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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em parte "noir", em parte farsa psicadélica, protagonizado por Doc Sportello, detective privado, que de vez em quando se ergue de uma névoa de marijuana para assistir ao fim de uma era. Há já algum tempo que Doc Sportello não vê a ex-namorada. Mas um dia ela aparece com uma história acerca de um plano para raptar o milionário por quem por acaso se apaixonou. Esta ponta solta dos anos sessenta em Los Angeles é o mote para o livro, mas Doc sabe que o "amor" não passa de mais uma palavra que anda na moda, como "trip" ou "curte". Mais um livro inesquecível de um dos escritores mais influentes da actualidade.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em parte "noir", em parte farsa psicadélica, protagonizado por Doc Sportello, detective privado, que de vez em quando se ergue de uma névoa de marijuana para assistir ao fim de uma era. Há já algum tempo que Doc Sportello não vê a ex-namorada. Mas um dia ela aparece com uma história acerca de um plano para raptar o milionário por quem por acaso se apaixonou. Esta ponta solta dos anos sessenta em Los Angeles é o mote para o livro, mas Doc sabe que o "amor" não passa de mais uma palavra que anda na moda, como "trip" ou "curte". Mais um livro inesquecível de um dos escritores mais influentes da actualidade.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
No início do século XIV, o rei D. Dinis e a rainha Santa Isabel deslocaram-se a Aragão para mediar um conflito que opunha este reino ao de Castela. Eram mais de mil os homens e mulheres que acompanhavam os soberanos portugueses por terras de Castela e Aragão, a maior comitiva que alguma vez se vira na Ibéria. Em 1425 seria a vez de o infante D. Pedro, filho de D. João I e de D. Filipa de Lencastre, partir para uma viagem pela Europa que duraria 3 anos. Durante a sua estada em Inglaterra o príncipe português mediou um conflito entre o conde de Gloucester e o bispo de Beaufort, que poderia ter resultado numa guerra sangrenta. Em 1854 D. pedro V realizou um périplo pela Europa com o objectivo "de melhor me habilitar a dirigir depois os destinos do povo que eu devo reger", como escreveu no seu diário. Na bagagem trouxe ideias de desenvolvimento, nomeadamente o seu forte incentivo à proliferação da linha férrea em Portugal. D. Carlos, em 1901, viajou para Inglaterra para estar presente no funeral da rainha Vitória e, em 1907, o herdeiro do trono D. Luís Filipe viajou para África, naquela que foi a primeira viagem oficial de um membro da família real a este continente. Num momento em que Portugal estava no centro da polémica por ainda praticar a escravatura nas suas colónias, apesar de aquela ter sido abolida em 1869, o príncipe partia com o intuito de apaziguar a contestação. Em 1909 o último rei de Portugal realizou a sua primeira viagem ao estrangeiro, com o propósito subliminar de encontrar uma noiva. Estas são apenas algumas das viagens da família real portuguesa retratadas neste livro inovador e único. Como viajavam os reis de Portugal, com que objectivo, por que meios, quem os acompanhava, qual a importância destas jornadas para a política, diplomacia, cultura e desenvolvimento do país? Se algumas viagens eram viagens de lazer, outras revestiam-se de um cariz diplomático e marcadamente político. O historiador Miguel Ribeiro Pedras, numa escrita fluída e recorrendo a mapas e ilustrações, leva-nos a viajar com os monarcas portugueses ao longo de seis séculos de História.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
No início do século XIV, o rei D. Dinis e a rainha Santa Isabel deslocaram-se a Aragão para mediar um conflito que opunha este reino ao de Castela. Eram mais de mil os homens e mulheres que acompanhavam os soberanos portugueses por terras de Castela e Aragão, a maior comitiva que alguma vez se vira na Ibéria. Em 1425 seria a vez de o infante D. Pedro, filho de D. João I e de D. Filipa de Lencastre, partir para uma viagem pela Europa que duraria 3 anos. Durante a sua estada em Inglaterra o príncipe português mediou um conflito entre o conde de Gloucester e o bispo de Beaufort, que poderia ter resultado numa guerra sangrenta. Em 1854 D. pedro V realizou um périplo pela Europa com o objectivo "de melhor me habilitar a dirigir depois os destinos do povo que eu devo reger", como escreveu no seu diário. Na bagagem trouxe ideias de desenvolvimento, nomeadamente o seu forte incentivo à proliferação da linha férrea em Portugal. D. Carlos, em 1901, viajou para Inglaterra para estar presente no funeral da rainha Vitória e, em 1907, o herdeiro do trono D. Luís Filipe viajou para África, naquela que foi a primeira viagem oficial de um membro da família real a este continente. Num momento em que Portugal estava no centro da polémica por ainda praticar a escravatura nas suas colónias, apesar de aquela ter sido abolida em 1869, o príncipe partia com o intuito de apaziguar a contestação. Em 1909 o último rei de Portugal realizou a sua primeira viagem ao estrangeiro, com o propósito subliminar de encontrar uma noiva. Estas são apenas algumas das viagens da família real portuguesa retratadas neste livro inovador e único. Como viajavam os reis de Portugal, com que objectivo, por que meios, quem os acompanhava, qual a importância destas jornadas para a política, diplomacia, cultura e desenvolvimento do país? Se algumas viagens eram viagens de lazer, outras revestiam-se de um cariz diplomático e marcadamente político. O historiador Miguel Ribeiro Pedras, numa escrita fluída e recorrendo a mapas e ilustrações, leva-nos a viajar com os monarcas portugueses ao longo de seis séculos de História.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Mihály, um homem de negócios de Budapeste, vai passar a lua-de-mel em Itália com a mulher, Erzsi. Os problemas começam na primeira paragem, Veneza, mas é em Ravena que um antigo amigo de Mihály perturba o casal com histórias do passado. Ao perder o comboio para Roma, Mihály foge da mulher e vagueia pelo país, numa viagem de autodescoberta. Dividido entre o desejo e o dever, o que quer e o que os outros esperam de si, a boémia da adolescência e as responsabilidades de adulto, Mihály reencontra os seus fantasmas e questiona o sentido da vida. Amor e morte cruzam-se neste romance trágico cómico de 1937, uma obra-prima do húngaro Antal Szerb, traduzida em diversos países, e que chega finalmente a Portugal.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Mihály, um homem de negócios de Budapeste, vai passar a lua-de-mel em Itália com a mulher, Erzsi. Os problemas começam na primeira paragem, Veneza, mas é em Ravena que um antigo amigo de Mihály perturba o casal com histórias do passado. Ao perder o comboio para Roma, Mihály foge da mulher e vagueia pelo país, numa viagem de autodescoberta. Dividido entre o desejo e o dever, o que quer e o que os outros esperam de si, a boémia da adolescência e as responsabilidades de adulto, Mihály reencontra os seus fantasmas e questiona o sentido da vida. Amor e morte cruzam-se neste romance trágico cómico de 1937, uma obra-prima do húngaro Antal Szerb, traduzida em diversos países, e que chega finalmente a Portugal.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Foi ver jogos de futebol. Mas fala de tudo o resto. Rui Miguel Tovar é um dos jornalistas portugueses que mais jogos internacionais de futebol viu fora do país. Neste livro, fala de jogos no Qatar, na Argentina, Paraguai, Itália (aliás, na Sicília, na mítica aldeia de Corleone), Espanha, China, Tailândia, Maldivas, Vietname, Chile, etc., etc. Muitas vezes não são jogos de primeira ordem, mas de escalões secundários e até de campeonatos amadores - o que o faz recordar o seu pai, que o levava todos os domingos a ver jogos pela província. A particularidade destas viagens de RMT é que ele não escreve sobre futebol — mas de tudo à volta dos jogos, exceto de bola: as cidades, a comida, as pessoas, a história de uma região, o modo como se chega a certa aldeia chinesa ou a uma partida de futebol de praia na Tailândia, como se comportam os fãs de um clube argentino, o ator de Holywood que é fã do San Lorenzo (o clube do Papa), as mulheres que assistem - às escondidas - a um jogo no Qatar, etc. Mostra os ambientes e os cenários, dá a ver um filme inacabado: o de como seria o mundo se ao domingo viajássemos para ver um jogo de futebol amador.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Foi ver jogos de futebol. Mas fala de tudo o resto. Rui Miguel Tovar é um dos jornalistas portugueses que mais jogos internacionais de futebol viu fora do país. Neste livro, fala de jogos no Qatar, na Argentina, Paraguai, Itália (aliás, na Sicília, na mítica aldeia de Corleone), Espanha, China, Tailândia, Maldivas, Vietname, Chile, etc., etc. Muitas vezes não são jogos de primeira ordem, mas de escalões secundários e até de campeonatos amadores - o que o faz recordar o seu pai, que o levava todos os domingos a ver jogos pela província. A particularidade destas viagens de RMT é que ele não escreve sobre futebol — mas de tudo à volta dos jogos, exceto de bola: as cidades, a comida, as pessoas, a história de uma região, o modo como se chega a certa aldeia chinesa ou a uma partida de futebol de praia na Tailândia, como se comportam os fãs de um clube argentino, o ator de Holywood que é fã do San Lorenzo (o clube do Papa), as mulheres que assistem - às escondidas - a um jogo no Qatar, etc. Mostra os ambientes e os cenários, dá a ver um filme inacabado: o de como seria o mundo se ao domingo viajássemos para ver um jogo de futebol amador.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 280
Sinopse:
De como o autor deste erudito livro se resolveu a viajar na sua terra, depois de ter viajado no seu quarto; e como resolveu imortalizar-se escrevendo estas suas viagens. Numa combinação perfeita entre o género digressivo, num inusitado registo coloquial, e o estilo novelesco, Garrett explora o drama sentimental desta novela que todos conhecemos ou devíamos conhecer: a história de Joaninha, a "menina dos rouxinóis", e de Carlos, o romântico liberal que se opõe a um Portugal velho, inerte, corrupto e absolutista na figura de Frei Dinis. A "Odisseia" de Almeida Garrett, a sua viagem de Lisboa a Santarém, a convite de Passos Manuel, acaba por ser o pretexto para um conjunto de divagações e reflexões filosóficas, ideológicas, políticas e sentimentais, em tom crítico e pedagógico, a respeito de questões nacionais, da marcha do progresso ou estado da civilização. Sabendo como captar a atenção do leitor, Garrett incorre pela literatura e filosofia clássica e europeia de então e critica o materialismo reinante na sociedade.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
De como o autor deste erudito livro se resolveu a viajar na sua terra, depois de ter viajado no seu quarto; e como resolveu imortalizar-se escrevendo estas suas viagens. Numa combinação perfeita entre o género digressivo, num inusitado registo coloquial, e o estilo novelesco, Garrett explora o drama sentimental desta novela que todos conhecemos ou devíamos conhecer: a história de Joaninha, a "menina dos rouxinóis", e de Carlos, o romântico liberal que se opõe a um Portugal velho, inerte, corrupto e absolutista na figura de Frei Dinis. A "Odisseia" de Almeida Garrett, a sua viagem de Lisboa a Santarém, a convite de Passos Manuel, acaba por ser o pretexto para um conjunto de divagações e reflexões filosóficas, ideológicas, políticas e sentimentais, em tom crítico e pedagógico, a respeito de questões nacionais, da marcha do progresso ou estado da civilização. Sabendo como captar a atenção do leitor, Garrett incorre pela literatura e filosofia clássica e europeia de então e critica o materialismo reinante na sociedade.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Esta é a odisseia que Almeida Garrett fez pelas terras do seu país. Aí visitou as ruas e os cafés, as igrejas e os túmulos, ouvindo pelo caminho uma história de amor em tempos de guerra, vivida por Carlos, que luta pelos liberais, e sua prima, Joaninha, a menina dos rouxinóis. Neste impressionante relato sem igual na história da literatura portuguesa, o autor não deixa dúvida sobre os seus intentos: "protesto que de quanto vir e ouvir, de quanto eu pensar e sentir se há-de fazer crónica". Quanto tempo permeia então uma ida de Lisboa a Santarém? Quanto tempo baste para se percorrer uma e outra vez as "Viagens na Minha Terra". Publicado em volume em 1846, com este texto Almeida Garrett desenhou não só uma deambulação entre as duas cidades portuguesas, mas pelo Portugal dos homens e das ideias do século XIX. Esta obra é recomendada nas Aprendizagens Essenciais de Português para o Ensino Secundário (11.º ano).
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Esta é a odisseia que Almeida Garrett fez pelas terras do seu país. Aí visitou as ruas e os cafés, as igrejas e os túmulos, ouvindo pelo caminho uma história de amor em tempos de guerra, vivida por Carlos, que luta pelos liberais, e sua prima, Joaninha, a menina dos rouxinóis. Neste impressionante relato sem igual na história da literatura portuguesa, o autor não deixa dúvida sobre os seus intentos: "protesto que de quanto vir e ouvir, de quanto eu pensar e sentir se há-de fazer crónica". Quanto tempo permeia então uma ida de Lisboa a Santarém? Quanto tempo baste para se percorrer uma e outra vez as "Viagens na Minha Terra". Publicado em volume em 1846, com este texto Almeida Garrett desenhou não só uma deambulação entre as duas cidades portuguesas, mas pelo Portugal dos homens e das ideias do século XIX. Esta obra é recomendada nas Aprendizagens Essenciais de Português para o Ensino Secundário (11.º ano).
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Sou um viajante que nunca fez viagens para escrever sobre elas, o que sempre me pareceu estúpido. Seria como se alguém quisesse apaixonar-se para escrever um livro sobre o amor." Um livro de viagens que não é um guia, mas antes histórias de locais nas mais diversas partes do mundo, de encontros, de afinidades com romancistas, ensaístas e poetas que de alguma maneira o autor relaciona com as suas viagens. Da Lisboa de Fernando Pessoa à Grécia de Sophia de Mello Breyner, do Brasil de Carlos Drummond de Andrade ou da selva amazónica e dos seus mitos à Índia de Bombaim ou da Velha Goa, um livro surpreendente do grande autor italiano.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Sou um viajante que nunca fez viagens para escrever sobre elas, o que sempre me pareceu estúpido. Seria como se alguém quisesse apaixonar-se para escrever um livro sobre o amor." Um livro de viagens que não é um guia, mas antes histórias de locais nas mais diversas partes do mundo, de encontros, de afinidades com romancistas, ensaístas e poetas que de alguma maneira o autor relaciona com as suas viagens. Da Lisboa de Fernando Pessoa à Grécia de Sophia de Mello Breyner, do Brasil de Carlos Drummond de Andrade ou da selva amazónica e dos seus mitos à Índia de Bombaim ou da Velha Goa, um livro surpreendente do grande autor italiano.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Entre a imensa e majestosa solidão do Saara e a tranquilidade doméstica da sua ilha tropical no Ceilão - propriedade extravagante e selvagem que manteve durante alguns anos na costa de Weligama -, Paul Bowles percorreu incessantemente os caminhos do globo terrestre. Uma curiosidade inesgotável por todas as paisagens humanas e a atração por dois tipos antitéticos de paisagem geográfica, o deserto e a floresta tropical, alimentaram um fluxo constante de viagens, em que Bowles alternou a deslocação com a permanência em todos esses lugares que quis conhecer e onde escolheu viver por períodos maiores ou menores. Paul Bowles é um dos grande viajantes eruditos do século XX e o seu legado - musical e literário - sedimenta, em toda a sua originalidade, sofisticação e versatilidade, o património cultural universal."Viagens", livro inédito e o primeiro de uma série que a Quetzal dedica a Paul Bowles, reúne relatos das suas aventurosas deambulações pela Europa, África, América Central e Ásia.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Entre a imensa e majestosa solidão do Saara e a tranquilidade doméstica da sua ilha tropical no Ceilão - propriedade extravagante e selvagem que manteve durante alguns anos na costa de Weligama -, Paul Bowles percorreu incessantemente os caminhos do globo terrestre. Uma curiosidade inesgotável por todas as paisagens humanas e a atração por dois tipos antitéticos de paisagem geográfica, o deserto e a floresta tropical, alimentaram um fluxo constante de viagens, em que Bowles alternou a deslocação com a permanência em todos esses lugares que quis conhecer e onde escolheu viver por períodos maiores ou menores. Paul Bowles é um dos grande viajantes eruditos do século XX e o seu legado - musical e literário - sedimenta, em toda a sua originalidade, sofisticação e versatilidade, o património cultural universal."Viagens", livro inédito e o primeiro de uma série que a Quetzal dedica a Paul Bowles, reúne relatos das suas aventurosas deambulações pela Europa, África, América Central e Ásia.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Na esperança do futuro, nas paisagens belas, nos sítios mais horrendos, de manhã, à tarde e à noite, em montanhas de gelo ou de areia, com fome, sede, sono e dores, Ana Bárbara e Mehdi decidiram ser amigos, e nem quando já não se aguentavam deixaram de o ser. Para isso, muito contribuiu o silêncio na hora certa, fosse o da música, o da literatura, o do bom senso. Os destinos a que foram estão em qualquer mapa. Mas a alegria, o humor e o deslumbramento desta amizade sem barreiras só estão neste livro, que é, em simultâneo, a história de vários lugares e a de uma relação de irmãos. "Passei demasiada vida sem sair do mesmo sítio. Neste cenário, que se cumpria dentro das paredes do meu quarto, numa infância em que só a cabeça viajava, afundei-me nos livros para afundar o dia-a-dia. Foi uma maravilha." "A escrita abre tantos mundos que é fácil perguntar "Para quê uma estrada, quando há livros?". Mas de vez em quando uma mulher também quer estrada. E eu, que tanto aproveito as viagens para escrever, nunca aproveito para escrever sobre as viagens." "Foi lá que conheci o Mehdi, mas já lá vamos. […] Cada um vasculhava o mistério que havia no outro, com uma sensação impactante de chegada: éramos de mundos diferentes e éramos exactamente iguais."
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Na esperança do futuro, nas paisagens belas, nos sítios mais horrendos, de manhã, à tarde e à noite, em montanhas de gelo ou de areia, com fome, sede, sono e dores, Ana Bárbara e Mehdi decidiram ser amigos, e nem quando já não se aguentavam deixaram de o ser. Para isso, muito contribuiu o silêncio na hora certa, fosse o da música, o da literatura, o do bom senso. Os destinos a que foram estão em qualquer mapa. Mas a alegria, o humor e o deslumbramento desta amizade sem barreiras só estão neste livro, que é, em simultâneo, a história de vários lugares e a de uma relação de irmãos. "Passei demasiada vida sem sair do mesmo sítio. Neste cenário, que se cumpria dentro das paredes do meu quarto, numa infância em que só a cabeça viajava, afundei-me nos livros para afundar o dia-a-dia. Foi uma maravilha." "A escrita abre tantos mundos que é fácil perguntar "Para quê uma estrada, quando há livros?". Mas de vez em quando uma mulher também quer estrada. E eu, que tanto aproveito as viagens para escrever, nunca aproveito para escrever sobre as viagens." "Foi lá que conheci o Mehdi, mas já lá vamos. […] Cada um vasculhava o mistério que havia no outro, com uma sensação impactante de chegada: éramos de mundos diferentes e éramos exactamente iguais."
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 9.º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula. Escritor americano com uma extensa obra literária focada sobre a América, John Steinbeck quis, aos 58 anos, redescobrir o seu país. A bordo de uma camioneta a que chamou Rocinante, tendo apenas como companhia o cão-d’água Charley, partiu numa viagem de mais de três meses do Maine à Califórnia, por estradas de terra batida e vias rápidas, com paragens em grandes cidades e em esplendorosas paisagens naturais, atravessando quarenta estados norte-americanos. Com um olhar de algum humor e muito ceticismo, tomou o pulso a um território de contrastes e desafios prementes e produziu uma reflexão crítica que é também uma reunião de memórias, um autorretrato de um homem que até então pouco assumira na sua obra como autobiográfico. Viagens com o Charley foi lançado em meados de 1962, meses antes da atribuição a Steinbeck do Prémio Nobel da Literatura, e alcançou um êxito estrondoso. Permanece hoje como uma das suas obras mais surpreendentes, onde o discurso diarístico se enlaça com o ficcional e onde se sente ressoar um alerta profético de uma enorme atualidade.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 9.º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula. Escritor americano com uma extensa obra literária focada sobre a América, John Steinbeck quis, aos 58 anos, redescobrir o seu país. A bordo de uma camioneta a que chamou Rocinante, tendo apenas como companhia o cão-d’água Charley, partiu numa viagem de mais de três meses do Maine à Califórnia, por estradas de terra batida e vias rápidas, com paragens em grandes cidades e em esplendorosas paisagens naturais, atravessando quarenta estados norte-americanos. Com um olhar de algum humor e muito ceticismo, tomou o pulso a um território de contrastes e desafios prementes e produziu uma reflexão crítica que é também uma reunião de memórias, um autorretrato de um homem que até então pouco assumira na sua obra como autobiográfico. Viagens com o Charley foi lançado em meados de 1962, meses antes da atribuição a Steinbeck do Prémio Nobel da Literatura, e alcançou um êxito estrondoso. Permanece hoje como uma das suas obras mais surpreendentes, onde o discurso diarístico se enlaça com o ficcional e onde se sente ressoar um alerta profético de uma enorme atualidade.
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Edição: Mai 2008
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa taberna de Lisboa, pai e filho dialogam. O filho tem quarenta anos, sente que falhou na vida, tenta perceber as razões que levaram o pai a abandonar o lar: o desejo de partir para lugares distantes ou a incapacidade de carregar o desalento de uma relação conjugal que tem nos filhos o único elemento gregário? Ou as duas coisas? O pai, inventor de histórias, falso viajante, procura a redenção na memória de outros tempos e fica a saber que a sua mulher vestiu luto na noite em que participa à família a sua falsa morte. Amor e morte, amargura e poesia, renúncia e aceitação constituem um cenário ímpar, fazendo deste livro uma obra maior de uma das vozes mais aplaudidas e celebradas da literatura portuguesa contemporânea.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa taberna de Lisboa, pai e filho dialogam. O filho tem quarenta anos, sente que falhou na vida, tenta perceber as razões que levaram o pai a abandonar o lar: o desejo de partir para lugares distantes ou a incapacidade de carregar o desalento de uma relação conjugal que tem nos filhos o único elemento gregário? Ou as duas coisas? O pai, inventor de histórias, falso viajante, procura a redenção na memória de outros tempos e fica a saber que a sua mulher vestiu luto na noite em que participa à família a sua falsa morte. Amor e morte, amargura e poesia, renúncia e aceitação constituem um cenário ímpar, fazendo deste livro uma obra maior de uma das vozes mais aplaudidas e celebradas da literatura portuguesa contemporânea.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Um relógio oferecido a Idanha-a-Velha por Quinto Tálio, uma Agripina sem cabeça e uma cabeça sem corpo na cidade de Beja, as histórias de Labéria que morreu com 42 anos, de Lúcio Cecílo, Caio Cantio Modestino, da pequena Quintila, de Ânio Primitivo ou de Júlia Modesta. Estes são alguns dos personagens que povoam este livro que nos transporta para a época romana. A única diferença que existe em relação a milhares de outros habitantes destas terras que nós hoje habitamos é o facto de eles, ou outros por eles, terem gravado na pedra os seus nomes. Olhando para os vestígios que nos foram deixados pelos nossos antepassados é possível reconstituir a história da Lusitânia. De norte a sul do país e percorrendo também terras espanholas, este livro permite-nos quebrar o enorme silêncio que é o passado e abrir pequenas grandes frestas que nos desvendam a nossa história e os desejos e medos, as aspirações ou os modos de ser e formas de vida daqueles que habitavam a Lusitânia. A arqueóloga Lídia Fernandes dá-nos a conhecer algumas das maravilhas arqueológicas que o nosso país encerra e revela-nos o significado oculto de ruínas, locais escondidos e pedras que num primeiro momento podem não nos dizer nada, mas que têm tanto para contar sobre o nosso passado.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Um relógio oferecido a Idanha-a-Velha por Quinto Tálio, uma Agripina sem cabeça e uma cabeça sem corpo na cidade de Beja, as histórias de Labéria que morreu com 42 anos, de Lúcio Cecílo, Caio Cantio Modestino, da pequena Quintila, de Ânio Primitivo ou de Júlia Modesta. Estes são alguns dos personagens que povoam este livro que nos transporta para a época romana. A única diferença que existe em relação a milhares de outros habitantes destas terras que nós hoje habitamos é o facto de eles, ou outros por eles, terem gravado na pedra os seus nomes. Olhando para os vestígios que nos foram deixados pelos nossos antepassados é possível reconstituir a história da Lusitânia. De norte a sul do país e percorrendo também terras espanholas, este livro permite-nos quebrar o enorme silêncio que é o passado e abrir pequenas grandes frestas que nos desvendam a nossa história e os desejos e medos, as aspirações ou os modos de ser e formas de vida daqueles que habitavam a Lusitânia. A arqueóloga Lídia Fernandes dá-nos a conhecer algumas das maravilhas arqueológicas que o nosso país encerra e revela-nos o significado oculto de ruínas, locais escondidos e pedras que num primeiro momento podem não nos dizer nada, mas que têm tanto para contar sobre o nosso passado.
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 88
Sinopse:
H. H., protagonista desta aventura inaudita, é convidado a integrar uma Ordem secreta e a participar numa viagem única, cujo fim não é alcançar um destino geográfico, mas outra dimensão da realidade. Os participantes nesta viagem atravessam o tempo e o espaço, rumo ao "País da Manhã", encontrando pelo caminho muitas personagens, reais e ficcionais. Contudo, a harmonia inicial quebra-se, degenerando em conflito. O grupo rompe-se e os seus membros separam-se, prosseguindo o caminho por sua conta. Só anos mais tarde H. H. terá consciência do seu próprio papel no falhanço da expedição.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
H. H., protagonista desta aventura inaudita, é convidado a integrar uma Ordem secreta e a participar numa viagem única, cujo fim não é alcançar um destino geográfico, mas outra dimensão da realidade. Os participantes nesta viagem atravessam o tempo e o espaço, rumo ao "País da Manhã", encontrando pelo caminho muitas personagens, reais e ficcionais. Contudo, a harmonia inicial quebra-se, degenerando em conflito. O grupo rompe-se e os seus membros separam-se, prosseguindo o caminho por sua conta. Só anos mais tarde H. H. terá consciência do seu próprio papel no falhanço da expedição.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Qualquer vida é, à vez, vulgar e extraordinária, mas a de Logan Mountstuart - vivida desde o início do século XX - contém mais do que a sua quota-parte de ambas. Como escritor que encontra inspiração em Paris e Londres, como espião traído durante a guerra e como "marchand" de arte na Nova Iorque dos anos sessenta. Logan convive com as pessoas influentes da sua época. Mas como filho, amigo, amante e marido, comete os mesmos erros que todos cometemos na nossa busca da felicidade. Aqui fica, então, a história de uma vida vivida em pleno - e uma viagem ao fundo de um coração "muito" humano.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Qualquer vida é, à vez, vulgar e extraordinária, mas a de Logan Mountstuart - vivida desde o início do século XX - contém mais do que a sua quota-parte de ambas. Como escritor que encontra inspiração em Paris e Londres, como espião traído durante a guerra e como "marchand" de arte na Nova Iorque dos anos sessenta. Logan convive com as pessoas influentes da sua época. Mas como filho, amigo, amante e marido, comete os mesmos erros que todos cometemos na nossa busca da felicidade. Aqui fica, então, a história de uma vida vivida em pleno - e uma viagem ao fundo de um coração "muito" humano.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Luísa era ainda uma adolescente. Tiago era já um jovem adulto. Conheceram-se na solidão de uma pequena praia, na margem de um rio. Tinham em comum uma relação familiar traumática. Num caso, o excesso de amor dos pais. No outro, a ausência desse mesmo amor. Quando voltam a encontrar-se, dezasseis anos depois, Luísa está doente. O fio invisível de um cancro une-os de novo. Será Tiago capaz de lhe devolver a vida?
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Luísa era ainda uma adolescente. Tiago era já um jovem adulto. Conheceram-se na solidão de uma pequena praia, na margem de um rio. Tinham em comum uma relação familiar traumática. Num caso, o excesso de amor dos pais. No outro, a ausência desse mesmo amor. Quando voltam a encontrar-se, dezasseis anos depois, Luísa está doente. O fio invisível de um cancro une-os de novo. Será Tiago capaz de lhe devolver a vida?
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Entre outubro de 1979 e julho de 1980, José Saramago percorreu o país lés a lés a convite do Círculo de Leitores, que comemorava o décimo aniversário da sua implantação em Portugal. Disse o autor após essa deambulação, misto de crónica, narrativa e recordações, que "o fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite... É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e para traçar caminhos novos". Caligrafia da capa por MARIA ALZIRA SEIXO
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Entre outubro de 1979 e julho de 1980, José Saramago percorreu o país lés a lés a convite do Círculo de Leitores, que comemorava o décimo aniversário da sua implantação em Portugal. Disse o autor após essa deambulação, misto de crónica, narrativa e recordações, que "o fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite... É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e para traçar caminhos novos". Caligrafia da capa por MARIA ALZIRA SEIXO
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Quando o magnata inglês Sir Robert Waldo Hardwick morre de forma misteriosa num acidente de viação, deixa uma carta a nomear seis pessoas que suspeita lhe tenham desejado a morte. Daisy Keane e o investigador Harry Montana juntam-se para levar os suspeitos (e outros convidados como manobra de diversão) num fabuloso cruzeiro pelo Mediterrâneo, com todas as despesas pagas pelo falecido Sir Robert. O mistério aumenta à medida que vão aportando em Monte Carlo, Saint-Tropez e Sorrento. E as reviravoltas inesperadas são apenas o princípio. Por fim, chegam à bela Villa Belkiss em Capri, onde será lido o testamento de Sir Robert... e o assassino desmascarado. Com a beleza da paisagem do Yorkshire, as estâncias do Mediterrâneo e o magnífico iate de cruzeiro, mais a atracção intensa entre o solitário Harry Montana e a desconfiada Daisy, as paixões inflamam-se e o encanto da Villa Belkiss deslumbra. Ninguém escreve viagens maravilhosas ou suspense como Elizabeth Adler.
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Quando o magnata inglês Sir Robert Waldo Hardwick morre de forma misteriosa num acidente de viação, deixa uma carta a nomear seis pessoas que suspeita lhe tenham desejado a morte. Daisy Keane e o investigador Harry Montana juntam-se para levar os suspeitos (e outros convidados como manobra de diversão) num fabuloso cruzeiro pelo Mediterrâneo, com todas as despesas pagas pelo falecido Sir Robert. O mistério aumenta à medida que vão aportando em Monte Carlo, Saint-Tropez e Sorrento. E as reviravoltas inesperadas são apenas o princípio. Por fim, chegam à bela Villa Belkiss em Capri, onde será lido o testamento de Sir Robert... e o assassino desmascarado. Com a beleza da paisagem do Yorkshire, as estâncias do Mediterrâneo e o magnífico iate de cruzeiro, mais a atracção intensa entre o solitário Harry Montana e a desconfiada Daisy, as paixões inflamam-se e o encanto da Villa Belkiss deslumbra. Ninguém escreve viagens maravilhosas ou suspense como Elizabeth Adler.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1973, "Véspera da Água" é um dos livros de Eugénio de Andrade onde, porventura, está mais presente o ofício da poesia e o exercício extremo da razão e da depuração da escrita. Disse Eugénio de si próprio não ser "[…] um poeta inspirado, o poema é em mim conquistado sílaba a sílaba." Como diz Carlo Vittorio Cattaneo, "Esta predisposição a racionalizar o processo criativo encontra um dos seus mais altos momentos em "Véspera da Água", uma obra dentre as mais complexas e homogéneas do poeta." O prefácio da presente edição é assinado por Federico Bertolazzi, que nos lança este repto: "O leitor que estiver disposto a abandonar o cais seguro das suas certezas poderá empreender a mais fascinante das navegações, num domínio para ele descortinado […]."
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1973, "Véspera da Água" é um dos livros de Eugénio de Andrade onde, porventura, está mais presente o ofício da poesia e o exercício extremo da razão e da depuração da escrita. Disse Eugénio de si próprio não ser "[…] um poeta inspirado, o poema é em mim conquistado sílaba a sílaba." Como diz Carlo Vittorio Cattaneo, "Esta predisposição a racionalizar o processo criativo encontra um dos seus mais altos momentos em "Véspera da Água", uma obra dentre as mais complexas e homogéneas do poeta." O prefácio da presente edição é assinado por Federico Bertolazzi, que nos lança este repto: "O leitor que estiver disposto a abandonar o cais seguro das suas certezas poderá empreender a mais fascinante das navegações, num domínio para ele descortinado […]."
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Composto por poemas em prosa, "Vertentes do Olhar" é composto por poemas que abarcam mais de quarenta anos de produção poética do autor. "Entre o mais antigo poema deste livro ("Fábula", 1946) e o mais recente ("A Sereia do Báltico", 1988) passaram mais de quarenta anos. É uma vida à procura de uma voz. A melodia do homem nasce dessa busca incessante: descobre-se quando nos descobrimos. Não foi fácil: desaprender custa mais do que aprender. Estarei agora, ao menos, mais perto desse dizer que ajude outros a falar?". COM OS OLHOS Talvez um dia. Talvez um dia alcancemos essa voz, já sem o peso da luz sobre os ombros. Os olhos chegarão então ao fim da sua tarefa; os olhos, instrumentos felizes da realidade mais real. Porque ver sempre foi tocar. Tocar uma a uma cada coisa com os olhos, antes da mão se aproximar para recolher os últimos brilhos de setembro. Vede como se afasta com fulva lentidão de tigre.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Composto por poemas em prosa, "Vertentes do Olhar" é composto por poemas que abarcam mais de quarenta anos de produção poética do autor. "Entre o mais antigo poema deste livro ("Fábula", 1946) e o mais recente ("A Sereia do Báltico", 1988) passaram mais de quarenta anos. É uma vida à procura de uma voz. A melodia do homem nasce dessa busca incessante: descobre-se quando nos descobrimos. Não foi fácil: desaprender custa mais do que aprender. Estarei agora, ao menos, mais perto desse dizer que ajude outros a falar?". COM OS OLHOS Talvez um dia. Talvez um dia alcancemos essa voz, já sem o peso da luz sobre os ombros. Os olhos chegarão então ao fim da sua tarefa; os olhos, instrumentos felizes da realidade mais real. Porque ver sempre foi tocar. Tocar uma a uma cada coisa com os olhos, antes da mão se aproximar para recolher os últimos brilhos de setembro. Vede como se afasta com fulva lentidão de tigre.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Veronika parece ter tudo aquilo que alguém pode desejar: juventude e beleza, namorados e amigos, uma família que a ama, um trabalho que a satisfaz. Mas falta algo na sua vida. Por isso, na manhã de 11 de Novembro de 1997, Veronika decide morrer. Toda uma mão-cheia de comprimidos, pensando nunca mais acordar… mas desperta num hospital, onde lhe dizem que, como consequência da sobredose que tomou, tem apenas alguns dias para viver. Ao longo destas páginas, acompanhamos estes intensos dias em que, num estado de sensibilidade apurada, Veronika descobre emoções que nunca se tinha permitido sentir: ódio, medo, curiosidade, amor e até atração sexual. Pouco a pouco, compreende que, no cruzamento entre o desespero e a liberdade, cada momento da vida constitui uma escolha - e uma nova oportunidade.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Veronika parece ter tudo aquilo que alguém pode desejar: juventude e beleza, namorados e amigos, uma família que a ama, um trabalho que a satisfaz. Mas falta algo na sua vida. Por isso, na manhã de 11 de Novembro de 1997, Veronika decide morrer. Toda uma mão-cheia de comprimidos, pensando nunca mais acordar… mas desperta num hospital, onde lhe dizem que, como consequência da sobredose que tomou, tem apenas alguns dias para viver. Ao longo destas páginas, acompanhamos estes intensos dias em que, num estado de sensibilidade apurada, Veronika descobre emoções que nunca se tinha permitido sentir: ódio, medo, curiosidade, amor e até atração sexual. Pouco a pouco, compreende que, no cruzamento entre o desespero e a liberdade, cada momento da vida constitui uma escolha - e uma nova oportunidade.
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Edição: Ago 2011
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quando um mercenário ucraniano conhecido por Gengis Khan assalta a casa do banqueiro Ramiro de Sá, além de um segurança morto e das jóias roubadas, deixa atrás de si um problema inesperado: do cofre do banqueiro foi também levado o passaporte de Valentim Zadenko, um emissário do partido comunista da União Soviética que entrou em Lisboa no dia 24 de Novembro de 1975 e aí desapareceu misteriosamente. Enquanto o inspector Joel Franco, da Polícia Judiciária, investiga o homicídio do vigilante, o passaporte torna-se uma relíquia que muitos querem deitar a mão: não só o próprio Ramiro de Sá, mas também o chefe da máfia russa, um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, um veterano do PCUS que foi camarada de Zadenko e ainda Svetlana, a filha do operacional desaparecido, que vem para Lisboa à sua procura, alertada por um angolano que estudou em Moscovo e participou no assalto. Na busca do documento, todos os caminhos acabarão, mais tarde ou mais cedo, por ir dar a Ulianov, um ex-KGB especialmente treinado que em Portugal se tornou dirigente de um grupo criminoso. Joel terá de contar com a sua ajuda para desenterrar uma conspiração criminosa que nasceu no PREC e envolveu militares revolucionários, banqueiros, assassinos … e várias garrafas de Barca Velha. "Não Matarás" é uma série de thrillers ambientados em Portugal e com personagens portuguesas. O seu protagonista é Joel Franco, inspector na Secção de Homicídios da Polícia Judiciária que, em todos os crimes que resolve, sabe estar a vingar uma morte a que assistiu na infância.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quando um mercenário ucraniano conhecido por Gengis Khan assalta a casa do banqueiro Ramiro de Sá, além de um segurança morto e das jóias roubadas, deixa atrás de si um problema inesperado: do cofre do banqueiro foi também levado o passaporte de Valentim Zadenko, um emissário do partido comunista da União Soviética que entrou em Lisboa no dia 24 de Novembro de 1975 e aí desapareceu misteriosamente. Enquanto o inspector Joel Franco, da Polícia Judiciária, investiga o homicídio do vigilante, o passaporte torna-se uma relíquia que muitos querem deitar a mão: não só o próprio Ramiro de Sá, mas também o chefe da máfia russa, um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, um veterano do PCUS que foi camarada de Zadenko e ainda Svetlana, a filha do operacional desaparecido, que vem para Lisboa à sua procura, alertada por um angolano que estudou em Moscovo e participou no assalto. Na busca do documento, todos os caminhos acabarão, mais tarde ou mais cedo, por ir dar a Ulianov, um ex-KGB especialmente treinado que em Portugal se tornou dirigente de um grupo criminoso. Joel terá de contar com a sua ajuda para desenterrar uma conspiração criminosa que nasceu no PREC e envolveu militares revolucionários, banqueiros, assassinos … e várias garrafas de Barca Velha. "Não Matarás" é uma série de thrillers ambientados em Portugal e com personagens portuguesas. O seu protagonista é Joel Franco, inspector na Secção de Homicídios da Polícia Judiciária que, em todos os crimes que resolve, sabe estar a vingar uma morte a que assistiu na infância.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Haveria de chegar o dia em que as palavras encostar-se-iam umas às outras a fazer cama de vento, assobio chuvoso de prosa em distância de ponte, falésia morna para receber as quatro chuvas, a muitas mãos, a muitos sonhos.Este livrinho nasceu pelo e para o afeto das amizades. E está inconcluso, em progresso, porque, mesmo para o leitor, outros verbetes estarão nas vizinhanças das páginas, como que em revoo de pássaros. E é um livro da nossa língua, a nossa língua brasileira, angolana, portuguesa, diversa e única, cordas de muitos tons em um mesmo instrumento. Pela língua, a nossa língua, fotografamos as nossas memórias verdadeiras e inventadas, porque recriam o que já ficou tão distante e também não nos abandona.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Haveria de chegar o dia em que as palavras encostar-se-iam umas às outras a fazer cama de vento, assobio chuvoso de prosa em distância de ponte, falésia morna para receber as quatro chuvas, a muitas mãos, a muitos sonhos.Este livrinho nasceu pelo e para o afeto das amizades. E está inconcluso, em progresso, porque, mesmo para o leitor, outros verbetes estarão nas vizinhanças das páginas, como que em revoo de pássaros. E é um livro da nossa língua, a nossa língua brasileira, angolana, portuguesa, diversa e única, cordas de muitos tons em um mesmo instrumento. Pela língua, a nossa língua, fotografamos as nossas memórias verdadeiras e inventadas, porque recriam o que já ficou tão distante e também não nos abandona.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Há tragédias e há comédias, não é verdade? E são frequentemente semelhantes, um pouco como os homens e as mulheres. Uma comédia depende de parar a história exactamente no momento certo." Esta é a voz de Mia Fredrickson, a viperina e trágico-cómica narradora de "Verão Sem Homens". Mia é obrigada a examinar a sua vida no dia em que, sem pré-aviso e depois de trinta anos de casamento, o seu marido lhe pede "um tempo". Após um período de internamento num hospital psiquiátrico, ela decide passar o Verão na sua cidade natal, onde a mãe vive num lar de idosos. Sozinha em casa, Mia entrega-se à fúria e à autocomiseração. Mas, lenta e ardilosamente, a pequena comunidade rural insinua-se na sua esfera pessoal. Os "Cinco Cisnes" - um surpreendente grupo constituído pela sua mãe e as amigas -, a jovem vizinha, as adolescentes que frequentam o seu workshop de poesia… uma multiplicidade de vozes, vulnerabilidades, pequenas tiranias e desafios que resultarão na mais improvável das relações.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Há tragédias e há comédias, não é verdade? E são frequentemente semelhantes, um pouco como os homens e as mulheres. Uma comédia depende de parar a história exactamente no momento certo." Esta é a voz de Mia Fredrickson, a viperina e trágico-cómica narradora de "Verão Sem Homens". Mia é obrigada a examinar a sua vida no dia em que, sem pré-aviso e depois de trinta anos de casamento, o seu marido lhe pede "um tempo". Após um período de internamento num hospital psiquiátrico, ela decide passar o Verão na sua cidade natal, onde a mãe vive num lar de idosos. Sozinha em casa, Mia entrega-se à fúria e à autocomiseração. Mas, lenta e ardilosamente, a pequena comunidade rural insinua-se na sua esfera pessoal. Os "Cinco Cisnes" - um surpreendente grupo constituído pela sua mãe e as amigas -, a jovem vizinha, as adolescentes que frequentam o seu workshop de poesia… uma multiplicidade de vozes, vulnerabilidades, pequenas tiranias e desafios que resultarão na mais improvável das relações.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em 1959, a revista "Life" encarregou Ernest Hemingway de fazer a cobertura de um acontecimento extraordinário que ia ter lugar em Espanha, durante esse verão. Com efeito, estava previsto que aí se defrontassem, na arena, dois dos mais célebres toureiros de todos os tempos, Antonio Ordóñez e Luis Miguel Dominguín. Durante meses, Hemingway viveu junto destes carismáticos matadores, acompanhou os seus esplendorosos triunfos e as suas derrotas dolorosas. O livro que nasceu dessa encomenda, "Verão Perigoso", é uma das obras de referência sobre a arte do toureio, mas é também o testemunho melancólico de um homem que, aos sessenta anos, sabe que se aproxima da morte e regressa a um palco que tanto o havia cativado na sua juventude. Foi o último trabalho de fôlego realizado por Hemingway.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em 1959, a revista "Life" encarregou Ernest Hemingway de fazer a cobertura de um acontecimento extraordinário que ia ter lugar em Espanha, durante esse verão. Com efeito, estava previsto que aí se defrontassem, na arena, dois dos mais célebres toureiros de todos os tempos, Antonio Ordóñez e Luis Miguel Dominguín. Durante meses, Hemingway viveu junto destes carismáticos matadores, acompanhou os seus esplendorosos triunfos e as suas derrotas dolorosas. O livro que nasceu dessa encomenda, "Verão Perigoso", é uma das obras de referência sobre a arte do toureio, mas é também o testemunho melancólico de um homem que, aos sessenta anos, sabe que se aproxima da morte e regressa a um palco que tanto o havia cativado na sua juventude. Foi o último trabalho de fôlego realizado por Hemingway.
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Edição: Fev 2010
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um jovem biógrafo inglês trabalha num livro sobre o falecido escritor John Coetzee. O seu projecto é concentrar-se nos anos entre 1972 e 1977, época em que Coetzee, então na casa dos 30, compartilhava com o pai viúvo uma degradada casa rural nos arredores da Cidade do Cabo. Trata-se, segundo o biógrafo depreende, do período em que aquele estava "a apalpar terreno como escritor".Sem nunca ter conhecido pessoalmente Coetzee, abalança-se a uma série de entrevistas a pessoas que foram importantes para ele: uma mulher casada com quem teve um caso, a sua prima preferida, Margot, uma bailarina brasileira cuja filha teve aulas de Inglês com ele, e velhos amigos e colegas. A partir dos seus testemunhos surge um retrato do jovem Coetzee como um indivíduo desajeitado e livresco, dotado de pouco talento para se abrir com os outros. No seio da família é visto como um forasteiro, alguém que tentou fugir da tribo e que agora voltou, mais contido. Na África do Sul da época, a sua obstinação em fazer trabalhos braçais, o cabelo e a barba crescidos e os boatos segundo os quais escreve poesia, não suscitam outra coisa que não a desconfiança. Ora comovente, ora francamente divertido, "Verão" mostra-nos um grande escritor em pleno aquecimento para o seu trabalho. "Verão" completa a trilogia de memórias ficcionadas que se iniciou com "Boyhood" e "Youth".
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um jovem biógrafo inglês trabalha num livro sobre o falecido escritor John Coetzee. O seu projecto é concentrar-se nos anos entre 1972 e 1977, época em que Coetzee, então na casa dos 30, compartilhava com o pai viúvo uma degradada casa rural nos arredores da Cidade do Cabo. Trata-se, segundo o biógrafo depreende, do período em que aquele estava "a apalpar terreno como escritor".Sem nunca ter conhecido pessoalmente Coetzee, abalança-se a uma série de entrevistas a pessoas que foram importantes para ele: uma mulher casada com quem teve um caso, a sua prima preferida, Margot, uma bailarina brasileira cuja filha teve aulas de Inglês com ele, e velhos amigos e colegas. A partir dos seus testemunhos surge um retrato do jovem Coetzee como um indivíduo desajeitado e livresco, dotado de pouco talento para se abrir com os outros. No seio da família é visto como um forasteiro, alguém que tentou fugir da tribo e que agora voltou, mais contido. Na África do Sul da época, a sua obstinação em fazer trabalhos braçais, o cabelo e a barba crescidos e os boatos segundo os quais escreve poesia, não suscitam outra coisa que não a desconfiança. Ora comovente, ora francamente divertido, "Verão" mostra-nos um grande escritor em pleno aquecimento para o seu trabalho. "Verão" completa a trilogia de memórias ficcionadas que se iniciou com "Boyhood" e "Youth".
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Neste poderoso romance de um dos mais importantes escritores de Israel, Momik, o único filho de um casal de sobreviventes do Holocausto, cresce à sombra da história dos pais.Decidido a exorcizar a "Besta nazi" das suas vidas destruídas, e preparando-se para um segundo holocausto que sabe que virá, Momik protege-se de todo o sentimento e apego. Mas através das histórias que o seu tio-avô lhe conta - as mesmas que contou ao comandante de um campo de concentração nazi -, Momik fica, também ele, "infetado de humanidade".Fundindo magistralmente visão, pensamento e emoção, "Ver: Amor", de David Grossman, é um romance luminoso, imaginativo e profundamente tocante.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Neste poderoso romance de um dos mais importantes escritores de Israel, Momik, o único filho de um casal de sobreviventes do Holocausto, cresce à sombra da história dos pais.Decidido a exorcizar a "Besta nazi" das suas vidas destruídas, e preparando-se para um segundo holocausto que sabe que virá, Momik protege-se de todo o sentimento e apego. Mas através das histórias que o seu tio-avô lhe conta - as mesmas que contou ao comandante de um campo de concentração nazi -, Momik fica, também ele, "infetado de humanidade".Fundindo magistralmente visão, pensamento e emoção, "Ver: Amor", de David Grossman, é um romance luminoso, imaginativo e profundamente tocante.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 84
Sinopse:
Novo título da colecção de Pedro Mexia. Uma das vozes mais promissoras e desconcertantes da nova poesia portuguesa.
Nº Páginas: 84
Sinopse:
Novo título da colecção de Pedro Mexia. Uma das vozes mais promissoras e desconcertantes da nova poesia portuguesa.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Antologia dos principais textos de uns dos mais marcantes pensadores da cultura portuguesa do século XX falecido no final de 2020. Selecção das principais questões e autores sobres os quais Eduardo Lourenço reflectiu feita por Guilherme d’Oliveira Martins, um profundo conhecedor da obra do ensaísta e um dos seus amigos mais próximos. Textos sobre a saudade, Camões, Antero e Pessoa, entre outros, num livro de homenagem a Eduardo Lourenço e que introduz de forma privilegiada o leitor no seu pensamento. Uma excelente introdução que permite aos que queiram aprofundar as leituras das suas obras o façam com maior segurança e conhecimento. "Antologiar um autor tão diverso e multifacetado é tarefa complexa, mas apaixonante. Os textos e as ideias encadeiam-se - numa procura permanente de posição e de sentido. O labirinto que o ensaísta percorre traz-nos a saudade não como melancolia ou como lembrança e desejo, mas como interrogação e dúvida, paradoxo e demanda de síntese. A paixão por Camões, Antero e Pessoa significa a procura de compreender a cultura como um diálogo permanente entre o sublime e a vida comum, a unidade e a diversidade..." "Guilherme d’Oliveira Martins" "A Eduardo Lourenço devemos a lição de interrogar não só a vida, mas também a morte com sabedoria, distanciamento e serenidade, lutando para conter a história nos limites do humanamente aceitável, tarefa como sabemos trabalhosa e inacabada, mas também indeclinável se quisermos que a civilização e o humanismo sejam mais do que uma abstração." "José Tolentino Mendonça"
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Antologia dos principais textos de uns dos mais marcantes pensadores da cultura portuguesa do século XX falecido no final de 2020. Selecção das principais questões e autores sobres os quais Eduardo Lourenço reflectiu feita por Guilherme d’Oliveira Martins, um profundo conhecedor da obra do ensaísta e um dos seus amigos mais próximos. Textos sobre a saudade, Camões, Antero e Pessoa, entre outros, num livro de homenagem a Eduardo Lourenço e que introduz de forma privilegiada o leitor no seu pensamento. Uma excelente introdução que permite aos que queiram aprofundar as leituras das suas obras o façam com maior segurança e conhecimento. "Antologiar um autor tão diverso e multifacetado é tarefa complexa, mas apaixonante. Os textos e as ideias encadeiam-se - numa procura permanente de posição e de sentido. O labirinto que o ensaísta percorre traz-nos a saudade não como melancolia ou como lembrança e desejo, mas como interrogação e dúvida, paradoxo e demanda de síntese. A paixão por Camões, Antero e Pessoa significa a procura de compreender a cultura como um diálogo permanente entre o sublime e a vida comum, a unidade e a diversidade..." "Guilherme d’Oliveira Martins" "A Eduardo Lourenço devemos a lição de interrogar não só a vida, mas também a morte com sabedoria, distanciamento e serenidade, lutando para conter a história nos limites do humanamente aceitável, tarefa como sabemos trabalhosa e inacabada, mas também indeclinável se quisermos que a civilização e o humanismo sejam mais do que uma abstração." "José Tolentino Mendonça"
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Custódio é um camponês beirão que decide vir para Lisboa estudar. Lurdes, uma lisboeta da Mouraria que sempre conseguiu recompor-se dos duros golpes da vida. Quando o caminho dos dois se cruza, a vida de ambos mudará para sempre. A sua história inicia-se em Portugal e estende-se, depois, a uma Espanha mergulhada na Guerra Civil. É aí que Custódio e Lurdes vão entrelaçar os seus destinos com três outros personagens: o violento Zanelli, o tenente fascista para quem o brado "¡Viva la Muerte!" é um lema de vida; a corajosa Maria del Carmen, uma madrilena das classes altas que se guia por princípios de humanidade num tempo em que a moderação desapareceu; e o sagaz Vorobiov, coronel soviético profundamente desiludido com os rumos da revolução bolchevique. "Vento de Espanha" é um romance sobre amor e coragem, arrependimento e expiação. É também uma impressionante viagem à década de 1930. Seja nos bairros populares de Lisboa, seja na Espanha rasgada em dois, o leitor visitará as ilusões e desilusões políticas daqueles anos de ferro. E irá ver, acima de tudo, os encontros e desencontros das pessoas num mundo em profunda convulsão.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Custódio é um camponês beirão que decide vir para Lisboa estudar. Lurdes, uma lisboeta da Mouraria que sempre conseguiu recompor-se dos duros golpes da vida. Quando o caminho dos dois se cruza, a vida de ambos mudará para sempre. A sua história inicia-se em Portugal e estende-se, depois, a uma Espanha mergulhada na Guerra Civil. É aí que Custódio e Lurdes vão entrelaçar os seus destinos com três outros personagens: o violento Zanelli, o tenente fascista para quem o brado "¡Viva la Muerte!" é um lema de vida; a corajosa Maria del Carmen, uma madrilena das classes altas que se guia por princípios de humanidade num tempo em que a moderação desapareceu; e o sagaz Vorobiov, coronel soviético profundamente desiludido com os rumos da revolução bolchevique. "Vento de Espanha" é um romance sobre amor e coragem, arrependimento e expiação. É também uma impressionante viagem à década de 1930. Seja nos bairros populares de Lisboa, seja na Espanha rasgada em dois, o leitor visitará as ilusões e desilusões políticas daqueles anos de ferro. E irá ver, acima de tudo, os encontros e desencontros das pessoas num mundo em profunda convulsão.
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