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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Falhar melhor. O temperamento de cada um ditará se há na expressão de Beckett pessimismo, optimismo ou resignação. Ela é de tal modo poderosa, que corre o risco de vir a banalizar-se. Talvez já esteja à beira do lugar-comum. Dá bons títulos. É preciso voltar a lê-la no contexto em que nos foi oferecida pelo escritor irlandês em Worstward Ho, um dos seus últimos trabalhos. ‘Tudo desde sempre. Nunca outra coisa. Nunca ter tentado. Nunca ter falhado. Não importa. Tentar outra vez. Falhar outra vez. Falhar melhor.’ O desafio lançado aos autores que fazem este número da Granta está contido na brecha aberta entre o optimismo e o pessimismo, entre a ideia de falhar e a perspectiva de aperfeiçoamento. Um salto sem rede." Carlos Vaz Marques, do Editorial Textos de Jonathan Franzen, Herta Müller e Bruno Vieira Amaral, entre outros grandes nomes da literatura. Autor-revelação Ensaio fotográfico e ilustrações originais.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Falhar melhor. O temperamento de cada um ditará se há na expressão de Beckett pessimismo, optimismo ou resignação. Ela é de tal modo poderosa, que corre o risco de vir a banalizar-se. Talvez já esteja à beira do lugar-comum. Dá bons títulos. É preciso voltar a lê-la no contexto em que nos foi oferecida pelo escritor irlandês em Worstward Ho, um dos seus últimos trabalhos. ‘Tudo desde sempre. Nunca outra coisa. Nunca ter tentado. Nunca ter falhado. Não importa. Tentar outra vez. Falhar outra vez. Falhar melhor.’ O desafio lançado aos autores que fazem este número da Granta está contido na brecha aberta entre o optimismo e o pessimismo, entre a ideia de falhar e a perspectiva de aperfeiçoamento. Um salto sem rede." Carlos Vaz Marques, do Editorial Textos de Jonathan Franzen, Herta Müller e Bruno Vieira Amaral, entre outros grandes nomes da literatura. Autor-revelação Ensaio fotográfico e ilustrações originais.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 438
Sinopse:
A História da Expansão Portuguesa foi pautada por batalhas épicas, pelo domínio dos oceanos pelas nossas naus e pela conquista de novos continentes, mas há sempre um reverso da medalha que fica por contar. A história dos naufrágios e da luta contra o mar, um adversário intempestivo e imprevisível. Desde os primeiros séculos da nacionalidade com os navios das esquadras de D. Fuas Roupinho (1180), da conquista de Faro (1249) e de Manuel Pessanha (1337), à esquadra de Pedro Álvares Cabral, em 1500; passando pelos séculos XVI e XVII, onde, graças ao aumento do comércio originado pela Carreia da Índia, se deu não só a maioria como também as mais dramáticas tragédias marítimas portuguesas, com referência entre tantos outros, aos desastres das naus "Águia e Garça", em 1559, ou dos navios da esquadra de D. Manuel de Meneses, em 1627, terminando nos dias de hoje, em 1991, com o naufrágio do pesqueiro "Bolama". Uma recolha exaustiva de 60 naufrágios, provocados por acidentes, batalhas navais ou por falha humana, muitos deles ocorridos na traiçoeira barra do Tejo, outros em locais por todo o mundo onde os portugueses andaram, destroços que continuam por descobrir e fascinam os caçadores de tesouros que ainda sonham com as riquezas que as naus portuguesas transportavam. Um relato empolgante e original, auxiliado por um vasto conjunto de mapas e ilustrações, que nos permitem perceber uma parte fundamental e fascinante da nossa história marítima.
Nº Páginas: 438
Sinopse:
A História da Expansão Portuguesa foi pautada por batalhas épicas, pelo domínio dos oceanos pelas nossas naus e pela conquista de novos continentes, mas há sempre um reverso da medalha que fica por contar. A história dos naufrágios e da luta contra o mar, um adversário intempestivo e imprevisível. Desde os primeiros séculos da nacionalidade com os navios das esquadras de D. Fuas Roupinho (1180), da conquista de Faro (1249) e de Manuel Pessanha (1337), à esquadra de Pedro Álvares Cabral, em 1500; passando pelos séculos XVI e XVII, onde, graças ao aumento do comércio originado pela Carreia da Índia, se deu não só a maioria como também as mais dramáticas tragédias marítimas portuguesas, com referência entre tantos outros, aos desastres das naus "Águia e Garça", em 1559, ou dos navios da esquadra de D. Manuel de Meneses, em 1627, terminando nos dias de hoje, em 1991, com o naufrágio do pesqueiro "Bolama". Uma recolha exaustiva de 60 naufrágios, provocados por acidentes, batalhas navais ou por falha humana, muitos deles ocorridos na traiçoeira barra do Tejo, outros em locais por todo o mundo onde os portugueses andaram, destroços que continuam por descobrir e fascinam os caçadores de tesouros que ainda sonham com as riquezas que as naus portuguesas transportavam. Um relato empolgante e original, auxiliado por um vasto conjunto de mapas e ilustrações, que nos permitem perceber uma parte fundamental e fascinante da nossa história marítima.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Incendeiam este livro histórias de amores arrebatadores como os de D. Pedro I e D. Inês de Castro, Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Ava Gardner e Frank Sinatra, Oscar Wilde e Lord Alfred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro. Afinal, como escreveu Luís de Camões, o amor é "fogo que arde sem se ver". O fogo que arde neste livro pode não se ver, mas queima. Os grandes amores desafiam as barreiras do tempo e do espaço e, muitas vezes, é a sua dimensão trágica que os mitifica e eterniza. Nestas páginas há histórias de amor heterossexual e homossexual, antigas e modernas, famosas e menos conhecidas, mas todas elas capazes de nos fazer suster a respiração.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Incendeiam este livro histórias de amores arrebatadores como os de D. Pedro I e D. Inês de Castro, Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Ava Gardner e Frank Sinatra, Oscar Wilde e Lord Alfred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro. Afinal, como escreveu Luís de Camões, o amor é "fogo que arde sem se ver". O fogo que arde neste livro pode não se ver, mas queima. Os grandes amores desafiam as barreiras do tempo e do espaço e, muitas vezes, é a sua dimensão trágica que os mitifica e eterniza. Nestas páginas há histórias de amor heterossexual e homossexual, antigas e modernas, famosas e menos conhecidas, mas todas elas capazes de nos fazer suster a respiração.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 204
Sinopse:
…mas que são de outros tempos, de outras épocas. Muitos serão automaticamente reconhecidos pelo leitor, outros nem tanto. Penso que nestes últimos a leitura terá um travo especial, desvendando em cada virar de página mais um mistério. São histórias cheias de emoção com personagens de carne e osso. Pessoas aparentemente comuns, mas que, em algum momento das suas vidas, se tornaram diferentes, especiais. Aventureiros por natureza, sem dúvida." Pêro da Covilhã, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Cristóvão de Mendonça, Diogo Álvares Correia, António de Andrade, António Raposo Tavares, Hermenegildo Capelo, Gago Coutinho, Carlos Bleck, João Garcia
Nº Páginas: 204
Sinopse:
…mas que são de outros tempos, de outras épocas. Muitos serão automaticamente reconhecidos pelo leitor, outros nem tanto. Penso que nestes últimos a leitura terá um travo especial, desvendando em cada virar de página mais um mistério. São histórias cheias de emoção com personagens de carne e osso. Pessoas aparentemente comuns, mas que, em algum momento das suas vidas, se tornaram diferentes, especiais. Aventureiros por natureza, sem dúvida." Pêro da Covilhã, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Cristóvão de Mendonça, Diogo Álvares Correia, António de Andrade, António Raposo Tavares, Hermenegildo Capelo, Gago Coutinho, Carlos Bleck, João Garcia
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Numa altura em que Portugal atravessa mais um momento conturbado, erguem-se vozes clamando por alguém que lidere o país na direcção da prosperidade. Alguém que se destaque pelas qualidades de autoridade, competência, poder de decisão e capacidade de liderança; em suma, um "chefe". Mas a chefia não se limita a acções, traduz-se, também, por ideias, que, embora nem sempre vencendo no tempo em que foram pela primeira vez formuladas, acabarão por marcar o nosso destino. Ao longo da nossa História várias foram as figuras que, em determinado momento ou área, personificaram os valores que associamos a um bom líder. Este livro aborda os temas da chefia e da liderança e a figura do chefe, o seu trajecto, influência e simbolismo, em várias áreas humanas, sociais e políticas ao longo do tempo, exemplificando com figuras e episódios relevantes. Cada modelo de chefia é representativo, à sua maneira, de autoridade - formal ou informal - e de influência - passageira ou perene.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Numa altura em que Portugal atravessa mais um momento conturbado, erguem-se vozes clamando por alguém que lidere o país na direcção da prosperidade. Alguém que se destaque pelas qualidades de autoridade, competência, poder de decisão e capacidade de liderança; em suma, um "chefe". Mas a chefia não se limita a acções, traduz-se, também, por ideias, que, embora nem sempre vencendo no tempo em que foram pela primeira vez formuladas, acabarão por marcar o nosso destino. Ao longo da nossa História várias foram as figuras que, em determinado momento ou área, personificaram os valores que associamos a um bom líder. Este livro aborda os temas da chefia e da liderança e a figura do chefe, o seu trajecto, influência e simbolismo, em várias áreas humanas, sociais e políticas ao longo do tempo, exemplificando com figuras e episódios relevantes. Cada modelo de chefia é representativo, à sua maneira, de autoridade - formal ou informal - e de influência - passageira ou perene.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 176
Sinopse:
João Pedro Vala, personagem do escritor João Pedro Vala, é um pobre coitado. De onde vem, não sabe. Para onde vai, menos ainda. Entre burguês e boémio, entre pecador e santo, entre o Bairro das Colónias e uma Loures expandida até ao infinito, João Pedro fantasia o seu lugar no mundo. Tão cómico quanto melancólico, vive como quem não sabe dar troco no autocarro — como quem mal sabe embarcar. Holden Caulfield à portuguesa, com laivos de desalento bem-humorado, deambula pelo mundo com o mal-estar de um permanente turista na sua própria terra e na sua própria pele, tentando responder a essa grande pergunta: mas afinal quem é João Pedro Vala? Esta história, em que o vazio da existência se vai confundindo com uma constrangedora falta de jeito para habitar um mundo que se desejaria deslocado apenas dois ou três passos para o lado, tem no centro um protagonista sentado nu numa marquesa de hospital, à espera de um diagnóstico que tarda em chegar.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
João Pedro Vala, personagem do escritor João Pedro Vala, é um pobre coitado. De onde vem, não sabe. Para onde vai, menos ainda. Entre burguês e boémio, entre pecador e santo, entre o Bairro das Colónias e uma Loures expandida até ao infinito, João Pedro fantasia o seu lugar no mundo. Tão cómico quanto melancólico, vive como quem não sabe dar troco no autocarro — como quem mal sabe embarcar. Holden Caulfield à portuguesa, com laivos de desalento bem-humorado, deambula pelo mundo com o mal-estar de um permanente turista na sua própria terra e na sua própria pele, tentando responder a essa grande pergunta: mas afinal quem é João Pedro Vala? Esta história, em que o vazio da existência se vai confundindo com uma constrangedora falta de jeito para habitar um mundo que se desejaria deslocado apenas dois ou três passos para o lado, tem no centro um protagonista sentado nu numa marquesa de hospital, à espera de um diagnóstico que tarda em chegar.
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Gráfico de Vendas com Orquídea" apresenta um conjunto de textos seleccionados pelo autor e publicados em vida. Com este volume fechamos, por um lado, a série de obras editadas de Dinis Machado, e anunciamos, por outro, a publicação de vários volumes temáticos de crónicas.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Gráfico de Vendas com Orquídea" apresenta um conjunto de textos seleccionados pelo autor e publicados em vida. Com este volume fechamos, por um lado, a série de obras editadas de Dinis Machado, e anunciamos, por outro, a publicação de vários volumes temáticos de crónicas.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Numa reflexão crítica sobre o que é liderar e governar no século xxi, num cenário de crescente complexidade social, de luta contra o simplismo populista e de necessidade de encontrar respostas e soluções para os problemas das pessoas, António Costa Silva faz um balanço da sua experiência governativa à luz dos princípios de gestão e organização aprendidos no mundo empresarial, mas sem esquecer que gerir uma empresa é diferente de gerir a Administração Pública. Tendo como ponto de partida o seu trabalho na preparação da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, que se traduziria no PRR que está em execução e que pode transformar a economia e a sociedade portuguesas, o autor questiona práticas e processos instituídos, partilha casos de sucesso e propõe alternativas para tornar a Administração e o Estado mais eficazes.Descreve também os desafios enfrentados na formulação, execução e avaliação das políticas públicas em Portugal na área económica e que, consequentemente, se colocam à governação e à liderança. Nesta obra, António Costa Silva deixa-nos um repto: liderar e governar no século xxi fazendo acreditar. Porque só construindo a confiança, demolindo mitos instalados e contrariando o negativismo que nos caracteriza conseguiremos agir coletivamente, promover a capacidade de diálogo e de cooperação entre cidadãos, empresas, associações, universidades, cientistas, centros tecnológicos e construir um país com menos eus» e mais nós», capaz de assumir o compromisso fundamental para transformar o país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Numa reflexão crítica sobre o que é liderar e governar no século xxi, num cenário de crescente complexidade social, de luta contra o simplismo populista e de necessidade de encontrar respostas e soluções para os problemas das pessoas, António Costa Silva faz um balanço da sua experiência governativa à luz dos princípios de gestão e organização aprendidos no mundo empresarial, mas sem esquecer que gerir uma empresa é diferente de gerir a Administração Pública. Tendo como ponto de partida o seu trabalho na preparação da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, que se traduziria no PRR que está em execução e que pode transformar a economia e a sociedade portuguesas, o autor questiona práticas e processos instituídos, partilha casos de sucesso e propõe alternativas para tornar a Administração e o Estado mais eficazes.Descreve também os desafios enfrentados na formulação, execução e avaliação das políticas públicas em Portugal na área económica e que, consequentemente, se colocam à governação e à liderança. Nesta obra, António Costa Silva deixa-nos um repto: liderar e governar no século xxi fazendo acreditar. Porque só construindo a confiança, demolindo mitos instalados e contrariando o negativismo que nos caracteriza conseguiremos agir coletivamente, promover a capacidade de diálogo e de cooperação entre cidadãos, empresas, associações, universidades, cientistas, centros tecnológicos e construir um país com menos eus» e mais nós», capaz de assumir o compromisso fundamental para transformar o país.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 164
Sinopse:
"Gosto de gostar dos meus filhos, gosto de gostar dos meus amigos, gosto de gostar do meu trabalho, até gosto de gostar de mim. Enfim, "gostar de gostar" é, de facto, muito mais do que gostar." Sol numa manhã de Outono, o cheiro a alfazema das gavetas das nossas avós, uma tarde entre amigos, o calor da família. Pessoas, lugares, canções, perfumes, recordações: são inúmeras as coisas de que gostamos de gostar e que tornam as nossas vidas mais plenas. É de como "gostar de gostar" preenche a nossa vida que Helena Sacadura Cabral fala nestas páginas.
Nº Páginas: 164
Sinopse:
"Gosto de gostar dos meus filhos, gosto de gostar dos meus amigos, gosto de gostar do meu trabalho, até gosto de gostar de mim. Enfim, "gostar de gostar" é, de facto, muito mais do que gostar." Sol numa manhã de Outono, o cheiro a alfazema das gavetas das nossas avós, uma tarde entre amigos, o calor da família. Pessoas, lugares, canções, perfumes, recordações: são inúmeras as coisas de que gostamos de gostar e que tornam as nossas vidas mais plenas. É de como "gostar de gostar" preenche a nossa vida que Helena Sacadura Cabral fala nestas páginas.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Natália e Cecília não se conhecem. São duas mulheres jovens muito diferentes, uma introvertida e amargurada, a outra confiante e determinada. Mas têm a irmaná-las o excesso de peso - e, apesar de cada uma lidar com ele à sua maneira, fugindo do espelho ou assumindo o corpo, a verdade é que nem sempre é fácil viver numa sociedade com os cânones de beleza instituídos e na qual se convive diariamente com o preconceito. Natália está convencida de que não merece ser feliz; Cecília, pelo contrário, numa atitude desafiante, defende a beleza das suas curvas e o seu direito à felicidade, independentemente da diferença e da discriminação social. Num mundo em que se mascara a felicidade com plásticas e dietas loucas, Rute Coelho construiu uma história realista e surpreendente sobre a forma como podemos e devemos assumir o nosso corpo, aprendendo a gostar dele através das mudanças necessárias.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Natália e Cecília não se conhecem. São duas mulheres jovens muito diferentes, uma introvertida e amargurada, a outra confiante e determinada. Mas têm a irmaná-las o excesso de peso - e, apesar de cada uma lidar com ele à sua maneira, fugindo do espelho ou assumindo o corpo, a verdade é que nem sempre é fácil viver numa sociedade com os cânones de beleza instituídos e na qual se convive diariamente com o preconceito. Natália está convencida de que não merece ser feliz; Cecília, pelo contrário, numa atitude desafiante, defende a beleza das suas curvas e o seu direito à felicidade, independentemente da diferença e da discriminação social. Num mundo em que se mascara a felicidade com plásticas e dietas loucas, Rute Coelho construiu uma história realista e surpreendente sobre a forma como podemos e devemos assumir o nosso corpo, aprendendo a gostar dele através das mudanças necessárias.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Por que razão o registo do número de entradas diárias no metro de Buenos Aires é inferior ao das saídas? Será possível assistirmos a um acontecimento na nossa cidade para depois descobrirmos que o mesmo teve lugar numa outra? Até onde pode chegar o amor de um grupo de cinéfilos pela sua actriz favorita? "Gostamos tanto da Glenda", originalmente publicado em 1980, e até hoje inédito no nosso país, contém alguns dos mais famosos contos escritos por Julio Cortázar. Histórias onde desfilam os temas que este autor soube, como poucos, converter em literatura: os sonhos, os gatos, o cinema, a música, o tempo; e onde a realidade quotidiana é a primeira a destabilizar a ordem natural das coisas.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Por que razão o registo do número de entradas diárias no metro de Buenos Aires é inferior ao das saídas? Será possível assistirmos a um acontecimento na nossa cidade para depois descobrirmos que o mesmo teve lugar numa outra? Até onde pode chegar o amor de um grupo de cinéfilos pela sua actriz favorita? "Gostamos tanto da Glenda", originalmente publicado em 1980, e até hoje inédito no nosso país, contém alguns dos mais famosos contos escritos por Julio Cortázar. Histórias onde desfilam os temas que este autor soube, como poucos, converter em literatura: os sonhos, os gatos, o cinema, a música, o tempo; e onde a realidade quotidiana é a primeira a destabilizar a ordem natural das coisas.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Goodbye, Mr. Cheng" nada tem a ver com o que por aí se edita. Nuno Gomes dos Santos assume a grave responsabilidade que lhe confere o estatuto de escritor, de grande escritor. Não vale a pena procurar o "enredo" deste livro: ele está no desenvolvimento da própria leitura, e existe na cabeça de cada leitor. É outra determinante da sua grandeza."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Goodbye, Mr. Cheng" nada tem a ver com o que por aí se edita. Nuno Gomes dos Santos assume a grave responsabilidade que lhe confere o estatuto de escritor, de grande escritor. Não vale a pena procurar o "enredo" deste livro: ele está no desenvolvimento da própria leitura, e existe na cabeça de cada leitor. É outra determinante da sua grandeza."
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O primeiro livro de Philip Roth foi premiado e granjeou-lhe imediatamente a reputação de escritor de ironia explosiva, capacidade de observação impiedosa e compaixão pelas suas personagens, mesmo pelas mais desprovidas de sentido da realidade. "Goodbye, Columbus" é a história de Neil Klugman e da bonita e ousada Brenda Patimkin, ele da pobre Newark, ela do bairro suburbano de Short Hills, que se conhecem numas férias de Verão e mergulham numa relação que diz tanto das classes sociais e da suspeita como do amor. A novela é acompanhada de cinco contos cujo registo vai da iconoclastia à ternura sem reservas.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O primeiro livro de Philip Roth foi premiado e granjeou-lhe imediatamente a reputação de escritor de ironia explosiva, capacidade de observação impiedosa e compaixão pelas suas personagens, mesmo pelas mais desprovidas de sentido da realidade. "Goodbye, Columbus" é a história de Neil Klugman e da bonita e ousada Brenda Patimkin, ele da pobre Newark, ela do bairro suburbano de Short Hills, que se conhecem numas férias de Verão e mergulham numa relação que diz tanto das classes sociais e da suspeita como do amor. A novela é acompanhada de cinco contos cujo registo vai da iconoclastia à ternura sem reservas.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"[…] a festividade religiosa (do presépio à missa do Galo) e a sua paralela celebração secular e jubilante quase sempre no plano da família; o contraste mais ou menos chocante entre Graça e desgraça, ou entre grupos e condições sociais; o regresso de alguém que, regra geral, estava ausente havia muito; a evocação do tempo e das vivências do passado; a reconciliação entre os homens; por vezes o sofrimento, a tragédia ou a violência numa quadra que não deveria comportá-los; quase sempre a ruralidade do meio em que a acção decorre (nesta colectânea, todavia, com algumas excepções nítidas); como cenário de fundo, é frequente a contraposição do mau tempo (chuva, frio, neve, ventania) a um ambiente aconchegado e familiar." Mais de quarenta histórias natalícias da pena dos grandes clássicos portugueses dos séculos XIX e XX, escolhidas por Vasco Graça Moura. Ramalho Ortigão, Eça de Queirós, Fialho de Almeida, Raul Brandão, Aquilino Ribeiro, Ferreira de Castro, José Régio, Vitorino Nemésio, Gaspar Simões, Miguel Torga, Alves Redol, Sophia de Mello Breyner, Jorge de Sena, José Saramago, Natália Nunes, Maria Ondina Braga, Isabel da Nóbrega e José Eduardo Agualusa, entre muitos outros.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"[…] a festividade religiosa (do presépio à missa do Galo) e a sua paralela celebração secular e jubilante quase sempre no plano da família; o contraste mais ou menos chocante entre Graça e desgraça, ou entre grupos e condições sociais; o regresso de alguém que, regra geral, estava ausente havia muito; a evocação do tempo e das vivências do passado; a reconciliação entre os homens; por vezes o sofrimento, a tragédia ou a violência numa quadra que não deveria comportá-los; quase sempre a ruralidade do meio em que a acção decorre (nesta colectânea, todavia, com algumas excepções nítidas); como cenário de fundo, é frequente a contraposição do mau tempo (chuva, frio, neve, ventania) a um ambiente aconchegado e familiar." Mais de quarenta histórias natalícias da pena dos grandes clássicos portugueses dos séculos XIX e XX, escolhidas por Vasco Graça Moura. Ramalho Ortigão, Eça de Queirós, Fialho de Almeida, Raul Brandão, Aquilino Ribeiro, Ferreira de Castro, José Régio, Vitorino Nemésio, Gaspar Simões, Miguel Torga, Alves Redol, Sophia de Mello Breyner, Jorge de Sena, José Saramago, Natália Nunes, Maria Ondina Braga, Isabel da Nóbrega e José Eduardo Agualusa, entre muitos outros.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Giz Preto é a fulgurante estreia poética de Gonçalo Fernandes.EPIFANIA COMANECINas Olimpíadas realizadas em Montreal no ano de 1976 os júris das provas de ginástica em barras assimétricas e o resto do mundo (excepto os placards electrónicos) por várias ocasiões consideraram desprezáveis todas – mas todas! – as máculas naturais e terrenas de Nadia Comaneci O próprio Movimento sorriu pela primeira vez Metade do Tempo gelara de comoção na barra superior de punhos fechados sob uma intocável verticalidade quando o Tempo Restante efectuou a sua saída pela paralela sem mãos a voar Foi a última vez que o Movimento derramou uma lágrima e essa lágrima não era de ouro mas de água e sal como as lágrimas humanas Foi em 1976, nos Jogos Olímpicos de Montreal, Canadá Menos de um minuto de Nadia Comaneci a sós com duas barras paralelas assimétricas e o resto é paisagem –o século
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Giz Preto é a fulgurante estreia poética de Gonçalo Fernandes.EPIFANIA COMANECINas Olimpíadas realizadas em Montreal no ano de 1976 os júris das provas de ginástica em barras assimétricas e o resto do mundo (excepto os placards electrónicos) por várias ocasiões consideraram desprezáveis todas – mas todas! – as máculas naturais e terrenas de Nadia Comaneci O próprio Movimento sorriu pela primeira vez Metade do Tempo gelara de comoção na barra superior de punhos fechados sob uma intocável verticalidade quando o Tempo Restante efectuou a sua saída pela paralela sem mãos a voar Foi a última vez que o Movimento derramou uma lágrima e essa lágrima não era de ouro mas de água e sal como as lágrimas humanas Foi em 1976, nos Jogos Olímpicos de Montreal, Canadá Menos de um minuto de Nadia Comaneci a sós com duas barras paralelas assimétricas e o resto é paisagem –o século
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Oitavo livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, "Geografia" foi publicado pela primeira vez em 1967, pelas Edições Ática. Deste livro fala-nos Frederico Lourenço, eloquentemente, no seu prefácio a esta edição: "Trata-se de um livro cujo carisma de perfeição tenho vindo a confirmar renovadamente através de sucessivas releituras ao longo de várias décadas: livro onde não encontro somente alguns dos momentos mais altos da obra da autora, porque nele se encontram alguns dos momentos mais extraordinários de toda a história da poesia em língua portuguesa. Digo mais: "Geografia" contém enunciados poéticos que disputam com famosos versos de Virgílio, de Racine e de Keats a palma do verso mais belo da literatura universal." A presente edição respeita a fixação de texto resultante do trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, e mantém a antiga grafia.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Oitavo livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, "Geografia" foi publicado pela primeira vez em 1967, pelas Edições Ática. Deste livro fala-nos Frederico Lourenço, eloquentemente, no seu prefácio a esta edição: "Trata-se de um livro cujo carisma de perfeição tenho vindo a confirmar renovadamente através de sucessivas releituras ao longo de várias décadas: livro onde não encontro somente alguns dos momentos mais altos da obra da autora, porque nele se encontram alguns dos momentos mais extraordinários de toda a história da poesia em língua portuguesa. Digo mais: "Geografia" contém enunciados poéticos que disputam com famosos versos de Virgílio, de Racine e de Keats a palma do verso mais belo da literatura universal." A presente edição respeita a fixação de texto resultante do trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, e mantém a antiga grafia.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Uma criança anota pecados numa folha. Um tio põe um anúncio no jornal a dar-se como morto. Um pai dá biberões de vinho ao filho. Um avô assiste a julgamentos na televisão para sentir medo. É numa família em que o machismo e a violência dão ordem à vida que se inicia esta história de busca e reconstrução do passado, mas também de crescimento e conquista da ternura, da capacidade de comunicação e compreensão do outro. Um fresco de uma sociedade rural portuguesa que, no limiar da mudança de século, estava ainda em vias de se modernizar.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Uma criança anota pecados numa folha. Um tio põe um anúncio no jornal a dar-se como morto. Um pai dá biberões de vinho ao filho. Um avô assiste a julgamentos na televisão para sentir medo. É numa família em que o machismo e a violência dão ordem à vida que se inicia esta história de busca e reconstrução do passado, mas também de crescimento e conquista da ternura, da capacidade de comunicação e compreensão do outro. Um fresco de uma sociedade rural portuguesa que, no limiar da mudança de século, estava ainda em vias de se modernizar.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Romance de uma família que se desfaz e refaz pelas paragens onde a levam os bons e maus augúrios que motivam a sua dispersão, Gente Feliz com Lágrimas é uma saga que irresistivelmente arrasta o leitor ao longo de cinco mundos, vividos e pensados através da obsessiva busca da felicidade que move os seus protagonistas. Concebida polifonicamente como a descrição dos vários modos de viver a amargura que medeia entre o abandono da terra e o retorno ao domínio do que é familiar, esta peregrinação possível em tempos de escassez de aventura é a definitiva lição de que o regresso se não limita a perfazer o círculo e constitui uma visão fascinante do Portugal que todos, de uma maneira ou de outra, conhecemos. "Gente Feliz com Lágrimas", o romance de João de Melo distinguido com cinco importantes prémios literários, foi adaptado a televisão para a RTP, numa série de cinco episódios dirigida por José Medeiros, e ao teatro por João Brites para o grupo "O Bando".
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Romance de uma família que se desfaz e refaz pelas paragens onde a levam os bons e maus augúrios que motivam a sua dispersão, Gente Feliz com Lágrimas é uma saga que irresistivelmente arrasta o leitor ao longo de cinco mundos, vividos e pensados através da obsessiva busca da felicidade que move os seus protagonistas. Concebida polifonicamente como a descrição dos vários modos de viver a amargura que medeia entre o abandono da terra e o retorno ao domínio do que é familiar, esta peregrinação possível em tempos de escassez de aventura é a definitiva lição de que o regresso se não limita a perfazer o círculo e constitui uma visão fascinante do Portugal que todos, de uma maneira ou de outra, conhecemos. "Gente Feliz com Lágrimas", o romance de João de Melo distinguido com cinco importantes prémios literários, foi adaptado a televisão para a RTP, numa série de cinco episódios dirigida por José Medeiros, e ao teatro por João Brites para o grupo "O Bando".
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Karim e Fauzia crescem numa época de transformação da Tanzânia pós-colonial, com o advento do turismo, da tecnologia e da globalização, e a entrada no novo milénio. Estudam o que desejam, casam-se livremente e constituem família, rompendo com alguns dos códigos e tradições de gerações passadas. Já para o órfão e criado Badar, as portas parecem estar todas fechadas. Depois de ser injustamente acusado de roubo em Dar es Salaam, Badar parte para Zanzibar a convite de Karim, juntando-se a este e à sua mulher num apartamento que se tornará demasiado exíguo para os três, pondo à prova os complexos elos que os unem. "Gente da Casa" é o primeiro livro de Abdulrazak Gurnah após a atribuição do Prémio Nobel de Literatura em 2021. Situado na Zanzibar da década de 1990, este romance de formação traça um retrato pungente sobre a família, a amizade, a generosidade e a dívida sob o pano de fundo dos traumas de um passado colonial ainda demasiado próximo para dele se poder escapar.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Karim e Fauzia crescem numa época de transformação da Tanzânia pós-colonial, com o advento do turismo, da tecnologia e da globalização, e a entrada no novo milénio. Estudam o que desejam, casam-se livremente e constituem família, rompendo com alguns dos códigos e tradições de gerações passadas. Já para o órfão e criado Badar, as portas parecem estar todas fechadas. Depois de ser injustamente acusado de roubo em Dar es Salaam, Badar parte para Zanzibar a convite de Karim, juntando-se a este e à sua mulher num apartamento que se tornará demasiado exíguo para os três, pondo à prova os complexos elos que os unem. "Gente da Casa" é o primeiro livro de Abdulrazak Gurnah após a atribuição do Prémio Nobel de Literatura em 2021. Situado na Zanzibar da década de 1990, este romance de formação traça um retrato pungente sobre a família, a amizade, a generosidade e a dívida sob o pano de fundo dos traumas de um passado colonial ainda demasiado próximo para dele se poder escapar.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Num período de 100 anos, um punhado de homens e mulheres transformaram o mundo e o nosso olhar sobre ele. Muitos são sobejamente conhecidos – Marx, Freud, Proust, Einstein, Kafka. Outros desapareceram da memória coletiva, apesar do seu impacto indelével no nosso quotidiano. Sem Karl Landsteiner, não haveria transfusões sanguíneas. Sem Paul Ehrlich não teríamos quimioterapia. Sem Siegfried Marcus não existiria o automóvel a gasolina. Sem Rosalind Franklin a genética seria bem diferente. Sem Fritz Haber não haveria culturas suficientes para alimentar a população atual. O que é que estes visionários têm em comum? As suas origens judaicas. O dom de pensar fora da caixa. O raciocínio rápido. Em 1847, menos de 0,25% da população era de origem judaica, contudo eles moldaram o século XX e viram o que os outros não conseguiram. Como?
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Num período de 100 anos, um punhado de homens e mulheres transformaram o mundo e o nosso olhar sobre ele. Muitos são sobejamente conhecidos – Marx, Freud, Proust, Einstein, Kafka. Outros desapareceram da memória coletiva, apesar do seu impacto indelével no nosso quotidiano. Sem Karl Landsteiner, não haveria transfusões sanguíneas. Sem Paul Ehrlich não teríamos quimioterapia. Sem Siegfried Marcus não existiria o automóvel a gasolina. Sem Rosalind Franklin a genética seria bem diferente. Sem Fritz Haber não haveria culturas suficientes para alimentar a população atual. O que é que estes visionários têm em comum? As suas origens judaicas. O dom de pensar fora da caixa. O raciocínio rápido. Em 1847, menos de 0,25% da população era de origem judaica, contudo eles moldaram o século XX e viram o que os outros não conseguiram. Como?
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Em ensaio admirável que devolve à humanidade a história das suas origens e a possibilidade de enfrentar o futuro. No princípio, era o caos. Talvez os gregos tivessem razão, já que muitas observações da física moderna parecem confirmá-lo. Mas o que aconteceu realmente nos primeiros instantes da vida do universo? Do caos descrito por Hesíodo ao bosão de Higgs, Guido Tonelli, renomado físico do CERN e professor na universidade de Pisa, emula a estrutura narrativa bíblica da criação do mundo em sete dias para relatar, em sete capítulos e assinalável fascínio, a estranha singularidade que permitiu a formação do universo e a sopa primordial de onde surgiu a Vida. Com inesperada simplicidade e incontestável poesia, Tonelli segue o fio condutor da consciência para responder à sempiterna pergunta: De onde vem tudo isto? A narração de como tudo começou, da formação das partículas, da matéria, das estrelas, dos humanos e do seu pensamento simbólico, de tudo quanto existe, portanto, é acompanhada pela recuperação dos mitos ancestrais criados e transmitidos de geração em geração em torno da origem do universo, bem como do relato de histórias fascinantes de cientistas que dedicaram a vida à investigação do enigma da origem, de Galileu a Stephen Hawking, com os seus momentos Eureka! e as histórias anedócticas que entraram para a história da ciência e do mundo.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Em ensaio admirável que devolve à humanidade a história das suas origens e a possibilidade de enfrentar o futuro. No princípio, era o caos. Talvez os gregos tivessem razão, já que muitas observações da física moderna parecem confirmá-lo. Mas o que aconteceu realmente nos primeiros instantes da vida do universo? Do caos descrito por Hesíodo ao bosão de Higgs, Guido Tonelli, renomado físico do CERN e professor na universidade de Pisa, emula a estrutura narrativa bíblica da criação do mundo em sete dias para relatar, em sete capítulos e assinalável fascínio, a estranha singularidade que permitiu a formação do universo e a sopa primordial de onde surgiu a Vida. Com inesperada simplicidade e incontestável poesia, Tonelli segue o fio condutor da consciência para responder à sempiterna pergunta: De onde vem tudo isto? A narração de como tudo começou, da formação das partículas, da matéria, das estrelas, dos humanos e do seu pensamento simbólico, de tudo quanto existe, portanto, é acompanhada pela recuperação dos mitos ancestrais criados e transmitidos de geração em geração em torno da origem do universo, bem como do relato de histórias fascinantes de cientistas que dedicaram a vida à investigação do enigma da origem, de Galileu a Stephen Hawking, com os seus momentos Eureka! e as histórias anedócticas que entraram para a história da ciência e do mundo.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Num mundo dominado pela destruição, a guerra e o pânico, um protagonista sem nome vagueia por uma paisagem surreal, mas familiar, em demanda de uma estranha jovem mulher de cabelos prateados. Nesta busca insistente e obsessiva, atravessa mares e planícies geladas, ruínas de cidades saqueadas, lutando contra o tempo numa missão que tem tanto de real quanto de imaginário: salvar esta "rapariga de vidro" antes que o mundo conhecido se encerre no interior de uma muralha de gelo. Publicado originalmente em 1967, um ano antes da morte da autora, e de imediato celebrado como uma das obras literárias mais inovadoras e extraordinárias do seu tempo, "Gelo" foi precursor de um novo género de ficção que seria mais tarde identificado nas obras de autores como J. G. Ballard, Philip K. Dick ou Haruki Murakami.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Num mundo dominado pela destruição, a guerra e o pânico, um protagonista sem nome vagueia por uma paisagem surreal, mas familiar, em demanda de uma estranha jovem mulher de cabelos prateados. Nesta busca insistente e obsessiva, atravessa mares e planícies geladas, ruínas de cidades saqueadas, lutando contra o tempo numa missão que tem tanto de real quanto de imaginário: salvar esta "rapariga de vidro" antes que o mundo conhecido se encerre no interior de uma muralha de gelo. Publicado originalmente em 1967, um ano antes da morte da autora, e de imediato celebrado como uma das obras literárias mais inovadoras e extraordinárias do seu tempo, "Gelo" foi precursor de um novo género de ficção que seria mais tarde identificado nas obras de autores como J. G. Ballard, Philip K. Dick ou Haruki Murakami.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 88
Sinopse:
"Chovem pais e filhos sobre os campos, terrenos de árvores húmidas, outono. Os pais tentam sempre proteger os filhos, essa é a natureza que corre nas árvores, essa é a lei e esse é o sentido. É outono e não poderia ser outra estação, começou o frio e a fome, olho a força dos campos pela janela submersa deste último outono e compreendo por fim a minha idade: chovem pais e filhos de mãos dadas. Lá longe, sou pai. Lá longe, sou filho."
Nº Páginas: 88
Sinopse:
"Chovem pais e filhos sobre os campos, terrenos de árvores húmidas, outono. Os pais tentam sempre proteger os filhos, essa é a natureza que corre nas árvores, essa é a lei e esse é o sentido. É outono e não poderia ser outra estação, começou o frio e a fome, olho a força dos campos pela janela submersa deste último outono e compreendo por fim a minha idade: chovem pais e filhos de mãos dadas. Lá longe, sou pai. Lá longe, sou filho."
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O episódio dos Reis Magos procedentes da Arábia para adorar o menino Jesus, mesmo só tendo sido objeto de algumas linhas num único dos quatro Evangelhos, inspirou grandiosamente a pintura ocidental. Mas quem eram estes reis? Porque deixaram eles os seus reinos? Que encontraram eles em Jerusalém - com o Grande Hérodes - e depois em Belém? Não havendo respostas na História ou na lenda, cabia a um grande escritor responder a estas questões. É o que Michel Tournier procura fazer com este texto, ao mesmo tempo ingénuo e violento, que mergulha nas fontes da espiritualidade ocidental.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O episódio dos Reis Magos procedentes da Arábia para adorar o menino Jesus, mesmo só tendo sido objeto de algumas linhas num único dos quatro Evangelhos, inspirou grandiosamente a pintura ocidental. Mas quem eram estes reis? Porque deixaram eles os seus reinos? Que encontraram eles em Jerusalém - com o Grande Hérodes - e depois em Belém? Não havendo respostas na História ou na lenda, cabia a um grande escritor responder a estas questões. É o que Michel Tournier procura fazer com este texto, ao mesmo tempo ingénuo e violento, que mergulha nas fontes da espiritualidade ocidental.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Publicado em 1880, Garman & Worse é o primeiro romance de Kielland, máximo expoente da literatura norueguesa, fonte de inspiração para Thomas Mann e a sua famosa obra Os Buddenbrook. Em parte recorrendo a episódios da sua própria história familiar, Kielland descreve a ascensão de duas famílias da alta burguesia de finais do século XIX, ligadas entre si por laços de parentesco e, sobretudo, por um entreposto comercial. O resultado é uma obra-prima do romance naturalista europeu, no qual a profundidade da análise psicológica se conjuga com um estilo único que traça verdadeiros quadros de ambiente verista, atacando com veemência e admirável olhar crítico e humor a hipocrisia das instituições sociais. "Alexander Kielland traça com cores fortes um fresco realista de vários tipos de relações familiares, amorosas e sociais num país pobre e conservador, que se debate entre o velho e o novo, entre adoptar ideias vindas de fora ou continuar com as que herdou. Kielland não se esquece de sublinhar ainda a hipocrisia dos clérigos e de uma classe social que dá mais importância ao dinheiro do que aos sentimentos, ao mesmo tempo que faz um retrato muito vivo dos problemas do proletariado." — José Riço Direitinho, Ípsilon (Público) Um dos autores clássicos mais importantes da literatura europeia. Tradução direta do original norueguês pelo reconhecido autor João Reis.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Publicado em 1880, Garman & Worse é o primeiro romance de Kielland, máximo expoente da literatura norueguesa, fonte de inspiração para Thomas Mann e a sua famosa obra Os Buddenbrook. Em parte recorrendo a episódios da sua própria história familiar, Kielland descreve a ascensão de duas famílias da alta burguesia de finais do século XIX, ligadas entre si por laços de parentesco e, sobretudo, por um entreposto comercial. O resultado é uma obra-prima do romance naturalista europeu, no qual a profundidade da análise psicológica se conjuga com um estilo único que traça verdadeiros quadros de ambiente verista, atacando com veemência e admirável olhar crítico e humor a hipocrisia das instituições sociais. "Alexander Kielland traça com cores fortes um fresco realista de vários tipos de relações familiares, amorosas e sociais num país pobre e conservador, que se debate entre o velho e o novo, entre adoptar ideias vindas de fora ou continuar com as que herdou. Kielland não se esquece de sublinhar ainda a hipocrisia dos clérigos e de uma classe social que dá mais importância ao dinheiro do que aos sentimentos, ao mesmo tempo que faz um retrato muito vivo dos problemas do proletariado." — José Riço Direitinho, Ípsilon (Público) Um dos autores clássicos mais importantes da literatura europeia. Tradução direta do original norueguês pelo reconhecido autor João Reis.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Galveias" está entre os grandes romances alguma vez escritos sobre a ruralidade portuguesa. O universo toca uma pequena vila com um mistério imenso. Esse é o ponto de acesso ao elenco de personagens que compõe este romance e que, capítulo a capítulo, ergue um mundo. Como uma condensação de portugalidade, Galveias é um retrato de vida, imagem despudorada de uma realidade que atravessa o país e que, em grande medida, contribui para traçar-lhe a sua identidade mais profunda.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Galveias" está entre os grandes romances alguma vez escritos sobre a ruralidade portuguesa. O universo toca uma pequena vila com um mistério imenso. Esse é o ponto de acesso ao elenco de personagens que compõe este romance e que, capítulo a capítulo, ergue um mundo. Como uma condensação de portugalidade, Galveias é um retrato de vida, imagem despudorada de uma realidade que atravessa o país e que, em grande medida, contribui para traçar-lhe a sua identidade mais profunda.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Em "Fusão", voltamos a encontrar Pressia, a jovem determinada a descobrir os segredos do passado; Lyda, a guerreira; Bradwell, o revolucionário; El Capitan, o guarda e por fim Partridge, um Puro. Juntos organizam um grupo de guerrilha para pôr termo a um plano secreto e diabólico que está a ser arquitetado pela elite científica da Cúpula. Se conseguirem vencer milhares de vidas poderão ser salvas, mas se não, a humanidade corre um grave perigo…
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Em "Fusão", voltamos a encontrar Pressia, a jovem determinada a descobrir os segredos do passado; Lyda, a guerreira; Bradwell, o revolucionário; El Capitan, o guarda e por fim Partridge, um Puro. Juntos organizam um grupo de guerrilha para pôr termo a um plano secreto e diabólico que está a ser arquitetado pela elite científica da Cúpula. Se conseguirem vencer milhares de vidas poderão ser salvas, mas se não, a humanidade corre um grave perigo…
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Filhos do vento": as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial Chamavam "resto de tuga" a Fernando e ele não percebia porquê; Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da "Exma. Mana" portuguesa. Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do "inimigo" e condenadas a não conhecer os pais. Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história. "Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais." (Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War)
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Filhos do vento": as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial Chamavam "resto de tuga" a Fernando e ele não percebia porquê; Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da "Exma. Mana" portuguesa. Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do "inimigo" e condenadas a não conhecer os pais. Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história. "Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais." (Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War)
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"Fumo Sagrado" é mais do que um livro - são vários: é uma história do tabaco que começa coma sua descoberta, em 1492, por um marinheiro da tripulação de Cristóvão Colombo; é uma celebração do tabaco e do acto de fumar, essa prática bizarra; e uma rapsódia em que intervêm o cigarro e cachimbo. Mas é, sobretudo, uma crónica erudita da relação entre o charuto e cinema. Nesta espécie de breviário do fumo, em que também se evocam os grandes fumadores da História (como Winston Churchill ou Fidel Castro), do Cinema (como Groucho Marx ou Orson Welles) e da Literatura (como Conan Doyle ou Italo Calvino), Cabrera Infante, ele próprio um consumidor apaixonado de "puros", é o guia e o narrador das extraordinárias histórias ligadas a um prazer que faz "sempre recordar um tempo que nunca existiu".
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"Fumo Sagrado" é mais do que um livro - são vários: é uma história do tabaco que começa coma sua descoberta, em 1492, por um marinheiro da tripulação de Cristóvão Colombo; é uma celebração do tabaco e do acto de fumar, essa prática bizarra; e uma rapsódia em que intervêm o cigarro e cachimbo. Mas é, sobretudo, uma crónica erudita da relação entre o charuto e cinema. Nesta espécie de breviário do fumo, em que também se evocam os grandes fumadores da História (como Winston Churchill ou Fidel Castro), do Cinema (como Groucho Marx ou Orson Welles) e da Literatura (como Conan Doyle ou Italo Calvino), Cabrera Infante, ele próprio um consumidor apaixonado de "puros", é o guia e o narrador das extraordinárias histórias ligadas a um prazer que faz "sempre recordar um tempo que nunca existiu".
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O incêndio que destruiu o negócio da família da jovem Reena Hale mudou a sua vida para sempre. Vizinhos e amigos ajudaram os Hale a reconstruir o que perderam, mas ao testemunhar a beleza destruidora do fogo, Reena decide dedicar-lhe a sua vida. Mas ela não é a única a sentir-se fascinada pelas chamas. Há mais alguém seduzido por esse poder, alguém obcecado não só em conquistar o fogo, mas em o usar para uma vingança brutal.Quando a jovem realiza o sonho de se tornar bombeira, descobre que é o maior desafio que alguma vez viveu… com excepção da sua vida amorosa, claro. Até que conhece Bo Goodnight. Ele é diferente e, agora que encontrou Reena, não a quer deixar ir. Infelizmente há outro homem interessado nela. Alguém que a persegue com uma série de crimes horrendos. E enquanto Reena tenta localizar a origem de tanto ódio contra si, terá que enfrentar um inferno, mil vezes pior do que o fogo.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O incêndio que destruiu o negócio da família da jovem Reena Hale mudou a sua vida para sempre. Vizinhos e amigos ajudaram os Hale a reconstruir o que perderam, mas ao testemunhar a beleza destruidora do fogo, Reena decide dedicar-lhe a sua vida. Mas ela não é a única a sentir-se fascinada pelas chamas. Há mais alguém seduzido por esse poder, alguém obcecado não só em conquistar o fogo, mas em o usar para uma vingança brutal.Quando a jovem realiza o sonho de se tornar bombeira, descobre que é o maior desafio que alguma vez viveu… com excepção da sua vida amorosa, claro. Até que conhece Bo Goodnight. Ele é diferente e, agora que encontrou Reena, não a quer deixar ir. Infelizmente há outro homem interessado nela. Alguém que a persegue com uma série de crimes horrendos. E enquanto Reena tenta localizar a origem de tanto ódio contra si, terá que enfrentar um inferno, mil vezes pior do que o fogo.
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