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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A derradeira obra de J. G. Ballard, inédita em Portugal. OS SUBÚRBIOS SONHAM COM A VIOLÊNCIA. Um homem armado abre fogo sobre os clientes do Metro-Centre, um gigantesco centro comercial nas imediações do aeroporto de Heathrow. Uma das vítimas é o pai de Richard Pearson, um executivo ligado à publicidade, recém-desempregado. O principal suspeito é libertado pouco tempo depois, sem qualquer acusação. Richard, determinado a desvendar o mistério que envolve o caso, começa a ter fortes suspeitas de que algo muito maior e sinistro habita na aparentemente pacata cidade de Brooklands. Ao deparar-se com um mundo neofascista onde os motins são frequentes, as comunidades imigrantes são atacadas por hooligans e os acontecimentos desportivos se transformam em comícios políticos chauvinistas, Richard conhece a verdadeira cúpula do Metro-Centre, que, acima de toda a cidade, controla a população como se transformada no olho de um todo-poderoso deus urbano. Com esta investida distópica e arrepiante - o seu último romance, inédito em Portugal -, J. G. Ballard força a sociedade moderna a olhar-se ao espelho, mostrando-lhe o rosto das forças mais perversas que atuam sob o brilho do consumismo e do patriotismo arreigado.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A derradeira obra de J. G. Ballard, inédita em Portugal. OS SUBÚRBIOS SONHAM COM A VIOLÊNCIA. Um homem armado abre fogo sobre os clientes do Metro-Centre, um gigantesco centro comercial nas imediações do aeroporto de Heathrow. Uma das vítimas é o pai de Richard Pearson, um executivo ligado à publicidade, recém-desempregado. O principal suspeito é libertado pouco tempo depois, sem qualquer acusação. Richard, determinado a desvendar o mistério que envolve o caso, começa a ter fortes suspeitas de que algo muito maior e sinistro habita na aparentemente pacata cidade de Brooklands. Ao deparar-se com um mundo neofascista onde os motins são frequentes, as comunidades imigrantes são atacadas por hooligans e os acontecimentos desportivos se transformam em comícios políticos chauvinistas, Richard conhece a verdadeira cúpula do Metro-Centre, que, acima de toda a cidade, controla a população como se transformada no olho de um todo-poderoso deus urbano. Com esta investida distópica e arrepiante - o seu último romance, inédito em Portugal -, J. G. Ballard força a sociedade moderna a olhar-se ao espelho, mostrando-lhe o rosto das forças mais perversas que atuam sob o brilho do consumismo e do patriotismo arreigado.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
História íntima do rio do autor, o Douro destas páginas, muito longe do cartão de visita dos dias de hoje, surge como um enigma de dimensão mágica que invade a própria linguagem de que se faz este livro. Fantasmagoria que encerra em si algo de sagrado, puro, pode ser lido como num sonho, as personagens pairando sobre as palavras sem um traçado completamente definido. Há, no entanto, um triângulo que podemos identificar: Aníbal, Catarina - o vestido branco, claro, comprido, as rendas, os braços nus - e Henrique, cujo destino, entregue à vontade da poeira e dos ventos, não resistirá ao chamamento do rio. Publicado originalmente há trinta anos, neste que foi o seu primeiro romance, Francisco José Viegas regressa, com o rio para lá da janela do comboio, às memórias da sua infância, aos seus cheiros e sons, à terra e às suas vozes. Uma homenagem aos segredos e à vida do Douro, que indicia pistas de uma carreira literária que o futuro veio a confirmar e de um género que viria a reinventar à sua medida, o policial. "Podes vasculhar por toda a eternidade em baús cheios de fotografias antigas, pequenas e grandes maravilhas, arquivos e papéis velhos, o rosto dela está aí: um anjo bate as asas levemente, o seu rosto é o de uma mulher cuja melancolia arrasta consigo a poeira da tarde. Quando o viste pela primeira vez?"
Nº Páginas: 144
Sinopse:
História íntima do rio do autor, o Douro destas páginas, muito longe do cartão de visita dos dias de hoje, surge como um enigma de dimensão mágica que invade a própria linguagem de que se faz este livro. Fantasmagoria que encerra em si algo de sagrado, puro, pode ser lido como num sonho, as personagens pairando sobre as palavras sem um traçado completamente definido. Há, no entanto, um triângulo que podemos identificar: Aníbal, Catarina - o vestido branco, claro, comprido, as rendas, os braços nus - e Henrique, cujo destino, entregue à vontade da poeira e dos ventos, não resistirá ao chamamento do rio. Publicado originalmente há trinta anos, neste que foi o seu primeiro romance, Francisco José Viegas regressa, com o rio para lá da janela do comboio, às memórias da sua infância, aos seus cheiros e sons, à terra e às suas vozes. Uma homenagem aos segredos e à vida do Douro, que indicia pistas de uma carreira literária que o futuro veio a confirmar e de um género que viria a reinventar à sua medida, o policial. "Podes vasculhar por toda a eternidade em baús cheios de fotografias antigas, pequenas e grandes maravilhas, arquivos e papéis velhos, o rosto dela está aí: um anjo bate as asas levemente, o seu rosto é o de uma mulher cuja melancolia arrasta consigo a poeira da tarde. Quando o viste pela primeira vez?"
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"De modo que da Boa Vista da minha infânciapouco mais já resta que o prazer de usar o tempo.É uma noção do tempo em que o hoje e o amanhã,o agora e o mais daqui a bocado, continuam significando a mesmíssima coisa. E quando para lá ia em férias,ia sobretudo em busca desse tempo sem relógio,que é nosso e está por nossa conta.""O quebranto era suspeitado quando uma criança ficava de repente com o corpo esmorecido, sobretudo se era uma criança no geral irrequieta ou traquinas. Mas de repente ficava calada, ensimesmada, quase a querer esconder-se pelos cantos da casa, perdida a vivacidade e a capacidade de fazer terribezas. Nesses casos […] decidia-se que a criança tinha sido quebrantada […].
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"De modo que da Boa Vista da minha infânciapouco mais já resta que o prazer de usar o tempo.É uma noção do tempo em que o hoje e o amanhã,o agora e o mais daqui a bocado, continuam significando a mesmíssima coisa. E quando para lá ia em férias,ia sobretudo em busca desse tempo sem relógio,que é nosso e está por nossa conta.""O quebranto era suspeitado quando uma criança ficava de repente com o corpo esmorecido, sobretudo se era uma criança no geral irrequieta ou traquinas. Mas de repente ficava calada, ensimesmada, quase a querer esconder-se pelos cantos da casa, perdida a vivacidade e a capacidade de fazer terribezas. Nesses casos […] decidia-se que a criança tinha sido quebrantada […].
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O passado e o presente estão entrelaçados nesta história de amor eterno, onde a sombra da bruxaria e a ganância do homem são derrotadas pela paixão de uma mulher que transcende o espaço e o tempo. Brianda, uma jovem engenheira, deixa uma vida agitada em Madrid para regressar temporariamente à sua casa de infãncia, situada numa aldeia fria e isolada nos Pirenéus. Aí algo a impele a explorar as suas raízes e a descobrir um segredo de família e um novo interesse amoroso, o enigmático Corso, que desafia o destino ao restaurar a mansão negligenciada que herdou. O mistério adensa-se quando Brianda descobre outra mulher com o mesmo nome nos arquivos da aldeia, uma mulher que viveu quatro séculos antes e desafiou convenções. Numa terra convulsionada por guerras, vinte e quatro mulheres foram acusadas num dos epis)dios mais dramáticos da história da feitiçaria espanhola. Entre elas está Brianda, que se torna um alvo e faz uma promessa ao seu verdadeiro amor, uma promessa que pode não viver para cumprir.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O passado e o presente estão entrelaçados nesta história de amor eterno, onde a sombra da bruxaria e a ganância do homem são derrotadas pela paixão de uma mulher que transcende o espaço e o tempo. Brianda, uma jovem engenheira, deixa uma vida agitada em Madrid para regressar temporariamente à sua casa de infãncia, situada numa aldeia fria e isolada nos Pirenéus. Aí algo a impele a explorar as suas raízes e a descobrir um segredo de família e um novo interesse amoroso, o enigmático Corso, que desafia o destino ao restaurar a mansão negligenciada que herdou. O mistério adensa-se quando Brianda descobre outra mulher com o mesmo nome nos arquivos da aldeia, uma mulher que viveu quatro séculos antes e desafiou convenções. Numa terra convulsionada por guerras, vinte e quatro mulheres foram acusadas num dos epis)dios mais dramáticos da história da feitiçaria espanhola. Entre elas está Brianda, que se torna um alvo e faz uma promessa ao seu verdadeiro amor, uma promessa que pode não viver para cumprir.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Um ensaio notável que entrelaça escrita autobiográfica com reflexão sociológica. Ao analisar a história da sua família e a vida social e intelectual a partir de 1950, Didier Eribon procura também explicar muitas das questões do nosso tempo, nomeadamente por que motivo grande parte da classe trabalhadora francesa se virou para a Frente Nacional. Após a morte do pai, o filósofo francês Didier Eribon regressa à sua terra natal, Reims, e reencontra o ambiente de classe trabalhadora que havia deixado trinta anos antes ao voltar costas ao passado. Aos poucos, vai-se apercebendo de que a rutura com a família não se explica nem pela sua homossexualidade nem pela homofobia do ambiente doméstico, mas pela vergonha que tem da sua origem social. Eribon decide então mergulhar no passado e traçar a história da sua família. Evocando o mundo operário da sua infância e reconstituindo a sua ascensão social, o autor mistura, em cada etapa dessa narrativa íntima e comovente, os elementos de uma reflexão sobre classes sociais, o sistema escolar, a criação de identidades, a sexualidade e a diferença de género, a política, a democracia e a mudança de padrões de voto da classe trabalhadora - refletida pela própria família de Eribon, que alterou a sua lealdade do Partido Comunista para o de Le Pen.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Um ensaio notável que entrelaça escrita autobiográfica com reflexão sociológica. Ao analisar a história da sua família e a vida social e intelectual a partir de 1950, Didier Eribon procura também explicar muitas das questões do nosso tempo, nomeadamente por que motivo grande parte da classe trabalhadora francesa se virou para a Frente Nacional. Após a morte do pai, o filósofo francês Didier Eribon regressa à sua terra natal, Reims, e reencontra o ambiente de classe trabalhadora que havia deixado trinta anos antes ao voltar costas ao passado. Aos poucos, vai-se apercebendo de que a rutura com a família não se explica nem pela sua homossexualidade nem pela homofobia do ambiente doméstico, mas pela vergonha que tem da sua origem social. Eribon decide então mergulhar no passado e traçar a história da sua família. Evocando o mundo operário da sua infância e reconstituindo a sua ascensão social, o autor mistura, em cada etapa dessa narrativa íntima e comovente, os elementos de uma reflexão sobre classes sociais, o sistema escolar, a criação de identidades, a sexualidade e a diferença de género, a política, a democracia e a mudança de padrões de voto da classe trabalhadora - refletida pela própria família de Eribon, que alterou a sua lealdade do Partido Comunista para o de Le Pen.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Em 1995, Bill Bryson fez uma viagem por Inglaterra com o intuito de explorar a paisagem verdejante e agradável. Crónicas de Uma Pequena Ilha foi o resultado dessa viagem, um dos retratos mais precisos e hilariantes do Reino Unido alguma vez escritos. Duas décadas mais tarde, Bryson (que agora tem nacionalidade britânica) parte de novo para redescobrir o seu país adotivo. Ao longo destas páginas atravessa o território em linha reta e, pelo caminho, mostra-nos todos os pubs, vilas de pedra e fraquezas humanas. Seja evitando um ataque de vacas em Torcross, perdendo-se na H&M em Kensington High Street ou, com maior gravidade, contemplando o futuro das maravilhas naturais da nação face a um desenvolvimento agressivo, Bryson guia-nos pelo velho e pelo novo com pormenores vívidos e um humor irresistível. Irreverente, adorável e hilariante, Regresso à Pequena Ilha é um tributo ao seu país de adoção.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Em 1995, Bill Bryson fez uma viagem por Inglaterra com o intuito de explorar a paisagem verdejante e agradável. Crónicas de Uma Pequena Ilha foi o resultado dessa viagem, um dos retratos mais precisos e hilariantes do Reino Unido alguma vez escritos. Duas décadas mais tarde, Bryson (que agora tem nacionalidade britânica) parte de novo para redescobrir o seu país adotivo. Ao longo destas páginas atravessa o território em linha reta e, pelo caminho, mostra-nos todos os pubs, vilas de pedra e fraquezas humanas. Seja evitando um ataque de vacas em Torcross, perdendo-se na H&M em Kensington High Street ou, com maior gravidade, contemplando o futuro das maravilhas naturais da nação face a um desenvolvimento agressivo, Bryson guia-nos pelo velho e pelo novo com pormenores vívidos e um humor irresistível. Irreverente, adorável e hilariante, Regresso à Pequena Ilha é um tributo ao seu país de adoção.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 120
Sinopse:
O novo livro de José Luís Peixoto fala-nos das quatro paredes de uma casa - e de todas as suas recordações em tempo de pandemia. Evoca a solidão, o isolamento, as portas fechadas, mas também a solidariedade das recordações: a mãe, o pai, os aromas, a família, a aldeia, o amor. Há espaço para a recordação da infância como para a peregrinação pelo mundo inteiro, como um Ulisses em viagem perpétua, rodeado de objetos próximos e voltado para dentro, para o lugar onde se regressa sempre: a casa. "As estantes são ruas. Os livros são casas onde podemos entrar ou que podemos imaginar a partir de fora. Há livros que visitámos e há livros onde vivemos durante certas idades, conhecemos cada uma das suas divisões, trancámo-nos por dentro. Fomos jovens durante tantos capítulos mas, de repente, um dia, apercebemo-nos de que restavam cada vez menos páginas entre o polegar e o indicador."
Nº Páginas: 120
Sinopse:
O novo livro de José Luís Peixoto fala-nos das quatro paredes de uma casa - e de todas as suas recordações em tempo de pandemia. Evoca a solidão, o isolamento, as portas fechadas, mas também a solidariedade das recordações: a mãe, o pai, os aromas, a família, a aldeia, o amor. Há espaço para a recordação da infância como para a peregrinação pelo mundo inteiro, como um Ulisses em viagem perpétua, rodeado de objetos próximos e voltado para dentro, para o lugar onde se regressa sempre: a casa. "As estantes são ruas. Os livros são casas onde podemos entrar ou que podemos imaginar a partir de fora. Há livros que visitámos e há livros onde vivemos durante certas idades, conhecemos cada uma das suas divisões, trancámo-nos por dentro. Fomos jovens durante tantos capítulos mas, de repente, um dia, apercebemo-nos de que restavam cada vez menos páginas entre o polegar e o indicador."
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Jo Ellen, fotógrafa de renome, pensava ter fugido à casa chamada Refúgio há muito tempo. Ali passara os seus anos mais tristes, depois do desaparecimento inesperado da mãe. Contudo, a casa que encima as praias exóticas de uma ilha ao largo da Geórgia continua a assombrá-la. E agora, mais assustadoras ainda são as fotografias que alguém lhe começa a enviar: primeiros planos sinistros e puros, culminando no retrato mais chocante de todos, o da mãe… nua, bela e morta. Jo terá de regressar à ilha da sua infância e à família que procurou esquecer. Com a ajuda de um homem, descobrirá toda a verdade sobre o seu trágico passado. Mas o seu Refúgio pode revelar-se o local mais perigoso de todos…
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Jo Ellen, fotógrafa de renome, pensava ter fugido à casa chamada Refúgio há muito tempo. Ali passara os seus anos mais tristes, depois do desaparecimento inesperado da mãe. Contudo, a casa que encima as praias exóticas de uma ilha ao largo da Geórgia continua a assombrá-la. E agora, mais assustadoras ainda são as fotografias que alguém lhe começa a enviar: primeiros planos sinistros e puros, culminando no retrato mais chocante de todos, o da mãe… nua, bela e morta. Jo terá de regressar à ilha da sua infância e à família que procurou esquecer. Com a ajuda de um homem, descobrirá toda a verdade sobre o seu trágico passado. Mas o seu Refúgio pode revelar-se o local mais perigoso de todos…
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Estes invasores tinham vindo conquistar a nossa terra e, agora, nunca mais regressariam a casa. Ao ouvir aquelas mulheres de olhos negros, estremecia de prazer no escuro, e parecia-me que nunca iria conseguir contar histórias como aquelas." Um refugiado vietnamita que sofre um violento choque cultural ao ver-se a viver com um casal homossexual em São Francisco, uma mulher cujo marido demente a confunde com uma antiga amante, uma rapariga da Cidade de Ho Chi Minh que reencontra a irmã recém-chegada dos Estados Unidos, a quem, ao contrário de si, tudo correu bem — todos eles são ecos de um mundo em que as fronteiras, aparentemente ténues, são muros difíceis de ultrapassar. Neste volume de contos, escrito ao longo de vinte anos, Viet Thanh Nguyen, vencedor do prémio Pulitzer, dá voz àqueles que, por fuga ou sonho, vivem entre dois mundos: o local onde nasceram e o país onde se encontram. Oportuno, direto e de uma rara sensibilidade, Refugiados é uma exploração preciosa das questões em redor da identidade, do amor e da família.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Estes invasores tinham vindo conquistar a nossa terra e, agora, nunca mais regressariam a casa. Ao ouvir aquelas mulheres de olhos negros, estremecia de prazer no escuro, e parecia-me que nunca iria conseguir contar histórias como aquelas." Um refugiado vietnamita que sofre um violento choque cultural ao ver-se a viver com um casal homossexual em São Francisco, uma mulher cujo marido demente a confunde com uma antiga amante, uma rapariga da Cidade de Ho Chi Minh que reencontra a irmã recém-chegada dos Estados Unidos, a quem, ao contrário de si, tudo correu bem — todos eles são ecos de um mundo em que as fronteiras, aparentemente ténues, são muros difíceis de ultrapassar. Neste volume de contos, escrito ao longo de vinte anos, Viet Thanh Nguyen, vencedor do prémio Pulitzer, dá voz àqueles que, por fuga ou sonho, vivem entre dois mundos: o local onde nasceram e o país onde se encontram. Oportuno, direto e de uma rara sensibilidade, Refugiados é uma exploração preciosa das questões em redor da identidade, do amor e da família.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Hoje, uma em cada 113 pessoas na Terra está deslocada, refugiada ou à espera de asilo. É a maior crise migratória forçada desde a Segunda Guerra Mundial: 65,6 milhões de seres humanos precisam de ajuda e protecção. E eles podem ajudar-nos mais do que parece. Afinal, Albert Einstein, Sigmund Freud, Victor Hugo, Karl Popper eram refugiados. Conheça a história de superação de 50 refugiados que fizeram do nosso mundo, um mundo melhor. O mundo ajudou-os, eles devolveram em dobro a ajuda que receberam.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Hoje, uma em cada 113 pessoas na Terra está deslocada, refugiada ou à espera de asilo. É a maior crise migratória forçada desde a Segunda Guerra Mundial: 65,6 milhões de seres humanos precisam de ajuda e protecção. E eles podem ajudar-nos mais do que parece. Afinal, Albert Einstein, Sigmund Freud, Victor Hugo, Karl Popper eram refugiados. Conheça a história de superação de 50 refugiados que fizeram do nosso mundo, um mundo melhor. O mundo ajudou-os, eles devolveram em dobro a ajuda que receberam.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O que sabemos de um escritor é nada se não o lermos. Este escritor, que gostava de saltimbancos e de actores, que gostava do tempo e do tabaco, que gostava dos cantos de Lisboa e dos cantos das sereias, deixounos esta espécie de autobiografia reduzida e quase final. E um discurso com destinatário." - Clara Ferreira Alves, no Prefácio
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O que sabemos de um escritor é nada se não o lermos. Este escritor, que gostava de saltimbancos e de actores, que gostava do tempo e do tabaco, que gostava dos cantos de Lisboa e dos cantos das sereias, deixounos esta espécie de autobiografia reduzida e quase final. E um discurso com destinatário." - Clara Ferreira Alves, no Prefácio
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Edição: Nov 2002
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O amor é uma coisa que há em Coimbra quando os estudantes tocam guitarra e passeiam com umas coisas que há lá e que eu não sei o que são chamadas tricanas mas depois os estudantes acabam os exames e vêm para Lisboa e não pensam mais no amor e casam eu sei estas coisas porque oiço o rádio da vizinha que está sempre a tocar muito alto mas não conheço ninguém que tivesse guitarra em Coimbra e por isso não sei muito bem o que é o amor e a que sabe mas sei outras coisas porque sou de Olhão como diz a minha professora que é a D.Eugénia..."Durante muitos anos esgotado, "As Redacções da Guidinha" é uma compilação de algumas das melhores crónicas de crítica social escritas por Luís de Sttau Monteiro e publicadas, entre 1969 e 1970, no Diário de Lisboa.Um conjunto de saborosas crónicas de crítica de costumes, na forma de redacções escritas por uma adolescente - a Guidinha, que liberta das amarras da pontuação, ao sabor do seu espírito ingénuo, mas observador e arguto, nos lança, com apuradíssimo sentido das contradições sociais, para a evidência, umas vezes confrangedora outras vezes risível, da natureza e da condição humanas.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O amor é uma coisa que há em Coimbra quando os estudantes tocam guitarra e passeiam com umas coisas que há lá e que eu não sei o que são chamadas tricanas mas depois os estudantes acabam os exames e vêm para Lisboa e não pensam mais no amor e casam eu sei estas coisas porque oiço o rádio da vizinha que está sempre a tocar muito alto mas não conheço ninguém que tivesse guitarra em Coimbra e por isso não sei muito bem o que é o amor e a que sabe mas sei outras coisas porque sou de Olhão como diz a minha professora que é a D.Eugénia..."Durante muitos anos esgotado, "As Redacções da Guidinha" é uma compilação de algumas das melhores crónicas de crítica social escritas por Luís de Sttau Monteiro e publicadas, entre 1969 e 1970, no Diário de Lisboa.Um conjunto de saborosas crónicas de crítica de costumes, na forma de redacções escritas por uma adolescente - a Guidinha, que liberta das amarras da pontuação, ao sabor do seu espírito ingénuo, mas observador e arguto, nos lança, com apuradíssimo sentido das contradições sociais, para a evidência, umas vezes confrangedora outras vezes risível, da natureza e da condição humanas.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Após a publicação de De Passagem em 2018, considerado por alguns críticos como o melhor livro de poesia publicado nesse ano, Rectificação da Linha Geral é o mais recente livro de José Alberto Oliveira, do qual aqui deixamos um poema: ARCHIE SHEPP Digam o que disserem os pirrónicos, os diletantes, os libertinos, mesmo os ateus, é límpido que a vida tem sentido: ouvir Archie Shepp, beber whisky, fumar cigarros, escrever propostas que não afirmo...
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Após a publicação de De Passagem em 2018, considerado por alguns críticos como o melhor livro de poesia publicado nesse ano, Rectificação da Linha Geral é o mais recente livro de José Alberto Oliveira, do qual aqui deixamos um poema: ARCHIE SHEPP Digam o que disserem os pirrónicos, os diletantes, os libertinos, mesmo os ateus, é límpido que a vida tem sentido: ouvir Archie Shepp, beber whisky, fumar cigarros, escrever propostas que não afirmo...
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro tremendamente humano e real que descreve as peripécias de um grupo de crianças num barco até à sua chegada ao México, acolhidas pelo governo de Cárdenas. As "Crianças de Morelia" eram um grupo de 456 menores de idade enviado de Espanha para o México em plena Guerra Civil.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro tremendamente humano e real que descreve as peripécias de um grupo de crianças num barco até à sua chegada ao México, acolhidas pelo governo de Cárdenas. As "Crianças de Morelia" eram um grupo de 456 menores de idade enviado de Espanha para o México em plena Guerra Civil.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Com 23 anos e o objectivo de escrever um livro, S. H. troca o interior rural dos Estados Unidos por um esquálido apartamento na exuberante Nova Iorque do final dos anos 70. Todos os dias, para combater a solidão e a fome, a rapariga parte à descoberta da cidade, que na época é suja e perigosa e repleta de aventuras. Tem como única companhia os heróis literários da sua adolescência - Dom Quixote e Tristram Shandy - e a voz de uma vizinha, Lucy Brite, que todas as noites lhe chega através da parede da sala, entoando um triste cântico e longos monólogos bizarros, que S. H. aponta num diário. A misteriosa Lucy rapidamente se torna uma obsessão. Quarenta anos depois, a reputada escritora S. H. encontra o seu velho diário e o rascunho de um romance inacabado. Justapondo os diversos textos, ela cria um diálogo entre os seus diferentes "eus" ao longo das décadas, num jogo que transforma a narradora - e o leitor - numa espécie de Sherlock Holmes (S.H.) em busca da verdade possível entre a memória e a imaginação. Neste "retrato da artista enquanto jovem", misto de thriller psicológico e bildungsroman, Siri Hustvedt questiona a nossa relação com a realidade, a capacidade da arte de mudar a nossa percepção do mundo, os limites da ficção e os mistérios da personalidade e da memória. Um romance profundamente feminista, que analisa o papel da mulher na sociedade patriarcal e as diferentes formas de violência a que está sujeita, e recupera uma figura fascinante da História, a excêntrica baronesa Elsa von Freytag-Loringhoven, a artista dadaísta de cuja obra Marcel Duchamp se apropriou.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Com 23 anos e o objectivo de escrever um livro, S. H. troca o interior rural dos Estados Unidos por um esquálido apartamento na exuberante Nova Iorque do final dos anos 70. Todos os dias, para combater a solidão e a fome, a rapariga parte à descoberta da cidade, que na época é suja e perigosa e repleta de aventuras. Tem como única companhia os heróis literários da sua adolescência - Dom Quixote e Tristram Shandy - e a voz de uma vizinha, Lucy Brite, que todas as noites lhe chega através da parede da sala, entoando um triste cântico e longos monólogos bizarros, que S. H. aponta num diário. A misteriosa Lucy rapidamente se torna uma obsessão. Quarenta anos depois, a reputada escritora S. H. encontra o seu velho diário e o rascunho de um romance inacabado. Justapondo os diversos textos, ela cria um diálogo entre os seus diferentes "eus" ao longo das décadas, num jogo que transforma a narradora - e o leitor - numa espécie de Sherlock Holmes (S.H.) em busca da verdade possível entre a memória e a imaginação. Neste "retrato da artista enquanto jovem", misto de thriller psicológico e bildungsroman, Siri Hustvedt questiona a nossa relação com a realidade, a capacidade da arte de mudar a nossa percepção do mundo, os limites da ficção e os mistérios da personalidade e da memória. Um romance profundamente feminista, que analisa o papel da mulher na sociedade patriarcal e as diferentes formas de violência a que está sujeita, e recupera uma figura fascinante da História, a excêntrica baronesa Elsa von Freytag-Loringhoven, a artista dadaísta de cuja obra Marcel Duchamp se apropriou.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Eve Dallas enfrenta os seus demónios pessoais, num arrepiante regresso ao passado. A tenente Eve Dallas é uma profissional que enfrenta qualquer homicídio sem pestanejar, mas quando Trudy Lombard regressa à sua vida, todo o seu mundo parece desmoronar. De repente, Eve revive o passado, os dias em que era uma criança vulnerável e traumatizada, entregue a uma família de acolhimento e a uma mulher louca que agora lhe sorri. Trudy quer apenas saber como Eve está, mas o protetor marido da tenente, Roarke, desconfia deste regresso. A sua suspeita confirma-se quando é alvo de uma tentativa de chantagem - se não pagar, o mundo ficará a saber dos detalhes sórdidos da infância da sua mulher. Quando Trudy aparece morta, Eve torna-se na principal suspeita, mas ela não foi a única a sofrer às mãos daquela mulher. Para descobrirem o assassino, Eve e Roarke seguem um caminho sinuoso e perigoso que os levará a uma revelação surpreendente.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Eve Dallas enfrenta os seus demónios pessoais, num arrepiante regresso ao passado. A tenente Eve Dallas é uma profissional que enfrenta qualquer homicídio sem pestanejar, mas quando Trudy Lombard regressa à sua vida, todo o seu mundo parece desmoronar. De repente, Eve revive o passado, os dias em que era uma criança vulnerável e traumatizada, entregue a uma família de acolhimento e a uma mulher louca que agora lhe sorri. Trudy quer apenas saber como Eve está, mas o protetor marido da tenente, Roarke, desconfia deste regresso. A sua suspeita confirma-se quando é alvo de uma tentativa de chantagem - se não pagar, o mundo ficará a saber dos detalhes sórdidos da infância da sua mulher. Quando Trudy aparece morta, Eve torna-se na principal suspeita, mas ela não foi a única a sofrer às mãos daquela mulher. Para descobrirem o assassino, Eve e Roarke seguem um caminho sinuoso e perigoso que os levará a uma revelação surpreendente.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Todos nós temos a fé e a esperança de que o amor consiga ultrapassar todos os obstáculos, e que dure através do tempo e até para além da vida. Mas será que outras forças da alma humana, mais obscuras e negativas, também podem perdurar e impor-se ao espírito ao longo de várias vidas? Reconciliação é um romance espírita que aborda precisamente esse tema: a força do medo, do ódio e da vingança, confrontada com o poder espiritual do amor e do perdão. Ao longo destas páginas, é relatada a história de três pessoas e do caminho que as suas almas percorrem. Manuel é marido de Manuela e pai de Raul. Um dia, num acesso de raiva, assassina cruelmente a mulher e o filho. Ao despertar para a vida espiritual, Raul liberta-se do ódio que sentia pelo pai, mas a sua mãe não o consegue fazer, continuando prisioneira de um forte desejo de vingança. Progredindo no seu caminho espiritual, Raul sente que tem ainda lições de vida para aprender e pede para reencarnar. A providência oferece-lhe uma oportunidade única: ele reencarna como filho de Manuel, novamente. Com a sua capacidade de perdão posta à prova, conseguirá Raul gerar paz para si e para aqueles que ama? Um relato espírita apaixonante e complexo.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Todos nós temos a fé e a esperança de que o amor consiga ultrapassar todos os obstáculos, e que dure através do tempo e até para além da vida. Mas será que outras forças da alma humana, mais obscuras e negativas, também podem perdurar e impor-se ao espírito ao longo de várias vidas? Reconciliação é um romance espírita que aborda precisamente esse tema: a força do medo, do ódio e da vingança, confrontada com o poder espiritual do amor e do perdão. Ao longo destas páginas, é relatada a história de três pessoas e do caminho que as suas almas percorrem. Manuel é marido de Manuela e pai de Raul. Um dia, num acesso de raiva, assassina cruelmente a mulher e o filho. Ao despertar para a vida espiritual, Raul liberta-se do ódio que sentia pelo pai, mas a sua mãe não o consegue fazer, continuando prisioneira de um forte desejo de vingança. Progredindo no seu caminho espiritual, Raul sente que tem ainda lições de vida para aprender e pede para reencarnar. A providência oferece-lhe uma oportunidade única: ele reencarna como filho de Manuel, novamente. Com a sua capacidade de perdão posta à prova, conseguirá Raul gerar paz para si e para aqueles que ama? Um relato espírita apaixonante e complexo.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Uma mulher que se rebela desde a adolescência contra aquilo que lhe é imposto socialmente conta-nos a sua história, sem autocomplacência nem piedade. Uma história que poderia ser banal, transformada por Cristina Carvalho num romance poderoso e inesquecível em torno dos limites da violência e da liberdade.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Uma mulher que se rebela desde a adolescência contra aquilo que lhe é imposto socialmente conta-nos a sua história, sem autocomplacência nem piedade. Uma história que poderia ser banal, transformada por Cristina Carvalho num romance poderoso e inesquecível em torno dos limites da violência e da liberdade.
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Edição: Out 2008
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Mestre das paixões, neste romance Sándor Márai dedica-se não aos triângulos amorosos mas a outras questões igualmente susceptíveis de despertar emoções fortes: o que une um grupo de jovens revoltados contra tudo e a tudo dispostos. E arrisca-se a levar o leitor ao centro de um enredo de erros e fúrias, cumplicidades e traições, sofrimento e cobardia -de inconfessáveis atracçõese de ambíguas repulsas. Porque trata das vicissitudes e aventuras de um grupo de rapazes, ou melhor, um bando, como se definem a si próprios, no final da Primavera de 1918, numa pequena cidade da Hungria distante da frente e onde a vida, aparentemente calma, é profundamente abalada pela guerra. Entregues a si próprios enquanto os pais combatem na frente, estes rapazes decidem libertar os demónios da sua revolta impelidos por um ódio ardente contra o mundo, pela sua imaginação e pela sua arrogância -e também por um erotismo, tão mais aceso quanto mais implícito -, deixando a guerra para o mundo dos adultos e inventando jogos demasiado perigosos. Um obscuro actorque se torna o seu mentor oculto, envolvendo-os nas suas perversas tramóias, acabará conduzindo-os a um trágico e inevitável epílogo.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Mestre das paixões, neste romance Sándor Márai dedica-se não aos triângulos amorosos mas a outras questões igualmente susceptíveis de despertar emoções fortes: o que une um grupo de jovens revoltados contra tudo e a tudo dispostos. E arrisca-se a levar o leitor ao centro de um enredo de erros e fúrias, cumplicidades e traições, sofrimento e cobardia -de inconfessáveis atracçõese de ambíguas repulsas. Porque trata das vicissitudes e aventuras de um grupo de rapazes, ou melhor, um bando, como se definem a si próprios, no final da Primavera de 1918, numa pequena cidade da Hungria distante da frente e onde a vida, aparentemente calma, é profundamente abalada pela guerra. Entregues a si próprios enquanto os pais combatem na frente, estes rapazes decidem libertar os demónios da sua revolta impelidos por um ódio ardente contra o mundo, pela sua imaginação e pela sua arrogância -e também por um erotismo, tão mais aceso quanto mais implícito -, deixando a guerra para o mundo dos adultos e inventando jogos demasiado perigosos. Um obscuro actorque se torna o seu mentor oculto, envolvendo-os nas suas perversas tramóias, acabará conduzindo-os a um trágico e inevitável epílogo.
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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 140
Sinopse:
A Senhorinha Jessie Walcott, filha do fazendeiro norte-americano em Cuba Steven Walcott, está noiva do romancista Harry Price, mas é cobiçada pelo rico cubano Juan Navarros. Na viagem pelo Atlântico em busca de assunto para novo romance, Price naufraga e desaparece na escuridão da noite. A partir de então, as peripécias rocambolescas e perigos por que Jessie passa sucedem-se, marcadas pelo talento narrativo de Fernando Campos. Entra então em cena misterioso cavalheiro que surge no ultimo momento e que dá nome ao romance: Sir Ravengar.
Nº Páginas: 140
Sinopse:
A Senhorinha Jessie Walcott, filha do fazendeiro norte-americano em Cuba Steven Walcott, está noiva do romancista Harry Price, mas é cobiçada pelo rico cubano Juan Navarros. Na viagem pelo Atlântico em busca de assunto para novo romance, Price naufraga e desaparece na escuridão da noite. A partir de então, as peripécias rocambolescas e perigos por que Jessie passa sucedem-se, marcadas pelo talento narrativo de Fernando Campos. Entra então em cena misterioso cavalheiro que surge no ultimo momento e que dá nome ao romance: Sir Ravengar.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Em Florença, na célebre Galeria Uffizi, estão expostas ilustrações de Botticelli de valor incalculável. Pertencem ao professor de literatura Gabriel Emerson que acedeu ao pedido da esposa em partilhar com o mundo a beleza das obras de arte. Quando as ilustrações são roubadas, a principal suspeita é Raven Wood, uma jovem restauradora de arte que trabalha na galeria. Desesperada por limpar o seu nome, descobre que uma figura misteriosa conhecida como o Príncipe de Florença governa o submundo da cidade. Ele é perigoso, letal e tudo o que deseja é vingança contra Gabriel e Julianne. Para salvar as suas vidas, Raven terá de enfrentar um mundo de sombras e desafiar a autoridade do Príncipe. Mas será ela capaz de decifrar os enigmas da noite e revelar a verdade?
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Em Florença, na célebre Galeria Uffizi, estão expostas ilustrações de Botticelli de valor incalculável. Pertencem ao professor de literatura Gabriel Emerson que acedeu ao pedido da esposa em partilhar com o mundo a beleza das obras de arte. Quando as ilustrações são roubadas, a principal suspeita é Raven Wood, uma jovem restauradora de arte que trabalha na galeria. Desesperada por limpar o seu nome, descobre que uma figura misteriosa conhecida como o Príncipe de Florença governa o submundo da cidade. Ele é perigoso, letal e tudo o que deseja é vingança contra Gabriel e Julianne. Para salvar as suas vidas, Raven terá de enfrentar um mundo de sombras e desafiar a autoridade do Príncipe. Mas será ela capaz de decifrar os enigmas da noite e revelar a verdade?
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 104
Sinopse:
George e Lennie vagueiam de herdade em herdade na Califórnia da Grande Depressão, numa sobrevivência sustentada por trabalhos episódicos. Mas os dois amigos têm um plano: vão juntar o suficiente para comprar um bocado de terra com uma casinha e aí poderão viver tranquilamente e dedicar-se à criação de coelhos. George é pequeno e vivo, e é ele quem toma as decisões; Lennie é um gigante simpático, mas tem dificuldade em lembrar-se das coisas e em medir a sua força excecional. Quando arranjam trabalho a carregar cevada numa herdade junto ao rio Salinas, George e Lennie veem o seu sonho aproximar-se a passos largos da concretização - até que a mulher do patrão entra em cena. Considerado um dos mais importantes romances de John Steinbeck, publicado originalmente em 1937 e várias vezes adaptado ao teatro e ao cinema, "Ratos e Homens" é uma história sobre amizade, sobre dignidade e sacrifício, mas também uma parábola implacável sobre o ruir do sonho americano.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
George e Lennie vagueiam de herdade em herdade na Califórnia da Grande Depressão, numa sobrevivência sustentada por trabalhos episódicos. Mas os dois amigos têm um plano: vão juntar o suficiente para comprar um bocado de terra com uma casinha e aí poderão viver tranquilamente e dedicar-se à criação de coelhos. George é pequeno e vivo, e é ele quem toma as decisões; Lennie é um gigante simpático, mas tem dificuldade em lembrar-se das coisas e em medir a sua força excecional. Quando arranjam trabalho a carregar cevada numa herdade junto ao rio Salinas, George e Lennie veem o seu sonho aproximar-se a passos largos da concretização - até que a mulher do patrão entra em cena. Considerado um dos mais importantes romances de John Steinbeck, publicado originalmente em 1937 e várias vezes adaptado ao teatro e ao cinema, "Ratos e Homens" é uma história sobre amizade, sobre dignidade e sacrifício, mas também uma parábola implacável sobre o ruir do sonho americano.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 368
Sinopse:
América, anos 50. As famílias começam a dissolver-se e surgem gangues de adolescentes. Os membros das Raposas de Fogo, um gangue feminino liderado pela carismática "Legs" Sadovsky, têm entre treze e dezasseis anos, defendem os fracos e os pobres, e visam conquistar os direitos que lhes são negados por uma sociedade hipócrita. Possuem armas e, acima de tudo, um segredo que nunca poderão contar, porque isso significaria o fim do seu desejo de justiça. Simultaneamente brutal e lírico, este romance é arrebatador, carregado de energia e iluminado por uma emoção intensa. "Raposas de Fogo", a história secreta de uma irmandade de sangue marcada por uma fúria libertadora que arde com demasiada força para poder durar, é o romance mais forte e mais impiedoso até agora escrito por Joyce Carol Oates.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
América, anos 50. As famílias começam a dissolver-se e surgem gangues de adolescentes. Os membros das Raposas de Fogo, um gangue feminino liderado pela carismática "Legs" Sadovsky, têm entre treze e dezasseis anos, defendem os fracos e os pobres, e visam conquistar os direitos que lhes são negados por uma sociedade hipócrita. Possuem armas e, acima de tudo, um segredo que nunca poderão contar, porque isso significaria o fim do seu desejo de justiça. Simultaneamente brutal e lírico, este romance é arrebatador, carregado de energia e iluminado por uma emoção intensa. "Raposas de Fogo", a história secreta de uma irmandade de sangue marcada por uma fúria libertadora que arde com demasiada força para poder durar, é o romance mais forte e mais impiedoso até agora escrito por Joyce Carol Oates.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Algures na Rússia soviética, o escritor Boris Pilnyak descobre a autobiografia de Sophia Vasilyevna, uma mulher cuja vida perfeitamente comum se alterou drasticamente quando se apaixonou por um oficial japonês, com quem foi viver para Osaka. Tagaki, o marido, acaba por se tornar famoso com a publicação de um romance biográfico acerca da sua mulher — romance, porém, muito pouco discreto. Boris, fascinado com a história, decide, por sua vez, escrever um livro sobre o casal e o dito romance que expôs a sua relação. Mas quanto da história de Tagaki e Sophia é real, e quanto da de Pilnyak é ficção? Partindo desta história de sucessivas traições (literárias ou reais?), com a sua renomada perspicácia, humor e inteligência, Ugrešic transporta o leitor numa viagem da Rússia ao Japão, dos campos de minas dos Balcãs às road trips norte-americanas, dos loucos anos 20 aos dias de hoje, examinando a origem das histórias e o real poder da invenção literária e do acaso, que, em todos os momentos, pontua a vida humana.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Algures na Rússia soviética, o escritor Boris Pilnyak descobre a autobiografia de Sophia Vasilyevna, uma mulher cuja vida perfeitamente comum se alterou drasticamente quando se apaixonou por um oficial japonês, com quem foi viver para Osaka. Tagaki, o marido, acaba por se tornar famoso com a publicação de um romance biográfico acerca da sua mulher — romance, porém, muito pouco discreto. Boris, fascinado com a história, decide, por sua vez, escrever um livro sobre o casal e o dito romance que expôs a sua relação. Mas quanto da história de Tagaki e Sophia é real, e quanto da de Pilnyak é ficção? Partindo desta história de sucessivas traições (literárias ou reais?), com a sua renomada perspicácia, humor e inteligência, Ugrešic transporta o leitor numa viagem da Rússia ao Japão, dos campos de minas dos Balcãs às road trips norte-americanas, dos loucos anos 20 aos dias de hoje, examinando a origem das histórias e o real poder da invenção literária e do acaso, que, em todos os momentos, pontua a vida humana.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Vergílio Ferreira assume neste romance os valores e as contradições fundamentais da sua obra anterior; mas este permite-lhe, na compreensão dum fim reconhecido, uma possibilidade de abertura, talvez apenas entrevista, para lá da hipótese dirigista do narrador que, pela primeira vez, pode dar conta de uma aceitação (nunca serena, sublinhe-se) dos caminhos dos outros." Maria Alzira Seixo, Colóquio/Letras "Bem definido o percurso do seu [caminho], que, do ponto de vista literário, é dos mais firmes que se têm prosseguido entre nós. Como de há muito se sabe." Maria Alzira Seixo, Colóquio/Letras
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Vergílio Ferreira assume neste romance os valores e as contradições fundamentais da sua obra anterior; mas este permite-lhe, na compreensão dum fim reconhecido, uma possibilidade de abertura, talvez apenas entrevista, para lá da hipótese dirigista do narrador que, pela primeira vez, pode dar conta de uma aceitação (nunca serena, sublinhe-se) dos caminhos dos outros." Maria Alzira Seixo, Colóquio/Letras "Bem definido o percurso do seu [caminho], que, do ponto de vista literário, é dos mais firmes que se têm prosseguido entre nós. Como de há muito se sabe." Maria Alzira Seixo, Colóquio/Letras
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Rapazinho (Little Boy) é o derradeiro testemunho e testamento literário do maior poeta da Geração Beat - parte autobiografia, parte recordação dispersa, parte torrente de linguagem e sentimento, e sempre com o tom mágico da escrita de Ferlinghetti. No livro, há reminiscências biográficas entrelaçadas com explosões de energia e de recordação, reflexões, reminiscências e profecias sobre o que podemos esperar da vida no futuro. Rapazinho é uma fonte de conhecimento literário com alusões ao mundo e à vida literária do autor, à sua geração, erros e descobertas - e um convite ao maravilhamento. Contando episódios da infância, da adolescência e da Segunda Guerra Mundial, da vagabundagem em Paris e do começo da sua existência em São Francisco, Ferlinghetti cruza continuamente o território da autobiografia, mas mantém-na como fio condutor de um romance breve, luminoso e destinado a recordar o mundo como ele devia ser.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Rapazinho (Little Boy) é o derradeiro testemunho e testamento literário do maior poeta da Geração Beat - parte autobiografia, parte recordação dispersa, parte torrente de linguagem e sentimento, e sempre com o tom mágico da escrita de Ferlinghetti. No livro, há reminiscências biográficas entrelaçadas com explosões de energia e de recordação, reflexões, reminiscências e profecias sobre o que podemos esperar da vida no futuro. Rapazinho é uma fonte de conhecimento literário com alusões ao mundo e à vida literária do autor, à sua geração, erros e descobertas - e um convite ao maravilhamento. Contando episódios da infância, da adolescência e da Segunda Guerra Mundial, da vagabundagem em Paris e do começo da sua existência em São Francisco, Ferlinghetti cruza continuamente o território da autobiografia, mas mantém-na como fio condutor de um romance breve, luminoso e destinado a recordar o mundo como ele devia ser.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 352
Sinopse:
De 1979 a 1989, o exército soviético combateu o Afeganistão, uma guerra que gerou cerca de quinze mil mortos e mais de quatrocentos e cinquenta mil feridos e doentes, atingindo profundamente toda uma geração. Alvo de contestação e polémica na União Soviética por altura da sua publicação, acusado por críticos de ser "uma fantasia carregada de mentiras" e parte de "um coro histérico de ataques perversos", Rapazes de Zinco oferece um testemunho sentido e afetuoso dos soldados, enfermeiras, mães, filhos e filhas que viveram a guerra e os seus efeitos devastadores. Nestas páginas revela-se uma história de brutalidade e mentira, próxima da experiência norte-americana no Vietname, marcada simbolicamente pelos caixões de zinco usados para transportar os mortos para casa, perante uma União Soviética que negava o horror e a destruição causados pela guerra. Recorrendo, como é sua marca, às vozes dos entrevistados, à eloquência e silêncio de um coro polifónico, espelho da realidade, Svetlana Alexievich mostra-nos a verdade acerca da guerra soviética no Afeganistão: a beleza do país contrastando com a violência do exército, a morte, a entrada em força do Ocidente no território e as vidas destruídas dos veteranos de guerra, toldados pela vergonha. Uma visão única, lúcida e poderosa da realidade da guerra. Prefácio de José Milhazes.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
De 1979 a 1989, o exército soviético combateu o Afeganistão, uma guerra que gerou cerca de quinze mil mortos e mais de quatrocentos e cinquenta mil feridos e doentes, atingindo profundamente toda uma geração. Alvo de contestação e polémica na União Soviética por altura da sua publicação, acusado por críticos de ser "uma fantasia carregada de mentiras" e parte de "um coro histérico de ataques perversos", Rapazes de Zinco oferece um testemunho sentido e afetuoso dos soldados, enfermeiras, mães, filhos e filhas que viveram a guerra e os seus efeitos devastadores. Nestas páginas revela-se uma história de brutalidade e mentira, próxima da experiência norte-americana no Vietname, marcada simbolicamente pelos caixões de zinco usados para transportar os mortos para casa, perante uma União Soviética que negava o horror e a destruição causados pela guerra. Recorrendo, como é sua marca, às vozes dos entrevistados, à eloquência e silêncio de um coro polifónico, espelho da realidade, Svetlana Alexievich mostra-nos a verdade acerca da guerra soviética no Afeganistão: a beleza do país contrastando com a violência do exército, a morte, a entrada em força do Ocidente no território e as vidas destruídas dos veteranos de guerra, toldados pela vergonha. Uma visão única, lúcida e poderosa da realidade da guerra. Prefácio de José Milhazes.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
As doze personagens centrais deste romance a várias vozes levam vidas muito diferentes: desde Amma, uma dramaturga cujo trabalho artístico frequentemente explora a sua identidade lésbica negra, à sua amiga de infância, Shirley, professora, exausta de décadas de trabalho nas escolas subfinanciadas de Londres; a Carole, uma das ex-alunas de Shirley, agora uma bem-sucedida gestora de fundos de investimento, ou a mãe desta, Bummi, uma empregada doméstica que se preocupa com o renegar das raízes africanas por parte da filha. Quase todas elas mulheres, negras e, de uma maneira ou de outra, resultado do legado do império colonial britânico. As suas histórias, a das suas famílias, amigos e amantes, compõem um retrato multifacetado e realista dos nossos dias, de uma sociedade multicultural que se confronta com a herança do seu passado e luta contra as contradições do presente. Um romance atual, brilhantemente escrito, que repensa as questões de identidade, género e classe com o pano de fundo do colonialismo, da emigração e da diáspora. Força narrativa e escrita cativante num empolgante mosaico de histórias de vida que farão o leitor repensar a sua maneira de ver o mundo.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
As doze personagens centrais deste romance a várias vozes levam vidas muito diferentes: desde Amma, uma dramaturga cujo trabalho artístico frequentemente explora a sua identidade lésbica negra, à sua amiga de infância, Shirley, professora, exausta de décadas de trabalho nas escolas subfinanciadas de Londres; a Carole, uma das ex-alunas de Shirley, agora uma bem-sucedida gestora de fundos de investimento, ou a mãe desta, Bummi, uma empregada doméstica que se preocupa com o renegar das raízes africanas por parte da filha. Quase todas elas mulheres, negras e, de uma maneira ou de outra, resultado do legado do império colonial britânico. As suas histórias, a das suas famílias, amigos e amantes, compõem um retrato multifacetado e realista dos nossos dias, de uma sociedade multicultural que se confronta com a herança do seu passado e luta contra as contradições do presente. Um romance atual, brilhantemente escrito, que repensa as questões de identidade, género e classe com o pano de fundo do colonialismo, da emigração e da diáspora. Força narrativa e escrita cativante num empolgante mosaico de histórias de vida que farão o leitor repensar a sua maneira de ver o mundo.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Anthea e Imogen Gunn são duas irmãs que vivem juntas na pequena cidade de Inverness, na Escócia. A primeira é uma idealista, um espírito livre que detesta o emprego e o seu ambiente corporativo, ao contrário da sua irmã, uma pessoa pragmática, focada na carreira e no sucesso profissional. Entre elas, subitamente, surge Robin, figura contestatária e apaixonada defensora do meio ambiente, avessa a todos os convencionalismos sociais, e que irá revolucionar a vida de ambas. "Em Rapariga Encontra Rapaz", Ali Smith reescreve Ovídio e o mito de Ífis numa extraordinária história sobre enamoramento e consciência social, enganos e revelações, para, com a sua reconhecida capacidade de descobrir a poesia no quotidiano, nos contar algo sobre nós mesmos e sobre o mundo que construímos.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Anthea e Imogen Gunn são duas irmãs que vivem juntas na pequena cidade de Inverness, na Escócia. A primeira é uma idealista, um espírito livre que detesta o emprego e o seu ambiente corporativo, ao contrário da sua irmã, uma pessoa pragmática, focada na carreira e no sucesso profissional. Entre elas, subitamente, surge Robin, figura contestatária e apaixonada defensora do meio ambiente, avessa a todos os convencionalismos sociais, e que irá revolucionar a vida de ambas. "Em Rapariga Encontra Rapaz", Ali Smith reescreve Ovídio e o mito de Ífis numa extraordinária história sobre enamoramento e consciência social, enganos e revelações, para, com a sua reconhecida capacidade de descobrir a poesia no quotidiano, nos contar algo sobre nós mesmos e sobre o mundo que construímos.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Castela ainda ficara com a coutada do reino de Granada para o saque e a pilhagem. Os portugueses, esses, tinham de ir assaltar as terras de além-mar e depressa enquanto os poderosos vizinhos se entretinham a mastigar aquele saboroso bocado peninsular. Depois seria mais difícil e, mesmo agora, não deixarão de invocar na Cúria Pontifícia o seu direito à conquista de Belamarim. E eis que, anos depois da vitória de Aljubarrota, uma armada de 200 velas aporta de surpresa à velha cidade mourisca, sangrando lhe completamente a riqueza. Este foi o livro que, em 1964, levou o autor a um longo interrogatório na Pide, sob a alegação de que "o declarante desvirtua algumas das páginas mais brilhantes da nossa História, adulterando sacrilegamente [sic] os factos e classificando de "abutres" homens que foram heróis e foram santos"
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Castela ainda ficara com a coutada do reino de Granada para o saque e a pilhagem. Os portugueses, esses, tinham de ir assaltar as terras de além-mar e depressa enquanto os poderosos vizinhos se entretinham a mastigar aquele saboroso bocado peninsular. Depois seria mais difícil e, mesmo agora, não deixarão de invocar na Cúria Pontifícia o seu direito à conquista de Belamarim. E eis que, anos depois da vitória de Aljubarrota, uma armada de 200 velas aporta de surpresa à velha cidade mourisca, sangrando lhe completamente a riqueza. Este foi o livro que, em 1964, levou o autor a um longo interrogatório na Pide, sob a alegação de que "o declarante desvirtua algumas das páginas mais brilhantes da nossa História, adulterando sacrilegamente [sic] os factos e classificando de "abutres" homens que foram heróis e foram santos"
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