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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Excelente formulação para designar aquilo que também entendo dever/poder ser a tradução do poema: uma orquestração de soluções próprias e uma rede funcional de traições, para que o resultado seja, como se costuma dizer e como convém nestes casos, um poema em português. Vasco Graça Moura consegue-o como talvez ninguém o conseguiria hoje em Portugal. Um conjunto notável que veste estes dois ciclos [tardios] de Rilke como uma segunda pele."
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Excelente formulação para designar aquilo que também entendo dever/poder ser a tradução do poema: uma orquestração de soluções próprias e uma rede funcional de traições, para que o resultado seja, como se costuma dizer e como convém nestes casos, um poema em português. Vasco Graça Moura consegue-o como talvez ninguém o conseguiria hoje em Portugal. Um conjunto notável que veste estes dois ciclos [tardios] de Rilke como uma segunda pele."
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Ao tentarem pôr ordem na casa do pai recém-falecido, Eric e a irmã, Inga, descobrem um bilhete de uma mulher desconhecida. Algo no teor desse bilhete indicia que um segredo do passado continuava a atormentar Lars. Erik vê na solução desse enigma o derradeiro acto de aproximação a um homem que nunca compreendeu, mas tanto a vida dele como a de Inga estão a atravessar fases muito complicadas. Inga, viúva de um escritor famoso, está disposta a tudo para defender a reputação do marido e reaproximar-se da filha, Sonia, terrivelmente marcada pela memória dos atentados do 11 de Setembro. Por seu lado, Erik materializa a sua própria solidão num mantra espontâneo que o embaraça mas em relação ao qual nada pode - "Sinto-me tão só", repete ele, mas poderiam ser todas as personagens desta Elegia a dizê-lo; nova-iorquinos solitários, perdidos no frenesim da grande metrópole, entregues aos seus segredos, memórias e sonhos, incapazes de qualquer acto de reconforto.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Ao tentarem pôr ordem na casa do pai recém-falecido, Eric e a irmã, Inga, descobrem um bilhete de uma mulher desconhecida. Algo no teor desse bilhete indicia que um segredo do passado continuava a atormentar Lars. Erik vê na solução desse enigma o derradeiro acto de aproximação a um homem que nunca compreendeu, mas tanto a vida dele como a de Inga estão a atravessar fases muito complicadas. Inga, viúva de um escritor famoso, está disposta a tudo para defender a reputação do marido e reaproximar-se da filha, Sonia, terrivelmente marcada pela memória dos atentados do 11 de Setembro. Por seu lado, Erik materializa a sua própria solidão num mantra espontâneo que o embaraça mas em relação ao qual nada pode - "Sinto-me tão só", repete ele, mas poderiam ser todas as personagens desta Elegia a dizê-lo; nova-iorquinos solitários, perdidos no frenesim da grande metrópole, entregues aos seus segredos, memórias e sonhos, incapazes de qualquer acto de reconforto.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Berlim, 2011. Adolf Hitler acorda num terreno baldio. Sente uma grande dor de cabeça. O uniforme tresanda a querosene. Olha à sua volta e não encontra Eva Braun. Nem uma cidade em ruínas, nem bombardeiros a riscar os céus. Em vez disso, descobre ruas limpas e organizadas, povoadas de turcos, milhares de turcos. E gente com aparelhos estranhos colados ao ouvido. Começa assim o surpreendente primeiro romance de Timur Vermes, passado na Alemanha de Angela Merkel, 66 anos depois do fim da guerra. Hitler ganha nova vida. Na sociedade espetáculo, dos reality shows e do YouTube, o renascido Führer é visto como uma estrela, que uma televisão sequiosa de novidades acolhe de braços abertos. A Alemanha da crise, do Euro ameaçado, da austeridade, vê nele um palhaço inofensivo. Mas ele é real, assustadoramente real. E, passo a passo, maquiavelicamente, planeia o seu regresso ao poder - por via da televisão. Sátira ferocíssima a uma sociedade mediatizada, narrado num registo arrepiadoramente fiel ao Mein Kampf, tem tanto de romance político como de crítica de costumes. Afinal, a Alemanha de Merkel, dominadora, obcecada pelo poder e pelo sucesso, está pronta para o receber... e "Ele Está de Volta".
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Berlim, 2011. Adolf Hitler acorda num terreno baldio. Sente uma grande dor de cabeça. O uniforme tresanda a querosene. Olha à sua volta e não encontra Eva Braun. Nem uma cidade em ruínas, nem bombardeiros a riscar os céus. Em vez disso, descobre ruas limpas e organizadas, povoadas de turcos, milhares de turcos. E gente com aparelhos estranhos colados ao ouvido. Começa assim o surpreendente primeiro romance de Timur Vermes, passado na Alemanha de Angela Merkel, 66 anos depois do fim da guerra. Hitler ganha nova vida. Na sociedade espetáculo, dos reality shows e do YouTube, o renascido Führer é visto como uma estrela, que uma televisão sequiosa de novidades acolhe de braços abertos. A Alemanha da crise, do Euro ameaçado, da austeridade, vê nele um palhaço inofensivo. Mas ele é real, assustadoramente real. E, passo a passo, maquiavelicamente, planeia o seu regresso ao poder - por via da televisão. Sátira ferocíssima a uma sociedade mediatizada, narrado num registo arrepiadoramente fiel ao Mein Kampf, tem tanto de romance político como de crítica de costumes. Afinal, a Alemanha de Merkel, dominadora, obcecada pelo poder e pelo sucesso, está pronta para o receber... e "Ele Está de Volta".
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Um cativante romance de aventuras e mistério protagonizado por dois meninos. Uma história doce, amável, triste e positiva maravilhosa para este verão. Uma estreia sensacional que já conquistou os corações dos nossos leitores em Inglaterra e Estados Unidos.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Um cativante romance de aventuras e mistério protagonizado por dois meninos. Uma história doce, amável, triste e positiva maravilhosa para este verão. Uma estreia sensacional que já conquistou os corações dos nossos leitores em Inglaterra e Estados Unidos.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo romance de Júlia Nery é um desafio literário sobre a contemporaneidade: a nova emigração portuguesa. A história de um grupo de amigos que, após o culminar de uma juventude de estudo e formação superior, saem de Portugal forçados pela necessidade de encontrar trabalho e realização profissional e se espalham pelo mundo para construir uma vida, sozinhos ou a dois. Os desafios são enormes, os países que os acolhem podem ser hostis, falta a família portuguesa, a cultura portuguesa, mas há também extraordinárias oportunidades, e uma amizade persiste, à distância, como suporte indispensável. Amadurecerão ou morrerão os amores, e o regresso e a felicidade serão sonhos durante muitos anos acalentados. Amanhã, talvez… Uns voltarão, outros não. Mas o mundo mudará e cada um desempenhará o seu papel.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo romance de Júlia Nery é um desafio literário sobre a contemporaneidade: a nova emigração portuguesa. A história de um grupo de amigos que, após o culminar de uma juventude de estudo e formação superior, saem de Portugal forçados pela necessidade de encontrar trabalho e realização profissional e se espalham pelo mundo para construir uma vida, sozinhos ou a dois. Os desafios são enormes, os países que os acolhem podem ser hostis, falta a família portuguesa, a cultura portuguesa, mas há também extraordinárias oportunidades, e uma amizade persiste, à distância, como suporte indispensável. Amadurecerão ou morrerão os amores, e o regresso e a felicidade serão sonhos durante muitos anos acalentados. Amanhã, talvez… Uns voltarão, outros não. Mas o mundo mudará e cada um desempenhará o seu papel.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Educação europeia" é o primeiro romance publicado de Romain Gary, escrito ainda durante a guerra, quando Gary era navegador da esquadrilha Lorraine das Forças Francesas Livres, foi publicado em 1945 e ganhou o Prémio dos Críticos. Classificado por Maurice Nadeau como "o romance" da Resistência, foi traduzido para 27 línguas. "Educação europeia" narra a história de um jovem adolescente lituano polaco de 14 anos, Janek Twardowski, que vive refugiado na floresta e se junta a um grupo partisan para sobreviver e lutar contra a ocupação nazi. Neste conto moral, cruel e otimista, Janek conhecerá o frio, a fome, a traição e a morte, mas também o amor, junto da sua jovem amiga Zosia. Como diz o chefe partisan Dobranski, "a Europa teve sempre as melhores e mais belas universidades (…), elas foram o berço da civilização (…) mas há também uma outra educação europeia, a que recebemos hoje: os pelotões de execução, a escravatura, a tortura, a violação - a destruição de tudo o que torna a vida bela. É a hora das trevas." Com os seus camaradas de infortúnio, a sua simplicidade e generosidade, Janek aprenderá o valor da amizade e a crença no Homem.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Educação europeia" é o primeiro romance publicado de Romain Gary, escrito ainda durante a guerra, quando Gary era navegador da esquadrilha Lorraine das Forças Francesas Livres, foi publicado em 1945 e ganhou o Prémio dos Críticos. Classificado por Maurice Nadeau como "o romance" da Resistência, foi traduzido para 27 línguas. "Educação europeia" narra a história de um jovem adolescente lituano polaco de 14 anos, Janek Twardowski, que vive refugiado na floresta e se junta a um grupo partisan para sobreviver e lutar contra a ocupação nazi. Neste conto moral, cruel e otimista, Janek conhecerá o frio, a fome, a traição e a morte, mas também o amor, junto da sua jovem amiga Zosia. Como diz o chefe partisan Dobranski, "a Europa teve sempre as melhores e mais belas universidades (…), elas foram o berço da civilização (…) mas há também uma outra educação europeia, a que recebemos hoje: os pelotões de execução, a escravatura, a tortura, a violação - a destruição de tudo o que torna a vida bela. É a hora das trevas." Com os seus camaradas de infortúnio, a sua simplicidade e generosidade, Janek aprenderá o valor da amizade e a crença no Homem.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 392
Sinopse:
A economia está de rastos. Não conseguiu prever, nem sequer impedir, as crises financeiras que abalaram os alicerces das sociedades. Haverá uma solução? Em Economia Donute, a investigadora de Oxford Kate Raworth identifica os sete aspetos críticos do sistema económico reinante que conduziram ao descontrolo atual, e define linhas orientadoras que poderão trazer a humanidade para uma zona de paz, onde as necessidades gerais ficarão satisfeitas com os meios disponíveis no planeta.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
A economia está de rastos. Não conseguiu prever, nem sequer impedir, as crises financeiras que abalaram os alicerces das sociedades. Haverá uma solução? Em Economia Donute, a investigadora de Oxford Kate Raworth identifica os sete aspetos críticos do sistema económico reinante que conduziram ao descontrolo atual, e define linhas orientadoras que poderão trazer a humanidade para uma zona de paz, onde as necessidades gerais ficarão satisfeitas com os meios disponíveis no planeta.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Numa sociedade que se fundiu com o mercado - tudo se compra, tudo se vende - começamos a pagar pelas palavras. A estranheza inicial dá lugar ao entusiasmo. Afinal, como é que falar podia permanecer gratuito? Há seis mil idiomas no mundo. Seis mil formas diferentes de dizer "ecologia", e tão pouca ecologia. Seis mil formas diferentes de dizer "paz", e tão pouca paz. Seis mil formas diferentes de dizer "juntos", e cada um por si.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Numa sociedade que se fundiu com o mercado - tudo se compra, tudo se vende - começamos a pagar pelas palavras. A estranheza inicial dá lugar ao entusiasmo. Afinal, como é que falar podia permanecer gratuito? Há seis mil idiomas no mundo. Seis mil formas diferentes de dizer "ecologia", e tão pouca ecologia. Seis mil formas diferentes de dizer "paz", e tão pouca paz. Seis mil formas diferentes de dizer "juntos", e cada um por si.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 528
Sinopse:
"Eu não tenho história, sou como a República do vale de Andorra", disse certo dia Eça de Queiroz. Mas nada poderia ser mais falso. Eça é uma das figuras mais fascinantes das letras portuguesas. Os seus pais ainda não haviam casado quando, em 1845, nasce na Póvoa de Varzim. Essa indiscrição levou a que tenha sido criado longe dos progenitores, abrindo-lhe um vazio no coração que o acompanhou toda a vida. Em Coimbra faz os estudos e em Lisboa inicia-se numa vida boémia, cruzando-se com figuras incontornáveis do seu tempo como Antero de Quental, Ramalho Ortigão ou Guerra Junqueiro. Descontente com o Direito, faz uma longa e fascinante viagem pelo Oriente, e quando regressa decide enveredar pela carreira consular. Tendo sido cônsul em Havana, Inglaterra e Paris, foi acumulando dívidas embaraçosas, amigos fiéis, inimigos implacáveis e obras-primas que revolucionaram as letras portuguesas.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
"Eu não tenho história, sou como a República do vale de Andorra", disse certo dia Eça de Queiroz. Mas nada poderia ser mais falso. Eça é uma das figuras mais fascinantes das letras portuguesas. Os seus pais ainda não haviam casado quando, em 1845, nasce na Póvoa de Varzim. Essa indiscrição levou a que tenha sido criado longe dos progenitores, abrindo-lhe um vazio no coração que o acompanhou toda a vida. Em Coimbra faz os estudos e em Lisboa inicia-se numa vida boémia, cruzando-se com figuras incontornáveis do seu tempo como Antero de Quental, Ramalho Ortigão ou Guerra Junqueiro. Descontente com o Direito, faz uma longa e fascinante viagem pelo Oriente, e quando regressa decide enveredar pela carreira consular. Tendo sido cônsul em Havana, Inglaterra e Paris, foi acumulando dívidas embaraçosas, amigos fiéis, inimigos implacáveis e obras-primas que revolucionaram as letras portuguesas.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em 1957, Ryszard Kapuscinski aterrou pela primeira vez em África, enviado como correspondente de um jornal polaco, com o intuito de testemunhar o início do fim da era da colonização. Nos quarenta anos que se seguiram, aproveitou todas as oportunidades para lá voltar. Dos primeiros dias da independência do Gana ao genocídio Étnico no Ruanda, da travessia do deserto do Sara na companhia de tribos nómadas ao domicílio nos mais pobres bairros de lata da Nigéria, Kapuscinski embrenhou-se no continente, nas suas histórias, nas histórias dos seus povos. Este volume é o resultado de um espantoso trabalho jornalístico, alicerçado numa observação crítica dos acontecimentos, numa análise profunda dos seus impactos e numa aproximação excecional, de grande respeito e genuína curiosidade, a cada uma das pessoas que encontrou. Obra de referência deste que é por muitos considerado o melhor repórter do século XX, "Ébano" é um documento precioso para a compreensão da história africana do último meio século e dos desafios que hoje se impõem.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em 1957, Ryszard Kapuscinski aterrou pela primeira vez em África, enviado como correspondente de um jornal polaco, com o intuito de testemunhar o início do fim da era da colonização. Nos quarenta anos que se seguiram, aproveitou todas as oportunidades para lá voltar. Dos primeiros dias da independência do Gana ao genocídio Étnico no Ruanda, da travessia do deserto do Sara na companhia de tribos nómadas ao domicílio nos mais pobres bairros de lata da Nigéria, Kapuscinski embrenhou-se no continente, nas suas histórias, nas histórias dos seus povos. Este volume é o resultado de um espantoso trabalho jornalístico, alicerçado numa observação crítica dos acontecimentos, numa análise profunda dos seus impactos e numa aproximação excecional, de grande respeito e genuína curiosidade, a cada uma das pessoas que encontrou. Obra de referência deste que é por muitos considerado o melhor repórter do século XX, "Ébano" é um documento precioso para a compreensão da história africana do último meio século e dos desafios que hoje se impõem.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um guia para ajudar os turistas a descobrir a culinária portuguesa e a saber o que pedir nos restaurantes portugueses. Inclui receitas de pratos típicos, um glossário e um dicionário, além de uma lista de restaurantes em Lisboa, Porto e Algarve. Deciding what to eat can be hard if you don’t speak the language, don’t understand the menus and can’t ask questions. It’ s usually easier to opt for the simple option of something grilled with salad and chips, than risk trying something else that might turn out to be some bit of offal you really can’t stomach. In tourist areas, like the Algarve or the city centre of Lisbon, you will find some translated menus, but the translations are often slightly off or comically wrong. While this is amusing at first, it can soon become just plain irritating. That is why we have written this guide; to help you understand what is on the menu and maybe encourage you to try something that you might love, maybe migas or jaquinzinhos or baba de camelo. It includes recipes, a dictionary, a glossary and a guide to restaurants in Lisbon, Porto and Algarve.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um guia para ajudar os turistas a descobrir a culinária portuguesa e a saber o que pedir nos restaurantes portugueses. Inclui receitas de pratos típicos, um glossário e um dicionário, além de uma lista de restaurantes em Lisboa, Porto e Algarve. Deciding what to eat can be hard if you don’t speak the language, don’t understand the menus and can’t ask questions. It’ s usually easier to opt for the simple option of something grilled with salad and chips, than risk trying something else that might turn out to be some bit of offal you really can’t stomach. In tourist areas, like the Algarve or the city centre of Lisbon, you will find some translated menus, but the translations are often slightly off or comically wrong. While this is amusing at first, it can soon become just plain irritating. That is why we have written this guide; to help you understand what is on the menu and maybe encourage you to try something that you might love, maybe migas or jaquinzinhos or baba de camelo. It includes recipes, a dictionary, a glossary and a guide to restaurants in Lisbon, Porto and Algarve.
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Edição: Mai 2020
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Desde o coração das suas memórias, um homem que arrasta tantos anos de passado como ilusões de futuro, recorre às suas recordações para iluminar a sua história. A história de um filho que tem de aprender a viver sem os pais, e de um pai que precisa de aceitar a viver mais longe dos filhos. Uma história que por vezes dói, mas que sempre acompanha. Neste romance, a meio caminho entre a ficção e a confissão, o protagonista viaja pelo mundo e pelas suas memórias. É uma viagem com duas faces: a face pública, em que o protagonista-autor encontra os seus leitores; e o lado íntimo, em que aproveita cada momento de solidão para procurar a sua verdade. Uma verdade que começa a despontar - dolorosa e inesperadamente - depois da morte dos pais, do divórcio, do afastamento do vício. Uma verdade que ganha novos matizes à medida que toma forma uma nova vida ao lado de um novo amor, uma vida em que os filhos se transformam na pedra angular sobre a qual gira a necessidade inadiável de encontrar a felicidade. Ou a alegria. Se "Em tudo havia beleza" procurava no passado o caminho para regressar ao presente, aqui Manuel Vilas escreve uma história que vai buscar ímpeto ao passado para se lançar para o futuro e tudo o que ele pode trazer de inesperado. Depois da dor do auto-conhecimento, esta é a história da busca esperançada da alegria, essa reivindicação de fé e coragem em tempos convulsos, essa força maior da vida, que, como a beleza, pode estar em qualquer lugar.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Desde o coração das suas memórias, um homem que arrasta tantos anos de passado como ilusões de futuro, recorre às suas recordações para iluminar a sua história. A história de um filho que tem de aprender a viver sem os pais, e de um pai que precisa de aceitar a viver mais longe dos filhos. Uma história que por vezes dói, mas que sempre acompanha. Neste romance, a meio caminho entre a ficção e a confissão, o protagonista viaja pelo mundo e pelas suas memórias. É uma viagem com duas faces: a face pública, em que o protagonista-autor encontra os seus leitores; e o lado íntimo, em que aproveita cada momento de solidão para procurar a sua verdade. Uma verdade que começa a despontar - dolorosa e inesperadamente - depois da morte dos pais, do divórcio, do afastamento do vício. Uma verdade que ganha novos matizes à medida que toma forma uma nova vida ao lado de um novo amor, uma vida em que os filhos se transformam na pedra angular sobre a qual gira a necessidade inadiável de encontrar a felicidade. Ou a alegria. Se "Em tudo havia beleza" procurava no passado o caminho para regressar ao presente, aqui Manuel Vilas escreve uma história que vai buscar ímpeto ao passado para se lançar para o futuro e tudo o que ele pode trazer de inesperado. Depois da dor do auto-conhecimento, esta é a história da busca esperançada da alegria, essa reivindicação de fé e coragem em tempos convulsos, essa força maior da vida, que, como a beleza, pode estar em qualquer lugar.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 214
Sinopse:
Na sequência do anterior "Pensatempos", Mia Couto ressurge com um conjunto de textos de intervenção que resulta da sua participação em encontros públicos nos últimos anos. São textos de reflexão crítica de um autor de ficção que, ao mesmo tempo que reinventa o seu universo, não abdica da sua missão de pensar o mundo. As intervenções abordam temas que vão da política à literatura, da cultura à antropologia, mas todos eles confirmam como o escritor moçambicano faz da sensibilidade poética um modo de entender a complexidade do nosso tempo.
Nº Páginas: 214
Sinopse:
Na sequência do anterior "Pensatempos", Mia Couto ressurge com um conjunto de textos de intervenção que resulta da sua participação em encontros públicos nos últimos anos. São textos de reflexão crítica de um autor de ficção que, ao mesmo tempo que reinventa o seu universo, não abdica da sua missão de pensar o mundo. As intervenções abordam temas que vão da política à literatura, da cultura à antropologia, mas todos eles confirmam como o escritor moçambicano faz da sensibilidade poética um modo de entender a complexidade do nosso tempo.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Não sei se somos uma história de amor ou se o nosso amor é uma história. Arthur só vai ficar em Nova Iorque durante o verão, mas ele acredita que isso não é impedimento para conhecer o grande amor da sua vida. Tal como entoam os musicais da Broadway de que Arthur tanto gosta, o universo pode fazer surgir uma paixão a qualquer momento, quando menos se espera… Ben não acredita no amor. Ele só quer distância das conspirações do universo e dos seus planos secretos. Porque se o universo fosse realmente seu aliado, ele ainda estaria numa relação e não no posto dos correios para devolver todos os pertences do seu ex-namorado. Um dia, Arthur e Ben cruzam-se. Um encontro aparentemente banal dá início a uma história de amor cheia de emoções fortes, percalços, contrariedades e desafios. Mas, afinal, o que terá o universo reservado para estas duas almas apaixonadas? Talvez nada. Talvez Tudo!
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Não sei se somos uma história de amor ou se o nosso amor é uma história. Arthur só vai ficar em Nova Iorque durante o verão, mas ele acredita que isso não é impedimento para conhecer o grande amor da sua vida. Tal como entoam os musicais da Broadway de que Arthur tanto gosta, o universo pode fazer surgir uma paixão a qualquer momento, quando menos se espera… Ben não acredita no amor. Ele só quer distância das conspirações do universo e dos seus planos secretos. Porque se o universo fosse realmente seu aliado, ele ainda estaria numa relação e não no posto dos correios para devolver todos os pertences do seu ex-namorado. Um dia, Arthur e Ben cruzam-se. Um encontro aparentemente banal dá início a uma história de amor cheia de emoções fortes, percalços, contrariedades e desafios. Mas, afinal, o que terá o universo reservado para estas duas almas apaixonadas? Talvez nada. Talvez Tudo!
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Edição: Out 2003
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Que circunstância levam dois homens a revelarem o que de mais íntimo têm em si, que circunstâncias determinam que dois homens procurem ultrapassar os seus medos, procurarem libertar-se da solidão que os oprime...?
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Que circunstância levam dois homens a revelarem o que de mais íntimo têm em si, que circunstâncias determinam que dois homens procurem ultrapassar os seus medos, procurarem libertar-se da solidão que os oprime...?
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um rapaz sobe a rua de uma cidade de província. O Interior é igual em toda a parte. Mas hoje vai mudar. Ele traz um segredo terrível no bolso do kispo. Faz calor na província dos suicidas. Dá vontade de rir: uma cidade em que até o coveiro se mata... São estatísticas, tudo em números. O space-shuttle leva cortiça do Alentejo para o Espaço. O Bispo viu o maior massacre da guerra em África e calou-se. Mas hoje vai responder. Os factos verdadeiros são os piores.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um rapaz sobe a rua de uma cidade de província. O Interior é igual em toda a parte. Mas hoje vai mudar. Ele traz um segredo terrível no bolso do kispo. Faz calor na província dos suicidas. Dá vontade de rir: uma cidade em que até o coveiro se mata... São estatísticas, tudo em números. O space-shuttle leva cortiça do Alentejo para o Espaço. O Bispo viu o maior massacre da guerra em África e calou-se. Mas hoje vai responder. Os factos verdadeiros são os piores.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A casa de Henrique é a Natureza. Henrique é um sem-abrigo de corpo, mas a sua alma guarda a única realidade que aceita e lhe chega através de uma entidade superior. "E se eu fosse Deus?", pergunta. O autor percorre as ruas de Lisboa com Henrique, que lhe mostra as histórias de outros sem-abrigo e um submundo perturbante. A prostituição, a droga, a dor, a loucura, a violência, mesmo o suicídio fazem parte deste submundo, que a maioria de nós tende a ignorar. E se Deus estivesse, como um sopro, em cada um destes rostos de sofrimento? E se a beleza se esconder onde menos esperamos? Este é um romance baseado em testemunhos e factos reais. Por vezes, o duro dia-a-dia supera qualquer ficção.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A casa de Henrique é a Natureza. Henrique é um sem-abrigo de corpo, mas a sua alma guarda a única realidade que aceita e lhe chega através de uma entidade superior. "E se eu fosse Deus?", pergunta. O autor percorre as ruas de Lisboa com Henrique, que lhe mostra as histórias de outros sem-abrigo e um submundo perturbante. A prostituição, a droga, a dor, a loucura, a violência, mesmo o suicídio fazem parte deste submundo, que a maioria de nós tende a ignorar. E se Deus estivesse, como um sopro, em cada um destes rostos de sofrimento? E se a beleza se esconder onde menos esperamos? Este é um romance baseado em testemunhos e factos reais. Por vezes, o duro dia-a-dia supera qualquer ficção.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Corria o ano de 1959 e a repressão abate-se sobre numerosos grupos nacionalistas angolanos, fazendo centenas de presos. A população está revoltada e surgem vozes a defender a luta armada. No final do ano, já vários grupos de jovens planeiam pegar em armas contra o colonialismo. À época, o poder militar colonial era fraco, mas a injustiça e a revolta, grandes. A intelectualidade começa também a ver com simpatia o recurso à força, tida como inevitável dada a vontade férrea de Salazar em manter as colónias. Contudo, a revolta só se daria pouco mais de um ano depois. Mas e se a rebelião tivesse acontecido em 1959? Jonuel Gonçalves, participante nesses acontecimentos, partindo do método what if? - e se tivesse acontecido assim? - consagrado sobretudo pela historiografia de língua inglesa, procura saber o que sucederia se esses jovens tivessem agido. Com uma Angola independente em 1959, seria muito o sofrimento poupado ao povo angolano? Dia a dia, hora a hora, acompanhe o desenrolar dos acontecimentos de uma história possível.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Corria o ano de 1959 e a repressão abate-se sobre numerosos grupos nacionalistas angolanos, fazendo centenas de presos. A população está revoltada e surgem vozes a defender a luta armada. No final do ano, já vários grupos de jovens planeiam pegar em armas contra o colonialismo. À época, o poder militar colonial era fraco, mas a injustiça e a revolta, grandes. A intelectualidade começa também a ver com simpatia o recurso à força, tida como inevitável dada a vontade férrea de Salazar em manter as colónias. Contudo, a revolta só se daria pouco mais de um ano depois. Mas e se a rebelião tivesse acontecido em 1959? Jonuel Gonçalves, participante nesses acontecimentos, partindo do método what if? - e se tivesse acontecido assim? - consagrado sobretudo pela historiografia de língua inglesa, procura saber o que sucederia se esses jovens tivessem agido. Com uma Angola independente em 1959, seria muito o sofrimento poupado ao povo angolano? Dia a dia, hora a hora, acompanhe o desenrolar dos acontecimentos de uma história possível.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Seis mulheres e três homens, reúnem-se para confessar o que lhes parece inconfessável. Casamentos falhados, amores que não se cumprem, ciúme, traição, medo, frustração, erotismo, solidão. De tudo se fala nessa tarde, num encontro transformador do qual ninguém sai como entrou.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Seis mulheres e três homens, reúnem-se para confessar o que lhes parece inconfessável. Casamentos falhados, amores que não se cumprem, ciúme, traição, medo, frustração, erotismo, solidão. De tudo se fala nessa tarde, num encontro transformador do qual ninguém sai como entrou.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Neste monólogo narrativo sobre um amor total e falhado, uma mulher fala-nos a partir de uma obscuridade misteriosa - a partir da morte? - e revela-nos num tom terno e impiedoso, que contém toda a grandeza e mesquinhez da vida e da morte, as alegrias e misérias da paixão - e do homem que ela ama, mas renuncia seguir de volta à vida. Em "E Então Vai Entender", Claudio Magris movese entre a experiência pessoal e o mito; entre a vontade de fuga e a intensidade da permanência, entre a ligeireza e a tragédia.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Neste monólogo narrativo sobre um amor total e falhado, uma mulher fala-nos a partir de uma obscuridade misteriosa - a partir da morte? - e revela-nos num tom terno e impiedoso, que contém toda a grandeza e mesquinhez da vida e da morte, as alegrias e misérias da paixão - e do homem que ela ama, mas renuncia seguir de volta à vida. Em "E Então Vai Entender", Claudio Magris movese entre a experiência pessoal e o mito; entre a vontade de fuga e a intensidade da permanência, entre a ligeireza e a tragédia.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Marta tem dezanove anos, vive em Turim e define-se como um patinho feio, sem qualquer possibilidade de redenção. Na verdade, é um facto: não é nada bonita. E a sorte também não está do seu lado. Órfã desde os três anos, sofre de uma doença que, por si só, já é um pesadelo: fibrose quística. A esperança de poder viver uma vida normal é reduzida, mínima. Mas Marta tem espírito, ironia, personalidade. Tudo aquilo que conquistou foi a pulso, e ninguém lho pode tirar. Acima de tudo, Marta não tem nada a perder e adora desafios. E, assim, decide lançar-se numa missão impossível - viver o amor, vivê-lo a sério, não com um rapaz qualquer, mas com o mais giro do planeta: Arturo. Irresistível, atlético, comprometido. Uma aposta perdida, uma espécie de suicídio da autoestima. No entanto, a vida encarrega-se sempre de nos ajudar quando damos o primeiro passo, e é precisamente este milagre que escapa aos planos de Marta. De um dia para o outro, descobre-se a viver não apenas uma história inesperada, mas uma vida nova, intensa. Uma vida que nunca se permitiu ter e que sempre desejou. Uma vida que, contudo, poderá terminar de um momento para o outro e destruir todos os sonhos. Será demais para ela??
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Marta tem dezanove anos, vive em Turim e define-se como um patinho feio, sem qualquer possibilidade de redenção. Na verdade, é um facto: não é nada bonita. E a sorte também não está do seu lado. Órfã desde os três anos, sofre de uma doença que, por si só, já é um pesadelo: fibrose quística. A esperança de poder viver uma vida normal é reduzida, mínima. Mas Marta tem espírito, ironia, personalidade. Tudo aquilo que conquistou foi a pulso, e ninguém lho pode tirar. Acima de tudo, Marta não tem nada a perder e adora desafios. E, assim, decide lançar-se numa missão impossível - viver o amor, vivê-lo a sério, não com um rapaz qualquer, mas com o mais giro do planeta: Arturo. Irresistível, atlético, comprometido. Uma aposta perdida, uma espécie de suicídio da autoestima. No entanto, a vida encarrega-se sempre de nos ajudar quando damos o primeiro passo, e é precisamente este milagre que escapa aos planos de Marta. De um dia para o outro, descobre-se a viver não apenas uma história inesperada, mas uma vida nova, intensa. Uma vida que nunca se permitiu ter e que sempre desejou. Uma vida que, contudo, poderá terminar de um momento para o outro e destruir todos os sonhos. Será demais para ela??
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 262
Sinopse:
O PRIMEIRO VOLUME DE TEXTOS CRÍTICOS DEDICADOS A ALEXANDRE O’NEILL E À SUA OBRA, DA AUTORIA DE POETAS, CRÍTICOS LITERÁRIOS E ESPECIALISTAS NA SUA OBRA. Mesmo sabendo da aversão de Alexandre O’Neill à crítica literária - não gostava que exegetas e explicadores se interpusessem entre as obras e os leitores das obras -, este livro de ensaios responde, sem ironia, ao título da crónica "E a minha festa de homenagem?", publicada n’A Capital, em 1973. Nesta crónica, O’Neill reivindica a celebração das suas bodas de prata de escritor e pede sarcasticamente que a efeméride seja assinalada com pompa e circunstância. Os textos que aqui se reúnem ensaiam propostas de leitura sobre várias vertentes da obra de um dos maiores poetas portugueses de sempre: da poesia às crónicas, da publicidade aos divertimentos com sinais ortográficos, do cherne ao teatro, da tradução à sátira, do Surrealismo às influências literárias.
Nº Páginas: 262
Sinopse:
O PRIMEIRO VOLUME DE TEXTOS CRÍTICOS DEDICADOS A ALEXANDRE O’NEILL E À SUA OBRA, DA AUTORIA DE POETAS, CRÍTICOS LITERÁRIOS E ESPECIALISTAS NA SUA OBRA. Mesmo sabendo da aversão de Alexandre O’Neill à crítica literária - não gostava que exegetas e explicadores se interpusessem entre as obras e os leitores das obras -, este livro de ensaios responde, sem ironia, ao título da crónica "E a minha festa de homenagem?", publicada n’A Capital, em 1973. Nesta crónica, O’Neill reivindica a celebração das suas bodas de prata de escritor e pede sarcasticamente que a efeméride seja assinalada com pompa e circunstância. Os textos que aqui se reúnem ensaiam propostas de leitura sobre várias vertentes da obra de um dos maiores poetas portugueses de sempre: da poesia às crónicas, da publicidade aos divertimentos com sinais ortográficos, do cherne ao teatro, da tradução à sátira, do Surrealismo às influências literárias.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Haverá por aí alguém que se sinta como eu? Robin Wilde é uma mãe atenciosa, sempre empenhada em fazer com que Lyla não se sinta afetada pelo facto de serem "só as duas". É também muito competente na sua glamorosa profissão de maquilhadora. A sua melhor amiga Lacey e a louca tia Kath adoram-na da Terra até à Lua. Tudo parece correr maravilhosamente. Mas, por trás da máscara que Robin usa todos os dias, por vezes, as coisas ficam muito cinzentas. E muito solitárias. Encaixar no grupo de mães da escola de Lyla não é tarefa fácil. Os encontros online são absolutamente desesperantes. E como pode ela ser a melhor mãe do mundo se há dias em que nem sequer consegue encontrar um par de meias lavadas? Robin sente que é tempo de dar uma reviravolta na sua vida e de fazer com que novas coisas aconteçam. E nesta aventura vai apresender que um pouco de coragem e alguma criatividade podem fazer milagres.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Haverá por aí alguém que se sinta como eu? Robin Wilde é uma mãe atenciosa, sempre empenhada em fazer com que Lyla não se sinta afetada pelo facto de serem "só as duas". É também muito competente na sua glamorosa profissão de maquilhadora. A sua melhor amiga Lacey e a louca tia Kath adoram-na da Terra até à Lua. Tudo parece correr maravilhosamente. Mas, por trás da máscara que Robin usa todos os dias, por vezes, as coisas ficam muito cinzentas. E muito solitárias. Encaixar no grupo de mães da escola de Lyla não é tarefa fácil. Os encontros online são absolutamente desesperantes. E como pode ela ser a melhor mãe do mundo se há dias em que nem sequer consegue encontrar um par de meias lavadas? Robin sente que é tempo de dar uma reviravolta na sua vida e de fazer com que novas coisas aconteçam. E nesta aventura vai apresender que um pouco de coragem e alguma criatividade podem fazer milagres.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
A recriação de uma das tragédias mais lidas de Shakespeare, "O Rei Lear", feita por um dos mais aclamados romancistas britânicos contemporâneos. Henry Dunbar, o outrora todo-poderoso dirigente de um forte grupo global de comunicações, não está a ter um bom dia. Envelheceu e foi entregando o controlo da companhia às suas duas filhas mais velhas, Abby e Megan, mas a sua relação com elas foi-se deteriorando a tal ponto que hoje duvida das decisões passadas. Enclausurado numa sofisticada casa de repouso da Inglaterra rural, tendo apenas como companhia um artista alcoólico e semilouco, Dunbar decide fugir. Enquanto escapa pelas colinas, a família está no seu encalço. Mas quem o encontrará primeiro? Florence, a filha mais nova, ou as insaciáveis Abby e Megan, filhas mimadas e cruéis de Dunbar, sempre atrás do seu dinheiro. Edward St Aubyn disseca com precisão e de forma sublime as agonias da vida familiar num romance de crítica minuciosa aos tempos modernos.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
A recriação de uma das tragédias mais lidas de Shakespeare, "O Rei Lear", feita por um dos mais aclamados romancistas britânicos contemporâneos. Henry Dunbar, o outrora todo-poderoso dirigente de um forte grupo global de comunicações, não está a ter um bom dia. Envelheceu e foi entregando o controlo da companhia às suas duas filhas mais velhas, Abby e Megan, mas a sua relação com elas foi-se deteriorando a tal ponto que hoje duvida das decisões passadas. Enclausurado numa sofisticada casa de repouso da Inglaterra rural, tendo apenas como companhia um artista alcoólico e semilouco, Dunbar decide fugir. Enquanto escapa pelas colinas, a família está no seu encalço. Mas quem o encontrará primeiro? Florence, a filha mais nova, ou as insaciáveis Abby e Megan, filhas mimadas e cruéis de Dunbar, sempre atrás do seu dinheiro. Edward St Aubyn disseca com precisão e de forma sublime as agonias da vida familiar num romance de crítica minuciosa aos tempos modernos.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Nos serviços de informações portugueses, vários projetos de poder confrontam-se num duelo entre diferentes formas de conceber a função da espionagem e a da inteligência. O dossiê sobre um território longínquo na África Central ganha contornos que extravasam os corredores sombrios do departamento externo e o desfecho poderá ter consequências imprevisíveis para as quais os mais experientes terão de se preparar. Entre a incompetência do poder político e o lastro da rede maçónica, cresce a promiscuidade, e grassa o desinteresse e a indiferença. Duelo de Espiões é uma caricatura realista dos serviços de informações portugueses e dos seus protagonistas cujo secretismo esconde o inexorável vazio do parecer sem nunca, na verdade, o ser. O equilíbrio ténue entre a integridade e a total disponibilidade em servir o país e o aproveitamento de vantagens para ser servido.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Nos serviços de informações portugueses, vários projetos de poder confrontam-se num duelo entre diferentes formas de conceber a função da espionagem e a da inteligência. O dossiê sobre um território longínquo na África Central ganha contornos que extravasam os corredores sombrios do departamento externo e o desfecho poderá ter consequências imprevisíveis para as quais os mais experientes terão de se preparar. Entre a incompetência do poder político e o lastro da rede maçónica, cresce a promiscuidade, e grassa o desinteresse e a indiferença. Duelo de Espiões é uma caricatura realista dos serviços de informações portugueses e dos seus protagonistas cujo secretismo esconde o inexorável vazio do parecer sem nunca, na verdade, o ser. O equilíbrio ténue entre a integridade e a total disponibilidade em servir o país e o aproveitamento de vantagens para ser servido.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1972, "Dual" retoma a obsessão pelo mar, um tema muito frequente na obra da autora. Os poemas deste livro evocam uma luta dramática contra a injustiça, opondo a um real turvo e opaco um outro, idealizado como um espaço claro e transparente. A presente edição respeita a fixação de texto resultante do trabalho de Maria Andresen e Carlos Mendes de Sousa, e conta com um prefácio de Eduardo Lourenço. É respeitada a antiga grafia.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1972, "Dual" retoma a obsessão pelo mar, um tema muito frequente na obra da autora. Os poemas deste livro evocam uma luta dramática contra a injustiça, opondo a um real turvo e opaco um outro, idealizado como um espaço claro e transparente. A presente edição respeita a fixação de texto resultante do trabalho de Maria Andresen e Carlos Mendes de Sousa, e conta com um prefácio de Eduardo Lourenço. É respeitada a antiga grafia.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em Estocolmo, na década de 1940, cidade na encruzilhada de emigrantes, expatriados, diplomatas e espiões, o jornalista Immanuel Birnbaum, que assina os seus textos sob o pseudónimo de Dr. B., começa a colaborar com o exilado editor alemão Gottfried Bermann Fischer, dono de uma das maiores editoras germânicas. Immanuel, no entanto, não é apenas jornalista e editor, pois rapidamente se vê sugado para um mundo de jogos duplos. Por um lado, colabora com os serviços secretos britânicos espalhando propaganda antinazi na Alemanha; por outro, numa carta escrita com tinta simpática revela a misteriosos correspondentes alemães o plano inglês para fazer explodir o porto de Oxelösund, por onde passa grande parte do minério de ferro essencial à indústria de guerra. Afinal, quem era Dr. B.? Um espião, um lutador da resistência ou um jornalista manipulado? Baseado em factos reais, reconstruídos a partir de uma misteriosa caixa de cartão encontrada no sótão, Daniel Birnbaum recria a atmosfera de uma Estocolmo onde grandes interesses internacionais colidem para decidir o destino da Segunda Guerra Mundial, perturbando a vida de muitos. Uma história fascinante, servida por uma escrita de rara qualidade.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em Estocolmo, na década de 1940, cidade na encruzilhada de emigrantes, expatriados, diplomatas e espiões, o jornalista Immanuel Birnbaum, que assina os seus textos sob o pseudónimo de Dr. B., começa a colaborar com o exilado editor alemão Gottfried Bermann Fischer, dono de uma das maiores editoras germânicas. Immanuel, no entanto, não é apenas jornalista e editor, pois rapidamente se vê sugado para um mundo de jogos duplos. Por um lado, colabora com os serviços secretos britânicos espalhando propaganda antinazi na Alemanha; por outro, numa carta escrita com tinta simpática revela a misteriosos correspondentes alemães o plano inglês para fazer explodir o porto de Oxelösund, por onde passa grande parte do minério de ferro essencial à indústria de guerra. Afinal, quem era Dr. B.? Um espião, um lutador da resistência ou um jornalista manipulado? Baseado em factos reais, reconstruídos a partir de uma misteriosa caixa de cartão encontrada no sótão, Daniel Birnbaum recria a atmosfera de uma Estocolmo onde grandes interesses internacionais colidem para decidir o destino da Segunda Guerra Mundial, perturbando a vida de muitos. Uma história fascinante, servida por uma escrita de rara qualidade.
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Edição: Abr 2007
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Na poesia de Manuel Alegre — e não apenas naquela que obviamente imprimiu aos seus poemas a sua aura inicial — existe uma consciência profunda do tempo trágico que a título pessoal ou colectivo lhe foi dado viver (...) Porventura o mais dilacerado canto a um país impossível, a um destino colectivamente frustrado e idealmente exemplar, num momento em que o sentido da sua aventura vacila e se perfila diante de muitos portugueses como nebuloso ou mesmo inviável.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Na poesia de Manuel Alegre — e não apenas naquela que obviamente imprimiu aos seus poemas a sua aura inicial — existe uma consciência profunda do tempo trágico que a título pessoal ou colectivo lhe foi dado viver (...) Porventura o mais dilacerado canto a um país impossível, a um destino colectivamente frustrado e idealmente exemplar, num momento em que o sentido da sua aventura vacila e se perfila diante de muitos portugueses como nebuloso ou mesmo inviável.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O último livro de contos publicado por Gabriel García Márquez. "Os doze contos deste livro foram escritos no decorrer dos últimos dezoito anos. Antes de receberem a sua forma atual, cinco de entre eles foram notas jornalísticas e guiões de cinema, e um foi o argumento de uma série televisiva. Outro, contei-o há quinze anos durante uma entrevista gravada, e o amigo a quem o contei transcreveu-o e publicou-o, e voltei a escrevê-lo agora a partir dessa transcrição. Foi uma estranha experiência de criação merecendo ser explicado, que mais não seja para que os rapazinhos que querem ser escritores quando forem grandes saibam desde já como é insaciável e incendiário o vício de escrever." (Gabriel García Márquez, 1992).
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O último livro de contos publicado por Gabriel García Márquez. "Os doze contos deste livro foram escritos no decorrer dos últimos dezoito anos. Antes de receberem a sua forma atual, cinco de entre eles foram notas jornalísticas e guiões de cinema, e um foi o argumento de uma série televisiva. Outro, contei-o há quinze anos durante uma entrevista gravada, e o amigo a quem o contei transcreveu-o e publicou-o, e voltei a escrevê-lo agora a partir dessa transcrição. Foi uma estranha experiência de criação merecendo ser explicado, que mais não seja para que os rapazinhos que querem ser escritores quando forem grandes saibam desde já como é insaciável e incendiário o vício de escrever." (Gabriel García Márquez, 1992).
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Doutor Jivago é a grande saga épica e maravilhosa da Rússia da primeira metade do século XX, narrada através da inesquecível história da vida e dos amores de um poeta, filósofo e médico nos dias turbulentos da revolução. Iuri Andréievitch Jivago decide levar a família de Moscovo para os montes Urais, na expectativa de aí encontrar maior segurança, mas acaba por se ver não só no centro da batalha entre as frentes branca e vermelha mas também dividido entre a sua casa e o amor desmedido pela bela enfermeira Lara. Este que é considerado o maior romance da Rússia pós-revolucionária foi publicado originalmente em 1957, um ano antes da atribuição do Prémio Nobel da Literatura ao seu autor, mas, banido pela censura do Partido Comunista, teria de aguardar trinta anos para ser lido no país de Pasternak. A obra foi adaptada ao cinema, em 1966, pelo realizador David Lean, com o ator Omar Sharif no papel principal. Esta edição conta com a tradução de António Pescada feita diretamente do russo.
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Doutor Jivago é a grande saga épica e maravilhosa da Rússia da primeira metade do século XX, narrada através da inesquecível história da vida e dos amores de um poeta, filósofo e médico nos dias turbulentos da revolução. Iuri Andréievitch Jivago decide levar a família de Moscovo para os montes Urais, na expectativa de aí encontrar maior segurança, mas acaba por se ver não só no centro da batalha entre as frentes branca e vermelha mas também dividido entre a sua casa e o amor desmedido pela bela enfermeira Lara. Este que é considerado o maior romance da Rússia pós-revolucionária foi publicado originalmente em 1957, um ano antes da atribuição do Prémio Nobel da Literatura ao seu autor, mas, banido pela censura do Partido Comunista, teria de aguardar trinta anos para ser lido no país de Pasternak. A obra foi adaptada ao cinema, em 1966, pelo realizador David Lean, com o ator Omar Sharif no papel principal. Esta edição conta com a tradução de António Pescada feita diretamente do russo.
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