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Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 168
Sinopse: Morrer no espaço virtual não é fácil. Evitamos um convívio próximo com o fantasma da morte, considerado, na nossa cultura, inoportuno, macabro e de mau gosto. Contudo, online, ele está por todo o lado.
Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 112
Sinopse: Um ensaio consagrado aos meios que permitem medir o racismo e lutar contra as discriminações mediante uma política social e económica baseada no universalismo.
Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 272
Sinopse: Jorge Dezcallar dedicou toda a vida profissional à diplomacia e à política externa. Uma experiência que nos últimos e turbulentos anos lhe permitiu refletir sobre a direção que o mundo toma.Fez a exposição dessas reflexões neste livro agradável, no qual nos deixa inquietações, sugestões e algumas ideias de como poderá ser o rumo da geopolítica a partir de agora. Nada escapa ao seu olhar inteligente: as mudanças provocadas pelas revoluções da tecnologia, da informação e da genética; as relações internacionais dominadas pelos Estados Unidos, pela China e pela Rússia e o papel da União Europeia; os conflitos locais na América do Sul, em África, nos países islâmicos¿; as guerras que já começaram ou estão prestes a começar¿ Tudo isso em ritmo acelerado por causa da pandemia da covid-19. Mas Dezcallar não se limita, nestas páginas, a descrever situações. Também oferece possíveis soluções e estimula o leitor a procurar as suas próprias
Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 264
Sinopse: Uma elegia ao poder curativo da natureza, algo de que precisamos mais do que nunca, num mundo dominado pela ansiedade e pela iminente catástrofe ecológica.
Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 304
Sinopse: O maior especialista mundial em experiências de quase¿morte revela a sua jornada para repensar a natureza da morte, da vida e da continuidade da consciência
Edição: Ago 2022
Nº Páginas: 320
Sinopse: O ano de 1177 a. C. foi um ponto de viragem para o mundo antigo. Grupos conhecidos como Povos do Mar invadiram o Egito.
Edição: Jul 2022
Nº Páginas: 448
Sinopse: No ano de 1357 nasce João, mais um filho ilegítimo do infante D. Pedro. Ascende, ainda criança, a Mestre de Avis e, liderando a ordem e frequentando a corte, atravessará os governos de seu pai e de seu irmão D. Fernando.
Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 416
Sinopse: Em 1965, o Governo dos EUA ajudou as forças militares indonésias a matarem cerca de um milhão de civis inocentes. Este foi um dos mais importantes pontos de viragem na história do século XX.
Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 472
Sinopse: O filósofo Martin Hägglund escreveu um livro original mas acessível, onde desafia as noções estabelecidas de fé e de liberdade.
Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 288
Sinopse: Durante grande parte da sua existência, a Terra foi um astro inóspito em constante fluxo químico, com mares revoltos, atividade vulcânica de proporções planetárias e uma atmosfera em permanente transformação.
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 232
Sinopse: Os Bourbons, a família que chegou a Espanha no ano de 1700, é a dinastia mais antiga da Europa. Se por alguma razão se distinguiu a maioria dos descendentes de Hugo Capeto, foi pela sua paixão desmedida pela prática do sexo, com uma desenvoltura e um interesse que chamaram a atenção de historiadores e romancistas de todas as épocas. Marta Cibelina, com o seu brilhantismo e a sua ousadia, inventou com este livro um novo género, o do ensaio histórico-sexual, no qual nos são descritos os gostos reais na cama, os seus desejos, os seus vícios, as suas histórias mais apaixonadas e escatológicas, as suas fantasias¿ Um périplo lúdico e rigoroso pelo submundo dos Bourbons, repleto de histórias divertidas e desconhecidas.
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse: Nunca a boa literatura teve tanta importância na vida e na formação de leitores atentos ao mundo. E nunca Mario Vargas Llosa foi tão sábio e eloquente.
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 832
Sinopse: a história de jerusalém é a história do mundo. jerusalém é capital de dois povos, lugar santo para três religiões, é o cenário destinado ao dia do juízo final, o campo de batalha do atual choque de civilizacões. como foi que esta pequena e longínq
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 488
Sinopse: A magia de Pompeia redescoberta ¿ pela mão do principal arqueólogo. Com fotografias a cores e cerca de 200 imagens inéditas que revelam pela primeira vez essas descobertas recentes. Soterrada sob três camadas de lava, Pompeia só foi descoberta em 1748 ¿ ou seja, 1600 anos depois da erupção do Vesúvio ¿ durante uma escavação fortuita.
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse: «Daniel Sokatch fez um trabalho notável nesta história do conflito, usando uma linguagem clara e acessível. Nenhum leitor concordará com tudo o que ele escreve. Isso é bom! Mas todos os leitores serão capazes de reconhecer a sua honestidade, paixão, inteligência e humanidade.»
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 368
Sinopse: «alerta: juventude em perigo!» estamos a viver uma situação muitíssimo preocupante.o autor deste livro afirmou, numa entrevista à bbc que se tornou viral, que os nativos digitais são os primeiros filhos a terem um qi inferior ao dos pais
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 304
Sinopse: um retrato vivo e profusamente ilustrado da mais louca e veloz época de que há memória.entre os novos eletrodomésticos que agilizavam a vida doméstica, aos automóveis mais modernos, à frenética vida noturna, dos clubes e cabarets, dos c o mundo respirava de alivio.saida da grande guerra, ao ritmo de charlestons e foxtrots, a europa vivia um periodo de otimismo, esperanca, progresso e de alguma excentricidade.e portugal nao queria ficar de fora destes loucos anos 20.o p
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse: 29 510 PRESOS POLÍTICOS DEVIAM FALAR POR SI. MAS ESTAS HISTÓRIAS NÃO NOS DEIXAM ESQUECER A PRINCIPAL GUARDIÃ DA MAIS LONGA DITADURA PESSOAL DO SÉCULO XX. Reunião de investigações feitas pelo jornalista José Pedro Castanheira ao longo dos anos para o Expresso. Este primeiro volume reporta ao período de Salazar, o segundo incidirá sobre a época de Marcello Caetano. Em 1965, o general Humberto Delgado, inimigo público número 1 de Salazar, foi assassinado perto de Badajoz por uma brigada da PIDE. A chefiá-la estava Rosa Casaco, que, fugido do país a seguir ao 25 de Abril de 1974, viria a ser condenado a oito anos de prisão e a tornar-se, após uma entrevista incluída neste livro, um dos rostos mais emblemáticos desta força policial. Sólido e temido bastião do Estado Novo, ninguém escapava ao raio de acção da PIDE: nem Calouste Gulbenkian, o homem mais rico do mundo, que foi preso em 1942; nem o ex-presidente da República marechal Craveiro Lopes, vítima de chantagem de carácter sexual; nem sequer o bispo D. Eurico Dias Nogueira, submetido a constante vigilância, com cartas interceptadas até para o Vaticano e para o próprio Salazar. «A PIDE foi, antes de tudo o mais, o principal guardião da mais longa ditadura pessoal do século XX e um inimigo jurado da liberdade. Ao longo dos seus 41 anos de existência, sob as designações de PVDE, PIDE ou DGS, fez dezenas de milhares de vítimas. Só presos políticos nominais foram 29 510, o que dava para encher um estádio de futebol de média dimensão. E isto apenas em Portugal, já que nas colónias se ignora o seu número, mas que é seguramente muito superior, atendendo designadamente à extensão, violência e duração das três guerras coloniais.»
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse: Como o amor por um continente pode transformar tantas vidas Marta Martins Silva regressa a África e leva-nos numa viagem que se conta pelas histórias dos que lá nasceram ou viveram quando o «Império português» se estendia àquela terra que se pinta de tons ocre e onde o horizonte se mistura com um céu como não há igual. Num caleidoscópio emocional, portugueses de todas as geografias recordam o absoluto deslumbramento perante os costumes, as cores e a alegria exuberantes de um continente tão diferente da bafienta metrópole. Relembram também a vida que se fazia de misturas descomplexadas, de tempo e de liberdade, partilhando ainda a perda de quem deixou tudo de um dia para o outro e a resignação ¿ único caminho possível ¿ para tantos que tiveram de recomeçar num Portugal que lhes era estranho, sabendo-se «amputados» nas vistas e no coração. Revisitando marcos tão importantes da nossa História, como a Guerra Colonial e a Descolonização, a autora, num equilíbrio entre a acutilância experimentada do jornalismo e a sensibilidade da palavra literária, traz-nos relatos extraordinários de mulheres e homens que não resistiram ao apelo da terra-mãe e de outros que, passados tantos anos, continuam a alimentar a esperança de regressar a esta África-casa, um encontro, para muitos, continuamente adiado. Porém, quando a memória os convida, embarcam numa ponte aérea emocional que os leva a esta África (para sempre) deles e que agora partilham nestas páginas.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 216
Sinopse: O 25 de Abril de 1974 desencadeou um processo revolucionário, que se concluiu, dois anos depois, com a vitória do modelo de democracia pluralista e forte dimensão social consagrado na Constituição. Esta revolução democrática acabou com o ciclo colonial, recentrou Portugal na Europa e abriu caminho a uma profunda transformação em todos os domínios, da demografia aos padrões de comportamento. Obrigou os portugueses a repensarem-se como comunidade, respondendo à pergunta: quem somos nós, quem queremos ser? Este ensaio procura interpretar o 25 de Abril e a Revolução a partir da literatura e do cinema produzidos durante ou logo após o seu curso. Para isso, explora o seguinte desafio: se olharmos a partir dos romances de Lobo Antunes, Saramago, Lídia Jorge, Olga Gonçalves, Almeida Faria, ou da poesia de Sophia, Sena, Ruy Belo, Knopfli, ou dos diários de Torga, Vergílio Ferreira e Natália Correia, ou dos filmes de António Reis, Seixas Santos, Fernando Lopes, Oliveira e tantos outros, que Revolução dos Cravos vemos? «Não trato da cultura como consequência da Revolução. \[¿] O que pretendo é outra coisa: é precisamente olhar para a Revolução a partir da cultura, é usar a cultura como um prisma que permita ver de certa maneira a Revolução. É que a perspetiva cultural, que projeta imagens de certa natureza e conformação, é elemento necessário e principal do que é uma revolução: não há revolução sem as imagens a seu propósito construídas.»
Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse: Portugal foi pioneiro na abolição da escravatura? Olivença é mesmo nossa? Quando é que nasceram, de facto, os três grandes do futebol português? O 25 de Abril foi realmente uma revolução pacífica? «Fomos o primeiro país a acabar com a pena de morte!» Ora aqui está um bom exemplo de uma mentira repetida tantas vezes que acabou promovida a verdade absoluta. Infelizmente, este «orgulho nacional» não passa de um mito: não só não fomos os primeiros, como mantivemos a pena capital, em certos contextos, até bastante mais tarde do que outros países. A mentira tem perna curta, mas esta parece ter perdurado. Neste livro, Ricardo Raimundo, historiador e autor de referência na área da divulgação histórica, analisa as versões mais populares - e nem sempre verdadeiras - da nossa História. Com base numa investigação sólida, ele desmonta mitos, corrige falsidades repetidas ao longo de gerações e expõe manipulações de acontecimentos que marcaram os séculos XIX, XX e XXI. Um livro indispensável para repensar o que julgávamos saber sobre a História de Portugal.
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse: Cleópatra, uma das figuras mais icónicas da história, é justamente lembrada como uma governante inteligente e carismática. Mas poucos hoje sabem que ela foi a última de uma longa linha de rainhas egípcias conhecidas por esse nome.¿¿ ¿Em As Cleópatras, o historiador Lloyd Llewellyn-Jones conta a história dramática dessas sete mulheres incomparáveis, reconstituindo vividamente o mundo perdido do Egito helenístico e traçando os últimos séculos do reino antes da sua queda nas mãos de Roma. As Cleópatras eram descendentes de língua grega de Ptolomeu, o general que conquistou o Egito ao lado de Alexandre, o Grande. Eram muito próximas como mães, filhas, irmãs, meias-irmãs e sobrinhas. Cada uma exercia poder absoluto, ofuscando facilmente os seus maridos ou os seus filhos, e todas demonstraram ser líderes astutas e competentes. Assumindo-se como deusas-rainhas, as Cleópatras governaram através da implantação de rituais arcanos, espetáculos opulentos e riqueza incomparável. Governaram no meio de turbulências políticas e intrigas da corte, lideraram exércitos em batalhas e comandaram frotas de navios, e impiedosamente aniquilaram os seus rivais dinásticos.¿¿¿ As Cleópatras é uma biografia fascinante e de sete mulheres extraordinárias, devolvendo-lhes o seu merecido lugar entre os maiores governantes da História.
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 296
Sinopse: um dos aspectos muito pouco conhecidos do 25 de abril português é a relacão que teve com os militares democratas espanhóis. cinquenta anos depois da revolucão dos cravos, é hora de revelar essa história com todos os detalhes e de homenagear aqueles homens que, de ambos os lados da fronteira, lutaram pela democratizacão da península ibérica e pela sua integracão numa europa que já acabara com as ditaduras décadas antes. enquanto no país vizinho triunfava um golpe protagonizado por capitães, em espanha perseguia-se ferozmente os homens agrupados sob a sigla da união militar democrática(umd). neste livro revisita-se a história comum desses militares espanhóis e portugueses, os seus contatos clandestinos, o apoio que os capitães de abril deram à umd, bem como as viagens de uns e de outros nessas datas. uma história até agora desconhecida. a espanha democrática ainda lhes deve uma homenagem e o reconhecimento público por terem «molhado a pólvora» do
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 392
Sinopse: no ano que se assinalam 80 anos sobre o desembarque da normandia, este livro é uma oportunidade única para os leitores viverem a invasão. uma história viva do dia d. ao romper da aurora de 6 de junho de 1944, inicia-se o desembarque da maior armada alguma vez reunida. durante a noite, os paraquedistas da 6.ª divisão aerotransportada britânica asseguram o flanco oriental da zona de desembarque, enquanto as 82.ª e 101.ª divisões aerotransportadas dos estados unidos da américa asseguram o flanco ocidental, para evitar os contra-ataques alemães. a batalha, com o nome de código operacão overlord, comecava assim a tomar forma. quando a grã-bretanha acorda com a notícia do desembarque, é sobre os ombros do primeiro-ministro, winston churchill, que recai a expetativa de uma declaracão formal à câmara dos comuns. churchill tem consciência da sua responsabilidade para com os soldados britânicos e os civis franceses, sabe que os opositores políticos irão questionar
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 264
Sinopse: insubmisso, memórias de um polícia oferece-nos a narrati¬va empolgante de três grandes operacões policiais: apito dourado, face oculta, aveiro-connection. neste livro ficamos a saber como evoluiu o combate à corrupcão política, desportiva ou militar. teófilo santiago foi o polícia, insubmisso, responsável por essas investigacões criminais. as suas memórias são aqui contadas na primeira pessoa, num percurso cruzado com o jornalista eduardo dâmaso. teófilo santiago nunca baixou os bracos. as suas investigacões foram as primeiras a incomodar poderes simbolizados em pinto da costa, josé sócrates, valentim loureiro, oliveira e costa, armando vara. santiago foi, afinal, o homem que mandou vara para a prisão. seguindo-o, neste livro, entramos no mundo do crime, do tráfico de droga, ou nos bastidores de escândalos como as escutas de sócrates, o processo pt/tvi, as interferências do governo de durão barroso, a prisão de pedro caldeira. crachá de ouro da pj,
Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 698
Sinopse: do autor best-seller chega uma história original que revela como as mudancas climáticas moldaram dramaticamente o desenvolvimento e o desaparecimento das civilizacões ao longo dos tempos. o aquecimento global é uma das grandes ameacas que a humanidade enfrenta atualmente. mas a crise climática e os seus efeitos não são algo novo. numa narrativa ousada, que percorre continentes e séculos, o prestigiado historiador peter frankopan argumenta que a natureza e as suas manifestacões sempre tiveram um papel crucial - senão mesmo definidor - na nossa história. frankopan traz para a discussão, o desenvolvimento da religião e da linguagem e as suas relacões com o ambiente; traca a forma como as crescentes exigências de colheitas resultaram no aumento do embarque de povos escravizados; analisa a forma como o desejo de centralizar os excedentes agrícolas formou as origens do estado burocrático, abordando a forma como os esforcos para compreender e manipular o clima têm uma longa e profunda história. numa escrita brilhante e baseado numa investigacão rigorosa, frankopan traz-nos um livro essencial para compreender a forma como as mudancas do passado nos padrões naturais moldaram a história e como a nossa própria espécie moldou as condicões terrestres, oceânicas e atmosféricas. levando-nos do big bang até aos dias de hoje, este livro reformula radicalmente a nossa forma de vermos o mundo e o nosso futuro.
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 352
Sinopse: Uma abordagem arrojada ao conceito de Ocidente e de como moldou a nossa História O Ocidente não é uma coisa ou um lugar, mas uma ideia. Uma ideia que é excecionalmente poderosa ¿ o conceito de uma herança cultural única que se estende da Grécia antiga até aos tempos modernos, tendo moldado as vidas de milhões de pessoas e transformado o curso da História. Nesta arrojada abordagem à história do Ocidente como conceito, a premiada historiadora Naoíse Mac Sweeney desconstrói os mitos que sustentam as origens e desenvolvimento da História como a conhecemos. Narrado através das vidas de catorze fi guras extraordinárias, que representam diferentes milénios e religiões, níveis de riqueza e educação, tradições e nacionalidades distintas, este é um relato da história do Ocidente, através de heróis esquecidos e faces familiares. Uma abordagem verdadeiramente global da História, que vai redefinir a formacomo vemos o mundo. Neste momento notável, temos a oportunidade de repensar radicalmente o Ocidente e reconstruí-lo para um futuro melhor. Mas só respondendo à questão de onde vem o Ocidente, poderemos responder à questão sobre o que o Ocidente poderia e deveria ser.
