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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Aclamado em França e em Itália, este é o muito esperado novo romance do autor de "A Insustentável Leveza do Ser", Milan Kundera, que regressa à ficção ao fim de treze anos.Lançar luz sobre os problemas mais sérios e, ao mesmo tempo, não proferir uma única frase séria, estar fascinado pela realidade do mundo contemporâneo e, ao mesmo tempo, evitar qualquer realismo, eis "A Festa da Insignificância", onde o riso, inspirado na nossa época, é cómico porque perdeu todo o seu sentido de humor.Um surpreendente romance que coloca em cena quatro amigos parisienses que vivem numa deriva inócua, característica de uma existência contemporânea esvaziada de sentido e que que pode ser visto como um resumo de toda a obra de Kundera.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Aclamado em França e em Itália, este é o muito esperado novo romance do autor de "A Insustentável Leveza do Ser", Milan Kundera, que regressa à ficção ao fim de treze anos.Lançar luz sobre os problemas mais sérios e, ao mesmo tempo, não proferir uma única frase séria, estar fascinado pela realidade do mundo contemporâneo e, ao mesmo tempo, evitar qualquer realismo, eis "A Festa da Insignificância", onde o riso, inspirado na nossa época, é cómico porque perdeu todo o seu sentido de humor.Um surpreendente romance que coloca em cena quatro amigos parisienses que vivem numa deriva inócua, característica de uma existência contemporânea esvaziada de sentido e que que pode ser visto como um resumo de toda a obra de Kundera.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"A Felicidade em Albert Camus", de Marcello Duarte Mathias foi publicado pela primeira vez no Rio de Janeiro em 1975 e reeditado em Portugal em 1978, tendo então recebido o Prémio de Ensaio da Academia das Ciências de Lisboa. No ano em que se comemora o centenário do nascimento de Albert Camus, prémio Nobel da Literatura em 1957, a D. Quixote publica a terceira edição do ensaio de Marcello Mathias sobre este autor, acrescida de um novo Prefácio e novos textos.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"A Felicidade em Albert Camus", de Marcello Duarte Mathias foi publicado pela primeira vez no Rio de Janeiro em 1975 e reeditado em Portugal em 1978, tendo então recebido o Prémio de Ensaio da Academia das Ciências de Lisboa. No ano em que se comemora o centenário do nascimento de Albert Camus, prémio Nobel da Literatura em 1957, a D. Quixote publica a terceira edição do ensaio de Marcello Mathias sobre este autor, acrescida de um novo Prefácio e novos textos.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Como nos diz Pedro Mexia, no prefácio a este livro, "O mundo que habitamos conhece duas leis: a "bondade inicial" e a "final rejeição". E se o poeta defende "o protesto acima da resignação", a verdade é que o protesto, forma de incredulidade, vai enfraquecendo, enquanto a resignação se vivifica através do amor. E nomeadamente através dos lugares do amor que sempre motivaram a poesia de António Osório: a natureza, as artes, a família, a gratidão. A mulher do poeta já não está com ele, mas continuam as flores que plantou, que deixou. Continua a felicidade da pintura, que preserva viva a figura dos mortos. Continuam os filhos, a quem Osório dedicou odes, elogios, livros inteiros, e os filhos desses filhos, e os netos dos filhos, como a bisneta que representa nestes poemas uma ternura comovida. E continua a poesia, espécie de adágio tumular greco-romano ou de aforismo mágico, dique contra o tempo, pequena consolação daqueles que tentam fazer dos versos "água bastante, perdurável"."
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Como nos diz Pedro Mexia, no prefácio a este livro, "O mundo que habitamos conhece duas leis: a "bondade inicial" e a "final rejeição". E se o poeta defende "o protesto acima da resignação", a verdade é que o protesto, forma de incredulidade, vai enfraquecendo, enquanto a resignação se vivifica através do amor. E nomeadamente através dos lugares do amor que sempre motivaram a poesia de António Osório: a natureza, as artes, a família, a gratidão. A mulher do poeta já não está com ele, mas continuam as flores que plantou, que deixou. Continua a felicidade da pintura, que preserva viva a figura dos mortos. Continuam os filhos, a quem Osório dedicou odes, elogios, livros inteiros, e os filhos desses filhos, e os netos dos filhos, como a bisneta que representa nestes poemas uma ternura comovida. E continua a poesia, espécie de adágio tumular greco-romano ou de aforismo mágico, dique contra o tempo, pequena consolação daqueles que tentam fazer dos versos "água bastante, perdurável"."
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A Feira dos Assombrados tem como cenário a velha cidade do Dondo, nas margens do rio Quanza, em Angola, nos últimos dias do século XIX. Tudo começa com a descoberta de um misterioso cadáver: "O primeiro corpo que o rio trouxe ainda nos pareceu humano. Tinha as partes todas de que somos compostos, a pele lisa e sem escamas, como a nossa, e os enormes olhos abertos guardavam até um resto de luz e de calor." A partir desta descoberta, o Dondo, lugar inteiramente apartado do mundo, vai mergulhar num estranho pesadelo. Com este primeiro corpo - que veio pelo rio como um navio fantasma e que ainda parecia humano, ao contrário dos que haviam de chegar em seguida -, José Eduardo Agualusa conta uma alegoria sobre a situação política e social de Angola, a sua turbulência e os seus medos e horrores.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A Feira dos Assombrados tem como cenário a velha cidade do Dondo, nas margens do rio Quanza, em Angola, nos últimos dias do século XIX. Tudo começa com a descoberta de um misterioso cadáver: "O primeiro corpo que o rio trouxe ainda nos pareceu humano. Tinha as partes todas de que somos compostos, a pele lisa e sem escamas, como a nossa, e os enormes olhos abertos guardavam até um resto de luz e de calor." A partir desta descoberta, o Dondo, lugar inteiramente apartado do mundo, vai mergulhar num estranho pesadelo. Com este primeiro corpo - que veio pelo rio como um navio fantasma e que ainda parecia humano, ao contrário dos que haviam de chegar em seguida -, José Eduardo Agualusa conta uma alegoria sobre a situação política e social de Angola, a sua turbulência e os seus medos e horrores.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Portugal, primeira metade do século XX. Entre os males que assolam um país isolado e retrógrado, a tuberculose ressalta como uma das principais causas de morte. Ainda sem recursos farmacológicos para combater a doença, os médicos recomendam aos infetados o internamento em sanatórios instalados em zonas de altitude. Na serra do Caramulo, outrora uma região pobre e agreste, cresce uma estância sofisticada que, no auge do seu funcionamento, chega a acolher milhares de doentes. Entre o edifício do Grande Sanatório do passado - onde o drama do jovem Armando se cruza com o dos outros pacientes -, os escombros do presente, visitados por uma rapariga que coleciona histórias de escritores tuberculosos, e as páginas escritas pelo misterioso "R. N.", movem-se almas de todos os tempos: Eduardo, Natália, Carolina e Ernest, mas também Soares de Passos, Júlio Dinis, António Nobre e tantos outros atingidos pela febre das almas sensíveis. Combinando o registo histórico e a toada fantástica que produziram a magia de Rio do Esquecimento, neste novo romance, finalista do Prémio LeYa, Isabel Rio Novo recupera a memória de uma doença esquecida, que marcou a sociedade de uma época e o nosso imaginário romântico.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Portugal, primeira metade do século XX. Entre os males que assolam um país isolado e retrógrado, a tuberculose ressalta como uma das principais causas de morte. Ainda sem recursos farmacológicos para combater a doença, os médicos recomendam aos infetados o internamento em sanatórios instalados em zonas de altitude. Na serra do Caramulo, outrora uma região pobre e agreste, cresce uma estância sofisticada que, no auge do seu funcionamento, chega a acolher milhares de doentes. Entre o edifício do Grande Sanatório do passado - onde o drama do jovem Armando se cruza com o dos outros pacientes -, os escombros do presente, visitados por uma rapariga que coleciona histórias de escritores tuberculosos, e as páginas escritas pelo misterioso "R. N.", movem-se almas de todos os tempos: Eduardo, Natália, Carolina e Ernest, mas também Soares de Passos, Júlio Dinis, António Nobre e tantos outros atingidos pela febre das almas sensíveis. Combinando o registo histórico e a toada fantástica que produziram a magia de Rio do Esquecimento, neste novo romance, finalista do Prémio LeYa, Isabel Rio Novo recupera a memória de uma doença esquecida, que marcou a sociedade de uma época e o nosso imaginário romântico.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 616
Sinopse:
"Quando Amaia Salazar tinha doze anos esteve perdida no bosque durante dezasseis horas. Era de madrugada quando a encontraram, trinta quilómetros a norte do lugar onde se havia desviado do trilho. Desmaiada debaixo da chuva intensa, a roupa enegrecida e chamuscada como a de uma bruxa medieval resgatada de uma fogueira e, em contraste, a pele branca, limpa e gelada como se acabasse de surgir do gelo." Em agosto de 2005, muito antes dos crimes que chocaram o vale do Baztán, Amaia Salazar uma jovem de vinte cinco anos, subinspetora da Policia Foral de Navarra, participa num curso de intercâmbio para polícias da Europol na Academia do FBI, nos Estados Unidos, dado por Aloisius Dupree, o chefe da unidade de investigação. Uma das provas consiste em estudar um caso real de um assassino em série a quem chamam O Compositor , que age sempre durante grandes catástrofes naturais, atacando famílias inteiras e seguindo uma encenação quase litúrgica. Amaia integrará inesperadamente a equipa de investigação que os levará até Nova Orleães, em vésperas do pior furacão da história da cidade, para tentar antecipar-se ao assassino… Contudo, um telefonema da sua tia Engrasi de Elizondo despertará em Amaia fantasmas da sua infância, obrigando-a a enfrentar de novo o medo e as recordações que podem mudar tudo, expondo-a de novo à face norte do coração.
Nº Páginas: 616
Sinopse:
"Quando Amaia Salazar tinha doze anos esteve perdida no bosque durante dezasseis horas. Era de madrugada quando a encontraram, trinta quilómetros a norte do lugar onde se havia desviado do trilho. Desmaiada debaixo da chuva intensa, a roupa enegrecida e chamuscada como a de uma bruxa medieval resgatada de uma fogueira e, em contraste, a pele branca, limpa e gelada como se acabasse de surgir do gelo." Em agosto de 2005, muito antes dos crimes que chocaram o vale do Baztán, Amaia Salazar uma jovem de vinte cinco anos, subinspetora da Policia Foral de Navarra, participa num curso de intercâmbio para polícias da Europol na Academia do FBI, nos Estados Unidos, dado por Aloisius Dupree, o chefe da unidade de investigação. Uma das provas consiste em estudar um caso real de um assassino em série a quem chamam O Compositor , que age sempre durante grandes catástrofes naturais, atacando famílias inteiras e seguindo uma encenação quase litúrgica. Amaia integrará inesperadamente a equipa de investigação que os levará até Nova Orleães, em vésperas do pior furacão da história da cidade, para tentar antecipar-se ao assassino… Contudo, um telefonema da sua tia Engrasi de Elizondo despertará em Amaia fantasmas da sua infância, obrigando-a a enfrentar de novo o medo e as recordações que podem mudar tudo, expondo-a de novo à face norte do coração.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A Fábula", uma história alegórica da Primeira Grande Guerra, passada nas trincheiras em França e que retrata um motim num regimento francês, foi originalmente considerada um afastamento vincado das obras anteriores de Faulkner. Nos últimos tempos começou a ser considerado como um dos seus principais romances e uma parte essencial da obra do autor. O próprio Faulkner combateu na guerra, e as descrições que faz dela "ascendem ao magnífico", segundo o "New York Times", e incluem, nas palavras de Malcolm Cowley, "algumas das cenas mais poderosas que Faulkner alguma vez concebeu." Este romance foi galardoado com o Prémio Pulitzer bem como com o National Book Award em 1955.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A Fábula", uma história alegórica da Primeira Grande Guerra, passada nas trincheiras em França e que retrata um motim num regimento francês, foi originalmente considerada um afastamento vincado das obras anteriores de Faulkner. Nos últimos tempos começou a ser considerado como um dos seus principais romances e uma parte essencial da obra do autor. O próprio Faulkner combateu na guerra, e as descrições que faz dela "ascendem ao magnífico", segundo o "New York Times", e incluem, nas palavras de Malcolm Cowley, "algumas das cenas mais poderosas que Faulkner alguma vez concebeu." Este romance foi galardoado com o Prémio Pulitzer bem como com o National Book Award em 1955.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A primeira grande obra de Jonathan Swift é também a sua sátira mais difícil e magistral: A Fábula de Um Barril. A partir da história de três irmãos desobedientes e desordeiros, a quem o pai deixa um testamento, Jonathan Swift satiriza a religião. Martin, Peter e Jack representam, respectivamente, o anglicanismo, o catolicismo e o calvinismo. Mas a genialidade de Swift não se esgota aqui, abordando temas incrivelmente actuais. A prosa exuberante, o recurso à ironia e a construção narrativa complexa fazem desta uma obra ímpar, que transcende o contexto em que surgiu, imortalizando-se. Em todas as épocas, diversos autores continuam a tecer rasgados elogios a esta obra-prima de Swift, considerada por vezes até superior ao romance As Viagens de Gulliver. São disso exemplo Agostinho da Silva, Jorge de Sena, Harold Bloom, Chesterton e Samuel Johnson. E até o próprio Swift, já idoso, terá dito: "Meu Deus! Como era grande o meu talento quando escrevi este livro!" A ironia desta frase sintetiza na perfeição a genialidade contida nesta obra.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A primeira grande obra de Jonathan Swift é também a sua sátira mais difícil e magistral: A Fábula de Um Barril. A partir da história de três irmãos desobedientes e desordeiros, a quem o pai deixa um testamento, Jonathan Swift satiriza a religião. Martin, Peter e Jack representam, respectivamente, o anglicanismo, o catolicismo e o calvinismo. Mas a genialidade de Swift não se esgota aqui, abordando temas incrivelmente actuais. A prosa exuberante, o recurso à ironia e a construção narrativa complexa fazem desta uma obra ímpar, que transcende o contexto em que surgiu, imortalizando-se. Em todas as épocas, diversos autores continuam a tecer rasgados elogios a esta obra-prima de Swift, considerada por vezes até superior ao romance As Viagens de Gulliver. São disso exemplo Agostinho da Silva, Jorge de Sena, Harold Bloom, Chesterton e Samuel Johnson. E até o próprio Swift, já idoso, terá dito: "Meu Deus! Como era grande o meu talento quando escrevi este livro!" A ironia desta frase sintetiza na perfeição a genialidade contida nesta obra.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"É nossa condição irrenunciável sermos europeus, pois a Europa é a nossa matriz geográfica e cultural. Neste globo, que ajudámos a encurtar, a geografia sempre foi condicionante da cultura. A Europa é, para nós, um facto. Mas a Europa, para além de facto, por vezes mais próximo e outras mais distante, sempre foi um mito. O historiador José Eduardo Franco, especialista dos mitos na cultura portuguesa, analisa neste livro, que percorre toda a história de Portugal, os mitos que fomos construindo a respeito do continente que integramos. Numa época em que a Europa - e nós nela e com ela - se encontra em profunda crise, recomendo vivamente esta reflexão de José Eduardo Franco, que nos permite assentar no passado as nossas reflexões sobre o futuro. O futuro é obviamente uma incógnita. Apesar de o Padre António Vieira ter escrito a História do Futuro, a Segunda Lei da Termodinâmica impõe a diferença entre passado e futuro, impedindo que exista ou venha algum dia a existir uma história do futuro. Mas haverá com toda a certeza futuro e não há futuro sem história. O conhecimento e a compreensão da história ajudam-nos a construir o futuro." Do Prefácio de Carlos Fiolhais
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"É nossa condição irrenunciável sermos europeus, pois a Europa é a nossa matriz geográfica e cultural. Neste globo, que ajudámos a encurtar, a geografia sempre foi condicionante da cultura. A Europa é, para nós, um facto. Mas a Europa, para além de facto, por vezes mais próximo e outras mais distante, sempre foi um mito. O historiador José Eduardo Franco, especialista dos mitos na cultura portuguesa, analisa neste livro, que percorre toda a história de Portugal, os mitos que fomos construindo a respeito do continente que integramos. Numa época em que a Europa - e nós nela e com ela - se encontra em profunda crise, recomendo vivamente esta reflexão de José Eduardo Franco, que nos permite assentar no passado as nossas reflexões sobre o futuro. O futuro é obviamente uma incógnita. Apesar de o Padre António Vieira ter escrito a História do Futuro, a Segunda Lei da Termodinâmica impõe a diferença entre passado e futuro, impedindo que exista ou venha algum dia a existir uma história do futuro. Mas haverá com toda a certeza futuro e não há futuro sem história. O conhecimento e a compreensão da história ajudam-nos a construir o futuro." Do Prefácio de Carlos Fiolhais
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Compreender como as fraquezas da europa permitiram a ascensão da extrema-direita e os novos radicalismos. Em A Europa Adormecida, Liz Fekete desenvolve uma extensa investigação à forma como os movimentos e forças políticas desta direita recém configurada se interconectam com as forças antidemocráticas e iliberais da sociedade. Com base em mais de três décadas de trabalho, expõe as linhas onde a Europa falha fundamentalmente na luta contra o racismo e a tirania.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Compreender como as fraquezas da europa permitiram a ascensão da extrema-direita e os novos radicalismos. Em A Europa Adormecida, Liz Fekete desenvolve uma extensa investigação à forma como os movimentos e forças políticas desta direita recém configurada se interconectam com as forças antidemocráticas e iliberais da sociedade. Com base em mais de três décadas de trabalho, expõe as linhas onde a Europa falha fundamentalmente na luta contra o racismo e a tirania.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 40
Sinopse:
"Um dia, à meia-noite, ele viu-a. Era a estrela mais gira do céu, muito viva, e a essa hora passava mesmo por cima da torre. Como é que não a tinham roubado? Ele próprio, Pedro, que era um miúdo, se a quisesse empalmarm era só deitar-lhe a mão. Na realidade, não sabia bem para quê. Era bonita, no céu preto, gostava de a ter. Talvez depois a pusesse no quarto, talvez a trouxesse ao peito. E daí, se calhar, talvez a viessa a dar à mãe para enfeitar o cabelo. Devia-lhe ficar bem, no cabelo."
Nº Páginas: 40
Sinopse:
"Um dia, à meia-noite, ele viu-a. Era a estrela mais gira do céu, muito viva, e a essa hora passava mesmo por cima da torre. Como é que não a tinham roubado? Ele próprio, Pedro, que era um miúdo, se a quisesse empalmarm era só deitar-lhe a mão. Na realidade, não sabia bem para quê. Era bonita, no céu preto, gostava de a ter. Talvez depois a pusesse no quarto, talvez a trouxesse ao peito. E daí, se calhar, talvez a viessa a dar à mãe para enfeitar o cabelo. Devia-lhe ficar bem, no cabelo."
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Zeferino, um antigo degredado, regressa da Índia e encontra a sua esposa casada com o sobrinho do alcaide; o degredado percebe então que a sua morte tinha sido anunciada havia sete anos. E, embora seja atirado de novo para os calabouços, Zeferino não desiste da sua Filipa. No mesmo dia começam a chegar à vila Gil Vicente e os atores que iriam representar dentro de poucas semanas o Auto da Índia. A protagonista do auto é uma cristã-nova, de memórias tristes, que tem o seu marido na Índia. Entretanto, o desassossego toma conta da vila: Vasco de Melo, chefe dos espiões d’el-rei, e os seus auxiliares montam o cerco a um pirata e em poucos dias ocorrem quatro assassinatos, envoltos num mistério insolúvel; a única pista é uma velha, logo transformada em bruxa, mas o alcaide também levanta suspeitas. Finalmente, a vila sossega e a rainha D. Leonor assiste à estreia do Auto da Índia sem saber que perto de si está a pessoa responsável pelos terríveis quatro crimes que atemorizaram a vila.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Zeferino, um antigo degredado, regressa da Índia e encontra a sua esposa casada com o sobrinho do alcaide; o degredado percebe então que a sua morte tinha sido anunciada havia sete anos. E, embora seja atirado de novo para os calabouços, Zeferino não desiste da sua Filipa. No mesmo dia começam a chegar à vila Gil Vicente e os atores que iriam representar dentro de poucas semanas o Auto da Índia. A protagonista do auto é uma cristã-nova, de memórias tristes, que tem o seu marido na Índia. Entretanto, o desassossego toma conta da vila: Vasco de Melo, chefe dos espiões d’el-rei, e os seus auxiliares montam o cerco a um pirata e em poucos dias ocorrem quatro assassinatos, envoltos num mistério insolúvel; a única pista é uma velha, logo transformada em bruxa, mas o alcaide também levanta suspeitas. Finalmente, a vila sossega e a rainha D. Leonor assiste à estreia do Auto da Índia sem saber que perto de si está a pessoa responsável pelos terríveis quatro crimes que atemorizaram a vila.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A Estranha Morte da Europa é o relato de um continente e de uma cultura à beira do suicídio. A queda nas taxas de natalidade, a imigração em massa e a cultura da autodesconfiança e do ódio tornaram os europeus incapazes de se defender e de resistir à sua transformação abrangente como sociedade. Este livro não é apenas uma análise da realidade demográfica ou política, é também o testemunho de um continente em autodestruição. Em cada capítulo, Murray dá um passo atrás e analisa os temas mais profundos que estão por detrás da possível morte da Europa, de uma atmosfera de ataques terroristas em massa à estável erosão das nossas liberdades. Aborda o desapontante falhanço do multiculturalismo, a viragem de Angela Merkel em relação às migrações e a fixação do Ocidente na culpa. Viajando até Berlim, Paris, Escandinávia, Lampedusa e Grécia, o autor desvenda o mal-estar no coração da cultura europeia e ouve as histórias daqueles que chegaram vindos de longe. E termina com duas visões da Europa - uma de esperança e uma pessimista - que retratam um continente em crise e oferecem uma escolha do que podemos fazer no futuro.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A Estranha Morte da Europa é o relato de um continente e de uma cultura à beira do suicídio. A queda nas taxas de natalidade, a imigração em massa e a cultura da autodesconfiança e do ódio tornaram os europeus incapazes de se defender e de resistir à sua transformação abrangente como sociedade. Este livro não é apenas uma análise da realidade demográfica ou política, é também o testemunho de um continente em autodestruição. Em cada capítulo, Murray dá um passo atrás e analisa os temas mais profundos que estão por detrás da possível morte da Europa, de uma atmosfera de ataques terroristas em massa à estável erosão das nossas liberdades. Aborda o desapontante falhanço do multiculturalismo, a viragem de Angela Merkel em relação às migrações e a fixação do Ocidente na culpa. Viajando até Berlim, Paris, Escandinávia, Lampedusa e Grécia, o autor desvenda o mal-estar no coração da cultura europeia e ouve as histórias daqueles que chegaram vindos de longe. E termina com duas visões da Europa - uma de esperança e uma pessimista - que retratam um continente em crise e oferecem uma escolha do que podemos fazer no futuro.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em A Estrada Subterrânea, Cora é uma jovem escrava numa plantação de algodão na Geórgia. Após ser abandonada pela mãe, ela enfrenta a solidão e o desprezo dos seus iguais. Quando Caesar, um novo escravo vindo da Virgínia, lhe fala sobre uma rede secreta de fuga, os dois decidem arriscar tudo para alcançar a liberdade no Norte. Inicia-se uma jornada repleta de perigos, revelando uma América marcada pela segregação e pela luta pela sobrevivência.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em A Estrada Subterrânea, Cora é uma jovem escrava numa plantação de algodão na Geórgia. Após ser abandonada pela mãe, ela enfrenta a solidão e o desprezo dos seus iguais. Quando Caesar, um novo escravo vindo da Virgínia, lhe fala sobre uma rede secreta de fuga, os dois decidem arriscar tudo para alcançar a liberdade no Norte. Inicia-se uma jornada repleta de perigos, revelando uma América marcada pela segregação e pela luta pela sobrevivência.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O clássico que estabeleceu o cânone da moderna literatura de viagens e que tem servido de inspiração aos grandes escritores contemporâneos. Em 1933, Robert Byron partiu com a sua excêntrica personalidade numa viagem pelo Médio Oriente, passando por Beirute, Jerusalém, Bagdade e Teerão, tendo por destino final Oxiana — a região do rio Oxus, antigo nome do Amudária, que servia de fronteira entre o Afeganistão e a União Soviética. A chegada ao seu destino, a lendária Torre de Qabus, embora uma maravilha por si só, é muito menos extraordinária do que o registo profundamente cativante, e por vezes cómico, das suas aventuras. Para além da diversão que proporciona, este livro oferece um raro testemunho dos tesouros arquitectónicos de uma região actualmente inacessível para a maioria dos viajantes ocidentais.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O clássico que estabeleceu o cânone da moderna literatura de viagens e que tem servido de inspiração aos grandes escritores contemporâneos. Em 1933, Robert Byron partiu com a sua excêntrica personalidade numa viagem pelo Médio Oriente, passando por Beirute, Jerusalém, Bagdade e Teerão, tendo por destino final Oxiana — a região do rio Oxus, antigo nome do Amudária, que servia de fronteira entre o Afeganistão e a União Soviética. A chegada ao seu destino, a lendária Torre de Qabus, embora uma maravilha por si só, é muito menos extraordinária do que o registo profundamente cativante, e por vezes cómico, das suas aventuras. Para além da diversão que proporciona, este livro oferece um raro testemunho dos tesouros arquitectónicos de uma região actualmente inacessível para a maioria dos viajantes ocidentais.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A jovem juíza Joana Secalha fora colocada na pacata comarca de Abrantes para se redimir de um passado pouco recomendável. Não podia cometer erros e deslocou-se, ao Monte Cimeiro, para ouvir as razões pelas quais o velho Francisco Afonso não aceitara a ordem de expropriação dos terrenos, por onde passaria a moderna estrada europeia e os benefícios do progresso. Francisco Afonso respondeu-lhe com a sabedoria dos velhos: "A ideia de que o progresso é bom assenta no mesmo erro de que Deus nos salva com milagres. Milagre e progresso seriam evitar o mal!" Ela falou do futuro. Ele do passado: "O futuro é para a senhora doutora, para os engenheiros, para os generais à frente das tropas, para os missionários, para os inconscientes que se lançaram ao mar! Eu sou aquele que ficou nas praias, resmungando." Francisco Afonso contou à juíza o segredo do passado das suas famílias, há duzentos anos debaixo das terras por onde passaria a estrada que o exporia e cujo avanço ela teria de decidir...
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A jovem juíza Joana Secalha fora colocada na pacata comarca de Abrantes para se redimir de um passado pouco recomendável. Não podia cometer erros e deslocou-se, ao Monte Cimeiro, para ouvir as razões pelas quais o velho Francisco Afonso não aceitara a ordem de expropriação dos terrenos, por onde passaria a moderna estrada europeia e os benefícios do progresso. Francisco Afonso respondeu-lhe com a sabedoria dos velhos: "A ideia de que o progresso é bom assenta no mesmo erro de que Deus nos salva com milagres. Milagre e progresso seriam evitar o mal!" Ela falou do futuro. Ele do passado: "O futuro é para a senhora doutora, para os engenheiros, para os generais à frente das tropas, para os missionários, para os inconscientes que se lançaram ao mar! Eu sou aquele que ficou nas praias, resmungando." Francisco Afonso contou à juíza o segredo do passado das suas famílias, há duzentos anos debaixo das terras por onde passaria a estrada que o exporia e cujo avanço ela teria de decidir...
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A presente edição, que tem o título "A Estrada do Esquecimento e outros contos", reúne um conjunto de narrativas de Fernando Pessoa das quais 20 se encontravam ainda inéditas. Pretende-se, deste modo, dar continuidade à anterior edição, "O Mendigo e Outros Contos", e contribuir para o conhecimento de uma área da obra do autor que se tem revelado mais vasta do que inicialmente se imaginou.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A presente edição, que tem o título "A Estrada do Esquecimento e outros contos", reúne um conjunto de narrativas de Fernando Pessoa das quais 20 se encontravam ainda inéditas. Pretende-se, deste modo, dar continuidade à anterior edição, "O Mendigo e Outros Contos", e contribuir para o conhecimento de uma área da obra do autor que se tem revelado mais vasta do que inicialmente se imaginou.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Herman, jovem publicitário, recebe uma misteriosa chamada acerca do desaparecimento do seu irmão, dono de um posto de gasolina em Lugansk, antiga Voroshilovgrad, na região do Donbas. Após longos anos de ausência, Herman não tem alternativa senão regressar à sua cidade natal empreendendo uma viagem por uma paisagem industrial transformada num cenário tão real quanto imaginário onde o desejo de liberdade reina supremo; um faroeste de violência e corrupção povoado por criminosos e personagens perdidas na História, que mudará o curso e o sentido da sua vida. Verdadeira epopeia delirante da herança soviética, aliando realismo mágico e romance de estrada, escrito numa linguagem poética e vigorosa, "A Estrada do Donbas" é um dos mais reconhecidos títulos de Serhij Zhadan, destacada figura literária e artística da contracultura da Ucrânia.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Herman, jovem publicitário, recebe uma misteriosa chamada acerca do desaparecimento do seu irmão, dono de um posto de gasolina em Lugansk, antiga Voroshilovgrad, na região do Donbas. Após longos anos de ausência, Herman não tem alternativa senão regressar à sua cidade natal empreendendo uma viagem por uma paisagem industrial transformada num cenário tão real quanto imaginário onde o desejo de liberdade reina supremo; um faroeste de violência e corrupção povoado por criminosos e personagens perdidas na História, que mudará o curso e o sentido da sua vida. Verdadeira epopeia delirante da herança soviética, aliando realismo mágico e romance de estrada, escrito numa linguagem poética e vigorosa, "A Estrada do Donbas" é um dos mais reconhecidos títulos de Serhij Zhadan, destacada figura literária e artística da contracultura da Ucrânia.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No início de 2012, o jornalista Tiago Carrasco, o repórter de imagem João Fontes e o fotógrafo João Henriques decidiram perceber como se faz uma revolução - porque ainda não eram nascidos no 25 de Abril de 1974 e porque não compreendiam a inércia dos portugueses perante as dificuldades e a ausência de perspectivas que também eles sentiam na pele. Fartos de brandos costumes, resolveram então fazer-se à estrada e acompanhar de perto as rebeliões em curso no Médio Oriente e no Norte de África. Ao longo de quatro meses, percorreram dez mil quilómetros de autocarro, de comboio, de barco e à boleia por uma zona do mundo em profunda agitação e mudança. Do inferno da Síria à Terra Prometida, da instabilidade da Líbia à euforia do Líbano, passando pelo caos do Egipto ou pela incerteza da Tunísia - onde o riscar trágico de um fósforo acendeu o rastilho desta Primavera Árabe - "A Estrada da Revolução" é uma aventura empolgante e um testemunho inspirador para todos aqueles que acreditam num mundo melhor, mais justo e mais livre.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No início de 2012, o jornalista Tiago Carrasco, o repórter de imagem João Fontes e o fotógrafo João Henriques decidiram perceber como se faz uma revolução - porque ainda não eram nascidos no 25 de Abril de 1974 e porque não compreendiam a inércia dos portugueses perante as dificuldades e a ausência de perspectivas que também eles sentiam na pele. Fartos de brandos costumes, resolveram então fazer-se à estrada e acompanhar de perto as rebeliões em curso no Médio Oriente e no Norte de África. Ao longo de quatro meses, percorreram dez mil quilómetros de autocarro, de comboio, de barco e à boleia por uma zona do mundo em profunda agitação e mudança. Do inferno da Síria à Terra Prometida, da instabilidade da Líbia à euforia do Líbano, passando pelo caos do Egipto ou pela incerteza da Tunísia - onde o riscar trágico de um fósforo acendeu o rastilho desta Primavera Árabe - "A Estrada da Revolução" é uma aventura empolgante e um testemunho inspirador para todos aqueles que acreditam num mundo melhor, mais justo e mais livre.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Um texto em que, de forma clara e fluida, José Saramago traça um percurso simples, sem artifícios e bem-humorado, pelos seus diferentes livros para acabar concluindo que até a "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" havia estado descrevendo a estátua e que a partir desse livro, que é fronteira, a sua tentativa foi a de descrever a pedra de que é feita a estátua, fase que se inicia com "Ensaio Sobre a Cegueira". Tudo isto fica explicado de uma forma clara e o leitor adquire uma nova dimensão sobre os livros de José Saramago que já conhece e um desejo de se aproximar dos que ainda estão por conhecer, revisitados pelo Autor neste texto. "A Estátua e a Pedra" apresenta prefácios de Luciana Stegagno Picchio e Giancarlo Depretis e de um epílogo de Fernando Gómez Aguilera e é publicado em edição bilingue - Português e Espanhol.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Um texto em que, de forma clara e fluida, José Saramago traça um percurso simples, sem artifícios e bem-humorado, pelos seus diferentes livros para acabar concluindo que até a "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" havia estado descrevendo a estátua e que a partir desse livro, que é fronteira, a sua tentativa foi a de descrever a pedra de que é feita a estátua, fase que se inicia com "Ensaio Sobre a Cegueira". Tudo isto fica explicado de uma forma clara e o leitor adquire uma nova dimensão sobre os livros de José Saramago que já conhece e um desejo de se aproximar dos que ainda estão por conhecer, revisitados pelo Autor neste texto. "A Estátua e a Pedra" apresenta prefácios de Luciana Stegagno Picchio e Giancarlo Depretis e de um epílogo de Fernando Gómez Aguilera e é publicado em edição bilingue - Português e Espanhol.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A crise vai-se agravando. Sem remédio? Creio que não. Porque a esperança deve ser a última a perder-se. Sempre pensei assim e não me arrependo." "Quem tem estado no poder são os partidários dos mercados usurários, das troikas e do dinheiro acima de todos os valores. Têm o sentido de que o que conta é a austeridade e a pobreza das pessoas. As próprias pessoas que se lixem, para usar o termo que hoje alguns usam. Os valores não contam. A ética e o humanismo, que permaneceram depois da Segunda Guerra Mundial, hoje são motivo de riso dos tecnocratas, que enchem os bolsos e nada mais. Pois bem, isso vai ter de mudar ou a Europa cai no abismo e nada nos vale. Não creio que sejamos tão estúpidos que caiamos nesse abismo. Por isso, tenhamos esperança. E acreditemos nos nossos valores."
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A crise vai-se agravando. Sem remédio? Creio que não. Porque a esperança deve ser a última a perder-se. Sempre pensei assim e não me arrependo." "Quem tem estado no poder são os partidários dos mercados usurários, das troikas e do dinheiro acima de todos os valores. Têm o sentido de que o que conta é a austeridade e a pobreza das pessoas. As próprias pessoas que se lixem, para usar o termo que hoje alguns usam. Os valores não contam. A ética e o humanismo, que permaneceram depois da Segunda Guerra Mundial, hoje são motivo de riso dos tecnocratas, que enchem os bolsos e nada mais. Pois bem, isso vai ter de mudar ou a Europa cai no abismo e nada nos vale. Não creio que sejamos tão estúpidos que caiamos nesse abismo. Por isso, tenhamos esperança. E acreditemos nos nossos valores."
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Os fascistas de Franco apertam o cerco a Madrid. Vindos de diferentes pontos do mundo, homens aventureiros e apaixonados juntam-se aos republicanos em brigadas internacionais que crescem na luta pela defesa dos valores democráticos. Entre eles está André Malraux, e é com base na sua experiência como chefe de esquadrilha na frente republicana da Guerra Civil de Espanha que publica, em 1937, "A Esperança". Romance que toma partido, este é um livro amargo, relato de dor e derrota, mas também um testemunho inigualável de coragem, de companheirismo, de debate político e de um combate incansável pela liberdade. Uma das maiores obras jamais escritas sobre o drama espanhol de 1936-1939, a par de "Por Quem os Sinos Dobram", de Ernest Hemingway, ou "Homenagem à Catalunha", de George Orwell, "A Esperança" seria adaptada ao cinema pelo próprio Malraux e premiada em 1945 com o Louis-Delluc, "o Goncourt do cinema".
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Os fascistas de Franco apertam o cerco a Madrid. Vindos de diferentes pontos do mundo, homens aventureiros e apaixonados juntam-se aos republicanos em brigadas internacionais que crescem na luta pela defesa dos valores democráticos. Entre eles está André Malraux, e é com base na sua experiência como chefe de esquadrilha na frente republicana da Guerra Civil de Espanha que publica, em 1937, "A Esperança". Romance que toma partido, este é um livro amargo, relato de dor e derrota, mas também um testemunho inigualável de coragem, de companheirismo, de debate político e de um combate incansável pela liberdade. Uma das maiores obras jamais escritas sobre o drama espanhol de 1936-1939, a par de "Por Quem os Sinos Dobram", de Ernest Hemingway, ou "Homenagem à Catalunha", de George Orwell, "A Esperança" seria adaptada ao cinema pelo próprio Malraux e premiada em 1945 com o Louis-Delluc, "o Goncourt do cinema".
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante décadas, o Magistrado dirigiu um pequeno povoado fronteiriço, esforçando-se por ignorar o conflito subterrâneo que opunha os bárbaros e o Império. Mas quando chegam o coronel Joll e o seu assistente, peritos em interrogatório enviados pela capital, o Magistrado deixa que uma irreprimível simpatia pelas vítimas tome conta de si e projecta um acto de quixotesca rebelião que acaba por transformá-lo num inimigo do Estado. Em À Espera dos Bárbaros, J. M. Coetzee criou uma comovente alegoria da estranha relação que se estabelece entre opressores e oprimidos, do universo desprovido de esperança daqueles que vivem em cumplicidade com regimes que tudo ignoram da justiça e da decência.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante décadas, o Magistrado dirigiu um pequeno povoado fronteiriço, esforçando-se por ignorar o conflito subterrâneo que opunha os bárbaros e o Império. Mas quando chegam o coronel Joll e o seu assistente, peritos em interrogatório enviados pela capital, o Magistrado deixa que uma irreprimível simpatia pelas vítimas tome conta de si e projecta um acto de quixotesca rebelião que acaba por transformá-lo num inimigo do Estado. Em À Espera dos Bárbaros, J. M. Coetzee criou uma comovente alegoria da estranha relação que se estabelece entre opressores e oprimidos, do universo desprovido de esperança daqueles que vivem em cumplicidade com regimes que tudo ignoram da justiça e da decência.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um desgosto avassalador leva um lisboeta a refugiar-se numa enseada perdida dos Açores para cumprir um velho sonho: avistar baleias. Enquanto espera pela chegada dos gigantes marinhos, ocupa os dias naquele lugar dominado pelo ruído do oceano a tentar reencontrar-se e a escrever cartas para o seu melhor amigo, contando-lhe o fio dos seus dias no exílio, mas também para destinatários tão improváveis como o Instituto Nacional de Estatística, o boxeur português com mais derrotas acumuladas ou um guru de auto-ajuda de sucesso planetário. À medida que o tempo passa, consegue vencer a solidão absoluta que impôs a si próprio e estabelece contacto com os seus poucos vizinhos, como um alemão bem-humorado, que todos os dias sai sozinho para o mar, e um casal de reformados oriundo do continente, que recebe cartas do filho dos mais variados lugares do mundo. Depressa descobre que, naquela enseada, todos têm qualquer coisa a esconder e nada é exactamente o que parece. "À Espera de Moby Dick" é um romance grandioso e envolvente que nos fala do amor, da perda e da extraordinária capacidade de regeneração do ser humano perante as maiores adversidades.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um desgosto avassalador leva um lisboeta a refugiar-se numa enseada perdida dos Açores para cumprir um velho sonho: avistar baleias. Enquanto espera pela chegada dos gigantes marinhos, ocupa os dias naquele lugar dominado pelo ruído do oceano a tentar reencontrar-se e a escrever cartas para o seu melhor amigo, contando-lhe o fio dos seus dias no exílio, mas também para destinatários tão improváveis como o Instituto Nacional de Estatística, o boxeur português com mais derrotas acumuladas ou um guru de auto-ajuda de sucesso planetário. À medida que o tempo passa, consegue vencer a solidão absoluta que impôs a si próprio e estabelece contacto com os seus poucos vizinhos, como um alemão bem-humorado, que todos os dias sai sozinho para o mar, e um casal de reformados oriundo do continente, que recebe cartas do filho dos mais variados lugares do mundo. Depressa descobre que, naquela enseada, todos têm qualquer coisa a esconder e nada é exactamente o que parece. "À Espera de Moby Dick" é um romance grandioso e envolvente que nos fala do amor, da perda e da extraordinária capacidade de regeneração do ser humano perante as maiores adversidades.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 174
Sinopse:
Numa pequena cidade da Riviera, que conhece um rápido desenvolvimento económico, começa a falar-se de turismo. Por isso, é inevitável que o mercado imobiliário cresça e o cimento se espalhe de um modo febril e desordenado. Quinto Anfossi, um intelectual que leva uma vida económica e espiritual muito recolhida, fica fascinado pelo novo espírito que parece ter invadido a Itália, pela energia vital que emana dos construtores e dos homens de negócios, indivíduos que, aos seus olhos representam o homem novo. Esmagado pelos impostos que, pela morte do seu pai, pesam sobre a propriedade da família, transforma-se em empresário imobiliário, seduzido, mais do que pelo dinheiro, por aquilo que interpreta como o novo espírito dos tempos. Para isso associa-se a um certo Pietro Caisotti, um homem rústico e ignorante que conseguiu já fazer uma pequena fortuna. À medida que o tempo passa, o negócio torna-se mais complicado do que parecia e, depois de muitas vicissitudes legais e burocráticas que levam inclusive à ruptura com o seu irmão, Quinto, cada vez mais preso nas areias movediças da sua relação de negócios com Caisotti, decide chegar a um acordo com o empresário do qual o limitado e vulgar Caisotti sai obviamente vencedor.
Nº Páginas: 174
Sinopse:
Numa pequena cidade da Riviera, que conhece um rápido desenvolvimento económico, começa a falar-se de turismo. Por isso, é inevitável que o mercado imobiliário cresça e o cimento se espalhe de um modo febril e desordenado. Quinto Anfossi, um intelectual que leva uma vida económica e espiritual muito recolhida, fica fascinado pelo novo espírito que parece ter invadido a Itália, pela energia vital que emana dos construtores e dos homens de negócios, indivíduos que, aos seus olhos representam o homem novo. Esmagado pelos impostos que, pela morte do seu pai, pesam sobre a propriedade da família, transforma-se em empresário imobiliário, seduzido, mais do que pelo dinheiro, por aquilo que interpreta como o novo espírito dos tempos. Para isso associa-se a um certo Pietro Caisotti, um homem rústico e ignorante que conseguiu já fazer uma pequena fortuna. À medida que o tempo passa, o negócio torna-se mais complicado do que parecia e, depois de muitas vicissitudes legais e burocráticas que levam inclusive à ruptura com o seu irmão, Quinto, cada vez mais preso nas areias movediças da sua relação de negócios com Caisotti, decide chegar a um acordo com o empresário do qual o limitado e vulgar Caisotti sai obviamente vencedor.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Um bravo guerreiro. Um exército de bárbaros. Um império em busca de um herói para proteger os amigos que o ajudaram a derrotar os agentes romanos do imperador, Marcus tem de deixar a província que o acolheu e protegeu. Como Marcus Tribulus Corvus, centurião da Segunda Coorte dos Tungros, ele lidera os seus homens até à Germânia Inferior. É lá que encontra um mundo bastante diferente da turbulenta fronteira britânica – mas com perigos muito próprios. Tungrorum, o centro de uma outrora próspera província agrícola, é agora ameaçada por um surto de roubos violentos e brutais. Obduro, um homem que se oculta por detrás de um elmo de cavalaria, é o chefe dos bandidos e está a roubar e a matar impunemente. A sua espada – afiada, forte e mais mortal do que qualquer uma conhecida do exército romano – é o símbolo letal do seu poder imparável. E agora ele deixou para trás os meros roubos e ameaça destabilizar toda a fronteira norte do império…
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Um bravo guerreiro. Um exército de bárbaros. Um império em busca de um herói para proteger os amigos que o ajudaram a derrotar os agentes romanos do imperador, Marcus tem de deixar a província que o acolheu e protegeu. Como Marcus Tribulus Corvus, centurião da Segunda Coorte dos Tungros, ele lidera os seus homens até à Germânia Inferior. É lá que encontra um mundo bastante diferente da turbulenta fronteira britânica – mas com perigos muito próprios. Tungrorum, o centro de uma outrora próspera província agrícola, é agora ameaçada por um surto de roubos violentos e brutais. Obduro, um homem que se oculta por detrás de um elmo de cavalaria, é o chefe dos bandidos e está a roubar e a matar impunemente. A sua espada – afiada, forte e mais mortal do que qualquer uma conhecida do exército romano – é o símbolo letal do seu poder imparável. E agora ele deixou para trás os meros roubos e ameaça destabilizar toda a fronteira norte do império…
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Para mim a História não é a comemoração do passado, mas uma forma de interpretar o presente. Ao descobrir a relação entre o ontem e o hoje, creio poder decifrar a ordem possível do mundo, imaginária, porventura, mas indispensável à minha própria sobrevivência, para não me diluir a mim mesmo no caos de um mundo fenomenal, sem referências nem sentido." "José Mattoso" Ao longo dos anos José Mattoso partilhou o seu saber em palestras e conferências, para "libertar uma voz" que o ultrapassava, para se juntar "à sinfonia da História". Nesses seus textos, aqui reunidos, desenvolve temas como a construção crítica do texto historiográfico — que métodos e condições exige e que problemas coloca —, a contemplação, a geografia histórica, a iluminura, o milenarismo ou o ensino da História. Conteúdo da obra I. A escrita: A escrita da História. História — arte ou ciência. Novos rumos da historiografia. Breves reflexões sobre o individual e o coletivo em História. Se a História pode ser contemplativa. II. O ensino: A função social da História no mundo de hoje. Lendas e mitos no ensino da História. A importância do texto literário no ensino da História. A História hoje: que História ensinar? III. Os materiais: Renovar os arquivos para renovar a História. O arquivo e a identificação. Os arquivos oficiais e a construção social do passado. A publicação de fontes documentais e o progresso da ciência histórica em Portugal. Investigação histórica e interpretação literária de textos medievais. Perguntas dos historiadores aos linguistas. IV. Os temas: Portugal e a Europa. História nacional e nacionalismo. A formação de uma identidade nacional. A história regional e local. A reconstituição dos espaços do passado. A mulher e a família. O sagrado e o profano. A intimidade na arte. O imaginário da iluminura medieval. Reflexões sobre os milenarismos.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Para mim a História não é a comemoração do passado, mas uma forma de interpretar o presente. Ao descobrir a relação entre o ontem e o hoje, creio poder decifrar a ordem possível do mundo, imaginária, porventura, mas indispensável à minha própria sobrevivência, para não me diluir a mim mesmo no caos de um mundo fenomenal, sem referências nem sentido." "José Mattoso" Ao longo dos anos José Mattoso partilhou o seu saber em palestras e conferências, para "libertar uma voz" que o ultrapassava, para se juntar "à sinfonia da História". Nesses seus textos, aqui reunidos, desenvolve temas como a construção crítica do texto historiográfico — que métodos e condições exige e que problemas coloca —, a contemplação, a geografia histórica, a iluminura, o milenarismo ou o ensino da História. Conteúdo da obra I. A escrita: A escrita da História. História — arte ou ciência. Novos rumos da historiografia. Breves reflexões sobre o individual e o coletivo em História. Se a História pode ser contemplativa. II. O ensino: A função social da História no mundo de hoje. Lendas e mitos no ensino da História. A importância do texto literário no ensino da História. A História hoje: que História ensinar? III. Os materiais: Renovar os arquivos para renovar a História. O arquivo e a identificação. Os arquivos oficiais e a construção social do passado. A publicação de fontes documentais e o progresso da ciência histórica em Portugal. Investigação histórica e interpretação literária de textos medievais. Perguntas dos historiadores aos linguistas. IV. Os temas: Portugal e a Europa. História nacional e nacionalismo. A formação de uma identidade nacional. A história regional e local. A reconstituição dos espaços do passado. A mulher e a família. O sagrado e o profano. A intimidade na arte. O imaginário da iluminura medieval. Reflexões sobre os milenarismos.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A Escrava Isaura é uma das principais obras do romantismo brasileiro e um marco na literatura a favor do fim da escravatura. Isaura é uma escrava lindíssima, criada como filha pela mulher do comendador Almeida, numa magnífica fazenda do século XIX, em Campos de Goitacases, no Rio de Janeiro. A sua beleza desperta múltiplas paixões e desejos libidinosos, dos quais Isaura tenta escapar, particularmente dos avanços de Leôncio, o filho do comendador, um fazendeiro autoritário que não admite ser contrariado. A fuga com a ajuda do pai, o feitor português Miguel, parece ser a única solução. Serão eles bem-sucedidos nos seus planos? Poderá Isaura encontrar a liberdade e o amor? Escrito em plena campanha pelo fim da escravatura, este romance tornou-se rapidamente num êxito editorial, dando a Bernardo Guimarães o reconhecimento que até aí não granjeara na proporção merecida.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
A Escrava Isaura é uma das principais obras do romantismo brasileiro e um marco na literatura a favor do fim da escravatura. Isaura é uma escrava lindíssima, criada como filha pela mulher do comendador Almeida, numa magnífica fazenda do século XIX, em Campos de Goitacases, no Rio de Janeiro. A sua beleza desperta múltiplas paixões e desejos libidinosos, dos quais Isaura tenta escapar, particularmente dos avanços de Leôncio, o filho do comendador, um fazendeiro autoritário que não admite ser contrariado. A fuga com a ajuda do pai, o feitor português Miguel, parece ser a única solução. Serão eles bem-sucedidos nos seus planos? Poderá Isaura encontrar a liberdade e o amor? Escrito em plena campanha pelo fim da escravatura, este romance tornou-se rapidamente num êxito editorial, dando a Bernardo Guimarães o reconhecimento que até aí não granjeara na proporção merecida.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
De certo modo ligado a uma ocorrência criminal do início dos anos 60, Jean tenta clarificar as circunstâncias que o levaram a conviver com o grupo do Hotel Unic, em Montparnasse, e com uma certa Dannie, por quem estava apaixonado. Juntando os seus fragmentos de memória com as peças soltas de um "dossier" da Brigada de Costumes, ele reabre um inquérito há muito arquivado, de que é, no fundo, a última testemunha.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
De certo modo ligado a uma ocorrência criminal do início dos anos 60, Jean tenta clarificar as circunstâncias que o levaram a conviver com o grupo do Hotel Unic, em Montparnasse, e com uma certa Dannie, por quem estava apaixonado. Juntando os seus fragmentos de memória com as peças soltas de um "dossier" da Brigada de Costumes, ele reabre um inquérito há muito arquivado, de que é, no fundo, a última testemunha.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Os muros estão a crescer. As políticas nacionalistas estão em ascensão. Milhares de quilómetros de vedações foram erguidas nos últimos dez anos e estão a redefinir a nossa paisagem política. Existem muitas razões para erguermos muros, já que há tantos temas que nos dividem: saúde, raça, religião, dinheiro, política. Na Europa, as ruturas da última década ameaçam não só a unidade europeia, mas também, em alguns países, a própria democracia. Na China, a necessidade de conter as divisões forjadas pelo capitalismo definirá o futuro da nação. Nos Estados Unidos, a justificação para o muro na fronteira com o México explora o medo americano. Entender o que nos divide, no passado e no presente, é essencial para compreender tudo o que se está a passar no mundo. China, Estados Unidos da América, Israel e Palestina, Médio Oriente, África, Europa e Reino Unido são alguns dos territórios que Tim Marshall aborda neste livro fascinante onde analisa as falhas que irão moldar o mundo nos próximos anos.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Os muros estão a crescer. As políticas nacionalistas estão em ascensão. Milhares de quilómetros de vedações foram erguidas nos últimos dez anos e estão a redefinir a nossa paisagem política. Existem muitas razões para erguermos muros, já que há tantos temas que nos dividem: saúde, raça, religião, dinheiro, política. Na Europa, as ruturas da última década ameaçam não só a unidade europeia, mas também, em alguns países, a própria democracia. Na China, a necessidade de conter as divisões forjadas pelo capitalismo definirá o futuro da nação. Nos Estados Unidos, a justificação para o muro na fronteira com o México explora o medo americano. Entender o que nos divide, no passado e no presente, é essencial para compreender tudo o que se está a passar no mundo. China, Estados Unidos da América, Israel e Palestina, Médio Oriente, África, Europa e Reino Unido são alguns dos territórios que Tim Marshall aborda neste livro fascinante onde analisa as falhas que irão moldar o mundo nos próximos anos.
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