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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1988, acerca deste livro escreve Fernando Pinto do Amaral, com grande justiça: "Saber dar atenção às coisas simples é às vezes o mais difícil, e não apenas em poesia. As palavras que tentam dizê-las procuram uma nudez coincidente com o seu ser, exibindo a vitalidade das perguntas sem resposta, mas sendo ao mesmo tempo a expressão de um sim irradiante e sempre novo, incorporado na ilusão do acto perceptivo. Assim pode ir, frutificando, pouco a pouco, o mais fértil de todos os saberes — esse cujas certezas arrastam enigmas e que é, afinal, um outro nome da ignorância."
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1988, acerca deste livro escreve Fernando Pinto do Amaral, com grande justiça: "Saber dar atenção às coisas simples é às vezes o mais difícil, e não apenas em poesia. As palavras que tentam dizê-las procuram uma nudez coincidente com o seu ser, exibindo a vitalidade das perguntas sem resposta, mas sendo ao mesmo tempo a expressão de um sim irradiante e sempre novo, incorporado na ilusão do acto perceptivo. Assim pode ir, frutificando, pouco a pouco, o mais fértil de todos os saberes — esse cujas certezas arrastam enigmas e que é, afinal, um outro nome da ignorância."
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Ellis Hock nunca acreditou que voltaria a África, à isolada aldeia em que fora tão feliz. Enquanto gere o seu antiquado negócio de pronto-a-vestir masculino, Ellis Hock sonha ainda com o seu paraíso africano e os quatro anos que passou no Malawi com o Corpo de Paz, interrompidos quando foi obrigado a regressar para tomar conta do negócio de família. No entanto, quando a mulher o deixa, privando-o da casa de família e da filha, e exigindo partilhas, Ellis Hock percebe que não tem lugar para onde possa ir, a não ser a remota região de Lower River, onde poderá reencontrar momentos felizes. Ao chegar à poeirenta aldeia, Hock descobre-a profundamente transformada: a escola que o próprio construíra é agora uma ruína; a igreja e a clínica desapareceram; e a pobreza e apatia instalaram-se nas pessoas, que se lembram dele - do estrangeiro que tinha medo de cobras - e que lhe dão as boas-vindas. Mas esta nova vida de Ellis Hock, este retorno, será uma evasão ou antes uma armadilha? Alternando memória e desejo, esperança e desespero, salvação e condenação, este é um emocionante regresso a um terreno sobre o qual ninguém escreveu com tanto brilhantismo como Theroux.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Ellis Hock nunca acreditou que voltaria a África, à isolada aldeia em que fora tão feliz. Enquanto gere o seu antiquado negócio de pronto-a-vestir masculino, Ellis Hock sonha ainda com o seu paraíso africano e os quatro anos que passou no Malawi com o Corpo de Paz, interrompidos quando foi obrigado a regressar para tomar conta do negócio de família. No entanto, quando a mulher o deixa, privando-o da casa de família e da filha, e exigindo partilhas, Ellis Hock percebe que não tem lugar para onde possa ir, a não ser a remota região de Lower River, onde poderá reencontrar momentos felizes. Ao chegar à poeirenta aldeia, Hock descobre-a profundamente transformada: a escola que o próprio construíra é agora uma ruína; a igreja e a clínica desapareceram; e a pobreza e apatia instalaram-se nas pessoas, que se lembram dele - do estrangeiro que tinha medo de cobras - e que lhe dão as boas-vindas. Mas esta nova vida de Ellis Hock, este retorno, será uma evasão ou antes uma armadilha? Alternando memória e desejo, esperança e desespero, salvação e condenação, este é um emocionante regresso a um terreno sobre o qual ninguém escreveu com tanto brilhantismo como Theroux.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Entre 1961 e 1974, o regime português enviou para África uma geração inteira de jovens inexperientes na vida e no manejo das armas. Que realidade encontraram naquele continente desconhecido? O que faziam no tempo livre? Que episódios trouxeram para contar? O cabo Domingos, conhecido como "Belle Dominique", rapidamente percebeu que a vida fora do quartel tinha mais encanto e arranjou maneira de só lá ir uma vez por mês. No resto do tempo, gozava a vida e pagava aos colegas para o substituírem nos turnos do quartel. Um dos pontos altos dessas escapadas foi um certo desfile de Misters em trajos femininos em casa de um amigo… Um outro soldado não morreu afogado porque conseguiu abraçar-se a um peixe moribundo que flutuava rio abaixo. Ou seja, o animal - mesmo morto - tinha salvado um homem… O ator João Maria Pinto fez a guerra com armas alternativas. Combateu no Ultramar, sem dúvida, e com todo o empenho, mas as armas que usou foram a voz e a guitarra. A autora, que entrevistou mais de 50 militares de carreira, milicianos e também artistas como Rui Mendes, Vítor Norte, Manuela Maria ou Io Apolloni, mostra-nos que ainda há muito por contar sobre o conflito português no Ultramar: as histórias insólitas, divertidas ou caricatas, as condições logísticas e o "desenrascanço", as namoradas e as prostitutas, os acidentes e a vida boémia, as saudades de casa e o convívio com povos e costumes tão diferentes dos portugueses.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Entre 1961 e 1974, o regime português enviou para África uma geração inteira de jovens inexperientes na vida e no manejo das armas. Que realidade encontraram naquele continente desconhecido? O que faziam no tempo livre? Que episódios trouxeram para contar? O cabo Domingos, conhecido como "Belle Dominique", rapidamente percebeu que a vida fora do quartel tinha mais encanto e arranjou maneira de só lá ir uma vez por mês. No resto do tempo, gozava a vida e pagava aos colegas para o substituírem nos turnos do quartel. Um dos pontos altos dessas escapadas foi um certo desfile de Misters em trajos femininos em casa de um amigo… Um outro soldado não morreu afogado porque conseguiu abraçar-se a um peixe moribundo que flutuava rio abaixo. Ou seja, o animal - mesmo morto - tinha salvado um homem… O ator João Maria Pinto fez a guerra com armas alternativas. Combateu no Ultramar, sem dúvida, e com todo o empenho, mas as armas que usou foram a voz e a guitarra. A autora, que entrevistou mais de 50 militares de carreira, milicianos e também artistas como Rui Mendes, Vítor Norte, Manuela Maria ou Io Apolloni, mostra-nos que ainda há muito por contar sobre o conflito português no Ultramar: as histórias insólitas, divertidas ou caricatas, as condições logísticas e o "desenrascanço", as namoradas e as prostitutas, os acidentes e a vida boémia, as saudades de casa e o convívio com povos e costumes tão diferentes dos portugueses.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Este é um relato inédito sobre as dificuldades e as virtudes da governação em Portugal, que revela episódios políticos até agora desconhecidos, destacando as resistências que tentaram, sem sucesso, travar a primeira reforma estratégica e consistente da administração local executada em Portugal desde o século XIX. Partindo das suas experiências e vivências pessoais, Miguel Relvas e Paulo Júlio falam das grandes manifestações contra a reforma, das complexas negociações com a "troika", das relações infrutíferas com o PS e das relações politicamente exigentes com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses e com a ANAFRE, além de outros temas controversos e pouco conhecidos da opinião pública, como as reservas de setores da maioria que apoiava o Governo e as divergências com o CDS por causa da lei eleitoral autárquica. Com prefácio de José Maria Aznar e testemunhos de diversas figuras da política nacional (como Fernando Ruas, Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Santana Lopes e Luís Marques Mendes, entre outros), esta obra apresenta-se como uma análise inédita da história política e institucional contemporânea de Portugal, abrindo novas perspetivas sobre o futuro da governação do país. Aceda aqui aos materiais complementares referidos na obra: Anexo_1_Reforma Administrativa de março de 2004 Anexo_2_Resolução do Conselho de Ministros n.º 40-2011 Anexo_3_Lei n.º 55-2011 Anexo_4_Número de Municípios que perderam População - Censos 2011 Anexo_5_População Residente - Censos 2011 Anexo_6_Despacho conjunto PAEL Prog II Anexo_7_Lei n.º 22-2012 Anexo_8_Número de Municípios na Europa Anexo_9_Lei n.º 11-A-2013
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Este é um relato inédito sobre as dificuldades e as virtudes da governação em Portugal, que revela episódios políticos até agora desconhecidos, destacando as resistências que tentaram, sem sucesso, travar a primeira reforma estratégica e consistente da administração local executada em Portugal desde o século XIX. Partindo das suas experiências e vivências pessoais, Miguel Relvas e Paulo Júlio falam das grandes manifestações contra a reforma, das complexas negociações com a "troika", das relações infrutíferas com o PS e das relações politicamente exigentes com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses e com a ANAFRE, além de outros temas controversos e pouco conhecidos da opinião pública, como as reservas de setores da maioria que apoiava o Governo e as divergências com o CDS por causa da lei eleitoral autárquica. Com prefácio de José Maria Aznar e testemunhos de diversas figuras da política nacional (como Fernando Ruas, Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Santana Lopes e Luís Marques Mendes, entre outros), esta obra apresenta-se como uma análise inédita da história política e institucional contemporânea de Portugal, abrindo novas perspetivas sobre o futuro da governação do país. Aceda aqui aos materiais complementares referidos na obra: Anexo_1_Reforma Administrativa de março de 2004 Anexo_2_Resolução do Conselho de Ministros n.º 40-2011 Anexo_3_Lei n.º 55-2011 Anexo_4_Número de Municípios que perderam População - Censos 2011 Anexo_5_População Residente - Censos 2011 Anexo_6_Despacho conjunto PAEL Prog II Anexo_7_Lei n.º 22-2012 Anexo_8_Número de Municípios na Europa Anexo_9_Lei n.º 11-A-2013
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Libby tem uma vida perfeita com um marido maravilhoso e uma casa enorme em frente à praia. Mas, aos poucos, começa a duvidar do amor de Jack e não acredita que ele tenha realmente superado a morte da primeira mulher, Eve. Quando o destino interfere na relação de ambos, Libby sente necessidade de conhecer melhor o homem com quem se casou e a aparentemente perfeita Eve. A jovem esposa descobre algumas verdades assustadoras sobre aquela família. Com receio das consequências, Libby começa a desconfiar que também ela terá o destino da primeira mulher que Jack amou... Pode um novo amor apagar uma grande paixão?
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Libby tem uma vida perfeita com um marido maravilhoso e uma casa enorme em frente à praia. Mas, aos poucos, começa a duvidar do amor de Jack e não acredita que ele tenha realmente superado a morte da primeira mulher, Eve. Quando o destino interfere na relação de ambos, Libby sente necessidade de conhecer melhor o homem com quem se casou e a aparentemente perfeita Eve. A jovem esposa descobre algumas verdades assustadoras sobre aquela família. Com receio das consequências, Libby começa a desconfiar que também ela terá o destino da primeira mulher que Jack amou... Pode um novo amor apagar uma grande paixão?
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Quando os revolucionários entram no enorme palácio em ruínas encontram o corpo do ditador em decomposição numa emaranhada anarquia onde se misturam o passado e o presente. Um presente já perdido e desfeito, um passado de uma riqueza inimaginável num palácio pejado de ministros, guarda-costas e criados que mantinham o ditador precariamente equilibrado no poder, e também uma imensidão de mulheres e crianças e um sósia cuja perfeição provocava graves crises de identidade em ambos. A atmosfera é de sonho, mesmo de pesadelo, real, vibrante e sensualmente exacta, ao mesmo tempo vaga e inacreditável. Um romance extraordinário, uma escrita densa, rica e brilhante por um dos mais originais e dotados escritores do nosso tempo.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Quando os revolucionários entram no enorme palácio em ruínas encontram o corpo do ditador em decomposição numa emaranhada anarquia onde se misturam o passado e o presente. Um presente já perdido e desfeito, um passado de uma riqueza inimaginável num palácio pejado de ministros, guarda-costas e criados que mantinham o ditador precariamente equilibrado no poder, e também uma imensidão de mulheres e crianças e um sósia cuja perfeição provocava graves crises de identidade em ambos. A atmosfera é de sonho, mesmo de pesadelo, real, vibrante e sensualmente exacta, ao mesmo tempo vaga e inacreditável. Um romance extraordinário, uma escrita densa, rica e brilhante por um dos mais originais e dotados escritores do nosso tempo.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Na luta para defender a segurança do império, todos os homens são necessários. Depois da vitória na Germânia, Marcus Valerius Aquila e os soldados da coorte dos Tungros são enviados para Dácia, junto à fronteira nordeste do Império Romano, com a missão de proteger uma das principais fontes de poder imperial: as minas de Alburnus Major. Com ouro suficiente para pavimentar a estrada até Roma, as minas são uma magnífica recompensa para os Sarmatae, uma tribo de saqueadores que ameaça a segurança da província. Cercados pelos guerreiros Sarmatae, e ameaçados subtilmente por homens que deveriam ser seus companheiros, os legionários de Marcus Aquila têm igualmente de lidar com um novo e inesperado inimigo. Mais uma vez, terão de lutar até à morte para salvar a honra do império… e as suas próprias vidas.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Na luta para defender a segurança do império, todos os homens são necessários. Depois da vitória na Germânia, Marcus Valerius Aquila e os soldados da coorte dos Tungros são enviados para Dácia, junto à fronteira nordeste do Império Romano, com a missão de proteger uma das principais fontes de poder imperial: as minas de Alburnus Major. Com ouro suficiente para pavimentar a estrada até Roma, as minas são uma magnífica recompensa para os Sarmatae, uma tribo de saqueadores que ameaça a segurança da província. Cercados pelos guerreiros Sarmatae, e ameaçados subtilmente por homens que deveriam ser seus companheiros, os legionários de Marcus Aquila têm igualmente de lidar com um novo e inesperado inimigo. Mais uma vez, terão de lutar até à morte para salvar a honra do império… e as suas próprias vidas.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Ainda antes do princípio, ao vazio chegou um órgão. E, com ele, o vazio encheu-se de música, chamando a atenção do Criador, que resolve tocar o extraordinário instrumento. A música passa a ser invenção e revelação, e a cada sopro do órgão aparecem o cosmos, o tempo, os primeiros seres vivos, o homem e a mulher.Uma prodigiosa fábula sobre a criação do Universo e a relação dos homens com Deus, pela mão de uma escritora que dispensa apresentações.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Ainda antes do princípio, ao vazio chegou um órgão. E, com ele, o vazio encheu-se de música, chamando a atenção do Criador, que resolve tocar o extraordinário instrumento. A música passa a ser invenção e revelação, e a cada sopro do órgão aparecem o cosmos, o tempo, os primeiros seres vivos, o homem e a mulher.Uma prodigiosa fábula sobre a criação do Universo e a relação dos homens com Deus, pela mão de uma escritora que dispensa apresentações.
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O que procura Hans Mahrenholz, um oficial alemão que se faz passar por empresário e jornalista inglês, nas ruas da Lourenço Marques de 1919, ainda no rescaldo da Grande Guerra? E por que não assume a sua verdadeira identidade? E por que procura desesperadamente um mulato com nome grego e uma longa cicatriz? E como o pode ajudar um dos mais famosos jornalistas dessa cidade, um mestiço assimilado e carismático? Hans Mahrenholz (ou Henry Miller) chega ao norte de Moçambique num zepelim e é largado de pára-quedas, sozinho, em plena selva, com a missão de se juntar ao contingente do general Lettow. Consegue-o. Mas todo o resto da campanha militar é assombrada pela estação das chuvas, a floresta virgem, a malária e os confrontos com os exércitos inglês e português. Quando chega a Lourenço Marques, Hans já não é o herói ingénuo e corajoso que se juntou a Lettow. É uma personagem misteriosa com uma missão misteriosa…
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O que procura Hans Mahrenholz, um oficial alemão que se faz passar por empresário e jornalista inglês, nas ruas da Lourenço Marques de 1919, ainda no rescaldo da Grande Guerra? E por que não assume a sua verdadeira identidade? E por que procura desesperadamente um mulato com nome grego e uma longa cicatriz? E como o pode ajudar um dos mais famosos jornalistas dessa cidade, um mestiço assimilado e carismático? Hans Mahrenholz (ou Henry Miller) chega ao norte de Moçambique num zepelim e é largado de pára-quedas, sozinho, em plena selva, com a missão de se juntar ao contingente do general Lettow. Consegue-o. Mas todo o resto da campanha militar é assombrada pela estação das chuvas, a floresta virgem, a malária e os confrontos com os exércitos inglês e português. Quando chega a Lourenço Marques, Hans já não é o herói ingénuo e corajoso que se juntou a Lettow. É uma personagem misteriosa com uma missão misteriosa…
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Somme, 1916. Sophie vive numa vila ocupada pelo Exército alemão, tentando sobreviver às privações e brutalidade impostas pelo invasor, enquanto aguarda notícias do marido, Édouard Lefèvre, um pintor impressionista, que se encontra a lutar na Frente. Quando o comandante alemão vê o retrato de Sophie pintado por Édouard, nasce uma perigosa obsessão que leva Sophie a arriscar tudo - a família, a reputação e a vida. Quase um século depois, o retrato de Sophie encontra-se pendurado numa parede da casa de Liv Halston, em Londres. Entretanto, Liv conhece o homem que a faz recuperar a vontade de viver, após anos de profundo luto pela morte prematura do marido. Mas não tardará que Liv sofra uma nova desilusão - o quadro que possui é agora reclamado pelos herdeiros e Paul, o homem por quem se apaixonou, está encarregado de investigar o seu paradeiro… Até onde estará disposta Liv a ir para salvar este quadro? Será o retrato de Sophie assim tão importante que justifique perder tudo de novo?
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Somme, 1916. Sophie vive numa vila ocupada pelo Exército alemão, tentando sobreviver às privações e brutalidade impostas pelo invasor, enquanto aguarda notícias do marido, Édouard Lefèvre, um pintor impressionista, que se encontra a lutar na Frente. Quando o comandante alemão vê o retrato de Sophie pintado por Édouard, nasce uma perigosa obsessão que leva Sophie a arriscar tudo - a família, a reputação e a vida. Quase um século depois, o retrato de Sophie encontra-se pendurado numa parede da casa de Liv Halston, em Londres. Entretanto, Liv conhece o homem que a faz recuperar a vontade de viver, após anos de profundo luto pela morte prematura do marido. Mas não tardará que Liv sofra uma nova desilusão - o quadro que possui é agora reclamado pelos herdeiros e Paul, o homem por quem se apaixonou, está encarregado de investigar o seu paradeiro… Até onde estará disposta Liv a ir para salvar este quadro? Será o retrato de Sophie assim tão importante que justifique perder tudo de novo?
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Será o Poder um escravo de si mesmo? A morada do Poder acabará sempre por ser a perversão? E a festa do Poder, uma festa de devassidão?Em "O Ocaso dos Pirilampos", romance angolano de todas as interrogações, ouve-se uma voz que se confessa. É a voz do protagonista, senhor de um poder absoluto sobre a vida e morte dos seus súbditos: "A vontade de possuir o outro é rectangular como o íman, o desejo e a cola. A vontade de agredir é quadrada como o martelo…"
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Será o Poder um escravo de si mesmo? A morada do Poder acabará sempre por ser a perversão? E a festa do Poder, uma festa de devassidão?Em "O Ocaso dos Pirilampos", romance angolano de todas as interrogações, ouve-se uma voz que se confessa. É a voz do protagonista, senhor de um poder absoluto sobre a vida e morte dos seus súbditos: "A vontade de possuir o outro é rectangular como o íman, o desejo e a cola. A vontade de agredir é quadrada como o martelo…"
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Foi em 1975 que Sophia publicou o seu magistral ensaio sobre a arte e o corpo na antiga Grécia, "O Nu na Antiguidade Clássica", a que acrescentaria em edição posterior um capítulo dedicado aos bronzes de Riace, entretanto encontrados. Há muito esgotado, a Assírio & Alvim volta a publicá-lo agora, no ano do centenário do nascimento da autora, em conjunto com uma antologia significativa de poemas dedicados à antiguidade clássica, selecionados por Maria Andresen de Sousa Tavares. "O texto que agora se reedita não é uma história da arte grega, nem a isso se propõe; não é igualmente um texto de académica erudição, procurando inserir-se e porventura dilatar o largo caudal da tradição universitária. Embora nobre, tal não constitui a sua intencionalidade primordial. "O Nu na Antiguidade Clássica" ergue-se a partir de intuições nucleares, ardentes fachos concedidos pelos deuses, intuições cerzidas e estendidas em abissais vivências, em que o épico resplendor do Sol se mistura com o abissal e trágico canto da Esfinge." [do prefácio de José Pedro Serra] Dionysos Entre as árvores escuras e caladas O céu vermelho arde, E nascido da secreta cor da tarde Dionysos passa na poeira das estradas. A abundância dos frutos de Setembro Habita a sua face e cada membro Tem essa perfeição vermelha e plena, Essa glória ardente e serena Que distinguia os deuses dos mortais.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Foi em 1975 que Sophia publicou o seu magistral ensaio sobre a arte e o corpo na antiga Grécia, "O Nu na Antiguidade Clássica", a que acrescentaria em edição posterior um capítulo dedicado aos bronzes de Riace, entretanto encontrados. Há muito esgotado, a Assírio & Alvim volta a publicá-lo agora, no ano do centenário do nascimento da autora, em conjunto com uma antologia significativa de poemas dedicados à antiguidade clássica, selecionados por Maria Andresen de Sousa Tavares. "O texto que agora se reedita não é uma história da arte grega, nem a isso se propõe; não é igualmente um texto de académica erudição, procurando inserir-se e porventura dilatar o largo caudal da tradição universitária. Embora nobre, tal não constitui a sua intencionalidade primordial. "O Nu na Antiguidade Clássica" ergue-se a partir de intuições nucleares, ardentes fachos concedidos pelos deuses, intuições cerzidas e estendidas em abissais vivências, em que o épico resplendor do Sol se mistura com o abissal e trágico canto da Esfinge." [do prefácio de José Pedro Serra] Dionysos Entre as árvores escuras e caladas O céu vermelho arde, E nascido da secreta cor da tarde Dionysos passa na poeira das estradas. A abundância dos frutos de Setembro Habita a sua face e cada membro Tem essa perfeição vermelha e plena, Essa glória ardente e serena Que distinguia os deuses dos mortais.
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Edição: Dez 2014
Nº Páginas: 198
Sinopse:
Como nasceu o país do terror! Desde os terríveis eventos de 11 de Setembro, muita coisa mudou secretamente nas organizações jihadistas. Explorando os passos em falso que o Ocidente deu nas guerras do Afeganistão, Iraque, Líbia e os seus erros de avaliação relativamente à posição da Síria e às revoltas da Primavera Árabe, as organizações jihadistas crescem de um modo inimaginável e expandem rapidamente a sua influência de dia para dia. Na altura não tinham território e faziam atentados pontuais. Hoje controlam uma área maior que a Grã-Bretanha. Depois de conquistar Mosul, em junho de 2014, o líder do EIIL foi declarado líder de um novo califado que exige obediência a todos os muçulmanos. A política secular foi sepultada e regressou a Jihad. Enquanto o Estado Islâmico proclamado pelo EIIL enfrenta os inimigos, existe a promessa de o Ocidente voltar a ser o alvo principal de todos os ataques terroristas. E citando uma fonte direta de Cockburn, "sem exceção, todos os rebeldes expressaram entusiasmo pelos ataques de 11 de Setembro e esperam voltar a fazer o mesmo na Europa e nos Estados Unidos." Os seus planos são recuperar todo o território que em tempos pertenceu ao mundo islâmico. Portugal e Espanha incluídos… Descubra neste livro o desenrolar de um dos maiores desastres diplomáticos do Ocidente e saiba tudo sobre a ascensão dos novos jihadistas até à criação de um novo Estado.
Nº Páginas: 198
Sinopse:
Como nasceu o país do terror! Desde os terríveis eventos de 11 de Setembro, muita coisa mudou secretamente nas organizações jihadistas. Explorando os passos em falso que o Ocidente deu nas guerras do Afeganistão, Iraque, Líbia e os seus erros de avaliação relativamente à posição da Síria e às revoltas da Primavera Árabe, as organizações jihadistas crescem de um modo inimaginável e expandem rapidamente a sua influência de dia para dia. Na altura não tinham território e faziam atentados pontuais. Hoje controlam uma área maior que a Grã-Bretanha. Depois de conquistar Mosul, em junho de 2014, o líder do EIIL foi declarado líder de um novo califado que exige obediência a todos os muçulmanos. A política secular foi sepultada e regressou a Jihad. Enquanto o Estado Islâmico proclamado pelo EIIL enfrenta os inimigos, existe a promessa de o Ocidente voltar a ser o alvo principal de todos os ataques terroristas. E citando uma fonte direta de Cockburn, "sem exceção, todos os rebeldes expressaram entusiasmo pelos ataques de 11 de Setembro e esperam voltar a fazer o mesmo na Europa e nos Estados Unidos." Os seus planos são recuperar todo o território que em tempos pertenceu ao mundo islâmico. Portugal e Espanha incluídos… Descubra neste livro o desenrolar de um dos maiores desastres diplomáticos do Ocidente e saiba tudo sobre a ascensão dos novos jihadistas até à criação de um novo Estado.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 328
Sinopse:
No tempo em que os Portugueses imperavam sobre o arquipélago de Cabo Verde, aconteceu num domingo de Páscoa, na minúscula freguesia do Lém, estar a morrer a mulher mais beata que a ilha de Santiago conhecera. Interpelando-a as netas sobre a sua última vontade, não quis ela, como seria de esperar, chamar o padre, respondendo em vez disso que gostaria de ser fotografada. Porém, assim que o flash disparou, um mistério inexplicável varreu a ilha de lés a lés; e, quando, ao fim de muitas peripécias, a fotografia foi finalmente revelada, a surpresa foi tão impossível que não houve, no mundo inteiro, uma só alma que conseguisse manter a boca fechada. A ilha quase ia ao fundo com a confusão... Se o Antigo Testamento anuncia a vinda do Messias e o Novo Testamento narra a vida, a morte e a ressurreição de Jesus, este "Novíssimo Testamento" é uma autêntica revolução: pois dá testemunho da reencarnação de Jesus no corpo de uma mulher - ilhéu e africana - que parece ter vindo inaugurar a Terceira Idade do Mundo, mas não está livre de enfrentar os preconceitos sociais, religiosos e políticos do seu tempo.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
No tempo em que os Portugueses imperavam sobre o arquipélago de Cabo Verde, aconteceu num domingo de Páscoa, na minúscula freguesia do Lém, estar a morrer a mulher mais beata que a ilha de Santiago conhecera. Interpelando-a as netas sobre a sua última vontade, não quis ela, como seria de esperar, chamar o padre, respondendo em vez disso que gostaria de ser fotografada. Porém, assim que o flash disparou, um mistério inexplicável varreu a ilha de lés a lés; e, quando, ao fim de muitas peripécias, a fotografia foi finalmente revelada, a surpresa foi tão impossível que não houve, no mundo inteiro, uma só alma que conseguisse manter a boca fechada. A ilha quase ia ao fundo com a confusão... Se o Antigo Testamento anuncia a vinda do Messias e o Novo Testamento narra a vida, a morte e a ressurreição de Jesus, este "Novíssimo Testamento" é uma autêntica revolução: pois dá testemunho da reencarnação de Jesus no corpo de uma mulher - ilhéu e africana - que parece ter vindo inaugurar a Terceira Idade do Mundo, mas não está livre de enfrentar os preconceitos sociais, religiosos e políticos do seu tempo.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Logo no início deste livro, em jeito de epígrafe ao poema que lhe oferece o título, Jorge Sousa Braga lança o mote: "Para acabar de vez com os direitos humanos / e restaurar os direitos divinos". E ainda assim, recorrendo a um notável discurso poético e a uma ironia mordaz, o poeta transporta-nos do Universo para o particular e da dimensão divina para a dimensão humana que também é, afinal, divina. Constatamos assim que o desfecho de uma grandiosa cosmogonia é a formação de um "ramo de rosas" e que na conclusão de um salmo afirme que "Não foi por mim que tu morreste / embora eu seja capaz de morrer por ti". Um livro surpreendente, este O Novíssimo Testamento e outros poemas, de Jorge Sousa Braga.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Logo no início deste livro, em jeito de epígrafe ao poema que lhe oferece o título, Jorge Sousa Braga lança o mote: "Para acabar de vez com os direitos humanos / e restaurar os direitos divinos". E ainda assim, recorrendo a um notável discurso poético e a uma ironia mordaz, o poeta transporta-nos do Universo para o particular e da dimensão divina para a dimensão humana que também é, afinal, divina. Constatamos assim que o desfecho de uma grandiosa cosmogonia é a formação de um "ramo de rosas" e que na conclusão de um salmo afirme que "Não foi por mim que tu morreste / embora eu seja capaz de morrer por ti". Um livro surpreendente, este O Novíssimo Testamento e outros poemas, de Jorge Sousa Braga.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Wormold vende aspiradores em Havana, uma cidade que vive com permanentes cortes de energia. A filha adolescente gasta-lhe o dinheiro com uma habilidade que o espanta, por isso, quando um misterioso inglês, agente do MI6, lhe oferece uma fonte de rendimento extra, ele sente-se tentado. Em troca, tem apenas de fazer um pouco de espionagem e enviar alguns relatórios. Porém, quando os seus falsos relatórios começam a tornar-se realidade, de repente tudo fica mais complicado e Havana torna-se um lugar ameaçador
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Wormold vende aspiradores em Havana, uma cidade que vive com permanentes cortes de energia. A filha adolescente gasta-lhe o dinheiro com uma habilidade que o espanta, por isso, quando um misterioso inglês, agente do MI6, lhe oferece uma fonte de rendimento extra, ele sente-se tentado. Em troca, tem apenas de fazer um pouco de espionagem e enviar alguns relatórios. Porém, quando os seus falsos relatórios começam a tornar-se realidade, de repente tudo fica mais complicado e Havana torna-se um lugar ameaçador
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O Nome das Coisas" foi publicado pela primeira vez em 1977, pela Moraes Editores. A edição que agora se apresenta mantém a antiga ortografia e obedece à fixação de texto levada a cabo por Carlos Mendes de Sousa e Maria Andresen Sousa Tavares. "O Nome das Coisas", diz-nos Fernando Cabral Martins no prefácio que preparou para esta edição, "[…] parece procurar uma geografia portuguesa e europeia, mas que logo se torna aérea, um espaço misturado de ideias, transmutado em alguma coisa de mais transparente. Desenha uma realidade que serve a uma habitação religiosa do mundo. Num primeiro momento, parece suspender a representação, construindo um mundo à parte. Logo, no entanto, a pregnância da história cria como que pequenas fissuras, e a presença de certas coisas exteriores passageiras e concretas impõe a opacidade e a impureza." SOROR MARIANA — BEJA Cortaram os trigos. Agora A minha solidão vê-se melhor
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O Nome das Coisas" foi publicado pela primeira vez em 1977, pela Moraes Editores. A edição que agora se apresenta mantém a antiga ortografia e obedece à fixação de texto levada a cabo por Carlos Mendes de Sousa e Maria Andresen Sousa Tavares. "O Nome das Coisas", diz-nos Fernando Cabral Martins no prefácio que preparou para esta edição, "[…] parece procurar uma geografia portuguesa e europeia, mas que logo se torna aérea, um espaço misturado de ideias, transmutado em alguma coisa de mais transparente. Desenha uma realidade que serve a uma habitação religiosa do mundo. Num primeiro momento, parece suspender a representação, construindo um mundo à parte. Logo, no entanto, a pregnância da história cria como que pequenas fissuras, e a presença de certas coisas exteriores passageiras e concretas impõe a opacidade e a impureza." SOROR MARIANA — BEJA Cortaram os trigos. Agora A minha solidão vê-se melhor
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma abadia medieval isolada. Uma comunidade de monges devastada por uma série de crimes. Um frade franciscano que investiga os mistérios de uma biblioteca inacessível. Numa edição com desenhos e apontamentos preparatórios do autor, o romance que revelou o génio narrativo de Umberto Eco: traduzido em 60 países com mais de 50 milhões de exemplares vendidos, O Nome da Rosa ganhou o prémio Strega em 1981 e inspirou um filme e uma série de televisão com grande êxito internacional. "Os desenhos e as anotações manuscritas do futuro autor de O Nome da Rosa testemunham o trabalho preparatório minucioso antes da redacção do romance. São a confirmação efectiva do afirmado por Eco em Porquê ‘O Nome da Rosa’? (1983): "para contar uma história há que começar por construir um mundo, tanto quanto possível recheado até aos últimos pormenores". E o que nos conta, ou melhor, nos antecipa deste mundo o material aqui reproduzido? Em primeiro lugar a identidade, a fisionomia dos principais protagonistas, com o típico traço veloz e arguto do autor, que justificará a sua invenção ‘para saber que palavras colocar na sua boca’. Depois, alçados e plantas de abadias, castelos, labirintos, emanados da mente de um soit disant ‘medievalista em hibernação’, que entretanto se ocupou também de outras coisas." "Mario Andreose"
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma abadia medieval isolada. Uma comunidade de monges devastada por uma série de crimes. Um frade franciscano que investiga os mistérios de uma biblioteca inacessível. Numa edição com desenhos e apontamentos preparatórios do autor, o romance que revelou o génio narrativo de Umberto Eco: traduzido em 60 países com mais de 50 milhões de exemplares vendidos, O Nome da Rosa ganhou o prémio Strega em 1981 e inspirou um filme e uma série de televisão com grande êxito internacional. "Os desenhos e as anotações manuscritas do futuro autor de O Nome da Rosa testemunham o trabalho preparatório minucioso antes da redacção do romance. São a confirmação efectiva do afirmado por Eco em Porquê ‘O Nome da Rosa’? (1983): "para contar uma história há que começar por construir um mundo, tanto quanto possível recheado até aos últimos pormenores". E o que nos conta, ou melhor, nos antecipa deste mundo o material aqui reproduzido? Em primeiro lugar a identidade, a fisionomia dos principais protagonistas, com o típico traço veloz e arguto do autor, que justificará a sua invenção ‘para saber que palavras colocar na sua boca’. Depois, alçados e plantas de abadias, castelos, labirintos, emanados da mente de um soit disant ‘medievalista em hibernação’, que entretanto se ocupou também de outras coisas." "Mario Andreose"
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Quando María Gainza escreve nestas páginas sobre as vidas incríveis de El Greco, Courbet, Fujjita ou Toulouse-Lautrec, sobre o banquete que Picasso ofereceu em honra de Henri Rousseau entre a admiração e a troça ou sobre as misteriosas razões por que Rothko se recusou a entregar ao luxuoso Four Seasons uma encomenda milionária, a sua narradora está também a falar do hospital em que o marido fez quimioterapia e onde uma prostituta andava de quarto em quarto, da decadência da sua própria família em Buenos Aires, do desaparecimento precoce de uma amiga, do desconforto da gravidez ou até do pânico de voar. Como num museu - lugar que, aliás, frequenta muitas vezes à maneira de uma sala de primeiros-socorros -,a sua vida tem obviamente obras-primas, mas também pequenos quadros escondidos em corredores escuros e estreitos. E, no entanto, todos eles importam. O Nervo Ótico é um livro de olhares: olhares dirigidos a pinturas e a quem as contempla. Singular e inclassificável, celebra o detalhe e inaugura um género literário no qual confluem, de forma absolutamente perfeita, a história da arte e a crónica íntima, num tom que oscila entre a comédia social e a ironia trágica. Traduzido por grandes editoras em todo o mundo, esta obra de estreia, tão depressa ousada como subtil, apresenta-nos uma grande escritora contemporânea.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Quando María Gainza escreve nestas páginas sobre as vidas incríveis de El Greco, Courbet, Fujjita ou Toulouse-Lautrec, sobre o banquete que Picasso ofereceu em honra de Henri Rousseau entre a admiração e a troça ou sobre as misteriosas razões por que Rothko se recusou a entregar ao luxuoso Four Seasons uma encomenda milionária, a sua narradora está também a falar do hospital em que o marido fez quimioterapia e onde uma prostituta andava de quarto em quarto, da decadência da sua própria família em Buenos Aires, do desaparecimento precoce de uma amiga, do desconforto da gravidez ou até do pânico de voar. Como num museu - lugar que, aliás, frequenta muitas vezes à maneira de uma sala de primeiros-socorros -,a sua vida tem obviamente obras-primas, mas também pequenos quadros escondidos em corredores escuros e estreitos. E, no entanto, todos eles importam. O Nervo Ótico é um livro de olhares: olhares dirigidos a pinturas e a quem as contempla. Singular e inclassificável, celebra o detalhe e inaugura um género literário no qual confluem, de forma absolutamente perfeita, a história da arte e a crónica íntima, num tom que oscila entre a comédia social e a ironia trágica. Traduzido por grandes editoras em todo o mundo, esta obra de estreia, tão depressa ousada como subtil, apresenta-nos uma grande escritora contemporânea.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este é um livro sobre a medicina privada em Portugal, mas falar sobre saúde privada é falar também, e incontornavelmente, sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Portugal já tinha medicina privada antes de ter SNS - uma medicina privada muito diferente da dos dias que correm. A que temos hoje é moldada por e está dependente do SNS. Os grandes grupos económicos que dominam o sector da saúde são alimentados pelas falhas do sistema público e pelas rendas do Estado. Este livro analisa o SNS, o sector privado e a complexa relação entre ambos a partir de dados de acesso público, produzidos por instituições oficiais. Percorre a história e os resultados dos grupos José de Mello Saúde e Luz Saúde, com desvios ilustrativos acerca dos grupos Lusíadas e Champalimaud e a Associação Nacional de Farmácias.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este é um livro sobre a medicina privada em Portugal, mas falar sobre saúde privada é falar também, e incontornavelmente, sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Portugal já tinha medicina privada antes de ter SNS - uma medicina privada muito diferente da dos dias que correm. A que temos hoje é moldada por e está dependente do SNS. Os grandes grupos económicos que dominam o sector da saúde são alimentados pelas falhas do sistema público e pelas rendas do Estado. Este livro analisa o SNS, o sector privado e a complexa relação entre ambos a partir de dados de acesso público, produzidos por instituições oficiais. Percorre a história e os resultados dos grupos José de Mello Saúde e Luz Saúde, com desvios ilustrativos acerca dos grupos Lusíadas e Champalimaud e a Associação Nacional de Farmácias.
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Edição: Ago 2019
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Um livro escrito pela ex-directora do jornal "Público" que é publicado nos 20 anos da consulta popular que mudou os destinos daquele território. Contém documentos secretos agora desclassificados. Prefácio de António Guterres e posfácio de Jorge Sampaio. "Estou certo de que suscitará o maior interesse junto de políticos, diplomatas, académicos, jornalistas e do público em geral." "António Guterres in Prefácio" "Encontrei na leitura deste diálogo um manancial de informações interessantíssimas sobre os processos de mediação de conflitos, matéria que pessoalmente sempre me interessou, por ser uma área de confluência do direito, neste caso internacional, da política (e de intersecção entre interesses de política externa e interna), da história, da advocacia e até da psicologia." "Jorge Sampaio, no posfácio"
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Um livro escrito pela ex-directora do jornal "Público" que é publicado nos 20 anos da consulta popular que mudou os destinos daquele território. Contém documentos secretos agora desclassificados. Prefácio de António Guterres e posfácio de Jorge Sampaio. "Estou certo de que suscitará o maior interesse junto de políticos, diplomatas, académicos, jornalistas e do público em geral." "António Guterres in Prefácio" "Encontrei na leitura deste diálogo um manancial de informações interessantíssimas sobre os processos de mediação de conflitos, matéria que pessoalmente sempre me interessou, por ser uma área de confluência do direito, neste caso internacional, da política (e de intersecção entre interesses de política externa e interna), da história, da advocacia e até da psicologia." "Jorge Sampaio, no posfácio"
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Livro de horas à sua maneira, esta colectânea é menos uma autobiografia em pedaços, uma meditação convulsiva sobre fotografias empalidecidas do que um encantamento dinâmico e pacificador do passado. Esta contradição é um enigma fascinante, em oito quadros, e nem o mais subtil discurso exegético poderá jamais explicar o secreto segredo da sua beleza."
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Livro de horas à sua maneira, esta colectânea é menos uma autobiografia em pedaços, uma meditação convulsiva sobre fotografias empalidecidas do que um encantamento dinâmico e pacificador do passado. Esta contradição é um enigma fascinante, em oito quadros, e nem o mais subtil discurso exegético poderá jamais explicar o secreto segredo da sua beleza."
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 352
Sinopse:
No jardim Zoológico de Berlim, dentro de um expositor de vidro, estão exibidos todos os objectos encontrados no interior do estômago de Roland, a Morsa (que morreu em 1961). É com este catálogo insólito que Dubravka Ugrešic inicia o seu livro: também ele um mosaico de fragmentos narrativos, recordações e reflexões, descritos pela protagonista, uma quinquagenária croata exilada em Berlim. Fala-se de fotografias antigas, de cartas de tarot, de histórias de família, de amor (com passagem por Lisboa), de guerra e de exílio; pedaços de um puzzle que comporá, numa única imagem final, o retrato da cultura e identidade europeias. "O Museu da Rendição Incondicional" foi recebido pela crítica internacional como uma obra universal e um dos mais importantes romances contemporâneos europeus das últimas décadas.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
No jardim Zoológico de Berlim, dentro de um expositor de vidro, estão exibidos todos os objectos encontrados no interior do estômago de Roland, a Morsa (que morreu em 1961). É com este catálogo insólito que Dubravka Ugrešic inicia o seu livro: também ele um mosaico de fragmentos narrativos, recordações e reflexões, descritos pela protagonista, uma quinquagenária croata exilada em Berlim. Fala-se de fotografias antigas, de cartas de tarot, de histórias de família, de amor (com passagem por Lisboa), de guerra e de exílio; pedaços de um puzzle que comporá, numa única imagem final, o retrato da cultura e identidade europeias. "O Museu da Rendição Incondicional" foi recebido pela crítica internacional como uma obra universal e um dos mais importantes romances contemporâneos europeus das últimas décadas.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A obra de culto de Nicolas Bouvier, autor nunca antes publicado em Portugal, é o novo título da Colecção de Literatura de Viagens, dirigida por Carlos Vaz Marques. Suíça - Jugoslávia - Turquia - Irão - Paquistão - Afeganistão 48 desenhos de Thierry Vernet Sem saber o que o esperava, e com o único objectivo de responder a um desejo incontrolável de ter mais mundo, o jovem Nicolas Bouvier, com apenas 24 anos, decidiu pegar no seu Fiat 500 "Topolino", pôr o amigo-artista Thierry Vernet no lugar do pendura e partir de Genebra rumo a Cabul com muito pouco dinheiro no bolso. Corria o mês de Junho de 1953, num contexto internacional de Guerra Fria, quando se lançou, de espírito e olhos bem abertos, numa aventura verdadeiramente iniciática que viria a revolucionar tanto a sua vida como todo um género literário: neste percurso, que só atingiu o seu destino em Dezembro de 1954, Bouvier apresentou ao mundo uma forma de viajar que é, sobretudo, um convite ao descentramento e à absoluta disponibilidade para os outros e para as realidades que desconhecemos. Pelo caminho, construiu uma obra de culto que nos fala de destinos inesquecíveis, mas também dos obstáculos e surpresas do caminho, de amizade e até de mecânica automóvel.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A obra de culto de Nicolas Bouvier, autor nunca antes publicado em Portugal, é o novo título da Colecção de Literatura de Viagens, dirigida por Carlos Vaz Marques. Suíça - Jugoslávia - Turquia - Irão - Paquistão - Afeganistão 48 desenhos de Thierry Vernet Sem saber o que o esperava, e com o único objectivo de responder a um desejo incontrolável de ter mais mundo, o jovem Nicolas Bouvier, com apenas 24 anos, decidiu pegar no seu Fiat 500 "Topolino", pôr o amigo-artista Thierry Vernet no lugar do pendura e partir de Genebra rumo a Cabul com muito pouco dinheiro no bolso. Corria o mês de Junho de 1953, num contexto internacional de Guerra Fria, quando se lançou, de espírito e olhos bem abertos, numa aventura verdadeiramente iniciática que viria a revolucionar tanto a sua vida como todo um género literário: neste percurso, que só atingiu o seu destino em Dezembro de 1954, Bouvier apresentou ao mundo uma forma de viajar que é, sobretudo, um convite ao descentramento e à absoluta disponibilidade para os outros e para as realidades que desconhecemos. Pelo caminho, construiu uma obra de culto que nos fala de destinos inesquecíveis, mas também dos obstáculos e surpresas do caminho, de amizade e até de mecânica automóvel.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 792
Sinopse:
Começa no episódio dos espiões de Moisés, citado na Bíblia, e acaba na véspera da Primeira Guerra Mundial. Oferece um relato fascinante de espiões, segredos e operações de espionagem através dos séculos e traça a sua evolução no mundo antigo, desde a arte da adivinhação até à efetiva recolha de informações na condução de operações militares. Regista o subsequente desenvolvimento dos serviços secretos na condução da política dos Estados em períodos tão diversos como a Veneza renascentista, a Inglaterra de Isabel I, a França do Ancien Régime, a América revolucionária e a Rússia czarista.
Nº Páginas: 792
Sinopse:
Começa no episódio dos espiões de Moisés, citado na Bíblia, e acaba na véspera da Primeira Guerra Mundial. Oferece um relato fascinante de espiões, segredos e operações de espionagem através dos séculos e traça a sua evolução no mundo antigo, desde a arte da adivinhação até à efetiva recolha de informações na condução de operações militares. Regista o subsequente desenvolvimento dos serviços secretos na condução da política dos Estados em períodos tão diversos como a Veneza renascentista, a Inglaterra de Isabel I, a França do Ancien Régime, a América revolucionária e a Rússia czarista.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Este livro conta a história da espionagem durante o século XX, desde a Primeira Guerra Mundial até ao presente mundo da desinformação, passando pela Segunda Guerra Mundial, a Guerra Fria e a WikiLeaks. Escrito pelo mais reputado especialista da actualidade na história dos serviços secretos, este segundo volume conclui a obra que reúne 3000 anos de operações secretas. Um livro que já se tornou um clássico.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Este livro conta a história da espionagem durante o século XX, desde a Primeira Guerra Mundial até ao presente mundo da desinformação, passando pela Segunda Guerra Mundial, a Guerra Fria e a WikiLeaks. Escrito pelo mais reputado especialista da actualidade na história dos serviços secretos, este segundo volume conclui a obra que reúne 3000 anos de operações secretas. Um livro que já se tornou um clássico.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Paris, 1940. A vida elegante do produtor de cinema Jean Casson é ameaçada pela ocupação alemã de Paris, mas Casson descobre que, com bastante dinheiro, compromissos e ligações, não precisa de abdicar dos prazeres da vida parisiense. Algures dentro de Casson, porém, há uma veia romântica. Quando lhe oferecem a oportunidade de participar numa operação do serviço secreto britânico, esse idealismo dá-lhe a coragem de a aceitar. Uma missão simples, mas que corre mal, e Casson percebe que deve arriscar tudo - a sua carreira, a mulher que ama, a própria vida. Uma brilhante recriação de França - o seu espírito no momento da derrota, o seu valor no momento do renascimento.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Paris, 1940. A vida elegante do produtor de cinema Jean Casson é ameaçada pela ocupação alemã de Paris, mas Casson descobre que, com bastante dinheiro, compromissos e ligações, não precisa de abdicar dos prazeres da vida parisiense. Algures dentro de Casson, porém, há uma veia romântica. Quando lhe oferecem a oportunidade de participar numa operação do serviço secreto britânico, esse idealismo dá-lhe a coragem de a aceitar. Uma missão simples, mas que corre mal, e Casson percebe que deve arriscar tudo - a sua carreira, a mulher que ama, a própria vida. Uma brilhante recriação de França - o seu espírito no momento da derrota, o seu valor no momento do renascimento.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 168
Sinopse:
O que é a vida, de onde vem? Como funciona o Universo? Por que razão há qualquer coisa em vez de nada? De matemáticos a filósofos gregos, de Einstein à teoria dos quanta, passando por Newton e Darwin, já lá vão três mil anos desde que os homens começaram a tentar responder a estas perguntas. A História evoluiu mais rapidamente nos últimos três, quatro séculos. Entrámos na era da modernidade e pós-modernidade. A ciência, a técnica, os números conquistaram o planeta. A razão levou a melhor, tomámos o lugar dos deuses à cabeça dos destinos do mundo. Onde estamos hoje? Deus deve ser relegado para o museu das glórias bizarras e das grandes potências vencidas? A vida tem um sentido ou é apenas um parêntese entre dois grandes nadas? Ser-nos-á permitido esperar encontrar o que quer que seja para lá da morte? Com palavras tão simples quanto luminosas, com rigor e entusiasmo contagiante, Jean d’Ormesson, uma das mais conceituadas vozes da Academia Francesa, aborda de forma desassombrada todas estas questões e oferece-nos o maior romance de todos os tempos: conta-nos a fabulosa história do Universo e dos homens.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
O que é a vida, de onde vem? Como funciona o Universo? Por que razão há qualquer coisa em vez de nada? De matemáticos a filósofos gregos, de Einstein à teoria dos quanta, passando por Newton e Darwin, já lá vão três mil anos desde que os homens começaram a tentar responder a estas perguntas. A História evoluiu mais rapidamente nos últimos três, quatro séculos. Entrámos na era da modernidade e pós-modernidade. A ciência, a técnica, os números conquistaram o planeta. A razão levou a melhor, tomámos o lugar dos deuses à cabeça dos destinos do mundo. Onde estamos hoje? Deus deve ser relegado para o museu das glórias bizarras e das grandes potências vencidas? A vida tem um sentido ou é apenas um parêntese entre dois grandes nadas? Ser-nos-á permitido esperar encontrar o que quer que seja para lá da morte? Com palavras tão simples quanto luminosas, com rigor e entusiasmo contagiante, Jean d’Ormesson, uma das mais conceituadas vozes da Academia Francesa, aborda de forma desassombrada todas estas questões e oferece-nos o maior romance de todos os tempos: conta-nos a fabulosa história do Universo e dos homens.
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Edição: Ago 2014
Nº Páginas: 528
Sinopse:
"O Mundo de Ontem", livro de memórias de Stefan Zweig, é o retrato nostálgico de um mundo desaparecido - o da Viena, o da Europa anterior a 1914 -, a que se contrapõe o período conturbado de duas guerras mundiais, intercaladas por uma curta época de paz e de esperança no renascimento da Europa. Trata-se, pois, de uma obra que permite ao leitor inteirar-se das principais mudanças ocorridas na sociedade europeia, desde finais do século XIX até aos anos quarenta do século XX. É no exílio que Stefan Zweig escreve estas suas memórias, aqui se entrecruzando a paixão da escrita e da leitura, a generosidade filantrópica, a perda e o reencontro, o risível e o trágico. Numa escrita esmerada, rica de contrastes, por vezes redundante e rebuscada, o autor dá voz ao seu empenhamento em prol da liberdade espiritual e ao crescente desencanto face ao esboroar do ideal de confraternização europeia, que incansavelmente acarinhou, e que a ascensão do nacional-socialismo veio abalar. Stefan Zweig nasceu em Viena, em Novembro de 1881, viveu em Salzburgo, daí emigrando para Inglaterra, em 1934, e depois para o Brasil, onde acabaria por se suicidar, em Fevereiro de 1942. Filho de um rico industrial judeu, pacifista convicto, amante das letras e do teatro, da Filosofia e da História, Stefan Zweig manteve um intenso contacto com as mais diversas personalidades da vida cultural europeia - Freud, Valéry, Rilke, Verhaeren. Da sua extensa obra — em que cabem também as muitas traduções de textos de Verlaine, de Baudelaire e, sobretudo, de Verhaeren - destacam-se o ensaio, a novela e a biografia.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
"O Mundo de Ontem", livro de memórias de Stefan Zweig, é o retrato nostálgico de um mundo desaparecido - o da Viena, o da Europa anterior a 1914 -, a que se contrapõe o período conturbado de duas guerras mundiais, intercaladas por uma curta época de paz e de esperança no renascimento da Europa. Trata-se, pois, de uma obra que permite ao leitor inteirar-se das principais mudanças ocorridas na sociedade europeia, desde finais do século XIX até aos anos quarenta do século XX. É no exílio que Stefan Zweig escreve estas suas memórias, aqui se entrecruzando a paixão da escrita e da leitura, a generosidade filantrópica, a perda e o reencontro, o risível e o trágico. Numa escrita esmerada, rica de contrastes, por vezes redundante e rebuscada, o autor dá voz ao seu empenhamento em prol da liberdade espiritual e ao crescente desencanto face ao esboroar do ideal de confraternização europeia, que incansavelmente acarinhou, e que a ascensão do nacional-socialismo veio abalar. Stefan Zweig nasceu em Viena, em Novembro de 1881, viveu em Salzburgo, daí emigrando para Inglaterra, em 1934, e depois para o Brasil, onde acabaria por se suicidar, em Fevereiro de 1942. Filho de um rico industrial judeu, pacifista convicto, amante das letras e do teatro, da Filosofia e da História, Stefan Zweig manteve um intenso contacto com as mais diversas personalidades da vida cultural europeia - Freud, Valéry, Rilke, Verhaeren. Da sua extensa obra — em que cabem também as muitas traduções de textos de Verlaine, de Baudelaire e, sobretudo, de Verhaeren - destacam-se o ensaio, a novela e a biografia.
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Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 192
Sinopse: As conversas resultantes do programa Mil Vezes Camões emitido pela RTP3 e ainda possível de ser visualizado na RTP Play. Os convidados falam de Camões nas suas mais variadas vertentes, em conversas extremamente informativas e surpreendentes.
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