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Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 384
Sinopse: Do advento da Geringonça à ascensão do CHEGA, 2015-2015 As observações mordazes da mais acelerada década política de Portugal. Nos últimos dez anos, marcados pela ascensão da Geringonça e o advento do Chega, Portugal viveu entre o deslumbramento e o cansaço. De 2015 a 2025, com sucessivos governos socialistas, escândalos públicos e a crescente erosão moral das instituições, o país habituou-se, primeiro, e reagiu, depois, numa espécie de revolução em câmara lenta. Reunindo cerca de uma centena de crónicas, este livro é uma análise crua e de certa forma literária de uma nação resignada à mediocridade. Cada texto constitui uma peça de um mosaico sobre o poder, o Estado e o desinteresse cívico, tornando-se o seu tom mais grave à medida que o tempo avança e o autor assiste ao aparente apocalipse em que a sociedade portuguesa se deixou enredar.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 136
Sinopse: Um livro inspirador sobre como podemos remodelar a nossa sociedade em torno da abundância, reciprocidade e generosidade Em A Economia da Dádiva, Robin Wall Kimmerer reflete sobre a ética da reciprocidade que está no cerne da economia da dádiva. Como podemos inspirar-nos no mundo natural para reimaginar as nossas prioridades? A nossa economia baseia-se na escassez, na competição e na acumulação de recursos, e cedemos os nossos valores a um sistema que prejudica aquilo que amamos. O livro é um antídoto para as ligações quebradas e os objetivos equivocados dos nossos tempos, e um lembrete de que não será a acumulação individual que nos salvará: a prosperidade é sempre partilhada. Um hino ao mundo natural e uma exploração profunda de como podemos viver de forma diferente a nossa relação com a natureza e uns com os outros, combinando a observação científica, memórias e uma reflexão filosófica.
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse: No dia 11 de Maio de 1960, agentes da Mossad capturaram Adolf Eichmann nos arredores de Buenos Aires, quando, no final de um dia de trabalho, regressava a casa. Quem era este homem que levava então uma vida vulgar, mas que se podia vangloriar da morte de milhões de seres humanos? É o que podemos ver em Eichmann em Jerusalém através do olhar de Hannah Arendt, que assistiu ao julgamento iniciado a 11 de Abril de 1961 em Israel. o processo durou cerca de quatro meses.hannah arendt tinha oferecido os seus servicos à the new yorker, e, para ela, como judia que tivera de fugir da alemanha com a ascensão de hitler ao poder, foi um meio de ajustar contas com o passado. presenciar o julgamento de eichmann não foi tanto uma oportunidade de compreender os meandros da alma humana e de indagar a psicologia de um dirigente nazi, mas de lancar um olhar crítico à natureza do regime nacional-socialista. arendt assistiu apenas a uma parte do julgamento. mas os cinco artigos que escreveu para a the new yorker e seriam publicados em livro suscitaram uma enorme polémica sobre o seu conceito de banalidade do mal.
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 480
Sinopse: Esta obra apresenta uma análise profunda, revista e atualizada da guerra na Ucrânia. Nela, Paul DAnieri aborda as dinâmicas no interior da Ucrânia, o conflito entre a Ucrânia e a Rússia e entre a Rússia e o Ocidente alargado, que emergiu do colapso da União Soviética e resultou na invasão russa de 24 de fevereiro de 2022. Numa sequência cronológica, o autor mostra como a separação da Ucrânia e da Rússia em 1991, na época designada por divórcio civilizado, levou a um dos mais violentos conflitos na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. DAnieri considera que, nesta evolução, pesaram sobretudo três fatores, a saber: a questão da segurança, o impacto da democratização na geopolítica e os objetivos incompatíveis surgidos na Europa no pós-Guerra Fria.
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 208
Sinopse: «Em Dezembro de 1991, tinha eu 48 anos, dei uma entrevista à Marie Claire, uma revista que organizara um número sob o título O Charme das Mulheres de 50 Anos. Relendo o que disse, o que surpreende é o meu optimismo. É verdade que já então descobrira não ser imortal, o primeiro sinal de envelhecimento, ou, se preferirem, de sabedoria, mas declarava, com ar pimpão, que ter cinquenta anos era a melhor coisa do mundo. O único facto que lamentava era não poder registar, numa agenda, a data e a hora da minha morte.»
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 384
Sinopse: Nesta análise da Rússia contemporânea, Joshua Yaffa, correspondente da The New Yorker em Moscovo, traça um retrato das lutas internas travadas entre os que sustentam o autoritarismo de Putin. Joshua Yaffa fala-nos dos mais destacados políticos, empresários, e até artistas e historiadores, que construíram as suas carreiras e identidades à sombra do regime de Putin. Dilacerados entre as suas ambições e as exigências do Estado, cada um deles percorre um caminho individual de compromisso. Alguns reúnem astúcia e cinismo para extraírem todo o tipo de benefícios e privilégios do poder, outros, menos experimentados, são muitas vezes desmobilizados e esmagados. De qualquer modo, todos eles ficam presos num emaranhado de dilemas e contradições. Joshua Yaffa mostra-nos assim como uma burocracia repressiva constrói uma nova forma de autoritarismo moderno.
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 264
Sinopse: A afirmação da China como superpotência global está a modificar a paisagem política internacional. À medida que o regime chinês se tornou mais assertivo, os EUA foram-no considerando o seu principal rival nos planos económico e militar. Neste livro, Oliver Letwin mostra como o ascenso da China se relaciona com o seu antigo poder imperial e enumera as principais zonas de conflito potencial entre China e EUA, com destaque para Taiwan. O autor considera que existe um risco efetivo de conflito militar entre a China, como superpotência ascendente, e os EUA, que procuram manter a supremacia mundial. Considera, no entanto, possível, embora difícil, que a guerra seja evitada.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Partindo de dezenas de entrevistas realizadas a terroristas, espiões, oficiais e chefes de serviços secretos - protagonistas da principal guerra do século XXI - o jornalista Henrique Cymerman junta-se ao especialista em contraterrorismo Aviv Oreg para trazer até nós uma obra que explora as origens da Jiade Global, acompanha de perto os atentados que mudaram a face do mundo e prevê os próximos passos do terrorismo islamista no ocidente. Perante a lavagem cerebral feita a milhares de crianças raptadas pelos extremistas e as campanhas de ódio que seduzem ocidentais sem objetivos de vida, estaremos a salvo dos esfaqueamentos indiscriminados e dos atropelamentos em massa preconizados pela doutrina da "morte por 1000 punhais"?
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 344
Sinopse: Vivemos um momento de retrocesso cultural e legislativo, em que a incerteza sobre a relevância do movimento feminista ameaça décadas de progresso. Sophie Gilbert identifica um momento decisivo na viragem do milénio, quando a energia do feminismo deu lugar a um período regressivo de hiperobjetificação e sexualização das mulheres, influenciado pela cultura pop. Girl on Girl é uma acusação mordaz da teia de misoginia que sustentou a produção cultural do início do século XXI.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Desde o interior da ditadura mais repressiva do mundo, desde um país coberto por absoluto isolamento, "Dentro do Segredo". Em abril de 2012, José Luís Peixoto foi um espectador privilegiado nas exuberantes comemorações do centenário do nascimento de Kim Il-sung, em Pyongyang, na Coreia do Norte. Também nessa ocasião, participou na viagem mais extensa e longa que o governo norte-coreano autorizou nos últimos anos, tendo passado por todos os pontos simbólicos do país e do regime, mas também por algumas cidades e lugares que não recebiam visitantes estrangeiros há mais de sessenta anos. A surpreendente estreia de José Luís Peixoto na literatura de viagens leva-nos através de um olhar inédito e fascinante ao quotidiano da sociedade mais fechada do mundo. Repleto de episódios memoráveis, num tom pessoal que chega a transcender o próprio género, Dentro do Segredo é um relato sobre o outro que, ao mesmo tempo, inevitavelmente, revela muito sobre nós próprios.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: E se usasse a inteligência artificial para simplificar a sua vida, em vez de a complicar ainda mais? Este livro não é para especialistas. É para pessoas reais, com trabalhos reais, problemas reais e com vontade de que alguém - ou algo - lhes dê uma ajuda sem exigir um mestrado em troca. E se a IA Me Resolvesse a Vida? é um manual prático, divertido e radicalmente honesto sobre como aproveitar a inteligência artificial generativa para aquilo que importa: organizar o dia, poupar tempo, despachar tarefas aborrecidas, ser mais criativo ou até perceber-se melhor a si próprio. Com exemplos reais, um método claro e muito sentido de humor, o autor convida-o a conviver com esta nova tecnologia sem medo, sem pretensões e, sobretudo, sem perder a sua essência humana. Porque o truque não é deixar que a IA o controle. A questão é aprender a usá-la para viver melhor. Um guia irreverente, prático e divertido para aprender a usar a inteligência artificial generativa no dia a dia - sem enlouquecer nem precisar de ser programador.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 120
Sinopse: O QUE HÁ DE VERDADE NA MENTIRA? Vivemos, diz-se, na época da pós-verdade. As relações entre a verdade e a mentira são hoje mais tensas do que nunca. A questão nunca foi tão complexa como nos nossos dias, graças à cultura digital e ao crescimento imparável da inteligência artificial. Mas fake news sempre houve. No seu estilo inimitável, Werner Herzog reúne neste livro histórias, anedotas e reflexões que nos levam das profundas falsificações actuais e das oportunidades e perigos da Inteligência Artificial ao antigo Egipto e à Roma clássica, passando por abduções alienígenas ou pelo modo como a arte pode falar verdade a mentir. [Do mesmo autor, na Zigurate, O Crepúsculo do Mundo e Cada um Por Si e Deus Contra Todos.]
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 112
Sinopse: Quinze anos depois da queda de Hosni Mubarak, no Egito, o relato de Alexandra Lucas Coelho sobre os levantamentos na Praça Tahrir nunca teve tanta força. Passaram 15 anos: onde estamos agora? Reviver estes dias na Praça Tahrir é avassalador. Tudo isto aconteceu, não foi mentira. E continua à nossa frente. A.L.C., Janeiro de 2026 A 3 de Fevereiro de 2011 eu estava em Ponta Delgada a apresentar Viva México. Tinha voo no dia seguinte para Lisboa, de onde voltaria para o Rio de Janeiro, cidade em que então morava, como correspondente do jornal Público no Brasil. As notícias da Praça Tahrir eram de batalha campal, com o regime ao ataque. Pedi uma semana de férias ao jornal, comprei um bilhete de avião e em vez de regressar ao Rio voei para o Cairo. As páginas que se seguem não são uma cobertura jornalística. São um relato dos dias antes, durante e depois da queda do ditador egípcio, o presidente Hosni Mubarak. Ainda mal tudo começara na Praça Tahrir e já muita gente no exterior temia ou duvidava do futuro. Mas o presente existe independentemente do futuro. Durante dezoito dias, centenas de milhares de pessoas uniramse espontaneamente num espaço público, inventaram uma organização democrática sem precedentes e derrubaram um ditador há 30 anos no poder. Para isso, não recorreram à força contra ele, não desistiram quando ele recorreu, e depois da vitória foram limpar o lixo. As revoluções são momentos extraordinários. A Praça Tahrir foi um desses momentos: um triunfo do humano sobre si mesmo. O epílogo está sempre em aberto, mas o que vem a seguir não eliminará o que aconteceu. A minha pergunta não é: e depois? A minha pergunta é: isto é real? Foi. Essa é a inspiração.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 264
Sinopse: Divertido e inesperado, Se Nietzsche Fosse um Narval revela como a inteligência humana pode ser mais uma ameaça do que uma dádiva e como o reino animal vive perfeitamente bem sem ela. À primeira vista, a história humana parece celebrar a nossa genialidade: inventámos a escrita, criámos arte e ciência, erguemos cidades e atravessámos oceanos e o espaço. Mas esta «excecionalidade» tem um lado sombrio angústia existencial, violência, discriminação e um planeta à beira do colapso. Aquilo que encaramos como uma bênção pode, afinal, revelar-se uma maldição. Justin Gregg argumenta que há uma razão evolutiva para a inteligência humana ser tão rara: os outros animais simplesmente não precisam dela para prosperar e fazem-no sem se destruir a si próprios nem ao mundo. Comparando linguagem, racionalidade, moral e consciência humanas com as dos nossos parentes animais, Gregg desmonta muitas das ideias que temos sobre a nossa suposta superioridade. O resultado é surpreendente e transformador. Destinado a tornar-se um clássico, Se Nietzsche Fosse um Narval questiona o mito da «espécie superior» e revela uma verdade muito mais estranha e muito mais fascinante do que imaginamos.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: Bem-vindos ao fascinante mundo das teorias da conspiração, em que a linha entre a verdade e a mentira é, muitas vezes, mais ténue do que pensamos. Pessimistas, maniqueístas, simplistas, e sempre paranoicas, estas histórias estão recheadas de personagens heroicas, tragédias e segredos terríveis. e são, na maioria das vezes, perigosas. Renato Rocha, autor do podcast Teorias da Conspiração, convida-te a entenderes como a mente humana pode ser enganada e como todos nós, em maior ou menor grau, caímos nos mesmos erros de raciocínio que sustentam as teorias da conspiração. Ao longo destas páginas, vais mergulhar em mais de 18 fascinantes (e muitas vezes absurdas) conspirações: desde sociedades secretas como os Illuminati e os Rothschilds, às histórias de ovnis em Portugal, passando pelo caso Epstein, o movimento antivacinas, o terraplanismo, a Atlântica portuguesa, as teorias sobre a suposta morte de Paul McCartney e as mais recentes conspirações da era Trump. Ao mesmo tempo, vais aprender a reconhecer os mecanismos que tornam estas teorias da conspiração tão irresistíveis e a identificar quando estás a cair nas garras do Lobo Mau disfarçado de Avozinha. Entre histórias de teorias falsas e conspirações reais, este livro oferece-te uma viagem extraordinária e esclarecedora pelo lado mais criativo - e mais perigoso - da nossa mente. Vais rir, refletir e, acima de tudo, questionar tudo aquilo que julgavas certo.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 312
Sinopse: Do autor de Por Onde Irá a História? Porque enfrentamos uma crise na ordem internacional? Para Miguel Monjardino, estamos a viver a Grande Rutura. Donald Trump, Xi Jinping e Vladimir Putin e os seus aliados têm interesse em desmantelar a atual ordem internacional. Os proprietários de redes sociais e de grandes empresas tecnológicas partilham o mesmo objetivo para poderem aumentar a riqueza pessoal e concretizar as suas utopias tecnológicas. Esta é a hora dos novos Grandes Conquistadores. O que intriga um ensaísta de política internacional são os possíveis futuros. Estes dependem sempre das consequências do passado histórico e das circunstâncias políticas do presente. Todavia, o que realmente acontece quando não temos o benefício do distanciamento que a passagem do tempo nos dá, nem toda a informação necessária para tentar compreender um determinado problema e ter uma opinião informada sobre ele? Até 2030, os contornos de uma nova ordem internacional devem ficar mais claros. Assim, o nosso principal desafio em Portugal e em muitos países europeus deverá ser interrogarmo-nos sobre o porquê destes factos, interpretá-los e formular as primeiras decisões de uma forma esclarecida.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 200
Sinopse: TRÊS GOVERNOS, TRÊS CRISES POLÍTICAS, O MESMO PADRÃO: NEGÓCIOS PRIVADOS QUE LEVANTAM SUSPEITAS EM TORNO DE DECISÕES PÚBLICAS. Qual efeito dominó, as quedas dos Executivos de António Costa, Miguel Albuquerque e Luís Montenegro sucederam-se num breve período de 16 meses, originando múltiplas eleições legislativas e uma acentuada instabilidade política. O que aconteceu? Que mecanismos de poder - silenciosos, opacos - parecem estar a minar a democracia por dentro? Numa minuciosa investigação jornalística iniciada em 2016, o autor Gustavo Sampaio reconstrói linhas narrativas, identifica ligações ocultas e escrutina redes de influências que envolvem governantes, chefes de gabinete, dirigentes de partidos, empresários, advogados de negócios, agentes facilitadores, entre outros elementos que revelam um problema sistémico no poder político. Um livro indispensável para conhecer as histórias destas três demissões e entender a cultura política e as fragilidades das instituições democráticas que vão continuar a gerar novos casos de misturas explosivas entre política e negócios.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 136
Sinopse: REFLEXÕES SOBRE O PESO DOS INTERESSES E VALORES NAS DECISÕES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS Num momento em que se anunciam mudanças na forma de avaliar ciência, tecnologia e inovação, este livro retoma o debate sobre o lugar das ciências sociais e em particular da sociologia na compreensão das soluções e dos problemas que a tecnociência introduz no quotidiano. Revisitando conceitos centrais dos estudos sociais de ciência e tecnologia, mostra-se que as opções científicas e tecnológicas são sempre carregadas de interesses e valores, o que justifica que a participação pública e a justiça social estejam no centro das políticas de investigação e inovação. Com exemplos concretos, casos e propostas práticas de trabalho, A Dimensão Social da Ciência e Tecnologia dirige-se a todos os que nomeadamente estudantes, docentes e profissionais tenham interesse em entender melhor como podem contribuir para que estas áreas sirvam o bem comum e a sustentabilidade
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 160
Sinopse: Um longo diálogo sobre muitos dos temas sobre os quais escreveu: o corpo e a espiritualidade, rock e feminismo, amor e sexualidade, os lugares e a vida de escritora. Publicada agora na íntegra, esta entrevista (de que apenas um terço tinha aparecido na revista Rolling Stone) foi gravada ao longo de vários meses e em duas cidades, Paris e Nova Iorque. Sontag gostava de ser entrevistada porque gostava de conversar. Era do diálogo e da energia da conversa, segundo ela, que nasciam muitas das suas ideias e o seu pensamento. Às questões colocadas por um interlocutor tão perspicaz e conhecedor da sua obra como Jonathan Cott, Susan Sontag não responde em frases, mas em parágrafos calibrados que se expandem e em que o mais impressionante são a exatidão e a afinação moral e linguística com que ela enquadra e elabora as suas ideias. «Um ótima fonte para conhecedores da ensaísta e romancista, bem como para quem só agora conhece Sontag.» Publishers Weekly «Uma entrevista humanizadora com Sontag, geralmente vista como um intelecto ferozmente agressivo e polarizador.» Kirkus Reviews «Para a brilhante ensaísta que Sontag foi, falar com brilhantismo constituía uma parte importante do seu trabalho.» Slate
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Os especialistas acreditam que o Brasil, o quinto maior país do mundo e a sétima maior economia , será uma das mais importantes potências mundiais em 2030. No entanto, tem sido dada mais atenção a outros gigantes emergentes como a Rússia, a Índia e a China. Muitas vezes subvalorizado, o Brasil começou finalmente a desenvolver o seu potencial, mas enfrenta desafios fulcrais antes de se tornar uma nação de importância global. Em vésperas de acolher os Jogos Olímpicos de 2016, este país tem sido abalado por protestos generalizados devido a claros retrocessos económicos. Este livro põe lado a lado os problemas que subsistem no Brasil e as suas conquistas, traçando um retrato completo de um país vibrante que poderá assumir uma posição nos assuntos mundiais. O livro divide-se em três partes: - a primeira centra-se na maneira como a experiência do Brasil enquanto monarquia livre e, posteriormente, ditadura, influenciou a sua evolução nas esferas política, económica, social. - a segunda parte versa sobre a consolidação do Brasil nos planos sócio-político e económico. - a terceira parte problematiza o Brasil de agora, questionando as políticas atuais e a governação de Dilma Rousseff.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
«Um dos mais brilhantes cientistas sociais europeus.» Boaventura de Sousa Santos Atento ao sistema global de que dependemos, a partir da análisedos erros do passado e questionando uma realidade incómoda, Juan Carlos Monedero despe ostermos do debate social e propõe um diálogo aberto para repensar o modelo de sociedade. Não há uma saída individual e não há outra senão a coletiva. E a autoajuda coletiva chama-se política e pertence-nos. Há que ver, entre todos os horizontes concretos, para iluminar os caminhos de uma vida decente. «Dotado de uma grande cultura política e de uma capacidade analítica impressionante, sabe transformar o seu saber académico numa ativa solidariedade cidadã e numa escrita sedutora e acessível a todos.» Boaventura de Sousa Santos, Professor Catedrático de Sociologia e Filosofia da Universidade de Coimbra
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Natureza, Dinheiro, Trabalho, Cuidados, Alimentos, Energia e Vida São estas as sete coisas que fizeram o nosso mundo e que moldarão o futuro. ao torná-las acessíveis e baratas, a economia moderna tem controlado, transformado e devastado a Terra. Este livro apresenta uma nova abordagem à análise das emergências do planeta nos dias de hoje. Associando as mais recentes pesquisas ambientais à história do colonialismo, das lutas dos povos indígenas, das revoltas dos escravos e de outros conflitos, Patel e Moore demonstram como, ao longo da história, as crises geraram novas oportunidades para tornar o mundo barato e seguro para o capitalismo. Num tempo em que estas sete coisas baratas estão em crise, impõe-se a urgência de um pensamento sistémico inovador. Este livro propõe uma forma nova e radical de compreender - e recuperar - o planeta neste turbulento século XXI.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
AL-QAEDA, ESTADO ISLÂMICO E O IMPÉRIO DO TERROR Este livro porá em causa as premissas que levaram a estas conclusões.A violência armada em nome do Jihadismo nãoé necessariamente uma manifestação violenta do Islão. Aliás, no que se reivindica há propósitos políticos e fórmulas seculares bem delineados. Para o comprimento dos objetivos está uma aplicação eficiente e instrumental da violência armada. Tudo isto é fruto de uma estratégia racional e de longo prazo. No fundo, trata-se de um livro sobre o pensamento estratégico do jihadismo global. E o objetivo foi ler o movimento para além das suas óbvias manifestações.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 216
Sinopse: Conjugando memórias pessoais, teoria cultural e uma assinalável veia polémica, Cynthia Cruz analisa como a escolha entre assimilação ou aniquilação teve um papel importante na vida de músicos, artistas, escritores e cineastas vindos da classe trabalhadora. Ainda há classes sociais, evidentemente; com todos os efeitos que isso tem em termos culturais e no âmbito da saúde mental. O que significa hoje fazer parte da classe trabalhadora num mundo de classe média? É ser um fantasma.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 312
Sinopse: O que nove cérebros extraordinários podem ensinar-nos sobre o nosso próprio cérebro A neurocientista britânica Helen Thomson passou anos a viajar pelo mundo, investigando perturbações cerebrais incrivelmente raras. Nesta obra, conta as histórias de nove pessoas extraordinárias que encontrou nesse caminho. Desde o homem que pensa que é um tigre até ao médico que sente a dor dos outros apenas ao olhar para eles, passando pela mulher que ouve música que não existe, as suas experiências ilustram como o cérebro pode moldar as nossas vidas de formas inesperadas e, em alguns casos, brilhantes e alarmantes. «Somos a soma dos nossos cérebros nada mais, nada menos. Helen Thomson guia-nos habilmente pelo mundo fascinante de alguns dos cérebros mais estranhos da Terra, mostrando-nos o que podemos aprender sobre nós mesmos. Cientificamente preciso e totalmente acessível, este é um livro irresistível.» Robert Sapolsky, autor de Comportamento e Determinado «O notável livro de Helen Thomson é uma viagem surpreendente pelo cérebro humano, com o seu poder impressionante e variações desconcertantes... Impensável irá enriquecer o seu cérebro, surpreender a sua mente e aquecer o seu coração.» Ed Yong, autor de Nós, os Micróbios e Uma Visão Alargada da Vida e Um Mundo Imenso e vencedor do Prémio Pulitzer
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O nosso icebergue está a derreter é uma fábula simples sobre ser-se bem-sucedido num mundo em constante mudança. Baseada no trabalho premiado de John Kotter, da Harvard Business School, esta história tem sido utilizada para ajudar milhares de pessoas e organizações. A fábula conta a história de um grupo de belos pinguins imperadores que vive de acordo com a tradição há muitos anos. É então que Fred, um pinguim curioso e observador, descobre que um problema potencialmente devastador ameaça o lar da sua colónia - mas, de uma forma geral, ninguém o ouve. Esta história fala de resistência à mudança e de ações heroicas, de obstáculos aparentemente inultrapassáveis e das táticas mais inteligentes para lidar com esses mesmos obstáculos. É uma fábula que podemos transpor sob várias formas para o que nos rodeia e que constitui uma valiosa orientação para um mundo em constante e vertiginosa mudança.
Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 496
Sinopse: Para enfrentarem realidades cada vez mais complexas, as crianças precisam de se conhecer a si próprias e ao mundo em que vivem. Nessas descobertas, os contos de fadas são um instrumento importante porque prendem a atenção dos mais jovens enquanto os divertem e lhes transmitem ensinamentos. São narrativas que usam uma linguagem simbólica, própria da infância, na sua abordagem dos medos, desejos e dilemas universais. O mesmo acontece com as figuras arquetípicas, que, respeitando e dialogando com a visão mágica infantil, propõem soluções exemplares que ajudam a lidar com as ansiedades, a enfrentar inseguranças e a assumir responsabilidades. Esta obra, que integra literatura, mitologia, psicologia infantil e psicanálise, destaca o valor atemporal dos contos de fadas e incentiva os adultos, especialmente os pais e os educadores, a reconhecerem o seu papel essencial no desenvolvimento emocional e moral das crianças.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse: Em janeiro de 2026 teremos eleições presidenciais e, poucas semanas depois, haverá um novo inquilino no Palácio de Belém. Seguindo a tradição, lá permanecerá por dez anos, se for reeleito para um segundo mandato. Justifica-se na atual conjuntura abordar amplamente a questão do sentido do mandato presidencial no nosso sistema político-constitucional, nomeadamente quanto aos seus poderes e aos seus limites, tendo em conta o crucial princípio constitucional da separação de poderes entre o Presidente da República e os demais órgãos do poder político, a Assembleia da República e o Governo, de modo a evitar sobreposições ou conflitos institucionais e a promover a estabilidade política e governativa. Organizado em quatro capítulos Perfil constitucional do Presidente da República; O que o Presidente da República não deve fazer; O que o próximo Presidente da República deve fazer; Propostas de alteração constitucional , este livro contém sugestões para um projeto de revisão constitucional no capítulo do Presidente da República e preceitos conexos, de modo a torná-lo menos suscetível de pôr em causa a separação e o equilíbrio de poderes, em prol da estabilidade política e governativa, no sentido de preparar a Constituição para gerir a nossa vida coletiva durante mais meio século.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse: Em pleno século XXI, o crime mudou e os criminosos adaptaram-se a uma nova realidade, tornando-se mais astutos, ousados e sentindo-se praticamente imbatíveis. O digital ganhou relevância e protagonismo, tornando muito difícil o rastreio e descoberta de quem se oculta na rede para cometer atos ilícitos. Cibercrime explora em profundidade as dimensões contemporâneas do cibercrime e da ciberguerra, desde as práticas mais conhecidas pelo leitor comum ¿ ciberbullying, fraude sentimental digital, ciberviolência, abuso sexual de menores em ambiente digital, dark web e metodologias de desinformação e manipulação de informação ¿, às mais conhecidas pelos magistrados, polícias e profissionais de cibersegurança ¿ criptomoedas, tecnologia blockchain, ransomware, DDO e guerra cibernética. Esta é uma obra fundamental para compreender uma das facetas mais populares e em crescimento do crime na atualidade, e também para evitar que possa ser a próxima vítima.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 356
Sinopse: Memórias de um judeu árabe Em Julho de 1950, com apenas cinco anos, Avi Shlaim e a família foram forçados ao exílio, fugindo da sua amada Bagdade para o novo Estado de Israel. À medida que o anti-semitismo crescia no Iraque, a clandestinidade sionista atiçava as chamas do desentendimento. No entanto, quando os judeus iraquianos fugiram para Israel, foram confrontados com um futuro incerto e viram a sua história reescrita ao serviço da narrativa sionista. Entrelaçando a memória pessoal e a reflexão política, este livro oferece-nos, na primeira pessoa, uma perspectiva dramática e tocante sobre os judeus árabes, apanhados no fogo cruzado entre o sionismo e o nacionalismo. Uma reconstituição vívida de um mundo quase esquecido.
