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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Toda a minha vida pode ser resumida neste meu esforço incessante de convencer os outros." Adolf Hitler, 1942 Adolf Hitler era um líder improvável — alimentado por ódio, incapaz de aceitar uma crítica, socialmente e emocionalmente inadequado — e, no entanto, atraiu multidões. Como foi possível que se tenha tornado uma figura tão atrativa para milhões de pessoas? Essa é a pergunta que norteia este livro. Laurence Rees investiga a forma como Hitler construiu o seu mito e fez uso do seu carisma até se transformar num quase "messias" com contornos semidivinos — da retórica pomposa dos primeiros discursos antissemitas às massivas demonstrações de adoração retratadas nos filmes de Leni Riefenstahl —, entretecendo a personagem e a figura pública, para as confrontar com os testemunhos das vítimas do seu encanto e os seus opositores mais ferozes. Ao mesmo tempo uma visão histórico-psicológica surpreendente e um estudo esclarecedor dos mecanismos de manipulação e credulidade humanas, este livro analisa a natureza do apelo de Hitler e revela o papel que o seu suposto "carisma" desempenhou no seu sucesso.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Toda a minha vida pode ser resumida neste meu esforço incessante de convencer os outros." Adolf Hitler, 1942 Adolf Hitler era um líder improvável — alimentado por ódio, incapaz de aceitar uma crítica, socialmente e emocionalmente inadequado — e, no entanto, atraiu multidões. Como foi possível que se tenha tornado uma figura tão atrativa para milhões de pessoas? Essa é a pergunta que norteia este livro. Laurence Rees investiga a forma como Hitler construiu o seu mito e fez uso do seu carisma até se transformar num quase "messias" com contornos semidivinos — da retórica pomposa dos primeiros discursos antissemitas às massivas demonstrações de adoração retratadas nos filmes de Leni Riefenstahl —, entretecendo a personagem e a figura pública, para as confrontar com os testemunhos das vítimas do seu encanto e os seus opositores mais ferozes. Ao mesmo tempo uma visão histórico-psicológica surpreendente e um estudo esclarecedor dos mecanismos de manipulação e credulidade humanas, este livro analisa a natureza do apelo de Hitler e revela o papel que o seu suposto "carisma" desempenhou no seu sucesso.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Nesta fascinante compilação de textos diarísticos - recolhida dos seus cadernos e publicada postumamente - Bukowski descreve-nos com profunda candura e sentido de humor os acontecimentos e reflexões que vão pontuando aqueles que serão os seus três últimos anos de vida. Tudo isto com o inconfundível estilo de Bukowski - o artista maior do que a própria Humanidade que retrata.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Nesta fascinante compilação de textos diarísticos - recolhida dos seus cadernos e publicada postumamente - Bukowski descreve-nos com profunda candura e sentido de humor os acontecimentos e reflexões que vão pontuando aqueles que serão os seus três últimos anos de vida. Tudo isto com o inconfundível estilo de Bukowski - o artista maior do que a própria Humanidade que retrata.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Joseph Rudyard Kipling, notável escritor de contos, dos mais variados temas, muitos dos quais autobiográficos, era um amante de animais, em especial de cães. Todos estes contos revelam a paixão do autor pelos cães e em alguns, o mais curioso, é a exploração da visão dos homens e do mundo pelos cães.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Joseph Rudyard Kipling, notável escritor de contos, dos mais variados temas, muitos dos quais autobiográficos, era um amante de animais, em especial de cães. Todos estes contos revelam a paixão do autor pelos cães e em alguns, o mais curioso, é a exploração da visão dos homens e do mundo pelos cães.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Breviário de uma geração, O Canto e as Armas articula paciente, mas indesistivelmente, aquilo que o autor segreda ao ouvido de uma mítica destinatária, a quem interpela como "Penélope que bordas de saudade", e no "amor em que me prendes", e que "é Liberdade", "palavra clandestina em Portugal / que se escreve em todas as harpas do vento." Contrapondo a incandescência das "armas" a uma outra, e porventura utópica, a do "canto", esta voz remete-nos a um destino hegemónico que consagra os artefactos da alta poesia, os quais, publicados e apreendidos pela censura, mas circulando em cópias manuscritas e dactilografadas, e novamente apreendidas, e novamente publicadas, duram como se verifica quatro décadas mais tarde. Eis pois o que erige um poeta, e o que o assinala, para além de quanto ele for, e de quanto quiser assinalar. Calem-se definitivamente, ou quase, as armas multímodas, e até as que se guardarem no avesso do gabão para surgirem em solertes assaltos. Só nesse instante o canto, o de Manuel Alegre, e o nosso através dele, poderá escutar-se em perfeita serenidade." (do Prefácio de Mário Cláudio)
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Breviário de uma geração, O Canto e as Armas articula paciente, mas indesistivelmente, aquilo que o autor segreda ao ouvido de uma mítica destinatária, a quem interpela como "Penélope que bordas de saudade", e no "amor em que me prendes", e que "é Liberdade", "palavra clandestina em Portugal / que se escreve em todas as harpas do vento." Contrapondo a incandescência das "armas" a uma outra, e porventura utópica, a do "canto", esta voz remete-nos a um destino hegemónico que consagra os artefactos da alta poesia, os quais, publicados e apreendidos pela censura, mas circulando em cópias manuscritas e dactilografadas, e novamente apreendidas, e novamente publicadas, duram como se verifica quatro décadas mais tarde. Eis pois o que erige um poeta, e o que o assinala, para além de quanto ele for, e de quanto quiser assinalar. Calem-se definitivamente, ou quase, as armas multímodas, e até as que se guardarem no avesso do gabão para surgirem em solertes assaltos. Só nesse instante o canto, o de Manuel Alegre, e o nosso através dele, poderá escutar-se em perfeita serenidade." (do Prefácio de Mário Cláudio)
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Entre Banguecoque e Las Vegas, José Luís Peixoto regressa à não-ficção com um livro surpreendente, repleto de camadas, de relações imprevistas, transitando do relato mais íntimo às descrições mais remotas e exuberantes. O Caminho Imperfeito é, em si próprio, a longa viagem a uma Tailândia para lá dos lugares-comuns do turismo, explorando aspetos menos conhecidos da sua cultura, sociedade, história, religiosidade, entre muitos outros. A sinistra descoberta de várias encomendas contendo partes de corpo humano numa estação de correios de Banguecoque fará que, com consequências imprevisíveis, a deambulação se transforme em demanda. Todos os episódios dessa excêntrica investigação formam "O Caminho Imperfeito" e, ao mesmo tempo, constituem uma busca pelo sentido das próprias viagens, da escrita e da vida.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Entre Banguecoque e Las Vegas, José Luís Peixoto regressa à não-ficção com um livro surpreendente, repleto de camadas, de relações imprevistas, transitando do relato mais íntimo às descrições mais remotas e exuberantes. O Caminho Imperfeito é, em si próprio, a longa viagem a uma Tailândia para lá dos lugares-comuns do turismo, explorando aspetos menos conhecidos da sua cultura, sociedade, história, religiosidade, entre muitos outros. A sinistra descoberta de várias encomendas contendo partes de corpo humano numa estação de correios de Banguecoque fará que, com consequências imprevisíveis, a deambulação se transforme em demanda. Todos os episódios dessa excêntrica investigação formam "O Caminho Imperfeito" e, ao mesmo tempo, constituem uma busca pelo sentido das próprias viagens, da escrita e da vida.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 368
Sinopse:
""O Caminho Fica Longe" foi o primeiro romance de Vergílio Ferreira, escrito em 1939 e publicado em 1943. Juntamente com "Onde Tudo Foi Morrendo" e "Vagão J", integra a trilogia neorrealista que inaugura a obra romanesca de Vergílio Ferreira. Esta edição, que aqui se publica, inclui as alterações que Vergílio Ferreira introduziu sobre a primeira edição, de resto apreendida pela censura." Da Apresentação de Helder Godinho
Nº Páginas: 368
Sinopse:
""O Caminho Fica Longe" foi o primeiro romance de Vergílio Ferreira, escrito em 1939 e publicado em 1943. Juntamente com "Onde Tudo Foi Morrendo" e "Vagão J", integra a trilogia neorrealista que inaugura a obra romanesca de Vergílio Ferreira. Esta edição, que aqui se publica, inclui as alterações que Vergílio Ferreira introduziu sobre a primeira edição, de resto apreendida pela censura." Da Apresentação de Helder Godinho
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"No momento em que Portugal abandonava as últimas ilusões épicas e o mundo nos descobria como paraíso turístico, Lídia Jorge, cronista minuciosa e irónica da metamorfose do nosso secular Cais das Merendas, em vitrina cosmopolita, inventou-nos uma singular epopeia. A epopeia virtual, cândida, perversa e cómica - com uma gota de sangue por cima - de quem daqui em diante, habitará a História dos Outros como se fosse nossa." - Eduardo Lourenço.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"No momento em que Portugal abandonava as últimas ilusões épicas e o mundo nos descobria como paraíso turístico, Lídia Jorge, cronista minuciosa e irónica da metamorfose do nosso secular Cais das Merendas, em vitrina cosmopolita, inventou-nos uma singular epopeia. A epopeia virtual, cândida, perversa e cómica - com uma gota de sangue por cima - de quem daqui em diante, habitará a História dos Outros como se fosse nossa." - Eduardo Lourenço.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Thelma é mãe solteira de Louis, um adolescente de 12 anos. Como todas as mães, faria tudo pelo seu filho, mas as solicitações de uma vida profissional exigente sobrepõem-se mais vezes do que seria desejável aos pedidos de atenção do jovem. Numa fatídica manhã, tudo muda: irritado com a falta de atenção da mãe, zangado e desiludido, Louis acelera no seu skate e, poucos metros adiante, é colhido por um camião. No hospital, o prognóstico é pouco animador. Louis está em coma e não há sinais de recuperação. Thelma enfrenta o seu pior pesadelo. Em casa, enquanto reúne algumas coisas do filho, Thelma encontra um caderno onde Louis tem vindo a registar os sonhos que gostaria de concretizar. A mãe decide, então, viver por ele cada um desses sonhos. Talvez recupere. Talvez volte para ela. E, se não voltar, Louis terá pelo menos vivido pelas histórias da mãe a vida com que sempre sonhou. Uma história comovente sobre amor, família, esperança e, acima de tudo, sobre o que é realmente importante na vida.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Thelma é mãe solteira de Louis, um adolescente de 12 anos. Como todas as mães, faria tudo pelo seu filho, mas as solicitações de uma vida profissional exigente sobrepõem-se mais vezes do que seria desejável aos pedidos de atenção do jovem. Numa fatídica manhã, tudo muda: irritado com a falta de atenção da mãe, zangado e desiludido, Louis acelera no seu skate e, poucos metros adiante, é colhido por um camião. No hospital, o prognóstico é pouco animador. Louis está em coma e não há sinais de recuperação. Thelma enfrenta o seu pior pesadelo. Em casa, enquanto reúne algumas coisas do filho, Thelma encontra um caderno onde Louis tem vindo a registar os sonhos que gostaria de concretizar. A mãe decide, então, viver por ele cada um desses sonhos. Talvez recupere. Talvez volte para ela. E, se não voltar, Louis terá pelo menos vivido pelas histórias da mãe a vida com que sempre sonhou. Uma história comovente sobre amor, família, esperança e, acima de tudo, sobre o que é realmente importante na vida.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Disseram-me que reservaram para mim um espaço no blogue e que devo escrever para ele, o que for, comentários, reflexões, simples opiniões sobre isto e aquilo, enfim, o que vier a talhe de foice. Esta obra reúne o conjunto de textos diários balizados temporalmente entre setembro de 2008 e novembro de 2009. Representa as reflexões, as opiniões, as sugestões, críticas aos mais diversos assuntos e sobre as mais diversas questões. Uma obra em construção que conta com os artigos diários de Saramago publicados na página infinita da Internet." José Saramago "[…] Escrevo este prefácio porque sinto ter alguma experiência em comum com o amigo Saramago, que é a de escrever livros (por um lado), e por outro a de nos ocuparmos de crítica de costumes num semanário. Sendo o segundo tipo de escrita mais claro e divulgador que o outro, muita gente me tem perguntado se eu não despejaria nas pequenas peças periódicas reflexões mais amplas feitas nos livros maiores. Não, respondo eu, ensina-me a experiência (mas creio que o ensina a todos os que se encontrarem em situação análoga) que é o impulso de irritação, a dica satírica, a chicotada crítica escrita à pressa, que fornecerá a seguir o material para uma reflexão ensaística ou narrativa mais desenvolvida. É a escrita diária que inspira as obras de maior empenho, e não o contrário." Umberto Eco Caligrafia da capa por JOÃO DE MELO
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Disseram-me que reservaram para mim um espaço no blogue e que devo escrever para ele, o que for, comentários, reflexões, simples opiniões sobre isto e aquilo, enfim, o que vier a talhe de foice. Esta obra reúne o conjunto de textos diários balizados temporalmente entre setembro de 2008 e novembro de 2009. Representa as reflexões, as opiniões, as sugestões, críticas aos mais diversos assuntos e sobre as mais diversas questões. Uma obra em construção que conta com os artigos diários de Saramago publicados na página infinita da Internet." José Saramago "[…] Escrevo este prefácio porque sinto ter alguma experiência em comum com o amigo Saramago, que é a de escrever livros (por um lado), e por outro a de nos ocuparmos de crítica de costumes num semanário. Sendo o segundo tipo de escrita mais claro e divulgador que o outro, muita gente me tem perguntado se eu não despejaria nas pequenas peças periódicas reflexões mais amplas feitas nos livros maiores. Não, respondo eu, ensina-me a experiência (mas creio que o ensina a todos os que se encontrarem em situação análoga) que é o impulso de irritação, a dica satírica, a chicotada crítica escrita à pressa, que fornecerá a seguir o material para uma reflexão ensaística ou narrativa mais desenvolvida. É a escrita diária que inspira as obras de maior empenho, e não o contrário." Umberto Eco Caligrafia da capa por JOÃO DE MELO
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 152
Sinopse:
São vinte e dois contos. Entre o cacto e a rosa da vida. Entre os grãos de areia da ampulheta do acontecer e do sentir. O tempo e o infinito. Deus e o mistério. A realida-de da ficção e a ficção da realidade. A busca e a inquietude. A memória e a poeira. O silêncio e a luz A candura e a ilusão. O humor e a liberdade. O ser que há para além do estar. O começar sempre.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
São vinte e dois contos. Entre o cacto e a rosa da vida. Entre os grãos de areia da ampulheta do acontecer e do sentir. O tempo e o infinito. Deus e o mistério. A realida-de da ficção e a ficção da realidade. A busca e a inquietude. A memória e a poeira. O silêncio e a luz A candura e a ilusão. O humor e a liberdade. O ser que há para além do estar. O começar sempre.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Quando José é convocado pelo velho patriarca da família, com quem não fala há anos, a sua perplexidade é enorme e, por isso, inescapável a recordação do verão de 1982, em que o avô - nadador de longas distâncias e anticomunista fanático, a quem o cancro levou todas as mulheres - o foi buscar a uma aldeia algarvia onde a mãe o deixara com uma estranha, decidido a tornar-se o pai que ele nunca tivera. Foi nesse verão que a perigosa quadrilha de Mancha Negra fugiu da cadeia, provocando uma caça ao homem sem precedentes que deixou o País em sobressalto; que José mergulhou da rocha mais alta e que foi atingido por um raio, julgando assim ganhar os superpoderes necessários para descobrir o paradeiro dos bandidos e resolver o mistério do desaparecimento da mãe; e que, na companhia de um rafeiro chamado Rocky e de três amigos extraordinários, viu nascer dentro de si uma força e uma ferida que, mais tarde, o levariam a tentar corrigir os males do mundo pelas próprias mãos. As memórias da vida numa mansão do Estoril, com o avô austero, uma tia devota e uma prima cúmplice, levam-no a regressar à serra algarvia 30 anos depois, para resgatar o que ficou dessas férias grandes, descobrindo, afinal, o que precisava de saber sobre si próprio. "O Caçador do Verão" é um romance fascinante sobre a importância da família e da infância nas nossas vidas, que recupera um tempo em que Portugal se aproximava velozmente da Europa, com tudo o que isso tinha de grato e fatídico.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Quando José é convocado pelo velho patriarca da família, com quem não fala há anos, a sua perplexidade é enorme e, por isso, inescapável a recordação do verão de 1982, em que o avô - nadador de longas distâncias e anticomunista fanático, a quem o cancro levou todas as mulheres - o foi buscar a uma aldeia algarvia onde a mãe o deixara com uma estranha, decidido a tornar-se o pai que ele nunca tivera. Foi nesse verão que a perigosa quadrilha de Mancha Negra fugiu da cadeia, provocando uma caça ao homem sem precedentes que deixou o País em sobressalto; que José mergulhou da rocha mais alta e que foi atingido por um raio, julgando assim ganhar os superpoderes necessários para descobrir o paradeiro dos bandidos e resolver o mistério do desaparecimento da mãe; e que, na companhia de um rafeiro chamado Rocky e de três amigos extraordinários, viu nascer dentro de si uma força e uma ferida que, mais tarde, o levariam a tentar corrigir os males do mundo pelas próprias mãos. As memórias da vida numa mansão do Estoril, com o avô austero, uma tia devota e uma prima cúmplice, levam-no a regressar à serra algarvia 30 anos depois, para resgatar o que ficou dessas férias grandes, descobrindo, afinal, o que precisava de saber sobre si próprio. "O Caçador do Verão" é um romance fascinante sobre a importância da família e da infância nas nossas vidas, que recupera um tempo em que Portugal se aproximava velozmente da Europa, com tudo o que isso tinha de grato e fatídico.
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Edição: Ago 2017
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em O Caçador de Sonhos, Lord Winter, um aventureiro britânico, parte em busca de uma égua lendária na península árabe. Guiado por um jovem beduíno, descobre que seu guia é, na verdade, Zenia Stanhope, filha da Rainha do Deserto. A travessia pelo deserto revela perigos e aproximações inesperadas, levando-os a confrontar sentimentos profundos e dilemas pessoais. Ao chegar à Inglaterra, Zenia enfrenta um novo mundo de elegância e conforto, mas também o regresso de Winter, desafiando suas escolhas e sentimentos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em O Caçador de Sonhos, Lord Winter, um aventureiro britânico, parte em busca de uma égua lendária na península árabe. Guiado por um jovem beduíno, descobre que seu guia é, na verdade, Zenia Stanhope, filha da Rainha do Deserto. A travessia pelo deserto revela perigos e aproximações inesperadas, levando-os a confrontar sentimentos profundos e dilemas pessoais. Ao chegar à Inglaterra, Zenia enfrenta um novo mundo de elegância e conforto, mas também o regresso de Winter, desafiando suas escolhas e sentimentos.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Toda a verdade sobre a situação explosiva do domínio do Norte de Moçambique pelo Daesh. É o primeiro livro a nível mundial que revela em primeira mão o que se está a passar na zona de Cabo Delgado: a conquista e subjugação das populações, a violência bárbara com recurso a decapitações e execuções sumárias, a exploração das pessoas e dos recursos disponíveis, a impotência das autoridades moçambicanas em impor a ordem e a paz social. Um livro de grande actualidade que desvenda uma realidade tão chocante quanto desconhecida.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Toda a verdade sobre a situação explosiva do domínio do Norte de Moçambique pelo Daesh. É o primeiro livro a nível mundial que revela em primeira mão o que se está a passar na zona de Cabo Delgado: a conquista e subjugação das populações, a violência bárbara com recurso a decapitações e execuções sumárias, a exploração das pessoas e dos recursos disponíveis, a impotência das autoridades moçambicanas em impor a ordem e a paz social. Um livro de grande actualidade que desvenda uma realidade tão chocante quanto desconhecida.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Ninguém sabe ao certo explicar o que levou ao fim do sonho da Revolução Francesa. Há quem diga que foi a questão do Mónaco. A verdade é que, descontentes com o presidente em funções, os partidos franceses no poder veem-se, num fevereiro de 19..., reunidos durante longos dias de discussão, e acabam por votar unanimemente uma solução impensável: restaurar a monarquia. É assim que o astrónomo amador Pepino Arnulf Héristal, descendente de Carlos Magno, se vê coroado rei. No fundo, Pepino, Marie, a sua mulher, e Clotilde, a nova princesa, não entendem o que fazer enquanto família real, mas está tudo bem, pois há jogos de bastidores que continuam a controlar o Governo. Naquela que é a sua única obra de verdadeira sátira política, John Steinbeck convoca o seu lado mais mordaz para contar a história de "O Breve Reinado de Pepino IV". Publicada em 1957, esta aventura lembrava ao mundo os valores republicanos que impulsionaram a democracia europeia: liberdade, igualdade e... oportunidade?!
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Ninguém sabe ao certo explicar o que levou ao fim do sonho da Revolução Francesa. Há quem diga que foi a questão do Mónaco. A verdade é que, descontentes com o presidente em funções, os partidos franceses no poder veem-se, num fevereiro de 19..., reunidos durante longos dias de discussão, e acabam por votar unanimemente uma solução impensável: restaurar a monarquia. É assim que o astrónomo amador Pepino Arnulf Héristal, descendente de Carlos Magno, se vê coroado rei. No fundo, Pepino, Marie, a sua mulher, e Clotilde, a nova princesa, não entendem o que fazer enquanto família real, mas está tudo bem, pois há jogos de bastidores que continuam a controlar o Governo. Naquela que é a sua única obra de verdadeira sátira política, John Steinbeck convoca o seu lado mais mordaz para contar a história de "O Breve Reinado de Pepino IV". Publicada em 1957, esta aventura lembrava ao mundo os valores republicanos que impulsionaram a democracia europeia: liberdade, igualdade e... oportunidade?!
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Depois da Amazónia e dos Himalaias - cenários dos primeiros livros da trilogia -, desta vez a aventura decorre em África, onde Nadia e Alexander acompanham a avó Kate em mais uma expedição da "International Geographic". Uma série de peripécias e os ciúmes de um elefante vão animar a semana que o grupo passa num safari. Mas o aparecimento de um padre espanhol vai alterar completamente os planos de terminar a reportagem e voltar para a capital, arrastando todo o grupo para um bosque misterioso habitado por pigmeus. Aí, e seguindo o rasto de dois missionários desaparecidos, instalam-se numa aldeia governada pelo rei Kosongo, pelo comandante Mbembelé e pelo bruxo Sombe, um triunvirato assustador que escraviza os pigmeus e o seu próprio povo para enriquecer com o contrabando. Em "O Bosque dos Pigmeus", o livro que encerra a trilogia "As Memórias da Águia e do Jaguar", Isabel Allende faz-nos descobrir novamente um mundo mágico e misterioso.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Depois da Amazónia e dos Himalaias - cenários dos primeiros livros da trilogia -, desta vez a aventura decorre em África, onde Nadia e Alexander acompanham a avó Kate em mais uma expedição da "International Geographic". Uma série de peripécias e os ciúmes de um elefante vão animar a semana que o grupo passa num safari. Mas o aparecimento de um padre espanhol vai alterar completamente os planos de terminar a reportagem e voltar para a capital, arrastando todo o grupo para um bosque misterioso habitado por pigmeus. Aí, e seguindo o rasto de dois missionários desaparecidos, instalam-se numa aldeia governada pelo rei Kosongo, pelo comandante Mbembelé e pelo bruxo Sombe, um triunvirato assustador que escraviza os pigmeus e o seu próprio povo para enriquecer com o contrabando. Em "O Bosque dos Pigmeus", o livro que encerra a trilogia "As Memórias da Águia e do Jaguar", Isabel Allende faz-nos descobrir novamente um mundo mágico e misterioso.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 138
Sinopse:
Com 22 desenhos de João Cutileiro e versão portuguesa de Eugénia de Vasconcellos, este é um livro de poemas eróticos, mas é mais do que um livro de poemas eróticos. Por causa deste livro, "O Bordel das Musas ou as nove donzelas putas", o seu autor, Claude Le Petit, foi queimado na fogueira, em Paris, no século XVII. À escandalosa ousadia e irreverências dos poemas, esta edição junta 22 desenhos originais do escultor João Cutileiro, feitos expressamente para este livro. Esta é uma edição bilingue. Os poemas de Claude Le Petit são publicados no francês original e na versão portuguesa de um poeta, Eugénia de Vasconcellos. Esta é uma edição única, com grande valor para coleccionadores e bibliófilos.
Nº Páginas: 138
Sinopse:
Com 22 desenhos de João Cutileiro e versão portuguesa de Eugénia de Vasconcellos, este é um livro de poemas eróticos, mas é mais do que um livro de poemas eróticos. Por causa deste livro, "O Bordel das Musas ou as nove donzelas putas", o seu autor, Claude Le Petit, foi queimado na fogueira, em Paris, no século XVII. À escandalosa ousadia e irreverências dos poemas, esta edição junta 22 desenhos originais do escultor João Cutileiro, feitos expressamente para este livro. Esta é uma edição bilingue. Os poemas de Claude Le Petit são publicados no francês original e na versão portuguesa de um poeta, Eugénia de Vasconcellos. Esta é uma edição única, com grande valor para coleccionadores e bibliófilos.
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Edição: Ago 2014
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Venha conhecer O URSO - o gato que transporta o peso do mundo sobre os seus ombros peludos e cujos olhos sábios e semelhantes aos de um mocho parecem perguntar: Por favor, podes dizer-me porque é que sou um gato? Tal como muitos intelectuais, O Urso teria preferido uma vida calma de solidão com imenso tempo para contemplar desoladamente o mundo e refletir sobre os males da sociedade. Lamentavelmente, está condenado a passar os seus dias rodeado de felinos com QI significativamente inferiores ao seu… RALPH: um tigrado belo e vaidoso, que morre de medo do estendal da roupa. SHIPLEY: um rufia malcriado e campeão da caça aos ratos, que fica insensível quando virado de cabeça para baixo. ROSCOE: uma gatinha ferozmente independente, atormentada pela sua sósia no espelho. E, depois, há o Tom, que escreve com a graça e encanto muito próprios sobre as inesperadas aventuras inerentes a uma vida à inteira disposição de quatro gatos… ou três gatos e um poeta sensível que, por acaso, tem trinta centímetros de altura e está coberto de pelo.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Venha conhecer O URSO - o gato que transporta o peso do mundo sobre os seus ombros peludos e cujos olhos sábios e semelhantes aos de um mocho parecem perguntar: Por favor, podes dizer-me porque é que sou um gato? Tal como muitos intelectuais, O Urso teria preferido uma vida calma de solidão com imenso tempo para contemplar desoladamente o mundo e refletir sobre os males da sociedade. Lamentavelmente, está condenado a passar os seus dias rodeado de felinos com QI significativamente inferiores ao seu… RALPH: um tigrado belo e vaidoso, que morre de medo do estendal da roupa. SHIPLEY: um rufia malcriado e campeão da caça aos ratos, que fica insensível quando virado de cabeça para baixo. ROSCOE: uma gatinha ferozmente independente, atormentada pela sua sósia no espelho. E, depois, há o Tom, que escreve com a graça e encanto muito próprios sobre as inesperadas aventuras inerentes a uma vida à inteira disposição de quatro gatos… ou três gatos e um poeta sensível que, por acaso, tem trinta centímetros de altura e está coberto de pelo.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um encontro literário em Budapeste parece um programa sem riscos, mesmo para um escritor frustrado, falido, hipocondríaco e coxo. Planeando uma deslocação rápida para participar numa conferência de escritores europeus, o nosso narrador está longe de imaginar onde essa viagem o irá levar. Na verdade, num primeiro momento, leva-o da Hungria para Itália, convidado por um efusivo escritor italiano para passar alguns dias numa pequena cidade de província na costa italiana, numa casa perdida no meio de um bosque, longe de todos os olhares. Pertence a Don Metzger, excêntrico produtor de cinema com duas paixões na vida: cinema e balões de ar quente. Depois de uma noite de festa desregrada, Metzger é encontrado morto no lago da casa. A missão de descobrir o que aconteceu fica a cargo de Andrés Bosco, um gigante catalão que constrói os balões de ar quente. Cada um dos doze convidados tem uma história diferente para oferecer sobre o que aconteceu naquela noite, e rapidamente as traições e acusações começam a ser lançadas como flechas. Entretanto, o ameaçador Bosco desaparece no boque e cerca a casa, determinado a encontrar o culpado. Sobrará alguém para contara verdadeira história?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um encontro literário em Budapeste parece um programa sem riscos, mesmo para um escritor frustrado, falido, hipocondríaco e coxo. Planeando uma deslocação rápida para participar numa conferência de escritores europeus, o nosso narrador está longe de imaginar onde essa viagem o irá levar. Na verdade, num primeiro momento, leva-o da Hungria para Itália, convidado por um efusivo escritor italiano para passar alguns dias numa pequena cidade de província na costa italiana, numa casa perdida no meio de um bosque, longe de todos os olhares. Pertence a Don Metzger, excêntrico produtor de cinema com duas paixões na vida: cinema e balões de ar quente. Depois de uma noite de festa desregrada, Metzger é encontrado morto no lago da casa. A missão de descobrir o que aconteceu fica a cargo de Andrés Bosco, um gigante catalão que constrói os balões de ar quente. Cada um dos doze convidados tem uma história diferente para oferecer sobre o que aconteceu naquela noite, e rapidamente as traições e acusações começam a ser lançadas como flechas. Entretanto, o ameaçador Bosco desaparece no boque e cerca a casa, determinado a encontrar o culpado. Sobrará alguém para contara verdadeira história?
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 244
Sinopse:
Depois de vários romances, todos muito bem recebidos pela crítica e pelos leitores, José Manuel Saraiva regressa às livrarias de todo o país com a história de um bom alemão.Nicole e Fritz têm muito pouco em comum para além de um passado marcado pela Segunda Guerra e por sucessivos desaires amorosos. As circunstâncias especiais em que se conhecem geram, porém, entre eles um sentimento de total confiança mútua e cumplicidade.Mas Fritz é um homem destroçado por uma herança demasiado penosa e não consegue afastar as dúvidas de Nicole sobre a sua verdadeira natureza. Confrontados com os seus próprios limites de perdão e de tolerância, serão arrastados para um desfecho imprevisível e irreparável.
Nº Páginas: 244
Sinopse:
Depois de vários romances, todos muito bem recebidos pela crítica e pelos leitores, José Manuel Saraiva regressa às livrarias de todo o país com a história de um bom alemão.Nicole e Fritz têm muito pouco em comum para além de um passado marcado pela Segunda Guerra e por sucessivos desaires amorosos. As circunstâncias especiais em que se conhecem geram, porém, entre eles um sentimento de total confiança mútua e cumplicidade.Mas Fritz é um homem destroçado por uma herança demasiado penosa e não consegue afastar as dúvidas de Nicole sobre a sua verdadeira natureza. Confrontados com os seus próprios limites de perdão e de tolerância, serão arrastados para um desfecho imprevisível e irreparável.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Passado um ano e meio da publicação de "O Vento Assobiando nas Gruas" (Grande Prémio Romance e Novela APE e Prémio Correntes d' Escrita), Lídia Jorge regressa com um novo livro de contos, "O Belo Adormecido". São seis contos "que contam histórias de personagens que estão fora do seu contexto habitual e que têm encontros inesperados com a natureza ou com o outro, de que resulta uma espécie de revelação" (a autora, em entrevista ao JL, 31/3/04). "O Belo Adormecido" é o conto mais longo do livro e conta a história de um encontro entre uma actriz já madura e um rapaz adolescente.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Passado um ano e meio da publicação de "O Vento Assobiando nas Gruas" (Grande Prémio Romance e Novela APE e Prémio Correntes d' Escrita), Lídia Jorge regressa com um novo livro de contos, "O Belo Adormecido". São seis contos "que contam histórias de personagens que estão fora do seu contexto habitual e que têm encontros inesperados com a natureza ou com o outro, de que resulta uma espécie de revelação" (a autora, em entrevista ao JL, 31/3/04). "O Belo Adormecido" é o conto mais longo do livro e conta a história de um encontro entre uma actriz já madura e um rapaz adolescente.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As palavras não fazem o homem compreender, é preciso fazer-se homem para entender as palavras." Poema Zen, in O Bebedor Nocturno "Desde os anos 60 que se torna evidente o interesse de Herberto Helder por textos oriundos de determinadas culturas que vieram a sofrer grandes mutações, ou de culturas locais, primitivas e anónimas, e que vieram a ser objecto de colonização. Textos, portanto, onde a tradição está sempre presente e é particularmente preservada, mas também ameaçada. São poemas do Antigo Egipto, da Grécia, poemas Zen, arábico-andaluzes, poesia mexicana do ciclo nauatle, poemas esquimós, indochineses, mas também todo um ciclo de textos sagrados como os Salmos do Velho Testamento ou o Cântico dos Cânticos. Os mais recentes livros mostram o mesmo critério, embora o alarguem substancialmente: os textos vêm-nos da Índia, da Austrália, de África e das Américas. A maioria são textos maias e astecas e textos da tradição oral dos diferentes índios da América do Norte, Central e do Sul, como os Navajos e Comanches ou, no Brasil, os Caxinauás e os Guaranis. […] O interesse de Herberto Helder por estas tradições primitivas, não europeias, advém da maneira peculiar como também ele olha o mundo, nele se insere e convive com a linguagem. Nessas tradições, ele encontra a mesma linguagem ritualística, uma vontade de expressão simbólica semelhante e os mesmos valores humanos inseridos numa cosmogonia poética; também a unidade original de todos os elementos da natureza e a ideia de uma metamorfose contínua (nomeadamente por acção do fogo, através de todas as suas manifestações), assim como a imagem do poeta como mago, possuído por uma força animista da linguagem. Todos estes aspectos estão presentes tanto nos textos a traduzir como na poesia própria." Maria Etelvina Santos
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As palavras não fazem o homem compreender, é preciso fazer-se homem para entender as palavras." Poema Zen, in O Bebedor Nocturno "Desde os anos 60 que se torna evidente o interesse de Herberto Helder por textos oriundos de determinadas culturas que vieram a sofrer grandes mutações, ou de culturas locais, primitivas e anónimas, e que vieram a ser objecto de colonização. Textos, portanto, onde a tradição está sempre presente e é particularmente preservada, mas também ameaçada. São poemas do Antigo Egipto, da Grécia, poemas Zen, arábico-andaluzes, poesia mexicana do ciclo nauatle, poemas esquimós, indochineses, mas também todo um ciclo de textos sagrados como os Salmos do Velho Testamento ou o Cântico dos Cânticos. Os mais recentes livros mostram o mesmo critério, embora o alarguem substancialmente: os textos vêm-nos da Índia, da Austrália, de África e das Américas. A maioria são textos maias e astecas e textos da tradição oral dos diferentes índios da América do Norte, Central e do Sul, como os Navajos e Comanches ou, no Brasil, os Caxinauás e os Guaranis. […] O interesse de Herberto Helder por estas tradições primitivas, não europeias, advém da maneira peculiar como também ele olha o mundo, nele se insere e convive com a linguagem. Nessas tradições, ele encontra a mesma linguagem ritualística, uma vontade de expressão simbólica semelhante e os mesmos valores humanos inseridos numa cosmogonia poética; também a unidade original de todos os elementos da natureza e a ideia de uma metamorfose contínua (nomeadamente por acção do fogo, através de todas as suas manifestações), assim como a imagem do poeta como mago, possuído por uma força animista da linguagem. Todos estes aspectos estão presentes tanto nos textos a traduzir como na poesia própria." Maria Etelvina Santos
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Nesta fantasia verdadeiramente deliciosa, Cosimo, um jovem nobre italiano do século XVIII, revolta-se contra a autoridade paterna, trepando para cima das árvores. Aí vai permanecer durante o resto da sua vida, adaptando-se eficazmente a uma existência arbórea - caça, semeia e colhe, joga vários jogos com amigos que têm os pés assentes na terra, combate incêndios florestais, resolve problemas de engenharia e até consegue manter casos amorosos. Do seu poleiro nas árvores, Cosimo vê passar os tempos de Voltaire e assiste à chegada do novo século.As invenções de Calvino são sempre abertas a muitos significados, apesar de poderem ser apreciadas por si só. Exemplo claro disso é a trilogia fantástica Os Nossos Antepassados, composta pelos romances "O Visconde Cortado ao Meio", "O Barão Trepador" e "O Cavaleiro Inexistente".
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Nesta fantasia verdadeiramente deliciosa, Cosimo, um jovem nobre italiano do século XVIII, revolta-se contra a autoridade paterna, trepando para cima das árvores. Aí vai permanecer durante o resto da sua vida, adaptando-se eficazmente a uma existência arbórea - caça, semeia e colhe, joga vários jogos com amigos que têm os pés assentes na terra, combate incêndios florestais, resolve problemas de engenharia e até consegue manter casos amorosos. Do seu poleiro nas árvores, Cosimo vê passar os tempos de Voltaire e assiste à chegada do novo século.As invenções de Calvino são sempre abertas a muitos significados, apesar de poderem ser apreciadas por si só. Exemplo claro disso é a trilogia fantástica Os Nossos Antepassados, composta pelos romances "O Visconde Cortado ao Meio", "O Barão Trepador" e "O Cavaleiro Inexistente".
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Edição: Ago 2013
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Bruno Brian di Monreale, o Barão, como é conhecido, é o último descendente de uma antiga e nobre família siciliana. Bruno cresce na Califórnia, com um pai severo e distante e uma mãe dividida entre um casamento precipitado, onde não existe amor, e uma paixão deixada na sua Sicília longínqua. No entanto, são as raízes sicilianas que levam Bruno a regressar à sua ilha natal, ao seu avô, um velho aristocrata, e a Calò, o padrinho sempre presente. Serão estas duas figuras que lhe irão transmitir o saber ancestral das velhas famílias aristocráticas, da sua ética e código de justiça. Bruno di Monreale envolve-se nos negócios do petróleo e das grandes multinacionais, tornando-se num homem poderoso e fascinante. Os amores inconsequentes e os casos fortuitos sucedem-se na sua vida glamorosa mas dominada pela insatisfação, até que se cruza com Karin, uma mulher reservada e misteriosa. Karin revelar-se-á o desafio por que Bruno ansiava e que lhe irá trazer o equilíbrio há tanto desejado.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Bruno Brian di Monreale, o Barão, como é conhecido, é o último descendente de uma antiga e nobre família siciliana. Bruno cresce na Califórnia, com um pai severo e distante e uma mãe dividida entre um casamento precipitado, onde não existe amor, e uma paixão deixada na sua Sicília longínqua. No entanto, são as raízes sicilianas que levam Bruno a regressar à sua ilha natal, ao seu avô, um velho aristocrata, e a Calò, o padrinho sempre presente. Serão estas duas figuras que lhe irão transmitir o saber ancestral das velhas famílias aristocráticas, da sua ética e código de justiça. Bruno di Monreale envolve-se nos negócios do petróleo e das grandes multinacionais, tornando-se num homem poderoso e fascinante. Os amores inconsequentes e os casos fortuitos sucedem-se na sua vida glamorosa mas dominada pela insatisfação, até que se cruza com Karin, uma mulher reservada e misteriosa. Karin revelar-se-á o desafio por que Bruno ansiava e que lhe irá trazer o equilíbrio há tanto desejado.
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Edição: Set 2007
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Causa certa estranheza a ideia de que um banqueiro possa ser anarquista, imaginando-se talvez que seja um anarquista não praticante, ou que o seja na teoria, mas não na prática. O banqueiro retratado por Pessoa, contudo, considera toda a sua vida exemplificativa do verdadeiro anarquismo descrevendo como, desde jovem, foi resolvendo diversas contradições e dúvidas até chegar à "técnica do anarquista". Concluirá o banqueiro que todos devem trabalhar para um mesmo fim, mas separados, de forma a não sucumbirem à pressão social, podendo tornar-se livres do dinheiro, da sua influência e força, através da aquisição da maior soma possível. O Banqueiro Anarquista, conto de uma actualidade surpreendente, publicado no n.º 1 da revista Contemporânea, tem conhecido um conjunto apreciável de edições e reedições ao longo dos últimos setenta anos, orgulhando-se a Assírio e Alvim da presente edição, organizada por Manuela Parreira da Silva, na qual se apresenta o texto de 1922, inserindo-se em apêndice os rascunhos deixados por Pessoa, de forma a que o leitor possa conhecer o texto na íntegra.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Causa certa estranheza a ideia de que um banqueiro possa ser anarquista, imaginando-se talvez que seja um anarquista não praticante, ou que o seja na teoria, mas não na prática. O banqueiro retratado por Pessoa, contudo, considera toda a sua vida exemplificativa do verdadeiro anarquismo descrevendo como, desde jovem, foi resolvendo diversas contradições e dúvidas até chegar à "técnica do anarquista". Concluirá o banqueiro que todos devem trabalhar para um mesmo fim, mas separados, de forma a não sucumbirem à pressão social, podendo tornar-se livres do dinheiro, da sua influência e força, através da aquisição da maior soma possível. O Banqueiro Anarquista, conto de uma actualidade surpreendente, publicado no n.º 1 da revista Contemporânea, tem conhecido um conjunto apreciável de edições e reedições ao longo dos últimos setenta anos, orgulhando-se a Assírio e Alvim da presente edição, organizada por Manuela Parreira da Silva, na qual se apresenta o texto de 1922, inserindo-se em apêndice os rascunhos deixados por Pessoa, de forma a que o leitor possa conhecer o texto na íntegra.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
O banqueiro anarquista do qual pouco mais sabemos é, à excepção do narrador de quem não sabemos nada , a única personagem deste conto em forma de diálogo, no qual o «banqueiro, grande comerciante e açambarcador notável» defende ser anarquista, «na teoria e na prática». Usando de uma lógica inabalável, o Banqueiro irá demonstrar ao amigo, que o interpela de tempos a tempos para manter a ideia dialogante da trama, que ele é que é «o verdadeiro anarquista». Nas palavras do poeta português Arnaldo Saraiva, esta «É uma história impressionante, de inteligência, de raciocínio, diria até de humor, do tipo britânico. Este conto, ou novela, magistral, muito bem escrito e, também, cheio de filosofia política e de ironia política, é uma página digna de figurar entre os melhores textos irónicos que já se escreveu.»
Nº Páginas: 80
Sinopse:
O banqueiro anarquista do qual pouco mais sabemos é, à excepção do narrador de quem não sabemos nada , a única personagem deste conto em forma de diálogo, no qual o «banqueiro, grande comerciante e açambarcador notável» defende ser anarquista, «na teoria e na prática». Usando de uma lógica inabalável, o Banqueiro irá demonstrar ao amigo, que o interpela de tempos a tempos para manter a ideia dialogante da trama, que ele é que é «o verdadeiro anarquista». Nas palavras do poeta português Arnaldo Saraiva, esta «É uma história impressionante, de inteligência, de raciocínio, diria até de humor, do tipo britânico. Este conto, ou novela, magistral, muito bem escrito e, também, cheio de filosofia política e de ironia política, é uma página digna de figurar entre os melhores textos irónicos que já se escreveu.»
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Manuel Sousa, agente da PSP, é assassinado num bairro às portas de Lisboa. A Polícia Judiciária está a começar a investigação quando é surpreendida pela notícia da morte de mais dois agentes. Quase ao mesmo tempo, um traficante de droga é deixado sem vida no Serviço de Urgência de um hospital. O que têm em comum estes factos? O bairro. O país fala destes casos, os jornais e as televisões fazem eco das preocupações sociais, a hierarquia policial e a tutela política exigem respostas aos investigadores. O chefe Barata, a pouco tempo de se reformar, encara este caso como o seu derradeiro desafio. "O Bairro", baseado numa história verídica, é o retrato intenso de um mundo onde o crime e a honestidade convivem diariamente, onde prolifera o sentimento de abandono a que foi votado quem ali cresceu, para onde foi viver quem não tinha alternativa e onde é real a coragem de suportar o estigma de um nome. Mais do que um romance, "O Bairro" é a metáfora de tantos vulcões existentes em redor das grandes cidades contemporâneas, cuja eventual erupção todos temos o dever de evitar.
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Manuel Sousa, agente da PSP, é assassinado num bairro às portas de Lisboa. A Polícia Judiciária está a começar a investigação quando é surpreendida pela notícia da morte de mais dois agentes. Quase ao mesmo tempo, um traficante de droga é deixado sem vida no Serviço de Urgência de um hospital. O que têm em comum estes factos? O bairro. O país fala destes casos, os jornais e as televisões fazem eco das preocupações sociais, a hierarquia policial e a tutela política exigem respostas aos investigadores. O chefe Barata, a pouco tempo de se reformar, encara este caso como o seu derradeiro desafio. "O Bairro", baseado numa história verídica, é o retrato intenso de um mundo onde o crime e a honestidade convivem diariamente, onde prolifera o sentimento de abandono a que foi votado quem ali cresceu, para onde foi viver quem não tinha alternativa e onde é real a coragem de suportar o estigma de um nome. Mais do que um romance, "O Bairro" é a metáfora de tantos vulcões existentes em redor das grandes cidades contemporâneas, cuja eventual erupção todos temos o dever de evitar.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Diana nasceu no bairro da Estrela Polar. Algures em Lisboa. Um daqueles bairros cercado por estradas com muito movimento, isolado da cidade, voltado sobre si, feito de gente que veio de todos os lados do mundo. No Estrela Polar existe o café Futuro de Portugal, dirigido pelo Bazófias, carteirista reformado, burlão de grandes talentos. É aqui que se reúne a quadrilha agora encabeçada por Diana, líder conhecida como a "Robin dos Bosques", que rouba aos ricos para dar aos pobres. Comandados pela bela Diana, Tosta Mista, Zé Cigano, Francisquinho, Batman, Clara, Manela e Paulo monopolizam o tráfico de droga no bairro, deixando a polícia sempre desorientada, e organizam-no para que o crime seja actividade rentável para sair da crise. Quanto mais não seja para financiar a organização do arraial de recolha de fundos para a construção do centro social da igreja do bairro. Diana dirige assaltos e operações perigosas mas não é assassina. Mas a raiva que habita no seu coração contra os homens que destruíram o pai, tem cada um deles uma bala à espera. É essa a sua obsessão. Uma história dos nossos dias, que consegue cruzar a violência com o humor, a ternura e a união de personagens pícaras do submundo do Portugal do século XXI.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Diana nasceu no bairro da Estrela Polar. Algures em Lisboa. Um daqueles bairros cercado por estradas com muito movimento, isolado da cidade, voltado sobre si, feito de gente que veio de todos os lados do mundo. No Estrela Polar existe o café Futuro de Portugal, dirigido pelo Bazófias, carteirista reformado, burlão de grandes talentos. É aqui que se reúne a quadrilha agora encabeçada por Diana, líder conhecida como a "Robin dos Bosques", que rouba aos ricos para dar aos pobres. Comandados pela bela Diana, Tosta Mista, Zé Cigano, Francisquinho, Batman, Clara, Manela e Paulo monopolizam o tráfico de droga no bairro, deixando a polícia sempre desorientada, e organizam-no para que o crime seja actividade rentável para sair da crise. Quanto mais não seja para financiar a organização do arraial de recolha de fundos para a construção do centro social da igreja do bairro. Diana dirige assaltos e operações perigosas mas não é assassina. Mas a raiva que habita no seu coração contra os homens que destruíram o pai, tem cada um deles uma bala à espera. É essa a sua obsessão. Uma história dos nossos dias, que consegue cruzar a violência com o humor, a ternura e a união de personagens pícaras do submundo do Portugal do século XXI.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Porquê este título: O Bailado da Alma? É porque ninguém sabe dizer o que é a alma ou mesmo a sua versão científica, a mente. Mas o que se pode já saber é que a alma é alguma coisa que dança. Ou antes, são várias coisas que dançam entre si num perfeito bailado. Uma fotografia que apanhe o instante não pode mostrar este bailado. Para o observar, teríamos de contar com o tempo, tal como temos de dispensar umas horas para ver o Lago dos Cisnes ou ouvir as sinfonias de Mahler. Só a partir do tempo é que podemos observar a vida e muito mais a alma, que é a sua forma mais acabada."
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Porquê este título: O Bailado da Alma? É porque ninguém sabe dizer o que é a alma ou mesmo a sua versão científica, a mente. Mas o que se pode já saber é que a alma é alguma coisa que dança. Ou antes, são várias coisas que dançam entre si num perfeito bailado. Uma fotografia que apanhe o instante não pode mostrar este bailado. Para o observar, teríamos de contar com o tempo, tal como temos de dispensar umas horas para ver o Lago dos Cisnes ou ouvir as sinfonias de Mahler. Só a partir do tempo é que podemos observar a vida e muito mais a alma, que é a sua forma mais acabada."
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 736
Sinopse:
O "Livro de Horas V", que se insere na série dos livros já editados com o mesmo título, resultantes da transcrição dos cadernos manuscritos inéditos de M. G. Llansol, reveste-se de um interesse particular, uma vez que, continuando a respeitar a ordem cronológica dos manuscritos, como em livros anteriores, este volume se orienta para a construção de uma figura maior na obra de Llansol – a figura de Aossê ou AOSSEP, anagrama de Pessoa, que resulta da leitura e escrita que Llansol fez do poeta Fernando Pessoa na sua obra, ao longo de toda a sua vida literária. São cerca de trinta anos de escrita, muitas vezes diária, com vista à transformação e reconstrução da figura do poeta Fernando Pessoa, figura maior da cultura portuguesa, e aquela que mais tempo convive com Llansol. Projectada em muitas centenas de páginas manuscritas, a figura de Pessoa-Aossê, presente em metade dos livros publicados de Llansol (em 12 dos 24 publicados), continua, assim, ainda hoje largamente desconhecida no que se refere ao amplo "projecto pessoano" de M. G. Llansol. Este "Livro de Horas V" resulta do levantamento exaustivo, selecção, ordenação cronológica e transcrição da totalidade dos manuscritos que, não tendo entrado em livro, permanecem ainda inéditos. A edição deste volume é de grande relevância não só pelo que acrescenta e clarifica da obra de Llansol, mas também pelo que pode acrescentar e trazer de novo ao universo dos estudos pessoanos. E parece particularmente pertinente publicá-lo neste ano de 2015, ano das comemorações dos 100 anos de "Orpheu" e também dos 80 anos da morte de Fernando Pessoa. A edição inclui ainda um estudo introdutório de Maria Etelvina Santos, que contextualiza a leitura/escrita que M. G. Llansol faz do poeta Fernando Pessoa.
Nº Páginas: 736
Sinopse:
O "Livro de Horas V", que se insere na série dos livros já editados com o mesmo título, resultantes da transcrição dos cadernos manuscritos inéditos de M. G. Llansol, reveste-se de um interesse particular, uma vez que, continuando a respeitar a ordem cronológica dos manuscritos, como em livros anteriores, este volume se orienta para a construção de uma figura maior na obra de Llansol – a figura de Aossê ou AOSSEP, anagrama de Pessoa, que resulta da leitura e escrita que Llansol fez do poeta Fernando Pessoa na sua obra, ao longo de toda a sua vida literária. São cerca de trinta anos de escrita, muitas vezes diária, com vista à transformação e reconstrução da figura do poeta Fernando Pessoa, figura maior da cultura portuguesa, e aquela que mais tempo convive com Llansol. Projectada em muitas centenas de páginas manuscritas, a figura de Pessoa-Aossê, presente em metade dos livros publicados de Llansol (em 12 dos 24 publicados), continua, assim, ainda hoje largamente desconhecida no que se refere ao amplo "projecto pessoano" de M. G. Llansol. Este "Livro de Horas V" resulta do levantamento exaustivo, selecção, ordenação cronológica e transcrição da totalidade dos manuscritos que, não tendo entrado em livro, permanecem ainda inéditos. A edição deste volume é de grande relevância não só pelo que acrescenta e clarifica da obra de Llansol, mas também pelo que pode acrescentar e trazer de novo ao universo dos estudos pessoanos. E parece particularmente pertinente publicá-lo neste ano de 2015, ano das comemorações dos 100 anos de "Orpheu" e também dos 80 anos da morte de Fernando Pessoa. A edição inclui ainda um estudo introdutório de Maria Etelvina Santos, que contextualiza a leitura/escrita que M. G. Llansol faz do poeta Fernando Pessoa.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Quando o marido de Laurie é assassinado, o pequeno Timmy, de três anos, é o único a ver o rosto do assassino do seu pai. Passados cinco anos, aqueles olhos azuis penetrantes ainda o perseguem nos seus sonhos. Laurie é perseguida por mais do que isso: a ameaça que o assassino fez ao seu filho quando o menino fugiu: "Diz à tua mãe que a seguir é ela é a próxima, e depois és tu…" Agora Laurie tem de enfrentar novamente um homicídio, desta feita na qualidade de produtora de um programa televisivo sobre crimes reais. A série vai abrir com o caso de Betsy Powell, por resolver há vinte e um anos. Betsy, uma socialite, foi encontrada asfixiada na sua cama na sequência da festa de finalista da sua filha e três colegas. O caso tinha sido notícia por todo o país. Laurie reabre agora o caso com a cooperação dos convidados presentes nessa noite. Mas quando os colegas começam as filmagens, torna-se evidente que cada um deles tem os seus segredos… pequenos e grandes. E há também um par de olhos azuis a observar o desenrolar dos acontecimentos…
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Quando o marido de Laurie é assassinado, o pequeno Timmy, de três anos, é o único a ver o rosto do assassino do seu pai. Passados cinco anos, aqueles olhos azuis penetrantes ainda o perseguem nos seus sonhos. Laurie é perseguida por mais do que isso: a ameaça que o assassino fez ao seu filho quando o menino fugiu: "Diz à tua mãe que a seguir é ela é a próxima, e depois és tu…" Agora Laurie tem de enfrentar novamente um homicídio, desta feita na qualidade de produtora de um programa televisivo sobre crimes reais. A série vai abrir com o caso de Betsy Powell, por resolver há vinte e um anos. Betsy, uma socialite, foi encontrada asfixiada na sua cama na sequência da festa de finalista da sua filha e três colegas. O caso tinha sido notícia por todo o país. Laurie reabre agora o caso com a cooperação dos convidados presentes nessa noite. Mas quando os colegas começam as filmagens, torna-se evidente que cada um deles tem os seus segredos… pequenos e grandes. E há também um par de olhos azuis a observar o desenrolar dos acontecimentos…
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