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Nº Páginas: 320
Sinopse:
Hitler era vegetariano? Por que razão o Moisés de Miguel Ângelo tem cornos? Catarina a Grande morreu a fornicar com um cavalo? As Pirâmides foram construídas por aliens? Por que razão os muçulmanos não comem porco? Mandou Nero incendiar Roma? Este livro coloca 222 perguntas, históricas como esta e sobre todos os temas — guerra, ciência, sexo, comida, política, economia e, é claro, "Homeo-historia", entre outras — e, como se isso não bastasse, dá respostas à maioria delas.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"O Homem que Mordeu o Cão" é uma rubrica radiofónica de enorme sucesso, criada por Nuno Markl no ano de 1997 e que revolucionou a forma de fazer rádio em Portugal. Regressou em 2013 à antena no programa da manhã na Rádio Comercial, a rádio líder no seu segmento. Todo o material deste livro é inédito. O livro é todo ilustrado pelo próprio autor. Autor aplaudido e querido do público, com mais de 500 mil fãs no Facebook, presente em vários órgãos de comunicação social.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Como se haviam encontrado? Por acaso, como toda a gente. Como se chamavam? Que vos interessa isso? Donde vinham? Do lugar mais próximo. Para onde iam? Sabe alguém para onde vai? Que diziam? O amo não dizia nada e Jacques dizia que o seu capitão dizia que tudo o que nos acontece de bem e de mal cá em baixo está escrito lá em cima. " O Amo — Aí está uma grande frase! Jacques — O meu capitão acrescentava que cada bala que partia de uma espingarda tinha o seu destino. O Amo — E tinha razão..." Após uma curta pausa, Jacques exclamou: "Diabos levem o taberneiro mais a sua taberna!" O Amo — Porquê mandar o próximo para o diabo? Isso não é cristão. Jacques — É que, quando me embebedava com a zurrapa dele, esquecia-me de levar os cavalos a beber. O meu pai dava por isso e zangava-se. Eu abanava a cabeça mas ele pega num pau e dá-me uma esfrega nos ombros bastante dura. Ia a passar um regimento a caminho do acampamento em frente de Fontenoy, e eu, por despeito, alisto-me. Chegamos; trava-se a batalha... O Amo — E recebes a bala que te ia destinada. Jacques — Adivinhastes; um tiro no joelho. E sabe Deus as boas e más aventuras provocadas por este tiro. Estão tão exac- tamente agarradas umas às outras como os elos da corrente do cavalo. Por exemplo, se não fora aquele tiro, acho que nunca na minha vida ficaria apaixonado, nem coxo. O Amo — Estiveste então apaixonado? Jacques — Se estive!... O Amo — E isso por causa de um tiro? Jacques — Por causa de um tiro. O Amo — Nunca me disseste uma palavra sobre isso. Jacques — Acho que não. O Amo — E então porquê? Jacques — Porque não podia ter sido dito nem mais cedo nem mais tarde. O Amo — E chegou agora o momento de saber desses amores? Jacques — Quem sabe? O Amo — Seja como for, começa lá..." Jacques começou a história dos seus amores. Era depois do jantar. Estava um tempo pesado, e o amo adormeceu. A noite surpreendeu-os em pleno campo; ei-los perdidos. E temos o amo numa fúria terrível, caindo sobre o criado com grandes chicotadas, e o pobre diabo dizendo a cada uma: "Pelos vistos, também esta estava escrita lá em cima."
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"A humorista mais querida dos portugueses", disse ninguém nunca sobre ela, Joana Marques partilha agora o seu bloco de notas com toda a gente. "Apontar é Feio" trata-se de um caderno com apontamentos que obedece à estratégia que Joana Marques sempre usou para tomar notas na escola: enquanto lá à frente o professor dava a matéria, ela ia escrevendo sobre assuntos irrelevantes. Em dias bons, porque nos outros fazia só um jogo do galo contra ela própria (e às vezes perdia). Nestas páginas, reflecte sobre temas tão importantes como compostagem humana, queijo comido às escondidas dos filhos, juízes sem juízo nenhum, sintomatologia do mau perder, neologismos das Spice Girls, festas da espuma, veados em Odivelas, o Ranger do Texas, um divórcio provocado por bananas, pijaminhas de sobremesas, viagens a Bali, lançamento de búzios, alinhamento de chakras ou a importância dos cheeseburgers no sucesso de Cristiano Ronaldo.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 150
Sinopse: O Roscas e o Estacionâncio estão de parabéns! Para celebrar, apresentam num único livro os conselhos, as anedotas, as histórias e os patrocínios que os acompanharam ao longo de vinte e cinco anos. Tão icónicas como as personagens que as protagonizam, estas piadas fazem rir os graúdos que as conhecem desde sempre e os miúdos que, agora, começam a ter idade para gargalharem com elas. Este livro permite ao leitor recordar, sempre que lhe apetecer, anedotas apresentadas em espetáculos nas mais variadas alturas da carreira da dupla. Cada capítulo garante risos e evoca memórias que ajudam a reconstruir este percurso tão duradouro quanto engraçado. Quim Roscas & Zeca Estacionâncio - 25 Anos não é apenas um testemunho escrito de uma das carreiras humorísticas mais longas e reconhecidas em Portugal. É também uma forma de manter sempre presentes os seus momentos mais memoráveis, agora à distância de um virar de página.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Questão: em que área se destacou Lenine? Resposta: Lenine é um importante músico brasileiro. Questão: Refira a importância da Batalha de Waterloo para a História da Europa. Resposta: Waterloo foi muito importante para a Europa, com este tema os ABBA venceram o Festival Eurovisão da Canção. Conhecem estas estórias da História? Calculo que não! Mas elas existem, pelo menos assim creem alguns dos alunos, que os mencionam em fichas de trabalho, testes de avaliação, nas aulas e até mesmo em exames. Ainda que não se acredite, é real e, quando se lê, a reação é uma gargalhada se bem que, em alguns casos, à autora, enquanto professora, lhe apeteça chorar… Neste livro encontra mais de 100 erros da História de Portugal e da História Universal. Mas não nos ficamos pelo erro. Para que este não se repita, contamos a história tal como ela é.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Ora bem, isto o que se passou foi o seguinte…. A FANFA DESAPARECEU DO CURRAL DE MOINAS! Não se encontra em parte alguma, a desgraçada da cadela. Destroçados, o Zé e o Quim põem-se a caminho por esse Portugal fora, em busca da sua cadela perdida. Montados na sua potente mota, percorrem quilómetros e quilómetros e vivem aventuras em Bragança, Vila Real, Porto, Santarém, Viseu, entre outras cidades…. sempre atrás das pistas da sua Fanfa. Se virem a Fanfa ao longo deste livro, avisem o Quim e o Zé, se faz favor! Os autores Henrique Dias e Frederico Pombares, responsáveis pelo sucesso do filme 7 Pecados Rurais, trazem-nos uma história divertida de duas personagens que já fazem parte do imaginário de todos os portugueses. O Zé e o Quim, de Curral de Moinas, vivem mais uma aventura insólita que o vai fazer rir da primeira à última página.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A Presença publicou desta série os títulos "90 Livros Clássicos para Pessoas com Pressa" e "99 Clássicos do Cinema para Pessoas com Pressa".
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse: Personagens menores de momentos maiores A História pertence aos heróis, certo, mas é preciso conhecer os seus autores secundários para termos um retrato completo dos acontecimentos e dos próprios protagonistas. Figurões como Da Vinci, Henrique VIII ou a rainha Vitória continuam a fascinar estudiosos de todo o mundo. No entanto, o furão que posou para o génio renascentista (por acaso, um grande procrastinador), o desgraçado que supervisionava as idas à casa de banho do rei inglês (sim, havia gente com essa função) ou o cavalo que tanto entusiasmou a poderosa Vitória (o equídeo é aqui mais importante do que a soberana) não mereceram praticamente nenhuma atenção ao longo dos tempos Uma injustiça. Já basta de fazer incidir os holofotes sobre os mesmos. Agora, graças à descoberta de cartas antigas, transcrições de tribunal e até de mensagens encontradas em garrafas, é possível reparar essa tremenda falha, e é exatamente isso que este livro faz. Os Grandes Ninguéns da História dá finalmente o merecido destaque a personagens do passado tão desprezadas como importantes (sejam elas bípedes ou não), apresentando relatos inéditos que vão desde a Grécia Antiga (e os seus problemas de higiene urbana) a uma certa guerra australiana contra aves de grande porte (que triunfaram sobre os homens), passando por uma entrevista exclusiva com a famigerada Yersinia (aka Peste Negra). Tudo o que se conta nestas páginas aconteceu mesmo. E mais: algumas destas histórias podem até ser verdadeiras
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 72
Sinopse: Gatos, os mestres da dissimulação, do atrevimento e do caos organizado, andam há séculos a dar-nos lições de sobrevivência. Eles é que nunca foram muito explícitos. Até agora. Com humor, observações aguçadas e cheio de garra, este livro ilustra, com onze estratégias felinas fundamentais, as melhores formas para resistir ao controlo e recuperar o poder. Desde aprenderes a manteres-te ágil e imprevisível ou a exigir o que precisas, com a confiança de um gato esfomeado, cada capítulo contém lições que são tão subversivas como práticas. Quer estejas a enfrentar um sistema que vive de controlo ou a tentar entender o mundo caótico em que vivemos, estas lições dão-te as ferramentas ¿ e a atitude certa ¿ para enfrentares tudo com bigodes em riste. Os gatos não pedem permissão. Tu também não o devias fazer.
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 288
Sinopse: Ricardo Araújo Pereira, um dos ateus mais públicos de Portugal, aprofunda como nunca antes as suas questões com Deus, com a morte e com o humor enquanto resposta. Apesar de ter estudado em escolas religiosas, Ricardo Araújo Pereira é ateu e fala regularmente sobre isso em público. É com frequência o ateu convocado para conferências e debates sobre questões existenciais entre crentes e não¿crentes. Sempre que escreve sobre o seu tema de eleição ¿ o humor ¿, debruça¿ se inevitavelmente sobre as religiões, a Bíblia e a história da Igreja Católica. É um ateu fascinado pela questão de Deus: tem uma coleção de Bíblias e inúmeros livros sobre religião na biblioteca. Admite que humor e religião têm algo em comum: talvez sejam respostas paralelas às grandes inquietações da Humanidade. Neste livro de conversas com o jornalista João Francisco Gomes, Ricardo Araújo Pereira lembra a sua educação católica e entra no debate filosófico em torno dos argumentos para a existência de Deus, falando sobre os pontos de contacto entre a comédia e a teologia, a relação desconfiada entre a religião e o riso e a inevitabilidade da morte. «Gostaria de afirmar o respeito pela posição ateia de Ricardo Araújo Pereira. Nela pode existir certamente um elevado padrão moral, uma busca sincera da verdade ou até formas de espiritualidade. Revejo-me em particular nisso que afirma sobre não ser indiferente morrer com a consciência de ter procurado o bem em vez do mal.» José Tolentino Mendonça, Prefácio
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 104
Sinopse: coisa que não edifica nem destrói é uma experiência social em que ricardo araújo pereira divaga sozinho durante bastante tempo sobre assuntos que o entusiasmam muito mas talvez não interessem a mais ninguém. às vezes, aborrece as pessoas. o objectivo comecou por ser obter o maior número possível de ouvintes, como «quando aquele ovo era a fotografia com mais likes do instagram, e agora é obter também o maior número possível de leitores. partindo de temas específicos ¿ como o medo, a precisão de uma piada, excrementos, moscas, irritacões e, sempre, o humor ¿, rap ilustra os seus argumentos recorrendo a textos, desde a antiguidade clássica até aos nossos dias, que usam a linguagem como motor da eficácia nos mecanismos humorísticos. o podcast homónimo está disponível nas plataformas do expresso e da sic. «vai falar-se desavergonhadamente de humor. é melhor dizer esavergonhadamente, porque isto de um humorista falar do seu ofício é um passatempo que às vezes é não só escarnecido, como até desaconselhado. a primeira frase da história do riso e do escárnio, de georges minois, é: `o riso é assunto demasiadamente sério para ser deixado aos cómicos.¿ ora, eu estou-me borrifando para as advertenciazinhas do georges e falo do que eu quiser. mas de facto não falta quem ache esquisito que um humorista se entretenha a falar de humor, e eu tenho impressão que isso se deve a algumas expectativas que nós costumamos ter não só em relacão ao humor, mas também, por extensão, aos humoristas. Por exemplo, isto não acontece em outras área de actividade, muito pelo contrário. O que causaria estranheza seria que um músico, um pintor ou um realizador não tivessem uma ideia sobre o que o seu trabalho deveria ser. E um escritor que não saiba nada de literatura é, aliás, muito justamente, reputado de idiota. Quando se trata de humor, parece que se considera que falar do assunto estraga uma espécie de magia, ou destrói aquela espontaneidade que está normalmente associada ao discurso humorístico. Mas convém não perder de vista que essa espontaneidade é quase sempre apenas aparente e que é tanto mais persuasiva e eficaz quanto melhor for fingida. No fundo, o que eu quero dizer é que isto do humor tem tanto de místico como qualquer outra forma de escrita ou de trabalho, ou seja, nada.» ¿RICARDO ARAÚJO PEREIRA
Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 120
Sinopse: para quem já tem o primeiro livro, para quem ainda não tem volume nenhum, para quem ouviu este podcast sobre humor e também para quem não ouviu. ou seja, um livro para toda a gente. «comeco por avisar que vou ensaiar uma teoria. já sei que, quando alguém ensaia uma teoria, há sempre um desmancha-prazeres que tenta contestá-la, apontar-lhe fragilidades, inconsistências, excepcões. não me interessa. a teoria é esta: na epopeia, nós saímos de casa e vamos matar gente de outras famílias; na tragédia, ficamos em casa a matar gente da nossa família; na comédia, não saímos do quarto e ficamos sobretudo a pensar na nossa própria morte.» ricardo araújo pereira
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 176
Sinopse: marco horácio era um quarentão que não acreditava no amor quando o destino lhe pôs sara à frente(ou melhor, impôs, caso contrário, teria continuado na «toca» a pensar mais no lar para a terceira idade do que em casamento e chuchas). ele bem tentou resistir, afinal de contas(e estas não são difíceis de fazer), sara era 20 anos mais nova, mas não conseguiu. e assim, sem perceber bem como, o solteirão com um filho adolescente voltou a apaixonar-se(mesmo a sério), rendeu-se a cães(coisa nunca imaginada até então), pediu a namorada em casamento(ela disse «sim»)e voltou a ser pai. mostrando o lado menos cor-de-rosa da paternidade, as inseguranças masculinas e o lugar do romance numa vida com bebés, cães e noites mal dormidas, o humorista e apresentador dá voz a muitos pais que vão perceber que rir é o melhor remédio, sobretudo naqueles dias em que o choro e as birras são a música ambiente.
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 224
Sinopse: dicionário sério de calão, javardices e alarvidades é um livro sem ética nem estética. um livro que reúne as palavras mais cruas, mais fora das marcas, mais completamente grosseiras, mais completamente inconvenientes e mais completamente indecentes que alguma vez leu. nele encontrará uma linguagem seca, brutal e desapiedada contra o gourmet, o bom gosto e o canónico. palavras vergo¬nhosas, sujas e pegajosas, que cheiram a suor, a pele mal lavada e a provocacão. expressões que nunca sonharam ter forma de livro, que carregam aquela forca que estabelece uma relacão mais activa e directa com a realidade, e que dão um sentido excessivo da conversa fiada de malandros, malfeitores, gatu¬nos, viciados, vadios, prostitutas, chulos, fadistas, vigaristas, abusadores, etc. quando vier o fascismo ou o comunismo regimes que têm medo da feroz liberdade , esta obra será proibida e queimada em fogueiras no meio da rua.
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 96
Sinopse: os melhores trocadilhos de ana galvão nas três da manhã neste livro não há uma história, mas sim a compilação de trocadilhos que juntei num manuscrito(manuscristo, pois foi na rádio renascença)durante várias edições da rubrica extremamente desagradável. a minha colega inês lopes gonçalves diz que não têm piada nenhuma, mas espero sinceramente que o leitor não partilhe da opinião dela e que se divirta tanto a ler este livro como eu me diverti com estas minhas brincadeiras. já agora, e por falar em livros, pergunto-lhe: sabe o que diz um alfarrabista farto? logicamente, diz: alfarrabasta!
Edição: Set 2022
Nº Páginas: 200
Sinopse: e se os reis de portugal, os presidentes da primeira república e figuras mediáticas da actualidade interagissem entre si? a partir de 5 de outubro de 1910, resolvem encontrar-se, de dois em dois anos, no restaurante tia matilde, em lisboa, para comemorar a independência de portugal face a leão e castela(tratado de zamora, 5 de outubro de 1143). Ao mesmo tempo que comentam o período político e social que se viveu de 1910 a 1933, no exterior, Inês de Sousa Real vende mirtilos; Florêncio de Almeida, obras de arte; André Ventura, farturas; e Otelo Saraiva de Carvalho, tirinhos. Enquanto Toy chora copiosamente a traição da sua amada com D. Sebastião, D. Sancho I assume que a Pippi das Meias Altas é sua filha. D. Fernando I aparece ao lado de Eduardo Cabrita, o motorista de José Sócrates envolve-se com a condessa de Bolonha e o cardeal D. Henrique suspira por Lili Caneças.
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 112
Sinopse: Novo livro de Ricardo Araújo Pereira Quando todos pensávamos já ter deixado a pandemia para trás, eis um livro que não nos deixa esquecer a chatice que foi. Uma pessoa pensa que pode confiar numa rocha esférica com 12 742 quilómetros de diâmetro e que pesa seis mil triliões de toneladas, e afinal descobre que vive num jogo de Jenga. Parece que o planeta não é mais do que isso, agora. E cada peça que se tira faz ruir tudo. Alguém resolve guisar um morcego na China: a civilização tal como a conhecemos acaba. Um marinheiro encalha um navio no Canal do Suez: o comércio mundial fica interrompido. A ideia de que o mundo era demasiado grande, maciço e áspero sempre me aterrorizou. Agora que se percebe que o mundo é muito delicado e frágil, julgo que fiquei com mais medo ainda. Não há maneira de o mundo me agradar o que levo sinceramente a mal Este livro, que conta Uma história da pandemia, inclui uma selecção de textos publicados na revista Visão e na Folha de S. Paulo entre Março de 2020 e Outubro de 2021.
Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 96
Sinopse: Fechados em casa para cumprir com as medidas de segurança determinadas pelo governo para proteção do Covid-19, os portugueses deram largas à sua famosa imaginação e foram pondo a circular pela Internet, carregadas de ironia e muito humor, as mais variadas piadas à base de frases e fotografias legendadas. Do exagero do papel higiénico às múltiplas peripécias relacionadas com os processos de vacinação, nada escapou. Trata-se, portanto, de um olhar gozado sobre um passado recente, que todos recordamos. Rir é mesmo o melhor remédio.
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 176
Sinopse: Depois de muito tempo esgotada a edição integrada na nossa Colecção de Livros Licenciosos, está de volta, em nova edição, este almanaque típico do século XIX, com calendário, adágios, adivinhas, canções, pequenos contos e textos pseudocientíficos, mas cuja temática é inteiramente distinta
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 224
Sinopse: Podem ser ameaças cósmicas, aliens, vírus, supervulcões ou simplesmente a estupidez humana. Mas uma coisa é certa: o mundo vai acabar. Seria triste se não fosse tão giro! Será que a Humanidade vai continuar a evoluir e a descobrir os segredos do Universo, ou desaparece já no próximo século? Perigos para acabar connosco não faltam! As alterações climáticas já chegaram, a IA pode escravizar-nos em três tempos, um supervulcão pode tornar o mundo inabitável em menos de nada, a terceira guerra mundial pode estar ao virar da esquina. Isto para não falar de superpandemias, de vírus alienígenas, de homenzinhos verdes com más intenções ou de coisas tão simples como a estupidificação massiva da população através da desinformação. Este foi o desafio que lançámos a especialistas e divulgadores de ciência em Portugal. Joana Lobo Antunes, Fátima Viveiros, Pedro Ferreira, Miguel Gonçalves, Adriano Cerqueira, David Marçal, entre outros, descrevem diferentes cenários apocalípticos, de forma científica, mas também divertida, acompanhados de ilustrações de Hugo van der Ding. Um verdadeiro Fim do Mundo em Cuecas, porque, quando o fim do mundo chegar, apesar dos avisos, vai apanhar-nos a todos desprevenidos¿
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse: porque há vida depois do divórcio. mas é uma merda. em portugal, 70% dos casamentos acabam em divórcio. portanto, se está a comecar uma relacão, ou a pensar casar, compre este livro, para não lhe acontecer o mesmo que aos autores. ana garcia martins e david cristina separaram-se recentemente. não um do outro, porque estavam casados com outras pessoas, mas terminaram os respetivos casamentos e, num exercício catártico(mas também por dinheiro, claro), criaram um podcast para falarem sobre todas as causas e consequências das separacões e dos divórcios.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Quanto de fascista há em si? Estará o fascismo entre nós ou dentro de nós?O Manual do Bom Fascista é um compêndio sobre a ascensão do fascismo dividido em 100 lições (ou mesmo mais) acessíveis a aprendizes de todos os níveis. Alguns dirão que este livro é uma chamada de atenção para o crescente poder do neofascismo, convidando a uma reflexão urgente sobre o modo como todos contribuímos para a propaganda desta ideologia. No entanto, talvez o livro seja mesmo apenas aquilo que parece: um manual de instruções para ajudar o leitor a descobrir o bom fascista que há em si, e como o alimentar melhor, quais as vitaminas a tomar, os exercícios a fazer, a fim de o aperfeiçoar. A bem da nação, obviamente. Com amor e carinho, Rui Zink apresenta-nos um ensaio sobre a ideologia que voltou para assombrar os nossos dias e, se não nos pusermos a pau, os dos nossos bisnetos. Cientificamente concebido como guião, o Manual do Bom Fascista inclui casos que podem ser reais e um fascistómetro para o ajudar a ser um fascista bem-sucedido.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
A mãe girafa até nem é má, mas quando o bebé nasce, dá-lhe logo um empurrão. O filhote tem de começar a andar, quer queira, quer não. Sentes-te culpada por não teres limpado a casa na perfeição? Caso não saibas, certos escaravelhos criam os seus rebentos num rato em decomposição. A mãe coala dá o seu cocó aos filhos para comerem. Sim, o seu próprio cocó. A mãe panda é capaz de abandonar um dos filhos gémeos porque cuidar de duas crias é… demasiado para ela. E, de vez em quando, a pequena mãe hámster come - sim, isso mesmo - os seus filhotes recém-nascidos. Estes e outros factos do reino animal vão ajudar-te a pôr em perspetiva os desafios da maternidade. Um livro para todas as mães que precisam mesmo de parar de se preocupar e perceber que estão a fazer um ótimo trabalho!
Nº Páginas: 128
Sinopse:
UMA PIADA SECA POR DIAnem sabe o bem que lhe fazia! Quem não gosta de ouvir ou contar uma piada divertida e bem seca? O Miguel adora e, por isso, decidiu fazer uma seleção das piadas secas de que mais gosta (algumas conhecidas, outras nem tanto!). Um livro para partilhar com a família e pôr miúdos e graúdos a rir. Renove o seu stock de piadas para contar aos amigos. Já agora, conhece aquela do iogurte? É natural
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Guilherme Fonseca não tem um pingo de vergonha. Ora repare: nem sempre se lava dos joelhos para baixo por preguiça, trata os gatos por filhos, tem pavor a quem dobra sacos em triângulos e nojo de banhos de imersão. Mas não comece já a apontar-lhe o dedo, que o leitor também é um sem-vergonha: é bem provável que circule na faixa do meio, seja viciado em true crime ou publique 34 stories seguidas quando a sua amiga faz anos. Porquê? Não bastava uma? Há filósofos, pensadores e comentadores preparados para responder às grandes questões da Humanidade. Guilherme Fonseca prefere as pequenas e insignificantes: como é que o Putin faz cocó? Porque é que os dentistas insistem em falar connosco quando estamos de boca aberta? Quando é que paramos com os trigger warnings? Porque é que não sabemos fazer bichas?
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Negar um vírus que virou o mundo do avesso parece coisa pouca quando, pela Internet (e por aí fora), proliferam as mais variadas conspirações contra factos históricos, a existência de figuras lendárias e até de cidades portuguesas. Olá, Leiria! Partindo da mui antiga caça aos gambuzinos - quem nunca! - e de mais um conjunto de mentirinhas inofensivas que os nossos pais nos contaram, Guilherme Fonseca embarca numa viagem pela chalupice e dá palco a um extenso leque de teorias rocambolescas que vieram à tona com a pandemia. Socorrendo-se da evidência científica, de uma dose generosa de bom senso e de um enorme sentido de humor, o autor analisa e desmonta, uma a uma, as teses mais absurdas dos últimos anos, para que não haja dúvidas de que contra factos - sobretudo os científicos - não há argumentos. A não ser que a Internet diga o contrário.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A blogger Rita da Nova e o humorista Guilherme Fonseca têm um podcast chamado Terapia de Casal no qual, contrariamente a tudo o que seria expectável, passam o tempo a discutir. Entre bocas, piadas e uma eterna rivalidade, oferecem aos seus seguidores sessões de terapia pouco recomendáveis sobre manias irritantes, características de personalidade questionáveis, hábitos incómodos e tanto, tanto mais. Indiferentes ao facto de não estarem a ajudar ninguém, a Rita e o Guilherme decidiram continuar a disseminar a discórdia entre casais com humor… agora em livro. O resultado está à vista: pela primeira vez em Portugal, chega às livrarias uma obra com 30 temas polémicos e 30 direitos de resposta que tem como único objetivo causar o caos nas relações. no final, ainda podem escolher quem é #TeamRita ou #TeamGuilherme, só para espicaçar mais um bocadinho. Lamentamos se gostavam que os vossos relacionamentos durassem mais tempo, mas com estes dois vai ser difícil chegar ao fim do livro sem pensar em divórcio. Já sem dar uma gargalhada é impossível…
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A promessa é de Joana Marques, humorista, locutora de rádio, guionista, e desiludida com livros de auto-ajuda. Por isso resolveu escrever um livro de anti-ajuda. Sim, leu bem, tem entre mãos o primeiro (e provavelmente o último) livro de anti-ajuda do mundo. Ao longo destas páginas vai encontrar conselhos muito úteis para pensar positivo em todas as situações (sim, até na Loja do Cidadão quando faltam 167 senhas), ideias peregrinas para cultivar a sabedoria, a auto-estima, o amor-próprio (e tudo o mais que queira cultivar, quem sabe uma horta caseira…). E vai ainda descobrir o seu eu interior, sem precisar de gastar dinheiro numa viagem à Índia. Comece por procurar por entre as almofadas do sofá. É onde tudo se encontra, do comando de televisão ao verdadeiro eu! Este livro vai dizer-lhe a verdade. E a verdade é como as vacinas: na maioria das vezes dói. Por isso prepare-se para o pior, e não invente agora uma desculpa de última hora, como a malta new age anti-vacinas, que leu num fórum do Yahoo que elas provocam autismo.
Sinopse:
"Passo a vida a pensar na marca que quero deixar neste mundo, mas o Vamos Todos Morrer tornou essa demanda menos ansiogénica: todos os dias aprendo que, por mais que me esforce, serei apenas recordada pela badalhoca que fui. Pronto." - Ana Markl
