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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 550
Sinopse:
A Alemanha depois da guerra. Um país em dissolução. Pessoas dispersas, desalojados, ocupantes, presos libertados, refugiados, culpados. Pilha-se, rouba-se, inventam-se novas identidades, começa-se do zero. Mas será isso realmente possível? Como se pode reconstruir uma sociedade aa partir de semelhante caos? Ter escapado à morte lança uns num estado de apatia, aos passos que noutros faz brotar uma alegria de viver sem precedentes. A vida ficou virada do avesso, mas as pessoas voltam a conviver, e o país é percecionado pelos mais jovens e destemidos como se fosse um parque recreativo, no qual todos os dias tentam a sua sorte. Harald Jähner dá-nos uma impressionante perspetiva geral dos primeiros dez anos do pós-guerra, mostrando como se reergueu a Alemanha. O recomeço - visto de um novo ângulo.
Nº Páginas: 550
Sinopse:
A Alemanha depois da guerra. Um país em dissolução. Pessoas dispersas, desalojados, ocupantes, presos libertados, refugiados, culpados. Pilha-se, rouba-se, inventam-se novas identidades, começa-se do zero. Mas será isso realmente possível? Como se pode reconstruir uma sociedade aa partir de semelhante caos? Ter escapado à morte lança uns num estado de apatia, aos passos que noutros faz brotar uma alegria de viver sem precedentes. A vida ficou virada do avesso, mas as pessoas voltam a conviver, e o país é percecionado pelos mais jovens e destemidos como se fosse um parque recreativo, no qual todos os dias tentam a sua sorte. Harald Jähner dá-nos uma impressionante perspetiva geral dos primeiros dez anos do pós-guerra, mostrando como se reergueu a Alemanha. O recomeço - visto de um novo ângulo.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Com Presos por um Fio chega-nos finalmente o relato livre e documentado de uma das páginas mais negras da história do Portugal recente. É o trabalho de investigação que vem resgatar do esquecimento colectivo a trágica tentativa de impor - pela força das armas e do terror - ao povo português um projecto político que ele explicita e reiteradamente rejeitara. Estudo histórico que conta pela primeira vez toda a verdade sobre as FP-25 de Abril, Presos por um Fio é também uma chamada de atenção para como uma outra vez na história contemporânea portuguesa forças de extrema-esquerda passaram do combate político ao extermínio físico daqueles que considerava seus inimigos. Este imperdível livro de estreia de Nuno Gonçalo Poças conta ainda com o prefácio de Paulo Portas.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Com Presos por um Fio chega-nos finalmente o relato livre e documentado de uma das páginas mais negras da história do Portugal recente. É o trabalho de investigação que vem resgatar do esquecimento colectivo a trágica tentativa de impor - pela força das armas e do terror - ao povo português um projecto político que ele explicita e reiteradamente rejeitara. Estudo histórico que conta pela primeira vez toda a verdade sobre as FP-25 de Abril, Presos por um Fio é também uma chamada de atenção para como uma outra vez na história contemporânea portuguesa forças de extrema-esquerda passaram do combate político ao extermínio físico daqueles que considerava seus inimigos. Este imperdível livro de estreia de Nuno Gonçalo Poças conta ainda com o prefácio de Paulo Portas.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Resultado de 20 anos de investigação sobre o Holocausto, "As Fúrias de Hitler" é um relato impressionante sobre o papel de milhares de cidadãs alemãs nos campos de extermínio nazis, que deita por terra a ideia de uma certa passividade feminina na Alemanha de Hitler. Wendy Lower demonstra-nos claramente neste livro que as mulheres do Reich foram mais do que meras assassinas de secretária, enfermeiras, zelosas mães de família, esposas subservientes ou amantes de criminosos de guerra. Aquelas que encontramos ao longo destas páginas não ficaram atrás da conhecida frieza e crueldade dos homens do regime - aderiram com igual fervor ao nacional-socialismo e participaram ativamente no genocídio por ele desencadeado
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Resultado de 20 anos de investigação sobre o Holocausto, "As Fúrias de Hitler" é um relato impressionante sobre o papel de milhares de cidadãs alemãs nos campos de extermínio nazis, que deita por terra a ideia de uma certa passividade feminina na Alemanha de Hitler. Wendy Lower demonstra-nos claramente neste livro que as mulheres do Reich foram mais do que meras assassinas de secretária, enfermeiras, zelosas mães de família, esposas subservientes ou amantes de criminosos de guerra. Aquelas que encontramos ao longo destas páginas não ficaram atrás da conhecida frieza e crueldade dos homens do regime - aderiram com igual fervor ao nacional-socialismo e participaram ativamente no genocídio por ele desencadeado
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Duarte da Silva (1596-1688), cristão-novo, colocou a sua fortuna ao serviço da Restauração de Portugal. Preso pela Inquisição durante cinco anos, foi responsável pelo dote do casamento de D. Catarina de Bragança com Carlos II, que o levou à prisão durante um ano por ter falhado pagamentos. Depois de tentar o regresso a Portugal, morreu como judeu em Antuérpia. Poderia ser o resumo da sua vida num tweet. Duarte da Silva era, no reinado de D. João IV, "o homem de negócio mais importante do império, ao ponto de ser conhecido como o banqueiro do Rei". Esta figura, de que não conhecemos rosto, movia-se de forma discreta pelo mundo e pelos negócios e esteve sempre presente nos momentos em que o reino, que buscava regressar à sua independência, necessitou da sua ajuda financeira, mesmo quando se encontrava preso numa das celas no Palácio dos Estaus, sede do Tribunal da Santa Inquisição, em Lisboa, em cujos baixos, as salas de tormentos, foi torturado. A sua detenção e prisão durante cinco anos tornou-se um dos episódios mais debatidos do reinado de D. João IV, tanto na época como na historiografia portuguesa.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Duarte da Silva (1596-1688), cristão-novo, colocou a sua fortuna ao serviço da Restauração de Portugal. Preso pela Inquisição durante cinco anos, foi responsável pelo dote do casamento de D. Catarina de Bragança com Carlos II, que o levou à prisão durante um ano por ter falhado pagamentos. Depois de tentar o regresso a Portugal, morreu como judeu em Antuérpia. Poderia ser o resumo da sua vida num tweet. Duarte da Silva era, no reinado de D. João IV, "o homem de negócio mais importante do império, ao ponto de ser conhecido como o banqueiro do Rei". Esta figura, de que não conhecemos rosto, movia-se de forma discreta pelo mundo e pelos negócios e esteve sempre presente nos momentos em que o reino, que buscava regressar à sua independência, necessitou da sua ajuda financeira, mesmo quando se encontrava preso numa das celas no Palácio dos Estaus, sede do Tribunal da Santa Inquisição, em Lisboa, em cujos baixos, as salas de tormentos, foi torturado. A sua detenção e prisão durante cinco anos tornou-se um dos episódios mais debatidos do reinado de D. João IV, tanto na época como na historiografia portuguesa.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A canábis foi proibida pelos seus efeitos psicotrópicos, graças a uma campanha destinada a servir interesses pouco claros. E, assim, a mesma planta que, três milénios antes de Cristo, já era utilizada na China para produzir chás medicinais - e que viria a fornecer velas e cabos quase indestrutíveis aos navegadores portugueses - tornava-se ilegal, passando a ser encarada como uma droga infame, capaz de levar os jovens à loucura e morte… Mais recentemente, porém, a legalização da canábis começou a ser reclamada por uma parte considerável da sociedade graças às suas múltiplas virtudes e usos, sendo a dimensão psicotrópica apenas um deles. Ao longo destas páginas, viajamos pela incrível diversidade que, sob todos os pontos de vista, a canábis encerra. Identificamos as principais características de cada uma das suas três variedades, percebemos a diferença fundamental entre plantas macho e plantas fêmea, percorremos a já longa história da relação do ser humano com a erva e descobrimos os verdadeiros motivos que conduziram à sua proibição. Ficamos também a saber o que diz a ciência sobre este fármaco ímpar e a conhecer o enorme impacto do chamado «ouro verde» em diversas atividades económicas que geram lucros cada vez mais expressivos. Com uma visão de 360 graus, este é um livro fundamental para compreender a planta maldita e maravilhosa que, no fim de contas, será sempre aquilo que o Homem quiser fazer dela.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A canábis foi proibida pelos seus efeitos psicotrópicos, graças a uma campanha destinada a servir interesses pouco claros. E, assim, a mesma planta que, três milénios antes de Cristo, já era utilizada na China para produzir chás medicinais - e que viria a fornecer velas e cabos quase indestrutíveis aos navegadores portugueses - tornava-se ilegal, passando a ser encarada como uma droga infame, capaz de levar os jovens à loucura e morte… Mais recentemente, porém, a legalização da canábis começou a ser reclamada por uma parte considerável da sociedade graças às suas múltiplas virtudes e usos, sendo a dimensão psicotrópica apenas um deles. Ao longo destas páginas, viajamos pela incrível diversidade que, sob todos os pontos de vista, a canábis encerra. Identificamos as principais características de cada uma das suas três variedades, percebemos a diferença fundamental entre plantas macho e plantas fêmea, percorremos a já longa história da relação do ser humano com a erva e descobrimos os verdadeiros motivos que conduziram à sua proibição. Ficamos também a saber o que diz a ciência sobre este fármaco ímpar e a conhecer o enorme impacto do chamado «ouro verde» em diversas atividades económicas que geram lucros cada vez mais expressivos. Com uma visão de 360 graus, este é um livro fundamental para compreender a planta maldita e maravilhosa que, no fim de contas, será sempre aquilo que o Homem quiser fazer dela.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em "Tortura Branca", Narges Mohammadi, Prémio Nobel da Paz, revela as experiências de catorze mulheres, incluindo ela própria, nas prisões mais infames da República Islâmica do Irão. Nenhuma destas mulheres cometeu qualquer crime: são prisioneiras de consciência ou reféns usadas como moeda de troca. Através da tortura física e psicológica, o Estado iraniano acredita que pode reabilitar as suas almas. As entrevistas recolhidas em Tortura Branca, realizadas enquanto todas as prisioneiras estavam na prisão ou a aguardar julgamento, são documentos impressionantes de humanidade, resiliência e integridade. Enquanto os iranianos continuam a lutar pelo movimento Mulheres, Vida, Liberdade, Tortura Branca condena o regime teocrático iraniano pelos seus crimes.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em "Tortura Branca", Narges Mohammadi, Prémio Nobel da Paz, revela as experiências de catorze mulheres, incluindo ela própria, nas prisões mais infames da República Islâmica do Irão. Nenhuma destas mulheres cometeu qualquer crime: são prisioneiras de consciência ou reféns usadas como moeda de troca. Através da tortura física e psicológica, o Estado iraniano acredita que pode reabilitar as suas almas. As entrevistas recolhidas em Tortura Branca, realizadas enquanto todas as prisioneiras estavam na prisão ou a aguardar julgamento, são documentos impressionantes de humanidade, resiliência e integridade. Enquanto os iranianos continuam a lutar pelo movimento Mulheres, Vida, Liberdade, Tortura Branca condena o regime teocrático iraniano pelos seus crimes.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 856
Sinopse:
A série de acontecimentos que marcou o início da Segunda Guerra e deixou grande parte do mundo em estado de choque. De repente, parecia que tudo era possível. Para os agressores quanto ao que podiam fazer
Nº Páginas: 856
Sinopse:
A série de acontecimentos que marcou o início da Segunda Guerra e deixou grande parte do mundo em estado de choque. De repente, parecia que tudo era possível. Para os agressores quanto ao que podiam fazer
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Escrever sobre o Médio Oriente desde 7 de outubro de 2023 é mergulhar num abismo muito escuro, submergir na escuridão do trauma e da mudança dos tempos. Recolher as vozes dos dois lados: sobreviventes, familiares de reféns, habitantes de Gaza... Entre eles médicos, jornalistas, fotógrafos, soldados, diplomatas, filhos de deportados, políticos, antigos embaixadores, negociadores... que contam neste livro a história do seu 7 de outubro, do seu Israel, da sua Palestina
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Escrever sobre o Médio Oriente desde 7 de outubro de 2023 é mergulhar num abismo muito escuro, submergir na escuridão do trauma e da mudança dos tempos. Recolher as vozes dos dois lados: sobreviventes, familiares de reféns, habitantes de Gaza... Entre eles médicos, jornalistas, fotógrafos, soldados, diplomatas, filhos de deportados, políticos, antigos embaixadores, negociadores... que contam neste livro a história do seu 7 de outubro, do seu Israel, da sua Palestina
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em 2021, quando os meios de comunicação social se banqueteavam com o Facebook Files, Frances Haugen assumiu-se como a ex-funcionária que denunciou a empresa através da divulgação de dezenas de milhares de páginas de documentos. Depôs perante o Congresso e falou aos meios de comunicação social. Foi saudada no primeiro discurso do Estado da Nação feito pelo presidente Joe Biden. Garantiu que toda a gente percebia exatamente o que aqueles documentos revelavam: o Facebook sabia que tinha acidentalmente alterado o seu algoritmo para recompensar o extremismo, e recusou-se a corrigir essa falha. Sabia que os seus utilizadores estavam a usar a plataforma para fomentar a violência, espalhar falsidades e diminuir a autoestima de jovens mulheres. Mas porque foi Haugen a única funcionária da empresa a ousar dar um passo em frente? A resposta a esta pergunta está na história inspiradora da vida e uma jovem e nas escolhas que fez.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em 2021, quando os meios de comunicação social se banqueteavam com o Facebook Files, Frances Haugen assumiu-se como a ex-funcionária que denunciou a empresa através da divulgação de dezenas de milhares de páginas de documentos. Depôs perante o Congresso e falou aos meios de comunicação social. Foi saudada no primeiro discurso do Estado da Nação feito pelo presidente Joe Biden. Garantiu que toda a gente percebia exatamente o que aqueles documentos revelavam: o Facebook sabia que tinha acidentalmente alterado o seu algoritmo para recompensar o extremismo, e recusou-se a corrigir essa falha. Sabia que os seus utilizadores estavam a usar a plataforma para fomentar a violência, espalhar falsidades e diminuir a autoestima de jovens mulheres. Mas porque foi Haugen a única funcionária da empresa a ousar dar um passo em frente? A resposta a esta pergunta está na história inspiradora da vida e uma jovem e nas escolhas que fez.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 440
Sinopse:
No final de janeiro de 1945, era evidente para a Alemanha que a guerra estava perdida. O Terceiro Reich estava em queda livre e os seus líderes, à exceção dos que se agrupavam em torno de Hitler no seu bunker de Berlim, procuravam fugir antes de serem capturados. Mas queriam levar consigo toda a sua riqueza: arte, pedras preciosas e ouro roubados. As suas rotas de fuga eram diversas: a Suécia e a Suíça ostentavam proximidade bancária e industrial, enquanto Espanha e Portugal ofereciam uma costa atlântica convidativa e rotas marítimas para a América do Sul. E, de várias formas, cada uma destas chamadas nações neutras acolheu os fugitivos nazis, com a riqueza clandestina que transportavam. Lisboa II relata a história fascinante da corrida para recuperar estes bens roubados antes que desaparecessem, e antes que a vontade de punir a Alemanha fosse substituída pelas considerações políticas da Guerra Fria, que se aproximava rapidamente. O autor de bestsellers Neill Lochery dá a conhecer, de forma brilhante e com base em informação inédita, os meandros da fuga dos tesouros roubados pelos nazis - a última grande fuga da Segunda Guerra Mundial - , em particular o papel de Portugal na mesma.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
No final de janeiro de 1945, era evidente para a Alemanha que a guerra estava perdida. O Terceiro Reich estava em queda livre e os seus líderes, à exceção dos que se agrupavam em torno de Hitler no seu bunker de Berlim, procuravam fugir antes de serem capturados. Mas queriam levar consigo toda a sua riqueza: arte, pedras preciosas e ouro roubados. As suas rotas de fuga eram diversas: a Suécia e a Suíça ostentavam proximidade bancária e industrial, enquanto Espanha e Portugal ofereciam uma costa atlântica convidativa e rotas marítimas para a América do Sul. E, de várias formas, cada uma destas chamadas nações neutras acolheu os fugitivos nazis, com a riqueza clandestina que transportavam. Lisboa II relata a história fascinante da corrida para recuperar estes bens roubados antes que desaparecessem, e antes que a vontade de punir a Alemanha fosse substituída pelas considerações políticas da Guerra Fria, que se aproximava rapidamente. O autor de bestsellers Neill Lochery dá a conhecer, de forma brilhante e com base em informação inédita, os meandros da fuga dos tesouros roubados pelos nazis - a última grande fuga da Segunda Guerra Mundial - , em particular o papel de Portugal na mesma.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O Noroeste dos Estados Unidos sempre teve um clima ameno. Até 2021, imaginar ali uma onda de calor assassina parecia tão improvável como ver neve no deserto do Saara. Mas no Verão desse ano, em 24 horas, a temperatura subiu dos 24,5 para os 45,5 graus. o que aconteceu nos três dias seguintes não pode ser contabilizado apenas em mortos, e foram mais de mil. Árvores explodiram, frutas secaram, salmões sufocaram, o asfalto derreteu. É sobre este tipo de calor que nos fala o premiado jornalista Je Goodell, a partir de diferentes pontos do planeta, do Ártico à Antártida. Na ilha de Ba.n, Je. tem um encontro aterrador com um urso polar
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O Noroeste dos Estados Unidos sempre teve um clima ameno. Até 2021, imaginar ali uma onda de calor assassina parecia tão improvável como ver neve no deserto do Saara. Mas no Verão desse ano, em 24 horas, a temperatura subiu dos 24,5 para os 45,5 graus. o que aconteceu nos três dias seguintes não pode ser contabilizado apenas em mortos, e foram mais de mil. Árvores explodiram, frutas secaram, salmões sufocaram, o asfalto derreteu. É sobre este tipo de calor que nos fala o premiado jornalista Je Goodell, a partir de diferentes pontos do planeta, do Ártico à Antártida. Na ilha de Ba.n, Je. tem um encontro aterrador com um urso polar
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Navegações explora as viagens de descoberta portuguesas, situando-as nos seus contextos da Europa medieval e renascentista. Mostra como estas viagens nasceram de um espírito de cruzada, bem como do comércio de longa distância com a Ásia e África, e com os avanços técnicos na cartografia e na conceção de navios. O comércio de escravos, a diáspora dos judeus sefarditas e a disseminação intercontinental de plantas e animais conferiram a estas viagens um significado global de longo prazo. As viagens de descoberta são também narradas no contexto da política portuguesa, e este livro descreve o papel da dinastia governante portuguesa - incluindo os seus membros femininos - no florescimento do Renascimento português e na ideologia distintiva do Estado renascentista, bem como nas mudanças culturais que tiveram lugar num contexto europeu mais alargado.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Navegações explora as viagens de descoberta portuguesas, situando-as nos seus contextos da Europa medieval e renascentista. Mostra como estas viagens nasceram de um espírito de cruzada, bem como do comércio de longa distância com a Ásia e África, e com os avanços técnicos na cartografia e na conceção de navios. O comércio de escravos, a diáspora dos judeus sefarditas e a disseminação intercontinental de plantas e animais conferiram a estas viagens um significado global de longo prazo. As viagens de descoberta são também narradas no contexto da política portuguesa, e este livro descreve o papel da dinastia governante portuguesa - incluindo os seus membros femininos - no florescimento do Renascimento português e na ideologia distintiva do Estado renascentista, bem como nas mudanças culturais que tiveram lugar num contexto europeu mais alargado.
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Vivemos num mundo em que as teorias da conspiração se multiplicam entre argumentos delirantes e outros que espelham uma realidade que já hoje experimentamos. As ameaças à democracia, as crises migratórias, as alterações climáticas, as possibilidades infinitas da inteligência artificial, os limites da ética na ciência ou o fantasma de um conflito nuclear iminente parecem apontar para uma sociedade que, nas próximas décadas, será profundamente diferente e até próxima da distopia. Mas será mesmo assim? Se prever o futuro é impossível, tentar perceber o que alimenta estas conspirações está ao nosso alcance. É esse o objetivo deste livro.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Vivemos num mundo em que as teorias da conspiração se multiplicam entre argumentos delirantes e outros que espelham uma realidade que já hoje experimentamos. As ameaças à democracia, as crises migratórias, as alterações climáticas, as possibilidades infinitas da inteligência artificial, os limites da ética na ciência ou o fantasma de um conflito nuclear iminente parecem apontar para uma sociedade que, nas próximas décadas, será profundamente diferente e até próxima da distopia. Mas será mesmo assim? Se prever o futuro é impossível, tentar perceber o que alimenta estas conspirações está ao nosso alcance. É esse o objetivo deste livro.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Nos séculos XVI a XVIII, milhares de mulheres, algumas muito jovens, provenientes dos estratos superiores da sociedade portuguesa, encerraram-se ou foram encerradas para toda a vida em conventos de clausura. Muitas delas não sentiam particular vocação religiosa. Em geral, era por imposição dos pais, preocupados em deixar a herança nas mãos dos primogénitos masculinos, que faziam a sua entrada nos claustros. Essas vocações forçadas levaram a que, num grande número de conventos, o comportamento das religiosas estivesse longe do que seria esperado. A recusa da clausura esteve na origem de tentativas de fuga e de distúrbios psicológicos atribuídos a intervenção demoníaca - e objecto, por isso, da vigilância da Inquisição. Sucederam-se também graves desvios às regras estabelecidas, nomeadamente no que dizia respeito à castidade e à obediência. Até que a própria sobrevivência da instituição monástica foi sendo posta em causa.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Nos séculos XVI a XVIII, milhares de mulheres, algumas muito jovens, provenientes dos estratos superiores da sociedade portuguesa, encerraram-se ou foram encerradas para toda a vida em conventos de clausura. Muitas delas não sentiam particular vocação religiosa. Em geral, era por imposição dos pais, preocupados em deixar a herança nas mãos dos primogénitos masculinos, que faziam a sua entrada nos claustros. Essas vocações forçadas levaram a que, num grande número de conventos, o comportamento das religiosas estivesse longe do que seria esperado. A recusa da clausura esteve na origem de tentativas de fuga e de distúrbios psicológicos atribuídos a intervenção demoníaca - e objecto, por isso, da vigilância da Inquisição. Sucederam-se também graves desvios às regras estabelecidas, nomeadamente no que dizia respeito à castidade e à obediência. Até que a própria sobrevivência da instituição monástica foi sendo posta em causa.
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O ataque que devastou o Estado judaico em 7 de outubro de 2023, no qual 1140 pessoas foram massacradas, violadas e mutiladas, foi seguido de um banho de sangue no ataque de retaliação a Gaza, no qual pereceram mais de 25 mil palestinianos. Estes holocaustos - um termo aqui usado no seu sentido religioso original de sacrifício em massa - encarnam a maldição da Terra Santa nos nossos tempos trágicos. Uma teia de violência e de cegueira cuja lógica remonta a um passado longínquo na história dos dois povos. Gilles Kepel mostra como os protagonistas deste drama entrelaçam misticismo e política nas suas ações e discursos. Ao islamismo radical do Hamas sunita e dos aliados xiitas inspirados pelo Irão, opõem-se os supremacistas judeus que asseguram a sobrevivência de um governo de Netanyahu com estratégias ambíguas. Do Iémen ao Líbano, este confronto agrava as tensões regionais e tem repercussões globais. Está a tomar a forma de uma guerra global contra o Ocidente e os seus valores, opondo o apartheid à Shoah. Ao redefinir a própria noção de genocídio, alguns Estados e organizações afirmam fazer parte de um Sul Global que luta contra um Norte estigmatizado como colonialista e islamofóbico. Neste livro, o autor revela as grandes questões em jogo neste conflito de civilizações.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O ataque que devastou o Estado judaico em 7 de outubro de 2023, no qual 1140 pessoas foram massacradas, violadas e mutiladas, foi seguido de um banho de sangue no ataque de retaliação a Gaza, no qual pereceram mais de 25 mil palestinianos. Estes holocaustos - um termo aqui usado no seu sentido religioso original de sacrifício em massa - encarnam a maldição da Terra Santa nos nossos tempos trágicos. Uma teia de violência e de cegueira cuja lógica remonta a um passado longínquo na história dos dois povos. Gilles Kepel mostra como os protagonistas deste drama entrelaçam misticismo e política nas suas ações e discursos. Ao islamismo radical do Hamas sunita e dos aliados xiitas inspirados pelo Irão, opõem-se os supremacistas judeus que asseguram a sobrevivência de um governo de Netanyahu com estratégias ambíguas. Do Iémen ao Líbano, este confronto agrava as tensões regionais e tem repercussões globais. Está a tomar a forma de uma guerra global contra o Ocidente e os seus valores, opondo o apartheid à Shoah. Ao redefinir a própria noção de genocídio, alguns Estados e organizações afirmam fazer parte de um Sul Global que luta contra um Norte estigmatizado como colonialista e islamofóbico. Neste livro, o autor revela as grandes questões em jogo neste conflito de civilizações.
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Edição: Jan 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
As Lutas, As Revoltas E As Tragédias Em Portugal No Tempo Das Invasões Francesasportugal, 1808. Uma Revolução Social Acompanha Os Levantamentos Patrióticos. O Povo Insurge-Se Contra A Velha Ordem Dos Fidalgos E Eclesiásticos E, Ao Mesmo Tempo, Contra O Jugo Do Invasor Francês. Em Melgaço E Beja, Populares Lincham Os Magistrados. Em Foz Côa, Casas De Famílias Abastadas São Saqueadas. Por Outro Lado, Quem Ousa Rebelar-Se Contra Os Franceses É Punido. Os Habitantes De Vila Viçosa, Rio Maior, Alpedrinha E Régua São Brutalmente Castigados Pelos Soldados De Napoleão, Mas Nada Se Compara Aos Massacres Em Leiria E Beja. Os Ingleses Desembarcam E Os Franceses Negoceiam A Saída. Mas Regressam Menos De Um Ano Depois. A Guerrilha É Espontânea, Heróica E Impiedosa. O General Bernardim Freire De Andrade É Linchado Pelo Povo. E A Entrada Das Tropas Napoleónicas No Porto Fica Marcada Por Lutas Casa A Casa E Pelo Desastre Da Ponte Das Barcas, No Qual Milhares De Pessoas Perdem A Vida. Fuzila-Se E Incendeia-Se Como Método De Contra-Insurreição.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
As Lutas, As Revoltas E As Tragédias Em Portugal No Tempo Das Invasões Francesasportugal, 1808. Uma Revolução Social Acompanha Os Levantamentos Patrióticos. O Povo Insurge-Se Contra A Velha Ordem Dos Fidalgos E Eclesiásticos E, Ao Mesmo Tempo, Contra O Jugo Do Invasor Francês. Em Melgaço E Beja, Populares Lincham Os Magistrados. Em Foz Côa, Casas De Famílias Abastadas São Saqueadas. Por Outro Lado, Quem Ousa Rebelar-Se Contra Os Franceses É Punido. Os Habitantes De Vila Viçosa, Rio Maior, Alpedrinha E Régua São Brutalmente Castigados Pelos Soldados De Napoleão, Mas Nada Se Compara Aos Massacres Em Leiria E Beja. Os Ingleses Desembarcam E Os Franceses Negoceiam A Saída. Mas Regressam Menos De Um Ano Depois. A Guerrilha É Espontânea, Heróica E Impiedosa. O General Bernardim Freire De Andrade É Linchado Pelo Povo. E A Entrada Das Tropas Napoleónicas No Porto Fica Marcada Por Lutas Casa A Casa E Pelo Desastre Da Ponte Das Barcas, No Qual Milhares De Pessoas Perdem A Vida. Fuzila-Se E Incendeia-Se Como Método De Contra-Insurreição.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Entre os séculos XV e XIX, quase 13 milhões de africanos, entre homens, mulheres e crianças, foram obrigados a deixar a sua terra, naquela que foi uma das mais numerosas e dramáticas deslocações forçadas da história da Humanidade. A maioria deles teve de atravessar o Atlântico e tornou-se, no continente americano, a mão de-obra fundamental nas plantações, nas minas ou nos serviços domésticos. Mas como encaravam os escravizados a situação que lhes tinha sido imposta? A historiografia tradicional europeia e americana, de uma forma geral, considerou sempre que a atitude comum teria sido a passividade e o conformismo. Não foi, porém, assim. Um número significativo dos escravizados recusou-se a aceitar o estatuto que lhes determinavam e as obrigações a que eram sujeitos. Essa recusa, manifestada logo nos seus lugares de origem, nos navios em trânsito entre continentes ou já nos novos destinos, assumiu formas muito diversas, dos pequenos gestos de resistência até ao suicídio e à rebelião aberta, traduzida na fuga individual e colectiva ou na revolta organizada. É sobre esses resistentes e o modo como encararam o apelo da liberdade que trata este livro, resultado da investigação inovadora de um especialista nesta área de estudo.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Entre os séculos XV e XIX, quase 13 milhões de africanos, entre homens, mulheres e crianças, foram obrigados a deixar a sua terra, naquela que foi uma das mais numerosas e dramáticas deslocações forçadas da história da Humanidade. A maioria deles teve de atravessar o Atlântico e tornou-se, no continente americano, a mão de-obra fundamental nas plantações, nas minas ou nos serviços domésticos. Mas como encaravam os escravizados a situação que lhes tinha sido imposta? A historiografia tradicional europeia e americana, de uma forma geral, considerou sempre que a atitude comum teria sido a passividade e o conformismo. Não foi, porém, assim. Um número significativo dos escravizados recusou-se a aceitar o estatuto que lhes determinavam e as obrigações a que eram sujeitos. Essa recusa, manifestada logo nos seus lugares de origem, nos navios em trânsito entre continentes ou já nos novos destinos, assumiu formas muito diversas, dos pequenos gestos de resistência até ao suicídio e à rebelião aberta, traduzida na fuga individual e colectiva ou na revolta organizada. É sobre esses resistentes e o modo como encararam o apelo da liberdade que trata este livro, resultado da investigação inovadora de um especialista nesta área de estudo.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Quase duas centenas de crónicas publicadas entre 2013 e 2019 na revista Visão são uma demonstração do poder de observação que tem o autor das pessoas e dos ambientes, do entendimento do mundo e dos homens - do que pode haver de burlesco ou transcendente nas suas vidas -, das relações amorosas ou familiares, dos mistérios da vida e da morte, da literatura, das viagens, dos amigos. No Prefácio a estas crónicas escreve Daniel Sampaio sobre a obra e o autor: "As outras crónicas, reunidas neste volume, são uma demonstração clara da sua criatividade e da capacidade de falar dos temas do quotidiano ao leitor comum (…). Os temas são muito variados e embora o conjunto tenha grande coerência, qualquer um de nós pode ler estas crónicas como quiser, sem se preocupar em seguir uma ordem. Como terapeuta familiar, interessaram-me sobretudo as que escreveu sobre a família, pais, irmãos, avós, tios e primos, numa extraordinária galeria de personagens inesquecíveis."
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Quase duas centenas de crónicas publicadas entre 2013 e 2019 na revista Visão são uma demonstração do poder de observação que tem o autor das pessoas e dos ambientes, do entendimento do mundo e dos homens - do que pode haver de burlesco ou transcendente nas suas vidas -, das relações amorosas ou familiares, dos mistérios da vida e da morte, da literatura, das viagens, dos amigos. No Prefácio a estas crónicas escreve Daniel Sampaio sobre a obra e o autor: "As outras crónicas, reunidas neste volume, são uma demonstração clara da sua criatividade e da capacidade de falar dos temas do quotidiano ao leitor comum (…). Os temas são muito variados e embora o conjunto tenha grande coerência, qualquer um de nós pode ler estas crónicas como quiser, sem se preocupar em seguir uma ordem. Como terapeuta familiar, interessaram-me sobretudo as que escreveu sobre a família, pais, irmãos, avós, tios e primos, numa extraordinária galeria de personagens inesquecíveis."
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 356
Sinopse:
O livro que dá a conhecer o país mais importante do momento. Ucrânia: o país de que todos falamos e que todos queremos conhecer. «Terra de fronteira» entre a Europa e a Ásia, tem sido disputada ao longo do tempo por sucessivos senhores da guerra, reinos e impérios. Não são apenas os russos que a ambicionam desde tempos imemoriais também por ela lutaram tártaros-mongóis, polacos, lituanos, otomanos, austro-húngaros… Que povo é este que resiste sempre à mortandade, ruína e perda a que a História e a geografia o condena? Em que acredita e o que ambiciona? Quais os seus santos e heróis? Ao longo deste livro, José Milhazes e Vladimir Dolin apresentam-nos as grandezas e misérias, as vitórias e derrotas da Ucrânia, das origens remotas perdidas na bruma do tempo com os príncipes varegues, à importância de Kyiv e do rio Dnipro na formação do país, a especificidade da sua língua, as suas jóias arquitectónicas e os seus melhores poetas. Uma leitura apaixonante, atual e necessária, esta breve história da Ucrânia dá a conhecer um povo que todos os dias nos entra em causa por causa da atual invasão russa, mas que também por esse motivo queremos conhecer melhor.
Nº Páginas: 356
Sinopse:
O livro que dá a conhecer o país mais importante do momento. Ucrânia: o país de que todos falamos e que todos queremos conhecer. «Terra de fronteira» entre a Europa e a Ásia, tem sido disputada ao longo do tempo por sucessivos senhores da guerra, reinos e impérios. Não são apenas os russos que a ambicionam desde tempos imemoriais também por ela lutaram tártaros-mongóis, polacos, lituanos, otomanos, austro-húngaros… Que povo é este que resiste sempre à mortandade, ruína e perda a que a História e a geografia o condena? Em que acredita e o que ambiciona? Quais os seus santos e heróis? Ao longo deste livro, José Milhazes e Vladimir Dolin apresentam-nos as grandezas e misérias, as vitórias e derrotas da Ucrânia, das origens remotas perdidas na bruma do tempo com os príncipes varegues, à importância de Kyiv e do rio Dnipro na formação do país, a especificidade da sua língua, as suas jóias arquitectónicas e os seus melhores poetas. Uma leitura apaixonante, atual e necessária, esta breve história da Ucrânia dá a conhecer um povo que todos os dias nos entra em causa por causa da atual invasão russa, mas que também por esse motivo queremos conhecer melhor.
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Edição: Março 2024
Sinopse:
Reconhecido à data de publicação como um dos mais importantes contributos para a compreensão do totalitarismo, e mais tarde considerado um clássico, As Origens do Totalitarismo ganhou entretanto o estatuto de história definitiva sobre esta realidade política. Começa por explicar a ascenção do anti-semitismo na Europa oitocentista, para de seguida analisar o imperialismo colonial europeu desde 1884 até ao deflagrar da Primeira Guerra Mundial. A parte final do livro analisa as instituições e a acção dos movimentos totalitários, centrando-se nas duas formas genuínas de governo totalitário do nosso tempo: a Alemanha nazi e a Rússia estalinista. Neste ponto, Arendt descreve a transformação das classes em massas, o papel da propaganda na construção do mundo totalitário e ainda o uso do terror como requisito essencial para esta forma de governo. No brilhante capítulo final, Arendt analisa o estado de isolamento e de solidão dos indivíduos enquanto pré-condição para o domínio absoluto pelo Estado totalitário.
Sinopse:
Reconhecido à data de publicação como um dos mais importantes contributos para a compreensão do totalitarismo, e mais tarde considerado um clássico, As Origens do Totalitarismo ganhou entretanto o estatuto de história definitiva sobre esta realidade política. Começa por explicar a ascenção do anti-semitismo na Europa oitocentista, para de seguida analisar o imperialismo colonial europeu desde 1884 até ao deflagrar da Primeira Guerra Mundial. A parte final do livro analisa as instituições e a acção dos movimentos totalitários, centrando-se nas duas formas genuínas de governo totalitário do nosso tempo: a Alemanha nazi e a Rússia estalinista. Neste ponto, Arendt descreve a transformação das classes em massas, o papel da propaganda na construção do mundo totalitário e ainda o uso do terror como requisito essencial para esta forma de governo. No brilhante capítulo final, Arendt analisa o estado de isolamento e de solidão dos indivíduos enquanto pré-condição para o domínio absoluto pelo Estado totalitário.
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Edição: Fevereiro 2024
Sinopse:
Tortura e desespero nas vésperas da revolução. Depois de uma curta Primavera Marcelista, o país assistiu a uma escalada da violência contra todos os portugueses que enfrentavam a ditadura. Entre 1973 e 1974, mais de 500 pessoas, pertencentes a vários movimentos políticos e oriundas de diferentes classes sociais, foram presas e violentadas pela PIDE. No forte de Caxias, muitas eram sujeitas às mais sofisticadas e brutais formas de tortura, ensinadas através de um manual entregue pela CIA à polícia política portuguesa, enquanto lá fora se preparava a revolução de 25 de Abril. Depois de meses de sofrimento, os homens e mulheres detidos em Caxias enfrentaram momentos de angústia e incerteza quando souberam que houvera um golpe militar - seria um golpe da esquerda ou, tal como acontecera no Chile, da direita mais radical? Atrás das grades, os prisioneiros enfrentaram essa dúvida durante horas a fio. Sofrendo até ao fim, os últimos presos políticos do Estado Novo só conheceram a liberdade na madrugada de 27 de Abril de 1974 - dois dias depois da revolução que pôs termo a 48 anos de ditadura.
Sinopse:
Tortura e desespero nas vésperas da revolução. Depois de uma curta Primavera Marcelista, o país assistiu a uma escalada da violência contra todos os portugueses que enfrentavam a ditadura. Entre 1973 e 1974, mais de 500 pessoas, pertencentes a vários movimentos políticos e oriundas de diferentes classes sociais, foram presas e violentadas pela PIDE. No forte de Caxias, muitas eram sujeitas às mais sofisticadas e brutais formas de tortura, ensinadas através de um manual entregue pela CIA à polícia política portuguesa, enquanto lá fora se preparava a revolução de 25 de Abril. Depois de meses de sofrimento, os homens e mulheres detidos em Caxias enfrentaram momentos de angústia e incerteza quando souberam que houvera um golpe militar - seria um golpe da esquerda ou, tal como acontecera no Chile, da direita mais radical? Atrás das grades, os prisioneiros enfrentaram essa dúvida durante horas a fio. Sofrendo até ao fim, os últimos presos políticos do Estado Novo só conheceram a liberdade na madrugada de 27 de Abril de 1974 - dois dias depois da revolução que pôs termo a 48 anos de ditadura.
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Edição: Fevereiro 2024
Sinopse:
Foi uma vitória alcançada pelas armas, mas poucos saberão que ela só foi possível graças a uma operação prévia de logro e engodo, destinada a convencer os nazis que Calais e a Noruega, e não a Normandia, eram os locais de desembarque da força invasora de 150 000 homens. A equipa principal de espiões do Dia D era constituída por cinco elementos, que juntos formaram uma das unidade militares mais extravagantes jamais reunidas. Sob o comando de um excêntrico, mas brilhante, oficial de informações que trabalhava num covil fumarento em Saint James, esta equipa de espionagem criou uma teia de ilusões tão intricada, que conseguiu ludibriar o exército hitleriano e ajudou as tropas aliadas a atravessar em segurança o Canal da Mancha.
Sinopse:
Foi uma vitória alcançada pelas armas, mas poucos saberão que ela só foi possível graças a uma operação prévia de logro e engodo, destinada a convencer os nazis que Calais e a Noruega, e não a Normandia, eram os locais de desembarque da força invasora de 150 000 homens. A equipa principal de espiões do Dia D era constituída por cinco elementos, que juntos formaram uma das unidade militares mais extravagantes jamais reunidas. Sob o comando de um excêntrico, mas brilhante, oficial de informações que trabalhava num covil fumarento em Saint James, esta equipa de espionagem criou uma teia de ilusões tão intricada, que conseguiu ludibriar o exército hitleriano e ajudou as tropas aliadas a atravessar em segurança o Canal da Mancha.
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Edição: Novembro 2023
Sinopse:
Prefácio do cardeal D. Américo Aguiar. Durante os dias da Jornada Mundial da Juventude, Rui Ochoa acompanhou o Presidente da República em todos os eventos da Jornada e da visita do Papa Francisco a Portugal. Este livro é o seu olhar fotográfico desses dias: dos eventos, dos peregrinos, do Papa, dos encontros, da energia e da união que se viveu nestes dias de Agosto de 2023. Com prefácio do cardeal D. Américo Aguiar, presidente da Fundação Jornada da Juventude 2023, e um texto do Presidente da República.
Sinopse:
Prefácio do cardeal D. Américo Aguiar. Durante os dias da Jornada Mundial da Juventude, Rui Ochoa acompanhou o Presidente da República em todos os eventos da Jornada e da visita do Papa Francisco a Portugal. Este livro é o seu olhar fotográfico desses dias: dos eventos, dos peregrinos, do Papa, dos encontros, da energia e da união que se viveu nestes dias de Agosto de 2023. Com prefácio do cardeal D. Américo Aguiar, presidente da Fundação Jornada da Juventude 2023, e um texto do Presidente da República.
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Edição: Outubro 2023
Sinopse:
Os edifícios em ruínas têm a capacidade extraordinária de nos contar histórias. E Portugal está cheio deles. O que se sabe destes lugares, de quem lá viveu, Dos boatos que o abandono foi alimentando? As histórias deste livro são precisamente contadas pelos escombros. Revelam-nos, por exemplo, que muitos portugueses Ilustres e prósperos deixaram palacetes a apodrecer ao vento, como a quinta das Camélias ou o chalet do aviador Brito Paes, um dos pioneiros da nossa aviação, ou que temos teatros com plateias de fantasmas, como o Rosa Damasceno, porque a economia acabou com o espetáculo e a diversão. Mas estes testemunhos de um tempo que passou falam-nos também de gente bem mais simples, pouco dadas à excentricidade ou à cultura, como os condenados da Trafaria, os últimos aldeões de Drave ou os antigos funcionários de fábricas abandonadas pelo país fora. As ruínas são uma espécie de movimento de resistência, um entrave ao esquecimento e, em última instância, uma lição de vida sobre a necessidade de cuidar do passado.
Sinopse:
Os edifícios em ruínas têm a capacidade extraordinária de nos contar histórias. E Portugal está cheio deles. O que se sabe destes lugares, de quem lá viveu, Dos boatos que o abandono foi alimentando? As histórias deste livro são precisamente contadas pelos escombros. Revelam-nos, por exemplo, que muitos portugueses Ilustres e prósperos deixaram palacetes a apodrecer ao vento, como a quinta das Camélias ou o chalet do aviador Brito Paes, um dos pioneiros da nossa aviação, ou que temos teatros com plateias de fantasmas, como o Rosa Damasceno, porque a economia acabou com o espetáculo e a diversão. Mas estes testemunhos de um tempo que passou falam-nos também de gente bem mais simples, pouco dadas à excentricidade ou à cultura, como os condenados da Trafaria, os últimos aldeões de Drave ou os antigos funcionários de fábricas abandonadas pelo país fora. As ruínas são uma espécie de movimento de resistência, um entrave ao esquecimento e, em última instância, uma lição de vida sobre a necessidade de cuidar do passado.
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Edição: Outubro 2023
Sinopse:
No coração da Europa, em meados do século XX, os regimes Nazi e Soviético mataram 14 milhões de pessoas na Terra Sangrenta, os territórios situados entre Berlim e Moscovo. Durante um período de doze anos, nesses campos de morte - as atuais Ucrânia, Bielorrússia, Polónia, Rússia ocidental e costa Leste do Báltico - foram assassinadas, em média, por ano, um milhão de pessoas, devido a políticas deliberadas não relacionadas com confrontos militares. Neste livro extraordinariamente bem investigado e fundamentado, Timothy Snyder apresenta um trabalho pioneiro sobre a motivação e os métodos empregados por Estaline e Hitler nessa região, e demonstra que os massacres em massa então cometidos eram duas faces da mesma moeda. Integrando um novo epílogo sobre a relevância destes acontecimentos no atual declínio da democracia, Terra Sangrenta é de leitura obrigatória para entender uma das maiores tragédias da história moderna - e como ela se liga ao tempo presente.
Sinopse:
No coração da Europa, em meados do século XX, os regimes Nazi e Soviético mataram 14 milhões de pessoas na Terra Sangrenta, os territórios situados entre Berlim e Moscovo. Durante um período de doze anos, nesses campos de morte - as atuais Ucrânia, Bielorrússia, Polónia, Rússia ocidental e costa Leste do Báltico - foram assassinadas, em média, por ano, um milhão de pessoas, devido a políticas deliberadas não relacionadas com confrontos militares. Neste livro extraordinariamente bem investigado e fundamentado, Timothy Snyder apresenta um trabalho pioneiro sobre a motivação e os métodos empregados por Estaline e Hitler nessa região, e demonstra que os massacres em massa então cometidos eram duas faces da mesma moeda. Integrando um novo epílogo sobre a relevância destes acontecimentos no atual declínio da democracia, Terra Sangrenta é de leitura obrigatória para entender uma das maiores tragédias da história moderna - e como ela se liga ao tempo presente.
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Edição: Outubro 2023
Sinopse:
Dos autores de "The First Conspiracy" e "The Lincoln Conspiracy", bestsellers do The New York Times, chega-nos a história verdadeira e pouco conhecida de uma conspiração nazi para matar F. D. Roosevelt, Joseph Estaline e Winston Churchill no auge da Segunda Guerra Mundial. Em 1943, enquanto a guerra contra a Alemanha nazi se desenrolava no estrangeiro, o Presidente Franklin Roosevelt tinha um objetivo crucial: um encontro frente a frente com os seus aliados Joseph Estaline e Winston Churchill. Esta primeira reunião de sempre dos Três Grandes em Teerão, no Irão, iria decidir alguns dos pormenores estratégicos mais cruciais da guerra. No entanto, quando os nazis souberam da mesma, o seu próprio plano secreto tomou forma — um plano de assassinato que teria mudado o curso da história. Uma história verídica repleta de salvamentos ousados, duplos e intrigas políticas, A Conspiração Nazi detalha a reunião crucial de Franklin D. Roosevelt em Teerão e a mortífera conspiração nazi contra os chefes de Estado das três maiores potências aliadas que nela participaram. Com todas as características de um livro de Brad Meltzer e Josh Mensch, A Conspiração Nazi explora as grandes mentes políticas do século XX, investigando os anos cruciais da guerra ao detalhe. Esta reunião dos Três Grandes mudou o curso da Segunda Guerra Mundial. Aqui, é revelada a história interna daquilo que quase levou a um desastre mundial.
Sinopse:
Dos autores de "The First Conspiracy" e "The Lincoln Conspiracy", bestsellers do The New York Times, chega-nos a história verdadeira e pouco conhecida de uma conspiração nazi para matar F. D. Roosevelt, Joseph Estaline e Winston Churchill no auge da Segunda Guerra Mundial. Em 1943, enquanto a guerra contra a Alemanha nazi se desenrolava no estrangeiro, o Presidente Franklin Roosevelt tinha um objetivo crucial: um encontro frente a frente com os seus aliados Joseph Estaline e Winston Churchill. Esta primeira reunião de sempre dos Três Grandes em Teerão, no Irão, iria decidir alguns dos pormenores estratégicos mais cruciais da guerra. No entanto, quando os nazis souberam da mesma, o seu próprio plano secreto tomou forma — um plano de assassinato que teria mudado o curso da história. Uma história verídica repleta de salvamentos ousados, duplos e intrigas políticas, A Conspiração Nazi detalha a reunião crucial de Franklin D. Roosevelt em Teerão e a mortífera conspiração nazi contra os chefes de Estado das três maiores potências aliadas que nela participaram. Com todas as características de um livro de Brad Meltzer e Josh Mensch, A Conspiração Nazi explora as grandes mentes políticas do século XX, investigando os anos cruciais da guerra ao detalhe. Esta reunião dos Três Grandes mudou o curso da Segunda Guerra Mundial. Aqui, é revelada a história interna daquilo que quase levou a um desastre mundial.
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Edição: Outubro 2023
Sinopse:
Este livro reconstitui os acontecimentos que foram a antecâmara da tentativa de golpe de Estado de 25 de Novembro de 1975, data que ditou o fim do PREC e o início da normalização da democracia portuguesa. No dia 12 de novembro desse ano, uma enorme manifestação constituída maioritariamente por trabalhadores da construção civil em luta pela assinatura do contrato coletivo de trabalho cerca o Palácio de São Bento, onde decorrem os trabalhos da Assembleia Constituinte. Os manifestantes, calculados em cerca de 100 mil, segundo a imprensa da época, impedem os deputados de sair durante 36 horas. Também a residência oficial do Primeiro-Ministro, contígua ao Palácio de São Bento, é controlada, mantendo sequestrado o Chefe do Governo Pinheiro de Azevedo. História de um incidente que poderia ter acabado num banho de sangue e mudado drasticamente o futuro de Portugal.
Sinopse:
Este livro reconstitui os acontecimentos que foram a antecâmara da tentativa de golpe de Estado de 25 de Novembro de 1975, data que ditou o fim do PREC e o início da normalização da democracia portuguesa. No dia 12 de novembro desse ano, uma enorme manifestação constituída maioritariamente por trabalhadores da construção civil em luta pela assinatura do contrato coletivo de trabalho cerca o Palácio de São Bento, onde decorrem os trabalhos da Assembleia Constituinte. Os manifestantes, calculados em cerca de 100 mil, segundo a imprensa da época, impedem os deputados de sair durante 36 horas. Também a residência oficial do Primeiro-Ministro, contígua ao Palácio de São Bento, é controlada, mantendo sequestrado o Chefe do Governo Pinheiro de Azevedo. História de um incidente que poderia ter acabado num banho de sangue e mudado drasticamente o futuro de Portugal.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
"Quer se goste, ou não, a ditadura do Estado Novo representa quase meio século da História de Portugal. E ninguém, melhor do que Oliveira Salazar, personifica o regime pautado pela ordem em prol do progresso. Não há que glorificar a personagem, mas não temos tão-pouco que abjurá-la. […] Embora na maioria esmagadora de cariz oficial, as citações ilustram um carácter, uma personalidade e uma ideologia. Mais intimistas as opiniões dadas ao Embaixador Franco Nogueira, que as fez chegar até nós. No meio termo, situam-se as entrevistas a António Ferro e a Christine Garnier, em ambos os casos sempre revistas pelo entrevistado". Fernando de Castro Brandão in Apresentação.
Sinopse:
"Quer se goste, ou não, a ditadura do Estado Novo representa quase meio século da História de Portugal. E ninguém, melhor do que Oliveira Salazar, personifica o regime pautado pela ordem em prol do progresso. Não há que glorificar a personagem, mas não temos tão-pouco que abjurá-la. […] Embora na maioria esmagadora de cariz oficial, as citações ilustram um carácter, uma personalidade e uma ideologia. Mais intimistas as opiniões dadas ao Embaixador Franco Nogueira, que as fez chegar até nós. No meio termo, situam-se as entrevistas a António Ferro e a Christine Garnier, em ambos os casos sempre revistas pelo entrevistado". Fernando de Castro Brandão in Apresentação.
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Edição: Setembro 2023
Sinopse:
Como é que Putin conseguiu galvanizar o seu povo para o apoiar na guerra genocida contra a Ucrânia? E porque é que tantos russos abraçam o fascismo? A Rússia está hoje impregnada de simbologia fascista. Cidadãos zelosos atacam jornalistas, ativistas e qualquer pessoa suspeita de trair a pátria. A população é instada a juntar-se à causa por hordas de trolls e vídeos online nos quais jovens zangados não se cansam de berrar frases patrióticas. A televisão estatal aterroriza a sua audiência com histórias forjadas sobre conspirações contra a nação e crianças-soldado desfilam pela Praça Vermelha. É assim a Rússia de hoje: uma terra feita de raiva tornada espetáculo, onde uma mentalidade apocalíptica se apodera dos russos de amanhã. Num relato impressionante, feito a partir do terreno, o historiador Ian Garner revela como se tem vindo a formar na Rússia uma geração mais radical e violenta do que alguma vez se viu, e projeta o futuro sombrio que aguarda o país - e todo o mundo - se esta tendência crescente não for travada.
Sinopse:
Como é que Putin conseguiu galvanizar o seu povo para o apoiar na guerra genocida contra a Ucrânia? E porque é que tantos russos abraçam o fascismo? A Rússia está hoje impregnada de simbologia fascista. Cidadãos zelosos atacam jornalistas, ativistas e qualquer pessoa suspeita de trair a pátria. A população é instada a juntar-se à causa por hordas de trolls e vídeos online nos quais jovens zangados não se cansam de berrar frases patrióticas. A televisão estatal aterroriza a sua audiência com histórias forjadas sobre conspirações contra a nação e crianças-soldado desfilam pela Praça Vermelha. É assim a Rússia de hoje: uma terra feita de raiva tornada espetáculo, onde uma mentalidade apocalíptica se apodera dos russos de amanhã. Num relato impressionante, feito a partir do terreno, o historiador Ian Garner revela como se tem vindo a formar na Rússia uma geração mais radical e violenta do que alguma vez se viu, e projeta o futuro sombrio que aguarda o país - e todo o mundo - se esta tendência crescente não for travada.
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