada missão de salvamento: a Operação Nimrod. Com base em fontes inéditas, entrevistas exclusivas com o SAS e depoimentos de testemunhas incluindo reféns, negociadores, agentes dos serviços secretos e o psiquiatra que se encontrava no local ¿, o historiador Ben Macintyre conduz os leitores numa viagem emocionante, desde os anos e semanas de preparação de ambos os lados, até ao relato, minuto a minuto, do cerco e do salvamento. Recriando as conversas dramáticas entre os negociadores e os reféns, o trabalho vital dos serviços secretos nos bastidores e o frenesim dos meios de comunicação social em torno deste momento de importância internacional, O Cerco é a história notável do que realmente aconteceu naqueles seis dias fatídicos e o primeiro relato completo de um momento que mudou para sempre a forma como a opinião pública encarava as forças especiais.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
"Em 1990, um país desapareceu. Quando a cortina de ferro caiu, a República Democrática Alemã simplesmente deixou de existir. Durante mais de quarenta anos, a RDA apresentou uma identidade alemã radicalmente diferente de tudo o que tinha existido antes e de tudo o que existe hoje. Solidariedade socialista, polícia secreta, planeamento central, arame farpado - esta era uma Alemanha forjada nas falhas da ideologia e da geopolítica. Em Para Lá do Muro, a aclamada historiadora Katja Hoyer oferece uma nova visão caleidoscópica de um país desaparecido. Desde a construção do Muro de Berlim, em 1961, até à relativa prosperidade da década de 1970, passando pelos alicerces do socialismo em meados dos anos 1980, a autora argumenta que, no meio da opressão e das dificuldades frequentes, a Alemanha de Leste albergava uma rica paisagem política, social e cultural, um lugar muito mais dinâmico do que a caricatura da Guerra Fria muitas vezes retratada pelo Ocidente." Contada de forma poderosa, e com base num vasto conjunto de entrevistas, cartas e registos inéditos, esta é a derradeira história da outra Alemanha, aquela que ficava para lá do muro.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro revelador sobre a forma como as fronteiras moldam o nosso mundo Desde que existem mapas que as linhas neles desenhadas marcam as fronteiras, geográfica ou totalmente arbitrárias, que dividem territórios, povos, culturas ou identidades políticas, e que se podem tornar intemporais, mesmo depois de terem desaparecido. Estas linhas poderiam ser bastante diferentes se uma guerra, um tratado ou as decisões de alguns europeus tivessem sido outras. Ao contar as histórias destas fronteiras, podemos aprender muito sobre a vaidade e loucura humanas, e ver como aquilo que parece óbvio e permanente num século parecerá aleatório ou ridículo noutro. Estas histórias mostram-nos como decisões tomadas por razões de curto prazo podem ter efeitos de longo prazo no mundo real, durante as décadas ou os séculos vindouros. Das tentativas romanas de definir os limites da civilização, ao acordo secreto britânico-francês para dividir o Império Otomano durante a Primeira Guerra Mundial, até à razão pela qual a Bolívia, sem acesso à costa, ainda mantém uma marinha, esta obra apresenta uma visão fascinante, engenhosa e surpreendente da história do mundo contada através das suas fronteiras.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Uma História que nos pertence a todos. Independentemente de onde vivemos, todos temos raízes na África. Este livro revela como o continente moldou a história global e porque devemos conhecer melhor o seu legado. Durante demasiado tempo, a história da África foi dominada pelas narrativas ocidentais sobre escravatura e colonialismo ou, simplesmente, ignorada. Zeinab Badawi vem, finalmente, pôr os pontos nos is. Neste livro fascinante, a autora guia-nos pela história espetacular da África - desde as origens da nossa espécie, passando pelas antigas civilizações e pelos impérios medievais com rainhas e reis notáveis, até às misérias da conquista e à euforia da independência. Visitando mais de trinta países africanos para entrevistar inúmeros historiadores, antropólogos, arqueólogos e contadores de histórias locais, Zeinab Badawi tece uma nova, abrangente e arrebatadora história do mais antigo continente habitado do planeta, contada através das vozes dos próprios africanos.
Uma Montra da Ditadura Portuguesa
Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Os objetos são palpáveis, materiais, não mentem. Escondidos do olhar, em arcas, gavetas, armazéns, remetem-se ao silêncio. Mas se lhes limparmos o pó dos dias e os observarmos com atenção, seremos capazes de ouvir as histórias que têm para contar. Durante cinco anos a jornalista Fernanda Cachão investigou o legado material do Estado Novo, os objetos que décadas de ditadura deixaram para trás. Escolheu 101, lote onde cabem desde a fivela que adornava o cinto da Mocidade Portuguesa, ao Chrysler Imperial, pertença de Salazar, que oito comunistas viriam a usar numa ousada fuga da Prisão de Caxias.
Cada um dos objetos ajuda a construir o retrato do regime. Por exemplo, as refeições servidas na primeira classe da TAP em baixelas de porcelana Vista Alegre e Secla (e que podiam incluir caviar ou lagosta) representam uma época e a sua classe dominante - mas servem também para evocar a criação da companhia aérea nacional ou lembrar o facto de o ditador só ter andado de avião uma vez.
O Estado Novo em 101 Objetos é, pois, uma fascinante montra do que foi a vida portuguesa no tempo da ditadura. Em textos breves, vivos, incisivos, cada peça, cada carta, cada documento suscitam um leque de observações e assinalam, na cronologia da nossa História, o ponto onde foram inscritos - para hoje, mais uma vez, recordarmos o que nunca deve ser esquecido.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Durante séculos, fraudes, encobrimentos e distorções da verdade foram usados para manipular sociedades, justificar guerras e até reescrever o passado. Algumas dessas mentiras foram desmascaradas. Outras ainda estão por aí, escondidas sob a aparência de «factos históricos». Se acha que conhece a história do mundo… pense de novo. Este livro desmonta narrativas falsas, revela conspirações históricas e mostra que, às vezes, a verdade foi apagada, manipulada e reinventada. Desde a Roma Antiga até aos dias de hoje, de Júlio César a Chernobyl, das Cruzadas à Guerra Fria, descubra como a verdade foi manipulada para atender aos interesses dos mais fortes. Entre as histórias que vai poder conhecer neste livro, contam-se, por exemplo: - Um golpe medieval que fortaleceu o poder do Vaticano: a «doação de Constantino», um documento fraudulento que mudou a história da Igreja. - Quando a imprensa ajudou a esconder genocídios: como a fome na Ucrânia foi abafada e ainda rendeu um Prémio Pulitzer ao jornalista que encobriu os factos. - As distorções que mancharam reputações: a imperatriz Wu Zetian foi realmente um monstro, ou a sua história foi manipulada para apagar o legado de uma mulher no poder? - As mentiras que ainda ecoam no presente: a experiência Tuskegee e como ajudou a alimentar desconfianças na ciência e na medicina até hoje. SE A HISTÓRIA É ESCRITA PELOS VENCEDORES… EM QUANTAS MENTIRAS A HUMANIDADE JÁ ACREDITOU? Este livro leva os leitores numa viagem global pela História humana, ao longo da qual a historiadora Natasha Tidd examina como as mentiras podem mudar o mundo ao nosso redor, desde a máquina de relações públicas enganosa de Júlio César até aos encobrimentos que causaram Chernobyl. Uma Breve História do Mundo em 50 Mentiras detalha o impacto profundo deste lado secreto da História e mostra que a verdade é realmente mais estranha - e muito mais perigosa - do que qualquer ficção.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Todos os países vivem momentos coletivos de dor, emoção, medo, ansiedade, apreensão, desconforto. Este é um livro que propõe dar a conhecer alguns dos sobressaltos mais intensos vividos pelos portugueses, recuperando histórias perdidas no tempo. Acontecimentos partilhados por um povo que ora trouxeram dor e sofrimento, ora suscitaram sentimentos de união. Com o advento da informação, jornais, rádio, televisão, redes sociais, o conhecimento do que se passava pouco além da rua passou a ser global. Mas o ser humano continua intrinsecamente o mesmo: emociona-se, comove-se, inquieta-se, amedronta-se. Agora não só com o que sucede na comunidade, também com o que se passa no outro lado do Mundo. Timor foi o exemplo maior de um episódio ocorrido a milhares de quilómetros e vivido em Portugal numa catarse coletiva. Deste e de outros momentos se faz este livro.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
A Idade Média é vista como uma época sanguinária de vikings, santos e reis: uma sociedade patriarcal que oprimia e excluía as mulheres. Mas quando aprofundamos um pouco mais a verdade, podemos ver que a idade negra foi tudo menos isso. A historiadora da Universidade de Oxford e da BBC, Janina Ramirez, descobriu inúmeros nomes de mulheres influentes apagados dos registos históricos, com a palavra Femina anotada ao lado. A nossa visão da história foi manipulada à medida que os guardiões do passado ordenavam a queima de livros, a destruição de obras de arte e a produção de novas versões de mitos, lendas e documentos históricos. Só agora, através de um exame cuidadoso dos artefactos, escritos e bens que deixaram para trás, é que as vidas influentes e multifacetadas das mulheres estão a emergir. Femina vai além dos registos oficiais para descobrir o verdadeiro impacto de mulheres como Jadwiga, a única mulher rei da Europa, Margery Kempe, que explorou a sua imagem e história para garantir a sua notoriedade, e a Princesa Loftus, cuja existência nos dá pistas sobre os primórdios do cristianismo em Inglaterra. Femina revela o poder e a influência das mulheres medievais que foram apagadas da nossa história. Da realeza e da religião à fama e à fúria, este livro revela porque é que estas mulheres notáveis foram afastadas da nossa memória coletiva.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Resultado de seis anos de pesquisa e observações que incluíram viagens por 12 países e três continentes, Escravidão explica as raízes da escravidão humana na Antiguidade e em África antes da chegada dos portugueses, o início do tráfico de cativos para a América e suas razões, os números, os bastidores e os lucros do negócio negreiro, além da trajetória de alguns dos seus personagens mais importantes, como o Infante D. Henrique, patrono das grandes navegações e descobrimentos do século XV e também um dos primeiros grandes traficantes de escravos no Atlântico. Esta é uma história de dor e sofrimento cujos traços são ainda visíveis atualmente em muitos dos locais visitados pelo autor. "A escravidão é um fenómeno tão antigo quanto a própria história da humanidade. No mundo inteiro, desde a mais remota Antiguidade, da Babilónia ao Império Romano, da China Imperial ao Egito dos Faraós, das conquistas do Islão na Idade Média aos povos pré-colombianos da América, milhões de seres humanos foram comprados e vendidos como escravos. Provinham de todas as regiões, raças e linhagens étnicas, incluindo eslavos (designação que originou a palavra “escravo”) de olhos azuis das regiões do Mar Báltico. A descoberta e a ocupação de um novo continente pelos europeus na virada do século XV para o XVI, porém, adicionaria ingredientes inteiramente novos a essa história. Nada foi tão volumoso, organizado, sistemático e prolongado quanto o tráfico negreiro para o Novo Mundo: durou três séculos e meio, promoveu a imigração forçada de milhões de seres humanos, envolveu dois oceanos (Atlântico e Índico), quatro continentes (Europa, África, América e Ásia) e quase todos os países da Europa e reinos africanos, além de árabes e indianos que nele participaram indiretamente." Laurentino Gomes
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A história da maçonaria em Lisboa constitui uma narrativa que se confunde muitas vezes com a história de Portugal. Poucas organizações levantam tantas questões e dúvidas como a Maçonaria. Durante séculos, foi perseguida, proibida; durante séculos, resistiu, interveio. Durante séculos, oscilou entre períodos de sombra e repressão e épocas de luz e de grande fulgor… À Maçonaria foram imputados - de forma caluniosa - os crimes mais terríveis e atribuídos - por vezes, com exagero - os avanços civilizacionais mais brilhantes. Enfim, poucas organizações tiveram (e têm) tantos detratores e, ao mesmo tempo, tantas personalidades ilustres a apoiá-la. Neste livro, queremos dar a conhecer, de forma isenta, a História da Maçonaria em Lisboa, desde a fundação das primeiras Lojas até aos nossos dias - uma caminhada feita de sofrimento e de luta, de união e de cisões. A História da Maçonaria lisboeta acompanha de forma indelével a evolução da História de Portugal, estando tantas vezes presente em momentos decisivos, sendo inegável que os princípios maçónicos de Humanismo e de Fraternidade estão em muitas vertentes da nossa Democracia. Lisboa Maçónica constitui, desta forma, um manual que desvenda alguns aspetos de uma organização que, por entre penumbras e luzes, faz parte do nosso Património Histórico.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Depois do sucesso do seu podcast, Paul Cooper lança agora o livro A Queda das Civilizações: Histórias de Grandeza e Declínio. Partindo de uma investigação minuciosa, entretecida numa narrativa com a ilustração de mapas, fotografias e outros documentos, o autor dá a conhecer o dia a dia de impérios que viram o seu apogeu e queda. Uma viagem pelos vários continentes, dos famosíssimos maias aos misteriosos rapanui, da Ilha da Páscoa, podemos aqui descobrir não apenas o esplendor e a relevância destas comunidades, mas também os perigos que as fizeram ruir, questionando o que terão sentido aqueles que testemunharam o fim do único mundo que conheciam. Lançando mão do rigor de historiador e da criatividade de romancista, o autor termina esta odisseia imaginando que fim nos aguarda: os nossos automóveis obsoletos à beira da estrada, paisagens sem fim de prédios colossais. Mas nem tudo precisa de um desfecho apocalíptico: é possível aprender com os erros do passado e ensinar às gerações presentes como reedificar as nossas sociedades.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Pela primeira vez, uma história visual do 25 de Abril: uma narrativa suportada em mapas, ilustrações e fotografias. Neste Atlas Histórico do 25 de Abril, o historiador José Matos dá-nos uma visão global dos acontecimentos que levaram à eclosão de uma revolta militar em Portugal, em Abril de 1974, e ao derrube da ditadura criada por Salazar quatro décadas antes. Com uma abordagem histórica rigorosa, e com mais de uma centena de fotografias de arquivo e mapas ilustrativos, este livro descreve-nos os eventos que estiveram na origem do golpe militar do 25 de Abril ¿ que abriu o caminho para a instauração da democracia em Portugal: ¿ As razões que levaram os militares a conspirar contra o regime; ¿ O problema da guerra em África e a falta de soluções políticas; ¿ A revolta militar nas Caldas da Rainha que antecedeu o 25 de Abril; ¿ As compras de armas na fase final da guerra; ¿ As movimentações de tropas pelo país que derrubaram a ditadura; ¿
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Após anos de conflitos sangrentos na Europa e no Pacífico, a nação norte-americana fica em choque a 12 de abril de 1945 com a morte do presidente Franklin D. Roosevelt. O vice-presidente Harry Truman assume de imediato o comando do país, mas as dificuldades são muitas. Tendo sido mantido de fora de todo o planeamento da guerra, e nada sabendo sobre o ultrassecreto Projeto Manhattan - que desenvolve a primeira bomba atómica -, vê-se perante uma das mais importantes decisões da humanidade. 1945 - Contagem Decrescente relata-nos a emocionante história real dos agitados dias, semanas e meses desde esse momento até 6 de agosto de 1945, quando Truman dá a ordem para lançar a primeira bomba sobre Hiroxima. Escrito por Chris Wallace, decano jornalista norte-americano, este é um livro que nos leva para dentro da mente das importantes figuras que entraram para a história, como Albert Einstein, J. Robert Oppenheimer, e os competitivos pilotos do avião que lançou a bomba. Mas não só. Mais do que um livro sobre a bomba atómica, este é também um relato inesquecível da vida de civis americanos e japoneses em tempos de guerra, e dos soldados norte-americanos que lutaram no Pacífico, receosos da ordem de invadir o Japão. Com uma escrita apelativa e emocionante, este é o relato definitivo de um dos momentos mais significativos da História.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Apresentando as mais variadas regiões do mundo, incluindo o Médio Oriente, os Polos e até o Espaço, Prisioneiros da Geografia, Teste o Seu Conhecimento testa os seus conhecimentos geopolíticos com uma grande diversidade de questões, puzzles e mapas, concebidos para o desafiar enquanto expande oseu conhecimento sobre o mundo. Baseado no bestseller internacional Prisioneiros da Geografia, Tim Marshall apresenta mais de 350 questões, que incluem Portugal, e que nos desafiam, sozinhos, ou com os amigos e a família, a descobrir mais sobre o mundo atual.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Nos últimos anos do colonialismo português, Luanda era uma cidade irresistível. A necessidade de responder ao esforço da Guerra Colonial e as influências anglo-saxónicas que chegavam da África do Sul inundaram a capital da Província de uma modernidade que estava sempre ao virar da esquina. Prepare-se para uma viagem ao passado que o fará recordar cada recanto, costume e paladar de uma Luanda que já só existe nas memórias felizes de quem lá viveu.
Nº Páginas: 236
Sinopse:
Lisboa Judaica conta uma história feita de gentes, de testemunhos, de património e de regras. Uma longa história que vem até aos nossos dias e que pode ser também um alerta contra a intolerância. Uma história muito nossa, afinal.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Robert D. Kaplan usa a geografia como um instrumento de precisão, servindo se dela para examinar as relações internacionais e os conflitos que a globalização não consegue explicar. Escrito de forma notável, "A Vingança da Geografia" é uma obra sagaz e pertinente sobre como a geografia molda o mundo que conhecemos e o que isso significa para o futuro. Uma leitura essencial para todos os que se interessam pela política global e geoestratégia.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Depois dos sucessos Lisboa Nazi e Lisboa Judaica, uma viagem pela memória árabe da capital. Os árabes… Desde o século VIII que a sua presença se fez sempre sentir entre nós. Primeiro, como conquistadores e senhores; depois, como vizinhos; mais tarde, como gente apenas tolerada ou perseguida; e por fim, como cidadãos de direito pleno. As ruas de Lisboa têm a sua marca oculta em muitos cantos, que este livro nos convida a desvendar. Uma marca que, tantas vezes de forma inesperada, ainda hoje vislumbramos num troço de muralha, da dolência de um fado, numa casa da Mouraria ou de Alfama, no sabor de um petisco. Esta é a história multissecular dos árabes de Lisboa e em Lisboa, uma história rica e nobre, tantas vezes olvidada e tantas vezes diminuída, mas que se reergue sempre, nesta cidade que preza o seu passado e o seu património. Esta é uma história de Lisboa… Uma maravilhosa viagem por uma cidade de tolerância e liberdade.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"A Escrava de Córdova" segue a vida de Ouroana, uma jovem cristã em demanda pela liberdade e pelo seu lugar especial no mundo. Confrontada com as adversidades do tempo em que lhe foi concedido viver, e em nome do coração, a jovem terá de questionar a educação, as convicções e a fé que sempre orientaram a sua existência. Será, por entre a efervescência das mesquitas e o recato das igrejas graníticas da sua terra, que a revelação por que tanto almeja a iluminará. Uma história inolvidável de busca de felicidade que tem lugar nos séculos X-XI, numa época pouco tratada pela Historiografia oficial e mesmo pela ficção romanceada. Um pretexto para uma brilhante explicação sobre o caldo cultural e civilizacional celto-muçulmano dos atuais povos peninsulares e uma profunda explanação sobre as origens, fundamentos e consequências da conflituosidade étnico-religiosa que hoje, tal como no distante ano 1000, ainda grassa no mundo. Alberto S. Santos, com rigor histórico e descrições impressivas, revela-nos a mentalidade, a geografia, o quotidiano urbano, as conceções religiosas, a fremente História do dobrar do primeiro milénio, e, sobretudo, a intensidade com que se vivia na terra onde, mais tarde, nasceram Espanha e Portugal. Dá-nos ainda a conhecer o ângulo mais brilhante, mas também o mais duro e cruel, da civilização muçulmana do al-Andalus. Prefaciado por José Rodrigues dos Santos e com revisão científica do arabista Rui Santos e do escritor Adalberto Alves, especialista em cultura árabe.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Estórias divertidas de um Portugal cheio de estórias. Ao longo destes 20 anos como repórter, tenho ouvido tantas estórias dos lugares por onde passo. Delicio-me com as lendas que se transmitem de geração em geração, onde não falta uma pitada de mistério, aplaudo os heróis que, ao longo dos séculos, deram a vida pelo país em batalhas recheadas de mitos e pormenores curiosos, solto uma boa gargalhada com alguns ditos curiosos das terras, emociono-me com o orgulho das pessoas pelo seu passado e, confesso, fico com fome quando me contam as estórias por detrás de alguns pratos tradicionais portugueses. Neste livro reuni algumas destas estórias que tanta gente boa tem partilhado comigo. Sou um curioso por natureza, logo pesquisei em livros e entrevistei a população local para lhe alguns dos ditos, mitos e lendas do nosso país. Sabe onde fica a terra que é chamada de penico de Portugal? De onde vem a expressão andar sempre com o credo na boca? Já passou pela freguesia Amor, em Leiria? Conhece a lenda da erra que quase toca nas estrelas, das trutas de ouro, das duas caras de Guimarães, da lenda de São Macário e do Santo António da ilha Terceira? Já ouviu falar de uma valente discussão que agitou os rios Mondego, Alva e Zêzere? Estudou os mitos em volta da Batalha de São Mamede ou da chamada Guerra das Laranjas? E a origem das rabanadas, das cavacas, dos tremoços de que tanto gosto ou da famosa francesinha?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Dos primórdios da fascinante civilização de Harappã ao despontar da potência que hoje conhecemos. Aqui estão cinco mil anos de história da Índia, com todas as suas contradições, dramas e esplendor. Deuses, reis, conquistadores, colonizadores: em Breve História da Índia, John Zubrzycki converte cinco mil anos de história num relato épico, povoado por figuras lendárias e mundialmente conhecidas. Gautama Buda, Alexandre, o Grande e Mahatma Gandhi partilham o palco com Candragupta, o «Júlio César da Índia», Nizam Saqqa, o carregador de água que foi rei por um dia, e Raziyya, a primeira mulher soberana de uma dinastia islâmica na Índia.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Foi uma tragédia que levou um jovem de 18 anos ao trono português... e para reinar durante um dos períodos mais conturbados da nossa História. A 1 de fevereiro de 1908, D. Manuel viu o pai, o rei D. Carlos, e o irmão, D. Luís Filipe, príncipe herdeiro, morrerem num violento tiroteio. De repente, o infante que só queria «reger uma orquestra» tornava-se rei. O último rei de Portugal. Homem charmoso, amante e mecenas da cultura, D. Manuel II marcou a História de Portugal na diplomacia, na política e nas artes. No entanto, o seu legado acabaria distorcido e manchado pela perseguição constante de republicanos e pela traição de monárquicos, que julgava serem-lhe próximos. Quem foi, afinal, D. Manuel II? Noventa anos depois da sua morte, o historiador João Miguel Almeida procura responder a essa pergunta numa biografia fascinante, a de um homem que nunca deveria ter sido rei, mas que acabou por subir ao trono para, dois anos depois, assistir à implantação da república e ser atirado para o exílio da pátria que nunca deixou de amar.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Denúncia apaixonada da loucura que incita os homens a matarem-se uns aos outros em nome de uma etnia, língua ou religião, As Identidades Assassinas é uma tentativa de perceber porque é que, na história da humanidade, a afirmação de um sempre significou a negação do outro. Na sua condição de homem situado entre o Oriente e o Ocidente, que gravita sobre toda a sua obra, seja ela literária - como em "A Odisseia de Baldassare" ou "Escalas do Levante" - ou histórica - como em "As Cruzadas Vistas pelos Árabes" -, quando se pergunta a Amin Maalouf se se sente mais libanês ou mais francês, ele responde: "O que me torna eu mesmo e não outra pessoa é que estou na estrema de dois países, duas ou três línguas, várias tradições culturais. É precisamente isso que define a minha identidade. Seria eu mais autêntico se amputasse uma parte de mim mesmo?".
Nº Páginas: 356
Sinopse:
O livro que dá a conhecer o país mais importante do momento. Ucrânia: o país de que todos falamos e que todos queremos conhecer. «Terra de fronteira» entre a Europa e a Ásia, tem sido disputada ao longo do tempo por sucessivos senhores da guerra, reinos e impérios. Não são apenas os russos que a ambicionam desde tempos imemoriais também por ela lutaram tártaros-mongóis, polacos, lituanos, otomanos, austro-húngaros… Que povo é este que resiste sempre à mortandade, ruína e perda a que a História e a geografia o condena? Em que acredita e o que ambiciona? Quais os seus santos e heróis? Ao longo deste livro, José Milhazes e Vladimir Dolin apresentam-nos as grandezas e misérias, as vitórias e derrotas da Ucrânia, das origens remotas perdidas na bruma do tempo com os príncipes varegues, à importância de Kyiv e do rio Dnipro na formação do país, a especificidade da sua língua, as suas jóias arquitectónicas e os seus melhores poetas. Uma leitura apaixonante, atual e necessária, esta breve história da Ucrânia dá a conhecer um povo que todos os dias nos entra em causa por causa da atual invasão russa, mas que também por esse motivo queremos conhecer melhor.
Sinopse:
No dia 30 de março de 1922, os aviadores portugueses Carlos Viegas Gago Coutinho e Artur Sacadura de Freire Cabral levantaram voo de Lisboa em direção ao Brasil, com o objetivo de realizar a primeira travessia aérea do Atlântico Sul. Para trás deixavam um povo entusiasmado que seguia atentamente a viagem pelos jornais. A 17 de junho, depois de vários percalços que incluíram aterragens forçadas e um resgate dramático dos portugueses por um cargueiro britânico, Sacadura Cabral e Gago Coutinho aterraram na baía de Guanabara, emoldurada por milhares de pessoas que aguardavam ansiosamente a sua chegada ao Brasil. Escrito com base nos relatórios dos dois aviadores e ilustrado por imagens da época, esta é a história de uma grande aventura que revolucionou a aviação, impressionou o mundo, elevou o nome de Portugal e deu ânimo a um país afundado numa grave crise económica e política.
