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Nº Páginas: 232
Sinopse:
Bucéfalo, um cavalo negro, de proporções incomuns, aparentemente indomável, ajudou Alexandre, o Grande, a construir o seu vasto império. O cão Alão foi determinante para a conquista de Alenquer por D. Afonso Henriques. Merengo, o cavalo preferido de Napoleão Bonaparte, conferiu-lhe uma grandeza física que foi muito além do seu pequeno porte. Portugal do século XVI deixou-se maravilhar com a chegada de um soberbo rinoceronte que não teve um final feliz. Stubby e Chips conquistaram o respeito dos humanos graças à coragem demonstrada nas duas guerras mundiais. Por causa disso, os seus pequenos corpos caninos ficaram cobertos de medalhas. Na ciência, há nomes incontornáveis como o de Dolly ou Laika, a primeira cosmonauta canina. Nas artes do espetáculo seria injusto esquecermos a Lassie ou o Chico, o papagaio da fadista Amália Rodrigues. Já na literatura, a relação entre autores e gatos é conhecida, mas nada iguala o envolvimento de Hemingway com as suas máquinas de ronronar. E na política há muitos exemplos inspiradores: Nelson e Jock, os gatos de Winston Churchill, Bo, o cão de água português que viveu na Casa Branca, ou Charlie, o surpreendente sharpei que ocupou o Palácio de São Bento enquanto Aníbal Cavaco Silva foi primeiro-ministro. Estas são algumas das histórias que encontra nas páginas deste livro, onde os animais que ficaram para a história são os verdadeiros protagonistas.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse: Um ano após a revolução do 25 de abril de 1974, que restituiu a liberdade e a democracia a Portugal após 48 anos de ditadura, o país estava à beira da guerra civil. Os interesses geopolíticos antagónicos entre os dois blocos ideológicos dominantes dividiam a população. Vivia-se um clima de tensão permanente, alicerçado na certeza da derrota de quem disparasse a primeira bala. Na madrugada de 24 para 25 de novembro, várias bases aéreas nacionais foram ocupadas por paraquedistas, numa tentativa de golpe a que imediatamente se opôs um grupo de militares dirigido por Vasco Lourenço e Ramalho Eanes e apoiado pelos principais partidos moderados. A dúvida sobre quem teria dado a ordem para a ocupação das bases militares persiste desde então. Sabe-se, porém, que a cisão que culminou nas ações daquele 25 de novembro não nasceu nem desapareceu com uma sublevação de paraquedistas. Representa uma fratura antiga e complexa da sociedade portuguesa, que não só permanece, como parece ter-se aprofundado. Numa investigação reflexiva às origens de um país dividido, Paulo Moura falou com historiadores, politólogos, sociólogos, políticos, sindicalistas, jornalistas, e com quem viveu aquele dia junto às movimentações populares, para compreender que parte do país de hoje é devedora daquela madrugada que, cinquenta anos volvidos, tantos querem celebrar.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse: Este companheiro do popular podcast de história aborda tudo, desde Alexandre, o Grande, até Agatha Christie, das Guerras das Rosas a Watergate, com uma mistura única de sagacidade, sabedoria e diversão à moda antiga. Tom Holland e Dominic Sandbrook trazem-nos um livro que é uma autêntica viagem pelo que verdadeiramente marcou a Humanidade, sempre com as revelações mais sui generis, e respondendo às perguntas que nem sequer pensávamos em fazer: A Guerra de Troia realmente aconteceu? Qual foi a festa mais desastrosa? Como é que uma ida ao cabeleireiro quase revelou o disfarce de Churchill? Como se comparam D. Pedro II do Brasil e Maximiliano Ido México? Quais são os dez cães mais importantes da História? Do pequeno ao gigantesco, do normal ao insólito, os autores não deixam passar nada. Prepare-se para uma viagem pelas estradas e caminhos do passado humano.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 144
Sinopse: Lisboa afundou-se num turbilhão de água, fogo e devastação. O Terramoto de 1755 mudou a história do mundo. O Terramoto de 1755 mudou a história do mundo. Incendiou as ideias dos filósofos e colocou a Ciência nos carris do progresso. E da resposta ao Terramoto saiu uma das mais controversas figuras da história europeia, o Marquês de Pombal. Entre a grande catástrofe de 1755 e o questionar do mito dos grandes homens, Mariana, a narradora desta visita ao Quake ¿ Museu do Terramoto de Lisboa, retoma as pistas deixadas pelo avô. E o fascínio por esse momento terrível e traumático do passado transforma-se numa luta contra o tempo. Recordar 1755 conta a história do Terramoto como nunca foi contada, num panorama total: os vestígios da cidade antiga; o quotidiano dos lisboetas, das peixeiras às rainhas; a mais atualizada ciência sismológica; a polémica sobre as perdas e os impactos; as intrigas entre aristocratas, empenhados em salvar Lisboa projetando as suas carreiras políticas; os debates científicos do século XVIII e a épica e atribulada decisão de reconstruir Lisboa. Mas é também a crónica comovente de uma vocação, um ensaio sobre os limites da historiografia e a memória de uma cientista, Mariana, a contas com o seu próprio passado. Dos terrores da infância aos mistérios das grandes questões da História, nasce o sonho de um lugar onde seja possível conhecer, experimentar e questionar o grande Terramoto de Lisboa.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma obra que revela o lado humano e inesperado de Francisco Pinto Balsemão, através de histórias emocionantes, surpreendentes e cheias de autenticidade. Reunindo testemunhos únicos de quem privou de perto com ele, o livro mostra momentos de humor, generosidade, decisões difíceis e episódios de bastidores que despertam enorme curiosidade.
A combinação de uma figura maior da vida pública portuguesa com contributos de nomes destacados do jornalismo, da política e do mundo empresarial — num contexto recente que mobilizou o país — dá ao livro um forte apelo transversal para leitores de biografias, jornalismo, política, cultura e história contemporânea
.É um livro que gera conversa, destaque mediático e recomendação — impulsionando a rotação em ponto de venda.
Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 169
Sinopse: Nos últimos anos, os partidos de direita radical tornaram-se actores políticos centrais na maior parte dos países europeus. O que explica o aumento do sucesso eleitoral destes partidos? Se a mudança das ideias políticas é um processo particularmente lento, porque crescem eles tão depressa, parecendo vir do nada? A resposta, como argumenta Vicente Valentim neste seu primeiro livro, está no facto de grande parte das pessoas que expressam actualmente o seu apoio à direita radical já terem antecipadamente essas ideias em privado, não tendo até agora à-vontade para o manifestarem em público por causa da pressão social. O Fim da Vergonha - Como a direita radical se normalizou de Vicente Valentim, doutorado em Ciência Política pelo Instituto Universitário Europeu, em Florença, resulta da adaptação para português do seu primeiro livro The Normalization of the Radical Right, publicado em inglês pela prestigiada editora Oxford University Press. Vencedor de vários prémios, nomeadamente o Prémio Jean Blondel, atribuído pelo European Consortium for Political Research para a melhor tese escrita na Europa no domínio da Ciência Política, este seu trabalho é já considerado um texto de referência para todos os que pretendem compreender um dos mais relevantes fenómenos políticos da actualidade.
Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 196
Sinopse: O que há de comum entre Costa, Cavaco e Sócrates? Ganharam eleições (chegando à maioria absoluta) com Luís Paixão Martins ao lado.
Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 592
Sinopse: Esta obra analisa o modo como o regime ditatorial português do Estado Novo e a sua polícia política contaram com portugueses para denunciar outros
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 576
Sinopse: Um verdadeiro tratado sobre a importância da imaginação e do imaginário na história da humanidade. Poder-se-ia perguntar, como Shakespeare sugeriu em Sonho de Uma Noite de Verão, se a vida é uma tensão entre o que imaginamos com a nossa cultura e as nossas paixões e o que entendemos. Tem havido quem argumente que a imaginação é um voo condenável, um devaneio; outras opiniões concluem, pelo contrário, que não se pensa, sente ou aprende sem imaginar. Haverá, então, além da fria razão a que o Sonho se referia, uma essência humana que nasce do impulso da criatividade? Francisco Louçã procura responder a essa questão através de uma viagem pela cultura humana. Partindo do conceito de que a imaginação é a essência humana, o autor leva-nos numa jornada multidisciplinar pelas realizações da humanidade que têm na sua génese a imaginação, que é, por sua vez, produtora de imaginário (o conjunto de imagens que a nossa imaginação gera e projeta). Nesta viagem visitamos o desejo das cores imaginadas por artistas como Bosch, Gauguin, Van Gogh, Manet, e escritores como Shakespeare ou Cervantes, entre muitos outros, e o seu impacto artístico, social, político, histórico Encontramos a imaginação no cerne da cosmogonia, da visão do Além, da experiência de Deus; vemos a imaginação na base da criação de outros mundos e dos seus habitantes, o que levou o ser humano em busca de novas terras. Por fim, vemos o desejo como o resultado de uma projeção, uma imaginação de prazer, do corpo do outro, do amor e também da culpa. Um verdadeiro tratado sobre a importância da imaginação e do imaginário na história da humanidade.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 376
Sinopse: Do inventor da World Wide Web, eis toda a verdade por detrás da invenção mais influente do mundo moderno. Neste livro, Berners-Lee, reconhecido mundialmente com distinções como o Prémio Turing («Nobel» da Computação) e condecorado pela Rainha Isabel II, revela a história íntima e envolvente por trás da ferramenta que nos transformou na primeira espécie digital. Através de memórias pessoais pontuadas por anedotas e reflexões divertidas, recorda a génese da sua ideia espantosa no CERN, o seu objetivo inicial de fomentar a criatividade e colaboração universais, e como a Web, ao crescer, libertou também forças poderosas que hoje ameaçam a verdade, a privacidade e polarizam o debate público. Num momento em que o rápido desenvolvimento da inteligência artificial traz novos riscos e possibilidades, Isto É para Todos não é apenas a história fascinante da Internet, mas um guia essencial para as decisões que, como sociedade digital, enfrentamos. Berners-Lee apresenta um apelo urgente e uma proposta concreta de como podemos (e devemos) reengenhar as nossas vidas digitais para priorizar o florescimento humano, resgatando a promessa original da Web em vez de a deixar ser dominada pelo lucro e pelo poder. Uma leitura indispensável para qualquer pessoa que viva na era digital e se preocupe com o seu futuro, diretamente do homem que a tornou possível e que, ao contrário dos tecnólogos comuns, notavelmente partilhou a sua criação com o mundo sem qualquer recompensa comercial.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 228
Sinopse: Como Proteger a Democracia é um alerta urgente sobre os riscos da indiferença, da normalização do discurso radical e da fragilidade das instituições perante líderes autoritários.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 448
Sinopse: No verão de 1941, quando Hitler invadiu a União Soviética, as forças de Estaline enfrentaram a possibilidade de uma derrota catastrófica, o que tornaria praticamente impossível a libertação da Europa pelos Aliados. Para evitar este desastre, a Grã-Bretanha e os Estados Unidos mobilizaram uma equipa de elite composta por diplomatas notáveis com a missão de manter o Exército Vermelho na guerra. Para o coração da Moscovo de Estaline, Roosevelt enviou Averell Harriman, o quarto homem mais rico da América, e a sua brilhante filha Kathy. Churchill enviou o imprudente, mas criativo bon vivant Archie Clark Kerr - e, ocasionalmente, ele próprio - para negociar com os operadores mais astutos do Kremlin. Juntos, este grupo improvável lutou contra o engenhoso e temperamental Estaline para tornar a vitória possível. Do autor bestseller Giles Milton, e baseado em diários, cartas e relatórios secretos surpreendentes e inéditos, O Caso Estaline põe a descoberto aquela que é a coligação mais improvável da História moderna.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse: No segundo livro da série «Porque sou¿», João Cotrim de Figueiredo levanta o véu sobre vários episódios pouco conhecidos da sua vida pessoal e profissional. Da infância do autor ao seu envolvimento na vida política, passando pelas experiências profissionais e relações familiares, esta é uma auto-biografia rica em episódios e revelações. O autor, agora candidato presidencial, começou a escrever este livro, a convite da Zigurate, bem antes da decisão de avançar com a candidatura a Belém. Ainda assim, o momento de conhecermos o percurso pessoal, profissional e político invulgar de João Cotrim de Figueiredo não podia chegar num momento mais oportuno.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"o mein kampf é um livro de ódio. adolf hitler comecou a escrevê-lo, em 1924, na prisão, na sequência da condenacão pela tentativa de golpe para derrubar o governo do estado da baviera. este livro é imprescindível para a compreensão da utopia racial nazi, que é parte dos movimentos utópicos e revolucionários do comeco do século xx. livro maldito, a sua publicacão exige uma contextualizacão histórica. é o que esta edicão proporciona, fazendo-o preceder de um conjunto de textos e notas que dão ao leitor uma síntese do que foi a ascensão, poder e crime do nazismo. ensaia-se também uma breve análise dos principais tracos da personalidade de adolf hitler. "
Nº Páginas: 912
Sinopse:
Os Romanov governaram a Rússia como czares e imperadores durante trezentos anos. Através da força implacável das suas personalidades, esta família de autocratas peculiares, mas brilhantes, transformou um reino fraco e arruinado pela guerra civil num império que dominou a Europa. Pedro, o Grande, tirano bêbedo e assassino, e Catarina, a Grande, a apaixonada princesa alemã que destronou o próprio marido para se tornar a estadista mais notável de uma época de ouro, foram os dois maiores governantes da Rússia. Isabel, que tinha tanto de promíscua como de glamorosa, continuou a ascensão da Rússia como potência europeia; mais tarde, Pedro III e Paulo I, impotentes e desequilibrados, foram assassinados. Nicolau I censurou Pushkin e travou a Guerra da Crimeia com a Grã-Bretanha. Finalmente, Nicolau II e Alexandra, apesar do seu casamento feliz e da tragédia do seu filho hemofílico, revelaram-se demasiado ineptos para salvar a Rússia da Grande Guerra e da Revolução.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
A História de Portugal está recheada de personagens que mais parecem de ficção, desde os nomes aos cognomes, dos feitos aos feitios. Ou não fosse a nossa História construída sobre sangue (dos outros), suor (dos nossos heróis e heroínas) e vinho (de todas as castas)! Este livro alia o rigor histórico (rigor mortis) à boa disposição de uma certa cusquice (merecida) sobre uma mão-cheia de verdadeiras personagens, todas conhecidas (e algumas até da polícia), e inclui expressões populares e eruditas, pratos, moda e outras curiosidades. Escrito sob uma luz mais intimista e pessoal, divertida e desarmante, mas sempre interessante, promete entreter curiosos e estudiosos - afinal, as autoras são especialistas na matéria, como se pode comprovar através do seu podcast de Maneiras que É Assim¿
Nº Páginas: 424
Sinopse:
O segredo mais bem guardado da Guerra Fria No confronto silencioso da Guerra Fria, travado em grande parte nos campos da mente e do intelecto, uma arma insuspeita foi fulcral: o livro. O Clube de Leitura da CIA revela a extraordinária história verídica de um programa secreto da inteligência dos EUA que conseguiu contrabandear dez milhões de volumes através da vastíssima e fortemente vigiada Cortina de Ferro. A missão, de um alcance e audácia sem precedentes, visava minar diretamente a sufocante censura imposta pelo regime soviético e levar visões políticas e culturais alternativas a um povo privado de acesso à informação livre. Liderado por George Minden a partir dos escritórios da CIA em Manhattan, um homem nascido em Bucareste que compreendia profundamente as realidades e necessidades culturais do Leste, o programa enviava uma diversificada seleção de literatura para a Europa de Leste ¿ de clássicos subversivos como George Orwell a autores populares como Agatha Christie. Estes livros, que funcionavam como faróis de esperança e ar fresco intelectual, eram transportados através de todos os meios imagináveis de contrabando: a bordo de camiões e iates, enviados por balões, escondidos em compartimentos secretos de comboios, ou dissimulados na bagagem de viajantes comuns. A operação não só desafiava as autoridades comunistas, como procurava estabelecer uma ligação genuína com os leitores no Leste, reconhecendo a sua inteligência e a sua sede por diversidade cultural e dignidade humana. O impacto desta torrente clandestina de literatura foi particularmente forte na Polónia, onde os livros circularam avidamente e inspiraram dissidentes a iniciar operações de impressão subterrâneas, arriscando espancamentos, prisão e exílio. A disseminação da literatura ilícita tornou-se tão massiva que, no final dos anos 1980, a censura na Polónia colapsou, um fator crucial que ajudou a pavimentar o caminho para a eventual queda da própria Cortina de Ferro. Narrada em detalhe cativante pelo jornalista Charlie English, esta é uma saga real de espionagem, sobrevivência e resistência, uma prova arrebatadora do poder inabalável da palavra escrita como força de libertação e de mudança histórica.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
UM PODEROSO RELATO SOBRE O QUE ESTÁ A ACONTECER AGORA NA PALESTINA E AS CONTRADIÇÕES MORAIS DO OCIDENTE A 25 de Outubro de 2023, após apenas três semanas da intensificação dos bombardeamentos em Gaza, Omar El Akkad publicou um tuite: «Um dia, quando for seguro, quando não houver consequências pessoais por chamar as coisas pelos nomes, quando for demasiado tarde para responsabilizar quem quer que seja, sempre teremos sido todos contra isto.» Teve mais de dez milhões de visualizações. Enquanto imigrante que veio para o Ocidente, El Akkad acreditava que este prometia liberdade e justiça. Mas nos últimos 20 anos, ao fazer a cobertura de guerras e protestos, e sobretudo ao assistir ao massacre em Gaza, chegou à conclusão de que grande parte do que o Ocidente promete é mentira, e que haverá sempre grupos de seres humanos a não serem tratados como tal ¿ não apenas árabes, muçulmanos ou imigrantes, mas quem quer que fique de fora das fronteiras do privilégio. Um Dia, sempre Teremos Sido Todos contra Isto é uma crónica dessa dolorosa constatação, um debate moral sobre o que significa, enquanto cidadão, talhar um qualquer sentido de possibilidade numa era de carnificina. Relato cru e vulnerável, registo de uma matança inominável e uma desolada carta de ruptura com o Ocidente, este livro é para todas as pessoas que ambicionam algo melhor para o mundo. Este é o livro do nosso tempo. «Gaza matou alguma coisa em todos nós. Este é um livro poderoso, irresistível, assustador.» ¿ The Guardian, Sean O¿Hagan «Um estimulante manifesto e um importante registo da actualidade.» ¿ The New York Times «Uma defesa poderosa da empatia¿ o que é necessário para que o horror que acontece `lá¿ seja tão urgente como o que acontece `cá¿?» ¿ The Washington Post, Elamin Abdelmahmoud «Agonizante, este livro é um grito perturbador mas eloquente contra a nossa tolerância perante o sofrimento dos outros.» ¿ The New York Times Book Review, Fintan O¿Toole «Tão furiosamente marcante como tem de ser um grito de raiva e luto contra o status quo.» ¿ Financial Times, Alex Clark «Brutal, raivoso mas sempre inatacável na sua lógica¿ no final, o meu coração estava aos saltos.» ¿ The Guardian, Dina Nayeri «Foi preciso muita coragem para escrever este livro. Também é preciso coragem para o ler¿ porque El Akkad tem toda a razão.» ¿ The Globe and Mail, Lawrence Hill - Tradução: Guilherme Pires
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Gareth Harney conta a história da Roma Antiga, desde a fundação ao colapso, através da sua coleção de moedas. Doze capítulos, cada um dedicado a uma moeda e a uma época específica, com informação bem fundamentada e pequenas narrativas ficionadas a partir dos textos históricos conhecidos, com fotografias ilustrativas, a que acresce um extratexto a cores.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Rendição, A Ascensão dos Idiotas, de Pedro Gomes Sanches, em cinco capítulos, «o fim do homem livre», «a nova religião e seus cordeiros», «identidade como tirania», «a morte da cultura» e «o conflito final», explora, com ironia e erudição, temas como os excessos do Estado paternalista, os limites da liberdade de expressão e a imposição das políticas identitárias. Como uma tragédia clássica em cinco actos, o autor traça o retrato de uma sociedade que, em nome da segurança, do bem-estar e da correcção política, se entrega voluntariamente ao controle estatal, à vigilância social e ao puritanismo ideológico. Abordando temas como o apagamento cultural e a polarização extrema entre esquerdas e direitas reconfiguradas, este livro denuncia, com humor ácido, crítica implacável e referências filosóficas e políticas, a rendição entusiástica da liberdade perante a tirania dos «bons sentimentos» e da hipocrisia woke."
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O novo livro do comentarista do programa da SIC Torto e Direito Após ter escrito um livro sobre o conservadorismo, Miguel Morgado regressa com uma introdução à ideologia política que parecia ter-se estabelecido como o «consenso indestrutível», mas que atravessa uma grave crise na actualidade ¿ o liberalismo. «Não é um exagero dizer que até há pouco tempo o liberalismo, com todas as suas variantes, mas unidas por um núcleo comum, era a ideologia política reinante e hegemónica nas democracias ocidentais, tanto na Europa como na América do Norte. A tese do ¿fim da história¿ era, em parte, a constatação desse facto indesmentível. O liberalismo conferia a (quase) totalidade das ideias, dos referentes, dos princípios em torno dos quais se articulava a política democrática dos Estados ocidentais. As diferenças políticas entre partidos e correntes de opinião socorriam-se invariavelmente do tronco comum, diferentemente interpretado, da mesma árvore liberal. Eram contestações, como veremos, entre aquilo que podemos chamar ¿liberalismo de esquerda¿ e ¿liberalismo de direita¿.»
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Dinheiro: o objeto dos nossos desejos. O motor da nossa perdição. A maior invenção da humanidade. O dinheiro é poder ¿ e o poder seduz. Nada que tenhamos inventado definiu tão profundamente a nossa evolução ou alterou tão dramaticamente o rumo da história do planeta. O dinheiro moldou a própria essência do que significa ser humano. O nosso mundo gira em torno do dinheiro, mas raramente paramos para pensar nele. O que é o dinheiro, de onde vem e poderá esgotar-se? O que é esta substância que impulsiona o comércio, revoluções, descobertas, e inspira a arte, a filosofia e a ciência? Nesta viagem épica e fascinante, o economista David McWilliams traça a relação entre os seres humanos e o dinheiro ¿ desde uma simples vara de contagem na África antiga às moedas da Grécia Republicana, da matemática do mundo árabe medieval à Revolução Francesa, e da ascensão do dólar americano às criptomoedas dos dias de hoje. Pelo caminho, encontramos personagens que inovaram com o dinheiro, desafiando a sociedade e transformando a nossa forma de viver, numa evolução monetária contínua que, ao longo dos últimos 5000 anos, tem impulsionado o progresso humano. Uma obra esclarecedora, abrangente e irreverente, que desvenda os mistérios e o poder do dinheiro, explicando porque é tão importante e como molda o nosso mundo.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Um livro que retrata o Ultramar desde o fim do século XIX até à descolonização das colónias. Rico em imagens, tanto dá voz à elite governante portuguesa como à poesia e pensamento africanos. Traz um prefácio muito elogioso de Marcelo Rebelo de Sousa.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
«O maior historiador do mundo secreto» Em 30 de abril de 1980, seis homens fortemente armados irromperam na embaixada iraniana em Londres. Aí fizeram 26 reféns, incluindo funcionários da embaixada, visitantes e três cidadãos britânicos. Seguiu-se um tenso cerco de seis dias, enquanto milhões de pessoas se reuniam em torno dos ecrãs em todo o mundo para assistirem ao noticiário mais longo da história da televisão britânica, no qual negociadores da polícia e psiquiatras procuravam pôr um fim ao impasse sem derramamento de sangue. Enquanto isso, o SAS até então uma organização envolta em secretismo planeava uma ousada missão de salvamento: a Operação Nimrod. Com base em fontes inéditas, entrevistas exclusivas com o SAS e depoimentos de testemunhas incluindo reféns, negociadores, agentes dos serviços secretos e o psiquiatra que se encontrava no local ¿, o historiador Ben Macintyre conduz os leitores numa viagem emocionante, desde os anos e semanas de preparação de ambos os lados, até ao relato, minuto a minuto, do cerco e do salvamento. Recriando as conversas dramáticas entre os negociadores e os reféns, o trabalho vital dos serviços secretos nos bastidores e o frenesim dos meios de comunicação social em torno deste momento de importância internacional, O Cerco é a história notável do que realmente aconteceu naqueles seis dias fatídicos e o primeiro relato completo de um momento que mudou para sempre a forma como a opinião pública encarava as forças especiais.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
"Em 1990, um país desapareceu. Quando a cortina de ferro caiu, a República Democrática Alemã simplesmente deixou de existir. Durante mais de quarenta anos, a RDA apresentou uma identidade alemã radicalmente diferente de tudo o que tinha existido antes e de tudo o que existe hoje. Solidariedade socialista, polícia secreta, planeamento central, arame farpado - esta era uma Alemanha forjada nas falhas da ideologia e da geopolítica. Em Para Lá do Muro, a aclamada historiadora Katja Hoyer oferece uma nova visão caleidoscópica de um país desaparecido. Desde a construção do Muro de Berlim, em 1961, até à relativa prosperidade da década de 1970, passando pelos alicerces do socialismo em meados dos anos 1980, a autora argumenta que, no meio da opressão e das dificuldades frequentes, a Alemanha de Leste albergava uma rica paisagem política, social e cultural, um lugar muito mais dinâmico do que a caricatura da Guerra Fria muitas vezes retratada pelo Ocidente." Contada de forma poderosa, e com base num vasto conjunto de entrevistas, cartas e registos inéditos, esta é a derradeira história da outra Alemanha, aquela que ficava para lá do muro.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro revelador sobre a forma como as fronteiras moldam o nosso mundo Desde que existem mapas que as linhas neles desenhadas marcam as fronteiras, geográfica ou totalmente arbitrárias, que dividem territórios, povos, culturas ou identidades políticas, e que se podem tornar intemporais, mesmo depois de terem desaparecido. Estas linhas poderiam ser bastante diferentes se uma guerra, um tratado ou as decisões de alguns europeus tivessem sido outras. Ao contar as histórias destas fronteiras, podemos aprender muito sobre a vaidade e loucura humanas, e ver como aquilo que parece óbvio e permanente num século parecerá aleatório ou ridículo noutro. Estas histórias mostram-nos como decisões tomadas por razões de curto prazo podem ter efeitos de longo prazo no mundo real, durante as décadas ou os séculos vindouros. Das tentativas romanas de definir os limites da civilização, ao acordo secreto britânico-francês para dividir o Império Otomano durante a Primeira Guerra Mundial, até à razão pela qual a Bolívia, sem acesso à costa, ainda mantém uma marinha, esta obra apresenta uma visão fascinante, engenhosa e surpreendente da história do mundo contada através das suas fronteiras.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Uma História que nos pertence a todos. Independentemente de onde vivemos, todos temos raízes na África. Este livro revela como o continente moldou a história global e porque devemos conhecer melhor o seu legado. Durante demasiado tempo, a história da África foi dominada pelas narrativas ocidentais sobre escravatura e colonialismo ou, simplesmente, ignorada. Zeinab Badawi vem, finalmente, pôr os pontos nos is. Neste livro fascinante, a autora guia-nos pela história espetacular da África - desde as origens da nossa espécie, passando pelas antigas civilizações e pelos impérios medievais com rainhas e reis notáveis, até às misérias da conquista e à euforia da independência. Visitando mais de trinta países africanos para entrevistar inúmeros historiadores, antropólogos, arqueólogos e contadores de histórias locais, Zeinab Badawi tece uma nova, abrangente e arrebatadora história do mais antigo continente habitado do planeta, contada através das vozes dos próprios africanos.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
+ 13 Casos de Morte, Perversão e Horror Neste terceiro volume de uma série iniciada em 2019, a psicóloga clínica e criminóloga Joana Amaral Dias expõe alguns dos casos mais sangrentos, brutais e inquietantes ocorridos no «país dos brandos costumes», ou envolvendo cidadãos nacionais residentes no estrangeiro. Entre a análise psicológica forense, a reconstituição detalhada dos crimes e as circunstâncias de vida dos seus protagonistas, PSICOPATAS PORTUGUESES LIVRO TERCEIRO completa assim um retrato abrangente e verdadeiramente perturbador sobre o lado mais negro da natureza humana. Ao mesmo tempo, destapa recantos esquecidos, silenciados e votados ao abandono da nossa sociedade, onde tantas vezes a perversão cresce à sombra de um dos seus principais pilares, a família na qual a tragédia também se abate sobre os mais frágeis, como as crianças. Uma leitura desaconselhável a mentes sensíveis. Os carrascos torturadores de Jéssica * Rosa, a mãe carcereira * José e Amélia: pais na casa dos horrores * Fábio, o padrasto sádico-sexual * Beatriz, a assassina adolescente da irmã * Olegário, o avozinho que matou a neta * As sete facadas da mãe Odete * As seis vítimas do engenheiro Valdo * Os 28 dias sangrentos de Pedro * Delfim, o maior recluso português * João, escuteiro pedófilo * Domingos, político criminoso * António, o Mata-Mulheres
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A solução é dar mais, e não menos. O empresário de restauração Will Guidara tinha 26 anos quando assumiu o controlo do restaurante Eleven Madison Park, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América. Este era então um estabelecimento de duas estrelas, longe de qualquer destaque, apesar do ambiente faustoso que já então ostentava. Onze anos depois, o Eleven Madison Park seria eleito o melhor restaurante do mundo. Dar mais a si próprio. Guidara conseguiu essa transformação juntando à qualidade da cozinha um atendimento ao cliente marcado por uma hospitalidade extraordinária e personalizada. Por exemplo, surpreendendo uma família que nunca vira neve com uma experiência, após o jantar, de passeio de trenó pelo Central Park; ou enchendo uma sala privada com areia, cadeiras de praia e bebidas festivas para animar um casal cuja viagem de sonho fora cancelada. A qualidade excecional do serviço do restaurante, aliás, foi além dos clientes, pois Guidara estendeu-a à forma como tratava a própria equipa que liderava. Os resultados foram impressionantes. Dar mais a quem trabalha consigo. «Além de ter transformado um restaurante, Guidara transformou a ideia de atendimento e serviço ao cliente. Seja qual for a empresa ou organização, irá beneficiar destes ensinamentos.» SIMON SINEK, escritor e autor da aclamada TED Talk Como os Grandes Líderes Inspiram Ação. Dar mais aos seus clientes.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Queria? Já não quer? é uma viagem pelos mistérios e curiosidades da língua portuguesa. Escrito com uma combinação de rigor e humor, o livro desmascara alguns dos mitos que circulam há décadas sobre a origem de palavras e expressões do dia-a-dia. Marco Neves convida os leitores a acompanhá-lo em investigações com reviravoltas dignas de um policial. Será que "bica" era um acrónimo? Será que o famoso palavrão acabado em -alho começou como um cesto nas caravelas? Será que a palavra inglesa tea vem de Transporte de Ervas Aromáticas? Estas e muitas outras histórias são analisadas de forma minuciosa, com factos históricos e etimológicos que revelam a verdadeira origem das nossas expressões e palavras. Para lá das origens das expressões, também encontramos enganos e desenganos sobre o que está certo e errado na nossa gramática: será que não há nada é erro? Será que queria um café deveria ser quero um café? Ideal para apaixonados pela língua portuguesa e curiosos de todas as idades, Queria? Já Não Quer? não é apenas um livro sobre a língua, mas uma reflexão sobre como as palavras carregam em si as histórias da nossa cultura. Este é um livro que, ao mesmo tempo que desmistifica, enriquece a nossa compreensão sobre a complexidade e beleza do português, provando que a realidade, por vezes, pode ser mais fascinante que as lendas.
