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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Este é um relato cru e honesto sobre como é ser-se pai de duas crianças. Sem figuras de estilo para dourar a pílula, sem maquilhagem para esconder as imperfeições e sem papas na língua. Há crianças que nasceram para dar cabo da vida como a conhecemos. O bebé Judas, o bebé Hitler e os meus dois filhos. O primeiro veio ao mundo para destruir o messias. O segundo para destruir a humanidade. Os meus filhos vieram para destruir a minha paciência e os seios da minha mulher.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Este é um relato cru e honesto sobre como é ser-se pai de duas crianças. Sem figuras de estilo para dourar a pílula, sem maquilhagem para esconder as imperfeições e sem papas na língua. Há crianças que nasceram para dar cabo da vida como a conhecemos. O bebé Judas, o bebé Hitler e os meus dois filhos. O primeiro veio ao mundo para destruir o messias. O segundo para destruir a humanidade. Os meus filhos vieram para destruir a minha paciência e os seios da minha mulher.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O humorista e cronista Diogo Faro quer um mundo melhor - para ele e para todos nós. Quem diz que não discute política, é porque vive num mundo que lhe convém. Mas não é esse o caso para 99% da população mundial. O activista acredita que um mundo melhor para ele e para todos nós é possível. Mas um mundo melhor não se materializa à nossa frente por mero desejo ou pondo em prática a "lei da atracção". Denunciar crimes e injustiças, ouvir e observar o que nos rodeia com sentido crítico, conhecer o passado, desenvolver a empatia e praticar a generosidade não são apenas pormenores de conduta pessoal, mas sim o que nos separa de uma tragédia iminente. "Se, para Camões, "amor é fogo que arde sem se ver", para os bilionários será deixar tudo a arder e nós a ver." Confrontar o privilégio de alguns, exigir equidade e rejeitar a violência e a exploração são acções de que já não podemos fugir se queremos sobreviver. Este é o momento para entrar na luta e erguer a voz contra o racismo, a homofobia, o fascismo, a emergência climática, a violência de género e o neoliberalismo. A luta contra a desigualdade é a luta pela Humanidade. Neste Processo de humanização em curso, Diogo Faro demonstra que é possível ganhar consciência sem perder o sentido de humor.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O humorista e cronista Diogo Faro quer um mundo melhor - para ele e para todos nós. Quem diz que não discute política, é porque vive num mundo que lhe convém. Mas não é esse o caso para 99% da população mundial. O activista acredita que um mundo melhor para ele e para todos nós é possível. Mas um mundo melhor não se materializa à nossa frente por mero desejo ou pondo em prática a "lei da atracção". Denunciar crimes e injustiças, ouvir e observar o que nos rodeia com sentido crítico, conhecer o passado, desenvolver a empatia e praticar a generosidade não são apenas pormenores de conduta pessoal, mas sim o que nos separa de uma tragédia iminente. "Se, para Camões, "amor é fogo que arde sem se ver", para os bilionários será deixar tudo a arder e nós a ver." Confrontar o privilégio de alguns, exigir equidade e rejeitar a violência e a exploração são acções de que já não podemos fugir se queremos sobreviver. Este é o momento para entrar na luta e erguer a voz contra o racismo, a homofobia, o fascismo, a emergência climática, a violência de género e o neoliberalismo. A luta contra a desigualdade é a luta pela Humanidade. Neste Processo de humanização em curso, Diogo Faro demonstra que é possível ganhar consciência sem perder o sentido de humor.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A musa de Hollywood, que assumirá a direção da Vogue Paris no final deste ano, lança um livro para ajudar as mulheres a transformar os seus sapos em verdadeiros príncipes. Cansada de ouvir sempre as mesmas desculpas esfarrapadas dos homens? Não sabe como conquistar aquele bom partido que parece estar sempre a fugir de si? Quer ser rica e famosa? Então... tem de ler este livro imediatamente! Mundialmente conhecida pela sua elegância e bom gosto, Miss Piggy responde às principais dúvidas femininas e oferece-nos toneladas de segredos enriquecedores: da moda ao amor, da carreira à fama, que vão ajudá-la a libertar a sua diva interior. "Por que os Homens Preferem as Divas" reúne os conselhos mais importantes para todas as mulheres que querem casar - de preferência com alguém rico - seja ele homem ou sapo. Todos têm potencial para se tornarem príncipes encantados! Uma verdadeira obra de arte da maior diva de Hollywood.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A musa de Hollywood, que assumirá a direção da Vogue Paris no final deste ano, lança um livro para ajudar as mulheres a transformar os seus sapos em verdadeiros príncipes. Cansada de ouvir sempre as mesmas desculpas esfarrapadas dos homens? Não sabe como conquistar aquele bom partido que parece estar sempre a fugir de si? Quer ser rica e famosa? Então... tem de ler este livro imediatamente! Mundialmente conhecida pela sua elegância e bom gosto, Miss Piggy responde às principais dúvidas femininas e oferece-nos toneladas de segredos enriquecedores: da moda ao amor, da carreira à fama, que vão ajudá-la a libertar a sua diva interior. "Por que os Homens Preferem as Divas" reúne os conselhos mais importantes para todas as mulheres que querem casar - de preferência com alguém rico - seja ele homem ou sapo. Todos têm potencial para se tornarem príncipes encantados! Uma verdadeira obra de arte da maior diva de Hollywood.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Zaya foi maltratada, abandonada e presa a uma árvore, resgatada e colocada no canto mais recôndito de um canil, onde os pitbulls e outros cães "perigosos" ficam até morrer. Mas o destino levou até aquele lugar um ser bondoso e extremamente belo*, que a adotou. Agora, com novos donos, nova casa, nova vida... tudo mudou! As relações com outros animais, o seu ódio de estimação por gatos, a vida como influencer, o estranho modo de viver dos humanos, tudo é relatado no diário que alimenta. E já que falamos em alimentar: para a Zaya, bacon é vida. *O humorista Guilherme Duarte. Os adjetivos usados são da Zaya.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Zaya foi maltratada, abandonada e presa a uma árvore, resgatada e colocada no canto mais recôndito de um canil, onde os pitbulls e outros cães "perigosos" ficam até morrer. Mas o destino levou até aquele lugar um ser bondoso e extremamente belo*, que a adotou. Agora, com novos donos, nova casa, nova vida... tudo mudou! As relações com outros animais, o seu ódio de estimação por gatos, a vida como influencer, o estranho modo de viver dos humanos, tudo é relatado no diário que alimenta. E já que falamos em alimentar: para a Zaya, bacon é vida. *O humorista Guilherme Duarte. Os adjetivos usados são da Zaya.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Fernando Rocha tornou-se conhecido em Portugal, e também nas comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, como o nosso mais divertido contador de anedotas. Entretanto, fruto da evolução das tecnologias, passou a ser também um youtuber de sucesso, com mais de 100 mil subscritores e mais de 10 milhões de visualizações no seu canal em menos de um ano. Este livro é um conjunto de anedotas de Fernando Rocha - precisamente 200 - e textos originais e exclusivos de vários dos humoristas de stand up commedy que o acompanham nos espetáculos "Pi100Pé", que vão esgotando salas um pouco por esse país fora e cuja quarta temporada tem agora início.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Fernando Rocha tornou-se conhecido em Portugal, e também nas comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, como o nosso mais divertido contador de anedotas. Entretanto, fruto da evolução das tecnologias, passou a ser também um youtuber de sucesso, com mais de 100 mil subscritores e mais de 10 milhões de visualizações no seu canal em menos de um ano. Este livro é um conjunto de anedotas de Fernando Rocha - precisamente 200 - e textos originais e exclusivos de vários dos humoristas de stand up commedy que o acompanham nos espetáculos "Pi100Pé", que vão esgotando salas um pouco por esse país fora e cuja quarta temporada tem agora início.
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Edição: Dez 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Se é para falar de humor, apreda com quem mais sabe. O que faz de Ricardo Araújo Pereira o maior humorista português? Já não é preciso esperar mais para saber (e aprender) o que RAP tem a dizer sobre escrita de humor. Podíamos fazer uma piada sobre a importância deste livro, mas o melhor é mesmo lê-lo. Aquilo a que chamamos humor, ou sentido de humor, é, na verdade, um modo especial de olhar para as coisas e de pensar sobre elas. É raro, não por se tratar de um dom oferecido apenas a alguns eleitos, mas porque aquele modo de olhar e de raciocinar é muito diferente (às vezes, o oposto) do convencional. Este livro procura identificar e discutir algumas características dessa maneira de ver e pensar.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Se é para falar de humor, apreda com quem mais sabe. O que faz de Ricardo Araújo Pereira o maior humorista português? Já não é preciso esperar mais para saber (e aprender) o que RAP tem a dizer sobre escrita de humor. Podíamos fazer uma piada sobre a importância deste livro, mas o melhor é mesmo lê-lo. Aquilo a que chamamos humor, ou sentido de humor, é, na verdade, um modo especial de olhar para as coisas e de pensar sobre elas. É raro, não por se tratar de um dom oferecido apenas a alguns eleitos, mas porque aquele modo de olhar e de raciocinar é muito diferente (às vezes, o oposto) do convencional. Este livro procura identificar e discutir algumas características dessa maneira de ver e pensar.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
QUASE 15 ANOS DEPOIS, O INFAME REGRESSO DO DIÁRIO DE "O MEU PIPI" Edição de luxúria, com alguns textos inéditos. Com 35 mil exemplares vendidos e depois de se ter transformado num dos maiores fenómenos mediáticos da literatura portuguesa, o Pipi mais famoso do país volta a disponibilizar a sua obra inaugural, há muito esgotada, com todos os seus famosos afodismos e pastiches de escritores, como José Saramago ou António Lobo Antunes. Transitou de blogue para livro, só escreve para maiores de 18, já publicou os seus Sermões (Tinta-da-china, 2011), mas Pipi continua a ser recatado e do lar. A identidade do autor continua a ser um dos segredos mais bem guardados da literatura nacional. Pipi já foi confundido com Miguel Esteves Cardoso, Rui Zink, José Vilhena, Ricardo Araújo Pereira e Pedro Mexia, mas o mistério permanece. "EM BUSCA DAS FODAS PERDIDAS - Fodas há que um homem não esquece jamais. No seu leito de morte, essas fodas hão-de assomar-lhe ao espírito, arrebitando-lhe o engelhado nabo pela vez derradeira. Porém, não são mais de três ou quatro. Às outras, espera-as a crueldade mansa do olvido."
Nº Páginas: 200
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QUASE 15 ANOS DEPOIS, O INFAME REGRESSO DO DIÁRIO DE "O MEU PIPI" Edição de luxúria, com alguns textos inéditos. Com 35 mil exemplares vendidos e depois de se ter transformado num dos maiores fenómenos mediáticos da literatura portuguesa, o Pipi mais famoso do país volta a disponibilizar a sua obra inaugural, há muito esgotada, com todos os seus famosos afodismos e pastiches de escritores, como José Saramago ou António Lobo Antunes. Transitou de blogue para livro, só escreve para maiores de 18, já publicou os seus Sermões (Tinta-da-china, 2011), mas Pipi continua a ser recatado e do lar. A identidade do autor continua a ser um dos segredos mais bem guardados da literatura nacional. Pipi já foi confundido com Miguel Esteves Cardoso, Rui Zink, José Vilhena, Ricardo Araújo Pereira e Pedro Mexia, mas o mistério permanece. "EM BUSCA DAS FODAS PERDIDAS - Fodas há que um homem não esquece jamais. No seu leito de morte, essas fodas hão-de assomar-lhe ao espírito, arrebitando-lhe o engelhado nabo pela vez derradeira. Porém, não são mais de três ou quatro. Às outras, espera-as a crueldade mansa do olvido."
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Um livro que parece um jogo (e, no final, ganha o Porto) Tornaram-se famosas as suas participações nas galas de atribuição dos Dragões de Ouro, do Futebol Clube do Porto. Numa delas, em Outubro de 2017, talvez antecipando a alegria da conquista do campeonato, fez Sérgio Conceição chorar de tanto rir. Pinto da Costa elogia-lhe o bom gosto e o talento, chama-lhe dragona e "uma espécie de Rui Barros", por não ter "estatura para um combate muito físico", mas ser capaz de reagir "sempre em grande velocidade e com muito humor, o que também define e distingue os mais inteligentes". Joana Marques é indiscutivelmente um dos grandes talentos do humor português e o seu portismo é inversamente proporcional ao seu tamanho. Neste livro que parece um jogo, ilustrado pelo também portista Pedro Vieira, Joana Marques vai do primeiro ao nonagésimo segundo minuto - aquele em que os jogos se decidem a favor dos dragões - jogando sempre à Porto. Fazem parte da sua equipa nomes incontornáveis da história do clube - de João Pinto a Vítor Baía, passando por Domingos Paciência, José Maria Pedroto, Jardel, Hulk, Madjer, José Mourinho, Fernando Gomes, André Villas-Boas, Rui Barros, Sérgio Conceição e, claro, o inevitável Marega, sem esquecer craques como Iván Kaviedes ou Lucas Mareque. E é com eles que Joana Marques revisita de forma divertida grandes momentos da história do clube - das vitórias na Liga dos Campões e na Taça Intercontinental, passando pelo Penta e pelo inevitável 28º título de campeão nacional, conquistado no sofá, a 5 de Maio de 2018. Um livro que pode ler-se como quem vê um jogo de futebol, mas com menos nervos, porque está garantido que aqui, em todas as páginas, o Porto vence.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Um livro que parece um jogo (e, no final, ganha o Porto) Tornaram-se famosas as suas participações nas galas de atribuição dos Dragões de Ouro, do Futebol Clube do Porto. Numa delas, em Outubro de 2017, talvez antecipando a alegria da conquista do campeonato, fez Sérgio Conceição chorar de tanto rir. Pinto da Costa elogia-lhe o bom gosto e o talento, chama-lhe dragona e "uma espécie de Rui Barros", por não ter "estatura para um combate muito físico", mas ser capaz de reagir "sempre em grande velocidade e com muito humor, o que também define e distingue os mais inteligentes". Joana Marques é indiscutivelmente um dos grandes talentos do humor português e o seu portismo é inversamente proporcional ao seu tamanho. Neste livro que parece um jogo, ilustrado pelo também portista Pedro Vieira, Joana Marques vai do primeiro ao nonagésimo segundo minuto - aquele em que os jogos se decidem a favor dos dragões - jogando sempre à Porto. Fazem parte da sua equipa nomes incontornáveis da história do clube - de João Pinto a Vítor Baía, passando por Domingos Paciência, José Maria Pedroto, Jardel, Hulk, Madjer, José Mourinho, Fernando Gomes, André Villas-Boas, Rui Barros, Sérgio Conceição e, claro, o inevitável Marega, sem esquecer craques como Iván Kaviedes ou Lucas Mareque. E é com eles que Joana Marques revisita de forma divertida grandes momentos da história do clube - das vitórias na Liga dos Campões e na Taça Intercontinental, passando pelo Penta e pelo inevitável 28º título de campeão nacional, conquistado no sofá, a 5 de Maio de 2018. Um livro que pode ler-se como quem vê um jogo de futebol, mas com menos nervos, porque está garantido que aqui, em todas as páginas, o Porto vence.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Saliente-se que, por parte de quem a escreveu, não houve qualquer cuidado na organização. Antes pelo contrário: houve displicência, preguiça e até descaramento. Por isso, não há nenhum rigor que se lhe possa apontar, nem mesmo em tribunal, e não se vislumbra qualquer aproximação voluntária à realidade. No fundo, este livro deve ser encarado como uma obra de ficção, que parte da lógica dos dicionários ditos sérios e a subverte totalmente. Talvez faça sentido considerá-lo abrangente, transversal e desbocado. Mas muitos outros adjetivos poderiam ser-lhe associados. Todos levariam a concluir que O Infame Dicionário Cómico de Língua Portuguesa é, ao que se sabe, o melhor e mais completo livro do género no mundo. Pelo menos, de acordo com a forma peculiar como o autor encara e define termos como "dicionário", "língua" ou "mundo".
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Saliente-se que, por parte de quem a escreveu, não houve qualquer cuidado na organização. Antes pelo contrário: houve displicência, preguiça e até descaramento. Por isso, não há nenhum rigor que se lhe possa apontar, nem mesmo em tribunal, e não se vislumbra qualquer aproximação voluntária à realidade. No fundo, este livro deve ser encarado como uma obra de ficção, que parte da lógica dos dicionários ditos sérios e a subverte totalmente. Talvez faça sentido considerá-lo abrangente, transversal e desbocado. Mas muitos outros adjetivos poderiam ser-lhe associados. Todos levariam a concluir que O Infame Dicionário Cómico de Língua Portuguesa é, ao que se sabe, o melhor e mais completo livro do género no mundo. Pelo menos, de acordo com a forma peculiar como o autor encara e define termos como "dicionário", "língua" ou "mundo".
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"O Homem que Mordeu o Cão - Os Clássicos" é uma compilação das melhores histórias alguma vez publicadas em livro e de alguns textos inéditos.O primeiro livro do "Homem que Mordeu o Cão" já vendeu 160 mil exemplares.A rubrica está no ar desde 1997 e tem uma legião de fãs incondicional e muito atenta.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"O Homem que Mordeu o Cão - Os Clássicos" é uma compilação das melhores histórias alguma vez publicadas em livro e de alguns textos inéditos.O primeiro livro do "Homem que Mordeu o Cão" já vendeu 160 mil exemplares.A rubrica está no ar desde 1997 e tem uma legião de fãs incondicional e muito atenta.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Perceber a política nem sempre é fácil. E a linguagem dos políticos também não ajuda. Por exemplo: o que quer dizer "animal feroz" segundo a política portuguesa? E qual a verdadeira definição de "bolorei ", de "cherne", de "coiso", de "irrevogável"…? O que significam, ao certo, "Coreia do Norte", "Cristo", "D. Constança", "estilo Rambo", "incubadora", "má moeda", "ministro-bebé"…? Como devemos entender dizeres enigmáticos como "novo homem português", "oásis", "onda laranja", "Rato Mickey", "rodagem", "tanga", "táxi" e "truca-truca"…? E quem falou em "bombeiro da aflição alheia"? Ou mesmo em "Sissi de Sintra"? Neste ABC da nossa gíria política, encontra mais de 500 palavras e expressões, devidamente contextualizadas, que adquiriram novos significados e subtilezas ao longo de 40 anos de democracia em Portugal - desde Soares e Cunhal a Passos Coelho, Portas e Seguro.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Perceber a política nem sempre é fácil. E a linguagem dos políticos também não ajuda. Por exemplo: o que quer dizer "animal feroz" segundo a política portuguesa? E qual a verdadeira definição de "bolorei ", de "cherne", de "coiso", de "irrevogável"…? O que significam, ao certo, "Coreia do Norte", "Cristo", "D. Constança", "estilo Rambo", "incubadora", "má moeda", "ministro-bebé"…? Como devemos entender dizeres enigmáticos como "novo homem português", "oásis", "onda laranja", "Rato Mickey", "rodagem", "tanga", "táxi" e "truca-truca"…? E quem falou em "bombeiro da aflição alheia"? Ou mesmo em "Sissi de Sintra"? Neste ABC da nossa gíria política, encontra mais de 500 palavras e expressões, devidamente contextualizadas, que adquiriram novos significados e subtilezas ao longo de 40 anos de democracia em Portugal - desde Soares e Cunhal a Passos Coelho, Portas e Seguro.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 384
Sinopse:
É habitual um autor best-seller ganhar prémios de literatura? Pois... não é. Mas Ricardo Araújo Pereira é único. O único autor que faz rir Portugal inteiro e que transformou o humor inteligente num esmagador fenómeno de popularidade. O único humorista que é em simultâneo um grande escritor, e cujas qualidades literárias são inquestionáveis e reconhecidas por todos. Depois de receber em 2012 o Grande Prémio APE de Crónica, RAP está de volta com mais um volume das suas crónicas da Boca do Inferno. "Novíssimas Crónicas da Boca do Inferno" reúne os seus melhores textos entre 2010 e 2013.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
É habitual um autor best-seller ganhar prémios de literatura? Pois... não é. Mas Ricardo Araújo Pereira é único. O único autor que faz rir Portugal inteiro e que transformou o humor inteligente num esmagador fenómeno de popularidade. O único humorista que é em simultâneo um grande escritor, e cujas qualidades literárias são inquestionáveis e reconhecidas por todos. Depois de receber em 2012 o Grande Prémio APE de Crónica, RAP está de volta com mais um volume das suas crónicas da Boca do Inferno. "Novíssimas Crónicas da Boca do Inferno" reúne os seus melhores textos entre 2010 e 2013.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava 600 quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho 12 estantes e três hérnias."
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava 600 quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho 12 estantes e três hérnias."
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Insultos de salão, insultos do quotidiano que usamos todo o ano, insultos em forma de expressões, insultos que exigem o uso de dicionário e, claro, os insultos onde não falta palavrões e pouca-vergonha. Tem nas suas mãos um manancial de alternativas para insultar com elegância e conveniência. Não Me Chames de... é um livro que reúne mais de 500 exemplos da arte de maldizer, com soluções para todos os destinatários e situações. Sérgio Luís de Carvalho descreve-nos a origem e a história destes insultos, alguns dos quais conhecemos bem; outros nem imaginamos o que significam. Alguns, de tão elaborados, nem dão jeito proferir. Outros são comuns, reles mesmo. Perdem em elegância o que ganham em brejeirice. Calhandreira, fedúncia, galfarro, sacripanta, sejam bíblicos, literários ou apenas ordinários, este compêndio de insultos é uma ferramenta muito útil para as horas mais difíceis (ou um alívio para a alma, quem sabe). Quer seja para se dirigir ao ferrabrás do seu colega, ao peralvilho do seu chefe ou ao manipanso que não lhe sai da frente no trânsito.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Insultos de salão, insultos do quotidiano que usamos todo o ano, insultos em forma de expressões, insultos que exigem o uso de dicionário e, claro, os insultos onde não falta palavrões e pouca-vergonha. Tem nas suas mãos um manancial de alternativas para insultar com elegância e conveniência. Não Me Chames de... é um livro que reúne mais de 500 exemplos da arte de maldizer, com soluções para todos os destinatários e situações. Sérgio Luís de Carvalho descreve-nos a origem e a história destes insultos, alguns dos quais conhecemos bem; outros nem imaginamos o que significam. Alguns, de tão elaborados, nem dão jeito proferir. Outros são comuns, reles mesmo. Perdem em elegância o que ganham em brejeirice. Calhandreira, fedúncia, galfarro, sacripanta, sejam bíblicos, literários ou apenas ordinários, este compêndio de insultos é uma ferramenta muito útil para as horas mais difíceis (ou um alívio para a alma, quem sabe). Quer seja para se dirigir ao ferrabrás do seu colega, ao peralvilho do seu chefe ou ao manipanso que não lhe sai da frente no trânsito.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Ser feliz na Dinamarca e noutros países prósperos é fácil. Com uma boa lareira por perto e um ordenado confortável para se fazer umas viagens aos trópicos duas ou três vezes por ano, quem é que consegue ser infeliz? Já a felicidade em Portugal, onde o salário mínimo é mesmo mínimo, os transportes públicos estão sempre atrasados e é preciso dormir à porta da Segurança Social para se ser atendido, é um assunto intrigante que desperta o fascínio da comunidade científica mundial. É, de facto, um case study que merece ser escrutinado e compreendido em toda a sua profundidade - até porque, segundo sondagens recentes, cerca de 97% dos portugueses são felizes. Porquê? Porque levam a vida, passe a expressão singela, "na boa". Esta é uma das conclusões mais interessantes dos estudos aprofundados que, desde o início do novo milénio, têm sido levados a cabo pelo Instituto Português para os Altos Estudos da Felicidade (IPPAEF), os quais são divulgados pela primeira vez com a publicação desta obra. Numa linguagem rigorosa mas acessível, o presidente e fundador do IPPAEF, Diogo Faro, que tem percorrido o mundo a dissertar sobre este fenómeno em palestras de acesso restrito, explica agora ao grande público o extraordinário segredo da felicidade do povo português. ""Na boa", "um gajo safa-se", "claro que se desenrasca isso", os problemas resolvem-se e a vida leva-se de sorriso na cara", escreve o autor. "Com mais ou menos sobressaltos, descobrimos constantemente maneiras de saltar de nenúfar em nenúfar mesmo quando à nossa volta tudo é um lago de problemas." Porque de vez em quando é bom olharmo-nos ao espelho e gostarmos do que vemos, a leitura deste livro fará o leitor sentir-se ainda mais feliz. Por si. Pelo seu país. Por todos nós.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Ser feliz na Dinamarca e noutros países prósperos é fácil. Com uma boa lareira por perto e um ordenado confortável para se fazer umas viagens aos trópicos duas ou três vezes por ano, quem é que consegue ser infeliz? Já a felicidade em Portugal, onde o salário mínimo é mesmo mínimo, os transportes públicos estão sempre atrasados e é preciso dormir à porta da Segurança Social para se ser atendido, é um assunto intrigante que desperta o fascínio da comunidade científica mundial. É, de facto, um case study que merece ser escrutinado e compreendido em toda a sua profundidade - até porque, segundo sondagens recentes, cerca de 97% dos portugueses são felizes. Porquê? Porque levam a vida, passe a expressão singela, "na boa". Esta é uma das conclusões mais interessantes dos estudos aprofundados que, desde o início do novo milénio, têm sido levados a cabo pelo Instituto Português para os Altos Estudos da Felicidade (IPPAEF), os quais são divulgados pela primeira vez com a publicação desta obra. Numa linguagem rigorosa mas acessível, o presidente e fundador do IPPAEF, Diogo Faro, que tem percorrido o mundo a dissertar sobre este fenómeno em palestras de acesso restrito, explica agora ao grande público o extraordinário segredo da felicidade do povo português. ""Na boa", "um gajo safa-se", "claro que se desenrasca isso", os problemas resolvem-se e a vida leva-se de sorriso na cara", escreve o autor. "Com mais ou menos sobressaltos, descobrimos constantemente maneiras de saltar de nenúfar em nenúfar mesmo quando à nossa volta tudo é um lago de problemas." Porque de vez em quando é bom olharmo-nos ao espelho e gostarmos do que vemos, a leitura deste livro fará o leitor sentir-se ainda mais feliz. Por si. Pelo seu país. Por todos nós.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 272
Sinopse:
De líder de audiências a grande best-seller.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
De líder de audiências a grande best-seller.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Já ouviu as rubricas radiofónicas de Ricardo Araújo Pereiras nas manhãs da Rádio Comercial, no trânsito ou no comboio a caminho do trabalho; já as encontrou nas redes sociais e partilhou com mais alguns amigos; e agora já as pode ler e guardar em formato de livro. Depois de vender mais de 50 mil exemplares com as versões em livro das séries Ribeiro e Miranda, chegou a vez da Série Lobato, uma das mais queridas do público, que contém gatos fofinhos, jedis de Fafe e seres mitológicos metade peixe/metade mulher que são escamados impiedosamente. "Eu: Bom, esteve-se ali um bocadinho a contemplar nalgas bem contempladas, houve malta que tirou fotografias, e o Rocha todo contente, porque ele é que tinha descoberto as nalgas. Nisto, a senhora acaba de urinar, levanta-se e o Rocha percebe que é a mulher dele. E diz o Rocha: ‘Eh, mas o que é isto? Parece que nunca viram umas nalgas. Mas que é isto? Tudo de roda das nalgas da minha esposa?’ E diz o Zé Carlos: ‘Ó Rocha, a tua esposa é que veio urinar em património mundial. Uma pessoa vem ver património, leva com as nalgas da tua esposa. Eu sou muito sincero: eu vim mais pelo património.’ Pedro: E depois? O que é que se passou? Eu: Depois, o Zé Carlos perguntou: ‘Olha lá, ó Rocha, como é que tu não viste logo que eram as nalgas da tua esposa? Não conheces as nalgas da tua esposa?’ E o Rocha: ‘Eh pá, eu já não as via há muito tempo. Nos primeiros anos do casamento via-as todos os dias, mas depois o contacto vai-se perdendo, é como tudo. Há mais de 20 anos que não as via.’ E diz o Zé Carlos: ‘Por isso é que eu defendo há muito tempo que devia haver um Facebook de nalgas. Nalgas que a gente não vê há muito tempo, vai à procura delas no Facebook e sempre mantém algum contacto com nalgas antigas. E organiza-se um jantar, e tal. Nada disto acontecia se tu fosses amigo das nalgas da tua mulher no Facebook.’ Vanda: Então mas isto é que é uma história enriquecedora em termos humanos? Eu: Então, tem turismo, tem ideias para novas tecnologias, tem nalgas. O que é que se quer mais? As pessoas, às vezes, também gostam de chatear por chatear."
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Já ouviu as rubricas radiofónicas de Ricardo Araújo Pereiras nas manhãs da Rádio Comercial, no trânsito ou no comboio a caminho do trabalho; já as encontrou nas redes sociais e partilhou com mais alguns amigos; e agora já as pode ler e guardar em formato de livro. Depois de vender mais de 50 mil exemplares com as versões em livro das séries Ribeiro e Miranda, chegou a vez da Série Lobato, uma das mais queridas do público, que contém gatos fofinhos, jedis de Fafe e seres mitológicos metade peixe/metade mulher que são escamados impiedosamente. "Eu: Bom, esteve-se ali um bocadinho a contemplar nalgas bem contempladas, houve malta que tirou fotografias, e o Rocha todo contente, porque ele é que tinha descoberto as nalgas. Nisto, a senhora acaba de urinar, levanta-se e o Rocha percebe que é a mulher dele. E diz o Rocha: ‘Eh, mas o que é isto? Parece que nunca viram umas nalgas. Mas que é isto? Tudo de roda das nalgas da minha esposa?’ E diz o Zé Carlos: ‘Ó Rocha, a tua esposa é que veio urinar em património mundial. Uma pessoa vem ver património, leva com as nalgas da tua esposa. Eu sou muito sincero: eu vim mais pelo património.’ Pedro: E depois? O que é que se passou? Eu: Depois, o Zé Carlos perguntou: ‘Olha lá, ó Rocha, como é que tu não viste logo que eram as nalgas da tua esposa? Não conheces as nalgas da tua esposa?’ E o Rocha: ‘Eh pá, eu já não as via há muito tempo. Nos primeiros anos do casamento via-as todos os dias, mas depois o contacto vai-se perdendo, é como tudo. Há mais de 20 anos que não as via.’ E diz o Zé Carlos: ‘Por isso é que eu defendo há muito tempo que devia haver um Facebook de nalgas. Nalgas que a gente não vê há muito tempo, vai à procura delas no Facebook e sempre mantém algum contacto com nalgas antigas. E organiza-se um jantar, e tal. Nada disto acontecia se tu fosses amigo das nalgas da tua mulher no Facebook.’ Vanda: Então mas isto é que é uma história enriquecedora em termos humanos? Eu: Então, tem turismo, tem ideias para novas tecnologias, tem nalgas. O que é que se quer mais? As pessoas, às vezes, também gostam de chatear por chatear."
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 170
Sinopse:
DESDE A CADERNETA DE CROMOS QUE NÃO SE VIA UM NUNO MARKL ASSIM!"O meu nome é Nuno Markl. Aqui dentro falo de bifes, lagostas, leitões, circos, touradas, a minha barriga de camionista, as minhas pernas de Popeye, os meus pulsos de bailarina, cães, gatos, filmes para adultos, acordo ortográfico, Scrabble, dinheiro, empresas, cronistas cor-de-rosa, censos, lojas chinesas, música pop, televisão, assaltos, os 40 anos, saladas, telemóveis, praia, almoços de trabalho, filmes, séries, patuscadas, beijos, vandalismo, Espanha, TV Shop, spam, futebol, feiras medievais, sinais, e há-de haver mais qualquer coisa que agora me escapa. É questão de ler. Mas em casa. Não é aqui na loja sem pagar. Pronto."
Nº Páginas: 170
Sinopse:
DESDE A CADERNETA DE CROMOS QUE NÃO SE VIA UM NUNO MARKL ASSIM!"O meu nome é Nuno Markl. Aqui dentro falo de bifes, lagostas, leitões, circos, touradas, a minha barriga de camionista, as minhas pernas de Popeye, os meus pulsos de bailarina, cães, gatos, filmes para adultos, acordo ortográfico, Scrabble, dinheiro, empresas, cronistas cor-de-rosa, censos, lojas chinesas, música pop, televisão, assaltos, os 40 anos, saladas, telemóveis, praia, almoços de trabalho, filmes, séries, patuscadas, beijos, vandalismo, Espanha, TV Shop, spam, futebol, feiras medievais, sinais, e há-de haver mais qualquer coisa que agora me escapa. É questão de ler. Mas em casa. Não é aqui na loja sem pagar. Pronto."
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um livro que é um 2 em 1 Com textos humorísticos e com os famosos jogos do programa para promover o convívio! Coragem! Redenção! Relações tórridas com uma cascata como cenário! Nada disto pode ser encontrado neste livro, que basicamente reúne as manias apresentadas pela Susana Romana nas Manhãs da M80 - manias essas que talvez até reconheça e partilhe. Afinal, se calhar os macaquinhos dos nossos sótãos não são assim tão diferentes. Aqui tem temas que vão desde o terror dos parques infantis às partidas que se pregavam pelo telefone nos anos 80, passando por como se comportam as pessoas num grupo de WhatsApp, pela inutilidade de passar a ferro ou pelas melhores técnicas para enfardar num buffet. Mas se achar que ler um livro é uma experiência demasiado solitária, nada tema: tal como aqueles iogurtes que afinal também são uma gelatina, este volume é um 2 em 1. Encontra aqui uma segunda parte com jogos para fazer com família, amigos, inimigos ou desconhecidos numa paragem de autocarro. E sim, pode fazer batotice para ganhar sempre, especialmente se for a pessoa que gastou efectivamente dinheiro a comprar o livro.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um livro que é um 2 em 1 Com textos humorísticos e com os famosos jogos do programa para promover o convívio! Coragem! Redenção! Relações tórridas com uma cascata como cenário! Nada disto pode ser encontrado neste livro, que basicamente reúne as manias apresentadas pela Susana Romana nas Manhãs da M80 - manias essas que talvez até reconheça e partilhe. Afinal, se calhar os macaquinhos dos nossos sótãos não são assim tão diferentes. Aqui tem temas que vão desde o terror dos parques infantis às partidas que se pregavam pelo telefone nos anos 80, passando por como se comportam as pessoas num grupo de WhatsApp, pela inutilidade de passar a ferro ou pelas melhores técnicas para enfardar num buffet. Mas se achar que ler um livro é uma experiência demasiado solitária, nada tema: tal como aqueles iogurtes que afinal também são uma gelatina, este volume é um 2 em 1. Encontra aqui uma segunda parte com jogos para fazer com família, amigos, inimigos ou desconhecidos numa paragem de autocarro. E sim, pode fazer batotice para ganhar sempre, especialmente se for a pessoa que gastou efectivamente dinheiro a comprar o livro.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Idiotas Úteis e Inúteis reúne mais de cem crónicas humorísticas que RAP escreveu originalmente para o jornal brasileiro de maior tiragem, a Folha de S. Paulo. Da vida política brasileira à cirurgia cosmética facial de Rambo, da etiqueta respiratória sob pandemia ao teorema dos macacos infinitos, da higiene pessoal de James Bond ao cabeleireiro de Medusa, da infância Fortnite ao politicamente correcto, este volume percorre os temas caros ao comediante e o seu modo muito particular de observar o mundo. "Toda a gente tolera os idiotas úteis — que são, aliás, o melhor tipo de idiota. Os idiotas inúteis, pelo contrário, geram muito menos simpatia, uma vez que juntam a inutilidade à idiotice. Mas os idiotas úteis obtêm um certo tipo de redenção porque, sendo idiotas (uma circunstância infeliz da qual, em princípio, nem têm culpa), têm um préstimo. Se quiséssemos estabelecer uma hierarquia entre espertos úteis, espertos inúteis, idiotas úteis e idiotas inúteis, os idiotas úteis ocupariam um honroso segundo lugar, atrás dos espertos úteis mas à frente dos espertos inúteis, que, sendo embora espertos, não nos ajudam em nada."
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Idiotas Úteis e Inúteis reúne mais de cem crónicas humorísticas que RAP escreveu originalmente para o jornal brasileiro de maior tiragem, a Folha de S. Paulo. Da vida política brasileira à cirurgia cosmética facial de Rambo, da etiqueta respiratória sob pandemia ao teorema dos macacos infinitos, da higiene pessoal de James Bond ao cabeleireiro de Medusa, da infância Fortnite ao politicamente correcto, este volume percorre os temas caros ao comediante e o seu modo muito particular de observar o mundo. "Toda a gente tolera os idiotas úteis — que são, aliás, o melhor tipo de idiota. Os idiotas inúteis, pelo contrário, geram muito menos simpatia, uma vez que juntam a inutilidade à idiotice. Mas os idiotas úteis obtêm um certo tipo de redenção porque, sendo idiotas (uma circunstância infeliz da qual, em princípio, nem têm culpa), têm um préstimo. Se quiséssemos estabelecer uma hierarquia entre espertos úteis, espertos inúteis, idiotas úteis e idiotas inúteis, os idiotas úteis ocupariam um honroso segundo lugar, atrás dos espertos úteis mas à frente dos espertos inúteis, que, sendo embora espertos, não nos ajudam em nada."
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 140
Sinopse:
O autor de "História de Portugal à La Carte" confessa-se: Noites sem dormir. Insónias e desassossego. Tudo me aconteceu. Tempos de pandemia. Tendo dedicado os últimos anos da minha vida a assuntos tão sérios, como os livros, nem por isso deixei de ser quem sou. Gosto de rir. Foi então que me lembrei de viver e recordar histórias que me descontraíam. Histórias que me faziam rir. Histórias que me faziam viver. Quando numa reportagem de televisão um indivíduo respondeu que o primeiro rei de Portugal foi Ramalho Eanes Não. Não se pense que ri. Mas pensei: Ora aqui está um belo argumento para uma bela história. Pode rir-se com a História? Claro que sim. que mal tem pôr D. Afonso III a dialogar com o motorista de José Sócrates? Ou Jorge Jesus a acompanhar Vasco da Gama na viagem à Índia? Ou o Dr. Bayard a consultar D. João V? Brincadeiras à parte. Eles até se conheciam. Pessoas tão distantes no tempo e na forma. História de Portugal à La Carte.
Nº Páginas: 140
Sinopse:
O autor de "História de Portugal à La Carte" confessa-se: Noites sem dormir. Insónias e desassossego. Tudo me aconteceu. Tempos de pandemia. Tendo dedicado os últimos anos da minha vida a assuntos tão sérios, como os livros, nem por isso deixei de ser quem sou. Gosto de rir. Foi então que me lembrei de viver e recordar histórias que me descontraíam. Histórias que me faziam rir. Histórias que me faziam viver. Quando numa reportagem de televisão um indivíduo respondeu que o primeiro rei de Portugal foi Ramalho Eanes Não. Não se pense que ri. Mas pensei: Ora aqui está um belo argumento para uma bela história. Pode rir-se com a História? Claro que sim. que mal tem pôr D. Afonso III a dialogar com o motorista de José Sócrates? Ou Jorge Jesus a acompanhar Vasco da Gama na viagem à Índia? Ou o Dr. Bayard a consultar D. João V? Brincadeiras à parte. Eles até se conheciam. Pessoas tão distantes no tempo e na forma. História de Portugal à La Carte.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 124
Sinopse:
Gajas, porrada, copos, carros, pêlos no peito, futebol, gadgets, bares de strip, rabos, regabofe, vaginas. Este livro é de homem! Neste manual de instruções para que o leitor se faça homem, Luís Coelho trata as inquietações mais prementes e profundas do homem moderno com humor e inteligência. Um livro com a garantia de lhe fazer crescer pelos onde só o Tony Ramos os tem.
Nº Páginas: 124
Sinopse:
Gajas, porrada, copos, carros, pêlos no peito, futebol, gadgets, bares de strip, rabos, regabofe, vaginas. Este livro é de homem! Neste manual de instruções para que o leitor se faça homem, Luís Coelho trata as inquietações mais prementes e profundas do homem moderno com humor e inteligência. Um livro com a garantia de lhe fazer crescer pelos onde só o Tony Ramos os tem.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da crítica ao império dos telemóveis e das redes sociais ao elogio do silêncio, passando pela acérrima defesa da liberdade de expressão e pela metafísica do pecado, estes textos tanto falam de Cristiano Ronaldo como de Kierkegaard ou do Candy Crush. Pelo caminho, desmonta-se o mito da auto-ajuda, discutem-se eternos problemas de linguagem que só a RAP apoquentam, questionam-se intolerâncias alimentares e o complexo de Édipo, e levantam-se questões prementes para os casais da sociedade actual, como a escolha entre ter filhos ou ser feliz para sempre.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da crítica ao império dos telemóveis e das redes sociais ao elogio do silêncio, passando pela acérrima defesa da liberdade de expressão e pela metafísica do pecado, estes textos tanto falam de Cristiano Ronaldo como de Kierkegaard ou do Candy Crush. Pelo caminho, desmonta-se o mito da auto-ajuda, discutem-se eternos problemas de linguagem que só a RAP apoquentam, questionam-se intolerâncias alimentares e o complexo de Édipo, e levantam-se questões prementes para os casais da sociedade actual, como a escolha entre ter filhos ou ser feliz para sempre.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Quantas mães judias são necessárias para trocar uma lâmpada? Uma, mas ela não trocará. Prefere ficar no escuro, chorando." Mais do que uma antologia de piadas e anedotas, Do Éden ao Divã é um retrato único das especificidades do humor judaico, com todos os seus contornos de melancolia, neurose e auto-ironia. Um livro que, partindo de tudo o que ao longo da História tem sido matéria-prima para o riso do povo hebreu, alcança, com erudição e graça, o seu éthos. De passagens bíblicas e do Talmude a Woody Allen ou Philip Roth, de piadas sobre Hitler ao humor científico de Einstein, passando por ilustrações de Moisés a brincar com a sopa e por muita psicanálise, esta colectânea palmilha vários continentes, acolhe muitas influências, abrange diversos autores, e não deixa escapar nada.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Quantas mães judias são necessárias para trocar uma lâmpada? Uma, mas ela não trocará. Prefere ficar no escuro, chorando." Mais do que uma antologia de piadas e anedotas, Do Éden ao Divã é um retrato único das especificidades do humor judaico, com todos os seus contornos de melancolia, neurose e auto-ironia. Um livro que, partindo de tudo o que ao longo da História tem sido matéria-prima para o riso do povo hebreu, alcança, com erudição e graça, o seu éthos. De passagens bíblicas e do Talmude a Woody Allen ou Philip Roth, de piadas sobre Hitler ao humor científico de Einstein, passando por ilustrações de Moisés a brincar com a sopa e por muita psicanálise, esta colectânea palmilha vários continentes, acolhe muitas influências, abrange diversos autores, e não deixa escapar nada.
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Edição: Jul 2011
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro nasce de um grito de revolta: porque é que as mulheres hão-de ter o exclusivo das queixinhas sobre a vida doméstica? O que não falta por aí é literatura sobre a sacrificada mulher moderna e a forma heróica como ela conjuga o trabalho e a família. Nada contra. É tudo verdade. Mas e os homens? Alguém acha que o mundo está fácil para nós? Hoje em dia, qualquer homem digno desse nome tem de ganhar a vida, amar a esposa, tratar dos filhos, cuidar da casa, fazer o jantar, baixar a tampa da sanita, e, já agora, telefonar à sogra no seu dia de anos, com voz fofinha. E no entanto, quem fala de nós? Quem derrama uma única lágrima pelo nosso esforço? O sofrimento masculino anda há décadas a ser silenciado. Mas isso acabou. Não mais. Sou um jornalista de 37 anos com três filhos e uma certeza: o homem moderno precisa de mimo, como nunca precisou desde que o primeiro australopiteco pisou o planeta. Precisa de ajuda, de atenção, de carinho. E por isso precisa de um livro como este: orgulhosamente queixinhas, que ninguém é de ferro.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro nasce de um grito de revolta: porque é que as mulheres hão-de ter o exclusivo das queixinhas sobre a vida doméstica? O que não falta por aí é literatura sobre a sacrificada mulher moderna e a forma heróica como ela conjuga o trabalho e a família. Nada contra. É tudo verdade. Mas e os homens? Alguém acha que o mundo está fácil para nós? Hoje em dia, qualquer homem digno desse nome tem de ganhar a vida, amar a esposa, tratar dos filhos, cuidar da casa, fazer o jantar, baixar a tampa da sanita, e, já agora, telefonar à sogra no seu dia de anos, com voz fofinha. E no entanto, quem fala de nós? Quem derrama uma única lágrima pelo nosso esforço? O sofrimento masculino anda há décadas a ser silenciado. Mas isso acabou. Não mais. Sou um jornalista de 37 anos com três filhos e uma certeza: o homem moderno precisa de mimo, como nunca precisou desde que o primeiro australopiteco pisou o planeta. Precisa de ajuda, de atenção, de carinho. E por isso precisa de um livro como este: orgulhosamente queixinhas, que ninguém é de ferro.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A irreverência de José Sesinando, ausente das livrarias há duas décadas, regressa agora, na Colecção de Literatura de Humor de Ricardo Araújo Pereira. Edição e prefácio de Abel Barros Baptista e Luísa Costa Gomes. Trocadilhos, aforismos, paródia, troça, variações literárias, inteligência e, acima de tudo, um exercício radical de liberdade criativa - José Sesinando foi um caso único do humor em língua portuguesa, marcou a sua própria geração e as que lhe sucederam, e tornou-se quase um mito, alimentado pela sua prolongada ausência das livrarias. Obra Perfeitamente Incompleta reúne num único volume os livros Obra Ântuma, Heteropsicografia e Olha, Daisy, oferecendo de novo aos leitores uma verve humorística muito singular, que esteve indisponível por demasiado tempo. Opinião da crítica, ou seja , de José Sesinando: "Cadência fortemente sugestiva, encadeamento complexo das imagens, autêntico sortilégio verbal, riqueza expressiva reveladora de uma vincada personalidade — nada disso, infelizmente, se encontra na obra de José Sesinando." "Esta obra de José Sesinando ficará assinalando, como um marco geodésico, um momento da literatura portuguesa. Um momento péssimo."
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A irreverência de José Sesinando, ausente das livrarias há duas décadas, regressa agora, na Colecção de Literatura de Humor de Ricardo Araújo Pereira. Edição e prefácio de Abel Barros Baptista e Luísa Costa Gomes. Trocadilhos, aforismos, paródia, troça, variações literárias, inteligência e, acima de tudo, um exercício radical de liberdade criativa - José Sesinando foi um caso único do humor em língua portuguesa, marcou a sua própria geração e as que lhe sucederam, e tornou-se quase um mito, alimentado pela sua prolongada ausência das livrarias. Obra Perfeitamente Incompleta reúne num único volume os livros Obra Ântuma, Heteropsicografia e Olha, Daisy, oferecendo de novo aos leitores uma verve humorística muito singular, que esteve indisponível por demasiado tempo. Opinião da crítica, ou seja , de José Sesinando: "Cadência fortemente sugestiva, encadeamento complexo das imagens, autêntico sortilégio verbal, riqueza expressiva reveladora de uma vincada personalidade — nada disso, infelizmente, se encontra na obra de José Sesinando." "Esta obra de José Sesinando ficará assinalando, como um marco geodésico, um momento da literatura portuguesa. Um momento péssimo."
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Ahhhh, 2020. Ora aqui está a prova de como a vida consegue ter um sentido de humor... humm, como dizer... Horrível? Depravado? a abarrotar de alucinogénios? Talvez sociopata seja a palavra mais adequada. Bem, o que interessa é continuar a rir no meio de tanta desgraça - mesmo que a piada não tenha graça nenhuma. Para dar uma ajudinha aos mais desprovidos de humor, os autores bestsellers de O Caderno das Piadas Secas trazem-lhe um caderno sagrado repleto de piadas secas, blasfémias e obscenidades. Aqui, encontra as mais profanas ironias sobre doenças, miséria alheia, desgraças e outros temas igualmente sensíveis. Uma espécie de humor aos pecados, ilustrado de forma tosca e fraquinha, para ler enquanto o diabo esfrega um olho. Pois é, é muita desgraça junta... EXCERTOS "Porque é que a cigarra morreu? - Tentou acasalar com um cigarro." "Comprei um novo DVD chamado "Como Lidar com a Desilusão". A caixa estava vazia." Pedro Pinto, Gonçalo Castro e João Ramalhinho, O Sagrado Caderno das Piadas
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Ahhhh, 2020. Ora aqui está a prova de como a vida consegue ter um sentido de humor... humm, como dizer... Horrível? Depravado? a abarrotar de alucinogénios? Talvez sociopata seja a palavra mais adequada. Bem, o que interessa é continuar a rir no meio de tanta desgraça - mesmo que a piada não tenha graça nenhuma. Para dar uma ajudinha aos mais desprovidos de humor, os autores bestsellers de O Caderno das Piadas Secas trazem-lhe um caderno sagrado repleto de piadas secas, blasfémias e obscenidades. Aqui, encontra as mais profanas ironias sobre doenças, miséria alheia, desgraças e outros temas igualmente sensíveis. Uma espécie de humor aos pecados, ilustrado de forma tosca e fraquinha, para ler enquanto o diabo esfrega um olho. Pois é, é muita desgraça junta... EXCERTOS "Porque é que a cigarra morreu? - Tentou acasalar com um cigarro." "Comprei um novo DVD chamado "Como Lidar com a Desilusão". A caixa estava vazia." Pedro Pinto, Gonçalo Castro e João Ramalhinho, O Sagrado Caderno das Piadas
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Piropos com humor e amor para corações apaixonados. Quem não ouviu já, na rua, estas portuguesíssimas bocas: "ó fêvera, junta¬-te aqui à brasa" ou "ó jóia, anda aqui ao ourives"? O que se pretende com uma "boca" destas? O que se pretende com o piropo? Fazer um elogio a quem passa? Seduzir? Ou é só um a forma de ver de longe, como a raposa as uvas, o que não se pode tocar? O piropo é universal, mas nós achamos que o nacional - como sempre - é que é bom. Até porque é nosso e é falado e imaginado em português. Há quem discuta o bom ou mau gosto de alguns trocadilhos, mas a verdade é que o piropo faz parte da nossa cultura e, conforme o tipo e o contexto em que é dito, tanto tem o condão de provocar boas gargalhadas como, nunca se sabe, o de ajudar a aquecer os lençóis. Tire as medidas à sua conquista e calcule a raiz quadrada do amor. Neste livro, tem a solução, com piropos para todas as ocasiões: românticos e melosos; da literatura e do cinema; para as mulheres dizerem aos homens; para os aficionados das novas tecnologias; para ajudar a quebrar o gelo e iniciar uma conversa; respostas à altura para maus piropos; em verso; para quem reage mal à rejeição; brejeiros e muito brejeiros. E até - veja lá - um "faça você mesmo"! Siga as nossas dicas para se tornar no campeão ou na campeã do piropo! Uma coisa lhe garantimos: com este livro tem uma leitura divertida na mão.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Piropos com humor e amor para corações apaixonados. Quem não ouviu já, na rua, estas portuguesíssimas bocas: "ó fêvera, junta¬-te aqui à brasa" ou "ó jóia, anda aqui ao ourives"? O que se pretende com uma "boca" destas? O que se pretende com o piropo? Fazer um elogio a quem passa? Seduzir? Ou é só um a forma de ver de longe, como a raposa as uvas, o que não se pode tocar? O piropo é universal, mas nós achamos que o nacional - como sempre - é que é bom. Até porque é nosso e é falado e imaginado em português. Há quem discuta o bom ou mau gosto de alguns trocadilhos, mas a verdade é que o piropo faz parte da nossa cultura e, conforme o tipo e o contexto em que é dito, tanto tem o condão de provocar boas gargalhadas como, nunca se sabe, o de ajudar a aquecer os lençóis. Tire as medidas à sua conquista e calcule a raiz quadrada do amor. Neste livro, tem a solução, com piropos para todas as ocasiões: românticos e melosos; da literatura e do cinema; para as mulheres dizerem aos homens; para os aficionados das novas tecnologias; para ajudar a quebrar o gelo e iniciar uma conversa; respostas à altura para maus piropos; em verso; para quem reage mal à rejeição; brejeiros e muito brejeiros. E até - veja lá - um "faça você mesmo"! Siga as nossas dicas para se tornar no campeão ou na campeã do piropo! Uma coisa lhe garantimos: com este livro tem uma leitura divertida na mão.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"O Pior Cenário Possível" ajudará os leitores a ultrapassar as crises do dia a dia, como: sem papel higiénico na casa de banho pública, estômago ruidoso, soluços, disfarçar a nome da/do ex com nova tatuagem, esconder piercing dos pais, cocó de cão no sapato, lidar com o engraçadinho do escritório, silêncio embaraçoso no elevador, vídeo sexual na internet, férias conjuntas com os sogros, amigo rouba namorada, nada para dizer ao jantar na vida de casado, o seu cônjuge ressona, disfarçar barriga de cerveja, bebé faz cocó quando o tem ao colo, escapar a uma multa, não adormecer ao volante e apanhado a olhar para uma desconhecida atraente.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"O Pior Cenário Possível" ajudará os leitores a ultrapassar as crises do dia a dia, como: sem papel higiénico na casa de banho pública, estômago ruidoso, soluços, disfarçar a nome da/do ex com nova tatuagem, esconder piercing dos pais, cocó de cão no sapato, lidar com o engraçadinho do escritório, silêncio embaraçoso no elevador, vídeo sexual na internet, férias conjuntas com os sogros, amigo rouba namorada, nada para dizer ao jantar na vida de casado, o seu cônjuge ressona, disfarçar barriga de cerveja, bebé faz cocó quando o tem ao colo, escapar a uma multa, não adormecer ao volante e apanhado a olhar para uma desconhecida atraente.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Avisam-se os amantes de linguagem extremamente ofensiva que este livro inclui frases de elevado requinte literário. O palavrão é o destemido herói que visita, sem inibições morais, as mais proibidas e sagradas fendas, colinas, picos, matas, dunas e enseadas do corpo humano. O palavrão tira-nos do sério ao pôr em causa a paternidade e a maternidade. O palavrão espatifa todos os tabus. Com sensibilidade, elegância e bom-senso, este é o livro que junta os mais impressionantes palavrões da língua portuguesa. Tratados com humor, estão aqui os grandes insultos, aqueles que, de vez em quando, usamos para ferir de morte alguém. E estão aqui as lengalengas brejeiras, como a que começa em "Abreu" e termina em "lá vou eu", e estão as expressões chulas, mas já idiomáticas, que conquistaram um lugar na nossa língua, e estão também os insultos americanos, chineses, catalães ou mesmo finlandeses. Uma viagem arrojada à montanha-russa dos insultos. Um livro que não se deseja aos piores inimigos. Este é o livro para partilhar com os melhores amigos.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Avisam-se os amantes de linguagem extremamente ofensiva que este livro inclui frases de elevado requinte literário. O palavrão é o destemido herói que visita, sem inibições morais, as mais proibidas e sagradas fendas, colinas, picos, matas, dunas e enseadas do corpo humano. O palavrão tira-nos do sério ao pôr em causa a paternidade e a maternidade. O palavrão espatifa todos os tabus. Com sensibilidade, elegância e bom-senso, este é o livro que junta os mais impressionantes palavrões da língua portuguesa. Tratados com humor, estão aqui os grandes insultos, aqueles que, de vez em quando, usamos para ferir de morte alguém. E estão aqui as lengalengas brejeiras, como a que começa em "Abreu" e termina em "lá vou eu", e estão as expressões chulas, mas já idiomáticas, que conquistaram um lugar na nossa língua, e estão também os insultos americanos, chineses, catalães ou mesmo finlandeses. Uma viagem arrojada à montanha-russa dos insultos. Um livro que não se deseja aos piores inimigos. Este é o livro para partilhar com os melhores amigos.
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