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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Será possível encontrarmos um sentido nas coisas, no mundo à nossa volta? E dentro de nós próprios? O senhor Palomar está muito longe de ter alguma certeza quanto a tudo isso. Todavia, continua à procura. Homem excêntrico em busca de conhecimento, visionário num mundo sublime e ridículo, Palomar é um observador nato. "Só depois de ter conhecido a superfície das coisas", acredita ele, "nos podemos aventurar a procurar o que está por baixo." Seja contemplando um seio nu, uma loja de queijos em Paris, a barriga de uma osga ou os céus de Roma invadidos por estorninhos, o senhor Palomar oferece-nos uma visão do mundo familiar, mas fragmentada pela perceção individual. Último livro publicado em vida por Italo Calvino, Palomar é uma narrativa fascinante sobre a vertigem do homem diante dos inexoráveis mistérios do universo. Um autêntico testamento literário de um dos maiores escritores do século XX, que conduz o leitor através de um inquérito de resultados surpreendentes: o senhor Palomar é sem dúvida o autor, mas não só. Somos todos nós, os leitores deste livro empolgante, um dos mais profundos da literatura de todos os tempos.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Será possível encontrarmos um sentido nas coisas, no mundo à nossa volta? E dentro de nós próprios? O senhor Palomar está muito longe de ter alguma certeza quanto a tudo isso. Todavia, continua à procura. Homem excêntrico em busca de conhecimento, visionário num mundo sublime e ridículo, Palomar é um observador nato. "Só depois de ter conhecido a superfície das coisas", acredita ele, "nos podemos aventurar a procurar o que está por baixo." Seja contemplando um seio nu, uma loja de queijos em Paris, a barriga de uma osga ou os céus de Roma invadidos por estorninhos, o senhor Palomar oferece-nos uma visão do mundo familiar, mas fragmentada pela perceção individual. Último livro publicado em vida por Italo Calvino, Palomar é uma narrativa fascinante sobre a vertigem do homem diante dos inexoráveis mistérios do universo. Um autêntico testamento literário de um dos maiores escritores do século XX, que conduz o leitor através de um inquérito de resultados surpreendentes: o senhor Palomar é sem dúvida o autor, mas não só. Somos todos nós, os leitores deste livro empolgante, um dos mais profundos da literatura de todos os tempos.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Neste romance intenso e belo, Faulkner entrelaça duas absorventes narrativas, cada uma iluminando a outra com grande subtileza. Na primeira, "Palmeiras Bravas", uma mulher abandona marido e filhos para embarcar com o amante numa arrebatada fuga para o deserto da paixão ilícita, deixando para trás as responsabilidades da maternidade e de uma vida respeitável. A segunda, "Rio Velho", conta-nos a história de sobrevivência de um condenado que foge da prisão e que, enfrentando a grande cheia de 1927 do rio Mississípi, arrisca a sua liberdade para resgatar uma mulher grávida prestes a dar a luz. A partir destas duas histórias - que o autor organizou em capítulos alternados -, Faulkner compõe uma sinfonia de libertação e condenação, sobrevivência e auto-sacrifício. Um romance engenhoso e inovador, com uma prosa de suster a respiração, e em que todas as páginas estão impregnadas com a presença física do Sul imaginário de Faulkner.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Neste romance intenso e belo, Faulkner entrelaça duas absorventes narrativas, cada uma iluminando a outra com grande subtileza. Na primeira, "Palmeiras Bravas", uma mulher abandona marido e filhos para embarcar com o amante numa arrebatada fuga para o deserto da paixão ilícita, deixando para trás as responsabilidades da maternidade e de uma vida respeitável. A segunda, "Rio Velho", conta-nos a história de sobrevivência de um condenado que foge da prisão e que, enfrentando a grande cheia de 1927 do rio Mississípi, arrisca a sua liberdade para resgatar uma mulher grávida prestes a dar a luz. A partir destas duas histórias - que o autor organizou em capítulos alternados -, Faulkner compõe uma sinfonia de libertação e condenação, sobrevivência e auto-sacrifício. Um romance engenhoso e inovador, com uma prosa de suster a respiração, e em que todas as páginas estão impregnadas com a presença física do Sul imaginário de Faulkner.
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Todos conhecemos letras de algumas canções de Sérgio Godinho, que em cada uma das suas composições conta uma pequena história, apanha e amplifica um momento do quotidiano ou da intimidade, ou capta com ironia (e também lirismo e sabedoria) uma porção do espírito do tempo, individual ou coletivo. Neste livro, as letras ou os poemas não darão origem a canções, mas a imagens - as que Sérgio Godinho procurou ativamente, ou que foi registando espontânea e aleatoriamente e que vieram a encontrar a "sua" letra. O diálogo que assim se estabelece entre poemas e fotografias atravessa os temas da viagem, do amor, da memória, da arte, produzindo instantâneos de pessoas, lugares, animais, e de acontecimentos diários ou únicos e irrepetíveis.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Todos conhecemos letras de algumas canções de Sérgio Godinho, que em cada uma das suas composições conta uma pequena história, apanha e amplifica um momento do quotidiano ou da intimidade, ou capta com ironia (e também lirismo e sabedoria) uma porção do espírito do tempo, individual ou coletivo. Neste livro, as letras ou os poemas não darão origem a canções, mas a imagens - as que Sérgio Godinho procurou ativamente, ou que foi registando espontânea e aleatoriamente e que vieram a encontrar a "sua" letra. O diálogo que assim se estabelece entre poemas e fotografias atravessa os temas da viagem, do amor, da memória, da arte, produzindo instantâneos de pessoas, lugares, animais, e de acontecimentos diários ou únicos e irrepetíveis.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em 1905, Portugal conhecia, com espanto e admiração, a primeira de muitas edições de Palavras Cínicas, um dos livros mais vendidos do século XX. A crónica de crítica social catapultou-o para a fama e, aquando da morte do Autor, o livro já contava com 46 edições. Em apenas 100 páginas, destrói-se o amor, a família, a religião. Quem consegue ficar indiferente a tamanha língua viperina? A publicação das oito cartas que compõem este livro daria origem a um leque de reacções, do aplauso fervoroso à condenação feroz. O pessimismo e a mordacidade da voz de Albino Forjaz de Sampaio atingiram de forma certeira algumas das fundações do edifício português: o clericalismo enfatuado, a moral balofa, o populismo sabichão. Mais de cem anos depois, encontrarão estas cartas os mesmos destinatários? "A torpeza da vida não caberia em mil volumes como este. Que eu exagero?! Que eu exagero?! Patife, tu bem sabes que eu digo a verdade."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em 1905, Portugal conhecia, com espanto e admiração, a primeira de muitas edições de Palavras Cínicas, um dos livros mais vendidos do século XX. A crónica de crítica social catapultou-o para a fama e, aquando da morte do Autor, o livro já contava com 46 edições. Em apenas 100 páginas, destrói-se o amor, a família, a religião. Quem consegue ficar indiferente a tamanha língua viperina? A publicação das oito cartas que compõem este livro daria origem a um leque de reacções, do aplauso fervoroso à condenação feroz. O pessimismo e a mordacidade da voz de Albino Forjaz de Sampaio atingiram de forma certeira algumas das fundações do edifício português: o clericalismo enfatuado, a moral balofa, o populismo sabichão. Mais de cem anos depois, encontrarão estas cartas os mesmos destinatários? "A torpeza da vida não caberia em mil volumes como este. Que eu exagero?! Que eu exagero?! Patife, tu bem sabes que eu digo a verdade."
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Serão as palavras capazes de dizer tudo? Nada faria prever que a venda do vestido de noiva que eu nunca cheguei a usar me faria cruzar com a mais meiga mensagem de amor que alguma vez lera. Obrigado por tornares todos os meus sonhos realidade. Assim terminava o bilhete cosido ao forro de um vestido numa loja de roupa vintage. Quem o assinava era Reed Eastwood, que só podia ser o homem mais romântico de sempre. E eu não iria descansar enquanto não o descobrisse. Quis o destino que uma oferta irrecusável me colocasse a trabalhar na empresa dele. E, de repente, Reed Eastwood, aquele homem deslumbrante e lindo de morrer, passou a ser o meu patrão. Mas a verdade é que o meu emprego de sonho poderia vir a transformar-se em pesadelo, já que bem depressa descobri que Reed era afinal arrogante, cínico e paternalista! Mas nada disso iria demover-me de descobrir a história por detrás daquela mensagem tão bonita. Ainda que para mim ele guardasse as palavras mais amargas, algo de muito doce se escondia naquele homem. Mas… seria eu capaz de derreter aquele coração? Ou por vezes o coração fala mais alto?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Serão as palavras capazes de dizer tudo? Nada faria prever que a venda do vestido de noiva que eu nunca cheguei a usar me faria cruzar com a mais meiga mensagem de amor que alguma vez lera. Obrigado por tornares todos os meus sonhos realidade. Assim terminava o bilhete cosido ao forro de um vestido numa loja de roupa vintage. Quem o assinava era Reed Eastwood, que só podia ser o homem mais romântico de sempre. E eu não iria descansar enquanto não o descobrisse. Quis o destino que uma oferta irrecusável me colocasse a trabalhar na empresa dele. E, de repente, Reed Eastwood, aquele homem deslumbrante e lindo de morrer, passou a ser o meu patrão. Mas a verdade é que o meu emprego de sonho poderia vir a transformar-se em pesadelo, já que bem depressa descobri que Reed era afinal arrogante, cínico e paternalista! Mas nada disso iria demover-me de descobrir a história por detrás daquela mensagem tão bonita. Ainda que para mim ele guardasse as palavras mais amargas, algo de muito doce se escondia naquele homem. Mas… seria eu capaz de derreter aquele coração? Ou por vezes o coração fala mais alto?
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Leram tudo e entenderam tudo mal. Falam de Sodoma e Gomorra, chacinas, inundações. Dizem que separei famílias, disseminei a fome, escolhi matar pessoas. Com tanto mundo à frente, só um insensato pode julgar que não há Deus. Poderia a vida, esta coisa múltipla e parca, ser obra mera do acaso? Mais tarde ou mais cedo, eu teria de repor a verdade, contar à gente de onde vem, para onde vai, quem é. Pode julgar-se que vem tarde a narrativa fundadora que corrige as anteriores, mas veio na hora certa porque foi a hora que eu escolhi." Nem tudo foi como ficou na Bíblia. Os humanos não puderam entender Deus e os boatos ganharam espaço à verdade. Durante milénios, cada um teve a sua história, os mal-entendidos fizeram mossa. Chegou então a hora de Deus esclarecer o que deu azo a versões dúbias. Uma escrita experimental irreverente, bem-disposta, desarmante e deliciosamente herética.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Leram tudo e entenderam tudo mal. Falam de Sodoma e Gomorra, chacinas, inundações. Dizem que separei famílias, disseminei a fome, escolhi matar pessoas. Com tanto mundo à frente, só um insensato pode julgar que não há Deus. Poderia a vida, esta coisa múltipla e parca, ser obra mera do acaso? Mais tarde ou mais cedo, eu teria de repor a verdade, contar à gente de onde vem, para onde vai, quem é. Pode julgar-se que vem tarde a narrativa fundadora que corrige as anteriores, mas veio na hora certa porque foi a hora que eu escolhi." Nem tudo foi como ficou na Bíblia. Os humanos não puderam entender Deus e os boatos ganharam espaço à verdade. Durante milénios, cada um teve a sua história, os mal-entendidos fizeram mossa. Chegou então a hora de Deus esclarecer o que deu azo a versões dúbias. Uma escrita experimental irreverente, bem-disposta, desarmante e deliciosamente herética.
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 316
Sinopse:
"Palavra de Mulher" é uma recolha de pequenas histórias que marcam o Sol e a Lua da Maria João nas páginas do Expresso, Diário de Notícias, Semanário, GQ e Euronotícias. Palavras do direito e do avesso, sentidas ou pensadas. Palavras ditas ora na ponta da língua ora de coração na boca. Palavras segredadas ao ouvido com mágoa ou doçura, mordazes e muito críticas. Palavras que redimem, perdoam, sorriem ou espantam. Como estados de alma, as palavras da Maria João descrevem as pessoas, os gestos e os sentidos pelo prisma mais saboroso de todos: o que se ri de si mesmo.
Nº Páginas: 316
Sinopse:
"Palavra de Mulher" é uma recolha de pequenas histórias que marcam o Sol e a Lua da Maria João nas páginas do Expresso, Diário de Notícias, Semanário, GQ e Euronotícias. Palavras do direito e do avesso, sentidas ou pensadas. Palavras ditas ora na ponta da língua ora de coração na boca. Palavras segredadas ao ouvido com mágoa ou doçura, mordazes e muito críticas. Palavras que redimem, perdoam, sorriem ou espantam. Como estados de alma, as palavras da Maria João descrevem as pessoas, os gestos e os sentidos pelo prisma mais saboroso de todos: o que se ri de si mesmo.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É quase impossível percorrer Portugal de Norte a Sul sem me deparar com um palácio ou uma casa senhorial que me deslumbre com a sua beleza, grandiosidade e capacidade de me fazer sonhar com o passado e com a nossa História. O Palácio dos Duques de Cadaval, em Évora, faz parte de mim, daquilo que sou. Na minha família há mais de 600 anos, é aqui que estão as minhas origens e representa uma parte incontornável da minha vida. Mas há tantos edifícios nobres por este país… Falar do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, é também relembrar a rainha D. Maria Pia, que fez dele a sua casa e que ali deixou tantas memórias. O Palácio das Necessidades estará para sempre ligado à Família Real portuguesa, à morte de D. Pedro V e à partida de D. Manuel II, o último rei de Portugal, para o exílio. No Palácio dos Duques de Bragança, em Vila Viçosa, vivem memórias da Restauração da Independência e de D. João IV. Mas há joias escondidas que muitos não conhecemos. Qual não foi a minha surpresa ao visitar o Paço de Calheiros, em Ponte de Lima, e descobrir uma casa senhorial lindíssima e recheada de histórias com uma vista deslumbrante, ou voltar à Casa de Água de Peixes, no Alvito, que pertence à Família Cadaval e é um tesouro oculto na planície alentejana? Neste livro levo-o por uma visita guiada pelos palácios e casas senhoriais de Portugal. Por aqueles que são incontornáveis no património arquitetónico português, mas também pelos que me trazem memórias de infância, recordações de momentos vividos em família ou com amigos, pelos que se encontram na Casa Cadaval há várias gerações ou que considero pontos de passagem obrigatórios num passeio por Portugal. Estes palácios e casas senhoriais destacam-se pela sua arquitetura imponente, mas se olharmos bem para eles e percorrermos os corredores do passado, descobrimos uma parte fundamental da nossa História - além das histórias de pessoas que construíram e deram alma a estes lugares mágicos e surpreendentes.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É quase impossível percorrer Portugal de Norte a Sul sem me deparar com um palácio ou uma casa senhorial que me deslumbre com a sua beleza, grandiosidade e capacidade de me fazer sonhar com o passado e com a nossa História. O Palácio dos Duques de Cadaval, em Évora, faz parte de mim, daquilo que sou. Na minha família há mais de 600 anos, é aqui que estão as minhas origens e representa uma parte incontornável da minha vida. Mas há tantos edifícios nobres por este país… Falar do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, é também relembrar a rainha D. Maria Pia, que fez dele a sua casa e que ali deixou tantas memórias. O Palácio das Necessidades estará para sempre ligado à Família Real portuguesa, à morte de D. Pedro V e à partida de D. Manuel II, o último rei de Portugal, para o exílio. No Palácio dos Duques de Bragança, em Vila Viçosa, vivem memórias da Restauração da Independência e de D. João IV. Mas há joias escondidas que muitos não conhecemos. Qual não foi a minha surpresa ao visitar o Paço de Calheiros, em Ponte de Lima, e descobrir uma casa senhorial lindíssima e recheada de histórias com uma vista deslumbrante, ou voltar à Casa de Água de Peixes, no Alvito, que pertence à Família Cadaval e é um tesouro oculto na planície alentejana? Neste livro levo-o por uma visita guiada pelos palácios e casas senhoriais de Portugal. Por aqueles que são incontornáveis no património arquitetónico português, mas também pelos que me trazem memórias de infância, recordações de momentos vividos em família ou com amigos, pelos que se encontram na Casa Cadaval há várias gerações ou que considero pontos de passagem obrigatórios num passeio por Portugal. Estes palácios e casas senhoriais destacam-se pela sua arquitetura imponente, mas se olharmos bem para eles e percorrermos os corredores do passado, descobrimos uma parte fundamental da nossa História - além das histórias de pessoas que construíram e deram alma a estes lugares mágicos e surpreendentes.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"A boca dela roçou a dele, sedosa, macia e quente… e ele sentiu o estonteante toque da sua língua. Acendeu-se-lhe, desde logo, a chama do desejo e deixou-se afogar num prazer imoderado, poderoso, como nunca havia sentido." Quatro jovens damas da sociedade londrina procuram um bom partido. Chega a vez de Evangeline Jenner, a mais tímida, mas também a mais rica, logo que cobre a sua herança. Para escapar às garras da família, Evie pede ajuda a Sebastian, Lord St. Vincent, um conhecido libertino, fazendo-lhe uma proposta irrecusável: que se case com ela, trocando riqueza por proteção. Mas a proposta impõe uma condição: depois da noite de núpcias, os dois não voltarão a encontrar-se na intimidade, pois Evie não quer ser mais um coração partido na longa lista de conquistas de Sebastian. A Sebastian resta esforçar-se mais para a seduzir… ou entregar finalmente o coração, em nome do verdadeiro amor.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"A boca dela roçou a dele, sedosa, macia e quente… e ele sentiu o estonteante toque da sua língua. Acendeu-se-lhe, desde logo, a chama do desejo e deixou-se afogar num prazer imoderado, poderoso, como nunca havia sentido." Quatro jovens damas da sociedade londrina procuram um bom partido. Chega a vez de Evangeline Jenner, a mais tímida, mas também a mais rica, logo que cobre a sua herança. Para escapar às garras da família, Evie pede ajuda a Sebastian, Lord St. Vincent, um conhecido libertino, fazendo-lhe uma proposta irrecusável: que se case com ela, trocando riqueza por proteção. Mas a proposta impõe uma condição: depois da noite de núpcias, os dois não voltarão a encontrar-se na intimidade, pois Evie não quer ser mais um coração partido na longa lista de conquistas de Sebastian. A Sebastian resta esforçar-se mais para a seduzir… ou entregar finalmente o coração, em nome do verdadeiro amor.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Portugal. O ultramar. Um retrato de Salazar e do país durante a ditadura. Uma mulher, mãe, que perde um filho na guerra colonial, a mais injusta e absurda de todas as guerras. A sua voz é a de todos os que, durante mais de quatro décadas, foram silenciados pelo poder do opressor.Publicado originalmente em 1982, este é um romance que importa revisitar para lembrar ao leitor que houve um tempo em que o mar era paisagem árida e Portugal um país que calava e obedecia.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Portugal. O ultramar. Um retrato de Salazar e do país durante a ditadura. Uma mulher, mãe, que perde um filho na guerra colonial, a mais injusta e absurda de todas as guerras. A sua voz é a de todos os que, durante mais de quatro décadas, foram silenciados pelo poder do opressor.Publicado originalmente em 1982, este é um romance que importa revisitar para lembrar ao leitor que houve um tempo em que o mar era paisagem árida e Portugal um país que calava e obedecia.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em média, uma mãe ou um pai passam 37 minutos por dia com o seu filho. Uma criança até aos 10 anos passa diariamente 8 horas na escola. Um recluso passa mais tempo ao ar livre do que uma criança em idade escolar. Uma criança ou adolescente passa mais de 2 horas e meia por dia diante de um ecrã. Num tempo em que as relações são substituídas pelas conexões, em que tudo se tornou público e potencialmente "viral", desde a barriga da mãe durante a gravidez ao primeiro choro do bebé quando nasce, não espanta que certos jovens sonhem ser youtubers profissionais, para serem conhecidos em todo o mundo e ficarem ricos sem fazer quase nada. Estar on tornou-se, sem dúvida alguma, estar in e contar likes a solução omnipotente para evitar o contratempo de um dislike. A exposição do próprio perante o outro é um pilar do modelo prioritário de comunicação e relação e a epidemia da criança superprotegida que se torna "rei" ou "rainha" e tiraniza a vida dos pais é uma realidade que tem tanto de confrangedor como de assustador - a sociedade atual parece incapaz de lidar com o seu próprio limite. Hoje, é comum os pais estarem em contacto permanente, obrigados a responder ao minuto, ou até ao segundo, tanto no trabalho, do qual sentem dificuldade em desligar-se, como na vida pessoal e familiar. O ritmo de vida é diabolicamente rápido. Quanto mais se faz ou responde, mais necessidades se criam. A espiral não para e induz a presença da mesma queixa comum entre pais e filhos: não há tempo! Neste livro, o prestigiado pedopsiquiatra Pedro Strecht defende que é urgente evitar que o tempo tecnológico nos controle a nós e aos nossos filhos e se nos imponha de modo ditatorial. A falta de distância expulsa a proximidade. Impõe-se, por isso, a necessidade de repensarmos a vida familiar, repleta de tarefas e de horários exigentes, e de a alinharmos pela noção temporal que a natureza oferece. Porém, embora o tempo natural esteja intimamente ligado ao tempo biológico, isto é, àquele que preside ao desenvolvimento físico e emocional das pessoas, o contacto das crianças portuguesas com a natureza tem-se tornado deficitário. Há, então, que modelar ritmos e desenvolver novos padrões de vida e isso implica uma noção consciente e integrada do tempo. Porque o ócio nos parece um luxo, é fundamental saber parar, organizar, construir novas rotinas, que alternem velocidade, resposta e eficácia com desaceleração, pausa, tranquilidade e harmonia. Pais Sem Pressa é um convite ao que parece ser a necessidade de um novo paradigma de vida psicossocial: a presença da pausa.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em média, uma mãe ou um pai passam 37 minutos por dia com o seu filho. Uma criança até aos 10 anos passa diariamente 8 horas na escola. Um recluso passa mais tempo ao ar livre do que uma criança em idade escolar. Uma criança ou adolescente passa mais de 2 horas e meia por dia diante de um ecrã. Num tempo em que as relações são substituídas pelas conexões, em que tudo se tornou público e potencialmente "viral", desde a barriga da mãe durante a gravidez ao primeiro choro do bebé quando nasce, não espanta que certos jovens sonhem ser youtubers profissionais, para serem conhecidos em todo o mundo e ficarem ricos sem fazer quase nada. Estar on tornou-se, sem dúvida alguma, estar in e contar likes a solução omnipotente para evitar o contratempo de um dislike. A exposição do próprio perante o outro é um pilar do modelo prioritário de comunicação e relação e a epidemia da criança superprotegida que se torna "rei" ou "rainha" e tiraniza a vida dos pais é uma realidade que tem tanto de confrangedor como de assustador - a sociedade atual parece incapaz de lidar com o seu próprio limite. Hoje, é comum os pais estarem em contacto permanente, obrigados a responder ao minuto, ou até ao segundo, tanto no trabalho, do qual sentem dificuldade em desligar-se, como na vida pessoal e familiar. O ritmo de vida é diabolicamente rápido. Quanto mais se faz ou responde, mais necessidades se criam. A espiral não para e induz a presença da mesma queixa comum entre pais e filhos: não há tempo! Neste livro, o prestigiado pedopsiquiatra Pedro Strecht defende que é urgente evitar que o tempo tecnológico nos controle a nós e aos nossos filhos e se nos imponha de modo ditatorial. A falta de distância expulsa a proximidade. Impõe-se, por isso, a necessidade de repensarmos a vida familiar, repleta de tarefas e de horários exigentes, e de a alinharmos pela noção temporal que a natureza oferece. Porém, embora o tempo natural esteja intimamente ligado ao tempo biológico, isto é, àquele que preside ao desenvolvimento físico e emocional das pessoas, o contacto das crianças portuguesas com a natureza tem-se tornado deficitário. Há, então, que modelar ritmos e desenvolver novos padrões de vida e isso implica uma noção consciente e integrada do tempo. Porque o ócio nos parece um luxo, é fundamental saber parar, organizar, construir novas rotinas, que alternem velocidade, resposta e eficácia com desaceleração, pausa, tranquilidade e harmonia. Pais Sem Pressa é um convite ao que parece ser a necessidade de um novo paradigma de vida psicossocial: a presença da pausa.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Escrito em 1973, este é um livro que permanece extremamente atual e que possui uma indubitável unidade temática: "a do mal-estar de um homem que ao longo da vida, tem pagado caro o preço por ter nascido em Portugal", tal como afirma o próprio Ruy Belo na sua nota introdutória. Estamos pois perante um volume que aborda Portugal como um país real, não mítico ou mitificado, ou então como um país ainda irreal, mas que depois de tornado real, tende a tornar-se impossível. Nas próprias palavras de Ruy Belo: "Portugal, país que só existe em pensamento". O prefácio da presente edição é de Nuno Júdice.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Escrito em 1973, este é um livro que permanece extremamente atual e que possui uma indubitável unidade temática: "a do mal-estar de um homem que ao longo da vida, tem pagado caro o preço por ter nascido em Portugal", tal como afirma o próprio Ruy Belo na sua nota introdutória. Estamos pois perante um volume que aborda Portugal como um país real, não mítico ou mitificado, ou então como um país ainda irreal, mas que depois de tornado real, tende a tornar-se impossível. Nas próprias palavras de Ruy Belo: "Portugal, país que só existe em pensamento". O prefácio da presente edição é de Nuno Júdice.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nesta antologia há muitos poemas que falam de Abril antes de Abril e de Maio antes de Maio, em Praça da Canção, editada em 1964, e em O Canto e as Armas, de 1967.Em "O Canto e as Armas" há, por exemplo, aqueles quatro versos de "Poemarma" que, decerto, anunciam o primeiro comunicado da Revolução:"Que o poema seja microfone e faleuma noite destas de repente às três e talpara que a lua estoire e o sono estalee a gente acorde finalmente em Portugal".Mas, também, em "Lisboa perto e longe", a estrofe que canta, sete anos antes, Lisboa na rua, de cravo vermelho na mão, no Primeiro de Maio de 1974:"Lisboa tem um cravo em cada mãotem camisas que Abril desabotoamas em Maio Lisboa é uma cançãoonde há versos que são cravos vermelhosLisboa que ninguém verá de joelhos."
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nesta antologia há muitos poemas que falam de Abril antes de Abril e de Maio antes de Maio, em Praça da Canção, editada em 1964, e em O Canto e as Armas, de 1967.Em "O Canto e as Armas" há, por exemplo, aqueles quatro versos de "Poemarma" que, decerto, anunciam o primeiro comunicado da Revolução:"Que o poema seja microfone e faleuma noite destas de repente às três e talpara que a lua estoire e o sono estalee a gente acorde finalmente em Portugal".Mas, também, em "Lisboa perto e longe", a estrofe que canta, sete anos antes, Lisboa na rua, de cravo vermelho na mão, no Primeiro de Maio de 1974:"Lisboa tem um cravo em cada mãotem camisas que Abril desabotoamas em Maio Lisboa é uma cançãoonde há versos que são cravos vermelhosLisboa que ninguém verá de joelhos."
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Nunca houve, na história da Humanidade, tanta qualidade de vida como hoje. Mas, infelizmente, o ritmo de vida moderno tornou-se insustentável. Ainda de madrugada, sempre sob a tirania do relógio, começamos a correr de um lado para o outro. Com os filhos atracados, mais o computador e o telemóvel, entramos numa espiral trituradora que nos devora a alma, a saúde e o bem-estar. Os filhos dão-nos trabalho, como é normal, só que o sentimos como extenuante, indesejável, e são muitos (demais!) os momentos em que nos apetece fugir para uma ilha deserta. Pais apressados, subjugados pela ditadura do fazer e do ter, esquecem-se do ser e do estar, e as crianças sofrem e acabam stressadas com estes péssimos modelos. "Pais Apressados, Filhos Stressados" convida-o a refletir sobre tudo o que pode fazer para mudar a sua vida. Pequenas ou grandes decisões que vão ter um enorme impacto na sua qualidade de vida, e também na da sua família. A primeira decisão? Ler este livro e preparar-se para a mudança.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Nunca houve, na história da Humanidade, tanta qualidade de vida como hoje. Mas, infelizmente, o ritmo de vida moderno tornou-se insustentável. Ainda de madrugada, sempre sob a tirania do relógio, começamos a correr de um lado para o outro. Com os filhos atracados, mais o computador e o telemóvel, entramos numa espiral trituradora que nos devora a alma, a saúde e o bem-estar. Os filhos dão-nos trabalho, como é normal, só que o sentimos como extenuante, indesejável, e são muitos (demais!) os momentos em que nos apetece fugir para uma ilha deserta. Pais apressados, subjugados pela ditadura do fazer e do ter, esquecem-se do ser e do estar, e as crianças sofrem e acabam stressadas com estes péssimos modelos. "Pais Apressados, Filhos Stressados" convida-o a refletir sobre tudo o que pode fazer para mudar a sua vida. Pequenas ou grandes decisões que vão ter um enorme impacto na sua qualidade de vida, e também na da sua família. A primeira decisão? Ler este livro e preparar-se para a mudança.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este volume de "Páginas Escolhidas" reúne alguns dos seus textos mais famosos ("Em Total Defesa dos Censores das Artes do Palco", "Ensaio sobre os Epitáfios", "Sobre a Teoria e a Prática", "Os Benefícios da Sociedade Humana", "O Papel do Homem de Letras", "Sobre o Dever do Jornalista" ou "Consolação Diante da Morte", entre outros), apresentando ao leitor português um dos grandes talentos da nossa tradição literária ocidental. "Há, de facto, um grande número de pessoas cuja curiosidade em adquirir um conhecimento mais íntimo dos escritores de sucesso, contudo, não se sente atraída por alguma ideia que eles possam apresentar no sentido de podermos melhorar; em vez disso, deles não esperam, naturalmente, argumentos contra o vício ou dissertações sobre a temperança e a justiça, mas voos espirituosos, umas boas saídas com piada ou, pelo menos, comentários agudos, distinções agradáveis, justeza de sentimentos e elegância na dicção. Esta expectativa é de facto especiosa e provável e, no entanto, tal o destino de todas as esperanças humanas, é muitas vezes frustrada e, naqueles que suscitam admiração devido aos seus livros, constatamos por outro lado que a sua companhia causa repulsa."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este volume de "Páginas Escolhidas" reúne alguns dos seus textos mais famosos ("Em Total Defesa dos Censores das Artes do Palco", "Ensaio sobre os Epitáfios", "Sobre a Teoria e a Prática", "Os Benefícios da Sociedade Humana", "O Papel do Homem de Letras", "Sobre o Dever do Jornalista" ou "Consolação Diante da Morte", entre outros), apresentando ao leitor português um dos grandes talentos da nossa tradição literária ocidental. "Há, de facto, um grande número de pessoas cuja curiosidade em adquirir um conhecimento mais íntimo dos escritores de sucesso, contudo, não se sente atraída por alguma ideia que eles possam apresentar no sentido de podermos melhorar; em vez disso, deles não esperam, naturalmente, argumentos contra o vício ou dissertações sobre a temperança e a justiça, mas voos espirituosos, umas boas saídas com piada ou, pelo menos, comentários agudos, distinções agradáveis, justeza de sentimentos e elegância na dicção. Esta expectativa é de facto especiosa e provável e, no entanto, tal o destino de todas as esperanças humanas, é muitas vezes frustrada e, naqueles que suscitam admiração devido aos seus livros, constatamos por outro lado que a sua companhia causa repulsa."
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Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 456
Sinopse:
A história de amor clássica que conquistou o coração de milhares de leitores. Algumas pessoas esperam a vida inteira para encontrar a sua alma gémea, mas não é o caso de Holly e Gerry. Conheceram-se quando eram estudantes mas sentem que se conhecem desde sempre. Foram mesmo feitos um para o outro. Cada um termina as frases do outro e, mesmo quando discutem, fazem-no a rir. Ninguém consegue imaginá-los um sem o outro. Até que o inesperado acontece e Holly sente que não pode viver sem Gerry. Três meses depois da morte do amor da sua vida, Holly recebe um pacote misterioso. Gerry deixou uma série de cartas, uma para cada mês após a sua morte, nas quais, com ternura, sabedoria e humor, a encoraja a seguir em frente. Holly perceberá, carta após carta, que a vida é para ser vivida... e que tudo pode ser muito mais bonito se houver um anjo que nos faça companhia. Uma história de amor eterna e inesquecível que conquistou milhões de leitores em todo o mundo e continuará a chegar ao coração das novas gerações de leitores. Porque é sempre tempo de uma história de amor verdadeiro.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
A história de amor clássica que conquistou o coração de milhares de leitores. Algumas pessoas esperam a vida inteira para encontrar a sua alma gémea, mas não é o caso de Holly e Gerry. Conheceram-se quando eram estudantes mas sentem que se conhecem desde sempre. Foram mesmo feitos um para o outro. Cada um termina as frases do outro e, mesmo quando discutem, fazem-no a rir. Ninguém consegue imaginá-los um sem o outro. Até que o inesperado acontece e Holly sente que não pode viver sem Gerry. Três meses depois da morte do amor da sua vida, Holly recebe um pacote misterioso. Gerry deixou uma série de cartas, uma para cada mês após a sua morte, nas quais, com ternura, sabedoria e humor, a encoraja a seguir em frente. Holly perceberá, carta após carta, que a vida é para ser vivida... e que tudo pode ser muito mais bonito se houver um anjo que nos faça companhia. Uma história de amor eterna e inesquecível que conquistou milhões de leitores em todo o mundo e continuará a chegar ao coração das novas gerações de leitores. Porque é sempre tempo de uma história de amor verdadeiro.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Algumas pessoas esperam a vida inteira para encontrar a sua alma gémea, mas não é o caso de Holly e Gerry. Conheceram-se quando eram estudantes mas sentem que se conhecem desde sempre; foram feitos um para o outro. Cada um termina as frases do outro e, mesmo quando discutem, fazem-no a rir. Ninguém os pode imaginar separados. Até que o inesperado acontece e Holly pensa que não pode viver sem Gerry. Três meses depois da morte deste, recebe um pacote misterioso. Gerry deixou uma série de cartas, uma para cada mês após a sua morte, nas quais, com ternura, sabedoria e humor, a encoraja a seguir em frente. Holly perceberá, carta após carta, que a vida é para ser vivida… mas que tudo pode ser muito mais bonito se houver um anjo que nos faça companhia. Uma história de amor eterna e inesquecível que conquistou milhões de leitores
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Algumas pessoas esperam a vida inteira para encontrar a sua alma gémea, mas não é o caso de Holly e Gerry. Conheceram-se quando eram estudantes mas sentem que se conhecem desde sempre; foram feitos um para o outro. Cada um termina as frases do outro e, mesmo quando discutem, fazem-no a rir. Ninguém os pode imaginar separados. Até que o inesperado acontece e Holly pensa que não pode viver sem Gerry. Três meses depois da morte deste, recebe um pacote misterioso. Gerry deixou uma série de cartas, uma para cada mês após a sua morte, nas quais, com ternura, sabedoria e humor, a encoraja a seguir em frente. Holly perceberá, carta após carta, que a vida é para ser vivida… mas que tudo pode ser muito mais bonito se houver um anjo que nos faça companhia. Uma história de amor eterna e inesquecível que conquistou milhões de leitores
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Vencedor do prestigiado Prémio PT Literatura 2014, no género poesia, com o livro ""Observação do Verão" seguido de "Fogo"", Gastão Cruz é um dos nossos mais notáveis poetas contemporâneos. "Óxido" é o seu mais recente livro de poesia. CORDA Ninguém tem nome: apenas uma escura corda de sons que prende o corpo e deixa queimaduras na pele, esse é o preço de ser nomeado porque o chamamento de cada vez se torna mais ardente até ser casa ou roupa ou outra pele que fere o corpo e finalmente o veste do nome que é o dele
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Vencedor do prestigiado Prémio PT Literatura 2014, no género poesia, com o livro ""Observação do Verão" seguido de "Fogo"", Gastão Cruz é um dos nossos mais notáveis poetas contemporâneos. "Óxido" é o seu mais recente livro de poesia. CORDA Ninguém tem nome: apenas uma escura corda de sons que prende o corpo e deixa queimaduras na pele, esse é o preço de ser nomeado porque o chamamento de cada vez se torna mais ardente até ser casa ou roupa ou outra pele que fere o corpo e finalmente o veste do nome que é o dele
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Durante a primavera de 1978, o jovem Haruki Murakami, quando chegava a casa já tarde, depois de mais um dia de trabalho no seu clube de jazz, começou a sentar-se todas as noites à mesa da cozinha, a escrever. O resultado foram duas novelas marcantes - Ouve a Canção do Vento e Flíper, 1973 - que lançaram a carreira de um dos mais aclamados autores da literatura mundial contemporânea. Estes dois pequenos romances impressivos, em tom, que por vezes roçam o surreal pelos laivos de ficção científica que os povoam, abordam o quotidiano de dois jovens - o narrador cujo nome nunca chegamos a conhecer e o seu amigo Rato -, perpassado por solidão, obsessão e erotismo. Apresentando uma galeria pela qual desfilam uma rapariga com quatro dedos na mão esquerda, um escritor inventado, o dono de um bar que ouve as confissões de todos os que nele buscam refúgio, um par de gémeas e... gatos, estes dois textos contêm o embrião de todas as características que singularizaram e atravessam todas as obras-primas de Murakami, incluindo alguns dos seus mais recentes livros.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Durante a primavera de 1978, o jovem Haruki Murakami, quando chegava a casa já tarde, depois de mais um dia de trabalho no seu clube de jazz, começou a sentar-se todas as noites à mesa da cozinha, a escrever. O resultado foram duas novelas marcantes - Ouve a Canção do Vento e Flíper, 1973 - que lançaram a carreira de um dos mais aclamados autores da literatura mundial contemporânea. Estes dois pequenos romances impressivos, em tom, que por vezes roçam o surreal pelos laivos de ficção científica que os povoam, abordam o quotidiano de dois jovens - o narrador cujo nome nunca chegamos a conhecer e o seu amigo Rato -, perpassado por solidão, obsessão e erotismo. Apresentando uma galeria pela qual desfilam uma rapariga com quatro dedos na mão esquerda, um escritor inventado, o dono de um bar que ouve as confissões de todos os que nele buscam refúgio, um par de gémeas e... gatos, estes dois textos contêm o embrião de todas as características que singularizaram e atravessam todas as obras-primas de Murakami, incluindo alguns dos seus mais recentes livros.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Outrora é uma aldeia polaca situada no centro do mundo e protegida por quatro arcanjos. Esta mítica aldeia, onde a relva sangra, a roupa tem memória e os animais falam por imagens, é povoada por personagens excêntricas e inesquecíveis - humanas, animais, vegetais, minerais - cujas existências obedecem aos ciclos das estações e à inexorável passagem do seu Tempo, mas também aos acontecimentos externos. Durante três gerações, este microcosmo instável e arrebatador assiste ao eclodir de uma Grande Guerra, à Crise, a uma nova e Segunda Grande Guerra, à Ocupação Nazi, à invasão Russa, e ao choque entre a modernidade e a natureza, espelhando a dramática história da Polónia do século XX. A autora sempre quis escrever um livro como este: "A história de um mundo que, como todas as coisas vivas, nasce, cresce e depois morre… Cozinhas, quartos, memórias de infância, sonhos e insónia, reminiscências e amnésia fazem parte dos seus espaços existenciais e acústicos, compondo as diferentes vozes da sua história."
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Outrora é uma aldeia polaca situada no centro do mundo e protegida por quatro arcanjos. Esta mítica aldeia, onde a relva sangra, a roupa tem memória e os animais falam por imagens, é povoada por personagens excêntricas e inesquecíveis - humanas, animais, vegetais, minerais - cujas existências obedecem aos ciclos das estações e à inexorável passagem do seu Tempo, mas também aos acontecimentos externos. Durante três gerações, este microcosmo instável e arrebatador assiste ao eclodir de uma Grande Guerra, à Crise, a uma nova e Segunda Grande Guerra, à Ocupação Nazi, à invasão Russa, e ao choque entre a modernidade e a natureza, espelhando a dramática história da Polónia do século XX. A autora sempre quis escrever um livro como este: "A história de um mundo que, como todas as coisas vivas, nasce, cresce e depois morre… Cozinhas, quartos, memórias de infância, sonhos e insónia, reminiscências e amnésia fazem parte dos seus espaços existenciais e acústicos, compondo as diferentes vozes da sua história."
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Viajar é tão-só aprender / a mais devagar saber morrer." pode ler-se neste novo livro de poesia de Luís Filipe Castro Mendes — muito mais do que uma evocação de sentimentos, pessoas ou lugares, trata-se aqui da própria vida, daquilo que é viagem e caminho, do que nos transforma e do que nós transformamos, do acto criador, da escrita, da poesia. Como nos diz o autor, ao longo deste livro o "leitor encontrará muitas alusões, referências e citações encapotadas, às quais não deve ligar demasiado."
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Viajar é tão-só aprender / a mais devagar saber morrer." pode ler-se neste novo livro de poesia de Luís Filipe Castro Mendes — muito mais do que uma evocação de sentimentos, pessoas ou lugares, trata-se aqui da própria vida, daquilo que é viagem e caminho, do que nos transforma e do que nós transformamos, do acto criador, da escrita, da poesia. Como nos diz o autor, ao longo deste livro o "leitor encontrará muitas alusões, referências e citações encapotadas, às quais não deve ligar demasiado."
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Como um fantasma ou uma fugitiva, Mary percorre a cidade de Londres, em perseguição da memória, mas também perseguida por esta. E esquecendo, graças à envolvente Amy Hide e ao charme do Sr. Asneira. Amis mantém um alto nível de suspense neste thriller metafísico, em que os segredos guardados zelosamente lutam corpo a corpo com visões alarmantes e reveladoras.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Como um fantasma ou uma fugitiva, Mary percorre a cidade de Londres, em perseguição da memória, mas também perseguida por esta. E esquecendo, graças à envolvente Amy Hide e ao charme do Sr. Asneira. Amis mantém um alto nível de suspense neste thriller metafísico, em que os segredos guardados zelosamente lutam corpo a corpo com visões alarmantes e reveladoras.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É um truísmo muitas vezes repetido que quem não conhece a sua História está condenado a repeti-la, e neste livro também se encontram casos exemplares dessa lição, mas é também verdade que a História está repleta de casos interessantes e ignorados. Este é um livro de descobertas – cultas, lúdicas, sérias, surpreendentes; nele os nexos entre o passado e o presente nunca estão muito longe da superfície. Nesta coleção de histórias da História, vai encontrar aspetos desconhecidos de episódios famosos, bem como relatos de factos históricos que poucos conhecem e que são um prazer ler e partilhar.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É um truísmo muitas vezes repetido que quem não conhece a sua História está condenado a repeti-la, e neste livro também se encontram casos exemplares dessa lição, mas é também verdade que a História está repleta de casos interessantes e ignorados. Este é um livro de descobertas – cultas, lúdicas, sérias, surpreendentes; nele os nexos entre o passado e o presente nunca estão muito longe da superfície. Nesta coleção de histórias da História, vai encontrar aspetos desconhecidos de episódios famosos, bem como relatos de factos históricos que poucos conhecem e que são um prazer ler e partilhar.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Ela percebe-lhe um terrível abatimento nos olhos. Ele percebe que ela o percebe. Ele põe-se ainda mais severo. Abre uma gaveta, dela retira uma chapa laminada e coloca-a no balcão. Balcão Fechado. Isto não é ficção, diz o homem. Isto é a estação dos correios." Daniel tem a idade de um século. Elisabeth, nascida em 1984, está de olho no futuro. O Reino Unido e a Europa estão despedaçados, divididos por um verão histórico. Ganha-se amor, perde-se amor. A esperança caminha de mãos dadas com o desespero. As estações sucedem-se, como sempre, assim como as perguntas: Qual é o nosso valor? Quem somos? De que matéria somos feitos? Eis o lugar em que vivemos. Eis o tempo na sua forma mais contemporânea e naquilo que tem de mais cíclico. Eis uma história sobre o envelhecer e o tempo e o amor e as próprias histórias. Este é o primeiro livro do quarteto. Da imaginação única de Ali Smith nasce uma tetralogia feita a partir da ideia de transição, abrangente na sua escala temporal e marcada por um caminhar leve através das suas narrativas. Eis o Outono.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Ela percebe-lhe um terrível abatimento nos olhos. Ele percebe que ela o percebe. Ele põe-se ainda mais severo. Abre uma gaveta, dela retira uma chapa laminada e coloca-a no balcão. Balcão Fechado. Isto não é ficção, diz o homem. Isto é a estação dos correios." Daniel tem a idade de um século. Elisabeth, nascida em 1984, está de olho no futuro. O Reino Unido e a Europa estão despedaçados, divididos por um verão histórico. Ganha-se amor, perde-se amor. A esperança caminha de mãos dadas com o desespero. As estações sucedem-se, como sempre, assim como as perguntas: Qual é o nosso valor? Quem somos? De que matéria somos feitos? Eis o lugar em que vivemos. Eis o tempo na sua forma mais contemporânea e naquilo que tem de mais cíclico. Eis uma história sobre o envelhecer e o tempo e o amor e as próprias histórias. Este é o primeiro livro do quarteto. Da imaginação única de Ali Smith nasce uma tetralogia feita a partir da ideia de transição, abrangente na sua escala temporal e marcada por um caminhar leve através das suas narrativas. Eis o Outono.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Embora esteja seguro de que os colonos da América ganharão a Guerra de Independência, Jamie duvida que a vitória garanta a sobrevivência de todos aqueles que ama e teme pelas consequências das suas escolhas. A sua principal preocupação centra-se em William, o jovem tenente do exército britânico, seu filho ilegítimo, que Jamie não quer de forma alguma ter de enfrentar no campo de batalha. Será que William desconfiará que Jamie é o seu pai biológico? Claire partilha a certeza de que os Americanos vencerão, mas desconhece o preço a pagar por isso. No que depender dela, tudo fará para proteger a vida e a felicidade do marido, Jamie. Entretanto, no século XX, Brianna e Roger continuam a acompanhar o desenrolar da história dos pais de Brianna, Claire e Jamie, através das suas cartas, que viajaram pelos séculos até chegarem às mãos da filha. Será que finalmente Brianna e Roger descobrirão qual o destino de Claire, bem como o que lhes reserva o seu próprio destino? O que aconteceu a Jemmy?
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Embora esteja seguro de que os colonos da América ganharão a Guerra de Independência, Jamie duvida que a vitória garanta a sobrevivência de todos aqueles que ama e teme pelas consequências das suas escolhas. A sua principal preocupação centra-se em William, o jovem tenente do exército britânico, seu filho ilegítimo, que Jamie não quer de forma alguma ter de enfrentar no campo de batalha. Será que William desconfiará que Jamie é o seu pai biológico? Claire partilha a certeza de que os Americanos vencerão, mas desconhece o preço a pagar por isso. No que depender dela, tudo fará para proteger a vida e a felicidade do marido, Jamie. Entretanto, no século XX, Brianna e Roger continuam a acompanhar o desenrolar da história dos pais de Brianna, Claire e Jamie, através das suas cartas, que viajaram pelos séculos até chegarem às mãos da filha. Será que finalmente Brianna e Roger descobrirão qual o destino de Claire, bem como o que lhes reserva o seu próprio destino? O que aconteceu a Jemmy?
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Por terras americanas e escocesas, a aventura do escocês ex-jacobita e rebelde relutante, Jamie Fraser, e da sua mulher, Claire Randall Fraser, atravessa agora o auge da Revolução Americana, entre corsários e batalhas navais. Para além do inverno tenebroso pelo qual estão a passar e alguns acontecimentos sombrios, Jamie e o seu sobrinho Ian são expostos a uma situação desagradável relacionada com o ouro roubado no romance anterior, Um Sopro de Neve e Cinzas. Os dois acabam por se envolver num crime e Ian é jurado de morte. No meio desta convulsão, ele terá de acompanhar o tio e Claire na viagem da Carolina do Norte para as Terras Altas, onde Jamie pretende recuperar a máquina impressora que deixou para trás. Mas será que consegue? A séculos de distância, Brianna e Roger acompanhados dos filhos, tentam readaptar-se à vida no século XX, para a qual acabam de regressar. Aqui, Brianna acompanha o dramático desenrolar da história dos pais, Claire e Jamie, pelas suas cartas que, poupadas pelo tempo, relatam que Jamie Fraser irá enfrentar inúmeros obstáculos ao partir da Carolina do Norte em viagem. Mas as revelações não se resumem apenas ao longínquo passado: o casal Brianna e Roger procura pistas não só do destino de Claire, mas também do seu próprio. O futuro nas Terras Altas da Escócia é misterioso, irrevogável e está intimamente entrelaçado com a vida e a morte na América colonial destroçada pela guerra.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Por terras americanas e escocesas, a aventura do escocês ex-jacobita e rebelde relutante, Jamie Fraser, e da sua mulher, Claire Randall Fraser, atravessa agora o auge da Revolução Americana, entre corsários e batalhas navais. Para além do inverno tenebroso pelo qual estão a passar e alguns acontecimentos sombrios, Jamie e o seu sobrinho Ian são expostos a uma situação desagradável relacionada com o ouro roubado no romance anterior, Um Sopro de Neve e Cinzas. Os dois acabam por se envolver num crime e Ian é jurado de morte. No meio desta convulsão, ele terá de acompanhar o tio e Claire na viagem da Carolina do Norte para as Terras Altas, onde Jamie pretende recuperar a máquina impressora que deixou para trás. Mas será que consegue? A séculos de distância, Brianna e Roger acompanhados dos filhos, tentam readaptar-se à vida no século XX, para a qual acabam de regressar. Aqui, Brianna acompanha o dramático desenrolar da história dos pais, Claire e Jamie, pelas suas cartas que, poupadas pelo tempo, relatam que Jamie Fraser irá enfrentar inúmeros obstáculos ao partir da Carolina do Norte em viagem. Mas as revelações não se resumem apenas ao longínquo passado: o casal Brianna e Roger procura pistas não só do destino de Claire, mas também do seu próprio. O futuro nas Terras Altas da Escócia é misterioso, irrevogável e está intimamente entrelaçado com a vida e a morte na América colonial destroçada pela guerra.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 840
Sinopse:
Estamos em 1772, na véspera da Revolução Americana, quando o longo rastilho da rebelião já foi aceso. O governador Josiah Martin chama Jamie Fraser para unir o interior da Carolina do Norte e garantir a colónia em nome do Rei e da Coroa. Mas existe um problema: a mulher de Jamie, Claire, viaja no tempo, entre épocas, bem como a filha e o genro. E Jamie sabe que o tiro que será disparado dali a três anos será ouvido em todo o mundo e o resultado será a independência - e que aqueles que são leais ao rei serão mortos ou votados ao exílio. E existe igualmente um pequeno recorte de uma notícia da Wilmington Gazette, datado de 1776, que anuncia a destruição da sua casa, em Fraser’s Ridge, e a morte de Jamie e da sua família num incêndio. Por uma vez, Jamie espera que a sua família viajante no tempo esteja enganada em relação ao futuro - mas só o tempo o dirá.
Nº Páginas: 840
Sinopse:
Estamos em 1772, na véspera da Revolução Americana, quando o longo rastilho da rebelião já foi aceso. O governador Josiah Martin chama Jamie Fraser para unir o interior da Carolina do Norte e garantir a colónia em nome do Rei e da Coroa. Mas existe um problema: a mulher de Jamie, Claire, viaja no tempo, entre épocas, bem como a filha e o genro. E Jamie sabe que o tiro que será disparado dali a três anos será ouvido em todo o mundo e o resultado será a independência - e que aqueles que são leais ao rei serão mortos ou votados ao exílio. E existe igualmente um pequeno recorte de uma notícia da Wilmington Gazette, datado de 1776, que anuncia a destruição da sua casa, em Fraser’s Ridge, e a morte de Jamie e da sua família num incêndio. Por uma vez, Jamie espera que a sua família viajante no tempo esteja enganada em relação ao futuro - mas só o tempo o dirá.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Claire leva uma vida dupla. Tem um marido num século e um amante noutro… Em 1945, Claire Randall, ex-enfermeira do Exército, regressa da guerra e está com o marido numa segunda lua-de-mel quando inocentemente toca num rochedo de um antigo círculo de pedras. De súbito, é transportada para o ano de 1743, para o centro de uma escaramuça entre ingleses e escoceses. Confundida com uma prostituta pelo capitão inglês Black Jack Randall, um antepassado e sósia do seu marido, é a seguir sequestrada pelo poderoso clã MacKenzie. Estes julgam-na espia ou feiticeira, mas com a sua experiência em enfermagem, Claire passa por curandeira e ganha o respeito dos guerreiros. No entanto, como corre perigo de vida a solução é tornar-se membro do clã, casando com o guerreiro Jamie Fraser, que lhe demonstra uma paixão tão avassaladora e um amor tão absoluto que Claire se sente dividida entre a fidelidade e o desejo... e entre dois homens completamente diferentes em duas vidas irreconciliáveis. Vive-se um período excepcionalmente conturbado nas Terras Altas da Escócia, que culminará com a quase extinção dos clãs na batalha de Culloden, entre ingleses e escoceses. Catapultada para um mundo de intrigas e espiões que pode pôr em risco a sua vida, uma pergunta insistente martela os pensamentos de Claire: O que fazer quando se conhece o futuro? Um misto de ficção romântica e histórica, "Outlander - Nas Asas do Tempo" já foi publicado em 24 países.
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Claire leva uma vida dupla. Tem um marido num século e um amante noutro… Em 1945, Claire Randall, ex-enfermeira do Exército, regressa da guerra e está com o marido numa segunda lua-de-mel quando inocentemente toca num rochedo de um antigo círculo de pedras. De súbito, é transportada para o ano de 1743, para o centro de uma escaramuça entre ingleses e escoceses. Confundida com uma prostituta pelo capitão inglês Black Jack Randall, um antepassado e sósia do seu marido, é a seguir sequestrada pelo poderoso clã MacKenzie. Estes julgam-na espia ou feiticeira, mas com a sua experiência em enfermagem, Claire passa por curandeira e ganha o respeito dos guerreiros. No entanto, como corre perigo de vida a solução é tornar-se membro do clã, casando com o guerreiro Jamie Fraser, que lhe demonstra uma paixão tão avassaladora e um amor tão absoluto que Claire se sente dividida entre a fidelidade e o desejo... e entre dois homens completamente diferentes em duas vidas irreconciliáveis. Vive-se um período excepcionalmente conturbado nas Terras Altas da Escócia, que culminará com a quase extinção dos clãs na batalha de Culloden, entre ingleses e escoceses. Catapultada para um mundo de intrigas e espiões que pode pôr em risco a sua vida, uma pergunta insistente martela os pensamentos de Claire: O que fazer quando se conhece o futuro? Um misto de ficção romântica e histórica, "Outlander - Nas Asas do Tempo" já foi publicado em 24 países.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 712
Sinopse:
Estamos em 1772, na véspera da Revolução Americana, quando o longo rastilho da rebelião já foi aceso. O governador Josiah Martin chama Jamie Fraser para unir o interior da Carolina do Norte e garantir a colónia em nome do Rei e da Coroa. Mas existe um problema: a mulher de Jamie, Claire, viaja no tempo, entre épocas, bem como a filha e o genro. E Jamie sabe que o tiro que será disparado dali a três anos será ouvido em todo o mundo e o resultado será a independência - e que aqueles que são leais ao rei serão mortos ou votados ao exílio. E existe igualmente um pequeno recorte de uma notícia da Wilmington Gazette, datado de 1776, que anuncia a destruição da sua casa, em Fraser’s Ridge, e a morte de Jamie e da sua família num incêndio. Por uma vez, Jamie espera que a sua família viajante no tempo esteja enganada em relação ao futuro - mas só o tempo o dirá.
Nº Páginas: 712
Sinopse:
Estamos em 1772, na véspera da Revolução Americana, quando o longo rastilho da rebelião já foi aceso. O governador Josiah Martin chama Jamie Fraser para unir o interior da Carolina do Norte e garantir a colónia em nome do Rei e da Coroa. Mas existe um problema: a mulher de Jamie, Claire, viaja no tempo, entre épocas, bem como a filha e o genro. E Jamie sabe que o tiro que será disparado dali a três anos será ouvido em todo o mundo e o resultado será a independência - e que aqueles que são leais ao rei serão mortos ou votados ao exílio. E existe igualmente um pequeno recorte de uma notícia da Wilmington Gazette, datado de 1776, que anuncia a destruição da sua casa, em Fraser’s Ridge, e a morte de Jamie e da sua família num incêndio. Por uma vez, Jamie espera que a sua família viajante no tempo esteja enganada em relação ao futuro - mas só o tempo o dirá.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Literárias, inteligentes, viscerais, as crónicas de Paulo Varela Gomes versam sobre Bichos | Estética | Este país | Índia | O campo | O tempo "São acerca de quê, estas páginas? Não sei como responder a esta questão. Sentimentos, sítios, ideias, objectos, imagens, climas, bichos, plantas. Escrevi crónicas regulares para jornais e revistas durante trinta anos, desde 1984. Foram milhares e milhares de páginas. Habituei-me ao formato limitado, entre quinhentas e mil palavras por texto, mais coisa, menos coisa, e reparo hoje que, desde as primeiras crónicas, no "Blitz" e no "Jornal de Letras", encontrei uma certa facilidade nesse formato. O facto de serem poucas as palavras nunca evitou que dissesse asneiras, mas teve a grande vantagem de impedir que fossem muito graves. Por outro lado, poucas palavras implicam palavras certas. Aprendi a escolhê-las com cuidado. Colaborei com o "Público" desde que este jornal apareceu, em 1990. Escrevi textos de variados géneros e, entre 2007 e 2013, crónicas regulares que se distribuíram por três séries: "Cartas de Cá" (mais de oitenta), "Cartas do Interior" (mais de cem) e "Cartas de Ver" (cerca de cinquenta). Foram muitas semanas e muita vida, muito ouro e muita cinza. Seleccionei para este livro algumas crónicas das duas primeiras séries, aquelas que ainda hoje me parecem bem, conjuntamente com alguns artigos mais longos, que saíram tanto no "Público" como em outras publicações. Espero que os leitores, tanto os que já conhecem estes textos como aqueles que nunca os leram, gostem da variedade do mundo observada em poucas palavras." —PVG
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Literárias, inteligentes, viscerais, as crónicas de Paulo Varela Gomes versam sobre Bichos | Estética | Este país | Índia | O campo | O tempo "São acerca de quê, estas páginas? Não sei como responder a esta questão. Sentimentos, sítios, ideias, objectos, imagens, climas, bichos, plantas. Escrevi crónicas regulares para jornais e revistas durante trinta anos, desde 1984. Foram milhares e milhares de páginas. Habituei-me ao formato limitado, entre quinhentas e mil palavras por texto, mais coisa, menos coisa, e reparo hoje que, desde as primeiras crónicas, no "Blitz" e no "Jornal de Letras", encontrei uma certa facilidade nesse formato. O facto de serem poucas as palavras nunca evitou que dissesse asneiras, mas teve a grande vantagem de impedir que fossem muito graves. Por outro lado, poucas palavras implicam palavras certas. Aprendi a escolhê-las com cuidado. Colaborei com o "Público" desde que este jornal apareceu, em 1990. Escrevi textos de variados géneros e, entre 2007 e 2013, crónicas regulares que se distribuíram por três séries: "Cartas de Cá" (mais de oitenta), "Cartas do Interior" (mais de cem) e "Cartas de Ver" (cerca de cinquenta). Foram muitas semanas e muita vida, muito ouro e muita cinza. Seleccionei para este livro algumas crónicas das duas primeiras séries, aquelas que ainda hoje me parecem bem, conjuntamente com alguns artigos mais longos, que saíram tanto no "Público" como em outras publicações. Espero que os leitores, tanto os que já conhecem estes textos como aqueles que nunca os leram, gostem da variedade do mundo observada em poucas palavras." —PVG
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