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Edição: Mai 2004
Nº Páginas: 112
Sinopse:
O fascínio que "Sonho de Uma Noite de Verão" exerce sobre leitores e espectadores provém, em grande parte, do ambiente feérico e onírico em que decorrem as cenas dos diferentes mundos da peça. Há, ao longo de toda a acção, uma cúmplice interferência do mundo sobrenatural no mundo dos mortais, uma contaminação da realidade pelo maravilhoso, que subverte os valores da ordem e do poder e favorece o amor. O "Sonho de Uma Noite de Verão" tem muito de conto de fadas, o que é o bastante para cativar todos os públicos. Mas, para além desse encanto envolvente, e até, em verdade, servindo-se desse meio como só ele o sabe fazer, Shakespeare consegue passar a sua mensagem de questionação das aparências, ao mesmo tempo que põe em equação os mundos da realidade e do sonho e joga com os conceitos de poder, de estatuto social e de amor, para, por meio da força das próprias palavras, patentear os desacertos do comportamento humano e pôr em causa a escala de valores convencionais.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
O fascínio que "Sonho de Uma Noite de Verão" exerce sobre leitores e espectadores provém, em grande parte, do ambiente feérico e onírico em que decorrem as cenas dos diferentes mundos da peça. Há, ao longo de toda a acção, uma cúmplice interferência do mundo sobrenatural no mundo dos mortais, uma contaminação da realidade pelo maravilhoso, que subverte os valores da ordem e do poder e favorece o amor. O "Sonho de Uma Noite de Verão" tem muito de conto de fadas, o que é o bastante para cativar todos os públicos. Mas, para além desse encanto envolvente, e até, em verdade, servindo-se desse meio como só ele o sabe fazer, Shakespeare consegue passar a sua mensagem de questionação das aparências, ao mesmo tempo que põe em equação os mundos da realidade e do sonho e joga com os conceitos de poder, de estatuto social e de amor, para, por meio da força das próprias palavras, patentear os desacertos do comportamento humano e pôr em causa a escala de valores convencionais.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Adela Quested chegou à cidade indiana de Chandrapore para casar. Acompanhada pela Sr.a Moore, tornam-se amigas do Dr. Aziz, que se oferece para lhes mostrar as Grutas Marabar.Mas quando exploram as grutas ocorre um acidente, e Aziz é acusado e detido. Enquanto o médico aguarda julgamento, a opi- nião dos britânicos e dos súbditos indianos divide-se entre a sua culpa e inocência, e as tensões surgidas ameaçam transformar-se em violência. «Um dos romancistas ingleses mais estimados do seu tempo.» The Times «De uma enorme mestria.» Anita Desai
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Adela Quested chegou à cidade indiana de Chandrapore para casar. Acompanhada pela Sr.a Moore, tornam-se amigas do Dr. Aziz, que se oferece para lhes mostrar as Grutas Marabar.Mas quando exploram as grutas ocorre um acidente, e Aziz é acusado e detido. Enquanto o médico aguarda julgamento, a opi- nião dos britânicos e dos súbditos indianos divide-se entre a sua culpa e inocência, e as tensões surgidas ameaçam transformar-se em violência. «Um dos romancistas ingleses mais estimados do seu tempo.» The Times «De uma enorme mestria.» Anita Desai
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 376
Sinopse:
W. B Yeats nasceu em Junho de 1865 em Sandymount, Irlanda. Era filho e irmão de pintores, numa família que fazia parte da minoria protestante. Durante algum tempo Yeats dedicou-se à causa do nacionalismo irlandês. E numa conjunção rara uniu o interesse pela mitologia do seu país ao estudo dos mitos antigos, sempre de um ponto de vista pessoal. Em criança passou longos períodos com a sua família materna, alternando com estadias em Londres. Conheceu cedo a literatura irlandesa e dedicou-se ao estudo das disciplinas esotéricas, fazendo parte da Dublin Hermetic Society e mais tarde da rosacruciana Hermetic Order of the Golden Dawn. Em 1889 conheceu a revolucionária Maud Gonne, que inspirou muitos dos seus poemas. Interessou-se por William Blake, cujas obras editou. Em 1893 publicou O Crepúsculo Celta. No ano seguinte conheceu Lady Augusta Gregory, tornando-se visita assídua da sua mansão em Coole Park. Seria Lady Gregory a facultar-lhe os meios para abandonar os escritos jornalísticos. Yeats foi fundador do Abbey Theatre em Dublin. Perante a recusa de Gonne em se casar com ele, Yeats acaba por pedir a mão da sua filha, Iseult. A negativa desta leva-o a desposar, em 1917, Georgie Hyde-Lees, muito mais nova que ele. Em 1923, Yeats recebe o Prémio Nobel da Literatura, o primeiro concedido a um irlandês. Faleceu em 28 de Janeiro de 1939, em Roquebrune, França, num «dia escuro e frio», a acreditar no poema que W. H. Auden dedicou à sua memória.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
W. B Yeats nasceu em Junho de 1865 em Sandymount, Irlanda. Era filho e irmão de pintores, numa família que fazia parte da minoria protestante. Durante algum tempo Yeats dedicou-se à causa do nacionalismo irlandês. E numa conjunção rara uniu o interesse pela mitologia do seu país ao estudo dos mitos antigos, sempre de um ponto de vista pessoal. Em criança passou longos períodos com a sua família materna, alternando com estadias em Londres. Conheceu cedo a literatura irlandesa e dedicou-se ao estudo das disciplinas esotéricas, fazendo parte da Dublin Hermetic Society e mais tarde da rosacruciana Hermetic Order of the Golden Dawn. Em 1889 conheceu a revolucionária Maud Gonne, que inspirou muitos dos seus poemas. Interessou-se por William Blake, cujas obras editou. Em 1893 publicou O Crepúsculo Celta. No ano seguinte conheceu Lady Augusta Gregory, tornando-se visita assídua da sua mansão em Coole Park. Seria Lady Gregory a facultar-lhe os meios para abandonar os escritos jornalísticos. Yeats foi fundador do Abbey Theatre em Dublin. Perante a recusa de Gonne em se casar com ele, Yeats acaba por pedir a mão da sua filha, Iseult. A negativa desta leva-o a desposar, em 1917, Georgie Hyde-Lees, muito mais nova que ele. Em 1923, Yeats recebe o Prémio Nobel da Literatura, o primeiro concedido a um irlandês. Faleceu em 28 de Janeiro de 1939, em Roquebrune, França, num «dia escuro e frio», a acreditar no poema que W. H. Auden dedicou à sua memória.
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Edição: Abr 1994
Nº Páginas: 174
Sinopse:
Este livro contém uma colecção de poemas e prosas de Konstandinos Kavafis, um poeta Grego, traduzidos por Joaquim Manuel Magalhães e Nikos Pratsinis.
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Este livro contém uma colecção de poemas e prosas de Konstandinos Kavafis, um poeta Grego, traduzidos por Joaquim Manuel Magalhães e Nikos Pratsinis.
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Edição: Dez 1993
Nº Páginas: 421
Sinopse:
Federico García Lorca (1898-1936) é um dos poetas decisivos da cultura do século XX. A sua voz pessoal, dotada de uma riqueza de tons e de imagens muito reconhecível, faz com que a mais impressionante agilidade formal se transforme numa profunda reflexão sobre as questões centrais do mundo contemporâneo: a identidade entendida como conflito, o questionamento das ligações entre o indivíduo e a sociedade, as tensões entre a inocência e a lucidez, a dessacralização da realidade, o desenraizamento da vida urbana e os desafios da liberdade amorosa, literária e cívica. O poeta Luis García Montero, responsável por esta antologia, analisa num minucioso prefácio a evolução da obra lorquiana, empenhada numa leitura modernizadora da tradição romântica. Através do simbolismo, da elaboração da poesia popular, do surrealismo e do diálogo com as formas clássicas, García Lorca impõe a sua personalidade num dos momentos mais brilhantes da lírica espanhola e europeia.
Nº Páginas: 421
Sinopse:
Federico García Lorca (1898-1936) é um dos poetas decisivos da cultura do século XX. A sua voz pessoal, dotada de uma riqueza de tons e de imagens muito reconhecível, faz com que a mais impressionante agilidade formal se transforme numa profunda reflexão sobre as questões centrais do mundo contemporâneo: a identidade entendida como conflito, o questionamento das ligações entre o indivíduo e a sociedade, as tensões entre a inocência e a lucidez, a dessacralização da realidade, o desenraizamento da vida urbana e os desafios da liberdade amorosa, literária e cívica. O poeta Luis García Montero, responsável por esta antologia, analisa num minucioso prefácio a evolução da obra lorquiana, empenhada numa leitura modernizadora da tradição romântica. Através do simbolismo, da elaboração da poesia popular, do surrealismo e do diálogo com as formas clássicas, García Lorca impõe a sua personalidade num dos momentos mais brilhantes da lírica espanhola e europeia.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Orlando: Uma Biografia" (1928), de Virginia Woolf, é um clássico modernista que narra a vida fantástica de um nobre inglês que vive mais de 300 anos, atravessando os séculos XVI a XX. No meio da narrativa, Orlando transforma-se de homem em mulher, explorando questões de género, imortalidade e identidade com humor e leveza.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Orlando: Uma Biografia" (1928), de Virginia Woolf, é um clássico modernista que narra a vida fantástica de um nobre inglês que vive mais de 300 anos, atravessando os séculos XVI a XX. No meio da narrativa, Orlando transforma-se de homem em mulher, explorando questões de género, imortalidade e identidade com humor e leveza.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Mr. Clay, um comerciante da Cantão dos anos 60 do século XIX, ouvira um dia contar que um marinheiro fora uma vez abordado por um velho muito rico que lhe ofereceu cinco guinéus se se dispusesse a engravidar a sua jovem mulher que não lhe dava filhos. Quando soube que esta era uma história que muitos marinheiros contavam, decidiu torná-la realidade.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Mr. Clay, um comerciante da Cantão dos anos 60 do século XIX, ouvira um dia contar que um marinheiro fora uma vez abordado por um velho muito rico que lhe ofereceu cinco guinéus se se dispusesse a engravidar a sua jovem mulher que não lhe dava filhos. Quando soube que esta era uma história que muitos marinheiros contavam, decidiu torná-la realidade.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 96
Sinopse:
«— O que quer dizer moderato cantabile? — Não sei.» Uma lição de piano, uma criança teimosa, uma mãe que ama o filho, não há expressão mais autêntica da vida tranquila numa cidade da província. Mas um súbito grito vem rasgar a trama, revelando sob a contenção de uma narrativa de aparência clássica uma tensão que vai crescendo até ao paroxismo final. «Porque é que o grito súbito de uma desconhecida e a visão do seu corpo ensanguentado perturbaram de tal modo Anne Desbaresdes, que é uma mulher jovem e rica, ligada apenas ao seu filho? Porque é que voltou ao café do porto, onde o cadáver da desconhecida desabara ao cair do dia? Porque é que interroga um outro desconhecido, Chauvin, uma testemunha como ela? Uma estranha embriaguez apodera-se dela, os copos de vinho que pede, e que bebe lentamente, são apenas pretextos. Volta todos os dias ao local do crime que outra pessoa cometeu e de cada vez interroga mais, fala um pouco mais longamente.» Dominique Aury «Moderato Cantabile poderia definir-se como sendo Madame Bovary reescrito por Béla Bartók, se não se tratasse, antes de mais, de um romance de Marguerite Duras (que não se parece com ninguém) e do seu melhor livro (o que é dizer muito).» Claude Roy
Nº Páginas: 96
Sinopse:
«— O que quer dizer moderato cantabile? — Não sei.» Uma lição de piano, uma criança teimosa, uma mãe que ama o filho, não há expressão mais autêntica da vida tranquila numa cidade da província. Mas um súbito grito vem rasgar a trama, revelando sob a contenção de uma narrativa de aparência clássica uma tensão que vai crescendo até ao paroxismo final. «Porque é que o grito súbito de uma desconhecida e a visão do seu corpo ensanguentado perturbaram de tal modo Anne Desbaresdes, que é uma mulher jovem e rica, ligada apenas ao seu filho? Porque é que voltou ao café do porto, onde o cadáver da desconhecida desabara ao cair do dia? Porque é que interroga um outro desconhecido, Chauvin, uma testemunha como ela? Uma estranha embriaguez apodera-se dela, os copos de vinho que pede, e que bebe lentamente, são apenas pretextos. Volta todos os dias ao local do crime que outra pessoa cometeu e de cada vez interroga mais, fala um pouco mais longamente.» Dominique Aury «Moderato Cantabile poderia definir-se como sendo Madame Bovary reescrito por Béla Bartók, se não se tratasse, antes de mais, de um romance de Marguerite Duras (que não se parece com ninguém) e do seu melhor livro (o que é dizer muito).» Claude Roy
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 354
Sinopse:
«Creio que Debaixo do Vulcão poderá ser um livro realmente bom: poderá sê-lo, é a ameaça que faço, afirmou Malcolm Lowry numa das primeiras cartas que escreveu ao seu agente literário Harold Matson, em Julho de 1940. Lowry acabara de se instalar numa cabana na praia de Dollerton, perto de Vancouver, na Colúmbia Britânica, e trabalhava numa nova versão do romance que tinha concebido e escrito pela primeira vez no México, país a que havia chegado no Dia dos Mortos de 1936. De início o romance foi descaradamente autobiográfico, fruto e reflexo do México e das experiências que aí teve, desde os decadentes jardins de Cuernavaca e as cantinas onde podia afogar-se em mescal apenas por alguns pesos, até ao terrível episódio da prisão e ao delirium tremens em Oaxaca, depois de ter sido abandonado pela mulher. Uma descida aos infernos fielmente registada no primeiro Manuscrito, porque mesmo nos seus piores momentos, Lowry nunca renunciou a escrever, a reflectir sobre o papel a incrível realidade. “Podia dizer-se que era como um registador,” afirmou o escritor e poeta americano Conrad Aiken, que visitou Lowry durante a sua estada em Cuernavaca, declarando depois que “o romance estava essencialmente pronto em Julho de 1937” e concluindo que “o livro iria ser reescrito durante os próximos nove anos”. Não é de estranhar, dado o seu génio para a linguagem, que se convertesse nesse milagre da prosa inglesa que, em minha opinião, é o seu melhor conseguimento. Efectivamente, no seu paraíso privado de Dollerton “entre o bosque e o mar”, Lowry reescreveu uma e outra vez o Manuscrito, construindo o seu romance como quem compõe uma sinfonia, introduzindo novas formas e desenvolvendo as existentes num jogo contrapontístico de secretas correspondências e sugestivas alusões poéticas. Ao fim de nove anos, a sua experiência mexicana havia-se transformado num monumento barroco de profundas ressonâncias simbólicas (…).» Carmen Virgili «O sentido do passado, da dor, da morte: estes são factores intrínsecos ao México. Mas apesar disso, os mexicanos são o povo mais alegre do mundo, capaz de transformar qualquer acontecimento, incluindo o Dia dos Mortos, numa festa. Riem-se da morte, o que não quer dizer que não a levem a sério. É talvez por possuírem um profundo sentimento trágico da vida que a alegria e a festa estão sempre presentes: a sua atitude é o melhor testemunho da dignidade do homem. A morte, derrotada pelo renascimento, é ora trágica ora cómica.» Malcolm Lowry, em United Nations World, Junho de 1950
Nº Páginas: 354
Sinopse:
«Creio que Debaixo do Vulcão poderá ser um livro realmente bom: poderá sê-lo, é a ameaça que faço, afirmou Malcolm Lowry numa das primeiras cartas que escreveu ao seu agente literário Harold Matson, em Julho de 1940. Lowry acabara de se instalar numa cabana na praia de Dollerton, perto de Vancouver, na Colúmbia Britânica, e trabalhava numa nova versão do romance que tinha concebido e escrito pela primeira vez no México, país a que havia chegado no Dia dos Mortos de 1936. De início o romance foi descaradamente autobiográfico, fruto e reflexo do México e das experiências que aí teve, desde os decadentes jardins de Cuernavaca e as cantinas onde podia afogar-se em mescal apenas por alguns pesos, até ao terrível episódio da prisão e ao delirium tremens em Oaxaca, depois de ter sido abandonado pela mulher. Uma descida aos infernos fielmente registada no primeiro Manuscrito, porque mesmo nos seus piores momentos, Lowry nunca renunciou a escrever, a reflectir sobre o papel a incrível realidade. “Podia dizer-se que era como um registador,” afirmou o escritor e poeta americano Conrad Aiken, que visitou Lowry durante a sua estada em Cuernavaca, declarando depois que “o romance estava essencialmente pronto em Julho de 1937” e concluindo que “o livro iria ser reescrito durante os próximos nove anos”. Não é de estranhar, dado o seu génio para a linguagem, que se convertesse nesse milagre da prosa inglesa que, em minha opinião, é o seu melhor conseguimento. Efectivamente, no seu paraíso privado de Dollerton “entre o bosque e o mar”, Lowry reescreveu uma e outra vez o Manuscrito, construindo o seu romance como quem compõe uma sinfonia, introduzindo novas formas e desenvolvendo as existentes num jogo contrapontístico de secretas correspondências e sugestivas alusões poéticas. Ao fim de nove anos, a sua experiência mexicana havia-se transformado num monumento barroco de profundas ressonâncias simbólicas (…).» Carmen Virgili «O sentido do passado, da dor, da morte: estes são factores intrínsecos ao México. Mas apesar disso, os mexicanos são o povo mais alegre do mundo, capaz de transformar qualquer acontecimento, incluindo o Dia dos Mortos, numa festa. Riem-se da morte, o que não quer dizer que não a levem a sério. É talvez por possuírem um profundo sentimento trágico da vida que a alegria e a festa estão sempre presentes: a sua atitude é o melhor testemunho da dignidade do homem. A morte, derrotada pelo renascimento, é ora trágica ora cómica.» Malcolm Lowry, em United Nations World, Junho de 1950
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Música de Câmara (Chamber Music), publicado em 1907, é a estreia literária de James Joyce, composto por 36 poemas líricos que narram a evolução de um romance, do encontro amoroso à solidão. Com estilo inspirado na poesia elisabetana e forte ritmo musical, a obra explora temas como amor, traição e desejo.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Música de Câmara (Chamber Music), publicado em 1907, é a estreia literária de James Joyce, composto por 36 poemas líricos que narram a evolução de um romance, do encontro amoroso à solidão. Com estilo inspirado na poesia elisabetana e forte ritmo musical, a obra explora temas como amor, traição e desejo.
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 160
Sinopse:
«A obra humorística da época de juventude de Duchamp não faz parte da sua obra mais conhecida. José Gil analisa-a com os instrumentos de uma análise imanente, de modo a mostrar os modos de produção e os regimes do humor (as oscilações entre o cómico, o ridículo e o patético), incidindo sobretudo na articulação entre a “cena visual” e a linguagem, as legendas que acompanham os desenhos. O ensaio de Ana Godinho, por sua vez, tem como horizonte — ambicioso e vastíssimo, diga-se de passagem — uma interpretação geral dos objectos a que Duchamp chamou ready-mades.»
Nº Páginas: 160
Sinopse:
«A obra humorística da época de juventude de Duchamp não faz parte da sua obra mais conhecida. José Gil analisa-a com os instrumentos de uma análise imanente, de modo a mostrar os modos de produção e os regimes do humor (as oscilações entre o cómico, o ridículo e o patético), incidindo sobretudo na articulação entre a “cena visual” e a linguagem, as legendas que acompanham os desenhos. O ensaio de Ana Godinho, por sua vez, tem como horizonte — ambicioso e vastíssimo, diga-se de passagem — uma interpretação geral dos objectos a que Duchamp chamou ready-mades.»
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 224
Sinopse:
?«Possuo os gostos mais simples», comentou certa vez Oscar Wilde, «fico sempre satisfeito com o melhor.» Neste livro, os leitores irão encontrar uma selecção de comentários de Oscar Wilde sobre arte, natureza humana, moral, sociedade, política, história e vários outros temas. Epigramas, aforismos e citações — retirados das várias peças de Wilde, dos seus ensaios, romances e ainda de conversas, artigos e cartas — configuram um pensamento sofisticado sob uma aparência paradoxal, divertida ou provocadora. Como escreveu J. L. Borges: «Lendo e relendo Wilde ao longo dos anos, reparo num facto de que os seus admiradores não parecem sequer ter suspeitado: o facto comprovado e elementar de que Wilde quase sempre tem razão (…) Oscar Wilde é um desses escritores privilegiados que existem sem necessitarem de aprovação dos críticos, nem sequer dos leitores. O prazer que retiramos da sua companhia é irresistível e constante.»
Nº Páginas: 224
Sinopse:
?«Possuo os gostos mais simples», comentou certa vez Oscar Wilde, «fico sempre satisfeito com o melhor.» Neste livro, os leitores irão encontrar uma selecção de comentários de Oscar Wilde sobre arte, natureza humana, moral, sociedade, política, história e vários outros temas. Epigramas, aforismos e citações — retirados das várias peças de Wilde, dos seus ensaios, romances e ainda de conversas, artigos e cartas — configuram um pensamento sofisticado sob uma aparência paradoxal, divertida ou provocadora. Como escreveu J. L. Borges: «Lendo e relendo Wilde ao longo dos anos, reparo num facto de que os seus admiradores não parecem sequer ter suspeitado: o facto comprovado e elementar de que Wilde quase sempre tem razão (…) Oscar Wilde é um desses escritores privilegiados que existem sem necessitarem de aprovação dos críticos, nem sequer dos leitores. O prazer que retiramos da sua companhia é irresistível e constante.»
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Edição: Out 2008
Nº Páginas: 196
Sinopse:
Reúnem-se aqui seis dos melhores contos de Tolstói. Os dois primeiros são sombrias parábolas sobre as tentações carnais. Em «O Diabo» (1889-90), um jovem não consegue resistir a uma bela camponesa com quem tivera um caso antes de se casar. Por sua vez, «O Padre Sérgui» retrata a vida de um soldado que, para resistir às tentações, se torna monge e, mais tarde, pedinte. Dos restantes contos, destaca-se «Depois do Baile» que é, nas palavras de George Steiner, um «conto formidável», um «exemplo em que a técnica e a metafísica se tornaram inseparáveis», pois no «vocabulário de Tolstói, um baile tem ressonâncias ambíguas, é ao mesmo tempo uma ocasião de graça e elegância e um símbolo de consumada artificialidade».
Nº Páginas: 196
Sinopse:
Reúnem-se aqui seis dos melhores contos de Tolstói. Os dois primeiros são sombrias parábolas sobre as tentações carnais. Em «O Diabo» (1889-90), um jovem não consegue resistir a uma bela camponesa com quem tivera um caso antes de se casar. Por sua vez, «O Padre Sérgui» retrata a vida de um soldado que, para resistir às tentações, se torna monge e, mais tarde, pedinte. Dos restantes contos, destaca-se «Depois do Baile» que é, nas palavras de George Steiner, um «conto formidável», um «exemplo em que a técnica e a metafísica se tornaram inseparáveis», pois no «vocabulário de Tolstói, um baile tem ressonâncias ambíguas, é ao mesmo tempo uma ocasião de graça e elegância e um símbolo de consumada artificialidade».
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 120
Sinopse:
A Sonata de Kreutzer, escrita em 1889 é, com A Morte de Ivan Ilitch, uma das mais importante novelas de Tolstói. «A Sonata de Kreutzer é uma obra-prima de estética magnificamente realizada que nos ensina a desprezar essa mestria e esse conseguimento: é essa a sua enganadora estratégia.» Gary Saul Morson «Misteriosa, a proximidade de Tolstói com o leitor é de todo desconcertante em A Sonata de Kreutzer.» Harold Bloom «Quando [Tolstói] voltou de novo à arte da novela, a sua imaginação tinha adquirido o obscuro fervor da sua filosofia. A Morte de Ivan Ilitch e A Sonata de Kreutzer são obras-primas, mas obras-primas de um género singular; a sua terrível intensidade não resulta da predominância da visão imaginativa, mas da sua concentração; possuem, como as figuras reduzidas das pinturas de Bosch, violentas energias comprimidas.» George Steiner
Nº Páginas: 120
Sinopse:
A Sonata de Kreutzer, escrita em 1889 é, com A Morte de Ivan Ilitch, uma das mais importante novelas de Tolstói. «A Sonata de Kreutzer é uma obra-prima de estética magnificamente realizada que nos ensina a desprezar essa mestria e esse conseguimento: é essa a sua enganadora estratégia.» Gary Saul Morson «Misteriosa, a proximidade de Tolstói com o leitor é de todo desconcertante em A Sonata de Kreutzer.» Harold Bloom «Quando [Tolstói] voltou de novo à arte da novela, a sua imaginação tinha adquirido o obscuro fervor da sua filosofia. A Morte de Ivan Ilitch e A Sonata de Kreutzer são obras-primas, mas obras-primas de um género singular; a sua terrível intensidade não resulta da predominância da visão imaginativa, mas da sua concentração; possuem, como as figuras reduzidas das pinturas de Bosch, violentas energias comprimidas.» George Steiner
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 336
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
Nº Páginas: 336
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
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Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Violência: Seis Reflexões Laterais", de Slavoj Žižek, analisa as raízes ocultas da violência moderna, distinguindo a violência visível (subjetiva) da violência sistêmica (objetiva/estrutural) inerente à linguagem, economia e política. O autor argumenta que a nossa obsessão com a violência direta encobre as causas estruturais que geram conflitos no capitalismo global.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Violência: Seis Reflexões Laterais", de Slavoj Žižek, analisa as raízes ocultas da violência moderna, distinguindo a violência visível (subjetiva) da violência sistêmica (objetiva/estrutural) inerente à linguagem, economia e política. O autor argumenta que a nossa obsessão com a violência direta encobre as causas estruturais que geram conflitos no capitalismo global.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 330
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
Nº Páginas: 330
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544
Sinopse:
«Apesar de curto, o período abrangido por este volume foi surpreendente. Não pelo que já se esperava, a mudança de século e de milénio, mas, evidentemente, por ra~zões inesperadas. Sejam acontecimentos graves à escala mundial, como os atentados terroristas de Nova Iorque de Setembro de 2001 e a chamada guerra do Iraque de 2003, sejam factos inéditos à nossa dimensão, como a fuga de António Guterres e a estranga demissão do Governo em resultado das eleições municipais. A destruição de Timor pelos indonésios e o seu renascimento independente cabem por inteiro neste período. Tal como a derrota das esquerdas (...) e a correspondente vitória das direitas. A entrada em vigor definitiva do euro foi igualmente facto relevante. Assim como, por razões negativas, a sucessão e a duração de processos judicionais de excepcional impacto na opinião pública (...)»
Nº Páginas: 544
Sinopse:
«Apesar de curto, o período abrangido por este volume foi surpreendente. Não pelo que já se esperava, a mudança de século e de milénio, mas, evidentemente, por ra~zões inesperadas. Sejam acontecimentos graves à escala mundial, como os atentados terroristas de Nova Iorque de Setembro de 2001 e a chamada guerra do Iraque de 2003, sejam factos inéditos à nossa dimensão, como a fuga de António Guterres e a estranga demissão do Governo em resultado das eleições municipais. A destruição de Timor pelos indonésios e o seu renascimento independente cabem por inteiro neste período. Tal como a derrota das esquerdas (...) e a correspondente vitória das direitas. A entrada em vigor definitiva do euro foi igualmente facto relevante. Assim como, por razões negativas, a sucessão e a duração de processos judicionais de excepcional impacto na opinião pública (...)»
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Folhas de Erva" (Leaves of Grass), de Walt Whitman, é uma obra monumental da poesia americana que celebra a democracia, o corpo, a natureza e a conexão universal. Publicado inicialmente em 1855 e ampliado ao longo da vida do autor, o livro introduziu o verso livre e uma voz poética direta, afirmativa e profundamente humanista.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Folhas de Erva" (Leaves of Grass), de Walt Whitman, é uma obra monumental da poesia americana que celebra a democracia, o corpo, a natureza e a conexão universal. Publicado inicialmente em 1855 e ampliado ao longo da vida do autor, o livro introduziu o verso livre e uma voz poética direta, afirmativa e profundamente humanista.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Tem tradução e prefácio de Maria Gabriela Llansol. A obra foi publicada em 1963 e pode ser considerada uma longa reflexão amorosa. O primeiro poema tem por título «Onde a mulher é secreta / O homem é inútil».
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Tem tradução e prefácio de Maria Gabriela Llansol. A obra foi publicada em 1963 e pode ser considerada uma longa reflexão amorosa. O primeiro poema tem por título «Onde a mulher é secreta / O homem é inútil».
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 330
Sinopse:
"O Amante de Lady Chatterley" (1928), de D. H. Lawrence, é um romance clássico e controverso sobre a paixão proibida entre Constance Chatterley, uma mulher aristocrática infeliz, e Oliver Mellors, o guarda-caça de seu marido paralisado, Clifford. O livro explora temas de desejo, sexualidade e luta de classes.
Nº Páginas: 330
Sinopse:
"O Amante de Lady Chatterley" (1928), de D. H. Lawrence, é um romance clássico e controverso sobre a paixão proibida entre Constance Chatterley, uma mulher aristocrática infeliz, e Oliver Mellors, o guarda-caça de seu marido paralisado, Clifford. O livro explora temas de desejo, sexualidade e luta de classes.
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Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 274
Sinopse:
"Belos Vencidos" de Leonard Cohen é um romance experimental e erótico que narra um triângulo amoroso caótico e metafísico, envolvendo um narrador sem nome, sua esposa Edith e o mentor F. Misturando humor, espiritualidade e sátira, a trama explora a dor, o desejo e a obsessão pela santa mohawk Catherine Tekakwith
Nº Páginas: 274
Sinopse:
"Belos Vencidos" de Leonard Cohen é um romance experimental e erótico que narra um triângulo amoroso caótico e metafísico, envolvendo um narrador sem nome, sua esposa Edith e o mentor F. Misturando humor, espiritualidade e sátira, a trama explora a dor, o desejo e a obsessão pela santa mohawk Catherine Tekakwith
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Edição: Abr 1991
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Terna é a Noite" (1934), de F. Scott Fitzgerald, narra a trágica ascensão e queda de Dick Diver, um psiquiatra brilhante, e a sua esposa, Nicole, na Riviera Francesa dos anos 20. A obra, com fortes traços autobiográficos, explora a desintegração do casamento e da carreira de Dick devido à riqueza e doença mental de Nicole.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Terna é a Noite" (1934), de F. Scott Fitzgerald, narra a trágica ascensão e queda de Dick Diver, um psiquiatra brilhante, e a sua esposa, Nicole, na Riviera Francesa dos anos 20. A obra, com fortes traços autobiográficos, explora a desintegração do casamento e da carreira de Dick devido à riqueza e doença mental de Nicole.
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Aprendizagem À beira de um precipício, de cabeça para baixo, pelo seu mais ilustre professor agarrado somente pelos pés, eis que o aprendiz repete, assustado, a lição da manhã. O perigo Nada é tão perigoso como teres cumprido todos os teus deveres do dia e ainda ser manhã, teres cumprido todos os teus deveres na vida e ainda não estares morto. Uma razão para o fazeres Se não acorreres ao local, nunca poderás saber se quem grita por socorro o quer receber ou dar.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Aprendizagem À beira de um precipício, de cabeça para baixo, pelo seu mais ilustre professor agarrado somente pelos pés, eis que o aprendiz repete, assustado, a lição da manhã. O perigo Nada é tão perigoso como teres cumprido todos os teus deveres do dia e ainda ser manhã, teres cumprido todos os teus deveres na vida e ainda não estares morto. Uma razão para o fazeres Se não acorreres ao local, nunca poderás saber se quem grita por socorro o quer receber ou dar.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Os contos de Oscar Wilde são narrativas marcadas pela sensibilidade, humor refinado e crítica social, misturando contos de fadas com temas éticos profundos. Frequentemente exploram o altruísmo, a beleza e o sacrifício, com personagens marcantes como O Príncipe Feliz, O Gigante Egoísta e o Rouxinol.
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Os contos de Oscar Wilde são narrativas marcadas pela sensibilidade, humor refinado e crítica social, misturando contos de fadas com temas éticos profundos. Frequentemente exploram o altruísmo, a beleza e o sacrifício, com personagens marcantes como O Príncipe Feliz, O Gigante Egoísta e o Rouxinol.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Ópera da compositora portuguesa Ana Seara. “Até que a morte nos separe”, revela-nos a história de um inspector da polícia assombrado por ter morto, num fogo cruzado, um inocente professor de literatura, acabando por ter um caso com uma jovem misteriosa, com quem casa e leva a morar com a sua filha cega.
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Ópera da compositora portuguesa Ana Seara. “Até que a morte nos separe”, revela-nos a história de um inspector da polícia assombrado por ter morto, num fogo cruzado, um inocente professor de literatura, acabando por ter um caso com uma jovem misteriosa, com quem casa e leva a morar com a sua filha cega.
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Edição: Jul 2000
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Livre Mente" de Fernando Savater é uma coletânea de artigos que funcionam como um "diário intelectual, ético e político" do autor, reunindo textos publicados ao longo de quatro anos. A obra reflete sobre temas da atualidade, cultura, política e sociedade, marcando o pensamento de Savater no período pós-ditadura e no contexto contemporâneo.
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Livre Mente" de Fernando Savater é uma coletânea de artigos que funcionam como um "diário intelectual, ético e político" do autor, reunindo textos publicados ao longo de quatro anos. A obra reflete sobre temas da atualidade, cultura, política e sociedade, marcando o pensamento de Savater no período pós-ditadura e no contexto contemporâneo.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 146
Sinopse:
"Os Tarahumaras" (ou Viagem ao País dos Tarahumaras), de Antonin Artaud, é uma obra que relata a experiência mística e antropológica do autor no México em 1936. Artaud descreve o povo Tarahumara e o seu ritual do peiote como uma forma de "teatro em estado puro" e magia, buscando uma revolução interior e a cura para a civilização ocidental decadente.
Nº Páginas: 146
Sinopse:
"Os Tarahumaras" (ou Viagem ao País dos Tarahumaras), de Antonin Artaud, é uma obra que relata a experiência mística e antropológica do autor no México em 1936. Artaud descreve o povo Tarahumara e o seu ritual do peiote como uma forma de "teatro em estado puro" e magia, buscando uma revolução interior e a cura para a civilização ocidental decadente.
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Edição: Jul 2005
Nº Páginas: 210
Sinopse:
Em A Casa Eterna, a reconstituição quase detectivesca de uma estranha morte dá ensejo a curiosas mini-histórias e flagrantes caracterizações conotativas dos narradores. Ficava mal naquele papel de morte, de anjo transmigrador, pensava Álvaro, porém era preciso ali alguém que lhe desse a passagem, que soprasse depois sobre o seu rasto para que os grãos de terra novamente poisassem, alisados, sem máculas do tempo. E, de qualquer maneira, as mulheres que encontrara nunca tinham servido inteiramente, estoiravam com os frágeis tecidos de desgraça em que as queria envolver, levantavam-se, obscenas, com a sua saúde e as suas lavagens, a rir, conciliadas com os dias.
Nº Páginas: 210
Sinopse:
Em A Casa Eterna, a reconstituição quase detectivesca de uma estranha morte dá ensejo a curiosas mini-histórias e flagrantes caracterizações conotativas dos narradores. Ficava mal naquele papel de morte, de anjo transmigrador, pensava Álvaro, porém era preciso ali alguém que lhe desse a passagem, que soprasse depois sobre o seu rasto para que os grãos de terra novamente poisassem, alisados, sem máculas do tempo. E, de qualquer maneira, as mulheres que encontrara nunca tinham servido inteiramente, estoiravam com os frágeis tecidos de desgraça em que as queria envolver, levantavam-se, obscenas, com a sua saúde e as suas lavagens, a rir, conciliadas com os dias.
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