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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 1136
Sinopse:
Um trolha homossexual. Um jogador de futebol filósofo. Um humorista deprimido. Uma prostituta de pensamentos. Um assassino refinado. Uma prostituta de corpo. Um homem com poderes extra-sensoriais. É deste elenco de inusitadas personagens que nasce a desconcertante acção de "In Sexus Veritas", um romance alucinante, carregado de sátira e de ironia - um catálogo de amor e de ódio, de desejo e de vingança, de ambição e de submissão. QUAL É, AFINAL, O PODER DO SEXO NO MUNDO ACTUAL?"O pior é sempre o momento em que se desiste. Mas pior ainda do que o momento em que se desiste é o momento em que se decide desistir. O momento em que, com coragem, se consegue dizer: acabou. Pior do que o efectivo instante em que acaba é o efectivo instante em que se decide que acabou. É aí, e não antes nem depois, que a dor maior assoma: é aí que a derrota assoma. Pior do que perder é ser obrigado a decidir perder."
Nº Páginas: 1136
Sinopse:
Um trolha homossexual. Um jogador de futebol filósofo. Um humorista deprimido. Uma prostituta de pensamentos. Um assassino refinado. Uma prostituta de corpo. Um homem com poderes extra-sensoriais. É deste elenco de inusitadas personagens que nasce a desconcertante acção de "In Sexus Veritas", um romance alucinante, carregado de sátira e de ironia - um catálogo de amor e de ódio, de desejo e de vingança, de ambição e de submissão. QUAL É, AFINAL, O PODER DO SEXO NO MUNDO ACTUAL?"O pior é sempre o momento em que se desiste. Mas pior ainda do que o momento em que se desiste é o momento em que se decide desistir. O momento em que, com coragem, se consegue dizer: acabou. Pior do que o efectivo instante em que acaba é o efectivo instante em que se decide que acabou. É aí, e não antes nem depois, que a dor maior assoma: é aí que a derrota assoma. Pior do que perder é ser obrigado a decidir perder."
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 200
Sinopse:
""Entre o homem, com a sua razão, e os animais, com o seu instinto, quem, afinal, estará mais bem-dotado para o governo da vida?” Não faz sentido? “Se os cães tivessem inventado um Deus, brigariam por diferenças de opinião quanto ao nome a dar-lhe, Perdigueiro fosse, ou Lobo-d’ Alsácia? E no caso de estarem de acordo quanto ao apelativo, andariam, gerações após gerações, a morder-se mutuamente por causa da forma das orelhas ou do tufado do seu canino Deus? “Estas considerações podiam ser tomadas como ofensivas, mas José Saramago trata de se defender: “Não é culpa minha nem do meu discreto ateísmo se em Münster, no século XVI, como em tantos outros tempos e lugares, católicos e protestantes andaram a trucidar-se uns aos outros em nome de Deus – “In Nomine Dei” – para virem a alcançar, na eternidade, o mesmo Paraíso.” “Os acontecimentos descritos nesta peça representam, tão só, um trágico capítulo da longa e, pelos vistos, irremediável história da intolerância humana”, explica o autor. “Que o leiam assim, e assim o entendam, crentes e não crentes, e farão, talvez, um favor a si próprios. Os animais, claro está, não precisam."" (Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998) Caligrafia da capa por JORGE VAZ DE CARVALHO
Nº Páginas: 200
Sinopse:
""Entre o homem, com a sua razão, e os animais, com o seu instinto, quem, afinal, estará mais bem-dotado para o governo da vida?” Não faz sentido? “Se os cães tivessem inventado um Deus, brigariam por diferenças de opinião quanto ao nome a dar-lhe, Perdigueiro fosse, ou Lobo-d’ Alsácia? E no caso de estarem de acordo quanto ao apelativo, andariam, gerações após gerações, a morder-se mutuamente por causa da forma das orelhas ou do tufado do seu canino Deus? “Estas considerações podiam ser tomadas como ofensivas, mas José Saramago trata de se defender: “Não é culpa minha nem do meu discreto ateísmo se em Münster, no século XVI, como em tantos outros tempos e lugares, católicos e protestantes andaram a trucidar-se uns aos outros em nome de Deus – “In Nomine Dei” – para virem a alcançar, na eternidade, o mesmo Paraíso.” “Os acontecimentos descritos nesta peça representam, tão só, um trágico capítulo da longa e, pelos vistos, irremediável história da intolerância humana”, explica o autor. “Que o leiam assim, e assim o entendam, crentes e não crentes, e farão, talvez, um favor a si próprios. Os animais, claro está, não precisam."" (Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998) Caligrafia da capa por JORGE VAZ DE CARVALHO
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Riccardo Marchi, neste excelente livro, conta-nos a história política e cultural deste segmento político e cultural, pequeno mas decisivo nos confrontos ideológicos da fase final do Estado Novo. Destes "vencidos" que - e cito as suas palavras finais - não estavam «dispostos a sacrificar, com a agonia do regime, o eixo central do seu próprio imaginário colectivo: o Império, espírito e forma do "Portugal Eterno".
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Riccardo Marchi, neste excelente livro, conta-nos a história política e cultural deste segmento político e cultural, pequeno mas decisivo nos confrontos ideológicos da fase final do Estado Novo. Destes "vencidos" que - e cito as suas palavras finais - não estavam «dispostos a sacrificar, com a agonia do regime, o eixo central do seu próprio imaginário colectivo: o Império, espírito e forma do "Portugal Eterno".
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em 1807, no auge das guerras napoleónicas, o príncipe-regente D. João decide o impensável: apesar de horrorizado com a ideia de cruzar o Atlântico, dá ordem para transferir a Corte inteira e o Governo para a maior colónia de Portugal, o Brasil. É assim que, com as tropas de Junot às portas de Lisboa, 10 000 nobres, padres, ministros e criados fogem em debandada a bordo das frágeis embarcações da armada portuguesa. Zarpam sob escolta britânica numa viagem transatlântica de dois meses que se revelaria muito atribulada. Desembarcam enlameados, piolhosos e esfarrapados, para grande surpresa dos súbditos do Novo Mundo. Assim começa um período de 13 anos de governação imperial portuguesa sediada no Brasil. Depressa o Rio de Janeiro é beneficiado com uma nova ópera, um jardim botânico luxuriante e um Paço Real - uma Versalhes tropical. Mas esta nova fachada metropolitana não ofusca a actividade frenética e brutal do então maior porto de escravos das Américas. Apesar dos esforços da Corte para ultrapassar as dificuldades do seu império, um novo Brasil despontava. Entrelaçando uma narrativa cativante com um grande apuro histórico, Patrick Wilcken recria o extraordinário momento da história em que, pela primeira e única vez, uma colónia passava a sediar uma corte europeia.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em 1807, no auge das guerras napoleónicas, o príncipe-regente D. João decide o impensável: apesar de horrorizado com a ideia de cruzar o Atlântico, dá ordem para transferir a Corte inteira e o Governo para a maior colónia de Portugal, o Brasil. É assim que, com as tropas de Junot às portas de Lisboa, 10 000 nobres, padres, ministros e criados fogem em debandada a bordo das frágeis embarcações da armada portuguesa. Zarpam sob escolta britânica numa viagem transatlântica de dois meses que se revelaria muito atribulada. Desembarcam enlameados, piolhosos e esfarrapados, para grande surpresa dos súbditos do Novo Mundo. Assim começa um período de 13 anos de governação imperial portuguesa sediada no Brasil. Depressa o Rio de Janeiro é beneficiado com uma nova ópera, um jardim botânico luxuriante e um Paço Real - uma Versalhes tropical. Mas esta nova fachada metropolitana não ofusca a actividade frenética e brutal do então maior porto de escravos das Américas. Apesar dos esforços da Corte para ultrapassar as dificuldades do seu império, um novo Brasil despontava. Entrelaçando uma narrativa cativante com um grande apuro histórico, Patrick Wilcken recria o extraordinário momento da história em que, pela primeira e única vez, uma colónia passava a sediar uma corte europeia.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Um cientista chinês anuncia de surpresa o nascimento de dois bebés geneticamente modificados. Logo a seguir é raptado. A imprensa internacional interroga-se, os serviços secretos mexem-se. Tomás Noronha é interpelado em Lisboa por um desconhecido. Pertence à agência americana de tecnologia, DARPA, e revela-lhe um projeto secreto inspirado no Homem Vitruviano, de Leonardo da Vinci. De repente, o apartamento onde ambos se encontram explode e o metro para onde fogem sofre uma colisão mortífera. O mundo parece enlouquecer e Tomás torna-se testemunha do maior acontecimento da história da humanidade. Transcendência. A nova aventura do grande herói das modernas letras portuguesas mostra-nos o momento em que a máquina supera o homem. A Singularidade. Estará a humanidade à beira do fim? Ou perante um novo início? Baseado na pesquisa científica mais avançada, José Rodrigues dos Santos mostra-nos como a ciência está perto do seu maior feito: acabar com a morte. Como viver para sempre
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Um cientista chinês anuncia de surpresa o nascimento de dois bebés geneticamente modificados. Logo a seguir é raptado. A imprensa internacional interroga-se, os serviços secretos mexem-se. Tomás Noronha é interpelado em Lisboa por um desconhecido. Pertence à agência americana de tecnologia, DARPA, e revela-lhe um projeto secreto inspirado no Homem Vitruviano, de Leonardo da Vinci. De repente, o apartamento onde ambos se encontram explode e o metro para onde fogem sofre uma colisão mortífera. O mundo parece enlouquecer e Tomás torna-se testemunha do maior acontecimento da história da humanidade. Transcendência. A nova aventura do grande herói das modernas letras portuguesas mostra-nos o momento em que a máquina supera o homem. A Singularidade. Estará a humanidade à beira do fim? Ou perante um novo início? Baseado na pesquisa científica mais avançada, José Rodrigues dos Santos mostra-nos como a ciência está perto do seu maior feito: acabar com a morte. Como viver para sempre
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Protagonista da TED Talk mais vista de sempre («Do schools kill creativity?») e consultor na área da pedagogia de multinacionais como a LEGO e de governos em todo o mundo, Ken Robinson dedicou os últimos anos de vida a este manifesto, que constituiria uma peça fundamental para a revolução educacional que iniciou. Infelizmente, o cancro impediu-o de dizer tudo o que queria e coube à sua filha e colaboradora, Kate Robinson, terminar o livro e continuar o seu legado. Imagine como seria… é uma carta de amor ao potencial humano - uma celebração do que nós, como espécie, somos capazes de fazer e de ser, se criarmos as condições certas. É um grito de guerra para revolucionar os nossos sistemas educativos, o modo como gerimos os nossos negócios e estruturamos os nossos sistemas sociais, para que possam trazer à luz o melhor de cada pessoa. Aquilo que nos distingue de todas as outras espécies é a nossa extraordinária imaginação: a capacidade única de evocarmos aquilo que está para além da perceção sensorial. É precisamente a imaginação que nos possibilita moldar o mundo ao nosso redor, permitindo-nos explorar em pleno o nosso potencial e extrair dele o máximo proveito.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Protagonista da TED Talk mais vista de sempre («Do schools kill creativity?») e consultor na área da pedagogia de multinacionais como a LEGO e de governos em todo o mundo, Ken Robinson dedicou os últimos anos de vida a este manifesto, que constituiria uma peça fundamental para a revolução educacional que iniciou. Infelizmente, o cancro impediu-o de dizer tudo o que queria e coube à sua filha e colaboradora, Kate Robinson, terminar o livro e continuar o seu legado. Imagine como seria… é uma carta de amor ao potencial humano - uma celebração do que nós, como espécie, somos capazes de fazer e de ser, se criarmos as condições certas. É um grito de guerra para revolucionar os nossos sistemas educativos, o modo como gerimos os nossos negócios e estruturamos os nossos sistemas sociais, para que possam trazer à luz o melhor de cada pessoa. Aquilo que nos distingue de todas as outras espécies é a nossa extraordinária imaginação: a capacidade única de evocarmos aquilo que está para além da perceção sensorial. É precisamente a imaginação que nos possibilita moldar o mundo ao nosso redor, permitindo-nos explorar em pleno o nosso potencial e extrair dele o máximo proveito.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Os três conjuntos de textos que compõem este volume nasceram todos, com intuitos diferentes, na década que medeia entre 1924 e 1934. Um traço comum os aproxima na sua diversidade, anunciando uma forma de escrita e pensamento que marcará a partir de agora grande parte da Obra do autor: a forma breve, do aforismo, do fragmento, da pequena crónica, diversamente vazada num «pensamento feito de imagens» e numa «linguagem imediata... capaz de responder activamente às solicitações do momento». Se Rua de Sentido Único é em grande parte uma leitura dos tempos, já a Infância Berlinense será, segundo Benjamin, uma «despedida» pessoal da Berlim da viragem do século, através de «imagens nas quais se evidencia a experiência da grande cidade por uma criança da classe burguesa». Por sua vez, as Imagens de Pensamento, que deram o título ao volume, são registos de um coleccionador de lugares e objectos, mas também de memórias e sonhos, com palavras que — diz Adorno — «quando chegam batem com pequenos martelos contra o real até arrancarem dele a imagem, como de uma chapa de cobre».
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Os três conjuntos de textos que compõem este volume nasceram todos, com intuitos diferentes, na década que medeia entre 1924 e 1934. Um traço comum os aproxima na sua diversidade, anunciando uma forma de escrita e pensamento que marcará a partir de agora grande parte da Obra do autor: a forma breve, do aforismo, do fragmento, da pequena crónica, diversamente vazada num «pensamento feito de imagens» e numa «linguagem imediata... capaz de responder activamente às solicitações do momento». Se Rua de Sentido Único é em grande parte uma leitura dos tempos, já a Infância Berlinense será, segundo Benjamin, uma «despedida» pessoal da Berlim da viragem do século, através de «imagens nas quais se evidencia a experiência da grande cidade por uma criança da classe burguesa». Por sua vez, as Imagens de Pensamento, que deram o título ao volume, são registos de um coleccionador de lugares e objectos, mas também de memórias e sonhos, com palavras que — diz Adorno — «quando chegam batem com pequenos martelos contra o real até arrancarem dele a imagem, como de uma chapa de cobre».
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Jorge é uma espécie de actor que vive de expedientes (anúncios, dobragens, figuração), à espera da sua oportunidade; o grupo de teatro a que pertence não se entende sobre o próximo projecto. Quando a mulher, uma professora de Português profundamente deprimida, entra em furor pedagógico, abre espaço e põe em marcha uma série de acontecimentos que terão para Jorge a importância de uma única, ténue revelação. Esta é a história de uma separação, mas também de uma paixão obsessiva, de uma viagem patética, de um projecto que corre bem demais, e de outras peripécias. "Ilusão (ou o que quiserem)" é um romance satírico sobre um homem à procura da realidade, no meio de tantos, tantos fantasmas, vozes sem corpo, corpos sem voz, e da multidão de desconhecidos que faz parte da nossa vida de todos os dias.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Jorge é uma espécie de actor que vive de expedientes (anúncios, dobragens, figuração), à espera da sua oportunidade; o grupo de teatro a que pertence não se entende sobre o próximo projecto. Quando a mulher, uma professora de Português profundamente deprimida, entra em furor pedagógico, abre espaço e põe em marcha uma série de acontecimentos que terão para Jorge a importância de uma única, ténue revelação. Esta é a história de uma separação, mas também de uma paixão obsessiva, de uma viagem patética, de um projecto que corre bem demais, e de outras peripécias. "Ilusão (ou o que quiserem)" é um romance satírico sobre um homem à procura da realidade, no meio de tantos, tantos fantasmas, vozes sem corpo, corpos sem voz, e da multidão de desconhecidos que faz parte da nossa vida de todos os dias.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Iluminações - Uma Cerveja no Inferno", é um dos casos especiais em que a poesia caminha por lugares muito elevados. Cesariny encontra, uma vez mais, Rimbaud, numa edição bilingue, a dois tons. A voz já se ouve atravessando o deserto e a floresta para além da Abissínia. 5.ª edição de um dos livros mais marcantes da poesia de todos os tempos.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Iluminações - Uma Cerveja no Inferno", é um dos casos especiais em que a poesia caminha por lugares muito elevados. Cesariny encontra, uma vez mais, Rimbaud, numa edição bilingue, a dois tons. A voz já se ouve atravessando o deserto e a floresta para além da Abissínia. 5.ª edição de um dos livros mais marcantes da poesia de todos os tempos.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 568
Sinopse:
A Ilíada é o primeiro livro da literatura europeia e, sob certo ponto de vista, nenhum outro livro que se lhe tenha seguido conseguiu superá-la - nem mesmo a Odisseia. Lida hoje, no século xxi depois de Cristo, a Ilíada mantém inalterada a sua capacidade de comover e de perturbar. As civilizações passam, mas a cultura sobrevive? É nesse sentido que parece apontar a mensagem deste extraordinário poema épico, que decorre durante o décimo ano da guerra de Troia, tratando da ira, do heroísmo e das aventuras e desventuras de Aquiles (em luta contra Agamémnon), apresentando-nos personagens como Heitor, Eneias, Helena, Ájax e Menelau, bem como episódios que marcam toda a história da nossa civilização: nas palavras de Frederico Lourenço, é um "canto de sangue e lágrimas, em que os próprios deuses são feridos e os cavalos do maior herói choram".
Nº Páginas: 568
Sinopse:
A Ilíada é o primeiro livro da literatura europeia e, sob certo ponto de vista, nenhum outro livro que se lhe tenha seguido conseguiu superá-la - nem mesmo a Odisseia. Lida hoje, no século xxi depois de Cristo, a Ilíada mantém inalterada a sua capacidade de comover e de perturbar. As civilizações passam, mas a cultura sobrevive? É nesse sentido que parece apontar a mensagem deste extraordinário poema épico, que decorre durante o décimo ano da guerra de Troia, tratando da ira, do heroísmo e das aventuras e desventuras de Aquiles (em luta contra Agamémnon), apresentando-nos personagens como Heitor, Eneias, Helena, Ájax e Menelau, bem como episódios que marcam toda a história da nossa civilização: nas palavras de Frederico Lourenço, é um "canto de sangue e lágrimas, em que os próprios deuses são feridos e os cavalos do maior herói choram".
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Refugiado na tranquila ilha de Bimini, na corrente do Golfo, o pintor americano Thomas Hudson vê a sua rotina de trabalho alterada com a chegada dos três filhos para umas férias de verão, corre então a década de 30. E a sua vida não mais será a mesma. Acompanhando-o até aos mares da costa de Cuba nos dias da Segunda Guerra Mundial, "Ilhas na Corrente" traça um retrato comovente do percurso interior de um homem que é um artista e um aventureiro, à semelhança do próprio Hemingway, que acaba enredado no que a existência tem de trágico e absurdo. História cativante, habitada por algumas das personagens mais marcantes construídas por Ernest Hemingway, foi deixada pelo autor para ser descoberta entre os seus papéis após a sua morte e viria a ser editada pela primeira vez em 1970.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Refugiado na tranquila ilha de Bimini, na corrente do Golfo, o pintor americano Thomas Hudson vê a sua rotina de trabalho alterada com a chegada dos três filhos para umas férias de verão, corre então a década de 30. E a sua vida não mais será a mesma. Acompanhando-o até aos mares da costa de Cuba nos dias da Segunda Guerra Mundial, "Ilhas na Corrente" traça um retrato comovente do percurso interior de um homem que é um artista e um aventureiro, à semelhança do próprio Hemingway, que acaba enredado no que a existência tem de trágico e absurdo. História cativante, habitada por algumas das personagens mais marcantes construídas por Ernest Hemingway, foi deixada pelo autor para ser descoberta entre os seus papéis após a sua morte e viria a ser editada pela primeira vez em 1970.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Surgido no final dos anos oitenta, quarenta e cinco anos depois da recolha que, sob o título paradigmático de "Poesia", criou para a sua autora um lugar na literatura portuguesa sempre em expansão ao longo da segunda metade do século passado, o livro que agora se reedita tem o especial interesse de condensar nas suas escassas páginas, em meia centena de textos, algumas das linhas fundamentais do universo de Sophia de Mello Breyner Andresen, permitindo a um leitor que, por hipótese, começasse aqui o seu percurso no interior desse universo, apreender-lhe facilmente as regras e as rotas para a viagem." Fátima Freitas Morna, no prefácio a esta edição. ESCRITA II Escreve numa sala grande e quase Vazia Não precisa de livro nem de arquivos A sua arte é filha da memória Diz o que viu E o sol do que olhou para sempre o aclara
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Surgido no final dos anos oitenta, quarenta e cinco anos depois da recolha que, sob o título paradigmático de "Poesia", criou para a sua autora um lugar na literatura portuguesa sempre em expansão ao longo da segunda metade do século passado, o livro que agora se reedita tem o especial interesse de condensar nas suas escassas páginas, em meia centena de textos, algumas das linhas fundamentais do universo de Sophia de Mello Breyner Andresen, permitindo a um leitor que, por hipótese, começasse aqui o seu percurso no interior desse universo, apreender-lhe facilmente as regras e as rotas para a viagem." Fátima Freitas Morna, no prefácio a esta edição. ESCRITA II Escreve numa sala grande e quase Vazia Não precisa de livro nem de arquivos A sua arte é filha da memória Diz o que viu E o sol do que olhou para sempre o aclara
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Nenhum lugar é seguro… Simone Knox foi uma das sobreviventes. Naquela sexta-feira em que os atiradores entraram no centro comercial e espalharam o caos e a carnificina, ela escapou à morte. Mas nunca mais voltou a ser a mesma. Anos depois, Simone ainda luta contra o trauma e a culpa. A arte é a forma que tem de expressar os seus sentimentos e de, lentamente, começar a aceitar o que aconteceu. E o relacionamento com Reed, outro sobrevivente, ajuda igualmente a apaziguar as memórias e a dor. Contudo, há alguém que nas sombras quer terminar um massacre que considera inacabado. Enquanto os sobreviventes reconstroem as suas vidas, um conspirador espera pacientemente para concluir a sua missão. E, desta vez, pode não existir um abrigo seguro.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Nenhum lugar é seguro… Simone Knox foi uma das sobreviventes. Naquela sexta-feira em que os atiradores entraram no centro comercial e espalharam o caos e a carnificina, ela escapou à morte. Mas nunca mais voltou a ser a mesma. Anos depois, Simone ainda luta contra o trauma e a culpa. A arte é a forma que tem de expressar os seus sentimentos e de, lentamente, começar a aceitar o que aconteceu. E o relacionamento com Reed, outro sobrevivente, ajuda igualmente a apaziguar as memórias e a dor. Contudo, há alguém que nas sombras quer terminar um massacre que considera inacabado. Enquanto os sobreviventes reconstroem as suas vidas, um conspirador espera pacientemente para concluir a sua missão. E, desta vez, pode não existir um abrigo seguro.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Os estudos e intervenções reunidos neste volume abrem uma porta fascinante sobre a história contemporânea de Portugal. Não era uma porta fechada, mas era uma porta que precisava de ser aberta assim, com este saber e largueza de vistas. d. Manuel Clemente é um dos nossos maiores especialistas de história do catolicismo contemporâneo. Neste livro, a sua atenção incide principalmente sobre a relação da igreja com o Estado durante a época do Liberalismo, entre o princípio do século XiX e o princípio do Século XX. Mas estão também incluídas aqui importantes e sugestivas investigações e reflexões sobre a vida paroquial em Lisboa no século XX, as esperanças e as angústias de raul Brandão num "mundo anticristão", ou a "nova religião" desejada por alguns líderes da i república, como Bernardino Machado. Este é um livro que trata de muitos temas, iluminando todos de um modo seguro e estimulante." RUI RAMOS
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Os estudos e intervenções reunidos neste volume abrem uma porta fascinante sobre a história contemporânea de Portugal. Não era uma porta fechada, mas era uma porta que precisava de ser aberta assim, com este saber e largueza de vistas. d. Manuel Clemente é um dos nossos maiores especialistas de história do catolicismo contemporâneo. Neste livro, a sua atenção incide principalmente sobre a relação da igreja com o Estado durante a época do Liberalismo, entre o princípio do século XiX e o princípio do Século XX. Mas estão também incluídas aqui importantes e sugestivas investigações e reflexões sobre a vida paroquial em Lisboa no século XX, as esperanças e as angústias de raul Brandão num "mundo anticristão", ou a "nova religião" desejada por alguns líderes da i república, como Bernardino Machado. Este é um livro que trata de muitos temas, iluminando todos de um modo seguro e estimulante." RUI RAMOS
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Nas palavras da sua autora, esta é uma "kind of biography" — uma magnífica viagem pela vida e obra de Almada Negreiros onde somos conduzidos por alguém que o conheceu de perto e teve acesso a material até aqui desconhecido. Como diz Maria José Almada Negreiros, "[…] não estava a fazer uma biografia morosa mas, em contrapartida, apareceu tanta coisa nova que foi como se fosse. Todo aquele vazio de Paris, e a sua vida entre 1920 e 1930, que não eram públicos, são novidades. Novidades — tanto tempo guardadas em caixas de cartão, em prateleiras de armários onde não se mexe."
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Nas palavras da sua autora, esta é uma "kind of biography" — uma magnífica viagem pela vida e obra de Almada Negreiros onde somos conduzidos por alguém que o conheceu de perto e teve acesso a material até aqui desconhecido. Como diz Maria José Almada Negreiros, "[…] não estava a fazer uma biografia morosa mas, em contrapartida, apareceu tanta coisa nova que foi como se fosse. Todo aquele vazio de Paris, e a sua vida entre 1920 e 1930, que não eram públicos, são novidades. Novidades — tanto tempo guardadas em caixas de cartão, em prateleiras de armários onde não se mexe."
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O célebre autor de "As Origens da Ordem Política" e de "Ordem Política e Decadência Política" escreveu Identidades para alertar para que a política internacional é actualmente dominada por eleitores que consideram terem sido desconsiderados na sua dignidade: étnica, nacional, religiosa, sexual. A "política de ressentimento" dirige as democracias europeias e americana.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O célebre autor de "As Origens da Ordem Política" e de "Ordem Política e Decadência Política" escreveu Identidades para alertar para que a política internacional é actualmente dominada por eleitores que consideram terem sido desconsiderados na sua dignidade: étnica, nacional, religiosa, sexual. A "política de ressentimento" dirige as democracias europeias e americana.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Pululam hoje pela indústria cultural, pelos círculos mediáticos e pela universidade estudiosos e opinion makers que fazem do populismo uma espécie de fascismo do século XXI. Após a Segunda Guerra Mundial, como é sabido, o fascismo deixou de ser tratado como uma corrente política e cultural para se transformar num cómodo significante vazio destinado a designar tudo quanto seja odioso e desprezível. Obscureceu-se o caminho de acesso ao fascismo histórico na mesma proporção em que emergiu um fascismo eterno. Do mesmo modo se passa hoje com o populismo. O conceito é mobilizado pejorativamente para designar um modo simplesmente ignóbil e repugnante de fazer política, e oferece-se como particularmente útil, em discussões acaloradas, para estigmatizar rapidamente adversários sem a maçada de demais discussões. Ora, esse modo de usar o conceito encerra um problema que não é despiciendo: ele não só ignora a história dos fenómenos caracterizáveis como populistas, muito variados, mas sobretudo tolda a possibilidade de encontrar no próprio conceito possibilidades à partida insuspeitadas e uma fecundidade inicialmente imprevista."
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Pululam hoje pela indústria cultural, pelos círculos mediáticos e pela universidade estudiosos e opinion makers que fazem do populismo uma espécie de fascismo do século XXI. Após a Segunda Guerra Mundial, como é sabido, o fascismo deixou de ser tratado como uma corrente política e cultural para se transformar num cómodo significante vazio destinado a designar tudo quanto seja odioso e desprezível. Obscureceu-se o caminho de acesso ao fascismo histórico na mesma proporção em que emergiu um fascismo eterno. Do mesmo modo se passa hoje com o populismo. O conceito é mobilizado pejorativamente para designar um modo simplesmente ignóbil e repugnante de fazer política, e oferece-se como particularmente útil, em discussões acaloradas, para estigmatizar rapidamente adversários sem a maçada de demais discussões. Ora, esse modo de usar o conceito encerra um problema que não é despiciendo: ele não só ignora a história dos fenómenos caracterizáveis como populistas, muito variados, mas sobretudo tolda a possibilidade de encontrar no próprio conceito possibilidades à partida insuspeitadas e uma fecundidade inicialmente imprevista."
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Em Portugal, frequentemente, o imaginário colectivo reduz os conceitos de "tradição" e/ou "direita" ao legado do Estado Novo e do seu arquitecto António de Oliveira Salazar. Contrariando essa tendência redutora, a presente obra pretende apresentar uma panorâmica alargada sobre esse mundo, através de uma série de capítulos elaborados por autores com investigação sólida e aprofundada sobre os respectivos temas. Numa narrativa com um compasso temporal de quase dois séculos de história política de Portugal, caracterizam-se os fenómenos mais representativos do anseio de encarnar a tradição: a primeira metade do século xix, com o movimento miguelista; a alvorada do século xx, com Sidónio e o nacionalismo anti-liberal; o Estado Novo com as diferentes facetas do ideário católico, monárquico, nacional revolucionário; o regime democrático, com as tentativas das direitas radicais e das direitas moderadas de redefinir os respectivos patrimónios doutrinários entre o fim do século xx e o princípio do novo milénio.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Em Portugal, frequentemente, o imaginário colectivo reduz os conceitos de "tradição" e/ou "direita" ao legado do Estado Novo e do seu arquitecto António de Oliveira Salazar. Contrariando essa tendência redutora, a presente obra pretende apresentar uma panorâmica alargada sobre esse mundo, através de uma série de capítulos elaborados por autores com investigação sólida e aprofundada sobre os respectivos temas. Numa narrativa com um compasso temporal de quase dois séculos de história política de Portugal, caracterizam-se os fenómenos mais representativos do anseio de encarnar a tradição: a primeira metade do século xix, com o movimento miguelista; a alvorada do século xx, com Sidónio e o nacionalismo anti-liberal; o Estado Novo com as diferentes facetas do ideário católico, monárquico, nacional revolucionário; o regime democrático, com as tentativas das direitas radicais e das direitas moderadas de redefinir os respectivos patrimónios doutrinários entre o fim do século xx e o princípio do novo milénio.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 848
Sinopse:
É o cair do pano da época a que chamamos Idade Média, longa de quase mil anos. É uma época iluminada de vitrais e manuscritos, resplandecente de iluminuras, das texturas e as cores dos tecidos italianos e da Flandres que viajam por mar e por terra, pondo em contacto o Norte e o Sul da Europa, e que atravessam também novos mundos, proporcionando toda a sua variada multiplicidade. Novas visões habitam a cidade, mas também a intimidade dos estúdios dos homens e mulheres mais brilhantes da época, inspirando as suas investigações e alimentando-as com a promessa de conseguirem novos possíveis; e graças à poderosa imaginação e habilidade dos artistas, arquitetos das artes e do pensamento, prontos para definirem as utopias do presente, traçam-se cúpulas e palácios, novas construções públicas, os modelos administrativos e económicos vão-se renovando e delineando.
Nº Páginas: 848
Sinopse:
É o cair do pano da época a que chamamos Idade Média, longa de quase mil anos. É uma época iluminada de vitrais e manuscritos, resplandecente de iluminuras, das texturas e as cores dos tecidos italianos e da Flandres que viajam por mar e por terra, pondo em contacto o Norte e o Sul da Europa, e que atravessam também novos mundos, proporcionando toda a sua variada multiplicidade. Novas visões habitam a cidade, mas também a intimidade dos estúdios dos homens e mulheres mais brilhantes da época, inspirando as suas investigações e alimentando-as com a promessa de conseguirem novos possíveis; e graças à poderosa imaginação e habilidade dos artistas, arquitetos das artes e do pensamento, prontos para definirem as utopias do presente, traçam-se cúpulas e palácios, novas construções públicas, os modelos administrativos e económicos vão-se renovando e delineando.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 984
Sinopse:
De 1200 a 1400: no período que é definido por Baixa Idade Média, um novo impulso expansivo, juntamente com a ideologia das cruzadas, conduz o Ocidente à conquista do Oriente. A cidade cresce; a arquitectura, a arte e a literatura experimentam uma intensa vontade de renovação e abertura.A esta época de progresso segue-se um período de guerra e carestia: a Guerra dos Cem Anos, a peste, as revoltas dos camponeses, reprimidas em sangue. Apesar disto, encontramos aqui as sementes do Renascimento, que vai atingir toda a sua expressão na Europa de Quatrocentos.
Nº Páginas: 984
Sinopse:
De 1200 a 1400: no período que é definido por Baixa Idade Média, um novo impulso expansivo, juntamente com a ideologia das cruzadas, conduz o Ocidente à conquista do Oriente. A cidade cresce; a arquitectura, a arte e a literatura experimentam uma intensa vontade de renovação e abertura.A esta época de progresso segue-se um período de guerra e carestia: a Guerra dos Cem Anos, a peste, as revoltas dos camponeses, reprimidas em sangue. Apesar disto, encontramos aqui as sementes do Renascimento, que vai atingir toda a sua expressão na Europa de Quatrocentos.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Umberto Eco, com a colaboração dos mais importantes medievalistas de diversas disciplinas, acompanha-nos nesta viagem envolvente e surpreendente através da sociedade, arte, história, literatura, música, filosofia e ciência deste período intenso da história da civilização europeia.
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Umberto Eco, com a colaboração dos mais importantes medievalistas de diversas disciplinas, acompanha-nos nesta viagem envolvente e surpreendente através da sociedade, arte, história, literatura, música, filosofia e ciência deste período intenso da história da civilização europeia.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Atualmente, recordamos a "Friends" como um ícone da comédia dos anos noventa, quando a paixão pela ficção televisiva começava a despontar. Porém, em 1994, quando a série estreou, ninguém esperava que tivesse um sucesso tão avassalador. A jornalista Kelsey Miller, especializada em cultura pop, revive os momentos mais relevantes da série, falando das circunstâncias mais polémicas e examinando as tendências mundiais a que deu lugar, como a cultura contemporânea do café e o corte de cabelo ao estilo da Rachel, que fez furor nos anos noventa. O relato de Miller não só permite compreender como se forjava a "Friends", como segue a ascensão dos atores para o estrelato e revela a relação complexa que estabeleceram com as suas personagens. "I’ll be There for You" é a retrospetiva definitiva sobre a "Friends", não só para os fãs da série, como para qualquer pessoa que alguma vez se tenha questionado porque esta comédia televisiva teve um impacto tão duradouro. Seis amigos que se transformaram numa família. Uma série televisiva que continua a ser um fenómeno mundial.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Atualmente, recordamos a "Friends" como um ícone da comédia dos anos noventa, quando a paixão pela ficção televisiva começava a despontar. Porém, em 1994, quando a série estreou, ninguém esperava que tivesse um sucesso tão avassalador. A jornalista Kelsey Miller, especializada em cultura pop, revive os momentos mais relevantes da série, falando das circunstâncias mais polémicas e examinando as tendências mundiais a que deu lugar, como a cultura contemporânea do café e o corte de cabelo ao estilo da Rachel, que fez furor nos anos noventa. O relato de Miller não só permite compreender como se forjava a "Friends", como segue a ascensão dos atores para o estrelato e revela a relação complexa que estabeleceram com as suas personagens. "I’ll be There for You" é a retrospetiva definitiva sobre a "Friends", não só para os fãs da série, como para qualquer pessoa que alguma vez se tenha questionado porque esta comédia televisiva teve um impacto tão duradouro. Seis amigos que se transformaram numa família. Uma série televisiva que continua a ser um fenómeno mundial.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Editado pela primeira vez em 1954, Humildade Gloriosa segue a vida de Santo António de Lisboa desde a sua meninice até à sua morte, em Pádua, onde dizem pertencer. Nesta biografia romanceada da vida do Santo e pensador que tanto influenciou o pensamento europeu da Idade Média e que ainda hoje é celebrado pelo mundo cristão. "Na vasta obra de Aquilino Ribeiro consta um romance, Humildade Gloriosa, de 1954, sobre Santo António. Este romance, esta vida romanceada de Santo António não perdeu atualidade." "Do prefácio de Frei Bento Domingues"
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Editado pela primeira vez em 1954, Humildade Gloriosa segue a vida de Santo António de Lisboa desde a sua meninice até à sua morte, em Pádua, onde dizem pertencer. Nesta biografia romanceada da vida do Santo e pensador que tanto influenciou o pensamento europeu da Idade Média e que ainda hoje é celebrado pelo mundo cristão. "Na vasta obra de Aquilino Ribeiro consta um romance, Humildade Gloriosa, de 1954, sobre Santo António. Este romance, esta vida romanceada de Santo António não perdeu atualidade." "Do prefácio de Frei Bento Domingues"
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O desejo cansa. Dá trabalho. É complicado e caprichoso. Ora encolhe sem razão ora assalta sem aviso. São desbragadamente divertidas - porque realistas, incisivas e sem tabus - estas e outras histórias de desejo, fantasia, amor e paixão, cumpridos e por cumprir. Outra coisa não se esperaria da pena de Reinaldo Moraes.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O desejo cansa. Dá trabalho. É complicado e caprichoso. Ora encolhe sem razão ora assalta sem aviso. São desbragadamente divertidas - porque realistas, incisivas e sem tabus - estas e outras histórias de desejo, fantasia, amor e paixão, cumpridos e por cumprir. Outra coisa não se esperaria da pena de Reinaldo Moraes.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Passaram 70 mil anos desde que os primeiros humanos modernos caminham sobre a Terra. Neste aparentemente curto espaço de tempo, conseguimos criar a Arte, a Cultura, a Ciência e o Comércio, além de nos termos posicionado como espécie dominante e indefectível, no topo da cadeia alimentar de todo um planeta. Embora seja deveras impressionante este domínio do jovem ser humano sobre um planeta tão antigo, na verdade seria mais correcto falarmos de sorte do que de uma conquista. Com efeito, foram tantas as vezes que nos colocámos à beira do abismo prestes a dar o passo em frente, que é um milagre ainda não estarmos extintos. Quem sabe se não o conseguimos em breve. Humanos, uma breve história dos momentos mais bizarros da Humanidade oferece-nos uma vista panorâmica da humanidade no seu pior: de Lucy, o nosso primeiro antepassado que caiu de uma árvore e morreu com um braço partido, ao exército austríaco que se atacou a si mesmo no seguimento de uma noite de bebedeira, passando pela eleição democrática de péssimos líderes políticos, invenções que podiam ter eliminado a vida da Terra com relativa rapidez, esquecimentos impensáveis e ideias peregrinas que nunca deveriam ter sido sequer pensadas, esta é a história de todas aquelas vezes em que tudo poderia ter acabado da pior maneira para a espécie humana. Neste compêndio único e profundamente irónico dos erros mais catastróficos e potencialmente fatais da história humana, Tom Phillips consegue a proeza de nos divertir, informar e fazer reflectir acerca do pior inimigo do homem: ele próprio. É, por isso, urgente um novo feminismo. Este manifesto tem por objectivo resgatar o verdadeiro propósito das lutas feministas e orientá-las para uma reorganização total da sociedade que beneficie, de facto, a maioria da população.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Passaram 70 mil anos desde que os primeiros humanos modernos caminham sobre a Terra. Neste aparentemente curto espaço de tempo, conseguimos criar a Arte, a Cultura, a Ciência e o Comércio, além de nos termos posicionado como espécie dominante e indefectível, no topo da cadeia alimentar de todo um planeta. Embora seja deveras impressionante este domínio do jovem ser humano sobre um planeta tão antigo, na verdade seria mais correcto falarmos de sorte do que de uma conquista. Com efeito, foram tantas as vezes que nos colocámos à beira do abismo prestes a dar o passo em frente, que é um milagre ainda não estarmos extintos. Quem sabe se não o conseguimos em breve. Humanos, uma breve história dos momentos mais bizarros da Humanidade oferece-nos uma vista panorâmica da humanidade no seu pior: de Lucy, o nosso primeiro antepassado que caiu de uma árvore e morreu com um braço partido, ao exército austríaco que se atacou a si mesmo no seguimento de uma noite de bebedeira, passando pela eleição democrática de péssimos líderes políticos, invenções que podiam ter eliminado a vida da Terra com relativa rapidez, esquecimentos impensáveis e ideias peregrinas que nunca deveriam ter sido sequer pensadas, esta é a história de todas aquelas vezes em que tudo poderia ter acabado da pior maneira para a espécie humana. Neste compêndio único e profundamente irónico dos erros mais catastróficos e potencialmente fatais da história humana, Tom Phillips consegue a proeza de nos divertir, informar e fazer reflectir acerca do pior inimigo do homem: ele próprio. É, por isso, urgente um novo feminismo. Este manifesto tem por objectivo resgatar o verdadeiro propósito das lutas feministas e orientá-las para uma reorganização total da sociedade que beneficie, de facto, a maioria da população.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Há séculos que o bom senso e a ciência nos dizem que o ser humano é um animal de instintos e pulsões básicas, cuja natureza violenta e egoísta só com dificuldade é contida pelas leis e normas sociais, e que este verniz sofisticado é superficial, capaz de estalar à mínima provocação. Rutger Bregman, historiador e autor do bestseller internacional Utopia para Realistas, leu a investigação, foi à raiz dos mitos, entrevistou protagonistas de notícias mediáticas e cientistas de renome e propõe-nos uma visão realista, inovadora e revolucionária do Homo sapiens. E se clássicos literários como O Deus das Moscas tiverem contrapontos da vida real em que as crianças se organizam e cooperam? E se as experiências paradigmáticas da psicologia que nos mostram que o poder sobre o outro corrompe tiverem sido mal interpretadas? Rutger Bregman demonstra que é mais fácil acreditar na "banalidade do mal" devido ao trauma deixado pelos conflitos do século xx, à tendência que temos para pensar o pior da nossa espécie e até à predileção por uma boa história, mas que, na evolução como na história, a entreajuda se sobrepõe à competição, o altruísmo à maldade e a confiança à desconfiança. Um livro para derrubar tabus e inaugurar uma nova conceção da natureza humana. Tem coragem de descobrir que talvez esteja errado, no melhor sentido possível?
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Há séculos que o bom senso e a ciência nos dizem que o ser humano é um animal de instintos e pulsões básicas, cuja natureza violenta e egoísta só com dificuldade é contida pelas leis e normas sociais, e que este verniz sofisticado é superficial, capaz de estalar à mínima provocação. Rutger Bregman, historiador e autor do bestseller internacional Utopia para Realistas, leu a investigação, foi à raiz dos mitos, entrevistou protagonistas de notícias mediáticas e cientistas de renome e propõe-nos uma visão realista, inovadora e revolucionária do Homo sapiens. E se clássicos literários como O Deus das Moscas tiverem contrapontos da vida real em que as crianças se organizam e cooperam? E se as experiências paradigmáticas da psicologia que nos mostram que o poder sobre o outro corrompe tiverem sido mal interpretadas? Rutger Bregman demonstra que é mais fácil acreditar na "banalidade do mal" devido ao trauma deixado pelos conflitos do século xx, à tendência que temos para pensar o pior da nossa espécie e até à predileção por uma boa história, mas que, na evolução como na história, a entreajuda se sobrepõe à competição, o altruísmo à maldade e a confiança à desconfiança. Um livro para derrubar tabus e inaugurar uma nova conceção da natureza humana. Tem coragem de descobrir que talvez esteja errado, no melhor sentido possível?
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O hotel era velho, estava em mau estado. Mas para Hugues Martin, hoteleiro de origem suíça, ele é um diamante em bruto escondido numa rua sossegada de Nova Iorque. Por isso, junta todas as migalhas que consegue para comprar o edifício e transformá-lo num dos hotéis mais luxuosos do mundo. Não tarda que o serviço e a discrição do Hotel Vendôme conquistem uma excelente reputação. É o refúgio ideal para os ricos e famosos e o lar perfeito para a família de Hugues, até que a sua jovem esposa o abandona e deixa a filha de quatro anos de ambos ao seu cuidado. Apesar disso, Heloise cresce feliz no meio de celebridades, gente da sociedade, políticos, viajantes internacionais e os inúmeros empregados do hotel, que a adoram. À medida que os anos passam e surgem desafios inesperados, Hugues e o hotel continuam a ser o centro da vida de Heloise. É seu desejo seguir os passos do pai e um dia vir a gerir o Hotel Vendôme. As lições que ela aprende com ele vão ajudá-la pela vida fora, iluminando uma história inesquecível. Bem-vindos ao Hotel Vendôme.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O hotel era velho, estava em mau estado. Mas para Hugues Martin, hoteleiro de origem suíça, ele é um diamante em bruto escondido numa rua sossegada de Nova Iorque. Por isso, junta todas as migalhas que consegue para comprar o edifício e transformá-lo num dos hotéis mais luxuosos do mundo. Não tarda que o serviço e a discrição do Hotel Vendôme conquistem uma excelente reputação. É o refúgio ideal para os ricos e famosos e o lar perfeito para a família de Hugues, até que a sua jovem esposa o abandona e deixa a filha de quatro anos de ambos ao seu cuidado. Apesar disso, Heloise cresce feliz no meio de celebridades, gente da sociedade, políticos, viajantes internacionais e os inúmeros empregados do hotel, que a adoram. À medida que os anos passam e surgem desafios inesperados, Hugues e o hotel continuam a ser o centro da vida de Heloise. É seu desejo seguir os passos do pai e um dia vir a gerir o Hotel Vendôme. As lições que ela aprende com ele vão ajudá-la pela vida fora, iluminando uma história inesquecível. Bem-vindos ao Hotel Vendôme.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Jónas Ebeneser está no limiar dos quarenta e nove anos. É um homem divorciado, heterossexual, sem relevância social ou vida sexual. E tem a compulsão de consertar tudo o que lhe aparece à frente. Tomou recentemente conhecimento de que não é o pai biológico da sua filha. Isso despedaça-o e fá-lo mergulhar numa crise profunda. Com grande mestria, num estilo poético e finamente irónico, Ólafsdóttir mostra neste romance a capacidade de autorregeneração de um homem que redescobre um sentido para a vida através da bondade, mesmo que o faça a partir das profundezas do desespero. Ör ("cicatriz", no original) foi galardoado em 2016 com o Prémio de Literatura Islandesa, o Prémio de Melhor Romance Islandês e o Prémio dos Livreiros Islandeses.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Jónas Ebeneser está no limiar dos quarenta e nove anos. É um homem divorciado, heterossexual, sem relevância social ou vida sexual. E tem a compulsão de consertar tudo o que lhe aparece à frente. Tomou recentemente conhecimento de que não é o pai biológico da sua filha. Isso despedaça-o e fá-lo mergulhar numa crise profunda. Com grande mestria, num estilo poético e finamente irónico, Ólafsdóttir mostra neste romance a capacidade de autorregeneração de um homem que redescobre um sentido para a vida através da bondade, mesmo que o faça a partir das profundezas do desespero. Ör ("cicatriz", no original) foi galardoado em 2016 com o Prémio de Literatura Islandesa, o Prémio de Melhor Romance Islandês e o Prémio dos Livreiros Islandeses.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Segundo romance de João Tordo, autor vencedor do prémio José Saramago, "Hotel Memória" é simultaneamente um romance de mistério e um livro de aventuras. Inspirado pela ficção de Edgar Allan Poe e Herman Melville, é uma obra intrigante e comovente, que enfrenta os fantasmas da memória, da culpa e da redenção ao mesmo tempo que interroga o que faz de nós o que somos.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Segundo romance de João Tordo, autor vencedor do prémio José Saramago, "Hotel Memória" é simultaneamente um romance de mistério e um livro de aventuras. Inspirado pela ficção de Edgar Allan Poe e Herman Melville, é uma obra intrigante e comovente, que enfrenta os fantasmas da memória, da culpa e da redenção ao mesmo tempo que interroga o que faz de nós o que somos.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Cansado de a ver desocupada, o tio da narradora arranja-lhe um emprego num banco para trabalhar com uma avaliadora de obras de arte. E, contra todas as expectativas, o ofício torna-se absolutamente fascinante, não só pelas incríveis descobertas que faz sobre falsificações, mas sobretudo pelas histórias secretas que a chefe acaba por lhe contar, uma das quais é a do Hotel Melancólico, onde viviam artistas que copiavam quadros para ganhar a vida e por onde passou a misteriosa Negra, figura central deste romance, que falsificava sobretudo a obra de Mariette Lydis, a pintora a quem a alta-sociedade de Buenos Aires encomendava os retratos. Um belo dia, porém, a chefe estranhamente não aparece para trabalhar e o mais certo é que lhe tenha acontecido algo de grave; mas, se assim for, como será possível continuar a viver sem saber o fim de todas aquelas histórias que ficaram a meio? Depois do internacionalmente aplaudido "O Nervo Ótico", este "Hotel Melancólico" é, de novo, um romance sobre a relação turbulenta entre a arte e a vida, mas também sobre o engano e a manipulação, sobre a realidade e a ficção, sobre o vivido e o contado; uma narração sinuosa, enigmática e envolvente em que as personagens reais parecem de ficção e o contrário também é verdade.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Cansado de a ver desocupada, o tio da narradora arranja-lhe um emprego num banco para trabalhar com uma avaliadora de obras de arte. E, contra todas as expectativas, o ofício torna-se absolutamente fascinante, não só pelas incríveis descobertas que faz sobre falsificações, mas sobretudo pelas histórias secretas que a chefe acaba por lhe contar, uma das quais é a do Hotel Melancólico, onde viviam artistas que copiavam quadros para ganhar a vida e por onde passou a misteriosa Negra, figura central deste romance, que falsificava sobretudo a obra de Mariette Lydis, a pintora a quem a alta-sociedade de Buenos Aires encomendava os retratos. Um belo dia, porém, a chefe estranhamente não aparece para trabalhar e o mais certo é que lhe tenha acontecido algo de grave; mas, se assim for, como será possível continuar a viver sem saber o fim de todas aquelas histórias que ficaram a meio? Depois do internacionalmente aplaudido "O Nervo Ótico", este "Hotel Melancólico" é, de novo, um romance sobre a relação turbulenta entre a arte e a vida, mas também sobre o engano e a manipulação, sobre a realidade e a ficção, sobre o vivido e o contado; uma narração sinuosa, enigmática e envolvente em que as personagens reais parecem de ficção e o contrário também é verdade.
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