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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Uma personagem feminina forte, a maldição de um rei, um romance rico em pormenores históricos e investigação rigorosa.No centro da rápida deterioração da corte dos Tudor, Margarida terá de decidir se a sua lealdade é para com o cada vez mais tirânico Henrique VIII ou para a sua amada rainha. Aprisionada na corte, terá de escolher o seu caminho e esconder a todo o custo o seu conhecimento de uma antiga maldição sobre os Tudor, que lentamente se torna realidade...
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Uma personagem feminina forte, a maldição de um rei, um romance rico em pormenores históricos e investigação rigorosa.No centro da rápida deterioração da corte dos Tudor, Margarida terá de decidir se a sua lealdade é para com o cada vez mais tirânico Henrique VIII ou para a sua amada rainha. Aprisionada na corte, terá de escolher o seu caminho e esconder a todo o custo o seu conhecimento de uma antiga maldição sobre os Tudor, que lentamente se torna realidade...
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Eliza é uma reconhecida médium inglesa, mãe de família, cujo trabalho é pôr os vivos em contacto com os seus entes queridos falecidos. Durante uma das sessões, algo incontrolável e aterrador comunica através dela para confiar a uma das suas filhas uma estranha e perigosa missão: recuperar a lança de Longino. Abby vê-se então forçada a partir para a Alemanha em busca do objeto ao mesmo tempo sagrado e maldito que, segundo apurou, se encontra em poder do próprio Hitler. Para conseguir chegar até ele, deverá adotar uma falsa identidade e infiltrar-se entre os hierarcas nazis, em plena Segunda Guerra Mundial. Laura Falcó escreveu um romance trepidante, no qual realidade histórica e ficção se misturam com intriga e amor, para deixarem uma pergunta no ar: e se a derrota do Führer se ficou a dever, na verdade, à perda da lança sagrada?
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Eliza é uma reconhecida médium inglesa, mãe de família, cujo trabalho é pôr os vivos em contacto com os seus entes queridos falecidos. Durante uma das sessões, algo incontrolável e aterrador comunica através dela para confiar a uma das suas filhas uma estranha e perigosa missão: recuperar a lança de Longino. Abby vê-se então forçada a partir para a Alemanha em busca do objeto ao mesmo tempo sagrado e maldito que, segundo apurou, se encontra em poder do próprio Hitler. Para conseguir chegar até ele, deverá adotar uma falsa identidade e infiltrar-se entre os hierarcas nazis, em plena Segunda Guerra Mundial. Laura Falcó escreveu um romance trepidante, no qual realidade histórica e ficção se misturam com intriga e amor, para deixarem uma pergunta no ar: e se a derrota do Führer se ficou a dever, na verdade, à perda da lança sagrada?
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 480
Sinopse:
É noite cerrada, e uma rapariga corre descalça pela cidade deserta. Desesperada, raivosa, acaba de descobrir que foi traída por alguém que jamais julgara capaz de a enganar. Estamos em Monza, Itália, em 1940. Há quatro anos que Francesca não tem notícias de Maddalena, que foi internada num hospício e não responde a nenhuma carta. Francesca desconfia de que a amiga lhe guarda grande ressentimento. Afinal, Maddalena nunca deixou de ser a rejeitada, a malnascida. Acontece que também Francesca pisou o risco e se passou para o lado dos malditos daquela sociedade conservadora e patriarcal: fugiu de casa para ir viver com Noè Tresoldi, provocando um escândalo na família. A mãe acusa-a de ser uma degenerada, uma filha amaldiçoada. É a este cenário que Maddalena regressa enfim, ainda pequena e ainda mais magra, como se o tempo não tivesse passado por ela e pudesse fingir ser a adolescente corajosa de sempre. Mas os anos passados no hospício deixaram marcas, e agora a guerra está prestes a começar.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
É noite cerrada, e uma rapariga corre descalça pela cidade deserta. Desesperada, raivosa, acaba de descobrir que foi traída por alguém que jamais julgara capaz de a enganar. Estamos em Monza, Itália, em 1940. Há quatro anos que Francesca não tem notícias de Maddalena, que foi internada num hospício e não responde a nenhuma carta. Francesca desconfia de que a amiga lhe guarda grande ressentimento. Afinal, Maddalena nunca deixou de ser a rejeitada, a malnascida. Acontece que também Francesca pisou o risco e se passou para o lado dos malditos daquela sociedade conservadora e patriarcal: fugiu de casa para ir viver com Noè Tresoldi, provocando um escândalo na família. A mãe acusa-a de ser uma degenerada, uma filha amaldiçoada. É a este cenário que Maddalena regressa enfim, ainda pequena e ainda mais magra, como se o tempo não tivesse passado por ela e pudesse fingir ser a adolescente corajosa de sempre. Mas os anos passados no hospício deixaram marcas, e agora a guerra está prestes a começar.
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Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Como nos mais importantes romances de Bolaño, no centro desta história está a procura de um escritor obscuro, autor de um único romance não menos obscuro: T.C. Elimane e o seu livro O Labirinto do Inumano. Ambos são matéria de mito: o homem desapareceu sem deixar rasto, do mesmo modo que parece não haver provas físicas da existência da obra. Apenas uma nota biográfica («senegalês com bolsa de estudos em Paris…»), longínquas recensões ("a obra-prima de um jovem negro de África, como nunca se viu em França") e vagas referências de boca a orelha sobre o "Rimbaud negro". O que nos leva a crer que porventura nem um nem outro terão alguma vez existido. Décadas e décadas volvidas, outro jovem senegalês aspirante a escritor, Diégane Latyr Faye, deambulando por Paris, descobre-lhes o rasto. Num encontro casual com a escritora "maldita" Marème Siga D., "Aranha-mãe" de uma escrita genial e sem compromissos, e por isso considerada uma «pitonisa malfeitora», esta entrega-lhe um volume gasto que é nada menos do que O Labirinto do Inumano. Aqui se lançam os dados e se dão os primeiros passos numa epopeia extraordinária que cruza geografias e gerações, as grandes tragédias da História, e a vida e a obra dos escritores. De grande energia e originalidade, com uma pujança narrativa e uma versatilidade estilística raras, este romance foi finalista de todos os grandes prémios literários franceses do ano, tendo-lhe sido atribuído o celebrado Prémio Goncourt. A crítica tem sido unânime ao aclamá-lo uma obra-prima.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Como nos mais importantes romances de Bolaño, no centro desta história está a procura de um escritor obscuro, autor de um único romance não menos obscuro: T.C. Elimane e o seu livro O Labirinto do Inumano. Ambos são matéria de mito: o homem desapareceu sem deixar rasto, do mesmo modo que parece não haver provas físicas da existência da obra. Apenas uma nota biográfica («senegalês com bolsa de estudos em Paris…»), longínquas recensões ("a obra-prima de um jovem negro de África, como nunca se viu em França") e vagas referências de boca a orelha sobre o "Rimbaud negro". O que nos leva a crer que porventura nem um nem outro terão alguma vez existido. Décadas e décadas volvidas, outro jovem senegalês aspirante a escritor, Diégane Latyr Faye, deambulando por Paris, descobre-lhes o rasto. Num encontro casual com a escritora "maldita" Marème Siga D., "Aranha-mãe" de uma escrita genial e sem compromissos, e por isso considerada uma «pitonisa malfeitora», esta entrega-lhe um volume gasto que é nada menos do que O Labirinto do Inumano. Aqui se lançam os dados e se dão os primeiros passos numa epopeia extraordinária que cruza geografias e gerações, as grandes tragédias da História, e a vida e a obra dos escritores. De grande energia e originalidade, com uma pujança narrativa e uma versatilidade estilística raras, este romance foi finalista de todos os grandes prémios literários franceses do ano, tendo-lhe sido atribuído o celebrado Prémio Goncourt. A crítica tem sido unânime ao aclamá-lo uma obra-prima.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Era uma vez um casal de lenhadores muito pobres que vivia numa floresta, por onde passava um comboio de mercadorias. Como estavam em guerra e era inverno, não tinham quase nada para comer. Por isso, a lenhadora sonhava que um dia alguém lhe atiraria uma coisa boa e deliciosa do comboio. Os lenhadores não tinham filhos, o que para ele era um alívio mas, para ela, um grande desgosto. Era uma vez um casal de judeus que viajava num comboio com dois bebés praticamente recém-nascidos. O pai sabia que não iam para um lugar nada bonito e, ao atravessar a floresta, teve uma ideia bastante insensata… Vendido em mais de dez países, finalista de uma série de prémios literários, escolhido pelo realizador Michel Hazanavicius para ser em breve um filme de animação, "A Mais Preciosa Mercadoria" é uma fábula sobre Auschwitz que se inspira num episódio real e não cessa de perturbar e comover leitores em todo o mundo, sobretudo por ter essa rara qualidade de poder ser lida por pessoas de todas as idades. Em França, onde foi originalmente publicado, já se imprimiram mais de 90 000 exemplares.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Era uma vez um casal de lenhadores muito pobres que vivia numa floresta, por onde passava um comboio de mercadorias. Como estavam em guerra e era inverno, não tinham quase nada para comer. Por isso, a lenhadora sonhava que um dia alguém lhe atiraria uma coisa boa e deliciosa do comboio. Os lenhadores não tinham filhos, o que para ele era um alívio mas, para ela, um grande desgosto. Era uma vez um casal de judeus que viajava num comboio com dois bebés praticamente recém-nascidos. O pai sabia que não iam para um lugar nada bonito e, ao atravessar a floresta, teve uma ideia bastante insensata… Vendido em mais de dez países, finalista de uma série de prémios literários, escolhido pelo realizador Michel Hazanavicius para ser em breve um filme de animação, "A Mais Preciosa Mercadoria" é uma fábula sobre Auschwitz que se inspira num episódio real e não cessa de perturbar e comover leitores em todo o mundo, sobretudo por ter essa rara qualidade de poder ser lida por pessoas de todas as idades. Em França, onde foi originalmente publicado, já se imprimiram mais de 90 000 exemplares.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Neste seu aclamado sucesso de vendas, James Hawes conta a história do país mais admirado e temido da Europa, de Júlio César a Angela Merkel. Com mais de 100 mapas e imagens, é uma nova, concisa e acessível tentativa de responder à questão: os Alemães são, na verdade, eles ou nós?
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Neste seu aclamado sucesso de vendas, James Hawes conta a história do país mais admirado e temido da Europa, de Júlio César a Angela Merkel. Com mais de 100 mapas e imagens, é uma nova, concisa e acessível tentativa de responder à questão: os Alemães são, na verdade, eles ou nós?
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A morte de Humphrey Westcott, conde de Riverdale, desencadeia um escândalo na sociedade londrina. Entre as pessoas afetadas está a filha, Camille Westcott, que se vê subitamente sem título nobiliárquico. Humilhada, Camille decide cortar amarras com o passado e abandona Londres. O seu plano: dar aulas no orfanato onde cresceu a sua recém-descoberta meia-irmã. É lá que Camille conhece Joel Cunningham, professor de Arte para quem vai ter de posar a mando da avó. A animosidade que sente pelo pintor é evidente…e totalmente partilhada pelo próprio. Joel foi criado no orfanato e vê nos modos de Camille uma arrogância enervante e despropositada.Mas à medida que o tempo passa, a aversão que sentem um pelo outro vai transformar-se… num elo que acabará por ser a salvação de ambos.O volume dois da série Westcott fala-nos de novas oportunidades, de autodescoberta, de redenção… e, claro, de amor!
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A morte de Humphrey Westcott, conde de Riverdale, desencadeia um escândalo na sociedade londrina. Entre as pessoas afetadas está a filha, Camille Westcott, que se vê subitamente sem título nobiliárquico. Humilhada, Camille decide cortar amarras com o passado e abandona Londres. O seu plano: dar aulas no orfanato onde cresceu a sua recém-descoberta meia-irmã. É lá que Camille conhece Joel Cunningham, professor de Arte para quem vai ter de posar a mando da avó. A animosidade que sente pelo pintor é evidente…e totalmente partilhada pelo próprio. Joel foi criado no orfanato e vê nos modos de Camille uma arrogância enervante e despropositada.Mas à medida que o tempo passa, a aversão que sentem um pelo outro vai transformar-se… num elo que acabará por ser a salvação de ambos.O volume dois da série Westcott fala-nos de novas oportunidades, de autodescoberta, de redenção… e, claro, de amor!
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Uma análise da Maçonaria ao longo dos tempos de rara imparcialidade e amplitude histórica. Fenómeno associativo singular, a Maçonaria, na sua expressão mais ancestral - as lojas operativas - surge, sobretudo durante o apogeu do estilo gótico, entre as corporações de construtores (arquitetos, canteiros e pedreiros) da Europa Medieval, mas é a partir do início do século XVIII que, com o novo modelo de lojas especulativas - cujo papel nas revoluções liberais foi fundamental -, começa a desfrutar de grande reconhecimento social e político. Co efeito, devido à capacidade de antecipar as mais significativas transformações sociai e políticas, a Maçonaria, soube, através das suas diferentes Obediências e respetivos Ritos, enraizar-se tão profundamente na vida das sociedades que conseguiu atrair um extraordinário número de seguidores tanto na Europa como na América: intelectuais, artistas, cientistas e políticos das mais diversas nacionalidades e convicções, inclusive religiosas. A tradição e a lenda têm transmitido ao longo dos tempos a ideia de que as Lojas maçónicas sempre operaram de forma oculta e clandestina, a fim de resguardar as suas atividades do olhar dos "profanos", e por isso as suas cerimónias, em especial a da "iniciação", continuam a ser objeto de análise e controvérsia. Este livro, escrito com rara imparcialidade e amplitude histórica, pretende abordar as práticas que essas associações de "homens livres e de bons costumes" têm vindo a desenvolver ao longo dos séculos, penetrando, tanto quanto possível, o seu significado simbólico.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Uma análise da Maçonaria ao longo dos tempos de rara imparcialidade e amplitude histórica. Fenómeno associativo singular, a Maçonaria, na sua expressão mais ancestral - as lojas operativas - surge, sobretudo durante o apogeu do estilo gótico, entre as corporações de construtores (arquitetos, canteiros e pedreiros) da Europa Medieval, mas é a partir do início do século XVIII que, com o novo modelo de lojas especulativas - cujo papel nas revoluções liberais foi fundamental -, começa a desfrutar de grande reconhecimento social e político. Co efeito, devido à capacidade de antecipar as mais significativas transformações sociai e políticas, a Maçonaria, soube, através das suas diferentes Obediências e respetivos Ritos, enraizar-se tão profundamente na vida das sociedades que conseguiu atrair um extraordinário número de seguidores tanto na Europa como na América: intelectuais, artistas, cientistas e políticos das mais diversas nacionalidades e convicções, inclusive religiosas. A tradição e a lenda têm transmitido ao longo dos tempos a ideia de que as Lojas maçónicas sempre operaram de forma oculta e clandestina, a fim de resguardar as suas atividades do olhar dos "profanos", e por isso as suas cerimónias, em especial a da "iniciação", continuam a ser objeto de análise e controvérsia. Este livro, escrito com rara imparcialidade e amplitude histórica, pretende abordar as práticas que essas associações de "homens livres e de bons costumes" têm vindo a desenvolver ao longo dos séculos, penetrando, tanto quanto possível, o seu significado simbólico.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No ano em que se comemora o centenário do início da Primeira Guerra Mundial justifica-se uma reflexão sobre um conflito que contou com a participação dos portugueses e mudou para sempre a vida da humanidade. Desapareceram impérios, redefiniram-se fronteiras, a ciência e a tecnologia foram colocadas de forma sistematizada ao serviço da capacidade destruidora dos instrumentos de guerra e várias nações, líderes do desenvolvimento industrial e cultural do mundo. Entre julho de 1914 e novembro de 1918, os portugueses participaram em três frentes de combate: Angola, Moçambique e Flandres. Portugal tinha recentemente implantado a república e a vida social, económica e política do país evidenciava uma forte e natural instabilidade que foi acelerada pela cisão do velho Partido Republicano Português e pelas diferentes tentativas de restauração da monarquia. Por detrás desta nossa participação encontram-se algumas relações causais entre a maçonaria e as decisões de diferentes governos republicanos que originaram o envolvimento de Portugal na Grande Guerra.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No ano em que se comemora o centenário do início da Primeira Guerra Mundial justifica-se uma reflexão sobre um conflito que contou com a participação dos portugueses e mudou para sempre a vida da humanidade. Desapareceram impérios, redefiniram-se fronteiras, a ciência e a tecnologia foram colocadas de forma sistematizada ao serviço da capacidade destruidora dos instrumentos de guerra e várias nações, líderes do desenvolvimento industrial e cultural do mundo. Entre julho de 1914 e novembro de 1918, os portugueses participaram em três frentes de combate: Angola, Moçambique e Flandres. Portugal tinha recentemente implantado a república e a vida social, económica e política do país evidenciava uma forte e natural instabilidade que foi acelerada pela cisão do velho Partido Republicano Português e pelas diferentes tentativas de restauração da monarquia. Por detrás desta nossa participação encontram-se algumas relações causais entre a maçonaria e as decisões de diferentes governos republicanos que originaram o envolvimento de Portugal na Grande Guerra.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 236
Sinopse:
No ano em que se comemora o centenário da implantação da República em Portugal, torna-se quase obrigatório tentar compreender as circunstâncias que permitiram que essa eclosão se verificasse numa Europa de monarquias. O que terá acontecido para que o "doce" e "pacato" Portugal, no primeiro decénio do século XX, fosse extremando posições chegando ao ponto de, por via revolucionária, depor a monarquia da Casa de Bragança? Neste livro, dirigido ao grande público, os autores esboçam o quadro de referência geral que possibilita compreender a emergência do regime e das instituições republicanas. Além de um enquadramento histórico, estrutural e longo, não circunscrito exclusivamente a Portugal, Pedro Brandão e António Chaves Fidalgo descrevem a acção da Maçonaria e as suas relações, quer com a Carbonária, quer com o Directório do Partido Republicano, na coordenação do movimento insurreccional que começa na madrugada de três de Outubro e termina na manhã de cinco de 1910.
Nº Páginas: 236
Sinopse:
No ano em que se comemora o centenário da implantação da República em Portugal, torna-se quase obrigatório tentar compreender as circunstâncias que permitiram que essa eclosão se verificasse numa Europa de monarquias. O que terá acontecido para que o "doce" e "pacato" Portugal, no primeiro decénio do século XX, fosse extremando posições chegando ao ponto de, por via revolucionária, depor a monarquia da Casa de Bragança? Neste livro, dirigido ao grande público, os autores esboçam o quadro de referência geral que possibilita compreender a emergência do regime e das instituições republicanas. Além de um enquadramento histórico, estrutural e longo, não circunscrito exclusivamente a Portugal, Pedro Brandão e António Chaves Fidalgo descrevem a acção da Maçonaria e as suas relações, quer com a Carbonária, quer com o Directório do Partido Republicano, na coordenação do movimento insurreccional que começa na madrugada de três de Outubro e termina na manhã de cinco de 1910.
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Edição: Jan 2010
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Esta é a história de um rapaz extraordinário, dotado de uma mente brilhante, um coração de ouro e uma alma torturada… Desde o dia em que nasceu, Nick foi a alegria da mãe. Aos dezanove anos estava morto. Passou pela vida como uma estrela cadente. Quando tinha um ano de idade falava com frases completas; era uma criança muito inteligente e encantadora, que nunca dormia. Tinha um talento extraordinário para a escrita e um dom para a música que prometia um futuro brilhante. Mas era ainda muito jovem quando Danielle Steel percebeu que se encaminhava da tragédia e tentou salvá-lo. Nem durante a sua dura luta Nick perdeu o carisma e o talento. Quando lhe foi finalmente dado o diagnóstico, ganhou algum tempo, mas não muito. Danielle Steel conta-nos a história pungente do filho que perdeu e daquilo que aprendeu com esta guerra contra as trevas. O seu tributo é uma dádiva de vida, esperança, amor e compreensão para todos nós.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Esta é a história de um rapaz extraordinário, dotado de uma mente brilhante, um coração de ouro e uma alma torturada… Desde o dia em que nasceu, Nick foi a alegria da mãe. Aos dezanove anos estava morto. Passou pela vida como uma estrela cadente. Quando tinha um ano de idade falava com frases completas; era uma criança muito inteligente e encantadora, que nunca dormia. Tinha um talento extraordinário para a escrita e um dom para a música que prometia um futuro brilhante. Mas era ainda muito jovem quando Danielle Steel percebeu que se encaminhava da tragédia e tentou salvá-lo. Nem durante a sua dura luta Nick perdeu o carisma e o talento. Quando lhe foi finalmente dado o diagnóstico, ganhou algum tempo, mas não muito. Danielle Steel conta-nos a história pungente do filho que perdeu e daquilo que aprendeu com esta guerra contra as trevas. O seu tributo é uma dádiva de vida, esperança, amor e compreensão para todos nós.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 28
Sinopse:
Pelo Natal as crianças voltaram a pedir um barco a remos. - De acordo - disse o pai -, compramo-lo quando voltarmos a Cartagena. Totó, com nove anos, e Joel, com sete, estavam mais decididos do que os pais julgavam. - Não - disseram eles em coro. - precisamos dele já e aqui. - Para começar - disse a mãe -, aqui não há água para andar de barco, só há a do chuveiro. Tanto ela como o marido tinham razão. Na casa de Cartagena de Índias tinham um pátio com um molhe dando para a baía, e uma doca para dois grandes iates. Em contrapartida, ali em Madrid, viviam apertados no quinto andar do número 47 do Paseo de la Castellana.
Nº Páginas: 28
Sinopse:
Pelo Natal as crianças voltaram a pedir um barco a remos. - De acordo - disse o pai -, compramo-lo quando voltarmos a Cartagena. Totó, com nove anos, e Joel, com sete, estavam mais decididos do que os pais julgavam. - Não - disseram eles em coro. - precisamos dele já e aqui. - Para começar - disse a mãe -, aqui não há água para andar de barco, só há a do chuveiro. Tanto ela como o marido tinham razão. Na casa de Cartagena de Índias tinham um pátio com um molhe dando para a baía, e uma doca para dois grandes iates. Em contrapartida, ali em Madrid, viviam apertados no quinto andar do número 47 do Paseo de la Castellana.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"À Luz do Índico", o primeiro livro de poesia de Amélia Vera Jardim, é uma obra iluminada pelas memórias dos tempos vividos em Moçambique, pelas suas cores e cheiros. A revelação de uma nova e original voz poética em língua portuguesa.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"À Luz do Índico", o primeiro livro de poesia de Amélia Vera Jardim, é uma obra iluminada pelas memórias dos tempos vividos em Moçambique, pelas suas cores e cheiros. A revelação de uma nova e original voz poética em língua portuguesa.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Um corpo pendurado dos pilares da Ponte de D. Luís, no Porto, desafiando uma cidade em transformação, cosmopolita e cheia de turistas. O cadáver de uma mulher abandonado nas colinas do Douro - e a evocação de uma série de crimes no submundo da noite portuense. O que parecem duas ocorrências independentes acabam por revelar ligações que não surpreendem o inspetor Jaime Ramos - que, em simultâneo, enfrenta o seu passado de militante comunista, um inquérito interno à sua atuação na polícia, o estranho pedido de um velho amigo e a busca por um personagem desaparecido, que o levará das ruas do Porto ao Minho e ao Douro e, finalmente, a Pequim. Um romance denso e crepuscular em que a figura de Jaime Ramos, agora no seu nono livro, se interroga sobre o sentido de ser português num país dominado por elites cúmplices, endogamias e poderes ocultos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Um corpo pendurado dos pilares da Ponte de D. Luís, no Porto, desafiando uma cidade em transformação, cosmopolita e cheia de turistas. O cadáver de uma mulher abandonado nas colinas do Douro - e a evocação de uma série de crimes no submundo da noite portuense. O que parecem duas ocorrências independentes acabam por revelar ligações que não surpreendem o inspetor Jaime Ramos - que, em simultâneo, enfrenta o seu passado de militante comunista, um inquérito interno à sua atuação na polícia, o estranho pedido de um velho amigo e a busca por um personagem desaparecido, que o levará das ruas do Porto ao Minho e ao Douro e, finalmente, a Pequim. Um romance denso e crepuscular em que a figura de Jaime Ramos, agora no seu nono livro, se interroga sobre o sentido de ser português num país dominado por elites cúmplices, endogamias e poderes ocultos.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Lottie tinha a certeza de que Richard, o seu namorado de longa data, ia pedi-la em casamento. Mas estava enganada. Farta de esperar, decide terminar a relação. O inesperado acontece quando Lottie, ainda a recuperar da desilusão, recebe um telefonema. Do outro lado da linha está Ben, um ex-namorado com quem fizera um pacto insólito no passado. Se, aos 30 anos (ou aos 33…), nenhum deles estivesse casado, casar-se-iam um com o outro. Para Lottie a mensagem é clara: o Destino está a uni-los! Já Fliss, a irmã de Lottie, não tem tanta certeza disso. Ela sabe que, por detrás deste aparente ato arrebatado de paixão, Lottie tem o coração partido. Mas casar com alguém que não vê há 15 anos ultrapassa todos os limites. O problema é que o mal já está feito… A solução? Seguir o casal até à ilha grega de Ikonos e fazer os possíveis (e os impossíveis) para impedir a consumação da união. Fliss rapidamente percebe que contrariar o Destino não é tarefa para os fracos de espírito, algo que ela acredita não ser. Mas à medida que o seu plano avança, uma dúvida paira no ar: estará ela preparada para pagar o preço pela intromissão?
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Lottie tinha a certeza de que Richard, o seu namorado de longa data, ia pedi-la em casamento. Mas estava enganada. Farta de esperar, decide terminar a relação. O inesperado acontece quando Lottie, ainda a recuperar da desilusão, recebe um telefonema. Do outro lado da linha está Ben, um ex-namorado com quem fizera um pacto insólito no passado. Se, aos 30 anos (ou aos 33…), nenhum deles estivesse casado, casar-se-iam um com o outro. Para Lottie a mensagem é clara: o Destino está a uni-los! Já Fliss, a irmã de Lottie, não tem tanta certeza disso. Ela sabe que, por detrás deste aparente ato arrebatado de paixão, Lottie tem o coração partido. Mas casar com alguém que não vê há 15 anos ultrapassa todos os limites. O problema é que o mal já está feito… A solução? Seguir o casal até à ilha grega de Ikonos e fazer os possíveis (e os impossíveis) para impedir a consumação da união. Fliss rapidamente percebe que contrariar o Destino não é tarefa para os fracos de espírito, algo que ela acredita não ser. Mas à medida que o seu plano avança, uma dúvida paira no ar: estará ela preparada para pagar o preço pela intromissão?
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Depois de vinte anos emigrado na América, um homem regressa à Itália da sua juventude. Percorre os caminhos da aldeia onde viveu ainda rapaz, atravessa os campos e descobre que à sua volta tudo mudou. Tudo menos a paisagem e Nuto, um velho amigo com quem gosta de falar do passado. Ao seu espírito acorrem as imagens de outros tempos, os primeiros amores, as primeiras experiências de vida, mas entretanto outros acontecimentos intervêm, já não recordações, mas a cega loucura do presente, outros fogos que não são já as fogueiras que os camponeses acendiam, mas incêndios provocados pela raiva ou pelo desespero. Romance que precede em poucos meses o suicídio do autor, em 1950, "A Lua e as Fogueiras" é uma história sobre a passagem do tempo, as cicatrizes que se acumulam no homem e, em contraponto, a impassibilidade da natureza. Um texto que revela em pleno os talentos de Cesare Pavese.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Depois de vinte anos emigrado na América, um homem regressa à Itália da sua juventude. Percorre os caminhos da aldeia onde viveu ainda rapaz, atravessa os campos e descobre que à sua volta tudo mudou. Tudo menos a paisagem e Nuto, um velho amigo com quem gosta de falar do passado. Ao seu espírito acorrem as imagens de outros tempos, os primeiros amores, as primeiras experiências de vida, mas entretanto outros acontecimentos intervêm, já não recordações, mas a cega loucura do presente, outros fogos que não são já as fogueiras que os camponeses acendiam, mas incêndios provocados pela raiva ou pelo desespero. Romance que precede em poucos meses o suicídio do autor, em 1950, "A Lua e as Fogueiras" é uma história sobre a passagem do tempo, as cicatrizes que se acumulam no homem e, em contraponto, a impassibilidade da natureza. Um texto que revela em pleno os talentos de Cesare Pavese.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Numa pequena comunidade do Sul dos Estados Unidos, os habitantes reúnem-se periodicamente na praça central da povoação para a extração da Lotaria. Todos estão obrigados a participar. Um burburinho nervoso levanta-se entre a multidão à medida que os representantes de cada família retiram o pequeno papel dobrado da caixa de madeira preta. Na hora de o abrir, sabem que o seu destino estará selado… Considerado hoje um dos contos mais famosos da história da literatura norte-americana, "A Lotaria" motivou uma surpreendente reação do público aquando da sua primeira publicação na New Yorker, em 1949, com muitos leitores a tomarem a história por verdadeira e a cancelarem a sua assinatura da revista ou a escreverem cartas de indignação dirigidas à autora. Mais tarde inserido no único volume de contos publicado por Shirley Jackson ainda em vida, este constitui um dos maiores exemplos do génio versátil da autora, considerada igualmente uma mestre neste género.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Numa pequena comunidade do Sul dos Estados Unidos, os habitantes reúnem-se periodicamente na praça central da povoação para a extração da Lotaria. Todos estão obrigados a participar. Um burburinho nervoso levanta-se entre a multidão à medida que os representantes de cada família retiram o pequeno papel dobrado da caixa de madeira preta. Na hora de o abrir, sabem que o seu destino estará selado… Considerado hoje um dos contos mais famosos da história da literatura norte-americana, "A Lotaria" motivou uma surpreendente reação do público aquando da sua primeira publicação na New Yorker, em 1949, com muitos leitores a tomarem a história por verdadeira e a cancelarem a sua assinatura da revista ou a escreverem cartas de indignação dirigidas à autora. Mais tarde inserido no único volume de contos publicado por Shirley Jackson ainda em vida, este constitui um dos maiores exemplos do génio versátil da autora, considerada igualmente uma mestre neste género.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Após uma tragédia inesperada, Natalie Harper herda uma livraria com muito encanto, e muitos problemas económicos, em São Francisco. Também se converte na cuidadora do seu avô Andrew, que cresceu no prédio histórico de Perdita Street, onde fica a livraria. O seu avô começou a sofrer perdas de memória e Natalie planeia fechar a livraria e vender o prédio para pagar os seus cuidados. Só há um problema: o seu avô é o proprietário e recusa-se a vender. Relutantemente, Natalie encarrega-se da loja, mas descobre que os livros lhe dão consolo para a sua dor. Contrata um ex-marine da Geórgia, Peach Gallagher, para remodelar o prédio antigo. Dorothy, a filha de Peach, é um raio de luz durante os longos dias de Natalie, e até consegue colocá-la em contacto com Trevor Dashwood, um atraente romancista que se interessa pela pequena livraria. Para sua surpresa, o seu luto transforma-se numa viagem inesperada de descobertas e revelações, desde desenterrar objetos antigos escondidos nas paredes da livraria até descobrir a verdade sobre a sua família, o seu futuro e o seu coração.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Após uma tragédia inesperada, Natalie Harper herda uma livraria com muito encanto, e muitos problemas económicos, em São Francisco. Também se converte na cuidadora do seu avô Andrew, que cresceu no prédio histórico de Perdita Street, onde fica a livraria. O seu avô começou a sofrer perdas de memória e Natalie planeia fechar a livraria e vender o prédio para pagar os seus cuidados. Só há um problema: o seu avô é o proprietário e recusa-se a vender. Relutantemente, Natalie encarrega-se da loja, mas descobre que os livros lhe dão consolo para a sua dor. Contrata um ex-marine da Geórgia, Peach Gallagher, para remodelar o prédio antigo. Dorothy, a filha de Peach, é um raio de luz durante os longos dias de Natalie, e até consegue colocá-la em contacto com Trevor Dashwood, um atraente romancista que se interessa pela pequena livraria. Para sua surpresa, o seu luto transforma-se numa viagem inesperada de descobertas e revelações, desde desenterrar objetos antigos escondidos nas paredes da livraria até descobrir a verdade sobre a sua família, o seu futuro e o seu coração.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Biografia do Padre Joaquim Carreira, personagem muito relevante da História de Portugal no século XX, mas quase desconhecido no nosso país. Escrita por António Marujo, que tem investigado sobre a vida deste padre nos últimos anos, esta obra mostrará como Joaquim Carreira abrigou judeus durante a ocupação nazi de Roma, entre Setembro de 1943 e Julho de 1944, quando era reitor do Colégio Pontifício Português da capital italiana. Os seus esforços e coragem foram já reconhecidos pelo Yad Vashem, o Memorial do Holocausto de Jerusalém, tendo sido o quarto português a entrar na lista desta instituição.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Biografia do Padre Joaquim Carreira, personagem muito relevante da História de Portugal no século XX, mas quase desconhecido no nosso país. Escrita por António Marujo, que tem investigado sobre a vida deste padre nos últimos anos, esta obra mostrará como Joaquim Carreira abrigou judeus durante a ocupação nazi de Roma, entre Setembro de 1943 e Julho de 1944, quando era reitor do Colégio Pontifício Português da capital italiana. Os seus esforços e coragem foram já reconhecidos pelo Yad Vashem, o Memorial do Holocausto de Jerusalém, tendo sido o quarto português a entrar na lista desta instituição.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Com o romance "O Que Diz Molero", Dinis Machado mudou de forma permanente o panorama literário português. Corriam os anos 70, e o 25 de Abril ainda não tinha acontecido. Mais de quarenta anos volvidos, este objecto raro das nossas letras mantém a sua imensa originalidade e frescura. Dinis Machado não publicou outros romances (a não ser os policiais que escreveu com o pseudónimo Denis McShade), mas continuou a escrever regularmente, durante mais de três décadas, em jornais e revistas sobre os mais variados temas, de entre eles duas das suas grandes paixões: futebol e cinema. Depois de "Reduto Quase Final, seguido de Discurso de Alfredo Marceneiro a Gabriel García Márquez" e de "Gráfico de Vendas com Orquídea", a Quetzal dá continuidade à recolha dos melhores textos dispersos de Dinis Machado em livro.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Com o romance "O Que Diz Molero", Dinis Machado mudou de forma permanente o panorama literário português. Corriam os anos 70, e o 25 de Abril ainda não tinha acontecido. Mais de quarenta anos volvidos, este objecto raro das nossas letras mantém a sua imensa originalidade e frescura. Dinis Machado não publicou outros romances (a não ser os policiais que escreveu com o pseudónimo Denis McShade), mas continuou a escrever regularmente, durante mais de três décadas, em jornais e revistas sobre os mais variados temas, de entre eles duas das suas grandes paixões: futebol e cinema. Depois de "Reduto Quase Final, seguido de Discurso de Alfredo Marceneiro a Gabriel García Márquez" e de "Gráfico de Vendas com Orquídea", a Quetzal dá continuidade à recolha dos melhores textos dispersos de Dinis Machado em livro.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Grande Prémio de Conto "Camilo Castelo Branco" CM Vila Nova de Famalicão/APE Um homem é incumbido de transportar uma estranha caixa contendo uma cabeça. Um excelso professor vê-se condenado a passar o resto dos seus dias numa prisão deveras invulgar. A história por detrás da internacionalização de uma das maravilhas culinárias de Portugal. Quatro professores reformados que o destino uniu num jardim municipal decidem aliar as suas bibliotecas. Um frequentador assíduo do metro calha em faltar com a sua palavra, despertando a indignação de um dos funcionários. Um comandante da Marinha incapaz de aceitar um não. As memórias da iniciação sexual de um jovem, num tempo em que os tios tomavam a seu cargo essa tarefa. Sete contos. Sete histórias que representam a multiplicidade de registos na escrita inigualável de Mário de Carvalho.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Grande Prémio de Conto "Camilo Castelo Branco" CM Vila Nova de Famalicão/APE Um homem é incumbido de transportar uma estranha caixa contendo uma cabeça. Um excelso professor vê-se condenado a passar o resto dos seus dias numa prisão deveras invulgar. A história por detrás da internacionalização de uma das maravilhas culinárias de Portugal. Quatro professores reformados que o destino uniu num jardim municipal decidem aliar as suas bibliotecas. Um frequentador assíduo do metro calha em faltar com a sua palavra, despertando a indignação de um dos funcionários. Um comandante da Marinha incapaz de aceitar um não. As memórias da iniciação sexual de um jovem, num tempo em que os tios tomavam a seu cargo essa tarefa. Sete contos. Sete histórias que representam a multiplicidade de registos na escrita inigualável de Mário de Carvalho.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Na América puritana, o peito das mulheres adúlteras era marcado com uma letra escarlate, a marca da infâmia. Nesta sociedade quase totalitária, onde a vontade individual se verga ao peso da moralidade, uma mulher, Hester, será ostracizada, perseguida e vilipendiada por um crime que não é crime - amar fora do casamento. Mas ela ergue-se em todo o seu esplendor. Resiste e persiste. Indomável. Além de Hester, duas outras personagens permanecem na memória do leitor. Arthur Dimmesdale, o amante cobarde, torturado pelo peso da culpa, incapaz de assumir a sua relação. E Roger Chillingworth, o marido traído, de espírito vingativo, atormentando a vida dos amantes. Psicologicamente denso, de uma simbologia complexa, este é o primeiro dos grandes romances americanos. Uma obra única. Uma obra imortal. Um verdadeiro monumento à literatura. ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória · Ensaio de D. H. Lawrence sobre A Letra Escarlate · Lista de personagens
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Na América puritana, o peito das mulheres adúlteras era marcado com uma letra escarlate, a marca da infâmia. Nesta sociedade quase totalitária, onde a vontade individual se verga ao peso da moralidade, uma mulher, Hester, será ostracizada, perseguida e vilipendiada por um crime que não é crime - amar fora do casamento. Mas ela ergue-se em todo o seu esplendor. Resiste e persiste. Indomável. Além de Hester, duas outras personagens permanecem na memória do leitor. Arthur Dimmesdale, o amante cobarde, torturado pelo peso da culpa, incapaz de assumir a sua relação. E Roger Chillingworth, o marido traído, de espírito vingativo, atormentando a vida dos amantes. Psicologicamente denso, de uma simbologia complexa, este é o primeiro dos grandes romances americanos. Uma obra única. Uma obra imortal. Um verdadeiro monumento à literatura. ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória · Ensaio de D. H. Lawrence sobre A Letra Escarlate · Lista de personagens
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Embora eu prefira os seus inumeráveis rascunhos, apontamentos, esboços e pequenos textos de toda a ordem, "A Letra Encarnada" é um livro admirável daquele que foi, a par de Melville, o grande escritor americano do século dezanove. Aliás amigos íntimos (alguns insinuam que mais do que isso) professavam admiração recíproca. Hawthorne era um homem estranho. De beleza física invulgar foi um puritano toda a vida, sujeito a crises de desânimo e insegurança constantes. Valia-lhe o apoio da mulher, muito mais forte psicologicamente do que ele e que se manteve a seu lado numa dedicação inalterável. Este romance dramático e intenso é uma obra- -prima, como praticamente tudo o que o autor deixou. Curioso o facto de uma novela tão americana na sua trama essencial tocar o leitor de cultura muito diferente pelo jogo de emoções e temas. Apesar de, no fundo da alma, Hawthorne ser um moralista severo, é capaz de flagelar com arrebatamento a severidade essa parte de si mesmo, na autocrítica arrepiante a que procedeu toda a sua vida." António Lobo Antunes
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Embora eu prefira os seus inumeráveis rascunhos, apontamentos, esboços e pequenos textos de toda a ordem, "A Letra Encarnada" é um livro admirável daquele que foi, a par de Melville, o grande escritor americano do século dezanove. Aliás amigos íntimos (alguns insinuam que mais do que isso) professavam admiração recíproca. Hawthorne era um homem estranho. De beleza física invulgar foi um puritano toda a vida, sujeito a crises de desânimo e insegurança constantes. Valia-lhe o apoio da mulher, muito mais forte psicologicamente do que ele e que se manteve a seu lado numa dedicação inalterável. Este romance dramático e intenso é uma obra- -prima, como praticamente tudo o que o autor deixou. Curioso o facto de uma novela tão americana na sua trama essencial tocar o leitor de cultura muito diferente pelo jogo de emoções e temas. Apesar de, no fundo da alma, Hawthorne ser um moralista severo, é capaz de flagelar com arrebatamento a severidade essa parte de si mesmo, na autocrítica arrepiante a que procedeu toda a sua vida." António Lobo Antunes
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 744
Sinopse:
Os solos férteis do vale de Salinas, na Califórnia, são o cenário deste grande fresco histórico que acompanha os destinos de duas famílias, os Trask e os Hamilton, desde os dias da Guerra Civil Americana ao pós-Primeira Guerra Mundial. A inexplicabilidade do amor e as consequências criminosas da sua ausência estão no centro deste romance, publicado originalmente em 1952, onde John Steinbeck apresenta algumas das suas personagens mais cativantes. Enfrentando um percurso pejado de luta e de sofrimento que atravessa gerações, nas suas histórias ouve-se ecoar irremediavelmente a tragédia das palavras bíblicas e assiste-se a uma reencenação da queda de Adão e Eva e da rivalidade destrutiva entre Caim e Abel. A Leste do Paraíso é uma obra de maturidade e de grande fôlego, uma história brutal e apaixonante, sobre a qual escreveu o próprio autor: "O assunto é o mesmo que cada homem tem utilizado como tema: a existência, o equilíbrio, a batalha e a vitória, na eterna guerra entre a sabedoria e a ignorância, a luz e a treva, o bem e o mal.
Nº Páginas: 744
Sinopse:
Os solos férteis do vale de Salinas, na Califórnia, são o cenário deste grande fresco histórico que acompanha os destinos de duas famílias, os Trask e os Hamilton, desde os dias da Guerra Civil Americana ao pós-Primeira Guerra Mundial. A inexplicabilidade do amor e as consequências criminosas da sua ausência estão no centro deste romance, publicado originalmente em 1952, onde John Steinbeck apresenta algumas das suas personagens mais cativantes. Enfrentando um percurso pejado de luta e de sofrimento que atravessa gerações, nas suas histórias ouve-se ecoar irremediavelmente a tragédia das palavras bíblicas e assiste-se a uma reencenação da queda de Adão e Eva e da rivalidade destrutiva entre Caim e Abel. A Leste do Paraíso é uma obra de maturidade e de grande fôlego, uma história brutal e apaixonante, sobre a qual escreveu o próprio autor: "O assunto é o mesmo que cada homem tem utilizado como tema: a existência, o equilíbrio, a batalha e a vitória, na eterna guerra entre a sabedoria e a ignorância, a luz e a treva, o bem e o mal.
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Edição: Fev 2009
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Pen Clube Português 2004 para a primeira obra. Em plena época dos Descobrimentos um herói português, aventureiro, descobre a plenitude da vida nos quatro cantos do mundo. Um livro na esteira da Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto. A história de Martim Regos coincide com o descobrimento do mundo. Este misterioso português nasce no Ribatejo em 1453, mas foge para a Granada muçulmana durante a adolescência e converte-se ao islamismo. É já com o nome de Abu Rial que percorre o continente africano, anda pelo Egipto, explora a costa do Brasil, visita Veneza, conhece Meca e Jerusalém, chega à Índia e acaba por ser o primeiro europeu a entrar na China depois de Marco Polo. Pelo meio de tudo isto, conhece o amor das negras em África, das índias do Brasil, das indianas do Malabar e das aborígenes do Pacífico. No entanto, permanece fiel à mesma paixão: uma galega que conhece aos quinze anos. Um herói que ultrapassa o seu próprio tempo - apaixonado pelos novos saberes, viajante incansável, aventureiro e audaz, mas fiel a si próprio, às suas inquietações e a uma infinita determinação que nunca o abandonou. Já perto do fim, sente a obrigação de deixar como herança os conhecimentos que adquiriu e de mostrar como é possível viver em qualquer parte do mundo, descobrindo a plenitude da vida.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Pen Clube Português 2004 para a primeira obra. Em plena época dos Descobrimentos um herói português, aventureiro, descobre a plenitude da vida nos quatro cantos do mundo. Um livro na esteira da Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto. A história de Martim Regos coincide com o descobrimento do mundo. Este misterioso português nasce no Ribatejo em 1453, mas foge para a Granada muçulmana durante a adolescência e converte-se ao islamismo. É já com o nome de Abu Rial que percorre o continente africano, anda pelo Egipto, explora a costa do Brasil, visita Veneza, conhece Meca e Jerusalém, chega à Índia e acaba por ser o primeiro europeu a entrar na China depois de Marco Polo. Pelo meio de tudo isto, conhece o amor das negras em África, das índias do Brasil, das indianas do Malabar e das aborígenes do Pacífico. No entanto, permanece fiel à mesma paixão: uma galega que conhece aos quinze anos. Um herói que ultrapassa o seu próprio tempo - apaixonado pelos novos saberes, viajante incansável, aventureiro e audaz, mas fiel a si próprio, às suas inquietações e a uma infinita determinação que nunca o abandonou. Já perto do fim, sente a obrigação de deixar como herança os conhecimentos que adquiriu e de mostrar como é possível viver em qualquer parte do mundo, descobrindo a plenitude da vida.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 496
Sinopse:
La Peregrina é, sem dúvida, a pérola mais famosa de sempre. E este magnífico romance é a história do seu percurso ao longo de mais de quatrocentos anos, desde que saiu das águas até chegar às mãos de Elizabeth Taylor. No século XVI, o escravo que alcançou a façanha de a extrair das profundezas do mar das Caraíbas conquistou com ela a sua liberdade. Pouco tempo depois, e devido à sua rara beleza, La Peregrina chegou às mãos de Filipe II, rei de Espanha, dando início à lenda que desde então a acompanha e segundo a qual as grandes pérolas propiciam tanto grandes amores como grandes comoções. Reis e rainhas, aventureiras, espias, artistas, ladrões, assassinos… La Peregrina passou pelas mãos de variados e notáveis personagens até chegar às de Richard Burton, que a ofereceu a Elizabeth Taylor para selar uma das histórias de amor mais célebres do século XX. Carmen Posadas escolheu como protagonista deste ambicioso romance um objeto e, na pesquisa que fez para narrar a sua acidentada e aventurosa trajetória, descobriu fragmentos apaixonantes, e muitas vezes inéditos, com cerca de cinco séculos de história.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
La Peregrina é, sem dúvida, a pérola mais famosa de sempre. E este magnífico romance é a história do seu percurso ao longo de mais de quatrocentos anos, desde que saiu das águas até chegar às mãos de Elizabeth Taylor. No século XVI, o escravo que alcançou a façanha de a extrair das profundezas do mar das Caraíbas conquistou com ela a sua liberdade. Pouco tempo depois, e devido à sua rara beleza, La Peregrina chegou às mãos de Filipe II, rei de Espanha, dando início à lenda que desde então a acompanha e segundo a qual as grandes pérolas propiciam tanto grandes amores como grandes comoções. Reis e rainhas, aventureiras, espias, artistas, ladrões, assassinos… La Peregrina passou pelas mãos de variados e notáveis personagens até chegar às de Richard Burton, que a ofereceu a Elizabeth Taylor para selar uma das histórias de amor mais célebres do século XX. Carmen Posadas escolheu como protagonista deste ambicioso romance um objeto e, na pesquisa que fez para narrar a sua acidentada e aventurosa trajetória, descobriu fragmentos apaixonantes, e muitas vezes inéditos, com cerca de cinco séculos de história.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 328
Sinopse:
264 "netsuke" de madeira e marfim, nenhum maior que uma caixa de fósforos: num maravilhoso e original livro de memórias, Edmund de Waal descreve a caminhada de uma sofisticada coleção - e da família que a acarinhou - através dos continentes e dos séculos, numa empolgante história de guerra e de paz, paixão e perda.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
264 "netsuke" de madeira e marfim, nenhum maior que uma caixa de fósforos: num maravilhoso e original livro de memórias, Edmund de Waal descreve a caminhada de uma sofisticada coleção - e da família que a acarinhou - através dos continentes e dos séculos, numa empolgante história de guerra e de paz, paixão e perda.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"A laranja mecânica" é a chocante confissão de Alex, um jovem delinquente que relata os seus excessos criminosos na companhia dos amigos Pete, Georgie e Lerdo. Juntos, divertem-se ao máximo a praticar actos de violência, sem sentir qualquer remorso. Detido após a violação brutal da mulher de um escritor, Alex dá conta da sua "reeducação" no contexto de um projecto do Governo para erradicar a violência. Uma vez reinserido na sociedade, as consequências dessa experiência para Alex serão tragicamente inesperadas. Publicada pela primeira vez em 1962, A laranja mecânica é hoje amplamente reconhecida como uma das obras literárias mais influentes do século XX. O livro pode ser lido como uma distopia tragicómica ou como uma fábula sobre o bem e o mal e a importância do livre-arbítrio. Esta edição especial, preparada para celebrar os cinquenta anos da publicação original do romance, foi organizada por Andrew Biswell, biógrafo de Anthony Burgess, e recupera o texto do romance tal como o autor o concebeu originalmente, incluindo uma interessante selecção de material inédito: entrevistas e artigos, assim como anotações e ilustrações do autor no manuscrito original. A rematar o conjunto, um glossário de Nadsate, imprescindível para os leitores que não queiram aventurar-se sozinhos na descoberta da língua inventada por Burgess neste romance. Aceitemos o convite do autor: "Se A laranja mecânica, à semelhança de 1984, assumir o seu posto como um dos salutares avisos literários contra a lassidão, o pensamento desleixado e a confiança excessiva no Estado, então terá alcançado algo de valor."
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"A laranja mecânica" é a chocante confissão de Alex, um jovem delinquente que relata os seus excessos criminosos na companhia dos amigos Pete, Georgie e Lerdo. Juntos, divertem-se ao máximo a praticar actos de violência, sem sentir qualquer remorso. Detido após a violação brutal da mulher de um escritor, Alex dá conta da sua "reeducação" no contexto de um projecto do Governo para erradicar a violência. Uma vez reinserido na sociedade, as consequências dessa experiência para Alex serão tragicamente inesperadas. Publicada pela primeira vez em 1962, A laranja mecânica é hoje amplamente reconhecida como uma das obras literárias mais influentes do século XX. O livro pode ser lido como uma distopia tragicómica ou como uma fábula sobre o bem e o mal e a importância do livre-arbítrio. Esta edição especial, preparada para celebrar os cinquenta anos da publicação original do romance, foi organizada por Andrew Biswell, biógrafo de Anthony Burgess, e recupera o texto do romance tal como o autor o concebeu originalmente, incluindo uma interessante selecção de material inédito: entrevistas e artigos, assim como anotações e ilustrações do autor no manuscrito original. A rematar o conjunto, um glossário de Nadsate, imprescindível para os leitores que não queiram aventurar-se sozinhos na descoberta da língua inventada por Burgess neste romance. Aceitemos o convite do autor: "Se A laranja mecânica, à semelhança de 1984, assumir o seu posto como um dos salutares avisos literários contra a lassidão, o pensamento desleixado e a confiança excessiva no Estado, então terá alcançado algo de valor."
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Edição: Out 2008
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"A Lâmpada de Aladino" constitui o esperado regresso de Luis Sepúlveda ao território da ficção. Ao longo das histórias que compõem este livro reencontramo-nos com esse território de sentimentos que fizeram do autor um dos nomes mais apreciados da literatura da América Latina. "Enquanto os nomearmos e contarmos as suas histórias, os nossos mortos nunca morrem", diz a certa altura um personagem. Foi precisamente para resgatar do esquecimento momentos, lugares e existências irrepetíveis que Luis Sepúlveda escreveu "A Lâmpada de Aladino", uma lâmpada de onde surgem, como por arte de magia, treze contos magistrais.A Alexandria de Kavafis, o Carnaval em Ipanema, uma cidade de Hamburgo fria e chuvosa, a Patagónia, Santiago do Chile nos anos sessenta, a recôndita fronteira do Peru, Colômbia e Brasil, são alguns dos cenários deste livro. Nas suas histórias, cada uma delas um romance em miniatura, Luis Sepúlveda dá vida a personagens inesquecíveis, prendendo o leitor da primeira à última página.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"A Lâmpada de Aladino" constitui o esperado regresso de Luis Sepúlveda ao território da ficção. Ao longo das histórias que compõem este livro reencontramo-nos com esse território de sentimentos que fizeram do autor um dos nomes mais apreciados da literatura da América Latina. "Enquanto os nomearmos e contarmos as suas histórias, os nossos mortos nunca morrem", diz a certa altura um personagem. Foi precisamente para resgatar do esquecimento momentos, lugares e existências irrepetíveis que Luis Sepúlveda escreveu "A Lâmpada de Aladino", uma lâmpada de onde surgem, como por arte de magia, treze contos magistrais.A Alexandria de Kavafis, o Carnaval em Ipanema, uma cidade de Hamburgo fria e chuvosa, a Patagónia, Santiago do Chile nos anos sessenta, a recôndita fronteira do Peru, Colômbia e Brasil, são alguns dos cenários deste livro. Nas suas histórias, cada uma delas um romance em miniatura, Luis Sepúlveda dá vida a personagens inesquecíveis, prendendo o leitor da primeira à última página.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Yerney é um homem simples que dedicou a sua vida a duas coisas apenas: trabalho e Deus. Enquanto feitor na herdade dos Sitar, numa pequena aldeia na Eslovénia, lavrou os campos, plantou as sementeiras e construiu a casa dos senhores com as suas próprias mãos. Contudo, já idoso e cansado, todo o seu esforço e a promessa de um merecido repouso são-lhe repentinamente negados. Começa assim a busca obsessiva de Yerney por justiça, uma longa odisseia que o levará a encontrar-se com juízes, sábios e padres e a viajar até Ljubljana e Viena, onde vive o próprio Imperador, nunca desistindo de contrapor o seu ideal de direito e justiça à arbitrariedade das leis dos poderosos. Publicado em vésperas da derrocada do Império Austro-Húngaro, esta pequena obra viria a tornar-se uma das referências incontornáveis da literatura eslovena, à época emergente, versando com agudeza e sobriedade sobre alguns dos temas sociais, políticos e culturais que marcariam o século XX de todo o continente europeu.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Yerney é um homem simples que dedicou a sua vida a duas coisas apenas: trabalho e Deus. Enquanto feitor na herdade dos Sitar, numa pequena aldeia na Eslovénia, lavrou os campos, plantou as sementeiras e construiu a casa dos senhores com as suas próprias mãos. Contudo, já idoso e cansado, todo o seu esforço e a promessa de um merecido repouso são-lhe repentinamente negados. Começa assim a busca obsessiva de Yerney por justiça, uma longa odisseia que o levará a encontrar-se com juízes, sábios e padres e a viajar até Ljubljana e Viena, onde vive o próprio Imperador, nunca desistindo de contrapor o seu ideal de direito e justiça à arbitrariedade das leis dos poderosos. Publicado em vésperas da derrocada do Império Austro-Húngaro, esta pequena obra viria a tornar-se uma das referências incontornáveis da literatura eslovena, à época emergente, versando com agudeza e sobriedade sobre alguns dos temas sociais, políticos e culturais que marcariam o século XX de todo o continente europeu.
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