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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 720
Sinopse:
O retábulo definitivo sobre mais de 30 anos da vida no País Basco sob o terrorismo. No dia em que a ETA anuncia o abandono das armas, Bittori dirige-se ao cemitério para, na sepultura do marido, Txato, assassinado pelos terroristas, lhe contar que decidira voltar à casa onde tinham vivido os dois. Mas poderá ela conviver com aqueles que a perseguiram antes e depois do atentado que transtornou a sua vida e a da família? Poderá saber quem foi o encapuzado que num dia chuvoso matou o marido, quando este regressava da sua empresa de transportes? Por mais que chegue às escondidas, a presença de Bittori alterará a falsa tranquilidade da terra, sobretudo a da vizinha Miren, amiga íntima noutros tempos, e mãe de Joxe Mari, um terrorista encarcerado e suspeito dos piores receios de Bittori. O que aconteceu entre essas duas mulheres? O que envenenou a vida dos filhos e dos respetivos maridos, tão unidos no passado? Com lágrimas escondidas e convicções inabaláveis, com feridas e coragem, a história arrebatadora das suas vidas, antes e depois da tormenta que foi a morte de Txato, fala-nos da impossibilidade de esquecer e da necessidade de perdoar numa comunidade fragmentada pelo fanatismo político.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
O retábulo definitivo sobre mais de 30 anos da vida no País Basco sob o terrorismo. No dia em que a ETA anuncia o abandono das armas, Bittori dirige-se ao cemitério para, na sepultura do marido, Txato, assassinado pelos terroristas, lhe contar que decidira voltar à casa onde tinham vivido os dois. Mas poderá ela conviver com aqueles que a perseguiram antes e depois do atentado que transtornou a sua vida e a da família? Poderá saber quem foi o encapuzado que num dia chuvoso matou o marido, quando este regressava da sua empresa de transportes? Por mais que chegue às escondidas, a presença de Bittori alterará a falsa tranquilidade da terra, sobretudo a da vizinha Miren, amiga íntima noutros tempos, e mãe de Joxe Mari, um terrorista encarcerado e suspeito dos piores receios de Bittori. O que aconteceu entre essas duas mulheres? O que envenenou a vida dos filhos e dos respetivos maridos, tão unidos no passado? Com lágrimas escondidas e convicções inabaláveis, com feridas e coragem, a história arrebatadora das suas vidas, antes e depois da tormenta que foi a morte de Txato, fala-nos da impossibilidade de esquecer e da necessidade de perdoar numa comunidade fragmentada pelo fanatismo político.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Homenagem a um comboio que já não existe, mas que continua a viajar na memória dos homens e mulheres da Patagónia, estes "apontamentos de viagem" - como lhes chamou Luis Sepúlveda - tornaram-se um dos livros de referência do grande autor chileno. Desde os seus primeiros passos na militância política, que o levaram à prisão e depois ao exílio em diferentes países da América do Sul, até ao reencontro feliz, anos depois, com a Patagónia e a Terra do Fogo, é uma longa viagem (e uma longa memória) aquela que Luis Sepúlveda nos propõe neste seu livro. Ao longo dele, confrontamo-nos com uma extensa galeria de personagens inesquecíveis e com um conjunto de histórias magníficas, daquelas que só um grande escritor é capaz de arrancar aos labirintos da vida. "Se alguma vez existiu um modelo de crónicas de viagem, é isto, nada mais. Inesquecível." Miguel Sousa Tavares
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Homenagem a um comboio que já não existe, mas que continua a viajar na memória dos homens e mulheres da Patagónia, estes "apontamentos de viagem" - como lhes chamou Luis Sepúlveda - tornaram-se um dos livros de referência do grande autor chileno. Desde os seus primeiros passos na militância política, que o levaram à prisão e depois ao exílio em diferentes países da América do Sul, até ao reencontro feliz, anos depois, com a Patagónia e a Terra do Fogo, é uma longa viagem (e uma longa memória) aquela que Luis Sepúlveda nos propõe neste seu livro. Ao longo dele, confrontamo-nos com uma extensa galeria de personagens inesquecíveis e com um conjunto de histórias magníficas, daquelas que só um grande escritor é capaz de arrancar aos labirintos da vida. "Se alguma vez existiu um modelo de crónicas de viagem, é isto, nada mais. Inesquecível." Miguel Sousa Tavares
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Philip Roth aborda frequentemente a necessidade humana de demolir, desafiar, opor, separar. Neste livro, contudo, foca-se no oposto: a necessidade de viver uma vida calma e normal. Seymour "Sueco" Levov, um lendário atleta universitário, devotado homem de família, trabalhador esforçado e próspero herdeiro, envelhece na triunfante América do pós-guerra, vendo esfumar-se tudo o que ama quando o país começa a efervescer nos turbulentos anos 60. Nem o mais tranquilo e bem-intencionado cidadão consegue escapar à vassourada da história, nem o Sueco pode permanecer para sempre na felicidade da amada e velha quinta em que vive com a sua bela mulher e a filha, que se torna uma revolucionária terrorista apostada em destruir o paraíso de seu pai. A inocência do Sueco Levov é varrida pelos tempos - como tudo o que foi criado pela sua família, através de gerações, deitado por terra na violenta explosão de uma bomba no seu bucólico quintal.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Philip Roth aborda frequentemente a necessidade humana de demolir, desafiar, opor, separar. Neste livro, contudo, foca-se no oposto: a necessidade de viver uma vida calma e normal. Seymour "Sueco" Levov, um lendário atleta universitário, devotado homem de família, trabalhador esforçado e próspero herdeiro, envelhece na triunfante América do pós-guerra, vendo esfumar-se tudo o que ama quando o país começa a efervescer nos turbulentos anos 60. Nem o mais tranquilo e bem-intencionado cidadão consegue escapar à vassourada da história, nem o Sueco pode permanecer para sempre na felicidade da amada e velha quinta em que vive com a sua bela mulher e a filha, que se torna uma revolucionária terrorista apostada em destruir o paraíso de seu pai. A inocência do Sueco Levov é varrida pelos tempos - como tudo o que foi criado pela sua família, através de gerações, deitado por terra na violenta explosão de uma bomba no seu bucólico quintal.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Passos Perdidos visita lugares e tempos diferentes: a ilha de Santa Helena (último exílio de Napoleão Bonaparte) e uma aldeia marroquina no início do século xxi, Paris, Antuérpia, Bruxelas, Munique e Milão na década de 1970, Bijapur, Bombaim e a ilha de Diu no final da década de 1980. Neste percurso conta-se a história de Anna W. nas suas várias idades: aos dezasseis anos, aos vinte, aos trinta e três, e aos quarenta e cinco. A protagonista é descrita com a exasperação que as mulheres impenetráveis, misteriosas, talvez desinteressantes, costumam suscitar: "Não há surpresa, susto, brutalidade ou carícia que pareçam poder alterar o seu sossego. É como se não houvesse ali a vida que nós conhecemos e que suscita tanto alarido. Não compreendemos o que se passa atrás dos olhos destas mulheres, e isso inquieta-nos." O sentido de umor, o cosmopolitismo invulgar das personagens, a riqueza das referências culturais, as extravagâncias narrativas e a elegância de estilo colocam Paulo Varela Gomes num lugar único da literatura portuguesa contemporânea.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Passos Perdidos visita lugares e tempos diferentes: a ilha de Santa Helena (último exílio de Napoleão Bonaparte) e uma aldeia marroquina no início do século xxi, Paris, Antuérpia, Bruxelas, Munique e Milão na década de 1970, Bijapur, Bombaim e a ilha de Diu no final da década de 1980. Neste percurso conta-se a história de Anna W. nas suas várias idades: aos dezasseis anos, aos vinte, aos trinta e três, e aos quarenta e cinco. A protagonista é descrita com a exasperação que as mulheres impenetráveis, misteriosas, talvez desinteressantes, costumam suscitar: "Não há surpresa, susto, brutalidade ou carícia que pareçam poder alterar o seu sossego. É como se não houvesse ali a vida que nós conhecemos e que suscita tanto alarido. Não compreendemos o que se passa atrás dos olhos destas mulheres, e isso inquieta-nos." O sentido de umor, o cosmopolitismo invulgar das personagens, a riqueza das referências culturais, as extravagâncias narrativas e a elegância de estilo colocam Paulo Varela Gomes num lugar único da literatura portuguesa contemporânea.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Se bateres muito com a cabeça de alguém no asfalto - mesmo que seja para a obrigar a ser razoável -, é provável que acabes por lamentá-lo. Esta foi uma coisa que a minha mãe me ensinou desde o princípio, no dia em que bati com a cabeça de Fredo no chão do pátio do colégio." Em "Pássaros na Boca", antologia de contos galardoados com o prémio Casa de las Americas, reúnem-se dezoito histórias onde, tal como num filme de Lynch ou num pesadelo de Kafka, o insólito e o grotesco irrompem com violência na normalidade do quotidiano, deixando à sua mercê personagens e leitores. É este o mundo de Samanta Schweblin, um território privado que nos obriga a participar ativamente no desvendar dos enigmas que servem de chão ao conto e a sermos espetadores do teatro das relações humanas.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Se bateres muito com a cabeça de alguém no asfalto - mesmo que seja para a obrigar a ser razoável -, é provável que acabes por lamentá-lo. Esta foi uma coisa que a minha mãe me ensinou desde o princípio, no dia em que bati com a cabeça de Fredo no chão do pátio do colégio." Em "Pássaros na Boca", antologia de contos galardoados com o prémio Casa de las Americas, reúnem-se dezoito histórias onde, tal como num filme de Lynch ou num pesadelo de Kafka, o insólito e o grotesco irrompem com violência na normalidade do quotidiano, deixando à sua mercê personagens e leitores. É este o mundo de Samanta Schweblin, um território privado que nos obriga a participar ativamente no desvendar dos enigmas que servem de chão ao conto e a sermos espetadores do teatro das relações humanas.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Durante 50 anos, a Austrália conspirou para negar a Timor-Leste milhares de milhões de dólares da sua riqueza em petróleo e gás. Kim McGrath conta a história da agenda secreta da Austrália no Mar de Timor, revelando a falta de escrúpulos de sucessivos governos. A Austrália nada fez para acabar com a devastadora ocupação de Timor-Leste enquanto se perdiam 200 mil vidas de uma população de 650 mil pessoas.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Durante 50 anos, a Austrália conspirou para negar a Timor-Leste milhares de milhões de dólares da sua riqueza em petróleo e gás. Kim McGrath conta a história da agenda secreta da Austrália no Mar de Timor, revelando a falta de escrúpulos de sucessivos governos. A Austrália nada fez para acabar com a devastadora ocupação de Timor-Leste enquanto se perdiam 200 mil vidas de uma população de 650 mil pessoas.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"Os segredos das famílias. As mentiras, as histórias falsas, que dão origem a memórias falsas. Os grandes erros que alguém comete, e são pagos pelas gerações seguintes. Mesmo que se queira apagá-los, silenciá-los, estão lá. E voltam à superfície para serem pagos."
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"Os segredos das famílias. As mentiras, as histórias falsas, que dão origem a memórias falsas. Os grandes erros que alguém comete, e são pagos pelas gerações seguintes. Mesmo que se queira apagá-los, silenciá-los, estão lá. E voltam à superfície para serem pagos."
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um índio peruano atravessa lentamente, numa velha bicicleta, a imensa solidão do Sul de Angola. O que faz ali? Um diplomata angolano desaparece em Brasília como se nunca tivesse existido. Será que realmente existiu? Na Ilha de Moçambique, um estranho estrangeiro tenta esquecer quem foi para melhor ser esquecido. Conseguirá eludir o passado? São passageiros em trânsito (como todos nós), mas nenhum conhece realmente o seu destino. José Eduardo Agualusa inventa personagens sobre cuja existência real duvidamos - ou em cuja existência acreditamos. Uma prosa magnífica que nos deixa à beira de todos os abismos.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um índio peruano atravessa lentamente, numa velha bicicleta, a imensa solidão do Sul de Angola. O que faz ali? Um diplomata angolano desaparece em Brasília como se nunca tivesse existido. Será que realmente existiu? Na Ilha de Moçambique, um estranho estrangeiro tenta esquecer quem foi para melhor ser esquecido. Conseguirá eludir o passado? São passageiros em trânsito (como todos nós), mas nenhum conhece realmente o seu destino. José Eduardo Agualusa inventa personagens sobre cuja existência real duvidamos - ou em cuja existência acreditamos. Uma prosa magnífica que nos deixa à beira de todos os abismos.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A mulher, escritora e ensaísta que se descobre portadora de uma clandestina doença, o cancro. "Um ano? Quantos meses? Que tempo passou desde que o clandestino assaltou o corpo, disfarçado de coisa nenhuma, bandido vestido de nada, malandro? Realidade engarrafada, diz Agustina sobre o romance certo, sem atropelos de memória ou eclipses de pessoas. Mas esse romance não existe, o curso dos acontecimentos é por natureza desordenado, e descubro eu agora que, tal como na vida verdadeira, nós perdemo-nos na realidade ou ela perde-nos a nós. Porque toda a realidade correu depressa de mais, esquecemo-nos dos detalhes dos dias, das frases, dos pensamentos que andam a galope, a fugir de um para o outro que se segue. É o que não quero, é por isso que lembrar, recordar, registar, guardar, tem sido um traço forte meu, desde a primeira consciência de mim. Contar, dar testemunho daquilo que oiço e vejo e vivo, é importante. Muitas vezes eu guardo uma cor ou um cheiro ou uma sensação qualquer, mas o cenário desapareceu e as personagens sumiram, de vez. Essa é uma das perdas que me abala, quando acontece."
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A mulher, escritora e ensaísta que se descobre portadora de uma clandestina doença, o cancro. "Um ano? Quantos meses? Que tempo passou desde que o clandestino assaltou o corpo, disfarçado de coisa nenhuma, bandido vestido de nada, malandro? Realidade engarrafada, diz Agustina sobre o romance certo, sem atropelos de memória ou eclipses de pessoas. Mas esse romance não existe, o curso dos acontecimentos é por natureza desordenado, e descubro eu agora que, tal como na vida verdadeira, nós perdemo-nos na realidade ou ela perde-nos a nós. Porque toda a realidade correu depressa de mais, esquecemo-nos dos detalhes dos dias, das frases, dos pensamentos que andam a galope, a fugir de um para o outro que se segue. É o que não quero, é por isso que lembrar, recordar, registar, guardar, tem sido um traço forte meu, desde a primeira consciência de mim. Contar, dar testemunho daquilo que oiço e vejo e vivo, é importante. Muitas vezes eu guardo uma cor ou um cheiro ou uma sensação qualquer, mas o cenário desapareceu e as personagens sumiram, de vez. Essa é uma das perdas que me abala, quando acontece."
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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Sofonisba, a nobre cartaginesa; Sofonisba, a pintora renascentista; Sofonisba, a historiadora de arte. "Sofonisba. Um nome assim é uma predisposição romanesca", dirá o narrador desta história, o biógrafo de Pedro de Andrade Caminha, que se vê envolvido no caso do desaparecimento de um quadro do século XVII que representa as três graças. E as três misteriosas irmãs, as três graças Aglaia, Euphrosyne e Thalia. Neste romance que cruza os caminhos do presente de uma burguesia culta da Foz do Douro com os de um passado clássico, as coincidências e os encontros de acaso podem ter consequências funestas - ou apenas altamente surpreendentes. "Le bonheur n’est pas grand tant qu’il est incertain - a felicidade não é tão grande quanto o é incerta - proferiu Sofonisba , enquanto figura trágica de Corneille, uma tirada que serve o tom geral desta cativante incursão ao universo ficcional, e de inesgotável erudição, de Vasco Graça Moura. E enquanto a matrona de Cartago escolhe o veneno à submissão aos soldados de Roma, Sofonisba filha de Andrúbal Parente apanha o comboio de mercadorias às 6 h 12 de uma pardacenta madrugada de Gaia.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Sofonisba, a nobre cartaginesa; Sofonisba, a pintora renascentista; Sofonisba, a historiadora de arte. "Sofonisba. Um nome assim é uma predisposição romanesca", dirá o narrador desta história, o biógrafo de Pedro de Andrade Caminha, que se vê envolvido no caso do desaparecimento de um quadro do século XVII que representa as três graças. E as três misteriosas irmãs, as três graças Aglaia, Euphrosyne e Thalia. Neste romance que cruza os caminhos do presente de uma burguesia culta da Foz do Douro com os de um passado clássico, as coincidências e os encontros de acaso podem ter consequências funestas - ou apenas altamente surpreendentes. "Le bonheur n’est pas grand tant qu’il est incertain - a felicidade não é tão grande quanto o é incerta - proferiu Sofonisba , enquanto figura trágica de Corneille, uma tirada que serve o tom geral desta cativante incursão ao universo ficcional, e de inesgotável erudição, de Vasco Graça Moura. E enquanto a matrona de Cartago escolhe o veneno à submissão aos soldados de Roma, Sofonisba filha de Andrúbal Parente apanha o comboio de mercadorias às 6 h 12 de uma pardacenta madrugada de Gaia.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Paris será, acima de tudo uma declaração de amor, um álbum de memórias e um guia poético e pessoalíssimo sobre uma cidade transformada em personagem central (...)" - Carlos Vaz Marques. Onde se lê promoção na frase abaixo, deverá ler-se fixação de preço dentro dos limites permitidos pelo regime do preço fixo do livro.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Paris será, acima de tudo uma declaração de amor, um álbum de memórias e um guia poético e pessoalíssimo sobre uma cidade transformada em personagem central (...)" - Carlos Vaz Marques. Onde se lê promoção na frase abaixo, deverá ler-se fixação de preço dentro dos limites permitidos pelo regime do preço fixo do livro.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
É usual dizer-se, a língua portuguesa é muito traiçoeira... Um dos motivos que levam tantos falantes a dizer essa frase é a semelhança que existe entre certas palavras, às quais se dá o nome de parónimos, cujas parecenças - que abrangem a pronúncia e a grafia - levam a que se torne muitas vezes difícil diferenciá-las e empregá-las com rigor e propriedade em todas as ocasiões.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
É usual dizer-se, a língua portuguesa é muito traiçoeira... Um dos motivos que levam tantos falantes a dizer essa frase é a semelhança que existe entre certas palavras, às quais se dá o nome de parónimos, cujas parecenças - que abrangem a pronúncia e a grafia - levam a que se torne muitas vezes difícil diferenciá-las e empregá-las com rigor e propriedade em todas as ocasiões.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Aos trinta e seis anos, a professora de literatura Helena Remington apaixona-se loucamente por um italiano de visita a Lisboa. O romance entre os dois, intenso e tórrido, é, porém, abruptamente interrompido por um acidente de automóvel na costa italiana onde ambos passavam férias. Decorridos vinte anos sem notícias de Fabrizio, Helena recebe uma carta da filha dele com um pedido ousado e urgente. Para o satisfazer, terá de lançar-se na mais arriscada aventura da sua vida, envolvendo-se com gente perigosa numa autêntica corrida contra o tempo. Tudo para salvar o homem que tanto amou. Muitos anos mais tarde, Carlos - o sobrinho-neto preferido de Helena - conhece Francesca, uma rapariga italiana que também precisa de ser salva e que o destino transforma em tradutora de cartas de amor. "Parem todos os Relógios" é uma narrativa fluida e aliciante sobre as consequências do amor, que combina magistralmente elementos de thriller policial, história de amor e épico familiar.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Aos trinta e seis anos, a professora de literatura Helena Remington apaixona-se loucamente por um italiano de visita a Lisboa. O romance entre os dois, intenso e tórrido, é, porém, abruptamente interrompido por um acidente de automóvel na costa italiana onde ambos passavam férias. Decorridos vinte anos sem notícias de Fabrizio, Helena recebe uma carta da filha dele com um pedido ousado e urgente. Para o satisfazer, terá de lançar-se na mais arriscada aventura da sua vida, envolvendo-se com gente perigosa numa autêntica corrida contra o tempo. Tudo para salvar o homem que tanto amou. Muitos anos mais tarde, Carlos - o sobrinho-neto preferido de Helena - conhece Francesca, uma rapariga italiana que também precisa de ser salva e que o destino transforma em tradutora de cartas de amor. "Parem todos os Relógios" é uma narrativa fluida e aliciante sobre as consequências do amor, que combina magistralmente elementos de thriller policial, história de amor e épico familiar.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Novo livro da colecção de ficção de língua portuguesa. Autora multipremiada, considerada pelo jornal "The Independent" como um dos cinco melhores escritores brasileiros de sempre. Eleita pela revista "Granta" como uma das mais promissoras vozes brasileiras da literatura contemporânea. Ana fugia da memória, certa de que a felicidade exige o esquecimento. Evitava os riscos, as situações que pudessem reabrir feridas. Até ao instante em que se viu diante de uma circunstância inesperada e percebeu que não haveria saída. O passado ressurgia, intacto. A maldição lançada por uma escrava na fazenda de café da sua família, no século XIX, voltava a atormentá-la. Decide isolar-se na casa de campo de uma amiga para escrever e talvez decifrar as origens daquela profecia que atemorizava as mulheres da família há cinco gerações. Talvez escrevendo pudesse quebrar o efeito das palavras da sacerdotisa africana. Ou será que não havia destino algum a ser vencido, e que a tragédia anunciada era apenas um fantasma da sua imaginação?
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Novo livro da colecção de ficção de língua portuguesa. Autora multipremiada, considerada pelo jornal "The Independent" como um dos cinco melhores escritores brasileiros de sempre. Eleita pela revista "Granta" como uma das mais promissoras vozes brasileiras da literatura contemporânea. Ana fugia da memória, certa de que a felicidade exige o esquecimento. Evitava os riscos, as situações que pudessem reabrir feridas. Até ao instante em que se viu diante de uma circunstância inesperada e percebeu que não haveria saída. O passado ressurgia, intacto. A maldição lançada por uma escrava na fazenda de café da sua família, no século XIX, voltava a atormentá-la. Decide isolar-se na casa de campo de uma amiga para escrever e talvez decifrar as origens daquela profecia que atemorizava as mulheres da família há cinco gerações. Talvez escrevendo pudesse quebrar o efeito das palavras da sacerdotisa africana. Ou será que não havia destino algum a ser vencido, e que a tragédia anunciada era apenas um fantasma da sua imaginação?
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Edição: Dez 2006
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Falo de um amor e de uma transgressão." "Quem sabe, talvez a transgressão nunca fosse possível. Mas a granada existiu, essa granada que traçou no ar espantado do planalto a figura da mulher amada. Mas uma granada, mesmo com tal magia, pode materializar um Mundo?"
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Falo de um amor e de uma transgressão." "Quem sabe, talvez a transgressão nunca fosse possível. Mas a granada existiu, essa granada que traçou no ar espantado do planalto a figura da mulher amada. Mas uma granada, mesmo com tal magia, pode materializar um Mundo?"
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Várias décadas passaram desde que Jean Daragane, em criança, viveu em Saint-Leu-la-Forêt. Agora, sexagenário, escritor, mal pensa nisso. Leva uma existência solitária, o telefone raramente toca, praticamente não escreve. Até que acontece um "quase nada". Como que uma picada de inseto, que a princípio parece muito leve. Esse "quase nada" é o aparecimento de uma velha agenda telefónica onde figura o nome de Guy Torstel. Arrastado para o passado, para a Paris dos anos 1950 e 1960, Daragane vai-se confrontar com a memória de Annie Astrand, que foi para ele uma espécie de mãe e, mais tarde, talvez uma amante…
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Várias décadas passaram desde que Jean Daragane, em criança, viveu em Saint-Leu-la-Forêt. Agora, sexagenário, escritor, mal pensa nisso. Leva uma existência solitária, o telefone raramente toca, praticamente não escreve. Até que acontece um "quase nada". Como que uma picada de inseto, que a princípio parece muito leve. Esse "quase nada" é o aparecimento de uma velha agenda telefónica onde figura o nome de Guy Torstel. Arrastado para o passado, para a Paris dos anos 1950 e 1960, Daragane vai-se confrontar com a memória de Annie Astrand, que foi para ele uma espécie de mãe e, mais tarde, talvez uma amante…
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Sozinhos, eles estão perdidos. Juntos, descobrem-se a si próprios. Freya perde a voz enquanto grava o seu álbum de estreia. Harun faz planos para se afastar de todos aqueles que ama. Nathaniel acaba de chegar a Nova Iorque, de mochila às costas, sem planos definidos e sem ter nada a perder. Quando um acidente fatídico junta os três jovens, que até aí não se conheciam, os seus segredos começam a revelar-se ao mesmo tempo que cada um deles começa a compreender que a maneira de superar as suas próprias perdas será ajudando os outros a superarem as deles.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Sozinhos, eles estão perdidos. Juntos, descobrem-se a si próprios. Freya perde a voz enquanto grava o seu álbum de estreia. Harun faz planos para se afastar de todos aqueles que ama. Nathaniel acaba de chegar a Nova Iorque, de mochila às costas, sem planos definidos e sem ter nada a perder. Quando um acidente fatídico junta os três jovens, que até aí não se conheciam, os seus segredos começam a revelar-se ao mesmo tempo que cada um deles começa a compreender que a maneira de superar as suas próprias perdas será ajudando os outros a superarem as deles.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 672
Sinopse:
O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos ter sido o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca. Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos ter sido o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca. Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 624
Sinopse:
O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos que foi o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca. Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar. Entre os 5.000 exemplares da primeira edição, existem 2 que são completamente diferentes: um é a versão diurna do romance, outro a sua versão nocturna. Os leitores estão convidados a descobrir se o seu exemplar é um dos livros especiais. Os 2 vencedores terão direito a uma oferta de livros do catálogo da Alfaguara.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos que foi o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca. Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar. Entre os 5.000 exemplares da primeira edição, existem 2 que são completamente diferentes: um é a versão diurna do romance, outro a sua versão nocturna. Os leitores estão convidados a descobrir se o seu exemplar é um dos livros especiais. Os 2 vencedores terão direito a uma oferta de livros do catálogo da Alfaguara.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é um ensaio sobre as prováveis saídas de desenvolvimento ou regressão social que se colocam ao país. Para organizar a sociedade e dar bem-estar a todos não é aceitável sabotar a produção, pagar para os agricultores não produzirem, encerrar fábricas e empresas, destruir capacidade produtiva, colocar 47% da população na miséria e deter o desenvolvimento da ciência e da técnica, como tem sido feito. Já não somos o país atrasado de Salazar. Somos uma sociedade urbanizada, escolarizada, que não vê a emigração como uma fatalidade, nem viver em níveis mínimos de subsistência como um destino traçado. Temos de ter a coragem de recusar o senso comum, de não ceder ao pensamento mágico. Uma sociedade que não identifica os pontos nevrálgicos dos seus dramas, porque teme as conclusões, não conseguirá sair do retrocesso histórico e está a adiar - e a agigantar - conflitos inevitáveis. Creio que há soluções, e é este o eixo do presente ensaio, que garantem uma produção racional de bens e serviços, o pleno emprego, o Estado social e o acesso ao lazer para todos. Mas todas as soluções têm problemas. E não se resolvem problemas escamoteando-os, ou omitindo-os, para não incomodar o senso comum, esse enorme balão cheio de nada. Sabemos que o mundo muda. Mesmo que a Terra pareça estar parada, ela move-se. Mas o mundo não muda sozinho para melhor. O aprofundamento da democracia é hoje um desígnio central da civilização, e exige mais intervenção da sociedade, recuperação do controlo da população sobre a rés publica, em vez de se limitar a um cheque em branco passado num ato eleitoral de quatro em quatro anos. Há anos que a coisa pública é gerida por quem a quer destruir e reerguê-la vai exigir de todos nós um nível inédito de participação política, científica, pública e coletiva.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é um ensaio sobre as prováveis saídas de desenvolvimento ou regressão social que se colocam ao país. Para organizar a sociedade e dar bem-estar a todos não é aceitável sabotar a produção, pagar para os agricultores não produzirem, encerrar fábricas e empresas, destruir capacidade produtiva, colocar 47% da população na miséria e deter o desenvolvimento da ciência e da técnica, como tem sido feito. Já não somos o país atrasado de Salazar. Somos uma sociedade urbanizada, escolarizada, que não vê a emigração como uma fatalidade, nem viver em níveis mínimos de subsistência como um destino traçado. Temos de ter a coragem de recusar o senso comum, de não ceder ao pensamento mágico. Uma sociedade que não identifica os pontos nevrálgicos dos seus dramas, porque teme as conclusões, não conseguirá sair do retrocesso histórico e está a adiar - e a agigantar - conflitos inevitáveis. Creio que há soluções, e é este o eixo do presente ensaio, que garantem uma produção racional de bens e serviços, o pleno emprego, o Estado social e o acesso ao lazer para todos. Mas todas as soluções têm problemas. E não se resolvem problemas escamoteando-os, ou omitindo-os, para não incomodar o senso comum, esse enorme balão cheio de nada. Sabemos que o mundo muda. Mesmo que a Terra pareça estar parada, ela move-se. Mas o mundo não muda sozinho para melhor. O aprofundamento da democracia é hoje um desígnio central da civilização, e exige mais intervenção da sociedade, recuperação do controlo da população sobre a rés publica, em vez de se limitar a um cheque em branco passado num ato eleitoral de quatro em quatro anos. Há anos que a coisa pública é gerida por quem a quer destruir e reerguê-la vai exigir de todos nós um nível inédito de participação política, científica, pública e coletiva.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Como definir uma história como esta? À primeira vista poderia parecerum romance fantástico, mas talvez fuja a todas as definições possíveis.Antonio Tabucchi deu-lhe um subtítulo: "um mandala", mas na realidade,segundo critérios ocidentais, trata-se afinal de uma investigação, umabusca que parece conduzida por um Philip Marlowe metafísico. Mas àmetafísica, nesta investigação espasmódica e peregrina, vêm juntar-seconceitos muito terrenos da vida: sabores, lugares, cidades, imagens queestão ligadas ao nosso imaginário, aos nossos sonhos, mas também ànossa experiência quotidiana. E então, em que ficamos?Na sua "Justificação em forma de nota" Tabucchi sugere que pensemosnum monge vestido de vermelho, em Hölderlin e numa cançãonapolitana. Podem talvez parecer elementos incongruentes. Mas talvezseja preferível não procurar verosimilhança num dos mais extravagantes,visionários e ao mesmo tempo envolventes romances que a literaturaitaliana alguma vez nos deu.O leitor português reconhece neste livro uma geografia familiar (Lisboa,Barcelos, Cascais e a Arrábida), mas a acção desloca-se também para oextremo Oriente (Macau), para a Suíça e para a Itália. E esses mesmoslugares surgem-nos então, através do olhar de Antonio Tabucchi,surpreendentemente transfigurados.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Como definir uma história como esta? À primeira vista poderia parecerum romance fantástico, mas talvez fuja a todas as definições possíveis.Antonio Tabucchi deu-lhe um subtítulo: "um mandala", mas na realidade,segundo critérios ocidentais, trata-se afinal de uma investigação, umabusca que parece conduzida por um Philip Marlowe metafísico. Mas àmetafísica, nesta investigação espasmódica e peregrina, vêm juntar-seconceitos muito terrenos da vida: sabores, lugares, cidades, imagens queestão ligadas ao nosso imaginário, aos nossos sonhos, mas também ànossa experiência quotidiana. E então, em que ficamos?Na sua "Justificação em forma de nota" Tabucchi sugere que pensemosnum monge vestido de vermelho, em Hölderlin e numa cançãonapolitana. Podem talvez parecer elementos incongruentes. Mas talvezseja preferível não procurar verosimilhança num dos mais extravagantes,visionários e ao mesmo tempo envolventes romances que a literaturaitaliana alguma vez nos deu.O leitor português reconhece neste livro uma geografia familiar (Lisboa,Barcelos, Cascais e a Arrábida), mas a acção desloca-se também para oextremo Oriente (Macau), para a Suíça e para a Itália. E esses mesmoslugares surgem-nos então, através do olhar de Antonio Tabucchi,surpreendentemente transfigurados.
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Edição: Out 2008
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O protagonista desta história é um Homem plano que vive num mundo de 2 dimensões. Um dia, o protagonista encontra uma impressão digital numa das páginas de um livro e fica obcecado por esta estranha "letra". Depois de intensas investigações, apercebe-se da existência de um mundo muito diferente do seu: um mundo com 3 dimensões; quando tenta divulgar a sua espantosa descoberta junto do resto do povo plano, é acusado de delito de opinião e de perturbação da ordem pública e preso. Mas não desiste e, quando sai da prisão, consegue descobrir um meio de passar para o mundo de 3 dimensões. Já desta "lado", e sabendo que só pode manter-se por aqui se estiver permanentemente a ser "visto", opta por raptar leitores, espectadores e observadores em geral...
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O protagonista desta história é um Homem plano que vive num mundo de 2 dimensões. Um dia, o protagonista encontra uma impressão digital numa das páginas de um livro e fica obcecado por esta estranha "letra". Depois de intensas investigações, apercebe-se da existência de um mundo muito diferente do seu: um mundo com 3 dimensões; quando tenta divulgar a sua espantosa descoberta junto do resto do povo plano, é acusado de delito de opinião e de perturbação da ordem pública e preso. Mas não desiste e, quando sai da prisão, consegue descobrir um meio de passar para o mundo de 3 dimensões. Já desta "lado", e sabendo que só pode manter-se por aqui se estiver permanentemente a ser "visto", opta por raptar leitores, espectadores e observadores em geral...
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro perturbador sobre a memória - ou a perda da memória. Uma velha actriz luta com a idade e as suas contingências, enquanto as recordações do passado invadem os seus dias.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro perturbador sobre a memória - ou a perda da memória. Uma velha actriz luta com a idade e as suas contingências, enquanto as recordações do passado invadem os seus dias.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro perturbador sobre a memória - ou a perda da memória. Uma velha actriz luta com a idade e as suas contingências, enquanto as recordações do passado invadem os seus dias.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro perturbador sobre a memória - ou a perda da memória. Uma velha actriz luta com a idade e as suas contingências, enquanto as recordações do passado invadem os seus dias.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Para Além da Crença é o resultado da viagem de cinco meses que V.S. Naipaul empreendeu em 1995, pelos países muçulmanos não-árabes - Indonésia, Irão, Paquistão e Malásia - em que descendentes de convertidos ao Islão vivem em desacordo com as tradições indígenas e em que sonhos de pureza islâmica entram em choque com realidades económicas e políticas. Um livro sobre um dos temas mais importantes e fraturantes do nosso tempo - mas não é um livro de opinião. É - e à maneira de Naipaul - um livro muito rico e muito humano, cheio de pessoas e de histórias.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Para Além da Crença é o resultado da viagem de cinco meses que V.S. Naipaul empreendeu em 1995, pelos países muçulmanos não-árabes - Indonésia, Irão, Paquistão e Malásia - em que descendentes de convertidos ao Islão vivem em desacordo com as tradições indígenas e em que sonhos de pureza islâmica entram em choque com realidades económicas e políticas. Um livro sobre um dos temas mais importantes e fraturantes do nosso tempo - mas não é um livro de opinião. É - e à maneira de Naipaul - um livro muito rico e muito humano, cheio de pessoas e de histórias.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Prémio José Saramago 2019. Romance vertiginoso sobre um caso verídico que abalou o País, fascinante incursão nas vidas de uma vítima e dos seus agressores, Pão de Açúcar é uma combinação magistral de factos e ficção, com personagens reais e imaginárias meticulosamente desenhadas, que vem confirmar o talento e a maturidade literária de Afonso Reis Cabral.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Prémio José Saramago 2019. Romance vertiginoso sobre um caso verídico que abalou o País, fascinante incursão nas vidas de uma vítima e dos seus agressores, Pão de Açúcar é uma combinação magistral de factos e ficção, com personagens reais e imaginárias meticulosamente desenhadas, que vem confirmar o talento e a maturidade literária de Afonso Reis Cabral.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Naquele que é amplamente considerado o melhor de todos os seus romances, Charles Bukowski descreve os longos e amargos anos de uma juventude vivida à margem, através da voz inconfundível de Henry Chinaski, o seu famoso alter-ego. Da infância triste e isolada na Alemanha, marcada por um pai violento, à adolescência embriagada por borbulhas, álcool, mulheres e literatura, Bukowski empresta a sua voz crua e impenitente para descrever como foi tornar-se adulto numa América marcada pelo desespero da Grande Depressão. Publicado pela primeira vez em 1982, o parcialmente autobiográfico mas absolutamente cómico, trágico e nostálgico Pão com fiambre tornou-se, quase de imediato, um clássico da literatura americana contemporânea.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Naquele que é amplamente considerado o melhor de todos os seus romances, Charles Bukowski descreve os longos e amargos anos de uma juventude vivida à margem, através da voz inconfundível de Henry Chinaski, o seu famoso alter-ego. Da infância triste e isolada na Alemanha, marcada por um pai violento, à adolescência embriagada por borbulhas, álcool, mulheres e literatura, Bukowski empresta a sua voz crua e impenitente para descrever como foi tornar-se adulto numa América marcada pelo desespero da Grande Depressão. Publicado pela primeira vez em 1982, o parcialmente autobiográfico mas absolutamente cómico, trágico e nostálgico Pão com fiambre tornou-se, quase de imediato, um clássico da literatura americana contemporânea.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Baseado em factos verídicos, "Pantaleão e as Visitadoras" é um romance engenhoso, divertido e sarcástico que põe em evidência a outra face de um sistema a partir das suas próprias raízes, deixando entrever o funcionamento ambivalente de uma instituição. Publicada em 1973 e adaptada ao cinema, "Pantaleão e as Visitadoras" é uma das obras mais populares e divertidas de Mario Vargas Llosa. Pantaleão Pantoja, um oficial do exército com uma folha de serviços irrepreensível, enfrenta a missão mais arriscada da sua vida: organizar, dentro do mais absoluto sigilo militar, um serviço de prostitutas para aplacar as necessidades das Forças Armadas do Peru isoladas na selva amazónica. Rigoroso cumpridor do dever, Pantoja muda-se para Iquitos para levar a cabo esta missão, mantendo-se afastado dos demais militares, vestindo à civil e, sobretudo, sem nada revelar à mãe e à mulher. No entanto, em pouco tempo, o que era uma missão discreta transforma-se no maior empreendimento de prostitutas do país, virando do avesso a vida de Iquitos e do próprio Pantaleão, que, como se não bastassem os problemas familiares, se verá envolvido com uma bela e insinuante "visitadora", acabando por pôr em perigo a sua tarefa.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Baseado em factos verídicos, "Pantaleão e as Visitadoras" é um romance engenhoso, divertido e sarcástico que põe em evidência a outra face de um sistema a partir das suas próprias raízes, deixando entrever o funcionamento ambivalente de uma instituição. Publicada em 1973 e adaptada ao cinema, "Pantaleão e as Visitadoras" é uma das obras mais populares e divertidas de Mario Vargas Llosa. Pantaleão Pantoja, um oficial do exército com uma folha de serviços irrepreensível, enfrenta a missão mais arriscada da sua vida: organizar, dentro do mais absoluto sigilo militar, um serviço de prostitutas para aplacar as necessidades das Forças Armadas do Peru isoladas na selva amazónica. Rigoroso cumpridor do dever, Pantoja muda-se para Iquitos para levar a cabo esta missão, mantendo-se afastado dos demais militares, vestindo à civil e, sobretudo, sem nada revelar à mãe e à mulher. No entanto, em pouco tempo, o que era uma missão discreta transforma-se no maior empreendimento de prostitutas do país, virando do avesso a vida de Iquitos e do próprio Pantaleão, que, como se não bastassem os problemas familiares, se verá envolvido com uma bela e insinuante "visitadora", acabando por pôr em perigo a sua tarefa.
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Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Tê-la-ia seguido até à boca do vulcão, ter-me-ia assomado com ela até ver o fogo adormecido, até sentir o fogo adormecido do vulcão dentro do corpo." Esta é uma história sobre duas raparigas que foram «feitas como as coisas que nascem para viver e morrer juntas», duas raparigas prestes a deixar a infância para trás e cuja amizade se transforma com o despertar da sexualidade. Tudo acontece no verão de 2005, num bairro popular no Norte de Tenerife, onde um manto de nuvens paira perpétuo sobre as casas e os habitantes. Como a pança de um burro no céu. Longe da praia e do estereótipo turístico, aqui as avós guiam a vida das crianças enquanto os pais trabalham «no Sul», elas nas limpezas, eles na construção. A melhor amiga da narradora é Isora, que cresce antes do tempo e com uma ousadia tirânica que a fascina. Contudo, à medida que junho se transforma em julho, e julho em agosto, também o amor da narradora toma nova forma através de sentimentos e sensações até então desconhecidos, que ocupam o lugar da idolatria e surpreendem a inocência. O que fazer do desejo? Dando voz à comunidade que se propõe retratar, Pança de Burro revela acima de tudo um vigor, arrojo e originalidade inusitados na ficção literária contemporânea, com o poder invulgar de nos levar ao momento fundamental da vida em que tudo acontece pela primeira vez - como um dia aconteceu a todos nós.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Tê-la-ia seguido até à boca do vulcão, ter-me-ia assomado com ela até ver o fogo adormecido, até sentir o fogo adormecido do vulcão dentro do corpo." Esta é uma história sobre duas raparigas que foram «feitas como as coisas que nascem para viver e morrer juntas», duas raparigas prestes a deixar a infância para trás e cuja amizade se transforma com o despertar da sexualidade. Tudo acontece no verão de 2005, num bairro popular no Norte de Tenerife, onde um manto de nuvens paira perpétuo sobre as casas e os habitantes. Como a pança de um burro no céu. Longe da praia e do estereótipo turístico, aqui as avós guiam a vida das crianças enquanto os pais trabalham «no Sul», elas nas limpezas, eles na construção. A melhor amiga da narradora é Isora, que cresce antes do tempo e com uma ousadia tirânica que a fascina. Contudo, à medida que junho se transforma em julho, e julho em agosto, também o amor da narradora toma nova forma através de sentimentos e sensações até então desconhecidos, que ocupam o lugar da idolatria e surpreendem a inocência. O que fazer do desejo? Dando voz à comunidade que se propõe retratar, Pança de Burro revela acima de tudo um vigor, arrojo e originalidade inusitados na ficção literária contemporânea, com o poder invulgar de nos levar ao momento fundamental da vida em que tudo acontece pela primeira vez - como um dia aconteceu a todos nós.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 418
Sinopse:
A maior investigação jornalística dos últimos anos Tudo começou com uma mensagem anónima: "Interessado em dados? Partilho com prazer.". Ministros, presidentes, reis, artistas, estrelas do futebol, bilionários... A fonte era anónima, mas não os envolvidos. Esta é a história fascinante de uma investigação jornalística internacional, que revelou como uma pequena elite, que crê não ter que responder a ninguém, lida com grandes fortunas, livres de impostos.
Nº Páginas: 418
Sinopse:
A maior investigação jornalística dos últimos anos Tudo começou com uma mensagem anónima: "Interessado em dados? Partilho com prazer.". Ministros, presidentes, reis, artistas, estrelas do futebol, bilionários... A fonte era anónima, mas não os envolvidos. Esta é a história fascinante de uma investigação jornalística internacional, que revelou como uma pequena elite, que crê não ter que responder a ninguém, lida com grandes fortunas, livres de impostos.
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