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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Histórias incríveis do mundo submarino. Um livro maravilhoso (e eloquente) sobre os mistérios do fundo do mar e os seus habitantes, cheios de segredos e poderes mágicos. "Soubemos descer das árvores mas nunca conquistámos o mar. Na água, todos os peixes o dirão, não vemos tudo. Porque não é suficiente ver as coisas." Os salmões da Gronelândia recordam os perfumes da Bretanha e regressam ao lugar onde nasceram. As baleias comunicam em ondas e frequências que nos surpreendem sempre. O ruído provocado pelos arenques confundiu a Marinha sueca, que pensou tratar-se de um submarino russo. E as sardinhas? Como é possível que um peixe tão simples consiga, em cardume, ser tão organizado (cabendo 15 sardinhas por metro cúbico) e nunca chocarem umas com as outras, escapar dos predadores ou procurar comida em grupo? Como é possível as conchas das vieiras emitirem cânticos no fundo do mar? Como é "construída" a luz fluorescente das medusas? Porque podemos dizer que o bacalhau "descobriu a América"? Este livro leva-nos ao fundo do mar para mergulharmos nas profundezas da ciência e da história, onde as lendas são — muitas vezes — mais credíveis do que a incrível realidade e as histórias que os oceanos encerram. Bill François transporta-nos com simplicidade e humor ao encontro das baleias que fazem música ou do bacalhau que descobriu a América. Mostra a sabedoria da sardinha e a destreza do atum-rabilho, faz-nos ouvir a voz do cavalo-marinho e o canto das vieiras.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Histórias incríveis do mundo submarino. Um livro maravilhoso (e eloquente) sobre os mistérios do fundo do mar e os seus habitantes, cheios de segredos e poderes mágicos. "Soubemos descer das árvores mas nunca conquistámos o mar. Na água, todos os peixes o dirão, não vemos tudo. Porque não é suficiente ver as coisas." Os salmões da Gronelândia recordam os perfumes da Bretanha e regressam ao lugar onde nasceram. As baleias comunicam em ondas e frequências que nos surpreendem sempre. O ruído provocado pelos arenques confundiu a Marinha sueca, que pensou tratar-se de um submarino russo. E as sardinhas? Como é possível que um peixe tão simples consiga, em cardume, ser tão organizado (cabendo 15 sardinhas por metro cúbico) e nunca chocarem umas com as outras, escapar dos predadores ou procurar comida em grupo? Como é possível as conchas das vieiras emitirem cânticos no fundo do mar? Como é "construída" a luz fluorescente das medusas? Porque podemos dizer que o bacalhau "descobriu a América"? Este livro leva-nos ao fundo do mar para mergulharmos nas profundezas da ciência e da história, onde as lendas são — muitas vezes — mais credíveis do que a incrível realidade e as histórias que os oceanos encerram. Bill François transporta-nos com simplicidade e humor ao encontro das baleias que fazem música ou do bacalhau que descobriu a América. Mostra a sabedoria da sardinha e a destreza do atum-rabilho, faz-nos ouvir a voz do cavalo-marinho e o canto das vieiras.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Onze histórias deliciosas sobre a origem do Mal, da imaginação, dos anjos, dos demónios - e de pessoas quase normais. E onde a realidade se cruza com a ficção. A Educação Sentimental dos Pássaros reúne onze contos, onze histórias, onze cenários - e onze possibilidades. Em comum têm uma mesma preocupação sobre a origem e a natureza do Mal. Como é que o pequeno Jonas se transformou em Savimbi? O que move a carreira política de Hillary? Os anjos e os demónios caminham entre nós e nem sempre se distinguem uns dos outros. José Eduardo Agualusa é um autor do mundo, vive entre ideias, realidades, sonhos e medos: joga com as palavras, vira as probabilidades ao contrário. Às vezes as histórias aparecem-lhe enquanto dorme. Nunca sabe como terminará uma personagem que lhe surgiu mesmo que seja um anjo. Ou um demónio. Esta imprevisibilidade torna-o ímpar no panorama da Grande Literatura.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Onze histórias deliciosas sobre a origem do Mal, da imaginação, dos anjos, dos demónios - e de pessoas quase normais. E onde a realidade se cruza com a ficção. A Educação Sentimental dos Pássaros reúne onze contos, onze histórias, onze cenários - e onze possibilidades. Em comum têm uma mesma preocupação sobre a origem e a natureza do Mal. Como é que o pequeno Jonas se transformou em Savimbi? O que move a carreira política de Hillary? Os anjos e os demónios caminham entre nós e nem sempre se distinguem uns dos outros. José Eduardo Agualusa é um autor do mundo, vive entre ideias, realidades, sonhos e medos: joga com as palavras, vira as probabilidades ao contrário. Às vezes as histórias aparecem-lhe enquanto dorme. Nunca sabe como terminará uma personagem que lhe surgiu mesmo que seja um anjo. Ou um demónio. Esta imprevisibilidade torna-o ímpar no panorama da Grande Literatura.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 216
Sinopse:
No Verão de 2001, David e Marco celebram o fim do curso com uma viagem pelos Estados Unidos, para fugirem das rotinas, das convenções, das famílias e para, à sua maneira, gozarem a independência. "A Educação dos Gafanhotos" é a história dessa marcante aventura: das dificuldades que os dois jovens amigos têm de ultrapassar, das conversas insólitas que travam com quem vão conhecendo, das longas noites passadas em bares da América profunda, das personagens que, a todo o instante, encarnam. É também o relato do abalo provocado neles pelo ataque terrorista do 11 de Setembro. Na senda da viagem fascinante de "Índice Médio de Felicidade", com a maturidade de "Debaixo da Pele", o presente romance é um retrato de uma juventude em plena efervescência, para quem a literatura é um passaporte para a liberdade e a quem a realidade por vezes troca as voltas.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
No Verão de 2001, David e Marco celebram o fim do curso com uma viagem pelos Estados Unidos, para fugirem das rotinas, das convenções, das famílias e para, à sua maneira, gozarem a independência. "A Educação dos Gafanhotos" é a história dessa marcante aventura: das dificuldades que os dois jovens amigos têm de ultrapassar, das conversas insólitas que travam com quem vão conhecendo, das longas noites passadas em bares da América profunda, das personagens que, a todo o instante, encarnam. É também o relato do abalo provocado neles pelo ataque terrorista do 11 de Setembro. Na senda da viagem fascinante de "Índice Médio de Felicidade", com a maturidade de "Debaixo da Pele", o presente romance é um retrato de uma juventude em plena efervescência, para quem a literatura é um passaporte para a liberdade e a quem a realidade por vezes troca as voltas.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Pessoa chamou a Bernardo Soares um semi-heterónimo, definição que pode aplicar-se igualmente ao Barão de Teive, por este ser também uma "mutilação" da personalidade do seu criador. O fidalgo encerra as pretensões à aristocracia nutridas por Pessoa, a sua notória timidez, sobretudo no campo do amor, a sua frustração por não conseguir acabar os seus projetos e o seu entranhado vício da razão. É essa implacável razão que, perante tantas ambições irrealizadas ou irrealizáveis, o levará a matar-se. Antes de dar esse passo definitivo, lança fogo a todas as suas obras inacabadas e escreve este seu último manuscrito, A Educação do Estoico, que será, diz ele, não uma confissão mas uma definição de si mesmo.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Pessoa chamou a Bernardo Soares um semi-heterónimo, definição que pode aplicar-se igualmente ao Barão de Teive, por este ser também uma "mutilação" da personalidade do seu criador. O fidalgo encerra as pretensões à aristocracia nutridas por Pessoa, a sua notória timidez, sobretudo no campo do amor, a sua frustração por não conseguir acabar os seus projetos e o seu entranhado vício da razão. É essa implacável razão que, perante tantas ambições irrealizadas ou irrealizáveis, o levará a matar-se. Antes de dar esse passo definitivo, lança fogo a todas as suas obras inacabadas e escreve este seu último manuscrito, A Educação do Estoico, que será, diz ele, não uma confissão mas uma definição de si mesmo.
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Amiga íntima do Duque e da Duquesa de Windsor, Diana Mitford era convidada habitual nas suas festas em Paris ou no Moulin em Orsay, onde eram vizinhos. Escrevendo com o seu estilo inimitável extremamente inteligente, divertido e observador, Diana Mitford pinta um extraordinário retrato da sua amiga, que é simultaneamente extremamente vívido e realista no que toca aos seus defeitos. O que é que cativou tão profundamente o Rei Eduardo VIII e o levou a abdicar, de modo a poder nunca se afastar dela?
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Amiga íntima do Duque e da Duquesa de Windsor, Diana Mitford era convidada habitual nas suas festas em Paris ou no Moulin em Orsay, onde eram vizinhos. Escrevendo com o seu estilo inimitável extremamente inteligente, divertido e observador, Diana Mitford pinta um extraordinário retrato da sua amiga, que é simultaneamente extremamente vívido e realista no que toca aos seus defeitos. O que é que cativou tão profundamente o Rei Eduardo VIII e o levou a abdicar, de modo a poder nunca se afastar dela?
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 368
Sinopse:
No dia 1 de dezembro de 1640, por entre as armas dos fidalgos e a exaltação popular, a Duquesa de Mântua assoma corajosamente à varanda do Palácio Real, em Lisboa, tentando travar o golpe de Estado que estava em vias de pôr fim a seis décadas de domínio castelhano. Margarida de Mântua chegara a Lisboa em 1634, com a incumbência de governar o reino em nome de Filipe IV de Espanha. Nesse período conturbado, marcado por revoltas populares contra o aumento dos impostos e pelos constantes ataques ao império colonial português por parte dos inimigos da Monarquia Hispânica, Filipe IV e os seus conselheiros haviam decidido enviar para Lisboa alguém cuja lealdade não pudesse ser posta em causa: uma princesa de sangue real, prima do monarca e bisneta de duas infantas portuguesas, que crescera na corte de Saboia, embalada pelo mito do avô espanhol, o poderoso Filipe II, que reinara sobre o maior império que jamais existira. Em "A Duquesa de Mântua", Joana Bouza Serrano, historiadora e autora de As Avis, dá-nos a conhecer a vida atribulada desta altiva e determinada princesa que foi vice-rainha de Portugal.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
No dia 1 de dezembro de 1640, por entre as armas dos fidalgos e a exaltação popular, a Duquesa de Mântua assoma corajosamente à varanda do Palácio Real, em Lisboa, tentando travar o golpe de Estado que estava em vias de pôr fim a seis décadas de domínio castelhano. Margarida de Mântua chegara a Lisboa em 1634, com a incumbência de governar o reino em nome de Filipe IV de Espanha. Nesse período conturbado, marcado por revoltas populares contra o aumento dos impostos e pelos constantes ataques ao império colonial português por parte dos inimigos da Monarquia Hispânica, Filipe IV e os seus conselheiros haviam decidido enviar para Lisboa alguém cuja lealdade não pudesse ser posta em causa: uma princesa de sangue real, prima do monarca e bisneta de duas infantas portuguesas, que crescera na corte de Saboia, embalada pelo mito do avô espanhol, o poderoso Filipe II, que reinara sobre o maior império que jamais existira. Em "A Duquesa de Mântua", Joana Bouza Serrano, historiadora e autora de As Avis, dá-nos a conhecer a vida atribulada desta altiva e determinada princesa que foi vice-rainha de Portugal.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Ana tinha doze anos quando os pais a arrastaram para uma exposição em Coimbra. Queria ir para a praia, com os amigos, mas em vez disso descobriu-se no Palácio da Inquisição. A exposição, sobre instrumentos de tortura, mudou-lhe a vida para sempre. Enquanto desfilava entre cadeiras de pregos medievais, cordas, correntes e ganchos retorcidos, uma estranha excitação começou a apoderar-se dela: sentia-se em casa. Foi um momento de revelação. Tudo começava a fazer sentido para aquela adolescente que desde cedo tinha embarcado num mundo de fantasia ao contrário. Nas suas brincadeiras não havia príncipes nem princesas - os Ken eram tratados como escravos por Barbies implacáveis, que os amarravam e chicoteavam sem piedade. Ana cresceu a esconder esse segredo - e a enfrentar as humilhações dos colegas da escola, que não lhe perdoavam o excesso de peso. Mas no seu mundo privado, no reino do sado-masoquismo, começava ela a ditar as regras. Teve o primeiro encontro, o primeiro submisso, a primeira sessão de dominação. Aos poucos mergulhou nesse mundo paralelo, feito de encontros com sabor ilícito, candidatos a submissos, festas de BDSM. Ana, a discreta engenheira, emagrecera, perdera os medos, tinha agora outra vida e outro nome: era a Cruela, uma dominadora respeitada, poderosa.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Ana tinha doze anos quando os pais a arrastaram para uma exposição em Coimbra. Queria ir para a praia, com os amigos, mas em vez disso descobriu-se no Palácio da Inquisição. A exposição, sobre instrumentos de tortura, mudou-lhe a vida para sempre. Enquanto desfilava entre cadeiras de pregos medievais, cordas, correntes e ganchos retorcidos, uma estranha excitação começou a apoderar-se dela: sentia-se em casa. Foi um momento de revelação. Tudo começava a fazer sentido para aquela adolescente que desde cedo tinha embarcado num mundo de fantasia ao contrário. Nas suas brincadeiras não havia príncipes nem princesas - os Ken eram tratados como escravos por Barbies implacáveis, que os amarravam e chicoteavam sem piedade. Ana cresceu a esconder esse segredo - e a enfrentar as humilhações dos colegas da escola, que não lhe perdoavam o excesso de peso. Mas no seu mundo privado, no reino do sado-masoquismo, começava ela a ditar as regras. Teve o primeiro encontro, o primeiro submisso, a primeira sessão de dominação. Aos poucos mergulhou nesse mundo paralelo, feito de encontros com sabor ilícito, candidatos a submissos, festas de BDSM. Ana, a discreta engenheira, emagrecera, perdera os medos, tinha agora outra vida e outro nome: era a Cruela, uma dominadora respeitada, poderosa.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O Manifesto dos 74 deu o mote: é imperioso reestruturar a dívida. Este livro vai mais longe e apresenta três propostas europeias de reestruturação. Sejamos realistas: se nada for feito, a austeridade vai continuar por muitos anos; com a austeridade não haverá crescimento económico, e sem crescimento Portugal arrisca-se a não conseguir pagar o que deve. É mau para a zona euro mas pior ainda para os portugueses, que continuarão sufocados pelo garrote da dívida. A solução, argumenta João Cravinho, é dotar a União Europeia de mecanismos que permitam reestruturar a dívida pública criando a "folga" necessária ao crescimento. O Manifesto dos 74, que uniu personalidades portuguesas dos mais diversos quadrantes políticos, já tinha alertado para a imperiosa necessidade da reestruturação. João Cravinho, um dos mentores do documento, desmistifica as origens da crise da dívida (que são essencialmente bancárias); recorda exemplos históricos de reestruturação sem recurso à austeridade e analisa números e argumentos que sublinham a falta de credibilidade da estratégia oficial de redução da dívida. Há alternativas. Fiel ao espírito do manifesto reúne aqui três diferentes abordagens à reestruturação: a defendida por James K. Galbraith, Stuart Holland e Yanis Varoufakis, o ensaio PADRE e a solução proposta pelo Conselho de Peritos Económicos da Alemanha. Há outras saídas, mas na essência não diferem muito das apresentadas neste livro. O que falta é a coragem política de escolher um caminho. Nesse sentido A Dívida Pública Portuguesa, antecipa a forçosa discussão sobre o tema que vai dominar a política portuguesa (e europeia) nos próximos anos.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O Manifesto dos 74 deu o mote: é imperioso reestruturar a dívida. Este livro vai mais longe e apresenta três propostas europeias de reestruturação. Sejamos realistas: se nada for feito, a austeridade vai continuar por muitos anos; com a austeridade não haverá crescimento económico, e sem crescimento Portugal arrisca-se a não conseguir pagar o que deve. É mau para a zona euro mas pior ainda para os portugueses, que continuarão sufocados pelo garrote da dívida. A solução, argumenta João Cravinho, é dotar a União Europeia de mecanismos que permitam reestruturar a dívida pública criando a "folga" necessária ao crescimento. O Manifesto dos 74, que uniu personalidades portuguesas dos mais diversos quadrantes políticos, já tinha alertado para a imperiosa necessidade da reestruturação. João Cravinho, um dos mentores do documento, desmistifica as origens da crise da dívida (que são essencialmente bancárias); recorda exemplos históricos de reestruturação sem recurso à austeridade e analisa números e argumentos que sublinham a falta de credibilidade da estratégia oficial de redução da dívida. Há alternativas. Fiel ao espírito do manifesto reúne aqui três diferentes abordagens à reestruturação: a defendida por James K. Galbraith, Stuart Holland e Yanis Varoufakis, o ensaio PADRE e a solução proposta pelo Conselho de Peritos Económicos da Alemanha. Há outras saídas, mas na essência não diferem muito das apresentadas neste livro. O que falta é a coragem política de escolher um caminho. Nesse sentido A Dívida Pública Portuguesa, antecipa a forçosa discussão sobre o tema que vai dominar a política portuguesa (e europeia) nos próximos anos.
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Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Campeão mundial, russo branco, naturalizado francês, Alexandre Alekhine (Moscovo, 1892-1946) joga a sua vida como as suas próprias partidas de xadrez (arrebatou o título mundial de xadrez contra o lendário Raúl Capablanca aos 35 anos), de vitória em vitória e de continente a continente. Em Buenos Aires foi apanhado pelo começo da II Guerra Mundial, em 1939. Mobilizado e obrigado a regressar a Paris, testemunhou o colapso do seu país de adoção; instrumentalizado e sitiado pelos novos donos da Europa, é obrigado por Joseph Goebbels a participar em torneios nos novos territórios do III Reich. De jogador, transforma-se em objeto de jogo. As suas peças-chave caem no tabuleiro da sua vida: a sua mulher, Grace, os grandes mestres judeus, até os seus melhores rivais. Quando a guerra acabou, refugiou-se em Portugal a fim de preparar uma última partida (contra o campeão soviético, Mikhail Botvinnik). Instala-se no Estoril, ainda um ninho de espiões, e, sem dinheiro, fazia exibições no Casino, no Instituto Superior Técnico e na Sociedade de Geografia. Nos últimos dias de vida enfrenta o desconhecido, o alcoolismo e o passado - morreu em circunstâncias estranhas, e muito discutidas (até pela autópsia, realizada pela PIDE), a 24 de março de 1946. Ainda é um mistério. Este romance é o filme dramático e enigmático das suas últimas sete semanas de vida.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Campeão mundial, russo branco, naturalizado francês, Alexandre Alekhine (Moscovo, 1892-1946) joga a sua vida como as suas próprias partidas de xadrez (arrebatou o título mundial de xadrez contra o lendário Raúl Capablanca aos 35 anos), de vitória em vitória e de continente a continente. Em Buenos Aires foi apanhado pelo começo da II Guerra Mundial, em 1939. Mobilizado e obrigado a regressar a Paris, testemunhou o colapso do seu país de adoção; instrumentalizado e sitiado pelos novos donos da Europa, é obrigado por Joseph Goebbels a participar em torneios nos novos territórios do III Reich. De jogador, transforma-se em objeto de jogo. As suas peças-chave caem no tabuleiro da sua vida: a sua mulher, Grace, os grandes mestres judeus, até os seus melhores rivais. Quando a guerra acabou, refugiou-se em Portugal a fim de preparar uma última partida (contra o campeão soviético, Mikhail Botvinnik). Instala-se no Estoril, ainda um ninho de espiões, e, sem dinheiro, fazia exibições no Casino, no Instituto Superior Técnico e na Sociedade de Geografia. Nos últimos dias de vida enfrenta o desconhecido, o alcoolismo e o passado - morreu em circunstâncias estranhas, e muito discutidas (até pela autópsia, realizada pela PIDE), a 24 de março de 1946. Ainda é um mistério. Este romance é o filme dramático e enigmático das suas últimas sete semanas de vida.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 312
Sinopse:
José Alemparte, galego, septuagenário, atrevido e com um sentido de humor implacável, descobre casualmente que tem Alzheimer e não quer partir deste mundo sem fazer as pazes com o amigo que lhe roubou a mulher e não só. Emma, cansada de um marido que parece ter desistido dela, procura consolo num chat e acaba por se envolver com um estranho que é muito menos estranho do que parece. Alex, um miúdo sem papas na língua e com um computador novinho em folha, escreve uma espécie de diário que oscila entre o cómico e o trágico. São eles os três narradores de "A despedida de José Alemparte" e, mais do que gerações diferentes, representam momentos marcantes da história recente do país vizinho: a Guerra Civil, os anos de chumbo do terrorismo na época da transição para o Estado democrático e os terríveis constrangimentos da crise actual. Mas, acima de tudo, são indivíduos iguais a tantos outros, iguais a nós, com problemas cuja solução passa pela coragem de vencer a incomunicabilidade e perdoar. Depois do muito elogiado "As Sete Estradinhas de Catete", Paulo Bandeira Faria regressa à ficção com um romance contundente e cheio de ternura sobre os condicionamentos do passado e do presente nas sociedades contemporâneas. Com personagens inesquecíveis, a obra constitui ainda uma importante lição para os tempos difíceis que vivemos.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
José Alemparte, galego, septuagenário, atrevido e com um sentido de humor implacável, descobre casualmente que tem Alzheimer e não quer partir deste mundo sem fazer as pazes com o amigo que lhe roubou a mulher e não só. Emma, cansada de um marido que parece ter desistido dela, procura consolo num chat e acaba por se envolver com um estranho que é muito menos estranho do que parece. Alex, um miúdo sem papas na língua e com um computador novinho em folha, escreve uma espécie de diário que oscila entre o cómico e o trágico. São eles os três narradores de "A despedida de José Alemparte" e, mais do que gerações diferentes, representam momentos marcantes da história recente do país vizinho: a Guerra Civil, os anos de chumbo do terrorismo na época da transição para o Estado democrático e os terríveis constrangimentos da crise actual. Mas, acima de tudo, são indivíduos iguais a tantos outros, iguais a nós, com problemas cuja solução passa pela coragem de vencer a incomunicabilidade e perdoar. Depois do muito elogiado "As Sete Estradinhas de Catete", Paulo Bandeira Faria regressa à ficção com um romance contundente e cheio de ternura sobre os condicionamentos do passado e do presente nas sociedades contemporâneas. Com personagens inesquecíveis, a obra constitui ainda uma importante lição para os tempos difíceis que vivemos.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Só o presente interessa, mesmo quando ainda não acertámos contas com o passadoO que é preciso para consertar um coração partido? Tempo, silêncio e um novo amor. Tempo para apagar o passado, silêncio para nunca mais voltar atrás e um novo amor para nos trazer a luz e a paz de um novo dia. Este é o caminho solitário de Mafalda, uma mulher que, como tantas outras, vive dividida entre o fantasma de uma paixão e a vontade de arriscar de novo.E é também a história de Rodrigo, que hesita entre fazer aquilo que considera correto e mudar de vida para ficar ao lado da mulher que ama.E ainda a de António, que destruiu o seu casamento e procura uma segunda oportunidade para se redimir. Uma mulher e dois homens envolvidos num triângulo amoroso no qual o tempo paralelo também corre. Um romance que vai ao fundo do medo e do desejo, sem pudor nem filtro, numa época em que as relações são cada vez mais fugazes e inconsequentes.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Só o presente interessa, mesmo quando ainda não acertámos contas com o passadoO que é preciso para consertar um coração partido? Tempo, silêncio e um novo amor. Tempo para apagar o passado, silêncio para nunca mais voltar atrás e um novo amor para nos trazer a luz e a paz de um novo dia. Este é o caminho solitário de Mafalda, uma mulher que, como tantas outras, vive dividida entre o fantasma de uma paixão e a vontade de arriscar de novo.E é também a história de Rodrigo, que hesita entre fazer aquilo que considera correto e mudar de vida para ficar ao lado da mulher que ama.E ainda a de António, que destruiu o seu casamento e procura uma segunda oportunidade para se redimir. Uma mulher e dois homens envolvidos num triângulo amoroso no qual o tempo paralelo também corre. Um romance que vai ao fundo do medo e do desejo, sem pudor nem filtro, numa época em que as relações são cada vez mais fugazes e inconsequentes.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 468
Sinopse:
Deus não existe e as religiões são perniciosas e causadoras da maior parte dos males do mundo? Provar que a resposta só pode ser afirmativa é o objectivo desta obra, que ocupou o top de vendas na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos. Orgulhosamente ateu, o autor pensa que a maioria dos cientistas também o foram e são, dando o ateísmo um contributo fundamental para uma sociedade mais feliz, porque livre. Os argumentos filosófico-religiosos a favor da existência de Deus são de extrema debilidade. Darwinista convicto, vê na selecção natural a chave de explicação da evolução, acabando com a ilusão de um Deus pessoal criador e de um "desígnio inteligente". Obra retumbantemente polémica, acusada de superficialidade unilateral e fundamentalismo cientificista, tem a pretensão de tornar ateus todos os seus leitores religiosos. Optimismo presumido e ingénuo, obrigará, de qualquer modo, os crentes a mais lucidez.
Nº Páginas: 468
Sinopse:
Deus não existe e as religiões são perniciosas e causadoras da maior parte dos males do mundo? Provar que a resposta só pode ser afirmativa é o objectivo desta obra, que ocupou o top de vendas na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos. Orgulhosamente ateu, o autor pensa que a maioria dos cientistas também o foram e são, dando o ateísmo um contributo fundamental para uma sociedade mais feliz, porque livre. Os argumentos filosófico-religiosos a favor da existência de Deus são de extrema debilidade. Darwinista convicto, vê na selecção natural a chave de explicação da evolução, acabando com a ilusão de um Deus pessoal criador e de um "desígnio inteligente". Obra retumbantemente polémica, acusada de superficialidade unilateral e fundamentalismo cientificista, tem a pretensão de tornar ateus todos os seus leitores religiosos. Optimismo presumido e ingénuo, obrigará, de qualquer modo, os crentes a mais lucidez.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Lacy Stoltz é uma advogada que se dedica a analisar as queixas relacionadas com o comportamento de juízes. Depois de nove anos de experiência, sabe bem que a maior parte dos problemas é provocada por incompetência, não por corrupção. Mas surge de facto na sua secretária um caso de corrupção. Um advogado que foi expulso da ordem regressa com uma nova identidade. Agora chama-se Greg Myers e diz conhecer uma juíza da Florida que roubou mais dinheiro do que todos os juízes corruptos na história da América juntos. Parece que a juíza esteve secretamente envolvida na construção de um grande casino em território nativo americano. A Máfia financiou o projeto e agora está a ter lucros extraordinários. A juíza vira a cara para o lado e recebe a sua parte. Todos ficam a ganhar. Mas Greg quer pôr fim ao jogo. O seu único cliente é uma pessoa que quer pôr a boca no trombone e receber milhões por isso. É Lacy Stoltz quem fica com o processo de Greg, e ela percebe imediatamente que este caso pode ser perigoso. Ou mesmo fatal.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Lacy Stoltz é uma advogada que se dedica a analisar as queixas relacionadas com o comportamento de juízes. Depois de nove anos de experiência, sabe bem que a maior parte dos problemas é provocada por incompetência, não por corrupção. Mas surge de facto na sua secretária um caso de corrupção. Um advogado que foi expulso da ordem regressa com uma nova identidade. Agora chama-se Greg Myers e diz conhecer uma juíza da Florida que roubou mais dinheiro do que todos os juízes corruptos na história da América juntos. Parece que a juíza esteve secretamente envolvida na construção de um grande casino em território nativo americano. A Máfia financiou o projeto e agora está a ter lucros extraordinários. A juíza vira a cara para o lado e recebe a sua parte. Todos ficam a ganhar. Mas Greg quer pôr fim ao jogo. O seu único cliente é uma pessoa que quer pôr a boca no trombone e receber milhões por isso. É Lacy Stoltz quem fica com o processo de Greg, e ela percebe imediatamente que este caso pode ser perigoso. Ou mesmo fatal.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Nascido em Trancoso no dia em que D. Dinis dava os últimos suspiros, D. Fuas Bragatela estava destinado a ser alfaiate, mas nele outros sonhos fervilhavam. Saiu, por isso, de casa muito novo, serviu a vários amos (com quem nada aprendeu senão os rigores da vida) e, depois de muitas peripécias, acabou a combater na batalha do Salado, donde não trouxe honra nem glória, apenas uma fome dos diabos. Arribou seguidamente a Salamanca, fazendo-se passar por licenciado em Medicina, e regressou à pátria com o cheiro da peste colado às narinas. Mas foi então que descobriu a demanda da sua vida: um dos maiores tesouros da Cristandade... Num romance que constitui um retrato notável do Portugal medieval - e no qual não faltam alcoviteiras que fabricam hímenes, clérigos que vendem pedaços de céu, meirinhos corruptos, estalajadeiros manhosos, donzelas a transbordar de carnes e rapagões esfomeados -, Paulo Moreiras oferece-nos as irresistíveis aventuras de uma personagem quixotesca, na qual existe um pouco de todos nós, portuguesinhos à beira-mar plantados.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Nascido em Trancoso no dia em que D. Dinis dava os últimos suspiros, D. Fuas Bragatela estava destinado a ser alfaiate, mas nele outros sonhos fervilhavam. Saiu, por isso, de casa muito novo, serviu a vários amos (com quem nada aprendeu senão os rigores da vida) e, depois de muitas peripécias, acabou a combater na batalha do Salado, donde não trouxe honra nem glória, apenas uma fome dos diabos. Arribou seguidamente a Salamanca, fazendo-se passar por licenciado em Medicina, e regressou à pátria com o cheiro da peste colado às narinas. Mas foi então que descobriu a demanda da sua vida: um dos maiores tesouros da Cristandade... Num romance que constitui um retrato notável do Portugal medieval - e no qual não faltam alcoviteiras que fabricam hímenes, clérigos que vendem pedaços de céu, meirinhos corruptos, estalajadeiros manhosos, donzelas a transbordar de carnes e rapagões esfomeados -, Paulo Moreiras oferece-nos as irresistíveis aventuras de uma personagem quixotesca, na qual existe um pouco de todos nós, portuguesinhos à beira-mar plantados.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Distinguido com o Samuel Johnson Prize, o mais importante prémio de literatura de não ficção, A de Açor deixou os críticos dos dois lados do Atlântico rendidos e intrigados. À superfície, o livro relata o luto da autora após a morte do pai. Mas é a forma "naturalista" desse luto que dita a absoluta singularidade desta obra-prima. Helen Macdonald, poeta, historiadora e falcoeira, é amante de pássaros desde menina, quando acompanhava o pai pelos campos, armada de binóculos. Ao chegar aos 40 e subitamente só, compra um açor, a mais letal e indomável das aves de rapina. Está encontrada a sua terapia, a sua fuga, a sua descida ao inferno. Porque treinar o açor torna-se uma obsessão, na qual a autora habilmente nos enreda. Sentimos o magnífico predador sempre por perto, a pulsar de vida, as garras a cravarem-se no punho de couro, os olhos a piscarem ameaçadores. E somos cúmplices das sangrentas caçadas, numa espiral de bestialidade aparentemente sem fim. Está é uma profunda meditação sobre a solidão, a dor, a perda. Mas acima de tudo sobre o que faz de nós humanos, o que nos aproxima e nos afasta das feras. E sobre a centelha de humanidade que nos permite, talvez, a redenção.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Distinguido com o Samuel Johnson Prize, o mais importante prémio de literatura de não ficção, A de Açor deixou os críticos dos dois lados do Atlântico rendidos e intrigados. À superfície, o livro relata o luto da autora após a morte do pai. Mas é a forma "naturalista" desse luto que dita a absoluta singularidade desta obra-prima. Helen Macdonald, poeta, historiadora e falcoeira, é amante de pássaros desde menina, quando acompanhava o pai pelos campos, armada de binóculos. Ao chegar aos 40 e subitamente só, compra um açor, a mais letal e indomável das aves de rapina. Está encontrada a sua terapia, a sua fuga, a sua descida ao inferno. Porque treinar o açor torna-se uma obsessão, na qual a autora habilmente nos enreda. Sentimos o magnífico predador sempre por perto, a pulsar de vida, as garras a cravarem-se no punho de couro, os olhos a piscarem ameaçadores. E somos cúmplices das sangrentas caçadas, numa espiral de bestialidade aparentemente sem fim. Está é uma profunda meditação sobre a solidão, a dor, a perda. Mas acima de tudo sobre o que faz de nós humanos, o que nos aproxima e nos afasta das feras. E sobre a centelha de humanidade que nos permite, talvez, a redenção.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Se um magnata do cinema comprar os direitos cinematográficos da minha vida, a sinopse da TV Guia dirá: Na luta pela liberdade, um jovem poeta relutante convence os negros americanos a abandonarem a esperança, e a matarem-se num final trágico e explosivo. Cheio de gargalhadas e diversão. Alguma violência e linguagem não indicadas para crianças." Gunnar Kaufman, descendente de uma longa linha de homens que detesta, desde escravos a cobardes que ajudaram a assassinar Malcolm X, viveu a sua infância protegido na tranquilidade branca de Santa Monica, longe de problemas. No entanto, depois de ele e as suas irmãs se terem recusado a ir para um campo de férias para crianças negras "porque elas são diferentes de nós", a mãe muda-se imediatamente com eles para a zona oeste de Los Angeles, de modo a que os filhos estejam em contacto com a cultura que começam a negar. E é assim que Gunnar, futuro poeta, péssimo dançarino, conquistador avesso e fenomenal jogador de basquetebol, dá por si a aprender a ser quem é entre os gangues, os motins, os estereótipos, a violência e a beleza das ruas e da vida negra nos Estados Unidos dos anos 90. Primeiro romance de Paul Beatty, "A Dança do Rapaz Branco" é uma comédia literária caleidoscópica sobre um afroamericano incomum à procura da sua identidade numa América caricatural mas, de algum modo, estranhamente familiar.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Se um magnata do cinema comprar os direitos cinematográficos da minha vida, a sinopse da TV Guia dirá: Na luta pela liberdade, um jovem poeta relutante convence os negros americanos a abandonarem a esperança, e a matarem-se num final trágico e explosivo. Cheio de gargalhadas e diversão. Alguma violência e linguagem não indicadas para crianças." Gunnar Kaufman, descendente de uma longa linha de homens que detesta, desde escravos a cobardes que ajudaram a assassinar Malcolm X, viveu a sua infância protegido na tranquilidade branca de Santa Monica, longe de problemas. No entanto, depois de ele e as suas irmãs se terem recusado a ir para um campo de férias para crianças negras "porque elas são diferentes de nós", a mãe muda-se imediatamente com eles para a zona oeste de Los Angeles, de modo a que os filhos estejam em contacto com a cultura que começam a negar. E é assim que Gunnar, futuro poeta, péssimo dançarino, conquistador avesso e fenomenal jogador de basquetebol, dá por si a aprender a ser quem é entre os gangues, os motins, os estereótipos, a violência e a beleza das ruas e da vida negra nos Estados Unidos dos anos 90. Primeiro romance de Paul Beatty, "A Dança do Rapaz Branco" é uma comédia literária caleidoscópica sobre um afroamericano incomum à procura da sua identidade numa América caricatural mas, de algum modo, estranhamente familiar.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A história de uma mulher, de uma estátua antiga e de uma paixão que atravessa os tempos. O ar estava frio quando a Dra. Miranda Jones chegou a casa depois de uma longa semana de trabalho. Mas o seu sangue gelou quando sentiu encostarem-lhe uma faca ao pescoço. Depois de roubaram tudo o que trazia, os assaltantes desapareceram. Profundamente abalada, Miranda decide esquecer aquela experiência assustadora. E, para isso, nada como aceitar o convite para ir a Itália confirmar a autenticidade de A Dama Negra, um bronze renascentista representando uma cortesã dos Medici. Mas, em vez de cimentar a sua posição como a maior perita mundial nesse campo, a viagem a Itália destrói-lhe a reputação. Sentindo-se alvo de uma cilada, Miranda está decidida a limpar o seu nome. Mas ninguém parece disposta a ajudá-la... com a excepção de Ryan Boldari, um sedutor ladrão de arte, cujos objectivos são obscuros. Agora torna-se evidente que o assalto à porta de sua casa foi muito mais do que isso... e que a Dama Negra possui tantos segredos quanto a cortesã que a inspirou. Com a ajuda de um homem em quem não deve confiar mas por quem sente uma atracção intoxicante, o futuro de Miranda parece repleto de traições, mentiras e perigos mortais.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A história de uma mulher, de uma estátua antiga e de uma paixão que atravessa os tempos. O ar estava frio quando a Dra. Miranda Jones chegou a casa depois de uma longa semana de trabalho. Mas o seu sangue gelou quando sentiu encostarem-lhe uma faca ao pescoço. Depois de roubaram tudo o que trazia, os assaltantes desapareceram. Profundamente abalada, Miranda decide esquecer aquela experiência assustadora. E, para isso, nada como aceitar o convite para ir a Itália confirmar a autenticidade de A Dama Negra, um bronze renascentista representando uma cortesã dos Medici. Mas, em vez de cimentar a sua posição como a maior perita mundial nesse campo, a viagem a Itália destrói-lhe a reputação. Sentindo-se alvo de uma cilada, Miranda está decidida a limpar o seu nome. Mas ninguém parece disposta a ajudá-la... com a excepção de Ryan Boldari, um sedutor ladrão de arte, cujos objectivos são obscuros. Agora torna-se evidente que o assalto à porta de sua casa foi muito mais do que isso... e que a Dama Negra possui tantos segredos quanto a cortesã que a inspirou. Com a ajuda de um homem em quem não deve confiar mas por quem sente uma atracção intoxicante, o futuro de Miranda parece repleto de traições, mentiras e perigos mortais.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Conjugando numa unidade indivisível a tecedura das tapeçarias quatrocentistas La Dame à la Licorne com uma original interpretação da intriga nelas urdida, Maria Teresa Horta cria uma obra poética que se desdobra por vários cantos - "Arte e Ofício", "As Personagens", "As Tapeçarias", "O Mito", "À mon seul désir", "A Sedução", "Posse" e "A Eternidade" -, numa apaixonante e mágica composição que o modelo gráfico acompanha. Com esta obra complexa, na qual uma sensualidade imanente subjaz ao lirismo com que a tragédia é tecida nos seus 72 poemas, a poetisa dá voz a um fascínio que remonta ao final dos anos 50, em Paris, quando se lhe depararam as tapeçarias numa primeira visita ao Musée de Cluny, actual Musée National du Moyen Âge. Entretanto sujeitas a delicadas operações de restauro, as seis tapeçarias de A Dama e o Unicórnio - "Paladar". "Audição", "Olfacto", "Visão", "Tacto" e a enigmática "À mon seul désir" - foram localizadas em 1841 pelo escritor e arqueólogo Prosper Mérimée, praticamente ao abandono, no castelo de Boussac. George Sand, Balzac, Jean Cocteau, Rilke, Marina Tsvétaïeva e a americana Hilda Doolittle figuram entre os escritores e poetas seduzidos pela que é considerada uma das obras-primas da arte medieval. O presente livro é ainda valorizado por um CD com a cantata profana do compositor António de Sousa Dias sobre a poesia de Maria Teresa Horta dita pela actriz Ana Brandão.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Conjugando numa unidade indivisível a tecedura das tapeçarias quatrocentistas La Dame à la Licorne com uma original interpretação da intriga nelas urdida, Maria Teresa Horta cria uma obra poética que se desdobra por vários cantos - "Arte e Ofício", "As Personagens", "As Tapeçarias", "O Mito", "À mon seul désir", "A Sedução", "Posse" e "A Eternidade" -, numa apaixonante e mágica composição que o modelo gráfico acompanha. Com esta obra complexa, na qual uma sensualidade imanente subjaz ao lirismo com que a tragédia é tecida nos seus 72 poemas, a poetisa dá voz a um fascínio que remonta ao final dos anos 50, em Paris, quando se lhe depararam as tapeçarias numa primeira visita ao Musée de Cluny, actual Musée National du Moyen Âge. Entretanto sujeitas a delicadas operações de restauro, as seis tapeçarias de A Dama e o Unicórnio - "Paladar". "Audição", "Olfacto", "Visão", "Tacto" e a enigmática "À mon seul désir" - foram localizadas em 1841 pelo escritor e arqueólogo Prosper Mérimée, praticamente ao abandono, no castelo de Boussac. George Sand, Balzac, Jean Cocteau, Rilke, Marina Tsvétaïeva e a americana Hilda Doolittle figuram entre os escritores e poetas seduzidos pela que é considerada uma das obras-primas da arte medieval. O presente livro é ainda valorizado por um CD com a cantata profana do compositor António de Sousa Dias sobre a poesia de Maria Teresa Horta dita pela actriz Ana Brandão.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A Dama tem um plano… No seu vigésimo nono aniversário, Lady Henrietta Sedley, mais conhecida por Hattie, quer herdar os negócios do pai, construir fortuna própria e viver uma vida em que não dependa de ninguém. Tudo está a correr de acordo com o plano, até que Hattie encontra, amarrado na sua carruagem, o homem mais bonito que já viu… E o Monstro, uma proposta. Quando Whit, rei de Covent Garden, conhecido por todo o mundo como Beast, acorda aos pés de Hattie, fica curioso acerca da estranha mulher que o liberta — sobretudo quando percebe que ela procura uma noite de prazer. Beast terá todo o gosto em oferecer-lhe tudo o que ela deseja, por um preço, claro está. O que resulta numa paixão inesperada. De um momento para o outro, Hattie e Whit tornam-se rivais nos negócios e no prazer. Ela não irá abrir mão dos seus planos, ele não abdicará do seu poder. Mas nenhum deles percebe que, se não tiverem cuidado, terão de desistir de tudo… até dos seus corações.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A Dama tem um plano… No seu vigésimo nono aniversário, Lady Henrietta Sedley, mais conhecida por Hattie, quer herdar os negócios do pai, construir fortuna própria e viver uma vida em que não dependa de ninguém. Tudo está a correr de acordo com o plano, até que Hattie encontra, amarrado na sua carruagem, o homem mais bonito que já viu… E o Monstro, uma proposta. Quando Whit, rei de Covent Garden, conhecido por todo o mundo como Beast, acorda aos pés de Hattie, fica curioso acerca da estranha mulher que o liberta — sobretudo quando percebe que ela procura uma noite de prazer. Beast terá todo o gosto em oferecer-lhe tudo o que ela deseja, por um preço, claro está. O que resulta numa paixão inesperada. De um momento para o outro, Hattie e Whit tornam-se rivais nos negócios e no prazer. Ela não irá abrir mão dos seus planos, ele não abdicará do seu poder. Mas nenhum deles percebe que, se não tiverem cuidado, terão de desistir de tudo… até dos seus corações.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 528
Sinopse:
A saga dos Fonsecas de Nagasáqui e dos Vicenzo de Roma conclui-se nesta obra que encerra a "Trilogia do Samurai Negro". A cristandade japonesa caminha para o seu destino fatal, enquanto do outro lado do mundo, o Brasil vai-se afirmando como uma terra do futuro, promissora para os colonos, e, nesse primeiro tempo, sobretudo para os que têm a sabedoria de se entenderem com os indígenas. Nessas terras onde o Sol nunca se põe, os mestiços têm um papel fundamental na sedimentação do poder da Coroa e da Igreja, e os Fonsecas e Vicenzo percebem que em Lisboa os mestiços serão sempre subalternizados e ostracizados, mesmo sendo endinheirados. Enquanto o tempo passa, um biombo vai sendo composto; uma mulher morta continua a despertar sentimentos de sensualidade nos homens que com ela privaram; um navio explode com estrondo; um imperador foge do palácio; a crueldade é vingada com uma crueza ainda maior, mas também há quem consiga amar e ser feliz e há um peregrino que descobre finalmente o seu lugar no mundo, sempre inspirado pela dama do quimono branco. "Esta é uma história cujas personagens se espalham pelo mundo já globalizado do início do século xvii e que foi sendo escrita enquanto eu próprio circulava pelo mundo ganhando inspiração no contacto com a diversidade de gentes, paisagens e ambientes que preenchem este nosso maravilhoso planeta."
Nº Páginas: 528
Sinopse:
A saga dos Fonsecas de Nagasáqui e dos Vicenzo de Roma conclui-se nesta obra que encerra a "Trilogia do Samurai Negro". A cristandade japonesa caminha para o seu destino fatal, enquanto do outro lado do mundo, o Brasil vai-se afirmando como uma terra do futuro, promissora para os colonos, e, nesse primeiro tempo, sobretudo para os que têm a sabedoria de se entenderem com os indígenas. Nessas terras onde o Sol nunca se põe, os mestiços têm um papel fundamental na sedimentação do poder da Coroa e da Igreja, e os Fonsecas e Vicenzo percebem que em Lisboa os mestiços serão sempre subalternizados e ostracizados, mesmo sendo endinheirados. Enquanto o tempo passa, um biombo vai sendo composto; uma mulher morta continua a despertar sentimentos de sensualidade nos homens que com ela privaram; um navio explode com estrondo; um imperador foge do palácio; a crueldade é vingada com uma crueza ainda maior, mas também há quem consiga amar e ser feliz e há um peregrino que descobre finalmente o seu lugar no mundo, sempre inspirado pela dama do quimono branco. "Esta é uma história cujas personagens se espalham pelo mundo já globalizado do início do século xvii e que foi sendo escrita enquanto eu próprio circulava pelo mundo ganhando inspiração no contacto com a diversidade de gentes, paisagens e ambientes que preenchem este nosso maravilhoso planeta."
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma inesquecível história de amizade e coragem que atravessa gerações e une o destino de três mulheres audazes. Harriet chega a Paris com pouco mais do que os seus sonhos e uma fotografia antiga. O destino leva-a à Rue Cardinale, ao mesmo prédio onde a sua avó Claire vivera e trabalhara décadas antes. Ansiosa por saber mais sobre o seu passado, Harriet procura pistas sobre a vida da avó, mas o que descobre é uma história muito mais negra e dolorosa do que alguma vez imaginara. Em 1940, três costureiras tentam sobreviver numa Paris ocupada pelos nazis, uma cidade onde tudo parece faltar. Enquanto Claire se envolve com um oficial do Exército Alemão, Mireille ajuda a Resistência, participando em missões cada vez mais arriscadas, e a enigmática Vivienne desempenha um papel que não pode revelar às suas companheiras. À medida que se enredam mais profundamente em atividades clandestinas, o cerco aperta-se em torno destas três mulheres, e os segredos que guardam ameaçam não só a amizade que as une como também as suas vidas. As escolhas difíceis que são obrigadas a fazer acabarão por determinar o seu futuro e o das gerações vindouras.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma inesquecível história de amizade e coragem que atravessa gerações e une o destino de três mulheres audazes. Harriet chega a Paris com pouco mais do que os seus sonhos e uma fotografia antiga. O destino leva-a à Rue Cardinale, ao mesmo prédio onde a sua avó Claire vivera e trabalhara décadas antes. Ansiosa por saber mais sobre o seu passado, Harriet procura pistas sobre a vida da avó, mas o que descobre é uma história muito mais negra e dolorosa do que alguma vez imaginara. Em 1940, três costureiras tentam sobreviver numa Paris ocupada pelos nazis, uma cidade onde tudo parece faltar. Enquanto Claire se envolve com um oficial do Exército Alemão, Mireille ajuda a Resistência, participando em missões cada vez mais arriscadas, e a enigmática Vivienne desempenha um papel que não pode revelar às suas companheiras. À medida que se enredam mais profundamente em atividades clandestinas, o cerco aperta-se em torno destas três mulheres, e os segredos que guardam ameaçam não só a amizade que as une como também as suas vidas. As escolhas difíceis que são obrigadas a fazer acabarão por determinar o seu futuro e o das gerações vindouras.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 152
Sinopse:
É a primeira "história" (1938) escrita por Vergílio Ferreira e que o seu Espólio nos dá a conhecer. É anterior de um ano ao primeiro romance publicado, O Caminho Fica Longe, acabado de escrever em 1939, e apresenta uma escrita que anuncia já o futuro grande escritor que Vergílio Ferreira será. Encontramos o grande tema vergiliano da ausência do pai, aqui matizado pelo desconhecimento da genealogia, uma vez que o verdadeiro pai não é o marido da mãe, tendo-se este, de resto, suicidado quando o percebeu, deixando o que se julga seu filho supostamente órfão. Em Estrela Polar aparecer-nos-á a incerteza da genealogia (no Ernestinho fraco que talvez não seja o pai do narrador) ligada à necessidade da questionação metafísica: do quem é biologicamente passa ao quem é metafisicamente. Aqui, a descoberta de que não é quem pensa e a consequência que isso tem na avaliação que faz da figura da mãe, leva o jovem a um comportamento eticamente reprovável, levando-o ao estupro da irmã adolescente do que fora o seu melhor amigo no liceu, que entretanto se tornara advogado e que ele contrata para o defender desse estupro, desconhecendo a identidade da rapariga. A novela termina com essa descoberta pelo advogado ao tomar conhecimento dos dados do caso.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
É a primeira "história" (1938) escrita por Vergílio Ferreira e que o seu Espólio nos dá a conhecer. É anterior de um ano ao primeiro romance publicado, O Caminho Fica Longe, acabado de escrever em 1939, e apresenta uma escrita que anuncia já o futuro grande escritor que Vergílio Ferreira será. Encontramos o grande tema vergiliano da ausência do pai, aqui matizado pelo desconhecimento da genealogia, uma vez que o verdadeiro pai não é o marido da mãe, tendo-se este, de resto, suicidado quando o percebeu, deixando o que se julga seu filho supostamente órfão. Em Estrela Polar aparecer-nos-á a incerteza da genealogia (no Ernestinho fraco que talvez não seja o pai do narrador) ligada à necessidade da questionação metafísica: do quem é biologicamente passa ao quem é metafisicamente. Aqui, a descoberta de que não é quem pensa e a consequência que isso tem na avaliação que faz da figura da mãe, leva o jovem a um comportamento eticamente reprovável, levando-o ao estupro da irmã adolescente do que fora o seu melhor amigo no liceu, que entretanto se tornara advogado e que ele contrata para o defender desse estupro, desconhecendo a identidade da rapariga. A novela termina com essa descoberta pelo advogado ao tomar conhecimento dos dados do caso.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma vez por mês, sempre à meia-noite, dois homens encontram-se num consultório. Um deles é psicanalista. A Cura: uma sátira, um combate furioso, uma questão de vida ou morte. "Para um psicanalista que passou a vida a guardar os segredos dos outros, é difícil começar a escrever este testemunho. Gostaria de jurar, como num tribunal, que direi a verdade, toda a verdade, nada senão a verdade. Pelo contrário, tenho consciência de que farei desvios e omissões. Na minha profissão, estou habituado a encontrar meias-verdades e meias-mentiras, não porque os pacientes queiram iludir-me, mas porque estão iludidos e eles próprios não o sabem. Nesse momento, convido-os a encontrarem a verdade que ignoram. Mas que eu mesmo escreva agora, omitindo quanto posso, enche-me de uma angústia mortal. Vale a pena escrever nestas condições? […]"
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma vez por mês, sempre à meia-noite, dois homens encontram-se num consultório. Um deles é psicanalista. A Cura: uma sátira, um combate furioso, uma questão de vida ou morte. "Para um psicanalista que passou a vida a guardar os segredos dos outros, é difícil começar a escrever este testemunho. Gostaria de jurar, como num tribunal, que direi a verdade, toda a verdade, nada senão a verdade. Pelo contrário, tenho consciência de que farei desvios e omissões. Na minha profissão, estou habituado a encontrar meias-verdades e meias-mentiras, não porque os pacientes queiram iludir-me, mas porque estão iludidos e eles próprios não o sabem. Nesse momento, convido-os a encontrarem a verdade que ignoram. Mas que eu mesmo escreva agora, omitindo quanto posso, enche-me de uma angústia mortal. Vale a pena escrever nestas condições? […]"
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Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O ano é o de 1665, e as mulheres da vila de Eyam guardam muitos segredos… Isabel, a parteira, trilha um caminho perigoso, com as suas ervas e preparados. Há na aldeia homens que falam em bruxaria, e Isabel tem um passado a esconder. É também por isso que não partilha com ninguém os seus receios a propósito de Wulfric, o devoto e enclausurado boticário da povoação. Mae, a filha mais nova de Wulfric, teme a fúria do pai, se este descobrir o que também ela esconde dele. Os sentimentos que nutre por Rafe, por exemplo, jovem que está à guarda de Isabel, ou o facto de que estuda, à luz da vela, pelos livros proibidos do pai. Mas outros mais guardam segredos, e mais sombrios do que qualquer uma delas possa imaginar. Quando Mae faz uma descoberta aterradora, Isabel é a única pessoa que a vai poder ajudar, mas ajudar Mae significará colocar ambas em grave perigo. E está a caminho, vinda de Londres, outra ameaça, um manto que ameaça cobri-los a todos…
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O ano é o de 1665, e as mulheres da vila de Eyam guardam muitos segredos… Isabel, a parteira, trilha um caminho perigoso, com as suas ervas e preparados. Há na aldeia homens que falam em bruxaria, e Isabel tem um passado a esconder. É também por isso que não partilha com ninguém os seus receios a propósito de Wulfric, o devoto e enclausurado boticário da povoação. Mae, a filha mais nova de Wulfric, teme a fúria do pai, se este descobrir o que também ela esconde dele. Os sentimentos que nutre por Rafe, por exemplo, jovem que está à guarda de Isabel, ou o facto de que estuda, à luz da vela, pelos livros proibidos do pai. Mas outros mais guardam segredos, e mais sombrios do que qualquer uma delas possa imaginar. Quando Mae faz uma descoberta aterradora, Isabel é a única pessoa que a vai poder ajudar, mas ajudar Mae significará colocar ambas em grave perigo. E está a caminho, vinda de Londres, outra ameaça, um manto que ameaça cobri-los a todos…
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Nomeado livro do ano 2015 no Irish Book Awards. "A culpa é minha" é uma história poderosa sobre os efeitos devastadores do abuso sexual e da humilhação. Contada na voz da protagonista, somos arrastados para o centro da ação e obrigados a vivê-la intensamente com a jovem Emma. A melhor escritora para jovens adultos da atualidade.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Nomeado livro do ano 2015 no Irish Book Awards. "A culpa é minha" é uma história poderosa sobre os efeitos devastadores do abuso sexual e da humilhação. Contada na voz da protagonista, somos arrastados para o centro da ação e obrigados a vivê-la intensamente com a jovem Emma. A melhor escritora para jovens adultos da atualidade.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Uma batalha entre as forças do bem e do mal está prestes a começar. De um lado Lilith, a vampira mais poderosa do mundo. Do outro, a deusa Morrigan, que tudo fará para a travar com o seu círculo… Irlanda, século XII. O feiticeiro Hoyt está destroçado pela perda do seu irmão gémeo, transformado num vampiro pela poderosa Lilith. A deusa Morrigan está determinada a enfrentar Lilith e avisa Hoyt de que chegará um dia em que se formará um círculo de seis, destinado a enfrentar Lilith e salvar a Humanidade. Hoyt usa os seus poderes para viajar à Nova Iorque dos dias de hoje onde descobre o seu irmão, um homem bem-sucedido mas frio e cínico, e pede-lhe auxílio na luta contra Lilith. Mas o círculo não está completo sem os poderes mágicos da artista Glenna Ward. Hoyt não confia na magia dela, mas ambos farão tudo para alcançar os seus objetivos. E ao enfrentarem legiões de inimigos, apercebem-se de que o amor que cresce entre ambos poderá aumentar as probabilidades de derrotarem Lilith…
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Uma batalha entre as forças do bem e do mal está prestes a começar. De um lado Lilith, a vampira mais poderosa do mundo. Do outro, a deusa Morrigan, que tudo fará para a travar com o seu círculo… Irlanda, século XII. O feiticeiro Hoyt está destroçado pela perda do seu irmão gémeo, transformado num vampiro pela poderosa Lilith. A deusa Morrigan está determinada a enfrentar Lilith e avisa Hoyt de que chegará um dia em que se formará um círculo de seis, destinado a enfrentar Lilith e salvar a Humanidade. Hoyt usa os seus poderes para viajar à Nova Iorque dos dias de hoje onde descobre o seu irmão, um homem bem-sucedido mas frio e cínico, e pede-lhe auxílio na luta contra Lilith. Mas o círculo não está completo sem os poderes mágicos da artista Glenna Ward. Hoyt não confia na magia dela, mas ambos farão tudo para alcançar os seus objetivos. E ao enfrentarem legiões de inimigos, apercebem-se de que o amor que cresce entre ambos poderá aumentar as probabilidades de derrotarem Lilith…
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 0
Sinopse:
O livro é uma reflexão crítica que acompanha, a par e passo, o ano de 2004 nas várias vertentes da crise que assolou Portugal - financeira, económica, social, moral e psicológica. Mário Soares refere "datas, acontecimentos e opções que não devem ser tão depressa esquecidos, até que a poeira dos dias, com toda a razão, os faça, misericordiosamente, desaparecer..." (do Prefácio). No entanto, a parte IV é constituída por um ensaio, ou "escrito de intervenção", como o autor lhe chama, "para alertar os portugueses que eventualmente o lerem - sem alarmismo - para a crise que aí está e para a obrigação que todos temos de ajudar a superá-la", propondo "algumas soluções, seguramente polémicas, de natureza terapêutica, para a debelar". Sublinhando que não se trata de um livro de conselhos, mas tão-somente de "uma reflexão livre, de um homem livre, que não enjeita os seus deveres cívicos" (do Prefácio), este texto, sintomaticamente intitulado "E Agora?", começa por uma breve rememoração do percurso do autor pelos factos histórico-políticos mais marcantes do século XX e do início deste século, até à chegada da crise que atinge actualmente o país. Analisando a situação presente, e particularmente o panorama exposto na campanha eleitoral que está a decorrer, Mário Soares parte então para uma análise política dos dados em presença e das possibilidades após os resultados das eleições do próximo dia 20: as vitórias por maioria relativa ou absoluta, as coligações que se dissolveram e as que poderão, ou não, vir a formar-se, bem como as expectativas de cada um dos vários parceiros e adversários, concluindo pela absoluta necessidade de que o governo que resulte destas eleições seja , em todo o caso, um governo de "salvação nacional", patriótico e não partidarista, que possa assegurar uma "viragem radical" em relação ao passado próximo. O autor explica aqueles que são, quanto a si, os três desafios fundamentais e inadiáveis que serão colocados ao futuro governo: a reforma da Administração Pública, a reforma da Justiça e a reforma da Economia e Finanças.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
O livro é uma reflexão crítica que acompanha, a par e passo, o ano de 2004 nas várias vertentes da crise que assolou Portugal - financeira, económica, social, moral e psicológica. Mário Soares refere "datas, acontecimentos e opções que não devem ser tão depressa esquecidos, até que a poeira dos dias, com toda a razão, os faça, misericordiosamente, desaparecer..." (do Prefácio). No entanto, a parte IV é constituída por um ensaio, ou "escrito de intervenção", como o autor lhe chama, "para alertar os portugueses que eventualmente o lerem - sem alarmismo - para a crise que aí está e para a obrigação que todos temos de ajudar a superá-la", propondo "algumas soluções, seguramente polémicas, de natureza terapêutica, para a debelar". Sublinhando que não se trata de um livro de conselhos, mas tão-somente de "uma reflexão livre, de um homem livre, que não enjeita os seus deveres cívicos" (do Prefácio), este texto, sintomaticamente intitulado "E Agora?", começa por uma breve rememoração do percurso do autor pelos factos histórico-políticos mais marcantes do século XX e do início deste século, até à chegada da crise que atinge actualmente o país. Analisando a situação presente, e particularmente o panorama exposto na campanha eleitoral que está a decorrer, Mário Soares parte então para uma análise política dos dados em presença e das possibilidades após os resultados das eleições do próximo dia 20: as vitórias por maioria relativa ou absoluta, as coligações que se dissolveram e as que poderão, ou não, vir a formar-se, bem como as expectativas de cada um dos vários parceiros e adversários, concluindo pela absoluta necessidade de que o governo que resulte destas eleições seja , em todo o caso, um governo de "salvação nacional", patriótico e não partidarista, que possa assegurar uma "viragem radical" em relação ao passado próximo. O autor explica aqueles que são, quanto a si, os três desafios fundamentais e inadiáveis que serão colocados ao futuro governo: a reforma da Administração Pública, a reforma da Justiça e a reforma da Economia e Finanças.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Vivemos uma crise que afecta todos, mas não todos de igual forma. Alguns entre nós já não se bastam e o Estado não lhes chega. Voltam-se para a família, quando têm família. Mas se o Estado encolhe agora, as famílias encolheram antes. E se a ausência de planeamento familiar gera pobreza, a queda drástica da natalidade gera também problemas económicos e sociais. Para compreender como chegámos aqui e para encontrar uma saída, é necessário, mas não suficiente, falar de dinheiro. Apurar responsabilidades exige uma reflexão ética sobre a família e o trabalho. Este é o tema do presente ensaio.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Vivemos uma crise que afecta todos, mas não todos de igual forma. Alguns entre nós já não se bastam e o Estado não lhes chega. Voltam-se para a família, quando têm família. Mas se o Estado encolhe agora, as famílias encolheram antes. E se a ausência de planeamento familiar gera pobreza, a queda drástica da natalidade gera também problemas económicos e sociais. Para compreender como chegámos aqui e para encontrar uma saída, é necessário, mas não suficiente, falar de dinheiro. Apurar responsabilidades exige uma reflexão ética sobre a família e o trabalho. Este é o tema do presente ensaio.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Tendo como temática principal a nostalgia da "criança em ruínas", a obra reúne vários poemas de diferentes fases da vida do autor. A melancolia, os cenários de dor, os problemas existenciais e as inquietações estão presentes na maioria dos textos. A exorcização dos males do poeta surge precisamente pela escrita, pois o poema é "o último esconderijo da pureza". O mundo poético surge aqui definido como sendo aquele em que o poeta é o "imigrante dentro de uma estrela, de um parágrafo".
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Tendo como temática principal a nostalgia da "criança em ruínas", a obra reúne vários poemas de diferentes fases da vida do autor. A melancolia, os cenários de dor, os problemas existenciais e as inquietações estão presentes na maioria dos textos. A exorcização dos males do poeta surge precisamente pela escrita, pois o poema é "o último esconderijo da pureza". O mundo poético surge aqui definido como sendo aquele em que o poeta é o "imigrante dentro de uma estrela, de um parágrafo".
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 560
Sinopse:
"Querido leitor: vais ler de uma assentada, se a maciez do texto te não desanimar, os seis dias desta "Criação do Mundo", que foram aparecendo nas montras separadamente, à medida que iam decorrendo. Livro temerariamente concebido na mocidade, imprevisível na trama e no rumo, só o tempo lhe podia dar corpo e remate, traçando-lhe o enredo e marcando-lhe a duração." Neste livro, Torga, primeiro escritor a receber o prémio Camões, narra as principais lembranças de sua vida, como a infância em Trás-os-Montes, as paisagens do campo, sua primeira viagem pela Europa dominada pelo fascismo, o encontro em Paris com exilados políticos portugueses, as rebeliões contra o Estado Novo, a guerra civil espanhola, e até a sua experiência nas cadeias de Salazar.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
"Querido leitor: vais ler de uma assentada, se a maciez do texto te não desanimar, os seis dias desta "Criação do Mundo", que foram aparecendo nas montras separadamente, à medida que iam decorrendo. Livro temerariamente concebido na mocidade, imprevisível na trama e no rumo, só o tempo lhe podia dar corpo e remate, traçando-lhe o enredo e marcando-lhe a duração." Neste livro, Torga, primeiro escritor a receber o prémio Camões, narra as principais lembranças de sua vida, como a infância em Trás-os-Montes, as paisagens do campo, sua primeira viagem pela Europa dominada pelo fascismo, o encontro em Paris com exilados políticos portugueses, as rebeliões contra o Estado Novo, a guerra civil espanhola, e até a sua experiência nas cadeias de Salazar.
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