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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Milhares de navegantes portugueses sulcam o Atlântico nas armadas e nos navios de comércio. Descobrem e cartografam; usam os ventos e as correntes marítimas; aprendem a situar pelas estrelas o lugar e a rota dos navios; registam o valor das mercadorias; usam intérpretes africanos; caçam e resgatam escravos. Levam a cruz pintada nas velas, mas podem cair sobre a presa como o albatroz. Trocam gestos, cerimónias, roupas, vocábulos. Experimentam as armas e os corpos. O barco é o veículo, a casa, a fortaleza, o templo, a oficina, o armazém, o porta escravos, o porta navios, o caixão.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Milhares de navegantes portugueses sulcam o Atlântico nas armadas e nos navios de comércio. Descobrem e cartografam; usam os ventos e as correntes marítimas; aprendem a situar pelas estrelas o lugar e a rota dos navios; registam o valor das mercadorias; usam intérpretes africanos; caçam e resgatam escravos. Levam a cruz pintada nas velas, mas podem cair sobre a presa como o albatroz. Trocam gestos, cerimónias, roupas, vocábulos. Experimentam as armas e os corpos. O barco é o veículo, a casa, a fortaleza, o templo, a oficina, o armazém, o porta escravos, o porta navios, o caixão.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O segundo volume da História de Portugal abraça o tempo da formação e da refundação do estado português. O território onde se desenvolveu o pequeno centro de poder, embrenhado em múltiplos poderes senhoriais , descia de Entre Douro e Minho, pelo litoral, até à foz do Mondego. A sul e a leste, os moradores, agrupados em pequenos burgos fortificados ou dispersos pelas brenhas com os seus gados, apoiados por Badajoz e Sevilha, resistiam ou afrontavam de armas na mão os cavaleiros e peões do Norte. Começava uma aventura de nove séculos.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O segundo volume da História de Portugal abraça o tempo da formação e da refundação do estado português. O território onde se desenvolveu o pequeno centro de poder, embrenhado em múltiplos poderes senhoriais , descia de Entre Douro e Minho, pelo litoral, até à foz do Mondego. A sul e a leste, os moradores, agrupados em pequenos burgos fortificados ou dispersos pelas brenhas com os seus gados, apoiados por Badajoz e Sevilha, resistiam ou afrontavam de armas na mão os cavaleiros e peões do Norte. Começava uma aventura de nove séculos.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 260
Sinopse:
Escrito sob a forma de um inquérito, e tendo como cenário um Peru degradado e sombrio, "História de Mayta" descreve a vida do trotskista Alejandro Mayta, protagonista de uma intentona, em 1958, e posteriormente detido por diversas vezes em circunstâncias pouco claras. Neste romance é conferida humanidade ao temperamento do seu personagem, mas também são reveladas as sementes de destruição trazidas pelas revoluções das últimas décadas. Uma versão lúcida, amarga e tragicómica dos extremismos revolucionários que varreram a história do Peru no século XX, por um dos maiores expoentes da literatura contemporânea.
Nº Páginas: 260
Sinopse:
Escrito sob a forma de um inquérito, e tendo como cenário um Peru degradado e sombrio, "História de Mayta" descreve a vida do trotskista Alejandro Mayta, protagonista de uma intentona, em 1958, e posteriormente detido por diversas vezes em circunstâncias pouco claras. Neste romance é conferida humanidade ao temperamento do seu personagem, mas também são reveladas as sementes de destruição trazidas pelas revoluções das últimas décadas. Uma versão lúcida, amarga e tragicómica dos extremismos revolucionários que varreram a história do Peru no século XX, por um dos maiores expoentes da literatura contemporânea.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Fialho de Almeida era dono de um sarcasmo destruidor, mas também de uma ternura imensa. Autor de uma obra vasta, nome maior das letras portuguesas, hoje muito esquecido. História de Dois Patifes e Outras Prosas procura recuperar o legado de Fialho enquanto ficcionista. Recolhem-se aqui vários contos representativos da obra do escritor, bem como dois textos não-ficcionais, demonstrativos da versatilidade da sua escrita. Do divertido conto que dá nome à antologia, a história de dois gatos rebeldes e malcomportados, até ao delírio fantástico de "O sineiro de Santa Ágata", passando por histórias tocantes e profundamente humanas, como "Sempre amigos" ou "O filho", ou a descrição assombrosa da ceifa alentejana.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Fialho de Almeida era dono de um sarcasmo destruidor, mas também de uma ternura imensa. Autor de uma obra vasta, nome maior das letras portuguesas, hoje muito esquecido. História de Dois Patifes e Outras Prosas procura recuperar o legado de Fialho enquanto ficcionista. Recolhem-se aqui vários contos representativos da obra do escritor, bem como dois textos não-ficcionais, demonstrativos da versatilidade da sua escrita. Do divertido conto que dá nome à antologia, a história de dois gatos rebeldes e malcomportados, até ao delírio fantástico de "O sineiro de Santa Ágata", passando por histórias tocantes e profundamente humanas, como "Sempre amigos" ou "O filho", ou a descrição assombrosa da ceifa alentejana.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"O livro conta a história de divergência e convergência entre a Europa e a América, procurando identificar os momentos em que as relações entre Portugal e os Estados Unidos acompanharam, ou não, esta dinâmica mais vasta."
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"O livro conta a história de divergência e convergência entre a Europa e a América, procurando identificar os momentos em que as relações entre Portugal e os Estados Unidos acompanharam, ou não, esta dinâmica mais vasta."
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A história de Édouard é difícil, íntima e dolorosa; tanto que, sem espaço para devaneios da imaginação, lhe resta apenas o relato agitado, por vezes, implacável, daquilo que a realidade um dia lhe trouxe: uma noite fugaz de amor e libertação transformada, subitamente, no mais selvagem dos pesadelos. É com uma honestidade sem pudor, difícil de classificar, que a história de Édouard, quebrada em vozes e olhares — uma irmã que vive na província, relatórios da polícia, comentários de pessoal médico —, é também a crónica de um tempo atual, onde o ódio racial e de classe se esconde sob a imagem de uma sociedade livre, igualitária e fraterna. Escrito com um realismo cru e brutal, "História da Violência" é um romance inovador que, partindo de uma confissão, explora a fratura social e o mal-estar da Europa de hoje.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A história de Édouard é difícil, íntima e dolorosa; tanto que, sem espaço para devaneios da imaginação, lhe resta apenas o relato agitado, por vezes, implacável, daquilo que a realidade um dia lhe trouxe: uma noite fugaz de amor e libertação transformada, subitamente, no mais selvagem dos pesadelos. É com uma honestidade sem pudor, difícil de classificar, que a história de Édouard, quebrada em vozes e olhares — uma irmã que vive na província, relatórios da polícia, comentários de pessoal médico —, é também a crónica de um tempo atual, onde o ódio racial e de classe se esconde sob a imagem de uma sociedade livre, igualitária e fraterna. Escrito com um realismo cru e brutal, "História da Violência" é um romance inovador que, partindo de uma confissão, explora a fratura social e o mal-estar da Europa de hoje.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 332
Sinopse:
"Com este livro procurei fazer uma reflexão sobre o que foi a história da atividade médica e assistencial em Portugal e nas terras descobertas durante um período tão intenso e extraordinário da sua história e da história do mundo, época única na qual o nosso país foi um dos principais atores. Por um lado, saber como era ser médico nessa altura, quais eram a sua formação, os seus conhecimentos e a sua prática. Depois, lembrar como foram e como funcionaram os dois principais hospitais reais de então, o Hospital Real de Todos os Santos e o Hospital Real de Goa, e pôr em relevo a visão de governantes como D. João II, D. Manuel I e D. João III e dos seus conselheiros, que precocemente perceberam a necessidade de criar mecanismos de assistência sanitária que acompanhassem o esforço dos Descobrimentos. Por outro lado, dar um panorama do que foi a "medicina e a doença embarcada" e do sofrimento que isso significou para milhares de portugueses que tiveram a coragem de demandar as Índias, o Japão ou os Brasis. Por fim, descobrir e investigar de que forma participaram os médicos e os boticários na Expansão, e relatar as novas doenças existentes ou vindas das novas terras descobertas e em especial o impacte social de uma delas, a sífilis, a mais terrível de todas."
Nº Páginas: 332
Sinopse:
"Com este livro procurei fazer uma reflexão sobre o que foi a história da atividade médica e assistencial em Portugal e nas terras descobertas durante um período tão intenso e extraordinário da sua história e da história do mundo, época única na qual o nosso país foi um dos principais atores. Por um lado, saber como era ser médico nessa altura, quais eram a sua formação, os seus conhecimentos e a sua prática. Depois, lembrar como foram e como funcionaram os dois principais hospitais reais de então, o Hospital Real de Todos os Santos e o Hospital Real de Goa, e pôr em relevo a visão de governantes como D. João II, D. Manuel I e D. João III e dos seus conselheiros, que precocemente perceberam a necessidade de criar mecanismos de assistência sanitária que acompanhassem o esforço dos Descobrimentos. Por outro lado, dar um panorama do que foi a "medicina e a doença embarcada" e do sofrimento que isso significou para milhares de portugueses que tiveram a coragem de demandar as Índias, o Japão ou os Brasis. Por fim, descobrir e investigar de que forma participaram os médicos e os boticários na Expansão, e relatar as novas doenças existentes ou vindas das novas terras descobertas e em especial o impacte social de uma delas, a sífilis, a mais terrível de todas."
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Edição: Jan 1996
Nº Páginas: 1216
Sinopse:
O objeto básico do nosso estudo é constituído pelas obras literariamente mais qualificadas de língua e autoria originariamente portuguesas, segundo uma perspetiva de desenvolvimento geral das estruturas formais e da matéria humana socialmente comunicável que lhes corresponde.
Nº Páginas: 1216
Sinopse:
O objeto básico do nosso estudo é constituído pelas obras literariamente mais qualificadas de língua e autoria originariamente portuguesas, segundo uma perspetiva de desenvolvimento geral das estruturas formais e da matéria humana socialmente comunicável que lhes corresponde.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Este livro conta o percurso da China desde os seus primórdios até à transformação em superpotência económica. O autor percorre toda a história do país, das gloriosas dinastias Tang e Song, durante as quais nasceriam as grandes cidades chinesas, ao período de declínio e do esforço ocidental para dominar este vasto território, incluindo os anos conturbados da Revolução Chinesa e as mudanças progressivas que foram ocorrendo desde os anos 70 até aos dias de hoje. A transferência dos últimos territórios sob controlo ocidental para o governo chinês e o desenvolvimento fulminante da economia nas últimas décadas são os grandes temas abordados no final deste volume.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Este livro conta o percurso da China desde os seus primórdios até à transformação em superpotência económica. O autor percorre toda a história do país, das gloriosas dinastias Tang e Song, durante as quais nasceriam as grandes cidades chinesas, ao período de declínio e do esforço ocidental para dominar este vasto território, incluindo os anos conturbados da Revolução Chinesa e as mudanças progressivas que foram ocorrendo desde os anos 70 até aos dias de hoje. A transferência dos últimos territórios sob controlo ocidental para o governo chinês e o desenvolvimento fulminante da economia nas últimas décadas são os grandes temas abordados no final deste volume.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Entre 1830 e 1880, Portugal passou por profundas mudanças, com a construção de um Estado-nação moderno e o ressurgimento do projecto imperial africano. O triunfo dos liberais na guerra civil, em 1834, assinala a instauração definitiva do regime monárquico constitucional. A nova fase que então se abriu, de início designada "Regeneração", teve como características a negociação e o compromisso, associados a uma dinâmica de modernização socioeconómica, em que o investimento público nas infra-estruturas deveria desempenhar um papel fundamental. Este impulso modernizador, que começa a dar sinais de erosão na viragem para a década de 1890, embora tenha introduzido grandes transformações, não permitiu vencer alguns dos pesados atrasos estruturais e culturais do país, nem alterar a sua posição periférica no contexto europeu.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Entre 1830 e 1880, Portugal passou por profundas mudanças, com a construção de um Estado-nação moderno e o ressurgimento do projecto imperial africano. O triunfo dos liberais na guerra civil, em 1834, assinala a instauração definitiva do regime monárquico constitucional. A nova fase que então se abriu, de início designada "Regeneração", teve como características a negociação e o compromisso, associados a uma dinâmica de modernização socioeconómica, em que o investimento público nas infra-estruturas deveria desempenhar um papel fundamental. Este impulso modernizador, que começa a dar sinais de erosão na viragem para a década de 1890, embora tenha introduzido grandes transformações, não permitiu vencer alguns dos pesados atrasos estruturais e culturais do país, nem alterar a sua posição periférica no contexto europeu.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Mais um volume de uma coleção de extrema importância no conhecimento da História contemporânea. Neste livro é abordado o período entre 1930 e 1960, em que Portugal olhou para dentro e procurou encontrar rumo próprio na definição de uma trajetória política, económica, social e cultural.
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Mais um volume de uma coleção de extrema importância no conhecimento da História contemporânea. Neste livro é abordado o período entre 1930 e 1960, em que Portugal olhou para dentro e procurou encontrar rumo próprio na definição de uma trajetória política, económica, social e cultural.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 236
Sinopse:
Este é mais um volume de uma Colecção única e fundamental no conhecimento da História contemporânea. Abarca o período entre 1960 e o fim do séc. XX, altura em que Portugal conheceu um movimento de crescimento económico, um simultâneo processo de democratização e descolonização e de adesão à União Europeia.
Nº Páginas: 236
Sinopse:
Este é mais um volume de uma Colecção única e fundamental no conhecimento da História contemporânea. Abarca o período entre 1960 e o fim do séc. XX, altura em que Portugal conheceu um movimento de crescimento económico, um simultâneo processo de democratização e descolonização e de adesão à União Europeia.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Entre 1890 e 1930, Portugal é marcado pela mudança. Por uma aceleração, aparentemente, vertiginosa de acontecimentos políticos que pontuam a sua História: o Ultimatum inglês e a difícil afirmação do Império Colonial; o regicídio e a queda da Monarquia; a implantação da República e a intervenção na Grande Guerra; a ditadura militar e o caminho para o Estado Novo. Mas é, ao mesmo tempo, atravessado pela continuidade. Pela persistência de movimentos de mais longa duração e que acompanham todo o período: o peso do mundo rural e a lenta industrialização; a urbanização crescente e a constante emigração; a persistência das palavras num mundo, cada vez mais, de imagens; e, enfim, pela crise do liberalismo. Na verdade, quando a República cai, abrindo caminho ao Estado Novo, leva com ela todo o sistema liberal e democrático que vigorava há quase um século, abrindo caminho a outro meio século de um sistema autoritário e corporativo.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Entre 1890 e 1930, Portugal é marcado pela mudança. Por uma aceleração, aparentemente, vertiginosa de acontecimentos políticos que pontuam a sua História: o Ultimatum inglês e a difícil afirmação do Império Colonial; o regicídio e a queda da Monarquia; a implantação da República e a intervenção na Grande Guerra; a ditadura militar e o caminho para o Estado Novo. Mas é, ao mesmo tempo, atravessado pela continuidade. Pela persistência de movimentos de mais longa duração e que acompanham todo o período: o peso do mundo rural e a lenta industrialização; a urbanização crescente e a constante emigração; a persistência das palavras num mundo, cada vez mais, de imagens; e, enfim, pela crise do liberalismo. Na verdade, quando a República cai, abrindo caminho ao Estado Novo, leva com ela todo o sistema liberal e democrático que vigorava há quase um século, abrindo caminho a outro meio século de um sistema autoritário e corporativo.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O livro da grande série da RTP sobre o colonialismo, "História a História - África" A partir de uma perspectiva informada por décadas de investigação destes temas, e escrito num tom acessível ao grande público, "História a História - África" constitui um grande fresco sobre as décadas mais conturbadas do século XX português. Fernando Rosas fez um périplo pelos lugares mais simbólicos das antigas colónias africanas portuguesas, recontextualizando problemas e polémicas antigas: o que resta das "aldeias portuguesas" do antigo colonato do Limpopo, a histórica barragem de Cahora Bassa, em Moçambique, Batepá e as praias são-tomenses onde a repressão colonial andou à solta, o campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, a ilha de Soga, nos Bijagós, de onde partiu a "Operação Mar Verde"; sem esquecer os locais em Lisboa e Coimbra onde, nos anos 50 e 60, no coração do poder colonial, a Casa dos Estudantes do Império, se reacendeu a chama da libertação das nações sob domínio colonial português. "O livro que agora vem a público surge no decurso desse debate surdo acerca da alegada excecionalidade lusotropicalista do colonialismo português, os seus tão glosados "brandos costumes". […] Olhou-se para alguns momentos decisivos da guerra e para os efeitos sociais da débacle final do regime colonial: o início sangrento da guerra colonial em Angola no ano de 1961, a desesperada revolta de parte da população branca da então Lourenço Marques contra os acordos de Lusaka, em 1974, a desastrosa aventura militar spinolista de ataque à Guiné Conacri, a "Operação Mar Verde", em 1970. Para encerrar, a dramática fuga e o retorno a Portugal de 500 a 700 mil colonos brancos de Angola e Moçambique, e o singular caso de sucesso que acabou por ser a sua integração no então jovem Portugal democrático."
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O livro da grande série da RTP sobre o colonialismo, "História a História - África" A partir de uma perspectiva informada por décadas de investigação destes temas, e escrito num tom acessível ao grande público, "História a História - África" constitui um grande fresco sobre as décadas mais conturbadas do século XX português. Fernando Rosas fez um périplo pelos lugares mais simbólicos das antigas colónias africanas portuguesas, recontextualizando problemas e polémicas antigas: o que resta das "aldeias portuguesas" do antigo colonato do Limpopo, a histórica barragem de Cahora Bassa, em Moçambique, Batepá e as praias são-tomenses onde a repressão colonial andou à solta, o campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, a ilha de Soga, nos Bijagós, de onde partiu a "Operação Mar Verde"; sem esquecer os locais em Lisboa e Coimbra onde, nos anos 50 e 60, no coração do poder colonial, a Casa dos Estudantes do Império, se reacendeu a chama da libertação das nações sob domínio colonial português. "O livro que agora vem a público surge no decurso desse debate surdo acerca da alegada excecionalidade lusotropicalista do colonialismo português, os seus tão glosados "brandos costumes". […] Olhou-se para alguns momentos decisivos da guerra e para os efeitos sociais da débacle final do regime colonial: o início sangrento da guerra colonial em Angola no ano de 1961, a desesperada revolta de parte da população branca da então Lourenço Marques contra os acordos de Lusaka, em 1974, a desastrosa aventura militar spinolista de ataque à Guiné Conacri, a "Operação Mar Verde", em 1970. Para encerrar, a dramática fuga e o retorno a Portugal de 500 a 700 mil colonos brancos de Angola e Moçambique, e o singular caso de sucesso que acabou por ser a sua integração no então jovem Portugal democrático."
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Paulo é um jovem que quer ser escritor. Deixa crescer o cabelo e parte numa viagem pelo mundo em busca da liberdade e do significado mais profundo da existência. Uma jornada que vai desde a prisão como terrorista pela ditadura militar brasileira, em 1970, enquanto viaja pela América do Sul, até ao encontro com Karla, em Amesterdão, e a decisão de partirem juntos para o Nepal no Magic Bus. No caminho, os companheiros que vivem uma extraordinária história de amor também passam por transformações profundas e abraçam novos valores para as suas vidas.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Paulo é um jovem que quer ser escritor. Deixa crescer o cabelo e parte numa viagem pelo mundo em busca da liberdade e do significado mais profundo da existência. Uma jornada que vai desde a prisão como terrorista pela ditadura militar brasileira, em 1970, enquanto viaja pela América do Sul, até ao encontro com Karla, em Amesterdão, e a decisão de partirem juntos para o Nepal no Magic Bus. No caminho, os companheiros que vivem uma extraordinária história de amor também passam por transformações profundas e abraçam novos valores para as suas vidas.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 304
Sinopse:
No início dos anos 90, o jornalista mexicano Chespirito Diaz chegou a Washington disposto a vencer na vida e a salvar o mundo, mas longe de imaginar que seria a causa de uma guerra. Eram os dias do fim da História, a capital fervilhava de otimismo e contradições, sonhos de grandeza e personagens ardilosas. Quando Rachel Woodberg, uma filha da elite americana, com uma obsessão pela aventura, lhe propôs uma reportagem pouco ortodoxa sobre uma cimeira de gangs, Chespirito percebeu que pisava terreno perigoso. Num percurso que o levará dos clubes sadomasoquistas de Nova Iorque às sociedades secretas da Revolução Francesa, dos antros de motards da Florida, aos bairros da mafia curda de Esmirna e às aldeias bombardeadas do deserto do Iraque, Chespirito cruza-se com personagens tão desconcertantes como MC Disaster, o rapper que prometia abrir-lhe as portas do submundo; Gloria Frankovitch, a genial investigadora de Relações Internacionais com um projecto de diplomacia pessoal, ou Rand Mortimer, autointitulado gestor de percepções, um homem solitário e clandestino, mas com o poder de derrubar governos e provocar guerras. Hipnose é o romance dessa década decisiva, entre a tomada de posse de Bill Clinton, em 1993, e a guerra do Iraque, em 2003, e pode ser lido como uma reflexão sobre a natureza e as origens da persuasão colectiva no mundo contemporâneo. Uma história apenas no início.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
No início dos anos 90, o jornalista mexicano Chespirito Diaz chegou a Washington disposto a vencer na vida e a salvar o mundo, mas longe de imaginar que seria a causa de uma guerra. Eram os dias do fim da História, a capital fervilhava de otimismo e contradições, sonhos de grandeza e personagens ardilosas. Quando Rachel Woodberg, uma filha da elite americana, com uma obsessão pela aventura, lhe propôs uma reportagem pouco ortodoxa sobre uma cimeira de gangs, Chespirito percebeu que pisava terreno perigoso. Num percurso que o levará dos clubes sadomasoquistas de Nova Iorque às sociedades secretas da Revolução Francesa, dos antros de motards da Florida, aos bairros da mafia curda de Esmirna e às aldeias bombardeadas do deserto do Iraque, Chespirito cruza-se com personagens tão desconcertantes como MC Disaster, o rapper que prometia abrir-lhe as portas do submundo; Gloria Frankovitch, a genial investigadora de Relações Internacionais com um projecto de diplomacia pessoal, ou Rand Mortimer, autointitulado gestor de percepções, um homem solitário e clandestino, mas com o poder de derrubar governos e provocar guerras. Hipnose é o romance dessa década decisiva, entre a tomada de posse de Bill Clinton, em 1993, e a guerra do Iraque, em 2003, e pode ser lido como uma reflexão sobre a natureza e as origens da persuasão colectiva no mundo contemporâneo. Uma história apenas no início.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Hillary Rodham Clinton concretizou o sonho da sua vida e é a primeira mulher a chegar à Presidência dos Estados Unidos. Este livro traça-nos o perfil desta mulher singular e obstinada, conta-nos o seu percurso, ideias e paixões e revela ainda pormenores essenciais da corrida eleitoral mais imprevista das últimas décadas nos Estados Unidos da América.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Hillary Rodham Clinton concretizou o sonho da sua vida e é a primeira mulher a chegar à Presidência dos Estados Unidos. Este livro traça-nos o perfil desta mulher singular e obstinada, conta-nos o seu percurso, ideias e paixões e revela ainda pormenores essenciais da corrida eleitoral mais imprevista das últimas décadas nos Estados Unidos da América.
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Edição: Dez 2000
Nº Páginas: 272
Sinopse:
No ano de 356 antes de Cristo, foi reduzido a escombros o orgulho da cidade de Éfeso, o Templo de Artemisa, por Heróstrato, que deitou fogo ao edifício pensando que a sua destruição seria a única oportunidade de alcançar a fama imortal. Confrontados com tal acto os cidadãos de Éfeso promulgaram um decreto determinando a pena de morte para quem mencionasse o nome de Heróstrato na cidade, numa tentativa vã de que este fosse esquecido. Como refere Richard Zenith, o intuito de Fernando Pessoa neste livro, "era estudar a imortalidade - entendida como celebridade póstuma, sobrevivência na história - nas suas várias causas e manifestações: génio, notoriedade, produção artística, actuação política, fama dos indivíduos, fama das nações, tirania, santidade, poder militar, poder mental, grandes conquistas, grandes escândalos". Contudo, contrariando os seus propósitos, acabará por se centrar no problema da sobrevivência das obras literárias, concluindo que é impossível saber quem ficará para a história (sendo que o ideal, como afirma Pessoa, "seria uma epopeia que resistisse como Milton e interessasse como Conan Doyle").
Nº Páginas: 272
Sinopse:
No ano de 356 antes de Cristo, foi reduzido a escombros o orgulho da cidade de Éfeso, o Templo de Artemisa, por Heróstrato, que deitou fogo ao edifício pensando que a sua destruição seria a única oportunidade de alcançar a fama imortal. Confrontados com tal acto os cidadãos de Éfeso promulgaram um decreto determinando a pena de morte para quem mencionasse o nome de Heróstrato na cidade, numa tentativa vã de que este fosse esquecido. Como refere Richard Zenith, o intuito de Fernando Pessoa neste livro, "era estudar a imortalidade - entendida como celebridade póstuma, sobrevivência na história - nas suas várias causas e manifestações: génio, notoriedade, produção artística, actuação política, fama dos indivíduos, fama das nações, tirania, santidade, poder militar, poder mental, grandes conquistas, grandes escândalos". Contudo, contrariando os seus propósitos, acabará por se centrar no problema da sobrevivência das obras literárias, concluindo que é impossível saber quem ficará para a história (sendo que o ideal, como afirma Pessoa, "seria uma epopeia que resistisse como Milton e interessasse como Conan Doyle").
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Um livro sobre determinação e coragem que nos fala da guerra como o maior desafio à superação individual. Entre 1961 e 1974, centenas de milhares de portugueses combateram em Angola, em Moçambique e na Guiné. Mas, como acontece em todos os conflitos, só alguns combatentes se destacaram. Heróis do Ultramar traça o retrato de um punhado de homens que se distinguiram nos campos de batalha da Guerra Colonial e que ainda hoje são recordados pela sua bravura extrema. Portugueses que, independentemente do curso da História, da política ditada pelo governo de Lisboa, das suas próprias convicções e até das suas personalidades por vezes polémicas, demonstraram uma extraordinária capacidade de liderança debaixo de fogo e uma determinação inabalável perante a adversidade e o terror que só uma guerra consegue despertar. Escrito a partir de vários testemunhos e das memórias dos combatentes, Heróis do Ultramar reúne alguns dos episódios mais ousados e dramáticos das três frentes do conflito português em África, na perspectiva dos seus principais protagonistas no terreno.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Um livro sobre determinação e coragem que nos fala da guerra como o maior desafio à superação individual. Entre 1961 e 1974, centenas de milhares de portugueses combateram em Angola, em Moçambique e na Guiné. Mas, como acontece em todos os conflitos, só alguns combatentes se destacaram. Heróis do Ultramar traça o retrato de um punhado de homens que se distinguiram nos campos de batalha da Guerra Colonial e que ainda hoje são recordados pela sua bravura extrema. Portugueses que, independentemente do curso da História, da política ditada pelo governo de Lisboa, das suas próprias convicções e até das suas personalidades por vezes polémicas, demonstraram uma extraordinária capacidade de liderança debaixo de fogo e uma determinação inabalável perante a adversidade e o terror que só uma guerra consegue despertar. Escrito a partir de vários testemunhos e das memórias dos combatentes, Heróis do Ultramar reúne alguns dos episódios mais ousados e dramáticos das três frentes do conflito português em África, na perspectiva dos seus principais protagonistas no terreno.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Quando a aviação começa a desenvolver-se, no início do sec XX, Artur Rebelo, um jovem natural da Marinha Grande apaixona-se pelos assuntos do ar. Ingressa na escola de aviação Militar, e conhece o Leiriense Fernando Lara Reis. Entre outros pilotos Portugueses são chamados a combater nos céus de França. A guerra trouxe amarguras, mas também progresso tecnológico, amores, paixões, encontros, e desencontros. Procurando passar um retrato fiel da envolvência e camaradagem dos pilotos de caça, o leitor é levado a fazer uma viagem desde início do século XX, até aos dias de hoje, num enredo em que convive com personagens como Machado Santos e Afonso Lopes Vieira, entre outros. Uma viagem em que as intrigas de outrora são reveladas em fascinantes descobertas num sótão. De uma forma implícita está um convite à reflexão sobre o papel da Carbonária, da Maçonaria e da Igreja numa época tão conturbada da nossa História. Não faltam as descrições de uma cerimónia carbonária, de uma cerimónia maçónica, e um olhar crítico aos acontecimentos em Fátima. Passados cem anos sobre a batalha de La Lys, esta obra assume-se como um tributo a todos os portugueses que tombaram na Grande Guerra, um tributo aos pioneiros da aviação militar portuguesa e uma homenagem ao único soldado português fuzilado em França, cuja memória foi timidamente reabilitada em Setembro de 2017.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Quando a aviação começa a desenvolver-se, no início do sec XX, Artur Rebelo, um jovem natural da Marinha Grande apaixona-se pelos assuntos do ar. Ingressa na escola de aviação Militar, e conhece o Leiriense Fernando Lara Reis. Entre outros pilotos Portugueses são chamados a combater nos céus de França. A guerra trouxe amarguras, mas também progresso tecnológico, amores, paixões, encontros, e desencontros. Procurando passar um retrato fiel da envolvência e camaradagem dos pilotos de caça, o leitor é levado a fazer uma viagem desde início do século XX, até aos dias de hoje, num enredo em que convive com personagens como Machado Santos e Afonso Lopes Vieira, entre outros. Uma viagem em que as intrigas de outrora são reveladas em fascinantes descobertas num sótão. De uma forma implícita está um convite à reflexão sobre o papel da Carbonária, da Maçonaria e da Igreja numa época tão conturbada da nossa História. Não faltam as descrições de uma cerimónia carbonária, de uma cerimónia maçónica, e um olhar crítico aos acontecimentos em Fátima. Passados cem anos sobre a batalha de La Lys, esta obra assume-se como um tributo a todos os portugueses que tombaram na Grande Guerra, um tributo aos pioneiros da aviação militar portuguesa e uma homenagem ao único soldado português fuzilado em França, cuja memória foi timidamente reabilitada em Setembro de 2017.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 148
Sinopse:
O que é um Herói? Será alguém que sofreu e superou algum tipo de provação, como Nun’Álvares Pereira, herói de Aljubarrota, ou Fernão de Magalhães, obstinado em provar que se podia, por mar, dar a volta ao mundo? E não será herói Luís de Camões, que sobre si mesmo se fecha para escrever Os Lusíadas? Ou Aristides Sousa Mendes por ter preferido seguir um imperativo ético em vez de se submeter ao poder de Salazar? Neste tempo de descrença e pessimismo, sabe bem recordar os Heróis da nossa História. Sabe bem ler a história de homens e mulheres que foram um exemplo de coragem física, de abnegação, de construção de imaginário, de desenvolvimento científico, de mudança dos costumes, de firmeza moral, de coerência política. O autor, Pedro Marta Santos, dá-nos, com emoção e verdade, a história de 19 Heróis da História de Portugal. São 19 histórias que nos contam a História como nunca tinha sido contada.
Nº Páginas: 148
Sinopse:
O que é um Herói? Será alguém que sofreu e superou algum tipo de provação, como Nun’Álvares Pereira, herói de Aljubarrota, ou Fernão de Magalhães, obstinado em provar que se podia, por mar, dar a volta ao mundo? E não será herói Luís de Camões, que sobre si mesmo se fecha para escrever Os Lusíadas? Ou Aristides Sousa Mendes por ter preferido seguir um imperativo ético em vez de se submeter ao poder de Salazar? Neste tempo de descrença e pessimismo, sabe bem recordar os Heróis da nossa História. Sabe bem ler a história de homens e mulheres que foram um exemplo de coragem física, de abnegação, de construção de imaginário, de desenvolvimento científico, de mudança dos costumes, de firmeza moral, de coerência política. O autor, Pedro Marta Santos, dá-nos, com emoção e verdade, a história de 19 Heróis da História de Portugal. São 19 histórias que nos contam a História como nunca tinha sido contada.
Viriato - Afonso Henriques - Egas Moniz - Rainha Santa Isabel - Nun’Álvares Pereira - Infante D. Henrique - Álvaro Gonçalves Coutinho, O Magriço - D. João II - Afonso de Albuquerque - Fernão De Magalhães - O Elefante Salomão - Luís Vaz de Camões - Damião De Góis - Fernão Mendes Pinto - Pedro Nunes - Carolina Beatriz Ângelo - Aníbal Milhais, O Soldado Milhões - Aristides de Sousa Mendes - Salgueiro Maia
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O jornalista Nuno Tiago Pinto leva-nos numa viagem às verdadeiras motivações que levaram Mário Nunes, e muitos outros, a abandonar a segurança e o conforto para lutar contra o Estado Islâmico.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O jornalista Nuno Tiago Pinto leva-nos numa viagem às verdadeiras motivações que levaram Mário Nunes, e muitos outros, a abandonar a segurança e o conforto para lutar contra o Estado Islâmico.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A misteriosa herança de um duque traz fortuna — e paixão — a três jovens mulheres…Minerva Hepplewhite aprendeu da pior forma a tomar conta de si. Depois de ser acusada da morte do marido, ela monta um discreto negócio de investigação que atrai atenções indesejadas… nomeadamente a de Chase Radnor, um homem que há anos podia ter destruído a vida de Minerva. Chase não consegue decidir se Minerva é uma mulher injustiçada ou uma femme fatale. Mas tem uma certeza: ela é a pessoa ideal para o ajudar a descobrir por que razão o seu tio, um abastado duque, a nomeou como herdeira e morreu pouco tempo depois em circunstâncias suspeitas.Quando a súbita atração dá lugar a uma sedução mútua, ambos terão de perceber se a parceria na investigação pode ser o primeiro passo para uma aliança muito mais profunda…
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A misteriosa herança de um duque traz fortuna — e paixão — a três jovens mulheres…Minerva Hepplewhite aprendeu da pior forma a tomar conta de si. Depois de ser acusada da morte do marido, ela monta um discreto negócio de investigação que atrai atenções indesejadas… nomeadamente a de Chase Radnor, um homem que há anos podia ter destruído a vida de Minerva. Chase não consegue decidir se Minerva é uma mulher injustiçada ou uma femme fatale. Mas tem uma certeza: ela é a pessoa ideal para o ajudar a descobrir por que razão o seu tio, um abastado duque, a nomeou como herdeira e morreu pouco tempo depois em circunstâncias suspeitas.Quando a súbita atração dá lugar a uma sedução mútua, ambos terão de perceber se a parceria na investigação pode ser o primeiro passo para uma aliança muito mais profunda…
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A misteriosa herança de um duque traz fortuna e paixão, a três jovens mulheres… Rosamund viu a sua vida mudar da noite para o dia. Numa reviravolta do destino, passou de comerciante a herdeira e a coproprietária de um novo negócio. O único problema é o seu arrogante e escandalosamente atraente sócio, que não vê com bons olhos esta parceria igualitária. Kevin fica chocado quando descobre que o falecido tio deixou em testamento metade da sua empresa a uma estranha uma sedutora que só pode atrapalhar os seus planos. A lógica sugere que um casamento de conveniência é a solução mais adequada, que dará a ambos o que pretendem: o controlo da empresa e um estatuto respeitável na sociedade. No entanto, quando Kevin dá início ao seu plano de sedução, rapidamente se apercebe de que o coração não segue a razão, e de que para vencer terá de ultrapassar a resistência a uma ligação tão pessoal…
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A misteriosa herança de um duque traz fortuna e paixão, a três jovens mulheres… Rosamund viu a sua vida mudar da noite para o dia. Numa reviravolta do destino, passou de comerciante a herdeira e a coproprietária de um novo negócio. O único problema é o seu arrogante e escandalosamente atraente sócio, que não vê com bons olhos esta parceria igualitária. Kevin fica chocado quando descobre que o falecido tio deixou em testamento metade da sua empresa a uma estranha uma sedutora que só pode atrapalhar os seus planos. A lógica sugere que um casamento de conveniência é a solução mais adequada, que dará a ambos o que pretendem: o controlo da empresa e um estatuto respeitável na sociedade. No entanto, quando Kevin dá início ao seu plano de sedução, rapidamente se apercebe de que o coração não segue a razão, e de que para vencer terá de ultrapassar a resistência a uma ligação tão pessoal…
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Heranças Imperfeitas" explora a complexa relação entre modernidade e tradições literárias, destacando a forma como a herança cultural é sempre imperfeita e, por isso, transformadora. O principal argumento é que a modernidade não pode ser compreendida como ruptura mas, pelo contrário, como a assombração das tradições (muitas vezes arrítmicas e sombrias) que a precederam e das leituras e interpretações divergentes dos passados pelos diversos presentes. O peso que as heranças culturais têm ao longo da história é analisado neste livro a partir da questão do património, de um exemplo da poesia galaico-portuguesa, de autores como Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Ruben A., Manuel Gusmão e José Saramago, bem como pela singular posição de Florbela Espanca no contexto modernista-expressionista, e de um poema, tomado como coda, de Jorge de Sena. "O que pensávamos sobre nós próprios será desfigurado pelos caprichos de uma idade posterior. Como alguém que passa um filme ao contrário a alta velocidade — tornando tudo invisível —, caminho agora em direcção contrária para a saída, caindo da pré-história para a rua, um homem antiquíssimo." — Cees Nooteboom, O (Des)caminho de Santiago
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Heranças Imperfeitas" explora a complexa relação entre modernidade e tradições literárias, destacando a forma como a herança cultural é sempre imperfeita e, por isso, transformadora. O principal argumento é que a modernidade não pode ser compreendida como ruptura mas, pelo contrário, como a assombração das tradições (muitas vezes arrítmicas e sombrias) que a precederam e das leituras e interpretações divergentes dos passados pelos diversos presentes. O peso que as heranças culturais têm ao longo da história é analisado neste livro a partir da questão do património, de um exemplo da poesia galaico-portuguesa, de autores como Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Ruben A., Manuel Gusmão e José Saramago, bem como pela singular posição de Florbela Espanca no contexto modernista-expressionista, e de um poema, tomado como coda, de Jorge de Sena. "O que pensávamos sobre nós próprios será desfigurado pelos caprichos de uma idade posterior. Como alguém que passa um filme ao contrário a alta velocidade — tornando tudo invisível —, caminho agora em direcção contrária para a saída, caindo da pré-história para a rua, um homem antiquíssimo." — Cees Nooteboom, O (Des)caminho de Santiago
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Dan Jones, um dos mais importantes historiadores medievais do nosso tempo, dá vida de forma inesquecível à ascensão surpreendente de Henrique V, que sobreviveu a uma rebelião, a um ferimento de flecha quase fatal e a um longo e precário aprendizado enquanto príncipe para se tornar o maior rei guerreiro da Inglaterra. Henrique V reinou somente nove anos e quatro meses e morreu com apenas 35 anos, mas paira sobre a paisagem do final da Idade Média e para lá dela. Vencedor da Batalha de Agincourt, imortalizada por William Shakespeare, foi um rei modelo para os seus sucessores. Salvou um país devastado da ruína económica, reprimiu rebeliões e protegeu as fronteiras do reino, enquanto na diplomacia externa fez com que a Inglaterra se tornasse uma potência novamente importante. Porém, as suas conquistas no norte da França seriam a génese para três gerações de calamidades no seu país, sob a forma das Guerras das Rosas.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Dan Jones, um dos mais importantes historiadores medievais do nosso tempo, dá vida de forma inesquecível à ascensão surpreendente de Henrique V, que sobreviveu a uma rebelião, a um ferimento de flecha quase fatal e a um longo e precário aprendizado enquanto príncipe para se tornar o maior rei guerreiro da Inglaterra. Henrique V reinou somente nove anos e quatro meses e morreu com apenas 35 anos, mas paira sobre a paisagem do final da Idade Média e para lá dela. Vencedor da Batalha de Agincourt, imortalizada por William Shakespeare, foi um rei modelo para os seus sucessores. Salvou um país devastado da ruína económica, reprimiu rebeliões e protegeu as fronteiras do reino, enquanto na diplomacia externa fez com que a Inglaterra se tornasse uma potência novamente importante. Porém, as suas conquistas no norte da França seriam a génese para três gerações de calamidades no seu país, sob a forma das Guerras das Rosas.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 920
Sinopse:
Responsável máximo das SS, chefe da polícia alemã, comissário do Reich para o Fortalecimento do Povo Alemão e ministro do Interior do Reich, Heinrich Himmler gozou de uma posição de poder quase sem paralelo na Alemanha Nazi. Talvez mais do que qualquer outro líder nazi para além de Hitler, o seu nome tornou-se sinónimo do terror, repressão e destruição que caracterizaram o Terceiro Reich. Os seus amplos poderes determinaram que fosse tão responsável pela repressão interna do povo alemão, como pelas atrocidades perpetradas pelas SS na Frente Leste. E no entanto, apesar do seu papel central nos crimes daquele regime, até agora Himmler mantinha-se uma figura indefinida e esquiva nos relatos deste período histórico.
Nº Páginas: 920
Sinopse:
Responsável máximo das SS, chefe da polícia alemã, comissário do Reich para o Fortalecimento do Povo Alemão e ministro do Interior do Reich, Heinrich Himmler gozou de uma posição de poder quase sem paralelo na Alemanha Nazi. Talvez mais do que qualquer outro líder nazi para além de Hitler, o seu nome tornou-se sinónimo do terror, repressão e destruição que caracterizaram o Terceiro Reich. Os seus amplos poderes determinaram que fosse tão responsável pela repressão interna do povo alemão, como pelas atrocidades perpetradas pelas SS na Frente Leste. E no entanto, apesar do seu papel central nos crimes daquele regime, até agora Himmler mantinha-se uma figura indefinida e esquiva nos relatos deste período histórico.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Hei-de amar-te mais é o diário íntimo de um escritor em viagem. Os destinatários são a sua mulher e os seus filhos e todos os que acreditam no amor como uma forma de atravessar a vida e o mundo. É também um livro de fragmentos, memórias, pensamentos, confissões, a par de diálogos com gente comum e grandes autores universais, como Pablo Neruda, Rabindranath Tagore ou Clarice Lispector, que lhe falam do amor em que se revê. Uma escrita sensível e delicada onde se impõem emoções intensas e contraditórias na vida de um viajante tantas vezes solitário.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Hei-de amar-te mais é o diário íntimo de um escritor em viagem. Os destinatários são a sua mulher e os seus filhos e todos os que acreditam no amor como uma forma de atravessar a vida e o mundo. É também um livro de fragmentos, memórias, pensamentos, confissões, a par de diálogos com gente comum e grandes autores universais, como Pablo Neruda, Rabindranath Tagore ou Clarice Lispector, que lhe falam do amor em que se revê. Uma escrita sensível e delicada onde se impõem emoções intensas e contraditórias na vida de um viajante tantas vezes solitário.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Hegemonia - Sete Duelos pelo Poder Global", Jaime Nogueira Pinto evoca e analisa os grandes conflitos pelo domínio do mundo a Guerra de Peloponeso, as Guerras Púnicas, as Guerras de Carlos V, as Guerras franco-britânicas, as Guerras da Alemanha e a Guerra Fria para terminar no frente-a-frente China - Estados Unidos da América a que hoje assistimos e que promete dominar o futuro. Ao longo destas páginas e dos séculos que percorremos percebemos que há constantes nas causas, nas motivações dos seus protagonistas, no modo de defesa e ataque, que se repetem. Em todas elas, na geopolítica dos interesses e na luta pela hegemonia, estiveram sempre os motores primeiros da acção humana, segundo Tucídides: o medo, a glória e a cobiça dos chefes e dos povos.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Hegemonia - Sete Duelos pelo Poder Global", Jaime Nogueira Pinto evoca e analisa os grandes conflitos pelo domínio do mundo a Guerra de Peloponeso, as Guerras Púnicas, as Guerras de Carlos V, as Guerras franco-britânicas, as Guerras da Alemanha e a Guerra Fria para terminar no frente-a-frente China - Estados Unidos da América a que hoje assistimos e que promete dominar o futuro. Ao longo destas páginas e dos séculos que percorremos percebemos que há constantes nas causas, nas motivações dos seus protagonistas, no modo de defesa e ataque, que se repetem. Em todas elas, na geopolítica dos interesses e na luta pela hegemonia, estiveram sempre os motores primeiros da acção humana, segundo Tucídides: o medo, a glória e a cobiça dos chefes e dos povos.
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