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Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Nesta reveladora história da medicina, Karen Gevirtz desafia os mitos do triunfo da ciência e desvenda a fascinante verdade dos sistemas de saúde vigentes a nível global. Ao contrário do que se costuma dizer, a medicação não melhorou durante a Revolução Científica. No entanto, de alguma forma, entre 1650 e 1740, a mulher doméstica e o médico trocaram de lugar na consciência cultural: ela tornou-se a curandeira ineficaz e potencialmente perigosa; ele, o especialista conhecedor e fiável. Os profissionais normalizaram a ideia de as pessoas lhes pagarem por aquilo que já recebiam em casa gratuitamente, lançando as bases da chamada Big Pharma e do atual sistema global de medicamentos com fins lucrativos. Através de uma rigorosa investigação de arquivos, a autora analisa questões relacionadas com os cuidados de saúde globais, tanto no passado como no presente, abrangendo um vasto leque de lugares em todo o mundo."
Nº Páginas: 204
Sinopse:
Em Da Jugoslávia ao Kosovo: A Mais Breve História de Um Conflito, Amílcar Correia une a boa escola de repórter a um conhecimento aprofundado sobre a região dos Balcãs. Passados mais de 25 anos das guerras balcânicas, numa altura em que a Rússia tenta esticar a sua influência para lá do Danúbio, o «conflito congelado» está na iminência de se reanimar.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
José Manuel Garcia traz para o presente a voz dos protagonistas dos Descobrimentos Portugueses, numa nova obra que aprofunda o estudo sobre esta época fascinante da História de Portugal e da Humanidade. O prestigiado historiador José Manuel Garcia apresenta uma nova História, revista e minuciosa, dos Descobrimentos Portugueses. Uma abordagem mais atualizada e esclarecedora sobre o papel decisivo que os portugueses tiveram na História ao terem revelado o Mundo e unidade da Humanidade na sua diversidade. Organizada em três partes - Os Espaços do Atlântico, Os Espaços do Índico e Os Espaços do Pacífico -, a obra contextualiza o período histórico que deu origem aos Descobrimentos, destacando os protagonistas e as conquistas que marcaram a expansão portuguesa. Nesta obra, o autor revisita os feitos emblemáticos dos portugueses desde os tempos henriquinos até à descoberta do Japão, passando por grandes temas como o descobrimento do caminho marítimo para a Índia e o Brasil, e discutindo também o impacto dos Descobrimentos a nível nacional e global. Recorrendo à análise e interpretação de fontes históricas diversas, esta obra visa não só corrigir mitos e interpretações erróneas, mas sobretudo evidenciar o significado universal da gesta portuguesa, que, ao conectar povos e culturas, ajudou a dar um sentido humanista ao mundo moderno.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
UMA OBRA IMPRESCINDÍVEL PARA TODOS OS QUE DESEJAM COMPREENDER A ALEMANHA MODERNA, OS LEGADOS DO NAZISMO E OS RISCOS DO NEGACIONISMO HISTÓRICO. Como é que um país reconstrói a democracia sem enfrentar os seus fantasmas? E que perigos nascem quando o silêncio substitui a justiça? Em A Herança Nazi, Helmut Ortner conduz-nos por uma investigação impressionante sobre a forma como a Alemanha do pós-guerra lidou ou evitou lidar com o legado do nazismo. A «desnazificação», prometida após a queda do Terceiro Reich, revelou-se superficial: antigos criminosos nazis mantiveram-se em funções públicas, juristas do regime participaram na nova ordem jurídica e a sociedade preferiu esquecer em vez de recordar. Com um estilo envolvente e rigoroso, Ortner denuncia esta cultura do esquecimento e revela como o passado continua a projetar sombras perigosas sobre o presente. Trata-se de uma obra de memória, justiça e alerta um testemunho indispensável num tempo em que o revisionismo histórico e a banalização do mal voltam a ameaçar a verdade. UM LIVRO ESSENCIAL PARA QUEM ACREDITA QUE A DEMOCRACIA EXIGE MEMÓRIA. «Um livro incisivo de uma força comovente.» Deutschlandfunk «Brilhante e implacavelmente lúcido.» Die Rheinpfalz «É triste que livros assim ainda sejam necessários. Que existam, é mérito de autores como Helmut Ortner.» Frankfurter Rundschau *** Como pode um povo inteiro preferir desviar o olhar ? Como se ergueu a Alemanha sobre as ruínas da barbárie e do silêncio? Em A Herança Nazi, Helmut Ortner conduz o leitor por treze investigações densas, emocionantes e inquietantes, que expõem a continuidade do pensamento autoritário, a falência da justiça de transição e o pacto social do esquecimento. Através de retratos concretos, decisões judiciais ignoradas, biografias silenciadas e políticas de memória seletiva, o autor traça uma linha direta entre o passado sombrio e os perigos do presente.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Num tempo em que a nação volta a estar no centro da política das grandes potências, a originalidade do nacionalismo defensivo e identitário da revolução portuguesa de 1383-1385 ganha nova actualidade. Foi graças à vontade política de Nuno Álvares Pereira, ao seu génio militar e à sua integridade que os portugueses, na grande crise do século XIV, conseguiram derrotar as forças de D. João de Castela, contrariando a ordem internacional dinástica que os tornava súbditos de um rei estrangeiro. Mas o que sabemos do «cavaleiro-monge» que foi motor e braço do movimento interclassista e protodemocrático que guardou a nação independente, preparando-a para o novo tempo português de navegação e expansão além-mar? Pode um santo ser guerreiro e um guerreiro ser santo? Jaime Nogueira Pinto reconstitui o carácter e o percurso excep-cional de Nun¿Álvares, entre as intrigas da corrupta corte fernandina e o poder e a glória da Casa de Avis, nas horas difíceis da revolução de Lisboa e nas batalhas de Atoleiros Aljubarrota e Valverde. Interpretando e integrando a História portuguesa na História europeia medieval, marcada pela Guerra dos Cem Anos, e a partir de uma releitura das fontes tradicionais, o autor transporta-nos para o tempo e para o lugar do pajem, do cavaleiro, do chefe militar e do homem de fé da Guerra da Independência.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Oito maneiras de entender o mundo de forma errada Os nossos mapas podem já não ser dominados por dragões e monstros, mas as nossas perceções do mundo continuam a ser moldadas por mitos geográficos. Mitos como o de que a Europa é o centro do mundo, que os muros nas fronteiras são a solução para a imigração, ou que a Rússia está predestinada a ameaçar os seus vizinhos. Neste livro, Paul Richardson desafia os argumentos mais popularizados sobre o determinismo geográfico, mostrando que a forma como o mundo é representado não significa verdadeiramente, na sua maioria, que o mapa em si seja o território. Oito capítulos muito bem fundamentados que põem em causa suposições há muito defendidas como: O mito dos continentes e por que razão não correspondem à realidade O mito das fronteiras e porque é que muros como os de Trump não funcionam O mito da nação e as fronteiras difusas O mito da soberania e a recuperação do controlo O mito do crescimento económico e porque não vale a pena morrer por ele O mito do inevitável expansionismo da Rússia O mito da nova Rota da Seda da China O mito de uma África condenada
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A batalha que alterou o rumo da História de Portugal Em 2025, a Batalha de Aljubarrota continua a gerar fascínio e admiração. E não é caso para menos. Afinal, uma batalha campal um acontecimento já de si raro durante o período medieval veio a ter um desfecho decisivo que alterou, definitivamente, o rumo da História não só da Península Ibérica, mas também do próprio mundo. Basta pensar que, caso a sorte das armas não tivesse estado do lado de D. João I e Nuno Álvares Pereira, dificilmente se poderia imaginar a sobrevivência de Portugal enquanto reino independente. Como se explica, no seu tempo e espaço, um acontecimento de tal magnitude? Dividido em quatro partes distintas que têm como fi o condutor os acontecimentos em Portugal em finais do século XIV, este livro enquadra o desfecho de Aljubarrota no seu contexto mais próximo: a Crise de 1383¿1385, um período de convulsões políticas e sociais iniciado com a morte de D. Fernando I, que levou ao eclodir de uma guerra civil e a uma invasão castelhana, apenas para ser encerrado com a eleição de D. João I como rei nas Cortes de Coimbra e com a vitória sobre Juan I de Castela em Aljubarrota.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em Líbano, uma biografia, Safaa Dib reconstrói uma cronologia familiar ao longo de gerações, que se cruza com a história libanesa desde o final do Império Otomano até aos dias de hoje, passando por revoltas, fomes, guerras mundiais e civis, fugas pela sobrevivência ou explosões devastadoras.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Numa viagem de 12 mil quilómetros pela Amazónia, entre a luxúria vegetal, a savana, o novo mundo da soja e as fronteiras da devastação, mergulha-se a fundo no destempero da voracidade humana. Tanto como um prodígio da natureza, a Amazónia é um monumento à humanidade. Que a desbravou, a amou, a explorou, a destruiu e lhe deixou feridas. Curá-las é um desafio global.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A breve vida de D. Luís Filipe de Bragança, 1887-1908 A 1 de Fevereiro de 1908, foram assassinados no Terreiro do Paço, em Lisboa, el-rei D. Carlos e o príncipe D. Luís Filipe, seu filho. O príncipe, de quem se dizia ter todas as qualidades para ser um grande monarca, não pôde sê-lo nem sequer nos breves instantes em que o foi. Porque, nos escassos minutos em que sobreviveu ao pai, o príncipe foi rei mas um rei que não reinou. É a sua história, breve e trágica, que se pode ler nesta biografia, porventura a mais completa até hoje publicada.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
São muitos os enredos que podem ferir um coração: traições e mentiras na vida amorosa, palavras que cortam, vozes que se calam, um amigo que sofre, um animal de estimação que se vai. Se as causas são muitas, o remédio é um só: o amor, nas suas mais diversas formas. O amor que se manifesta pelo meio do cuidado com o outro, pela vitalidade do sexo, pelos valores humanistas, pela atenção ao planeta e aos seus habitantes. Tantas formas de amor, nem sempre visíveis a olho nu. As 88 crónicas deste livro iluminam detalhes do quotidiano que passam despercebidos a muitos de nós, mas não ao olhar sensível de Bruna Lombardi. Juntas, elas compõem um guião no qual o amor nos conforta e, suavemente, nos conduz à cura das nossas feridas emocionais.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em qualquer lugar do mundo, seja a navegar pelo Volga, a avaliar os efeitos do colonialismo francês na Argélia ou a procurar o Yeti (o abominável homem das neves) nos Himalaias, Chatwin, que morreu em 1989, transpira curiosidade natural e faro para a aventura. Do autor de Na Patagónia ou Canto Nómada, este livro é um mosaico de relatos de viagens, perfis, histórias semificcionais e fragmentos de mapas, rico em pequenas descobertas. Na Índia, Chatwin investiga o caso de um menino-lobo que sobreviveu anos a viver na floresta. Em Hong Kong conhece um geomante, que determina o melhor local para uma construção ou um leito conjugal. Há ainda peças sobre leilões de arte, nómadas, o Afeganistão, um guru do LSD da Califórnia que pensa ser o Salvador, a política na China antiga, e também encontros com o cineasta Werner Herzog, Nadejda Mandelstam, Indira Gandhi ou André Malraux - e com o seu pai.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
No conflito israelo-palestiniano joga-se o futuro do mundo ocidental Neste seu novo livro, Douglas Murray confronta a questão mais urgente do nosso tempo: porque é que os apoiantes ocidentais da Palestina estão, inadvertidamente, alinhados com um império maligno? O autor argumenta que o conflito não é uma simples história de opressor contra oprimido, mas um choque entre uma democracia multirracial próspera e um culto da morte determinado a destruí-la. Baseado numa extensa investigação no território de Israel, em Gaza e no Líbano, Murray apresenta um argumento convincente que contextualiza a violência mais recente e leva os leitores numa cruciante jornada do pós-massacre de 7 de outubro, combinando relatos exclusivos de vítimas, sobreviventes e até dos terroristas responsáveis pelas atrocidades. Sobre Democracias e Cultos de Morte ilustra como a concordância do estado de Israel para com os valores fundamentais do Ocidente capitalismo, direitos individuais, democracia e razão o tornou num farol de progresso numa região dominada pelo autoritarismo e extremismo. Murray contrasta os princípios de Israel com a ideologia do Hamas, que proclama abertamente o seu amor pela morte ao invés da vida. Fundamentado, esclarecedor e baseado em factos, esta é uma leitura essencial para quem procura compreender as complexidades do conflito israelo-palestiniano e as suas implicações para o futuro da democracia no mundo.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"A afirmação pode parecer surpreendente na altura em que uma preocupante mistura de entrincheiramento identitário e neoliberalismo resignado parece prevalecer em quase todo o lado. Mas mesmo assim continuo otimista. Na condição de termos em conta todas as transformações institucionais que isso implica, assimilarmos todas as lições das estratégias políticas que daí resultam e, sobretudo, nunca deixarmos para os outros a solução das questões sociais e económicas e as reflexões sobre o sistema socioeconómico alternativo. São questões eminentemente políticas sobre as quais todos os cidadãos devem ter uma opinião, e nas quais devem envolver-se. Só invertendo as relações de saber e poder, e retomando o curso das mobilizações sociais e coletivas, poderá a marcha para a igualdade e dignidade recuperar os seus direitos e o parêntesis nacional-liberal ser encerrado.» Thomas Piketty"
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Este livro reúne reportagens, crónicas, alguns textos nunca publicados e 148 fotografias a cores, quase todas inéditas. Ao começar a organizá-lo fui em busca da revista com a última ida a Gaza. Tinha pensado talvez pô-la em anexo, já que o livro seria pós-7 de Outubro de 2023 e a reportagem era seis anos anterior. Mas quando a li, do título à última linha, parecia a véspera do 7 de Outubro. Nunca estivera online, não circulara. E dias depois achei na ¿nuvemas 282 fotografias dessa última ida. Não podia ser um anexo. Então é assim que o livro abre, dentro de Gaza, onde os jornalistas do mundo estão impedidos de entrar desde 7 de Outubro: primeiro a reportagem, depois uma sequência de 37 imagens. Seguem-se os textos pós-7 de Outubro, sempre por ordem cronológica. A parte II reportagens na Cisjordânia, em Jerusalém Oriental e em Israel também fecha com imagens: uma série de 111 (de entre as mais de 4000 que fiz lá entre fins de 2023, início de 2024). Todas as fotografias estão legendadas no fim. Editei os textos para limpar repetições fastidiosas de contexto e coisas toscas de escrever em cima da actualidade, até ao limite em que o jornal tinha de ir para a gráfica. Acrescentei notas de rodapé com actualizações, referências, fontes. A data por cima dos títulos é a da publicação (no caso de um texto ter ficado online antes do papel, conta essa data). As origens dos textos estão indicadas. Há quatro mapas, o primeiro na Introdução, os restantes na parte II. A história que leva ao 7 de Outubro remonta ao século XIX. Escrevi sobre partes dela em três livros anteriores (Oriente Próximo; E a Noite Roda; Líbano, Labirinto). Todos os outros textos sobre Israel/Palestina desde 2002 continuam por compilar. Este é um livro pós-7 de Outubro, com a excepção dessa última ida a Gaza. A.L.C., Março de 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um Homem Comum num Tempo Incomum é mais do que um livro de memórias é um testemunho pessoal e reflexivo de um médico que, inesperadamente, se viu envolvido na política, especialmente durante a pandemia da COVID-19. A obra revisita as origens e valores que moldaram o autor, a vocação pela medicina e a entrada acidental na política. O livro detalha os bastidores do combate à pandemia, destacando os desafios enfrentados como secretário de Estado da Saúde e as decisões difíceis tomadas em momentos críticos. Apesar das dificuldades, o autor valoriza cada vida salva e os ensinamentos que daí resultaram. Além disso, apresenta um balanço das suas vivências políticas, das ilusões e desilusões, e reflete sobre o futuro do sistema de saúde em Portugal, defendendo a importância de consensos e reformas duradouras. A obra termina com uma mensagem de esperança: tempos difíceis podem formar gerações extraordinárias e a memória, se bem usada, ajuda a construir um futuro melhor.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Anatomia de Um Totalitarismo Suave «O wokismo é um fenómeno de origem universitária. No entanto, o impacto que tem hoje em vários âmbitos das nossas políticas públicas da educação à família, da saúde ao desporto, da cultura aos media transportam-no inevitavelmente do campus universitário para o espaço alargado da sociedade e da política. É hoje neste espaço que é discutido, e é nestas discussões públicas que emergem as maiores perplexidades. As perguntas que quase sempre afloram são sobretudo estimuladas pelo futuro. Onde iremos parar? Como aceitar que, no seio de instituições seculares como as universidades, no lugar da liberdade e do gosto pela discussão, se tenha instalado uma cultura de cancelamento em que jovens se entretêm a policiar a linguagem usada por colegas e professores, ou a derrubar estátuas no espaço público? Como interpretar a banalização de atitudes censórias e a normalização das discussões sobre quem afinal deve ter ou não ter palco? Que esperar da transformação da imprensa em instrumento de promoção ou detracção de políticos? Sobre tudo isso se interroga hoje, angustiado, o cidadão comum das sociedades ocidentais.» Alexandre Franco de Sá
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Em Mais IA, Melhor Educação , Um guia essencial para pais, alunos e professores, o professor Jorge Rio Cardoso, autor de vários bestsellers na área da educação e conselheiro de inúmeras escolas do país, revela como a Inteligência Artificial (IA) pode transformar a forma como aprendemos e ensinamos, tornando o estudo mais inteligente, personalizado e até divertido. A inteligência artificial já está na sala de aula e ignorá-la não é uma opção. Este guia mostra como a escola do futuro será moldada pelo uso inteligente da tecnologia, preparando educadores e alunos para os desafios e oportunidades do século XXI . Com uma lista dos 150 melhores programas de inteligência artificial, práticas éticas e seguras para que a tecnologia complemente e não substitua a interacção humana, Mais IA, Melhor Educação é o passaporte para compreender e capitalizar a revolução em curso na educação e preparar caminho para a nova era educacional.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Portugueses que fazem a diferença pelo mundo As carreiras internacionais são um mosaico de emoções: fascínio pelo desconhecido e saudade do que ficou para trás. Assim como eu, muitos portugueses, por necessidade ou escolha, embarcaram em aventuras que os levaram a lugares distantes. Todos partem de um ponto comum Portugal e seguem por caminhos únicos, carregando no coração as memórias, os valores e a identidade de uma nação. A partir de conversas que deram origem ao podcast «Caminhos Globais», gravado em países como Turquia, Austrália, Portugal, Dinamarca, Moçambique, Senegal e Quénia, surgiu a ideia deste livro. O objetivo é claro: identificar padrões, valores e estratégias que possam inspirar outros desde aqueles que estão a começar aos que estão no meio da jornada ou já planeiam regressar a Portugal. Este livro é, acima de tudo, uma homenagem a quem leva a bandeira de Portugal pelo mundo. Não se trata apenas de trabalho; trata-se de construir pontes entre histórias individuais e coletivas, de criar uma comunidade onde vozes portuguesas ressoam em organizações como a ONU, a União Europeia e tantas outras. A particularidade de uma carreira internacional é a itinerância. Ao contrário de quem emigra para criar raízes, os profissionais globais vivem em movimento, sempre com as malas prontas. Portugal, para nós, é mais do que um país: é o lugar das memórias, das saudades e das reconexões. Cada percurso é único mas há traços comuns de personalidade que fui identificando ao longo das entrevistas: a capacidade de gerar empatia, a importância do conhecimento linguístico, a curiosidade e espírito de aventura, a importância da resiliência. Para além disso também ficou realçada a vantagem de ter mentores e a estabilidade emocional e o apoio familiar. Também foi mencionado inúmeras vezes a necessidade de reforçar a ligação entre o Ministério dos Negócios Estrangeiros e embaixadas e os profissionais internacionais. Caminhos Globais é mais do que um relato de histórias; é um convite para explorar, aprender e inspirar. Este livro é para os que já embarcaram nessa jornada, para os que aspiram fazê-lo e para todos que acreditam que levar Portugal ao mundo é mais do que uma missão é um propósito. Que estas páginas sejam uma fonte de motivação e um guia para quem deseja fazer parte desta comunidade de portugueses que, com talento e determinação, deixam a sua marca no cenário internacional.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Arriving alongside hundreds of thousands of other - what we referred to ourselves as - expats, I realised that had I considered Portugal a decade or so earlier, I would¿ve regarded this country (¿) to be somewhere in Latin America. Rather than a nation whose history extended back a thousand years, and a people even further. But after three years of travelling from each corner, coastline, island volcano, vineyard, village and city of this country, I came to understand the essence of its grandeur, its pride, the reason why it was able to chip away at the statue of the world, and the world at it. Discovering the reason why my rent had skyrocketed, and what was pulling people from all parts of the world to make their lives here. This is a journey across a sun-kissed, battle-scarred, boat launch, wine-soaked nation through the eyes of a traveller seeking to understand its heart and soul. To discover the glory, tragedy, pitfalls and triumphs that are etched, sometimes secretly, into the land, its buildings and people.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Esta é uma longa viagem por uma nação beijada pelo sol, com cicatrizes de batalhas, barcos atracados e vinho a rodos, vista pelos olhos de um viajante que quer compreender o seu coração e a sua alma. Para descobrir a glória, a tragédia, as armadilhas e os triunfos que estão gravados, por vezes secretamente, na terra, nos seus edifícios e nas suas gentes.
Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
“Casos e casinhos” foi a expressão arremessada ao então primeiro-ministro António Costa para caracterizar uma série de escândalos verificados durante a sua governação. Poder-se-ia dizer o mesmo de todos os outros governos. Na verdade, no período após a Revolução, têm sido muitas as ocorrências que vão pondo em causa a política e os políticos portugueses. Quais, como e quanto afetam o nosso sistema? A resposta encontra-se em Isto é um escândalo, que resulta da larga experiência do investigador e ex-jornalista Bruno Paixão no estudo da temática. O livro põe a nu a relação entre políticos, media e Justiça, não descartando má conduta, subornos, fraudes, cunhas ou favores, mas também conspirações, segredos e intrigas dos bastidores do poder. Aqui se revelam os 100 principais escândalos dos 50 anos decorridos após Abril, para demonstrar que, sejam situações graves ou meros fait-divers, os casos constituem um risco para a saúde democrática nacional – ainda que se deixe claro que algo está podre numa democracia sem escândalos.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Abril, dia 25, ano de 1974. Portugal saía de uma longa ditadura. Um País em entusiasmo, mas muito pouco preparado para os desafios que o esperavam. Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido, de Pedro Prostes da Fonseca, faz luz sobre a forma exaltada como se viveram 1974 e 1975, os dois primeiros anos após a Revolução dos Cravos. Foi um tempo pejado de episódios alucinantes: da «caça aos fascistas», fossem-no ou não, passando pelos mandados em branco que podiam ditar a prisão sem culpa formada, até ao famoso cerco à Assembleia da República. Houve delírios: um militar de Abril ia de chaimite tomar café; o herói da revolução, Otelo Saraiva de Carvalho, quase seria linchado por uma população confusa e em histeria; alunos a sanearem professores; soldados guedelhudos a espiolhar carros à procura de armas; livre acesso ao voyeurismo sexual em cinemas que passariam exclusivamente filmes pornográficos.. Mas também foi o tempo de realizações há muito adiadas. E de
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Durante séculos, fraudes, encobrimentos e distorções da verdade foram usados para manipular sociedades, justificar guerras e até reescrever o passado. Algumas dessas mentiras foram desmascaradas. Outras ainda estão por aí, escondidas sob a aparência de «factos históricos». Se acha que conhece a história do mundo… pense de novo. Este livro desmonta narrativas falsas, revela conspirações históricas e mostra que, às vezes, a verdade foi apagada, manipulada e reinventada. Desde a Roma Antiga até aos dias de hoje, de Júlio César a Chernobyl, das Cruzadas à Guerra Fria, descubra como a verdade foi manipulada para atender aos interesses dos mais fortes. Entre as histórias que vai poder conhecer neste livro, contam-se, por exemplo: - Um golpe medieval que fortaleceu o poder do Vaticano: a «doação de Constantino», um documento fraudulento que mudou a história da Igreja. - Quando a imprensa ajudou a esconder genocídios: como a fome na Ucrânia foi abafada e ainda rendeu um Prémio Pulitzer ao jornalista que encobriu os factos. - As distorções que mancharam reputações: a imperatriz Wu Zetian foi realmente um monstro, ou a sua história foi manipulada para apagar o legado de uma mulher no poder? - As mentiras que ainda ecoam no presente: a experiência Tuskegee e como ajudou a alimentar desconfianças na ciência e na medicina até hoje. SE A HISTÓRIA É ESCRITA PELOS VENCEDORES… EM QUANTAS MENTIRAS A HUMANIDADE JÁ ACREDITOU? Este livro leva os leitores numa viagem global pela História humana, ao longo da qual a historiadora Natasha Tidd examina como as mentiras podem mudar o mundo ao nosso redor, desde a máquina de relações públicas enganosa de Júlio César até aos encobrimentos que causaram Chernobyl. Uma Breve História do Mundo em 50 Mentiras detalha o impacto profundo deste lado secreto da História e mostra que a verdade é realmente mais estranha - e muito mais perigosa - do que qualquer ficção.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Muitas das nossas crianças e jovens e, sejamos sinceros, muitos adultos, já não vivem sem ter um telemóvel, um tablet ou um comando na mão. Os dias passam-se a fazer um scroll ininterrupto, com adolescentes fechados nos quartos a viver nas redes sociais uma vida paralela para a qual não convidam os pais. As relações desgastam-se, a autoestima fica dependente dos likes e os fenómenos online destrutivos põem em causa a segurança de quem não tira os olhos do ecrã. Se esta realidade exige uma tomada de consciência - e mudanças urgentes -, a psicóloga Ivone Patrão, a grande referência na área da ciberpsicologia em Portugal, também garante que AINDA VAMOS A TEMPO de construir uma dinâmica saudável com a tecnologia, reforçando as relações entre pais e filhos, amigos, casais e colegas. Trazendo para o debate o impacto que o digital está a ter no desenvolvimento dos mais novos, este é o livro que nos mostra de forma clara a dimensão do problema que enfrentamos, mas que também nos ajuda - com propostas muito concretas para se mudar comportamentos no dia a dia - a encontrar as soluções e a ligarmo-nos mais uns aos outros no mundo real.
Nº Páginas: 276
Sinopse:
Nas suas histórias, os bons romancistas contam sempre com uma personagem que acaba por ter tanta importância quanto o protagonista: o espaço onde a ação acontece. Por isso, não há melhor guia para conhecer Havana do que Leonardo Padura, o autor que nunca deixou de a retratar em diferentes períodos e em cada um dos seus romances. Mas Ir a Havana é mais do que um livro sobre uma cidade. Sendo ela parte fundamental da identidade do escritor, muito do que tem sido a sua vida invade estas páginas. Assim, de Mantilla – onde nasceu – aos mais diversos recantos da capital cubana, o passeio complementa-se com as experiências do escritor, fotografias, histórias surpreendentes, e, como não podia deixar de ser, com os fragmentos dos seus romances que deram nova vida a estes espaços. Uma leitura incontornável para todos os que se têm deliciado com os casos investigados por Mario Conde ou com o passado evocado em tantos romances de Padura, com quem aprendemos a sentir esta cidade e a viajar nas suas memórias.
Nº Páginas: 244
Sinopse:
O FAROL DA LIBERDADE NO OCIDENTE RUIU. Com uma reeleição presidencial sustentada no “mito do homem forte”, na desinformação e em atropelos inéditos às instituições democráticas, mas também na incapacidade dos seus antecessores para responderem aos reais problemas do povo, Donald Trump parece querer dirigir os Estados Unidos da América rumo a uma autocracia. Com isso, parece também terminada a liderança dos EUA sobre os países que ainda vivem em democracias reais — até quando? Germano Almeida condensou quase três décadas de análise política norte-americana e internacional, visitou os EUA e conversou com especialistas conceituadas, como Daniela Melo e Ana Rita Guerra, para nos trazer o livro O Colapso da Verdade. Nele, aborda as razões que levaram Trump de novo à Casa Branca, a entourage que o rodeia — como Elon Musk e Steve Bannon — e avalia as principais medidas da nova administração e o impacto que já estão a ter no mundo. Teremos nós, ocidentais, tomado a liberdade e a democracia por garantidas? E, por causa disso, estará o nosso modo de vida em risco?
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Vinte e cinco anos após a publicação do seu inovador primeiro livro, A Chave do Sucesso, Malcolm Gladwell regressa com um volume totalmente novo que reformula as suas lições à luz de novos e surpreendentes conhecimentos. Através de uma série de histórias fascinantes, Gladwell traça a ascensão de uma nova e preocupante forma de engenharia social. Leva-nos às ruas de Los Angeles para conhecer os assaltantes de bancos mais bem-sucedidos, redescobre um programa de televisão esquecido dos anos 1970 que mudou o mundo, visita o local de uma experiência histórica num pequeno beco sem saída no norte da Califórnia, e oferece uma história alternativa de duas das maiores epidemias da atualidade: a COVID e a crise dos opiáceos. A Vingança do Ponto de Viragem é o livro mais pessoal de Gladwell até à data. Com a sua mistura caraterística de narração de histórias com ciência social, oferece um guia para dar sentido aos contágios do mundo moderno. É altura de levarmos os pontos de viragem a sério.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Como olhar então para estes quase cinquenta anos de história dos media em Portugal? Como ver essa evolução associada a estes cinco grandes protagonistas da história portuguesa, supremos magistrados da nação, e como pensar essa história sob a influência e o exercício da sua ação política? Qual, ou quais deles, foram mais determinantes no impulso ou na inflexão do caminho para a consolidação do pluralismo e da diversidade da comunicação social, no reforço sustentado da opinião pública portuguesa e da sua literacia mediática?"
