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Edição: Junho 2022
Sinopse:
À medida que avançamos pelo século asiático adentro, prestamos cada vez mais atenção à China - a superpotência económica, a sociedade em rapidíssima modernização, o jogador geopolítico crescentemente assertivo. Para irmos além dos chavões sobre esta antiga e prestigiada nação, devemos conhecer o seu passado vibrante e tumultuoso - uma história repleta de personagens fascinantes, de celeumas filosóficas e de golpes palacianos, de conflitos militares e de tumultos sociais, invenções artísticas e inovações tecnológicas. "A Mais Breve História da China" conta o caminho percorrido por este país, desde as suas origens tribais e eras imperiais até ao Partido Comunista liderado no presente por Xi Jinping - incluindo as pouco conhecidas histórias das mulheres chinesas que se distinguiram, e os espetros da corrupção e da desunião que continuam, ainda hoje, a ensombrar a República Popular. Uma talentosa escritora e historiadora rigorosa, a sinóloga Linda Jaivin resume, de forma magistral, o percurso desta civilização e o seu presente poder global num livro de leitura indispensável.
Sinopse:
À medida que avançamos pelo século asiático adentro, prestamos cada vez mais atenção à China - a superpotência económica, a sociedade em rapidíssima modernização, o jogador geopolítico crescentemente assertivo. Para irmos além dos chavões sobre esta antiga e prestigiada nação, devemos conhecer o seu passado vibrante e tumultuoso - uma história repleta de personagens fascinantes, de celeumas filosóficas e de golpes palacianos, de conflitos militares e de tumultos sociais, invenções artísticas e inovações tecnológicas. "A Mais Breve História da China" conta o caminho percorrido por este país, desde as suas origens tribais e eras imperiais até ao Partido Comunista liderado no presente por Xi Jinping - incluindo as pouco conhecidas histórias das mulheres chinesas que se distinguiram, e os espetros da corrupção e da desunião que continuam, ainda hoje, a ensombrar a República Popular. Uma talentosa escritora e historiadora rigorosa, a sinóloga Linda Jaivin resume, de forma magistral, o percurso desta civilização e o seu presente poder global num livro de leitura indispensável.
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Edição: Maio 2022
Sinopse:
Na Primavera de 1839, o Reino Unido invadiu o Afeganistão pela primeira vez. Aproximadamente 20000 soldados submeteram o país e repuseram Shah Shuja ul-Mulk no trono. Mas, passados dois anos da ocupação, o povo afegão aderiu à chamada para a jihad e rebelou-se com grande violência. As tropas britânicas recuaram para as montanhas enfrentando ventos gelados e foram derrotados pelas tribos afegãs - foi a maior humilhação militar britânica do século XIX. Recorrendo a uma série de fontes históricas afegãs e indianas esquecidas, a magistral narração de William Dalrymple do maior desastre imperial britânico é uma poderosa parábola da ambição colonial e de choque cultural, de loucura e de húbris. "O Regresso de um Rei" é história na sua forma mais urgente e importante.
Sinopse:
Na Primavera de 1839, o Reino Unido invadiu o Afeganistão pela primeira vez. Aproximadamente 20000 soldados submeteram o país e repuseram Shah Shuja ul-Mulk no trono. Mas, passados dois anos da ocupação, o povo afegão aderiu à chamada para a jihad e rebelou-se com grande violência. As tropas britânicas recuaram para as montanhas enfrentando ventos gelados e foram derrotados pelas tribos afegãs - foi a maior humilhação militar britânica do século XIX. Recorrendo a uma série de fontes históricas afegãs e indianas esquecidas, a magistral narração de William Dalrymple do maior desastre imperial britânico é uma poderosa parábola da ambição colonial e de choque cultural, de loucura e de húbris. "O Regresso de um Rei" é história na sua forma mais urgente e importante.
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Edição: Maio 2022
Sinopse:
Num Mundo onde as sociedades apregoam, cada vez mais, a igualdade social, a Europa alberga dez monarquias, cujos chefes de Estado são soberanos hereditários. Ontem como hoje, o fascínio pelo universo dos reis e das rainhas, dos príncipes e das princesas continua bem vivo e as novas tecnologias vieram, ainda mais, incrementar o seu mediatismo. As casas reais souberam acompanhar a evolução dos tempos e aderiram às redes sociais, promovendo o seu trabalho (e o seu glamour). Paralelamente, os fãs desta instituição e destas personalidades também criaram perfis para enaltecer os royals. Quer isto dizer que o imaginário do sonho e dos contos de fadas continua, paradoxalmente, a existir hoje, porque a realeza é uma simbiose de passado e presente, de tradição e atualidade. "As Dez Monarquias da Europa" pretende dar a conhecer melhor os chefes de Estado destas casas reais e a forma como estas funcionam atualmente é o magno objetivo desta obra, pretendendo-se ainda traçar as crónicas de vida dos soberanos; as suas histórias de amor e casamentos; as suas coroações e investiduras no papel de soberanos; e, não menos importante, abordando também os filhos, que representam, afinal, a continuidade de uma instituição tão milenar quanto fascinante. Quem escolhe o monarca? Como funciona a instituição monárquica? Que está por trás deste fascínio pelo mais antigo e exclusivo clube do Mundo, ao qual só se pertence por nascimento ou casamento? Que alterações trouxe a chegada de uma nova geração de plebeus às cortes europeias? O que significa ser rei hoje? São algumas das questões a que esta obra pretende responder.
Sinopse:
Num Mundo onde as sociedades apregoam, cada vez mais, a igualdade social, a Europa alberga dez monarquias, cujos chefes de Estado são soberanos hereditários. Ontem como hoje, o fascínio pelo universo dos reis e das rainhas, dos príncipes e das princesas continua bem vivo e as novas tecnologias vieram, ainda mais, incrementar o seu mediatismo. As casas reais souberam acompanhar a evolução dos tempos e aderiram às redes sociais, promovendo o seu trabalho (e o seu glamour). Paralelamente, os fãs desta instituição e destas personalidades também criaram perfis para enaltecer os royals. Quer isto dizer que o imaginário do sonho e dos contos de fadas continua, paradoxalmente, a existir hoje, porque a realeza é uma simbiose de passado e presente, de tradição e atualidade. "As Dez Monarquias da Europa" pretende dar a conhecer melhor os chefes de Estado destas casas reais e a forma como estas funcionam atualmente é o magno objetivo desta obra, pretendendo-se ainda traçar as crónicas de vida dos soberanos; as suas histórias de amor e casamentos; as suas coroações e investiduras no papel de soberanos; e, não menos importante, abordando também os filhos, que representam, afinal, a continuidade de uma instituição tão milenar quanto fascinante. Quem escolhe o monarca? Como funciona a instituição monárquica? Que está por trás deste fascínio pelo mais antigo e exclusivo clube do Mundo, ao qual só se pertence por nascimento ou casamento? Que alterações trouxe a chegada de uma nova geração de plebeus às cortes europeias? O que significa ser rei hoje? São algumas das questões a que esta obra pretende responder.
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Edição: Maio 2022
Sinopse:
O liberalismo - o irmão de modos mais suaves em comparação com os mais ardentes nacionalismo e socialismo - nunca foi tão divisivo quanto hoje. No populismo de Putin, na administração Trump e nos governantes progressistas um pouco por todo o mundo, por vezes tem prosperado, outras vezes sucumbido, às políticas de identidade, ao autoritarismo, às redes sociais e a uma comunicação social cada vez mais fragilizada. Desde que surgiu após as guerras religiosas na Europa, que o liberalismo é atacado tanto por conservadores como por progressistas, tendo sido recentemente considerado uma doutrina obsoleta. Nesta brilhante e concisa exposição, Francis Fukuyama define os casos a favor e contra as premissas clássicas do liberalismo: o primado da lei, a independência do poder judicial, a prevalência dos meios em relação aos fins e, acima de tudo, a tolerância. Conciso, objectivo e sempre pertinente, esta é reflexão política no seu melhor.
Sinopse:
O liberalismo - o irmão de modos mais suaves em comparação com os mais ardentes nacionalismo e socialismo - nunca foi tão divisivo quanto hoje. No populismo de Putin, na administração Trump e nos governantes progressistas um pouco por todo o mundo, por vezes tem prosperado, outras vezes sucumbido, às políticas de identidade, ao autoritarismo, às redes sociais e a uma comunicação social cada vez mais fragilizada. Desde que surgiu após as guerras religiosas na Europa, que o liberalismo é atacado tanto por conservadores como por progressistas, tendo sido recentemente considerado uma doutrina obsoleta. Nesta brilhante e concisa exposição, Francis Fukuyama define os casos a favor e contra as premissas clássicas do liberalismo: o primado da lei, a independência do poder judicial, a prevalência dos meios em relação aos fins e, acima de tudo, a tolerância. Conciso, objectivo e sempre pertinente, esta é reflexão política no seu melhor.
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Edição: Maio 2022
Sinopse:
Rui Cardoso, um dos mais brilhantes jornalistas e comentadores de assuntos internacionais, reúne um conjunto de aspectos decisivos sobre a invasão russa da Ucrânia neste livro destinado a uma melhor compreensão da guerra com contornos especialmente brutais que, no final de Fevereiro, eclodiu em plena Europa, deixando o mundo ocidental entre a estupefacção e o choque. Com uma brevíssima, mas elucidativa, incursão pela história da Ucrânia, passando por temas como a expansão da NATO, o mito do genocídio de russófonos no Donbass, a transformação de Putin aos olhos do exterior, a improvável ascensão de Zelensky, a tenacidade dos invadidos e as fraquezas dos invasores, o equipamento militar utilizado de ambos os lados e as armas proibidas por leis internacionais, sem esquecer a ameaça do nuclear, Rui Cardoso aborda o conflito nas suas várias perspectivas e deixa-nos, ainda, pistas importantes sobre o que podemos esperar desta nova era de incerteza que paira no horizonte mundial.
Sinopse:
Rui Cardoso, um dos mais brilhantes jornalistas e comentadores de assuntos internacionais, reúne um conjunto de aspectos decisivos sobre a invasão russa da Ucrânia neste livro destinado a uma melhor compreensão da guerra com contornos especialmente brutais que, no final de Fevereiro, eclodiu em plena Europa, deixando o mundo ocidental entre a estupefacção e o choque. Com uma brevíssima, mas elucidativa, incursão pela história da Ucrânia, passando por temas como a expansão da NATO, o mito do genocídio de russófonos no Donbass, a transformação de Putin aos olhos do exterior, a improvável ascensão de Zelensky, a tenacidade dos invadidos e as fraquezas dos invasores, o equipamento militar utilizado de ambos os lados e as armas proibidas por leis internacionais, sem esquecer a ameaça do nuclear, Rui Cardoso aborda o conflito nas suas várias perspectivas e deixa-nos, ainda, pistas importantes sobre o que podemos esperar desta nova era de incerteza que paira no horizonte mundial.
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Edição: Maio 2022
Sinopse:
"Juntos, podemos pôr as pessoas e o planeta em primeiro lugar." Em nota introdutória, António Guterres, Secretário-Geral das Nações Unidas resume bem desta forma, numa única frase, a razão do livro "101 Vozes pela Sustentabilidade", que reúne a opinião de uma centena de autores dos mais variados sectores da sociedade civil, empenhados em assegurar o desenvolvimento responsável em cada uma das suas organizações a bem das pessoas, do país e do planeta. Um desenvolvimento responsável que não passa apenas pela acção climática, mas pelos "17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável" definidos pela ONU: do combate à pobreza às energias renováveis, da educação à justiça, da saúde ao trabalho digno. A sustentabilidade exige compromissos e este é um livro sobre como podemos e devemos mudar de mentalidade e como podemos e devemos fazer diferente. Entre estas "101 Vozes pela Sustentabilidade", estão empresários, académicos, especialistas em energia, activistas, empreendedores, investigadores, artistas plásticos, banqueiros, arquitectos. António Costa Silva, António Saraiva, Francisco Ferreira, Luísa Schmidt, Bordalo II, Carlos Fiolhais, Pedro Norton de Matos, Teresa Ricou, Roberta Medina, entre muitos outros, são apenas algumas destas vozes que assumiram o desafio. E o compromisso.
Sinopse:
"Juntos, podemos pôr as pessoas e o planeta em primeiro lugar." Em nota introdutória, António Guterres, Secretário-Geral das Nações Unidas resume bem desta forma, numa única frase, a razão do livro "101 Vozes pela Sustentabilidade", que reúne a opinião de uma centena de autores dos mais variados sectores da sociedade civil, empenhados em assegurar o desenvolvimento responsável em cada uma das suas organizações a bem das pessoas, do país e do planeta. Um desenvolvimento responsável que não passa apenas pela acção climática, mas pelos "17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável" definidos pela ONU: do combate à pobreza às energias renováveis, da educação à justiça, da saúde ao trabalho digno. A sustentabilidade exige compromissos e este é um livro sobre como podemos e devemos mudar de mentalidade e como podemos e devemos fazer diferente. Entre estas "101 Vozes pela Sustentabilidade", estão empresários, académicos, especialistas em energia, activistas, empreendedores, investigadores, artistas plásticos, banqueiros, arquitectos. António Costa Silva, António Saraiva, Francisco Ferreira, Luísa Schmidt, Bordalo II, Carlos Fiolhais, Pedro Norton de Matos, Teresa Ricou, Roberta Medina, entre muitos outros, são apenas algumas destas vozes que assumiram o desafio. E o compromisso.
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Edição: Abril 2022
Sinopse:
Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, numa monótona base aérea no Alabama, um pequeno grupo de pilotos rebeldes teve uma ideia radical: e se conseguíssemos fazer com que os bombardeamentos aéreos fossem tão precisos que as guerras passassem a ser totalmente travadas pelo ar? E se pudéssemos fazer com que os confrontos brutais entre exércitos terrestres fossem uma coisa do passado? Este livro conta a história do que se passou quando este sonho foi posto à prova. A Máfia dos Bombardeiros segue as histórias de um génio holandês que, sozinho, em casa, construiu um computador, de um grupo de químicos pirómanos da Universidade de Harvard, de um ameaçador amigo de Churchill, de um piloto brilhante que entoava canções à sua tripulação, e do comandante de bombardeiros Curtis Emerson LeMay, que ordenaria o ataque mais sangrento da Segunda Guerra Mundial. Nesta história de inovação e de obsessão, Gladwell interroga-se: "O que acontece quando a tecnologia e as boas intenções conflituam em tempo de guerra? E qual é o preço a pagar pelo progresso?".
Sinopse:
Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, numa monótona base aérea no Alabama, um pequeno grupo de pilotos rebeldes teve uma ideia radical: e se conseguíssemos fazer com que os bombardeamentos aéreos fossem tão precisos que as guerras passassem a ser totalmente travadas pelo ar? E se pudéssemos fazer com que os confrontos brutais entre exércitos terrestres fossem uma coisa do passado? Este livro conta a história do que se passou quando este sonho foi posto à prova. A Máfia dos Bombardeiros segue as histórias de um génio holandês que, sozinho, em casa, construiu um computador, de um grupo de químicos pirómanos da Universidade de Harvard, de um ameaçador amigo de Churchill, de um piloto brilhante que entoava canções à sua tripulação, e do comandante de bombardeiros Curtis Emerson LeMay, que ordenaria o ataque mais sangrento da Segunda Guerra Mundial. Nesta história de inovação e de obsessão, Gladwell interroga-se: "O que acontece quando a tecnologia e as boas intenções conflituam em tempo de guerra? E qual é o preço a pagar pelo progresso?".
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Edição: Abril 2022
Sinopse:
Mulheres marcantes da História de Portugal. Este livro reúne textos sobre a vida de mulheres com relevância na história de Portugal, desde a formação do país até à república. Rainhas, infantas, poetisas, guerreiras - amantes, mães, amigas, mas acima de tudo mulheres de vontade, ambição e destino próprios - todas com percursos de vida surpreendentes que podem agora ser conhecidos. Escritos no início do século XX e dispersos pela obra de António Vasco de Melo, o conde de Sabugosa, "Donas Portuguesas de Tempos Idos" é também o retrato da sociedade portuguesa crescentemente definido pelas mulheres.
Sinopse:
Mulheres marcantes da História de Portugal. Este livro reúne textos sobre a vida de mulheres com relevância na história de Portugal, desde a formação do país até à república. Rainhas, infantas, poetisas, guerreiras - amantes, mães, amigas, mas acima de tudo mulheres de vontade, ambição e destino próprios - todas com percursos de vida surpreendentes que podem agora ser conhecidos. Escritos no início do século XX e dispersos pela obra de António Vasco de Melo, o conde de Sabugosa, "Donas Portuguesas de Tempos Idos" é também o retrato da sociedade portuguesa crescentemente definido pelas mulheres.
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Edição: Abril 2022
Sinopse:
Durante milhares de anos, a evolução da humanidade seguiu o mesmo padrão: sempre que era introduzida uma nova tecnologia (como o fogo, o arado, a roda ou a bússola), aumentava a prosperidade. Passado pouco tempo, porém, as condições de vida voltavam ao ponto de partida. Porquê? O professor de Economia da Universidade de Brown, Oded Galor, esboçou a resposta ao criar a teoria unificada do crescimento, que hoje faz escola um pouco por todo o mundo. Segundo o pensador israelita, esse círculo vicioso progresso / estagnação só acabou com a Revolução Industrial. Na altura, a diminuição da mão de obra infantil, o investimento na educação e o decréscimo na taxa de fecundidade levaram a um enriquecimento geral da população. Mas essa riqueza viria a ser distribuída de forma muito desigual, fruto de fatores históricos e geográficos quase tao antigos como as primeiras migrações do Homo sapiens. Até que chegamos ao presente. A humanidade encontra-se numa nova encruzilhada, o progresso e o meio ambiente parecem ter entrado em rota de colisão. Oded Galor revela-se, no entanto, otimista. Numa escrita ágil e económica, o autor faz as contas a fecundidade, ao impacto da inovação e da diversidade, e prevê um futuro bem mais risonho do que o geralmente esperado.
Sinopse:
Durante milhares de anos, a evolução da humanidade seguiu o mesmo padrão: sempre que era introduzida uma nova tecnologia (como o fogo, o arado, a roda ou a bússola), aumentava a prosperidade. Passado pouco tempo, porém, as condições de vida voltavam ao ponto de partida. Porquê? O professor de Economia da Universidade de Brown, Oded Galor, esboçou a resposta ao criar a teoria unificada do crescimento, que hoje faz escola um pouco por todo o mundo. Segundo o pensador israelita, esse círculo vicioso progresso / estagnação só acabou com a Revolução Industrial. Na altura, a diminuição da mão de obra infantil, o investimento na educação e o decréscimo na taxa de fecundidade levaram a um enriquecimento geral da população. Mas essa riqueza viria a ser distribuída de forma muito desigual, fruto de fatores históricos e geográficos quase tao antigos como as primeiras migrações do Homo sapiens. Até que chegamos ao presente. A humanidade encontra-se numa nova encruzilhada, o progresso e o meio ambiente parecem ter entrado em rota de colisão. Oded Galor revela-se, no entanto, otimista. Numa escrita ágil e económica, o autor faz as contas a fecundidade, ao impacto da inovação e da diversidade, e prevê um futuro bem mais risonho do que o geralmente esperado.
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Edição: Março 2022
Sinopse:
O apelido Médicis evoca uma gloriosa imagem da Itália renascentista, especialmente de Florença, com as suas valiosas obras de arte, os seus magníficos palácios e as suas fabulosas riquezas; mas ao mesmo tempo remete para um mundo mais obscuro, mas não menos atrativo, de intriga e corrupção, de luta sem tréguas pelo poder.
Sinopse:
O apelido Médicis evoca uma gloriosa imagem da Itália renascentista, especialmente de Florença, com as suas valiosas obras de arte, os seus magníficos palácios e as suas fabulosas riquezas; mas ao mesmo tempo remete para um mundo mais obscuro, mas não menos atrativo, de intriga e corrupção, de luta sem tréguas pelo poder.
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Edição: Fevereiro 2022
Sinopse:
Presencial, remoto ou híbrido? A discussão está ao rubro e lembra o velhinho totobola, como se tudo se resumisse a três hipóteses. Três hipóteses e apenas uma decisão e este é o erro que as empresas não podem cometer, que as pessoas não podem aceitar. A escolha do modelo de trabalho não é uma tripla, nem mesmo uma moda, mas sim um ecossistema de decisões, com muitas dimensões a acautelar, onde o local de trabalho é apenas uma delas. "WOW - Novas Formas de Trabalhar" não pretende ser um livro de recursos humanos, mas sim uma visão de gestão com uma combinação de perspetivas, que inclui a partilha de melhores práticas, de conceitos e de experiências reunindo o know-how de diferentes profissionais. Um livro que não se foca no local de trabalho, mas nas novas formas de trabalhar que estão a emergir, abordando temas prementes como a liderança, a comunicação, a produtividade, a confiança, a saúde mental, o presentismo e o papel do amor na felicidade das organizações.
Sinopse:
Presencial, remoto ou híbrido? A discussão está ao rubro e lembra o velhinho totobola, como se tudo se resumisse a três hipóteses. Três hipóteses e apenas uma decisão e este é o erro que as empresas não podem cometer, que as pessoas não podem aceitar. A escolha do modelo de trabalho não é uma tripla, nem mesmo uma moda, mas sim um ecossistema de decisões, com muitas dimensões a acautelar, onde o local de trabalho é apenas uma delas. "WOW - Novas Formas de Trabalhar" não pretende ser um livro de recursos humanos, mas sim uma visão de gestão com uma combinação de perspetivas, que inclui a partilha de melhores práticas, de conceitos e de experiências reunindo o know-how de diferentes profissionais. Um livro que não se foca no local de trabalho, mas nas novas formas de trabalhar que estão a emergir, abordando temas prementes como a liderança, a comunicação, a produtividade, a confiança, a saúde mental, o presentismo e o papel do amor na felicidade das organizações.
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Edição: Fevereiro 2022
Sinopse:
Na História de Portugal, encontramos mitos para todos os gostos. Desde a escola náutica de Sagres que nunca existiu, ao pioneiro Viriato, que, em boa verdade, andou mais pela Andaluzia do que pela Serra da Estrela. Já para não falar da padeira de Aljubarrota, tao façanhuda como insubstancial. As inverdades e mentiras na nossa História são, elas próprias, uma história sem fim, que se estende até tempos bem mais recentes. Ainda hoje há quem acredite que, em 1975, Portugal esteve à beira de uma guerra civil e que só a vitória das forças democráticas no golpe militar de 25 de Novembro desse ano reconduziu o pais ao bom caminho. Só que esta tese é tao historicamente informada como dizer que Portugal começou com um filho a bater na mãe… Viajemos, pois, ao encontro dos mitos da Historia de Portugal.
Sinopse:
Na História de Portugal, encontramos mitos para todos os gostos. Desde a escola náutica de Sagres que nunca existiu, ao pioneiro Viriato, que, em boa verdade, andou mais pela Andaluzia do que pela Serra da Estrela. Já para não falar da padeira de Aljubarrota, tao façanhuda como insubstancial. As inverdades e mentiras na nossa História são, elas próprias, uma história sem fim, que se estende até tempos bem mais recentes. Ainda hoje há quem acredite que, em 1975, Portugal esteve à beira de uma guerra civil e que só a vitória das forças democráticas no golpe militar de 25 de Novembro desse ano reconduziu o pais ao bom caminho. Só que esta tese é tao historicamente informada como dizer que Portugal começou com um filho a bater na mãe… Viajemos, pois, ao encontro dos mitos da Historia de Portugal.
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Edição: Fevereiro 2022
Sinopse:
Nação de proporções colossais ou continente? Luz do mundo ou terra condenada? Aliado da Europa e do Ocidente ou seu adversário mortal? Território de santos, czares, poetas, pintores, revolucionários e músicos, a Rússia é um enorme mistério que importa desvendar. Esconde uma história tão rica, antiga e diversa quanto desconhecida. José Milhazes, o grande especialista português da Rússia, propõe neste livro uma viagem fascinante que atravessa séculos e séculos da história, cultura e civilização russas, que começa nos povos eslavos vários séculos antes de Cristo e acaba na actualidade, com Putin. Nesta edição que inclui dezenas de fotografias e mapas - além de uma cronologia e de bibliografia aconselhada para quem quiser saber mais - fique a conhecer a geografia, os povos, as grandes figuras, efemérides e feitos desta grande nação em permanente devir.
Sinopse:
Nação de proporções colossais ou continente? Luz do mundo ou terra condenada? Aliado da Europa e do Ocidente ou seu adversário mortal? Território de santos, czares, poetas, pintores, revolucionários e músicos, a Rússia é um enorme mistério que importa desvendar. Esconde uma história tão rica, antiga e diversa quanto desconhecida. José Milhazes, o grande especialista português da Rússia, propõe neste livro uma viagem fascinante que atravessa séculos e séculos da história, cultura e civilização russas, que começa nos povos eslavos vários séculos antes de Cristo e acaba na actualidade, com Putin. Nesta edição que inclui dezenas de fotografias e mapas - além de uma cronologia e de bibliografia aconselhada para quem quiser saber mais - fique a conhecer a geografia, os povos, as grandes figuras, efemérides e feitos desta grande nação em permanente devir.
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Edição: Fevereiro 2022
Sinopse:
Com uma linguagem simples e directa, o jornalista Ricardo Alexandre explica-nos o complexo puzzle afegão num livro que resulta de uma pesquisa intensa, de diversas entrevistas e do trabalho do autor enquanto repórter no terreno. Recuando a tempos imemoriais, mas focando-se essencialmente no tumulto constante das décadas mais recentes - desde o golpe que derrubou a monarquia de Cabul em 1973 ao regresso dos Talibãs já em 2021, passando pela ocupação soviética e o consequente advento dos mujahedin nos anos 80 - "Breve História do Afeganistão" é um documento elucidativo que nos ajuda a compreender um país fascinante, profundamente marcado pela guerra e com uma importância estratégica fundamental.
Sinopse:
Com uma linguagem simples e directa, o jornalista Ricardo Alexandre explica-nos o complexo puzzle afegão num livro que resulta de uma pesquisa intensa, de diversas entrevistas e do trabalho do autor enquanto repórter no terreno. Recuando a tempos imemoriais, mas focando-se essencialmente no tumulto constante das décadas mais recentes - desde o golpe que derrubou a monarquia de Cabul em 1973 ao regresso dos Talibãs já em 2021, passando pela ocupação soviética e o consequente advento dos mujahedin nos anos 80 - "Breve História do Afeganistão" é um documento elucidativo que nos ajuda a compreender um país fascinante, profundamente marcado pela guerra e com uma importância estratégica fundamental.
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Edição: Novembro 2021
Sinopse:
Dois antigos primeiros-ministros, um ex-vice-primeiro ministro, dois antigos deputados europeus e o actual presidente da República: sete testemunhos decisivos para decifrar os mistérios da política. "As estações de Maria João Avillez e dos seus entrevistados, tocadas a quatro mãos, são todas de visita obrigatória e as mais interessantes são as mais impressionistas. A política - o lugar do bem e do mal - habita em todas as sete estações e é tanto o modo de reunir a comunidade nacional num projecto colectivo que pode fazer Portugal maior, como o abismo onde as paixões negativas podem destruir o destino comum. As palavras com que Maria João Avillez procura decifrar os mistérios da política são as mesmas que a protegem da política." - Do Prefácio, de Carlos Gaspar.
Sinopse:
Dois antigos primeiros-ministros, um ex-vice-primeiro ministro, dois antigos deputados europeus e o actual presidente da República: sete testemunhos decisivos para decifrar os mistérios da política. "As estações de Maria João Avillez e dos seus entrevistados, tocadas a quatro mãos, são todas de visita obrigatória e as mais interessantes são as mais impressionistas. A política - o lugar do bem e do mal - habita em todas as sete estações e é tanto o modo de reunir a comunidade nacional num projecto colectivo que pode fazer Portugal maior, como o abismo onde as paixões negativas podem destruir o destino comum. As palavras com que Maria João Avillez procura decifrar os mistérios da política são as mesmas que a protegem da política." - Do Prefácio, de Carlos Gaspar.
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Edição: Outubro 2021
Sinopse:
"O império português desapareceu há quarenta anos, fragmentado em partes, povos e comunidades que começaram então, também no sofrimento, na incerteza e na esperança, a sua vida na História. Século e meio antes, outra parte desse império tinha-se separado, com a independência do Brasil, essa mais pacífica, feita sem a comunidade internacional. É a História acontecida, sancionada pela justiça dos factos. No mundo presente, a decadência da Europa e do Ocidente também é um facto. Agora, outros continentes, outros povos, outras áreas estão a tomar as chaves e as rédeas do futuro. A maioria dos povos lusófonos está nestas áreas e é agora como nós fomos: povos jovens, unidos, com a fé, a vontade e a força de fazerem coisas no mundo. E alguns têm os trunfos e os meios para os desafios que aí vêm. O lugar dos portugueses, que não se resignam à mediocridade mansa ou ressentida de tributários do Centro Europeu, pode também ser ao lado desses povos, erguendo a partir de um passado unido, sofrido, dividido, uma convergência futura."
Sinopse:
"O império português desapareceu há quarenta anos, fragmentado em partes, povos e comunidades que começaram então, também no sofrimento, na incerteza e na esperança, a sua vida na História. Século e meio antes, outra parte desse império tinha-se separado, com a independência do Brasil, essa mais pacífica, feita sem a comunidade internacional. É a História acontecida, sancionada pela justiça dos factos. No mundo presente, a decadência da Europa e do Ocidente também é um facto. Agora, outros continentes, outros povos, outras áreas estão a tomar as chaves e as rédeas do futuro. A maioria dos povos lusófonos está nestas áreas e é agora como nós fomos: povos jovens, unidos, com a fé, a vontade e a força de fazerem coisas no mundo. E alguns têm os trunfos e os meios para os desafios que aí vêm. O lugar dos portugueses, que não se resignam à mediocridade mansa ou ressentida de tributários do Centro Europeu, pode também ser ao lado desses povos, erguendo a partir de um passado unido, sofrido, dividido, uma convergência futura."
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Edição: Agosto 2021
Sinopse:
Inclui também uma seleção de crónicas inéditas em livro. Numa escrita mais intimista do que a dos seus romances, as crónicas de António Lobo Antunes abordam uma vastíssima panóplia de temas que incluem não só a infância, a família, as mulheres, os amigos, os amores e os desamores, a vida e a morte, mas também relatos sobre pessoas anónimas encontradas ocasionalmente, apontamentos de viagem ou sobre pequenos restaurantes de bairro e, como não podia faltar, algumas notas sobre a escrita e os livros. Com esta seleção de quase duas centenas de textos, pretendeu-se oferecer ao leitor uma amostra realmente abrangente da versatilidade e do talento de António Lobo Antunes como cronista.
Sinopse:
Inclui também uma seleção de crónicas inéditas em livro. Numa escrita mais intimista do que a dos seus romances, as crónicas de António Lobo Antunes abordam uma vastíssima panóplia de temas que incluem não só a infância, a família, as mulheres, os amigos, os amores e os desamores, a vida e a morte, mas também relatos sobre pessoas anónimas encontradas ocasionalmente, apontamentos de viagem ou sobre pequenos restaurantes de bairro e, como não podia faltar, algumas notas sobre a escrita e os livros. Com esta seleção de quase duas centenas de textos, pretendeu-se oferecer ao leitor uma amostra realmente abrangente da versatilidade e do talento de António Lobo Antunes como cronista.
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Edição: Maio 2021
Sinopse:
Michael Shellenberger luta há décadas por um planeta mais verde. Ajudou a salvar as últimas sequoias desprotegidas do mundo. Concebeu, com outros, o antecessor do atual Green New Deal. E liderou o esforço bem-sucedido de cientistas do ambiente e de ativistas para manter centrais nucleares em funcionamento, prevenindo um pico de emissões. No entanto, em 2019, no momento em que alguns diziam que "milhares de milhões de pessoas vão morrer", contribuindo dessa forma para aumentar a ansiedade, desde logo nos adolescentes, Shellenberger decidiu que, enquanto ambientalista de longa data, reputado especialista em energia e pai de uma filha adolescente, devia tomar uma posição para separar a ciência da ficção. Apesar de décadas de atenção proporcionada pelas notícias dos media, muitos não sabem factos essenciais. Por exemplo, as emissões de carbono atingiram o máximo no passado e têm vindo a diminuir há mais de uma década nas nações desenvolvidas. E o risco de Aquecimento da Terra para temperaturas muito altas é cada vez mais improvável graças ao abrandamento do aumento da população e à existência de gás natural abundante.
Sinopse:
Michael Shellenberger luta há décadas por um planeta mais verde. Ajudou a salvar as últimas sequoias desprotegidas do mundo. Concebeu, com outros, o antecessor do atual Green New Deal. E liderou o esforço bem-sucedido de cientistas do ambiente e de ativistas para manter centrais nucleares em funcionamento, prevenindo um pico de emissões. No entanto, em 2019, no momento em que alguns diziam que "milhares de milhões de pessoas vão morrer", contribuindo dessa forma para aumentar a ansiedade, desde logo nos adolescentes, Shellenberger decidiu que, enquanto ambientalista de longa data, reputado especialista em energia e pai de uma filha adolescente, devia tomar uma posição para separar a ciência da ficção. Apesar de décadas de atenção proporcionada pelas notícias dos media, muitos não sabem factos essenciais. Por exemplo, as emissões de carbono atingiram o máximo no passado e têm vindo a diminuir há mais de uma década nas nações desenvolvidas. E o risco de Aquecimento da Terra para temperaturas muito altas é cada vez mais improvável graças ao abrandamento do aumento da população e à existência de gás natural abundante.
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Edição: Maio 2021
Sinopse:
Os portugueses chegaram à América décadas antes de Colombo, descobriram a Austrália, participaram nos planos da viagem de Fernão de Magalhães… e outros dados históricos comprovados que permanecem na sombra. O Brasil foi descoberto mais de cinquenta anos antes da data oficial, como prova o mapa de Andrea Bianco de 1448. O Canadá foi assim batizado por se tratar do nome da propriedade do descobridor algarvio João Vaz Corte Real: a Canada, em Tavira; Os portugueses descobriram a Austrália. Mapas de 1447 mostram-na desenhada ao estilo da nossa cartografia e com nomes lusitanos. Estes e outros factos continuam arredados da História oficial dos países envolvidos, porque os interesses políticos, diplomáticos e económicos pesam mais do que a verdade. Com a ajuda das tecnologias de informação e o acesso a provas como mapas e outros documentos de época, cada vez mais cidadãos estão a tomar consciência de que a verdadeira História dos seus países tem muitas páginas escondidas - a de Portugal não é exceção, como nos revela esta investigação apaixonante do jornalista José Gomes Ferreira.
Sinopse:
Os portugueses chegaram à América décadas antes de Colombo, descobriram a Austrália, participaram nos planos da viagem de Fernão de Magalhães… e outros dados históricos comprovados que permanecem na sombra. O Brasil foi descoberto mais de cinquenta anos antes da data oficial, como prova o mapa de Andrea Bianco de 1448. O Canadá foi assim batizado por se tratar do nome da propriedade do descobridor algarvio João Vaz Corte Real: a Canada, em Tavira; Os portugueses descobriram a Austrália. Mapas de 1447 mostram-na desenhada ao estilo da nossa cartografia e com nomes lusitanos. Estes e outros factos continuam arredados da História oficial dos países envolvidos, porque os interesses políticos, diplomáticos e económicos pesam mais do que a verdade. Com a ajuda das tecnologias de informação e o acesso a provas como mapas e outros documentos de época, cada vez mais cidadãos estão a tomar consciência de que a verdadeira História dos seus países tem muitas páginas escondidas - a de Portugal não é exceção, como nos revela esta investigação apaixonante do jornalista José Gomes Ferreira.
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Edição: Maio 2021
Sinopse:
"Em cada entrevista há um diálogo singular e irrepetível. Todos diferentes, todos relevantes. Nesses encontros conheci histórias de vida extraordinárias, acompanhei o trajecto de personalidades que se distinguem nas suas áreas e tive contacto com uma imensa diversidade de percursos que tornam a experiência humana tão rica e surpreendente (…)"
Sinopse:
"Em cada entrevista há um diálogo singular e irrepetível. Todos diferentes, todos relevantes. Nesses encontros conheci histórias de vida extraordinárias, acompanhei o trajecto de personalidades que se distinguem nas suas áreas e tive contacto com uma imensa diversidade de percursos que tornam a experiência humana tão rica e surpreendente (…)"
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Edição: Março 2021
Sinopse:
Porquê uma pandemia neste momento? A quem interessa manter-nos sequestrados nas nossas casas? É verdade que o vírus teve origem na China? Ou foi um ataque dos Estados Unidos, que agora não o sabe parar? Todas estas perguntas se mantiveram sem resposta nos últimos meses, ainda que algumas teorias tenham começado a circular na Internet. Já em 2010 adverti no livro O Clube Secreto dos Poderosos - Os planos ocultos de Bilderberg para o facto de um dos mecanismos de controlo das elites ser a tática da pandemia. Por isso, quando os órgãos de comunicação social começaram a falar da COVID-19, soube que haviam voltado a ativar o plano. Como é que nos obrigam a aceitar uma situação que ninguém está disposto a consentir? Bem-vindos a A Verdade Sobre a Pandemia. Este livro contém as chaves de entendimento que explicam como e porque é que um pequeno grupo de pessoas decidiu roubar-nos a liberdade.
Sinopse:
Porquê uma pandemia neste momento? A quem interessa manter-nos sequestrados nas nossas casas? É verdade que o vírus teve origem na China? Ou foi um ataque dos Estados Unidos, que agora não o sabe parar? Todas estas perguntas se mantiveram sem resposta nos últimos meses, ainda que algumas teorias tenham começado a circular na Internet. Já em 2010 adverti no livro O Clube Secreto dos Poderosos - Os planos ocultos de Bilderberg para o facto de um dos mecanismos de controlo das elites ser a tática da pandemia. Por isso, quando os órgãos de comunicação social começaram a falar da COVID-19, soube que haviam voltado a ativar o plano. Como é que nos obrigam a aceitar uma situação que ninguém está disposto a consentir? Bem-vindos a A Verdade Sobre a Pandemia. Este livro contém as chaves de entendimento que explicam como e porque é que um pequeno grupo de pessoas decidiu roubar-nos a liberdade.
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Edição: Novembro 2019
Sinopse:
Como é que o sexo, o desejo, o adultério e as paixões mais ou menos secretas dos nossos líderes influenciaram a História de Portugal ao longo dos séculos? História Libidinosa de Portugal aborda questões espinhosas como a sucessão dinástica e a extraconjugalidade na evolução de um país que deve as suas origens mais remotas ao adultério de um soberano de Leão e Castela e que foi oferecido como dote a uma bastarda real. Num registo solto e rigoroso, o autor recorda o mistério sobre a filiação de Afonso Henriques, as acusações de bigamia contra Afonso III, o amor incendiário de Pedro I e Inês de Castro, a predileção por freiras de João V, as aventuras homossexuais de João VI ou os rumores sobre o lesbianismo da rainha D. Amélia. Com a instauração da República, o sexo perdeu importância para o regime, mas continuou a confundir-se com os assuntos de Estado. O presidente Manuel Teixeira Gomes ficou conhecido como apreciador de ninfetas e rapazinhos; Salazar, celibatário com fama de casto, manteve várias ligações românticas longe dos olhares públicos; Sá Carneiro e Snu Abecassis protagonizaram uma história de amor que desafiou os bons costumes da época; José Sócrates viu a sua intimidade cair na praça pública quando rebentou o maior escândalo da democracia portuguesa.
Sinopse:
Como é que o sexo, o desejo, o adultério e as paixões mais ou menos secretas dos nossos líderes influenciaram a História de Portugal ao longo dos séculos? História Libidinosa de Portugal aborda questões espinhosas como a sucessão dinástica e a extraconjugalidade na evolução de um país que deve as suas origens mais remotas ao adultério de um soberano de Leão e Castela e que foi oferecido como dote a uma bastarda real. Num registo solto e rigoroso, o autor recorda o mistério sobre a filiação de Afonso Henriques, as acusações de bigamia contra Afonso III, o amor incendiário de Pedro I e Inês de Castro, a predileção por freiras de João V, as aventuras homossexuais de João VI ou os rumores sobre o lesbianismo da rainha D. Amélia. Com a instauração da República, o sexo perdeu importância para o regime, mas continuou a confundir-se com os assuntos de Estado. O presidente Manuel Teixeira Gomes ficou conhecido como apreciador de ninfetas e rapazinhos; Salazar, celibatário com fama de casto, manteve várias ligações românticas longe dos olhares públicos; Sá Carneiro e Snu Abecassis protagonizaram uma história de amor que desafiou os bons costumes da época; José Sócrates viu a sua intimidade cair na praça pública quando rebentou o maior escândalo da democracia portuguesa.
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Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O livro que os oligarcas não querem que leia. A Crise do Suez de 1956 foi o ponto mais baixo da Grã-Bretanha no século XX, o momento em que a outrora superpotência foi forçada a abdicar do seu império. Tendo perdido as glórias e a riqueza do passado, que papel iria este histórico país desempenhar a partir de então de modo a prosperar? A verdade é que a Grã-Bretanha não levou muito tempo a encontrar outro papel a nível global. Até arranjou uma indumentária própria. Os líderes mundiais é que demoraram a aperceber-se disso. Este livro revela a escandalosa realidade de como a Grã-Bretanha se colocou no centro da economia offshore global e ao serviço das piores pessoas do mundo, sendo agora uma nação de mordomos, facilitando crimes fina
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O livro que os oligarcas não querem que leia. A Crise do Suez de 1956 foi o ponto mais baixo da Grã-Bretanha no século XX, o momento em que a outrora superpotência foi forçada a abdicar do seu império. Tendo perdido as glórias e a riqueza do passado, que papel iria este histórico país desempenhar a partir de então de modo a prosperar? A verdade é que a Grã-Bretanha não levou muito tempo a encontrar outro papel a nível global. Até arranjou uma indumentária própria. Os líderes mundiais é que demoraram a aperceber-se disso. Este livro revela a escandalosa realidade de como a Grã-Bretanha se colocou no centro da economia offshore global e ao serviço das piores pessoas do mundo, sendo agora uma nação de mordomos, facilitando crimes fina
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Setembro de 1940: consciente do elevado risco, Witold Pilecki avança deliberadamente até uma batida feita pelas forças nazis em Varsóvia… e torna-se o prisioneiro n.º 4859 de Auschwitz. Pilecki acabara de se voluntariar para uma missão secreta — e potencialmente suicida — do Armia Krajowa, o exército clandestino polaco, resistente à ditadura soviética e à invasão alemã. A missão visava obter e divulgar informações sobre este novo campo de concentração, e criar uma organização de resistência entre os prisioneiros. Sobrevivendo com muita dificuldade a quase três anos de fome, doença e brutalidade, Pilecki foi bem-sucedido na sua missão, evadindo-se de Auschwitz numa audaciosa fuga em abril de 1943. Os seus relatórios, recebidos pelos Aliados desde o início de 1941, foram das primeiras informações que o mundo conheceu sobre a crueldade e os verdadeiros horrores que se viviam em Auschwitz, convencendo os Aliados de que o Holocausto estava em marcha. O Voluntário de Auschwitz é o relatório mais extenso e detalhado do capitão Pilecki, completado em 1945, no exílio. Ignorado pela ditadura comunista na Polónia durante mais de 40 anos, este é um documento único na história e na literatura sobre Auschwitz, a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Setembro de 1940: consciente do elevado risco, Witold Pilecki avança deliberadamente até uma batida feita pelas forças nazis em Varsóvia… e torna-se o prisioneiro n.º 4859 de Auschwitz. Pilecki acabara de se voluntariar para uma missão secreta — e potencialmente suicida — do Armia Krajowa, o exército clandestino polaco, resistente à ditadura soviética e à invasão alemã. A missão visava obter e divulgar informações sobre este novo campo de concentração, e criar uma organização de resistência entre os prisioneiros. Sobrevivendo com muita dificuldade a quase três anos de fome, doença e brutalidade, Pilecki foi bem-sucedido na sua missão, evadindo-se de Auschwitz numa audaciosa fuga em abril de 1943. Os seus relatórios, recebidos pelos Aliados desde o início de 1941, foram das primeiras informações que o mundo conheceu sobre a crueldade e os verdadeiros horrores que se viviam em Auschwitz, convencendo os Aliados de que o Holocausto estava em marcha. O Voluntário de Auschwitz é o relatório mais extenso e detalhado do capitão Pilecki, completado em 1945, no exílio. Ignorado pela ditadura comunista na Polónia durante mais de 40 anos, este é um documento único na história e na literatura sobre Auschwitz, a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Alerta Vermelho é uma história real e impressionante que revela o lado mais atroz do regime de Vladimir Putin. Fraude, corrupção, chantagem, perseguição, extorsão e tortura são termos que surgem recorrentemente neste livro corajoso, explosivo e revelador, que denuncia os segredos mais obscuros do poder russo. Bill Browder, CEO da Hermitage Capital, uma das empresas de fundos de investimento mais bem-sucedidas do mundo, foi o maior investidor estrangeiro na Rússia até 2005, altura em que foi subitamente proibido de entrar no país. Em novembro de 2009, Sergei Magnitsky, o advogado que representava Browder no processo contra o governo russo, foi isolado numa cela gelada de uma prisão de Moscovo, algemado e espancado até à morte por oito agentes policiais. O seu crime? Ter testemunhado contra os funcionários do Ministério da Administração Interna da Rússia, envolvidos no roubo de 230 milhões de dólares pagos em impostos pela Hermitage. Apesar de todas as provas e factos apresentados contra as autoridades russas, até agora o caso não foi investigado e os responsáveis por esta morte brutal continuam impunes. Inconformado, Bill Browder denuncia e expõe em Alerta Vermelho o retrato de um governo russo criminoso e sem escrúpulos, e as estreitas ligações de Vladimir Putin com as oligarquias corruptas.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Alerta Vermelho é uma história real e impressionante que revela o lado mais atroz do regime de Vladimir Putin. Fraude, corrupção, chantagem, perseguição, extorsão e tortura são termos que surgem recorrentemente neste livro corajoso, explosivo e revelador, que denuncia os segredos mais obscuros do poder russo. Bill Browder, CEO da Hermitage Capital, uma das empresas de fundos de investimento mais bem-sucedidas do mundo, foi o maior investidor estrangeiro na Rússia até 2005, altura em que foi subitamente proibido de entrar no país. Em novembro de 2009, Sergei Magnitsky, o advogado que representava Browder no processo contra o governo russo, foi isolado numa cela gelada de uma prisão de Moscovo, algemado e espancado até à morte por oito agentes policiais. O seu crime? Ter testemunhado contra os funcionários do Ministério da Administração Interna da Rússia, envolvidos no roubo de 230 milhões de dólares pagos em impostos pela Hermitage. Apesar de todas as provas e factos apresentados contra as autoridades russas, até agora o caso não foi investigado e os responsáveis por esta morte brutal continuam impunes. Inconformado, Bill Browder denuncia e expõe em Alerta Vermelho o retrato de um governo russo criminoso e sem escrúpulos, e as estreitas ligações de Vladimir Putin com as oligarquias corruptas.
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Um olhar científico e incisivo sobre a pandemia de Covid-19 e o impacto que esta terá na nossa vida futura. Na mitologia greco-romana, o deus Apolo era simultaneamente um curandeiro e um portador de doença. Durante a Guerra de Troia, com o seu arco e flecha, lançou uma praga sobre os gregos. Mais de três mil anos depois dos eventos descritos na Ilíada, o novo coronavírus é uma ameaça nova e, ao mesmo tempo, profundamente antiga — uma catástrofe que exigiu que confrontássemos o nosso inimigo de uma forma moderna, recorrendo, contudo, à sabedoria do passado. A pandemia de Covid-19 — esta flecha de Apolo — é o acontecimento global mais disruptivo do século XXI, com impacto na saúde, economia, política e cultura. Compreendê-la é fundamental para entender o presente estado do mundo, mas como discernir o que realmente importa no meio de tanta informação? Nicholas A. Christakis, médico e sociólogo da Universidade de Yale, explica o percurso da pandemia, bem como os cenários possíveis em anos vindouros do impacto por ela causado.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Um olhar científico e incisivo sobre a pandemia de Covid-19 e o impacto que esta terá na nossa vida futura. Na mitologia greco-romana, o deus Apolo era simultaneamente um curandeiro e um portador de doença. Durante a Guerra de Troia, com o seu arco e flecha, lançou uma praga sobre os gregos. Mais de três mil anos depois dos eventos descritos na Ilíada, o novo coronavírus é uma ameaça nova e, ao mesmo tempo, profundamente antiga — uma catástrofe que exigiu que confrontássemos o nosso inimigo de uma forma moderna, recorrendo, contudo, à sabedoria do passado. A pandemia de Covid-19 — esta flecha de Apolo — é o acontecimento global mais disruptivo do século XXI, com impacto na saúde, economia, política e cultura. Compreendê-la é fundamental para entender o presente estado do mundo, mas como discernir o que realmente importa no meio de tanta informação? Nicholas A. Christakis, médico e sociólogo da Universidade de Yale, explica o percurso da pandemia, bem como os cenários possíveis em anos vindouros do impacto por ela causado.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Enviada para Auschwitz em 1943, Elsa Miller sobreviveu ao campo de extermínio devido ao seu talento. Como violinista, teve a «oportunidade» de se juntar à orquestra feminina do campo, regida por Alma Rosé, sobrinha do famoso compositor Gustav Mahler. É este o segredo que Jean-Jacques Felstein, o filho de Elsa, descobre muito tempo após a morte prematura da mãe, que nunca lhe revelara nada acerca do seu passado. Ao tentar preencher o vazio que sente, segue os passos de Elsa e encontra sobreviventes da orquestra em vários países: Alemanha, Bélgica, Polónia, Israel e Estados Unidos da América. São as memórias de Hélène, Violette, Anita e outros músicos que o ajudam, finalmente, a compreender a sua mãe, que aos 20 anos passou pelo inferno e para sempre carregou esse fardo. Relatos que nos dão a conhecer a realidade incompreensível do campo: as audições das quais dependia a sobrevivência, os ensaios intermináveis, os destroços humanos que marchavam ao ritmo da banda a caminho dos trabalhos forçados, os concertos de domingo e as peças de música que Josef Mengele, o «Anjo da Morte», exigia ouvir quando não estava a decidir quem vivia e quem morria. Uma história que desperta emoção, respeito e raiva, numa escrita marcante e intransigente. Uma bela homenagem a estas mulheres. Um diálogo admirável além da morte, em que Jean-Jacques Felstein, ao seguir os passos de Elsa, tenta aliviar a mãe do peso do seu sofrimento e, assim, amenizar a sua própria devastação por ter crescido com uma mãe ausente.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Enviada para Auschwitz em 1943, Elsa Miller sobreviveu ao campo de extermínio devido ao seu talento. Como violinista, teve a «oportunidade» de se juntar à orquestra feminina do campo, regida por Alma Rosé, sobrinha do famoso compositor Gustav Mahler. É este o segredo que Jean-Jacques Felstein, o filho de Elsa, descobre muito tempo após a morte prematura da mãe, que nunca lhe revelara nada acerca do seu passado. Ao tentar preencher o vazio que sente, segue os passos de Elsa e encontra sobreviventes da orquestra em vários países: Alemanha, Bélgica, Polónia, Israel e Estados Unidos da América. São as memórias de Hélène, Violette, Anita e outros músicos que o ajudam, finalmente, a compreender a sua mãe, que aos 20 anos passou pelo inferno e para sempre carregou esse fardo. Relatos que nos dão a conhecer a realidade incompreensível do campo: as audições das quais dependia a sobrevivência, os ensaios intermináveis, os destroços humanos que marchavam ao ritmo da banda a caminho dos trabalhos forçados, os concertos de domingo e as peças de música que Josef Mengele, o «Anjo da Morte», exigia ouvir quando não estava a decidir quem vivia e quem morria. Uma história que desperta emoção, respeito e raiva, numa escrita marcante e intransigente. Uma bela homenagem a estas mulheres. Um diálogo admirável além da morte, em que Jean-Jacques Felstein, ao seguir os passos de Elsa, tenta aliviar a mãe do peso do seu sofrimento e, assim, amenizar a sua própria devastação por ter crescido com uma mãe ausente.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 480
Sinopse:
O premiado jornalista de investigação Tom Burgis expõe uma terrível rede global de corrupção financeira. Cleptopia segue o dinheiro sujo que está a inundar a economia global, a encorajar ditadores e a envenenar as democracias. Do Kremlin a Pequim, do Médio Oriente à Casa Branca, Tom Burgis mostra como os corruptos se estão a unir — e o terrível custo que tem essa união. Vislumbres desse mundo sombrio têm surgido nos últimos anos: um corpo carbonizado é encontrado num Audi; trabalhadores são crivados de balas no deserto do Cazaquistão; uma eleição fraudulenta tem lugar no Zimbabué; um banqueiro britânico é silenciado e humilhado por tentar expor a verdade sobre a City de Londres — o cofre do mundo para o dinheiro sujo. Neste thriller da vida real, repleto de revelações perturbadoras, entrelaçam-se várias histórias que revelam uma assustadora teia global de corrupção, proporcionando uma visão chocante de um mundo de evasão fiscal, espionagem e, acima de tudo, desejo de poder. Livro do ano para The Washington Post e The Economist.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
O premiado jornalista de investigação Tom Burgis expõe uma terrível rede global de corrupção financeira. Cleptopia segue o dinheiro sujo que está a inundar a economia global, a encorajar ditadores e a envenenar as democracias. Do Kremlin a Pequim, do Médio Oriente à Casa Branca, Tom Burgis mostra como os corruptos se estão a unir — e o terrível custo que tem essa união. Vislumbres desse mundo sombrio têm surgido nos últimos anos: um corpo carbonizado é encontrado num Audi; trabalhadores são crivados de balas no deserto do Cazaquistão; uma eleição fraudulenta tem lugar no Zimbabué; um banqueiro britânico é silenciado e humilhado por tentar expor a verdade sobre a City de Londres — o cofre do mundo para o dinheiro sujo. Neste thriller da vida real, repleto de revelações perturbadoras, entrelaçam-se várias histórias que revelam uma assustadora teia global de corrupção, proporcionando uma visão chocante de um mundo de evasão fiscal, espionagem e, acima de tudo, desejo de poder. Livro do ano para The Washington Post e The Economist.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse:
De Ricardo, Coração de Leão ao lendário Preste João, dos imperadores de Bizâncio aos Cavaleiros Templários. No século XI, um vasto exército cristão, convocado pelo Papa para travar uma guerra santa, invadiu o mundo islâmico, apoderando-se de Jerusalém, cidade venerada por ambas as fés. Nos duzentos anos que se seguiram à Primeira Cruzada, o Islão e o Ocidente lutaram pelo domínio da Terra Santa, enfrentando-se numa sucessão de combates brutais, ambos firmes na crença de serem instrumentos de Deus. Breve História das Cruzadas relata as lutas épicas da perspetiva quer dos Cristãos, quer dos Muçulmanos, reconstituindo as experiências e atitudes dos indivíduos nos dois lados do conflito. Lars Brownworth apresenta-nos um mundo exótico, povoado por imperadores poderosos, templários condenados, generais destemidos e camponeses ambiciosos, que dão vida a uma era de esplendor, aventura e fé, como nenhuma outra na História.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
De Ricardo, Coração de Leão ao lendário Preste João, dos imperadores de Bizâncio aos Cavaleiros Templários. No século XI, um vasto exército cristão, convocado pelo Papa para travar uma guerra santa, invadiu o mundo islâmico, apoderando-se de Jerusalém, cidade venerada por ambas as fés. Nos duzentos anos que se seguiram à Primeira Cruzada, o Islão e o Ocidente lutaram pelo domínio da Terra Santa, enfrentando-se numa sucessão de combates brutais, ambos firmes na crença de serem instrumentos de Deus. Breve História das Cruzadas relata as lutas épicas da perspetiva quer dos Cristãos, quer dos Muçulmanos, reconstituindo as experiências e atitudes dos indivíduos nos dois lados do conflito. Lars Brownworth apresenta-nos um mundo exótico, povoado por imperadores poderosos, templários condenados, generais destemidos e camponeses ambiciosos, que dão vida a uma era de esplendor, aventura e fé, como nenhuma outra na História.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 240
Sinopse:
As memórias marcantes de uma combatente judia da resistência e sobrevivente do campo de concentração de Ravensbrück. Selma van de Perre tinha 17 anos quando a Segunda Guerra Mundial começou. Até então, ser judeu na Holanda não era sinónimo de perigo, mas em 1941 tornou-se uma questão de vida ou morte. Selma juntou-se ao movimento de resistência contra os nazis e durante dois anos arriscou tudo. Usando o pseudónimo Margareta van der Kuit e passando por ariana, viajou pelo país a entregar documentos, a partilhar informações e a manter o ânimo entre os colegas — fazendo, como diria mais tarde, o que tinha que ser feito. Um poderoso testemunho da luta contra a desumanidade. Em julho de 1944, a sua sorte acabou. Detida, foi transportada para o campo de concentração feminino de Ravensbrück como prisioneira política. Ninguém ali sabia que era judia. Ao contrário dos seus pais e da sua irmã — que descobriria mais tarde terem morrido noutros campos —, ela sobreviveu. Somente depois do fim da guerra é que conseguiu recuperar a sua identidade e se atreveu a voltar a dizer: o meu nome é Selma. Inclui 16 páginas com fotografias.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
As memórias marcantes de uma combatente judia da resistência e sobrevivente do campo de concentração de Ravensbrück. Selma van de Perre tinha 17 anos quando a Segunda Guerra Mundial começou. Até então, ser judeu na Holanda não era sinónimo de perigo, mas em 1941 tornou-se uma questão de vida ou morte. Selma juntou-se ao movimento de resistência contra os nazis e durante dois anos arriscou tudo. Usando o pseudónimo Margareta van der Kuit e passando por ariana, viajou pelo país a entregar documentos, a partilhar informações e a manter o ânimo entre os colegas — fazendo, como diria mais tarde, o que tinha que ser feito. Um poderoso testemunho da luta contra a desumanidade. Em julho de 1944, a sua sorte acabou. Detida, foi transportada para o campo de concentração feminino de Ravensbrück como prisioneira política. Ninguém ali sabia que era judia. Ao contrário dos seus pais e da sua irmã — que descobriria mais tarde terem morrido noutros campos —, ela sobreviveu. Somente depois do fim da guerra é que conseguiu recuperar a sua identidade e se atreveu a voltar a dizer: o meu nome é Selma. Inclui 16 páginas com fotografias.
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