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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O ataque que devastou o Estado judaico em 7 de outubro de 2023, no qual 1140 pessoas foram massacradas, violadas e mutiladas, foi seguido de um banho de sangue no ataque de retaliação a Gaza, no qual pereceram mais de 25 mil palestinianos. Estes holocaustos - um termo aqui usado no seu sentido religioso original de sacrifício em massa - encarnam a maldição da Terra Santa nos nossos tempos trágicos. Uma teia de violência e de cegueira cuja lógica remonta a um passado longínquo na história dos dois povos. Gilles Kepel mostra como os protagonistas deste drama entrelaçam misticismo e política nas suas ações e discursos. Ao islamismo radical do Hamas sunita e dos aliados xiitas inspirados pelo Irão, opõem-se os supremacistas judeus que asseguram a sobrevivência de um governo de Netanyahu com estratégias ambíguas. Do Iémen ao Líbano, este confronto agrava as tensões regionais e tem repercussões globais. Está a tomar a forma de uma guerra global contra o Ocidente e os seus valores, opondo o apartheid à Shoah. Ao redefinir a própria noção de genocídio, alguns Estados e organizações afirmam fazer parte de um Sul Global que luta contra um Norte estigmatizado como colonialista e islamofóbico. Neste livro, o autor revela as grandes questões em jogo neste conflito de civilizações.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O ataque que devastou o Estado judaico em 7 de outubro de 2023, no qual 1140 pessoas foram massacradas, violadas e mutiladas, foi seguido de um banho de sangue no ataque de retaliação a Gaza, no qual pereceram mais de 25 mil palestinianos. Estes holocaustos - um termo aqui usado no seu sentido religioso original de sacrifício em massa - encarnam a maldição da Terra Santa nos nossos tempos trágicos. Uma teia de violência e de cegueira cuja lógica remonta a um passado longínquo na história dos dois povos. Gilles Kepel mostra como os protagonistas deste drama entrelaçam misticismo e política nas suas ações e discursos. Ao islamismo radical do Hamas sunita e dos aliados xiitas inspirados pelo Irão, opõem-se os supremacistas judeus que asseguram a sobrevivência de um governo de Netanyahu com estratégias ambíguas. Do Iémen ao Líbano, este confronto agrava as tensões regionais e tem repercussões globais. Está a tomar a forma de uma guerra global contra o Ocidente e os seus valores, opondo o apartheid à Shoah. Ao redefinir a própria noção de genocídio, alguns Estados e organizações afirmam fazer parte de um Sul Global que luta contra um Norte estigmatizado como colonialista e islamofóbico. Neste livro, o autor revela as grandes questões em jogo neste conflito de civilizações.
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Edição: Jan 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
As Lutas, As Revoltas E As Tragédias Em Portugal No Tempo Das Invasões Francesasportugal, 1808. Uma Revolução Social Acompanha Os Levantamentos Patrióticos. O Povo Insurge-Se Contra A Velha Ordem Dos Fidalgos E Eclesiásticos E, Ao Mesmo Tempo, Contra O Jugo Do Invasor Francês. Em Melgaço E Beja, Populares Lincham Os Magistrados. Em Foz Côa, Casas De Famílias Abastadas São Saqueadas. Por Outro Lado, Quem Ousa Rebelar-Se Contra Os Franceses É Punido. Os Habitantes De Vila Viçosa, Rio Maior, Alpedrinha E Régua São Brutalmente Castigados Pelos Soldados De Napoleão, Mas Nada Se Compara Aos Massacres Em Leiria E Beja. Os Ingleses Desembarcam E Os Franceses Negoceiam A Saída. Mas Regressam Menos De Um Ano Depois. A Guerrilha É Espontânea, Heróica E Impiedosa. O General Bernardim Freire De Andrade É Linchado Pelo Povo. E A Entrada Das Tropas Napoleónicas No Porto Fica Marcada Por Lutas Casa A Casa E Pelo Desastre Da Ponte Das Barcas, No Qual Milhares De Pessoas Perdem A Vida. Fuzila-Se E Incendeia-Se Como Método De Contra-Insurreição.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
As Lutas, As Revoltas E As Tragédias Em Portugal No Tempo Das Invasões Francesasportugal, 1808. Uma Revolução Social Acompanha Os Levantamentos Patrióticos. O Povo Insurge-Se Contra A Velha Ordem Dos Fidalgos E Eclesiásticos E, Ao Mesmo Tempo, Contra O Jugo Do Invasor Francês. Em Melgaço E Beja, Populares Lincham Os Magistrados. Em Foz Côa, Casas De Famílias Abastadas São Saqueadas. Por Outro Lado, Quem Ousa Rebelar-Se Contra Os Franceses É Punido. Os Habitantes De Vila Viçosa, Rio Maior, Alpedrinha E Régua São Brutalmente Castigados Pelos Soldados De Napoleão, Mas Nada Se Compara Aos Massacres Em Leiria E Beja. Os Ingleses Desembarcam E Os Franceses Negoceiam A Saída. Mas Regressam Menos De Um Ano Depois. A Guerrilha É Espontânea, Heróica E Impiedosa. O General Bernardim Freire De Andrade É Linchado Pelo Povo. E A Entrada Das Tropas Napoleónicas No Porto Fica Marcada Por Lutas Casa A Casa E Pelo Desastre Da Ponte Das Barcas, No Qual Milhares De Pessoas Perdem A Vida. Fuzila-Se E Incendeia-Se Como Método De Contra-Insurreição.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Entre os séculos XV e XIX, quase 13 milhões de africanos, entre homens, mulheres e crianças, foram obrigados a deixar a sua terra, naquela que foi uma das mais numerosas e dramáticas deslocações forçadas da história da Humanidade. A maioria deles teve de atravessar o Atlântico e tornou-se, no continente americano, a mão de-obra fundamental nas plantações, nas minas ou nos serviços domésticos. Mas como encaravam os escravizados a situação que lhes tinha sido imposta? A historiografia tradicional europeia e americana, de uma forma geral, considerou sempre que a atitude comum teria sido a passividade e o conformismo. Não foi, porém, assim. Um número significativo dos escravizados recusou-se a aceitar o estatuto que lhes determinavam e as obrigações a que eram sujeitos. Essa recusa, manifestada logo nos seus lugares de origem, nos navios em trânsito entre continentes ou já nos novos destinos, assumiu formas muito diversas, dos pequenos gestos de resistência até ao suicídio e à rebelião aberta, traduzida na fuga individual e colectiva ou na revolta organizada. É sobre esses resistentes e o modo como encararam o apelo da liberdade que trata este livro, resultado da investigação inovadora de um especialista nesta área de estudo.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Entre os séculos XV e XIX, quase 13 milhões de africanos, entre homens, mulheres e crianças, foram obrigados a deixar a sua terra, naquela que foi uma das mais numerosas e dramáticas deslocações forçadas da história da Humanidade. A maioria deles teve de atravessar o Atlântico e tornou-se, no continente americano, a mão de-obra fundamental nas plantações, nas minas ou nos serviços domésticos. Mas como encaravam os escravizados a situação que lhes tinha sido imposta? A historiografia tradicional europeia e americana, de uma forma geral, considerou sempre que a atitude comum teria sido a passividade e o conformismo. Não foi, porém, assim. Um número significativo dos escravizados recusou-se a aceitar o estatuto que lhes determinavam e as obrigações a que eram sujeitos. Essa recusa, manifestada logo nos seus lugares de origem, nos navios em trânsito entre continentes ou já nos novos destinos, assumiu formas muito diversas, dos pequenos gestos de resistência até ao suicídio e à rebelião aberta, traduzida na fuga individual e colectiva ou na revolta organizada. É sobre esses resistentes e o modo como encararam o apelo da liberdade que trata este livro, resultado da investigação inovadora de um especialista nesta área de estudo.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Quase duas centenas de crónicas publicadas entre 2013 e 2019 na revista Visão são uma demonstração do poder de observação que tem o autor das pessoas e dos ambientes, do entendimento do mundo e dos homens - do que pode haver de burlesco ou transcendente nas suas vidas -, das relações amorosas ou familiares, dos mistérios da vida e da morte, da literatura, das viagens, dos amigos. No Prefácio a estas crónicas escreve Daniel Sampaio sobre a obra e o autor: "As outras crónicas, reunidas neste volume, são uma demonstração clara da sua criatividade e da capacidade de falar dos temas do quotidiano ao leitor comum (…). Os temas são muito variados e embora o conjunto tenha grande coerência, qualquer um de nós pode ler estas crónicas como quiser, sem se preocupar em seguir uma ordem. Como terapeuta familiar, interessaram-me sobretudo as que escreveu sobre a família, pais, irmãos, avós, tios e primos, numa extraordinária galeria de personagens inesquecíveis."
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Quase duas centenas de crónicas publicadas entre 2013 e 2019 na revista Visão são uma demonstração do poder de observação que tem o autor das pessoas e dos ambientes, do entendimento do mundo e dos homens - do que pode haver de burlesco ou transcendente nas suas vidas -, das relações amorosas ou familiares, dos mistérios da vida e da morte, da literatura, das viagens, dos amigos. No Prefácio a estas crónicas escreve Daniel Sampaio sobre a obra e o autor: "As outras crónicas, reunidas neste volume, são uma demonstração clara da sua criatividade e da capacidade de falar dos temas do quotidiano ao leitor comum (…). Os temas são muito variados e embora o conjunto tenha grande coerência, qualquer um de nós pode ler estas crónicas como quiser, sem se preocupar em seguir uma ordem. Como terapeuta familiar, interessaram-me sobretudo as que escreveu sobre a família, pais, irmãos, avós, tios e primos, numa extraordinária galeria de personagens inesquecíveis."
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 356
Sinopse:
O livro que dá a conhecer o país mais importante do momento. Ucrânia: o país de que todos falamos e que todos queremos conhecer. «Terra de fronteira» entre a Europa e a Ásia, tem sido disputada ao longo do tempo por sucessivos senhores da guerra, reinos e impérios. Não são apenas os russos que a ambicionam desde tempos imemoriais também por ela lutaram tártaros-mongóis, polacos, lituanos, otomanos, austro-húngaros… Que povo é este que resiste sempre à mortandade, ruína e perda a que a História e a geografia o condena? Em que acredita e o que ambiciona? Quais os seus santos e heróis? Ao longo deste livro, José Milhazes e Vladimir Dolin apresentam-nos as grandezas e misérias, as vitórias e derrotas da Ucrânia, das origens remotas perdidas na bruma do tempo com os príncipes varegues, à importância de Kyiv e do rio Dnipro na formação do país, a especificidade da sua língua, as suas jóias arquitectónicas e os seus melhores poetas. Uma leitura apaixonante, atual e necessária, esta breve história da Ucrânia dá a conhecer um povo que todos os dias nos entra em causa por causa da atual invasão russa, mas que também por esse motivo queremos conhecer melhor.
Nº Páginas: 356
Sinopse:
O livro que dá a conhecer o país mais importante do momento. Ucrânia: o país de que todos falamos e que todos queremos conhecer. «Terra de fronteira» entre a Europa e a Ásia, tem sido disputada ao longo do tempo por sucessivos senhores da guerra, reinos e impérios. Não são apenas os russos que a ambicionam desde tempos imemoriais também por ela lutaram tártaros-mongóis, polacos, lituanos, otomanos, austro-húngaros… Que povo é este que resiste sempre à mortandade, ruína e perda a que a História e a geografia o condena? Em que acredita e o que ambiciona? Quais os seus santos e heróis? Ao longo deste livro, José Milhazes e Vladimir Dolin apresentam-nos as grandezas e misérias, as vitórias e derrotas da Ucrânia, das origens remotas perdidas na bruma do tempo com os príncipes varegues, à importância de Kyiv e do rio Dnipro na formação do país, a especificidade da sua língua, as suas jóias arquitectónicas e os seus melhores poetas. Uma leitura apaixonante, atual e necessária, esta breve história da Ucrânia dá a conhecer um povo que todos os dias nos entra em causa por causa da atual invasão russa, mas que também por esse motivo queremos conhecer melhor.
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Edição: Março 2024
Sinopse:
Reconhecido à data de publicação como um dos mais importantes contributos para a compreensão do totalitarismo, e mais tarde considerado um clássico, As Origens do Totalitarismo ganhou entretanto o estatuto de história definitiva sobre esta realidade política. Começa por explicar a ascenção do anti-semitismo na Europa oitocentista, para de seguida analisar o imperialismo colonial europeu desde 1884 até ao deflagrar da Primeira Guerra Mundial. A parte final do livro analisa as instituições e a acção dos movimentos totalitários, centrando-se nas duas formas genuínas de governo totalitário do nosso tempo: a Alemanha nazi e a Rússia estalinista. Neste ponto, Arendt descreve a transformação das classes em massas, o papel da propaganda na construção do mundo totalitário e ainda o uso do terror como requisito essencial para esta forma de governo. No brilhante capítulo final, Arendt analisa o estado de isolamento e de solidão dos indivíduos enquanto pré-condição para o domínio absoluto pelo Estado totalitário.
Sinopse:
Reconhecido à data de publicação como um dos mais importantes contributos para a compreensão do totalitarismo, e mais tarde considerado um clássico, As Origens do Totalitarismo ganhou entretanto o estatuto de história definitiva sobre esta realidade política. Começa por explicar a ascenção do anti-semitismo na Europa oitocentista, para de seguida analisar o imperialismo colonial europeu desde 1884 até ao deflagrar da Primeira Guerra Mundial. A parte final do livro analisa as instituições e a acção dos movimentos totalitários, centrando-se nas duas formas genuínas de governo totalitário do nosso tempo: a Alemanha nazi e a Rússia estalinista. Neste ponto, Arendt descreve a transformação das classes em massas, o papel da propaganda na construção do mundo totalitário e ainda o uso do terror como requisito essencial para esta forma de governo. No brilhante capítulo final, Arendt analisa o estado de isolamento e de solidão dos indivíduos enquanto pré-condição para o domínio absoluto pelo Estado totalitário.
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Edição: Fevereiro 2024
Sinopse:
Tortura e desespero nas vésperas da revolução. Depois de uma curta Primavera Marcelista, o país assistiu a uma escalada da violência contra todos os portugueses que enfrentavam a ditadura. Entre 1973 e 1974, mais de 500 pessoas, pertencentes a vários movimentos políticos e oriundas de diferentes classes sociais, foram presas e violentadas pela PIDE. No forte de Caxias, muitas eram sujeitas às mais sofisticadas e brutais formas de tortura, ensinadas através de um manual entregue pela CIA à polícia política portuguesa, enquanto lá fora se preparava a revolução de 25 de Abril. Depois de meses de sofrimento, os homens e mulheres detidos em Caxias enfrentaram momentos de angústia e incerteza quando souberam que houvera um golpe militar - seria um golpe da esquerda ou, tal como acontecera no Chile, da direita mais radical? Atrás das grades, os prisioneiros enfrentaram essa dúvida durante horas a fio. Sofrendo até ao fim, os últimos presos políticos do Estado Novo só conheceram a liberdade na madrugada de 27 de Abril de 1974 - dois dias depois da revolução que pôs termo a 48 anos de ditadura.
Sinopse:
Tortura e desespero nas vésperas da revolução. Depois de uma curta Primavera Marcelista, o país assistiu a uma escalada da violência contra todos os portugueses que enfrentavam a ditadura. Entre 1973 e 1974, mais de 500 pessoas, pertencentes a vários movimentos políticos e oriundas de diferentes classes sociais, foram presas e violentadas pela PIDE. No forte de Caxias, muitas eram sujeitas às mais sofisticadas e brutais formas de tortura, ensinadas através de um manual entregue pela CIA à polícia política portuguesa, enquanto lá fora se preparava a revolução de 25 de Abril. Depois de meses de sofrimento, os homens e mulheres detidos em Caxias enfrentaram momentos de angústia e incerteza quando souberam que houvera um golpe militar - seria um golpe da esquerda ou, tal como acontecera no Chile, da direita mais radical? Atrás das grades, os prisioneiros enfrentaram essa dúvida durante horas a fio. Sofrendo até ao fim, os últimos presos políticos do Estado Novo só conheceram a liberdade na madrugada de 27 de Abril de 1974 - dois dias depois da revolução que pôs termo a 48 anos de ditadura.
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Edição: Fevereiro 2024
Sinopse:
Foi uma vitória alcançada pelas armas, mas poucos saberão que ela só foi possível graças a uma operação prévia de logro e engodo, destinada a convencer os nazis que Calais e a Noruega, e não a Normandia, eram os locais de desembarque da força invasora de 150 000 homens. A equipa principal de espiões do Dia D era constituída por cinco elementos, que juntos formaram uma das unidade militares mais extravagantes jamais reunidas. Sob o comando de um excêntrico, mas brilhante, oficial de informações que trabalhava num covil fumarento em Saint James, esta equipa de espionagem criou uma teia de ilusões tão intricada, que conseguiu ludibriar o exército hitleriano e ajudou as tropas aliadas a atravessar em segurança o Canal da Mancha.
Sinopse:
Foi uma vitória alcançada pelas armas, mas poucos saberão que ela só foi possível graças a uma operação prévia de logro e engodo, destinada a convencer os nazis que Calais e a Noruega, e não a Normandia, eram os locais de desembarque da força invasora de 150 000 homens. A equipa principal de espiões do Dia D era constituída por cinco elementos, que juntos formaram uma das unidade militares mais extravagantes jamais reunidas. Sob o comando de um excêntrico, mas brilhante, oficial de informações que trabalhava num covil fumarento em Saint James, esta equipa de espionagem criou uma teia de ilusões tão intricada, que conseguiu ludibriar o exército hitleriano e ajudou as tropas aliadas a atravessar em segurança o Canal da Mancha.
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Edição: Novembro 2023
Sinopse:
Prefácio do cardeal D. Américo Aguiar. Durante os dias da Jornada Mundial da Juventude, Rui Ochoa acompanhou o Presidente da República em todos os eventos da Jornada e da visita do Papa Francisco a Portugal. Este livro é o seu olhar fotográfico desses dias: dos eventos, dos peregrinos, do Papa, dos encontros, da energia e da união que se viveu nestes dias de Agosto de 2023. Com prefácio do cardeal D. Américo Aguiar, presidente da Fundação Jornada da Juventude 2023, e um texto do Presidente da República.
Sinopse:
Prefácio do cardeal D. Américo Aguiar. Durante os dias da Jornada Mundial da Juventude, Rui Ochoa acompanhou o Presidente da República em todos os eventos da Jornada e da visita do Papa Francisco a Portugal. Este livro é o seu olhar fotográfico desses dias: dos eventos, dos peregrinos, do Papa, dos encontros, da energia e da união que se viveu nestes dias de Agosto de 2023. Com prefácio do cardeal D. Américo Aguiar, presidente da Fundação Jornada da Juventude 2023, e um texto do Presidente da República.
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Edição: Outubro 2023
Sinopse:
Os edifícios em ruínas têm a capacidade extraordinária de nos contar histórias. E Portugal está cheio deles. O que se sabe destes lugares, de quem lá viveu, Dos boatos que o abandono foi alimentando? As histórias deste livro são precisamente contadas pelos escombros. Revelam-nos, por exemplo, que muitos portugueses Ilustres e prósperos deixaram palacetes a apodrecer ao vento, como a quinta das Camélias ou o chalet do aviador Brito Paes, um dos pioneiros da nossa aviação, ou que temos teatros com plateias de fantasmas, como o Rosa Damasceno, porque a economia acabou com o espetáculo e a diversão. Mas estes testemunhos de um tempo que passou falam-nos também de gente bem mais simples, pouco dadas à excentricidade ou à cultura, como os condenados da Trafaria, os últimos aldeões de Drave ou os antigos funcionários de fábricas abandonadas pelo país fora. As ruínas são uma espécie de movimento de resistência, um entrave ao esquecimento e, em última instância, uma lição de vida sobre a necessidade de cuidar do passado.
Sinopse:
Os edifícios em ruínas têm a capacidade extraordinária de nos contar histórias. E Portugal está cheio deles. O que se sabe destes lugares, de quem lá viveu, Dos boatos que o abandono foi alimentando? As histórias deste livro são precisamente contadas pelos escombros. Revelam-nos, por exemplo, que muitos portugueses Ilustres e prósperos deixaram palacetes a apodrecer ao vento, como a quinta das Camélias ou o chalet do aviador Brito Paes, um dos pioneiros da nossa aviação, ou que temos teatros com plateias de fantasmas, como o Rosa Damasceno, porque a economia acabou com o espetáculo e a diversão. Mas estes testemunhos de um tempo que passou falam-nos também de gente bem mais simples, pouco dadas à excentricidade ou à cultura, como os condenados da Trafaria, os últimos aldeões de Drave ou os antigos funcionários de fábricas abandonadas pelo país fora. As ruínas são uma espécie de movimento de resistência, um entrave ao esquecimento e, em última instância, uma lição de vida sobre a necessidade de cuidar do passado.
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Edição: Outubro 2023
Sinopse:
No coração da Europa, em meados do século XX, os regimes Nazi e Soviético mataram 14 milhões de pessoas na Terra Sangrenta, os territórios situados entre Berlim e Moscovo. Durante um período de doze anos, nesses campos de morte - as atuais Ucrânia, Bielorrússia, Polónia, Rússia ocidental e costa Leste do Báltico - foram assassinadas, em média, por ano, um milhão de pessoas, devido a políticas deliberadas não relacionadas com confrontos militares. Neste livro extraordinariamente bem investigado e fundamentado, Timothy Snyder apresenta um trabalho pioneiro sobre a motivação e os métodos empregados por Estaline e Hitler nessa região, e demonstra que os massacres em massa então cometidos eram duas faces da mesma moeda. Integrando um novo epílogo sobre a relevância destes acontecimentos no atual declínio da democracia, Terra Sangrenta é de leitura obrigatória para entender uma das maiores tragédias da história moderna - e como ela se liga ao tempo presente.
Sinopse:
No coração da Europa, em meados do século XX, os regimes Nazi e Soviético mataram 14 milhões de pessoas na Terra Sangrenta, os territórios situados entre Berlim e Moscovo. Durante um período de doze anos, nesses campos de morte - as atuais Ucrânia, Bielorrússia, Polónia, Rússia ocidental e costa Leste do Báltico - foram assassinadas, em média, por ano, um milhão de pessoas, devido a políticas deliberadas não relacionadas com confrontos militares. Neste livro extraordinariamente bem investigado e fundamentado, Timothy Snyder apresenta um trabalho pioneiro sobre a motivação e os métodos empregados por Estaline e Hitler nessa região, e demonstra que os massacres em massa então cometidos eram duas faces da mesma moeda. Integrando um novo epílogo sobre a relevância destes acontecimentos no atual declínio da democracia, Terra Sangrenta é de leitura obrigatória para entender uma das maiores tragédias da história moderna - e como ela se liga ao tempo presente.
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Edição: Outubro 2023
Sinopse:
Dos autores de "The First Conspiracy" e "The Lincoln Conspiracy", bestsellers do The New York Times, chega-nos a história verdadeira e pouco conhecida de uma conspiração nazi para matar F. D. Roosevelt, Joseph Estaline e Winston Churchill no auge da Segunda Guerra Mundial. Em 1943, enquanto a guerra contra a Alemanha nazi se desenrolava no estrangeiro, o Presidente Franklin Roosevelt tinha um objetivo crucial: um encontro frente a frente com os seus aliados Joseph Estaline e Winston Churchill. Esta primeira reunião de sempre dos Três Grandes em Teerão, no Irão, iria decidir alguns dos pormenores estratégicos mais cruciais da guerra. No entanto, quando os nazis souberam da mesma, o seu próprio plano secreto tomou forma — um plano de assassinato que teria mudado o curso da história. Uma história verídica repleta de salvamentos ousados, duplos e intrigas políticas, A Conspiração Nazi detalha a reunião crucial de Franklin D. Roosevelt em Teerão e a mortífera conspiração nazi contra os chefes de Estado das três maiores potências aliadas que nela participaram. Com todas as características de um livro de Brad Meltzer e Josh Mensch, A Conspiração Nazi explora as grandes mentes políticas do século XX, investigando os anos cruciais da guerra ao detalhe. Esta reunião dos Três Grandes mudou o curso da Segunda Guerra Mundial. Aqui, é revelada a história interna daquilo que quase levou a um desastre mundial.
Sinopse:
Dos autores de "The First Conspiracy" e "The Lincoln Conspiracy", bestsellers do The New York Times, chega-nos a história verdadeira e pouco conhecida de uma conspiração nazi para matar F. D. Roosevelt, Joseph Estaline e Winston Churchill no auge da Segunda Guerra Mundial. Em 1943, enquanto a guerra contra a Alemanha nazi se desenrolava no estrangeiro, o Presidente Franklin Roosevelt tinha um objetivo crucial: um encontro frente a frente com os seus aliados Joseph Estaline e Winston Churchill. Esta primeira reunião de sempre dos Três Grandes em Teerão, no Irão, iria decidir alguns dos pormenores estratégicos mais cruciais da guerra. No entanto, quando os nazis souberam da mesma, o seu próprio plano secreto tomou forma — um plano de assassinato que teria mudado o curso da história. Uma história verídica repleta de salvamentos ousados, duplos e intrigas políticas, A Conspiração Nazi detalha a reunião crucial de Franklin D. Roosevelt em Teerão e a mortífera conspiração nazi contra os chefes de Estado das três maiores potências aliadas que nela participaram. Com todas as características de um livro de Brad Meltzer e Josh Mensch, A Conspiração Nazi explora as grandes mentes políticas do século XX, investigando os anos cruciais da guerra ao detalhe. Esta reunião dos Três Grandes mudou o curso da Segunda Guerra Mundial. Aqui, é revelada a história interna daquilo que quase levou a um desastre mundial.
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Edição: Outubro 2023
Sinopse:
Este livro reconstitui os acontecimentos que foram a antecâmara da tentativa de golpe de Estado de 25 de Novembro de 1975, data que ditou o fim do PREC e o início da normalização da democracia portuguesa. No dia 12 de novembro desse ano, uma enorme manifestação constituída maioritariamente por trabalhadores da construção civil em luta pela assinatura do contrato coletivo de trabalho cerca o Palácio de São Bento, onde decorrem os trabalhos da Assembleia Constituinte. Os manifestantes, calculados em cerca de 100 mil, segundo a imprensa da época, impedem os deputados de sair durante 36 horas. Também a residência oficial do Primeiro-Ministro, contígua ao Palácio de São Bento, é controlada, mantendo sequestrado o Chefe do Governo Pinheiro de Azevedo. História de um incidente que poderia ter acabado num banho de sangue e mudado drasticamente o futuro de Portugal.
Sinopse:
Este livro reconstitui os acontecimentos que foram a antecâmara da tentativa de golpe de Estado de 25 de Novembro de 1975, data que ditou o fim do PREC e o início da normalização da democracia portuguesa. No dia 12 de novembro desse ano, uma enorme manifestação constituída maioritariamente por trabalhadores da construção civil em luta pela assinatura do contrato coletivo de trabalho cerca o Palácio de São Bento, onde decorrem os trabalhos da Assembleia Constituinte. Os manifestantes, calculados em cerca de 100 mil, segundo a imprensa da época, impedem os deputados de sair durante 36 horas. Também a residência oficial do Primeiro-Ministro, contígua ao Palácio de São Bento, é controlada, mantendo sequestrado o Chefe do Governo Pinheiro de Azevedo. História de um incidente que poderia ter acabado num banho de sangue e mudado drasticamente o futuro de Portugal.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
"Quer se goste, ou não, a ditadura do Estado Novo representa quase meio século da História de Portugal. E ninguém, melhor do que Oliveira Salazar, personifica o regime pautado pela ordem em prol do progresso. Não há que glorificar a personagem, mas não temos tão-pouco que abjurá-la. […] Embora na maioria esmagadora de cariz oficial, as citações ilustram um carácter, uma personalidade e uma ideologia. Mais intimistas as opiniões dadas ao Embaixador Franco Nogueira, que as fez chegar até nós. No meio termo, situam-se as entrevistas a António Ferro e a Christine Garnier, em ambos os casos sempre revistas pelo entrevistado". Fernando de Castro Brandão in Apresentação.
Sinopse:
"Quer se goste, ou não, a ditadura do Estado Novo representa quase meio século da História de Portugal. E ninguém, melhor do que Oliveira Salazar, personifica o regime pautado pela ordem em prol do progresso. Não há que glorificar a personagem, mas não temos tão-pouco que abjurá-la. […] Embora na maioria esmagadora de cariz oficial, as citações ilustram um carácter, uma personalidade e uma ideologia. Mais intimistas as opiniões dadas ao Embaixador Franco Nogueira, que as fez chegar até nós. No meio termo, situam-se as entrevistas a António Ferro e a Christine Garnier, em ambos os casos sempre revistas pelo entrevistado". Fernando de Castro Brandão in Apresentação.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
Como é que Putin conseguiu galvanizar o seu povo para o apoiar na guerra genocida contra a Ucrânia? E porque é que tantos russos abraçam o fascismo? A Rússia está hoje impregnada de simbologia fascista. Cidadãos zelosos atacam jornalistas, ativistas e qualquer pessoa suspeita de trair a pátria. A população é instada a juntar-se à causa por hordas de trolls e vídeos online nos quais jovens zangados não se cansam de berrar frases patrióticas. A televisão estatal aterroriza a sua audiência com histórias forjadas sobre conspirações contra a nação e crianças-soldado desfilam pela Praça Vermelha. É assim a Rússia de hoje: uma terra feita de raiva tornada espetáculo, onde uma mentalidade apocalíptica se apodera dos russos de amanhã. Num relato impressionante, feito a partir do terreno, o historiador Ian Garner revela como se tem vindo a formar na Rússia uma geração mais radical e violenta do que alguma vez se viu, e projeta o futuro sombrio que aguarda o país - e todo o mundo - se esta tendência crescente não for travada.
Sinopse:
Como é que Putin conseguiu galvanizar o seu povo para o apoiar na guerra genocida contra a Ucrânia? E porque é que tantos russos abraçam o fascismo? A Rússia está hoje impregnada de simbologia fascista. Cidadãos zelosos atacam jornalistas, ativistas e qualquer pessoa suspeita de trair a pátria. A população é instada a juntar-se à causa por hordas de trolls e vídeos online nos quais jovens zangados não se cansam de berrar frases patrióticas. A televisão estatal aterroriza a sua audiência com histórias forjadas sobre conspirações contra a nação e crianças-soldado desfilam pela Praça Vermelha. É assim a Rússia de hoje: uma terra feita de raiva tornada espetáculo, onde uma mentalidade apocalíptica se apodera dos russos de amanhã. Num relato impressionante, feito a partir do terreno, o historiador Ian Garner revela como se tem vindo a formar na Rússia uma geração mais radical e violenta do que alguma vez se viu, e projeta o futuro sombrio que aguarda o país - e todo o mundo - se esta tendência crescente não for travada.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
A história da unidade clandestina britânica na Segunda Guerra Mundial. No verão de 1941, no auge da Segunda Guerra Mundial, em África, no Deserto Ocidental, David Stirling, um jovem oficial aristocrata, entediado e excêntrico, apareceu com um plano radical e inteiramente contrário às regras: uma pequena unidade clandestina capaz de criar o caos na retaguarda das linhas inimigas. Apesar de uma intensa oposição, Winston Churchill deu pessoalmente autorização a Stirling para recrutar os soldados mais duros, brilhantes e implacáveis que conseguisse encontrar. Assim começou o regimento militar mais celebrado e misterioso do mundo: o SAS. Só 75 anos mais tarde decidiu o SAS contar a sua assombrosa história. Abriu pela primeira vez os arquivos, concedendo ao aclamado historiador Ben Macintyre acesso total a um valioso acervo de relatórios, memorandos, diários, cartas, mapas e fotografias nunca vistos, bem como carta-branca para entrevistar os envolvidos ainda vivos e aqueles que os conheceram. O resultado é este livro universalmente aclamado: um relato empolgante de temeridade e heroísmo, ousadia e tragédia. A história de um grupo de renegados que assumiu riscos monumentais.
Sinopse:
A história da unidade clandestina britânica na Segunda Guerra Mundial. No verão de 1941, no auge da Segunda Guerra Mundial, em África, no Deserto Ocidental, David Stirling, um jovem oficial aristocrata, entediado e excêntrico, apareceu com um plano radical e inteiramente contrário às regras: uma pequena unidade clandestina capaz de criar o caos na retaguarda das linhas inimigas. Apesar de uma intensa oposição, Winston Churchill deu pessoalmente autorização a Stirling para recrutar os soldados mais duros, brilhantes e implacáveis que conseguisse encontrar. Assim começou o regimento militar mais celebrado e misterioso do mundo: o SAS. Só 75 anos mais tarde decidiu o SAS contar a sua assombrosa história. Abriu pela primeira vez os arquivos, concedendo ao aclamado historiador Ben Macintyre acesso total a um valioso acervo de relatórios, memorandos, diários, cartas, mapas e fotografias nunca vistos, bem como carta-branca para entrevistar os envolvidos ainda vivos e aqueles que os conheceram. O resultado é este livro universalmente aclamado: um relato empolgante de temeridade e heroísmo, ousadia e tragédia. A história de um grupo de renegados que assumiu riscos monumentais.
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Edição: Agosto 2023
Sinopse:
Ninguém previa - nem mesmo os seus criadores - que o chatgpt se tornasse um dos assuntos mais importantes em todo o mundo, e muito menos fosse uma forma de inteligência capaz de escrever com um estilo tão semelhante a humanos, de uma maneira tão convincente. Neste livro, o proeminente investigador e pioneiro de computação Stephen Wolfram oferece-nos uma simples e acessível explicação, assente numa vasta experiência nas áreas da ciência e da tecnologia. Descubra como o sucesso de ChatGPT é baseado na combinação da tecnologia neuronal mais recente com questões fundamentais sobre a linguagem e o pensamento humano colocadas por Aristóteles há mais de dois mil anos.
Sinopse:
Ninguém previa - nem mesmo os seus criadores - que o chatgpt se tornasse um dos assuntos mais importantes em todo o mundo, e muito menos fosse uma forma de inteligência capaz de escrever com um estilo tão semelhante a humanos, de uma maneira tão convincente. Neste livro, o proeminente investigador e pioneiro de computação Stephen Wolfram oferece-nos uma simples e acessível explicação, assente numa vasta experiência nas áreas da ciência e da tecnologia. Descubra como o sucesso de ChatGPT é baseado na combinação da tecnologia neuronal mais recente com questões fundamentais sobre a linguagem e o pensamento humano colocadas por Aristóteles há mais de dois mil anos.
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Edição: Julho 2023
Sinopse:
Muita gente ficaria surpreendida por saber que os semicondutores são o novo petróleo - o escasso recurso de que depende o mundo moderno. Hoje, o poder militar, económico e geopolítico está alicerçado nos chips dos computadores. Virtualmente tudo - desde os mísseis aos micro-ondas, dos smartphones à bolsa de valores - funciona com semicondutores. Até muito recentemente, os Estados Unidos desenharam e produziram os chips mais avançados e mantiveram a liderança como a primeira superpotência. Hoje, os EUA estão a perder a vantagem. Acresce que a China, que gasta mais dinheiro a importar chips do que a importar petróleo, está a investir dezenas de milhares de milhões de dólares num plano para destronar os EUA da liderança - um esforço ilimitado para adquirir a tecnologia mais importante do mundo. Não está em causa apenas a prosperidade económica dos Estados Unidos, mas também a superioridade militar. "A Guerra dos Chips" conta a fascinante história de como os minúsculos chips de silício surgiram para redefinir o mundo, desde os investigadores geniais que os inventaram e os titãs da tecnologia que construíram Silicon Valley, e os lucros que geraram, até aos oficiais do Pentágono que os usaram para revolucionar o poder militar. E revela o moderno cenário dos semicondutores, em que os chips de vanguarda são produzidos a partir dos componentes eletrónicos mais pequenos algum dia fabricados, tudo para apoiar uma indústria gigantesca que envolve cadeias de fornecimento à escala global imensamente complexas e abastece algumas das companhias mais valiosas do mundo. Como "A Guerra dos Chips" revela de forma provocadora, avizinha-se um ajuste de contas uma vez que a China tenta alcançar a supremacia nos semicondutores enquanto os Estados Unidos se posicionam para a impedir de ganhar a dianteira.
Sinopse:
Muita gente ficaria surpreendida por saber que os semicondutores são o novo petróleo - o escasso recurso de que depende o mundo moderno. Hoje, o poder militar, económico e geopolítico está alicerçado nos chips dos computadores. Virtualmente tudo - desde os mísseis aos micro-ondas, dos smartphones à bolsa de valores - funciona com semicondutores. Até muito recentemente, os Estados Unidos desenharam e produziram os chips mais avançados e mantiveram a liderança como a primeira superpotência. Hoje, os EUA estão a perder a vantagem. Acresce que a China, que gasta mais dinheiro a importar chips do que a importar petróleo, está a investir dezenas de milhares de milhões de dólares num plano para destronar os EUA da liderança - um esforço ilimitado para adquirir a tecnologia mais importante do mundo. Não está em causa apenas a prosperidade económica dos Estados Unidos, mas também a superioridade militar. "A Guerra dos Chips" conta a fascinante história de como os minúsculos chips de silício surgiram para redefinir o mundo, desde os investigadores geniais que os inventaram e os titãs da tecnologia que construíram Silicon Valley, e os lucros que geraram, até aos oficiais do Pentágono que os usaram para revolucionar o poder militar. E revela o moderno cenário dos semicondutores, em que os chips de vanguarda são produzidos a partir dos componentes eletrónicos mais pequenos algum dia fabricados, tudo para apoiar uma indústria gigantesca que envolve cadeias de fornecimento à escala global imensamente complexas e abastece algumas das companhias mais valiosas do mundo. Como "A Guerra dos Chips" revela de forma provocadora, avizinha-se um ajuste de contas uma vez que a China tenta alcançar a supremacia nos semicondutores enquanto os Estados Unidos se posicionam para a impedir de ganhar a dianteira.
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Edição: Junho 2023
Sinopse:
Um livro profundamente humanista e surpreendente, escrito por um militar com larga experiência no terreno e conhecedor dos conflitos que grassam pelo mundo. Testemunha direta do sofrimento causado pela guerra, mas também da capacidade de abnegação do ser humano em situações-limite, o major-general Nuno Lemos Pires recorre a vários exemplos ao longo da História - desde as guerras púnicas aos conflitos mundiais do século XX, passando pelas invasões napoleónicas e por casos bem recentes de resistência, como os de Timor e da Ucrânia - para realçar as principais caraterísticas dos combatentes mais inconformados e estabelecer pontos em comum entre os homens e as mulheres que, ontem como hoje, se rebelaram contra o avanço dos invasores. Uma reflexão envolvente sobre o poder galvanizador das ideias de nação, de comunidade e de família, enquanto valores defendidos pelos resistentes até às últimas consequências e, em simultâneo, um manifesto contra a indiferença generalizada pelos dramas vividos em guerras distantes.
Sinopse:
Um livro profundamente humanista e surpreendente, escrito por um militar com larga experiência no terreno e conhecedor dos conflitos que grassam pelo mundo. Testemunha direta do sofrimento causado pela guerra, mas também da capacidade de abnegação do ser humano em situações-limite, o major-general Nuno Lemos Pires recorre a vários exemplos ao longo da História - desde as guerras púnicas aos conflitos mundiais do século XX, passando pelas invasões napoleónicas e por casos bem recentes de resistência, como os de Timor e da Ucrânia - para realçar as principais caraterísticas dos combatentes mais inconformados e estabelecer pontos em comum entre os homens e as mulheres que, ontem como hoje, se rebelaram contra o avanço dos invasores. Uma reflexão envolvente sobre o poder galvanizador das ideias de nação, de comunidade e de família, enquanto valores defendidos pelos resistentes até às últimas consequências e, em simultâneo, um manifesto contra a indiferença generalizada pelos dramas vividos em guerras distantes.
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Edição: Junho 2023
Sinopse:
25 de Abril de 1974: Portugal liberta-se do Estado Novo. O autoritarismo de direita acabou, mas no horizonte desenha-se um outro de sentido contrário, comunista, sob tutela soviética. Os anos seguintes deixam o país a ferro e fogo, com clivagens sociais pronunciadas e projetos políticos inconciliáveis. É neste contexto que surge o Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP), um movimento terrorista dirigido, na parte operacional, pelo comandante Alpoim Calvão e encabeçado, a partir do Brasil, por António de Spínola. O seu objetivo: perpetrar ações violentas contra os comunistas e incentivar a população a combater a onda de extrema-esquerda que passara a controlar a governação de Portugal. Os atos terroristas do MDLP iriam aterrorizar Portugal e condicionar o futuro do novo regime que despontava. Fernando Ângelo Cavaleiro, autor de "DINFO" e de "Os Flechas", regressa com uma mais uma investigação notável, desta vez sobre o terrorismo de extrema-direita no Portugal do pós-25 de Abril. Repleto de histórias e de dados até agora desconhecidos, este livro vem confirmar o autor como o grande divulgador da história dos serviços de informação em Portugal.
Sinopse:
25 de Abril de 1974: Portugal liberta-se do Estado Novo. O autoritarismo de direita acabou, mas no horizonte desenha-se um outro de sentido contrário, comunista, sob tutela soviética. Os anos seguintes deixam o país a ferro e fogo, com clivagens sociais pronunciadas e projetos políticos inconciliáveis. É neste contexto que surge o Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP), um movimento terrorista dirigido, na parte operacional, pelo comandante Alpoim Calvão e encabeçado, a partir do Brasil, por António de Spínola. O seu objetivo: perpetrar ações violentas contra os comunistas e incentivar a população a combater a onda de extrema-esquerda que passara a controlar a governação de Portugal. Os atos terroristas do MDLP iriam aterrorizar Portugal e condicionar o futuro do novo regime que despontava. Fernando Ângelo Cavaleiro, autor de "DINFO" e de "Os Flechas", regressa com uma mais uma investigação notável, desta vez sobre o terrorismo de extrema-direita no Portugal do pós-25 de Abril. Repleto de histórias e de dados até agora desconhecidos, este livro vem confirmar o autor como o grande divulgador da história dos serviços de informação em Portugal.
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Edição: Maio 2023
Sinopse:
Já se escreveram numerosos livros sobre a guerra, sobre táticas e operações militares, sobre o combate e os combatentes - obras escritas por homens e acerca de homens. As mulheres que vão para a guerra e que escolhem fazê-lo, como hoje acontece em países como a Ucrânia, onde dezenas de milhares pegam em armas para fazerem frente ao invasor, eram até há muito pouco tempo vistas como uma anomalia histórica. A verdade, porém, é que as mulheres combateram em mais épocas e mais civilizações do que é geralmente reconhecido. A primeira de que há registo data de 1200 AC, era uma marechal chinesa e chamava-se Fu Hao. Na Segunda Guerra Mundial, muitas fizeram parte da Resistência contra os nazis e morreram nos campos de batalha da Polónia, Jugoslávia, Grécia ou Dinamarca, sendo que só o Exército Vermelho terá contado com perto de um milhão nas suas fileiras. Mas, seja qual for a época e o conflito, quando os combates terminaram o contributo feminino foi frequentemente desvalorizado ou mesmo apagado da memória. Há muitas histórias de mulheres na guerra para contar. Este livro honra essas lutadoras tantas vezes esquecidas.
Sinopse:
Já se escreveram numerosos livros sobre a guerra, sobre táticas e operações militares, sobre o combate e os combatentes - obras escritas por homens e acerca de homens. As mulheres que vão para a guerra e que escolhem fazê-lo, como hoje acontece em países como a Ucrânia, onde dezenas de milhares pegam em armas para fazerem frente ao invasor, eram até há muito pouco tempo vistas como uma anomalia histórica. A verdade, porém, é que as mulheres combateram em mais épocas e mais civilizações do que é geralmente reconhecido. A primeira de que há registo data de 1200 AC, era uma marechal chinesa e chamava-se Fu Hao. Na Segunda Guerra Mundial, muitas fizeram parte da Resistência contra os nazis e morreram nos campos de batalha da Polónia, Jugoslávia, Grécia ou Dinamarca, sendo que só o Exército Vermelho terá contado com perto de um milhão nas suas fileiras. Mas, seja qual for a época e o conflito, quando os combates terminaram o contributo feminino foi frequentemente desvalorizado ou mesmo apagado da memória. Há muitas histórias de mulheres na guerra para contar. Este livro honra essas lutadoras tantas vezes esquecidas.
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Edição: Maio 2023
Sinopse:
Em "Liderança" Kissinger analisa as vidas de seis líderes extraordinários à luz das estratégias políticas distintas que ele considerava terem adotado. No pós-Segunda Guerra Mundial, Konrad Adenauer recuperou a Alemanha derrotada e moralmente falida para a comunidade internacional através da, nas palavras de Kissinger, estratégia da humildade. Charles de Gaulle integrou a França nas potências aliadas vitoriosas e renovou a sua grandeza histórica com a estratégia da vontade. Durante a Guerra Fria, Richard Nixon conseguiu dar vantagem geoestratégica aos Estados Unidos concebendo a estratégia do equilíbrio. Após vinte e cinco anos de conflito, Anwar Sadat criou um cenário de paz para o Médio Oriente com a estratégia de transcendência. Contra todas expetativas, Lee Kuan Yew criou uma poderosa cidade-estado, Singapura, seguindo a estratégia da excelência. Apesar do Reino Unido ser o homem doente da Europa, quando chegou ao poder, Margaret Thatcher renovou a posição moral e internacional do país seguindo a estratégia da convicção.
Sinopse:
Em "Liderança" Kissinger analisa as vidas de seis líderes extraordinários à luz das estratégias políticas distintas que ele considerava terem adotado. No pós-Segunda Guerra Mundial, Konrad Adenauer recuperou a Alemanha derrotada e moralmente falida para a comunidade internacional através da, nas palavras de Kissinger, estratégia da humildade. Charles de Gaulle integrou a França nas potências aliadas vitoriosas e renovou a sua grandeza histórica com a estratégia da vontade. Durante a Guerra Fria, Richard Nixon conseguiu dar vantagem geoestratégica aos Estados Unidos concebendo a estratégia do equilíbrio. Após vinte e cinco anos de conflito, Anwar Sadat criou um cenário de paz para o Médio Oriente com a estratégia de transcendência. Contra todas expetativas, Lee Kuan Yew criou uma poderosa cidade-estado, Singapura, seguindo a estratégia da excelência. Apesar do Reino Unido ser o homem doente da Europa, quando chegou ao poder, Margaret Thatcher renovou a posição moral e internacional do país seguindo a estratégia da convicção.
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Edição: Maio 2023
Sinopse:
"Ah! Porque não tinha eu vindo simplesmente como turista! Ou como naturalista, encantado por ali encontrar uma série de plantas novas, por reconhecer nos planaltos a escabiosa do Cáucaso do meu jardim... Mas não foi isso que vim procurar na URSS. O que me interessa é o homem, os homens, e o que pode ser feito com eles, o que tem sido feito com eles. A floresta que me atrai, terrivelmente densa, e onde me perco, é a das questões sociais. Na URSS estas questões interpelam-nos, pressionam-nos e oprimem-nos em toda a parte."
"Regresso da URSS", publicado pela primeira vez em 1936, e "Apontamentos" no ano seguinte, causaram sensação. Os dois livros mantêm-se um testemunho capital. As Publicações Dom Quixote recuperam-nos num único volume apresentado por Paulo Tunhas.
Sinopse:
"Ah! Porque não tinha eu vindo simplesmente como turista! Ou como naturalista, encantado por ali encontrar uma série de plantas novas, por reconhecer nos planaltos a escabiosa do Cáucaso do meu jardim... Mas não foi isso que vim procurar na URSS. O que me interessa é o homem, os homens, e o que pode ser feito com eles, o que tem sido feito com eles. A floresta que me atrai, terrivelmente densa, e onde me perco, é a das questões sociais. Na URSS estas questões interpelam-nos, pressionam-nos e oprimem-nos em toda a parte."
"Regresso da URSS", publicado pela primeira vez em 1936, e "Apontamentos" no ano seguinte, causaram sensação. Os dois livros mantêm-se um testemunho capital. As Publicações Dom Quixote recuperam-nos num único volume apresentado por Paulo Tunhas.
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Edição: Abril 2023
Sinopse:
Em 1942, numa pacata aldeia da região verdejante de Cotswolds, no centro de Inglaterra, uma mulher magra e elegante vivia numa pequena casa de campo com os três filhos e o marido, que trabalhava nas imediações como maquinista. Ursula Burton era afetuosa, mas reservada, e falava inglês com um ligeiro sotaque forasteiro. Parecia viver uma vida simples, humilde. Os vizinhos de aldeia sabiam pouco sobre ela. Não sabiam que, na verdade, era uma oficial de alta patente da espionagem soviética. Não sabiam que o marido também era espião, nem que ela comandava uma poderosa rede de agentes a operar na Europa. Por detrás da fachada da sua vida pitoresca, Burton era uma comunista convicta, uma coronel soviética, uma agente experiente que recolhia segredos científicos que permitiriam à União Soviética construir a bomba atómica. Esta história verdadeira, de espionagem, é uma obra-prima sobre a mulher com nome de código "Sonya". Ao longo da sua carreira foi perseguida pelos chineses, japoneses e nazis, pelo MI5, MI6 e o FBI, sem nunca ter sido apanhada. A sua história reflete o grande confronto ideológico do século XX entre o comunismo, o fascismo e a democracia ocidental, e lança uma nova luz sobre as lutas e as lealdades instáveis dos espiões no nosso tempo.
Sinopse:
Em 1942, numa pacata aldeia da região verdejante de Cotswolds, no centro de Inglaterra, uma mulher magra e elegante vivia numa pequena casa de campo com os três filhos e o marido, que trabalhava nas imediações como maquinista. Ursula Burton era afetuosa, mas reservada, e falava inglês com um ligeiro sotaque forasteiro. Parecia viver uma vida simples, humilde. Os vizinhos de aldeia sabiam pouco sobre ela. Não sabiam que, na verdade, era uma oficial de alta patente da espionagem soviética. Não sabiam que o marido também era espião, nem que ela comandava uma poderosa rede de agentes a operar na Europa. Por detrás da fachada da sua vida pitoresca, Burton era uma comunista convicta, uma coronel soviética, uma agente experiente que recolhia segredos científicos que permitiriam à União Soviética construir a bomba atómica. Esta história verdadeira, de espionagem, é uma obra-prima sobre a mulher com nome de código "Sonya". Ao longo da sua carreira foi perseguida pelos chineses, japoneses e nazis, pelo MI5, MI6 e o FBI, sem nunca ter sido apanhada. A sua história reflete o grande confronto ideológico do século XX entre o comunismo, o fascismo e a democracia ocidental, e lança uma nova luz sobre as lutas e as lealdades instáveis dos espiões no nosso tempo.
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Edição: Abril 2023
Sinopse:
Um relato incisivo sobre a Turquia de Erdogan - mostrando como a sua perturbadora transformação pode durar pouco. Desde que chegou ao poder em 2002, Recep Tayyip Erdogan tem supervisionado uma transformação radical da Turquia. Outrora um pilar da aliança ocidental, o país embarcou numa política externa militarista, intervindo em pontos de fulgor regionais desde Nagorno-Karabakh até à Líbia. E a sua democracia, sustentada pela aspiração de aderir à União Europeia, deu lugar ao governo de um só homem. Dimitar Bechev traça a trajetória política do regime populista de Erdogan, desde a era das reformas e da prosperidade, nos anos 2000, até aos efeitos da guerra na vizinha Síria. Numa história de oportunidades perdidas, Bechev explora como a Turquia se afastou dos Estados Unidos e da Europa, abraçou a Rússia de Putin e outras potências revisionistas, e substituiu um regime democrático frágil por um regime autoritário. Apesar de tudo isto, Bechev argumenta que os instintos democráticos da Turquia são resistentes, os seus laços económicos com a Europa estão tão fortes como sempre, e que Erdogan falhará em alcançar um regime totalmente autocrático.
Sinopse:
Um relato incisivo sobre a Turquia de Erdogan - mostrando como a sua perturbadora transformação pode durar pouco. Desde que chegou ao poder em 2002, Recep Tayyip Erdogan tem supervisionado uma transformação radical da Turquia. Outrora um pilar da aliança ocidental, o país embarcou numa política externa militarista, intervindo em pontos de fulgor regionais desde Nagorno-Karabakh até à Líbia. E a sua democracia, sustentada pela aspiração de aderir à União Europeia, deu lugar ao governo de um só homem. Dimitar Bechev traça a trajetória política do regime populista de Erdogan, desde a era das reformas e da prosperidade, nos anos 2000, até aos efeitos da guerra na vizinha Síria. Numa história de oportunidades perdidas, Bechev explora como a Turquia se afastou dos Estados Unidos e da Europa, abraçou a Rússia de Putin e outras potências revisionistas, e substituiu um regime democrático frágil por um regime autoritário. Apesar de tudo isto, Bechev argumenta que os instintos democráticos da Turquia são resistentes, os seus laços económicos com a Europa estão tão fortes como sempre, e que Erdogan falhará em alcançar um regime totalmente autocrático.
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Edição: Março 2023
Sinopse:
A única coisa que Anthony Bourdain, gastrónomo gonzo, e um dos autores internacionais da área da gastronomia mais vendidos, amava tanto como cozinhar era viajar. Inspirado pela pergunta "Qual será a refeição perfeita?", Tony iniciou uma busca pelo seu santo graal culinário e, no processo, virou do avesso a noção de perfeição. Da Califórnia ao Camboja, passando por França, Portugal, Marrocos, Japão e Vietname, "A Cook’s Tour - Em busca da refeição perfeita" faz a crónica das aventuras imprevisíveis do chef mais destemido e corajoso da América, à procura de comida verdadeira, autêntica e fresca, sem qualquer medo de se juntar aos locais e comer como estes. Não importa qual é a especialidade da casa, sejam os testículos de cordeiro em Marrocos, o coração palpitante de uma cobra no Vietname, haggis na Escócia ou natto no Japão.
Sinopse:
A única coisa que Anthony Bourdain, gastrónomo gonzo, e um dos autores internacionais da área da gastronomia mais vendidos, amava tanto como cozinhar era viajar. Inspirado pela pergunta "Qual será a refeição perfeita?", Tony iniciou uma busca pelo seu santo graal culinário e, no processo, virou do avesso a noção de perfeição. Da Califórnia ao Camboja, passando por França, Portugal, Marrocos, Japão e Vietname, "A Cook’s Tour - Em busca da refeição perfeita" faz a crónica das aventuras imprevisíveis do chef mais destemido e corajoso da América, à procura de comida verdadeira, autêntica e fresca, sem qualquer medo de se juntar aos locais e comer como estes. Não importa qual é a especialidade da casa, sejam os testículos de cordeiro em Marrocos, o coração palpitante de uma cobra no Vietname, haggis na Escócia ou natto no Japão.
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Edição: Março 2023
Sinopse:
Vivemos tempos em que o pasmo se torna rotina. Tomamos o pequeno-almoço com notícias que, não há muito, eram consideradas inverosímeis, política-ficção do pior gosto, que teria arruinado a carreira do mais reputado argumentista. Professores com processos disciplinares por ensinar que o sexo é determinado por um par de cromossomas, contas de Twitter suspensas por referirem que a relva é verde, violadores condenados que dizem ser mulheres para os transferirem para uma prisão feminina onde violam umas quantas reclusas, estátuas de São Junípero Serra derrubadas por justiceiros descendentes dos puritanos que massacraram os indígenas norte-americanos, mulheres desportistas que veem o seu lugar nas Olimpíadas ocupado por concorrentes com genitália masculina, filmes inocentes desqualificados como se fossem abominações horrendas (agora até o Dumbo é politicamente incorreto!), palavras de sempre que, de um dia para o outro, se transformam em termos proibidos que podem arruinar a nossa carreira ou mesmo a nossa vida… Palavras canceladas. Estátuas canceladas. Livros cancelados e, até, pessoas canceladas. Tudo deve ajustar-se aos moldes do politicamente correto. A pergunta é óbvia: enlouquecemos todos?
Sinopse:
Vivemos tempos em que o pasmo se torna rotina. Tomamos o pequeno-almoço com notícias que, não há muito, eram consideradas inverosímeis, política-ficção do pior gosto, que teria arruinado a carreira do mais reputado argumentista. Professores com processos disciplinares por ensinar que o sexo é determinado por um par de cromossomas, contas de Twitter suspensas por referirem que a relva é verde, violadores condenados que dizem ser mulheres para os transferirem para uma prisão feminina onde violam umas quantas reclusas, estátuas de São Junípero Serra derrubadas por justiceiros descendentes dos puritanos que massacraram os indígenas norte-americanos, mulheres desportistas que veem o seu lugar nas Olimpíadas ocupado por concorrentes com genitália masculina, filmes inocentes desqualificados como se fossem abominações horrendas (agora até o Dumbo é politicamente incorreto!), palavras de sempre que, de um dia para o outro, se transformam em termos proibidos que podem arruinar a nossa carreira ou mesmo a nossa vida… Palavras canceladas. Estátuas canceladas. Livros cancelados e, até, pessoas canceladas. Tudo deve ajustar-se aos moldes do politicamente correto. A pergunta é óbvia: enlouquecemos todos?
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Edição: Março 2023
Sinopse:
Hjalmar Schacht é um dos protagonistas mais peculiares do nazismo. Foi graças a este génio financeiro que Adolf Hitler subiu ao poder e que as forças armadas do III Reich se tornaram as mais poderosas do mundo. Schacht esteve também ao serviço da perseguição aos judeus, depois conspirou contra o regime e foi encarcerado em cadeias e campos de concentração, num processo a que só milagrosamente escapou com vida. A traição a Hitler não evitou que viesse a ser julgado no pós-guerra, ao lado de Göring, Speer e outros acusados de crimes contra a humanidade, com os soviéticos a pedirem a sua condenação à morte. No entanto, o homem que por essa altura já salvara a Alemanha da ruína por três vezes - ao controlar a hiperinflação dos anos 20, ao neutralizar a pressão dos vencedores da I Grande Guerra para que o seu país pagasse as reparações exigidas pelo Tratado de Versalhes e, ainda, ao resolver o problema dos 7 milhões de desempregados herdados por Hitler - acabou por morrer tranquilamente na sua cama, aos 93 anos, já depois de trabalhar como conselheiro de várias economias emergentes do movimento dos não-alinhados. Esta é a história de um dos economistas mais brilhantes do século XX, uma personalidade altamente controversa, mas com muito para ensinar aos dirigentes da atualidade.
Sinopse:
Hjalmar Schacht é um dos protagonistas mais peculiares do nazismo. Foi graças a este génio financeiro que Adolf Hitler subiu ao poder e que as forças armadas do III Reich se tornaram as mais poderosas do mundo. Schacht esteve também ao serviço da perseguição aos judeus, depois conspirou contra o regime e foi encarcerado em cadeias e campos de concentração, num processo a que só milagrosamente escapou com vida. A traição a Hitler não evitou que viesse a ser julgado no pós-guerra, ao lado de Göring, Speer e outros acusados de crimes contra a humanidade, com os soviéticos a pedirem a sua condenação à morte. No entanto, o homem que por essa altura já salvara a Alemanha da ruína por três vezes - ao controlar a hiperinflação dos anos 20, ao neutralizar a pressão dos vencedores da I Grande Guerra para que o seu país pagasse as reparações exigidas pelo Tratado de Versalhes e, ainda, ao resolver o problema dos 7 milhões de desempregados herdados por Hitler - acabou por morrer tranquilamente na sua cama, aos 93 anos, já depois de trabalhar como conselheiro de várias economias emergentes do movimento dos não-alinhados. Esta é a história de um dos economistas mais brilhantes do século XX, uma personalidade altamente controversa, mas com muito para ensinar aos dirigentes da atualidade.
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Edição: Março 2023
Sinopse:
"O propósito deste trabalho é o de apresentar uma visão de conjunto da diplomacia do Estado Novo no período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo, em julho de 1932, e a adesão de Portugal à Aliança Atlântica, em 1949. Mais do que uma interpretação das grandes linhas da política externa portuguesa nesses anos, este livro pretende ser uma crónica das múltiplas crises e desafios com que Portugal se viu confrontado e das respostas que o regime lhes deu, essencialmente no plano diplomático. O período em questão é notoriamente rico. Nele se destacam dois acontecimentos que tiveram um enorme impacto em Portugal: a Guerra Civil de Espanha e a Segunda Guerra Mundial. Para além das coleções documentais publicadas, numerosos estudos académicos debruçaram-se já, em pormenor, sobre variados aspetos da política de Salazar nessa época. Reunir numa obra de síntese, rigorosa mas acessível, o fruto desse imenso trabalho - acrescentando-lhe aqui e ali alguma investigação original - foi o que pretendi fazer."
Sinopse:
"O propósito deste trabalho é o de apresentar uma visão de conjunto da diplomacia do Estado Novo no período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo, em julho de 1932, e a adesão de Portugal à Aliança Atlântica, em 1949. Mais do que uma interpretação das grandes linhas da política externa portuguesa nesses anos, este livro pretende ser uma crónica das múltiplas crises e desafios com que Portugal se viu confrontado e das respostas que o regime lhes deu, essencialmente no plano diplomático. O período em questão é notoriamente rico. Nele se destacam dois acontecimentos que tiveram um enorme impacto em Portugal: a Guerra Civil de Espanha e a Segunda Guerra Mundial. Para além das coleções documentais publicadas, numerosos estudos académicos debruçaram-se já, em pormenor, sobre variados aspetos da política de Salazar nessa época. Reunir numa obra de síntese, rigorosa mas acessível, o fruto desse imenso trabalho - acrescentando-lhe aqui e ali alguma investigação original - foi o que pretendi fazer."
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Edição: Fevereiro 2023
Sinopse:
"A História Secreta dos Alimentos" é de leitura obrigatória para os verdadeiros amantes de comida, revelando factos improváveis e desconhecidos sobre tudo aquilo que consumimos. de forma divertida e controversa, Matt Siegel desvenda toda uma nova perspetiva sobre os alimentos, desmontando mitos e abordando histórias e tradições mal contadas. Será o azeite realmente italiano, ou estaremos a mergulhar o pão em óleo de candeeiro? Porque é que, de forma algo masoquista,nos sentimos atraídos por alimentos que nos podem fazer mal, como as malaguetas? Apesar de ser um clássico americano, será a tarte de maçã originalmente... inglesa? "Como espécie animal, estamos geneticamente programados para ser obcecados por comida", explica Matt Siegel enquanto revela o lado oculto de tudo aquilo que metemos nas bocas. Siegel explora várias temáticas: os mitos - e realidades - sobre uma fruta afrodisíaca, como uma das mais raras e exóticas especiarias do mundo (baunilha) passou a ser sinónimo de tendências sexuais inesperadas e qual o papel da comida nos contos populares. E ainda consegue argumentar como é que o gelado ajudou a derrotar os Nazis. "A História Secreta dos Alimentos" é uma rica e prazerosa exploração das subculturas históricas, culturais, científicas, sexuais, e, sim, culinárias, deste tão essencial reino que são os alimentos. Pode comparar-se a destreza culinária de Siegel à de Anthony Bourdain, pelo que, ao invés da faca de chef, surge equipado com um conhecimento gastronómico que foi beber a manuscritos medievais, pergaminhos chineses antigos e revistas obscuras de culinária. Divertido e fascinante, é um livro essencial para todos os foodies.
Sinopse:
"A História Secreta dos Alimentos" é de leitura obrigatória para os verdadeiros amantes de comida, revelando factos improváveis e desconhecidos sobre tudo aquilo que consumimos. de forma divertida e controversa, Matt Siegel desvenda toda uma nova perspetiva sobre os alimentos, desmontando mitos e abordando histórias e tradições mal contadas. Será o azeite realmente italiano, ou estaremos a mergulhar o pão em óleo de candeeiro? Porque é que, de forma algo masoquista,nos sentimos atraídos por alimentos que nos podem fazer mal, como as malaguetas? Apesar de ser um clássico americano, será a tarte de maçã originalmente... inglesa? "Como espécie animal, estamos geneticamente programados para ser obcecados por comida", explica Matt Siegel enquanto revela o lado oculto de tudo aquilo que metemos nas bocas. Siegel explora várias temáticas: os mitos - e realidades - sobre uma fruta afrodisíaca, como uma das mais raras e exóticas especiarias do mundo (baunilha) passou a ser sinónimo de tendências sexuais inesperadas e qual o papel da comida nos contos populares. E ainda consegue argumentar como é que o gelado ajudou a derrotar os Nazis. "A História Secreta dos Alimentos" é uma rica e prazerosa exploração das subculturas históricas, culturais, científicas, sexuais, e, sim, culinárias, deste tão essencial reino que são os alimentos. Pode comparar-se a destreza culinária de Siegel à de Anthony Bourdain, pelo que, ao invés da faca de chef, surge equipado com um conhecimento gastronómico que foi beber a manuscritos medievais, pergaminhos chineses antigos e revistas obscuras de culinária. Divertido e fascinante, é um livro essencial para todos os foodies.
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