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Nº Páginas: 288
Sinopse:
O meio envolvente tem uma influência decisiva no ser humano. Afeta os nossos pensamentos, as nossas emoções e a nossa resposta física, quer nos sintamos deslumbrados pelo Grand Canyon ou pela Basílica de São Pedro, em pânico numa sala lotada, ou tentados nos casinos e nos centros comerciais. Em A Alma dos Lugares, o psicólogo e investigador na área da neurociência Colin Ellard explica como as nossas casas, os nossos locais de trabalho, as cidades que habitamos e, claro, a natureza nos vêm influenciando ao longo da história, e dá conta de como o cérebro e o corpo respondem de forma diferente aos espaços reais e virtuais. Neste livro fascinante, publicado em vários países, este especialista na dinâmica entre a psicologia, a arquitetura e a geografia - a que chama psicogeografia - analisa também a influência que as tecnologias têm no meio envolvente, questionando o leitor sobre o tipo de mundo que estamos a criar. A Alma dos Lugares é um livro imprescindível para entendermos o nosso tempo e aquilo que somos.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Os homens modernos são forçados a uma performance de virilidade denunciada por muitos como sufocante - a chamada man box. Phil Barker passou anos a investigar e a escrever sobre as elevadas taxas de suicídio entre os homens, a violência doméstica, a pornografia e a misoginia - mas também sobre a amizade masculina, os prazeres de ser pai e as relações entre homens e mulheres. Esta análise e reflexão fê-lo questionar o modelo tradicional de "masculinidade". Neste livro, Barker convida-nos a repensar o que significa ser-se homem e pede a todos os homens que ousem uma forma de vida mais livre, mais saudável e mais feliz para eles e para as pessoas que amam. Uma análise equilibrada, clara e esperançosa sobre a masculinidade.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Luís Osório convidou 30 portugueses, empresários, políticos, escritores, pensadores, artistas, jornalistas, chefs, cantores, cómicos e perguntou-lhes o que pensam, o querem, de Portugal. Mais ainda, o que fazem por Portugal. São trinta conversas que compõem um retracto colectivo deste país à beira-mar plantado. De António Costa a Paula Amorim e Miguel Sousa Tavares; de António Barreto a Joana Vasconcelos e Fernando Medina; de Maria Filomena Mónica a Catarina Martins e Assunção Cristas, trinta portugueses confessam-se com franqueza, intimidade em muitos casos, e ajudam-nos a compreender Portugal, o nosso passado e as expectativas de futuro. Gonçalo Rosa da Silva fotografou, de forma soberba, cada um destes 30 portugueses notáveis.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Obra fundamental para compreender o mundo em mudança e os grandes desafios do futuro O mundo está a mudar drasticamente. Estamos preparados para o futuro? Neste livro de leitura absorvente, Guillén, uma das personalidades mais ousadas da atualidade, explica como as grandes tendências do nosso tempo - o auge dos robôs, o problema demográfico, a ascensão da classe média em África, a riqueza cada vez maior das mulheres, entre outras - convergirão nos próximos anos num ponto de não retorno, para o bem e para o mal. No ano de 2030, assistiremos a uma nova realidade: - Haverá mais avós do que netos; - A economia global será impulsionada pelo consumidor não-ocidental pela primeira vez na história moderna; - As mulheres serão as principais detentoras da riqueza global; - Haverá mais robôs do que trabalhadores e mais computadores do que cérebros humanos; - Haverá mais moedas do que países.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O ano de 1924 marcou a vida de Adolf Hitler e o destino da Humanidade. Detido na sequência do putsch em Munique, um golpe falhado, e rodeado pelos seus coconspiradores, Hitler passa na prisão por um período intenso de leitura e escrita enquanto aguarda um julgamento por traição. Nesse ano sedimenta as bases do que viria a ser a ideologia do Terceiro Reich, arquiteta a então aparentemente impossível subida ao poder e escreve Mein Kampf, o seu manifesto infame. Tudo o que a História presenciou depois - a violência, a ditadura, a guerra mais mortífera de sempre - encontrava-se cristalizado nesse ano paradigmático. Até agora, tal período ficou por analisar com a devida profundidade. O jornalista Peter Ross Range fá-lo magistralmente, descrevendo os episódios do ano mais importante para perceber a mente de Hitler numa obra pioneira e de leitura empolgante: "1924 - O Ano que criou Hitler".
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 1810 foi a 3.ª Invasão Francesa, derradeiro episódio duma guerra que pôs fim a muito do que Portugal fora até aí. Em 1910, a República, enquanto mudança de regime. Em 2010, confrontamo-nos com outros desafios. No entanto, a sua consideração religiosa e cultural é necessária. O presente volume junta uma parte do significativo avulso ensaístico do autor. A organização, da responsabilidade dos editores, expressa a hipótese seguinte: o texto inicial, que se destaca do conjunto por características talvez mais próximas da proposição, funciona como tese; os restantes ensaios ligam, adensam e debatem, com conhecimento e paixão invulgares, quanto ali é sugerido. Manuel Clemente Nasceu emTorres Vedras a 16 de Julho de 1948. É licenciado em História e Teologia e doutorado emTeologia Histórica. Em 1975 começou a leccionar na Universidade Católica Portuguesa, tornando-se depois director do Centro de Estudos de História Religiosa dessa instituição. Em Junho de 1979 foi ordenado presbítero; vinte anos depois, em Novembro de 1999, foi nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, com o título de Pinhel, e em de Janeiro de 2000, ordenado na Igreja de SantaMaria de Belém (Jerónimos). Em 2007, o Vaticano nomeou-o Bispo do Porto. Publicou, entre outras, as obras Nas origens do apostulado contemporâneo em Portugal. A Sociedade Católica (1843-1853) [UCP, 1993], Igreja e Sociedade Portuguesa do Liberalismo à Republica [Grifo, 2002] e História e Religião em Torres Vedras [Grifo, 2004].
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 328
Sinopse: TUDO O QUE A ESQUERDA NÃO QUER DIZER E DIREITA NÃO QUER QUE ELA DIGA O mundo mudou e a Esquerda não notou. Precisa de ajuda. De autoajuda. Fazer companhia à psicologia barata e aos manuais sobre emagrecimento pode ser, para uma Esquerda elitista, uma forma de descer à terra. Presa na bolha da academia e das sedes partidárias, a Esquerda afastou-se do povo. O resultado está à vista. Para não morrer, a Esquerda tem de rebentar a bolha.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 360
Sinopse: Que qualidade mágica fará de algumas pessoas imediatamente estimadas e respeitadas, seja nos negócios ou nas relações pessoais? Qual será o truque, qual será o toque de Midas? Afinal, tudo parece resumir-se a um conjunto de técnicas que podem ser aprendidas, permitindo a qualquer um de nós desenvolver um sistema eficaz para se conectar com os outros. A autora Leil Lowndes fez carreira a ensinar os melhores métodos de comunicação em vários setores de atividade e ambientes diversos, desde primeiras reuniões individualizadas até sofisticadas técnicas para apresentações a grupos. Em Como Falar com Todos, encontrará: - 9 formas de garantir uma boa primeira impressão; - 14 formas de dominar conversas de circunstância e a linguagem corporal; - 14 formas de se comportar como uma celebridade; - 6 formas de se sentir incluído em qualquer grupo; - 7 formas de estabelecer ligações subliminares com alguém; - 9 formas de alimentar o ego de quem quer que seja (e de saber quando NÃO deve fazê-lo!); - 11 formas de transformar o seu telefone numa poderosa ferramenta de comunicação; - 15 formas de lidar com um grupo tal como um político o faz com uma sala cheia; - 7 formas de conversar com os tigres sem ser devorado.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 296
Sinopse: Reflexões pertinentes sobre o poder da cultura e sobre a vitalidade do cultural enquanto sistema vivo e criativo, dotado de sentido, capaz de resistência, sustento e esperança colectiva. Esta obra aborda a cultura enquanto testemunho dos desafios de diferentes tempos, e da memória, enquanto instrumento essencial para a compreensão do mundo actual e do talento colectivo de agir sobre ele. As tecnologias, a sociedade em rede e a mediação da comunicação marcam novas realidades e a forma como nos relacionamos com o outro; o panorama geopolítico mundial transforma-se a cada minuto obrigando as democracias a exercícios de prova de vida; as migrações reconfiguram o patchwork social e cultural da Europa e as práticas artísticas são agora os abrigos de identidades individuais e coletivas.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: N.º 1 top de vendas internacional A vida dos endinheirados brasileiros Há um traço comum a boa parte dos endinheirados brasileiros: eles não se consideram ricos. Por mais variados que sejam os costumes, a origem e a quantidade de dinheiro, o facto é que não existe um critério absoluto para a riqueza no Brasil. Por lá, ela é relacional. Haverá sempre alguém com mais dinheiro, mais pompa, mais património, mais próximo do topo da pirâmide. Logo, os ricos são sempre os outros. Com base nessa constatação, o antropólogo Michel Alcoforado faz um mergulho no mundo das elites brasileiras e destrincha tipos facilmente reconhecíveis: o casal emergente da Barra da Tijuca que vai a Miami comprar roupas de marca; a herdeira de um banqueiro que leva uma vida longe dos holofotes na Suíça; o embaixador carioca inconformado que o Itamaraty não é o mesmo desde o aumento de vagas para a carreira diplomática. Capaz de traduzir um vasto repertório antropológico numa descrição analítica e cheia de humor, Michel Alcoforado traz para este livro a experiência acumulada de anos a atuar como «antropólogo do luxo», condição que lhe franqueou acesso aos círculos mais restritos da elite brasileira. Durante a pesquisa, ficou claro que, a partir de certo patamar, aos ricos já não interessa o tamanho da conta bancária, mas os códigos que precisam de dominar para fazer parte das altas-rodas. Exibir marcas espalhafatosas faz sentido para os emergentes empenhados em ostentar a nova posição, porém é sinal de arrivismo aos olhos de um rico tradicional, que tende a optar por roupas discretas e só reconhecíveis por quem domina o mesmo repertório. O jogo de distinção está em toda a parte: na escolha dos bairros para morar, na arquitetura e na decoração das casas, nos destinos de viagem, nos estudos e na linguagem. Coisa de Rico examina as regras desse jogo. Com verve de comunicador tarimbado, acostumado ao léxico dos podcasts e das redes sociais, Michel Alcoforado faz um diagnóstico mordaz e preciso das contradições da elite brasileira.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: Uma investigação séria e apaixonante sobre a história e os usos da canábis. Um guia sobre a erva mágica. Neste livro, o neurocientista Sidarta Ribeiro apresenta uma breve história da erva milenar e descreve como os feitos humanos coletivos conseguiram domesticar uma planta de incrível versatilidade, cuja história se confunde com a da nossa espécie. Fosse cânhamo para produtos navais na Europa e teares na China ou unguento medicinal na Índia e em África, a canábis esteve sempre presente na sociedade e evoluiu connosco, elevando a qualidade de vida da humanidade. Depois de inúmeros estudos e descobertas relativas ao tratamento da epilepsia, o uso medicinal da marijuana já não é questionado pela ciência. E ainda há muito a descobrir sobre as suas potencialidades: ansiedade, depressão, Parkinson, Alzheimer e esclerose múltipla são algumas das doenças que podem ser se não curadas, pelo menos mitigadas com o consumo desta planta. Indicada principalmente para pessoas adultas, vai muito além das múltiplas prescrições medicinais, podendo contribuir para o bem-estar geral, também pelo seu uso recreativo. As Flores do Bem propõe um diálogo contra a desinformação, recorrendo à história, à cultura e a testemunhos pessoais, sempre com rigor científico mencionando os benefícios do uso da canábis em muitos aspetos da vida: desporto, trabalho, estudo, sexo, sono, religião, além de grande aliado da criatividade e da ampliação dos sentidos.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Sabia que, entre novas e antigas, as ditaduras comandam hoje mais de um terço do mundo? Pois é, os regimes autoritários estão de regresso, e impõe-se identificá-los e aos seus mecanismos. Cresceram em número, mas sobretudo em variedade. Destacam-se em quase todo o território da ex-URSS, assomam na Turquia e na Hungria e dominam potências como a Rússia e a China ou países com grande importância estratégica, como a Arábia Saudita, as Monarquias do Golfo ou a Venezuela. O presente ensaio apresenta e explica o mapa-mundo actual das ditaduras. Disseca os modos de dominação predominantes e salienta como, cada vez mais, os regimes autoritários "se vestem como democracias". Assinala continuidades e mudanças e permite uma premente visão global do autoritarismo político contemporâneo, confirmando-o no pólo oposto da governação democrática.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um livro sobre livros que é uma ode à leitura e às histórias que nos formam. Este livro é uma carta de amor aos livros, mesmo que isso pareça redundante. Desafiámos os autores da Tinta-da-china a escreverem um texto original sobre um livro que os tenha marcado: aquele livro a que voltamos muitas vezes, aquele que nos fez descobrir a leitura, aquele que nos acompanhou numa viagem ou que simplesmente nunca nos saiu da cabeça. São esses livros que estão aqui, numa partilha única e generosa de escritores-leitores com leitores que querem sempre descobrir novos escritores, e como todos os que compreendem o impacto que um livro pode ter na nossa vida. Com textos de: A.M. Pires Cabral, Ana França, Andreia Faria, Antonio Prata, Catarina Gomes, Daniel Blaufuks, Dulce Maria Cardoso, Eliane Robert Moraes, Francisco Bosco, Giovana Madalosso, Gregorio Duvivier, Gustavo Pacheco, José Maria Vieira Mendes, Luísa Costa Gomes, Margarida Vale de Gato, Marta Hugon, Natalia Timerman, Paulo Scott, Pedro Mexia, Raquel Nobre Guerra, Rosa Oliveira, Rui Cardoso Martins, Rui Tavares, Ruy Castro, Tati Bernardi, Tatiana Faia, Tiago Ferro, Valério Romão Prefácio de: Alberto Manguel Os direitos deste livro revertem a favor do Mbongi 67 — um colectivo de acção cultural, criativa e artística da Damaia, com livraria e pólo de bibliotecas na periferia de Lisboa.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os filósofos podem combater a estupidez e considerá-la um adversário - e até, pelo menos teoricamente, uma forma de inteligência. Para isso, podem descobri-la através da opinião, dos preconceitos, da arrogância, da superstição, da intolerância, do dogmatismo, do niilismo, etc. Isto pode esclarecer a natureza da estupidez e ajudar a combatê-la — mas o problema são os estúpidos. É essa a pergunta: e os estúpidos que encontramos no dia a dia, no emprego, nos transportes, na família, entre os nossos vizinhos, amigos e amantes? Os estúpidos são um problema delicado e muito mais importante do que a estupidez propriamente dita. A sua existência constitui um problema teórico e filosófico extremamente complexo. São obstinados, agressivos, oportunistas - e, às vezes, inteligentes. O que fazer deles? Com humor, ironia e recurso à filosofia, Maxime Rovere trata de explicar como resistir-lhes, como escutá-los, como o Estado os protege, como nos ameaçam - e porque é que eles preferem destruir a construir, por que motivo governam o mundo e ganham sempre.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Este livro debruça-se sobre a relação dos jovens portugueses com a cultura das celebridades, procurando compreender as suas diferentes posições de audiência. Tornou-se um lugar-comum citar Andy Warhol e a sua profecia de que "no futuro, todos terão os seus 15 minutos de fama". Esse "futuro" é o nosso presente, mas essa profecia corre o risco de se tornar ultrapassada por uma fama ainda mais fugaz e transitória, trazida pela voragem de uma televisão fragmentada e pelos media digitais. Por outro lado, tornou-se também um cliché considerar que os jovens querem ser famosos quando crescerem, mesmo que não saibam em quê. Este livro pretende dar conta da relação dos jovens portugueses com a cultura das celebridades no contexto das suas práticas quotidianas, da sua inserção na família, na escola e em outros círculos sociais e culturais.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
O professor e investigador Victor Correia analisa o significado de um dos conceitos mais actuais do mundo de hoje: o radicalismo. Neste livro, examina a que áreas este conceito se aplica - na política (de direita e de esquerda), na religião (o fundamentalismo), na filosofia (as ideias filosóficas ditas radicais), e na arte (o vandalismo) -, abrindo caminhos para a compreensão dessas áreas a partir do conceito de radicalismo e, no sentido inverso, desse conceito a partir das áreas às quais se aplica. Mostra também o que existe de comum e de diferente no radicalismo em cada uma das áreas. Numa linguagem acessível à generalidade do público, relaciona o conceito de radicalismo com outros conceitos semelhantes, analisando os pontos de convergência e de divergência, e mostra a sua ambiguidade e subjectividade. Na sociedade de hoje, predominantemente progressista, mais aberta e tolerante a novos valores, o radicalismo assume novos contornos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O fenómeno intrusivo que mina a democracia portuguesa. A corrupção mata a esperança no futuro de Portugal. O fenómeno ganhou raízes e é, infelizmente, uma das marcas distintivas do regime democrático português. Bastará estar atento às notícias para constatar que a corrupção contaminou muitas áreas da nossa sociedade, do futebol à cultura, passando pela justiça e pela política. Casos e Protagonistas de A a Z Com este livro, Paulo de Morais apresenta um registo, para memória futura, do flagelo da corrupção. Retratam-se casos e protagonistas, essencialmente na esfera da política, para que fiquem identificadas as causas do fenómeno e os seus principais responsáveis. Mas também se evidencia o esforço de jornalistas e ativistas que combatem a corrupção de diversas formas, bem como das organizações em que se agregam. O autor é um ativista na denúncia dos mecanismos da corrupção em Portugal. Faz apresentações e conferências pelo país sobre o tema e foi membro do núcleo fundador da Associação Cívica Transparência e Integridade, capítulo nacional da organização não-governamental Transparency Internacional, de que foi vice-presidente. Conhecer o fenómeno. Travar a corrupção. Somos todos precisos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A democracia está a consumir-se a si própria, as desigualdades estão a aumentar e o sistema está a colapsar. Porquê? Porque em 1962 alguns banqueiros londrinos tiveram uma ideia que mudou o mundo. Essa ideia chamava-se offshore e significava que, pela primeira vez, os ladrões podiam sonhar em grande — podiam roubar tudo. Este livro é a estonteante história da riqueza e poder no século XXI — é uma viagem ao mundo oculto dos novos cleptocratas e criminosos globais, passando pelos países pobres em que o dinheiro público é roubado e pelos países ricos onde é investido. De Angola à Ucrânia, do Reino Unido a Malta, O País do Dinheiro denuncia as instituições que se estão a transformar em operações de lavagem de dinheiro. É também um alerta para a forma como a manipulação das leis de uns países afeta as fundações de outros, incluindo alguns dos países mais estáveis do mundo. O cenário é negro, mas ainda há tempo para resgatar a democracia das garras da corrupção.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pode um bilionário ser arauto e servidor de um povo revoltado? E é esta revolta real ou fabricada? E que revolta é, se for? Na sociedade, na economia, nos estados, no próprio modelo federal? É o "novo contrato" prometido por Trump uma visão, ou um disfarce? O "populismo" triunfante durará? Haverá resistência nacional? E é Trump um revolucionário, um contra-revolucionário ou um reaccionário? Este livro procura analisar as causas, profundas e visíveis, longínquas e próximas, provadas e prováveis, do triunfo de Donald Trump. Investiga também as consequências dessa eleição, para a América e para o mundo, incluindo Portugal. E traça um retrato histórico da "civilização" dos EUA. Com fontes, documentos e testemunhos inéditos, eis a primeira obra mundial sobre um fenómeno que dará que falar, quer seja vitorioso até 2021, quer morra pelo caminho.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Este é um relato inédito sobre as dificuldades e as virtudes da governação em Portugal, que revela episódios políticos até agora desconhecidos, destacando as resistências que tentaram, sem sucesso, travar a primeira reforma estratégica e consistente da administração local executada em Portugal desde o século XIX. Partindo das suas experiências e vivências pessoais, Miguel Relvas e Paulo Júlio falam das grandes manifestações contra a reforma, das complexas negociações com a "troika", das relações infrutíferas com o PS e das relações politicamente exigentes com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses e com a ANAFRE, além de outros temas controversos e pouco conhecidos da opinião pública, como as reservas de setores da maioria que apoiava o Governo e as divergências com o CDS por causa da lei eleitoral autárquica. Com prefácio de José Maria Aznar e testemunhos de diversas figuras da política nacional (como Fernando Ruas, Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Santana Lopes e Luís Marques Mendes, entre outros), esta obra apresenta-se como uma análise inédita da história política e institucional contemporânea de Portugal, abrindo novas perspetivas sobre o futuro da governação do país. Aceda aqui aos materiais complementares referidos na obra: Anexo_1_Reforma Administrativa de março de 2004 Anexo_2_Resolução do Conselho de Ministros n.º 40-2011 Anexo_3_Lei n.º 55-2011 Anexo_4_Número de Municípios que perderam População - Censos 2011 Anexo_5_População Residente - Censos 2011 Anexo_6_Despacho conjunto PAEL Prog II Anexo_7_Lei n.º 22-2012 Anexo_8_Número de Municípios na Europa Anexo_9_Lei n.º 11-A-2013
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Foi em 1975 que Sophia publicou o seu magistral ensaio sobre a arte e o corpo na antiga Grécia, "O Nu na Antiguidade Clássica", a que acrescentaria em edição posterior um capítulo dedicado aos bronzes de Riace, entretanto encontrados. Há muito esgotado, a Assírio & Alvim volta a publicá-lo agora, no ano do centenário do nascimento da autora, em conjunto com uma antologia significativa de poemas dedicados à antiguidade clássica, selecionados por Maria Andresen de Sousa Tavares. "O texto que agora se reedita não é uma história da arte grega, nem a isso se propõe; não é igualmente um texto de académica erudição, procurando inserir-se e porventura dilatar o largo caudal da tradição universitária. Embora nobre, tal não constitui a sua intencionalidade primordial. "O Nu na Antiguidade Clássica" ergue-se a partir de intuições nucleares, ardentes fachos concedidos pelos deuses, intuições cerzidas e estendidas em abissais vivências, em que o épico resplendor do Sol se mistura com o abissal e trágico canto da Esfinge." [do prefácio de José Pedro Serra] Dionysos Entre as árvores escuras e caladas O céu vermelho arde, E nascido da secreta cor da tarde Dionysos passa na poeira das estradas. A abundância dos frutos de Setembro Habita a sua face e cada membro Tem essa perfeição vermelha e plena, Essa glória ardente e serena Que distinguia os deuses dos mortais.
Nº Páginas: 198
Sinopse:
Como nasceu o país do terror! Desde os terríveis eventos de 11 de Setembro, muita coisa mudou secretamente nas organizações jihadistas. Explorando os passos em falso que o Ocidente deu nas guerras do Afeganistão, Iraque, Líbia e os seus erros de avaliação relativamente à posição da Síria e às revoltas da Primavera Árabe, as organizações jihadistas crescem de um modo inimaginável e expandem rapidamente a sua influência de dia para dia. Na altura não tinham território e faziam atentados pontuais. Hoje controlam uma área maior que a Grã-Bretanha. Depois de conquistar Mosul, em junho de 2014, o líder do EIIL foi declarado líder de um novo califado que exige obediência a todos os muçulmanos. A política secular foi sepultada e regressou a Jihad. Enquanto o Estado Islâmico proclamado pelo EIIL enfrenta os inimigos, existe a promessa de o Ocidente voltar a ser o alvo principal de todos os ataques terroristas. E citando uma fonte direta de Cockburn, "sem exceção, todos os rebeldes expressaram entusiasmo pelos ataques de 11 de Setembro e esperam voltar a fazer o mesmo na Europa e nos Estados Unidos." Os seus planos são recuperar todo o território que em tempos pertenceu ao mundo islâmico. Portugal e Espanha incluídos… Descubra neste livro o desenrolar de um dos maiores desastres diplomáticos do Ocidente e saiba tudo sobre a ascensão dos novos jihadistas até à criação de um novo Estado.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este é um livro sobre a medicina privada em Portugal, mas falar sobre saúde privada é falar também, e incontornavelmente, sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Portugal já tinha medicina privada antes de ter SNS - uma medicina privada muito diferente da dos dias que correm. A que temos hoje é moldada por e está dependente do SNS. Os grandes grupos económicos que dominam o sector da saúde são alimentados pelas falhas do sistema público e pelas rendas do Estado. Este livro analisa o SNS, o sector privado e a complexa relação entre ambos a partir de dados de acesso público, produzidos por instituições oficiais. Percorre a história e os resultados dos grupos José de Mello Saúde e Luz Saúde, com desvios ilustrativos acerca dos grupos Lusíadas e Champalimaud e a Associação Nacional de Farmácias.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Em As Raízes da Língua, Marco Neves mergulha-nos na história da língua portuguesa através das aventuras de 50 palavras comuns. Se imaginarmos o léxico do português como uma árvore, a raiz mais forte passa pelo latim desenvolvido na faixa ocidental da Península Ibérica, latim esse que já vem do proto-indo-europeu, falado na zona do Mar Negro há 6500 anos. A essa raiz juntam-se raízes mais estreitas ligadas às línguas que já se falavam no território onde é hoje Portugal. Há ainda as outras raízes da língua ligadas ao árabe, ao persa, a línguas africanas, a línguas da América do Sul, a línguas germânicas, ao grego, ao inglês, ao francês, entre outras. A variedade de percursos e de histórias dessas raízes é impressionante. É uma viagem desordenada, aventurosa, às vezes perigosa. Há até palavras que saíram do português, deram uma volta por outras línguas e regressaram à nossa muito mudadas. Este não é um dicionário etimológico. É um livro de viagens, um livro de histórias, um livro de crónicas (quase de mistério) sobre etimologia.
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 136
Sinopse: O Método Montessori é uma das tendências mais importantes da educação atual, ajudando a desenvolver crianças autónomas, independentes, responsáveis e capazes de pensar por si mesmas. Maria Montessori foi médica, educadora e pedagoga. Criou um método de ensino que procura respeitar os ritmos de aprendizagem de cada criança e que defende o desenvolvimento integral do ser humano desde o nascimento. O foco está naquilo que se é, e não naquilo que se tem. O objetivo é, portanto, permitir que cada criança se torne a melhor pessoa que pode ser.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As travestis trabalhadoras do sexo são representadas no imaginário social como "aberrações": pessoas "doentes", com personalidade instável, sexualmente "promíscuas", "violentas", que frequentemente se encontram envolvidas em roubos e drogas. São, no fundo, pessoas a evitar. A difusão reiterada destes discursos, produzidos na sua maioria a partir de um contacto superficial com a realidade das travestis, tem tido um efeito profundamente estigmatizador, incitando ao ódio, promovendo um clima de violência socialmente aceite, empurrando-as para territórios periféricos, marginais e ligados ao submundo. Tentando contrariar esta tendência, ao longo de cinco anos, Nélson Alves Ramalho mergulhou no mundo da prostituição travesti para compreender as suas trajectórias pessoais, a sua identidade, os seus modos de vida e os processos de exclusão social a que diariamente estão sujeitas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Já ouviu dizer que a ciência é sexista, que não existe sexo biológico e que ser obeso é saudável? Ou que apenas determinadas pessoas - dependendo da raça, do género ou da identidade - deveriam poder usar certas roupas, cozinhar determinados alimentos ou interpretar certos papéis? Confuso com estas ideias? Pergunta-se como é que elas conseguiram desafiar tão depressa a lógica da nossa sociedade? Esta é uma adaptação do best-seller internacional "Teorias Cínicas", com as principais ideias da ensaísta Helen Pluckrose e do matemático James Lindsay, que demostram que o movimento woke e os estudos activistas e radicais, com a sua cultura de guerra e de cancelamento, fazem mais mal do que bem às comunidades minoritárias que juram defender. Esta obra expõe, de forma clara e acessível, os dogmas em que assentam aquelas ideias, desde as origens no pós-modernismo francês ao seu actual refinamento por académicos activistas, e analisa e opõe-se a teorias tão absurdas como estas: "o conhecimento é uma construção social»; «a ciência e a razão são ferramentas de opressão»; «todas as interacções humanas são fontes do exercício opressor do poder".
"(In)justiça Social" desmonta com racionalidade a inconsistência das teorias identitárias, racializadas e de género que pretendem impor-nos uma nova Inquisição, ameaçando a democracia liberal. Este é um apelo à honestidade intelectual e uma defesa da liberdade de expressão. Um livro sobre o que realmente significa ter uma sociedade justa e igualitária - e a melhor forma de a alcançar. Adaptado por Rebecca Christiansen (romancista e ensaísta).
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Mergulhando nas diferentes formas de afetos a partir de dados da biologia, da química, da neurociência, da psicologia e da sociologia, Anna Machin procura, numa prosa envolvente e acessível, uma resposta tão inclusiva quanto o possível. Indo muito além do estudo sobre o amor romântico, a autora investiga também a amizade, a família, as relações poliamorosas, as famílias «escolhidas», o amor gay, o amor que sentimos por animais de estimação, por celebridades e por divindades. Mas a autora analisa também as consequências mais sombrias do amor - a sua natureza viciante que nos pode levar a sermos manipulados, coagidos e até vítimas de violência. O seu objetivo é expandir a nossa compreensão e revigorar o nosso espanto perante as complexidades do coração humano. Baseando-se na tradição de escritores como Esther Perel, Alain de Botton, Erich Fromm ou Helen Fisher, a profundidade da investigação e a capacidade de empatia de Anna Machin representa um grande salto no eterno projeto de compreensão de nós mesmos.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 272
Sinopse: Nos últimos vinte anos, o mundo enfrentou uma sucessão de crises - na finança global, migrações, a pandemia de covid-19 e uma guerra de agressão em grande escala no continente europeu -, com consequências sociais, económicas e políticas graves, que resultaram em frustração, medo e ira. Ao apoiar-se no descontentamento social, o extremismo propõe soluções simplistas e estereotipadas em resposta às ansiedades e incertezas que afetam as nossas sociedades. E a consequência é que, por todo o mundo, os alicerces da democracia estão a ser corroídos. Neste livro, analisam-se as razões e o modo como isto está a acontecer e propõem-se soluções - ou, pelo menos, melhoramentos. Porque o que as democracias oferecem aos seus povos em matéria de liberdades civis, direitos humanos e Estado de direito é demasiado precioso para se perder. Ainda vamos a tempo de resistir.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 232
Sinopse: Portugal enfrenta hoje uma escolha decisiva: adaptar-se aos imperialismos da nova ordem multipolar ou aceitar a irrelevância geopolítica e o empobrecimento. Este livro parte dessa encruzilhada para propor uma visão clara, realista e pragmática sobre os desafios para a soberania de Portugal no século XXI. Através de uma análise rigorosa dos grandes jogadores globais e dos tabuleiros onde se decide o futuro da humanidade, João Annes constrói uma proposta integrada para o Estado português. Por isso, Nação Valente não é apenas um livro de análise. É um roteiro de ação para todos os portugueses que recusam assistir passivamente aos impactos políticos, económicos e sociais das crises do nosso tempo. No centro da obra está uma estratégia 4P: - Como prevenir as ameaças reais (da guerra híbrida à grande migração); - Como proteger o que é nosso (soberania, democracia, identidade, educação e saúde); - Como projetar Portugal como ponte geopolítica entre continentes; - Como prosperar criando riqueza (economia digital, energia verde, indústrias críticas). Uma estratégia ancorada na História, mas orientada para o futuro; fiel à identidade nacional, mas aberta ao mundo. João Annes defende que Portugal pode ser mais resiliente e seguro sem abdicar do respeito pelos direitos, liberdades e garantias dos seus cidadãos. O equilíbrio entre uma estratégia de defesa eficaz que nos protege a todos e, simultaneamente, preserva os valores democráticos que nos definem. É possível. É necessário. É urgente. Este é um ensaio de intervenção cívica que transforma complexidade geopolítica em decisões estratégicas claras. Porque mais valente que reconhecer os perigos, é ter a coragem de os enfrentar. Somos uma Nação com 900 anos de História. Somos resilientes. Somos engenhosos. Todos somos necessários. Ninguém está dispensado. Este livro mostra-nos o caminho. Prefácio de Álvaro Beleza.
