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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 64
Sinopse:
“Algumas nuvens negras assomaram ao longe. Vimo-las juntarem-se e pensámos... Quando virá? Quanto durará?” Uma assustadora tempestade traz uma enorme e súbita mudança. Seguimos um homem e o seu cão através da incerteza que se instala nas suas vidas. Pelos seus olhos vemos as dificuldades de se apartarem, o turbilhão de emoções com que todos nos podemos identificar, e a percepção de que unidos pela mesma vontade podemos superar tempos difíceis com uma nova perspectiva, maior esperança e clareza acerca do que mais importa na vida.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
“Algumas nuvens negras assomaram ao longe. Vimo-las juntarem-se e pensámos... Quando virá? Quanto durará?” Uma assustadora tempestade traz uma enorme e súbita mudança. Seguimos um homem e o seu cão através da incerteza que se instala nas suas vidas. Pelos seus olhos vemos as dificuldades de se apartarem, o turbilhão de emoções com que todos nos podemos identificar, e a percepção de que unidos pela mesma vontade podemos superar tempos difíceis com uma nova perspectiva, maior esperança e clareza acerca do que mais importa na vida.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Ventos, cinza e alergias; gardénias entre os dois muros de granito e a clareira aberta depois dos aguaceiros; as famílias reunidas em passeios pela província, visitando monumentos que comovem pelo amor à pátria, antigo e fora de moda. Explicas aos teus filhos uma batalha perdida: há uma rara virtude desconhecida na derrota que depois se pode colorir; ou numa igreja abandonada a meio do planalto. A vida não muda, nem quando chove a meio do Outono — apenas regressas à luz do passado.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Ventos, cinza e alergias; gardénias entre os dois muros de granito e a clareira aberta depois dos aguaceiros; as famílias reunidas em passeios pela província, visitando monumentos que comovem pelo amor à pátria, antigo e fora de moda. Explicas aos teus filhos uma batalha perdida: há uma rara virtude desconhecida na derrota que depois se pode colorir; ou numa igreja abandonada a meio do planalto. A vida não muda, nem quando chove a meio do Outono — apenas regressas à luz do passado.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A História não se escreve apenas nos gabinetes dos ministros, nos palácios presidenciais ou nos campos de batalha, muitas vezes decide-se nas salas de tribunal. A História de Portugal e do Mundo está recheada de julgamentos cujos impactos duram até hoje. Muitos tribunais derrubaram governos, findaram dinastias, perseguiram pensadores, acusaram revolucionários, calaram cientistas. Sempre ao sabor das políticas do momento, dos interesses dos poderosos, do medo do povo revoltoso, e, por vezes, até em nome de uma verdadeira justiça. Ana Margarida de Carvalho, na sua primeira incursão na não-ficção, e num estilo cativante e assente numa rigorosa pesquisa, traça uma panorâmica sobre esses julgamentos que, pela sua originalidade, barbaridade, injustiça gritante ou mediatismo, deixaram uma marca que jamais se apagará das cronologias históricas. Justiça frouxa e impotente, tirânica ou inclemente, contestada ou mesmo injusta. Prepare-se para mudar a sua maneira de ver os tribunais e essa noção sagrada de um Estado de Direito: a justiça.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A História não se escreve apenas nos gabinetes dos ministros, nos palácios presidenciais ou nos campos de batalha, muitas vezes decide-se nas salas de tribunal. A História de Portugal e do Mundo está recheada de julgamentos cujos impactos duram até hoje. Muitos tribunais derrubaram governos, findaram dinastias, perseguiram pensadores, acusaram revolucionários, calaram cientistas. Sempre ao sabor das políticas do momento, dos interesses dos poderosos, do medo do povo revoltoso, e, por vezes, até em nome de uma verdadeira justiça. Ana Margarida de Carvalho, na sua primeira incursão na não-ficção, e num estilo cativante e assente numa rigorosa pesquisa, traça uma panorâmica sobre esses julgamentos que, pela sua originalidade, barbaridade, injustiça gritante ou mediatismo, deixaram uma marca que jamais se apagará das cronologias históricas. Justiça frouxa e impotente, tirânica ou inclemente, contestada ou mesmo injusta. Prepare-se para mudar a sua maneira de ver os tribunais e essa noção sagrada de um Estado de Direito: a justiça.
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 344
Sinopse:
A Liberdade, que desde 1886 recebe de chama na mão quem se aproxima de Manhattan, guarda aos seus pés a memória de uma diáspora com origens no outro lado do Atlântico. Emma Lazarus, a autora do poema gravado no pedestal da estátua, conseguia recuar a sua ancestralidade até um judeu de Lisboa que, em 1738, chegara naquela mesma cidade de Nova Iorque. Mas a história dos judeus portugueses na América do Norte havia começado bem antes, quando, em meados do século XVII, o navio St. Catrina aportou em Nova Amesterdão, trazendo a bordo 23 refugiados do Recife. A gesta continuou ao longo das décadas e séculos seguintes, repleta de personagens inolvidáveis. Do rabino patriota ao príncipe mercador, do herói revolucionário ao daguerreotipista do Faroeste, da matriarca que escrevia poemas ao médico que catalogava as maleitas da Virgínia, este livro revisita estas e outras histórias de judeus portugueses que marcaram os primórdios dos Estados Unidos da América.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
A Liberdade, que desde 1886 recebe de chama na mão quem se aproxima de Manhattan, guarda aos seus pés a memória de uma diáspora com origens no outro lado do Atlântico. Emma Lazarus, a autora do poema gravado no pedestal da estátua, conseguia recuar a sua ancestralidade até um judeu de Lisboa que, em 1738, chegara naquela mesma cidade de Nova Iorque. Mas a história dos judeus portugueses na América do Norte havia começado bem antes, quando, em meados do século XVII, o navio St. Catrina aportou em Nova Amesterdão, trazendo a bordo 23 refugiados do Recife. A gesta continuou ao longo das décadas e séculos seguintes, repleta de personagens inolvidáveis. Do rabino patriota ao príncipe mercador, do herói revolucionário ao daguerreotipista do Faroeste, da matriarca que escrevia poemas ao médico que catalogava as maleitas da Virgínia, este livro revisita estas e outras histórias de judeus portugueses que marcaram os primórdios dos Estados Unidos da América.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que nos diz a história de quase dois mil anos de presença judaica no território que é hoje Portugal? O judaísmo português é resultado de uma longa história: umas vezes trágica, outras vezes mais serena, mas sempre muito rica. Como financeiros e médicos, filósofos e exegetas, matemáticos e astrónomos, os judeus contribuíram para o desenvolvimento económico, cultural, científico e filosófico de Portugal. Mas esse contributo foi tanto maior quanto maior era a liberdade, a tolerância e a interacção social e política entre os diferentes povos. A vida dos judeus portugueses é, por isso, indissociável da história de Portugal. Neste livro, Esther Mucznik, escritora e cronista especializada em temas judaicos, cruza a história dos judeus e a história de Portugal em momentos, episódios e personalidades concretas que demonstram essa relação íntima - uma relação feita de convivência e de perseguição, de amor e de ódio, de desterro e de saudade, de reencontro e de reconciliação… de luz e de sombra. Uma viagem por dois milénios. Uma história judaica, mas também uma história portuguesa.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que nos diz a história de quase dois mil anos de presença judaica no território que é hoje Portugal? O judaísmo português é resultado de uma longa história: umas vezes trágica, outras vezes mais serena, mas sempre muito rica. Como financeiros e médicos, filósofos e exegetas, matemáticos e astrónomos, os judeus contribuíram para o desenvolvimento económico, cultural, científico e filosófico de Portugal. Mas esse contributo foi tanto maior quanto maior era a liberdade, a tolerância e a interacção social e política entre os diferentes povos. A vida dos judeus portugueses é, por isso, indissociável da história de Portugal. Neste livro, Esther Mucznik, escritora e cronista especializada em temas judaicos, cruza a história dos judeus e a história de Portugal em momentos, episódios e personalidades concretas que demonstram essa relação íntima - uma relação feita de convivência e de perseguição, de amor e de ódio, de desterro e de saudade, de reencontro e de reconciliação… de luz e de sombra. Uma viagem por dois milénios. Uma história judaica, mas também uma história portuguesa.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 296
Sinopse:
O mundo do jovem Samuel Ash está a entrar em colapso: a namorada abandona-o, os pais declaram falência e ele vê-se obrigado a procurar trabalho, abandonando os estudos na universidade e interrompendo a sua tese de doutoramento - um tratado sobre a figura de Jesus aos olhos dos judeus. Nesse momento de desespero, Samuel encontra refúgio e emprego numa antiga casa de pedra situada num extremo de Jerusalém. Durante algumas horas diárias, a sua função é servir de interlocutor a Gershom Wald, um septuagenário com uma vasta cultura. Mas aí mora também Atalia Abravanel, uma mulher enigmática e sensual. Na aparente rotina da sua nova morada, o tímido Samuel sente uma progressiva agitação causada pelo desejo que Atalia desperta nele, mas também pelos mistérios que o rodeiam: Quem é realmente Atalia? O que a liga a Gershom? Quem é o dono da casa onde vivem? Que histórias escondem aquelas paredes? Ao mesmo tempo, Samuel retoma a pesquisa para a sua tese, e a misteriosa e maldita figura de Judas Iscariote - a suposta encarnação da traição e da maldade - vai absorvendo-o irremediavelmente.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
O mundo do jovem Samuel Ash está a entrar em colapso: a namorada abandona-o, os pais declaram falência e ele vê-se obrigado a procurar trabalho, abandonando os estudos na universidade e interrompendo a sua tese de doutoramento - um tratado sobre a figura de Jesus aos olhos dos judeus. Nesse momento de desespero, Samuel encontra refúgio e emprego numa antiga casa de pedra situada num extremo de Jerusalém. Durante algumas horas diárias, a sua função é servir de interlocutor a Gershom Wald, um septuagenário com uma vasta cultura. Mas aí mora também Atalia Abravanel, uma mulher enigmática e sensual. Na aparente rotina da sua nova morada, o tímido Samuel sente uma progressiva agitação causada pelo desejo que Atalia desperta nele, mas também pelos mistérios que o rodeiam: Quem é realmente Atalia? O que a liga a Gershom? Quem é o dono da casa onde vivem? Que histórias escondem aquelas paredes? Ao mesmo tempo, Samuel retoma a pesquisa para a sua tese, e a misteriosa e maldita figura de Judas Iscariote - a suposta encarnação da traição e da maldade - vai absorvendo-o irremediavelmente.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Jubiabá, história sobre a vida dos negros e da gente humilde de Salvador, tem como protagonista Antônio Balduíno, menino pobre e órfão nascido no morro onde convive com o ex-escravo e centenário pai-de-santo Jubiabá. Ainda criança, Baldo tem o sonho de que, um dia, a sua história seja cantada num ABC, composição popular em louvor de heróis e santos. Quando a sua tia de criação enlouquece, Baldo é entregue à guarda do comendador Pereira. Vivendo confortavelmente na casa nova, tem como companhia a menina Lindinalva, filha do comendador. Certo dia, porém, é obrigado a fugir, e têm início as aventuras que o tornarão famoso. Durante um tempo, vive como mendigo, pelas ruas. Depois, torna-se o pugilista Baldo, o Negro. Frequenta o Lanterna dos Afogados, bar da beira do cais da Bahia. Compõe e vende sambas. Viaja para o Recôncavo, onde trabalha numa plantação de tabaco. Junta-se a um circo ambulante e coleciona amantes pelo caminho. Mas Baldo permanece fiel ao seu amor platónico por Lindinalva. É graças a um pedido dela que se torna estivador e assume a liderança de uma greve geral em Salvador. Baldo toma consciência de que a escravidão ainda não acabou, e recusa-se a baixar a cabeça. Finalmente, a sua história será cantada, e o ABC de Antônio Balduíno contará que o negro valente e brigão lutou pela liberdade do seu povo.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Jubiabá, história sobre a vida dos negros e da gente humilde de Salvador, tem como protagonista Antônio Balduíno, menino pobre e órfão nascido no morro onde convive com o ex-escravo e centenário pai-de-santo Jubiabá. Ainda criança, Baldo tem o sonho de que, um dia, a sua história seja cantada num ABC, composição popular em louvor de heróis e santos. Quando a sua tia de criação enlouquece, Baldo é entregue à guarda do comendador Pereira. Vivendo confortavelmente na casa nova, tem como companhia a menina Lindinalva, filha do comendador. Certo dia, porém, é obrigado a fugir, e têm início as aventuras que o tornarão famoso. Durante um tempo, vive como mendigo, pelas ruas. Depois, torna-se o pugilista Baldo, o Negro. Frequenta o Lanterna dos Afogados, bar da beira do cais da Bahia. Compõe e vende sambas. Viaja para o Recôncavo, onde trabalha numa plantação de tabaco. Junta-se a um circo ambulante e coleciona amantes pelo caminho. Mas Baldo permanece fiel ao seu amor platónico por Lindinalva. É graças a um pedido dela que se torna estivador e assume a liderança de uma greve geral em Salvador. Baldo toma consciência de que a escravidão ainda não acabou, e recusa-se a baixar a cabeça. Finalmente, a sua história será cantada, e o ABC de Antônio Balduíno contará que o negro valente e brigão lutou pela liberdade do seu povo.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 736
Sinopse:
No dia 14 de Fevereiro de 1989, Dia dos Namorados, Salman recebeu um telefonema de uma jornalista da BBC a dizer-lhe que fora "condenado à morte" pelo aiatola Khomeini. Era a primeira vez que ouvia a palavra fatwa. O seu crime? Ter escrito um romance intitulado Os Versículos Satânicos, que era acusado de ser "contra o Islão, o Profeta e o Alcorão". Assim começa a extraordinária história de um escritor obrigado a passar à clandestinidade, mudando de casa para casa, com a presença constante de uma equipa de proteção policial armada. Pediram-lhe que escolhesse um pseudónimo pelo qual a polícia pudesse tratá-lo. Ele pensou nos escritores de que mais gostava e em combinações dos seus nomes; ocorreram-lhe então Conrad e Tchékhov - Joseph Anton. Como vivem um escritor e a sua família com a ameaça de assassínio durante mais de nove anos? Como continua ele a trabalhar? Como se apaixona e desapaixona? Como é que o desespero molda os seus pensamentos e acções, como e porquê tropeça, como aprende a ripostar? Nestas notáveis memórias, Rushdie narra pela primeira vez essa história: a história de uma das batalhas cruciais do nosso tempo pela liberdade de expressão. Fala das realidades, umas vezes sinistras, outras cómicas, da coabitação com polícias armados e dos estreitos laços que se forjaram com os seus protetores; da sua luta para obter o apoio e a compreensão de governos, chefes de serviços de informações, editores, jornalistas e colegas escritores; e de como recuperou a liberdade. Este é um livro de excecional franqueza e honestidade, empolgante, provocatório, comovente e de vital importância. Porque aquilo que aconteceu a Salman Rushdie foi o primeiro ato de um drama que continua a desenrolar-se todos os dias algures no mundo.
Nº Páginas: 736
Sinopse:
No dia 14 de Fevereiro de 1989, Dia dos Namorados, Salman recebeu um telefonema de uma jornalista da BBC a dizer-lhe que fora "condenado à morte" pelo aiatola Khomeini. Era a primeira vez que ouvia a palavra fatwa. O seu crime? Ter escrito um romance intitulado Os Versículos Satânicos, que era acusado de ser "contra o Islão, o Profeta e o Alcorão". Assim começa a extraordinária história de um escritor obrigado a passar à clandestinidade, mudando de casa para casa, com a presença constante de uma equipa de proteção policial armada. Pediram-lhe que escolhesse um pseudónimo pelo qual a polícia pudesse tratá-lo. Ele pensou nos escritores de que mais gostava e em combinações dos seus nomes; ocorreram-lhe então Conrad e Tchékhov - Joseph Anton. Como vivem um escritor e a sua família com a ameaça de assassínio durante mais de nove anos? Como continua ele a trabalhar? Como se apaixona e desapaixona? Como é que o desespero molda os seus pensamentos e acções, como e porquê tropeça, como aprende a ripostar? Nestas notáveis memórias, Rushdie narra pela primeira vez essa história: a história de uma das batalhas cruciais do nosso tempo pela liberdade de expressão. Fala das realidades, umas vezes sinistras, outras cómicas, da coabitação com polícias armados e dos estreitos laços que se forjaram com os seus protetores; da sua luta para obter o apoio e a compreensão de governos, chefes de serviços de informações, editores, jornalistas e colegas escritores; e de como recuperou a liberdade. Este é um livro de excecional franqueza e honestidade, empolgante, provocatório, comovente e de vital importância. Porque aquilo que aconteceu a Salman Rushdie foi o primeiro ato de um drama que continua a desenrolar-se todos os dias algures no mundo.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O que contém este livro? Este é um livro de duas recusas. Recusa do amor físico, uma; recusa do trabalho, a outra. José Matias, admirável e bizarro conto de Eça de Queiroz, publicado em 1897, narra um anacrónico e aberrante caso de amor platónico. Bartleby, admirável e bizarro conto de Herman Melville, publicado em 1853, narra um anacrónico e aberrante caso de recusa do trabalho.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O que contém este livro? Este é um livro de duas recusas. Recusa do amor físico, uma; recusa do trabalho, a outra. José Matias, admirável e bizarro conto de Eça de Queiroz, publicado em 1897, narra um anacrónico e aberrante caso de amor platónico. Bartleby, admirável e bizarro conto de Herman Melville, publicado em 1853, narra um anacrónico e aberrante caso de recusa do trabalho.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Thomas Mann considerou esta monumental narrativa da história bíblica de José como a sua magnum opus. Concebeu-a em quatro partes - "As Histórias de Jaacob", "O Jovem José", "José no Egito" e "José, o Provedor" - como uma narrativa unificada, um "romance mitológico" da queda de José na escravidão e da sua ascensão a senhor do Egito. Baseado num profundo estudo da História, e utilizando detalhes pródigos e convincentes, Mann evoca o mundo mítico dos patriarcas e dos faraós, as antigas civilizações do Egito, da Mesopotâmia e da Palestina - com as suas divindades e rituais religiosos -, e a força universal do amor humano em toda a sua beleza, desespero, absurdo e dor. O resultado é uma brilhante amálgama de ironia, humor, emoção, perceção psicológica e grandeza épica. "As Histórias de Jaacob", primeiro romance da tetralogia, foi publicado em 1933, o mesmo ano em que Mann se exilou da Alemanha devido à subida de Hitler ao poder. Nele, o autor reinterpreta as histórias de Jaacob - neto de Abraão e pai de José - usando em cada episódio a sua prosa mais experimental, e conferindo à obra um tom sereno tingido de ironia. Numa humanizadora abordagem às figuras mais lendárias da antiguidade, Mann dota Jaacob e José de todas as características e fraquezas dos homens, para oferecer uma emocionante resposta à crueldade do ser humano.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Thomas Mann considerou esta monumental narrativa da história bíblica de José como a sua magnum opus. Concebeu-a em quatro partes - "As Histórias de Jaacob", "O Jovem José", "José no Egito" e "José, o Provedor" - como uma narrativa unificada, um "romance mitológico" da queda de José na escravidão e da sua ascensão a senhor do Egito. Baseado num profundo estudo da História, e utilizando detalhes pródigos e convincentes, Mann evoca o mundo mítico dos patriarcas e dos faraós, as antigas civilizações do Egito, da Mesopotâmia e da Palestina - com as suas divindades e rituais religiosos -, e a força universal do amor humano em toda a sua beleza, desespero, absurdo e dor. O resultado é uma brilhante amálgama de ironia, humor, emoção, perceção psicológica e grandeza épica. "As Histórias de Jaacob", primeiro romance da tetralogia, foi publicado em 1933, o mesmo ano em que Mann se exilou da Alemanha devido à subida de Hitler ao poder. Nele, o autor reinterpreta as histórias de Jaacob - neto de Abraão e pai de José - usando em cada episódio a sua prosa mais experimental, e conferindo à obra um tom sereno tingido de ironia. Numa humanizadora abordagem às figuras mais lendárias da antiguidade, Mann dota Jaacob e José de todas as características e fraquezas dos homens, para oferecer uma emocionante resposta à crueldade do ser humano.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Thomas Mann considerou esta monumental narrativa da história bíblica de José como a sua magnum opus. Concebeu-a em quatro partes - "As Histórias de Jaacob", "O Jovem José", "José no Egito" e "José, o Provedor" - como uma narrativa unificada, um "romance mitológico" da queda de José na escravidão e da sua ascensão a senhor do Egito. Baseado num profundo estudo da História, e utilizando detalhes pródigos e convincentes, Mann evoca o mundo mítico dos patriarcas e dos faraós, as antigas civilizações do Egito, da Mesopotâmia e da Palestina - com as suas divindades e rituais religiosos -, e a força universal do amor humano em toda a sua beleza, desespero, absurdo e dor. O resultado é uma brilhante amálgama de ironia, humor, emoção, perceção psicológica e grandeza épica.
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Thomas Mann considerou esta monumental narrativa da história bíblica de José como a sua magnum opus. Concebeu-a em quatro partes - "As Histórias de Jaacob", "O Jovem José", "José no Egito" e "José, o Provedor" - como uma narrativa unificada, um "romance mitológico" da queda de José na escravidão e da sua ascensão a senhor do Egito. Baseado num profundo estudo da História, e utilizando detalhes pródigos e convincentes, Mann evoca o mundo mítico dos patriarcas e dos faraós, as antigas civilizações do Egito, da Mesopotâmia e da Palestina - com as suas divindades e rituais religiosos -, e a força universal do amor humano em toda a sua beleza, desespero, absurdo e dor. O resultado é uma brilhante amálgama de ironia, humor, emoção, perceção psicológica e grandeza épica.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Thomas Mann considerou esta monumental narrativa da história bíblica de José como a sua magnum opus. Concebeu-a em quatro partes - "As Histórias de Jaacob", "O Jovem José", "José no Egito" e "José, o Provedor" - como uma narrativa unificada, um "romance mitológico" da queda de José na escravidão e da sua ascensão a senhor do Egito. Baseado num profundo estudo da História, e utilizando detalhes pródigos e convincentes, Mann evoca o mundo mítico dos patriarcas e dos faraós, as antigas civilizações do Egito, da Mesopotâmia e da Palestina - com as suas divindades e rituais religiosos -, e a força universal do amor humano em toda a sua beleza, desespero, absurdo e dor. O resultado é uma brilhante amálgama de ironia, humor, emoção, perceção psicológica e grandeza épica.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Thomas Mann considerou esta monumental narrativa da história bíblica de José como a sua magnum opus. Concebeu-a em quatro partes - "As Histórias de Jaacob", "O Jovem José", "José no Egito" e "José, o Provedor" - como uma narrativa unificada, um "romance mitológico" da queda de José na escravidão e da sua ascensão a senhor do Egito. Baseado num profundo estudo da História, e utilizando detalhes pródigos e convincentes, Mann evoca o mundo mítico dos patriarcas e dos faraós, as antigas civilizações do Egito, da Mesopotâmia e da Palestina - com as suas divindades e rituais religiosos -, e a força universal do amor humano em toda a sua beleza, desespero, absurdo e dor. O resultado é uma brilhante amálgama de ironia, humor, emoção, perceção psicológica e grandeza épica.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Ao falar de sua infância José tem que recorrer à sua memória e sabe que ela o trai, pois muita coisa está sendo relembrada de maneira inexata, ou foi esquecida. Mas ele gostaria de concluir, ao fim dessas lembranças tumultuadas, que a memória pode ser uma aliada da vida. Sabe que todo relato autobiográfico é um amontoado de mentiras - o autor mente para o leitor, e mente para si mesmo. Mas aqui, se alguma coisa foi esquecida, ele se esforçou para que nada fosse inventado. José cita Proust: "a lembrança das coisas passadas não é necessariamente a lembrança das coisas como elas foram."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Ao falar de sua infância José tem que recorrer à sua memória e sabe que ela o trai, pois muita coisa está sendo relembrada de maneira inexata, ou foi esquecida. Mas ele gostaria de concluir, ao fim dessas lembranças tumultuadas, que a memória pode ser uma aliada da vida. Sabe que todo relato autobiográfico é um amontoado de mentiras - o autor mente para o leitor, e mente para si mesmo. Mas aqui, se alguma coisa foi esquecida, ele se esforçou para que nada fosse inventado. José cita Proust: "a lembrança das coisas passadas não é necessariamente a lembrança das coisas como elas foram."
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Jornada de África é um romance que foge aos esquemas habituais para entrelaçar epopeia e anti-epopeia, denúncia e crónica de uma guerra cruel, crónica minuciosa mas poética na intertextualidade a que o autor recorre para transmitir a sua vivência, voz de juventude sufocada que, apesar de tudo, consegue amar. E o amor por Bárbara, profundo e difícil, oferece-nos uma das mais belas cartas de amor que me recordo de ter lido." Maria Luisa Cusati, prefácio à edição italiana E Sebastião aspira o ar carregado do cheiro da guerra de África, um cheiro que está no jipe onde se senta ao lado do Condutor, levando, sem querer, a mão ao pescoço. Vem de S. Salvador e Sanza Pombo, de Zala e Nambuangongo, está na farda amarrotada e também dentro dele e é talvez o mesmo cheiro de 4 de Agosto de 1578, quando se chegou à tenda d’el-rei o capitão Aldana, e com eficazes brados lhe dizia que se perdia se não desse logo batalha, que começou às dez da manhã, no princípio de todo o fervor de calma.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Jornada de África é um romance que foge aos esquemas habituais para entrelaçar epopeia e anti-epopeia, denúncia e crónica de uma guerra cruel, crónica minuciosa mas poética na intertextualidade a que o autor recorre para transmitir a sua vivência, voz de juventude sufocada que, apesar de tudo, consegue amar. E o amor por Bárbara, profundo e difícil, oferece-nos uma das mais belas cartas de amor que me recordo de ter lido." Maria Luisa Cusati, prefácio à edição italiana E Sebastião aspira o ar carregado do cheiro da guerra de África, um cheiro que está no jipe onde se senta ao lado do Condutor, levando, sem querer, a mão ao pescoço. Vem de S. Salvador e Sanza Pombo, de Zala e Nambuangongo, está na farda amarrotada e também dentro dele e é talvez o mesmo cheiro de 4 de Agosto de 1578, quando se chegou à tenda d’el-rei o capitão Aldana, e com eficazes brados lhe dizia que se perdia se não desse logo batalha, que começou às dez da manhã, no princípio de todo o fervor de calma.
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Edição: Jun 2008
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Paris Armstrong, mãe de dois filhos já adultos e com uma casa maravilhosa no Connecticut, é completamente apanhada de surpresa quando, ao fim de 24 anos de casamento, o marido pede o divórcio para ir viver com a amante de 31 anos. Desesperada, Paris não tem outro remédio a não ser começar de novo. Muda-se para São Francisco e dá consigo num mundo no qual não sabe viver, com encontros com homens demasiado novos, demasiado velhos, demasiado casados, ou até demasiado bons para serem reais. Quando a sua própria filha fica noiva de um homem da idade de Paris, esta chega à conclusão de que o amor não é para ela. E toma uma decisão que irá mudar a sua vida para sempre.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Paris Armstrong, mãe de dois filhos já adultos e com uma casa maravilhosa no Connecticut, é completamente apanhada de surpresa quando, ao fim de 24 anos de casamento, o marido pede o divórcio para ir viver com a amante de 31 anos. Desesperada, Paris não tem outro remédio a não ser começar de novo. Muda-se para São Francisco e dá consigo num mundo no qual não sabe viver, com encontros com homens demasiado novos, demasiado velhos, demasiado casados, ou até demasiado bons para serem reais. Quando a sua própria filha fica noiva de um homem da idade de Paris, esta chega à conclusão de que o amor não é para ela. E toma uma decisão que irá mudar a sua vida para sempre.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Vitima ou suspeito? O homem que ama é acusado de violação. E não é a primeira vez. O juiz repetiu,: "Admite que teve conscientemente contato sexual com Catherine Marsh para satisfazer os seus próprios desejos" "Sim, Meritíssimo", respondeu Jack com uma voz que continuava a não ser a dele. Jack St Bride, um bonito rapaz de trinta e um anos que acaba de cumprir pena por um crime sexual que não cometeu contra uma adolescente, decidiu refazer a vida na primeira cidade onde o seu instinto lhe disse para parar. Mas o passado não se apaga tão facilmente quanto queremos. Em Salem Falls, cidade maldita onde, em 1692, as famosas bruxas com o mesmo nome foram perseguidas... o destino tem reservado para Jack um desafio cruel.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Vitima ou suspeito? O homem que ama é acusado de violação. E não é a primeira vez. O juiz repetiu,: "Admite que teve conscientemente contato sexual com Catherine Marsh para satisfazer os seus próprios desejos" "Sim, Meritíssimo", respondeu Jack com uma voz que continuava a não ser a dele. Jack St Bride, um bonito rapaz de trinta e um anos que acaba de cumprir pena por um crime sexual que não cometeu contra uma adolescente, decidiu refazer a vida na primeira cidade onde o seu instinto lhe disse para parar. Mas o passado não se apaga tão facilmente quanto queremos. Em Salem Falls, cidade maldita onde, em 1692, as famosas bruxas com o mesmo nome foram perseguidas... o destino tem reservado para Jack um desafio cruel.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 363
Sinopse:
Max Nouvelle é o patriarca de uma ilustre família de ilusionistas e ladrões de joias constituída por Lily, a sua companheira; Roxanne, a sua filha, tão linda quanto casmurra; e Luke, um rapaz que Max recolheu das ruas e que entretanto se transformou num homem muito interessante. No palco fazem números elaborados e, fora dele, assaltos ainda mais refinados. Durante muitos anos, Roxanne e Luke deram-se como cão e gato, mas agora, já adultos, descobrem que há entre eles algo que não esperavam. Mas é então que Luke, receoso de que o seu passado manche a sua família adotiva, é vítima de alguém que quer vingar-se dos Nouvelle. E vão ser precisos alguns anos em fuga antes que ele volte e, juntamente com Roxanne, dê o golpe mais audacioso das suas vidas.
Nº Páginas: 363
Sinopse:
Max Nouvelle é o patriarca de uma ilustre família de ilusionistas e ladrões de joias constituída por Lily, a sua companheira; Roxanne, a sua filha, tão linda quanto casmurra; e Luke, um rapaz que Max recolheu das ruas e que entretanto se transformou num homem muito interessante. No palco fazem números elaborados e, fora dele, assaltos ainda mais refinados. Durante muitos anos, Roxanne e Luke deram-se como cão e gato, mas agora, já adultos, descobrem que há entre eles algo que não esperavam. Mas é então que Luke, receoso de que o seu passado manche a sua família adotiva, é vítima de alguém que quer vingar-se dos Nouvelle. E vão ser precisos alguns anos em fuga antes que ele volte e, juntamente com Roxanne, dê o golpe mais audacioso das suas vidas.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
D. Manuel Clemente sintetiza nestas páginas a sua visão do presente português e europeu, identificando os grandes desafios que hoje enfrentamos. É notável a capacidade que o Patriarca de Lisboa tem de tocar o nó do problema e de abrir perspetivas surpreendentes, numa viagem pela história, pela sabedoria do cristianismo e pela cultura ocidental. O seu é um olhar profundo e indispensável à construção do presente.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
D. Manuel Clemente sintetiza nestas páginas a sua visão do presente português e europeu, identificando os grandes desafios que hoje enfrentamos. É notável a capacidade que o Patriarca de Lisboa tem de tocar o nó do problema e de abrir perspetivas surpreendentes, numa viagem pela história, pela sabedoria do cristianismo e pela cultura ocidental. O seu é um olhar profundo e indispensável à construção do presente.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Este livro de Menezes Ferreira é um impressivo retrato da participação portuguesa na Primeira Guerra que permite abrir várias portas e colocar questões sobre um conjunto de acontecimentos que moldaram o século XX e condicionaram a história política do país, constituindo um excelente ponto de partida para todos aqueles que pretendem conhecer este momento marcante da história contemporânea universal e as suas implicações em Portugal."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Este livro de Menezes Ferreira é um impressivo retrato da participação portuguesa na Primeira Guerra que permite abrir várias portas e colocar questões sobre um conjunto de acontecimentos que moldaram o século XX e condicionaram a história política do país, constituindo um excelente ponto de partida para todos aqueles que pretendem conhecer este momento marcante da história contemporânea universal e as suas implicações em Portugal."
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Jesusalém" é seguramente a mais madura e mais conseguida obra de um escritor em plena posse das suas capacidades criativas. Aliando uma narrativa a um tempo complexa e aliciante ao seu estilo poético tão pessoal, Mia Couto confirma o lugar cimeiro de que goza nas literaturas de língua portuguesa. A vida é demasiado preciosa para ser esbanjada num mundo desencantado, diz um dos protagonistas deste romance. A prosa mágica do escritor moçambicano ajuda, certamente, a reencantar este nosso mundo. António-Pedro Vasconcelos
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Jesusalém" é seguramente a mais madura e mais conseguida obra de um escritor em plena posse das suas capacidades criativas. Aliando uma narrativa a um tempo complexa e aliciante ao seu estilo poético tão pessoal, Mia Couto confirma o lugar cimeiro de que goza nas literaturas de língua portuguesa. A vida é demasiado preciosa para ser esbanjada num mundo desencantado, diz um dos protagonistas deste romance. A prosa mágica do escritor moçambicano ajuda, certamente, a reencantar este nosso mundo. António-Pedro Vasconcelos
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Jesusalém é seguramente a mais madura e mais conseguida obra de um escritor em plena posse das suas capacidades criativas. Aliando uma narrativa a um tempo complexa e aliciante ao seu estilo poético tão pessoal, Mia Couto confirma o lugar cimeiro de que goza nas literaturas de língua portuguesa. A vida é demasiado preciosa para ser esbanjada num mundo desencantado, diz um dos protagonistas deste romance. A prosa mágica do escritor moçambicano ajuda, certamente, a reencantar este nosso mundo.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Jesusalém é seguramente a mais madura e mais conseguida obra de um escritor em plena posse das suas capacidades criativas. Aliando uma narrativa a um tempo complexa e aliciante ao seu estilo poético tão pessoal, Mia Couto confirma o lugar cimeiro de que goza nas literaturas de língua portuguesa. A vida é demasiado preciosa para ser esbanjada num mundo desencantado, diz um dos protagonistas deste romance. A prosa mágica do escritor moçambicano ajuda, certamente, a reencantar este nosso mundo.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Samut é um escriba egípcio contemporâneo de Jesus, um homem em busca da sabedoria. O desejo de ir mais além das muralhas do templo onde vive leva-o a Alexandria, à Biblioteca, numa procura pelo Conhecimento - até se aperceber, por fim, de que o verdadeiro mundo se encontra para lá da Ciência e da Filosofia. Um encontro com os ascetas Essénios abre-lhe novas perspetivas no caminho para a Sabedoria, e um breve encontro com Jesus (e com as ideias revolucionárias que defendia) ajudam a consolidar os valores da sua consciência. Uma narrativa inesquecível que levará o leitor à descoberta (ou redescoberta) das tradições antigas de sabedoria.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Samut é um escriba egípcio contemporâneo de Jesus, um homem em busca da sabedoria. O desejo de ir mais além das muralhas do templo onde vive leva-o a Alexandria, à Biblioteca, numa procura pelo Conhecimento - até se aperceber, por fim, de que o verdadeiro mundo se encontra para lá da Ciência e da Filosofia. Um encontro com os ascetas Essénios abre-lhe novas perspetivas no caminho para a Sabedoria, e um breve encontro com Jesus (e com as ideias revolucionárias que defendia) ajudam a consolidar os valores da sua consciência. Uma narrativa inesquecível que levará o leitor à descoberta (ou redescoberta) das tradições antigas de sabedoria.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
David é um rapazinho que está sempre a fazer perguntas. Simón e Inés ficam encarregados dele na nova cidade em que vão habitar, Estrella. O rapaz está a aprender a língua e começou a fazer amizades. Tem o seu grande cão Bolívar para olhar por ele. Mas vai fazer sete anos e tem de ir para a escola. Assim, tendo em conta as indicações das três irmãs proprietárias da quinta onde Simón e Inés trabalham, David é matriculado na Academia de Dança. É aí, com as suas novas sapatilhas de dança douradas, que aprende a chamar os números do céu. Mas é também aí que vai fazer descobertas perturbantes sobre aquilo de que os adultos são capazes. Nesta hipnotizante história alegórica, Coetzee lida habilmente com as grandes questões do crescimento e do que significa ser "pai", com a batalha constante entre o intelecto e a emoção, e com a maneira como optamos por viver as nossas vidas. "Jesus na Escola" é a inquietante sequela de "A Infância de Jesus", dando continuidade à jornada de David, Simón e Inés.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
David é um rapazinho que está sempre a fazer perguntas. Simón e Inés ficam encarregados dele na nova cidade em que vão habitar, Estrella. O rapaz está a aprender a língua e começou a fazer amizades. Tem o seu grande cão Bolívar para olhar por ele. Mas vai fazer sete anos e tem de ir para a escola. Assim, tendo em conta as indicações das três irmãs proprietárias da quinta onde Simón e Inés trabalham, David é matriculado na Academia de Dança. É aí, com as suas novas sapatilhas de dança douradas, que aprende a chamar os números do céu. Mas é também aí que vai fazer descobertas perturbantes sobre aquilo de que os adultos são capazes. Nesta hipnotizante história alegórica, Coetzee lida habilmente com as grandes questões do crescimento e do que significa ser "pai", com a batalha constante entre o intelecto e a emoção, e com a maneira como optamos por viver as nossas vidas. "Jesus na Escola" é a inquietante sequela de "A Infância de Jesus", dando continuidade à jornada de David, Simón e Inés.
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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma pequena aldeia alentejana transforma-se em Jerusalém graças ao amor de uma rapariga pela sua avó, cujo maior desejo é visitar a Terra Santa. Um professor paralelo a si mesmo, uma inglesa que dorme dentro de uma baleia, uma rapariga que lê westerns e crê que a sua mãe foi substituída pela própria Virgem Maria, são algumas das personagens que compõem uma história comovente e irónica sobre a capacidade de transformação do ser humano e sobre as coisas fundamentais da vida: o amor, o sacrifício, e a cerveja.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma pequena aldeia alentejana transforma-se em Jerusalém graças ao amor de uma rapariga pela sua avó, cujo maior desejo é visitar a Terra Santa. Um professor paralelo a si mesmo, uma inglesa que dorme dentro de uma baleia, uma rapariga que lê westerns e crê que a sua mãe foi substituída pela própria Virgem Maria, são algumas das personagens que compõem uma história comovente e irónica sobre a capacidade de transformação do ser humano e sobre as coisas fundamentais da vida: o amor, o sacrifício, e a cerveja.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"O ar, o próprio ar, é inspirador em Jerusalém, foram os Sábios que o disseram. Estou disposto a acreditar nisso. Eu sei que deve ter propriedades especiais. A delicadeza da luz também me afecta. Olho lá para o fundo, na direcção do Mar Morto, por sobre rochedos fendidos e casinhas com telhados bolbosos. A cor dos telhados é a do chão, e no meio daquela paisagem estranha e mortiça o ar abrasador cai sobre nós com um peso quase humano. Aquelas cores comunicam algo de inteligível, algo de metafísico. O universo interpreta- se a si mesmo perante os nossos olhos no espaço aberto do vale de rochas espalhadas que se estende até às águas mortas. Noutros locais, morremos e desintegramo-nos. Aqui morremos e misturamo- nos no todo."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"O ar, o próprio ar, é inspirador em Jerusalém, foram os Sábios que o disseram. Estou disposto a acreditar nisso. Eu sei que deve ter propriedades especiais. A delicadeza da luz também me afecta. Olho lá para o fundo, na direcção do Mar Morto, por sobre rochedos fendidos e casinhas com telhados bolbosos. A cor dos telhados é a do chão, e no meio daquela paisagem estranha e mortiça o ar abrasador cai sobre nós com um peso quase humano. Aquelas cores comunicam algo de inteligível, algo de metafísico. O universo interpreta- se a si mesmo perante os nossos olhos no espaço aberto do vale de rochas espalhadas que se estende até às águas mortas. Noutros locais, morremos e desintegramo-nos. Aqui morremos e misturamo- nos no todo."
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Com 35 anos de autonomia política, Governo próprio e grossas transferências do Orçamento de Estado, a que se juntam 25 anos de generosos fundos comunitários, a Madeira modernizou-se por fora mas não se desenvolveu por dentro. Apostou no betão (que trouxe grossos benefícios a uma clientela restrita) e "esqueceu-se" do resto. Descubra quem é, no concreto, Alberto João Jardim. Como chegou ao Poder e nele se mantém. Conheça por dentro o regime, a sua ligação com a Igreja, a Justiça e os media, a teia que criou, a subsídio-dependência generalizada na ilha. Saiba quem é quem no jardinismo, medite na linguagem desbragada do chefe máximo e na sua frustração por não conseguir dar o salto da ilha.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Com 35 anos de autonomia política, Governo próprio e grossas transferências do Orçamento de Estado, a que se juntam 25 anos de generosos fundos comunitários, a Madeira modernizou-se por fora mas não se desenvolveu por dentro. Apostou no betão (que trouxe grossos benefícios a uma clientela restrita) e "esqueceu-se" do resto. Descubra quem é, no concreto, Alberto João Jardim. Como chegou ao Poder e nele se mantém. Conheça por dentro o regime, a sua ligação com a Igreja, a Justiça e os media, a teia que criou, a subsídio-dependência generalizada na ilha. Saiba quem é quem no jardinismo, medite na linguagem desbragada do chefe máximo e na sua frustração por não conseguir dar o salto da ilha.
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Edição: Jun 2005
Nº Páginas: 342
Sinopse:
Um novo e empolgante romance inspirado na vida e nas paixões de uma jornalista de televisão. Muito actual.
Nº Páginas: 342
Sinopse:
Um novo e empolgante romance inspirado na vida e nas paixões de uma jornalista de televisão. Muito actual.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 656
Sinopse:
"Apesar da beleza da paisagem, dos campos de arroz, do verde omnipresente, dos templos hindus, dos macacos zangados, uma das melhores coisas que trouxe de Bali foi uma oferta do João, que me embrulhou e ofereceu uma palavra, talvez duas: "Jalan" significa rua em indonésio, disse-me. Também significa andar. "Jalan jalan", a repetição da palavra, que muitas vezes forma o plural, significa, neste caso, passear. Passear é andar duas vezes. (…) Passear é o que fazemos para não chegar a um destino, não se mede pela distância nem pela técnica de colocar um pé à frente do outro, mas sim pelo modo como a paisagem nos comoveu ou como o voo de um pássaro nos tocou. É um pouco como a arte, tem o valor imenso de tudo aquilo que não tem valor nenhum. Pode não ter razão, destino, objetivo, utilidade, e é exatamente aí que reside a riqueza do passeio. Não existem profissionais do passeio. Chesterton, que era um grande apologista do amador, dizia que as melhores coisas da vida, bem como as mais importantes, não são profissionalizadas. O amor, quando é profissionalizado, torna-se prostituição."
Nº Páginas: 656
Sinopse:
"Apesar da beleza da paisagem, dos campos de arroz, do verde omnipresente, dos templos hindus, dos macacos zangados, uma das melhores coisas que trouxe de Bali foi uma oferta do João, que me embrulhou e ofereceu uma palavra, talvez duas: "Jalan" significa rua em indonésio, disse-me. Também significa andar. "Jalan jalan", a repetição da palavra, que muitas vezes forma o plural, significa, neste caso, passear. Passear é andar duas vezes. (…) Passear é o que fazemos para não chegar a um destino, não se mede pela distância nem pela técnica de colocar um pé à frente do outro, mas sim pelo modo como a paisagem nos comoveu ou como o voo de um pássaro nos tocou. É um pouco como a arte, tem o valor imenso de tudo aquilo que não tem valor nenhum. Pode não ter razão, destino, objetivo, utilidade, e é exatamente aí que reside a riqueza do passeio. Não existem profissionais do passeio. Chesterton, que era um grande apologista do amador, dizia que as melhores coisas da vida, bem como as mais importantes, não são profissionalizadas. O amor, quando é profissionalizado, torna-se prostituição."
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Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Entre o suspense, o sarcasmo e o humor, este é um livro que bebe das horríficas experiências do autor nos campos de concentração, mas que se foca na esperança e nos faz pensar no papel que a ficção tem para a nossa sobrevivência: um dos únicos sobreviventes, o narrador, fala-nos de Jakob Heym, um homem que se tornou herói por acaso. O que é que Jakob fez? Mentiu! Fabricou notícias falsas! Usou as suas parcas e inimaginativas palavras, sem brilho ou articulação, como arma imaterial que se revelou como o pão para a boca, essencial à sobrevivência de milhares de companheiros judeus prisioneiros. Numa narrativa comovente, quase alucinante, Becker transmite-nos, com a sua contenção, o poder emocional de uma história que se desdobra com o impacto de uma parábola moral ou de uma lenda popular.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Entre o suspense, o sarcasmo e o humor, este é um livro que bebe das horríficas experiências do autor nos campos de concentração, mas que se foca na esperança e nos faz pensar no papel que a ficção tem para a nossa sobrevivência: um dos únicos sobreviventes, o narrador, fala-nos de Jakob Heym, um homem que se tornou herói por acaso. O que é que Jakob fez? Mentiu! Fabricou notícias falsas! Usou as suas parcas e inimaginativas palavras, sem brilho ou articulação, como arma imaterial que se revelou como o pão para a boca, essencial à sobrevivência de milhares de companheiros judeus prisioneiros. Numa narrativa comovente, quase alucinante, Becker transmite-nos, com a sua contenção, o poder emocional de uma história que se desdobra com o impacto de uma parábola moral ou de uma lenda popular.
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Edição: Ago 2019
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Depois de Jaime Bunda, Agente Secreto, o James Bond angolano regressa para nos deleitar com as suas proezas detectivescas. Um romance policial satírico em que Pepetela, com o humor e a ironia a que já nos habituou, nos oferece um retrato da sociedade do seu país. "Então não havia o Afeganistão, a Somália, o Irão ou a Colômbia, países ideais para um americano morrer de morte matada, sem levantar muitas comoções nem pasmos, pois eram territórios já habituados a serem tratados de promotores e antros de horripilantes antiamericanismos? Aí tanto fazia, mais um menos um, não provocava qualquer crise mundial. Por que iria logo escolher a pacífica Benguela, onde, de memória de gente, nunca nenhum americano tinha morrido, nem mesmo quando os ianques andaram a apoiar, abertamente ou de caxexe, os famigerados "terroristas", linguagem oficial de um dos lados, "lídimos e heroicos defensores da democracia" no dizer do outro lado? Mas foi assim que aconteceu, o engenheiro gringo bateu subitamente a caçoleta na pachorrenta cidade das acácias rubras, para grande tristeza e preocupação dos governantes, locais e nacionais, e perante a indiferença da maioria da população, ocupada na legítima e cada vez mais problemática azáfama de sobreviver."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Depois de Jaime Bunda, Agente Secreto, o James Bond angolano regressa para nos deleitar com as suas proezas detectivescas. Um romance policial satírico em que Pepetela, com o humor e a ironia a que já nos habituou, nos oferece um retrato da sociedade do seu país. "Então não havia o Afeganistão, a Somália, o Irão ou a Colômbia, países ideais para um americano morrer de morte matada, sem levantar muitas comoções nem pasmos, pois eram territórios já habituados a serem tratados de promotores e antros de horripilantes antiamericanismos? Aí tanto fazia, mais um menos um, não provocava qualquer crise mundial. Por que iria logo escolher a pacífica Benguela, onde, de memória de gente, nunca nenhum americano tinha morrido, nem mesmo quando os ianques andaram a apoiar, abertamente ou de caxexe, os famigerados "terroristas", linguagem oficial de um dos lados, "lídimos e heroicos defensores da democracia" no dizer do outro lado? Mas foi assim que aconteceu, o engenheiro gringo bateu subitamente a caçoleta na pachorrenta cidade das acácias rubras, para grande tristeza e preocupação dos governantes, locais e nacionais, e perante a indiferença da maioria da população, ocupada na legítima e cada vez mais problemática azáfama de sobreviver."
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