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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Coisas boas acontecem, mesmo quando achamos que não as merecemos. Grace tem 17 anos e foi adotada à nascença. Depois de muita indecisão, e apesar de sempre ter tido uma vida feliz, decide procurar a família biológica e descobre que tem dois irmãos de sangue: Maya e Joaquin. Maya a mais nova dos três, é uma morena de língua afiada. Adotada por uma família disfuncional e a viver o seu primeiro amor, Maya está sôfrega por encontrar elos de ligação e parecenças com os dois "novos" irmãos que surgem de repente na sua vida. Joaquin é um estoico pouco interessado em conhecer as irmãs. Depois de vários anos à mercê de famílias de acolhimento, aprendeu da forma mais dolorosa que os heróis não existem, e que, para bem de todos, os segredos e os medos devem manter-se guardados a sete chaves. Esta história comovente, contada a três vozes carregadas de coragem e esperança, exalta a força do amor e o verdadeiro significado da família nas suas mais variadas formas — como encontrá-la, preservá-la e amá-la.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Coisas boas acontecem, mesmo quando achamos que não as merecemos. Grace tem 17 anos e foi adotada à nascença. Depois de muita indecisão, e apesar de sempre ter tido uma vida feliz, decide procurar a família biológica e descobre que tem dois irmãos de sangue: Maya e Joaquin. Maya a mais nova dos três, é uma morena de língua afiada. Adotada por uma família disfuncional e a viver o seu primeiro amor, Maya está sôfrega por encontrar elos de ligação e parecenças com os dois "novos" irmãos que surgem de repente na sua vida. Joaquin é um estoico pouco interessado em conhecer as irmãs. Depois de vários anos à mercê de famílias de acolhimento, aprendeu da forma mais dolorosa que os heróis não existem, e que, para bem de todos, os segredos e os medos devem manter-se guardados a sete chaves. Esta história comovente, contada a três vozes carregadas de coragem e esperança, exalta a força do amor e o verdadeiro significado da família nas suas mais variadas formas — como encontrá-la, preservá-la e amá-la.
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Edição: Mai 2011
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A História Não Acabou" é um livro de um "apolítico", no sentido que Thomas Mann deu à expressão - alguém que, como a maior parte de nós, encontra mais prazer num dia de praia do que na crónica política. Porém, quando o corpo social se deteriora, se desgasta pela agressão, pondo em jogo os valores em que acreditamos, então são necessários o protesto, o testemunho, a tomada de posição, a análise, a sátira. Nascidos de artigos escritos para o jornal Corriere della Sera, os capítulos de "A História Não Acabou" abordam, entre muitas outras questões incontornáveis nas sociedades contemporâneas, a laicidade, liberta do equívoco que a contrapõe à fé; a necessidade e os limites do diálogo entre as culturas; a relação entre o Estado e a Igreja ou entre a ética e o direito; o espírito religioso; a crescente regressão irracionalista; a involução política que nos últimos anos tem feito perigar os valores elementares da democracia e do liberalismo.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A História Não Acabou" é um livro de um "apolítico", no sentido que Thomas Mann deu à expressão - alguém que, como a maior parte de nós, encontra mais prazer num dia de praia do que na crónica política. Porém, quando o corpo social se deteriora, se desgasta pela agressão, pondo em jogo os valores em que acreditamos, então são necessários o protesto, o testemunho, a tomada de posição, a análise, a sátira. Nascidos de artigos escritos para o jornal Corriere della Sera, os capítulos de "A História Não Acabou" abordam, entre muitas outras questões incontornáveis nas sociedades contemporâneas, a laicidade, liberta do equívoco que a contrapõe à fé; a necessidade e os limites do diálogo entre as culturas; a relação entre o Estado e a Igreja ou entre a ética e o direito; o espírito religioso; a crescente regressão irracionalista; a involução política que nos últimos anos tem feito perigar os valores elementares da democracia e do liberalismo.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 900
Sinopse:
A história dos Judeus é sobre, e para, toda a humanidade. E na nossa época de chegadas ansiosas e partidas forçadas, a memória da procura de um lar pelos Judeus tem uma importância sem precedentes. Esta obra é uma história cultural extraordinária, palpitante de energia e cor, que se estende por séculos e continentes: partindo da expulsão dos Judeus de Espanha em 1492, navega por milagres e massacres, deambulações, discriminação, harmonia e tolerância até aos alvores do século XX, que parecia trazer uma esperança profunda para todos.
Nº Páginas: 900
Sinopse:
A história dos Judeus é sobre, e para, toda a humanidade. E na nossa época de chegadas ansiosas e partidas forçadas, a memória da procura de um lar pelos Judeus tem uma importância sem precedentes. Esta obra é uma história cultural extraordinária, palpitante de energia e cor, que se estende por séculos e continentes: partindo da expulsão dos Judeus de Espanha em 1492, navega por milagres e massacres, deambulações, discriminação, harmonia e tolerância até aos alvores do século XX, que parecia trazer uma esperança profunda para todos.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Um manual acessível e de consulta obrigatória sobre o Século XX. Fruto das necessidades decorrentes do comércio internacional e de conflitos armados - como as duas guerras mundiais na primeira metade do século -, registaram-se, durante esses cem anos, colossais progressos científicos, tecnológicos e sociais, que conduziram ao advento do avião comercial, do automóvel, da primeira alunagem, às descobertas no campo das vacinas e dos medicamentos e em inúmeras outras áreas. Do fim dos impérios coloniais à era nuclear, passando por conquistas notáveis dos direitos humanos e a - até então inimaginável - Revolução Digital, o ritmo e o alcance das transformações ocorridas foram extraordinários. Neste livro, conciso mas profundamente rico em conteúdo, as autoras abordam os acontecimentos impressionantes que tiveram lugar num século incomparável, e identificam as personalidades e os momentos mais marcantes desse período da História da Humanidade.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Um manual acessível e de consulta obrigatória sobre o Século XX. Fruto das necessidades decorrentes do comércio internacional e de conflitos armados - como as duas guerras mundiais na primeira metade do século -, registaram-se, durante esses cem anos, colossais progressos científicos, tecnológicos e sociais, que conduziram ao advento do avião comercial, do automóvel, da primeira alunagem, às descobertas no campo das vacinas e dos medicamentos e em inúmeras outras áreas. Do fim dos impérios coloniais à era nuclear, passando por conquistas notáveis dos direitos humanos e a - até então inimaginável - Revolução Digital, o ritmo e o alcance das transformações ocorridas foram extraordinários. Neste livro, conciso mas profundamente rico em conteúdo, as autoras abordam os acontecimentos impressionantes que tiveram lugar num século incomparável, e identificam as personalidades e os momentos mais marcantes desse período da História da Humanidade.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A partir de um extenso trabalho de pesquisa, a autora relata e demarca o papel que o Partido Comunista Português na revolução de Abril de 1974 e nos momentos que a sucederam. Aliando o rigor científico - o texto parte da sua tese, coordenada pelo historiador António Costa Pinto e pelo politólogo Carlos Taibo, professor da Universidade Autónoma de Madrid e colunista, entre outros, do El País e da rádio Cadena Ser - ao texto para o grande público, a autora oferece um documento de enorme importância para a compreensão de um dos momentos ainda mais discutidos da História recente de Portugal
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A partir de um extenso trabalho de pesquisa, a autora relata e demarca o papel que o Partido Comunista Português na revolução de Abril de 1974 e nos momentos que a sucederam. Aliando o rigor científico - o texto parte da sua tese, coordenada pelo historiador António Costa Pinto e pelo politólogo Carlos Taibo, professor da Universidade Autónoma de Madrid e colunista, entre outros, do El País e da rádio Cadena Ser - ao texto para o grande público, a autora oferece um documento de enorme importância para a compreensão de um dos momentos ainda mais discutidos da História recente de Portugal
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Extremistas religiosos de direita derrubaram o governo norte-americano e queimaram a Constituição. A América é agora Gileade, um estado policial e fundamentalista onde as mulheres férteis, conhecidas como Servas, são obrigadas a conceber filhos para a elite estéril.Defred é uma Serva na República de Gileade e acaba de ser transferida para a casa do enigmático Comandante e da sua ciumenta mulher. Pode ir uma vez por dia aos mercados, cujas tabuletas agora são imagens, porque as mulheres estão proibidas de ler. Tem de rezar para que o Comandante a engravide, já que, numa época de grande decréscimo do número de nascimentos, o valor de Defred reside na sua fertilidade, e o fracasso significa o exílio nas Colónias, perigosamente poluídas. Defred lembra-se de um tempo em que vivia com o marido e a filha e tinha um emprego, antes de perder tudo, incluindo o nome. Essas memórias misturam-se agora com ideias perigosas de rebelião e amor.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Extremistas religiosos de direita derrubaram o governo norte-americano e queimaram a Constituição. A América é agora Gileade, um estado policial e fundamentalista onde as mulheres férteis, conhecidas como Servas, são obrigadas a conceber filhos para a elite estéril.Defred é uma Serva na República de Gileade e acaba de ser transferida para a casa do enigmático Comandante e da sua ciumenta mulher. Pode ir uma vez por dia aos mercados, cujas tabuletas agora são imagens, porque as mulheres estão proibidas de ler. Tem de rezar para que o Comandante a engravide, já que, numa época de grande decréscimo do número de nascimentos, o valor de Defred reside na sua fertilidade, e o fracasso significa o exílio nas Colónias, perigosamente poluídas. Defred lembra-se de um tempo em que vivia com o marido e a filha e tinha um emprego, antes de perder tudo, incluindo o nome. Essas memórias misturam-se agora com ideias perigosas de rebelião e amor.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A História de Jesus para Pessoas com Pressa apresenta-nos Jesus, o homem e o seu legado duradouro. Separando os factos da ficção, o Professor Le Donne situa Jesus no contexto da vida judaica do século I, explorando discussões sobre a sua condição de "Filho de Deus" entre os primeiros cristãos. Le Donne faz uma digressão pela arte medieval europeia, pelas histórias revisionistas, pelos memes contemporâneos da Internet, comparando os vários Jesuses culturais no pensamento do Iluminismo e do pós-Iluminismo.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A História de Jesus para Pessoas com Pressa apresenta-nos Jesus, o homem e o seu legado duradouro. Separando os factos da ficção, o Professor Le Donne situa Jesus no contexto da vida judaica do século I, explorando discussões sobre a sua condição de "Filho de Deus" entre os primeiros cristãos. Le Donne faz uma digressão pela arte medieval europeia, pelas histórias revisionistas, pelos memes contemporâneos da Internet, comparando os vários Jesuses culturais no pensamento do Iluminismo e do pós-Iluminismo.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Hamlet recontado com um brilho extraordinário e tendo como cenário uma quinta remota em Wisconsin. Edgar Sawtelle, um menino mudo e muito inteligente, vive uma vida idílica com os pais. Há gerações que os Sawtelle criam uma carinhosa raça de cão, ilustrada na perfeição por Almodine, a companheira de sempre de Edgar. Mas quando o seu pai morre de repente em circunstâncias misteriosas, Edgar culpa-se a si próprio, por não ter podido gritar por socorro. Destroçado pelo romance desesperado da mãe com o tio paterno, o seu mundo muda para sempre quando, certa noite de Primavera, vê o fantasma do pai. Depois da tentativa falhada de provar a culpa do tio, Edgar foge com 3 cães, mas o amor à mãe e aos animais, e a vontade de vingança, levam-no de regresso a casa. Nada é como ele esperava, e terá de se decidir entre a vingança ou a preservação do legado da família.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Hamlet recontado com um brilho extraordinário e tendo como cenário uma quinta remota em Wisconsin. Edgar Sawtelle, um menino mudo e muito inteligente, vive uma vida idílica com os pais. Há gerações que os Sawtelle criam uma carinhosa raça de cão, ilustrada na perfeição por Almodine, a companheira de sempre de Edgar. Mas quando o seu pai morre de repente em circunstâncias misteriosas, Edgar culpa-se a si próprio, por não ter podido gritar por socorro. Destroçado pelo romance desesperado da mãe com o tio paterno, o seu mundo muda para sempre quando, certa noite de Primavera, vê o fantasma do pai. Depois da tentativa falhada de provar a culpa do tio, Edgar foge com 3 cães, mas o amor à mãe e aos animais, e a vontade de vingança, levam-no de regresso a casa. Nada é como ele esperava, e terá de se decidir entre a vingança ou a preservação do legado da família.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 608
Sinopse:
8ª Edição. Um importante trabalho sobre a nossa história mais recente, a levar-nos aos calabouços da PIDE, aos meandros do poder político, ao lado mais negro da ditadura. A Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE), criada em 1945, a partir da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE, 1933-1945), e a sua sucessora, Direção Geral de Segurança (DGS), instituída em 1969, constituíram a polícia política do regime ditatorial que vigorou em Portugal até 1974. A PIDE/DGS serviu, por um lado, para intimidar e, deste modo, prevenir a contestação pública ao regime e, por outro lado, para destruir toda a oposição organizada contra o Estado Novo. Na presente obra analisa-se a forma como a polícia política reprimiu todos aqueles que revelavam qualquer dissidência social, política e até religiosa; como se estruturava e quais eram os seus método; quantos e quem foram os detidos políticos; como era a vida nas prisões da PIDE/DGS e o julgamento político nos tribunais plenários; quais eram as relações entre a polícia política e o aparelho judicial político; e, por fim, descreve a forma como a DGS soçobrou no dia 25 de abril de 1974.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
8ª Edição. Um importante trabalho sobre a nossa história mais recente, a levar-nos aos calabouços da PIDE, aos meandros do poder político, ao lado mais negro da ditadura. A Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE), criada em 1945, a partir da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE, 1933-1945), e a sua sucessora, Direção Geral de Segurança (DGS), instituída em 1969, constituíram a polícia política do regime ditatorial que vigorou em Portugal até 1974. A PIDE/DGS serviu, por um lado, para intimidar e, deste modo, prevenir a contestação pública ao regime e, por outro lado, para destruir toda a oposição organizada contra o Estado Novo. Na presente obra analisa-se a forma como a polícia política reprimiu todos aqueles que revelavam qualquer dissidência social, política e até religiosa; como se estruturava e quais eram os seus método; quantos e quem foram os detidos políticos; como era a vida nas prisões da PIDE/DGS e o julgamento político nos tribunais plenários; quais eram as relações entre a polícia política e o aparelho judicial político; e, por fim, descreve a forma como a DGS soçobrou no dia 25 de abril de 1974.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"[A História da Minha Mulher] é um desses livros que produzem no leitor um efeito tão sedutor e febril que este, ao se deixar levar pelo seu feitiço, corre o risco de reavaliar qualquer outro livro, para não mencionar o sentido da própria vida." — Chicago Tribune O comandante de navios de longo curso, Jacques Störr, gigante holandês, desajeitado e rude, cansado da solidão dos mares e dos prazeres da vida, sobretudo gastronómicos, toma a decisão de se casar com Lizzy, uma francesa extrovertida, coquete e volúvel. Será um casamento entre duas almas irrequietas e opostas, pleno de peripécias, desentendimentos e provisórias reconciliações. A suspeita de que a sua jovem e adorável mulher o engana e a tentativa de o provar ditarão todas as ações e comportamentos de Störr, até se tornar, mais do que uma ideia fixa, o verdadeiro propósito da sua vida, que nem mesmo a morte dela conseguirá apagar. Romance repleto de humor e, ao mesmo tempo, de uma visão profunda e melancólica da vida, que descreve o desconcerto do indivíduo perante um mundo em mudança, A História da Minha Mulher é a obra mais representativa de Milán Füst e uma das mais importantes da literatura húngara e europeia do século XX. Traduzida em numerosas línguas, encontrava-se até agora inédita no nosso país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"[A História da Minha Mulher] é um desses livros que produzem no leitor um efeito tão sedutor e febril que este, ao se deixar levar pelo seu feitiço, corre o risco de reavaliar qualquer outro livro, para não mencionar o sentido da própria vida." — Chicago Tribune O comandante de navios de longo curso, Jacques Störr, gigante holandês, desajeitado e rude, cansado da solidão dos mares e dos prazeres da vida, sobretudo gastronómicos, toma a decisão de se casar com Lizzy, uma francesa extrovertida, coquete e volúvel. Será um casamento entre duas almas irrequietas e opostas, pleno de peripécias, desentendimentos e provisórias reconciliações. A suspeita de que a sua jovem e adorável mulher o engana e a tentativa de o provar ditarão todas as ações e comportamentos de Störr, até se tornar, mais do que uma ideia fixa, o verdadeiro propósito da sua vida, que nem mesmo a morte dela conseguirá apagar. Romance repleto de humor e, ao mesmo tempo, de uma visão profunda e melancólica da vida, que descreve o desconcerto do indivíduo perante um mundo em mudança, A História da Minha Mulher é a obra mais representativa de Milán Füst e uma das mais importantes da literatura húngara e europeia do século XX. Traduzida em numerosas línguas, encontrava-se até agora inédita no nosso país.
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Edição: Jul 2006
Nº Páginas: 68
Sinopse:
"A História da Minha Máquina de Escrever" é um tributo à relação - intensa e muitas vezes determinante - entre um escritor e a sua máquina de escrever. Ao longo de 30 anos, a velha máquina Olympia de Paul Auster foi a corrente de transmissão dos romances, contos e textos de um dos mais emblemáticos escritores norte-americanos. Paralelamente, os vigorosos e obsessivos desenhos e pinturas que Sam Messer dedica ao autor e à sua máquina de escrever conseguiram, como escreve Paul Auster, "converter um objecto inanimado num ser com personalidade, com uma presença no mundo".
Nº Páginas: 68
Sinopse:
"A História da Minha Máquina de Escrever" é um tributo à relação - intensa e muitas vezes determinante - entre um escritor e a sua máquina de escrever. Ao longo de 30 anos, a velha máquina Olympia de Paul Auster foi a corrente de transmissão dos romances, contos e textos de um dos mais emblemáticos escritores norte-americanos. Paralelamente, os vigorosos e obsessivos desenhos e pinturas que Sam Messer dedica ao autor e à sua máquina de escrever conseguiram, como escreve Paul Auster, "converter um objecto inanimado num ser com personalidade, com uma presença no mundo".
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa." Esta obra de José Mattoso reúne palestras e artigos surgidos entre 1996 e 2013, que abordam temas tão diversos como as relações entre mouros e cristãos no século XI ibérico, as particularidades da religiosidade dos alentejanos, os contactos do Portugal recém-nascido com o mundo, a importância dos lugares e monumentos portugueses classificados como património mundial pela Unesco ou também a vida de Beatriz da Silva, santa portuguesa do século XV. A abrir o livro, um ensaio escrito expressamente para esta edição o qual pode ser visto como uma súmula do pensamento de José Mattoso, um dos mais notáveis historiadores portugueses de sempre, que vê a História como a "base do conhecimento da condição humana" ou mesmo como uma "mestra da vida" que, ao invocar feitos do passado, nos orienta em resoluções do presente. "A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa. Requer um olhar atento, global, pacífico, não interventivo. Um olhar que capta as relações do pequeno com o grande, do singular com o plural, do diferente com o semelhante, do mesmo com o contrário. Um olhar que coloca as coisas na sua ordem, que permite descobrir os géneros e as espécies, que classifica os conjuntos e lhes atribui qualidades. Um olhar que reconhece o movimento e as mutações, sem que a diferença de tempo altere a identidade. Um olhar que compreende os percursos e os destinos da Humanidade, a atração e a repulsa, o amor e o ódio." José Mattoso
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa." Esta obra de José Mattoso reúne palestras e artigos surgidos entre 1996 e 2013, que abordam temas tão diversos como as relações entre mouros e cristãos no século XI ibérico, as particularidades da religiosidade dos alentejanos, os contactos do Portugal recém-nascido com o mundo, a importância dos lugares e monumentos portugueses classificados como património mundial pela Unesco ou também a vida de Beatriz da Silva, santa portuguesa do século XV. A abrir o livro, um ensaio escrito expressamente para esta edição o qual pode ser visto como uma súmula do pensamento de José Mattoso, um dos mais notáveis historiadores portugueses de sempre, que vê a História como a "base do conhecimento da condição humana" ou mesmo como uma "mestra da vida" que, ao invocar feitos do passado, nos orienta em resoluções do presente. "A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa. Requer um olhar atento, global, pacífico, não interventivo. Um olhar que capta as relações do pequeno com o grande, do singular com o plural, do diferente com o semelhante, do mesmo com o contrário. Um olhar que coloca as coisas na sua ordem, que permite descobrir os géneros e as espécies, que classifica os conjuntos e lhes atribui qualidades. Um olhar que reconhece o movimento e as mutações, sem que a diferença de tempo altere a identidade. Um olhar que compreende os percursos e os destinos da Humanidade, a atração e a repulsa, o amor e o ódio." José Mattoso
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Sophia Beaumont-Brown é uma das raparigas mais badaladas de Londres. É pena que esteja agora nas primeiras páginas dos jornais pelas piores razões… Deserdada pelos pais e sem sítio para viver, salta de sofá em sofá, sem rumo. O seu único conforto vem da avó Tilly, uma antiga estrela de Hollywood e a única pessoa que ainda tem fé nela. Nas cartas que lhe escreve, a avó conta-lhe os segredos da sua admirável vida: da agitação dos tempos da guerra em Inglaterra aos estranhos enigmas da história familiar, sem esquecer, claro, o bem mais precioso que alguma vez possuiu: um magnífico colar de pérolas. Tilly, a quem não resta muito tempo de vida, tem um derradeiro desejo: mostrar à neta a adorada jóia. O único entrave? Ninguém sabe onde está… E Sophia terá de contar com a ajuda de Hugo, o seu melhor amigo, para descobrir o paradeiro da relíquia e assim realizar o sonho da avó. Uma saga que une três mulheres, e nos leva a percorrer vários mundos, desde o dos mergulhadores de pérolas no Japão ao da alta-sociedade inglesa antes da Segunda Guerra Mundial; de Tóquio a Londres e Nova Iorque, a história de uma jóia inestimável que muda a vida de quem a usa…
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Sophia Beaumont-Brown é uma das raparigas mais badaladas de Londres. É pena que esteja agora nas primeiras páginas dos jornais pelas piores razões… Deserdada pelos pais e sem sítio para viver, salta de sofá em sofá, sem rumo. O seu único conforto vem da avó Tilly, uma antiga estrela de Hollywood e a única pessoa que ainda tem fé nela. Nas cartas que lhe escreve, a avó conta-lhe os segredos da sua admirável vida: da agitação dos tempos da guerra em Inglaterra aos estranhos enigmas da história familiar, sem esquecer, claro, o bem mais precioso que alguma vez possuiu: um magnífico colar de pérolas. Tilly, a quem não resta muito tempo de vida, tem um derradeiro desejo: mostrar à neta a adorada jóia. O único entrave? Ninguém sabe onde está… E Sophia terá de contar com a ajuda de Hugo, o seu melhor amigo, para descobrir o paradeiro da relíquia e assim realizar o sonho da avó. Uma saga que une três mulheres, e nos leva a percorrer vários mundos, desde o dos mergulhadores de pérolas no Japão ao da alta-sociedade inglesa antes da Segunda Guerra Mundial; de Tóquio a Londres e Nova Iorque, a história de uma jóia inestimável que muda a vida de quem a usa…
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Seis homens, um objetivo: derrotar Hitler. Na primavera de 1939, nasceu em Londres uma organização secreta com o objetivo de planear a destruição da máquina de guerra de Hitler através de espetaculares atos de sabotagem. A campanha de guerra de guerrilha que se seguiu revelou-se tão extraordinária quanto os homens que a dirigiam. Um deles era Cecil Clarke, um engenheiro que inventou várias bombas sujas, entre elas a que matou Reinhard Heydrich, o "Carniceiro de Praga". Outro dos homens era William Fairbairn, um reformado corpulento especialista na arte de matar silenciosamente. Liderados pelo escocês Colin Gubbins, estes homens — juntamente com outros três — foram escolhidos por Churchill, pela sua criatividade e desprezo pelas regras de cavalheirismo, para formarem o seu Ministério da Guerra Suja. Relatada com o entusiasmo e atenção aos pormenores de Giles Milton, esta talvez seja a última grande história por contar da Segunda Guerra Mundial.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Seis homens, um objetivo: derrotar Hitler. Na primavera de 1939, nasceu em Londres uma organização secreta com o objetivo de planear a destruição da máquina de guerra de Hitler através de espetaculares atos de sabotagem. A campanha de guerra de guerrilha que se seguiu revelou-se tão extraordinária quanto os homens que a dirigiam. Um deles era Cecil Clarke, um engenheiro que inventou várias bombas sujas, entre elas a que matou Reinhard Heydrich, o "Carniceiro de Praga". Outro dos homens era William Fairbairn, um reformado corpulento especialista na arte de matar silenciosamente. Liderados pelo escocês Colin Gubbins, estes homens — juntamente com outros três — foram escolhidos por Churchill, pela sua criatividade e desprezo pelas regras de cavalheirismo, para formarem o seu Ministério da Guerra Suja. Relatada com o entusiasmo e atenção aos pormenores de Giles Milton, esta talvez seja a última grande história por contar da Segunda Guerra Mundial.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Os espiões e as mensagens em código tiveram um papel crucial na Segunda Guerra Mundial, sendo explorados por todas as nações envolvidas no conflito, para tentar obter conhecimento privilegiado dos inimigos e gerar o caos nos bastidores. Em Secret War, o conhecido jornalista e historiador Sir Max Hastings apresenta um conjunto vasto de personagens fundamentais da Segunda Guerra Mundial, de praticamente todos os países envolvidos, bem como das sagas de informação, resistência e ataque em que se envolveram, com isso revelando uma nova perspetiva sobre o maior conflito da História.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Os espiões e as mensagens em código tiveram um papel crucial na Segunda Guerra Mundial, sendo explorados por todas as nações envolvidas no conflito, para tentar obter conhecimento privilegiado dos inimigos e gerar o caos nos bastidores. Em Secret War, o conhecido jornalista e historiador Sir Max Hastings apresenta um conjunto vasto de personagens fundamentais da Segunda Guerra Mundial, de praticamente todos os países envolvidos, bem como das sagas de informação, resistência e ataque em que se envolveram, com isso revelando uma nova perspetiva sobre o maior conflito da História.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Durante o Renascimento, a arte militar ocidental sofreu profundas alterações: os exércitos tornaram-se maiores e mais centralizados, assistiu-se a uma generalização das armas de fogo, a logística tornou-se mais sofisticada e a instrução mais cuidadosa e regulamentada. De que forma Portugal se adaptou a estas alterações de modo a criar forças militares que correspondessem à nova realidade? Gonçalo Couceiro Feio, investigador no Centro de História da Universidade de Lisboa, explica como Portugal se adaptou a estes novos requisitos, como funcionava a máquina militar - o recrutamento, a instrução, a disciplina a remuneração do serviço militar, a logística, o armamento -, qual era o perfil dos soldados e comandantes portugueses e de que forma foi feita a transferência de saberes e permuta cultural entre as forças militares portuguesas e outras de várias nacionalidades. Uma obra fundamental para conhecer a História Militar portuguesa na época de D. Manuel I a Felipe II.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Durante o Renascimento, a arte militar ocidental sofreu profundas alterações: os exércitos tornaram-se maiores e mais centralizados, assistiu-se a uma generalização das armas de fogo, a logística tornou-se mais sofisticada e a instrução mais cuidadosa e regulamentada. De que forma Portugal se adaptou a estas alterações de modo a criar forças militares que correspondessem à nova realidade? Gonçalo Couceiro Feio, investigador no Centro de História da Universidade de Lisboa, explica como Portugal se adaptou a estes novos requisitos, como funcionava a máquina militar - o recrutamento, a instrução, a disciplina a remuneração do serviço militar, a logística, o armamento -, qual era o perfil dos soldados e comandantes portugueses e de que forma foi feita a transferência de saberes e permuta cultural entre as forças militares portuguesas e outras de várias nacionalidades. Uma obra fundamental para conhecer a História Militar portuguesa na época de D. Manuel I a Felipe II.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 704
Sinopse:
"A Guerra Fria não decidiu tudo, mas influenciou a maior parte das coisas, com frequência para pior: o confronto ajudou a cimentar um mundo dominado por superpotências, um mundo em que o poder e a violência - ou a ameaça de violência - representavam a bitola pela qual se regiam as relações internacionais, e em que as crenças tendiam para o absoluto: só o nosso sistema era bom. O outro era, inerentemente, maléfico. Estava montado o palco para uma competição intensa, em que o objetivo era, no limite, a sobrevivência do mundo."
Nº Páginas: 704
Sinopse:
"A Guerra Fria não decidiu tudo, mas influenciou a maior parte das coisas, com frequência para pior: o confronto ajudou a cimentar um mundo dominado por superpotências, um mundo em que o poder e a violência - ou a ameaça de violência - representavam a bitola pela qual se regiam as relações internacionais, e em que as crenças tendiam para o absoluto: só o nosso sistema era bom. O outro era, inerentemente, maléfico. Estava montado o palco para uma competição intensa, em que o objetivo era, no limite, a sobrevivência do mundo."
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Sabe-se desde Rousseau que a desigualdade tem uma história muito antiga e terrível. Essa história não terminou. "A Guerra dos Pobres" narra um episódio brutal e pouco conhecido dos grandes levantamentos populares. No século XVI, a Reforma protestante ergue-se contra o poder e os privilégios. Mas depressa se estabiliza, se aburguesa. Os camponeses, os pobres das cidades, a quem se continua a prometer a igualdade no Céu, interrogam-se: "E porque não a igualdade já, na Terra?" Segue-se uma luta furiosa entre os poderosos, os protestantes instalados e os outros, os miseráveis. À cabeça destes estão diversos teólogos. Um deles deixou memória, pela sua determinação e pelo vigor do estilo; chama-se Thomas Müntzer. Pôs a Alemanha a ferro e fogo. "A Guerra dos Pobres" conta a sua história. A história de uma insurreição mediante o verbo. Ecoada pela força inventiva da escrita de Éric Vuillard.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Sabe-se desde Rousseau que a desigualdade tem uma história muito antiga e terrível. Essa história não terminou. "A Guerra dos Pobres" narra um episódio brutal e pouco conhecido dos grandes levantamentos populares. No século XVI, a Reforma protestante ergue-se contra o poder e os privilégios. Mas depressa se estabiliza, se aburguesa. Os camponeses, os pobres das cidades, a quem se continua a prometer a igualdade no Céu, interrogam-se: "E porque não a igualdade já, na Terra?" Segue-se uma luta furiosa entre os poderosos, os protestantes instalados e os outros, os miseráveis. À cabeça destes estão diversos teólogos. Um deles deixou memória, pela sua determinação e pelo vigor do estilo; chama-se Thomas Müntzer. Pôs a Alemanha a ferro e fogo. "A Guerra dos Pobres" conta a sua história. A história de uma insurreição mediante o verbo. Ecoada pela força inventiva da escrita de Éric Vuillard.
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Edição: Ago 2011
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Miguel Real oferece-nos com "A Guerra dos Mascates" a narrativa de um confronto entre pequenos comerciantes e aristocratas que mobilizou a totalidade da população das cidades de Recife e Olinda no século XVIII. Revoltados contra o poder dos mazombos - senhores todo-poderosos do Pernambuco, proprietários de engenhos de açúcar e herdeiros da elite que expulsou os Holandeses do território -, os mascates insurgem-se contra a exploração de que são vítimas e decidem fazer uma sublevação. Na linha da frente está Vidal Rabelo, cujo casamento com a nobre Leonor Barbalho foi impedido de consumar e que tudo fará para recuperar a "sua recém, recém, recém senhora", nem que seja raptando-a, se for preciso. A seu lado, entre tantos outros, perfilam-se Julinho Telles Fernandes, a corajosa Violante Dias e o grande lutador pela libertação dos escravos Lula Aparecido da Silva. Amor romântico e ódio colectivo, febre de fé e febre de dinheiro, dignidade social e vingança pessoal, conjugam-se na descrição de personalidades inesquecíveis do cândido ao malévolo para compor um romance deliciosamente irónico que confirma Miguel Real como um dos mais portentosos ficcionistas da actualidade.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Miguel Real oferece-nos com "A Guerra dos Mascates" a narrativa de um confronto entre pequenos comerciantes e aristocratas que mobilizou a totalidade da população das cidades de Recife e Olinda no século XVIII. Revoltados contra o poder dos mazombos - senhores todo-poderosos do Pernambuco, proprietários de engenhos de açúcar e herdeiros da elite que expulsou os Holandeses do território -, os mascates insurgem-se contra a exploração de que são vítimas e decidem fazer uma sublevação. Na linha da frente está Vidal Rabelo, cujo casamento com a nobre Leonor Barbalho foi impedido de consumar e que tudo fará para recuperar a "sua recém, recém, recém senhora", nem que seja raptando-a, se for preciso. A seu lado, entre tantos outros, perfilam-se Julinho Telles Fernandes, a corajosa Violante Dias e o grande lutador pela libertação dos escravos Lula Aparecido da Silva. Amor romântico e ódio colectivo, febre de fé e febre de dinheiro, dignidade social e vingança pessoal, conjugam-se na descrição de personalidades inesquecíveis do cândido ao malévolo para compor um romance deliciosamente irónico que confirma Miguel Real como um dos mais portentosos ficcionistas da actualidade.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Um homem dividido pelo sangue e pelas crenças tem nas mãos o destino de uma nação Uhtred recuperou a fortaleza da sua família, mas a sua vida está longe de ser pacífica. Na Mércia, a rebelião está latente enquanto o rei Eduardo tenta dominar a região. No Wessex, partidos rivais lutam para decidir quem será o próximo governante. E por todo o país há invasores nórdicos, os guerreiros lobos, que continuam a sua imparável incursão, sempre sedentos de terra, sob o comando do terrível Sköll, determinado a matar qualquer um que se interponha entre os seus planos de conquista. Uhtred é agora um guerreiro lendário, admirado e procurado como aliado, temido como adversário. Durante anos conseguiu viver na fronteira entre as suas origens pagãs e o mundo cristão, entre a sua essência de saxão e a de viking, entre o velho mundo em que nasceu e a nova realidade que ele próprio ajudou a forjar. Mas a mudança não pode ser travada, e Uhtred terá de enfrentar infortúnios e tragédias, arriscando-se a perder tudo na luta contra um dos inimigos mais implacáveis de todos os tempos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Um homem dividido pelo sangue e pelas crenças tem nas mãos o destino de uma nação Uhtred recuperou a fortaleza da sua família, mas a sua vida está longe de ser pacífica. Na Mércia, a rebelião está latente enquanto o rei Eduardo tenta dominar a região. No Wessex, partidos rivais lutam para decidir quem será o próximo governante. E por todo o país há invasores nórdicos, os guerreiros lobos, que continuam a sua imparável incursão, sempre sedentos de terra, sob o comando do terrível Sköll, determinado a matar qualquer um que se interponha entre os seus planos de conquista. Uhtred é agora um guerreiro lendário, admirado e procurado como aliado, temido como adversário. Durante anos conseguiu viver na fronteira entre as suas origens pagãs e o mundo cristão, entre a sua essência de saxão e a de viking, entre o velho mundo em que nasceu e a nova realidade que ele próprio ajudou a forjar. Mas a mudança não pode ser travada, e Uhtred terá de enfrentar infortúnios e tragédias, arriscando-se a perder tudo na luta contra um dos inimigos mais implacáveis de todos os tempos.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
LIVRO PÓSTUMO DE PAULO VARELA GOMES. A Guerra de Samuel e Outros Contos colige as narrativas que Paulo Varela Gomes deixou antes de morrer, em Abril de 2016.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
LIVRO PÓSTUMO DE PAULO VARELA GOMES. A Guerra de Samuel e Outros Contos colige as narrativas que Paulo Varela Gomes deixou antes de morrer, em Abril de 2016.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O terceiro volume da coleção A Guerra das Rosas lançada em 2016. Inverno de 1461: com a morte de Ricardo de Iorque, Margarida e o seu exército parecem insuperáveis. As fações formam-se e separam-se à medida que o inverno avança. Com sangue e traição, homens destroçados e mulheres vingativas, irmãos defrontarão irmãos, reis enfrentarão reis. É assim que se define o futuro de um país.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O terceiro volume da coleção A Guerra das Rosas lançada em 2016. Inverno de 1461: com a morte de Ricardo de Iorque, Margarida e o seu exército parecem insuperáveis. As fações formam-se e separam-se à medida que o inverno avança. Com sangue e traição, homens destroçados e mulheres vingativas, irmãos defrontarão irmãos, reis enfrentarão reis. É assim que se define o futuro de um país.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O segundo volume da coleção "A Guerra das Rosas" lançada em 2016. Um romance histórico sobre uma das épocas mais turbulentas da História de Inglaterra. O ano é 1454, e o rei Henrique VI de Inglaterra não sai do castelo de Windsor há 1 ano. Entretanto o duque de York continua a urdir a sua teia de intrigas tentando assim chegar ao trono. Mas, quando já nada o faria prever a situação inverte-se...
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O segundo volume da coleção "A Guerra das Rosas" lançada em 2016. Um romance histórico sobre uma das épocas mais turbulentas da História de Inglaterra. O ano é 1454, e o rei Henrique VI de Inglaterra não sai do castelo de Windsor há 1 ano. Entretanto o duque de York continua a urdir a sua teia de intrigas tentando assim chegar ao trono. Mas, quando já nada o faria prever a situação inverte-se...
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A primeira grande investigação sobre a guerra civil angolana, desde 1975 até ao final do conflito, em 2002. Depois da independência, em 1975, acabada de sair da guerra colonial, Angola ficou dividida por um conflito interno que havia de durar mais de um quarto de século e que define os contornos do poder político angolano até à actualidade. A guerra civil teve de um lado a UNITA - associada aos EUA, à África do Sul do apartheid, e ao mundo rural da região central -, e do outro lado o MPLA - identificado com a União Soviética, Cuba e um universo urbano. No meio ficou sempre a população, verdadeira protagonista deste livro. A partir de centenas de entrevistas com agricultores, professores, militares, membros dos partidos e muitos outros, e sem tomar partido, Justin Pearce reconstituiu a vertente humana da mais mortífera e longa guerra civil africana, apresentando um retrato inédito da relação do povo angolano com os movimentos políticos, da sua percepção sobre o que estava em jogo, das suas estratégias de sobrevivência e da definição de uma identidade política ainda hoje afectada pela desinformação, manipulação e, sobretudo, pelo medo. Com prefácio inédito de rafael marques, autor do livro diamantes de sangue.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A primeira grande investigação sobre a guerra civil angolana, desde 1975 até ao final do conflito, em 2002. Depois da independência, em 1975, acabada de sair da guerra colonial, Angola ficou dividida por um conflito interno que havia de durar mais de um quarto de século e que define os contornos do poder político angolano até à actualidade. A guerra civil teve de um lado a UNITA - associada aos EUA, à África do Sul do apartheid, e ao mundo rural da região central -, e do outro lado o MPLA - identificado com a União Soviética, Cuba e um universo urbano. No meio ficou sempre a população, verdadeira protagonista deste livro. A partir de centenas de entrevistas com agricultores, professores, militares, membros dos partidos e muitos outros, e sem tomar partido, Justin Pearce reconstituiu a vertente humana da mais mortífera e longa guerra civil africana, apresentando um retrato inédito da relação do povo angolano com os movimentos políticos, da sua percepção sobre o que estava em jogo, das suas estratégias de sobrevivência e da definição de uma identidade política ainda hoje afectada pela desinformação, manipulação e, sobretudo, pelo medo. Com prefácio inédito de rafael marques, autor do livro diamantes de sangue.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Madrid, Julho de 1936, Calvo Sotelo acaba de ser assassinado. Cinco dias depois desencadeia-se uma revolta militar que irá culminar na Guerra Civil Espanhola. Esta prolongou-se por 33 meses… 986 dias de inferno, durante os quais mais de 600.000 pessoas encontraram a morte numa guerra cruel que deixou um país despedaçado e de luto. A Guerra Civil de Espanha é um relato fidedigno de um período negro na História não só de Espanha, mas de toda a Europa.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Madrid, Julho de 1936, Calvo Sotelo acaba de ser assassinado. Cinco dias depois desencadeia-se uma revolta militar que irá culminar na Guerra Civil Espanhola. Esta prolongou-se por 33 meses… 986 dias de inferno, durante os quais mais de 600.000 pessoas encontraram a morte numa guerra cruel que deixou um país despedaçado e de luto. A Guerra Civil de Espanha é um relato fidedigno de um período negro na História não só de Espanha, mas de toda a Europa.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Haruko e Margot não se conhecem. Vivem em pontos distantes dos EUA e nenhuma das duas tem qualquer culpa de os seus países de origem estarem em guerra com aquele onde agora vivem. A família de Haruko é japonesa. A família de Margot é alemã. Estamos em 1944. A Segunda Guerra Mundial está no seu auge e estende-se a quase todos os continentes e mares, combate-se tanto na Europa como no Pacífico. À semelhança de outras famílias refugiadas, também as de Haruko e Margot são forçadas a recomeçar as suas vidas num campo do Texas, onde os acusados de conspirar contra a América são convidados a residir. Com as suas vidas a colapsar, Haruko e Margot encontram conforto uma na outra, e depositam toda a esperança na sua amizade secreta. Mas será que ali, numa prisão que se suspeita repleta de espiões, ainda é possível encontrar a felicidade?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Haruko e Margot não se conhecem. Vivem em pontos distantes dos EUA e nenhuma das duas tem qualquer culpa de os seus países de origem estarem em guerra com aquele onde agora vivem. A família de Haruko é japonesa. A família de Margot é alemã. Estamos em 1944. A Segunda Guerra Mundial está no seu auge e estende-se a quase todos os continentes e mares, combate-se tanto na Europa como no Pacífico. À semelhança de outras famílias refugiadas, também as de Haruko e Margot são forçadas a recomeçar as suas vidas num campo do Texas, onde os acusados de conspirar contra a América são convidados a residir. Com as suas vidas a colapsar, Haruko e Margot encontram conforto uma na outra, e depositam toda a esperança na sua amizade secreta. Mas será que ali, numa prisão que se suspeita repleta de espiões, ainda é possível encontrar a felicidade?
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
No dia em que recebe um Tony que o consagra como um dos grandes atores da Broadway, Samuel recebe também a notícia da morte da sua irmã em Madrid. Regressa à sua terra natal para assistir ao funeral e para reencontrar o seu pai, de quem nada sabia há 35 anos. Na mala leva o prémio para lhe oferecer e provar que venceu na vida. "Ao funeral de um ente querido trazemos uma coroa de flores para prestar homenagem ao morto e não uma de louro para nos vangloriarmos" foi a única coisa que recebeu em troca. Ao enfrentar o seu passado, os segredos da sua família, as suas traumáticas memórias de infância, Samuel inicia uma viagem de transformação interior. Pelo caminho descobre o poder do amor, da amizade, do perdão, a importância de aprender com os erros e os fracassos e de enfrentarmos os nossos medos para conquistarmos o bem mais preciso que temos: a nossa própria vida. Enrique Arce, ator da mundialmente conhecida série A Casa de Papel, estreia-se na literatura com uma história comovente, surpreendentemente sincera, que nos transforma de maneira iniciática.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
No dia em que recebe um Tony que o consagra como um dos grandes atores da Broadway, Samuel recebe também a notícia da morte da sua irmã em Madrid. Regressa à sua terra natal para assistir ao funeral e para reencontrar o seu pai, de quem nada sabia há 35 anos. Na mala leva o prémio para lhe oferecer e provar que venceu na vida. "Ao funeral de um ente querido trazemos uma coroa de flores para prestar homenagem ao morto e não uma de louro para nos vangloriarmos" foi a única coisa que recebeu em troca. Ao enfrentar o seu passado, os segredos da sua família, as suas traumáticas memórias de infância, Samuel inicia uma viagem de transformação interior. Pelo caminho descobre o poder do amor, da amizade, do perdão, a importância de aprender com os erros e os fracassos e de enfrentarmos os nossos medos para conquistarmos o bem mais preciso que temos: a nossa própria vida. Enrique Arce, ator da mundialmente conhecida série A Casa de Papel, estreia-se na literatura com uma história comovente, surpreendentemente sincera, que nos transforma de maneira iniciática.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Um livro apaixonante e incontornável sobre a descoberta de um manuscrito que mudou o rumo da História. Inverno de 1417. Num mosteiro remoto, um homem pequeno mas perspicaz retira de uma prateleira empoeirada um manuscrito antigo. Trata-se de Poggio Bracciolini o maior caçador de livros do Renascimento, que percebe, com grande excitação, a importância do que acabara de descobrir. A partir deste encontro, o autor traça a origem do pensamento moderno. As ideias revolucionárias sucederam-se e marcam o espírito da Renascença, inspirando artistas e pensadores, e moldaram o mundo tal como hoje o conhecemos.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Um livro apaixonante e incontornável sobre a descoberta de um manuscrito que mudou o rumo da História. Inverno de 1417. Num mosteiro remoto, um homem pequeno mas perspicaz retira de uma prateleira empoeirada um manuscrito antigo. Trata-se de Poggio Bracciolini o maior caçador de livros do Renascimento, que percebe, com grande excitação, a importância do que acabara de descobrir. A partir deste encontro, o autor traça a origem do pensamento moderno. As ideias revolucionárias sucederam-se e marcam o espírito da Renascença, inspirando artistas e pensadores, e moldaram o mundo tal como hoje o conhecemos.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O ano em que se assinala o centenário do fim da Grande Guerra "A seleção dos depoimentos obedeceu a duas preocupações principais: manter um certo equilíbrio entre autores consagrados, alguns dos quais ganharam créditos no panorama literário nacional, como Jaime Cortesão, Augusto Casimiro, André Brun e Carlos Selvagem, a par de outros que permaneceram praticamente esquecidos, e cuja bibliografia se limitou à obra que escreveram sobre a sua experiência de guerra. Procurámos contemplar as três frentes de combate - Europa, Angola e Moçambique -, com as suas especificidades. Privilegiámos a transmissão da experiência vivida, o medo e a coragem, o desespero e a esperança, o humor e o drama. Sentimentos e sensações mescladas, numa experiência única vivida durante o maior drama que a humanidade conheceu até então, e que se julgava que jamais se repetiria, dada a sua dimensão apocalíptica. Vãs esperanças. Vinte anos depois, novo conflito iria eclodir, ainda mais sangrento e destruidor, como que a demonstrar que o Homem persiste em não aprender com os erros cometidos."
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O ano em que se assinala o centenário do fim da Grande Guerra "A seleção dos depoimentos obedeceu a duas preocupações principais: manter um certo equilíbrio entre autores consagrados, alguns dos quais ganharam créditos no panorama literário nacional, como Jaime Cortesão, Augusto Casimiro, André Brun e Carlos Selvagem, a par de outros que permaneceram praticamente esquecidos, e cuja bibliografia se limitou à obra que escreveram sobre a sua experiência de guerra. Procurámos contemplar as três frentes de combate - Europa, Angola e Moçambique -, com as suas especificidades. Privilegiámos a transmissão da experiência vivida, o medo e a coragem, o desespero e a esperança, o humor e o drama. Sentimentos e sensações mescladas, numa experiência única vivida durante o maior drama que a humanidade conheceu até então, e que se julgava que jamais se repetiria, dada a sua dimensão apocalíptica. Vãs esperanças. Vinte anos depois, novo conflito iria eclodir, ainda mais sangrento e destruidor, como que a demonstrar que o Homem persiste em não aprender com os erros cometidos."
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Este livro narra a história da Europa e dos europeus a partir do seu legado genético, da primeira onda de migração que povoou o continente até aos dias de hoje. Seguindo as pistas deixadas pelo seu ADN e viajando por locais de interesse arqueológico por toda a Europa, a autora traça o nosso passado comum da atualidade até à Pré-História. Bojs visitou vários países para conhecer geneticistas, historiadores e arqueólogos eminentes, acabando por descobrir que os seus (e os nossos) genes contam uma história fascinante, que espelha e acompanha a história da Europa. Esta narrativa científica e de viagem, na primeira pessoa, vai muito além da genealogia pessoal da autora: explora a história escondida nos nossos genes e revela a história partilhada dos povos europeus.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Este livro narra a história da Europa e dos europeus a partir do seu legado genético, da primeira onda de migração que povoou o continente até aos dias de hoje. Seguindo as pistas deixadas pelo seu ADN e viajando por locais de interesse arqueológico por toda a Europa, a autora traça o nosso passado comum da atualidade até à Pré-História. Bojs visitou vários países para conhecer geneticistas, historiadores e arqueólogos eminentes, acabando por descobrir que os seus (e os nossos) genes contam uma história fascinante, que espelha e acompanha a história da Europa. Esta narrativa científica e de viagem, na primeira pessoa, vai muito além da genealogia pessoal da autora: explora a história escondida nos nossos genes e revela a história partilhada dos povos europeus.
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