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Edição: Jun 2008
Nº Páginas: 270
Sinopse:
Num jardim escondido por trás de uma tranquila casa na mais pequena das cidades, existe uma macieira e os rumores que circulam dão conta de que dá um tipo muito especial de fruto. Neste encantador romance, Sarah Addison Allen conta a história dessa árvore encantada e das extraordinárias pessoas que dela cuidam... As mulheres da família Waverley são herdeiras de um legado mágico — o jardim familiar, famoso pela sua macieira, que produz frutos proféticos, e pelas suas flores comestíveis, imbuídas de poderes especiais que afectam quem quer que as coma. Proprietária de uma empresa de catering, Claire Waverley prepara pratos com as suas plantas místicas — desde as chagas que ajudam a guardar segredos até às bocas-de-lobo destinadas a desencorajar intenções amorosas. Entretanto, a sua idosa prima Evanelle é conhecida por distribuir presentes inesperados cuja utilidade se torna mais tarde misteriosamente clara. São elas os últimos membros da família Waverley — com excepção da rebelde irmã de Claire, Sydney, que fugiu da cidade há muitos anos. Quando Sydney regressa subitamente a Bascom com uma filha pequena, a tranquila vida de Claire sofre uma reviravolta, bem como a fronteira protectora que erigiu tão cuidadosamente em redor do seu coração. Juntas uma vez mais na casa onde cresceram, Sydney reflecte sobre tudo o que deixou para trás ao mesmo tempo que Claire se esforça por sarar as feridas do passado. E em pouco tempo as irmãs apercebem-se de que têm de lidar com o seu legado comum para viverem as alegrias do futuro que se anuncia. Encantador e pungente, este fascinante romance irá, seguramente, enfeitiçar o leitor.
Nº Páginas: 270
Sinopse:
Num jardim escondido por trás de uma tranquila casa na mais pequena das cidades, existe uma macieira e os rumores que circulam dão conta de que dá um tipo muito especial de fruto. Neste encantador romance, Sarah Addison Allen conta a história dessa árvore encantada e das extraordinárias pessoas que dela cuidam... As mulheres da família Waverley são herdeiras de um legado mágico — o jardim familiar, famoso pela sua macieira, que produz frutos proféticos, e pelas suas flores comestíveis, imbuídas de poderes especiais que afectam quem quer que as coma. Proprietária de uma empresa de catering, Claire Waverley prepara pratos com as suas plantas místicas — desde as chagas que ajudam a guardar segredos até às bocas-de-lobo destinadas a desencorajar intenções amorosas. Entretanto, a sua idosa prima Evanelle é conhecida por distribuir presentes inesperados cuja utilidade se torna mais tarde misteriosamente clara. São elas os últimos membros da família Waverley — com excepção da rebelde irmã de Claire, Sydney, que fugiu da cidade há muitos anos. Quando Sydney regressa subitamente a Bascom com uma filha pequena, a tranquila vida de Claire sofre uma reviravolta, bem como a fronteira protectora que erigiu tão cuidadosamente em redor do seu coração. Juntas uma vez mais na casa onde cresceram, Sydney reflecte sobre tudo o que deixou para trás ao mesmo tempo que Claire se esforça por sarar as feridas do passado. E em pouco tempo as irmãs apercebem-se de que têm de lidar com o seu legado comum para viverem as alegrias do futuro que se anuncia. Encantador e pungente, este fascinante romance irá, seguramente, enfeitiçar o leitor.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 504
Sinopse:
O cadáver de um etólogo aparece num tanque do Oceanário. Pistas comprometedoras são descobertas na posse da sua colaboradora Maria Flor. A Judiciária decide prendê-la. Só uma pessoa a pode ajudar: Tomás Noronha. Para ilibar a mulher, Tomás terá de encontrar o verdadeiro autor do crime. Isso implica compreender o trabalho secreto da vítima. E decifrar uma misteriosa pintura esotérica de Hieronymus Bosch. No fim do caminho está um dos mais maravilhosos segredos da natureza. A inteligência, a emoção e a consciência animal. Quem é o verdadeiro assassino? Porque foi morta a vítima? Qual a relação entre o homicídio e a pintura mística de Bosch? E, sobretudo, que ligação existe entre o crime e o genocídio que os seres humanos lançaram contra a vida no nosso planeta? Quem são as verdadeiras bestas? Nós ou os animais?
Nº Páginas: 504
Sinopse:
O cadáver de um etólogo aparece num tanque do Oceanário. Pistas comprometedoras são descobertas na posse da sua colaboradora Maria Flor. A Judiciária decide prendê-la. Só uma pessoa a pode ajudar: Tomás Noronha. Para ilibar a mulher, Tomás terá de encontrar o verdadeiro autor do crime. Isso implica compreender o trabalho secreto da vítima. E decifrar uma misteriosa pintura esotérica de Hieronymus Bosch. No fim do caminho está um dos mais maravilhosos segredos da natureza. A inteligência, a emoção e a consciência animal. Quem é o verdadeiro assassino? Porque foi morta a vítima? Qual a relação entre o homicídio e a pintura mística de Bosch? E, sobretudo, que ligação existe entre o crime e o genocídio que os seres humanos lançaram contra a vida no nosso planeta? Quem são as verdadeiras bestas? Nós ou os animais?
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Tinha Deus aposentado Adão e Eva no Jardim das Delícias, onde viviam como os mais desabusados regalões. O homem era esbelto e sólido, embora nunca houvesse exercitado os tendões da marcha, nem apurado os bíceps a colher o antílope no laço; ela um lambisco de primeira, esgalgada e especiosa, a quem os cabelos vestiam de oiro à maravilha, sem pensar na folha de parra para a nudez, num cinábrio para a boca, que de seu sinal era rubicunda. Não sabiam de onde eram, nem como estavam ali, nem tão pouco se importavam de saber, acharam-se dentro do horto uma boa manhã, e todas as demais manhãs, na plenitude de um gozo inapreciável, porque nunca espinho, sol mais destemperado ou hora amarga lhes ensinara que aquilo era o sumo bem. Se alguma coisa soubessem desejar, o seu Senhor provê-los-ia instantânea e abundantemente como o mais solícito mordomo; mas nem desejos nem cobiças, nem necessidades picavam os seus corações inocentes; não admiravam, porque tudo era admirável; júbilos, ternuras, esperanças não sentiam que Deus gerara a vida, mas ainda não concebera a morte. No céu, sempre azul, o sol trazia o dia, levava o dia, sem que sombras ou raios mais vivos ferissem as suas pupilas bem-aventuradas. Eram uns felizes felizardos, usufrutuários dum regalo tão sem balizas que não o sabiam avaliar, mas em que criam de boa fé porque assim lhes fora dito. De beatitude tão absorta, apenas um aviso de Deus os distraía, se a isso se chama distrair, numa punção doce, mais leve que a sombra dum reflexo de cuidado."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Tinha Deus aposentado Adão e Eva no Jardim das Delícias, onde viviam como os mais desabusados regalões. O homem era esbelto e sólido, embora nunca houvesse exercitado os tendões da marcha, nem apurado os bíceps a colher o antílope no laço; ela um lambisco de primeira, esgalgada e especiosa, a quem os cabelos vestiam de oiro à maravilha, sem pensar na folha de parra para a nudez, num cinábrio para a boca, que de seu sinal era rubicunda. Não sabiam de onde eram, nem como estavam ali, nem tão pouco se importavam de saber, acharam-se dentro do horto uma boa manhã, e todas as demais manhãs, na plenitude de um gozo inapreciável, porque nunca espinho, sol mais destemperado ou hora amarga lhes ensinara que aquilo era o sumo bem. Se alguma coisa soubessem desejar, o seu Senhor provê-los-ia instantânea e abundantemente como o mais solícito mordomo; mas nem desejos nem cobiças, nem necessidades picavam os seus corações inocentes; não admiravam, porque tudo era admirável; júbilos, ternuras, esperanças não sentiam que Deus gerara a vida, mas ainda não concebera a morte. No céu, sempre azul, o sol trazia o dia, levava o dia, sem que sombras ou raios mais vivos ferissem as suas pupilas bem-aventuradas. Eram uns felizes felizardos, usufrutuários dum regalo tão sem balizas que não o sabiam avaliar, mas em que criam de boa fé porque assim lhes fora dito. De beatitude tão absorta, apenas um aviso de Deus os distraía, se a isso se chama distrair, numa punção doce, mais leve que a sombra dum reflexo de cuidado."
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Edição: Fev 2009
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Uma viagem de pai e filho ao Japão, país da manga e do anime, relatada por um dos poucos escritores a ter vencido o prestigiado Booker Prize por duas vezes.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Uma viagem de pai e filho ao Japão, país da manga e do anime, relatada por um dos poucos escritores a ter vencido o prestigiado Booker Prize por duas vezes.
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Edição: Ago 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O ataque ao semanário Charlie Hebdo, em 7 de Janeiro de 2015, moveu e comoveu mais os europeus do que as mulheres escravizadas ou massacradas do Boko Haram na Nigéria, do que os egípcios coptas decapitados ritualmente, do que os cristãos crucificados às centenas no Iraque e na Síria. De onde vem toda esta desalmada violência, esta orgia de sangue e exibicionismo, a lembrar cenas da Antiguidade, limites da perversidade humana? Quem são os seus autores? Em que acreditam, o que querem e a que reagem? Alguém os comanda? De que fundas histórias e raízes vêm tão complexas divisões e seitas? Onde está a realidade e onde está o mito? Onde está a verdade e onde está o cliché?
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O ataque ao semanário Charlie Hebdo, em 7 de Janeiro de 2015, moveu e comoveu mais os europeus do que as mulheres escravizadas ou massacradas do Boko Haram na Nigéria, do que os egípcios coptas decapitados ritualmente, do que os cristãos crucificados às centenas no Iraque e na Síria. De onde vem toda esta desalmada violência, esta orgia de sangue e exibicionismo, a lembrar cenas da Antiguidade, limites da perversidade humana? Quem são os seus autores? Em que acreditam, o que querem e a que reagem? Alguém os comanda? De que fundas histórias e raízes vêm tão complexas divisões e seitas? Onde está a realidade e onde está o mito? Onde está a verdade e onde está o cliché?
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Aos 22 anos Chico Buarque descobriu que tinha um irmão alemão. Sergio Buarque de Hollanda, reputado historiador e crítico literário, pai de Chico, vivera na Alemanha entre 1929 e 1930, enquanto correspondente de um jornal. A efervescente Berlim dos anos 30 serviu de cenário a um romance com uma mulher alemã, de quem teve um filho que nunca chegou a conhecer. Chamava-se Sérgio Ernst. Quase cinco décadas depois da descoberta, Chico Buarque decidiu fazer da existência desse irmão - e do silêncio em torno dele - a matéria do seu próximo romance. Mas antes precisava de saber exactamente o que lhe acontecera. Dessa busca nasce este romance. Magistralmente conduzida por um narrador obsessivo, delirante, megalómano e profundamente solitário sem o querer ser, a narrativa enreda o leitor numa trama em que realidade e devaneio se confundem permanentemente. A páginas tantas, a busca de narrador e autor passa a pertencer igualmente ao leitor, também ele desesperadamente procurando esse irmão desconhecido.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Aos 22 anos Chico Buarque descobriu que tinha um irmão alemão. Sergio Buarque de Hollanda, reputado historiador e crítico literário, pai de Chico, vivera na Alemanha entre 1929 e 1930, enquanto correspondente de um jornal. A efervescente Berlim dos anos 30 serviu de cenário a um romance com uma mulher alemã, de quem teve um filho que nunca chegou a conhecer. Chamava-se Sérgio Ernst. Quase cinco décadas depois da descoberta, Chico Buarque decidiu fazer da existência desse irmão - e do silêncio em torno dele - a matéria do seu próximo romance. Mas antes precisava de saber exactamente o que lhe acontecera. Dessa busca nasce este romance. Magistralmente conduzida por um narrador obsessivo, delirante, megalómano e profundamente solitário sem o querer ser, a narrativa enreda o leitor numa trama em que realidade e devaneio se confundem permanentemente. A páginas tantas, a busca de narrador e autor passa a pertencer igualmente ao leitor, também ele desesperadamente procurando esse irmão desconhecido.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Na aldeia alentejana de Cousa Vã - vizinha da espanhola Ciudad del Sol - o nome de Manolo anda nas bocas escancaradas dos que passam as tardes na tasca a aviar minis, quiçá para que ninguém repare no que realmente se passa em suas casas - e talvez seja melhor assim. É, porém, facto indesmentível que Maria tem o hábito de desaparecer às sextas-feiras - e isso basta para que a mediocridade omnipresente faça do marido um adornado e da chacota um estranho alívio para a dureza dos dias. Manolo refugia-se do falatório acusador à sombra de uma azinheira secular, único ser vivo com quem pode dividir agora as suas mágoas; e, embora certo da virtude da sua Maria, não ignora a missiva que o carteiro lhe deixou em casa nessa manhã e que trazia - pois é - remetente espanhol… No jogo repetido que é o dia-a-dia dos lugares pequenos - onde ninguém ganha e quase todos perdem -, a descoberta da improvável verdade trará, mesmo assim, a Manolo a oportunidade de mostrar aos conterrâneos, de forma anónima, o seu intrínseco, seguindo os ensinamentos dos que, sendo velhos ou já desaparecidos, são parte importante da sua história - e da de Cousa Vã. Com um trabalho notável na composição das figuras e uma recuperação inteligente da linguagem popular de um Alentejo quase mítico, João Rebocho Pais estreia-se na ficção com um romance terno, mágico e, ocasionalmente, escatológico sobre o poder da excepção sobre a regra.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Na aldeia alentejana de Cousa Vã - vizinha da espanhola Ciudad del Sol - o nome de Manolo anda nas bocas escancaradas dos que passam as tardes na tasca a aviar minis, quiçá para que ninguém repare no que realmente se passa em suas casas - e talvez seja melhor assim. É, porém, facto indesmentível que Maria tem o hábito de desaparecer às sextas-feiras - e isso basta para que a mediocridade omnipresente faça do marido um adornado e da chacota um estranho alívio para a dureza dos dias. Manolo refugia-se do falatório acusador à sombra de uma azinheira secular, único ser vivo com quem pode dividir agora as suas mágoas; e, embora certo da virtude da sua Maria, não ignora a missiva que o carteiro lhe deixou em casa nessa manhã e que trazia - pois é - remetente espanhol… No jogo repetido que é o dia-a-dia dos lugares pequenos - onde ninguém ganha e quase todos perdem -, a descoberta da improvável verdade trará, mesmo assim, a Manolo a oportunidade de mostrar aos conterrâneos, de forma anónima, o seu intrínseco, seguindo os ensinamentos dos que, sendo velhos ou já desaparecidos, são parte importante da sua história - e da de Cousa Vã. Com um trabalho notável na composição das figuras e uma recuperação inteligente da linguagem popular de um Alentejo quase mítico, João Rebocho Pais estreia-se na ficção com um romance terno, mágico e, ocasionalmente, escatológico sobre o poder da excepção sobre a regra.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Eram novos, magros e descascados, um ao lado do outro, os dois mastros. Unia-os, ao meio, uma tira de pano branco, com grandes letras negras, onde se lia: "Morrer se necessário for; matar, nunca!"" Curt Nimuendajú, etnólogo alemão naturalizado brasileiro, prepara-se para liderar uma missão cujo objetivo é pacificar os índios parintintins no interior da selva amazónica. A missão, orientada pela visão de Cândido Rondon, marechal e explorador sertanejo, republicano e abolicionista, segue o lema deste: "Morrer se necessário for; matar, nunca!". Os homens, enviados pelo Serviço de Proteção aos Índios, são obrigados a fazer uma jura antes de partirem: aconteça o que acontecer, nunca tirarão a vida de um índio. Ao longo do caminho, terão de enfrentar todo o tipo de desafios: a selva é impiedosa, os índios hostis e, talvez o mais difícil, deverão contrariar o seu próprio instinto de sobrevivência perante uma ameaça que não podem combater. Último livro publicado por Ferreira de Castro, "O Instinto Supremo" constitui um regresso do autor à Amazónia, cenário do seu livro-monumento "A Selva". Ganha, com o tempo, estatuto de clássico e, a forma como a crueza do processo de pacificação dos índios convive nas suas páginas com o virtuosismo das descrições da floresta, torna-o um livro necessário e único.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Eram novos, magros e descascados, um ao lado do outro, os dois mastros. Unia-os, ao meio, uma tira de pano branco, com grandes letras negras, onde se lia: "Morrer se necessário for; matar, nunca!"" Curt Nimuendajú, etnólogo alemão naturalizado brasileiro, prepara-se para liderar uma missão cujo objetivo é pacificar os índios parintintins no interior da selva amazónica. A missão, orientada pela visão de Cândido Rondon, marechal e explorador sertanejo, republicano e abolicionista, segue o lema deste: "Morrer se necessário for; matar, nunca!". Os homens, enviados pelo Serviço de Proteção aos Índios, são obrigados a fazer uma jura antes de partirem: aconteça o que acontecer, nunca tirarão a vida de um índio. Ao longo do caminho, terão de enfrentar todo o tipo de desafios: a selva é impiedosa, os índios hostis e, talvez o mais difícil, deverão contrariar o seu próprio instinto de sobrevivência perante uma ameaça que não podem combater. Último livro publicado por Ferreira de Castro, "O Instinto Supremo" constitui um regresso do autor à Amazónia, cenário do seu livro-monumento "A Selva". Ganha, com o tempo, estatuto de clássico e, a forma como a crueza do processo de pacificação dos índios convive nas suas páginas com o virtuosismo das descrições da floresta, torna-o um livro necessário e único.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Este é um livro sobre a história dos livros. Uma narrativa desse artefacto fascinante que inventámos para que as palavras pudessem viajar no tempo e no espaço. É o relato do seu nascimento, da sua evolução e das suas muitas formas ao longo de mais de 30 séculos: livros de fumo, de pedra, de argila, de papiro, de seda, de pele, de árvore, de plástico e, agora, de plástico e luz.É também um livro de viagens, com escalas nos campos de batalha de Alexandre, o Grande, na Villa dos Papiros horas antes da erupção do Vesúvio, nos palácios de Cleópatra, na cena do homicídio de Hipátia, nas primeiras livrarias conhecidas, nas celas dos escribas, nas fogueiras onde arderam os livros proibidos, nos gulag, na biblioteca de Sarajevo e num labirinto subterrâneo em Oxford no ano 2000.Este livro é também uma história íntima entrelaçada com evocações literárias, experiências pessoais e histórias antigas que nunca perdem a relevância: Heródoto e os factos alternativos, Aristófanes e os processos judiciais contra humoristas, Tito Lívio e o fenómeno dos fãs, Sulpícia e a voz literária de mulheres.Mas acima de tudo, é uma entusiasmante aventura coletiva, protagonizada por milhares de personagens que, ao longo do tempo, tornaram o livro possível e o ajudaram a transformar-se e evoluir - contadores de histórias, escribas, ilustradores e iluminadores, tradutores, alfarrabistas, professores, sábios, espiões, freiras e monjes, rebeldes, escravos e aventureiros.É com fluência, curiosidade e um permanente sentido de assombro que Irene Vallejo relata as peripécias deste objeto inverosímil que mantém vivas as nossas ideias, descobertas e sonhos. E, ao fazê-lo, conta também a nossa história de leitores ávidos, de todo o mundo, que mantemos o livro vivo.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Este é um livro sobre a história dos livros. Uma narrativa desse artefacto fascinante que inventámos para que as palavras pudessem viajar no tempo e no espaço. É o relato do seu nascimento, da sua evolução e das suas muitas formas ao longo de mais de 30 séculos: livros de fumo, de pedra, de argila, de papiro, de seda, de pele, de árvore, de plástico e, agora, de plástico e luz.É também um livro de viagens, com escalas nos campos de batalha de Alexandre, o Grande, na Villa dos Papiros horas antes da erupção do Vesúvio, nos palácios de Cleópatra, na cena do homicídio de Hipátia, nas primeiras livrarias conhecidas, nas celas dos escribas, nas fogueiras onde arderam os livros proibidos, nos gulag, na biblioteca de Sarajevo e num labirinto subterrâneo em Oxford no ano 2000.Este livro é também uma história íntima entrelaçada com evocações literárias, experiências pessoais e histórias antigas que nunca perdem a relevância: Heródoto e os factos alternativos, Aristófanes e os processos judiciais contra humoristas, Tito Lívio e o fenómeno dos fãs, Sulpícia e a voz literária de mulheres.Mas acima de tudo, é uma entusiasmante aventura coletiva, protagonizada por milhares de personagens que, ao longo do tempo, tornaram o livro possível e o ajudaram a transformar-se e evoluir - contadores de histórias, escribas, ilustradores e iluminadores, tradutores, alfarrabistas, professores, sábios, espiões, freiras e monjes, rebeldes, escravos e aventureiros.É com fluência, curiosidade e um permanente sentido de assombro que Irene Vallejo relata as peripécias deste objeto inverosímil que mantém vivas as nossas ideias, descobertas e sonhos. E, ao fazê-lo, conta também a nossa história de leitores ávidos, de todo o mundo, que mantemos o livro vivo.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Poderá uma dama da alta sociedade depositar o seu destino nas mãos de um homem humilde e indomável? Depois de o pai de Lady Louisa Scranton ter destruído a sua reputação, ela parece não encontrar outra solução para limpar o nome da família a não ser casar-se. O bispo de Hargate, um homem rico e altamente respeitável, oferece-se para casar com Louisa, mas esta apercebe-se de que Hargate, na verdade, quer chantageá-la de modo a saldar as dívidas que o pai tinha contraído. Só que, no momento em que o pedido de casamento é feito, o bispo cai morto aos pés dela, vindo a descobrir-se que foi envenenado. Todas as suspeitam recaem sobre Louisa, e ela é acusada de homicídio. O caso chega aos ouvidos do inspetor Lloyd Fellows, filho ilegítimo da família Mackenzie, que trabalha na Scotland Yard. No passado, ambos trocaram beijos apaixonados, e agora ele promete limpar o nome dela. Fellows está certo de que Louisa é inocente, mas o facto de se sentir cada vez mais apaixonado por ela interfere com a sua missão. Louisa deposita em Fellows todas as suas esperanças de restaurar a honra da família. Mas poderá ela confiar no filho ilegítimo de um duque?
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Poderá uma dama da alta sociedade depositar o seu destino nas mãos de um homem humilde e indomável? Depois de o pai de Lady Louisa Scranton ter destruído a sua reputação, ela parece não encontrar outra solução para limpar o nome da família a não ser casar-se. O bispo de Hargate, um homem rico e altamente respeitável, oferece-se para casar com Louisa, mas esta apercebe-se de que Hargate, na verdade, quer chantageá-la de modo a saldar as dívidas que o pai tinha contraído. Só que, no momento em que o pedido de casamento é feito, o bispo cai morto aos pés dela, vindo a descobrir-se que foi envenenado. Todas as suspeitam recaem sobre Louisa, e ela é acusada de homicídio. O caso chega aos ouvidos do inspetor Lloyd Fellows, filho ilegítimo da família Mackenzie, que trabalha na Scotland Yard. No passado, ambos trocaram beijos apaixonados, e agora ele promete limpar o nome dela. Fellows está certo de que Louisa é inocente, mas o facto de se sentir cada vez mais apaixonado por ela interfere com a sua missão. Louisa deposita em Fellows todas as suas esperanças de restaurar a honra da família. Mas poderá ela confiar no filho ilegítimo de um duque?
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Um monarca maldito. Uma traição entre irmãos. Uma revelação que pode abalar o reino. Em finais do século XVII, um sacerdote português a viver em Roma recebe uma carta a pedir o seu regresso urgente, mas discreto, a Portugal. À chegada a Lisboa, o padre Bartolomeu é confrontado com uma informação espantosa - a de que D. Afonso VI, o rei destituído que morrera após um longo e penoso cativeiro, afinal, talvez tenha deixado descendência. A hipótese ameaça seriamente a estabilidade do reino. Se a alegada impotência de Afonso VI fora determinante na anulação do seu casamento com Maria Francisca de Sabóia, agora mulher do atual rei, a possibilidade de existir um descendente coloca em causa não só o processo de destituição de Afonso como também a legitimidade do poder de D. Pedro II. Urge por isso apurar a verdade. E agir. Figura controversa, Afonso não nascera para governar. Mas a morte de Teodósio, o filho varão de D. João IV, levá-lo-ia a iniciar um reinado que teria como coroa de glória as vitórias na guerra da Independência, mas terminaria na mais profunda vergonha, com uma conjura liderada pelo próprio irmão, D. Pedro, a pretexto da vida boémia de Afonso e do seu desinteresse pelos desígnios do País. Apesar do cognome, O Vitorioso ficaria com a sua reputação denegrida para sempre. Entre investigações, pistas ténues e viagens inesperadas, o padre Bartolomeu, que em tempos acompanhara o monarca deposto no seu cativeiro, mergulha numa espiral de segredos impenetráveis em busca de uma resposta difícil de encontrar - mas não duvidando nunca de que, para o regime D. Pedro, e tal como Afonso VI, o eventual e misterioso descendente seria um indesejado…
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Um monarca maldito. Uma traição entre irmãos. Uma revelação que pode abalar o reino. Em finais do século XVII, um sacerdote português a viver em Roma recebe uma carta a pedir o seu regresso urgente, mas discreto, a Portugal. À chegada a Lisboa, o padre Bartolomeu é confrontado com uma informação espantosa - a de que D. Afonso VI, o rei destituído que morrera após um longo e penoso cativeiro, afinal, talvez tenha deixado descendência. A hipótese ameaça seriamente a estabilidade do reino. Se a alegada impotência de Afonso VI fora determinante na anulação do seu casamento com Maria Francisca de Sabóia, agora mulher do atual rei, a possibilidade de existir um descendente coloca em causa não só o processo de destituição de Afonso como também a legitimidade do poder de D. Pedro II. Urge por isso apurar a verdade. E agir. Figura controversa, Afonso não nascera para governar. Mas a morte de Teodósio, o filho varão de D. João IV, levá-lo-ia a iniciar um reinado que teria como coroa de glória as vitórias na guerra da Independência, mas terminaria na mais profunda vergonha, com uma conjura liderada pelo próprio irmão, D. Pedro, a pretexto da vida boémia de Afonso e do seu desinteresse pelos desígnios do País. Apesar do cognome, O Vitorioso ficaria com a sua reputação denegrida para sempre. Entre investigações, pistas ténues e viagens inesperadas, o padre Bartolomeu, que em tempos acompanhara o monarca deposto no seu cativeiro, mergulha numa espiral de segredos impenetráveis em busca de uma resposta difícil de encontrar - mas não duvidando nunca de que, para o regime D. Pedro, e tal como Afonso VI, o eventual e misterioso descendente seria um indesejado…
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Eis um fascinante romance sem ficção, saturado de ficção; a ficção não a põe o autor: põe-na Enric Marco. Quem é Enric Marco? Um nonagenário barcelonês que se fez passar por sobrevivente dos campos nazis e que foi desmascarado em maio de 2005, depois de presidir durante três anos à associação espanhola dos sobreviventes, de dar centenas de conferências, de conceder dezenas de entrevistas, de receber importantes distinções e de comover (nalguns casos até às lágrimas) os parlamentares espanhóis reunidos para, pela primeira vez, prestarem homenagem aos republicanos vítimas do III Reich. O caso deu a volta ao mundo e transformou Marco no grande impostor e no grande maldito. Agora, quase uma década depois, Javier Cercas persegue neste "thriller" hipnótico o enigma da personagem, a sua verdade e as suas falsidades. E através dessa investigação, que percorre quase um século da história de Espanha, mergulha com uma paixão de "kamikaze" e uma honestidade dilacerante nas profundezas de todos nós: na capacidade infinita que temos de nos enganar a nós próprios, no nosso conformismo e nas nossas mentiras, na nossa sede insaciável de afeto, nas nossas necessidades contraditórias de ficção e de realidade, nas zonas mais dolorosas do nosso passado recente. O resultado é um livro que não fala de Enric Marco mas de você, leitor; também é o livro mais insubmisso e radical de Javier Cercas: um livro assombroso que, com uma audácia inédita, alarga os limites do género romanesco e explora as últimas fronteiras da nossa humanidade.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Eis um fascinante romance sem ficção, saturado de ficção; a ficção não a põe o autor: põe-na Enric Marco. Quem é Enric Marco? Um nonagenário barcelonês que se fez passar por sobrevivente dos campos nazis e que foi desmascarado em maio de 2005, depois de presidir durante três anos à associação espanhola dos sobreviventes, de dar centenas de conferências, de conceder dezenas de entrevistas, de receber importantes distinções e de comover (nalguns casos até às lágrimas) os parlamentares espanhóis reunidos para, pela primeira vez, prestarem homenagem aos republicanos vítimas do III Reich. O caso deu a volta ao mundo e transformou Marco no grande impostor e no grande maldito. Agora, quase uma década depois, Javier Cercas persegue neste "thriller" hipnótico o enigma da personagem, a sua verdade e as suas falsidades. E através dessa investigação, que percorre quase um século da história de Espanha, mergulha com uma paixão de "kamikaze" e uma honestidade dilacerante nas profundezas de todos nós: na capacidade infinita que temos de nos enganar a nós próprios, no nosso conformismo e nas nossas mentiras, na nossa sede insaciável de afeto, nas nossas necessidades contraditórias de ficção e de realidade, nas zonas mais dolorosas do nosso passado recente. O resultado é um livro que não fala de Enric Marco mas de você, leitor; também é o livro mais insubmisso e radical de Javier Cercas: um livro assombroso que, com uma audácia inédita, alarga os limites do género romanesco e explora as últimas fronteiras da nossa humanidade.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 240
Sinopse:
1384. Os exércitos de Castela sitiam Lisboa e começa o mais famoso cerco da História de Portugal. Mas na margem oposta do Tejo, um cerco que hoje poucos recordam vai revelar-se ainda mais terrível e cruel: o da vila de Almada. João Galo, filho do regedor de Almada, perde o pai nos primeiros dias do cerco. Ao ver-se subitamente no papel de chefe de família e com a responsabilidade de proteger a casa e as irmãs, terá de encontrar coragem para participar nos ataques de D. Nuno Álvares Pereira aos castelhanos e força para resistir à paixão pela prostituta Rosa. Num ambiente de guerra civil, esta é a história de heróis, mas também do povo anónimo que, à revelia da nobreza portuguesa, toma os castelos do Reino e os entrega a D. João I, Mestre de Avis. Uma saga de heroísmo, traição e superação que só terminará com a mais épica batalha da nossa História: Aljubarrota.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
1384. Os exércitos de Castela sitiam Lisboa e começa o mais famoso cerco da História de Portugal. Mas na margem oposta do Tejo, um cerco que hoje poucos recordam vai revelar-se ainda mais terrível e cruel: o da vila de Almada. João Galo, filho do regedor de Almada, perde o pai nos primeiros dias do cerco. Ao ver-se subitamente no papel de chefe de família e com a responsabilidade de proteger a casa e as irmãs, terá de encontrar coragem para participar nos ataques de D. Nuno Álvares Pereira aos castelhanos e força para resistir à paixão pela prostituta Rosa. Num ambiente de guerra civil, esta é a história de heróis, mas também do povo anónimo que, à revelia da nobreza portuguesa, toma os castelos do Reino e os entrega a D. João I, Mestre de Avis. Uma saga de heroísmo, traição e superação que só terminará com a mais épica batalha da nossa História: Aljubarrota.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 572
Sinopse:
Para se deslocar ao laboratório de um velho professor com fama de homem da Renascença do nosso tempo, um técnico informático apanha um elevador, lento ao ponto de uma pessoa não saber se está a subir ou a descer. À chegada, é recebido por uma jovem bonita e rechonchuda. O programador segue atrás da mulher vestida de cor-de-rosa por corredores que nunca mais acabam e por caminhos subterrâneos, aspirando profundamente a fragrância de melão que a nuca dela exala. No entanto, nem sequer ouve o rumor da respiração e é como se as palavras que lhe saem da boca chegassem aos seus ouvidos através de uma espessa parede de vidro. Às tantas, parece-lhe que a jovem de formas arredondadas terá dito qualquer coisa como "Marcel Proust". Marcel Proust? Bem-vindos ao impiedoso país das maravilhas. Numa pequena e fantasmagórica cidade, rodeada por uma muralha que a separa do resto do mundo, vivem seres humanos privados da sombra e dos sentimentos. Habituados desde há muito a conviver tranquilamente com a ausência de emoções, todos se mostram satisfeitos e em paz. Ninguém envelhece, ninguém morre. A que se deve tal proeza? Aparentemente, ao facto de não terem coração. Com efeito, as pessoas deixam de ter sombra mal passam a viver dentro das muralhas. A esta cidade nos confins do mundo chega um jovem de trinta e cinco anos, que tem por missão ler "os velhos sonhos" nos crânios dos unicórnios. Com a ajuda da bibliotecária, que revela um apetite prodigioso até dizer basta, o programador propõe-se recolher recordações e fragmentos de outras vidas, pertencente a uma outra possível dimensão.
Nº Páginas: 572
Sinopse:
Para se deslocar ao laboratório de um velho professor com fama de homem da Renascença do nosso tempo, um técnico informático apanha um elevador, lento ao ponto de uma pessoa não saber se está a subir ou a descer. À chegada, é recebido por uma jovem bonita e rechonchuda. O programador segue atrás da mulher vestida de cor-de-rosa por corredores que nunca mais acabam e por caminhos subterrâneos, aspirando profundamente a fragrância de melão que a nuca dela exala. No entanto, nem sequer ouve o rumor da respiração e é como se as palavras que lhe saem da boca chegassem aos seus ouvidos através de uma espessa parede de vidro. Às tantas, parece-lhe que a jovem de formas arredondadas terá dito qualquer coisa como "Marcel Proust". Marcel Proust? Bem-vindos ao impiedoso país das maravilhas. Numa pequena e fantasmagórica cidade, rodeada por uma muralha que a separa do resto do mundo, vivem seres humanos privados da sombra e dos sentimentos. Habituados desde há muito a conviver tranquilamente com a ausência de emoções, todos se mostram satisfeitos e em paz. Ninguém envelhece, ninguém morre. A que se deve tal proeza? Aparentemente, ao facto de não terem coração. Com efeito, as pessoas deixam de ter sombra mal passam a viver dentro das muralhas. A esta cidade nos confins do mundo chega um jovem de trinta e cinco anos, que tem por missão ler "os velhos sonhos" nos crânios dos unicórnios. Com a ajuda da bibliotecária, que revela um apetite prodigioso até dizer basta, o programador propõe-se recolher recordações e fragmentos de outras vidas, pertencente a uma outra possível dimensão.
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Edição: Jul 2011
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Um romance histórico que tem como pano de fundo a afirmação do Império Português, o império dos pardais, durante o reinado de D. Manuel I e se centra em torno de cinco personagens principais que se movem dentro da lógica do mundo da espionagem. A personagem central é uma espia excepcional que pensa abandonar uma vida dedicada à violência e à satisfação de instintos primários, em que fora forçada a entrar, para recuperar uma vida social normal ao lado de um artista talentoso, apaixonado e ingénuo. A sua luta interior (contra hábitos sedimentados por quinze anos de isolamento, de rancor, de secretismo e de memórias perturbadoras) e o seu esforço para se libertar dos seus antigos mandantes percorrem toda a narrativa. A vida desta mulher cruza-se com a de dois supostos responsáveis pelos serviços secretos de D. Manuel I e amigos pessoais do rei. Ao acompanhar os encontros e desencontros, o leitor vive as cores, os aromas e os quotidianos de um tempo extraordinário em várias cidades e portos por onde vão passando e vivendo as personagens deste romance, que homenageia um povo e um rei.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Um romance histórico que tem como pano de fundo a afirmação do Império Português, o império dos pardais, durante o reinado de D. Manuel I e se centra em torno de cinco personagens principais que se movem dentro da lógica do mundo da espionagem. A personagem central é uma espia excepcional que pensa abandonar uma vida dedicada à violência e à satisfação de instintos primários, em que fora forçada a entrar, para recuperar uma vida social normal ao lado de um artista talentoso, apaixonado e ingénuo. A sua luta interior (contra hábitos sedimentados por quinze anos de isolamento, de rancor, de secretismo e de memórias perturbadoras) e o seu esforço para se libertar dos seus antigos mandantes percorrem toda a narrativa. A vida desta mulher cruza-se com a de dois supostos responsáveis pelos serviços secretos de D. Manuel I e amigos pessoais do rei. Ao acompanhar os encontros e desencontros, o leitor vive as cores, os aromas e os quotidianos de um tempo extraordinário em várias cidades e portos por onde vão passando e vivendo as personagens deste romance, que homenageia um povo e um rei.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Em 1847, na pequena vila de Inhambane, um punhado de famílias esquecidas pela coroa portuguesa luta heroicamente para impor uma nova civilização em território africano. Acabado de se ordenar em Lisboa, o jovem padre Joaquim Santa Rita Montanha é enviado para Moçambique com a sagrada missão de prestar apoio espiritual aos europeus e evangelizar os indígenas. O seu sonho de realizar uma obra que fique para a história depara-se com dificuldades que parecem insuperáveis. Mas, apesar de todos os obstáculos, o padre Montanha nunca desiste dos seus objectivos ambiciosos e, em breve, torna-se o pilar desta pequena sociedade branca rodeada por milhares de guerreiros de tribos hostis. Personagem complexa, o padre Montanha é um fervoroso homem de Deus que goza de invulgar prestígio mas não abdica de uma paixão arrebatada pela escrava Leonor, com quem vive um amor proibido. É, sobretudo, o explorador que não hesita em enfrentar perigos imensos para concretizar uma viagem aos holandeses no interior do sertão e, assim, inaugurar as relações diplomáticas entre o reino de Portugal e os fundadores da futura República Sul-Africana. Tal como o tenente Montanha, personagem inesquecível do seu anterior romance O Tempo dos Amores Perfeitos, o padre Montanha é antepassado do autor. O Império dos Homens Bons é resultado de uma minuciosa pesquisa sobre a vida deste homem singular e a recriação histórica de uma época de grande romantismo em África. Trata-se de um retrato de época brilhante e de enorme talento.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Em 1847, na pequena vila de Inhambane, um punhado de famílias esquecidas pela coroa portuguesa luta heroicamente para impor uma nova civilização em território africano. Acabado de se ordenar em Lisboa, o jovem padre Joaquim Santa Rita Montanha é enviado para Moçambique com a sagrada missão de prestar apoio espiritual aos europeus e evangelizar os indígenas. O seu sonho de realizar uma obra que fique para a história depara-se com dificuldades que parecem insuperáveis. Mas, apesar de todos os obstáculos, o padre Montanha nunca desiste dos seus objectivos ambiciosos e, em breve, torna-se o pilar desta pequena sociedade branca rodeada por milhares de guerreiros de tribos hostis. Personagem complexa, o padre Montanha é um fervoroso homem de Deus que goza de invulgar prestígio mas não abdica de uma paixão arrebatada pela escrava Leonor, com quem vive um amor proibido. É, sobretudo, o explorador que não hesita em enfrentar perigos imensos para concretizar uma viagem aos holandeses no interior do sertão e, assim, inaugurar as relações diplomáticas entre o reino de Portugal e os fundadores da futura República Sul-Africana. Tal como o tenente Montanha, personagem inesquecível do seu anterior romance O Tempo dos Amores Perfeitos, o padre Montanha é antepassado do autor. O Império dos Homens Bons é resultado de uma minuciosa pesquisa sobre a vida deste homem singular e a recriação histórica de uma época de grande romantismo em África. Trata-se de um retrato de época brilhante e de enorme talento.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Esta obra reúne Histórias inéditas escritas pelo autor português mais credenciado para escrever sobre espionagem; Do mesmo autor do Diário que Salazar não leu, na altura da segunda grande guerra mundial este livro desvenda a actuação dos serviços secretos estrangeiros em Portugal e nas colónias. A neutralidade colaborante de Salazar não impediu os agentes alemães, italianos, britânicos e norte-americanos de conspirarem contra o regime e de conduzirem operações bélicas no nosso país, quer em Portugal continental, quer em Goa, Guiné ou Moçambique. Acedendo a inúmeros documentos classificados, incluindo de arquivos militares estrangeiros, Rui Araújo revela ao leitor histórias impensáveis, personalidades surpreendentes e casos inéditos, tornando O Império dos Espiões numa obra obrigatória para conhecer melhor um período único da História de Portugal.
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Esta obra reúne Histórias inéditas escritas pelo autor português mais credenciado para escrever sobre espionagem; Do mesmo autor do Diário que Salazar não leu, na altura da segunda grande guerra mundial este livro desvenda a actuação dos serviços secretos estrangeiros em Portugal e nas colónias. A neutralidade colaborante de Salazar não impediu os agentes alemães, italianos, britânicos e norte-americanos de conspirarem contra o regime e de conduzirem operações bélicas no nosso país, quer em Portugal continental, quer em Goa, Guiné ou Moçambique. Acedendo a inúmeros documentos classificados, incluindo de arquivos militares estrangeiros, Rui Araújo revela ao leitor histórias impensáveis, personalidades surpreendentes e casos inéditos, tornando O Império dos Espiões numa obra obrigatória para conhecer melhor um período único da História de Portugal.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Um enredo em que suspense, sobrevivência e culpa medem forças lado a lado com amor, desilusão e consequências absolutamente inesperadas. Vincent é a bela empregada de bar do Hotel Caiette, um palácio de vidro e cedro na extremidade mais a norte da Ilha de Vancouver. Jonathan Alkaitis, um financeiro de Nova Iorque, é o proprietário do hotel. Quando entrega a Vincent o seu cartão de visita acompanhado de uma gorjeta, começa assim uma vida em conjunto. Nesse mesmo dia, uma figura encapuçada escrevinha um recado na parede de vidro do hotel: "Porque não engoles pedaços de vidro?" Leon Prevant, executivo de transportes marítimos de uma firma chamada Neptune-Avramidis, vê o recado no bar do hotel e fica profundamente abalado. Treze anos mais tarde, logo após a implosão de um imenso esquema Ponzi em Nova Iorque, Vincent desaparece misteriosamente do convés de um navio da Neptune-Avramidis. Cruzando as vidas destas personagens, "O Hotel de Vidro" alterna entre o navio, as torres de Manhattan e a natureza selvagem da região remota da Colúmbia Britânica, pintando um retrato avassalador de ganância e culpa, de fantasia e ilusão, de arte e dos fantasmas do passado.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Um enredo em que suspense, sobrevivência e culpa medem forças lado a lado com amor, desilusão e consequências absolutamente inesperadas. Vincent é a bela empregada de bar do Hotel Caiette, um palácio de vidro e cedro na extremidade mais a norte da Ilha de Vancouver. Jonathan Alkaitis, um financeiro de Nova Iorque, é o proprietário do hotel. Quando entrega a Vincent o seu cartão de visita acompanhado de uma gorjeta, começa assim uma vida em conjunto. Nesse mesmo dia, uma figura encapuçada escrevinha um recado na parede de vidro do hotel: "Porque não engoles pedaços de vidro?" Leon Prevant, executivo de transportes marítimos de uma firma chamada Neptune-Avramidis, vê o recado no bar do hotel e fica profundamente abalado. Treze anos mais tarde, logo após a implosão de um imenso esquema Ponzi em Nova Iorque, Vincent desaparece misteriosamente do convés de um navio da Neptune-Avramidis. Cruzando as vidas destas personagens, "O Hotel de Vidro" alterna entre o navio, as torres de Manhattan e a natureza selvagem da região remota da Colúmbia Britânica, pintando um retrato avassalador de ganância e culpa, de fantasia e ilusão, de arte e dos fantasmas do passado.
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Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A leitura perfeita para mergulhar numa saga familiar com muito romance e onde não faltam segredos, tudo no mais glamoroso hotel das praias de sonho de Nantucket. Os Whitley são uma das mais antigas famílias de Nantucket, uma pequena ilha com o seu quê de paraíso ao largo de Cape Cod, nos Estados Unidos. Alvin Whitley, o patriarca, segura as rédeas da família e do empreendimento familiar, o Hotel Whitley, um hotel de luxo e charme e o mais exclusivo da ilha, onde irmãos e irmãs, primos e primas assumem diferentes funções. Distante da areia paradisíaca da praia privada do hotel, Paula é feliz enquanto responsável pela análise das várias operações financeiras do negócio. Mas avizinham--se mudanças quando o seu avô a promove a gerente e despede a prima, Andrea, espalha-brasas, que não demora a culpar Paula pelo que aconteceu. Enquanto isto, uma das maiores estrelas de cinema do momento dá entrada no hotel para uma estadia de alguns meses em segredo. Aí conhecerá o irmão de Paula, chef de cozinha que não faz ideia de quem ela é — e ela gosta disso. As surpresas não ficam por aqui, pois o avô de Paula contrata ainda um consultor para a ajudar a integrar-se no novo cargo. Ela não sabe bem o que pensar de David, que cresceu em Nantucket mas agora vive em Nova Iorque. Ele é brilhante naquilo que faz, sim, mas talvez tenha regressado a Nantucket por uma outra razão…
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A leitura perfeita para mergulhar numa saga familiar com muito romance e onde não faltam segredos, tudo no mais glamoroso hotel das praias de sonho de Nantucket. Os Whitley são uma das mais antigas famílias de Nantucket, uma pequena ilha com o seu quê de paraíso ao largo de Cape Cod, nos Estados Unidos. Alvin Whitley, o patriarca, segura as rédeas da família e do empreendimento familiar, o Hotel Whitley, um hotel de luxo e charme e o mais exclusivo da ilha, onde irmãos e irmãs, primos e primas assumem diferentes funções. Distante da areia paradisíaca da praia privada do hotel, Paula é feliz enquanto responsável pela análise das várias operações financeiras do negócio. Mas avizinham--se mudanças quando o seu avô a promove a gerente e despede a prima, Andrea, espalha-brasas, que não demora a culpar Paula pelo que aconteceu. Enquanto isto, uma das maiores estrelas de cinema do momento dá entrada no hotel para uma estadia de alguns meses em segredo. Aí conhecerá o irmão de Paula, chef de cozinha que não faz ideia de quem ela é — e ela gosta disso. As surpresas não ficam por aqui, pois o avô de Paula contrata ainda um consultor para a ajudar a integrar-se no novo cargo. Ela não sabe bem o que pensar de David, que cresceu em Nantucket mas agora vive em Nova Iorque. Ele é brilhante naquilo que faz, sim, mas talvez tenha regressado a Nantucket por uma outra razão…
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Beckett, o arquiteto da família, está determinado a finalizar as grandes obras, mas a sua vida atarefada não o desvia de um outro grande objetivo: atrair a atenção da mulher por quem está apaixonado desde a adolescência. Depois de perder o marido e regressar à sua terra natal, Clare Brewster cedo se adapta à sua nova vida como mãe de três filhos e gerente da livraria da cidade. Com pouco tempo para uma vida romântica, Clare acaba por ser envolvida nos preparativos do novo hotel e deseja conhecer melhor o homem por trás dele. Enquanto não chega o dia da inauguração, Beckett e Clare conhecem-se melhor e sentem a crescer entre eles o início de algo novo… Irá abrir-se nas suas vidas a janela para um futuro juntos?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Beckett, o arquiteto da família, está determinado a finalizar as grandes obras, mas a sua vida atarefada não o desvia de um outro grande objetivo: atrair a atenção da mulher por quem está apaixonado desde a adolescência. Depois de perder o marido e regressar à sua terra natal, Clare Brewster cedo se adapta à sua nova vida como mãe de três filhos e gerente da livraria da cidade. Com pouco tempo para uma vida romântica, Clare acaba por ser envolvida nos preparativos do novo hotel e deseja conhecer melhor o homem por trás dele. Enquanto não chega o dia da inauguração, Beckett e Clare conhecem-se melhor e sentem a crescer entre eles o início de algo novo… Irá abrir-se nas suas vidas a janela para um futuro juntos?
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 656
Sinopse:
A Primeira Guerra Mundial matou cerca de 8 milhões de pessoas e esgotou os recursos da Europa. Nesta obra provocadora, Niall Ferguson pergunta: terá valido a pena tamanho sacrifício? Esta guerra foi realmente um cataclismo inevitável e eram os alemães uma ameaça real? Terá a guerra sido recebida, como costuma afirmar-se, com entusiasmo popular? Porque continuaram os soldados a combater quando as condições eram tão terríveis? Haveria de facto um desejo de matar, que conduziu os homens à autodestruição? A guerra, afirma ele, foi um desastre - mas não pelas razões que pensamos. Pior do que uma tragédia, foi o maior erro da história moderna.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
A Primeira Guerra Mundial matou cerca de 8 milhões de pessoas e esgotou os recursos da Europa. Nesta obra provocadora, Niall Ferguson pergunta: terá valido a pena tamanho sacrifício? Esta guerra foi realmente um cataclismo inevitável e eram os alemães uma ameaça real? Terá a guerra sido recebida, como costuma afirmar-se, com entusiasmo popular? Porque continuaram os soldados a combater quando as condições eram tão terríveis? Haveria de facto um desejo de matar, que conduziu os homens à autodestruição? A guerra, afirma ele, foi um desastre - mas não pelas razões que pensamos. Pior do que uma tragédia, foi o maior erro da história moderna.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 112
Sinopse:
O Horizonte - um horizonte carregado de esperança que faz deste romance belíssimo uma obra peculiar dentro do universo hipnótico de Patrick Modiano. Jean Bosmans, um homem frágil perseguido pelo fantasma da mãe, recorda a sua juventude e as pessoas que entretanto perdeu. Sobretudo a enigmática Margaret Le Coz, a jovem mulher por quem se apaixonou nos já longínquos anos 60 e que um dia misteriosamente desapareceu. Quarenta anos depois, Bosmans parte à procura desse amor que a memória teimosamente conservou.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
O Horizonte - um horizonte carregado de esperança que faz deste romance belíssimo uma obra peculiar dentro do universo hipnótico de Patrick Modiano. Jean Bosmans, um homem frágil perseguido pelo fantasma da mãe, recorda a sua juventude e as pessoas que entretanto perdeu. Sobretudo a enigmática Margaret Le Coz, a jovem mulher por quem se apaixonou nos já longínquos anos 60 e que um dia misteriosamente desapareceu. Quarenta anos depois, Bosmans parte à procura desse amor que a memória teimosamente conservou.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Este terceiro volume de "O Homem sem Qualidades", reune o essencial do espólio inédito deixado por Musil em 1942 e nunca foi editado em Portugal. Abarca momentos essenciais da pré-história do romance nos anos vinte (ainda com os títulos O Redentor ou A Irmã Gémea) e documenta o complexo labirinto por onde se move a escrita e reescrita de Musil nos anos trinta e quarenta, a caminho de uma conclusão que nunca alcançou, nem podia alcançar, porque o romance "não pode provar nada" e o seu "programa" é o da "apropriação da irrealidade ". Assim sendo, conclui Musil num dos fragmentos, "uma conclusão é quase um absurdo".
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Este terceiro volume de "O Homem sem Qualidades", reune o essencial do espólio inédito deixado por Musil em 1942 e nunca foi editado em Portugal. Abarca momentos essenciais da pré-história do romance nos anos vinte (ainda com os títulos O Redentor ou A Irmã Gémea) e documenta o complexo labirinto por onde se move a escrita e reescrita de Musil nos anos trinta e quarenta, a caminho de uma conclusão que nunca alcançou, nem podia alcançar, porque o romance "não pode provar nada" e o seu "programa" é o da "apropriação da irrealidade ". Assim sendo, conclui Musil num dos fragmentos, "uma conclusão é quase um absurdo".
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 452
Sinopse:
Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades" é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades" é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades" será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
Nº Páginas: 452
Sinopse:
Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades" é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades" é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades" será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 840
Sinopse:
Esta é uma obra singular e única no panorama da ficção do século XX. Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades"" "é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades"" "é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades"" "será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
Nº Páginas: 840
Sinopse:
Esta é uma obra singular e única no panorama da ficção do século XX. Mais do que um romance, "O Homem sem Qualidades"" "é o maior projecto romanesco, deliberada e quase necessariamente inconcluso e inconclusivo, da literatura do século passado. Um rio sem limites nem margens, que não desagua em nenhum mar conhecido, objecto inclassificável, para lá do "literário" e da ficção. No momento da morte inesperada de Musil em 15 de Abril de 1942, no exílio de Genebra, "O Homem sem Qualidades"" "é verdadeiramente o "livro por vir", aquele cuja essência - no seu protagonista acentrado, no processo da sua génese, no cerne do seu pensamento - é a de um laboratório de possibilidades que o transformarão na obra aberta por excelência e na "tarefa criadora [mais] desmedida" da história da literatura moderna. "O Homem sem Qualidades"" "será, durante mais de duas décadas, a obra em processo de criação e transformação que se autonomiza e se impõe de forma obsessiva e implacável ao próprio criador, aprendiz de feiticeiro que a controla cada vez menos à medida que ela se vai transformando numa rede rizomática de possibilidades de crescimento e de perspectivas de finalização sempre adiada, que parece querer reflectir o próprio feixe aleatório de possibilidades que é aquilo a que chamamos "realidade". Se a ironia é neste livro, como diz Blanchot, "um dom poético e um princípio de método" que modula, não apenas a palavra mas também a própria composição romanesca, na oposição contrapontística permanente e irresolvida entre "a exactidão e a alma", a reflexão e os sentimentos, o indivíduo em busca de si e o mundo dos factos (nas vésperas da Primeira Grande Guerra), essa mesma ironia haveria de determinar todo o acidentado e contraditório processo de génese e de publicação deste objecto literário esquivo que, ao contrario do que frequentemente se tem dito, será mais um não-romance do que um anti-romance.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Escrito por um dos mais influentes pensadores do século xx, O Homem Revoltado é um ensaio em torno de dois conceitos-chave na obra de Albert Camus: o absurdo e a revolta. O impulso para a revolução é, para Camus, uma das dimensões essenciais do ser humano, expressa não só a nível individual, na constante luta do homem com a sua existência, mas também coletivo, nas sucessivas rebeliões populares contra a ordem instituída. Contudo, e pondo-se do lado da liberdade humana e da defesa da dignidade, o autor faz um apelo à reflexão – sobre as consequências da revolta, sobre os riscos da tirania, sobre as lições que se impõem no pós-Segunda Guerra Mundial. Eloquente, apaixonado, polémico, este texto abalou o panorama cultural francês assim que foi revelado em 1951 e, duramente criticado por Jean-Paul Sartre, acabaria com a amizade entre os dois autores.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Escrito por um dos mais influentes pensadores do século xx, O Homem Revoltado é um ensaio em torno de dois conceitos-chave na obra de Albert Camus: o absurdo e a revolta. O impulso para a revolução é, para Camus, uma das dimensões essenciais do ser humano, expressa não só a nível individual, na constante luta do homem com a sua existência, mas também coletivo, nas sucessivas rebeliões populares contra a ordem instituída. Contudo, e pondo-se do lado da liberdade humana e da defesa da dignidade, o autor faz um apelo à reflexão – sobre as consequências da revolta, sobre os riscos da tirania, sobre as lições que se impõem no pós-Segunda Guerra Mundial. Eloquente, apaixonado, polémico, este texto abalou o panorama cultural francês assim que foi revelado em 1951 e, duramente criticado por Jean-Paul Sartre, acabaria com a amizade entre os dois autores.
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Edição: Set 2007
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Uma história de heróis, amor e valores que se perdem quando a vida decide surpreender-nos. Carlos Bernardo é um jovem da Portela de Sacavém apaixonado por aviões. Sentindo-se inadaptado na sua própria pátria pela sua educação na Deutsche Schule Lissabon e pelo convívio com portugueses estrangeirados, o contacto com uma certa elite pró-germânica incentiva-o a outros voos. Quando a ambiciosa transportadora aérea MagicWings decide recrutar novas tripulações para as suas rotas Lisboa-Berlim e Lisboa-Cracóvia, Carlos Bernardo, por ser um dos poucos candidatos a dominar a língua de Goethe, consegue facilmente um lugar de comissário de bordo na companhia alemã. A bordo dos magníficos Airbus, vai então conhecer aspectos da condição masculina que julgava não existir: poligamia e homossexualidade, amizade e traição, cobardia e coragem. Mas descobrirá também que as vidas dos seus ídolos - Charles Lindbergh, primeiro homem a cruzar o Atlântico, Dieter Topp, fundador da MagicWings, que vê em Carlos o delfim à frente do seu império, e o embaixador Francisco Cunha Telles, prezado sogro, para quem Carlos Bernardo é o filho que sempre sonhou ter - está muito longe de ser aquela oficialmente conhecida. Se isto se verifica com os seus heróis, por que razão não há-de Carlos Bernardo ter também uma vida dupla?
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Uma história de heróis, amor e valores que se perdem quando a vida decide surpreender-nos. Carlos Bernardo é um jovem da Portela de Sacavém apaixonado por aviões. Sentindo-se inadaptado na sua própria pátria pela sua educação na Deutsche Schule Lissabon e pelo convívio com portugueses estrangeirados, o contacto com uma certa elite pró-germânica incentiva-o a outros voos. Quando a ambiciosa transportadora aérea MagicWings decide recrutar novas tripulações para as suas rotas Lisboa-Berlim e Lisboa-Cracóvia, Carlos Bernardo, por ser um dos poucos candidatos a dominar a língua de Goethe, consegue facilmente um lugar de comissário de bordo na companhia alemã. A bordo dos magníficos Airbus, vai então conhecer aspectos da condição masculina que julgava não existir: poligamia e homossexualidade, amizade e traição, cobardia e coragem. Mas descobrirá também que as vidas dos seus ídolos - Charles Lindbergh, primeiro homem a cruzar o Atlântico, Dieter Topp, fundador da MagicWings, que vê em Carlos o delfim à frente do seu império, e o embaixador Francisco Cunha Telles, prezado sogro, para quem Carlos Bernardo é o filho que sempre sonhou ter - está muito longe de ser aquela oficialmente conhecida. Se isto se verifica com os seus heróis, por que razão não há-de Carlos Bernardo ter também uma vida dupla?
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O autor usa uma linguagem magnificamente técnica, semiótica, de lógica formal e jurídica - obsessivamente perfeccionista, requintada, paranoicamente explicativa - para tratar de questiúnculas ou, pelo contrário, explicar formalmente, com uma lógica administrativa, a podridão familiar, política, económica, o quotidiano de miséria, prostituição, indecência, malfeitoria e sacanice (no Sambila e outros bairros) de pobres diabos e cidadãos abandonados pelos coevos. Histórias de casais e traições (infidelidades) são uma das obsessões divertidas de Melo. E, depois, há o tema das raças, cores de pele, classes, mas também o do assassinato piedoso, entre tantos.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O autor usa uma linguagem magnificamente técnica, semiótica, de lógica formal e jurídica - obsessivamente perfeccionista, requintada, paranoicamente explicativa - para tratar de questiúnculas ou, pelo contrário, explicar formalmente, com uma lógica administrativa, a podridão familiar, política, económica, o quotidiano de miséria, prostituição, indecência, malfeitoria e sacanice (no Sambila e outros bairros) de pobres diabos e cidadãos abandonados pelos coevos. Histórias de casais e traições (infidelidades) são uma das obsessões divertidas de Melo. E, depois, há o tema das raças, cores de pele, classes, mas também o do assassinato piedoso, entre tantos.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 144
Sinopse:
João, o herói deste livro, pode ser velho e pode ser viúvo. Mas João não quer ser abandonado num depósito de trapos e sombras. João quer ter direito a uma vida livre, quer ter direito a amar e ser amado, quer fazer coisas e ser útil com as próprias mãos.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
João, o herói deste livro, pode ser velho e pode ser viúvo. Mas João não quer ser abandonado num depósito de trapos e sombras. João quer ter direito a uma vida livre, quer ter direito a amar e ser amado, quer fazer coisas e ser útil com as próprias mãos.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Numa visita fortuita à Serra, em busca de inspiração, Macário conhece Máxima, atriz, que o encanta e o desafia a visitá-la em Paris para esculpir o seu busto. Para surpresa de Máxima, Macário consegue atravessar a fronteira deixando em Portugal uma esperança, quiçá, em Isabel, mulher casada. A viagem é repleta de peripécias, uma aguarela de Portugal e Espanha como só Aquilino Ribeiro, força telúrica posta ao serviço da literatura, poderia recriar. Macário surpreende Máxima com a sua chegada e esta fica inicialmente sensibilizada e envaidecida com o aparecimento do pretende português. Contudo, cedo perde a paciência para Macário, cuja paixão se torna tormento. "Aquilino Ribeiro escreveu sobre todas as idades dos seres humanos e pode ocupar a vida inteira de um leitor. Ao leitor que nós somos, Aquilino oferece uma longa companhia, desde que somos crianças, continuando pela adolescência, até posteriores etapas da existência." "Do prefácio de Serafina Martins"
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Numa visita fortuita à Serra, em busca de inspiração, Macário conhece Máxima, atriz, que o encanta e o desafia a visitá-la em Paris para esculpir o seu busto. Para surpresa de Máxima, Macário consegue atravessar a fronteira deixando em Portugal uma esperança, quiçá, em Isabel, mulher casada. A viagem é repleta de peripécias, uma aguarela de Portugal e Espanha como só Aquilino Ribeiro, força telúrica posta ao serviço da literatura, poderia recriar. Macário surpreende Máxima com a sua chegada e esta fica inicialmente sensibilizada e envaidecida com o aparecimento do pretende português. Contudo, cedo perde a paciência para Macário, cuja paixão se torna tormento. "Aquilino Ribeiro escreveu sobre todas as idades dos seres humanos e pode ocupar a vida inteira de um leitor. Ao leitor que nós somos, Aquilino oferece uma longa companhia, desde que somos crianças, continuando pela adolescência, até posteriores etapas da existência." "Do prefácio de Serafina Martins"
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