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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quando aquele médico voltou da Rússia, onde estivera como prisioneiro de guerra, algo quase inexplicável aconteceu: um homem que não falava de si, que não tinha outro desejo senão o de voltar à sua profissão, via, de repente, o seu nome pronunciado por toda a gente. A notícia chegara à Alemanha há já algum tempo e rapidamente se espalhara: um médico que se havia sacrificado pelos seus companheiros dos campos de concentração, um homem de quem jamais se ouvira falar, estava agora de regresso à pátria... Através do relato das suas incríveis operações, ajudou milhares de outros homens, desconhecidos, que se recompuseram moral e espiritualmente ante o exemplo que lhes era dado, reencontrando a fé e a esperança necessárias para suportar as privações e a solidão na longínqua Rússia. E o exemplo serviu tanto os necessitados como outros médicos, que se sentiram estimulados a seguir o mesmo caminho de abnegação e devoção ao próximo. O horror da guerra, a vastidão da estepe russa, o silêncio da morte, tais são os temas dominantes de O Médico de Estalinegrado que mereceu de um prisioneiro o seguinte comentário: "Para nós, que estivemos em Karaganda, na Sibéria Central, este é o melhor livro até hoje escrito sobre prisioneiros de guerra."
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quando aquele médico voltou da Rússia, onde estivera como prisioneiro de guerra, algo quase inexplicável aconteceu: um homem que não falava de si, que não tinha outro desejo senão o de voltar à sua profissão, via, de repente, o seu nome pronunciado por toda a gente. A notícia chegara à Alemanha há já algum tempo e rapidamente se espalhara: um médico que se havia sacrificado pelos seus companheiros dos campos de concentração, um homem de quem jamais se ouvira falar, estava agora de regresso à pátria... Através do relato das suas incríveis operações, ajudou milhares de outros homens, desconhecidos, que se recompuseram moral e espiritualmente ante o exemplo que lhes era dado, reencontrando a fé e a esperança necessárias para suportar as privações e a solidão na longínqua Rússia. E o exemplo serviu tanto os necessitados como outros médicos, que se sentiram estimulados a seguir o mesmo caminho de abnegação e devoção ao próximo. O horror da guerra, a vastidão da estepe russa, o silêncio da morte, tais são os temas dominantes de O Médico de Estalinegrado que mereceu de um prisioneiro o seguinte comentário: "Para nós, que estivemos em Karaganda, na Sibéria Central, este é o melhor livro até hoje escrito sobre prisioneiros de guerra."
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Na manhã de 16 de Dezembro de 1972, tropas coloniais portuguesas reuniram os habitantes de Wiriamu, incluindo mulheres e crianças, no largo principal da povoação e ordenaram-lhes que batessem palmas e que cantassem para se despedirem da vida. Em seguida, os soldados abriram fogo. Os que escaparam às balas foram mortos por granadas. Incitados pelo brado 'Matem-nos a todos', os militares estenderam o morticínio a quatro povoações vizinhas ao longo do Rio Zambeze. No final do dia, perto de 400 aldeãos tinham sido mortos, e os seus corpos foram lentamente consumidos pelas chamas em piras funerárias ateadas pelos soldados com o capim que cobria as palhotas." Mustafah Dhada, embora moçambicano, só tomou conhecimento deste massacre ocorrido no seu país ao ler por acaso um jornal inglês, quando já vivia em Oxford. A descoberta do que se tinha passado e a ausência continuada de admissão dos acontecimentos por parte do governo português - tanto antes como após a revolução - levaram-no a iniciar no terreno, em 1994, um trabalho de investigação de proporções épicas, reunindo uma equipa local que entrevistou centenas de testemunhas da chacina, e consultando toda a literatura existente sobre os acontecimentos de Wiriamu. Essa investigação acabou por durar 20 anos, e culminou na escrita deste livro.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Na manhã de 16 de Dezembro de 1972, tropas coloniais portuguesas reuniram os habitantes de Wiriamu, incluindo mulheres e crianças, no largo principal da povoação e ordenaram-lhes que batessem palmas e que cantassem para se despedirem da vida. Em seguida, os soldados abriram fogo. Os que escaparam às balas foram mortos por granadas. Incitados pelo brado 'Matem-nos a todos', os militares estenderam o morticínio a quatro povoações vizinhas ao longo do Rio Zambeze. No final do dia, perto de 400 aldeãos tinham sido mortos, e os seus corpos foram lentamente consumidos pelas chamas em piras funerárias ateadas pelos soldados com o capim que cobria as palhotas." Mustafah Dhada, embora moçambicano, só tomou conhecimento deste massacre ocorrido no seu país ao ler por acaso um jornal inglês, quando já vivia em Oxford. A descoberta do que se tinha passado e a ausência continuada de admissão dos acontecimentos por parte do governo português - tanto antes como após a revolução - levaram-no a iniciar no terreno, em 1994, um trabalho de investigação de proporções épicas, reunindo uma equipa local que entrevistou centenas de testemunhas da chacina, e consultando toda a literatura existente sobre os acontecimentos de Wiriamu. Essa investigação acabou por durar 20 anos, e culminou na escrita deste livro.
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Edição: Mai 2020
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Rapazes de treze anos, Noboru e o seu grupo rejeitam os valores do mundo dos adultos, tão voláteis às paixões, tão desligados do verdadeiro sentido da existência. Quando a sua mãe conhece o marinheiro Ryuji e se envolve com ele, o rapaz fascina-se com as histórias de aventuras no alto-mar, com a coragem e a calma daquele homem, com a solidez do seu corpo. Mas o grupo não se rende facilmente a encantos e, assim que o marinheiro desilude os seus ideais fundamentalistas, montam e põem em marcha um cruel plano de vingança. Um dos mais breves e poderosos romances da obra de Yukio Mishima, "O Marinheiro Que Perdeu as Graças do Mar" foi publicado originalmente em 1963, revelando um olhar de um radicalismo brutal sobre a honra perdida de uma sociedade japonesa irremediavelmente transformada pela guerra.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Rapazes de treze anos, Noboru e o seu grupo rejeitam os valores do mundo dos adultos, tão voláteis às paixões, tão desligados do verdadeiro sentido da existência. Quando a sua mãe conhece o marinheiro Ryuji e se envolve com ele, o rapaz fascina-se com as histórias de aventuras no alto-mar, com a coragem e a calma daquele homem, com a solidez do seu corpo. Mas o grupo não se rende facilmente a encantos e, assim que o marinheiro desilude os seus ideais fundamentalistas, montam e põem em marcha um cruel plano de vingança. Um dos mais breves e poderosos romances da obra de Yukio Mishima, "O Marinheiro Que Perdeu as Graças do Mar" foi publicado originalmente em 1963, revelando um olhar de um radicalismo brutal sobre a honra perdida de uma sociedade japonesa irremediavelmente transformada pela guerra.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Romance de uma intensidade crua e feroz, vagando entre as ondas e o verde dos Açores. O mar por cima é um desafio à nossa visão do mundo, do indivíduo e do amor.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Romance de uma intensidade crua e feroz, vagando entre as ondas e o verde dos Açores. O mar por cima é um desafio à nossa visão do mundo, do indivíduo e do amor.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O novo romance de Francisco José Viegas, vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE, 2005, com a obra "Longe de Manaus".O que une um cadáver encontrado nos bosques que rodeiam o belo Palace do Vidago e um homicídio no cenário deslumbrante do Douro? O que une ambos os crimes às recordações tumultuosas dos acontecimentos de maio de 1977 em Angola? Jaime Ramos, o detetive dos anteriores romances de Francisco José Viegas, regressa para uma nova investigação onde reencontra a sua própria biografia, as recordações do seu passado na guerra colonial - e uma personagem que o persegue como uma sombra, um português repartido por todos os continentes e cuja identidade se mistura com o da memória portuguesa do último século.História de uma melancolia e de uma perdição, "O Mar em Casablanca" retoma o modelo das histórias policiais para nos inquietar com uma das personagens mais emblemáticas do romance português de hoje.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O novo romance de Francisco José Viegas, vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE, 2005, com a obra "Longe de Manaus".O que une um cadáver encontrado nos bosques que rodeiam o belo Palace do Vidago e um homicídio no cenário deslumbrante do Douro? O que une ambos os crimes às recordações tumultuosas dos acontecimentos de maio de 1977 em Angola? Jaime Ramos, o detetive dos anteriores romances de Francisco José Viegas, regressa para uma nova investigação onde reencontra a sua própria biografia, as recordações do seu passado na guerra colonial - e uma personagem que o persegue como uma sombra, um português repartido por todos os continentes e cuja identidade se mistura com o da memória portuguesa do último século.História de uma melancolia e de uma perdição, "O Mar em Casablanca" retoma o modelo das histórias policiais para nos inquietar com uma das personagens mais emblemáticas do romance português de hoje.
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Após muitos anos, surge agora com um novo romance. A primeira vez em que viajou até ao país vizinho, Francisco Bravo Mamede, o senhor poeta, viu que as cidades de Espanha ficavam no fim de todos os caminhos. Para se ir de uma para a outra, e não havendo passagem para a cidade seguinte, andava-se por ali ao deus-dará, às voltas e mais voltas para não se enredar a gente no fio de orientação que levava para fora do emaranhado urbano, como quem procura e finalmente encontra a porta de saída de uma casa desconhecida. Ia-se então adiante, sem rumo nem certeza alguma sobre a hora de chegada ao destino que se havia traçado (se haciendo el camino al andar, como no verso do querido mestre Antonio Machado) - e logo toda ela se recortava ao longe, muito nítida de luz, como um baixo-relevo que emergisse do fundo da paisagem.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Após muitos anos, surge agora com um novo romance. A primeira vez em que viajou até ao país vizinho, Francisco Bravo Mamede, o senhor poeta, viu que as cidades de Espanha ficavam no fim de todos os caminhos. Para se ir de uma para a outra, e não havendo passagem para a cidade seguinte, andava-se por ali ao deus-dará, às voltas e mais voltas para não se enredar a gente no fio de orientação que levava para fora do emaranhado urbano, como quem procura e finalmente encontra a porta de saída de uma casa desconhecida. Ia-se então adiante, sem rumo nem certeza alguma sobre a hora de chegada ao destino que se havia traçado (se haciendo el camino al andar, como no verso do querido mestre Antonio Machado) - e logo toda ela se recortava ao longe, muito nítida de luz, como um baixo-relevo que emergisse do fundo da paisagem.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Diogo Santiago é um prestigiado e respeitado intelectual moçambicano. Professor universitário em Maputo, poeta, desloca-se pela primeira vez em muitos anos à sua terra natal, a cidade da Beira, nas vésperas do ciclone que a arrasou em 2019, para receber uma homenagem que os seus concidadãos lhe querem prestar. Mas o regresso à Beira é também, e talvez para ele seja sobretudo, o regresso a um passado longínquo, à sua infância e juventude, quando ainda Moçambique era uma colónia portuguesa. Menino branco, é filho de um pai jornalista e sobretudo poeta, e de uma mãe toda sentido prático e completamente terra-a-terra. Do pai recorda o que viveu com ele: duas viagens ao local de terríveis massacres cometidos pela tropa colonial, a sua perseguição e prisão pela PIDE, mas sobretudo, e em tudo isto, o seu amor pela poesia. Mas recorda também, entre os vivos, o criado Benedito (agora dirigente da FRELIMO) e o seu irmão Jerónimo Fungai, morto a tiro nos braços da sua amada, a bela e infeliz Mariana Sarmento, o farmacêutico Natalino Fernandes, o inspector da PIDE Óscar Campos, a tenaz e poderosa Maniara, e muitos outros; e de entre os mortos sobressaem o régulo Capitine, que vê uma mulher a voar.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Diogo Santiago é um prestigiado e respeitado intelectual moçambicano. Professor universitário em Maputo, poeta, desloca-se pela primeira vez em muitos anos à sua terra natal, a cidade da Beira, nas vésperas do ciclone que a arrasou em 2019, para receber uma homenagem que os seus concidadãos lhe querem prestar. Mas o regresso à Beira é também, e talvez para ele seja sobretudo, o regresso a um passado longínquo, à sua infância e juventude, quando ainda Moçambique era uma colónia portuguesa. Menino branco, é filho de um pai jornalista e sobretudo poeta, e de uma mãe toda sentido prático e completamente terra-a-terra. Do pai recorda o que viveu com ele: duas viagens ao local de terríveis massacres cometidos pela tropa colonial, a sua perseguição e prisão pela PIDE, mas sobretudo, e em tudo isto, o seu amor pela poesia. Mas recorda também, entre os vivos, o criado Benedito (agora dirigente da FRELIMO) e o seu irmão Jerónimo Fungai, morto a tiro nos braços da sua amada, a bela e infeliz Mariana Sarmento, o farmacêutico Natalino Fernandes, o inspector da PIDE Óscar Campos, a tenaz e poderosa Maniara, e muitos outros; e de entre os mortos sobressaem o régulo Capitine, que vê uma mulher a voar.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 377
Sinopse:
Se a história deste romance nos fosse contada por Jed Martin, talvez ele começasse por falar da avaria da caldeira do seu apartamento, num dia 15 de Dezembro. Ou dos solitários. Natais passados com o pai, um arquitecto famoso que sonha construir cidades fantásticas mas ganha a vida a projectar resorts de férias. Talvez não falasse do suicídio da mãe quando tinha apenas sete anos, porque são muito ténues as recordações que dela guarda. Mas mencionaria certamente Olga, uma lindíssima russa, que conheceu por ocasião da primeira exposição do seu trabalho fotográfico baseado nos mapas de estradas Michelin. Apesar de indiferente à fama e à fortuna, Jed poderia mencionar o êxito estrondoso que alcançou com uma série de quadros de célebres personalidades de todos os meios, retratadas no exercício da sua profissão. Um dos retratados é Michel Houellebecq (sim, o autor), num trabalho conjunto que mudará a vida de ambos: fonte de vida para um e razão de morte para outro. Confrontado com o homicídio de uma pessoa próxima de si, Jed não poderia deixar de incluir no seu relato como ajudou o comissário Jasselin a esclarecer esse crime hediondo, cujo cenário aterrador deixou marcas profundas nas equipas da Polícia.
Nº Páginas: 377
Sinopse:
Se a história deste romance nos fosse contada por Jed Martin, talvez ele começasse por falar da avaria da caldeira do seu apartamento, num dia 15 de Dezembro. Ou dos solitários. Natais passados com o pai, um arquitecto famoso que sonha construir cidades fantásticas mas ganha a vida a projectar resorts de férias. Talvez não falasse do suicídio da mãe quando tinha apenas sete anos, porque são muito ténues as recordações que dela guarda. Mas mencionaria certamente Olga, uma lindíssima russa, que conheceu por ocasião da primeira exposição do seu trabalho fotográfico baseado nos mapas de estradas Michelin. Apesar de indiferente à fama e à fortuna, Jed poderia mencionar o êxito estrondoso que alcançou com uma série de quadros de célebres personalidades de todos os meios, retratadas no exercício da sua profissão. Um dos retratados é Michel Houellebecq (sim, o autor), num trabalho conjunto que mudará a vida de ambos: fonte de vida para um e razão de morte para outro. Confrontado com o homicídio de uma pessoa próxima de si, Jed não poderia deixar de incluir no seu relato como ajudou o comissário Jasselin a esclarecer esse crime hediondo, cujo cenário aterrador deixou marcas profundas nas equipas da Polícia.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Camille Adams enviuvara por causa de uma grande tragédia, mas conseguira seguir em frente com a sua vida numa cidade tranquila da costa com a sua filha adolescente, Julie. A chegada de uma encomenda misteriosa abriu a porta para os segredos antigos da sua família. Camille, Julie e o pai de Camille viajaram para a vila francesa onde ele passara a infância e isso despertou lembranças inesperadas que os transportaram para os dias sombrios da Segunda Guerra Mundial. E, no campo provençal lindo, descobriram uma história surpreendente. Embora a Provença lhes proporcionasse respostas sobre o passado, também era a chave do futuro de Camille. Na sua caminhada, conheceu um ex-oficial da marinha que voltou a despertar a sua paixão, uma paixão que ela não esperava voltar a sentir.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Camille Adams enviuvara por causa de uma grande tragédia, mas conseguira seguir em frente com a sua vida numa cidade tranquila da costa com a sua filha adolescente, Julie. A chegada de uma encomenda misteriosa abriu a porta para os segredos antigos da sua família. Camille, Julie e o pai de Camille viajaram para a vila francesa onde ele passara a infância e isso despertou lembranças inesperadas que os transportaram para os dias sombrios da Segunda Guerra Mundial. E, no campo provençal lindo, descobriram uma história surpreendente. Embora a Provença lhes proporcionasse respostas sobre o passado, também era a chave do futuro de Camille. Na sua caminhada, conheceu um ex-oficial da marinha que voltou a despertar a sua paixão, uma paixão que ela não esperava voltar a sentir.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Auschwitz é o ponto de encontro entre duas figuras singulares. Uma é o Grande Nivelli, o mágico judeu deportado para o campo da morte. A outra é Francisco Latino, o legionário português recrutado pelas SS. Os russos aproximam-se e os nazis preparam-se para o massacre final. Com o fim à vista, o judeu e o português vão unir forças para sobreviver. Ao mesmo tempo, a magia do Grande Nivelli irá desempenhar um papel central no maior acto de resistência contra o Holocausto
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Auschwitz é o ponto de encontro entre duas figuras singulares. Uma é o Grande Nivelli, o mágico judeu deportado para o campo da morte. A outra é Francisco Latino, o legionário português recrutado pelas SS. Os russos aproximam-se e os nazis preparam-se para o massacre final. Com o fim à vista, o judeu e o português vão unir forças para sobreviver. Ao mesmo tempo, a magia do Grande Nivelli irá desempenhar um papel central no maior acto de resistência contra o Holocausto
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Edição: Jul 2005
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Edição "ne varietur". As transformações no pós-25 de Abril, designadamente numa grande quinta em Palmela, de uma família com ligações ao antigo regime, através de relatos, cinco (e cada um deles inclui outros três, feitos do ponto de vista da mesma personagem). As personagens que surgem com mais frequência são: o filho, a governanta, a irmã, a amante do pai e o pai.
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Sinopse:
Edição "ne varietur". As transformações no pós-25 de Abril, designadamente numa grande quinta em Palmela, de uma família com ligações ao antigo regime, através de relatos, cinco (e cada um deles inclui outros três, feitos do ponto de vista da mesma personagem). As personagens que surgem com mais frequência são: o filho, a governanta, a irmã, a amante do pai e o pai.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nesta obra, Eça tem uma visão muito pessoal dos países orientais e da antiguidade. A sua imaginação volta a trabalhar para nos oferecer, com a sua fina ironia, uma obra rica de análise psicológica (pois retrata magistralmente o remorso) e com alguns momentos de descrição sugestiva nos sonhos de opulência do Teodoro, na sua quimérica viagem à China. É uma obra que pertence ao sonho, não à realidade, mas que caracteriza fielmente a tendência mais natural, mais espontânea do espírito português.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nesta obra, Eça tem uma visão muito pessoal dos países orientais e da antiguidade. A sua imaginação volta a trabalhar para nos oferecer, com a sua fina ironia, uma obra rica de análise psicológica (pois retrata magistralmente o remorso) e com alguns momentos de descrição sugestiva nos sonhos de opulência do Teodoro, na sua quimérica viagem à China. É uma obra que pertence ao sonho, não à realidade, mas que caracteriza fielmente a tendência mais natural, mais espontânea do espírito português.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O modelo mais perfeito da novela picaresca em língua portuguesa Inicialmente incluído em Estrada de Santiago (1922), O Malhadinhas acabaria por se tornar numa das mais conhecidas obras de Aquilino Ribeiro quando foi publicado em volume autónomo em 1958 (o autor acrescentar-lhe-ia a novela Mina de Diamantes). Em forma de monólogo, a obra conta-nos a história de um almocreve, o Malhadinhas, um serrano rústico, grosseiro e matreiro, que não tem quaisquer problemas em usar a "faquinha" que traz à cintura para corrigir o que entende por injusto. Defendendo-se à navalhada e golpes de pau (e por vezes a tiro) dos inimigos com que se vai deparando ao longo dos caminhos e da vida, O Malhadinhas presenteia-nos com uma série de episódios picarescos, num tom coloquial repleto de expressões idiomáticas, trazendo-nos o retrato de um Portugal esquecido. "A obra mais conhecida do enorme escritor que é Aquilino Ribeiro, e uma das mais apreciadas, e populares, de toda a Literatura Portuguesa." "Do prefácio de Maria Alzira Seixo"
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O modelo mais perfeito da novela picaresca em língua portuguesa Inicialmente incluído em Estrada de Santiago (1922), O Malhadinhas acabaria por se tornar numa das mais conhecidas obras de Aquilino Ribeiro quando foi publicado em volume autónomo em 1958 (o autor acrescentar-lhe-ia a novela Mina de Diamantes). Em forma de monólogo, a obra conta-nos a história de um almocreve, o Malhadinhas, um serrano rústico, grosseiro e matreiro, que não tem quaisquer problemas em usar a "faquinha" que traz à cintura para corrigir o que entende por injusto. Defendendo-se à navalhada e golpes de pau (e por vezes a tiro) dos inimigos com que se vai deparando ao longo dos caminhos e da vida, O Malhadinhas presenteia-nos com uma série de episódios picarescos, num tom coloquial repleto de expressões idiomáticas, trazendo-nos o retrato de um Portugal esquecido. "A obra mais conhecida do enorme escritor que é Aquilino Ribeiro, e uma das mais apreciadas, e populares, de toda a Literatura Portuguesa." "Do prefácio de Maria Alzira Seixo"
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O grande terramoto de 1755, em Lisboa, não alterou apenas a aparência da, à época, capital do império português. Este fenómeno brutal da natureza alterou, também, a natureza e a dimensão da relação do homem com o Céu e a Terra. Mais, expôs impiedosamente as tensões que, à vez, alimentavam e minavam a sociedade portuguesa da altura. O fatídico 1. º de Novembro de 1755, dia de Todos os Santos, constitui um dos mais terríficos e fascinantes acontecimentos de todo o século XVIII. A devastação da cidade de Lisboa, a perda de incontáveis vidas, a surpresa e o horror da destruição pelo abalo, primeiro, pela água, depois, e, por fim, pelo fogo, impuseram a subversão da ordem vigente e abriram a porta a fantasmas que povoavam os imaginários mais apocalípticos da época, a começar pela mudança. Com efeito, depois do terramoto, muito, se não tudo, mudaria. Se Voltaire e Kant dedicaram parte do seu pensamento e escritos a este acontecimento, tal não é menos verdade para inúmeros outros, mais ou menos anónimos, que, tendo vivido o horror e o trauma in loco e sobrevivido para contar, deixaram o seu testemunho sob a forma de cartas, poemas e memórias. Foram estes os documentos que Mary del Priore, reputada historiadora brasileira, leu e releu, analisou e esmiuçou, na bem-sucedida empresa de reconstituir a sociedade, a economia e a geografia lisboeta antes, durante e depois do terramoto.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O grande terramoto de 1755, em Lisboa, não alterou apenas a aparência da, à época, capital do império português. Este fenómeno brutal da natureza alterou, também, a natureza e a dimensão da relação do homem com o Céu e a Terra. Mais, expôs impiedosamente as tensões que, à vez, alimentavam e minavam a sociedade portuguesa da altura. O fatídico 1. º de Novembro de 1755, dia de Todos os Santos, constitui um dos mais terríficos e fascinantes acontecimentos de todo o século XVIII. A devastação da cidade de Lisboa, a perda de incontáveis vidas, a surpresa e o horror da destruição pelo abalo, primeiro, pela água, depois, e, por fim, pelo fogo, impuseram a subversão da ordem vigente e abriram a porta a fantasmas que povoavam os imaginários mais apocalípticos da época, a começar pela mudança. Com efeito, depois do terramoto, muito, se não tudo, mudaria. Se Voltaire e Kant dedicaram parte do seu pensamento e escritos a este acontecimento, tal não é menos verdade para inúmeros outros, mais ou menos anónimos, que, tendo vivido o horror e o trauma in loco e sobrevivido para contar, deixaram o seu testemunho sob a forma de cartas, poemas e memórias. Foram estes os documentos que Mary del Priore, reputada historiadora brasileira, leu e releu, analisou e esmiuçou, na bem-sucedida empresa de reconstituir a sociedade, a economia e a geografia lisboeta antes, durante e depois do terramoto.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Certo dia, ao regressar à sua majestosa tenda, Pathros de Palmira, o mais abastado mercador de Jerusalém, foi surpreendido por um dos seus colaboradores. Hafid, humilde condutor de camelos, pedia ajuda ao seu senhor.Queria casar-se, precisava de dinheiro, e oferecia-se para ser vendedor. Pathros, que guardava consigo um antigo segredo, hesitou. Mas acabou por ceder, e propôs ao jovem um acordo: se vendesse por um denário um precioso manto de brocado vermelho, dar-lhe-ia o cargo desejado. Hafid partiu esperançoso para Belém, onde certamente venderia o manto por bom preço…A história seria outra, que aqui não se revela. Certo é que o condutor de camelos foi recompensado, não com dinheiro, mas com um velho cofre de madeira de cedro. Lá dentro encontrou três antiquíssimos pergaminhos, cada um com uma lição…"O Maor Vendedor de Todos os Tempos" é a obra mais lida e seguida de OG Mandino. Escrita em 1967, e com mais de dois milhões de exemplares vendidos desde então, atravessou os tempos mantendo toda a sua extraordinária magia. Aqui encontrará dez textos, que deverão ser lidos três vezes por dia, durante um mês. e no fim descobrirá os segredos que fizeram de Pathros ou de Hamid os maiores comerciantes do seu tempo.
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Sinopse:
Certo dia, ao regressar à sua majestosa tenda, Pathros de Palmira, o mais abastado mercador de Jerusalém, foi surpreendido por um dos seus colaboradores. Hafid, humilde condutor de camelos, pedia ajuda ao seu senhor.Queria casar-se, precisava de dinheiro, e oferecia-se para ser vendedor. Pathros, que guardava consigo um antigo segredo, hesitou. Mas acabou por ceder, e propôs ao jovem um acordo: se vendesse por um denário um precioso manto de brocado vermelho, dar-lhe-ia o cargo desejado. Hafid partiu esperançoso para Belém, onde certamente venderia o manto por bom preço…A história seria outra, que aqui não se revela. Certo é que o condutor de camelos foi recompensado, não com dinheiro, mas com um velho cofre de madeira de cedro. Lá dentro encontrou três antiquíssimos pergaminhos, cada um com uma lição…"O Maor Vendedor de Todos os Tempos" é a obra mais lida e seguida de OG Mandino. Escrita em 1967, e com mais de dois milhões de exemplares vendidos desde então, atravessou os tempos mantendo toda a sua extraordinária magia. Aqui encontrará dez textos, que deverão ser lidos três vezes por dia, durante um mês. e no fim descobrirá os segredos que fizeram de Pathros ou de Hamid os maiores comerciantes do seu tempo.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Ella Beene vive uma vida idílica numa pacata cidade americana, com o marido, Joe, e os dois filhos do primeiro casamento deste. Certo dia, porém, infringindo uma regra de ouro, Joe vira costas ao mar e uma onda arrasta-o para o fundo, levando consigo os seus muitos segredos.Convencida de que a mãe biológica dos filhos, Paige, os tinha abandonado, é com grande surpresa que Ella a vê aparecer no funeral, decidida a recuperar a custódia.À medida que os segredos emergem, Ella vê a sua vida perfeita ruir como um castelo de cartas. Mas há duas crianças que precisam de si mais do que nunca e pelas quais está disposta a enfrentar todas as adversidades...
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Ella Beene vive uma vida idílica numa pacata cidade americana, com o marido, Joe, e os dois filhos do primeiro casamento deste. Certo dia, porém, infringindo uma regra de ouro, Joe vira costas ao mar e uma onda arrasta-o para o fundo, levando consigo os seus muitos segredos.Convencida de que a mãe biológica dos filhos, Paige, os tinha abandonado, é com grande surpresa que Ella a vê aparecer no funeral, decidida a recuperar a custódia.À medida que os segredos emergem, Ella vê a sua vida perfeita ruir como um castelo de cartas. Mas há duas crianças que precisam de si mais do que nunca e pelas quais está disposta a enfrentar todas as adversidades...
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
D. Álvaro Gonçalves Coutinho - conhecido por Magriço por causa da sua figura débil - foi celebrizado numa passagem d’Os Lusíadas, que destaca a sua coragem entre os Doze de Inglaterra, cavaleiros portugueses que, no reinado de D. João I, participaram num combate que visava lavar a honra de doze damas ofendidas e do qual saíram vencedores. Porém, mesmo tratando-se de um cavaleiro de linhagem na Corte do Mestre de Avis, o Magriço não aceitou que o seu monarca lhe negasse casamento com a mulher que amava, partindo para a Borgonha onde lutou por mais de uma década entre os pares de João Sem Medo, que o considerou um dos mais destemidos guerreiros que alguma vez o serviram. Aventureiro, defensor de causas justas e sempre na senda de glória para os seus amos, Álvaro Coutinho era também um filho segundo, afastado da herança paterna, um homem amargo a quem a memória da desfeita do rei nunca abandonou, um guerreiro sem medo da morte, um ancião que resistiu à peste e se tornou uma espécie de eremita no fim da vida. Tiago Salazar, nesta que é a sua primeira incursão no romance histórico, instala-se de armas e bagagens na Idade Média e, vestindo a pele desta personagem controversa, dá-nos um testemunho das suas andanças e tribulações num relato em forma de autobiografia romanceada, ao jeito dos melhores livros de cavalaria, a que nunca falta uma pitada de colorido e humor.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
D. Álvaro Gonçalves Coutinho - conhecido por Magriço por causa da sua figura débil - foi celebrizado numa passagem d’Os Lusíadas, que destaca a sua coragem entre os Doze de Inglaterra, cavaleiros portugueses que, no reinado de D. João I, participaram num combate que visava lavar a honra de doze damas ofendidas e do qual saíram vencedores. Porém, mesmo tratando-se de um cavaleiro de linhagem na Corte do Mestre de Avis, o Magriço não aceitou que o seu monarca lhe negasse casamento com a mulher que amava, partindo para a Borgonha onde lutou por mais de uma década entre os pares de João Sem Medo, que o considerou um dos mais destemidos guerreiros que alguma vez o serviram. Aventureiro, defensor de causas justas e sempre na senda de glória para os seus amos, Álvaro Coutinho era também um filho segundo, afastado da herança paterna, um homem amargo a quem a memória da desfeita do rei nunca abandonou, um guerreiro sem medo da morte, um ancião que resistiu à peste e se tornou uma espécie de eremita no fim da vida. Tiago Salazar, nesta que é a sua primeira incursão no romance histórico, instala-se de armas e bagagens na Idade Média e, vestindo a pele desta personagem controversa, dá-nos um testemunho das suas andanças e tribulações num relato em forma de autobiografia romanceada, ao jeito dos melhores livros de cavalaria, a que nunca falta uma pitada de colorido e humor.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 456
Sinopse:
A vida do Grande Nivelli, o mágico judeu que encanta Praga, muda quando os nazis invadem a Checoslováquia. A Segunda Guerra Mundial começa e ele é deportado com a família. O seu destino é o de milhões de judeus. Auschwitz. O português Francisco Latino sempre foi considerado um bruto na Legião Estrangeira. Mas o seu coração amolece durante o cerco de Leninegrado, onde integra a Divisão Azul espanhola e se apaixona por uma russa. Até que as SS o levam... O mágico judeu e o soldado português unem os seus destinos em Auschwitz - Birkenau. A magia do Grande Nivelli será chamada a desempenhar um papel central num evento largamente desconhecido, mas que se revelou a maior conspiração levada a cabo pelas vítimas contra o Holocausto.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
A vida do Grande Nivelli, o mágico judeu que encanta Praga, muda quando os nazis invadem a Checoslováquia. A Segunda Guerra Mundial começa e ele é deportado com a família. O seu destino é o de milhões de judeus. Auschwitz. O português Francisco Latino sempre foi considerado um bruto na Legião Estrangeira. Mas o seu coração amolece durante o cerco de Leninegrado, onde integra a Divisão Azul espanhola e se apaixona por uma russa. Até que as SS o levam... O mágico judeu e o soldado português unem os seus destinos em Auschwitz - Birkenau. A magia do Grande Nivelli será chamada a desempenhar um papel central num evento largamente desconhecido, mas que se revelou a maior conspiração levada a cabo pelas vítimas contra o Holocausto.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 85
Sinopse:
No início... houve um macaco espertalhão que desceu da árvore para comer frutos caídos no chão, mais maduros, logo, mais doces, logo, mais fermentados, isto é, com um leve cheirinho a álcool. Outros macacos se lhe seguiram e, com o aumento das calorias consumidas, foi um passo até que lhes crescesse o cérebro, a coluna se endireitasse e as mãos se libertassem. Mais um passo... e estávamos a ir à ópera. A teoria que coloca o álcool na origem da evolução humana justifica a nossa insaciabilidade milenar. É dela que parte o escritor Afonso Cruz para este retrato inusitado da civilização acumuladora, gananciosa e um tanto louca na qual desembocámos. Do macaco original à criação da cerveja, que impulsionou a sedentarização e cativou Jesus Cristo, assistimos ao desenrolar das consequências do consumo de álcool. Da embriaguez à civilização, a nossa história nunca foi contada assim.
Nº Páginas: 85
Sinopse:
No início... houve um macaco espertalhão que desceu da árvore para comer frutos caídos no chão, mais maduros, logo, mais doces, logo, mais fermentados, isto é, com um leve cheirinho a álcool. Outros macacos se lhe seguiram e, com o aumento das calorias consumidas, foi um passo até que lhes crescesse o cérebro, a coluna se endireitasse e as mãos se libertassem. Mais um passo... e estávamos a ir à ópera. A teoria que coloca o álcool na origem da evolução humana justifica a nossa insaciabilidade milenar. É dela que parte o escritor Afonso Cruz para este retrato inusitado da civilização acumuladora, gananciosa e um tanto louca na qual desembocámos. Do macaco original à criação da cerveja, que impulsionou a sedentarização e cativou Jesus Cristo, assistimos ao desenrolar das consequências do consumo de álcool. Da embriaguez à civilização, a nossa história nunca foi contada assim.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Aqui está ele: marido e pai, romântico desarranjado e académico apaixonado por Ted Hughes, um homem perdido depois da morte súbita da sua mulher. E ali estão os seus dois filhos, a enfrentarem, como ele, a tristeza insuportável que os engoliu no seu apartamento londrino perante um vaivém de amigos bem-intencionados e um futuro de absoluto vazio. Neste momento de desespero, são visitados pelo Corvo — antagonista, trapaceiro, curandeiro, babysitter. Este pássaro "sentimental" é atraído pelo luto da família e ameaça permanecer com eles até que não mais precisem da sua ajuda. À medida que o tempo passa, as semanas se tornam meses e a dor se transforma em memória, esta pequena unidade de três pessoas começa a curar-se. Numa estreia absolutamente extraordinária — parte novela, parte fábula polifónica, parte ensaio sobre o luto —, Max Porter combina sensibilidade e um estilo corajoso, criando um efeito deslumbrante. Carregado de um humor inesperado e marcado por uma profunda verdade emocional, O Luto É a Coisa com Penas marca a chegada de uma nova voz literária, entusiasmante e original.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Aqui está ele: marido e pai, romântico desarranjado e académico apaixonado por Ted Hughes, um homem perdido depois da morte súbita da sua mulher. E ali estão os seus dois filhos, a enfrentarem, como ele, a tristeza insuportável que os engoliu no seu apartamento londrino perante um vaivém de amigos bem-intencionados e um futuro de absoluto vazio. Neste momento de desespero, são visitados pelo Corvo — antagonista, trapaceiro, curandeiro, babysitter. Este pássaro "sentimental" é atraído pelo luto da família e ameaça permanecer com eles até que não mais precisem da sua ajuda. À medida que o tempo passa, as semanas se tornam meses e a dor se transforma em memória, esta pequena unidade de três pessoas começa a curar-se. Numa estreia absolutamente extraordinária — parte novela, parte fábula polifónica, parte ensaio sobre o luto —, Max Porter combina sensibilidade e um estilo corajoso, criando um efeito deslumbrante. Carregado de um humor inesperado e marcado por uma profunda verdade emocional, O Luto É a Coisa com Penas marca a chegada de uma nova voz literária, entusiasmante e original.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Numa pequena ilha perdida no Atlântico, um homem procura a solidão e o esquecimento, mas acaba por encontrar muito mais. A ilha alberga criaturas singulares: um padre sonhador, de nome Elias Gro; uma menina de onze anos perita em anatomia; Alma, uma senhora com um coração maior do que a ilha; Norbert, um velho louco que tem por hábito vaguear na noite; e o fantasma de um escritor, cuja casa foi engolida pelo mar. O narrador, lacerado pelo passado, luta com os seus demónios no local que escolheu para se isolar: um farol abandonado, à mercê dos caprichos da natureza - e dos outros habitantes da ilha. Com o vagar com que mudam as estações, o homem vai, passo a passo, emergindo do seu esconderijo, fazendo o seu luto, e descobrindo, numa travessia de alegria e dor, a medida certa do amor. "O luto de Elias Gro" é o romance mais atmosférico e intimista de João Tordo, um mergulho na alma humana, no que ela tem de mais obscuro e luminoso.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Numa pequena ilha perdida no Atlântico, um homem procura a solidão e o esquecimento, mas acaba por encontrar muito mais. A ilha alberga criaturas singulares: um padre sonhador, de nome Elias Gro; uma menina de onze anos perita em anatomia; Alma, uma senhora com um coração maior do que a ilha; Norbert, um velho louco que tem por hábito vaguear na noite; e o fantasma de um escritor, cuja casa foi engolida pelo mar. O narrador, lacerado pelo passado, luta com os seus demónios no local que escolheu para se isolar: um farol abandonado, à mercê dos caprichos da natureza - e dos outros habitantes da ilha. Com o vagar com que mudam as estações, o homem vai, passo a passo, emergindo do seu esconderijo, fazendo o seu luto, e descobrindo, numa travessia de alegria e dor, a medida certa do amor. "O luto de Elias Gro" é o romance mais atmosférico e intimista de João Tordo, um mergulho na alma humana, no que ela tem de mais obscuro e luminoso.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Do grande autor de O Que Diz Molero, um pessoalíssimo conjunto de textos para os amantes de cinema - e não só. "O Lugar das Fitas é um livro de cinema. De cinema, de fitas, de personagens, de géneros e estilos, de cineastas, de salas de cinema, de atores e de crónicas e críticas que dão conta, numa cronologia com a configuração da memória, de uma espécie de história pessoal de Dinis Machado com o cinema." (Da nota introdutória)
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Do grande autor de O Que Diz Molero, um pessoalíssimo conjunto de textos para os amantes de cinema - e não só. "O Lugar das Fitas é um livro de cinema. De cinema, de fitas, de personagens, de géneros e estilos, de cineastas, de salas de cinema, de atores e de crónicas e críticas que dão conta, numa cronologia com a configuração da memória, de uma espécie de história pessoal de Dinis Machado com o cinema." (Da nota introdutória)
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Publicado originalmente em 1938, O Longo Vale reúne uma dúzia de contos que foram dos primeiros escritos por John Steinbeck, todos eles tomando como palco o vale de Salinas da sua infância. A aridez da Natureza, os desafortunados que nela buscam uma gota de esperança, a inclemência do destino e dos homens são protagonistas destas narrativas, onde o domínio de forças hostis – naturais e humanas – acabará por fazer brotar os maiores ensinamentos de resiliência e de amor. Incluindo os contos "O Assassínio" e "A Promessa", ambos distinguidos com o Prémio O. Henry, deste volume fazem também parte as histórias de "O Potro Vermelho", centradas no jovem Jody Tiflin e nas aventuras que o ajudarão a crescer.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Publicado originalmente em 1938, O Longo Vale reúne uma dúzia de contos que foram dos primeiros escritos por John Steinbeck, todos eles tomando como palco o vale de Salinas da sua infância. A aridez da Natureza, os desafortunados que nela buscam uma gota de esperança, a inclemência do destino e dos homens são protagonistas destas narrativas, onde o domínio de forças hostis – naturais e humanas – acabará por fazer brotar os maiores ensinamentos de resiliência e de amor. Incluindo os contos "O Assassínio" e "A Promessa", ambos distinguidos com o Prémio O. Henry, deste volume fazem também parte as histórias de "O Potro Vermelho", centradas no jovem Jody Tiflin e nas aventuras que o ajudarão a crescer.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em 1883, Moses Wilhelm Shapira chegou sem aviso prévio a Londres afirmando ter descoberto a Bíblia mais antiga do mundo numa gruta do deserto a leste do Mar Morto. Com este achado fenomenal, Shapira depressa se tornou famoso em todo o mundo - mas não tardou que a sua descoberta fosse desmascarada como uma falsificação bem feita. Todavia, o achado dos Manuscritos do Mar Morto em 1947, com os quais os rolos de pergaminho de Shapira possuíam uma estranha semelhança, levou os investigadores a reabrir o caso, interrogando-se se Shapira teria, de facto, descoberto o primeiro manuscrito do Mar Morto, sete décadas antes dos restantes. Neste livro, o jornalista premiado Chanan Tigay descreve a sua demanda dos rolos perdidos e da verdade sobre a culpa ou a inocência de Shapira.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em 1883, Moses Wilhelm Shapira chegou sem aviso prévio a Londres afirmando ter descoberto a Bíblia mais antiga do mundo numa gruta do deserto a leste do Mar Morto. Com este achado fenomenal, Shapira depressa se tornou famoso em todo o mundo - mas não tardou que a sua descoberta fosse desmascarada como uma falsificação bem feita. Todavia, o achado dos Manuscritos do Mar Morto em 1947, com os quais os rolos de pergaminho de Shapira possuíam uma estranha semelhança, levou os investigadores a reabrir o caso, interrogando-se se Shapira teria, de facto, descoberto o primeiro manuscrito do Mar Morto, sete décadas antes dos restantes. Neste livro, o jornalista premiado Chanan Tigay descreve a sua demanda dos rolos perdidos e da verdade sobre a culpa ou a inocência de Shapira.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Uma perturbada viagem, por mar e terras do longe, em busca do sentido último da história colectiva e do destino individual do homem - a demanda de uma cidade mítica, envolta em espessa bruma, nem fria nem quente, nem seca nem húmida, guardada ao alto por cem torres escuras e quadradas, defendida por mil portas pequenas e gradas e há muitos mil anos cercada por infindas legiões de silentes, serenos, solenes guerreiros.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Uma perturbada viagem, por mar e terras do longe, em busca do sentido último da história colectiva e do destino individual do homem - a demanda de uma cidade mítica, envolta em espessa bruma, nem fria nem quente, nem seca nem húmida, guardada ao alto por cem torres escuras e quadradas, defendida por mil portas pequenas e gradas e há muitos mil anos cercada por infindas legiões de silentes, serenos, solenes guerreiros.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um livro de humor devastador. Ninguém é poupado, dos mais poderosos monarcas às anfitriãs de banquetes, dos clérigos emproados aos turistas britânicos. Partindo da Inglaterra vitoriana, nem Portugal é poupado, muito snobemente representado pela caricatura de Fernando II, marido de D. Maria II. Thackeray faz um retrato pormenorizado de cada tipo de snob, traçando-lhes o jeito e o estilo com uma fina ironia. E rega tudo com muito vinho - do Porto e da Madeira. Os textos reunidos nesta obra tiveram origem numa série de artigos publicados com enorme êxito na revista Punch entre 1846 e 1847, na coluna "The Snobs of England, by one of themselves". Quase dois séculos depois, a crítica social, política e comportamental faz-nos repensar as relações humanas, nesta obra que revela uma actualidade impressionante. A sociedade é dilacerada nesta obra-prima de W. M. Thackeray, autor de clássicos como A Feira das Vaidades. Com "um jeito especial para reconhecer um snob", o autor cumpre a promessa de "espetar dardos na sociedade e acabar por descobrir riquíssimos filões de puro material snob". O humor e o tom familiar quebram a barreira da convenção literária, cativam o leitor e revelam.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um livro de humor devastador. Ninguém é poupado, dos mais poderosos monarcas às anfitriãs de banquetes, dos clérigos emproados aos turistas britânicos. Partindo da Inglaterra vitoriana, nem Portugal é poupado, muito snobemente representado pela caricatura de Fernando II, marido de D. Maria II. Thackeray faz um retrato pormenorizado de cada tipo de snob, traçando-lhes o jeito e o estilo com uma fina ironia. E rega tudo com muito vinho - do Porto e da Madeira. Os textos reunidos nesta obra tiveram origem numa série de artigos publicados com enorme êxito na revista Punch entre 1846 e 1847, na coluna "The Snobs of England, by one of themselves". Quase dois séculos depois, a crítica social, política e comportamental faz-nos repensar as relações humanas, nesta obra que revela uma actualidade impressionante. A sociedade é dilacerada nesta obra-prima de W. M. Thackeray, autor de clássicos como A Feira das Vaidades. Com "um jeito especial para reconhecer um snob", o autor cumpre a promessa de "espetar dardos na sociedade e acabar por descobrir riquíssimos filões de puro material snob". O humor e o tom familiar quebram a barreira da convenção literária, cativam o leitor e revelam.
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Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Raptada, ainda criança, da sua aldeia na África Ocidental e obrigada a caminhar durante meses até ao mar, Aminata Diallo é vendida como escrava na Carolina do Sul. Aí começa o seu longo caminho para a liberdade, entre senhores que se impõem pela violência e pelo crime a outros seres humanos, que consideram inferiores. Transportando o leitor de uma aldeia tribal africana para uma plantação no Sul dos Estados Unidos, das fervilhantes docas de Halifax para as mansões de Londres, "O Livro dos Negros" apresenta uma das personagens femininas mais fortes e marcantes da ficção contemporânea. Nas dores, nas perdas e nas pequenas conquistas de Aminata ecoam as de milhões de pessoas privadas de liberdade.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Raptada, ainda criança, da sua aldeia na África Ocidental e obrigada a caminhar durante meses até ao mar, Aminata Diallo é vendida como escrava na Carolina do Sul. Aí começa o seu longo caminho para a liberdade, entre senhores que se impõem pela violência e pelo crime a outros seres humanos, que consideram inferiores. Transportando o leitor de uma aldeia tribal africana para uma plantação no Sul dos Estados Unidos, das fervilhantes docas de Halifax para as mansões de Londres, "O Livro dos Negros" apresenta uma das personagens femininas mais fortes e marcantes da ficção contemporânea. Nas dores, nas perdas e nas pequenas conquistas de Aminata ecoam as de milhões de pessoas privadas de liberdade.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Descubra o que aconteceu a Marcus Goldman antes d'A verdade sobre o caso Harry Quebert. "Se encontrarem este livro, por favor, leiam-no. Gostaria que todos conhecessem a história dos Goldman de Baltimore." Até ao dia do Drama, existiam dois ramos da família Goldman: os Goldman de Baltimore e os Goldman de Montclair. O ramo de Baltimore, próspero e bafejado pela sorte, mora numa luxuosa mansão. Encarna a imagem da elite americana, abastada e influente, que vive em bairros exclusivos, passa férias nos Hamptons e frequenta colégios privados. Já os Goldman de Montclair são uma típica família de classe média e vivem numa casa banal em Nova Jérsia. É a esta família modesta que pertence Marcus Goldman, autor do romance A verdade sobre o caso Harry Quebert. Mas era à família feliz e privilegiada de Baltimore que Marcus secretamente desejava pertencer. Mas tudo isto se transforma com o Drama. Oito anos depois do dia que tudo mudou, é a história da sua família que Marcus Goldman decide investigar. Movido pelas memórias felizes dos tempos áureos de Baltimore, procura descobrir o que se passou no dia do Drama, que mudaria para sempre o destino da família. O que aconteceu realmente aos Goldman de Baltimore?
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Descubra o que aconteceu a Marcus Goldman antes d'A verdade sobre o caso Harry Quebert. "Se encontrarem este livro, por favor, leiam-no. Gostaria que todos conhecessem a história dos Goldman de Baltimore." Até ao dia do Drama, existiam dois ramos da família Goldman: os Goldman de Baltimore e os Goldman de Montclair. O ramo de Baltimore, próspero e bafejado pela sorte, mora numa luxuosa mansão. Encarna a imagem da elite americana, abastada e influente, que vive em bairros exclusivos, passa férias nos Hamptons e frequenta colégios privados. Já os Goldman de Montclair são uma típica família de classe média e vivem numa casa banal em Nova Jérsia. É a esta família modesta que pertence Marcus Goldman, autor do romance A verdade sobre o caso Harry Quebert. Mas era à família feliz e privilegiada de Baltimore que Marcus secretamente desejava pertencer. Mas tudo isto se transforma com o Drama. Oito anos depois do dia que tudo mudou, é a história da sua família que Marcus Goldman decide investigar. Movido pelas memórias felizes dos tempos áureos de Baltimore, procura descobrir o que se passou no dia do Drama, que mudaria para sempre o destino da família. O que aconteceu realmente aos Goldman de Baltimore?
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Páginas que ardem de amor e desejo. Incendeiam este livro histórias de amores arrebatadores como os de D. Pedro I e D. Inês de Castro, Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Ava Gardner e Frank Sinatra, Oscar Wilde e Lord Alfred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro. Afinal, como escreveu Luís de Camões, o amor é fogo que arde sem se ver. O fogo que arde neste livro pode não se ver, mas queima. Os grandes amores desafiam as barreiras do tempo e do espaço e, muitas vezes, é a sua dimensão trágica que os mitifica e eterniza. Nestas páginas há histórias de amor heterossexual e homossexual, antigas e modernas, famosas e menos conhecidas, mas todas elas capazes de nos fazer suster a respiração.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Páginas que ardem de amor e desejo. Incendeiam este livro histórias de amores arrebatadores como os de D. Pedro I e D. Inês de Castro, Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Ava Gardner e Frank Sinatra, Oscar Wilde e Lord Alfred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro. Afinal, como escreveu Luís de Camões, o amor é fogo que arde sem se ver. O fogo que arde neste livro pode não se ver, mas queima. Os grandes amores desafiam as barreiras do tempo e do espaço e, muitas vezes, é a sua dimensão trágica que os mitifica e eterniza. Nestas páginas há histórias de amor heterossexual e homossexual, antigas e modernas, famosas e menos conhecidas, mas todas elas capazes de nos fazer suster a respiração.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O Livro do Soldado do III Reich é um retrato abrangente e apaixonante dos três ramos das forças armadas alemãs num dos períodos mais marcantes da história militar universal: 1935-1945. O Heer (Exército), a Luftwaffe (Aviação) e a Kriegsmarine (Armada) são aqui desdobrados nas suas várias unidades de elite. A chamada Wermacht foi uma das estruturas militares mais temidas e destrutivas de sempre, uma vez que a sua existência coincide com o tempo em que Adolf Hitler dirigiu o Estado alemão. Este relato único é feito através de ilustrações altamente pormenorizadas que são acompanhadas por um texto de grande rigor histórico e científico, mas fácil de compreender. O livro debruça-se sobre a estrutura, os uniformes, as armas e as grandes batalhas em que as forças de combate de Hitler se envolveram durante a Segunda Guerra Mundial. Todas as ilustrações são coloridas e dão uma visão altamente realista sobre as unidades mais emblemáticas da Wehrmacht. Um livro para os apaixonados pela história e a iconografia da Segunda Guerra Mundial.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O Livro do Soldado do III Reich é um retrato abrangente e apaixonante dos três ramos das forças armadas alemãs num dos períodos mais marcantes da história militar universal: 1935-1945. O Heer (Exército), a Luftwaffe (Aviação) e a Kriegsmarine (Armada) são aqui desdobrados nas suas várias unidades de elite. A chamada Wermacht foi uma das estruturas militares mais temidas e destrutivas de sempre, uma vez que a sua existência coincide com o tempo em que Adolf Hitler dirigiu o Estado alemão. Este relato único é feito através de ilustrações altamente pormenorizadas que são acompanhadas por um texto de grande rigor histórico e científico, mas fácil de compreender. O livro debruça-se sobre a estrutura, os uniformes, as armas e as grandes batalhas em que as forças de combate de Hitler se envolveram durante a Segunda Guerra Mundial. Todas as ilustrações são coloridas e dão uma visão altamente realista sobre as unidades mais emblemáticas da Wehrmacht. Um livro para os apaixonados pela história e a iconografia da Segunda Guerra Mundial.
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