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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Bem ao estilo de Gabriel García Márquez, este livro reúne sete histórias mágicas que reflectem a cultura sul-americana. As primeiras, um conjunto de seis contos fantásticos onde se misturam acontecimentos surreais e detalhes do quotidiano, contam-nos as alterações sofridas por pequenas e pobres povoações após estranhos acontecimentos que mudam a vida de todos os habitantes. A última, a novela curta que dá título ao livro, conta a história de Eréndira, uma adolescente obrigada a prostituir-se pela própria avó para a recompensar das perdas decorrentes de um incêndio acidental - um bizarro mas poderoso exemplo do realismo mágico de García Márquez.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Bem ao estilo de Gabriel García Márquez, este livro reúne sete histórias mágicas que reflectem a cultura sul-americana. As primeiras, um conjunto de seis contos fantásticos onde se misturam acontecimentos surreais e detalhes do quotidiano, contam-nos as alterações sofridas por pequenas e pobres povoações após estranhos acontecimentos que mudam a vida de todos os habitantes. A última, a novela curta que dá título ao livro, conta a história de Eréndira, uma adolescente obrigada a prostituir-se pela própria avó para a recompensar das perdas decorrentes de um incêndio acidental - um bizarro mas poderoso exemplo do realismo mágico de García Márquez.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Acabou tudo para Simon Axler, o protagonista do novo e surpreendente livro de Philip Roth. Um dos mais destacados actores de teatro americanos da sua geração, agora na casa dos sessenta, perdeu a magia, o talento e a confiança. O seu Falstaff, o seu Peer Gynt, o seu Tio Vânia, todos os seus grandes papéis, "desfizeram-se em ar, em ar leve". Quando sobe ao palco sente-se louco e faz figura de idiota. Esgotou-se a confiança nas suas faculdades; imagina que as pessoas se riem dele, já não consegue fingir que é outra pessoa. "Houve qualquer coisa de fundamental que desapareceu". A mulher foi-se embora, o público abandonou-o, o agente não consegue convencê-lo a reentrar em cena. Dentro deste relato demolidor de auto-esvaziamento inexplicável e aterrador eclode um contragolpe de invulgar desejo erótico, uma consolação para uma vida infeliz, tão cheia de risco e aberração que não aponta para o apaziguamento e a gratificação mas sim para um fim mais tenebroso e pungente. Nesta longa jornada para a noite, relatada com a inimitável acutilância, verve e densidade de Roth, todas as ferramentas de que lançamos mão para nos convencermos da nossa solidariedade, tudo o que fomos nas nossas vidas - o talento, o amor, o sexo, a esperança, a energia, a reputação - tudo é posto a nu.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Acabou tudo para Simon Axler, o protagonista do novo e surpreendente livro de Philip Roth. Um dos mais destacados actores de teatro americanos da sua geração, agora na casa dos sessenta, perdeu a magia, o talento e a confiança. O seu Falstaff, o seu Peer Gynt, o seu Tio Vânia, todos os seus grandes papéis, "desfizeram-se em ar, em ar leve". Quando sobe ao palco sente-se louco e faz figura de idiota. Esgotou-se a confiança nas suas faculdades; imagina que as pessoas se riem dele, já não consegue fingir que é outra pessoa. "Houve qualquer coisa de fundamental que desapareceu". A mulher foi-se embora, o público abandonou-o, o agente não consegue convencê-lo a reentrar em cena. Dentro deste relato demolidor de auto-esvaziamento inexplicável e aterrador eclode um contragolpe de invulgar desejo erótico, uma consolação para uma vida infeliz, tão cheia de risco e aberração que não aponta para o apaziguamento e a gratificação mas sim para um fim mais tenebroso e pungente. Nesta longa jornada para a noite, relatada com a inimitável acutilância, verve e densidade de Roth, todas as ferramentas de que lançamos mão para nos convencermos da nossa solidariedade, tudo o que fomos nas nossas vidas - o talento, o amor, o sexo, a esperança, a energia, a reputação - tudo é posto a nu.
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Edição: Ago 2008
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma inesquecível fábula da violência colectiva. A um povoado perdido na América do Sul chegou a hora má dos camponeses, a hora da desgraça. Certo amanhecer, enquanto o Padre Ángel se prepara para celebrar a missa, ouve-se um tiro na aldeia. Um comerciante de gado, informado da infidelidade da mulher por um papel colado na porta da sua casa, acaba de matar o seu presumível amante. É um dos pasquins anónimos cravados durante a madrugada nas portas das casas, que não são panfletos políticos mas apenas denúncias sobre a vida privada dos cidadãos, e que nada revelam que não seja do conhecimento de todos há algum tempo. São os velhos boatos que agora se tornam públicos: traições amorosas e políticas, assassinatos, segredos de família envolvendo filhos bastardos e romances escusos. Todos se sentem atingidos e ameaçados, dos cidadãos mais eminentes aos mais humildes. Todos parecem ter algo a esconder e a revelar. Qualquer habitante pode ser o autor dos bilhetes ou a próxima vítima. Este romance foi adaptado ao cinema pelo realizador brasileiro Ruy Guerra.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma inesquecível fábula da violência colectiva. A um povoado perdido na América do Sul chegou a hora má dos camponeses, a hora da desgraça. Certo amanhecer, enquanto o Padre Ángel se prepara para celebrar a missa, ouve-se um tiro na aldeia. Um comerciante de gado, informado da infidelidade da mulher por um papel colado na porta da sua casa, acaba de matar o seu presumível amante. É um dos pasquins anónimos cravados durante a madrugada nas portas das casas, que não são panfletos políticos mas apenas denúncias sobre a vida privada dos cidadãos, e que nada revelam que não seja do conhecimento de todos há algum tempo. São os velhos boatos que agora se tornam públicos: traições amorosas e políticas, assassinatos, segredos de família envolvendo filhos bastardos e romances escusos. Todos se sentem atingidos e ameaçados, dos cidadãos mais eminentes aos mais humildes. Todos parecem ter algo a esconder e a revelar. Qualquer habitante pode ser o autor dos bilhetes ou a próxima vítima. Este romance foi adaptado ao cinema pelo realizador brasileiro Ruy Guerra.
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Edição: Jul 2006
Nº Páginas: 68
Sinopse:
"A História da Minha Máquina de Escrever" é um tributo à relação - intensa e muitas vezes determinante - entre um escritor e a sua máquina de escrever. Ao longo de 30 anos, a velha máquina Olympia de Paul Auster foi a corrente de transmissão dos romances, contos e textos de um dos mais emblemáticos escritores norte-americanos. Paralelamente, os vigorosos e obsessivos desenhos e pinturas que Sam Messer dedica ao autor e à sua máquina de escrever conseguiram, como escreve Paul Auster, "converter um objecto inanimado num ser com personalidade, com uma presença no mundo".
Nº Páginas: 68
Sinopse:
"A História da Minha Máquina de Escrever" é um tributo à relação - intensa e muitas vezes determinante - entre um escritor e a sua máquina de escrever. Ao longo de 30 anos, a velha máquina Olympia de Paul Auster foi a corrente de transmissão dos romances, contos e textos de um dos mais emblemáticos escritores norte-americanos. Paralelamente, os vigorosos e obsessivos desenhos e pinturas que Sam Messer dedica ao autor e à sua máquina de escrever conseguiram, como escreve Paul Auster, "converter um objecto inanimado num ser com personalidade, com uma presença no mundo".
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Sophia Beaumont-Brown é uma das raparigas mais badaladas de Londres. É pena que esteja agora nas primeiras páginas dos jornais pelas piores razões… Deserdada pelos pais e sem sítio para viver, salta de sofá em sofá, sem rumo. O seu único conforto vem da avó Tilly, uma antiga estrela de Hollywood e a única pessoa que ainda tem fé nela. Nas cartas que lhe escreve, a avó conta-lhe os segredos da sua admirável vida: da agitação dos tempos da guerra em Inglaterra aos estranhos enigmas da história familiar, sem esquecer, claro, o bem mais precioso que alguma vez possuiu: um magnífico colar de pérolas. Tilly, a quem não resta muito tempo de vida, tem um derradeiro desejo: mostrar à neta a adorada jóia. O único entrave? Ninguém sabe onde está… E Sophia terá de contar com a ajuda de Hugo, o seu melhor amigo, para descobrir o paradeiro da relíquia e assim realizar o sonho da avó. Uma saga que une três mulheres, e nos leva a percorrer vários mundos, desde o dos mergulhadores de pérolas no Japão ao da alta-sociedade inglesa antes da Segunda Guerra Mundial; de Tóquio a Londres e Nova Iorque, a história de uma jóia inestimável que muda a vida de quem a usa…
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Sophia Beaumont-Brown é uma das raparigas mais badaladas de Londres. É pena que esteja agora nas primeiras páginas dos jornais pelas piores razões… Deserdada pelos pais e sem sítio para viver, salta de sofá em sofá, sem rumo. O seu único conforto vem da avó Tilly, uma antiga estrela de Hollywood e a única pessoa que ainda tem fé nela. Nas cartas que lhe escreve, a avó conta-lhe os segredos da sua admirável vida: da agitação dos tempos da guerra em Inglaterra aos estranhos enigmas da história familiar, sem esquecer, claro, o bem mais precioso que alguma vez possuiu: um magnífico colar de pérolas. Tilly, a quem não resta muito tempo de vida, tem um derradeiro desejo: mostrar à neta a adorada jóia. O único entrave? Ninguém sabe onde está… E Sophia terá de contar com a ajuda de Hugo, o seu melhor amigo, para descobrir o paradeiro da relíquia e assim realizar o sonho da avó. Uma saga que une três mulheres, e nos leva a percorrer vários mundos, desde o dos mergulhadores de pérolas no Japão ao da alta-sociedade inglesa antes da Segunda Guerra Mundial; de Tóquio a Londres e Nova Iorque, a história de uma jóia inestimável que muda a vida de quem a usa…
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Sabe-se desde Rousseau que a desigualdade tem uma história muito antiga e terrível. Essa história não terminou. "A Guerra dos Pobres" narra um episódio brutal e pouco conhecido dos grandes levantamentos populares. No século XVI, a Reforma protestante ergue-se contra o poder e os privilégios. Mas depressa se estabiliza, se aburguesa. Os camponeses, os pobres das cidades, a quem se continua a prometer a igualdade no Céu, interrogam-se: "E porque não a igualdade já, na Terra?" Segue-se uma luta furiosa entre os poderosos, os protestantes instalados e os outros, os miseráveis. À cabeça destes estão diversos teólogos. Um deles deixou memória, pela sua determinação e pelo vigor do estilo; chama-se Thomas Müntzer. Pôs a Alemanha a ferro e fogo. "A Guerra dos Pobres" conta a sua história. A história de uma insurreição mediante o verbo. Ecoada pela força inventiva da escrita de Éric Vuillard.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Sabe-se desde Rousseau que a desigualdade tem uma história muito antiga e terrível. Essa história não terminou. "A Guerra dos Pobres" narra um episódio brutal e pouco conhecido dos grandes levantamentos populares. No século XVI, a Reforma protestante ergue-se contra o poder e os privilégios. Mas depressa se estabiliza, se aburguesa. Os camponeses, os pobres das cidades, a quem se continua a prometer a igualdade no Céu, interrogam-se: "E porque não a igualdade já, na Terra?" Segue-se uma luta furiosa entre os poderosos, os protestantes instalados e os outros, os miseráveis. À cabeça destes estão diversos teólogos. Um deles deixou memória, pela sua determinação e pelo vigor do estilo; chama-se Thomas Müntzer. Pôs a Alemanha a ferro e fogo. "A Guerra dos Pobres" conta a sua história. A história de uma insurreição mediante o verbo. Ecoada pela força inventiva da escrita de Éric Vuillard.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Um livro apaixonante e incontornável sobre a descoberta de um manuscrito que mudou o rumo da História. Inverno de 1417. Num mosteiro remoto, um homem pequeno mas perspicaz retira de uma prateleira empoeirada um manuscrito antigo. Trata-se de Poggio Bracciolini o maior caçador de livros do Renascimento, que percebe, com grande excitação, a importância do que acabara de descobrir. A partir deste encontro, o autor traça a origem do pensamento moderno. As ideias revolucionárias sucederam-se e marcam o espírito da Renascença, inspirando artistas e pensadores, e moldaram o mundo tal como hoje o conhecemos.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Um livro apaixonante e incontornável sobre a descoberta de um manuscrito que mudou o rumo da História. Inverno de 1417. Num mosteiro remoto, um homem pequeno mas perspicaz retira de uma prateleira empoeirada um manuscrito antigo. Trata-se de Poggio Bracciolini o maior caçador de livros do Renascimento, que percebe, com grande excitação, a importância do que acabara de descobrir. A partir deste encontro, o autor traça a origem do pensamento moderno. As ideias revolucionárias sucederam-se e marcam o espírito da Renascença, inspirando artistas e pensadores, e moldaram o mundo tal como hoje o conhecemos.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Alto funcionário ministerial, culto, solitário e seguro de si próprio, o homem acaba de ditar uma ordem de enorme significado, uma decisão que, numa questão de horas afetará, inexoravelmente, milhões de pessoas. No entanto, a sua serenidade aparentemente imutável desmorona-se com o aparecimento inesperado de Aino Laine, uma formosa jovem finlandesa de nome poético, que tem uma notável semelhança com a única mulher que ele amou, morta há anos. Então, contrariando o que aconselham a prudência profissional e o decoro, este convida a mulher desconhecida para o acompanhar nessa mesma noite à ópera. Começa assim entre ambos um diálogo íntimo e profundo, um arriscado jogo de sedução, onde a paixão, a nostalgia e a força do destino provocam uma perturbante transformação no sólido equilíbrio burguês de um homem sensato e honrado. Publicado pela primeira vez em 1943 — um período da Segunda Guerra Mundial de extraordinária tensão e incerteza na Hungria, cujo regime tinha alinhado com a Alemanha nazi — A Gaivota é mais um exemplo da prosa incomparável, incisiva e intransigente de Sándor Márai, um dos maiores escritores do século XX.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Alto funcionário ministerial, culto, solitário e seguro de si próprio, o homem acaba de ditar uma ordem de enorme significado, uma decisão que, numa questão de horas afetará, inexoravelmente, milhões de pessoas. No entanto, a sua serenidade aparentemente imutável desmorona-se com o aparecimento inesperado de Aino Laine, uma formosa jovem finlandesa de nome poético, que tem uma notável semelhança com a única mulher que ele amou, morta há anos. Então, contrariando o que aconselham a prudência profissional e o decoro, este convida a mulher desconhecida para o acompanhar nessa mesma noite à ópera. Começa assim entre ambos um diálogo íntimo e profundo, um arriscado jogo de sedução, onde a paixão, a nostalgia e a força do destino provocam uma perturbante transformação no sólido equilíbrio burguês de um homem sensato e honrado. Publicado pela primeira vez em 1943 — um período da Segunda Guerra Mundial de extraordinária tensão e incerteza na Hungria, cujo regime tinha alinhado com a Alemanha nazi — A Gaivota é mais um exemplo da prosa incomparável, incisiva e intransigente de Sándor Márai, um dos maiores escritores do século XX.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A família Plumb destaca-se pela sua espetacular disfuncionalidade. Há anos que os quatro irmãos Plumb desesperam por causa da herança. Em testamento, o pai ditou que o dinheiro fosse distribuído apenas quando a filha mais nova celebrasse 40 anos. O seu objetivo era salutar: incentivá-los a lutarem pelos seus sonhos. Mas o plano saiu gorado, pois a poucos meses do aniversário, eles estão tão endividados que só a fortuna familiar poderá salvá-los. Melody conta pagar a hipoteca da casa e a universidade das filhas gémeas. Jack espera saldar a dívida que contraiu para manter a sua loja de antiguidades. Bea, uma escritora promissora, debate-se com a inércia e a falta de rumo. Leo, o único que vingou por si próprio, arrisca perder tudo num divórcio tumultuoso. E quando estão prestes a deitar a mão ao dinheiro, Leo entra seu Porsche acompanhado por uma jovem empregada de mesa. O que acontece a seguir vai ter consequências devastadoras… e um preço exorbitante que só a herança poderá pagar. Privados daquilo que os definiu perante si próprios e os outros, o que será dos irmãos Plumb? A solução para todos os males parece estar nas mãos do próprio Leo. Estará ele disposto a sacrificar-se? Ou terão todos de se adaptar a novas (e infernais) circunstâncias? Unidos pela primeira vez, os irmãos revisitam velhos rancores, enfrentam novas verdades, e (finalmente!) refletem sobre as escolhas que fizeram na vida.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A família Plumb destaca-se pela sua espetacular disfuncionalidade. Há anos que os quatro irmãos Plumb desesperam por causa da herança. Em testamento, o pai ditou que o dinheiro fosse distribuído apenas quando a filha mais nova celebrasse 40 anos. O seu objetivo era salutar: incentivá-los a lutarem pelos seus sonhos. Mas o plano saiu gorado, pois a poucos meses do aniversário, eles estão tão endividados que só a fortuna familiar poderá salvá-los. Melody conta pagar a hipoteca da casa e a universidade das filhas gémeas. Jack espera saldar a dívida que contraiu para manter a sua loja de antiguidades. Bea, uma escritora promissora, debate-se com a inércia e a falta de rumo. Leo, o único que vingou por si próprio, arrisca perder tudo num divórcio tumultuoso. E quando estão prestes a deitar a mão ao dinheiro, Leo entra seu Porsche acompanhado por uma jovem empregada de mesa. O que acontece a seguir vai ter consequências devastadoras… e um preço exorbitante que só a herança poderá pagar. Privados daquilo que os definiu perante si próprios e os outros, o que será dos irmãos Plumb? A solução para todos os males parece estar nas mãos do próprio Leo. Estará ele disposto a sacrificar-se? Ou terão todos de se adaptar a novas (e infernais) circunstâncias? Unidos pela primeira vez, os irmãos revisitam velhos rancores, enfrentam novas verdades, e (finalmente!) refletem sobre as escolhas que fizeram na vida.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No seu único romance, o prémio Nobel da Literatura Dario Fo, revela-nos toda a humanidade de Lucrécia Borgia.Filha de um papa, três vezes esposa (um marido assassinado), um filho ilegítimo…tudo em apenas 39 anos. Assim, ante os nossos olhos desfila o fascínio das cortes renascentistas, com o papa Alexandre VI - o mais corrupto dos pontífices -, o diabólico irmão Cesare, os maridos de Lucrécia - perseguidos, mortos, humilhados -, e os seus amantes, acima de todos Pietro Bembo, com o qual partilhava o amor pela arte e, em especial, pela poesia e pelo teatro. Uma verdadeira academia do nepotismo e do obsceno, entre festas e orgias. Como hoje. Porque o romance da família dos Borgia é sobretudo a máscara do nosso tempo que, visto através do filtro daquele período, nos aparece ainda mais desolador e corrupto.Todos peões dos jogos do poder. Uma verdadeira academia do nepotismo e do obsceno, entre festas e orgias.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No seu único romance, o prémio Nobel da Literatura Dario Fo, revela-nos toda a humanidade de Lucrécia Borgia.Filha de um papa, três vezes esposa (um marido assassinado), um filho ilegítimo…tudo em apenas 39 anos. Assim, ante os nossos olhos desfila o fascínio das cortes renascentistas, com o papa Alexandre VI - o mais corrupto dos pontífices -, o diabólico irmão Cesare, os maridos de Lucrécia - perseguidos, mortos, humilhados -, e os seus amantes, acima de todos Pietro Bembo, com o qual partilhava o amor pela arte e, em especial, pela poesia e pelo teatro. Uma verdadeira academia do nepotismo e do obsceno, entre festas e orgias. Como hoje. Porque o romance da família dos Borgia é sobretudo a máscara do nosso tempo que, visto através do filtro daquele período, nos aparece ainda mais desolador e corrupto.Todos peões dos jogos do poder. Uma verdadeira academia do nepotismo e do obsceno, entre festas e orgias.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Aos treze anos, uma menina descobre brutalmente que o homem e a mulher que a criaram não são seus pais. Filha única, privilegiada, com uma casa à beira-mar e aulas de ballet, é obrigada a abandonar o lar onde cresceu para ser devolvida à família biológica. Não lhe é dada qualquer explicação. Leva consigo uma mala e um saco de sapatos. Começa agora uma nova e inesperada vida. A família biológica é pobre, caótica e pouco acolhedora. Naquela que é agora a sua casa, na aldeia, tem de partilhar um colchão com a irmã e o quarto com os três irmãos mais velhos. A violência, a fome, os costumes… tudo lhe é incompreensível. Mas há a pequena Adriana, que a recebe com a candura típica das crianças; e há Vincenzo, o irmão mais velho, que a protege mas também a olha como se fosse já uma mulher… É na sua relação com eles que a jovem irá encontrar forças para começar de novo e - quem sabe? - construir a sua própria identidade.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Aos treze anos, uma menina descobre brutalmente que o homem e a mulher que a criaram não são seus pais. Filha única, privilegiada, com uma casa à beira-mar e aulas de ballet, é obrigada a abandonar o lar onde cresceu para ser devolvida à família biológica. Não lhe é dada qualquer explicação. Leva consigo uma mala e um saco de sapatos. Começa agora uma nova e inesperada vida. A família biológica é pobre, caótica e pouco acolhedora. Naquela que é agora a sua casa, na aldeia, tem de partilhar um colchão com a irmã e o quarto com os três irmãos mais velhos. A violência, a fome, os costumes… tudo lhe é incompreensível. Mas há a pequena Adriana, que a recebe com a candura típica das crianças; e há Vincenzo, o irmão mais velho, que a protege mas também a olha como se fosse já uma mulher… É na sua relação com eles que a jovem irá encontrar forças para começar de novo e - quem sabe? - construir a sua própria identidade.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Aclamado em França e em Itália, este é o muito esperado novo romance do autor de "A Insustentável Leveza do Ser", Milan Kundera, que regressa à ficção ao fim de treze anos.Lançar luz sobre os problemas mais sérios e, ao mesmo tempo, não proferir uma única frase séria, estar fascinado pela realidade do mundo contemporâneo e, ao mesmo tempo, evitar qualquer realismo, eis "A Festa da Insignificância", onde o riso, inspirado na nossa época, é cómico porque perdeu todo o seu sentido de humor.Um surpreendente romance que coloca em cena quatro amigos parisienses que vivem numa deriva inócua, característica de uma existência contemporânea esvaziada de sentido e que que pode ser visto como um resumo de toda a obra de Kundera.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Aclamado em França e em Itália, este é o muito esperado novo romance do autor de "A Insustentável Leveza do Ser", Milan Kundera, que regressa à ficção ao fim de treze anos.Lançar luz sobre os problemas mais sérios e, ao mesmo tempo, não proferir uma única frase séria, estar fascinado pela realidade do mundo contemporâneo e, ao mesmo tempo, evitar qualquer realismo, eis "A Festa da Insignificância", onde o riso, inspirado na nossa época, é cómico porque perdeu todo o seu sentido de humor.Um surpreendente romance que coloca em cena quatro amigos parisienses que vivem numa deriva inócua, característica de uma existência contemporânea esvaziada de sentido e que que pode ser visto como um resumo de toda a obra de Kundera.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Ambientado entre Rabat e Roma, A Filha coloca-nos perante uma perturbante história familiar, em que a relação entre Giorgio e a sua filha Maria oculta um segredo inconfessável. A narrar tudo na primeira pessoa está, porém, a mulher e mãe Silvia, cuja paixão pelo marido a torna incapaz de reconhecer a doença de que este sofre. Enquanto observamos Maria, que não dorme durante a noite e renuncia à escola e às amizades, revoltar-se continuamente contra a mãe e crescer dentro de um ambiente de dor e de suspeita, vamos pouco a pouco descobrindo a subtil trama psicológica dos acontecimentos e compreendendo a culposa incapacidade dos adultos em defender as fragilidades e as fraquezas dos filhos. Quando, após a misteriosa morte de Giorgio, mãe e filha se mudam para Roma, Silvia apaixona-se por Antonio, e o almoço que organiza para apresentar o novo companheiro à filha despertará antigos dramas: Será Maria de facto inocente, será realmente a vítima da relação com o seu pai? Então, porque tenta seduzir Antonio sob os olhares humilhados da mãe? E seria a própria Silvia verdadeiramente desconhecedora do que Giorgio impunha à filha? Um livro que põe em causa todas as nossas certezas: as vítimas são ao mesmo tempo algozes e os inocentes são também culpados.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Ambientado entre Rabat e Roma, A Filha coloca-nos perante uma perturbante história familiar, em que a relação entre Giorgio e a sua filha Maria oculta um segredo inconfessável. A narrar tudo na primeira pessoa está, porém, a mulher e mãe Silvia, cuja paixão pelo marido a torna incapaz de reconhecer a doença de que este sofre. Enquanto observamos Maria, que não dorme durante a noite e renuncia à escola e às amizades, revoltar-se continuamente contra a mãe e crescer dentro de um ambiente de dor e de suspeita, vamos pouco a pouco descobrindo a subtil trama psicológica dos acontecimentos e compreendendo a culposa incapacidade dos adultos em defender as fragilidades e as fraquezas dos filhos. Quando, após a misteriosa morte de Giorgio, mãe e filha se mudam para Roma, Silvia apaixona-se por Antonio, e o almoço que organiza para apresentar o novo companheiro à filha despertará antigos dramas: Será Maria de facto inocente, será realmente a vítima da relação com o seu pai? Então, porque tenta seduzir Antonio sob os olhares humilhados da mãe? E seria a própria Silvia verdadeiramente desconhecedora do que Giorgio impunha à filha? Um livro que põe em causa todas as nossas certezas: as vítimas são ao mesmo tempo algozes e os inocentes são também culpados.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Em A Festa do Chibo assistimos a um duplo regresso. Enquanto Urania Cabral visita seu pai em Santo Domingo, somos transportados para 1961, quando a capital Dominicana ainda se chamava Ciudad Trujillo. Aí, o homem que nunca transpira, oprime três milhões de pessoas, ignorando que uma transição maquiavélica para a democracia está a tomar forma. Num clássico contemporâneo, Mario Vargas Llosa relata o fim de uma era dando voz, entre outras figuras históricas, ao impecável e implacável general Trujillo, apelidado de Chibo, e ao calmo e inteligente doutor Balaguer (eterno presidente da República Dominicana). Com uma precisão difícil de superar, Llosa mostra que a política pode consistir em abrir caminho entre cadáveres, e que uma pessoa inofensiva pode tornar-se uma dádiva aterradora. O inegável talento do autor para manejar conflitos, criar tensões, descrever situações, revelar as razões humanas que se ocultam por detrás dos factos históricos, criando personagens que inspiram repugnância e compaixão, resulta numa narrativa poderosa que nos leva aos últimos círculos do inferno numa descida aterradora. Um romance magistral e surpreendente, que revela Mario Vargas Llosa no seu melhor.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Em A Festa do Chibo assistimos a um duplo regresso. Enquanto Urania Cabral visita seu pai em Santo Domingo, somos transportados para 1961, quando a capital Dominicana ainda se chamava Ciudad Trujillo. Aí, o homem que nunca transpira, oprime três milhões de pessoas, ignorando que uma transição maquiavélica para a democracia está a tomar forma. Num clássico contemporâneo, Mario Vargas Llosa relata o fim de uma era dando voz, entre outras figuras históricas, ao impecável e implacável general Trujillo, apelidado de Chibo, e ao calmo e inteligente doutor Balaguer (eterno presidente da República Dominicana). Com uma precisão difícil de superar, Llosa mostra que a política pode consistir em abrir caminho entre cadáveres, e que uma pessoa inofensiva pode tornar-se uma dádiva aterradora. O inegável talento do autor para manejar conflitos, criar tensões, descrever situações, revelar as razões humanas que se ocultam por detrás dos factos históricos, criando personagens que inspiram repugnância e compaixão, resulta numa narrativa poderosa que nos leva aos últimos círculos do inferno numa descida aterradora. Um romance magistral e surpreendente, que revela Mario Vargas Llosa no seu melhor.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A Fábula", uma história alegórica da Primeira Grande Guerra, passada nas trincheiras em França e que retrata um motim num regimento francês, foi originalmente considerada um afastamento vincado das obras anteriores de Faulkner. Nos últimos tempos começou a ser considerado como um dos seus principais romances e uma parte essencial da obra do autor. O próprio Faulkner combateu na guerra, e as descrições que faz dela "ascendem ao magnífico", segundo o "New York Times", e incluem, nas palavras de Malcolm Cowley, "algumas das cenas mais poderosas que Faulkner alguma vez concebeu." Este romance foi galardoado com o Prémio Pulitzer bem como com o National Book Award em 1955.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A Fábula", uma história alegórica da Primeira Grande Guerra, passada nas trincheiras em França e que retrata um motim num regimento francês, foi originalmente considerada um afastamento vincado das obras anteriores de Faulkner. Nos últimos tempos começou a ser considerado como um dos seus principais romances e uma parte essencial da obra do autor. O próprio Faulkner combateu na guerra, e as descrições que faz dela "ascendem ao magnífico", segundo o "New York Times", e incluem, nas palavras de Malcolm Cowley, "algumas das cenas mais poderosas que Faulkner alguma vez concebeu." Este romance foi galardoado com o Prémio Pulitzer bem como com o National Book Award em 1955.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante décadas, o Magistrado dirigiu um pequeno povoado fronteiriço, esforçando-se por ignorar o conflito subterrâneo que opunha os bárbaros e o Império. Mas quando chegam o coronel Joll e o seu assistente, peritos em interrogatório enviados pela capital, o Magistrado deixa que uma irreprimível simpatia pelas vítimas tome conta de si e projecta um acto de quixotesca rebelião que acaba por transformá-lo num inimigo do Estado. Em À Espera dos Bárbaros, J. M. Coetzee criou uma comovente alegoria da estranha relação que se estabelece entre opressores e oprimidos, do universo desprovido de esperança daqueles que vivem em cumplicidade com regimes que tudo ignoram da justiça e da decência.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante décadas, o Magistrado dirigiu um pequeno povoado fronteiriço, esforçando-se por ignorar o conflito subterrâneo que opunha os bárbaros e o Império. Mas quando chegam o coronel Joll e o seu assistente, peritos em interrogatório enviados pela capital, o Magistrado deixa que uma irreprimível simpatia pelas vítimas tome conta de si e projecta um acto de quixotesca rebelião que acaba por transformá-lo num inimigo do Estado. Em À Espera dos Bárbaros, J. M. Coetzee criou uma comovente alegoria da estranha relação que se estabelece entre opressores e oprimidos, do universo desprovido de esperança daqueles que vivem em cumplicidade com regimes que tudo ignoram da justiça e da decência.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 174
Sinopse:
Numa pequena cidade da Riviera, que conhece um rápido desenvolvimento económico, começa a falar-se de turismo. Por isso, é inevitável que o mercado imobiliário cresça e o cimento se espalhe de um modo febril e desordenado. Quinto Anfossi, um intelectual que leva uma vida económica e espiritual muito recolhida, fica fascinado pelo novo espírito que parece ter invadido a Itália, pela energia vital que emana dos construtores e dos homens de negócios, indivíduos que, aos seus olhos representam o homem novo. Esmagado pelos impostos que, pela morte do seu pai, pesam sobre a propriedade da família, transforma-se em empresário imobiliário, seduzido, mais do que pelo dinheiro, por aquilo que interpreta como o novo espírito dos tempos. Para isso associa-se a um certo Pietro Caisotti, um homem rústico e ignorante que conseguiu já fazer uma pequena fortuna. À medida que o tempo passa, o negócio torna-se mais complicado do que parecia e, depois de muitas vicissitudes legais e burocráticas que levam inclusive à ruptura com o seu irmão, Quinto, cada vez mais preso nas areias movediças da sua relação de negócios com Caisotti, decide chegar a um acordo com o empresário do qual o limitado e vulgar Caisotti sai obviamente vencedor.
Nº Páginas: 174
Sinopse:
Numa pequena cidade da Riviera, que conhece um rápido desenvolvimento económico, começa a falar-se de turismo. Por isso, é inevitável que o mercado imobiliário cresça e o cimento se espalhe de um modo febril e desordenado. Quinto Anfossi, um intelectual que leva uma vida económica e espiritual muito recolhida, fica fascinado pelo novo espírito que parece ter invadido a Itália, pela energia vital que emana dos construtores e dos homens de negócios, indivíduos que, aos seus olhos representam o homem novo. Esmagado pelos impostos que, pela morte do seu pai, pesam sobre a propriedade da família, transforma-se em empresário imobiliário, seduzido, mais do que pelo dinheiro, por aquilo que interpreta como o novo espírito dos tempos. Para isso associa-se a um certo Pietro Caisotti, um homem rústico e ignorante que conseguiu já fazer uma pequena fortuna. À medida que o tempo passa, o negócio torna-se mais complicado do que parecia e, depois de muitas vicissitudes legais e burocráticas que levam inclusive à ruptura com o seu irmão, Quinto, cada vez mais preso nas areias movediças da sua relação de negócios com Caisotti, decide chegar a um acordo com o empresário do qual o limitado e vulgar Caisotti sai obviamente vencedor.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Distinguido com o Samuel Johnson Prize, o mais importante prémio de literatura de não ficção, A de Açor deixou os críticos dos dois lados do Atlântico rendidos e intrigados. À superfície, o livro relata o luto da autora após a morte do pai. Mas é a forma "naturalista" desse luto que dita a absoluta singularidade desta obra-prima. Helen Macdonald, poeta, historiadora e falcoeira, é amante de pássaros desde menina, quando acompanhava o pai pelos campos, armada de binóculos. Ao chegar aos 40 e subitamente só, compra um açor, a mais letal e indomável das aves de rapina. Está encontrada a sua terapia, a sua fuga, a sua descida ao inferno. Porque treinar o açor torna-se uma obsessão, na qual a autora habilmente nos enreda. Sentimos o magnífico predador sempre por perto, a pulsar de vida, as garras a cravarem-se no punho de couro, os olhos a piscarem ameaçadores. E somos cúmplices das sangrentas caçadas, numa espiral de bestialidade aparentemente sem fim. Está é uma profunda meditação sobre a solidão, a dor, a perda. Mas acima de tudo sobre o que faz de nós humanos, o que nos aproxima e nos afasta das feras. E sobre a centelha de humanidade que nos permite, talvez, a redenção.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Distinguido com o Samuel Johnson Prize, o mais importante prémio de literatura de não ficção, A de Açor deixou os críticos dos dois lados do Atlântico rendidos e intrigados. À superfície, o livro relata o luto da autora após a morte do pai. Mas é a forma "naturalista" desse luto que dita a absoluta singularidade desta obra-prima. Helen Macdonald, poeta, historiadora e falcoeira, é amante de pássaros desde menina, quando acompanhava o pai pelos campos, armada de binóculos. Ao chegar aos 40 e subitamente só, compra um açor, a mais letal e indomável das aves de rapina. Está encontrada a sua terapia, a sua fuga, a sua descida ao inferno. Porque treinar o açor torna-se uma obsessão, na qual a autora habilmente nos enreda. Sentimos o magnífico predador sempre por perto, a pulsar de vida, as garras a cravarem-se no punho de couro, os olhos a piscarem ameaçadores. E somos cúmplices das sangrentas caçadas, numa espiral de bestialidade aparentemente sem fim. Está é uma profunda meditação sobre a solidão, a dor, a perda. Mas acima de tudo sobre o que faz de nós humanos, o que nos aproxima e nos afasta das feras. E sobre a centelha de humanidade que nos permite, talvez, a redenção.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A Conversa de Bolzano" - mais uma das obras-primas do grande escritor húngaro - é um romance sensual e repleto de suspense sobre o sedutor mais famoso do mundo e o encontro que o irá mudar para sempre. Em 1756, Giacomo Casanova escapa de uma prisão veneziana e ressurge na pequena cidade de Bolzano. Aqui, Giacomo recebe um visitante indesejado: o envelhecido, mas ainda temível, duque de Parma, que anos antes o havia derrotado num duelo por uma dama deslumbrante chamada Francesca, tendo-lhe poupado a vida sob a condição de que não voltasse a vê-la. Agora, o duque está casado com Francesca - e intercetou uma carta de amor do seu antigo rival. Ao invés de matar Casanova de imediato, o duque faz-lhe uma oferta surpreendente, que é lógica, perversa e irresistível.Transformando um episódio histórico numa brilhante exploração ficcional sobre a ligação entre desejo e morte, "A Conversa de Bolzano" é mais uma prova de que Sándor Márai é uma das vozes mais marcantes do século XX.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A Conversa de Bolzano" - mais uma das obras-primas do grande escritor húngaro - é um romance sensual e repleto de suspense sobre o sedutor mais famoso do mundo e o encontro que o irá mudar para sempre. Em 1756, Giacomo Casanova escapa de uma prisão veneziana e ressurge na pequena cidade de Bolzano. Aqui, Giacomo recebe um visitante indesejado: o envelhecido, mas ainda temível, duque de Parma, que anos antes o havia derrotado num duelo por uma dama deslumbrante chamada Francesca, tendo-lhe poupado a vida sob a condição de que não voltasse a vê-la. Agora, o duque está casado com Francesca - e intercetou uma carta de amor do seu antigo rival. Ao invés de matar Casanova de imediato, o duque faz-lhe uma oferta surpreendente, que é lógica, perversa e irresistível.Transformando um episódio histórico numa brilhante exploração ficcional sobre a ligação entre desejo e morte, "A Conversa de Bolzano" é mais uma prova de que Sándor Márai é uma das vozes mais marcantes do século XX.
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Considerada a obra-prima do grande escritor espanhol Camilo José Cela, Prémio Nobel da Literatura, "A Colmeia", inúmeras vezes reeditada em Espanha e traduzida em todo o mundo, faz um retrato vigoroso da Madrid dos anos 40 do século XX. A miséria decorrente da Guerra Civil (que termina em 1939) e da II Guerra Mundial que assola o mundo inteiro, é-nos mostrada com um estilo inovador para a época: a história contada em curtos fragmentos, seguindo as venturas e desventuras de centenas de personagens, produzindo no seu conjunto uma forte sensação de realidade. Enfim, um romance avassalador e irresistível.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Considerada a obra-prima do grande escritor espanhol Camilo José Cela, Prémio Nobel da Literatura, "A Colmeia", inúmeras vezes reeditada em Espanha e traduzida em todo o mundo, faz um retrato vigoroso da Madrid dos anos 40 do século XX. A miséria decorrente da Guerra Civil (que termina em 1939) e da II Guerra Mundial que assola o mundo inteiro, é-nos mostrada com um estilo inovador para a época: a história contada em curtos fragmentos, seguindo as venturas e desventuras de centenas de personagens, produzindo no seu conjunto uma forte sensação de realidade. Enfim, um romance avassalador e irresistível.
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Edição: Ago 2019
Nº Páginas: 216
Sinopse:
William Como é que a conheci a Hailey? Bem, um cavalheiro não se deve gabar… Felizmente, de cavalheiro não tenho nada. Primeiro, paguei para ter a cereja dela. A seguir, desflorei-a. Depois disso? Deixei-lhe o meu cartão de visita e saí cheio de atitude. Pode dizer-se que houve ali faísca… Hailey Como é que conheci o William? Ele entrou na minha confeitaria, comprou uma tarte de cereja, roubou uma jarra de flores (ainda não percebi porquê) e deixou-me o cartão dele. Antes que vos diga o que fiz ao cartão, quero esclarecer um ponto: O William não podia ter aparecido num momento pior. A confeitaria estava a falhar. O meu horrível "ex" não me deixava em paz. Ah, e eu era uma virgem de 25 anos, o que fazia de mim alvo do massacre dos meus amigos… Resolver esse probleminha com o William seria como matar uma mosca com um martelo. Um tanto excessivo…mas…tão bom. William era super sexy - a ponto de levar as mulheres a fazerem tolices. A ponto de me provocar pensamentos parvos… Por isso…liguei-lhe. Talvez tenha sido um erro. Talvez estivesse a abrir a porta a um desastre. Percebi logo que estava em apuros quando ouvi a sua risadinha sensual ao telefone e ele disse: "Fazes entregas em casa?"
Nº Páginas: 216
Sinopse:
William Como é que a conheci a Hailey? Bem, um cavalheiro não se deve gabar… Felizmente, de cavalheiro não tenho nada. Primeiro, paguei para ter a cereja dela. A seguir, desflorei-a. Depois disso? Deixei-lhe o meu cartão de visita e saí cheio de atitude. Pode dizer-se que houve ali faísca… Hailey Como é que conheci o William? Ele entrou na minha confeitaria, comprou uma tarte de cereja, roubou uma jarra de flores (ainda não percebi porquê) e deixou-me o cartão dele. Antes que vos diga o que fiz ao cartão, quero esclarecer um ponto: O William não podia ter aparecido num momento pior. A confeitaria estava a falhar. O meu horrível "ex" não me deixava em paz. Ah, e eu era uma virgem de 25 anos, o que fazia de mim alvo do massacre dos meus amigos… Resolver esse probleminha com o William seria como matar uma mosca com um martelo. Um tanto excessivo…mas…tão bom. William era super sexy - a ponto de levar as mulheres a fazerem tolices. A ponto de me provocar pensamentos parvos… Por isso…liguei-lhe. Talvez tenha sido um erro. Talvez estivesse a abrir a porta a um desastre. Percebi logo que estava em apuros quando ouvi a sua risadinha sensual ao telefone e ele disse: "Fazes entregas em casa?"
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Quando o poderoso magnata Nero Golden imigra para os Estados Unidos em circunstâncias misteriosas, ele e os seus três filhos adultos assumem novas identidades e instalando-se numa grandiosa mansão do centro de Manhattan. Chegados pouco após a tomada de posse de Barack Obama, ele e os filhos ocupam rapidamente o seu lugar no topo da sociedade nova-iorquina. A história da família Golden é contada sob a perspetiva de um seu vizinho e confidente, René, que descreve o desmoronar da casa Golden: a vida faustosa, um litígio entre irmãos, uma metamorfose inesperada, o aparecimento de uma mulher bela, traição e assassínio, e bem longe, na pátria abandonada, um bom trabalho de informações. Partindo da nova ordem mundial de verdades alternativas, Rushdie tece a história do ambiente americano ao longo dos últimos oito anos, tocando todos os pontos: a ascensão do movimento Birther, do Tea Party, do Gamergate e da política de identidade; o efeito de ricochete do politicamente correto; e, evidentemente, a eclosão de um vilão ambicioso, desapiedado, narcisista e profundamente conhecedor da comunicação social, que usa maquilhagem e pinta o cabelo.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Quando o poderoso magnata Nero Golden imigra para os Estados Unidos em circunstâncias misteriosas, ele e os seus três filhos adultos assumem novas identidades e instalando-se numa grandiosa mansão do centro de Manhattan. Chegados pouco após a tomada de posse de Barack Obama, ele e os filhos ocupam rapidamente o seu lugar no topo da sociedade nova-iorquina. A história da família Golden é contada sob a perspetiva de um seu vizinho e confidente, René, que descreve o desmoronar da casa Golden: a vida faustosa, um litígio entre irmãos, uma metamorfose inesperada, o aparecimento de uma mulher bela, traição e assassínio, e bem longe, na pátria abandonada, um bom trabalho de informações. Partindo da nova ordem mundial de verdades alternativas, Rushdie tece a história do ambiente americano ao longo dos últimos oito anos, tocando todos os pontos: a ascensão do movimento Birther, do Tea Party, do Gamergate e da política de identidade; o efeito de ricochete do politicamente correto; e, evidentemente, a eclosão de um vilão ambicioso, desapiedado, narcisista e profundamente conhecedor da comunicação social, que usa maquilhagem e pinta o cabelo.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Abandonadas em camas, jovens mulheres nuas, intocadas e intocáveis, dormem profundamente sob o efeito de poderosos narcóticos deixando, sem o saber, que o seu corpo seja contemplado por homens idosos em busca de uma pobre consolação para a perda de juventude. Eguchi, de 67 anos, tem perfeita noção da proximidade da decadência física, e as noites passadas nesta casa do desejo levam-no a recordar a relação com as diferentes mulheres da sua vida, num entrelaçar de memórias e fantasias eróticas que culminam com a revelação da sua essência inumana. "A Casa das Belas Adormecidas", obra-prima profundamente perturbadora, que encerra um universo erótico fascinante e assustador, inspirou outros autores a escrever sobre os afectos e a sexualidade na terceira idade, nomeadamente Gabriel García Márquez no seu "Memória das Minhas Putas Tristes".
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Abandonadas em camas, jovens mulheres nuas, intocadas e intocáveis, dormem profundamente sob o efeito de poderosos narcóticos deixando, sem o saber, que o seu corpo seja contemplado por homens idosos em busca de uma pobre consolação para a perda de juventude. Eguchi, de 67 anos, tem perfeita noção da proximidade da decadência física, e as noites passadas nesta casa do desejo levam-no a recordar a relação com as diferentes mulheres da sua vida, num entrelaçar de memórias e fantasias eróticas que culminam com a revelação da sua essência inumana. "A Casa das Belas Adormecidas", obra-prima profundamente perturbadora, que encerra um universo erótico fascinante e assustador, inspirou outros autores a escrever sobre os afectos e a sexualidade na terceira idade, nomeadamente Gabriel García Márquez no seu "Memória das Minhas Putas Tristes".
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Bruxelas é o coração da União Europeia e também deste romance. Robert Menasse leva-nos numa viagem ao interior da vida política europeia através de cinco histórias interligadas, que abordam o quotidiano da capital europeia a partir de diferentes perspetivas. "A Capital" segue de perto o destino dos seus personagens nos frequentes encontros que têm entre si, expondo as suas vidas profissionais e mergulhando nas suas coloridas vidas privadas, longe de escritórios e salas de reuniões. Ao mesmo tempo, constrói uma ponte narrativa entre diferentes épocas e nações, entre o inevitável e a ironia do destino, entre a burocracia mesquinha e os grandes sentimentos. O olhar penetrante de Menasse, cheio de humor e ironia, torna a leitura deste romance tão irresistível quanto importante nos atuais tempos de ressurgimento de nacionalismos, desde o Brexit até à Declaração de Independência da Catalunha. Um livro provocador, oportuno e importante: um apelo para que se relembre o que está no centro do "projeto de paz europeu" e se tenha a coragem de o levar ao próximo nível.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Bruxelas é o coração da União Europeia e também deste romance. Robert Menasse leva-nos numa viagem ao interior da vida política europeia através de cinco histórias interligadas, que abordam o quotidiano da capital europeia a partir de diferentes perspetivas. "A Capital" segue de perto o destino dos seus personagens nos frequentes encontros que têm entre si, expondo as suas vidas profissionais e mergulhando nas suas coloridas vidas privadas, longe de escritórios e salas de reuniões. Ao mesmo tempo, constrói uma ponte narrativa entre diferentes épocas e nações, entre o inevitável e a ironia do destino, entre a burocracia mesquinha e os grandes sentimentos. O olhar penetrante de Menasse, cheio de humor e ironia, torna a leitura deste romance tão irresistível quanto importante nos atuais tempos de ressurgimento de nacionalismos, desde o Brexit até à Declaração de Independência da Catalunha. Um livro provocador, oportuno e importante: um apelo para que se relembre o que está no centro do "projeto de paz europeu" e se tenha a coragem de o levar ao próximo nível.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Na costa da Colômbia virada ao Pacífico - num lugar onde a paisagem luxuriante contrasta com uma pobreza extrema e o homem é uma migalha diante da força dos elementos - vive Damaris, uma negra com cerca de 40 anos que toda a vida quis ser mãe. A sua relação com o marido tornou-se, aliás, fria e turbulenta à medida que o casal foi sacrificando tudo o que tinha à obsessão de Damaris e, apesar disso, ela nunca conseguiu engravidar. Mas a vida desta mulher frustrada parece encontrar uma réstia de esperança no dia em que adopta a última cadelinha de uma ninhada. Só que, tal como os filhos nem sempre correspondem às ambições que os pais têm para eles, Chirli também não será a cadela com que Damaris sonhou. Esta é uma novela brilhante sobre a maternidade, a traição, a lealdade, a culpa, e também sobre a relação enigmática e por vezes excessiva entre os donos e os seus animais. Uma história narrada pela voz confiante e madura de uma escritora que viu o seu livro ser traduzido em mais de uma dezena de línguas e chegar à final do National Book Award nos EUA.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Na costa da Colômbia virada ao Pacífico - num lugar onde a paisagem luxuriante contrasta com uma pobreza extrema e o homem é uma migalha diante da força dos elementos - vive Damaris, uma negra com cerca de 40 anos que toda a vida quis ser mãe. A sua relação com o marido tornou-se, aliás, fria e turbulenta à medida que o casal foi sacrificando tudo o que tinha à obsessão de Damaris e, apesar disso, ela nunca conseguiu engravidar. Mas a vida desta mulher frustrada parece encontrar uma réstia de esperança no dia em que adopta a última cadelinha de uma ninhada. Só que, tal como os filhos nem sempre correspondem às ambições que os pais têm para eles, Chirli também não será a cadela com que Damaris sonhou. Esta é uma novela brilhante sobre a maternidade, a traição, a lealdade, a culpa, e também sobre a relação enigmática e por vezes excessiva entre os donos e os seus animais. Uma história narrada pela voz confiante e madura de uma escritora que viu o seu livro ser traduzido em mais de uma dezena de línguas e chegar à final do National Book Award nos EUA.
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Revelações sobre as razões da queda, gritos de horror, pânico, tentativas desesperadas de salvação: vestígios da catástrofe. O romance do israelita Amos Oz tem tudo isso, mas a caixa preta a que se refere o título não pertence a um avião, e sim a uma relação amorosa desfeita. Anos depois do divórcio escandaloso, a esposa rejeitada Ilana emerge das cinzas do tempo, da distância e do rancor para passar a limpo seu casamento com Alex Guideon, professor e escritor mundialmente famoso.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Revelações sobre as razões da queda, gritos de horror, pânico, tentativas desesperadas de salvação: vestígios da catástrofe. O romance do israelita Amos Oz tem tudo isso, mas a caixa preta a que se refere o título não pertence a um avião, e sim a uma relação amorosa desfeita. Anos depois do divórcio escandaloso, a esposa rejeitada Ilana emerge das cinzas do tempo, da distância e do rancor para passar a limpo seu casamento com Alex Guideon, professor e escritor mundialmente famoso.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Um dia, em 1961, fui ver uns amigos na região mineira onde vivi em tempos. Contaram-me a história de uma jovem operária que roubava, para o seu amante, flores nos cemitérios. A sua imagem não me largava e diante dos meus olhos desenhava-se o destino de uma mulher jovem para quem o amor e a carne eram mundos separados, para quem a sexualidade estava nos antípodas do amor. Uma outra imagem se vinha juntar em contraponto à da rapariga que roubava flores: um longo ato de amor que não era em realidade senão um soberbo ato de ódio. Assim nasceu a ideia do meu primeiro romance, que acabei em dezembro de 1965 e a que chamei "A Brincadeira"."Escrito entre 1962 e 1965, e publicado em 1967, "A Brincadeira" é o primeiro romance de Milan Kundera. No ano seguinte ao da sua publicação, o livro, que rapidamente atingira uma tiragem de 120 000 exemplares, obteve o Prémio da União de Escritores da Checoslováquia. No entanto, pouco tempo depois, viria a ser proibido neste país, mas a sua publicação em França, pela Gallimard, torná-lo-ia mundialmente conhecido.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Um dia, em 1961, fui ver uns amigos na região mineira onde vivi em tempos. Contaram-me a história de uma jovem operária que roubava, para o seu amante, flores nos cemitérios. A sua imagem não me largava e diante dos meus olhos desenhava-se o destino de uma mulher jovem para quem o amor e a carne eram mundos separados, para quem a sexualidade estava nos antípodas do amor. Uma outra imagem se vinha juntar em contraponto à da rapariga que roubava flores: um longo ato de amor que não era em realidade senão um soberbo ato de ódio. Assim nasceu a ideia do meu primeiro romance, que acabei em dezembro de 1965 e a que chamei "A Brincadeira"."Escrito entre 1962 e 1965, e publicado em 1967, "A Brincadeira" é o primeiro romance de Milan Kundera. No ano seguinte ao da sua publicação, o livro, que rapidamente atingira uma tiragem de 120 000 exemplares, obteve o Prémio da União de Escritores da Checoslováquia. No entanto, pouco tempo depois, viria a ser proibido neste país, mas a sua publicação em França, pela Gallimard, torná-lo-ia mundialmente conhecido.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Aquilo que começa como uma reunião sentimental entre um Oki Toshio a envelhecer e Ueno Otoko, a artista reclusa, acaba por se transformar numa sinistra vingança erótica. Pois Keiko, a jovem misteriosa e intensa que é amante e discípula de Otoko, está determinada a vingar a humilhação passada pela mulher mais velha - mesmo que isso signifique utilizar a própria beleza como arma. Movendo-se imprevisivelmente entre ternura e obsessão, serenidade e selvajaria, "A Beleza e a Tristeza", confirma a reputação de Kawabata como um moderno mestre japonês que pode transformar o apertar de um obi em algo de infinitamente sugestivo e perverso.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Aquilo que começa como uma reunião sentimental entre um Oki Toshio a envelhecer e Ueno Otoko, a artista reclusa, acaba por se transformar numa sinistra vingança erótica. Pois Keiko, a jovem misteriosa e intensa que é amante e discípula de Otoko, está determinada a vingar a humilhação passada pela mulher mais velha - mesmo que isso signifique utilizar a própria beleza como arma. Movendo-se imprevisivelmente entre ternura e obsessão, serenidade e selvajaria, "A Beleza e a Tristeza", confirma a reputação de Kawabata como um moderno mestre japonês que pode transformar o apertar de um obi em algo de infinitamente sugestivo e perverso.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Ao longo de sete textos, Milan Kundera expõe a sua conceção pessoal do romance europeu - "A arte inspirada pelo riso de Deus". "O mundo das teorias não é o meu. Estas reflexões são as de um praticante. A obra de cada romancista contém uma visão implícita da história do romance, uma ideia do que é o romance. É essa ideia do romance, inerente aos meus romances, que fiz falar." A reflexão de Milan Kundera é uma permanente referência aos autores que servem de fundamento à sua "história pessoal do romance" - Kafka e Hermann Broch, mas também Rabelais, Cervantes, Sterne, Diderot, Flaubert, Tolstoi, Musil, Gombrowicz... A questionação empenhada que aqui se faz da obra de cada um deles constitui porventura um dos mais estimulantes ensaios publicados sobre as raízes e os caminhos possíveis da cultura europeia.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Ao longo de sete textos, Milan Kundera expõe a sua conceção pessoal do romance europeu - "A arte inspirada pelo riso de Deus". "O mundo das teorias não é o meu. Estas reflexões são as de um praticante. A obra de cada romancista contém uma visão implícita da história do romance, uma ideia do que é o romance. É essa ideia do romance, inerente aos meus romances, que fiz falar." A reflexão de Milan Kundera é uma permanente referência aos autores que servem de fundamento à sua "história pessoal do romance" - Kafka e Hermann Broch, mas também Rabelais, Cervantes, Sterne, Diderot, Flaubert, Tolstoi, Musil, Gombrowicz... A questionação empenhada que aqui se faz da obra de cada um deles constitui porventura um dos mais estimulantes ensaios publicados sobre as raízes e os caminhos possíveis da cultura europeia.
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Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Polly Smith está a tentar sobreviver enquanto artista quando Oliver, seu amigo e mecenas, a convida a ir para casa do pai no Sul de França. Entusiasmada por poder fugir do frio e da chuva de Londres e do noivo monótono, Polly pede a sua certidão de nascimento para poder requerer um passaporte. Mas é aí que o seu mundo desaba: aquela que sempre pensou ser sua mãe é, na verdade, sua tia; a identidade do pai é desconhecida e até o seu próprio nome não está correcto. A sua "fuga" para o sol da estimulante da Riviera imprime uma nova vida à sua pintura, mas nem tudo corre bem na mansão onde está hospedada. O pai de Oliver foi forçado a abandonar a Inglaterra no meio de um escândalo e, apesar do sofisticado e cosmopolita grupo de amigos que o rodeia, está prestes a ser apanhado pelo seu passado. E, embora Polly se encontre no centro de uma teia de mentiras, o seu próprio futuro começa a tomar um novo e fascinante rumo...
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Polly Smith está a tentar sobreviver enquanto artista quando Oliver, seu amigo e mecenas, a convida a ir para casa do pai no Sul de França. Entusiasmada por poder fugir do frio e da chuva de Londres e do noivo monótono, Polly pede a sua certidão de nascimento para poder requerer um passaporte. Mas é aí que o seu mundo desaba: aquela que sempre pensou ser sua mãe é, na verdade, sua tia; a identidade do pai é desconhecida e até o seu próprio nome não está correcto. A sua "fuga" para o sol da estimulante da Riviera imprime uma nova vida à sua pintura, mas nem tudo corre bem na mansão onde está hospedada. O pai de Oliver foi forçado a abandonar a Inglaterra no meio de um escândalo e, apesar do sofisticado e cosmopolita grupo de amigos que o rodeia, está prestes a ser apanhado pelo seu passado. E, embora Polly se encontre no centro de uma teia de mentiras, o seu próprio futuro começa a tomar um novo e fascinante rumo...
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