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Nº Páginas: 160
Sinopse:
Queria? Já não quer? é uma viagem pelos mistérios e curiosidades da língua portuguesa. Escrito com uma combinação de rigor e humor, o livro desmascara alguns dos mitos que circulam há décadas sobre a origem de palavras e expressões do dia-a-dia. Marco Neves convida os leitores a acompanhá-lo em investigações com reviravoltas dignas de um policial. Será que "bica" era um acrónimo? Será que o famoso palavrão acabado em -alho começou como um cesto nas caravelas? Será que a palavra inglesa tea vem de Transporte de Ervas Aromáticas? Estas e muitas outras histórias são analisadas de forma minuciosa, com factos históricos e etimológicos que revelam a verdadeira origem das nossas expressões e palavras. Para lá das origens das expressões, também encontramos enganos e desenganos sobre o que está certo e errado na nossa gramática: será que não há nada é erro? Será que queria um café deveria ser quero um café? Ideal para apaixonados pela língua portuguesa e curiosos de todas as idades, Queria? Já Não Quer? não é apenas um livro sobre a língua, mas uma reflexão sobre como as palavras carregam em si as histórias da nossa cultura. Este é um livro que, ao mesmo tempo que desmistifica, enriquece a nossa compreensão sobre a complexidade e beleza do português, provando que a realidade, por vezes, pode ser mais fascinante que as lendas.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Num diálogo fascinante, dois dos mais influentes pensadores mundiais da atualidade refletem sobre o valor da igualdade e debatem sobre o que cidadãos e governos devem fazer para diminuir o que nos separa. Da economia à filosofia, passando pela história e pela política, Piketty e Sandel analisam o que já fizemos para alcançar a igualdade mas, ao mesmo tempo, identificam e discutem, sem rodeios, o que ainda - e é tanto - nos divide, ao nível da riqueza, do rendimento, do poder e do status de cada país, numa perspetiva global. Que podemos fazer, neste tempo de grande instabilidade política e crise ambiental? Piketty e Sandel estão de acordo em muitos pontos: investimento mais inclusivo na saúde e na educação e regulamentação do poder político dos mais ricos e dos mercados, por exemplo. Não obstante, até onde e quão rápido o podemos fazer? Devemos dar prioridade ao lado material ou à mudança social? Que horizonte de mudança podemos ter, quando as forças nacionalistas estão a ganhar, novamente, terreno? Como deve a esquerda abordar valores como o patriotismo ou a solidariedade entre cidadãos da mesma nacionalidade, quando colidem com os desafios da migração em massa e as alterações climáticas? Ler este livro e assistir ao debate entre Piketty e Sandel é ver novas possibilidades de mudança e justiça, mas é também encarar uma imutável verdade: progredir em direção a mais igualdade nunca é possível sem profundos conflitos sociais e acesa luta política.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Mas o corpo não esquece. E por isso é ele que regressa um dia ao local do crime, é ele que quer recuperar o que lhe foi roubado." Houve alturas em que Anna acreditou na igualdade que recompensa independentemente do género, "que não quer saber se usas maquilhagem ou como são as tuas pernas". Mas depois, como muitas raparigas e mulheres, sentia necessidade de ser vista e de se sentir especial. E, perante os olhares, as mãos e as palavras dos homens, não conseguia deixar de ceder - espaço, voz, partes de si -, embora dividida entre o desejo de se mostrar e o pavor de o fazer. E agora, que dá aulas num mestrado em jornalismo, dá por si a discutir o legado do #MeToo com muitas jovens, enquanto pensa em todas as vezes que cedeu. Quantas interpretações damos à palavra "consentimento"? Quando é que podemos ter a certeza de que um "sim" não esconde uma hesitação? Anna procura culpados, mas não tem a certeza de se poder considerar uma vítima. Terá de se perdoar a si mesma, olhando para dentro de si com coragem e sinceridade, para se poder aceitar e seguir em frente? Em todo o caso, continua à espera de que lhe peçam desculpa. Proposto ao prestigiado Prémio Strega, este é um romance extremamente atual sobre como às vezes só muito tarde as mulheres percebem como sofreram abusos. Com a curiosidade e a inteligência que caracterizam a sua escrita, Michela Marzano convida-nos a refletir acerca da relação ambígua que temos com os outros e com o nosso próprio corpo.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O best-seller internacional que vai aguçar a nossa mente, ampliar a nossa perspetiva e transformar as nossas relações. Tudo isto com a ajuda de Sócrates. Porque somos tão maus a fazer boas perguntas? Num mundo polarizado, aprender a fazer melhores perguntas é uma ferramenta essencial para o sucesso pessoal e profissional. Pode criar espaço para repensarmos as nossas posições, encontrarmos respostas em conjunto e alterarmos a nossa perspetiva sobre as coisas.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Foram cinquenta anos onde me apeei em dezasseis estações, numa viagem preparada no Verão de 2023, iniciada nesse Outono e acabada em Abril de 2024. Doi "isto" e foi "assim"? Eu estive lá: sei que estas histórias foram bem contadas, com a vertigem dos factos revista hoje com a serenidade da distância. Homenageando a memória e o poder que ela tem. Mas se este livro pode ser importante para muitos leitores que também estiveram "lá", será sobretudo importante para os que não tendo estado, precisam de saber como foi. Marcelo Rebelo de Sousa o Fim do Antigo Regime | Jaime Gama O 25 de Abril de 1974 | Rui Ramos a Descolonização | Pedro Ferraz da Costa o 11 de Março de 1975 | Alípio Tomé Pinto o 25 de Novembro de 1975 | António Barreto o Primeiro Governo Constitucional | António Capucho Sá Carneiro e a 1.ª AD | António Vitorino o Bloco Central | Leonor Beleza o Cavaquismo | Aníbal Cavaco Silva a Moeda Única | Artur Santos Silva Os Anos 90 | José Miguel Júdice Sobre José Sócrates | Pedro Passos Coelho A Troika Revisitada | Helena Matos - Manuel Braga da Cruz Igreja e Sociedade | Fernando Medina Os Governos de António Costa | Paulo Portas 50 Anos de Diplomacia
Nº Páginas: 536
Sinopse:
O corpo feminino tem sido largamente negligenciado pela ciência ou encarado como sendo praticamente igual ao masculino - o padrão com o qual todos os corpos são comparados -, sem consideração pelas suas características únicas. Ignorar metade da espécie humana, porém, tem graves consequências médicas, sociais e políticas. Com curiosidade e humor acutilantes, Cat Bohannon faz as perguntas que a comunidade científica há muito deveria estar a fazer. A resposta é Eva, uma nova história da nossa espécie, baseada no corpo feminino, oferecendo uma fascinante mudança de paradigma, urgente e vastamente documentada. Revisitando 200 milhões de anos de História da nossa espécie, Eva explora a hipótese de ter sido o corpo feminino a força motriz da sua evolução, influenciando desde o uso de ferramentas à nossa organização social, do desenvolvimento da linguagem ao surgimento das cidades.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Vais ser dono de nada e vais ser feliz. "Esta é uma das previsões do Fórum Económico Mundial, para 2030, que tem vindo a ser enunciado nos encontros anuais em Davos, onde cerca de 3.000 convidados decidem o futuro do mundo." Quando Carol Roth ouviu pela primeira vez a previsão do Fórum Económico Mundial (FEM) para 2030, inicialmente considerou-a uma fantasia bizarra. No entanto, ao aprofundar a sua pesquisa, descobriu que diversas empresas, governos e elites globais compartilham uma visão utópica de um futuro em que todos terão acesso ao que precisam, enquanto a propriedade individual se torna obsoleta. Desde o declínio da propriedade privada de imóveis e veículos até a crescente inflação global e o aumento das despesas governamentais, muitas tendências contemporâneas apontam para a emergência de um novo mundo — um mundo em que os cidadãos ocidentais terão enorme dificuldade em adquirir bens ou acumular riqueza. Temas como: o crédito social, a dívida, a desvalorização da moeda e a criação de uma moeda digital, a tecnocracia e os produtos digitais, a crise habitacional, são alguns dos mecanismos que já estão em curso e que a autora analisa, explicando os seus efeitos nas nossas vidas. Este livro é um guia essencial para quem deseja proteger o seu património arduamente conquistado para as gerações futuras.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
No livro Bipolar, Sim. Louca, Só Quando Eu Quero Bia Garbato perde o medo de se expor e tira sua bipolaridade do armário. Através de histórias para ler, rir e chorar, conta como o seu pai quis curar a sua euforia com chá de camomila e que escovar os dentes deprimida é mais difícil do que fazer rapel. Bia fala também de maternidade (sur)real, de relacionamentos e como perdeu 30 quilos encarando de frente a compulsão alimentar. Aborda assuntos delicados, como eletrochoque, sem perder o bom humor. Finalmente, explica como descobriu que a bipolaridade não a define e que ela pode ser, sim, muito louca. Mas só quando quiser. Um testemunho extraordinário sobre saúde mental e sobre como viver com bipolaridade não é uma missão impossível.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Antes de encontrar no populismo da direita radical o filão para o sucesso, André Ventura votava em José Sócrates, humanizava migrantes e pregava contra Trump e Le Pen. Quando percebe que não vai chegar ao poder por esse caminho, é no ódio que encontra forma de chamar a atenção. E assim nasce o Chega. Não há nada a marcar a atualidade? Arranja-se. Os media estão a criticar o programa eleitoral? Cria-se um novo, repleto de contradições. As mulheres não votam no partido? Modera-se a linguagem machista. Há problemas em conquistar votos no Porto? Marca-se um encontro com Pinto da Costa. Os líderes políticos estrangeiros não lhe ligam nenhuma? Pega-se no carro e faz-se à estrada, mesmo sem ter nada combinado
Nº Páginas: 496
Sinopse:
O mundo atravessa um tempo de cobardia, desunião e falência moral onde prosperam homens-fortes e fantoches com garras de ditadores. Neste novo livro, Clara Ferreira Alves reflete sobre as pessoas que nos comandam e as políticas e estratégias que ditam o rumo da sociedade. Uma escrita acutilante e um retrato mordaz dos nossos dias.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
No século XXI a humanidade está a atingir novos níveis de conhecimento científico - e, ao mesmo tempo, parece que estamos a perder a cabeça. Como pode a espécie que descobriu a vacina para a covid-19 em menos de um ano ser a mesma que produz tantas fake news, curas de charlatães e teorias da conspiração? Em Racionalidade, Pinker rejeita o cliché cínico de que os humanos são simplesmente uma espécie irracional - homens das cavernas fora do seu tempo, amaldiçoados por preconceitos, falácias e ilusões. Se pensarmos bem, descobrimos as leis da Natureza, prolongámos e enriquecemos as nossas vidas, além de termos construído o próprio modelo de racionalidade. Pinker parte do princípio de que nós, humanos, pensamos de acordo com o contexto pouco tecnológico em que passamos grande parte das nossas vidas, mas não tiramos vantagem das poderosíssimas ferramentas da razão que construímos durante milénios: lógica, pensamento crítico, probabilidades, correlação, causalidade e tomada de decisões em cenários de incerteza. Estas ferramentas não fazem parte da nossa educação e nunca foram apresentadas, de forma tão clara quanto articulada, num único livro - até agora. A racionalidade conta. Leva a melhores escolhas nas nossas vidas e na esfera pública, e é o motor da justiça social e do progresso moral. Pleno de humor, Racionalidade é um livro que esclarece, inspira e empodera.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
As conversas entre o músico Sam The Kid e o professor Marco Neves sobre mitos, preconceitos e curiosidades sobre a língua portuguesa, agora em livro! A língua portuguesa tem muito que se lhe diga. Assim, nestas páginas, Samuel e Marco reuniram 100 perguntas que surgiram nos programas, com respostas diferentes do habitual, que podem ajudar o leitor a melhorar o seu conhecimento da língua. Tudo de uma forma descontraída. Inclui: QR Codes para todos os episódios em vídeo e extras de diálogo dos autores sobre cada pergunta.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Uma visão panorâmica da invasão da Ucrânia e uma reflexão profunda sobre as suas consequências na defesa nacional portuguesa. A análise geopolítica, estratégica, tática e de Direito Internacional, a descrição pormenorizada dos aspectos técnicos da guerra, a revelação de factos desconhecidos a partir de documentos e testemunhos até agora confidenciais, o traçar dos cenários de evolução mais plausíveis, e o comentário detalhado sobre protagonistas, visíveis ou discretos. O primeiro livro sobre o conflito que engloba todas as evoluções e subterrâneos recentes.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Um livro que é um diário para os mais novos poderem aprender mais sobre si mesmo e superar o bullying. Este diário é para os mais novos que estão a lidar com situações de bullying. As suas páginas vão ajudá-los a conhecerem-se um pouco melhor e a lidarem com as situações desafiantes pelas quais estão a passar. Neste Podem ler e escrever livremente ao seu ritmo, pois neste diário podem encontrar reflexões e atividades que servem para perceberem algumas coisas sobre si mesmos e sobre os outros de forma segura e tranquila. Este ´livro pretende ser útil, e que através da escrita os leitores possam ter uma ajuda a passarem mais facilmente por este processo."
Sinopse:
Há poucas interrogações tão perturbadoras como as que envolvem pessoas desaparecidas. Maddie McCann e Rui Pedro são nomes que a opinião pública fixou, mas existem várias outras histórias passadas no nosso país que também permanecem na maior das obscuridades. Em Janeiro de 1990, Hélder Carriço partiu de Santo André para ir comprar uma prancha de surf a São Torpes - depois, o rapaz de dezasseis anos desapareceu sem deixar rasto. Quatro anos mais tarde, Cláudia Silva e Sousa, de sete anos, eclipsou-se de uma aldeia do Minho, no curto trajecto entre a escola e a casa que fazia sempre. Sofia Oliveira era apenas uma criança de colo quando, em 2004, o pai a levou de Câmara de Lobos para parte incerta, guardando desde então o segredo do atual paradeiro da filha. Mário Sousinha saiu de casa num fatídico dia de 2019 e não voltou: ninguém sabe se foi morto ou se cometeu suicídio, se teve um acidente ou quis fugir. E qual terá sido o destino de Rosiney Oliveira, logo depois de ser despedida de um restaurante e nunca mais ter dado sinais de vida?
Sinopse:
A partir da investigação em arquivos e processos, e da recolha de entrevistas e de testemunhos, o programa televisivo da RTP Depois do Crime, da autoria da jornalista Rita Marrafa de Carvalho, trouxe novamente à luz do dia os grandes crimes de sangue da história judicial portuguesa. Depois do Crime em papel vai mais fundo. Desvela a personalidade dos homicidas, as idiossincrasias das escutas telefónicas, a perceção de quem investigou, a análise de quem viveu os casos. Além de aprofundar a história de cada caso, o livro Depois do Crime coloca questões essenciais como: onde estão criminosos e familiares das vítimas hoje em dia? Quem matou e quem sobrevive com o estigma de ser familiar de um homicida ou com a dor da perda abrupta e violenta de um ente querido? Onde estão e como vivem aqueles que foram os primeiros a entrar num cenário de crime e que ouviram as primeiras confissões?
Sinopse:
"O Antropoceno" é o período de tempo que corresponde à era geológica que vivemos atualmente. A humanidade tem vindo a reconfigurar o planeta, bem como a sua biodiversidade, e John Green faz uma análise crítica dessa intervenção, usando para isso uma escala de cinco estrelas. Nesta notável coletânea de ensaios, que surgiram a partir do seu revolucionário podcast, o autor bestseller fala-nos dos seus temas mais queridos. Desde obras de arte famosas ao cometa Halley, do ar condicionado aos gansos do Canadá ou à Internet, nada lhe escapa. Divertidas e sofisticadas, as suas opiniões registam as contradições da condição humana. Enquanto espécie, somos a um tempo demasiado poderosos e desprovidos de poder, paradoxo que se evidenciou durante a recente pandemia, a qual - como não podia deixar de ser! - nos afastou e ao mesmo tempo nos uniu. O talento de John Green como contador de histórias está bem patente ao longo das páginas deste livro. De coração aberto, o autor celebra, sem ironias, o ato de nos apaixonarmos pelo nosso mundo. Trata-se de um livro que não podia vir em melhor altura. O certo é que nos fará refletir sobre as nossas prioridades, e não deixará ninguém indiferente.
Sinopse:
O primeiro trabalho clínico que reúne os protagonistas da criminologia portuguesa, uma viagem ao recôndito das suas mentes perversas, uma descida às suas doentes e pérfidas motivações. Psicopatas Portugueses é também um trabalho de Psicologia Forense e procura revelar o quanto o assassínio é complexo, um fenómeno intricado que ocorre no contexto de uma imensa multiplicidade de factores pessoais e culturais.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Redescubra narrativas lendárias da mitologia antiga, centradas em histórias de mulheres, nesta ousada releitura feminista escrita pela especialista em estudos clássicos Mara Gold. Os rótulos atribuídos às mulheres da mitologia ecoam ao longo da História. Estes arquétipos, criados no Mundo Antigo, ainda hoje ressoam. Será que Circe era apenas uma sedutora? Seriam as Amazonas nada mais do que guerreiras sanguinárias? E seria realmente Atena o modelo de referência de que as mulheres da Antiguidade precisavam? Desde as histórias de deusas virgens como Ártemis, às representações contrastantes do dever conjugal em Clitemnestra e Penélope, e aos êxtases frenéticos das Ménades, de Equidna - a chamada mãe de todos os monstros - e da incompreendida Medusa, Mitos e Lendas da Antiguidade sem Homens revela um mundo em que as mulheres poderosas eram, simultaneamente, veneradas e temidas. Ricamente ilustrado e narrado com clareza e humor, este livro constitui uma leitura obrigatória para amantes de mitologia e para todos aqueles que queiram revisitar estas histórias sob uma nova perspetiva. Conheça as deusas, as guerreiras, as bruxas e os monstros que moldaram - e subverteram - a condição feminina desde os primórdios, descobrindo as verdadeiras histórias das mulheres da mitologia antiga e aquilo que elas nos podem ensinar sobre o que significa ser mulher atualmente. Porque estas mulheres nunca foram apenas personagens secundárias, está na altura de elas ocuparem o lugar que lhes é devido: o centro do palco.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Neste livro, Adolfo Mesquita Nunes mostra que a Inteligência Artificial não é apenas uma inovação tecnológica, mas um dos maiores desafios à sobrevivência das democracias liberais. "Algoritmocracia" é um alerta e um manifesto. A IA já molda o nosso quotidiano: organiza o que vemos, condiciona o que pensamos, influencia as nossas escolhas. É útil, mas também está a alterar o espaço político, amplificando populismos, radicalizando discursos e fragilizando a confiança nas instituições. O livro explica que a verdade partilhada é o ponto de partida da vida em comum e mostra como a IA está a corroer essa base, mudando a nossa relação com os factos e com a realidade. Mais do que um diagnóstico, lança um debate e propõe caminhos para defender a liberdade de pensamento e a vitalidade da democracia liberal. Depois de "A Grande Escolha - Mundo global ou países fechados" (2020), Adolfo Mesquita Nunes regressa com uma reflexão incisiva e urgente sobre o poder imenso dos algoritmos na política - um poder que já governa parte da nossa vida, sem nunca ter sido eleito.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Numa era em que a inteligência artificial se prepara para redefinir o nosso mundo, muitos de nós continuam a ignorar as suas complexidades e implicações. Artificial: a Nova Inteligência e a Fronteira do Humano preenche este vazio, com uma abordagem que contempla tanto a inteligência humana quanto a artificial. Formula perguntas profundas sobre a inteligência, a singularidade humana e o nosso papel num mundo em mudança. Este livro destaca-se pelo seu enfoque na convergência entre a essência humana e o potencial das máquinas, proporcionando uma perspetiva única a todos os que procuram compreender e dominar o futuro da IA. Não se trata apenas de algoritmos e código, mas de compreender e forjar o nosso destino na era da IA!"
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Seremos nós a controlar as nossas vidas - ou será que, como todos os outros animais, somos guiados pelos nossos instintos? Esta parece ser a hipótese mais válida, pois, incapazes de projetar o futuro a longo prazo, tratamos apenas das nossas necessidades mais imediatas, saqueando os recursos do planeta e avançando a passos largos para a extinção. No seu fascinante novo livro, Peter Wohlleben oferece-nos uma perspetiva única sobre a verdadeira natureza humana. Através de surpreendentes comparações com os mundos da flora e da fauna, demonstra que o homem não é de todo o ápice da evolução, mas que temos ainda muito que evoluir. Só compreendendo a natureza humana e aceitando a influência tremenda que tem em nós, poderemos abrir novos caminhos, em direção a um futuro que valha a pena viver.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
DOIS LIVROS DE RUI TAVARES NUM SÓ: De um lado, as crónicas que há muito alertavam para a ameaça do autoritarismo Do outro, aquelas que nos apontam o caminho para um Portugal melhor. NÃO FOI POR FALTA DE AVISO Na última década e meia, enquanto o mundo lutava com as sequelas de uma crise financeira e enfrentava uma pandemia, crescia uma ameaça maior à nossa forma democrática de vida. O regresso do autoritarismo estava à vista de todos. Mas poucos o quiseram ver, e menos ainda nomear desde tão cedo. Não Foi por Falta de Aviso é um desses raros relatos. Porque o resto da história ainda pode ser diferente. AINDA O APANHAMOS! Nos 50 anos do 25 Abril, que inaugurou o nosso regime mais livre e generoso, é tempo de revisitar uma tensão fundamental ao ser português: a tensão entre pequenez e grandeza, entre velho e novo. Esta ideia de que estamos quase sempre a chegar lá, ou prontos a desistir a meio do caminho. Para desatar o nó, não basta o «dizer umas coisas» dos populistas e não chegam as folhas de cálculo dos tecnocratas. É preciso descrever a visão de um Portugal melhor e partilhar um caminho para lá chegar.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cientistas, filósofos, historiadores, escritores e outros intelectuais reputados, alguns deles vencedores dos prémios Pulitzer e Templeton, debatem as grandes questões: quem somos, a natureza da realidade, a ciência e a religião, a consciência e o materialismo, a inteligência artificial e os mistérios do tempo. Em conversas que contribuem para reduzir a separação entre a ciência e as humanidades, mostram porque é necessária a cooperação intelectual para modelar o nosso futuro coletivo.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Talvez tivesse sido melhor começar por falar da decisão de me usar como personagem: tendo em conta que, numa crónica, se espera que o autor esteja mais declaradamente presente, este seria o sítio em que experimentaria não fugir de mim. Bem sei que era arriscado: vivi histórias extraordinárias, vi-me envolvida em situações terríveis, também eu se quisesse enlouquecia. Talvez não fosse prudente aventurar-me por mim adentro. Daí a autobiografia ser não autorizada. Escreveria a minha biografia à minha revelia. O ilícito desmascarado no não autorizada dizia-me exclusivamente respeito. Nunca pensei que pudesse ser de outro modo. Evidentemente que ao falar de mim falaria também daqueles que estão ou estiveram comigo, dos que passam ou passaram por mim. Não estou sozinha, nunca estive sozinha, não sei estar sozinha. Não quero estar sozinha. Os outros estariam a salvo nas minhas crónicas, eu seria a única a correr perigo: estilhaçar-me na minha memória. Não sei escrever sobre o que não amo. Escrever é descobrir, é conhecer. E conhecer, se não é amar, é pelo menos dispor-me a amar. Dispor-me a amar coisas ignóbeis, às vezes. O que também é assustador. Aqueles que não amo nunca terão lugar no que escrevo. O que escrevo é iluminado pelos que amo, são eles que escrevem o que escrevo. Ou, dito de outra maneira, eu sou os que amo, são eles que me escrevem."
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Numa viagem pelo reino dos rios da Terra, Erik Orsenna traça o retrato de trinta e três deles, dos maiores aos mais pequenos, para mostrar as causas dos males que os afetam: a escassez mundial de água, a poluição, a multiplicação de barragens que provocam a destruição dos recursos e das paisagens. E conclui que uma grande parte da violência atual deriva tanto da escassez de água como da sua má distribuição. Cada rio tem a sua singularidade e conta uma história única. O Ganges conta a história da Índia, tal como o Mississípi reflete os contornos do sul da América ou como o Tejo, doente e em perigo, é a demonstração do fim dos climas temperados. Um retrato de trinta e três rios que são fontes de água e de vida na Europa, no Levante e no Crescente Fértil, com o rio Jordão e o seu triste fim, na Ásia, do teto do mundo ao Laos e à China, na Austrália e nas Américas, com o grande Amazonas, e em África, com os seus três grandes rios Nilo, Níger e Congo.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Antes de ler este livro, encha um frasco com feijões e conte-os. Depois junte um grupo heterogéneo de amigos e peça que adivinhem o número correto. Chegará então a duas conclusões: nenhum dos seus amigos acertou e o melhor palpite é a média de todos os palpites individuais. Bem-vindo ao fascinante universo de "A Sabedoria das Multidões", o livro de culto de Silicon Valley que se tornou num "bestseller" internacional. James Surowiecki descobriu que os grupos podem revelar uma inteligência superior à dos peritos. Nas circunstâncias certas, são melhores a resolver problemas, a tomar decisões e até a prever o futuro. Lembram-se do concurso Quem Quer Ser Milionário? As respostas certas nunca vinham do amigo especialista, mas sim do público em estúdio. Recordam-se da explosão do Columbia? Muito antes da NASA, já os corretores da bolsa tinham descoberto qual das companhias envolvidas na construção do space shutlle falhara. O autor defende a sua tese apoiado no comportamento dos mercados, na psicologia, na biologia e até na história militar. Explica como e quando as multidões erram ou como e quando acertam em cheio, oferecendo uma ferramenta preciosa para as empresas, os governantes e a sociedade em geral.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Mais de dez anos depois de "Caderno Afegão", de Alexandra Lucas Coelho, a Colecção de Literatura de Viagens volta a apresentar a estreia em livro de uma grande repórter portuguesa. A 23 de Fevereiro de 2022, um dia antes do início oficial da guerra na Ucrânia, Ana França, jornalista, estava de férias em Trieste. E é nesse dia, o último antes de o mundo mudar irremediavelmente, que começa este livro. A 26 de Fevereiro já a repórter chegava a Lviv, iniciando assim o primeiro período de cerca de um mês que viveu numa Ucrânia em guerra, com dois regressos posteriores, completando um arco temporal até 5 de Maio a trabalhar no terreno, a conversar com as pessoas, seguindo de lugar em lugar — Lviv, Bucha, Irpin, Kyiv, Mykolaiv e muitos outros — para contar o que via através de uma sequência de reportagens feitas para o Expresso, que agora se transformam em livro e testemunho vivo de uma guerra ainda em curso.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Este livro reúne noventa e cinco artigos escritos por Javier Marías entre 3 de fevereiro de 2019 e 24 de janeiro de 2021. Javier Marías aborda com elegância, lucidez e por vezes também com exasperação alguns dos temas mais importantes da atualidade. Critica as arremetidas do politicamente correto contra a literatura e a liberdade de expressão, os atentados urbanísticos em Madrid ou Barcelona e verbera atitudes políticas e a hipocrisia tanto de partidos de esquerda como de direita.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A terra é um mundo verde; é o planeta das plantas. As plantas constituem um sistema nevrálgico ou um mapa - uma "planta" sobre a qual se escreve o mundo humano. Este livro relata histórias de plantas que, entrelaçando-se com a história humana, se juntam para formar a grande narrativa da vida na Terra. Que papel tiveram as árvores na Revolução Francesa ou na Astronomia? Porque é que as árvores num bosque cooperam em vez de competir? Que relação têm as árvores com a música? Como é que a madeira foi usada para resolver alguns dos crimes mais famosos? Quais foram as primeiras plantas a viajar no espaço? Estas e outras perguntas são levantadas e respondidas através das histórias deste livro, que vai certamente transformar a forma como vê a paisagem ao seu redor.
