9025 produtos
Ordenar por:
9025 produtos
Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um apelo urgente e impossível de ignorar que nos força a abrir os olhos e a mente para o estado de emergência climática que vivemos hoje. Jonathan Safran Foer, um dos mais brilhantes, originais e promissores escritores da sua geração, sabe que é da maior gravidade a crise ambiental que vivemos hoje, e que é vital o envolvimento de todos nós na solução deste problema. Por isso, escreveu "Salvar o Planeta Começa ao Pequeno-Almoço Porque o clima somos nós". Porque é urgente conhecermos os números, mas mais importante ainda é sentirmos que eles têm um efeito directo nas nossas vidas e, sobretudo, que cada um, individualmente, apesar da nossa humana relutância em mudarmos os nossos hábitos, pode fazer um mundo de diferença.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um apelo urgente e impossível de ignorar que nos força a abrir os olhos e a mente para o estado de emergência climática que vivemos hoje. Jonathan Safran Foer, um dos mais brilhantes, originais e promissores escritores da sua geração, sabe que é da maior gravidade a crise ambiental que vivemos hoje, e que é vital o envolvimento de todos nós na solução deste problema. Por isso, escreveu "Salvar o Planeta Começa ao Pequeno-Almoço Porque o clima somos nós". Porque é urgente conhecermos os números, mas mais importante ainda é sentirmos que eles têm um efeito directo nas nossas vidas e, sobretudo, que cada um, individualmente, apesar da nossa humana relutância em mudarmos os nossos hábitos, pode fazer um mundo de diferença.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/salvar-o-planeta-comeca-ao-pequeno-almoco-de-jonathan-safran-foer-7178880');
});">
Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Durante os críticos anos trinta do século XX, Portugal e toda a imprensa portuguesa viviam sob uma rigorosa e adunca censura. Entretanto, nos Estados Unidos da América, o Diario de Noticias, um jornal quotidiano em língua portuguesa publicado em New Bedford, Massachusetts, expressava a sua fidelidade à liberdade de expressão. Distante de Portugal, mas nunca arredio, acolheu nas suas páginas as opiniões e as causas de todo o espectro político luso-americano. Ali pode ler-se o que monárquicos, republicanos, socialistas, liberais e fascistas sentiram e escreveram, livremente, sobre Portugal. O Diario de Noticias constitui um escaparate inédito e prodigioso para uma redescoberta da comunidade portuguesa imigrante nos Estados Unidos da América e do seu fervilhante activismo político, facto que se deve ao exílio em solo americano de jornalistas, políticos e mesmo ministros que ali escapavam à polícia política portuguesa. Salazar é, neste diário de New Bedford, o grande protagonista, mas é-o de uma forma que não desejava e que decerto não quereria. A vida do Diario de Noticias iniciou-se em 1919 e terminou em 1973, cinquenta e quatro anos e mais de dezasseis mil edições depois.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Durante os críticos anos trinta do século XX, Portugal e toda a imprensa portuguesa viviam sob uma rigorosa e adunca censura. Entretanto, nos Estados Unidos da América, o Diario de Noticias, um jornal quotidiano em língua portuguesa publicado em New Bedford, Massachusetts, expressava a sua fidelidade à liberdade de expressão. Distante de Portugal, mas nunca arredio, acolheu nas suas páginas as opiniões e as causas de todo o espectro político luso-americano. Ali pode ler-se o que monárquicos, republicanos, socialistas, liberais e fascistas sentiram e escreveram, livremente, sobre Portugal. O Diario de Noticias constitui um escaparate inédito e prodigioso para uma redescoberta da comunidade portuguesa imigrante nos Estados Unidos da América e do seu fervilhante activismo político, facto que se deve ao exílio em solo americano de jornalistas, políticos e mesmo ministros que ali escapavam à polícia política portuguesa. Salazar é, neste diário de New Bedford, o grande protagonista, mas é-o de uma forma que não desejava e que decerto não quereria. A vida do Diario de Noticias iniciou-se em 1919 e terminou em 1973, cinquenta e quatro anos e mais de dezasseis mil edições depois.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/salazar-em-new-bedford-de-rui-correia-7397854');
});">
Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Pela primeira vez, Fernando Rosas, catedrático em História do Estado Novo e um dos grandes especialistas na História do Portugal Contemporâneo, escreve um ensaio comparativo acerca do Fascismo, fenómeno que nasceu na Europa na década de 30 do século xx. Neste livro, Rosas explica-nos o surgimento do Fascismo, as circunstâncias e o contexto histórico que permitiram que florescesse, e descreve as várias faces que o movimento assumiu nos diferentes países: Espanha, Itália, Alemanha, mas também casos menos conhecidos, mas nem por isso menos arrepiantes, como o da Hungria e o da Roménia. Além disso, Fernando Rosas não hesita em colocar o Salazarismo na mesma categoria histórica, e explica-nos bem porquê. Salazar e os Fascismos arrisca ainda uma tese sobre a actualidade: — Que autoritarismos são estes que têm vindo a conquistar o poder desde 2016? — De onde surgem e porquê? Um livro escorado no passado, mas que remete para o futuro político das sociedades ocidentais.
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Pela primeira vez, Fernando Rosas, catedrático em História do Estado Novo e um dos grandes especialistas na História do Portugal Contemporâneo, escreve um ensaio comparativo acerca do Fascismo, fenómeno que nasceu na Europa na década de 30 do século xx. Neste livro, Rosas explica-nos o surgimento do Fascismo, as circunstâncias e o contexto histórico que permitiram que florescesse, e descreve as várias faces que o movimento assumiu nos diferentes países: Espanha, Itália, Alemanha, mas também casos menos conhecidos, mas nem por isso menos arrepiantes, como o da Hungria e o da Roménia. Além disso, Fernando Rosas não hesita em colocar o Salazarismo na mesma categoria histórica, e explica-nos bem porquê. Salazar e os Fascismos arrisca ainda uma tese sobre a actualidade: — Que autoritarismos são estes que têm vindo a conquistar o poder desde 2016? — De onde surgem e porquê? Um livro escorado no passado, mas que remete para o futuro político das sociedades ocidentais.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/salazar-e-os-fascismos-de-fernando-rosas-6894196');
});">
Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Marcello Caetano instala o seu gabinete no edifício do Parlamento, ficando com vista para o palacete onde vive Salazar, já enfermo. Dá-se assim o facto extraordinário de o antigo e o novo chefe do Governo estarem instalados a oitenta metros um do outro, separados por um jardim! Marcello, da sua janela, pode ver Salazar sentado debaixo da pérgula onde gosta de estar; e este, quando contempla o edifício da Assembleia, pensando que ainda detém o poder, não sonha que ali à sua frente trabalha o "verdadeiro" presidente do Conselho. É uma situação nunca vista!
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Marcello Caetano instala o seu gabinete no edifício do Parlamento, ficando com vista para o palacete onde vive Salazar, já enfermo. Dá-se assim o facto extraordinário de o antigo e o novo chefe do Governo estarem instalados a oitenta metros um do outro, separados por um jardim! Marcello, da sua janela, pode ver Salazar sentado debaixo da pérgula onde gosta de estar; e este, quando contempla o edifício da Assembleia, pensando que ainda detém o poder, não sonha que ali à sua frente trabalha o "verdadeiro" presidente do Conselho. É uma situação nunca vista!
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/salazar-e-caetano-o-tempo-em-que-ambos-acreditavam-chefiar-o-governo-de-jose-antonio-saraiva-7239864');
});">
Edição: Set 2011
Nº Páginas: 149
Sinopse:
Embora vasta a historiografia sobre Salazar, não contemplou até hoje a problemática da escola técnica durante o Estado Novo. Este livro preenche essa lacuna ao abordar de forma simultâneamente leve e profunda a forma como foi percepcionada “filha menor” no contexto da educação em Portugal, destinada à "plebe" enquanto o liceu se orientava para as elites que haveriam de continuar o regime. O péssimo ensino ministrado acaba por desagradar a sectores dentro do próprio Estado Novo, começando--se a exigir uma mão de obra mais qualificada, posição que enfrenta a oposição dos que preferiam o imobilismo temendo as consequências para a paz social de um nível mais elevado de conhecimentos. O livro é do Prof. Albérico Afonso Costa e tem prefácio do Prof. Fernando Rosas.
Nº Páginas: 149
Sinopse:
Embora vasta a historiografia sobre Salazar, não contemplou até hoje a problemática da escola técnica durante o Estado Novo. Este livro preenche essa lacuna ao abordar de forma simultâneamente leve e profunda a forma como foi percepcionada “filha menor” no contexto da educação em Portugal, destinada à "plebe" enquanto o liceu se orientava para as elites que haveriam de continuar o regime. O péssimo ensino ministrado acaba por desagradar a sectores dentro do próprio Estado Novo, começando--se a exigir uma mão de obra mais qualificada, posição que enfrenta a oposição dos que preferiam o imobilismo temendo as consequências para a paz social de um nível mais elevado de conhecimentos. O livro é do Prof. Albérico Afonso Costa e tem prefácio do Prof. Fernando Rosas.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/salazar-e-a-escola-tecnica-de-alberico-afonso-costa-alho-5082845');
});">
Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Mais de cinquenta anos depois da sua morte, Salazar continua a ser uma figura controversa e enigmática, cujo legado conservador e autoritário divide as opiniões. Alguns consideram-no uma figura opressiva e reacionária que manteve Portugal atrasado, enquanto outros realçam a sua honestidade, patriotismo e sentido de dever. Os radicais contemporâneos sabem do seu inabalável elitismo e ceticismo em relação ao progresso social, mas muitos conservadores dão-lhe crédito pelos seus persistentes avisos sobre as ameaças à civilização ocidental e à fuga em direção ao materialismo e experimentação sem fim. Para um ditador, o fim de Salazar foi um anticlímax - um acidente doméstico. Mas durante as quase quatro décadas de poder ele recorreu menos à força do que à astúcia e à dissuasão. Esta biografia assinala os altos e baixos do regime de Salazar, desde o resgate das finança públicas e da neutralidade portuguesa na II Guerra Mundial, até à manutenção de uma polícia de Estado enquanto resistia aos ventos de mudança que sopravam de África. Explora a longa suspeição e conflito de Salazar com os Estados Unidos da América e como ele manteve Hitler e Mussolini à distância, tendo persuadido Franco a não entrar na guerra ao lado deles. Em Salazar - O Ditador Que Se Recusava a Morrer o historiador britânico Tom Gallagher propõe-nos um novo balanço histórico de um líder complexo que merece ser conhecido.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Mais de cinquenta anos depois da sua morte, Salazar continua a ser uma figura controversa e enigmática, cujo legado conservador e autoritário divide as opiniões. Alguns consideram-no uma figura opressiva e reacionária que manteve Portugal atrasado, enquanto outros realçam a sua honestidade, patriotismo e sentido de dever. Os radicais contemporâneos sabem do seu inabalável elitismo e ceticismo em relação ao progresso social, mas muitos conservadores dão-lhe crédito pelos seus persistentes avisos sobre as ameaças à civilização ocidental e à fuga em direção ao materialismo e experimentação sem fim. Para um ditador, o fim de Salazar foi um anticlímax - um acidente doméstico. Mas durante as quase quatro décadas de poder ele recorreu menos à força do que à astúcia e à dissuasão. Esta biografia assinala os altos e baixos do regime de Salazar, desde o resgate das finança públicas e da neutralidade portuguesa na II Guerra Mundial, até à manutenção de uma polícia de Estado enquanto resistia aos ventos de mudança que sopravam de África. Explora a longa suspeição e conflito de Salazar com os Estados Unidos da América e como ele manteve Hitler e Mussolini à distância, tendo persuadido Franco a não entrar na guerra ao lado deles. Em Salazar - O Ditador Que Se Recusava a Morrer o historiador britânico Tom Gallagher propõe-nos um novo balanço histórico de um líder complexo que merece ser conhecido.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/salazar-de-tom-gallagher-7413740');
});">
Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Este livro é uma biografia com uma perspectiva original sobre a história do ditador português. É a sua História escrita de dentro para fora e não de fora para dentro, como quase sempre se faz. Muita gente olha para os factos históricos à luz dos conceitos de hoje. Falamos de colonialismo com base nas ideias de hoje. Este livro coloca-se na época, tenta percebê-la por dentro, projectá-la de dentro para fora para a mostrar aos leitores como era o tempo resultando numa verdadeira história do Estado Novo. Normalmente, as histórias do Estado Novo são histórias da oposição ao Estado Novo, das torturas da PIDE, das revoltas contra Salazar, das eleições de Delgado, do desvio do Santa Maria, etc. Ora esta história, tendo esses episódios, tem sobretudo uma visão sobre o próprio Estado Novo, das suas figuras, das relações entre elas, os seus conflitos, dos seus projectos, das suas ambições, das suas realizações. Trata-se de uma reconstituição histórica e não de uma história académica, que procura descrever os acontecimentos com o seu colorido, explicados no contexto da época, reproduz diálogos, conversas, factos, como se o autor estivesse a assistir a eles e os relatasse, como um repórter jornalístico, sem qualquer preconceito político.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Este livro é uma biografia com uma perspectiva original sobre a história do ditador português. É a sua História escrita de dentro para fora e não de fora para dentro, como quase sempre se faz. Muita gente olha para os factos históricos à luz dos conceitos de hoje. Falamos de colonialismo com base nas ideias de hoje. Este livro coloca-se na época, tenta percebê-la por dentro, projectá-la de dentro para fora para a mostrar aos leitores como era o tempo resultando numa verdadeira história do Estado Novo. Normalmente, as histórias do Estado Novo são histórias da oposição ao Estado Novo, das torturas da PIDE, das revoltas contra Salazar, das eleições de Delgado, do desvio do Santa Maria, etc. Ora esta história, tendo esses episódios, tem sobretudo uma visão sobre o próprio Estado Novo, das suas figuras, das relações entre elas, os seus conflitos, dos seus projectos, das suas ambições, das suas realizações. Trata-se de uma reconstituição histórica e não de uma história académica, que procura descrever os acontecimentos com o seu colorido, explicados no contexto da época, reproduz diálogos, conversas, factos, como se o autor estivesse a assistir a eles e os relatasse, como um repórter jornalístico, sem qualquer preconceito político.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/salazar-a-queda-de-uma-cadeira-que-nao-existia-de-jose-antonio-saraiva-7183789');
});">
Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Neste novo livro de Daniel Sampaio encontramos algumas respostas para temas dos nossos dias. Algumas questões tratadas para as quais encontrará propostas de solução:· Como proceder perante a utilização excessiva dos computadores pelos mais novos.· O que se entende por alienação parental, guarda partilhada e responsabilidades parentais em divórcios litigiosos.· O que são pais tóxicos e como podem os filhos reagir.· O padrasto pode fazer de pai ou não? O livro diz que sim.· Por que razão está tão difícil a relação entre o professor e o aluno nas nossas escolas? Que poderemos melhorar?· Vale a pena ensinar "Os Lusíadas" como se faz agora?· Que atitude tomar perante os jovens que bebem em excesso?· Que fazer com as recordações do Natal da nossa infância?· Vale a pena acreditar na mentira do ranking das escolas? O autor diz que não.Se gosta de ler também aqui encontrará críticas a livros de ficção. Se prefere cinema leia também apreciações a filmes recentes. São textos curtos que não o deixarão indiferente.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Neste novo livro de Daniel Sampaio encontramos algumas respostas para temas dos nossos dias. Algumas questões tratadas para as quais encontrará propostas de solução:· Como proceder perante a utilização excessiva dos computadores pelos mais novos.· O que se entende por alienação parental, guarda partilhada e responsabilidades parentais em divórcios litigiosos.· O que são pais tóxicos e como podem os filhos reagir.· O padrasto pode fazer de pai ou não? O livro diz que sim.· Por que razão está tão difícil a relação entre o professor e o aluno nas nossas escolas? Que poderemos melhorar?· Vale a pena ensinar "Os Lusíadas" como se faz agora?· Que atitude tomar perante os jovens que bebem em excesso?· Que fazer com as recordações do Natal da nossa infância?· Vale a pena acreditar na mentira do ranking das escolas? O autor diz que não.Se gosta de ler também aqui encontrará críticas a livros de ficção. Se prefere cinema leia também apreciações a filmes recentes. São textos curtos que não o deixarão indiferente.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/sala-de-espera-de-daniel-sampaio-5792802');
});">
Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Matilde Asensi, autora bestseller com mais de 20 milhoes de livros vendidos, apresenta-nos o seu novo romance, que nos leva de Paris ao Japão pela mão do pintor Vincent van Gogh. Uma aventura em busca do quadro Retrato do Doutor Gachet. Em 1990 este quadro icónico foi comprado pelo milionário japonês Ryoei Saito, pelo valor recorde de 82 milhões e 500 mil dólares.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Matilde Asensi, autora bestseller com mais de 20 milhoes de livros vendidos, apresenta-nos o seu novo romance, que nos leva de Paris ao Japão pela mão do pintor Vincent van Gogh. Uma aventura em busca do quadro Retrato do Doutor Gachet. Em 1990 este quadro icónico foi comprado pelo milionário japonês Ryoei Saito, pelo valor recorde de 82 milhões e 500 mil dólares.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/sakura-de-matilde-asensi-6926138');
});">
Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 204
Sinopse:
O que terá acontecido a Sabrina? A resposta é revelada numa cassete de vídeo, enviada às redações de vários órgãos de comunicação social e cujo conteúdo, rapidamente, se torna viral. Sabrina é uma novela gráfica que vem estabelecer um marco na história deste género literário: foi a primeira a ser selecionada para o Booker Prize e tem sido consensualmente aclamada como uma das mais empolgantes e comoventes narrativas dos últimos anos. Fábula dos tempos modernos, marcada por uma ansiedade no limite da paranoia e onde um rastilho de fake news, teorias da conspiração e muita especulação anuncia uma explosão iminente, este é um livro sobre aqueles que são apanhados pelos destroços de uma tragédia, que tem algo a dizer sobre o modo como vivemos e que promete desinquietar quem o ler. "Uma obra-prima", nas palavras de Zadie Smith, "maravilhosamente escrita e desenhada, possuindo todo o poder político da polémica e em simultâneo toda a delicadeza da verdadeira grande arte. Assustou-me. Adorei."
Nº Páginas: 204
Sinopse:
O que terá acontecido a Sabrina? A resposta é revelada numa cassete de vídeo, enviada às redações de vários órgãos de comunicação social e cujo conteúdo, rapidamente, se torna viral. Sabrina é uma novela gráfica que vem estabelecer um marco na história deste género literário: foi a primeira a ser selecionada para o Booker Prize e tem sido consensualmente aclamada como uma das mais empolgantes e comoventes narrativas dos últimos anos. Fábula dos tempos modernos, marcada por uma ansiedade no limite da paranoia e onde um rastilho de fake news, teorias da conspiração e muita especulação anuncia uma explosão iminente, este é um livro sobre aqueles que são apanhados pelos destroços de uma tragédia, que tem algo a dizer sobre o modo como vivemos e que promete desinquietar quem o ler. "Uma obra-prima", nas palavras de Zadie Smith, "maravilhosamente escrita e desenhada, possuindo todo o poder político da polémica e em simultâneo toda a delicadeza da verdadeira grande arte. Assustou-me. Adorei."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/sabrina-de-nick-drnaso-6893859');
});">
Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Será o Guernica, tal como o conhecemos, o verdadeiro quadro que Picasso pintou? Na primavera de 1937, Espanha está em guerra civil. Porém, longe dos campos de batalha também se luta, ainda que na sombra. Lorenzo Falcó tem a seu cargo uma missão dupla, desta feita em Paris: desacreditar o herói comunista Leo Bayard perante os seus camaradas soviéticos, e evitar a todo o custo que o quadro que Picasso está a pintar seja exibido na Exposição Universal de Paris. Embora soprem já os ventos da guerra que assolará a Europa, a música continua a tocar; e a arte, os negócios e a vida social ocupam os intelectuais, os refugiados e os ativistas. Acostumado ao perigo e à ação, Falcó move-se agora num mundo em que a luta é ideológica. É um mundo que lhe é estranho e no qual terá de recorrer aos seus métodos muito próprios. Mestre do politicamente incorreto, Pérez-Reverte termina com Sabotagem a trilogia protagonizada pelo anti-herói Falcó. E volta a brindar-nos com um belíssimo romance de espionagem. Um retrato fiel da época pleno de diálogos mordazes, situações rocambolescas e aventuras trepidantes.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Será o Guernica, tal como o conhecemos, o verdadeiro quadro que Picasso pintou? Na primavera de 1937, Espanha está em guerra civil. Porém, longe dos campos de batalha também se luta, ainda que na sombra. Lorenzo Falcó tem a seu cargo uma missão dupla, desta feita em Paris: desacreditar o herói comunista Leo Bayard perante os seus camaradas soviéticos, e evitar a todo o custo que o quadro que Picasso está a pintar seja exibido na Exposição Universal de Paris. Embora soprem já os ventos da guerra que assolará a Europa, a música continua a tocar; e a arte, os negócios e a vida social ocupam os intelectuais, os refugiados e os ativistas. Acostumado ao perigo e à ação, Falcó move-se agora num mundo em que a luta é ideológica. É um mundo que lhe é estranho e no qual terá de recorrer aos seus métodos muito próprios. Mestre do politicamente incorreto, Pérez-Reverte termina com Sabotagem a trilogia protagonizada pelo anti-herói Falcó. E volta a brindar-nos com um belíssimo romance de espionagem. Um retrato fiel da época pleno de diálogos mordazes, situações rocambolescas e aventuras trepidantes.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/sabotagem-de-arturo-perez-reverte-6952174');
});">
Edição: Out 2018
Nº Páginas: 624
Sinopse:
O que aconteceria se a pessoa que julga conhecer melhor acabasse por se revelar uma perfeita desconhecida…? Karin Slaughter, autora n.º 1 em todo o mundo, está de volta com um novo romance ainda mais provocador, empolgante e cheio de suspense do que os seus anteriores sucessos de vendas "Flores cortadas" e "A boa filha".
Nº Páginas: 624
Sinopse:
O que aconteceria se a pessoa que julga conhecer melhor acabasse por se revelar uma perfeita desconhecida…? Karin Slaughter, autora n.º 1 em todo o mundo, está de volta com um novo romance ainda mais provocador, empolgante e cheio de suspense do que os seus anteriores sucessos de vendas "Flores cortadas" e "A boa filha".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/sabes-quem-e-de-karin-slaughter-6751809');
});">
Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A História mostrou que, não obstante todas as vicissitudes e dificuldades, a Rússia é um país com fortes raízes europeias. Os grandes momentos da sua existência estão ligados ao Velho Continente. Resta apenas continuar à procura do melhor modus vivendi entre todos os povos europeus, onde as suas tradições, costumes e direitos sejam respeitados.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A História mostrou que, não obstante todas as vicissitudes e dificuldades, a Rússia é um país com fortes raízes europeias. Os grandes momentos da sua existência estão ligados ao Velho Continente. Resta apenas continuar à procura do melhor modus vivendi entre todos os povos europeus, onde as suas tradições, costumes e direitos sejam respeitados.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/russia-e-a-europa-de-jose-manuel-milhazes-pinto-5727881');
});">
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Em 1917, assistiu-se a uma luta devastadora na Rússia após o colapso do império czarista. Muitos consideram esta selvagem guerra civil como o evento mais influente da era moderna. A guerra civil russa não foi apenas um conflito interno entre os vermelhos, em torno do Exército Vermelho de Trotsky e da ditadura comunista de Lenine, e os brancos, uma aliança incompatível composta por socialistas moderados e monárquicos reacionários. O receio de que a revolução se estendesse para fora da Rússia levou à intervenção de diversos exércitos estrangeiros - Grã-Bretanha, França, EUA, Japão, Itália, Sérvia e Roménia - bem como de antigas partes do império russo - Finlândia, Estónia, Letónia, Lituânia, Polónia e Geórgia. o Exército Vermelho incluiu, ainda, muitas unidades de voluntários "internacionais", ex-prisioneiros de guerra dos exércitos alemão, austríaco, húngaro e búlgaro. Examinar a crueldade desta guerra na qual morreram mais de dez milhões de pessoas é de vital importância. em todo o mundo, os seus horrores e destruição desencadearam o terror do bolchevismo e da vingança branca. e essa divisão criou o círculo vicioso de medo e aversão que levou à Segunda Guerra Mundial.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Em 1917, assistiu-se a uma luta devastadora na Rússia após o colapso do império czarista. Muitos consideram esta selvagem guerra civil como o evento mais influente da era moderna. A guerra civil russa não foi apenas um conflito interno entre os vermelhos, em torno do Exército Vermelho de Trotsky e da ditadura comunista de Lenine, e os brancos, uma aliança incompatível composta por socialistas moderados e monárquicos reacionários. O receio de que a revolução se estendesse para fora da Rússia levou à intervenção de diversos exércitos estrangeiros - Grã-Bretanha, França, EUA, Japão, Itália, Sérvia e Roménia - bem como de antigas partes do império russo - Finlândia, Estónia, Letónia, Lituânia, Polónia e Geórgia. o Exército Vermelho incluiu, ainda, muitas unidades de voluntários "internacionais", ex-prisioneiros de guerra dos exércitos alemão, austríaco, húngaro e búlgaro. Examinar a crueldade desta guerra na qual morreram mais de dez milhões de pessoas é de vital importância. em todo o mundo, os seus horrores e destruição desencadearam o terror do bolchevismo e da vingança branca. e essa divisão criou o círculo vicioso de medo e aversão que levou à Segunda Guerra Mundial.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/russia-revolucao-e-guerra-civil-1917-1921-de-antony-beevor-7676100');
});">
Edição: Out 2012
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Mais "romance novo" do que "nouveau roman, Rumor Branco" é uma representação do mundo português de 1962 enquanto náusea. E no entanto, a polémica que à época identificou Almeida Faria como delfim do "existencialismo" (em resposta ao astuto prefácio de Vergílio Ferreira), agitou o vão fantasma das "angústias metafísicas" onde havia, na verdade, um novíssimo e torturado realismo, uma denúncia de um quotidiano opressivo, repugnante. Mas é a linguagem, antes de mais, que se revolta: a fragmentação, a pontuação escassa, a sintaxe ousada, uma partitura dissonante e ofegante de provérbios, palavras de ordem, neologismos, clichés. Uma música pós-musical, como a de Stockhausen, a que o título alude. Na década mais moderna do romance português, o jovem escritor de dezanove anos recusava uma ficção didática, previsível e de fundo otimista. Eduardo Lourenço chamou-lhe uma "literatura desenvolta", que vale tanto pelo que consegue como por aquilo que recusa. Nem gratuito nem ensimesmado, "Rumor Branco" desmultiplica-se em perspetivas agudas, do melodrama lisboeta à boémia parisiense, passando pela militância política ativa e pelo proverbial enfado dos burgueses cultos; no essencial, a sua visão é feérica, espectral, e em várias passagens o fio narrativo cede lugar a digressões poéticas soturnas. Portugal como assombração, como assombro. E uma literatura nova nos escombros de um mundo antigo.Pedro MexiaAssim, e com a responsabilidade que me pesa sobre uma experiência literária já não curta, é-me sobremaneira grato anunciar o aparecimento de um desde já invulgar escritor e, confiadamente, de um futuro grande escritor.Vergílio Ferreira"Rumor Branco" é a voz mais consoladora, veemente, solitária, contraditória e consciente dessa contradição, de todas que me têm chegado da nova geração¿ Desde Álvaro de Campos que uma tal dilacerante litania da solidão (e seu inverso fervor) não me chegava aos ouvidos. A jovem literatura está cheia desse tremendo fantasma, mas em parte alguma senti que o seu não-mundo fora de novo atravessado, e com a violência que conquista os céus.Eduardo LourençoAlmeida Faria foi génio aos dezanove anos, quando publicou "Rumor Branco", e desde então tem ousado publicar uma obra imprevisível, corajosa e inclassificável.Miguel Esteves CardosoNota sobre o autor:Almeida FariaNasceu em 1943. Aos dezanove anos publicou o seu primeiro e premiado romance, "Rumor Branco". Além de romancista, é autor de ensaios, contos, teatro. Mais recentemente publicou, a partir de um conto seu, o libreto para a cantata de Luís Tinoco "Os Passeios do Sonhador Solitário"; e "O Murmúrio do Mundo", relato ensaístico de uma viagem à Índia.Na Universidade Nova de Lisboa ensinou Estética no departamento de Filosofia e, noutros departamentos, deu cursos de Teoria da Literatura e Psicologia da Arte. Os seus romances receberam diversos prémios, estão traduzidos em muitas línguas, são estudados nos mais variados países e sobre eles há livros e teses universitárias.Fez numerosas conferências em universidades europeias, norte-americanas e brasileiras e tem artigos publicados em português, espanhol, francês, italiano, neerlandês, alemão, dinamarquês e sueco.Ao conjunto da sua obra foi atribuído o Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Évora e o Prémio Universidade de Coimbra.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Mais "romance novo" do que "nouveau roman, Rumor Branco" é uma representação do mundo português de 1962 enquanto náusea. E no entanto, a polémica que à época identificou Almeida Faria como delfim do "existencialismo" (em resposta ao astuto prefácio de Vergílio Ferreira), agitou o vão fantasma das "angústias metafísicas" onde havia, na verdade, um novíssimo e torturado realismo, uma denúncia de um quotidiano opressivo, repugnante. Mas é a linguagem, antes de mais, que se revolta: a fragmentação, a pontuação escassa, a sintaxe ousada, uma partitura dissonante e ofegante de provérbios, palavras de ordem, neologismos, clichés. Uma música pós-musical, como a de Stockhausen, a que o título alude. Na década mais moderna do romance português, o jovem escritor de dezanove anos recusava uma ficção didática, previsível e de fundo otimista. Eduardo Lourenço chamou-lhe uma "literatura desenvolta", que vale tanto pelo que consegue como por aquilo que recusa. Nem gratuito nem ensimesmado, "Rumor Branco" desmultiplica-se em perspetivas agudas, do melodrama lisboeta à boémia parisiense, passando pela militância política ativa e pelo proverbial enfado dos burgueses cultos; no essencial, a sua visão é feérica, espectral, e em várias passagens o fio narrativo cede lugar a digressões poéticas soturnas. Portugal como assombração, como assombro. E uma literatura nova nos escombros de um mundo antigo.Pedro MexiaAssim, e com a responsabilidade que me pesa sobre uma experiência literária já não curta, é-me sobremaneira grato anunciar o aparecimento de um desde já invulgar escritor e, confiadamente, de um futuro grande escritor.Vergílio Ferreira"Rumor Branco" é a voz mais consoladora, veemente, solitária, contraditória e consciente dessa contradição, de todas que me têm chegado da nova geração¿ Desde Álvaro de Campos que uma tal dilacerante litania da solidão (e seu inverso fervor) não me chegava aos ouvidos. A jovem literatura está cheia desse tremendo fantasma, mas em parte alguma senti que o seu não-mundo fora de novo atravessado, e com a violência que conquista os céus.Eduardo LourençoAlmeida Faria foi génio aos dezanove anos, quando publicou "Rumor Branco", e desde então tem ousado publicar uma obra imprevisível, corajosa e inclassificável.Miguel Esteves CardosoNota sobre o autor:Almeida FariaNasceu em 1943. Aos dezanove anos publicou o seu primeiro e premiado romance, "Rumor Branco". Além de romancista, é autor de ensaios, contos, teatro. Mais recentemente publicou, a partir de um conto seu, o libreto para a cantata de Luís Tinoco "Os Passeios do Sonhador Solitário"; e "O Murmúrio do Mundo", relato ensaístico de uma viagem à Índia.Na Universidade Nova de Lisboa ensinou Estética no departamento de Filosofia e, noutros departamentos, deu cursos de Teoria da Literatura e Psicologia da Arte. Os seus romances receberam diversos prémios, estão traduzidos em muitas línguas, são estudados nos mais variados países e sobre eles há livros e teses universitárias.Fez numerosas conferências em universidades europeias, norte-americanas e brasileiras e tem artigos publicados em português, espanhol, francês, italiano, neerlandês, alemão, dinamarquês e sueco.Ao conjunto da sua obra foi atribuído o Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Évora e o Prémio Universidade de Coimbra.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/rumor-branco-de-almeida-faria-4991573');
});">
Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Um texto brilhante, soberbo e desconcertante." - Le Figaro Na encantadora Rua Katalin, situada nas margens do Danúbio, vivem Irén, Blanka, Henriette e Bálint, quatro crianças inseparáveis que crescem na Budapeste dos anos 30, partilhando brincadeiras, segredos e sonhos. Ao entrarem na idade adulta, porém, a violenta e trágica arbitrariedade do destino irrompe pelas suas vidas, alterando também a face da cidade e do país: sucedem-se a invasão nazi, a guerra, a ocupação soviética e a Revolução Húngara de 1956. Estendendo-se da década de 1930 aos anos 60, Rua Katalin, livro premiado com o Prix Cévennes para Melhor Romance Europeu de 2007, é uma elegia à alegria e à esperança, e, simultaneamente, um retrato brilhante e, por vezes, sombrio, do poder avassalador das memórias e do tempo.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Um texto brilhante, soberbo e desconcertante." - Le Figaro Na encantadora Rua Katalin, situada nas margens do Danúbio, vivem Irén, Blanka, Henriette e Bálint, quatro crianças inseparáveis que crescem na Budapeste dos anos 30, partilhando brincadeiras, segredos e sonhos. Ao entrarem na idade adulta, porém, a violenta e trágica arbitrariedade do destino irrompe pelas suas vidas, alterando também a face da cidade e do país: sucedem-se a invasão nazi, a guerra, a ocupação soviética e a Revolução Húngara de 1956. Estendendo-se da década de 1930 aos anos 60, Rua Katalin, livro premiado com o Prix Cévennes para Melhor Romance Europeu de 2007, é uma elegia à alegria e à esperança, e, simultaneamente, um retrato brilhante e, por vezes, sombrio, do poder avassalador das memórias e do tempo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/rua-katalin-de-magda-szabo-6743247');
});">
Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Na capital francesa, vivem-se tempos de profundas transformações, com a abertura dos grandes bulevares e o despertar de uma nova corrente artística, o Impressionismo, que irá alterar o olhar dos indivíduos sobre a arte e o mundo. Mas que história de amor à distância poderão experimentar o protagonista deste romance - um diletante chamado Gustave Caillebotte, amigo e mecenas de pintores como Monet e Renoir e, afinal, ele próprio um artista de primeira linha - e a sua Autora, que há anos persegue a história deste milionário triste e decide agora escrever sobre ela? E que papel desempenha nessa relação a enigmática Helena, uma professora de História da Arte que parece saber tudo sobre Caillebotte? Combinando o impulso histórico com a tentação do fantástico, Isabel Rio Novo - duas vezes finalista do Prémio LeYa - oferece-nos com "Rua de Paris em Dia de Chuva" uma peça literária fascinante acerca do poder da arte, que a confirma como uma das vozes mais relevantes da ficção portuguesa contemporânea.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Na capital francesa, vivem-se tempos de profundas transformações, com a abertura dos grandes bulevares e o despertar de uma nova corrente artística, o Impressionismo, que irá alterar o olhar dos indivíduos sobre a arte e o mundo. Mas que história de amor à distância poderão experimentar o protagonista deste romance - um diletante chamado Gustave Caillebotte, amigo e mecenas de pintores como Monet e Renoir e, afinal, ele próprio um artista de primeira linha - e a sua Autora, que há anos persegue a história deste milionário triste e decide agora escrever sobre ela? E que papel desempenha nessa relação a enigmática Helena, uma professora de História da Arte que parece saber tudo sobre Caillebotte? Combinando o impulso histórico com a tentação do fantástico, Isabel Rio Novo - duas vezes finalista do Prémio LeYa - oferece-nos com "Rua de Paris em Dia de Chuva" uma peça literária fascinante acerca do poder da arte, que a confirma como uma das vozes mais relevantes da ficção portuguesa contemporânea.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/rua-de-paris-em-dia-de-chuva-de-isabel-rio-novo-7140133');
});">
Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"[…] O desvelamento da natureza e do valor de todos estes encontros, a que poderiam ainda juntar-se os encontros plásticos e sobretudo os musicais, reveste-se de particular importância ao longo dos textos que compõem "Rosto Precário", porque é justamente nesta composição e recomposição de vozes vindas das tradições literária e filosófica […] que se vai desenhando e descobrindo esse rosto próprio que, na origem, se quer precário na medida em que o pseudónimo do autor desempenha uma função de "ocultação" que visa suscitar um contraponto com o "desnudamento" que a poesia pressupõe. Isto porque, para Eugénio, antibiografista e fingidor, o poeta "nega onde outros afirmam, desoculta o que outros escondem", e é nesta medida que a escrita representa "uma forma de encontro com o próprio rosto". "Ecce Poeta", parece dizer cada texto. Eis o Poeta: fiel ao Homem, à Terra, à Palavra e ao seu Rosto. Nada efémero, nada precário." Joana Matos Frias, no Prefácio a esta edição
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"[…] O desvelamento da natureza e do valor de todos estes encontros, a que poderiam ainda juntar-se os encontros plásticos e sobretudo os musicais, reveste-se de particular importância ao longo dos textos que compõem "Rosto Precário", porque é justamente nesta composição e recomposição de vozes vindas das tradições literária e filosófica […] que se vai desenhando e descobrindo esse rosto próprio que, na origem, se quer precário na medida em que o pseudónimo do autor desempenha uma função de "ocultação" que visa suscitar um contraponto com o "desnudamento" que a poesia pressupõe. Isto porque, para Eugénio, antibiografista e fingidor, o poeta "nega onde outros afirmam, desoculta o que outros escondem", e é nesta medida que a escrita representa "uma forma de encontro com o próprio rosto". "Ecce Poeta", parece dizer cada texto. Eis o Poeta: fiel ao Homem, à Terra, à Palavra e ao seu Rosto. Nada efémero, nada precário." Joana Matos Frias, no Prefácio a esta edição
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/rosto-precario-de-eugenio-de-andrade-5520390');
});">
Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 452
Sinopse:
Em 1368, D. Leonor Teles de Menezes, a mulher mais desejada do Reino, casa com o morgado de Pombeiro, D. João Lourenço da Cunha. O matrimónio é imposto por seu tio, D. João Afonso Telo, conde de Barcelos. Mulher fora do tempo, aceita contrariada o casamento, que a melancolia da vida do campo não ajuda a ultrapassar. Por isso, decide abandonar o marido e parte para Lisboa, para gozar a vida de riqueza e luxúria que a Corte proporciona. Perversa e ambiciosa, não tem dificuldade em seduzir o jovem monarca, D. Fernando, alcançando, desse modo, o poder que sempre desejou. Mas a nobreza, o clero e o povo não veêm com bons olhos esta aliança de adultério com o Rei. E menos ainda quando a formosa Leonor Teles se envolve com o conde Andeiro... "Rosa Brava" é um romance baseado na investigação histórica que, por entre intrigas palacianas, traições, assassínios e guerras com Castela, reinventa, numa linguagem cativante, uma das personagens mais fascinantes da História de Portugal.
Nº Páginas: 452
Sinopse:
Em 1368, D. Leonor Teles de Menezes, a mulher mais desejada do Reino, casa com o morgado de Pombeiro, D. João Lourenço da Cunha. O matrimónio é imposto por seu tio, D. João Afonso Telo, conde de Barcelos. Mulher fora do tempo, aceita contrariada o casamento, que a melancolia da vida do campo não ajuda a ultrapassar. Por isso, decide abandonar o marido e parte para Lisboa, para gozar a vida de riqueza e luxúria que a Corte proporciona. Perversa e ambiciosa, não tem dificuldade em seduzir o jovem monarca, D. Fernando, alcançando, desse modo, o poder que sempre desejou. Mas a nobreza, o clero e o povo não veêm com bons olhos esta aliança de adultério com o Rei. E menos ainda quando a formosa Leonor Teles se envolve com o conde Andeiro... "Rosa Brava" é um romance baseado na investigação histórica que, por entre intrigas palacianas, traições, assassínios e guerras com Castela, reinventa, numa linguagem cativante, uma das personagens mais fascinantes da História de Portugal.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/rosa-brava-de-jose-manuel-saraiva-2927841');
});">
Edição: Set 2016
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Eis um livro de ficção sobre sexo. Todas as histórias nele contidas narram percalços, espantos e sobressaltos de ligações íntimas entre homens e mulheres. O que se desvenda, o que se oculta. Rasgos perversos. Permanências e rupturas. Nem sempre se encontra o que se espera, nem se espera o que se encontra. A variedade é avassaladora. A diferença inevitável. Neste jogo de corpos enlaçados, não poucas leitoras ficarão admiradas com certo olhar masculino. Talvez passem a conhecer ainda melhor outras mulheres. E os leitores também não perdem nada em saber o que pode surpreendê-los nas voltas do mundo.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Eis um livro de ficção sobre sexo. Todas as histórias nele contidas narram percalços, espantos e sobressaltos de ligações íntimas entre homens e mulheres. O que se desvenda, o que se oculta. Rasgos perversos. Permanências e rupturas. Nem sempre se encontra o que se espera, nem se espera o que se encontra. A variedade é avassaladora. A diferença inevitável. Neste jogo de corpos enlaçados, não poucas leitoras ficarão admiradas com certo olhar masculino. Talvez passem a conhecer ainda melhor outras mulheres. E os leitores também não perdem nada em saber o que pode surpreendê-los nas voltas do mundo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/ronda-das-mil-belas-em-frol-de-mario-de-carvalho-5936247');
});">
Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Com Romão e Juliana vamos ao reinado de D. João V, ele próprio protagonista de aventuras galantes, ficou célebre a que manteve com Soror Madre Paula Teresa de Almeida, Madre do Convento de Odivelas. De igual liberdade não gozam Romão e Juliana pelo que tentam vencer as barreiras em peripécias sucessivas. Fiel ao seu consagrado estilo narrativo, pleno de imaginação e humor, Mário Zambujal traz-nos uma nova e apaixonante história.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Com Romão e Juliana vamos ao reinado de D. João V, ele próprio protagonista de aventuras galantes, ficou célebre a que manteve com Soror Madre Paula Teresa de Almeida, Madre do Convento de Odivelas. De igual liberdade não gozam Romão e Juliana pelo que tentam vencer as barreiras em peripécias sucessivas. Fiel ao seu consagrado estilo narrativo, pleno de imaginação e humor, Mário Zambujal traz-nos uma nova e apaixonante história.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/romao-e-juliana-de-mario-zambujal-6020266');
});">
Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Além dos clássicos italianos primaciais (Dante, Petrarca) e dos dramaturgos franceses do século xvii (Racine, Corneille e Molière), Vasco Graça Moura também se dedicou à tradução de poetas europeus do século xx, como Rainer Maria Rilke ou Federico García Lorca. A presente tradução, que agora se publica em versão bilingue, apresenta duas vertentes da obra poética de Lorca, que se materializam em dois livros: Romanceiro Cigano, de sabor mais popular, em que se cantam o amor, a morte, o dia, a noite e a paisagem, e em que o efeito quase surrealista tem que ver com o recurso a várias tradições líricas; e Pranto por Ignacio Sánchez Mejías, poema fúnebre em memória de um toureiro célebre, com uma composição mais elaborada (em que surge, por exemplo, o decassílabo) e que Vasco Graça Moura elege como um dos grandes poemas trágicos do século xx: "Põe em presença o homem, as suas capacidades de razão, de sensibilidade e de coragem, a enfrentar a fúria bruta da irracionalidade numa coreografia da morte e do destino em quatro andamentos de extraordinária musicalidade."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Além dos clássicos italianos primaciais (Dante, Petrarca) e dos dramaturgos franceses do século xvii (Racine, Corneille e Molière), Vasco Graça Moura também se dedicou à tradução de poetas europeus do século xx, como Rainer Maria Rilke ou Federico García Lorca. A presente tradução, que agora se publica em versão bilingue, apresenta duas vertentes da obra poética de Lorca, que se materializam em dois livros: Romanceiro Cigano, de sabor mais popular, em que se cantam o amor, a morte, o dia, a noite e a paisagem, e em que o efeito quase surrealista tem que ver com o recurso a várias tradições líricas; e Pranto por Ignacio Sánchez Mejías, poema fúnebre em memória de um toureiro célebre, com uma composição mais elaborada (em que surge, por exemplo, o decassílabo) e que Vasco Graça Moura elege como um dos grandes poemas trágicos do século xx: "Põe em presença o homem, as suas capacidades de razão, de sensibilidade e de coragem, a enfrentar a fúria bruta da irracionalidade numa coreografia da morte e do destino em quatro andamentos de extraordinária musicalidade."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/romanceiro-cigano-seguido-de-pranto-por-ignacio-sanchez-mejias-de-vasco-graca-moura-6913577');
});">
Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Gemma Jericho é uma médica nova-iorquina a braços com uma filha adolescente que não lhe dá um minuto de descanso e uma mão que se preocupa com o facto de ela não ter vida própria. Por isso, quando a mãe, Nonna, recebe uma carta informando-a de que recebeu uma misteriosa herança na Toscana, Gemma, a donzela de gelo, arrisca: as três deixam para trás as precauções e partem para Itália em busca de um sonho e de uma nova vida. Mas o que as três encontram no paraíso da Toscana não é exactamente o que haviam sonhado. Afinal, a herança de Nonna, uma bela villa a necessitar de obras, pode pertencer a um americano, Ben Raphael. Entre Gemma e Ben surge de imediato uma forte atracção, mas a relação amorosa é abalada pela intensa disputa imobiliária. Será o amor de ambos suficientemente forte para resistir a todas as provações? Ou prevalecerá a força dos laços que ligam Gemma, Nonna e Livvie? Gemma terá de escolher entre o homem que ama e a herança da família. E a sua vida nunca mais será a mesma... Romance na Toscana é uma história de amor arrebatadora, marcada pela beleza daquela região italiana, onde, afinal, todos os sonhos são possíveis.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Gemma Jericho é uma médica nova-iorquina a braços com uma filha adolescente que não lhe dá um minuto de descanso e uma mão que se preocupa com o facto de ela não ter vida própria. Por isso, quando a mãe, Nonna, recebe uma carta informando-a de que recebeu uma misteriosa herança na Toscana, Gemma, a donzela de gelo, arrisca: as três deixam para trás as precauções e partem para Itália em busca de um sonho e de uma nova vida. Mas o que as três encontram no paraíso da Toscana não é exactamente o que haviam sonhado. Afinal, a herança de Nonna, uma bela villa a necessitar de obras, pode pertencer a um americano, Ben Raphael. Entre Gemma e Ben surge de imediato uma forte atracção, mas a relação amorosa é abalada pela intensa disputa imobiliária. Será o amor de ambos suficientemente forte para resistir a todas as provações? Ou prevalecerá a força dos laços que ligam Gemma, Nonna e Livvie? Gemma terá de escolher entre o homem que ama e a herança da família. E a sua vida nunca mais será a mesma... Romance na Toscana é uma história de amor arrebatadora, marcada pela beleza daquela região italiana, onde, afinal, todos os sonhos são possíveis.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/romance-na-toscana-de-elizabeth-adler-4307710');
});">
Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Passaram quinze anos desde a última vez em que Mariana e Zé Pedro estiveram juntos - tempo que poderia ter sido suficiente para fazer desmaiar os tons da paixão se os amantes fossem outros, se o sentimento não tivesse calado tão fundo nas suas almas. Mariana imaginara, milhares de vezes, o reencontro; Zé Pedro desesperara por voltar a vê-la. E, sem que nada o fizesse prever, um brevíssimo encontro, numa estação de metro apinhada de gente, vem tornar aqueles quinze anos quase irreais. Quando tudo parecia ter sido aplacado pelo tempo, quando tudo o que acontecera em Amesterdão parecia confinado ao universo das fantasias românticas e do sonho, eis que o passado ressurge e se impõe, com um ímpeto que os esmaga, que lhes revolve o coração. Mas peças no tabuleiro do jogo da vida são múltiplas e, não raras vezes, dotadas de vontade própria. A felicidade, alada e colorida, é tão apetecível quanto caprichosa - e sempre imprevisível.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Passaram quinze anos desde a última vez em que Mariana e Zé Pedro estiveram juntos - tempo que poderia ter sido suficiente para fazer desmaiar os tons da paixão se os amantes fossem outros, se o sentimento não tivesse calado tão fundo nas suas almas. Mariana imaginara, milhares de vezes, o reencontro; Zé Pedro desesperara por voltar a vê-la. E, sem que nada o fizesse prever, um brevíssimo encontro, numa estação de metro apinhada de gente, vem tornar aqueles quinze anos quase irreais. Quando tudo parecia ter sido aplacado pelo tempo, quando tudo o que acontecera em Amesterdão parecia confinado ao universo das fantasias românticas e do sonho, eis que o passado ressurge e se impõe, com um ímpeto que os esmaga, que lhes revolve o coração. Mas peças no tabuleiro do jogo da vida são múltiplas e, não raras vezes, dotadas de vontade própria. A felicidade, alada e colorida, é tão apetecível quanto caprichosa - e sempre imprevisível.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/romance-em-amesterdao-de-tiago-rebelo-5321599');
});">
Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Condenada a um quotidiano de horários rígidos e tarefas a cumprir, Cordélia desvenda-nos o que a levou, a ela e às companheiras de reclusão, a serem privadas de liberdade. A vida de Lili (nome por que Cordélia era carinhosamente tratada na infância) foi marcada sobretudo por uma grande ingenuidade, pela crueldade alheia e pelas injustiças: o desprezo da mãe, a morte prematura do pai e de uma avó que sempre a amparou, o amor não correspondido, o oportunismo da prima, a deficiência física que a faz coxear quase toda a vida, as tramas que a levam à prisão e a sua dificuldade em aceitar a pena por um crime que não cometeu. Mas ela, apesar de todo o sofrimento com que se confronta, acaba fazendo o bem, mesmo estando na miséria e infeliz. Profundamente trágica, esta é uma história sobre a solidão, a miséria e a injustiça que acompanham a vida de Cordélia, mas é também um relato de perseverança e da resiliência de quem, como nos melhores romances de cordel, só queria um final feliz.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Condenada a um quotidiano de horários rígidos e tarefas a cumprir, Cordélia desvenda-nos o que a levou, a ela e às companheiras de reclusão, a serem privadas de liberdade. A vida de Lili (nome por que Cordélia era carinhosamente tratada na infância) foi marcada sobretudo por uma grande ingenuidade, pela crueldade alheia e pelas injustiças: o desprezo da mãe, a morte prematura do pai e de uma avó que sempre a amparou, o amor não correspondido, o oportunismo da prima, a deficiência física que a faz coxear quase toda a vida, as tramas que a levam à prisão e a sua dificuldade em aceitar a pena por um crime que não cometeu. Mas ela, apesar de todo o sofrimento com que se confronta, acaba fazendo o bem, mesmo estando na miséria e infeliz. Profundamente trágica, esta é uma história sobre a solidão, a miséria e a injustiça que acompanham a vida de Cordélia, mas é também um relato de perseverança e da resiliência de quem, como nos melhores romances de cordel, só queria um final feliz.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/romance-de-cordelia-de-rosa-lobato-de-faria-6878572');
});">
Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Há muito que Tom Putnam se resignou a uma vida solitária.Os seus dias são passados a dar aulas de Inglês, a moderar as excentricidades dos colegas, e a cuidar de Marjory, a mulher neurótica que o prende num casamento disfuncional. Uma rotina ordenada e apática que corre o risco de ruir com a chegada de Rose Callahan, cuja missão é reavivar a decrépita livraria da universidade. A energia de Rose e a sua indiferença perante a rígida hierarquia académica têm o dom de despertar os espíritos mais adormecidos.A começar pelo próprio Tom, cuja vida está prestes a mudar, ainda que não da forma (romântica) com que secretamente sonha. Numa carta breve, a poetisa com quem teve um desastrado caso amoroso no passado trazlhe duas notícias. A primeira: Tom tem um filho com dez anos chamado Henry. A segunda: Henry está prestes a chegar.Tom fica nas nuvens. E não desce à Terra mesmo perante o facto (óbvio) de Henry não poder ser seu filho e o desaparecimento (definitivo) de Marjory. A verdade é que a simples presença de Rose é suficiente para lhe encher o coração de amor. Mas este sentimento, sem o qual já não imagina viver, é, ironicamente, o único com que Rose não consegue lidar. E é então que, um dia, Rose desaparece misteriosamente…
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Há muito que Tom Putnam se resignou a uma vida solitária.Os seus dias são passados a dar aulas de Inglês, a moderar as excentricidades dos colegas, e a cuidar de Marjory, a mulher neurótica que o prende num casamento disfuncional. Uma rotina ordenada e apática que corre o risco de ruir com a chegada de Rose Callahan, cuja missão é reavivar a decrépita livraria da universidade. A energia de Rose e a sua indiferença perante a rígida hierarquia académica têm o dom de despertar os espíritos mais adormecidos.A começar pelo próprio Tom, cuja vida está prestes a mudar, ainda que não da forma (romântica) com que secretamente sonha. Numa carta breve, a poetisa com quem teve um desastrado caso amoroso no passado trazlhe duas notícias. A primeira: Tom tem um filho com dez anos chamado Henry. A segunda: Henry está prestes a chegar.Tom fica nas nuvens. E não desce à Terra mesmo perante o facto (óbvio) de Henry não poder ser seu filho e o desaparecimento (definitivo) de Marjory. A verdade é que a simples presença de Rose é suficiente para lhe encher o coração de amor. Mas este sentimento, sem o qual já não imagina viver, é, ironicamente, o único com que Rose não consegue lidar. E é então que, um dia, Rose desaparece misteriosamente…
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/romance-acidental-de-martha-woodroof-5526076');
});">
Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em Roma Vitoriosa, o autor dá-nos a conhecer a origem da cidade, os sete reis, a queda da monarquia e os séculos iniciais da República. Assistimos às vicissitudes dos primeiros tempos, quando não só não era certo se Roma se tornaria grandiosa, mas se chegaria mesmo a sobreviver como cidade. Depois veremos os romanos enfrentar o grande general Pirro, começar a sua longa história de conflitos com os gauleses e disputar duas longas e terrivelmente sangrentas guerras com Cartago. Pelo meio, perceberemos como a legião romana se foi transformando numa força militar que provocou espanto e admiração e que aterrorizou o mundo, apoiada pelos engenheiros que construíram estradas, túneis, aquedutos e máquinas de guerra.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em Roma Vitoriosa, o autor dá-nos a conhecer a origem da cidade, os sete reis, a queda da monarquia e os séculos iniciais da República. Assistimos às vicissitudes dos primeiros tempos, quando não só não era certo se Roma se tornaria grandiosa, mas se chegaria mesmo a sobreviver como cidade. Depois veremos os romanos enfrentar o grande general Pirro, começar a sua longa história de conflitos com os gauleses e disputar duas longas e terrivelmente sangrentas guerras com Cartago. Pelo meio, perceberemos como a legião romana se foi transformando numa força militar que provocou espanto e admiração e que aterrorizou o mundo, apoiada pelos engenheiros que construíram estradas, túneis, aquedutos e máquinas de guerra.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/roma-vitoriosa-de-javier-negrete-7416731');
});">
Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Esta é a história do maior império que até hoje o Mundo conheceu. Nela, Simon Baker conta a história da ascensão e da queda da primeira superpotência global, concentrando-se nos seis pontos de viragem fundamentais que deram forma à história de Roma. Sejam bem vindos a uma Roma que nunca antes viram: terrível e esplêndida, enérgica e sórdida. No centro desta apaixonante narrativa histórica estão as personalidades dinâmicas e complexas, mas também imperfeitas, dos mais poderosos senhores de Roma: homens como Pompeu, o Grande, Júlio César, Augusto, Nero e Constantino. Esta soberba narrativa, repleta de energia e de imaginação, é um inteligente resumo dos mais recentes estudos e trabalhos académicos e um relato maravilhosamente evocativo da Roma Antiga.
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Esta é a história do maior império que até hoje o Mundo conheceu. Nela, Simon Baker conta a história da ascensão e da queda da primeira superpotência global, concentrando-se nos seis pontos de viragem fundamentais que deram forma à história de Roma. Sejam bem vindos a uma Roma que nunca antes viram: terrível e esplêndida, enérgica e sórdida. No centro desta apaixonante narrativa histórica estão as personalidades dinâmicas e complexas, mas também imperfeitas, dos mais poderosos senhores de Roma: homens como Pompeu, o Grande, Júlio César, Augusto, Nero e Constantino. Esta soberba narrativa, repleta de energia e de imaginação, é um inteligente resumo dos mais recentes estudos e trabalhos académicos e um relato maravilhosamente evocativo da Roma Antiga.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/roma-ascensao-e-queda-de-um-imperio-de-simon-baker-4360321');
});">
Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Rolando é um homem normal que vive uma anormalidade sem explicação. Rolando é gestor de carreira, casado, com duas filhas, casa própria e um Audi. É um homem de rotinas, hábitos e normalidades. É um homem do seu tempo, só que o tempo está a mudar e Rolando, inesperadamente, a mudar com ele. Rolando Teixo é um romance sobre a natureza de cada um, a natureza que se esconde, se nega e se olha como doença mas que às vezes se abraça - em qualquer caso, sempre com um preço.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Rolando é um homem normal que vive uma anormalidade sem explicação. Rolando é gestor de carreira, casado, com duas filhas, casa própria e um Audi. É um homem de rotinas, hábitos e normalidades. É um homem do seu tempo, só que o tempo está a mudar e Rolando, inesperadamente, a mudar com ele. Rolando Teixo é um romance sobre a natureza de cada um, a natureza que se esconde, se nega e se olha como doença mas que às vezes se abraça - em qualquer caso, sempre com um preço.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/rolando-teixo-de-pedro-bidarra-5117752');
});">
Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Um perito de arte inglês, Anthony Whitelands, chega de comboio à Madrid fervilhante de 1936. A sua tarefa é autenticar um quadro desconhecido, que pertence a um amigo de José Antonio Primo de Rivera, fundador da Falange, quadro cujo valor pode ser fundamental para apoiar uma mudança política em Espanha. Turbulentos amores, retratos fiéis dos meios sociais da época e a atmosfera tensa de aventura e de conspiração que antecede a guerra civil que se aproxima marcam este notável novo romance de Eduardo Mendoza, onde o humor e a ironia se cruzam com a gravidade da tragédia. Este romance ganhou o Prémio Planeta 2010.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Um perito de arte inglês, Anthony Whitelands, chega de comboio à Madrid fervilhante de 1936. A sua tarefa é autenticar um quadro desconhecido, que pertence a um amigo de José Antonio Primo de Rivera, fundador da Falange, quadro cujo valor pode ser fundamental para apoiar uma mudança política em Espanha. Turbulentos amores, retratos fiéis dos meios sociais da época e a atmosfera tensa de aventura e de conspiração que antecede a guerra civil que se aproxima marcam este notável novo romance de Eduardo Mendoza, onde o humor e a ironia se cruzam com a gravidade da tragédia. Este romance ganhou o Prémio Planeta 2010.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/rixa-de-gatos-de-eduardo-mendoza-4836294');
});">
