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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
É só fazer as contas. Em Portugal, 10% dos mais ricos detêm quase 60% de toda a riqueza do país. E continuam a enriquecer de ano para ano. Do outro lado da barricada, os pobres estão cada vez mais pobres e a classe média perdeu grande parte do seu poder de compra. Estamos a construir uma sociedade cada vez mais desigual, com tudo o que de negativo isso implica: aumento da tensão social à diminuição do crescimento económico. A crise agravou as desigualdades numa dimensão que escapa ao olhar distraído. Mas os números recolhidos pelo economista Eugénio Rosa são claros. O autor compilou e analisou, em várias áreas, mais de meio século de dados. E deu relevo aos anos da Troika - período em que a diferença entre ricos e pobres mais se extremou. As conclusões são chocantes. Ao analisar a riqueza sob diferentes ângulos, o autor descobre desigualdades escondidas. Se observarmos à lupa a mais-valia criada pelos trabalhadores, a propriedade financeira ou patrimonial, ou ainda quem paga ou não impostos, começamos a perceber melhor a real dimensão da desigualdade.Eugénio Rosa apresenta todos os números e analisa-os à luz do pensamento de economistas como Carlos Farinha, Joseph Stiglitz, Mark Blyth ou Thomas Piketty. E conclui que a desigualdade na distribuição de riqueza e rendimentos é um dos maiores travões ao nosso crescimento económico.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
É só fazer as contas. Em Portugal, 10% dos mais ricos detêm quase 60% de toda a riqueza do país. E continuam a enriquecer de ano para ano. Do outro lado da barricada, os pobres estão cada vez mais pobres e a classe média perdeu grande parte do seu poder de compra. Estamos a construir uma sociedade cada vez mais desigual, com tudo o que de negativo isso implica: aumento da tensão social à diminuição do crescimento económico. A crise agravou as desigualdades numa dimensão que escapa ao olhar distraído. Mas os números recolhidos pelo economista Eugénio Rosa são claros. O autor compilou e analisou, em várias áreas, mais de meio século de dados. E deu relevo aos anos da Troika - período em que a diferença entre ricos e pobres mais se extremou. As conclusões são chocantes. Ao analisar a riqueza sob diferentes ângulos, o autor descobre desigualdades escondidas. Se observarmos à lupa a mais-valia criada pelos trabalhadores, a propriedade financeira ou patrimonial, ou ainda quem paga ou não impostos, começamos a perceber melhor a real dimensão da desigualdade.Eugénio Rosa apresenta todos os números e analisa-os à luz do pensamento de economistas como Carlos Farinha, Joseph Stiglitz, Mark Blyth ou Thomas Piketty. E conclui que a desigualdade na distribuição de riqueza e rendimentos é um dos maiores travões ao nosso crescimento económico.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Da Amazónia a Israel, dos Estados Unidos da América a Portugal, um mistério ao longo dos séculos sobre o legado dos judeus sefarditas. Um candelabro judaico desaparece do museu da sinagoga de Savannah, no estado norte-americano da Geórgia, e uma estranha mensagem em português é deixada no seu lugar. Suspeita do furto, a genealogista Clara Mendes cruza-se então com Lior, um veterano de poucas palavras que se dedica a investigar o paradeiro de artefactos judaicos roubados e que lhe pede para ir a Israel pesquisar a sua descendência de uma ilustre família sefardita. Ingénua, mas determinada, Clara depressa se vê envolvida numa intriga empolgante que a leva a mergulhar na história conturbada do povo judeu, tanto na Europa como no Novo Mundo, e que tão depressa a faz recuar ao terror da Inquisição como a descobrir os meandros da nova extrema-direita internacional. Decorrendo ao longo de vários séculos, por entre os segredos das ruas tortuosas de Jerusalém e a dura colonização do sul dos Estados Unidos, a diáspora judaica de Marrocos e as profundezas da Amazónia brasileira, Os Nove Braços do Hanukiah é um romance apaixonante à volta do extenso legado dos judeus sefarditas, um povo que, certo dia, Portugal decidiu expulsar. Uma história sobre a preservação da memória, a força do preconceito e o poder supremo do amor.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Da Amazónia a Israel, dos Estados Unidos da América a Portugal, um mistério ao longo dos séculos sobre o legado dos judeus sefarditas. Um candelabro judaico desaparece do museu da sinagoga de Savannah, no estado norte-americano da Geórgia, e uma estranha mensagem em português é deixada no seu lugar. Suspeita do furto, a genealogista Clara Mendes cruza-se então com Lior, um veterano de poucas palavras que se dedica a investigar o paradeiro de artefactos judaicos roubados e que lhe pede para ir a Israel pesquisar a sua descendência de uma ilustre família sefardita. Ingénua, mas determinada, Clara depressa se vê envolvida numa intriga empolgante que a leva a mergulhar na história conturbada do povo judeu, tanto na Europa como no Novo Mundo, e que tão depressa a faz recuar ao terror da Inquisição como a descobrir os meandros da nova extrema-direita internacional. Decorrendo ao longo de vários séculos, por entre os segredos das ruas tortuosas de Jerusalém e a dura colonização do sul dos Estados Unidos, a diáspora judaica de Marrocos e as profundezas da Amazónia brasileira, Os Nove Braços do Hanukiah é um romance apaixonante à volta do extenso legado dos judeus sefarditas, um povo que, certo dia, Portugal decidiu expulsar. Uma história sobre a preservação da memória, a força do preconceito e o poder supremo do amor.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Sujeito a tortura, o preso político confessa segredos reais e imaginários, sofrendo com o estigma da traição durante o resto dos seus dias. O velho sacerdote cai na loucura, sob o peso dos inúmeros pecados que lhe foram confessados ao longo de uma vida de pároco. A professora, que regressa do estrangeiro ao fim de anos de ausência, não reconhece o seu país e rende-se a um segundo exílio, mais cruel. O viúvo solitário que dá de comer a uma criança andrajosa é proclamado profeta e redentor dos desvalidos, mas acorda desse sonho de salvação para a evidência do real, onde não existe esperança nem compaixão. A meio de uma viagem de cruzeiro, o paquete de luxo passa do sonho anunciado aos pesadelos inauditos do mar, convertendo-se num navio fantasma. O cego, a quem devolvem a visão, perde-se no novo mundo visível e opta por voltar aos passos perdidos da cegueira. E há os loucos que amam e odeiam o manicómio nos labirintos da própria loucura; o velho hipocondríaco que esconde um déspota naufragado na sua solidão; José Maria Eça de Queirós de volta a Lisboa, em pleno século XXI; mulheres traídas ora pela doença, ora pelas ingratidões do corpo; entre muitas outras figuras que parecem assombradas pelas fragilidades da condição humana.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Sujeito a tortura, o preso político confessa segredos reais e imaginários, sofrendo com o estigma da traição durante o resto dos seus dias. O velho sacerdote cai na loucura, sob o peso dos inúmeros pecados que lhe foram confessados ao longo de uma vida de pároco. A professora, que regressa do estrangeiro ao fim de anos de ausência, não reconhece o seu país e rende-se a um segundo exílio, mais cruel. O viúvo solitário que dá de comer a uma criança andrajosa é proclamado profeta e redentor dos desvalidos, mas acorda desse sonho de salvação para a evidência do real, onde não existe esperança nem compaixão. A meio de uma viagem de cruzeiro, o paquete de luxo passa do sonho anunciado aos pesadelos inauditos do mar, convertendo-se num navio fantasma. O cego, a quem devolvem a visão, perde-se no novo mundo visível e opta por voltar aos passos perdidos da cegueira. E há os loucos que amam e odeiam o manicómio nos labirintos da própria loucura; o velho hipocondríaco que esconde um déspota naufragado na sua solidão; José Maria Eça de Queirós de volta a Lisboa, em pleno século XXI; mulheres traídas ora pela doença, ora pelas ingratidões do corpo; entre muitas outras figuras que parecem assombradas pelas fragilidades da condição humana.
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Bill, um irlandês que vive nos arredores de Lisboa, é a única testemunha do assassínio da sua companheira Carolina. Quando Miguel Neves, o inspector da Polícia Judiciária, chega ao local do crime, encontra o corpo da mulher no sofá e o homem a ser levado numa ambulância. Não descobre sinais de roubo ou arrombamento. Os dados da investigação estão lançados. No hospital, Bill é interrogado pela polícia e declara que dois homens o agrediram e mataram a mulher. Os investigadores tentam encontrar os alegados agressores. Descobrem que a relação de Bill com Carolina já conhecera dias melhores e que o irlandês viajava com demasiada frequência para a sua terra natal. Quando o detective Neves e o seu colega Nicolau viajam até Cork, descobrem que a vida de Bill é mais misteriosa do que parece. "Os Náufragos do Amor" é uma obra que introduz o leitor no quotidiano peculiar da investigação policial ao mesmo tempo que o leva a questionar-se sobre os limites do amor, confirmando a mestria narrativa de Rui Araújo.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Bill, um irlandês que vive nos arredores de Lisboa, é a única testemunha do assassínio da sua companheira Carolina. Quando Miguel Neves, o inspector da Polícia Judiciária, chega ao local do crime, encontra o corpo da mulher no sofá e o homem a ser levado numa ambulância. Não descobre sinais de roubo ou arrombamento. Os dados da investigação estão lançados. No hospital, Bill é interrogado pela polícia e declara que dois homens o agrediram e mataram a mulher. Os investigadores tentam encontrar os alegados agressores. Descobrem que a relação de Bill com Carolina já conhecera dias melhores e que o irlandês viajava com demasiada frequência para a sua terra natal. Quando o detective Neves e o seu colega Nicolau viajam até Cork, descobrem que a vida de Bill é mais misteriosa do que parece. "Os Náufragos do Amor" é uma obra que introduz o leitor no quotidiano peculiar da investigação policial ao mesmo tempo que o leva a questionar-se sobre os limites do amor, confirmando a mestria narrativa de Rui Araújo.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Timothy Rassmunsen enceta uma correspondência com Mário Cláudio, na qual defende que o autor d’"Os Lusíadas" não teria sobrevivido ao naufrágio no delta do Mekong, e o capitão da nau onde viajavam, Bartolomeu de Castro, se teria feito passar por ele, dando continuidade à epopeia. Tão insólito arrazoado, mesmo que alegadamente apoiado nos escritos do explorador britânico Richard Burton, enche Mário Cláudio de desconfiança, mas dá-lhe a ideia de elevar o transtornado Timothy a figura de romance. Uma tragédia impede-o, porém, de perseguir o objectivo. Falho de personagem, vira-se o escritor para Burton, o descobridor das Nascentes do Nilo e tradutor d’"Os Lusíadas", narrando-lhe as peripécias na busca de uma das musas do poeta português, e da localização da Ilha dos Amores, ou em delírios mediúnicos nos quais Burton encarna Camões, e conversa com o fantasma de Bartolomeu de Castro. É então altura de dar voz a Ruy, o escrivão de bordo da nau anual da China - aquela que viria a naufragar -, o único que poderá afinal esclarecer-nos sobre o que realmente aconteceu. Poderosamente imaginativo, polémico e inteligente, com um trio de personagens irresistíveis, o romance "Os Naufrágios de Camões" constitui uma peça literária fascinante.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Timothy Rassmunsen enceta uma correspondência com Mário Cláudio, na qual defende que o autor d’"Os Lusíadas" não teria sobrevivido ao naufrágio no delta do Mekong, e o capitão da nau onde viajavam, Bartolomeu de Castro, se teria feito passar por ele, dando continuidade à epopeia. Tão insólito arrazoado, mesmo que alegadamente apoiado nos escritos do explorador britânico Richard Burton, enche Mário Cláudio de desconfiança, mas dá-lhe a ideia de elevar o transtornado Timothy a figura de romance. Uma tragédia impede-o, porém, de perseguir o objectivo. Falho de personagem, vira-se o escritor para Burton, o descobridor das Nascentes do Nilo e tradutor d’"Os Lusíadas", narrando-lhe as peripécias na busca de uma das musas do poeta português, e da localização da Ilha dos Amores, ou em delírios mediúnicos nos quais Burton encarna Camões, e conversa com o fantasma de Bartolomeu de Castro. É então altura de dar voz a Ruy, o escrivão de bordo da nau anual da China - aquela que viria a naufragar -, o único que poderá afinal esclarecer-nos sobre o que realmente aconteceu. Poderosamente imaginativo, polémico e inteligente, com um trio de personagens irresistíveis, o romance "Os Naufrágios de Camões" constitui uma peça literária fascinante.
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Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A sua prosa dá vida à temática da mortalidade humana, numa epifania, como lhe chamava o autor, que deambula entre a vida, a morte, os que foram, os que estão e os que hão-de ir, sobre o amor e as suas múltiplas formas e sobre a identidade irlandesa. Adaptada ao teatro por Hugh Leonard, em 1967, ao cinema, em 1987, num filme realizado por John Huston e, em 1999, adaptado para musical, com Christopher Walken na produção original, é uma história repleta de camadas. É um jantar de fim de ano, de família, amigos e mesa farta, um prenúncio que nos trazem os mortos que ficam connosco e vivem em nós mesmo quando são só sombras, mesmo quando "Um por um, todos eles se iam tornando sombra."
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A sua prosa dá vida à temática da mortalidade humana, numa epifania, como lhe chamava o autor, que deambula entre a vida, a morte, os que foram, os que estão e os que hão-de ir, sobre o amor e as suas múltiplas formas e sobre a identidade irlandesa. Adaptada ao teatro por Hugh Leonard, em 1967, ao cinema, em 1987, num filme realizado por John Huston e, em 1999, adaptado para musical, com Christopher Walken na produção original, é uma história repleta de camadas. É um jantar de fim de ano, de família, amigos e mesa farta, um prenúncio que nos trazem os mortos que ficam connosco e vivem em nós mesmo quando são só sombras, mesmo quando "Um por um, todos eles se iam tornando sombra."
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 376
Sinopse:
É uma noite de temporal. A noite do acidente. Há uma gota de água suspensa num estilhaço de vidro que teima em não cair. Há um instante que se eterniza. Reflectida na gota, Violeta mergulha nessa eternidade e recorda aquele que pode ter sido o último dia da sua vida. Na verdade, as memórias desse dia contam toda a história de Violeta, a protagonista de Os Meus Sentimentos: os pais, a filha, a criada, o bastardo, e em todos a urgência da vida, que prossegue indiferente, como a estrada de onde ainda agora se despistou. Nessa posição instável, de cabeça para baixo, presa pelo cinto de segurança, parece que tudo se desamarra. O presente perde a opacidade com que o quotidiano o resguarda, e Violeta afunda-se nos passados de que é feita, uma espiral alucinada de transparências e ecos.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
É uma noite de temporal. A noite do acidente. Há uma gota de água suspensa num estilhaço de vidro que teima em não cair. Há um instante que se eterniza. Reflectida na gota, Violeta mergulha nessa eternidade e recorda aquele que pode ter sido o último dia da sua vida. Na verdade, as memórias desse dia contam toda a história de Violeta, a protagonista de Os Meus Sentimentos: os pais, a filha, a criada, o bastardo, e em todos a urgência da vida, que prossegue indiferente, como a estrada de onde ainda agora se despistou. Nessa posição instável, de cabeça para baixo, presa pelo cinto de segurança, parece que tudo se desamarra. O presente perde a opacidade com que o quotidiano o resguarda, e Violeta afunda-se nos passados de que é feita, uma espiral alucinada de transparências e ecos.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As crónicas aqui reunidas são de tal forma extraordinárias que é difícil escolher a melhor. Li Os Meus Problemas de ponta a ponta, acabando por nomear dezoito. Após várias releituras, consegui atribuir o prémio a «A felicidade». Os motivos que me levaram à escolha são variados, mas julgo que o factor decisivo foi o ter descoberto que existia alguém na minha pátria com a ousadia suficiente para se declarar feliz. Os portugueses de quem o Miguel nos fala são analisados com ternura, o que exige um tipo de prosa diferente da usada pelos intelectuais lusos obcecados com a questão da identidade nacional. Ele nunca teve de viver dentro de um labirinto da saudade, não foi obrigado a sentir medo de existir, nem se entregou à autoflagelação. A certa altura, o Miguel conseguiu escapar ao destino de um professor catedrático para se instalar na menos prestigiada profissão de jornalista. Foi uma escolha acertada. Nos jornais é hoje clara a divisão entre a época pré-MEC e a pós-MEC. Por outro lado, o que escreve sobrevive ao tempo, o que deve estar ligado ao facto de nunca se ter interessado pela conjuntura política. O que o fascina é o quotidiano." Do prefácio de Maria Filomena Mónica.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As crónicas aqui reunidas são de tal forma extraordinárias que é difícil escolher a melhor. Li Os Meus Problemas de ponta a ponta, acabando por nomear dezoito. Após várias releituras, consegui atribuir o prémio a «A felicidade». Os motivos que me levaram à escolha são variados, mas julgo que o factor decisivo foi o ter descoberto que existia alguém na minha pátria com a ousadia suficiente para se declarar feliz. Os portugueses de quem o Miguel nos fala são analisados com ternura, o que exige um tipo de prosa diferente da usada pelos intelectuais lusos obcecados com a questão da identidade nacional. Ele nunca teve de viver dentro de um labirinto da saudade, não foi obrigado a sentir medo de existir, nem se entregou à autoflagelação. A certa altura, o Miguel conseguiu escapar ao destino de um professor catedrático para se instalar na menos prestigiada profissão de jornalista. Foi uma escolha acertada. Nos jornais é hoje clara a divisão entre a época pré-MEC e a pós-MEC. Por outro lado, o que escreve sobrevive ao tempo, o que deve estar ligado ao facto de nunca se ter interessado pela conjuntura política. O que o fascina é o quotidiano." Do prefácio de Maria Filomena Mónica.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma visão única da Independência de Angola. Esta não é a visão de Luanda, é a visão do "outro lado". Onofre dos Santos foi um actor de primeira linha da Independência de Angola, do lado de Holden Roberto e Jonas Savimbi. Ministro da Justiça do governo que a FNLA e a UNITA formaram, roçou ombros com figuras decisivas, desenhou esperanças no atribulado governo a que pertenceu e viveu ameaças e situações extremas, a sombra da morte mesmo à porta. Porque a história só se escreve ao conhecermos a verdade daqueles que a constroem, Onofre dos Santos revela neste diário os acontecimentos que se sucederam àquele 11 de Novembro de 1975, retratando a realidade em que mergulhou e se afogou o ideal de uma geração. Esta é a história da Independência de Angola contada do "outro lado", longe de Luanda, ao lado da FNLA e da UNITA, de sul-africanos e portugueses que se bateram contra o MPLA, as tropas cubanas e os conselheiros soviéticos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma visão única da Independência de Angola. Esta não é a visão de Luanda, é a visão do "outro lado". Onofre dos Santos foi um actor de primeira linha da Independência de Angola, do lado de Holden Roberto e Jonas Savimbi. Ministro da Justiça do governo que a FNLA e a UNITA formaram, roçou ombros com figuras decisivas, desenhou esperanças no atribulado governo a que pertenceu e viveu ameaças e situações extremas, a sombra da morte mesmo à porta. Porque a história só se escreve ao conhecermos a verdade daqueles que a constroem, Onofre dos Santos revela neste diário os acontecimentos que se sucederam àquele 11 de Novembro de 1975, retratando a realidade em que mergulhou e se afogou o ideal de uma geração. Esta é a história da Independência de Angola contada do "outro lado", longe de Luanda, ao lado da FNLA e da UNITA, de sul-africanos e portugueses que se bateram contra o MPLA, as tropas cubanas e os conselheiros soviéticos.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 190
Sinopse:
Envolvendo o leitor no drama das crianças que passam vários dias sem comer no sul de Angola, o livro "Os Meninos da Jamba" convoca o leitor a conhecer a problemática da fome e da luta diária de milhares de pessoas em satisfazer necessidades básicas numa das regiões mais castigadas pela guerra civil que assolou aquele país. Da procura constante de alimentos às dificuldades de resolução dos mais vulgares problemas de saúde, das campanhas de apoio internacional à confiança de que um destino mais risonho acabará um dia por chegar, "Os Meninos da Jamba" percorre os caminhos da uma Jamba Mineira praticamente destruída e abandonada, revisita uma Luanda estonteante e não esquece os sinais de esperança de um país onde todos os habitantes têm os olhos postos no futuro. Este livro conta a história de gente anónima com quem a jornalista Conceição Queiroz conviveu intensamente nas duas vezes que se deslocou a Angola. Gente anónima com direito a mais, muito mais.
Nº Páginas: 190
Sinopse:
Envolvendo o leitor no drama das crianças que passam vários dias sem comer no sul de Angola, o livro "Os Meninos da Jamba" convoca o leitor a conhecer a problemática da fome e da luta diária de milhares de pessoas em satisfazer necessidades básicas numa das regiões mais castigadas pela guerra civil que assolou aquele país. Da procura constante de alimentos às dificuldades de resolução dos mais vulgares problemas de saúde, das campanhas de apoio internacional à confiança de que um destino mais risonho acabará um dia por chegar, "Os Meninos da Jamba" percorre os caminhos da uma Jamba Mineira praticamente destruída e abandonada, revisita uma Luanda estonteante e não esquece os sinais de esperança de um país onde todos os habitantes têm os olhos postos no futuro. Este livro conta a história de gente anónima com quem a jornalista Conceição Queiroz conviveu intensamente nas duas vezes que se deslocou a Angola. Gente anónima com direito a mais, muito mais.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nápoles, lugar de luz e sombra, cidade bela e terrível, o reino da Camorra. Um bando de rapazes sem rei nem roque cruza as ruas de Nápoles nas suas motorizadas. Chamam-se Maraja, Dentino, Lollipop, Drone. Os miúdos calçam sapatos de marca e trazem tatuados nos braços os nomes das suas "paranza", os seus gangues. Não querem ter de se levantar cedo todos os dias, como os pais, para ir ganhar algum. Querem mais, querem ter tudo. Em Nápoles, essa é uma possibilidade que está ao alcance daqueles que escolherem o lado certo da Camorra. E dos que não tiverem medo de matar. Ou de morrer. Nos telhados da cidade, os rapazes treinam com metralhadoras, fazem pontaria a contentores do lixo, disparam para janelas alheias. A vida de uma pessoa vale menos que uma palavra. Sentem-se imortais, até ao dia em que a sua própria vida fica no fio da navalha. Do autor de "Gomorra" - um dos mais corajosos e impactantes livros de investigação das últimas décadas - chega um grande romance, brutal na sua força, magistral no seu retrato de uma juventude perdida. Uma corajosa peça de ficção que se converte em crónica de uma cidade corrompida, corroída, em que o sangue se paga com sangue. Crónica de uma cidade que poderia ser muitas outras e de um tempo que requer uma urgente reflexão, "Os meninos da Camorra" é um romance imperdível.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nápoles, lugar de luz e sombra, cidade bela e terrível, o reino da Camorra. Um bando de rapazes sem rei nem roque cruza as ruas de Nápoles nas suas motorizadas. Chamam-se Maraja, Dentino, Lollipop, Drone. Os miúdos calçam sapatos de marca e trazem tatuados nos braços os nomes das suas "paranza", os seus gangues. Não querem ter de se levantar cedo todos os dias, como os pais, para ir ganhar algum. Querem mais, querem ter tudo. Em Nápoles, essa é uma possibilidade que está ao alcance daqueles que escolherem o lado certo da Camorra. E dos que não tiverem medo de matar. Ou de morrer. Nos telhados da cidade, os rapazes treinam com metralhadoras, fazem pontaria a contentores do lixo, disparam para janelas alheias. A vida de uma pessoa vale menos que uma palavra. Sentem-se imortais, até ao dia em que a sua própria vida fica no fio da navalha. Do autor de "Gomorra" - um dos mais corajosos e impactantes livros de investigação das últimas décadas - chega um grande romance, brutal na sua força, magistral no seu retrato de uma juventude perdida. Uma corajosa peça de ficção que se converte em crónica de uma cidade corrompida, corroída, em que o sangue se paga com sangue. Crónica de uma cidade que poderia ser muitas outras e de um tempo que requer uma urgente reflexão, "Os meninos da Camorra" é um romance imperdível.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Em 2004, Ana Maria Machado, repórter portuguesa em Washington, é convidada a fazer um documentário sobre a Revolução de 1974, considerada pelo embaixador americano à época em Lisboa como um raro momento da História. Aceitado o trabalho, regressa, contrata dois antigos colegas, e os três jovens visitam e entrevistam vários intervenientes e testemunhas do golpe de Estado, revisitando os mitos da Revolução. Um percurso que permite surpreender o efeito da passagem do tempo não só sobre esses "heróis", como também sobre a sociedade portuguesa, na sua grandeza e nas suas misérias.Transfiguradas, como se fossem figuras sobreviventes de um tempo já inalcançável, as personagens de "Os Memoráveis" tentam recriar o que foi a ilusão revolucionária, a desilusão de muitos dos participantes e o árduo caminho para uma Democracia.Paralela a esta acção decorre uma outra, pessoal e íntima: a história do pai da protagonista, António Machado, que retrata em privado o destino que se abate sobre todos os outros. Todos vivem na Democracia, uma espécie de lugar de exílio. Mas um dia, todas as misérias serão esquecidas, quando se relatar o tempo dos memoráveis.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Em 2004, Ana Maria Machado, repórter portuguesa em Washington, é convidada a fazer um documentário sobre a Revolução de 1974, considerada pelo embaixador americano à época em Lisboa como um raro momento da História. Aceitado o trabalho, regressa, contrata dois antigos colegas, e os três jovens visitam e entrevistam vários intervenientes e testemunhas do golpe de Estado, revisitando os mitos da Revolução. Um percurso que permite surpreender o efeito da passagem do tempo não só sobre esses "heróis", como também sobre a sociedade portuguesa, na sua grandeza e nas suas misérias.Transfiguradas, como se fossem figuras sobreviventes de um tempo já inalcançável, as personagens de "Os Memoráveis" tentam recriar o que foi a ilusão revolucionária, a desilusão de muitos dos participantes e o árduo caminho para uma Democracia.Paralela a esta acção decorre uma outra, pessoal e íntima: a história do pai da protagonista, António Machado, que retrata em privado o destino que se abate sobre todos os outros. Todos vivem na Democracia, uma espécie de lugar de exílio. Mas um dia, todas as misérias serão esquecidas, quando se relatar o tempo dos memoráveis.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Em 2004, Ana Maria Machado, repórter portuguesa em Washington, é convidada a fazer um documentário sobre a Revolução de 1974, considerada pelo embaixador americano à época em Lisboa como um raro momento da História. Aceitado o trabalho, regressa, contrata dois antigos colegas, e os três jovens visitam e entrevistam vários intervenientes e testemunhas do golpe de Estado, revisitando os mitos da Revolução. Um percurso que permite surpreender o efeito da passagem do tempo não só sobre esses heróis, como também sobre a sociedade portuguesa, na sua grandeza e nas suas misérias. Transfiguradas, como se fossem figuras sobreviventes de um tempo já inalcançável, as personagens de Os Memoráveis tentam recriar o que foi a ilusão revolucionária, a desilusão de muitos dos participantes e o árduo caminho para uma Democracia. Paralela a esta acção decorre uma outra, pessoal e íntima: a história do pai da protagonista, António Machado, que retrata em privado o destino que se abate sobre todos os outros. Todos vivem na Democracia, uma espécie de lugar de exílio. Mas um dia, todas as misérias serão esquecidas, quando se relatar o tempo dos memoráveis. Estamos perante um romance que ultrapassa em muito a invocação de um acontecimento histórico, a revolução democrática portuguesa de 1974, já que se trata de uma reflexão atual sobre a liberdade, a resistência e a esperança." -Guilherme D'Oliveira Martins, in "Prefácio".
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Em 2004, Ana Maria Machado, repórter portuguesa em Washington, é convidada a fazer um documentário sobre a Revolução de 1974, considerada pelo embaixador americano à época em Lisboa como um raro momento da História. Aceitado o trabalho, regressa, contrata dois antigos colegas, e os três jovens visitam e entrevistam vários intervenientes e testemunhas do golpe de Estado, revisitando os mitos da Revolução. Um percurso que permite surpreender o efeito da passagem do tempo não só sobre esses heróis, como também sobre a sociedade portuguesa, na sua grandeza e nas suas misérias. Transfiguradas, como se fossem figuras sobreviventes de um tempo já inalcançável, as personagens de Os Memoráveis tentam recriar o que foi a ilusão revolucionária, a desilusão de muitos dos participantes e o árduo caminho para uma Democracia. Paralela a esta acção decorre uma outra, pessoal e íntima: a história do pai da protagonista, António Machado, que retrata em privado o destino que se abate sobre todos os outros. Todos vivem na Democracia, uma espécie de lugar de exílio. Mas um dia, todas as misérias serão esquecidas, quando se relatar o tempo dos memoráveis. Estamos perante um romance que ultrapassa em muito a invocação de um acontecimento histórico, a revolução democrática portuguesa de 1974, já que se trata de uma reflexão atual sobre a liberdade, a resistência e a esperança." -Guilherme D'Oliveira Martins, in "Prefácio".
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Quem foi Edgar Allan Poe? Um bardo tocado pelos deuses ou nada mais do que um homem atormentado pela loucura e pobreza e que desapareceu misteriosamente nos últimos dias antes da sua morte? As histórias que deixou para trás mostram como o seu génio literário não se detinha perante nada. Abriu novos caminhos de ficção e tornou-se assim pai de histórias de detetives, pioneiro na ficção científica, um mestre do suspense e horror. Reconhecido como uma das vozes mais influentes e inspiradoras do século XIX, a presente edição especial convida-o a apreciar 28 dos melhores contos do autor ilustrados por artistas nacionais, dando a conhecer o legado de Edgar Allan Poe a novas gerações.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Quem foi Edgar Allan Poe? Um bardo tocado pelos deuses ou nada mais do que um homem atormentado pela loucura e pobreza e que desapareceu misteriosamente nos últimos dias antes da sua morte? As histórias que deixou para trás mostram como o seu génio literário não se detinha perante nada. Abriu novos caminhos de ficção e tornou-se assim pai de histórias de detetives, pioneiro na ficção científica, um mestre do suspense e horror. Reconhecido como uma das vozes mais influentes e inspiradoras do século XIX, a presente edição especial convida-o a apreciar 28 dos melhores contos do autor ilustrados por artistas nacionais, dando a conhecer o legado de Edgar Allan Poe a novas gerações.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"A liberdade desejada e urdida em dias e noites de humilhações, raivas, sonhos, lutas e sacrifícios, chegara finalmente, rondada, porém, por ameaças poderosas. Mas também por limites, equívocos, paradoxos e ilusões, que a todos eles, embriagados que estavam pelo esplendor do tempo, era então interdito perceber. Insensatos, atreveram-se a pensar que tinham poder para, sozinhos, construir a pátria, sem reparar que a nação nascia fracturada. Na verdade, só muito mais tarde se depararam, estupefactos, com a crucial interrogação: como edificar a pátria sem a nação? Por isso, naqueles dias iniciais, recusaram-se a valorizar o facto de alguns terem partido para o outro lado do tempo, de onde regressaram montados na morte branca, brandindo as suas ridículas azagaias contra o futuro no qual não se reviam, não tanto porque o desejassem diferente, mas porque sonhavam todas as noites com um passado extraordinário e inexistente. Os factos, porém, não dependem de qualquer apreciação externa para, exaltantes ou depressivos, se imporem irrecusavelmente. A guerra espalhou-se, pois, pela terra inteira e o sangue manchou todos os rios, vales, montanhas e savanas da pátria embrionária".
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"A liberdade desejada e urdida em dias e noites de humilhações, raivas, sonhos, lutas e sacrifícios, chegara finalmente, rondada, porém, por ameaças poderosas. Mas também por limites, equívocos, paradoxos e ilusões, que a todos eles, embriagados que estavam pelo esplendor do tempo, era então interdito perceber. Insensatos, atreveram-se a pensar que tinham poder para, sozinhos, construir a pátria, sem reparar que a nação nascia fracturada. Na verdade, só muito mais tarde se depararam, estupefactos, com a crucial interrogação: como edificar a pátria sem a nação? Por isso, naqueles dias iniciais, recusaram-se a valorizar o facto de alguns terem partido para o outro lado do tempo, de onde regressaram montados na morte branca, brandindo as suas ridículas azagaias contra o futuro no qual não se reviam, não tanto porque o desejassem diferente, mas porque sonhavam todas as noites com um passado extraordinário e inexistente. Os factos, porém, não dependem de qualquer apreciação externa para, exaltantes ou depressivos, se imporem irrecusavelmente. A guerra espalhou-se, pois, pela terra inteira e o sangue manchou todos os rios, vales, montanhas e savanas da pátria embrionária".
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 370
Sinopse:
Através de casos pessoais, a presente narrativa pretende ser a evocação de uma época, de uma fractura na História de Portugal. Ter-se nascido na ditadura (nas censuras, nas representações), vivdo a revolução (o sonho, a desmesura), contribuído para a Democracia (a liberdade, a diversidade), imergido no neoliberalismo (o lucro, a excendetarização) foram experiências-limite concedidas às gerações que, agora, começam a sair, mal-amadas, de cena. Mal-amadas por míngua de sentimentos, por excesso, ausência, desencontro, receio deles. É a sua memória, mágoa, sarro, utopia, ousadia que aqui se encenam, nesta versão recriada so "Nascido no Estado Novo". Costa Gomes evita a guerra civil Implacabilidades de Álvaro Cunhal A morte silenciada de Marcello Caetano O fenómeno dos Retornados Premonições de Natália Correia Agostinho da Silva revela Confidências de Fernando Pessoa E antevê: a sobrevivência de Portugal, quando a CE bloquear, está em África Uma nova etapa germinará através da lusofonia.
Nº Páginas: 370
Sinopse:
Através de casos pessoais, a presente narrativa pretende ser a evocação de uma época, de uma fractura na História de Portugal. Ter-se nascido na ditadura (nas censuras, nas representações), vivdo a revolução (o sonho, a desmesura), contribuído para a Democracia (a liberdade, a diversidade), imergido no neoliberalismo (o lucro, a excendetarização) foram experiências-limite concedidas às gerações que, agora, começam a sair, mal-amadas, de cena. Mal-amadas por míngua de sentimentos, por excesso, ausência, desencontro, receio deles. É a sua memória, mágoa, sarro, utopia, ousadia que aqui se encenam, nesta versão recriada so "Nascido no Estado Novo". Costa Gomes evita a guerra civil Implacabilidades de Álvaro Cunhal A morte silenciada de Marcello Caetano O fenómeno dos Retornados Premonições de Natália Correia Agostinho da Silva revela Confidências de Fernando Pessoa E antevê: a sobrevivência de Portugal, quando a CE bloquear, está em África Uma nova etapa germinará através da lusofonia.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 158
Sinopse:
Trata-se de uma obra inédita: "Os Maias - Uma Antologia Ilustrada" que acrescenta uma nova possibilidade interpretativa, ou seja, o prolongamento noutros termos do próprio texto. "Ver" figuras inesquecíveis como a baronesa de Craben, o pai Monforte e Maria, Alencar, Cruges, Dâmaso, João da Ega, Maria Eduarda, Carlos da M aia e tantos outros - retratados num traço dúctil, espontâneo, seguríssimo onde se detecta o essencial e o que muitas vezes não é perceptível numa primeira impressão pelo leitor - constitui uma agradável e inesperada surpresa para todos os admiradores da obra queiroziana. O autor, um jovem arquitecto com provas dadas na ilustração de outras obras literárias, proporciona, através destes desenhos, um encontro com figuras e situações das mais extraordinárias da literatura portuguesa de todos os tempos.
Nº Páginas: 158
Sinopse:
Trata-se de uma obra inédita: "Os Maias - Uma Antologia Ilustrada" que acrescenta uma nova possibilidade interpretativa, ou seja, o prolongamento noutros termos do próprio texto. "Ver" figuras inesquecíveis como a baronesa de Craben, o pai Monforte e Maria, Alencar, Cruges, Dâmaso, João da Ega, Maria Eduarda, Carlos da M aia e tantos outros - retratados num traço dúctil, espontâneo, seguríssimo onde se detecta o essencial e o que muitas vezes não é perceptível numa primeira impressão pelo leitor - constitui uma agradável e inesperada surpresa para todos os admiradores da obra queiroziana. O autor, um jovem arquitecto com provas dadas na ilustração de outras obras literárias, proporciona, através destes desenhos, um encontro com figuras e situações das mais extraordinárias da literatura portuguesa de todos os tempos.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Este livro devia ser a chave da identidade dos portugueses. Aqui, nesta viagem de Vasco da Gama, que abriu então uma guerra entre os deuses do Olimpo, começou a Globalização em que hoje vivemos. Nota: Este título é comercializado com duas imagens de capa distintas, não existindo garantia da edição que será enviada na encomenda.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Este livro devia ser a chave da identidade dos portugueses. Aqui, nesta viagem de Vasco da Gama, que abriu então uma guerra entre os deuses do Olimpo, começou a Globalização em que hoje vivemos. Nota: Este título é comercializado com duas imagens de capa distintas, não existindo garantia da edição que será enviada na encomenda.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Tal como acontece em livros anteriores, os trinta e seis poemas de Os Lugares do Lume [...] propõem uma “unidade poemática” que não desrespeita o “núcleo irradiante” de cada poema. É, desta vez, na luz, na sua natureza ardente, que a escrita encontra o seu tom. Num certo sentido, podia-se até dizer que há uma “monotonia” que a atravessa. Isto é, há uma unidade de tom, o rumor da língua falada, reduzida “às palavras nuas e limpas de um cerimonial arcaico — o da comunicação das necessidades primeiras do corpo e da alma.” (Rosto Precário, p. 49). Em jeito de invocação, o poema que abre o volume, “Dai-me um nome”, inaugura uma preocupação com o fazer poético que irá ecoar ao longo do livro." [do prefácio de Golgona Anghel]
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Tal como acontece em livros anteriores, os trinta e seis poemas de Os Lugares do Lume [...] propõem uma “unidade poemática” que não desrespeita o “núcleo irradiante” de cada poema. É, desta vez, na luz, na sua natureza ardente, que a escrita encontra o seu tom. Num certo sentido, podia-se até dizer que há uma “monotonia” que a atravessa. Isto é, há uma unidade de tom, o rumor da língua falada, reduzida “às palavras nuas e limpas de um cerimonial arcaico — o da comunicação das necessidades primeiras do corpo e da alma.” (Rosto Precário, p. 49). Em jeito de invocação, o poema que abre o volume, “Dai-me um nome”, inaugura uma preocupação com o fazer poético que irá ecoar ao longo do livro." [do prefácio de Golgona Anghel]
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 252
Sinopse:
"Vieira foi um domador de palavras, um ginasta, um trapezista da argumentação. As palavras são barro que Vieira molda como um mestre oleiro, criando formas espantosas e deleitosas. Se há uma palavra que o caracteriza, tendo potenciado o seu génio, é, precisamente, a ‘ousadia’. Ele ousa, com a palavra e com a vida, afrontar os problemas dos homens e das mulheres do seu tempo, mas também os do seu país e os da humanidade no seu todo. Com este livro dá-se a conhecer de modo seleto e acessível aos leitores de hoje o essencial do pensamento universalista de Vieira, que tem muito a dizer-nos, a nós contemporâneos do século XXI, para melhor respondermos aos desafios da atualidade." "É a ação que dá conteúdo à existência? Nem todos os anos, que se passam, se vivem: uma coisa é contar os anos, outra vivê-los; uma coisa é viver, outra durar. (...) As nossas ações são os nossos dias: por eles se contam os anos, por eles se mede a vida: enquanto obramos racionalmente, vivemos; o demais tempo duramos. O que faz realmente uma pessoa nobre? As ações generosas, e não os pais ilustres, são as que fazem fidalgos. Muitos portugueses que se notabilizaram em vários campos costumam queixar-se da ingratidão e da falta de reconhecimento da sua pátria em relação aos serviços que lhe prestaram. O que acha desta situação? Se servistes à pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma." Organizadores: Aida Sampaio Lemos; Joana Balsa de Pinho; José Eduardo Franco; Porfírio Pinto
Nº Páginas: 252
Sinopse:
"Vieira foi um domador de palavras, um ginasta, um trapezista da argumentação. As palavras são barro que Vieira molda como um mestre oleiro, criando formas espantosas e deleitosas. Se há uma palavra que o caracteriza, tendo potenciado o seu génio, é, precisamente, a ‘ousadia’. Ele ousa, com a palavra e com a vida, afrontar os problemas dos homens e das mulheres do seu tempo, mas também os do seu país e os da humanidade no seu todo. Com este livro dá-se a conhecer de modo seleto e acessível aos leitores de hoje o essencial do pensamento universalista de Vieira, que tem muito a dizer-nos, a nós contemporâneos do século XXI, para melhor respondermos aos desafios da atualidade." "É a ação que dá conteúdo à existência? Nem todos os anos, que se passam, se vivem: uma coisa é contar os anos, outra vivê-los; uma coisa é viver, outra durar. (...) As nossas ações são os nossos dias: por eles se contam os anos, por eles se mede a vida: enquanto obramos racionalmente, vivemos; o demais tempo duramos. O que faz realmente uma pessoa nobre? As ações generosas, e não os pais ilustres, são as que fazem fidalgos. Muitos portugueses que se notabilizaram em vários campos costumam queixar-se da ingratidão e da falta de reconhecimento da sua pátria em relação aos serviços que lhe prestaram. O que acha desta situação? Se servistes à pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma." Organizadores: Aida Sampaio Lemos; Joana Balsa de Pinho; José Eduardo Franco; Porfírio Pinto
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Os Julgamentos de Nuremberga foram o mais importante processo internacional de todos os tempos. Tiveram início a 20 de novembro de 1945 e marcaram definitivamente o fim da Segunda Guerra Mundial. Os «crimes contra a Humanidade» ganharam novos contornos ao responsabilizar-se não só quem os praticou mas também aqueles que, pelos seus conselhos e influência, contribuíram para o deflagrar da guerra. Os alvos eram as mais altas personalidades do Terceiro Reich, civis e militares: Goering, Hess, Ribbentrop, Keitel ou Rosenberg. Hitler foi o grande ausente. Como se chegou a semelhante processo? Teriam os Aliados o direito de se arvorarem em juízes e carrascos de um país e de um regime vencidos? Seria o processo legítimo? E se a guerra tivesse sido ganha pelos nazis, teria o mundo assistido a um «Nuremberga» ao contrário? Estas são algumas das questões a que este livro procura dar resposta. Speer, um dos réus, declarará, ao reconhecer a culpabilidade do regime de Hitler: "Este processo é necessário. Mesmo sob uma ditadura, crimes tão abomináveis exigem uma responsabilidade comum. Seria uma desculpa inadmissível pretender escondermo-nos por detrás da obediência às ordens."
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Os Julgamentos de Nuremberga foram o mais importante processo internacional de todos os tempos. Tiveram início a 20 de novembro de 1945 e marcaram definitivamente o fim da Segunda Guerra Mundial. Os «crimes contra a Humanidade» ganharam novos contornos ao responsabilizar-se não só quem os praticou mas também aqueles que, pelos seus conselhos e influência, contribuíram para o deflagrar da guerra. Os alvos eram as mais altas personalidades do Terceiro Reich, civis e militares: Goering, Hess, Ribbentrop, Keitel ou Rosenberg. Hitler foi o grande ausente. Como se chegou a semelhante processo? Teriam os Aliados o direito de se arvorarem em juízes e carrascos de um país e de um regime vencidos? Seria o processo legítimo? E se a guerra tivesse sido ganha pelos nazis, teria o mundo assistido a um «Nuremberga» ao contrário? Estas são algumas das questões a que este livro procura dar resposta. Speer, um dos réus, declarará, ao reconhecer a culpabilidade do regime de Hitler: "Este processo é necessário. Mesmo sob uma ditadura, crimes tão abomináveis exigem uma responsabilidade comum. Seria uma desculpa inadmissível pretender escondermo-nos por detrás da obediência às ordens."
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Num país onde não havia bananas, ao terceiro dia do Ramadão, a aldeia deparou-se, ao acordar, com nove caixas de bananas, cada qual contendo a cabeça degolada de um dos seus filhos. Uma delas pertencia a um dos homens mais procurados do Iraque, conhecido pelos seus amigos como Ibrahim, o Predestinado. Como teria este homem bom e humilde conquistado a inimizade de tantos? O que fizera ele para merecer tal morte? A resposta reside na amizade que partilhou a vida inteira com Abdullah Kafka e com Tariq, o Deslumbrado, cada qual com as suas próprias histórias incríveis para contar. Reside também nos campos de batalha devastados pela Guerra do Golfo. Reside no amor inabalável da sua mulher e no escárnio dilacerante da sua filha. E, acima de tudo, reside nos portões trancados dos Jardins do Presidente, enterrada com as incontáveis vítimas de um reinado impiedoso de terror.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Num país onde não havia bananas, ao terceiro dia do Ramadão, a aldeia deparou-se, ao acordar, com nove caixas de bananas, cada qual contendo a cabeça degolada de um dos seus filhos. Uma delas pertencia a um dos homens mais procurados do Iraque, conhecido pelos seus amigos como Ibrahim, o Predestinado. Como teria este homem bom e humilde conquistado a inimizade de tantos? O que fizera ele para merecer tal morte? A resposta reside na amizade que partilhou a vida inteira com Abdullah Kafka e com Tariq, o Deslumbrado, cada qual com as suas próprias histórias incríveis para contar. Reside também nos campos de batalha devastados pela Guerra do Golfo. Reside no amor inabalável da sua mulher e no escárnio dilacerante da sua filha. E, acima de tudo, reside nos portões trancados dos Jardins do Presidente, enterrada com as incontáveis vítimas de um reinado impiedoso de terror.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Até onde irias por uma amiga? Estelle, Eva, Judith, Caroline e Kiki são amigas há quinze anos. Conheceram-se num curso de Francês e, embora sejam bem diferentes umas das outras, tornaram-se as melhores amigas. Desde então, na primeira terça-feira de cada mês, jantam no restaurante Le Jardin, o seu restaurante favorito, e fazem uma viagem uma vez por ano. Mas agora as coisas mudaram: Judith ficou viúva e quer fazer uma etapa do Caminho de Santiago, seguindo os passos do seu falecido marido. Preocupadas com ela, as amigas decidem acompanhá-la na sua peregrinação. Numa viagem cheia de surpresas vão ter a oportunidade de refletir sobre as suas vidas, e o resultado dessa jornada poderá ser uma dura prova à amizade das cinco mulheres...
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Até onde irias por uma amiga? Estelle, Eva, Judith, Caroline e Kiki são amigas há quinze anos. Conheceram-se num curso de Francês e, embora sejam bem diferentes umas das outras, tornaram-se as melhores amigas. Desde então, na primeira terça-feira de cada mês, jantam no restaurante Le Jardin, o seu restaurante favorito, e fazem uma viagem uma vez por ano. Mas agora as coisas mudaram: Judith ficou viúva e quer fazer uma etapa do Caminho de Santiago, seguindo os passos do seu falecido marido. Preocupadas com ela, as amigas decidem acompanhá-la na sua peregrinação. Numa viagem cheia de surpresas vão ter a oportunidade de refletir sobre as suas vidas, e o resultado dessa jornada poderá ser uma dura prova à amizade das cinco mulheres...
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Numa noite de verão de 1974, seis adolescentes planeiam uma amizade para toda a vida. Jules, Cathy, Jonah, Goodman, Ethan e Ash ensaiam a atitude cool que (esperam) os defina como adultos. Fumam erva, bebem vodka, partilham os seus sonhos. E, juram, serão sempre Os Interessantes. Ao longo da adolescência, o talento artístico destes seis amigos foi sempre satisfeito e encorajado. Mas o tipo de criatividade que é celebrada aos 15 anos nem sempre é suficiente para impulsionar a vida aos 30 - para não falar dos 50. Nem todos vão conseguir manter viva a chama que os distingue na juventude. Décadas mais tarde, a amizade mantém-se embora tudo o resto tenha mudado. Jules, que planeava ser atriz, resignou-se a ser terapeuta. Cathy abandonou a dança. Jonah pôs de lado a guitarra para se dedicar à engenharia mecânica. Goodman desapareceu. Apenas Ethan e Ash se mantiveram fiéis aos seus planos de adolescência. Ethan criou uma série de televisão de sucesso e Ash é uma encenadora aclamada. Não são apenas famosos e bem-sucedidos, têm também dinheiro e influência suficientes para concretizar todos os seus sonhos. Mas qual é o futuro de uma amizade tão profundamente desigual? O que acontece quando uns atingem um extraordinário patamar de sucesso e riqueza, e outros são obrigados a conformar-se com a normalidade?
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Numa noite de verão de 1974, seis adolescentes planeiam uma amizade para toda a vida. Jules, Cathy, Jonah, Goodman, Ethan e Ash ensaiam a atitude cool que (esperam) os defina como adultos. Fumam erva, bebem vodka, partilham os seus sonhos. E, juram, serão sempre Os Interessantes. Ao longo da adolescência, o talento artístico destes seis amigos foi sempre satisfeito e encorajado. Mas o tipo de criatividade que é celebrada aos 15 anos nem sempre é suficiente para impulsionar a vida aos 30 - para não falar dos 50. Nem todos vão conseguir manter viva a chama que os distingue na juventude. Décadas mais tarde, a amizade mantém-se embora tudo o resto tenha mudado. Jules, que planeava ser atriz, resignou-se a ser terapeuta. Cathy abandonou a dança. Jonah pôs de lado a guitarra para se dedicar à engenharia mecânica. Goodman desapareceu. Apenas Ethan e Ash se mantiveram fiéis aos seus planos de adolescência. Ethan criou uma série de televisão de sucesso e Ash é uma encenadora aclamada. Não são apenas famosos e bem-sucedidos, têm também dinheiro e influência suficientes para concretizar todos os seus sonhos. Mas qual é o futuro de uma amizade tão profundamente desigual? O que acontece quando uns atingem um extraordinário patamar de sucesso e riqueza, e outros são obrigados a conformar-se com a normalidade?
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 206
Sinopse:
Este romance narra a aventura de um grupo de navegadores que, ousando ser infiéis aos poderes estabelecidos, empreendem uma secreta e fantástica expedição ao fundo dos oceanos (depois de dominada a sua superfície), ao fundo de Portugal, das águas iniciais de Portugal - para, desfeito o fascínio da CE, ele poder voltar a encontrar-se. A regressão civilizacional que hoje se observa, com crescente perda de autonomia e energia (comparável à provocada pela Inquisição), está a fazer voltar atenções crescentes para a nossa identidade, cuja assunção se torna decisiva na sobrevivência e independência, na afirmação e dignificação do País. Daí a actualidade de "Os Infiéis", metáfora de rupturas irreversíveis - porque salvíficas.
Nº Páginas: 206
Sinopse:
Este romance narra a aventura de um grupo de navegadores que, ousando ser infiéis aos poderes estabelecidos, empreendem uma secreta e fantástica expedição ao fundo dos oceanos (depois de dominada a sua superfície), ao fundo de Portugal, das águas iniciais de Portugal - para, desfeito o fascínio da CE, ele poder voltar a encontrar-se. A regressão civilizacional que hoje se observa, com crescente perda de autonomia e energia (comparável à provocada pela Inquisição), está a fazer voltar atenções crescentes para a nossa identidade, cuja assunção se torna decisiva na sobrevivência e independência, na afirmação e dignificação do País. Daí a actualidade de "Os Infiéis", metáfora de rupturas irreversíveis - porque salvíficas.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 387
Sinopse:
"Os Índios Potiguara: Memória, Asilo e Poder" é um livro que resulta de uma tese de doutoramento iniciada numa sorte de vertiginosa descida a um outro locus cultural. Por via dramática. Quando foi procurar estabelecer uma comunicação inicial com os índios Potiguara, ao chegar à reserva - formalmente interdita a "estranhos" - próximo à comunidade da Aldeia Galego, José Manuel Simões observou mais do aterrado um bimotor a despenhar-se, ignorando então que no seguimento desse acontecimento viria a realizar um documentário cinematográfico sobre esta comunidade, a doutorar-se no tema e a escrever este livro que engloba em interdisciplinaridade os campos da História, da Antropologia Cultural e das Teorias da Comunicação, acompanhando e refletindo em sede de metodologia tenho-histórica sobre um grupo cultural que se abriu ao exterior mas porfiando em manter traços, manifestações e representações culturais que apresenta como sendo ancestrais e singulares. Cruzando a documentação histórica, a cronística, a cartografia e um enorme arquivo cerzido por entrevistas a caciques, pajés e curandeiros, o autor foi percebendo a invenção da sua terra, do seu meio social e das suas manifestações e práticas culturais hoje. Este livro persegue um objetivo epistemológico: transformar a investigação empírica em contribuição para uma nova teoria da história da comunicação e da comunicação da própria investigação - a comunicação antropo-histórica entre comunidades ditas tradicionais e o ‘outro’ e a investigação em que o Mesmo, no sentido que lhe foi dado por Michel Foucault, incorpora e domina a invenção do Outro.
Nº Páginas: 387
Sinopse:
"Os Índios Potiguara: Memória, Asilo e Poder" é um livro que resulta de uma tese de doutoramento iniciada numa sorte de vertiginosa descida a um outro locus cultural. Por via dramática. Quando foi procurar estabelecer uma comunicação inicial com os índios Potiguara, ao chegar à reserva - formalmente interdita a "estranhos" - próximo à comunidade da Aldeia Galego, José Manuel Simões observou mais do aterrado um bimotor a despenhar-se, ignorando então que no seguimento desse acontecimento viria a realizar um documentário cinematográfico sobre esta comunidade, a doutorar-se no tema e a escrever este livro que engloba em interdisciplinaridade os campos da História, da Antropologia Cultural e das Teorias da Comunicação, acompanhando e refletindo em sede de metodologia tenho-histórica sobre um grupo cultural que se abriu ao exterior mas porfiando em manter traços, manifestações e representações culturais que apresenta como sendo ancestrais e singulares. Cruzando a documentação histórica, a cronística, a cartografia e um enorme arquivo cerzido por entrevistas a caciques, pajés e curandeiros, o autor foi percebendo a invenção da sua terra, do seu meio social e das suas manifestações e práticas culturais hoje. Este livro persegue um objetivo epistemológico: transformar a investigação empírica em contribuição para uma nova teoria da história da comunicação e da comunicação da própria investigação - a comunicação antropo-histórica entre comunidades ditas tradicionais e o ‘outro’ e a investigação em que o Mesmo, no sentido que lhe foi dado por Michel Foucault, incorpora e domina a invenção do Outro.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Roma. Pós-Primeira Guerra Mundial. Michele é um jovem numa revolta inoperante contra o vazio da vida burguesa. Órfão de pai, vê a mãe agarrar-se com devoção a um amante ocioso e calculista, Leo, enquanto a irmã, sem qualquer confiança na ideia de casamento ou de carreira, se deixa arrastar indolentemente pelos avanços do mesmo homem. Hostil a este que reconhece ser um jogo sem escrúpulos, Michele é instigado por uma amiga da família, também ela antiga amante de Leo, a tomar uma atitude, mas o estado de torpor em que vive - em que todos eles vivem - parece ser demasiado profundo. Cinco personagens, alguns dias, uma sucessão de intrigas familiares, "Os Indiferentes" é uma história de contornos simples que põe em evidência o tédio da existência, o erotismo desapaixonado, a decadência de valores na qual assenta a ascensão social dos tempos modernos. Publicado em 1929, este primeiro romance de Alberto Moravia teve um impacto marcante no meio literário italiano da época e é considerado uma obra-prima da literatura decadentista.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Roma. Pós-Primeira Guerra Mundial. Michele é um jovem numa revolta inoperante contra o vazio da vida burguesa. Órfão de pai, vê a mãe agarrar-se com devoção a um amante ocioso e calculista, Leo, enquanto a irmã, sem qualquer confiança na ideia de casamento ou de carreira, se deixa arrastar indolentemente pelos avanços do mesmo homem. Hostil a este que reconhece ser um jogo sem escrúpulos, Michele é instigado por uma amiga da família, também ela antiga amante de Leo, a tomar uma atitude, mas o estado de torpor em que vive - em que todos eles vivem - parece ser demasiado profundo. Cinco personagens, alguns dias, uma sucessão de intrigas familiares, "Os Indiferentes" é uma história de contornos simples que põe em evidência o tédio da existência, o erotismo desapaixonado, a decadência de valores na qual assenta a ascensão social dos tempos modernos. Publicado em 1929, este primeiro romance de Alberto Moravia teve um impacto marcante no meio literário italiano da época e é considerado uma obra-prima da literatura decadentista.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"Os impérios espanhol e português foram demasiadas vezes considerados aberrações, com base não na sua análise, mas nos seus estereótipos. Este livro pretende (re)construir a sua história, desmontando tais estereótipos da perspetiva da história das economias políticas desses impérios." A história de Espanha e Portugal está crivada de estereótipos, que são utilizados tanto para alimentar o triunfalismo como um pessimismo paralisante. Este livro compara as histórias de ambos os países e dos seus impérios na perspetiva do papel crucial que desempenharam na globalização inicial e do impacto que esta teve nas suas sociedades e na Europa em geral, assim como nas respetivas áreas de domínio em África, na Ásia e na América.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"Os impérios espanhol e português foram demasiadas vezes considerados aberrações, com base não na sua análise, mas nos seus estereótipos. Este livro pretende (re)construir a sua história, desmontando tais estereótipos da perspetiva da história das economias políticas desses impérios." A história de Espanha e Portugal está crivada de estereótipos, que são utilizados tanto para alimentar o triunfalismo como um pessimismo paralisante. Este livro compara as histórias de ambos os países e dos seus impérios na perspetiva do papel crucial que desempenharam na globalização inicial e do impacto que esta teve nas suas sociedades e na Europa em geral, assim como nas respetivas áreas de domínio em África, na Ásia e na América.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A vida de Celestine North é perfeita. Filha e irmã modelo, é muito popular junto dos colegas e professores e namora com Art Crevan, um dos rapazes mais encantadores da escola. Mas Celestine vê-se confrontada com uma situação à qual reage por instinto, levada pela bondade. Quebradas as regras, terá de lidar com as consequências. Pode ser presa. Pode ser marcada a ferro quente. Podem obrigá-la a juntar-se às fileiras dos imperfeitos. Um romance estonteante em que a autora bestseller Cecelia Ahern retrata uma sociedade em que a perfeição é essencial e em que a imperfeição é punida de forma exemplar.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A vida de Celestine North é perfeita. Filha e irmã modelo, é muito popular junto dos colegas e professores e namora com Art Crevan, um dos rapazes mais encantadores da escola. Mas Celestine vê-se confrontada com uma situação à qual reage por instinto, levada pela bondade. Quebradas as regras, terá de lidar com as consequências. Pode ser presa. Pode ser marcada a ferro quente. Podem obrigá-la a juntar-se às fileiras dos imperfeitos. Um romance estonteante em que a autora bestseller Cecelia Ahern retrata uma sociedade em que a perfeição é essencial e em que a imperfeição é punida de forma exemplar.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 880
Sinopse:
Dez anos depois de A Catedral do Mar, Ildefonso Falcones regressa com OS HERDEIROS DA TERRA, a continuação da história que apaixonou milhões de leitores em todo o mundo. Um romance histórico impressionante que volta a situar-nos na Barcelona do século XIV, três anos depois do fim de A Catedral do Mar, e que combina o rigor histórico com a mestria da trama. OS HERDEIROS DA TERRA recupera a trama e o cenário do maior sucesso de Ildefonso Falcones, que neste livro volta a presentear-nos com o seu melhor: aventura trepidante, amor e vingança, paixões universais e um herói lutador que desafia o destino. Todos os ingredientes para uma história que enredará o leitor página após página. BARCELONA, 1387. Os sinos da igreja de Santa Maria do Mar ainda soam para todos os moradores do bairro de La Ribera, mas há um que ouve o carrilhão com especial atenção… Hugo Llor, filho de um marinheiro já falecido, com doze anos, trabalha nos estaleiros, graças à generosidade de um dos notáveis mais apreciados da cidade: Arnau Estanyol. Mas os seus sonhos juvenis de se tornar construtor naval serão destruídos pela dura e implacável realidade quando a família Puig, inimiga ferrenha do seu mentor, aproveita a sua posição diante do novo rei para executar uma vingança que vem arquitetando há anos. Um romance magistral que recria na perfeição a efervescente sociedade feudal, submissa a uma aristocracia volúvel e corrupta, ao mesmo tempo que narra a luta de um homem para sobreviver sem sacrificar a sua dignidade.
Nº Páginas: 880
Sinopse:
Dez anos depois de A Catedral do Mar, Ildefonso Falcones regressa com OS HERDEIROS DA TERRA, a continuação da história que apaixonou milhões de leitores em todo o mundo. Um romance histórico impressionante que volta a situar-nos na Barcelona do século XIV, três anos depois do fim de A Catedral do Mar, e que combina o rigor histórico com a mestria da trama. OS HERDEIROS DA TERRA recupera a trama e o cenário do maior sucesso de Ildefonso Falcones, que neste livro volta a presentear-nos com o seu melhor: aventura trepidante, amor e vingança, paixões universais e um herói lutador que desafia o destino. Todos os ingredientes para uma história que enredará o leitor página após página. BARCELONA, 1387. Os sinos da igreja de Santa Maria do Mar ainda soam para todos os moradores do bairro de La Ribera, mas há um que ouve o carrilhão com especial atenção… Hugo Llor, filho de um marinheiro já falecido, com doze anos, trabalha nos estaleiros, graças à generosidade de um dos notáveis mais apreciados da cidade: Arnau Estanyol. Mas os seus sonhos juvenis de se tornar construtor naval serão destruídos pela dura e implacável realidade quando a família Puig, inimiga ferrenha do seu mentor, aproveita a sua posição diante do novo rei para executar uma vingança que vem arquitetando há anos. Um romance magistral que recria na perfeição a efervescente sociedade feudal, submissa a uma aristocracia volúvel e corrupta, ao mesmo tempo que narra a luta de um homem para sobreviver sem sacrificar a sua dignidade.
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