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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1929, Nova Iorque é uma cidade vibrante mas cruel para com os mais fracos. O número de órfãos a viver nas ruas multiplica-se. Demasiado visíveis, estas crianças são um incómodo para o qual é encontrada uma solução radical. Em comboios que partem rumo ao interior dos Estados Unidos, os órfãos são amontoados e oferecidos a quem os quiser receber, os seus destinos entregues a desconhecidos, as suas vidas à mercê do acaso. Vivian teve em tempos um lar e uma família. Após o incêndio que matou os seus pais e a deixou só no mundo, ela passa a ser apenas mais uma entre as centenas de crianças forçadas a embarcar no "Comboio dos Órfãos". Décadas depois, Molly Ayer, uma jovem que não conhece outro sentimento que não a rejeição das famílias de acolhimento por onde passa, é acusada de roubar um livro. Ela sabe que, agora, ninguém a defenderá. Com aquele livro, morrem também os seus sonhos. O fio do destino vai ligar estas duas mulheres. Vivian e Molly são mais parecidas do que imaginam. E no dia em que Molly decide solucionar o grande enigma do passado de Vivian, sem o saber, vai encontrar a sua própria salvação. Um relato épico centrado numa realidade da História americana há muito esquecida…
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1929, Nova Iorque é uma cidade vibrante mas cruel para com os mais fracos. O número de órfãos a viver nas ruas multiplica-se. Demasiado visíveis, estas crianças são um incómodo para o qual é encontrada uma solução radical. Em comboios que partem rumo ao interior dos Estados Unidos, os órfãos são amontoados e oferecidos a quem os quiser receber, os seus destinos entregues a desconhecidos, as suas vidas à mercê do acaso. Vivian teve em tempos um lar e uma família. Após o incêndio que matou os seus pais e a deixou só no mundo, ela passa a ser apenas mais uma entre as centenas de crianças forçadas a embarcar no "Comboio dos Órfãos". Décadas depois, Molly Ayer, uma jovem que não conhece outro sentimento que não a rejeição das famílias de acolhimento por onde passa, é acusada de roubar um livro. Ela sabe que, agora, ninguém a defenderá. Com aquele livro, morrem também os seus sonhos. O fio do destino vai ligar estas duas mulheres. Vivian e Molly são mais parecidas do que imaginam. E no dia em que Molly decide solucionar o grande enigma do passado de Vivian, sem o saber, vai encontrar a sua própria salvação. Um relato épico centrado numa realidade da História americana há muito esquecida…
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Um livro que revela que nem todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial se conseguiram salvar através de Portugal. A 7 de Novembro de 1940 partiu do Luxemburgo, país onde o nazismo tentou fabricar o primeiro país "livre de judeus", um comboio com 293 passageiros que tinha Portugal como destino. Mas ao contrário de outros comboios com judeus em fuga, não foi dada autorização na fronteira de Vilar Formoso para que entrasse no país. Os refugiados ficaram mais de uma semana fechados nas carruagens, numa atmosfera desumana, sujeitos a um frio intenso e alimentando-se do pouco que a população pobre da zona tinha para lhes oferecer: pão, café e, por vezes, sopa. Ao fim de cerca de dez dias, o impasse foi quebrado. Já com as negociações em curso para instalar os judeus no Luso, o governo de Salazar negou-lhes a entrada em Portugal, empurrando-os assim para uma morte mais do que provável. De regresso a França, estiveram ainda vários dias confinados ao comboio até os alemães decidirem interná-los em Mousserroles, perto de Baiona, num antigo campo de internamento. Libertados meses depois, alguns conseguiram partir para outras paragens e outros acabaram por ficar na França do regime de Vichy - destes, poucos sobreviveram aos campos de extermínio. Mas porque foram os refugiados impedidos de entrar em Portugal? Após a análise de documentos inéditos e de entrevistas a sobreviventes e seus familiares, as historiadoras Irene Flunser Pimentel e Margarida de Magalhães Ramalho explicam-nos as razões deste acontecimento histórico muito pouco conhecido que deixa cair por terra a ideia de que Portugal, na figura do seu chefe de Governo, António de Oliveira Salazar, acolhia todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial. Num momento em que vivemos tempos conturbados e assistimos diariamente ao drama dos refugiados que procuram escapar à guerra e à morte, O Comboio do Luxemburgo é uma obra essencial para compreender o passado e o presente da Europa, fazendo-nos também reflectir sobre o pode acontecer caso os refugiados actuais não sejam acolhidos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Um livro que revela que nem todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial se conseguiram salvar através de Portugal. A 7 de Novembro de 1940 partiu do Luxemburgo, país onde o nazismo tentou fabricar o primeiro país "livre de judeus", um comboio com 293 passageiros que tinha Portugal como destino. Mas ao contrário de outros comboios com judeus em fuga, não foi dada autorização na fronteira de Vilar Formoso para que entrasse no país. Os refugiados ficaram mais de uma semana fechados nas carruagens, numa atmosfera desumana, sujeitos a um frio intenso e alimentando-se do pouco que a população pobre da zona tinha para lhes oferecer: pão, café e, por vezes, sopa. Ao fim de cerca de dez dias, o impasse foi quebrado. Já com as negociações em curso para instalar os judeus no Luso, o governo de Salazar negou-lhes a entrada em Portugal, empurrando-os assim para uma morte mais do que provável. De regresso a França, estiveram ainda vários dias confinados ao comboio até os alemães decidirem interná-los em Mousserroles, perto de Baiona, num antigo campo de internamento. Libertados meses depois, alguns conseguiram partir para outras paragens e outros acabaram por ficar na França do regime de Vichy - destes, poucos sobreviveram aos campos de extermínio. Mas porque foram os refugiados impedidos de entrar em Portugal? Após a análise de documentos inéditos e de entrevistas a sobreviventes e seus familiares, as historiadoras Irene Flunser Pimentel e Margarida de Magalhães Ramalho explicam-nos as razões deste acontecimento histórico muito pouco conhecido que deixa cair por terra a ideia de que Portugal, na figura do seu chefe de Governo, António de Oliveira Salazar, acolhia todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial. Num momento em que vivemos tempos conturbados e assistimos diariamente ao drama dos refugiados que procuram escapar à guerra e à morte, O Comboio do Luxemburgo é uma obra essencial para compreender o passado e o presente da Europa, fazendo-nos também reflectir sobre o pode acontecer caso os refugiados actuais não sejam acolhidos.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Nápoles, 1946 Amerigo, um menino de sete anos, deixa a vida que sempre conheceu em Nápoles e parte num comboio. Não sozinho, mas no meio de milhares de outras crianças do Sul de Itália que atravessam o país para passarem alguns meses com uma família do Norte, enquanto a sua terra natal se reconstrói do caos e da destruição. Com o espanto típico de uma criança de sete anos e a astúcia de um rapaz de rua, Amerigo mostra-nos uma Itália que renasce da guerra e conta-nos como, mesmo renunciando a tudo - até ao amor da própria mãe -, é nessa viagem que descobre o seu verdadeiro destino. Um romance apaixonante sobre uma pequena testemunha de uma Grande Guerra e da sua luta pela sobrevivência e pelo amor. O fenómeno italiano vendido para 25 países que irá derreter o seu coração.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Nápoles, 1946 Amerigo, um menino de sete anos, deixa a vida que sempre conheceu em Nápoles e parte num comboio. Não sozinho, mas no meio de milhares de outras crianças do Sul de Itália que atravessam o país para passarem alguns meses com uma família do Norte, enquanto a sua terra natal se reconstrói do caos e da destruição. Com o espanto típico de uma criança de sete anos e a astúcia de um rapaz de rua, Amerigo mostra-nos uma Itália que renasce da guerra e conta-nos como, mesmo renunciando a tudo - até ao amor da própria mãe -, é nessa viagem que descobre o seu verdadeiro destino. Um romance apaixonante sobre uma pequena testemunha de uma Grande Guerra e da sua luta pela sobrevivência e pelo amor. O fenómeno italiano vendido para 25 países que irá derreter o seu coração.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Praga, 1939. Eva é atormentada por um segredo obscuro do seu passado. Quando os nazis invadem o país, esta jovem mãe sabe que a única forma de manter a filha segura é deixá-la partir, mesmo que isso signifique nunca mais a ver. Mas quando Eva é levada para um campo de concentração, o seu segredo corre o risco de ser exposto. Em Londres, Pamela não sente que a guerra possa ser uma ameaça. Decide voluntariar-se para ajudar a encontrar casas para as crianças judias que chegam de toda a Europa. Quando vê Miriam, uma criança que não tem uma família que a acolha, resolve levá-la para sua casa. É quando o seu filho se alista na RAF que Pamela percebe como facilmente o seu próprio mundo pode desabar.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Praga, 1939. Eva é atormentada por um segredo obscuro do seu passado. Quando os nazis invadem o país, esta jovem mãe sabe que a única forma de manter a filha segura é deixá-la partir, mesmo que isso signifique nunca mais a ver. Mas quando Eva é levada para um campo de concentração, o seu segredo corre o risco de ser exposto. Em Londres, Pamela não sente que a guerra possa ser uma ameaça. Decide voluntariar-se para ajudar a encontrar casas para as crianças judias que chegam de toda a Europa. Quando vê Miriam, uma criança que não tem uma família que a acolha, resolve levá-la para sua casa. É quando o seu filho se alista na RAF que Pamela percebe como facilmente o seu próprio mundo pode desabar.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Em 1975, no Campeonato Mundial de Boxe de Pesos-Pesados disputado em Kinshasa, Zaire, Muhammad Ali encontrou-se com George Foreman no ringue. O génio de Foreman assentava no silêncio, na serenidade e na astúcia. Nunca tinha sido derrotado. As mãos eram o seu instrumento, e "ele mantinha-as dentro dos bolsos como um caçador guarda a sua espingarda no respetivo estojo de veludo". Juntos, os dois homens fizeram da história do boxe um encontro explosivo de duas mentes brilhantes, duas vontades de ferro e dois egos colossais.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Em 1975, no Campeonato Mundial de Boxe de Pesos-Pesados disputado em Kinshasa, Zaire, Muhammad Ali encontrou-se com George Foreman no ringue. O génio de Foreman assentava no silêncio, na serenidade e na astúcia. Nunca tinha sido derrotado. As mãos eram o seu instrumento, e "ele mantinha-as dentro dos bolsos como um caçador guarda a sua espingarda no respetivo estojo de veludo". Juntos, os dois homens fizeram da história do boxe um encontro explosivo de duas mentes brilhantes, duas vontades de ferro e dois egos colossais.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Henry Miller dizia que "O Colosso de Maroussi" era o seu melhor livro. Seduzido pelas descrições da Grécia, Miller parte com o seu amigo Lawrence Durrell à descoberta do interior daquele país. Entre dias ao relento na praia, atropelados por rebanhos de ovelhas, noites em pensões decadentes mas carregadas de história, em aldeias com um único forno para toda a população, e peregrinações à Acrópole de Atenas, Miller descobriu na Grécia o sentido da civilização
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Henry Miller dizia que "O Colosso de Maroussi" era o seu melhor livro. Seduzido pelas descrições da Grécia, Miller parte com o seu amigo Lawrence Durrell à descoberta do interior daquele país. Entre dias ao relento na praia, atropelados por rebanhos de ovelhas, noites em pensões decadentes mas carregadas de história, em aldeias com um único forno para toda a população, e peregrinações à Acrópole de Atenas, Miller descobriu na Grécia o sentido da civilização
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Antiga aluna do Instituto de Odivelas, a autora revisita os seus anos juvenis e recria em O Colégio o lugar do fim da infância, da quebra dos laços familiares e da vida suspensa do internato disciplinador e austero. No seu estilo de escrita de breves textos, como em A Casa das Tias, mostra relances da vida num colégio interno no tempo da ditadura, onde filhas de militares mobilizados para a guerra em África vivem uma orfandade de circunstância e criam, na dor e no riso, amizades eternas.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Antiga aluna do Instituto de Odivelas, a autora revisita os seus anos juvenis e recria em O Colégio o lugar do fim da infância, da quebra dos laços familiares e da vida suspensa do internato disciplinador e austero. No seu estilo de escrita de breves textos, como em A Casa das Tias, mostra relances da vida num colégio interno no tempo da ditadura, onde filhas de militares mobilizados para a guerra em África vivem uma orfandade de circunstância e criam, na dor e no riso, amizades eternas.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Jaime Ramos, o investigador protagonista dos livros de Francisco José Viegas, vê-se a braços com duas investigações paralelas: a do assassínio de dois imigrantes russos (antigos militares soviéticos), cujos corpos são encontrados no interior de um carro semicarbonizado, nos arredores do Porto - e o desaparecimento de uma jovem de vinte anos, oriunda de uma família tradicional do Minho. Se uma das investigações o transporta às suas memórias de militante comunista e a uma velha paixão pela literatura russa, a outra leva-o a um mundo onde coabitam velhas famílias do Minho ou do Porto, sexo, marijuana, espionagem a políticos, venda de armas, negócios em Angola e as "memórias" de um país que vive entre ruínas (as do império e as das fortunas recentes e antigas), corrupção e luta pelo poder - e que guarda os seus loucos no armário, para não parecer mal.Com capítulos perdidos nos quatro cantos do mundo (entre Portugal, Rússia, Angola, Brasil ou Cabo Verde) "O Colecionador de Erva" funciona como uma montagem cinematográéca sem princípio, meio ou fim - onde vários crimes são cometidos sem nexo aparente, onde personagens aparecem e desaparecem sem justiécação, e onde a solução nunca está à vista senão apelando à nossa imaginação, como num "road movie".
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Jaime Ramos, o investigador protagonista dos livros de Francisco José Viegas, vê-se a braços com duas investigações paralelas: a do assassínio de dois imigrantes russos (antigos militares soviéticos), cujos corpos são encontrados no interior de um carro semicarbonizado, nos arredores do Porto - e o desaparecimento de uma jovem de vinte anos, oriunda de uma família tradicional do Minho. Se uma das investigações o transporta às suas memórias de militante comunista e a uma velha paixão pela literatura russa, a outra leva-o a um mundo onde coabitam velhas famílias do Minho ou do Porto, sexo, marijuana, espionagem a políticos, venda de armas, negócios em Angola e as "memórias" de um país que vive entre ruínas (as do império e as das fortunas recentes e antigas), corrupção e luta pelo poder - e que guarda os seus loucos no armário, para não parecer mal.Com capítulos perdidos nos quatro cantos do mundo (entre Portugal, Rússia, Angola, Brasil ou Cabo Verde) "O Colecionador de Erva" funciona como uma montagem cinematográéca sem princípio, meio ou fim - onde vários crimes são cometidos sem nexo aparente, onde personagens aparecem e desaparecem sem justiécação, e onde a solução nunca está à vista senão apelando à nossa imaginação, como num "road movie".
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Robert Langdon, conceituado simbologista, está em Paris para fazer uma palestra quando recebe uma notícia inesperada: o velho curador do Louvre foi encontrado morto no museu, e um código indecifrável encontrado junto do cadáver. Na tentativa de decifrar o estranho código, Langdon e uma dotada criptologista francesa, Sophie Neveu, descobrem, estupefactos, uma série de pistas inscritas nas obras de Leonardo da Vinci, que o pintor engenhosamente disfarçou. Tudo se complica quando Langdon descobre uma surpreendente ligação: o falecido curador estava envolvido com o Priorado de Sião, uma sociedade secreta a que tinham pertencido Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e Da Vinci, entre outros.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Robert Langdon, conceituado simbologista, está em Paris para fazer uma palestra quando recebe uma notícia inesperada: o velho curador do Louvre foi encontrado morto no museu, e um código indecifrável encontrado junto do cadáver. Na tentativa de decifrar o estranho código, Langdon e uma dotada criptologista francesa, Sophie Neveu, descobrem, estupefactos, uma série de pistas inscritas nas obras de Leonardo da Vinci, que o pintor engenhosamente disfarçou. Tudo se complica quando Langdon descobre uma surpreendente ligação: o falecido curador estava envolvido com o Priorado de Sião, uma sociedade secreta a que tinham pertencido Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e Da Vinci, entre outros.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 392
Sinopse:
O best-seller de Dan Brown está agora disponível numa adaptação da obra feita a pensar numa nova geração de leitores mais novos. A estrutura base do romance mantém-se inalterada na condução dos leitores desde Paris até Londres, passando por alguns dos seus lugares mais emblemáticos, numa alucinante corrida contra o tempo. A edição inclui mais de vinte fotos coloridas que mostram os locais e as obras de arte mais marcantes na narrativa. A maior conspiração dos últimos dois mil anos está prestes a ser revelada a uma nova geração. Robert Langdon, professor de simbologia da Universidade de Harvard, está em Paris para dar uma palestra. Na receção que se segue deve encontrar-se com um respeitado curador do mundialmente famoso Museu do Louvre. Mas o curador nunca aparece e mais tarde, durante a noite, Langdon é acordado pelas autoridades é informado que o curador foi encontrado morto. De seguida, é conduzido ao Louvre, à cena do crime, e descobre pistas desconcertantes. Este é o ponto de partida para uma corrida contra o tempo, na decorrer da qual Robert Langdon, auxiliado pela criptologista francesa Sophie Neveu, procura decifrar um conjunto de pistas especificamente deixadas para sua interpretação. Se Robert e Sophie não conseguirem resolver o quebra-cabeças a tempo, serão confrontados com um trágico destino.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
O best-seller de Dan Brown está agora disponível numa adaptação da obra feita a pensar numa nova geração de leitores mais novos. A estrutura base do romance mantém-se inalterada na condução dos leitores desde Paris até Londres, passando por alguns dos seus lugares mais emblemáticos, numa alucinante corrida contra o tempo. A edição inclui mais de vinte fotos coloridas que mostram os locais e as obras de arte mais marcantes na narrativa. A maior conspiração dos últimos dois mil anos está prestes a ser revelada a uma nova geração. Robert Langdon, professor de simbologia da Universidade de Harvard, está em Paris para dar uma palestra. Na receção que se segue deve encontrar-se com um respeitado curador do mundialmente famoso Museu do Louvre. Mas o curador nunca aparece e mais tarde, durante a noite, Langdon é acordado pelas autoridades é informado que o curador foi encontrado morto. De seguida, é conduzido ao Louvre, à cena do crime, e descobre pistas desconcertantes. Este é o ponto de partida para uma corrida contra o tempo, na decorrer da qual Robert Langdon, auxiliado pela criptologista francesa Sophie Neveu, procura decifrar um conjunto de pistas especificamente deixadas para sua interpretação. Se Robert e Sophie não conseguirem resolver o quebra-cabeças a tempo, serão confrontados com um trágico destino.
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Edição: Out 2005
Nº Páginas: 550
Sinopse:
A mensagem enigmática foi encontrada por entre os papéis que um velho historiador deixara no Rio de Janeiro antes de morrer. MOLOC NINUNDIA OMASTOOS Tomás Noronha, professor de História da Universidade Nova de Lisboa e perito em criptanálise e línguas antigas, foi contratado para descodificar esta estranha cifra. Mas o mistério que ela encerrava revelou-se para além da sua imaginação, lançando-o inesperadamente na pista do mais bem guardado segredo dos Descobrimentos: a verdadeira identidade e missão de Cristóvão Colombo. EXCERTOS: "Tomás apercebeu-se de uma folha solta, duas linhas firmes, quatro palavras redigidas com inusitado cuidado, as letras rabiscadas em maiúsculas, pareciam rasgar o papel, a caligrafia revelando contornos obscuros, insinuantes, como se encerrasse uma arcaica fórmula mágica, criada por antigos druidas e esquecida na névoa dos séculos. Quase irreflectidamente, sem saber bem porquê, como se obedecesse a um velho instinto de historiador, aquele sexto sentido de rato de biblioteca habituado ao mofo poeirento dos velhos manuscritos, inclinou-se sobre a folha e cheirou-a; sentiu emergir dali um odor arcano, um aroma secreto, uma fragrância transportada por um mensageiro do tempo. Como um encantamento esotérico, que nada revela e tudo sugere, aquelas palavras indecifráveis exalavam o enigmático perfume do mistério."
Nº Páginas: 550
Sinopse:
A mensagem enigmática foi encontrada por entre os papéis que um velho historiador deixara no Rio de Janeiro antes de morrer. MOLOC NINUNDIA OMASTOOS Tomás Noronha, professor de História da Universidade Nova de Lisboa e perito em criptanálise e línguas antigas, foi contratado para descodificar esta estranha cifra. Mas o mistério que ela encerrava revelou-se para além da sua imaginação, lançando-o inesperadamente na pista do mais bem guardado segredo dos Descobrimentos: a verdadeira identidade e missão de Cristóvão Colombo. EXCERTOS: "Tomás apercebeu-se de uma folha solta, duas linhas firmes, quatro palavras redigidas com inusitado cuidado, as letras rabiscadas em maiúsculas, pareciam rasgar o papel, a caligrafia revelando contornos obscuros, insinuantes, como se encerrasse uma arcaica fórmula mágica, criada por antigos druidas e esquecida na névoa dos séculos. Quase irreflectidamente, sem saber bem porquê, como se obedecesse a um velho instinto de historiador, aquele sexto sentido de rato de biblioteca habituado ao mofo poeirento dos velhos manuscritos, inclinou-se sobre a folha e cheirou-a; sentiu emergir dali um odor arcano, um aroma secreto, uma fragrância transportada por um mensageiro do tempo. Como um encantamento esotérico, que nada revela e tudo sugere, aquelas palavras indecifráveis exalavam o enigmático perfume do mistério."
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um romance poderoso e comovedor que explora as tragédias e triunfos da vida. Depois da Segunda Guerra Mundial, na pequena vila de Chawton, em Inglaterra, um grupo invulgar de pessoas arrasadas pela guerra reúne-se em prol de um objetivo maior: preservar o lar e o legado literário de Jane Austen, uma das melhores romancistas inglesas de todos os tempos. Ao fundarem o Clube Jane Austen, os membros deste grupo tão diverso — um agricultor, uma jovem viúva, o médico local, uma estrela de cinema, entre outros — estão unidos no mesmo ideal. Enquanto se debatem numa luta silenciosa com as suas próprias mágoas e traumas, encontram no amor à literatura e nas palavras de uma das autoras mais celebradas da História uma razão para seguirem em frente, relembrando-nos assim do poder universal da literatura para redimir e curar. Tal como uma história escrita pela própria Austen, o primeiro romance de Jenner está repleto de momentos charmosos, personagens cativantes e relacionamentos cheios de nuances.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um romance poderoso e comovedor que explora as tragédias e triunfos da vida. Depois da Segunda Guerra Mundial, na pequena vila de Chawton, em Inglaterra, um grupo invulgar de pessoas arrasadas pela guerra reúne-se em prol de um objetivo maior: preservar o lar e o legado literário de Jane Austen, uma das melhores romancistas inglesas de todos os tempos. Ao fundarem o Clube Jane Austen, os membros deste grupo tão diverso — um agricultor, uma jovem viúva, o médico local, uma estrela de cinema, entre outros — estão unidos no mesmo ideal. Enquanto se debatem numa luta silenciosa com as suas próprias mágoas e traumas, encontram no amor à literatura e nas palavras de uma das autoras mais celebradas da História uma razão para seguirem em frente, relembrando-nos assim do poder universal da literatura para redimir e curar. Tal como uma história escrita pela própria Austen, o primeiro romance de Jenner está repleto de momentos charmosos, personagens cativantes e relacionamentos cheios de nuances.
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Edição: Mar 2011
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Pode um livro ser alvo de investigação policial como se de um crime se tratasse? Podem as suas páginas ser encaradas como pistas para um mistério com três séculos? Lucas Corso, especialista em descobrir edições raras, está a tentar responder a este enigma quando é incumbido de uma dupla missão: autenticar um manuscrito de Os Três Mosqueteiros e decifrar o mistério de um livro queimado em 1667 e que, afirma a lenda, foi co-escrito por Satanás. Dos arquivos do Santo Ofício às poeirentas estantes dos alfarrabistas e às mais selectas bibliotecas internacionais, Corso é atraído para uma teia de rituais satânicos, práticas ocultas e duelos com um elenco de personagens estranhamente semelhante ao da obra-prima de Alexandre Dumas. Auxiliado por uma beldade misteriosa com o nome de uma heroína de Arthur Conan Doyle, este "caçador de livros" parte de Madrid rumo a Paris, passando por Sintra, em perseguição de um sinistro e aparentemente omnisciente assassino. Parte mistério, parte puzzle, parte jogo intertextual, "O Clube Dumas" é uma das obras emblemáticas de um dos mais reputados escritores da actualidade. Foi adaptado para o cinema sob o título A Nona Porta, realizado por Roman Polanski e protagonizado por Johnny Depp.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Pode um livro ser alvo de investigação policial como se de um crime se tratasse? Podem as suas páginas ser encaradas como pistas para um mistério com três séculos? Lucas Corso, especialista em descobrir edições raras, está a tentar responder a este enigma quando é incumbido de uma dupla missão: autenticar um manuscrito de Os Três Mosqueteiros e decifrar o mistério de um livro queimado em 1667 e que, afirma a lenda, foi co-escrito por Satanás. Dos arquivos do Santo Ofício às poeirentas estantes dos alfarrabistas e às mais selectas bibliotecas internacionais, Corso é atraído para uma teia de rituais satânicos, práticas ocultas e duelos com um elenco de personagens estranhamente semelhante ao da obra-prima de Alexandre Dumas. Auxiliado por uma beldade misteriosa com o nome de uma heroína de Arthur Conan Doyle, este "caçador de livros" parte de Madrid rumo a Paris, passando por Sintra, em perseguição de um sinistro e aparentemente omnisciente assassino. Parte mistério, parte puzzle, parte jogo intertextual, "O Clube Dumas" é uma das obras emblemáticas de um dos mais reputados escritores da actualidade. Foi adaptado para o cinema sob o título A Nona Porta, realizado por Roman Polanski e protagonizado por Johnny Depp.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Gray tem apenas um objetivo para este negócio: derreter o meu coração até me ter de volta! Era uma típica segunda-feira de trabalho e o meu patrão pediu-me para convencer um novo cliente a escolher a nossa firma de advogados. Como eu precisava de agradar aos sócios-gerentes, abri o meu melhor sorriso e fui conhecer este empresário todo-poderoso. Mas nada me tinha preparado para o que iria encontrar na sala de reuniões. Ao ver quem lá estava, derramei o café, deixei cair a papelada ao chão e quase perdi o equilíbrio. E essa foi a parte boa do meu dia! Porque este homem deslumbrante — que me olhava como se quisesse comer-me viva — era nada mais nada menos do que Gray Westbrook, o meu ex-namorado e potencial cliente. Tentei assumir uma postura profissional, mas, no final da nossa reunião, ele aproximou-se de mim, com o olhar de desejo que me era tão familiar, e sussurrou-me ao ouvido com toda a sensualidade. Confiante e carismático, Gray já sabe o que quer, e julga que, ao forçar-me a trabalhar com ele, poderá voltar a entrar no meu coração depois de o ter partido. Mas eu não lhe vou dar mais nenhuma oportunidade, muito menos agora que estou prestes a ser sua advogada… Então, porque é que todo o meu corpo se acende quando ele me olha?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Gray tem apenas um objetivo para este negócio: derreter o meu coração até me ter de volta! Era uma típica segunda-feira de trabalho e o meu patrão pediu-me para convencer um novo cliente a escolher a nossa firma de advogados. Como eu precisava de agradar aos sócios-gerentes, abri o meu melhor sorriso e fui conhecer este empresário todo-poderoso. Mas nada me tinha preparado para o que iria encontrar na sala de reuniões. Ao ver quem lá estava, derramei o café, deixei cair a papelada ao chão e quase perdi o equilíbrio. E essa foi a parte boa do meu dia! Porque este homem deslumbrante — que me olhava como se quisesse comer-me viva — era nada mais nada menos do que Gray Westbrook, o meu ex-namorado e potencial cliente. Tentei assumir uma postura profissional, mas, no final da nossa reunião, ele aproximou-se de mim, com o olhar de desejo que me era tão familiar, e sussurrou-me ao ouvido com toda a sensualidade. Confiante e carismático, Gray já sabe o que quer, e julga que, ao forçar-me a trabalhar com ele, poderá voltar a entrar no meu coração depois de o ter partido. Mas eu não lhe vou dar mais nenhuma oportunidade, muito menos agora que estou prestes a ser sua advogada… Então, porque é que todo o meu corpo se acende quando ele me olha?
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Phoebe vive obcecada com a memória e a morte da irmã, Faith, uma bonita e idealista hippie morta em Itália em 1970. Para descobrir a verdade sobre a vida e a morte desta, Phoebe refaz, passo a passo, a viagem que antecedeu o trágico e misterioso fim de Faith, partindo de São Francisco e percorrendo toda a Europa - demanda que irá produzir revelações complexas e perturbantes sobre a família, o amor e uma geração perdida. Com o drama político e as tensões familiares como pano de fundo, este Circo Invisível é também uma viagem iniciática, a busca pela verdade de uma série de acontecimentos passados que é também a busca do indivíduo, no início da idade adulta, pelo sentido da sua própria existência. Do declínio da revolução hippie na América, ao calor da revolução estudantil na Europa, passando pelos movimentos radicais de esquerda da Alemanha, este envolvente primeiro romance de Jennifer Egan é um portentoso exemplo da sua invulgar mestria em criar suspense, personagens de grande profundidade e diversíssimos matizes de emoção.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Phoebe vive obcecada com a memória e a morte da irmã, Faith, uma bonita e idealista hippie morta em Itália em 1970. Para descobrir a verdade sobre a vida e a morte desta, Phoebe refaz, passo a passo, a viagem que antecedeu o trágico e misterioso fim de Faith, partindo de São Francisco e percorrendo toda a Europa - demanda que irá produzir revelações complexas e perturbantes sobre a família, o amor e uma geração perdida. Com o drama político e as tensões familiares como pano de fundo, este Circo Invisível é também uma viagem iniciática, a busca pela verdade de uma série de acontecimentos passados que é também a busca do indivíduo, no início da idade adulta, pelo sentido da sua própria existência. Do declínio da revolução hippie na América, ao calor da revolução estudantil na Europa, passando pelos movimentos radicais de esquerda da Alemanha, este envolvente primeiro romance de Jennifer Egan é um portentoso exemplo da sua invulgar mestria em criar suspense, personagens de grande profundidade e diversíssimos matizes de emoção.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um velho encenador evoca as grandes personagens - quase todas trágicas - que o marcaram dentro e fora de cena, sobre as tábuas do teatro ou no vasto palco da vida. À medida que desfia enredos e fisionomias, e recupera cenários reais ou efabulados, mantém um diálogo (às vezes agreste) com a sua própria memória - interlocutora fundamental para a recuperação desse passado, mas nem sempre fiável. Na estreia ficcional de Álvaro Laborinho Lúcio, a itinerância intelectual, a mobilidade geográfica e social, a diversidade de tipos humanos retratados e a total disponibilidade para melhor os conhecer e compreender derivam certamente do riquíssimo percurso pessoal e profissional do autor: foi juiz, procurador da República, procurador delegado do PGR, inspector do Ministério Público, ministro da Justiça, deputado à Assembleia da República, além de figura tutelar de organizações humanitárias e de cidadania. Sempre ligado à Justiça, operando num sector da vida pública em que a garantia dos direitos de uns passa pela supressão dos direitos de outros, Laborinho Lúcio presta aqui homenagem aos proscritos e esquecidos da sociedade, e restitui-lhes a estatura humana que lhe é devida.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um velho encenador evoca as grandes personagens - quase todas trágicas - que o marcaram dentro e fora de cena, sobre as tábuas do teatro ou no vasto palco da vida. À medida que desfia enredos e fisionomias, e recupera cenários reais ou efabulados, mantém um diálogo (às vezes agreste) com a sua própria memória - interlocutora fundamental para a recuperação desse passado, mas nem sempre fiável. Na estreia ficcional de Álvaro Laborinho Lúcio, a itinerância intelectual, a mobilidade geográfica e social, a diversidade de tipos humanos retratados e a total disponibilidade para melhor os conhecer e compreender derivam certamente do riquíssimo percurso pessoal e profissional do autor: foi juiz, procurador da República, procurador delegado do PGR, inspector do Ministério Público, ministro da Justiça, deputado à Assembleia da República, além de figura tutelar de organizações humanitárias e de cidadania. Sempre ligado à Justiça, operando num sector da vida pública em que a garantia dos direitos de uns passa pela supressão dos direitos de outros, Laborinho Lúcio presta aqui homenagem aos proscritos e esquecidos da sociedade, e restitui-lhes a estatura humana que lhe é devida.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O Céu que nos Protege é o grande romance de Paul Bowles. Foi escrito em grande parte no deserto, onde a ação se desenrola. Publicado em 1954, nele, como em toda a ficção de Bowles, reflete-se sobre o absurdo do mundo moderno, onde a crueza, a corrupção e a irrupção do desejo surge a par da inocência de quem não compreende nem julga. Kit e Port são um casal que percorre o Sahara: à medida que se adentram no deserto, arriscam-se continuamente e atraiçoam-se até a um ponto de não retorno, até à loucura ou à morte. Aqui, como em outras obras de Bowles, não há culpados; há uma hierarquia de valores, uma explicação do humano. Os escritos de Bowles têm operado uma enorme sedução sobre várias décadas de leitores. Gore Vidal considerou-o um dos expoentes da ficção americana.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O Céu que nos Protege é o grande romance de Paul Bowles. Foi escrito em grande parte no deserto, onde a ação se desenrola. Publicado em 1954, nele, como em toda a ficção de Bowles, reflete-se sobre o absurdo do mundo moderno, onde a crueza, a corrupção e a irrupção do desejo surge a par da inocência de quem não compreende nem julga. Kit e Port são um casal que percorre o Sahara: à medida que se adentram no deserto, arriscam-se continuamente e atraiçoam-se até a um ponto de não retorno, até à loucura ou à morte. Aqui, como em outras obras de Bowles, não há culpados; há uma hierarquia de valores, uma explicação do humano. Os escritos de Bowles têm operado uma enorme sedução sobre várias décadas de leitores. Gore Vidal considerou-o um dos expoentes da ficção americana.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Durante a Segunda Guerra Mundial, em Viena, Johannes Betzler, um membro fanático da Juventude Hitleriana, é ferido num ataque aéreo. Forçado a viver confinado à casa dos pais, descobre que estes escondem ilegalmente uma rapariga judia. A ideia de uma fugitiva silenciosa e vulnerável a viver por trás de uma parede falsa na sua própria casa horroriza-o. Após a repulsa inicial, cedo Johannes sente-se obcecado por Elsa. Subitamente, os pais desaparecem sem deixar rasto, e Johannes é a única pessoa que sabe da existência de Elsa. Dividido entre a responsabilidade pela sobrevivência da rapariga e a sua lealdade à pátria, a perceção que Johannes tem da realidade começa a dissolver-se no mundo em explosão do Terceiro Reich e no labirinto moral de situações impossíveis. Focando-se na cosmovisão de um jovem fanático num regime violento e manipulador, este é um romance comovente, perturbador, com alguns laivos de humor negro, que examina as verdades e as mentiras que nos mantêm vivos.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Durante a Segunda Guerra Mundial, em Viena, Johannes Betzler, um membro fanático da Juventude Hitleriana, é ferido num ataque aéreo. Forçado a viver confinado à casa dos pais, descobre que estes escondem ilegalmente uma rapariga judia. A ideia de uma fugitiva silenciosa e vulnerável a viver por trás de uma parede falsa na sua própria casa horroriza-o. Após a repulsa inicial, cedo Johannes sente-se obcecado por Elsa. Subitamente, os pais desaparecem sem deixar rasto, e Johannes é a única pessoa que sabe da existência de Elsa. Dividido entre a responsabilidade pela sobrevivência da rapariga e a sua lealdade à pátria, a perceção que Johannes tem da realidade começa a dissolver-se no mundo em explosão do Terceiro Reich e no labirinto moral de situações impossíveis. Focando-se na cosmovisão de um jovem fanático num regime violento e manipulador, este é um romance comovente, perturbador, com alguns laivos de humor negro, que examina as verdades e as mentiras que nos mantêm vivos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Quando chega a Olhão, numa tarde de sábado de 1936, Boris Skossyreff está sensivelmente a meio do seu turbulento e invulgar percurso: apátrida e falso aristocrata, já deixou para trás países, a espionagem, uma mulher legítima, uma amante e o trono de Andorra. Vem à procura de barco que o transporte até Marrocos. Vicissitudes várias levá-lo-ão, em vez disso, a Marselha, de volta a Portugal, à Guerra Civil de Espanha, a França, às hostes nazis, à prisão de Koblenz- -Metternich na Alemanha e a um gulag na Sibéria. Um romance picaresco e pós-moderno, em que a História da Europa do século xx se entretece com a saborosa petite histoire, conferindo às personagens ignoradas pela grande História o estatuto de protagonistas. Embora centrado na figura do russo Boris Skossyreff, O Centro do Mundo é também uma declaração de amor à cidade branca e cubista que seduziu Raul Brandão, por "pescadores comunistas e alegres" habitada, "onde o sentimento da igualdade é como em nenhum outro lugar".
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Quando chega a Olhão, numa tarde de sábado de 1936, Boris Skossyreff está sensivelmente a meio do seu turbulento e invulgar percurso: apátrida e falso aristocrata, já deixou para trás países, a espionagem, uma mulher legítima, uma amante e o trono de Andorra. Vem à procura de barco que o transporte até Marrocos. Vicissitudes várias levá-lo-ão, em vez disso, a Marselha, de volta a Portugal, à Guerra Civil de Espanha, a França, às hostes nazis, à prisão de Koblenz- -Metternich na Alemanha e a um gulag na Sibéria. Um romance picaresco e pós-moderno, em que a História da Europa do século xx se entretece com a saborosa petite histoire, conferindo às personagens ignoradas pela grande História o estatuto de protagonistas. Embora centrado na figura do russo Boris Skossyreff, O Centro do Mundo é também uma declaração de amor à cidade branca e cubista que seduziu Raul Brandão, por "pescadores comunistas e alegres" habitada, "onde o sentimento da igualdade é como em nenhum outro lugar".
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 722
Sinopse:
NOVO ENSAIO DE RU I TAVARES, um dos mais originais e sagazes historiadores portugueses. Como trabalhavam os censores portugueses? Que conclusões retiravam da leitura dos seus contemporâneos? Porque se viam como guardiões das "Luzes" e da "dignidade da luz pública"? E que impacto tiveram na preparação da chegada da modernidade? Estas são algumas das perguntas a que Rui Tavares procura responder no muito aguardado ensaio O Censor Iluminado. Mergulhando no pombalismo, o historiador analisa mais de 1500 relatórios de censura guardados na Torre do Tombo, bem como os livros que lhes deram origem. Há 250 anos, o Marquês de Pombal iniciou a revolução cultural que projectara para o reino de Portugal com a fundação de uma especialíssima instituição de censura: a Real Mesa Censória. Por decreto de Dom José I, foram nomeados intelectuais, autores e letrados para ler, interpretar e censurar todos os livros que fossem publicados, incluindo peças de teatro, dissertações académicas, e até os cartazes impressos e os cardápios dos restaurantes. Este livro segue a trajectória de vida e os interesses desses censores, interpreta as suas ideias dentro do grande movimento iluminista, e estabelece comparações entre "as ideias sobre as ideias" do presente e do passado em várias épocas distintas, conferindo um contexto de época mas também uma visão intemporal ao acto de censurar.
Nº Páginas: 722
Sinopse:
NOVO ENSAIO DE RU I TAVARES, um dos mais originais e sagazes historiadores portugueses. Como trabalhavam os censores portugueses? Que conclusões retiravam da leitura dos seus contemporâneos? Porque se viam como guardiões das "Luzes" e da "dignidade da luz pública"? E que impacto tiveram na preparação da chegada da modernidade? Estas são algumas das perguntas a que Rui Tavares procura responder no muito aguardado ensaio O Censor Iluminado. Mergulhando no pombalismo, o historiador analisa mais de 1500 relatórios de censura guardados na Torre do Tombo, bem como os livros que lhes deram origem. Há 250 anos, o Marquês de Pombal iniciou a revolução cultural que projectara para o reino de Portugal com a fundação de uma especialíssima instituição de censura: a Real Mesa Censória. Por decreto de Dom José I, foram nomeados intelectuais, autores e letrados para ler, interpretar e censurar todos os livros que fossem publicados, incluindo peças de teatro, dissertações académicas, e até os cartazes impressos e os cardápios dos restaurantes. Este livro segue a trajectória de vida e os interesses desses censores, interpreta as suas ideias dentro do grande movimento iluminista, e estabelece comparações entre "as ideias sobre as ideias" do presente e do passado em várias épocas distintas, conferindo um contexto de época mas também uma visão intemporal ao acto de censurar.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O Cavalo Espantado será, talvez mais que nenhum outro, [...] o romance da "destruição" do homem, em que surge, mais ou menos complexamente equacionado, um mundo velho que se desagrega em bloco: ou o romance da solidão, da angústia e da inação. Os milionários Jadwiga e Leo, refugiados austríacos, "judeus com dinheiro", em Lisboa, chegados à capital portuguesa em Fevereiro de 1939, são personagens que gravitam na orbita de um mundo que está a morrer (e eles recusam-se a morrer fisicamente), nem sequer são anti-nazistas convictos, querem é salvar a pele e todo o dinheiro possível. Que poderá Pedro Dias = Redol fazer por eles? Alexandre Pinheiro Torres
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O Cavalo Espantado será, talvez mais que nenhum outro, [...] o romance da "destruição" do homem, em que surge, mais ou menos complexamente equacionado, um mundo velho que se desagrega em bloco: ou o romance da solidão, da angústia e da inação. Os milionários Jadwiga e Leo, refugiados austríacos, "judeus com dinheiro", em Lisboa, chegados à capital portuguesa em Fevereiro de 1939, são personagens que gravitam na orbita de um mundo que está a morrer (e eles recusam-se a morrer fisicamente), nem sequer são anti-nazistas convictos, querem é salvar a pele e todo o dinheiro possível. Que poderá Pedro Dias = Redol fazer por eles? Alexandre Pinheiro Torres
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Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Eu estava longe de imaginar até que ponto a belíssima actriz María de Castro ia complicar a minha vida e a do capitão, colocando-nos a ambos em gravíssimo perigo; para não falar da coroa do rei Filipe IV, que por esses dias andou literalmente no gume de uma espada. Tudo isto me proponho contar nesta nova aventura, provando desta forma que não há loucura a que o homem não chegue, abismo a que não se debruce, e lance que o diabo não aproveite quando há uma mulher bonita pelo meio. A nova aventura do capitão Alatriste tem lugar nos vibrantes pátios de comédias da Madrid do século XVII. Cruzando-se com velhos amigos e velhos inimigos, e com as famosas personagens da época, como Lope de Vega, Calderón de la Barca e o capitão Alonso de Contreras, Diego Alatriste e Íñigo Balboa enfrentam uma perigosa conspiração na Corte de Filipe IV.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Eu estava longe de imaginar até que ponto a belíssima actriz María de Castro ia complicar a minha vida e a do capitão, colocando-nos a ambos em gravíssimo perigo; para não falar da coroa do rei Filipe IV, que por esses dias andou literalmente no gume de uma espada. Tudo isto me proponho contar nesta nova aventura, provando desta forma que não há loucura a que o homem não chegue, abismo a que não se debruce, e lance que o diabo não aproveite quando há uma mulher bonita pelo meio. A nova aventura do capitão Alatriste tem lugar nos vibrantes pátios de comédias da Madrid do século XVII. Cruzando-se com velhos amigos e velhos inimigos, e com as famosas personagens da época, como Lope de Vega, Calderón de la Barca e o capitão Alonso de Contreras, Diego Alatriste e Íñigo Balboa enfrentam uma perigosa conspiração na Corte de Filipe IV.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 552
Sinopse:
No último título da trilogia dedicada por João Paulo Oliveira e Costa aos "amigos do rei", a figura central é Joana, "a Louca". Filha dos Reis Católicos, mãe do poderoso Carlos V, irmã das duas primeiras mulheres de D. Manuel I, Joana ficou para a história como a possessiva mulher de Filipe, o Belo. Acusada de excessos por alguns, foi afastada do poder e enclausurada em Tordesilhas. Mas quem mais teria Joana amado? Voltou a rainha a apaixonar-se depois da morte de Filipe? Teve no seu íntimo outros amigos? Sobre estas interrogações se constrói uma fabulosa história de amor que tem por cenário a Europa trepidante do século XVI.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
No último título da trilogia dedicada por João Paulo Oliveira e Costa aos "amigos do rei", a figura central é Joana, "a Louca". Filha dos Reis Católicos, mãe do poderoso Carlos V, irmã das duas primeiras mulheres de D. Manuel I, Joana ficou para a história como a possessiva mulher de Filipe, o Belo. Acusada de excessos por alguns, foi afastada do poder e enclausurada em Tordesilhas. Mas quem mais teria Joana amado? Voltou a rainha a apaixonar-se depois da morte de Filipe? Teve no seu íntimo outros amigos? Sobre estas interrogações se constrói uma fabulosa história de amor que tem por cenário a Europa trepidante do século XVI.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 456
Sinopse:
1568 é um ano nefasto para o rei Filipe II: Faleceu o seu filho Carlos e a sua esposa Isabel de Valois, aumentaram os conflitos na Flandres e nas Alpujarras, as heresias protestante e calvinista avançaram na Europa e o Mediterrâneo está assolado pela pirataria berberisca e o ressurgir turco. Para enfrentar esta última ameaça, o rei dispõe da maior rede de espionagem conhecida na cristandade, embora os agentes duplos abundem e o grande turco disponha de informadores hábeis. Luis María Monroy de Villalobos, que acaba de entrar na ordem militar prestigiosa dos cavaleiros de Alcântara, já é um experiente guerreiro, viajante e espião. Em Segóvia, receberá o encargo de Filipe II pessoalmente para uma nova missão secreta: Viajar novamente para Istambul, fazendo-se passar por um comerciante rico de tecidos.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
1568 é um ano nefasto para o rei Filipe II: Faleceu o seu filho Carlos e a sua esposa Isabel de Valois, aumentaram os conflitos na Flandres e nas Alpujarras, as heresias protestante e calvinista avançaram na Europa e o Mediterrâneo está assolado pela pirataria berberisca e o ressurgir turco. Para enfrentar esta última ameaça, o rei dispõe da maior rede de espionagem conhecida na cristandade, embora os agentes duplos abundem e o grande turco disponha de informadores hábeis. Luis María Monroy de Villalobos, que acaba de entrar na ordem militar prestigiosa dos cavaleiros de Alcântara, já é um experiente guerreiro, viajante e espião. Em Segóvia, receberá o encargo de Filipe II pessoalmente para uma nova missão secreta: Viajar novamente para Istambul, fazendo-se passar por um comerciante rico de tecidos.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O Castelo dos Destinos Cruzados é uma obra de fantasia semiótica, repleta de enigmas, construída a partir das histórias entrelaçadas de um grupo de viajantes que o destino reuniu e que, tendo perdido a fala, têm como único meio de comunicação um baralho de cartas de tarot. É através da conjugação de várias cartas que cada personagem conta a sua história, mas cabe ao narrador interpretar as figuras enigmáticas que se sucedem, desvendando a partir delas as aventuras e desventuras dos seus companheiros. Mas, uma vez que as cartas de tarot estão sujeitas a múltiplas interpretações, as histórias que o narrador oferece ao leitor não são necessariamente aquelas que as mudas personagens pretendiam contar. Um livro que nos convida a mergulhar na encruzilhada das possibilidades da narração e da existência.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O Castelo dos Destinos Cruzados é uma obra de fantasia semiótica, repleta de enigmas, construída a partir das histórias entrelaçadas de um grupo de viajantes que o destino reuniu e que, tendo perdido a fala, têm como único meio de comunicação um baralho de cartas de tarot. É através da conjugação de várias cartas que cada personagem conta a sua história, mas cabe ao narrador interpretar as figuras enigmáticas que se sucedem, desvendando a partir delas as aventuras e desventuras dos seus companheiros. Mas, uma vez que as cartas de tarot estão sujeitas a múltiplas interpretações, as histórias que o narrador oferece ao leitor não são necessariamente aquelas que as mudas personagens pretendiam contar. Um livro que nos convida a mergulhar na encruzilhada das possibilidades da narração e da existência.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Cristalizado no coração de um inverno perpétuo, ergue-se um castelo despido, tão esbatido na paisagem que se diria ser uma cidadezinha miserável com um amontoado de casas aldeãs. K. é um agrimensor, ou talvez não, recrutado para lá prestar os seus serviços pelo invisível conde Westwest e pelos enigmáticos e inalcançáveis "senhores do Castelo". Perdido na burocracia labiríntica da administração condal, K. deambula pela aldeia, onde não é bem-vindo, envolve-se sexualmente com uma empregada de balcão, salta de um albergue para o outro, aceitando, por fim, o cargo de contínuo da escola. Na sua inconfundível escrita sem fôlego, Franz Kafka grava em O Castelo, romance póstumo e inacabado (como todos os três que escreveu), a força de uma narrativa que se debruça sobre a espera, a frustração e a impotência perante um mundo turvo e intransponível. A presente tradução, de Álvaro Gonçalves, segue o manuscrito original (cuja escrita Kafka iniciou em janeiro de 1922 e interrompeu definitivamente em setembro do mesmo ano), que anula as profundas alterações introduzidas pelo seu amigo e testamenteiro Max Brod, na sua primeira edição de 1926.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Cristalizado no coração de um inverno perpétuo, ergue-se um castelo despido, tão esbatido na paisagem que se diria ser uma cidadezinha miserável com um amontoado de casas aldeãs. K. é um agrimensor, ou talvez não, recrutado para lá prestar os seus serviços pelo invisível conde Westwest e pelos enigmáticos e inalcançáveis "senhores do Castelo". Perdido na burocracia labiríntica da administração condal, K. deambula pela aldeia, onde não é bem-vindo, envolve-se sexualmente com uma empregada de balcão, salta de um albergue para o outro, aceitando, por fim, o cargo de contínuo da escola. Na sua inconfundível escrita sem fôlego, Franz Kafka grava em O Castelo, romance póstumo e inacabado (como todos os três que escreveu), a força de uma narrativa que se debruça sobre a espera, a frustração e a impotência perante um mundo turvo e intransponível. A presente tradução, de Álvaro Gonçalves, segue o manuscrito original (cuja escrita Kafka iniciou em janeiro de 1922 e interrompeu definitivamente em setembro do mesmo ano), que anula as profundas alterações introduzidas pelo seu amigo e testamenteiro Max Brod, na sua primeira edição de 1926.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 104
Sinopse:
«O Caso Mental Português» é o título de um ensaio, publicado em 1932, que analisa o fenómeno do provincianismo como característica-chave da mentalidade portuguesa. Mas o «caso» dos portugueses vai surgindo nas reflexões de Pessoa ao longo da sua vida de escritor. Este livro reúne textos seus, dois dos quais inéditos, que se debruçam sobre variados aspetos do carácter português - o provincianismo, a falta de cultura enraizada, o excesso de imaginação, a incapacidade de iniciativa e a ausência de civismo, mas também o cosmopolitismo, a adaptabilidade instintiva. O todo constitui um acutilante e decerto discutível retrato da personalidade nacional nos tempos de Pessoa, talvez válido ainda nos dias de hoje.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
«O Caso Mental Português» é o título de um ensaio, publicado em 1932, que analisa o fenómeno do provincianismo como característica-chave da mentalidade portuguesa. Mas o «caso» dos portugueses vai surgindo nas reflexões de Pessoa ao longo da sua vida de escritor. Este livro reúne textos seus, dois dos quais inéditos, que se debruçam sobre variados aspetos do carácter português - o provincianismo, a falta de cultura enraizada, o excesso de imaginação, a incapacidade de iniciativa e a ausência de civismo, mas também o cosmopolitismo, a adaptabilidade instintiva. O todo constitui um acutilante e decerto discutível retrato da personalidade nacional nos tempos de Pessoa, talvez válido ainda nos dias de hoje.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"O objetivo principal deste estudo é indagar de que forma decorreu o processo de desmantelamento da polícia política da ditadura de António Oliveira Salazar e Marcelo Caetano, PIDE/DGS. Por outro lado, questiona-se se perdura a memória relativamente a essa importante instituição repressiva do regime deposto no 25 de Abril de 1974. Ao assumir o presente estudo um carácter historiográfico, a aproximação histórica, cronológica e genealógica do processo de justiça transicional em Portugal será aqui privilegiada. Aqui se observa de forma desenvolvida o que se foi passando ao longo do período entre 1974 e 1976, bem como, de forma mais breve, entre este último ano e os anos 80 do século XX. Serão ainda abrangidos alguns aspetos relacionados com a memória e a opinião pública nas diversas comemorações do 25 de Abril, para tentar detetar as diversas fases da memória do processo que desencadeou a democracia portuguesa." Capítulos I e II: Breve referência ao passado e ao processo de Justiça na sequência da Segunda Guerra Mundial. Capítulo III: a queda da Ditadura em Portugal e os últimos dias da PIDE/DGS. Capítulo IV: O que era a polícia política da Ditadura portuguesa; a primeira fase do processo do desmantelamento dessa polícia no período imediato ao 25 de Abril de 1974; a discussão no seio do MFA sobre o destino a dar-lhe e a criação da Comissão de Extinção da PIDE/DGS. Capítulo V: caracterização da atividade da Comissão de Extinção da PIDE/DGS ao longo de 1974 e no início de 1975. Capítulo VI: durante o chamado "Processo Revolucionário em Curso" (PREC), o qual terminou em 25 de Novembro de 1975, foi adotada a lei n.º 8/75, de criminalização dos elementos da PIDE/DGS. Capítulo VII: os resultados da rutura do 25 de Novembro de 1975 em termos de legislação para o processo de justiça transicional: esvaziamento dos objetivos da Lei n.º 8/75; nomeação de uma nova chefia da Comissão de Extinção da PIDE/DGS; libertação condicional dos elementos da PIDE/DGS, até à realização dos seus julgamentos em tribunal militar. Capítulo VIII: o período entre 1977, ano de "todas as libertações", e 1981, quando foi lida a sentença do "Caso Humberto Delgado". Capítulo IX (Epílogo): um balanço do processo de "saneamentos" políticos, característico do processo revolucionário português de 1974 e 1975; o período entre 1982, ano do fim da Comissão de Extinção da PIDE/DGS e do Conselho da Revolução, e 2014. Conclusões: caracterização das várias fases da memória da Ditadura e da polícia política em Portugal. Apêndices: Dados numéricos e estatísticos ilustradores da forma como se desenrolaram a instrução dos processos, o julgamento e a libertação dos elementos da ex-PIDE/DGS.
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"O objetivo principal deste estudo é indagar de que forma decorreu o processo de desmantelamento da polícia política da ditadura de António Oliveira Salazar e Marcelo Caetano, PIDE/DGS. Por outro lado, questiona-se se perdura a memória relativamente a essa importante instituição repressiva do regime deposto no 25 de Abril de 1974. Ao assumir o presente estudo um carácter historiográfico, a aproximação histórica, cronológica e genealógica do processo de justiça transicional em Portugal será aqui privilegiada. Aqui se observa de forma desenvolvida o que se foi passando ao longo do período entre 1974 e 1976, bem como, de forma mais breve, entre este último ano e os anos 80 do século XX. Serão ainda abrangidos alguns aspetos relacionados com a memória e a opinião pública nas diversas comemorações do 25 de Abril, para tentar detetar as diversas fases da memória do processo que desencadeou a democracia portuguesa." Capítulos I e II: Breve referência ao passado e ao processo de Justiça na sequência da Segunda Guerra Mundial. Capítulo III: a queda da Ditadura em Portugal e os últimos dias da PIDE/DGS. Capítulo IV: O que era a polícia política da Ditadura portuguesa; a primeira fase do processo do desmantelamento dessa polícia no período imediato ao 25 de Abril de 1974; a discussão no seio do MFA sobre o destino a dar-lhe e a criação da Comissão de Extinção da PIDE/DGS. Capítulo V: caracterização da atividade da Comissão de Extinção da PIDE/DGS ao longo de 1974 e no início de 1975. Capítulo VI: durante o chamado "Processo Revolucionário em Curso" (PREC), o qual terminou em 25 de Novembro de 1975, foi adotada a lei n.º 8/75, de criminalização dos elementos da PIDE/DGS. Capítulo VII: os resultados da rutura do 25 de Novembro de 1975 em termos de legislação para o processo de justiça transicional: esvaziamento dos objetivos da Lei n.º 8/75; nomeação de uma nova chefia da Comissão de Extinção da PIDE/DGS; libertação condicional dos elementos da PIDE/DGS, até à realização dos seus julgamentos em tribunal militar. Capítulo VIII: o período entre 1977, ano de "todas as libertações", e 1981, quando foi lida a sentença do "Caso Humberto Delgado". Capítulo IX (Epílogo): um balanço do processo de "saneamentos" políticos, característico do processo revolucionário português de 1974 e 1975; o período entre 1982, ano do fim da Comissão de Extinção da PIDE/DGS e do Conselho da Revolução, e 2014. Conclusões: caracterização das várias fases da memória da Ditadura e da polícia política em Portugal. Apêndices: Dados numéricos e estatísticos ilustradores da forma como se desenrolaram a instrução dos processos, o julgamento e a libertação dos elementos da ex-PIDE/DGS.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Com O Casamento, Os Jogadores (peças acabadas) e os "fragmentos e cenas", contidos neste volume, fica abrangido o essencial da obra dramática de Nikolai Gógol. Realçamos a importância de O Casamento, uma farsa que evoca a trivialidade do mundo - o herói é um poltrão, um homem inconsistente, que inquieta pela sua vulgaridade. Como tudo em Gógol acaba por ser "autobiográfico", não é difícil descortinarmos na incapacidade desta personagem para se decidir a favor ou contra o casamento uma similitude com a falta de vontade crónica do próprio Gógol, que pedia a opinião de toda a gente para depois fazer precisamente o contrário (como descobriu Jean Nivat no decurso dos seus estudos profundos sobre a obra e a vida do autor).
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Com O Casamento, Os Jogadores (peças acabadas) e os "fragmentos e cenas", contidos neste volume, fica abrangido o essencial da obra dramática de Nikolai Gógol. Realçamos a importância de O Casamento, uma farsa que evoca a trivialidade do mundo - o herói é um poltrão, um homem inconsistente, que inquieta pela sua vulgaridade. Como tudo em Gógol acaba por ser "autobiográfico", não é difícil descortinarmos na incapacidade desta personagem para se decidir a favor ou contra o casamento uma similitude com a falta de vontade crónica do próprio Gógol, que pedia a opinião de toda a gente para depois fazer precisamente o contrário (como descobriu Jean Nivat no decurso dos seus estudos profundos sobre a obra e a vida do autor).
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em apenas 24 horas - aquelas que antecedem o casamento de Glorinha, menina dos olhos do seu pai (até em demasia) - o autor concentra nesta narrativa um desfile intenso de todas as obsessões que tanto o mitificaram como o tornaram maldito: adultério, incesto, moralismo, sexo e morte. Sabino, o pai, é informado que o seu genro foi apanhado a beijar outro homem e tem de decidir o que fazer: o problema é que um casamento não se adia, nem que para isso todas as vidas envolvidas fiquem viradas do avesso. O Casamento é o único romance em nome próprio no meio das dezenas de peças de teatro e centenas de crónicas e ficções curtas escritas por Nelson Rodrigues. O livro foi feito por encomenda, concluído em apenas dois meses, e foi confiscado pela ditadura brasileira logo depois de ter sido publicado em 1966 por ser considerado "um atentado contra a organização da família".
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em apenas 24 horas - aquelas que antecedem o casamento de Glorinha, menina dos olhos do seu pai (até em demasia) - o autor concentra nesta narrativa um desfile intenso de todas as obsessões que tanto o mitificaram como o tornaram maldito: adultério, incesto, moralismo, sexo e morte. Sabino, o pai, é informado que o seu genro foi apanhado a beijar outro homem e tem de decidir o que fazer: o problema é que um casamento não se adia, nem que para isso todas as vidas envolvidas fiquem viradas do avesso. O Casamento é o único romance em nome próprio no meio das dezenas de peças de teatro e centenas de crónicas e ficções curtas escritas por Nelson Rodrigues. O livro foi feito por encomenda, concluído em apenas dois meses, e foi confiscado pela ditadura brasileira logo depois de ter sido publicado em 1966 por ser considerado "um atentado contra a organização da família".
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