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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 296
Sinopse:
O homem português: qualidades e defeitos, virtudes e imperfeições. Como defini-lo? Como melhor caracterizá-lo? Quantos perfis são os seus? E quais os critérios a adoptar para uma visão ao mesmo tempo individual e colectiva? É este, em duas palavras, o desafio deste livro. E a sua originalidade. Marcello Duarte Mathias faz aqui o apelo aos grandes nomes do pensamento nacional contemporâneo - filósofos, escritores, ensaístas, jornalistas, políticos - que procuraram, cada um a seu jeito, retratar a individualidade portuguesa, seu substrato e carácter distintivo. Através do depoimento de uns e de outros, o que por fim sobressai destas mil e uma citações, onde as linhas por vezes se sobrepõem, se afastam, para logo depois coincidirem, é a de um desenho em perpétuo movimento, que questiona e nessa interrogação tudo afinal deixa em aberto.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
O homem português: qualidades e defeitos, virtudes e imperfeições. Como defini-lo? Como melhor caracterizá-lo? Quantos perfis são os seus? E quais os critérios a adoptar para uma visão ao mesmo tempo individual e colectiva? É este, em duas palavras, o desafio deste livro. E a sua originalidade. Marcello Duarte Mathias faz aqui o apelo aos grandes nomes do pensamento nacional contemporâneo - filósofos, escritores, ensaístas, jornalistas, políticos - que procuraram, cada um a seu jeito, retratar a individualidade portuguesa, seu substrato e carácter distintivo. Através do depoimento de uns e de outros, o que por fim sobressai destas mil e uma citações, onde as linhas por vezes se sobrepõem, se afastam, para logo depois coincidirem, é a de um desenho em perpétuo movimento, que questiona e nessa interrogação tudo afinal deixa em aberto.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Depois de "A Quinta das Virtudes" e "Tocata para Dois Clarins", o presente romance encerra o tríptico para o qual Mário Cláudio elegeu como motivo o "sangue da tribo", tornando personagens alguns parentes singulares, e desse modo cruzando de forma magistral realidade e ficção. Em "O Pórtico da Glória", conheceremos então o cavalheiro da indústria Diego Hernández Bueno, bisavô do narrador, castelhano imigrado no Porto e protegido de um rico proprietário têxtil, e assistiremos ao seu encontro com Hermínia de Azevedo Mavigné, a jovem e sonhadora herdeira que virá a tornar-se sua mulher. Vencedor do Prémio PEN Clube Português de Narrativa em 1997 e do Prémio Eça de Queiroz em 1998, esta obra, cuja acção decorre entre os finais do século XIX e o início do século XX, é também exemplar na apresentação da cidade do Porto como pioneira da inovação industrial no nosso país, bem como no retrato de uma certa forma de estar e de viver em acelerado declínio.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Depois de "A Quinta das Virtudes" e "Tocata para Dois Clarins", o presente romance encerra o tríptico para o qual Mário Cláudio elegeu como motivo o "sangue da tribo", tornando personagens alguns parentes singulares, e desse modo cruzando de forma magistral realidade e ficção. Em "O Pórtico da Glória", conheceremos então o cavalheiro da indústria Diego Hernández Bueno, bisavô do narrador, castelhano imigrado no Porto e protegido de um rico proprietário têxtil, e assistiremos ao seu encontro com Hermínia de Azevedo Mavigné, a jovem e sonhadora herdeira que virá a tornar-se sua mulher. Vencedor do Prémio PEN Clube Português de Narrativa em 1997 e do Prémio Eça de Queiroz em 1998, esta obra, cuja acção decorre entre os finais do século XIX e o início do século XX, é também exemplar na apresentação da cidade do Porto como pioneira da inovação industrial no nosso país, bem como no retrato de uma certa forma de estar e de viver em acelerado declínio.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Nestas trezentas e tantas páginas desvenda-se uma visão do mundo que poetiza todas as coisas. [...] O poeta, ao jeito dos grandes mestres asiáticos, enumera e combina estorninhos e nuvens, cisnes e macieiras, tentando que a transparência mas também a densidade misteriosa da natureza revelem a sua especial sabedoria. [...] É uma súmula da poesia de Jorge Sousa Braga, que vê sempre o lírio que há em todo o delírio." Pedro Mexia, in Público "A poesia de Jorge Sousa Braga ganha muito em ser reunida: ganha a consistência de uma inventividade - também formal - que abre para uma utopia do literário, para uma libertação da palavra que tem muito mais o carácter de um método do que de uma fórmula. A poesia de Jorge Sousa Braga [...] nasce da mais primordial atitude poética: o amor pelas palavras, pelo ilimitado a que elas dão acesso." António Guerreiro, in Expresso
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Nestas trezentas e tantas páginas desvenda-se uma visão do mundo que poetiza todas as coisas. [...] O poeta, ao jeito dos grandes mestres asiáticos, enumera e combina estorninhos e nuvens, cisnes e macieiras, tentando que a transparência mas também a densidade misteriosa da natureza revelem a sua especial sabedoria. [...] É uma súmula da poesia de Jorge Sousa Braga, que vê sempre o lírio que há em todo o delírio." Pedro Mexia, in Público "A poesia de Jorge Sousa Braga ganha muito em ser reunida: ganha a consistência de uma inventividade - também formal - que abre para uma utopia do literário, para uma libertação da palavra que tem muito mais o carácter de um método do que de uma fórmula. A poesia de Jorge Sousa Braga [...] nasce da mais primordial atitude poética: o amor pelas palavras, pelo ilimitado a que elas dão acesso." António Guerreiro, in Expresso
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 60
Sinopse:
Partindo de uma enigmática personagem de Jacques le Fataliste, de Diderot, este livro de Adília Lopes tem sido, no conjunto da sua obra, um dos mais traduzidos e estudados, em Portugal e no estrangeiro. Agora numa edição para os mais pequenos - e não só - com os desenhos de Pedro Proença.
Nº Páginas: 60
Sinopse:
Partindo de uma enigmática personagem de Jacques le Fataliste, de Diderot, este livro de Adília Lopes tem sido, no conjunto da sua obra, um dos mais traduzidos e estudados, em Portugal e no estrangeiro. Agora numa edição para os mais pequenos - e não só - com os desenhos de Pedro Proença.
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Edição: Jul 2000
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"O Pobre Tolo", escrito em 1923 e reescrito sete anos mais tarde, sob a designação de "elegia satírica", é, segundo Tolentino de Mendonça, no seu prefácio a esta obra, uma "fantasia ao crepúsculo", um "drama sonhado na ponte de S. Gonçalo". No meio da ponte de S. Gonçalo, em Amarante, tendo, de um lado, a rua do Cuvelo e, do outro, o Largo, entre as duas margens do Tâmega, esse "rio de verdes sombras liquefeitas", encontra-se um pobre tolo que, "parado e pasmado", contempla o rio. "Não vou nem fico, não me decido", afirma, não conseguindo resolver-se quanto ao rumo a tomar. Parece estar condenado a permanecer no mesmo local, convivendo com os fantasmas que passam, discutindo a existência consigo mesmo.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"O Pobre Tolo", escrito em 1923 e reescrito sete anos mais tarde, sob a designação de "elegia satírica", é, segundo Tolentino de Mendonça, no seu prefácio a esta obra, uma "fantasia ao crepúsculo", um "drama sonhado na ponte de S. Gonçalo". No meio da ponte de S. Gonçalo, em Amarante, tendo, de um lado, a rua do Cuvelo e, do outro, o Largo, entre as duas margens do Tâmega, esse "rio de verdes sombras liquefeitas", encontra-se um pobre tolo que, "parado e pasmado", contempla o rio. "Não vou nem fico, não me decido", afirma, não conseguindo resolver-se quanto ao rumo a tomar. Parece estar condenado a permanecer no mesmo local, convivendo com os fantasmas que passam, discutindo a existência consigo mesmo.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Do Vietname ao Líbano, do Camboja à Eritreia, de El Salvador à Nicarágua, de Angola e Moçambique aos Balcãs e ao Iraque… Depois de trinta anos a tirar fotografias em busca da imagem definitiva, do momento simultaneamente fugaz e eterno que explica tudo, o fotógrafo de guerra Andrés Faulques substitui a câmara pelos pincéis. Não tendo conseguido tirar a foto capaz de transmitir o caos do Universo, agora, enquanto tenta compreendê-lo, começa a pintar um grande fresco circular no muro de uma torre de vigia no Mediterrâneo, onde vive sozinho, perturbado pela memória de uma mulher que nunca conseguiu esquecer e pela visita inesperada de um homem que o quer matar. O homem é uma sombra do seu passado, uma das inúmeras faces da guerra com que ele ganhou a vida. Mas o poder da imagem vai muito além da sua existência física e, à medida que o romance avança, a história do artista e do soldado emerge, entrelaçada com uma história de amor condenada e o progresso de uma pintura impregnada de História. Deslumbrante e perturbador, "O Pintor de Batalhas" arrasta o leitor e subjuga-o, através da complexa geometria do caos do século XX: a arte, a ciência, a guerra, o amor, a lucidez e a solidariedade combinam-se no vasto mural de um mundo que agoniza.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Do Vietname ao Líbano, do Camboja à Eritreia, de El Salvador à Nicarágua, de Angola e Moçambique aos Balcãs e ao Iraque… Depois de trinta anos a tirar fotografias em busca da imagem definitiva, do momento simultaneamente fugaz e eterno que explica tudo, o fotógrafo de guerra Andrés Faulques substitui a câmara pelos pincéis. Não tendo conseguido tirar a foto capaz de transmitir o caos do Universo, agora, enquanto tenta compreendê-lo, começa a pintar um grande fresco circular no muro de uma torre de vigia no Mediterrâneo, onde vive sozinho, perturbado pela memória de uma mulher que nunca conseguiu esquecer e pela visita inesperada de um homem que o quer matar. O homem é uma sombra do seu passado, uma das inúmeras faces da guerra com que ele ganhou a vida. Mas o poder da imagem vai muito além da sua existência física e, à medida que o romance avança, a história do artista e do soldado emerge, entrelaçada com uma história de amor condenada e o progresso de uma pintura impregnada de História. Deslumbrante e perturbador, "O Pintor de Batalhas" arrasta o leitor e subjuga-o, através da complexa geometria do caos do século XX: a arte, a ciência, a guerra, o amor, a lucidez e a solidariedade combinam-se no vasto mural de um mundo que agoniza.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O Deão Jocelin tem uma visão: Deus escolheu-o para erigir um magnífico pináculo na sua catedral. O pedreiro encarregado da obra desaconselha-o fortemente, pois a velha catedral foi construída sem fundações e é um milagre que se mantenha de pé. Mesmo assim, o pináculo ergue-se, octógono sobre octógono, cume sobre cume, até os pilares começarem a estremecer e a afundar-se no solo. A sua altura lança uma sombra cada vez mais escura sobre o chão e, em particular, sobre o Deão Jocelin. Mas este, que acredita ser um mero instrumento nas mãos de Deus, abençoado por uma visão do Criador, insiste em elevar mais e mais alto o pináculo. Todavia, as consequências da concretização do seu objectivo revelam-se trágicas para aqueles que o rodeiam. Ambientado na Inglaterra medieval, e inspirado na história da catedral de Salisbury, "O Pináculo" é um romance sobre a realização criativa, que dá vida ao impossível, mas também sobre o custo financeiro, físico e espiritual da loucura de um homem. Ao espelhar na narrativa a progressão dessa loucura, William Golding alcança algo extraordinário. A aparente simplicidade de um livro complexo é o testemunho da sua habilidade literária.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O Deão Jocelin tem uma visão: Deus escolheu-o para erigir um magnífico pináculo na sua catedral. O pedreiro encarregado da obra desaconselha-o fortemente, pois a velha catedral foi construída sem fundações e é um milagre que se mantenha de pé. Mesmo assim, o pináculo ergue-se, octógono sobre octógono, cume sobre cume, até os pilares começarem a estremecer e a afundar-se no solo. A sua altura lança uma sombra cada vez mais escura sobre o chão e, em particular, sobre o Deão Jocelin. Mas este, que acredita ser um mero instrumento nas mãos de Deus, abençoado por uma visão do Criador, insiste em elevar mais e mais alto o pináculo. Todavia, as consequências da concretização do seu objectivo revelam-se trágicas para aqueles que o rodeiam. Ambientado na Inglaterra medieval, e inspirado na história da catedral de Salisbury, "O Pináculo" é um romance sobre a realização criativa, que dá vida ao impossível, mas também sobre o custo financeiro, físico e espiritual da loucura de um homem. Ao espelhar na narrativa a progressão dessa loucura, William Golding alcança algo extraordinário. A aparente simplicidade de um livro complexo é o testemunho da sua habilidade literária.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Três anos, dez meses e vinte e um dias. É o tempo que resta a Bruna Husky. A detetive replicante, que é uma sobrevivente capaz de tudo, continua a debater-se com a independência total e a necessidade desesperada de carinho, como uma fera aprisionada na jaula de uma existência a prazo. Contratada para resolver um caso aparentemente simples e lucrativo, Bruna vê-se envolvida numa trama de corrupção internacional de tal forma sinistra e ameaçadora que pode comprometer a existência da própria Terra. Num futuro no qual os direitos, outrora considerados essenciais, se tornaram reféns do dinheiro, a replicante revela-se uma guerreira empenhada na luta contra esquemas de organização social baseados em preconceitos, regras rígidas e fanatismo, que põem em causa a existência de todos os seres. O "Peso do Coração" é um romance distópico que, a partir do debate claro e atual das consequências das opções do presente, reflete de forma madura sobre as condições de vida e da morte, e sobre aquilo que é, na essência, a própria definição de humanidade, constituindo um regresso extraordinário ao mundo fascinante de "Lágrimas na Chuva".
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Três anos, dez meses e vinte e um dias. É o tempo que resta a Bruna Husky. A detetive replicante, que é uma sobrevivente capaz de tudo, continua a debater-se com a independência total e a necessidade desesperada de carinho, como uma fera aprisionada na jaula de uma existência a prazo. Contratada para resolver um caso aparentemente simples e lucrativo, Bruna vê-se envolvida numa trama de corrupção internacional de tal forma sinistra e ameaçadora que pode comprometer a existência da própria Terra. Num futuro no qual os direitos, outrora considerados essenciais, se tornaram reféns do dinheiro, a replicante revela-se uma guerreira empenhada na luta contra esquemas de organização social baseados em preconceitos, regras rígidas e fanatismo, que põem em causa a existência de todos os seres. O "Peso do Coração" é um romance distópico que, a partir do debate claro e atual das consequências das opções do presente, reflete de forma madura sobre as condições de vida e da morte, e sobre aquilo que é, na essência, a própria definição de humanidade, constituindo um regresso extraordinário ao mundo fascinante de "Lágrimas na Chuva".
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 88
Sinopse:
"O Peso da Sombra" foi publicado pela primeira vez em 1982 e é porventura o livro, no universo da obra de Eugénio de Andrade, onde mais notoriamente se manifesta a melancolia e a aguda consciência da passagem do tempo, com os seus efeitos sobre o corpo. Como nos escreve Paula Morão, no prefácio a esta edição, "O poeta sabe que o regresso pertence ao obscuro domínio da viagem onírica reiterada desde tempos imemoriais, sabe que o retorno pede uma nova partida em direcção ao íntimo nunca decifrado de si mesmo: como uma gruta povoada de ninfas, colossos e mistérios, a literatura sabe que o evanescente só encontra pleno sentido no gesto que faz e repete o poema a cada vez, a cada livro."
Nº Páginas: 88
Sinopse:
"O Peso da Sombra" foi publicado pela primeira vez em 1982 e é porventura o livro, no universo da obra de Eugénio de Andrade, onde mais notoriamente se manifesta a melancolia e a aguda consciência da passagem do tempo, com os seus efeitos sobre o corpo. Como nos escreve Paula Morão, no prefácio a esta edição, "O poeta sabe que o regresso pertence ao obscuro domínio da viagem onírica reiterada desde tempos imemoriais, sabe que o retorno pede uma nova partida em direcção ao íntimo nunca decifrado de si mesmo: como uma gruta povoada de ninfas, colossos e mistérios, a literatura sabe que o evanescente só encontra pleno sentido no gesto que faz e repete o poema a cada vez, a cada livro."
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Na véspera da Primeira Guerra Mundial, Fleurette, a única filha da rica casa perfumista Delacroix, está a ser forçada a casar com um homem que detesta, Aimery De Lasset, diretor da mais famosa fábrica de perfumes em França. Apenas os sinos da catedral a dobrarem para convocar os homens para a linha de frente na noite do casamento a salvam de consumar a noite de núpcias. Quando recebe uma carta do irmão afastado de Aimery a advertir contra a união de ambos, Fleurette fica com o fardo de um segredo terrível. É um segredo que tem o poder de destruir as duas famílias e seus impérios perfume de uma vez por todas. O Perfume Secreto é uma festa inebriante para os sentidos, uma história muito apaixonada e dramática sobre o dever, o engano e o desejo.
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Na véspera da Primeira Guerra Mundial, Fleurette, a única filha da rica casa perfumista Delacroix, está a ser forçada a casar com um homem que detesta, Aimery De Lasset, diretor da mais famosa fábrica de perfumes em França. Apenas os sinos da catedral a dobrarem para convocar os homens para a linha de frente na noite do casamento a salvam de consumar a noite de núpcias. Quando recebe uma carta do irmão afastado de Aimery a advertir contra a união de ambos, Fleurette fica com o fardo de um segredo terrível. É um segredo que tem o poder de destruir as duas famílias e seus impérios perfume de uma vez por todas. O Perfume Secreto é uma festa inebriante para os sentidos, uma história muito apaixonada e dramática sobre o dever, o engano e o desejo.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O fenómeno intrusivo que mina a democracia portuguesa. A corrupção mata a esperança no futuro de Portugal. O fenómeno ganhou raízes e é, infelizmente, uma das marcas distintivas do regime democrático português. Bastará estar atento às notícias para constatar que a corrupção contaminou muitas áreas da nossa sociedade, do futebol à cultura, passando pela justiça e pela política. Casos e Protagonistas de A a Z Com este livro, Paulo de Morais apresenta um registo, para memória futura, do flagelo da corrupção. Retratam-se casos e protagonistas, essencialmente na esfera da política, para que fiquem identificadas as causas do fenómeno e os seus principais responsáveis. Mas também se evidencia o esforço de jornalistas e ativistas que combatem a corrupção de diversas formas, bem como das organizações em que se agregam. O autor é um ativista na denúncia dos mecanismos da corrupção em Portugal. Faz apresentações e conferências pelo país sobre o tema e foi membro do núcleo fundador da Associação Cívica Transparência e Integridade, capítulo nacional da organização não-governamental Transparency Internacional, de que foi vice-presidente. Conhecer o fenómeno. Travar a corrupção. Somos todos precisos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O fenómeno intrusivo que mina a democracia portuguesa. A corrupção mata a esperança no futuro de Portugal. O fenómeno ganhou raízes e é, infelizmente, uma das marcas distintivas do regime democrático português. Bastará estar atento às notícias para constatar que a corrupção contaminou muitas áreas da nossa sociedade, do futebol à cultura, passando pela justiça e pela política. Casos e Protagonistas de A a Z Com este livro, Paulo de Morais apresenta um registo, para memória futura, do flagelo da corrupção. Retratam-se casos e protagonistas, essencialmente na esfera da política, para que fiquem identificadas as causas do fenómeno e os seus principais responsáveis. Mas também se evidencia o esforço de jornalistas e ativistas que combatem a corrupção de diversas formas, bem como das organizações em que se agregam. O autor é um ativista na denúncia dos mecanismos da corrupção em Portugal. Faz apresentações e conferências pelo país sobre o tema e foi membro do núcleo fundador da Associação Cívica Transparência e Integridade, capítulo nacional da organização não-governamental Transparency Internacional, de que foi vice-presidente. Conhecer o fenómeno. Travar a corrupção. Somos todos precisos.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Este é um livro de heróis universais, que se destacaram pela coragem, valentia e força de carácter e que, com os seus feitos, contribuíram para grandes mudanças na humanidade. Foram exploradores, líderes, visionários, que lutaram pela liberdade ou pela conquista de novos mundos. Muitas vezes, correram risco de vida, tendo mesmo, nalguns casos, morrido pelos ideais que defendiam. Dos feitos militares de Ramsés II à luta pela liberdade e justiça de Nelson Mandela, percorremos o tempo e o espaço em busca dos homens que ficaram para a história pelos ideais por que se bateram. Num livro de heróis de todo o mundo, destacamos os portugueses Vasco da Gama, Fernão de Magalhães e Aristides de Sousa Mendes, mas também homens da ciência, como Galileu Galilei ou Charles Darwin. E ainda grandes líderes: George Washington, Napoleão Bonaparte, Simón Bolívar, Abraham Lincoln, Winston Churchill, Mahatma Gandhi. Foi no exemplo pacifista de Gandhi que se inspirou outro dos nossos heróis, Martin Luther King. Redescubra as histórias de ousadia e auto-superação.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Este é um livro de heróis universais, que se destacaram pela coragem, valentia e força de carácter e que, com os seus feitos, contribuíram para grandes mudanças na humanidade. Foram exploradores, líderes, visionários, que lutaram pela liberdade ou pela conquista de novos mundos. Muitas vezes, correram risco de vida, tendo mesmo, nalguns casos, morrido pelos ideais que defendiam. Dos feitos militares de Ramsés II à luta pela liberdade e justiça de Nelson Mandela, percorremos o tempo e o espaço em busca dos homens que ficaram para a história pelos ideais por que se bateram. Num livro de heróis de todo o mundo, destacamos os portugueses Vasco da Gama, Fernão de Magalhães e Aristides de Sousa Mendes, mas também homens da ciência, como Galileu Galilei ou Charles Darwin. E ainda grandes líderes: George Washington, Napoleão Bonaparte, Simón Bolívar, Abraham Lincoln, Winston Churchill, Mahatma Gandhi. Foi no exemplo pacifista de Gandhi que se inspirou outro dos nossos heróis, Martin Luther King. Redescubra as histórias de ousadia e auto-superação.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Histórias inspiradoras de mulheres que mudaram o mundo. Este é um livro de heroínas mundiais, mulheres que se destacaram pela coragem, valentia e força de carácter e que, com os seus feitos, contribuíram para grandes mudanças na humanidade. Foram exploradoras, líderes, visionárias, que lutaram pela liberdade ou pela conquista de novos mundos. Muitas vezes, correram risco de vida, tendo mesmo, nalguns casos, morrido pelos ideais que defendiam.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Histórias inspiradoras de mulheres que mudaram o mundo. Este é um livro de heroínas mundiais, mulheres que se destacaram pela coragem, valentia e força de carácter e que, com os seus feitos, contribuíram para grandes mudanças na humanidade. Foram exploradoras, líderes, visionárias, que lutaram pela liberdade ou pela conquista de novos mundos. Muitas vezes, correram risco de vida, tendo mesmo, nalguns casos, morrido pelos ideais que defendiam.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Seis desconhecidos que têm em comum algo de universal: as suas vidas nem sempre são o que eles fazem parecer. O que aconteceria se em vez disso dissessem a verdade? Julian Jessop está cansado de esconder a profunda solidão que sente. Este septuagenário acredita que a maioria das pessoas não é verdadeira acerca da sua vida. E se fossem? Decide então iniciar O Projeto da Autenticidade: um pequeno caderno verde, onde escreve a verdade sobre a sua própria vida, e que deixa pousado em cima de uma mesa do simpático café do seu bairro... Mónica, a proprietária do café, encontra-o e resolve acrescentar a sua história e deixar o caderno num bar de vinhos do outro lado da rua. Aos poucos quem encontra o caderno verde vai acrescentando as suas verdades mais profundas. Um gesto que vai alterar para sempre, as suas vidas. O excêntrico Julian, Monica, Hazard, o alcoólico que promete ficar sóbrio, Riley, Alice, a mãe influencer, que tem uma vida um pouco menos fabulosa do que aparece online, e Lizzie. Seis desconhecidos que se unem através do pequeno caderno verde; seis vidas que descobrem o poder da amizade e do amor. "O Pequeno Caderno das Grandes Verdades" é um livro divertido, inspirador e comovente, que nos mostra que sermos honestos acerca da nossa vida não é assim tão assustador, pelo contrário, assemelha-se muito à verdadeira felicidade.
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Seis desconhecidos que têm em comum algo de universal: as suas vidas nem sempre são o que eles fazem parecer. O que aconteceria se em vez disso dissessem a verdade? Julian Jessop está cansado de esconder a profunda solidão que sente. Este septuagenário acredita que a maioria das pessoas não é verdadeira acerca da sua vida. E se fossem? Decide então iniciar O Projeto da Autenticidade: um pequeno caderno verde, onde escreve a verdade sobre a sua própria vida, e que deixa pousado em cima de uma mesa do simpático café do seu bairro... Mónica, a proprietária do café, encontra-o e resolve acrescentar a sua história e deixar o caderno num bar de vinhos do outro lado da rua. Aos poucos quem encontra o caderno verde vai acrescentando as suas verdades mais profundas. Um gesto que vai alterar para sempre, as suas vidas. O excêntrico Julian, Monica, Hazard, o alcoólico que promete ficar sóbrio, Riley, Alice, a mãe influencer, que tem uma vida um pouco menos fabulosa do que aparece online, e Lizzie. Seis desconhecidos que se unem através do pequeno caderno verde; seis vidas que descobrem o poder da amizade e do amor. "O Pequeno Caderno das Grandes Verdades" é um livro divertido, inspirador e comovente, que nos mostra que sermos honestos acerca da nossa vida não é assim tão assustador, pelo contrário, assemelha-se muito à verdadeira felicidade.
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Edição: Ago 2017
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Três colaboradores de uma editora de Milão, após leitura intensiva de manuscritos sobre o esoterismo e o oculto, entrevêem algo grandioso que retoma a história antiga de um segredo dos Templários. E propõem-se desvendar um Plano secreto para dominar o mundo, trazendo à luz do dia um segredo enterrado há séculos, desde a extinção da Ordem dos Templários. Mergulham numa investigação profunda, que os leva a estabelecer conexões especulativas e a tecer laços entre o que racionalmente se combina e o que apaixonadamente se associa sem reservas. Ao princípio, tudo se resumia a um jogo estimulante. Mas depois tudo leva a crer que estão prestes a descobrir algo realmente importante, de tal modo que as suas próprias vidas ficam em risco. O receio de que o «jogo» tenha escapado ao seu controlo junta-se a uma desesperada busca da verdade. Num mundo em que tudo se liga a tudo e em que cada um vê o que quer, o desafio de encontrar a verdade não podia ser mais estimulante. Ao enredo juntam-se diversas teorias ecrenças religiosas. Terão sobrevivido os cavaleiros detentores do Plano? Conseguirão Belbo, Diotallevi e Casaubon desvendar o «Plano» dos Templários? Pela mão de um reconhecido mestre, um livro imperdível, que reúne trama histórica, aventura e suspense, num romance com ironia quanto baste, conspiração ao mais alto nível e mistério no seu melhor.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Três colaboradores de uma editora de Milão, após leitura intensiva de manuscritos sobre o esoterismo e o oculto, entrevêem algo grandioso que retoma a história antiga de um segredo dos Templários. E propõem-se desvendar um Plano secreto para dominar o mundo, trazendo à luz do dia um segredo enterrado há séculos, desde a extinção da Ordem dos Templários. Mergulham numa investigação profunda, que os leva a estabelecer conexões especulativas e a tecer laços entre o que racionalmente se combina e o que apaixonadamente se associa sem reservas. Ao princípio, tudo se resumia a um jogo estimulante. Mas depois tudo leva a crer que estão prestes a descobrir algo realmente importante, de tal modo que as suas próprias vidas ficam em risco. O receio de que o «jogo» tenha escapado ao seu controlo junta-se a uma desesperada busca da verdade. Num mundo em que tudo se liga a tudo e em que cada um vê o que quer, o desafio de encontrar a verdade não podia ser mais estimulante. Ao enredo juntam-se diversas teorias ecrenças religiosas. Terão sobrevivido os cavaleiros detentores do Plano? Conseguirão Belbo, Diotallevi e Casaubon desvendar o «Plano» dos Templários? Pela mão de um reconhecido mestre, um livro imperdível, que reúne trama histórica, aventura e suspense, num romance com ironia quanto baste, conspiração ao mais alto nível e mistério no seu melhor.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 702
Sinopse:
Nova Iorque, 1929. A bolsa entra em colapso, milhares de empresas fecham, milhões de pessoas vão para o desemprego. A crise instala-se no planeta. Salazar é o ministro das Finanças em Portugal e a forma como lida com a Grande Depressão granjeia-lhe crescentes apoios. Conta com Artur Teixeira para subir a chefe de governo, mas primeiro terá de neutralizar a ameaça fascista. O desemprego lança o Japão no desespero. Satake Fukui vê o seu país embarcar numa grande aventura militarista, a invasão da Manchúria, na mesma altura em que tem de escolher entre a bela Harumi e a doce Ren. Lian-hua escapa a Mao Tse-tung e vai para Peiping. É aí que a jovem chinesa e a sua família enfrentam as terríveis consequências da invasão japonesa da Manchúria. A crise mundial convence os bolcheviques de que o capitalismo acabou. Estaline intensifica as coletivizações na União Soviética e o preço, em mortes e fome, é pago por milhões de pessoas. Incluindo Nadezhda.
Nº Páginas: 702
Sinopse:
Nova Iorque, 1929. A bolsa entra em colapso, milhares de empresas fecham, milhões de pessoas vão para o desemprego. A crise instala-se no planeta. Salazar é o ministro das Finanças em Portugal e a forma como lida com a Grande Depressão granjeia-lhe crescentes apoios. Conta com Artur Teixeira para subir a chefe de governo, mas primeiro terá de neutralizar a ameaça fascista. O desemprego lança o Japão no desespero. Satake Fukui vê o seu país embarcar numa grande aventura militarista, a invasão da Manchúria, na mesma altura em que tem de escolher entre a bela Harumi e a doce Ren. Lian-hua escapa a Mao Tse-tung e vai para Peiping. É aí que a jovem chinesa e a sua família enfrentam as terríveis consequências da invasão japonesa da Manchúria. A crise mundial convence os bolcheviques de que o capitalismo acabou. Estaline intensifica as coletivizações na União Soviética e o preço, em mortes e fome, é pago por milhões de pessoas. Incluindo Nadezhda.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Selecção inédita de contos, feita a partir de todos os livros do autor, por Gustavo Pacheco. A prosa transgressora de Sérgio Sant’Anna, um dos grandes escritores contemporâneos, a celebrar 50 anos de vida literária, junta-se à Colecção de Ficção em Língua Portuguesa da Tinta-da-china. Questionando sempre os limites do género e de cada conto, Sérgio Sant’Anna é conhecido pela sua abordagem violenta e íntima de temas como a morte, a melancolia, o desejo, a sexualidade, a filosofia ou o encontro entre criação e existência. Em "O Pássaro da Perfeição", além de todos os seus grandes clássicos, como "O Duelo", "O Concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro" ou "Um Conto Límpido e Obscuro", o leitor vai encontrar todas as variações de uma obra imensa e até um inédito.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Selecção inédita de contos, feita a partir de todos os livros do autor, por Gustavo Pacheco. A prosa transgressora de Sérgio Sant’Anna, um dos grandes escritores contemporâneos, a celebrar 50 anos de vida literária, junta-se à Colecção de Ficção em Língua Portuguesa da Tinta-da-china. Questionando sempre os limites do género e de cada conto, Sérgio Sant’Anna é conhecido pela sua abordagem violenta e íntima de temas como a morte, a melancolia, o desejo, a sexualidade, a filosofia ou o encontro entre criação e existência. Em "O Pássaro da Perfeição", além de todos os seus grandes clássicos, como "O Duelo", "O Concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro" ou "Um Conto Límpido e Obscuro", o leitor vai encontrar todas as variações de uma obra imensa e até um inédito.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Três irmãs e um irmão regressam, para as últimas férias de verão, à velha casa dos avós. Trazem os filhos, uma nova esposa e o filho de um antigo namorado. Ao longo de três semanas, as memórias do passado e da infância voltam à superfície e as tensões aumentam, misturando-se com o ar quente e denso da paisagem idílica de uma pequena vila inglesa. Tessa Hadley constrói um magnífico romance, só ao alcance de uma extraordinária autora, onde as particularidades das ligações familiares, as suas crises e alegrias, assumem o papel de protagonistas, assegurando que o passado fará sempre parte de nós.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Três irmãs e um irmão regressam, para as últimas férias de verão, à velha casa dos avós. Trazem os filhos, uma nova esposa e o filho de um antigo namorado. Ao longo de três semanas, as memórias do passado e da infância voltam à superfície e as tensões aumentam, misturando-se com o ar quente e denso da paisagem idílica de uma pequena vila inglesa. Tessa Hadley constrói um magnífico romance, só ao alcance de uma extraordinária autora, onde as particularidades das ligações familiares, as suas crises e alegrias, assumem o papel de protagonistas, assegurando que o passado fará sempre parte de nós.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Numa manhã de Inverno, Lars sai de casa e encontra uma jovem a dormir no seu carro. Ele é um escritor sexagenário e, poucas horas mais tarde, parte em viagem com a jovem deixando para trás um casamento de uma vida inteira e um romance inédito: O luto de Elias Gro.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Numa manhã de Inverno, Lars sai de casa e encontra uma jovem a dormir no seu carro. Ele é um escritor sexagenário e, poucas horas mais tarde, parte em viagem com a jovem deixando para trás um casamento de uma vida inteira e um romance inédito: O luto de Elias Gro.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Onde se encontra o Paraíso? Na construção de uma sociedade igualitária ou no retorno ao mundo primitivo? Duas Vidas: a de Flora Tristán, que põe todos os seus esforços na luta pelos direitos de mulher e dos operários, e a de Paul Gauguin, o homem que descobre a sua paixão pela pintura e abandona uma existência burguesa para viajar para o Tahiti em busca de um mundo não contaminado pelas convenções. Duas concepções do sexo: a de Flora, que só vê nele um instrumento de domínio masculino, e a de Guaguin, que a considera uma força vital imprescindível posta ao serviço da sua criatividade. O que têm em comum estas duas vidas desligadas e opostas, à parte o vínculo familiar por ser Flora a avó materna de Gauguin? É isto que Mário Vargas Llosa põe em relevo neste romance: o mundo de utopias que foi o século XIX. Um vínculo entre duas personagens que optam por modelos de vida opostos que revelam um desejo comum: alcançar um Paraíso onde seja possível a felicidade para os seres humanos.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Onde se encontra o Paraíso? Na construção de uma sociedade igualitária ou no retorno ao mundo primitivo? Duas Vidas: a de Flora Tristán, que põe todos os seus esforços na luta pelos direitos de mulher e dos operários, e a de Paul Gauguin, o homem que descobre a sua paixão pela pintura e abandona uma existência burguesa para viajar para o Tahiti em busca de um mundo não contaminado pelas convenções. Duas concepções do sexo: a de Flora, que só vê nele um instrumento de domínio masculino, e a de Guaguin, que a considera uma força vital imprescindível posta ao serviço da sua criatividade. O que têm em comum estas duas vidas desligadas e opostas, à parte o vínculo familiar por ser Flora a avó materna de Gauguin? É isto que Mário Vargas Llosa põe em relevo neste romance: o mundo de utopias que foi o século XIX. Um vínculo entre duas personagens que optam por modelos de vida opostos que revelam um desejo comum: alcançar um Paraíso onde seja possível a felicidade para os seres humanos.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Neste livro, os temas são variados: da literatura portuguesa ou de uma frase de Borges à situação política em Angola, de uma navalha sul-africana à teoria dos sonhos e ao cabelo da sua filha, da lista de inspirações para a sua obra até à beleza da Ilha de Moçambique e à herança portuguesa no Brasil - sempre num registo literário que ultrapassa a fronteira do tempo e da sua contingência.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Neste livro, os temas são variados: da literatura portuguesa ou de uma frase de Borges à situação política em Angola, de uma navalha sul-africana à teoria dos sonhos e ao cabelo da sua filha, da lista de inspirações para a sua obra até à beleza da Ilha de Moçambique e à herança portuguesa no Brasil - sempre num registo literário que ultrapassa a fronteira do tempo e da sua contingência.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Com o rei D. Carlos ao leme da nação, os habitantes de uma recôndita aldeia portuguesa dispõem-se a castigar, certa noite, os praticantes de um pecado hediondo, deitando fogo à sua casa na orla de uma floresta paradisíaca. E é tal a sanha colectiva contra os pecadores que - salvo os que ainda não andam e os que já não conseguem andar - só duas pessoas na povoação inteira não participam do massacre: Ana, a parteira, e o padre Engrácio. Conseguindo adiantar-se ao morticínio, resgatam com vida um par de gémeos recém-nascidos, baptizados nessa mesma noite com os nomes de Laura e Lourenço Duchamp. Recebidas em orfanatos distintos, as crianças crescerão sob o signo da tristeza, da violência e da solidão, sempre carentes da alma gémea que desconhecem ter, enquanto na aldeia, à medida que os anos passam, a culpa vai consumindo, um por um, os criminosos. Ana, que não pode ter filhos, nunca deixa, porém, de se perguntar pelos meninos que salvou, ignorando, como eles, que o reencontro é sempre uma possibilidade. Numa linguagem cuidada e bela e um leque de personagens fascinante, Paula de Sousa Lima constrói em "O Paraíso" uma narrativa pungente sobre o preconceito, o arrependimento e a incapacidade de fugir ao destino.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Com o rei D. Carlos ao leme da nação, os habitantes de uma recôndita aldeia portuguesa dispõem-se a castigar, certa noite, os praticantes de um pecado hediondo, deitando fogo à sua casa na orla de uma floresta paradisíaca. E é tal a sanha colectiva contra os pecadores que - salvo os que ainda não andam e os que já não conseguem andar - só duas pessoas na povoação inteira não participam do massacre: Ana, a parteira, e o padre Engrácio. Conseguindo adiantar-se ao morticínio, resgatam com vida um par de gémeos recém-nascidos, baptizados nessa mesma noite com os nomes de Laura e Lourenço Duchamp. Recebidas em orfanatos distintos, as crianças crescerão sob o signo da tristeza, da violência e da solidão, sempre carentes da alma gémea que desconhecem ter, enquanto na aldeia, à medida que os anos passam, a culpa vai consumindo, um por um, os criminosos. Ana, que não pode ter filhos, nunca deixa, porém, de se perguntar pelos meninos que salvou, ignorando, como eles, que o reencontro é sempre uma possibilidade. Numa linguagem cuidada e bela e um leque de personagens fascinante, Paula de Sousa Lima constrói em "O Paraíso" uma narrativa pungente sobre o preconceito, o arrependimento e a incapacidade de fugir ao destino.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um romance magistral sobre literatura, talento, comboios, compotas de groselha, ursos, vestidos de mulher, George Sand, política, século xix, absurdo, morte, solidão, escritores, crítica literária - e beleza. O inglês Geoffrey Braithwaite - médico reformado e viúvo - atravessa o canal da Mancha e dirige-se a Rouen, a terra natal de Gustave Flaubert. A intenção é ver o papagaio embalsamado que serviu de modelo a Flaubert durante a escrita de um dos seus livros. Mas o que é apenas uma viagem transforma-se, lentamente, numa lição maravilhosa e genial sobre o autor de Madame Bovary - o seu talento indiscutível, mas também os seus defeitos, manias, tiques insuportáveis, vaidades e medos -, sobre literatura, sobre o amor (entre Braithwaite e a mulher Helen, que morreu recentemente; entre Flaubert e Louise Colet), sobre o que falha e o que não tem sentido na vida, sobre os segredos que a rodeiam e lhe dão sentido. Tudo para concluir que a vida verdadeira é a vida que vem nos livros. Porque é a única que se pode interrogar.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um romance magistral sobre literatura, talento, comboios, compotas de groselha, ursos, vestidos de mulher, George Sand, política, século xix, absurdo, morte, solidão, escritores, crítica literária - e beleza. O inglês Geoffrey Braithwaite - médico reformado e viúvo - atravessa o canal da Mancha e dirige-se a Rouen, a terra natal de Gustave Flaubert. A intenção é ver o papagaio embalsamado que serviu de modelo a Flaubert durante a escrita de um dos seus livros. Mas o que é apenas uma viagem transforma-se, lentamente, numa lição maravilhosa e genial sobre o autor de Madame Bovary - o seu talento indiscutível, mas também os seus defeitos, manias, tiques insuportáveis, vaidades e medos -, sobre literatura, sobre o amor (entre Braithwaite e a mulher Helen, que morreu recentemente; entre Flaubert e Louise Colet), sobre o que falha e o que não tem sentido na vida, sobre os segredos que a rodeiam e lhe dão sentido. Tudo para concluir que a vida verdadeira é a vida que vem nos livros. Porque é a única que se pode interrogar.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No coração de Calcutá esconde-se um obscuro mistério... Um comboio em chamas atravessa a cidade. Um espectro de fogo semeia o terror nas sombras da noite. Mas isso não é mais do que o princípio. Numa noite obscura, um tenente inglês luta para salvar a vida a dois bebés de uma ameaça impensável. Apesar das insuportáveis chuvas da monção e do terror que o assedia a cada esquina, o jovem britânico consegue pô-los a salvo, mas que preço irá pagar? A perda da sua vida. Anos mais tarde, na véspera de fazer dezasseis anos, Ben, Sheere e os amigos terão de enfrentar o mais terrível e mortífero mistério da história da cidade dos palácios.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No coração de Calcutá esconde-se um obscuro mistério... Um comboio em chamas atravessa a cidade. Um espectro de fogo semeia o terror nas sombras da noite. Mas isso não é mais do que o princípio. Numa noite obscura, um tenente inglês luta para salvar a vida a dois bebés de uma ameaça impensável. Apesar das insuportáveis chuvas da monção e do terror que o assedia a cada esquina, o jovem britânico consegue pô-los a salvo, mas que preço irá pagar? A perda da sua vida. Anos mais tarde, na véspera de fazer dezasseis anos, Ben, Sheere e os amigos terão de enfrentar o mais terrível e mortífero mistério da história da cidade dos palácios.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 504
Sinopse:
O alferes Capelo está a cumprir o serviço militar em Angola quando se dá o massacre de centenas de brancos em povoações isoladas do Norte; é chamado a participar na primeira resposta militar contra os rebeldes e acaba por fazer duas comissões na Guerra Colonial e já não regressar à metrópole, casando-se e tornando-se proprietário de plantações de café.Na mesma altura, Mateus, funcionário público e amante da poesia e do xadrez, é iniciado em Luanda nas relações de poder entre colonos e colonizados, assistindo à prisão e tortura de rebeldes e guerrilheiros; manda vir a família e instala-se na Gabela, cruzando-se com Capelo, já desmobilizado, ambos desconhecendo que assistem aos últimos estertores do império. Na verdade, o 25 de Abril muda tudo: o Governo de Lisboa prepara a independência das Colónias e, na Gabela, as atenções dividem-se entre o MPLA e a FNLA. Quando rebenta a guerra civil, a população branca aflui aos portos e aeroportos e aproveita-se o caos para fazer ajustes de contas pessoais. Mateus e a família são agora refugiados que aguardam embarque na maior ponte aérea civil alguma vez realizada entre dois continentes e chegam a Lisboa com milhares de outros desalojados em pleno PREC.Este é um romance sobre o fim do período colonial, com descrições impressionantes da violência recíproca que moldou Angola antes, durante e depois da guerra, e o relato de como muitas famílias testemunharam, da pior maneira, o fim de um ciclo que durou mais de quinhentos anos.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
O alferes Capelo está a cumprir o serviço militar em Angola quando se dá o massacre de centenas de brancos em povoações isoladas do Norte; é chamado a participar na primeira resposta militar contra os rebeldes e acaba por fazer duas comissões na Guerra Colonial e já não regressar à metrópole, casando-se e tornando-se proprietário de plantações de café.Na mesma altura, Mateus, funcionário público e amante da poesia e do xadrez, é iniciado em Luanda nas relações de poder entre colonos e colonizados, assistindo à prisão e tortura de rebeldes e guerrilheiros; manda vir a família e instala-se na Gabela, cruzando-se com Capelo, já desmobilizado, ambos desconhecendo que assistem aos últimos estertores do império. Na verdade, o 25 de Abril muda tudo: o Governo de Lisboa prepara a independência das Colónias e, na Gabela, as atenções dividem-se entre o MPLA e a FNLA. Quando rebenta a guerra civil, a população branca aflui aos portos e aeroportos e aproveita-se o caos para fazer ajustes de contas pessoais. Mateus e a família são agora refugiados que aguardam embarque na maior ponte aérea civil alguma vez realizada entre dois continentes e chegam a Lisboa com milhares de outros desalojados em pleno PREC.Este é um romance sobre o fim do período colonial, com descrições impressionantes da violência recíproca que moldou Angola antes, durante e depois da guerra, e o relato de como muitas famílias testemunharam, da pior maneira, o fim de um ciclo que durou mais de quinhentos anos.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
São histórias reais de gente inventada e histórias inventadas de gente real, mulheres destemidas e homens combativos ¿ mas também capazes de momentos desprezíveis e de atitudes medrosas. Corajosos e malandros, mentirosos, que fazem pela vida. Gente de carne e osso que aprendeu a desconfiar e a sobreviver num país do solidó, sempre com aquela musiquinha em fundo, atrevida e monótona, divertida e medíocre. No país do solidó, estes retratos são instantâneos das vidas verdadeiras que não aparecem nos jornais nem na sociologia universitária, mas frequentam as redes sociais e as igrejas que ainda restam. Entre o conto e a crónica, trocando os nomes e avariando as grandes teorias sobre o funcionamento da pátria, J. Rentes de Carvalho não dá explicações sobre um mundo que não quer ser explicado — mas observa-o com humor, cumplicidade, atrevimento, uma compreensão que não pede distância mas proximidade. São personagens que não receberão medalhas no Dia de Portugal; mas compõem um dos melhores retratos de todos nós.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
São histórias reais de gente inventada e histórias inventadas de gente real, mulheres destemidas e homens combativos ¿ mas também capazes de momentos desprezíveis e de atitudes medrosas. Corajosos e malandros, mentirosos, que fazem pela vida. Gente de carne e osso que aprendeu a desconfiar e a sobreviver num país do solidó, sempre com aquela musiquinha em fundo, atrevida e monótona, divertida e medíocre. No país do solidó, estes retratos são instantâneos das vidas verdadeiras que não aparecem nos jornais nem na sociologia universitária, mas frequentam as redes sociais e as igrejas que ainda restam. Entre o conto e a crónica, trocando os nomes e avariando as grandes teorias sobre o funcionamento da pátria, J. Rentes de Carvalho não dá explicações sobre um mundo que não quer ser explicado — mas observa-o com humor, cumplicidade, atrevimento, uma compreensão que não pede distância mas proximidade. São personagens que não receberão medalhas no Dia de Portugal; mas compõem um dos melhores retratos de todos nós.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A democracia está a consumir-se a si própria, as desigualdades estão a aumentar e o sistema está a colapsar. Porquê? Porque em 1962 alguns banqueiros londrinos tiveram uma ideia que mudou o mundo. Essa ideia chamava-se offshore e significava que, pela primeira vez, os ladrões podiam sonhar em grande — podiam roubar tudo. Este livro é a estonteante história da riqueza e poder no século XXI — é uma viagem ao mundo oculto dos novos cleptocratas e criminosos globais, passando pelos países pobres em que o dinheiro público é roubado e pelos países ricos onde é investido. De Angola à Ucrânia, do Reino Unido a Malta, O País do Dinheiro denuncia as instituições que se estão a transformar em operações de lavagem de dinheiro. É também um alerta para a forma como a manipulação das leis de uns países afeta as fundações de outros, incluindo alguns dos países mais estáveis do mundo. O cenário é negro, mas ainda há tempo para resgatar a democracia das garras da corrupção.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A democracia está a consumir-se a si própria, as desigualdades estão a aumentar e o sistema está a colapsar. Porquê? Porque em 1962 alguns banqueiros londrinos tiveram uma ideia que mudou o mundo. Essa ideia chamava-se offshore e significava que, pela primeira vez, os ladrões podiam sonhar em grande — podiam roubar tudo. Este livro é a estonteante história da riqueza e poder no século XXI — é uma viagem ao mundo oculto dos novos cleptocratas e criminosos globais, passando pelos países pobres em que o dinheiro público é roubado e pelos países ricos onde é investido. De Angola à Ucrânia, do Reino Unido a Malta, O País do Dinheiro denuncia as instituições que se estão a transformar em operações de lavagem de dinheiro. É também um alerta para a forma como a manipulação das leis de uns países afeta as fundações de outros, incluindo alguns dos países mais estáveis do mundo. O cenário é negro, mas ainda há tempo para resgatar a democracia das garras da corrupção.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este é o primeiro romance de Jorge Amado, escrito quando ele tinha apenas dezoito anos. Publicado em 1931, faz um retrato crítico da imagem festiva e contraditória do Brasil, a partir do olhar do personagem Paulo Rigger, um brasileiro atormentado pela inquietação existencial que, após sete anos em Paris, regressa a um país com o qual não se identifica. Bem recebido pela crítica e pelo público, o livro aborda as questões de uma juventude plena de inquietude, numa ansiosa e mesmo angustiada busca de verdades e do sentido da vida. Trata-se, em suma, de um retrato geracional - tecido a partir das rondas de Paulo Rigger pelos círculos boémios e literários da cidade da Bahia, em inícios do século XX. No final, insatisfeito e desencantado, marcado por uma renúncia preconceituosa ao amor, que inesperadamente encontrara, e aturdido pelas contradições que o rodeiam, Rigger embarca, no porto do Rio de Janeiro, com destino à Europa. Leva consigo as suas dores, deixando para trás uma cidade alucinada pelos ritmos e brilhos do Carnaval.Considerado subversivo, "O País do Carnaval" estava entre os livros de Jorge Amado que foram queimados em praça pública em Salvador, por determinação da polícia do Estado Novo, em 1937.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este é o primeiro romance de Jorge Amado, escrito quando ele tinha apenas dezoito anos. Publicado em 1931, faz um retrato crítico da imagem festiva e contraditória do Brasil, a partir do olhar do personagem Paulo Rigger, um brasileiro atormentado pela inquietação existencial que, após sete anos em Paris, regressa a um país com o qual não se identifica. Bem recebido pela crítica e pelo público, o livro aborda as questões de uma juventude plena de inquietude, numa ansiosa e mesmo angustiada busca de verdades e do sentido da vida. Trata-se, em suma, de um retrato geracional - tecido a partir das rondas de Paulo Rigger pelos círculos boémios e literários da cidade da Bahia, em inícios do século XX. No final, insatisfeito e desencantado, marcado por uma renúncia preconceituosa ao amor, que inesperadamente encontrara, e aturdido pelas contradições que o rodeiam, Rigger embarca, no porto do Rio de Janeiro, com destino à Europa. Leva consigo as suas dores, deixando para trás uma cidade alucinada pelos ritmos e brilhos do Carnaval.Considerado subversivo, "O País do Carnaval" estava entre os livros de Jorge Amado que foram queimados em praça pública em Salvador, por determinação da polícia do Estado Novo, em 1937.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O mecanismo é cruel, mas entra automaticamente em acção a partir do momento em que o narrador sai do enterro da sua filha de oito anos: agora, ele vai ser sempre O Pai da Menina Morta. A partir da dor e da reconfiguração do mundo que acontece após essa perda indizível, este romance de estreia (construído a partir de uma tragédia pessoal) reúne coragem, agonia, tristeza, humor e vitalidade para captar, dentro do possível, o impacto da morte de uma filha na vida do pai. Romance fragmentado, composto por secções que formam uma espécie de estrutura caleidoscópica do luto, o livro de Tiago Ferro não se limita a ser um inventário da dor, ampliando o registo de um episódio devastador a partir da manipulação consciente e irónica de temas como auto-imagem, sexualidade, humor, casamento, amizade, confissão, memória, fabulação e vida contemporânea.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O mecanismo é cruel, mas entra automaticamente em acção a partir do momento em que o narrador sai do enterro da sua filha de oito anos: agora, ele vai ser sempre O Pai da Menina Morta. A partir da dor e da reconfiguração do mundo que acontece após essa perda indizível, este romance de estreia (construído a partir de uma tragédia pessoal) reúne coragem, agonia, tristeza, humor e vitalidade para captar, dentro do possível, o impacto da morte de uma filha na vida do pai. Romance fragmentado, composto por secções que formam uma espécie de estrutura caleidoscópica do luto, o livro de Tiago Ferro não se limita a ser um inventário da dor, ampliando o registo de um episódio devastador a partir da manipulação consciente e irónica de temas como auto-imagem, sexualidade, humor, casamento, amizade, confissão, memória, fabulação e vida contemporânea.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pode um bilionário ser arauto e servidor de um povo revoltado? E é esta revolta real ou fabricada? E que revolta é, se for? Na sociedade, na economia, nos estados, no próprio modelo federal? É o "novo contrato" prometido por Trump uma visão, ou um disfarce? O "populismo" triunfante durará? Haverá resistência nacional? E é Trump um revolucionário, um contra-revolucionário ou um reaccionário? Este livro procura analisar as causas, profundas e visíveis, longínquas e próximas, provadas e prováveis, do triunfo de Donald Trump. Investiga também as consequências dessa eleição, para a América e para o mundo, incluindo Portugal. E traça um retrato histórico da "civilização" dos EUA. Com fontes, documentos e testemunhos inéditos, eis a primeira obra mundial sobre um fenómeno que dará que falar, quer seja vitorioso até 2021, quer morra pelo caminho.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pode um bilionário ser arauto e servidor de um povo revoltado? E é esta revolta real ou fabricada? E que revolta é, se for? Na sociedade, na economia, nos estados, no próprio modelo federal? É o "novo contrato" prometido por Trump uma visão, ou um disfarce? O "populismo" triunfante durará? Haverá resistência nacional? E é Trump um revolucionário, um contra-revolucionário ou um reaccionário? Este livro procura analisar as causas, profundas e visíveis, longínquas e próximas, provadas e prováveis, do triunfo de Donald Trump. Investiga também as consequências dessa eleição, para a América e para o mundo, incluindo Portugal. E traça um retrato histórico da "civilização" dos EUA. Com fontes, documentos e testemunhos inéditos, eis a primeira obra mundial sobre um fenómeno que dará que falar, quer seja vitorioso até 2021, quer morra pelo caminho.
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