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Nº Páginas: 320
Sinopse:
A 1 de Setembro de 1939, Tolek Klings despede-se da mulher, Klara, e do filho de 2 anos, Juliusz, e junta-se ao Exército Polaco para combater o invasor alemão, prometendo voltar em breve. Mas, para um judeu, a vida no exército pouco difere da vida civil: o antissemitismo grassa e Tolek é atormentado implacavelmente. Quando a Polónia se rende, Tolek vê-se perante um terrível dilema: fugir para se reunir com a família e protegê-la — correndo o risco de ser fuzilado por desertar — ou permanecer no exército. Incentivado por Klara, Tolek decide ficar no exército e, nos tempos que se seguem, vive as mais incríveis peripécias, fugindo desde a Hungria até ao Médio Oriente. É quando está na Palestina, com a guerra a decorrer há mais de ano e meio, que lhe chega um telegrama da mulher, que termina anunciando que está em problemas. Determinado a salvar a família, mas sem nada poder fazer até a guerra acabar, Tolek acompanha o exército em combate no Egito, Líbia e Itália, numa longa viagem de volta a casa para cumprir a promessa feita à mulher.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Das origens do Football Leaks à detenção do famoso hacker na Hungria, esta é a história de um dos maiores roubos de informação da história contada por quem soube ser o primeiro a juntar as peças do puzzle. Entre 2015 e 2019, o mundo do futebol foi abalado por um terramoto mediático. Clubes, agentes e jogadores viviam com uma espada sobre a cabeça, sem saber se seriam as próximas vítimas do misterioso Football Leaks. Documentos confidenciais da indústria futebolística, obtidos através do acesso ilegítimo ao correio eletrónico de responsáveis desportivos e advogados, expunham, para quem quisesse ler, os segredos de um universo opaco e muitas vezes nas fronteiras da legalidade. Por trás deste projeto estava Rui Pinto, um português a viver em Budapeste, com um passado igualmente sombrio, marcado pelo desvio de dinheiro de um banco nas ilhas Caimão. Mas como o fez? E com que objetivo? Quem foram as suas vítimas? Através do cruzamento de milhares de documentos judiciais espalhados por vários inquéritos-crime portugueses e estrangeiros, Nuno Tiago Pinto reconstrói o percurso do pirata informático, explica ao pormenor o processo que levou à sua detenção, aborda as origens dos casos Football Leaks e Luanda Leaks e revela, ainda, as novas suspeitas que recaem sobre o hacker que abalou o mundo do futebol.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Esta obra é um alerta fundamental sobre os riscos associados às tecnologias em rápido desenvolvimento e o que é possível fazer para os evitar enquanto ainda há tempo.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Carl Jung foi o fundador da psicologia analítica que revolucionou a forma como abordamos a psique humana. Com base no misticismo oriental, na mitologia e na análise de sonhos para desenvolver as suas teorias, Jung propôs várias ideias que aindahoje continuam a marcar presença, incluindo a introversão, a extroversão e o inconsciente coletivo. Este livro apresenta as ideias do psicólogo Jung num formato cativante e de fácil compreensão. O especialista em psicologia junguiana Gary Bobroff analisa os conceitos da psique, do inconsciente coletivo, dos arquétipos, dos tipos de personalidade e muito mais neste livro conciso. Explora também a influência da filosofia e da religião orientais nas ideias de Jung e a forma como o desenvolvimento espiritual enriqueceu as suas teorias. «Para descobrir o que é verdadeiramente singular em nós, é necessária uma reflexão profunda; é então que nos apercebemos de como a descoberta da individualidade é invulgarmente difícil.» C.G. Jung
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 656
Sinopse: Os Navegadores é o relato da viagem da antropóloga norueguesa Erika Fatland pelas rotas do antigo império colonial português. O livro, que se tornou de imediato um bestseller na Noruega, revela os vestígios materiais e imateriais dos portugueses nesses vastos territórios, e a sua influência mundial, que permanece até hoje.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 424
Sinopse: A chegada de riquezas do Brasil a Lisboa em 1742 marcou o auge do império português. A corrida ao ouro e aos diamantes sustentou o luxo no reinado de D. João V. Legiões de pessoas abandonaram as casas em Portugal e no litoral do Brasil, partindo em busca de riqueza na exploração mineira, gerando uma onda de fome, violência e criminalidade.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Pequenas histórias que abrem uma janela sobre o quotidiano da autora, tão familiar e reconhecível quanto divertido. Diz a autora do presente livro que a crónica a conquistou antes de tudo como exercício de escrita, mas que acabou também por moldar a sua forma de olhar para as coisas e de observar o mundo; e que já não sabe se são determinados acontecimentos que a levam a fazer uma crónica, se afinal é ela própria quem provoca situações irregulares para arranjar assunto para escrever. Neste belíssimo livro a que Luísa Sobral chamou Da Minha Janela, os leitores riem com a sua falta de jeito para armar uma tenda para os filhos brincarem, mas podem também irritar-se com um edredão que escorrega permanentemente para o chão, ficar indignados com o comportamento de um motorista de TVDE e até preocupar-se com a saúde de alguém muito próximo. Estes textos fazem-nos pensar sobre o dia a dia de uma maneira mais profunda e mais estruturada e, de repente, é como se a janela da autora fosse, afinal, também a da nossa casa.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
No dia 17 de Setembro de 1944, o General Kurt Student, "pai" da força de paraquedistas da Alemanha nazi, ouviu o rugir de turbinas e não conseguiu conter uma pontada de inveja ao ver o céu ser rasgado pelos Dakotas e planadores que transportavam a 1ª divisão de Paraquedistas britânicos e a 101ª e a 82ª dos Estados Unidos da América. Era o início da Operação Market Garden, um plano ambicioso do Marechal de Campo Montgomery com vista a pôr um ponto final à guerra mediante a captura das pontes que conduziam ao Baixo Reno, última barreira natural para invadir a Alemanha - uma campanha tão arrojada que os americanos, habituados à prudência de Montgomery, estranharam. A operação revelar-se-ia um desastre para os Aliados, e a última vitória das forças nazis, cujas represálias sobre os vencidos foram aterradoras - sobretudo sobre os holandeses, que arriscaram tudo para ajudar. Escrito no envolvente estilo a que Beevor nos habituou e recorrendo a fontes holandesas, britânicas, americanas, polacas e alemãs até hoje esquecidas ou ignoradas, este livro reconstrói a terrível realidade deste confronto e vai muito além da história de uma batalha: mergulha no coração das trevas da guerra, expondo a sua verdadeira natureza.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 456
Sinopse: Breve História da Cultura Ocidental é uma obra que abarca desde a Grécia Antiga à atualidade, apresentando a cultura não como uma sucessão de factos e datas, mas como a herança viva que molda a nossa forma de ser e de ver o mundo. Um guia indispensável para leitores curiosos que querem compreender, num só livro, séculos de criação e de pensamento.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 164
Sinopse: A HISTÓRIA SILENCIADA DA VIOLÊNCIA COLONIAL EM MOÇAMBIQUE ENCAPSULADA NUMA DÚZIA DE CAIXAS DE PAPELÃO. Um livro que reúne os artigos de investigação que desvendaram as provas documentais de homicídios, tortura, violações dos direitos humanos e crimes cometidos pela PIDE/DGS entre 1964 e 1974. Entre Maio e Agosto de 1974, uma comissão de inquérito criminal formada pelo exército português em Moçambique ouviu milhares de vítimas, testemunhas, funcionários da PIDE, da PSP e de vários órgãos da administração colonial sobre a violência sistemática e discricionária exercida pela polícia política contra civis na antiga colónia. Ao longo desses meses, a Comissão abriu inúmeros processoscrime por homicídio e ofensas corporais e comprovou a prática quotidiana de tortura, violações dos direitos humanos e crimes de guerra cometidos nas instalações da polícia e nas cadeias oficiais e clandestinas. Até que, em Setembro de 1974, os trabalhos foram abruptamente encerrados e os processos documentais tiveram destino incerto. O livro Casa dos Mortos, que nasceu como um conjunto de artigos de investigação jornalística e arquivística, desvenda pela primeira vez as provas documentais desta violência silenciada. Isso foi possível graças à descoberta, em finais de 2024, de uma Comissão de Verdade cuja existência nunca fora tornada pública e cujo trabalho estava guardado em 12 caixas no Arquivo PIDE/DGS, à guarda da Torre do Tombo.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 208
Sinopse: Depois de publicar os romances Baiôa sem Data para Morrer e Morro da Pena Ventosa, Rui Couceiro viajou pelo mundo para conhecer e contar histórias de pessoas que fizeram dos livros o centro das suas vidas. Um conjunto de textos e personagens reais que apaixonarão todos os que, como ele e os protagonistas de A Mais Bela Maldição, adoram os livros e a leitura.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Fiéis de outras religiões ou ateus, os Portugueses permanecem, em boa parte, filhos do Cristianismo. Portugal nasceu no contexto da Reconquista Cristã, com a ajuda de cruzados e templários. Teve por primeira bandeira uma cruz e por rei-fundador um homem que, por pouco, não foi considerado santo. No entanto, a história do Cristianismo no nosso país começa muito antes de Portugal e vai muito para lá da nação. Recua à Antiguidade e chega aos confins do mundo. Começa como desafio ao Império Romano e acaba seguida e perseguida na Índia ou no Japão. O Cristianismo contribuiu, como muito poucos factores, para fazer Portugal; os Portugueses contribuíram, como muito poucos povos, para espalhar a fé cristã. Aqui estão dezasseis histórias extraordinárias de homens e mulheres que foram considerados santos e de acontecimentos que foram entendidos como milagres. Une-as terem acontecido em Portugal, ou no território que um dia seria Portugal, ou serem protagonizadas por portugueses. Não importa como aconteceram; importa como as pessoas acreditaram terem acontecido e como isso influenciou e determinou o devir. Este não é, portanto, bem um livro sobre santos e milagres. É um livro sobre o país que lhes rezou.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
HISTÓRIAS REAIS DO PORTUGAL RACISTA QUE AINDA VIVE NO MITO DO NÃO-RACISMO Um homem quer alugar uma casa, mas assim que diz o seu nome africano deixa de receber respostas. Uma avó da Cova da Moura é atirada ao chão por um polícia quando pergunta pelo neto. Uma mulher negra com formação superior vai ao hospital e perguntam-lhe se sabe ler as placas informativas. Por causa da cor da pele. Tudo isto acontece em Portugal, a portugueses negros, e é contado na primeira pessoa no livro No País dos Brancos Costumes, que dá continuidade à investigação de Racismo em Português. Assim se completa o retrato de um país que em 1982 deixou de atribuir a nacionalidade portuguesa aos filhos de imigrantes nascidos em Portugal, e onde ainda há quem encontre listas de escravos (com os respectivos preços) nos baús dos avós, entre outros brandos - brancos - costumes. "Vês casos de futebolistas que facilmente tiveram a nacionalidade, isso cria-te uma revolta. Vês alguns que chegam a Portugal e passados três anos têm a nacionalidade, e tu que nasceste cá... Não podes estudar, não podes jogar à bola, então o que podes fazer?" "Se a Câmara vier aqui pôr-me na rua, da maneira que eu vejo fazer, que vida é a minha? Para onde vou? Para debaixo da ponte? Sou negro, mas sou português de nascimento. Andei a dar a minha vida pela pátria portuguesa. E agora: sou um cão?" "Devíamos contar com a polícia. Mas eu quero é estar longe deles. Mesmo que fosse culpado, não deviam agir assim, eu não devia apanhar aquela porrada. Se fosse com um ‘tuga’ não tinha acontecido." "Quantos professores universitários negros existem nas universidades? Não é estranho num país que se orgulha da sua ‘experiência’ africana? Quantos deputados? Quantos directores de serviços públicos? Quantos ministros não-brancos teve este país?" Inclui dvd de oferta, com as reportagens feitas para o jornal Público.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O melhor de Portugal pouco aparece e não abre geralmente os noticiários.Mas existe e por ele mesmo continuamos nós a existir. Apesar de tudo, mas não apesar de nós. "Porquê e Para Quê? — Pensar com esperança o Portugal de hoje" reúne as principais intervenções de D. Manuel Clemente no campo plural que é o da cultura, entre 2009 e 2010. Conservam-se as referências temporais, mas não são elas a determinar a sequência. Antes, ousamos sublinhar afinidades e correspondências entre os textos, sem contudo forçar uma compartimentação. De facto, um traço maior do pensamento do actual Bispo do Porto é precisamente o contrário: ele coloca em relação passado e presente, comum e singular, religioso e profano, as verdades penúltimas que seguimos e aquelas que se desenham misteriosamente últimas. Neste tempo português carregado de incertezas, esta antologia pretende documentar a vivacidade de um pensamento rigoroso e polifónico que se abre, e nos abre, à esperança.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Obra clássica sobre o pensamento e a natureza humana. Em 1931, o Instituto para a Cooperação Intelectual convidou Einstein, já então um físico reconhecido, para iniciar uma troca de ideias, sobre a natureza humana, política, guerra e paz, com alguém cuja dimensão intelectual e trabalho merecessem a admiração do próprio Einstein. O criador da teoria da relatividade, ainda que reticente acerca da psicanálise, escolheu Freud. O resultado está neste livro, que permite um lugar privilegiado para observar de perto o diálogo, os pensamentos e as argumentações de dois cérebros que marcaram a História e cujas ideias são ainda influentes no nosso tempo. Esse diálogo escrito, sobre os instintos violentos do homem, as enfermidades sociais ou os poderes do Estado, começaria com uma inquietação de Einstein: "Existe alguma forma de livrar a humanidade da ameaça da guerra?"
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Tendo como pano de fundo as tensões políticas no dealbar da Guerra Fria, a Cidade Luz, foco geográfico onde estas tensões diplomáticas primeiro tomaram corpo, é aqui retratada de modo vívido em todas as suas vertentes: social, política, histórica. Paris entre 1944 e 1949 é uma cidade entregue a ajustes de contas de justiça duvidosa, a negociantes do mercado negro que enriquecem à custa de uma população miserável e, redentoramente, a um número crescente de intelectuais e artistas - incluindo Hemingway, Beckett, Camus, Sartre, Beauvoir, Cocteau e Picasso - que se revelar essenciais na sua revitalização e afirmação como capital cultural da Europa. Um retrato fascinante e muito bem documentado dos inúmeros mundos que Paris contém: dos bordéis aos clubes de jazz, dos tribunais aos vetustos castelos da vieille France no rescaldo da humilhação causada pela derrocada da França e pela Ocupação.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Toda a minha carreira se baseia no trabalho que desenvolvo com indivíduos que cometeram crimes graves e no apoio que presto às vítimas na sua tentativa de superar o trauma. Vítima ou criminoso, lido com seres humanos nos seus momentos de maior desespero." Bem-vindo ao quotidiano de uma psicóloga forense. Não há dois dias iguais. Não há pacientes previsíveis. O trabalho é muitas vezes perigoso e quase sempre inquietante. Kerry Daynes trabalha de perto com alguns dos criminosos mais violentos e desafiantes das prisões e hospitais psiquiátricos do Reino Unido - e também com as vítimas dos seus crimes. O seu dia é passado olhos nos olhos com o lado negro da mente humana, a tentar entender as ações brutais de homens e mulheres que foram condenados pelo sistema judicial e a ajudá-los a encetar o caminho para se tornarem cidadãos respeitadores da lei. Mas olhar para o abismo todos os dias tem os seus custos, e o testemunho lúcido e rico de Daynes mostra-nos os perigos pessoais e profissionais que ela incorre e as experiências e pessoas que mais a influenciaram como psicóloga forense. O Lado Negro da Mente é uma viagem inesquecível às causas do comportamento humano mais extremo e a um conjunto de sistemas mal adaptados para lidar com ele.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Um almanaque que lhe permitirá mergulhar na criatividade e curiosidades da criminalidade portuguesa. Do homicídio de Inês de Castro ao de Carlos Castro, recorde crimes de ontem e de hoje. Mês a mês, decifre os mistérios e desmascare mulheres fascinantes e homens fatais. Dos crimes mais tenebrosos aos mais insólitos, as figuras, os cenários e os momentos que marcam a história do crime português.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Lisboa, cidade banhada por uma luz mágica, tão clara e tão límpida. Todos conhecem esta faceta da cidade, poucos conhecem as sombras misteriosas que essa luz projeta. As histórias que aqui vai encontrar iluminam um pouco dessas sombras que escondem episódios por vezes rocambolescos, outros de um realismo cru, outros ainda envoltos numa ironia hilariante e ainda alguns que lhe poderão causar arrepios. Múmias conservadas em criptas, cidades sepultadas, freiras que viveram como princesas, museus esquecidos no tempo, estátuas que não ficam quietas, um enigmático castelo, serpentes que guardam o futuro rei… são apenas alguns dos episódios escolhidos ao acaso das muitas histórias misteriosas que se poderiam contar sobre Lisboa. É uma Lisboa desconhecida e insólita aquela que o leitor irá descobrir nas páginas deste livro.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Esqueça tudo o que aprendeu sobre a História de Portugal. O melhor da nossa História está na "sabedoria" e na imaginação louca dos nossos estudantes. Afinal, dizem eles, "a Pré-História é a evolução do macaco até ao homem" e "as pessoas eram macacos e, a partir de então, foram-se desenvolvendo, dando origem a novos macacos". É com citações como estas, rigorosamente recolhidas nos testes de História dos nossos alunos, que se faz esta novíssima História de Portugal em Disparates, livro essencial para professores e alunos, historiadores e ratos de biblioteca, políticos e deputados, ministros da Educação e presidentes da República. É que a História só se tornou possível como disciplina científica "por intermédio da Pré-História" e "através das bíblias que contavam o passado dos reis e das ruínas dos povos antigos" até hoje. Uma obra para rir, mas também para pensar sobre a educação em Portugal.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
A comemorar os 25 anos de vida literária do escritor António Lobo Antunes, um dos nossos maiores romancistas contemporâneos e dos autores mais traduzidos no estrangeiro, chega-nos esta Fotobiografia, organizada por Tereza Coelho, em estreita colaboração com o escritor. Como a própria explicou ao JL (15/9/04) "é uma fotobiografia literária", realçando-se no entanto que, dado o cariz muitas vezes autobiográfico da obra de Lobo Antunes, "o livro terá bastante de pessoal". Foi um trabalho intenso de pesquisa, que levou três anos a realizar (diz Teresa Coelho que o escritor tem por hábito "deitar tudo fora" e muita da recolha de documentos e fotografias foi feito a partir da generosa colaboração de amigos). Há uma abundante documentação sobre as casas onde o escritor viveu e escreveu, fala-se dos hospitais onde Lobo Antunes, também médico psiquiatra, exerceu, dos pais e irmãos, dos seus editores (o português e os estrangeiros) e da vasta repercussão internacional da sua obra.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Descubra uma homenagem cheia de amor e ternura aos animais. Um livro único, pela mão de uma das autoras mais lidas em Portugal. Todos os que vivem ou viveram com um cão sabem que a sua presença ilumina os seus dias e os enche de felicidade. Amigos fiéis, carinhosos e inteligentes, cada momento ao seu lado é uma lição sobre tudo o que vale a pena aprender. É possível rastrear o vínculo especial entre cães e humanos desde o início dos tempos, mas um dos exemplos mais belos e comoventes pode ser encontrado na Odisseia de Homero. Quando Ulisses alcança por fim a costa de Ítaca, exausto após longos anos de peregrinação no mar, o único que o reconhece é Argos, o seu cão leal, que durante todo aquele tempo o guardou na memória e esperou pelo seu último reencontro. Julia Navarro também teve de se despedir do seu inseparável Argos, o pastor alemão com quem partilhou alegrias e horas de escrita. Muito mais do que um livro sobre o luto, Quando Eles Partem é a homenagem justa e enternecedora que Julia Navarro presta através da literatura, da arte, do cinema e da história a estes companheiros generosos que cuidam, amam e nos protegem durante toda a sua vida.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: Longe das imponentes estátuas de mármore, dos grandes feitos dos imperadores e das batalhas épicas,a vida dos romanos era feita de hábitos e rotinas como as nossas. André Simões, professor e investigador em Estudos Clássicos, convida-nos a fazer uma viagem extraordinária até à Olisipo do início do século II d. C. Ao longo destas páginas vamos conhecer Marco Cássio Arriano, a sua mulher Árria Avita e os seus filhos, uma família a viver na Lisboa romana. Vamos acompanhar Marco Cássio no seu dia de trabalho, entrar na sua casa e jantar com a sua família no triclínio, acompanhar Quinto, Cássia e Gaio à escola e ver com que brincavam, além de visitarmos as termas e os tempos e assistirmos aos rituais religiosos, numa reconstituição rigorosa, viva e envolvente do quotidiano romano. Com base em fontes literárias, arqueológicas e epigráficas, esta obra mostra que o Império Romano não foi apenas feito de imperadores e grandes monumentos, mas sobretudo de pessoas
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: A Tragédia da Partida dos Colonos de Angola, de Xavier de Figueiredo, dá-nos uma visão ampla do fenómeno da debandada dos colonos de Angola, como fruto do trágico processo de descolonização do território. É, porém, nas consequências da debandada que o livro se concentra, revelando aspectos até agora desconhecidos ou aprofundando outros já do conhecimento geral. Neste livro, Xavier de Figueiredo defende que os «colonos» não o eram no sentido pejorativo que o termo adquiriu, fustigado por ideologias às quais importou estigmatizá-los, mas sim gente, na sua imensa maioria, deveras afeiçoada a Angola e com a terra identificada, seja por laços de natalidade ou de adopção, e cujas imperfeições não excediam as imperfeições de todos os agrupamentos de seres humanos.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 392
Sinopse: Vencedor do Global Psychology Book 2025 da American Psychological Association A nossa espécie é a única que vive em tribos: grupos unidos por culturas distintas que podem crescer e atingir uma dimensão muito superior à dos clãs e bandos. Morris argumenta que a nossa psicologia é moldada pela evolução de três maneiras distintas. Primeiro, pelo instinto dos pares, para agirmos em conformidade com o que faz a maioria das pessoas. Segundo, pelo instinto dos heróis, de contribuir para o grupo e imitar os mais respeitados. E terceiro, pelo instinto dos antepassados, de seguir os caminhos das gerações anteriores. Esses instintos tribais permitem-nos partilhar conhecimentos e objetivos e trabalhar em equipa para transmitir o acervo de conhecimento cultural à geração seguinte. Países, Igrejas, partidos políticos e empresas são tribos, e os instintos tribais explicam a nossa lealdade para com eles e as formas ocultas como afetam os nossos pensamentos, ações e identidades. Em vez de ridicularizar os impulsos tribais pela sua irracionalidade, podemos reconhecê-los como alavancas poderosas que elevam o desempenho, curam divisões e desencadeiam ondas de choque de mudança cultural. Entrelaçando pesquisas aprofundadas, acontecimentos atuais e passados e histórias do mundo dos negócios e da política, Morris vai além do senso comum para reformular completamente a forma como pensamos sobre as nossas tribos. Tribal revela os segredos mais íntimos da nossa psicologia e dá-nos as ferramentas para gerir o nosso superpoder incompreendido. «Este livro original revela os factos sobre a nossa natureza tribal e mostra como as tendências profundamente humanas que nos levaram à beira do desastre ainda podem ser usadas para nos salvar. Penetrante, esclarecedor e imperdível!» Daniel Gilbert, Universidade de Harvard «Uma leitura fascinante que nos faz repensar crenças fundamentais.» Adam Grant, Universidade da Pensilvânia «Uma obra que desafia a sabedoria convencional sobre a cultura e propõe uma mudança coletiva para um futuro melhor.» Arianna Huffington, fundadora do Huffington Post
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 480
Sinopse: (Nenhuma outra força moldou o nosso mundo de forma tão poderosa e tão secreta quanto o crime organizado.) La Cosa Nostra (Itália), Cartel de Medellín (Colômbia), Cinco Famílias de Nova Iorque (EUA), yakuza (Japão), vory (Rússia). Todos sabemos da existência destes grupos e do tipo de atividades que exercem, mas poucos conseguem imaginar até que ponto foram determinantes na formação de nações, na organização de sociedades e no crescimento de economias. Máfia: Uma História Global reconstitui as circunstâncias culturais e sociais em que as grandes organizações criminosas floresceram na Europa, na América e na Ásia, testando os limites legais dos Estados até se tornarem verdadeiros arquitetos dos tempos modernos. Com recurso a uma notável habilidade narrativa e a uma investigação meticulosa de mais de uma década, este é um retrato completo e elucidativo de gangues e gângsters, sindicatos insidiosos e reis do crime, que acompanha a sofisticação dos marginais ao longo dos tempos como resposta aos desafios da industrialização, da globalização ou da digitalização, e que hoje se manifesta, entre outros fenómenos alarmantes, na sobreposição entre crime organizado, corporações empresariais e lideranças políticas. Mais do que uma narrativa apaixonante, que nos convida a entrar nas mentes de Al Capone, Pablo Escobar, El Chapo, Du Yuesheng ou Dawood Ibrahim, entre muitas outras lendas do crime, Máfia: Uma História Global é uma demonstração cabal da enorme influência daqueles que operam nas sombras do mundo que hoje somos.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: Um livro que explora os processos da biomimética. Muitas das (re)invenções mais relevantes do homem foram inspiradas na natureza. No entanto, a ideia de procurar no mundo natural as respostas para os nossos desafios foi-se perdendo, em especial depois das grandes revoluções científicas e tecnológicas. Nesta obra única, Luísa Ferreira Nunes, investigadora e uma voz sonante e internacional na biomimética, recupera este olhar único para a natureza e revela-nos o muito que podemos importar para o mundo humano, desde a resiliência das formigas à otimização do espaço das abelhas nos favos, a organização social das alcateias ou as estratégias de armazenamento dos esquilos. Ao longo destas páginas, que contam com magníficas ilustrações a preto-e-branco da autora, descobriremos como aplicar os princípios dos sistemas vivos a todas as áreas da nossa vida da governação às empresas, da saúde às relações com os outros e connosco próprios , reconhecendo a nossa dependência do mundo natural, a necessidade urgente de o proteger e o absoluto deslumbramento que a sua contemplação nos provoca.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: A obra que nos dá a conhecer o pensamento de Ortega y Gasset O Que é a Filosofia? é a obra que melhor resume o pensamento de José Ortega y Gasset, a sua filosofia da razão vital, que se baseia no facto de a realidade radical ser a vida de cada um. Em contraste com o ser estático, permanente e idêntico a si próprio que os filósofos tradicionalmente procuravam, em contraste com a substância, Ortega diz que a vida é um gerúndio, um «ser», um devir constante, uma tarefa que dá ao homem muito a fazer porque o obriga a exercer a liberdade de ser ele mesmo, de cumprir a sua vocação. Com este livro, que nasceu de um curso dado pelo autor em 1929, Ortega colocou-se no centro do debate filosófico do século XX. Neste texto, escrito depois de Ortega ser afastado da Universidade de Madrid por motivos políticos e ideológicos, o autor persegue uma reforma radical da filosofia, que consiste em superar o idealismo e criticar a modernidade. Ortega mostra-nos o caminho, sem dúvida fértil, pelo qual as armadilhas do racionalismo moderno podem ser evitadas sem cairmos novamente no irracionalismo ou no relativismo.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 184
Sinopse: Vivemos ligados em rede. Dependemos da tecnologia para trabalhar, comunicar, comer, viajar, namorar e até pensar. As redes sociais, em particular, tornaram-se a nossa principal janela para o mundo, e também o espelho mais distorcido da nossa própria imagem. Entre histórias reais e casos concretos, do adolescente preso ao TikTok até à avó viciada em Candy Crush, de famílias divididas pela polarização online à desinformação em larga escala, o autor expõe os mecanismos que nos tornam dependentes e ansiosos. E lembra-nos: não é falta de força de vontade. Está programado para que seja assim. As redes foram criadas para nos manter presos o máximo de tempo possível. Mas existe um Este livro é também um guia prático para quem quer recuperar o controlo: aprender a usar as redes sem ser usado por elas. Launspach propõe estratégias concretas para reduzir o tempo de ecrã, restaurar a capacidade de atenção e proteger a saúde mental, sem precisar de abdicar da tecnologia.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 504
Sinopse: Estas são as histórias surpreendentes dos casos judiciais mais mediáticos reveladas através de centenas de documentos confidenciais e das fontes com acesso privilegiado às mais sigilosas operações autorizadas pelo Tribunal Central de Instrução Criminal. São as histórias das guerras entre investigadores e juízes, dos processos disciplinares e acordos de circunstância, das cenas rocambolescas em interrogatórios, das birras e conversas indiscretas até em operações de busca, dos acordos de bastidores e denúncias anónimas que também visaram o juiz Ivo Rosa, das teias de ligações perigosas que juntaram espiões, magistrados, advogados, políticos e jornalistas. É uma viagem ao mundo dos segredos incríveis de inquéritos como a Operação Marquês, os casos Monte Branco e BES, as PPR rodoviárias, os vistos Gold, o Cartão Vermelho, o Prolongamento, a Altice/Picoas e muitas outras investigações que derrubaram bancos e banqueiros, colocaram na prisão ex-governantes como José Sócrates, penetraram nos negócios obscuros dos clubes de futebol, tiveram um impacto gigantesco até nos media e tornaram público inúmeros esquemas criminosos das elites políticas e financeiras do País. Esta é a história nunca contada de um tribunal desmontado politicamente em 2022 e dos mais de 17 anos em que o Tribunal dos Poderosos foi também o tribunal do (super) juiz Carlos Alexandre.
