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Nº Páginas: 80
Sinopse:
Para celebrar os 45 anos do 25 de Abril de 1974, a Tinta-da-china lança um livro composto pelas imagens que fazem parte da memória histórica, política e afectiva de toda uma geração. Alfredo Cunha, autor do célebre retrato de Salgueiro Maia no Largo do Carmo e de muitas outras imagens que eternizam a Revolução de Abril, reúne agora em livro as fotografias que fez no dia em que o destino de Portugal começou a mudar.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Obra fundamental para compreender o mundo em mudança e os grandes desafios do futuro O mundo está a mudar drasticamente. Estamos preparados para o futuro? Neste livro de leitura absorvente, Guillén, uma das personalidades mais ousadas da atualidade, explica como as grandes tendências do nosso tempo - o auge dos robôs, o problema demográfico, a ascensão da classe média em África, a riqueza cada vez maior das mulheres, entre outras - convergirão nos próximos anos num ponto de não retorno, para o bem e para o mal. No ano de 2030, assistiremos a uma nova realidade: - Haverá mais avós do que netos; - A economia global será impulsionada pelo consumidor não-ocidental pela primeira vez na história moderna; - As mulheres serão as principais detentoras da riqueza global; - Haverá mais robôs do que trabalhadores e mais computadores do que cérebros humanos; - Haverá mais moedas do que países.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
De São Pedro a Francisco, todos os papas que lideraram a Igreja Católica nos últimos dois mil anos têm uma história, um percurso e um papel na História. Dois Mil Anos de Papas reúne e contextualiza, por ordem cronológica e de forma breve, os perfis biográficos de todos eles, ilustrados por gravuras retiradas da emblemática obra Album dei Papi, datada de 1885, da autoria do primeiro director dos Arquivos do Vaticano, Joseph Hergenröther. Apenas os três últimos papas foram retratados pelo lápis de Davide Le Grazzie. Os pontífices são homens reais que, apesar de muitas quedas, tendem à sublimação: na sua história alternam fraquezas e virtudes, traições e arrependimentos, limitações e santidade, sempre imersos no fluxo da história. Aos seus retratos soma-se ainda um perfil sucinto dos incontornáveis antipapas e um breve glossário sobre as principais heresias.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O Livro 3 revela o estilo forte e truculento de uma personagem única, Ushikawa de seu nome. A par de Tengo e Aomame, a voz da Ushikawa ecoa nas páginas do terceiro volume de 1Q84 e provoca as reações mais intensas. Amem-no ou detestem-no, mas deixem-no entregue à sua sorte. Tengo e Aomame continuam sem saber, mas aquele é o único lugar perfeito no mundo. Um lugar perfeitamente isolado e, ao mesmo tempo, o único que escapa às malhas da solidão. Este mundo também deverá ter as suas ameaças, os seus perigos, claro, e estar cheio dos seus próprios enigmas e de contradições. Mas não faz mal. A páginas tantas, é preciso acreditar. Sob as duas luas de 1Q84, Aomame e Tengo deixam de estar sozinhos... Inspirado em parte no romance 1984, de George Orwell, 1Q84 é uma surpreendente obra de ficção, escrita de forma poderosa e imaginativa - a um tempo um thriller e uma tocante história de amor. Murakami continua a provocar o espanto e a emoção, comunicando com milhões de pessoas de todas as idades, espalhadas pelo mundo inteiro. Ao pousar este livro, quantos leitores não se sentirão desafiados a ver o mundo com outros olhos?
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Um mundo aparentemente normal, duas personagens - Aomame, uma mulher independente, professora de artes marciais, e Tengo, professor de matemática - que não são o que aparentam e ambos se dão conta de ligeiros desajustamentos à sua volta, que os conduzirão fatalmente a um destino comum. Um universo romanesco dissecado com precisão orwelliana, em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Em "1Q84", Haruki Murakami constrói um universo romanesco em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Onde acaba o Japão e começa o admirável mundo novo em que vivemos? Uma ficção que ilumina de forma transversal a aldeia global em que vivemos.
Nº Páginas: 436
Sinopse:
O Livro 1 revelou a existência do mundo de "1Q84". Algumas perguntas encontraram resposta. Outras permanecem em aberto: Quem é o Povo Pequeno? Como farão esses seres para abrir caminho até ao mundo real? Existirão mesmo?, como sugere Fuka-Eri. Chegarão Aomame e Tengos a reencontrar-se? "Há coisas neste mundo que é melhor nem saber", como diz o sinistro Ushikawa. Em todo o caso, o destino dos heróis de 1Q84 está em marcha. No céu, distinguem-se nitidamente duas luas. Não é uma ilusão. Murakami descreve aqui um universo singular, que absorve, que imita a realidade, e a faz sua. A narrativa decorre em dois mundos que se cruzam, qual deles o mais real e o mais fascinante - o de 1984 e o de 1Q84. A perturbante história de um amor adiado, recortada num cenário marcado pelo desencanto e pela violência. Uma fábula sobre os dilemas do mundo contemporâneo. Murakami retrata o mal-estar da sociedade japonesa que se esconde por debaixo de uma aparente quietude.
Nº Páginas: 324
Sinopse:
Winston Smith é um homem com um ofício peculiar: enquanto funcionário do Ministério da Verdade, corrige documentos. Ou melhor, reescreve a história a fim de legitimar o Partido que governa Londres, peça-chave do superestado da Oceânia. Diluída no nevoeiro, a cidade parece-lhe mais cinzenta agora, por baixo da vigilância permanente das câmaras e do olhar penetrante das imagens do Grande Irmão. Embora todos os seus movimentos sejam monitorizados, Winston inicia um relacionamento secreto com Julia. "Mil Novecentos e Oitenta e Quatro" é o mundo distópico que Orwell viu aproximar-se no final dos seus dias, tornando-se a sua última obra publicada em vida. Nela imprimiu a sensação incómoda de que vivemos sob a influência de um olho que tudo vê – e de que urge defender a ideia de um mundo politicamente livre, intelectualmente livre.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1983, o público afluiu ao cinema para ver o último filme de James Bond, no qual Roger Moore derrota um general soviético que se prepara para lançar um ataque nuclear contra o Ocidente. Como em todos os filmes de Bond, o público acreditava que o enredo era inteiramente fictício. Mal sabia que os soviéticos estavam de facto a preparar-se para lançar um ataque nuclear ao Ocidente. Esse ano viu o presidente Ronald Reagan aumentar os gastos com a Defesa, lançando o programa Guerra das Estrelas. E quando um avião civil coreano foi abatido em espaço aéreo soviético, e Reagan o descreveu como um crime contra a humanidade, Moscovo, cada vez mais ansiosa com a linguagem e o comportamento dos americanos, perguntou-se: irão eles atacar? Então, no auge das tensões, a NATO deu início a um jogo de guerra chamado Able Archer 83, no âmbito do qual pediu permissão para usar os códigos de lançamento de armas nucleares. Nervosos, os soviéticos convenceram-se de que, a coberto de um exercício, o Ocidente preparava-se para arrasar a União Soviética.
Nº Páginas: 548
Sinopse:
"O voto do Povo Português não vai ser exercido contra a liberdade; tem de ser exercido pela liberdade. Nós não vamos perder, por via eleitoral, aquilo que tanto tem custado aos Portugueses." Vasco Gonçalves "Tão bom socialista é aquele que vai à Missa como aquele que não vai." Mário Soares, em campanha "E digo-lhe mais: em Portugal, doravante, não existirá qualquer hipótese para a instauração de uma democracia como as que se conhecem na Europa Ocidental. Nunca mais!" Álvaro Cunhal, entrevista a Oriana Fallaci "É tarefa de génios gizar uma Constituição Revolucionária tão avançada que não seja ultrapassada [...] tão justa que seja digna dos trabalhadores de Portugal." Costa Gomes, na abertura dos trabalhos da Constituinte "Povo que somos, choramos lágrimas de felicidade e verdade revolucionária. Felizes como estamos, garantimos a vitória do poder popular. Viva a aliança Povo-MFA! Pela revolução até ao fim!" Telegrama enviado às redações pelos trabalhadores de escritório do distrito de Setúbal
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Abril foi o mês que mudou Portugal e os portugueses. 1974 fez cair Marcelo Caetano e, com ele, o regime de ditadura que vigorava desde 1926. As certezas de um regime que parecia inamovível desfizeram-se num dia. Passados 40 anos, eis o registo de um ano histórico, página a página, através de um jornal, o "Diário de Notícias", e uma revista, a "Flama". Os sonhos, as ambições, as promessas, os desafios, despertando memórias e provocando surpresas.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Em 1973, os portugueses vivam sob o jugo do Estado Novo há quarenta anos. Se era já inevitável, para alguns, o fim do regime, para muitos outros, era apenas mais um ano do século XX, em que notícias, livros, guiões de cinema e peças de teatro continuavam a ser censurados, em que milhares de jovens perdiam a vida na absurda e injusta guerra colonial, em que, para uma percentagem grande da população, a emigração era a única alternativa à miséria. Ainda não o sabiam, mas 1973 seria o último ano civil sob a égide do Estado Novo. A edição inaugural do Expresso, a declaração unilateral de independência da Guiné-Bissau, as eleições legislativas - as últimas em ditadura -, a participação no Festival da Eurovisão, com a famosa canção Tourada, com letra do poeta Ary dos Santos e interpretada por Fernando Tordo, as manifestações estudantis violentamente reprimidas, as ondas de choque da crise internacional do petróleo, tudo concorre para o dia de abril que ficaria para sempre assinalado nos calendários dos portugueses. Passados cinquenta anos, Tiago Beato, jornalista e escritor, viaja até esse período e faz, neste 1973 - Uma Cronologia do Ano Zero, uma compilação dos momentos mais paradigmáticos de um país em ebulição, pautados pelos acontecimentos internacionais que marcavam a atualidade na altura. Da política à cultura, passando pela sociedade e pelo desporto, 1973 faz um retrato social e cultural do país, com um olhar que se alarga ao mundo, nos últimos meses de uma ditadura com os dias contados.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A história de um jovem dividido entre a tradição e a liberdade, entre a família e a autodeterminação, numa sociedade ressequida por uma devastadora crise económica. Um romance cómico e comovente sobre a juventude e a sua dissolução na vida adulta.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O ano de 1924 marcou a vida de Adolf Hitler e o destino da Humanidade. Detido na sequência do putsch em Munique, um golpe falhado, e rodeado pelos seus coconspiradores, Hitler passa na prisão por um período intenso de leitura e escrita enquanto aguarda um julgamento por traição. Nesse ano sedimenta as bases do que viria a ser a ideologia do Terceiro Reich, arquiteta a então aparentemente impossível subida ao poder e escreve Mein Kampf, o seu manifesto infame. Tudo o que a História presenciou depois - a violência, a ditadura, a guerra mais mortífera de sempre - encontrava-se cristalizado nesse ano paradigmático. Até agora, tal período ficou por analisar com a devida profundidade. O jornalista Peter Ross Range fá-lo magistralmente, descrevendo os episódios do ano mais importante para perceber a mente de Hitler numa obra pioneira e de leitura empolgante: "1924 - O Ano que criou Hitler".
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em março, uma força revolucionária "democrática" obriga o Czar Nicolau II a abdicar. Em abril, os EUA entram na Primeira Guerra Mundial. Em maio, três pastorinhos vêm uma "Senhora" vestida de branco em Fátima. Em julho, nasce a Jugoslávia. E em agosto Bento XV insurge-se contra o "massacre inútil" que assola a Europa e o Mundo. Em setembro, diferentes cidades manifestam-se contra a Guerra. Em outubro, Margaretha Zelle - a bailarina conhecida por Mata Hari - é executada em Paris e meros dias depois as tropas italianas são derrotadas em Caporetto. Em novembro, dá-se o primeiro passo para a criação do Estado de Israel e para uma nova organização do Médio Oriente. Em dezembro, cerca de 200 deputados nacionalistas italianos organizam-se no Fascio Parlamentare di Difesa Nazionale, um precursor do fascismo de Mussolini. Dividido em 12 capítulos, um por cada mês, este livro acompanha detalhadamente os acontecimentos de um ano turbulento e marcante para a nossa História atual, sugerindo ligações e estabelecendo paralelos com os nossos dias, nos quais ainda vivemos, de diversas formas, as consequências desse legado.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
No ano em que se celebra o Centenário da Implantação da República, as Publicações Dom Quixote reúnem num volume seis contos inéditos de seis grandes nomes da literatura portuguesa contemporânea: Luísa Costa Gomes, Luísa Costa Gomes, Mário de Carvalho, Miguel Real, Teolinda Gersão, Urbano Tavares Rodrigues. Histórias ficcionadas em torno de um momento importante da história nacional que culminou com a Revolução de 5 de Outubro de 1910, e que marcou profundamente a sociedade, as instituições e a cultura portuguesa. O fim da monarquia constitucional e a evolução da democracia, com a tomada de diversas decisões importantes, como a expulsão das ordens religiosas e a abolição do ensino religioso nas escolas, a abolição dos títulos de nobreza, a aprovação do divórcio e a instituição do casamento civil, além da adopção de uma nova bandeira e hino nacional, que perduram até hoje.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Nas últimas semanas de 1889, os tripulantes de um navio brasileiro ancorado no porto de Colombo, capital do Ceilão (atual Sri Lanka), foram apanhados de surpresa pelas notícias que chegavam do outro lado do Mundo. ""Brasil República"..." anunciava o telegrama recebido pelo almirante Custódio José de Mello, comandante do cruzador "Almirante Barroso". ""Bandeira mesma sem coroa"...", acrescentava a mensagem. Despachado do Rio de Janeiro, o telegrama só confirmava os rumores que a tripulação tinha ouvido na escala anterior, na Indonésia. Dizia-se que o Governo do Brasil tinha sido derrubado. Mais do que isso, o país passara por uma drástica mudança de regime. O Império brasileiro, até então tido como a mais estável e duradoura experiência de Governo na América Latina, com 67 anos de história, desabara na manhã de 15 de novembro. A Monarquia cedera lugar à República. O austero e admirado imperador Pedro II fora obrigado a sair do país. Vivia agora exilado na Europa, banido para sempre do solo em que nascera. Enquanto isso, os destinos da nova República estavam nas mãos de um marechal já idoso e bastante doente, o alagoano Manoel Deodoro da Fonseca, considerado até então um monarquista convicto e amigo do imperador deposto.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quem observasse o Brasil em 1822 teria razões de sobra para duvidar da sua viabilidade como nação independente e soberana. De cada três brasileiros, dois eram escravos, negros forros, mulatos, índios ou mestiços. O medo de uma rebelião dos cativos tirava o sono à minoria branca. O analfabetismo era geral. O isolamento e as rivalidades entre as diversas províncias prenunciavam uma guerra civil e, para piorar a situação, ao voltar para Portugal, D. João VI deixara os cofres nacionais vazios. O novo país nascia falido. As perspetivas de fracasso pareciam bem maiores do que as de sucesso. Nesta nova obra, o autor de 1808 - sobre a fuga da família real para o Rio de Janeiro -, mostra como o Brasil, que tinha tudo para não resultar, até resultou, numa notável combinação de sorte, improviso, acasos e também de sabedoria das lideranças responsáveis pela condução dos destinos do novo país, naquele momento de grandes sonhos e muitos perigos.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A 26 de abril de 1821, uma esquadra de 12 navios chefiada pela nau D. João VI partia do Rio de Janeiro, com três a quatro mil pessoas a bordo, rumo a Portugal. Era o regresso do monarca a Lisboa depois de quase 14 anos de ausência no Brasil. Partia em lágrimas, ali vivera os dias mais felizes da sua vida. Para trás deixava o filho D. Pedro dizendo: "Antevejo que o Brasil não tardará a separar-se de Portugal. Neste caso, antes quero que tomes a coroa para ti do que vê-la passar da Casa de Bragança para as mãos de algum aventureiro." Se a dramática partida da corte para o Brasil em 1807 é amplamente conhecida, pouco sabemos sobre esta viagem de regresso. O jornalista Armando Seixas Ferreira consultou diários de bordo, documentos da época e fontes inéditas, para nos trazer um relato empolgante sobre a vida da corte em terras de Vera Cruz, esta viagem náutica de 68 dias, e traçar um retrato de todo este período épico da nossa História que culmina com a Independência do Brasil, em 1822. A 3 de julho de 1821, D. João VI chega finalmente a Lisboa. Visivelmente emocionado, vestido de gala, é recebido com entusiasmo e aplausos pelo povo e pelos deputados que lhe oferecem um exemplar da Constituição. Portugal tinha mudado, no horizonte aproximava-se a guerra civil e D. João VI não voltaria a encontrar a paz e tranquilidade que sentiu no Brasil.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 1810 foi a 3.ª Invasão Francesa, derradeiro episódio duma guerra que pôs fim a muito do que Portugal fora até aí. Em 1910, a República, enquanto mudança de regime. Em 2010, confrontamo-nos com outros desafios. No entanto, a sua consideração religiosa e cultural é necessária. O presente volume junta uma parte do significativo avulso ensaístico do autor. A organização, da responsabilidade dos editores, expressa a hipótese seguinte: o texto inicial, que se destaca do conjunto por características talvez mais próximas da proposição, funciona como tese; os restantes ensaios ligam, adensam e debatem, com conhecimento e paixão invulgares, quanto ali é sugerido. Manuel Clemente Nasceu emTorres Vedras a 16 de Julho de 1948. É licenciado em História e Teologia e doutorado emTeologia Histórica. Em 1975 começou a leccionar na Universidade Católica Portuguesa, tornando-se depois director do Centro de Estudos de História Religiosa dessa instituição. Em Junho de 1979 foi ordenado presbítero; vinte anos depois, em Novembro de 1999, foi nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, com o título de Pinhel, e em de Janeiro de 2000, ordenado na Igreja de SantaMaria de Belém (Jerónimos). Em 2007, o Vaticano nomeou-o Bispo do Porto. Publicou, entre outras, as obras Nas origens do apostulado contemporâneo em Portugal. A Sociedade Católica (1843-1853) [UCP, 1993], Igreja e Sociedade Portuguesa do Liberalismo à Republica [Grifo, 2002] e História e Religião em Torres Vedras [Grifo, 2004].
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Nunca algo semelhante tinha acontecido na história de Portugal ou de qualquer outro país europeu. Em tempos de guerra, reis e rainhas eram destronados ou obrigados a refugiarem-se em territórios alheios, mas nenhum deles foi tão longe quanto o príncipe regente D. João, forçado a cruzar um oceano com toda a família real portuguesa para viver e reinar do outro lado do mundo, enquanto as tropas do imperador francês Napoleão Bonaparte marchavam sobre Lisboa. Milhares de pessoas o acompanharam na viagem. Foram cem dias entre o céu e o mar, em navios improvisados, abarrotados, infestados de pragas e piolhos, sem conforto algum. Ao chegar ao Brasil, D. João determinou, entre outras medidas, a abertura dos portos, fundou escolas, mandou construir estradas e fábricas, autorizou a publicação de livros e jornais, incentivou a ciência e as artes. Ao regressar a Portugal, em 1821, deixava para trás um país transformado e pronto para a Independência. Edição revista e ampliada.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Um queria governar o mundo, o outro foi governado pela paixão. A improvável aliança entre Adolf Hitler e o duque de Windsor levou a um dos maiores complôs da História.O plano era simples: A Alemanha invadiria a Grã-Bretanha e o duque de Windsor seria reposto no trono como rei-fantoche. Quando a invasão não se concretizou, o plano mudou e nasceu a Operação Willi: raptar os duques de Windsor enquanto estavam em Portugal, em 1940, como convidados do banqueiro Ricardo Espírito Santo Silva. Deste modo, a Alemanha teria dois reféns reais para forçar a Grã-Bretanha a ajoelhar-se.Recorrendo a documentos do FBI, a fotografias e correspondência particulares, Andrew Morton narra a história repleta de aventura, intriga política, romance ilícito e traições familiares do duque de Windsor e da sua mulher, Wallis Simpson, de quem se dizia ter sido amante do ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Joachim von Ribbentrop, que lhe enviava 17 cravos para recordar o número de encontros amorosos.
Nº Páginas: 880
Sinopse:
1640 é um marco fundamental na História de Portugal, o da Restauração da Independência, após 60 anos de domínio espanhol, quando os portugueses se revoltaram e elegeram um rei português, D. João IV. O romance surge na sequência do D. Sebastião e o Vidente, depois do trágico fim da monarquia de Avis e anexação de Portugal pela Espanha. A acção decorre entre 1617 e 1667, período riquíssimo em factos, dramas e personagens, que lutam pela sua libertação e sobrevivência, face a uma crise social, económica e política, imposta por Filipe IV/Olivares, coadjuvados por Diogo Soares e Miguel de Vasconcelos, um triunvirato que só terá paralelo na Troika de 2011. Quatro guias singulares conduzem o leitor nesta viagem ao passado, através dos seus dramas pessoais e colectivos: o poeta proscrito Brás Garcia Mascarenhas, autor da epopeia Viriato Trágico; a professa Violante do Céu, a Décima Musa da poesia barroca, enclausurada no convento; D. Francisco Manuel de Melo, o maior prosador ibérico do século XVII, prisioneiro na Torre; e o Padre António Vieira, o mais brilhante pregador do seu tempo, a contas com a Inquisição.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O essencial da nossa História em 150 perguntas e respostas que vão diretas ao assunto. Portugal, um dos países da Europa que há mais tempo fixaram as suas fronteiras, possui uma história fascinante, que merece ser amplamente conhecida e aprofundada, sobretudo por aqueles que são os seus herdeiros - os Portugueses. Descubra factos e curiosidades sobre o percurso lusitano e deslinde dúvidas que arrastava consigo, mas nunca tinha conseguido esclarecer. Quando surgiram os primeiros humanos no futuro território de Portugal? . Quando é que houve a primeira crise económica em Portugal?. A dinastia filipina foi uma ocupação de Portugal por Espanha? . Por que é que o bacalhau entrou na dieta dos Portugueses? . O que foi o Motim dos Taberneiros no Porto? . Os Távora conspiraram mesmo contra D. José? . Que importância teve o movimento Orpheu? . Que aconteceu na Noite Sangrenta? . O que foi o reviralho? . Por que participou Portugal na Primeira Guerra Mundial? . Salazar era fascista? . Como é que foi traído Humberto Delgado? . Sá Carneiro foi assassinado? . Porque entrou Portugal na zona euro? . Quem chamou a troika?
Nº Páginas: 202
Sinopse:
Quando seis autoras se juntam para escrever uma história, o resultado é um romance alucinante, onde não faltam mulheres e homens, doenças raras, médicos de índole suspeita, polícias e muito mistério, tudo servido em doses de humor irreverente. A história, nascida da imaginação de seis mulheres, promete personagens e uma prosa bem viva… apesar das mortes que vão ocorrendo, como é bom de ver. Este romance constitui um divertimento para as seis escritoras que se encontraram (reencontraram, num caso ou noutro) pelo prazer de dar largas à imaginação e escrever, cada uma, dois capítulos do livro.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Na manhã do dia 3 de Agosto de 1147, os combatentes cristãos estacionados em redor de Lisboa ultimavam os preparativos para o assalto à cidade. Não é difícil imaginar a azáfama nos três acampamentos, com esses homens a fazer as derradeiras verificações no armamento, a comer uma refeição que poderia ser a última, a despedir-se das companheiras, a rezar e a confessar-se, ou seja, a preparar o corpo e o espírito para o que se iria seguir." A conquista de Lisboa aos muçulmanos, comandada por D. Afonso Henriques e coadjuvada pelos Cruzados, teve início em Julho de 1147 e terminou em Outubro do mesmo ano. Como decorreram os primeiros embates e as primeiras negociações? Como foram instalados os arraiais e progressivamente dominadas as imediações da cidade? Como foram geridos os mantimentos durante os quatro meses que durou o cerco? Que máquinas de guerra se usaram para derrubar o inimigo? E, uma vez conquistada Lisboa, que rumo tomou a Segunda Cruzada antes de terminar no falhanço de Damasco? Partindo de novas informações sobre a História Militar da Idade Média, a Lisboa muçulmana e a História da Cruzada, Miguel Gomes Martins reconstitui, de uma forma rigorosa e eloquente, este acontecimento decisivo na nossa história e na construção do país que somos hoje. Ao recorrer ao testemunho de múltiplas fontes portuguesas e estrangeiras que até hoje têm sido pouco utilizadas, apresenta uma nova perspectiva sobre este episódio algo esquecido pela historiografia das últimas décadas.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Vergílio Ferreira é um dos mais completos, cultos e emblemáticos autores do século XX português. A sua obra (distribuída pelo romance, contos, ensaio filosófico e literário, além de nove volumes de diário) faz dele uma voz única na história da nossa literatura e do pensamento europeu de hoje. Estas mil citações de Vergílio Ferreira dão conta da diversidade, riqueza e constante atualidade da sua obra, a par da sua atenção tanto ao humano como ao transcendente e ao invisível das nossas vidas - há sempre uma frase que Vergílio Ferreira já escreveu.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Camilo (1825-1890) é o nosso mais genial e inventivo romancista. Não há romance, novela ou ensaio da sua autoria que não contenha frases memoráveis, personagens trágicas ou cómicas que se exprimem de forma singular, pensamentos ousados, reflexões que apetece repetir. O seu léxico é poderoso e maleável; a sua veia, cómica (tão próxima do cinismo como da melancolia); as suas ideias, controversas.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Histórias de Adormecer para Raparigas Rebeldes: 100 mulheres imigrantes que mudaram o mundo reúne cem biografias de mulheres imigrantes que deixaram o seu país natal por diferentes motivos: algumas em busca de novas oportunidades, outras por necessidade. Neste livro, ficarás a conhecer a história de nomes como Carmen Miranda, Rihanna, Madeleine Albright, Asma Khan, entre muitas outras. De chefs a cirurgiãs, de músicas a políticas, passando por campeãs de judo ou xadrez, estas extraordinárias mulheres vão inspirar raparigas de todo o mundo para que sigam os seus sonhos, onde quer que estes as levem.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A matemática pode ensinar-nos coisas que não conseguiríamos aprender de outro modo. Este livro tão informativo quanto cativante responde a cem perguntas essenciais acerca da nossa existência, tudo graças à matemática. Desde como ganhar a lotaria a fugir de um urso, de curiosidades sobre a embriaguez, os divórcios e a contabilidade fraudulenta, até Shakespeare e o Google são analisados ao pormenor. Do caos ao infinito... passando por tudo o que há entre eles.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 152
Sinopse: Uma experiência escolar. Um movimento imparável. Um alerta urgente. Até aonde irias para pertencer? Numa sala de aula, na disciplina de História, uma pergunta inquietante dá início a uma experiência que foge rapidamente ao controlo. Para explicar como foi possível o surgimento do nazismo, um professor cria A Onda, um movimento baseado na disciplina, na união e na obediência. O que começa como um exercício pedagógico depressa se transforma num poderoso fenómeno de grupo, que alastra a toda a escola, tornando-se capaz de seduzir, excluir e silenciar. À medida que a Onda cresce, os alunos sentem-se parte de algo maior, mas o preço dessa pertença é a perda da individualidade, do pensamento crítico e da empatia. Nem todos aceitam calar as dúvidas e a resistência de alguns revela o lado mais sombrio da experiência. Inspirado num caso real ocorrido nos Estados Unidos, em 1969, A Onda é um romance perturbador e atual sobre conformismo, manipulação e os perigos da obediência cega. Uma leitura essencial que mostra como o autoritarismo pode nascer nos lugares mais inesperados e como ninguém está imune ao seu apelo.
